– 28a Romaria a Pé do Bairro Medeiros de Jundiaí à Pirapora do Bom Jesus

PEREGRINAR É CAMINHAR PARA CRISTO

Sobre este lema, será realizada a 28ª Romaria de Homens e Mulheres do Bairro Medeiros de Jundiaí ao Santuário do Bom Jesus de Pirapora.

Tradicional caminhada, a Romaria exclusivamente a pé é um evento que convida as pessoas a abandonarem o homem velho para traz em busca do homem novo. E esta busca se dá através da reflexão no longínquo trecho a ser percorrido até o Santuário do Bom Jesus.

A concentração partirá sexta, dia 11 de novembro, às 21:00h, em frente a Capela Nossa Senhora de Fátima (inicialmente, os romeiros irão do Bairro Medeiros de ônibus até a Igreja da Varginha, a fim de começar a caminhada por aquele acesso). A chegada é prevista no sábado, 12, às 07:00h. Culminando com a Peregrinação, haverá a celebração da Santa Missa às 9:00h, pelo pároco da comunidade, Pe Leandro (a volta se dará motorizada às 11:00h do mesmo sábado). 

Todos são convidados a este ato de fé.

Informações adicionais podem ser obtidas com Osvaldo Segre, da Comissão organizadora, nos telefones 4525.0290 e 9914.0548.

– A Coelhinha Bolinha Pink

Olha só a nova mania da Marina Porcari: criar bichinhos. 

Primeiro, a coelhinha que ela escolheu (Bolinha Pink é o nome dela, inventado pela própria Marina). Depois teremos araras, tucanos, e girafas… kkk

São sorrisos sinceros assim que valem a pena viver!

É para agradecer a Deus todos os dias.

– Uma Nova Rocinha: BOPE, Drogas, Coelho, Peixe, Granadas e 1 milhão de dólares

A Favela da Rocinha terá uma Unidade Pacificadora da Polícia, a UPP, que tanto tem feito sucesso no Rio de Janeiro, libertando as comunidades carentes do controle do tráfico de drogas.

Anteontem, o líder do tráfico de lá, Nem, ordenou um toque de recolher em afronta à PM. Comércio, escolas e igrejas fechados. Pessoas dentro de casa. E o clima de medo perene.

Pois bem: essa noite o Batalhão de Operações Especiais, o BOPE, a tropa de elite da PM, mostrou porque é tão respeitada. Invadiu a favela, prendeu os traficantes Coelho e Peixe (“secretários do líder da favela”), e encontraram Nem dentro do porta-malas de um carro, escondido. Junto à ele, granadas, fuzis e bombas diversas, além de 1 milhão de dólares em dinheiro vivo, oferecido como propina aos soldados.

É ou não para dar parabéns à essa tropa de elite? Isso sim dignifica a instituição.

– Brasil X Gabão; estádios chineses padrão.

Hoje, a Seleção Brasileira joga a simbólica partida 1000 desde a sua primeira convocação. E o histórico marco, desprezado pela CBF, se dá contra o Gabão.

Um fato interessante: a China vem procurando aumentar sua influência na África. O Governo Chinês já construiu mais de 50 estádios de futebol no continente negro, todos com o mesmo formato e custo: 140 milhões de dólares.

E aí vêm os detalhes: são arenas padronizadas para que o custo diminua (de engenharia, de material de construção, etc). Um estádio angolano construído por eles é idêntico ao estádio gabonês de hoje.

E como a mão de obra chinesa é barata, os operários não são africanos, mas… chineses!

Pois é: o material de construção, os engenheiros e os operários são todos importados da China. Os homens, por exemplo, são presos e condenados, trazidos de barco para trabalharem na África.

O que a China leva em troca? Tudo! Faz esses agrados aos ditadores africanos, e abrem portas para comprarem terra e plantarem alimentos para exportarem a custo reduzido a seu país; desafoga a população e gera emprego na indústria de material de construção por lá. Além, é claro, de colonizar a África, desafogando o contingente populacional (altíssimo) em seu próprio território.

Espertos esses chineses, né?

– Festival de dança Opostos mostra os opostos do Centro de Jundiaí.

Cultura e Educação mostrada pela arte da dança: em um bonito espetáculo no teatro Polytheama, diversos grupos mostraram seu talento em Jundiaí. Programa espetacular. Uma faceta da Jundiaí que dá certo: a que exala educação, bom gosto e dedicação.

Porém, ao sair do belíssimo Polytheama, a realidade assusta. Se você descer a contramão da Rua Barão de Jundiaí, se depara com a prostituição masculina; se contornar o Escadão, com a prostituição feminina; e se acessar a Rua Senador Fonseca, em direção à Avenida Jundiaí, outro susto: os travestis com suas intimidades à mostra.

Ontem, por exemplo, um homossexual com traços masculinizados de minúsculo biquíni preto numa esquina, bem “à vontade”. No semáforo da outra esquina, com o carro parado, você é obrigado a se constranger por estar com a família sendo observado por uma travesti com saia branca e Top praticamente inexistente, com seios fartos e fazendo bocas e caretas.

Como explicar às crianças no carro aquilo que se vê à noite no Centro e que escandaliza?

De fato, são os opostos de Jundiaí: o oposto da dignidade, da educação e da cidadania.

Complicado. A prostituição existe, é fato, e seria hipocrisia mascará-la. Mas permitir com roupas diminutas às 21h, em frente a escolas e outros lugares públicos, é demais!

– Dá-lhe Vascão. Dá-lhe Paulista de Jundiaí!

Que coisa! Dedé marcando gols como centroavante e até como zagueiro cabeça-de-bagre (marcou duas vezes a favor e uma contra); Juninho Pernambucano como garoto de 18 anos. E o treinador Cristóvão como estrategista-motivador. Tudo isso pela empolgante vitória ontem pela Sulamericana.

O Vasco da Gama voltou a ser um time simpático e vencedor. Ótimo para o futebol brasileiro. Mesmo classificado para a Libertadores, não veio com o discurso de que perdeu a motivação. Quer ganhar tudo.

No Jayme Cintra, mais uma vitória do Paulista FC pela Copa Paulista. Outra de 4 X 0. Depois de um tenebroso começo de competição, com greves e confusões, o Galo desandou a ganhar tudo, colocando as contas (e o futebol) em dia.

Será que mais uma vez chegará à final da competição? Tomara!

– O Legado dos Rebeldes da USP

Depois da invasão dos estudantes que eram contra a presença da PM no campus da USP, e que tinham a bandeira a favor da plena liberdade em fumar maconha sem ser incomodados na universidade, ficam algumas perguntas importantes:

1) A invasão da reitoria: quem vai pagar os prejuízos? O local é mantido por recursos públicos. Eu e você já estamos pagando…

2) Os estudantes se diziam democráticos. Mas se encapuzaram e muitos estamparam cartazes dizendo que queriam a liberação da maconha (afrontando com baseados de mentira no tamanho gigante, fotos estampadas pelos meios de comunicação) ali no local. No Capão Redondo não pode, mas no espaço da “elite dos estudantes” pode?

3) Alguns se declaravam comunistas. Mas, conforme a Veja desta semana, os líderes possuem carros de alto valor e usam roupas de grife. Cadê o proletariado?

4) Quantos daqueles estudantes têm emprego fixo?

5) Os estudantes rebeldes serão expulsos por tudo o que fizeram?

Os verdadeiros estudantes, aqueles de bem, certamente queriam (e querem) a PM na Cidade Universitária. O problema é engolir o discurso de que “os rebeldes são perseguidos, que é ditadura e outras bobagens desses arruaçeiros….”

– Chantagem Pedetista?

Quer dizer que o Ministro do Trabalho, Carlos Luppi, mais um ameaçado em perder o cargo por corrupção, diz que só sai à bala e ameaça tirar o PDT da base aliada do governo?

Como há gente sedenta pelo poder…

– Regras de Convivência

Aprendi ao longo da minha vida profissional e pessoal que as regras de convivência têm que ser preservadas

Luís Álvaro Oliveira Ribeiro, presidente do Santos FC, sobre o fato de ligar para os possíveis compradores de Neymar e educadamente suspender as negociações, avisando-os imediatamente da renovação milionária do jogador.

Serve para o caso do triângulo Santos – Real Madrid – Barcelona, e serve para a vida de qualquer um!

– Mr Bean e Barrichello

Curioso: o ator Rowan Atkinson, o Mr Bean, é o entrevistado da semana na Isto É por Elaine Guerini. E sabem do que ele mais gosta nos momentos de lazer? De automobolismo brasileiro!

Seu ídolo confesso: Rubens Barrichello. O admira pela competência e pela longevidade.

Também o admiro. É um profissional de talento indubitável, embora seja gozado por muitos. Mas veja o saldo bancário dele e o tempo de profissão para dizer que não é vencedor…

– Delírio, Esquizofrenia ou Portador de Segredo Não Revelado?

Respeito toda a crença religiosa e opinião pessoal. Mas há coisas difíceis em se levar a sério. Repercutiu em todo jornal e revista a frase do ator Carlos Vereza, que diz conversar com alienígenas:

Os extraterrestres do bem estão limpando a crosta da Terra das explosões atômicas que acontecem no sul do Oceano Pacífico”.

Uau. Que revelação. E aí, o que você pensa sobre essa ação de sustentabilidade solidária vinda de outro planeta? Ou tem dúvidas sobre isso?

– “Eu Sou o RUBÃO, árbitro e instrutor… (leia até o fim)

que um dia já conversou contigo sobre assuntos do futebol. E quero dizer que esse ranking da FPF não vai funcionar. E sabe por quê, Porcari, está fadado ao fracasso? Não vai dar certo porque usarão critérios questionáveis e duvido que tenha classificação aberta. E tem outra: não gostei do discurso da nova comissão (…)”.

Tenho certeza que, quem ficou na leitura do título do post, pensou outra coisa: que eu assumisse ser o Rubão. E que a meia dúzia de pessoas que torcem para que eu seja ele, num primeiro momento, festejou. A meia dúzia que torce para o bem e todos os outros que especulam e que torcem para o mal…

Foi proposital. Afinal, estou saturado de tolas especulações. Não sou o Rubão. Mas e se fosse? Por quê me esconderia?

Para quem não sabe quem é o Rubão, explico:

Há anos, um personagem surgiu na mídia denunciando mazelas, politicagem e conchavos no meio da arbitragem de futebol. Li ele em diversos comentários de blogs, e tive o prazer de tê-los em algumas vezes no meu próprio blog (com freqüência ínfima se comparado a outros meios). Por diversas vezes, o misterioso Rubão conta bastidores do apito; analisa e explica lances de jogo; fala sobre preparações de árbitros, em âmbito paulista, brasileiro e internacional; critica entidades ligadas à arbitragem falando sobre incompatibilidades, além de outros assuntos.

De tudo o que fala, concordo em quase sua totalidade. Sempre escancara o imoral e defende o correto. E se aprendemos a valorizar o que é justo, a denunciar o incorreto e cobrarmos a não omissão, devemos nos espelhar em quem tenha essas virtudes. Ou quer que me espelhe em princípios éticos das ações praticas e observadas por Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, ou outros dirigentes dos quais não concordo em suas atitudes?

A gente deve ter como exemplo gente do bem. Ponto.

Se gostei do tema usado pelo Rubão, qual o impedimento em não desenvolver meu comentário em cima de tal? Só não posso usá-lo como referencia bibliográfica, pois, afinal, é evidente que ela inexiste. Daí a semelhança de temas ou sinergia em idéias.

Não conheço o Rubão; ou talvez o conheça, mas não saiba quem ele é. Embora tenha minhas apostas.

Essa idiotice de associação de meu nome ao dele surgiu com uma lista enorme de supostos “candidatos” a Rubões. Não citarei os nomes das pessoas que surgiram, pois não gostaria que elas sejam constrangidas ou chateadas. A mim, incomoda pelo fato de não sê-lo e ser acusado.

Confesso que uma matéria do Blog do Marcelo Marçal, a quem respeito, em Abril deste ano polemizou a situação. Num assunto que não tinha nada a ver comigo, citou-me (artigo em: http://marcalneles.blogspot.com/2011/04/assistentes-x-coafferj-i-i.html). Talvez quisesse me elogiar na ocasião, entendi o ótimo artigo que escreveu, mas foi infeliz à suposição. E outras situações por termos amigos ou participarmos de blogs ou outras mídias contribuiu para a celeuma. Uma delas – participar do Blog do Fernando Sampaio, excepcional jornalista e defensor dos árbitros.

O que me irrita – e declaro isso abertamente – é a irresponsabilidade em criar fatos, polêmicas e inverdades de tumultuadores. Um idiota (não há outro termo para usar) posta em diversos temas em meu blog TODO SANTO DIA a frase “está na hora de se revelar, assuma que você é o Rubão”.

Caramba, por quê tanto incômodo? Um dos motivos é claro: falou mal de dirigente, o cara vem e escreve reclamando. Ué, falar bem pode, falar mal não?

Meu blog não é SITE DE INFORMAÇÃO. Apenas repercuto informações procurando desenvolver o inteligente espírito crítico, contribuindo para o sábio e necessário crescimento. Meus artigos são OPINATIVOS, nunca procurei dar um “furo” ou ter a vaidade de falar dos detalhes da informação de comissões da Roraima, do Amapá, ou qualquer outro lugar. Aliás, o tema Arbitragem é só mais uns das TAGs que trabalho. Meu Blog é para pessoas que gostam de Contemporaneidades, Administração, Negócios, Política e Religião.

Cito um exemplo: Cooperativa de Árbitros e Sindicato de Árbitros são administrados por funcionários da FPF. Esta é uma informação pública, não do meu site. Quando cito essa relação, critico aberta e educadamente; expresso a democrática opinião; coloco à exposição os diversos pontos de vista. SEM PICUINHA OU MÁGOA DESTE OU AQUELE, e de maneira RESPEITOSA.

Não estamos numa democracia? Não posso utilizar responsavelmente a minha liberdade de expressão? Preciso concordar com uma situação que acho inconveniente? Ou mostrar discordância incomoda alguém, seja ele pau-mandado, puxa-saco ou um simples troll?

Sinceramente, estou pouco me lixando à essas pessoas pobres de espírito. Se eu fosse o Rubão, por quê não teria me revelado? Não tenho problema em conversar com ninguém.

A propósito, estou fora do meio da arbitragem a quase dois anos; não pertenço e nunca pertenci ao quadro da CBF, tampouco FIFA; nunca estive na sede da entidade do RJ; trabalho em 3 atividades profissionais, como participaria de reuniões das entidades? Sempre detestei submundos sindicais e de cooperativas, além de sorrisos amarelos e falsos. Como saberia o que acontece lá dentro? E outra: como acertaria sorteio de árbitros? Aliás, não é sorteio? Estou no interior do estado e tenho outros afazeres muito mais significantes do que esses.

Aliás, não preciso me esconder atrás de pseudônimos. Àqueles que estão chutando, me liguem. Meu telefone está na antiga agenda dos árbitros, não mudou. Me chamo Rafael Porcari, e não devo nada a ninguém. Não tenho rabo preso à Arbitro, Cooperativa, Sindicato ou Federação. Nem favor quero dessa gente. Não gosta da minha opinião? Então não leia. Ando de cabeça erguida, pois assim sai da minha carreira de árbitro e me mantive por toda a minha vida. Dinheiro deles? Esqueça. Minha semialfabetizada mãe e meu valoroso pai me ensinaram a ser HOMEM, com todos os adjetivos que unem a dignidade que um cidadão deve ter.

A rua em que moro leva o nome do meu bisavô. A avenida da escola do meu bairro leva o nome do meu avô. A rua da igreja leva o nome da minha mãe. Tudo isso homenageado pela HONESTIDADE da minha família e que é o maior patrimônio que posso preservar e passar à minha família, ao qual procuro ser um virtuoso chefe.

Às favas com Rubão, Zezinho do Apito e outros caras que apareceram. Idem para blogueiros, jornalistas e pseudos que exploram essa bobagem. E ao ‘internauta’ que insiste nas mensagens, minha repugnância.

Graças ao bom e querido Deus, trabalho desde os 7 anos de idade e não preciso viver dessa gente que simplesmente quer polemizar, confundindo liberdade com libertinagem.

E já querem algo do Rubão, a mensagem acima foi a primeira que me escreveu. É só ler o primeiro parágrafo. E sabe quando surgiu? No dia seguinte à pré-temporada do Hotel Bourbon. As palavras dele retratam o que a maioria dos árbitros pensa hoje. E esse cara estava no evento. Portanto, há mais ou menos 50 pessoas que poderiam usar esse rótulo, sendo que alguns preenchem as características dele (a de estar onipresente aos eventos de reuniões, RJ, Fifa, entre outros).

Sobre isso, não escrevo mais. E também não aceitarei posts mal educados ou que interessem a promoção de alguém. Há tanta coisa mais importante…

Termino esse texto com a sensação de que poderia ter aproveitado melhor o meu precioso tempo ou o espaço. Mas me sinto obrigado a dar satisfação a amigos e leitores. Aos indevidos picaretas, não. Afinal, tenho muitos e queridos amigos. Da arbitragem, mais ainda: os que me escrevem sem quererem notoriedade por obviamente trabalhar ainda no quadro. Mas um lembrete: perdi alguns, pois endemoniar alguns nomes pode agradar a certos dirigentes. Assim, quem é amigo de um, vira inimigo de outros, numa ignorante e perversa relação.

Triste, mas esse é o mundo da arbitragem de futebol onde vivi por muitos anos. Mas ainda tenho esperança que os árbitros de bem vençam a luta.

– Volkswagen desbanca Toyota

Após investimentos de longo prazo, a Volks alcança o topo das vendas mundiais, segundo as estimativas de 2011. A líder Toyota cai para a 4ª posição.

Fatores? Competência da marca alemã e dificuldades de outros fabricantes.

Extraído da Revista Veja, pg 82-83, Ed 02/11/2011

A VOLKS ACELERA

Por Érica Oyama

A fabricante alemã assume a liderança mundial nas vendas de veículos, graças a um plano de longo prazo bem traçado – e também aos problemas da concorrência

O seleto clube das montadoras campeãs mundiais em vendas está prestes a ganhar um novo sócio – apenas o quarto desde que Henry Ford lançou o modelo T, há 103 anos. Ao fim de 2011, ninguém terá vendido mais carros do que a alemã Volkswagen (7,8 milhões de unidades), à frente da japonesa Toyota, que liderava desde 2007, e da americana General Motors (GM). A ascensão premia o grupo que melhor resistiu à crise econômica, principalmente por sua estratégia certeira de investir no mercado chinês há mais de 25 anos. A fabricante controla ao todo nove marcas, de carros de luxo (Audi e Bentley) a ultraesportivos (Lamborghini) e caminhões (Scania). Uma lista que deve incluir em breve a legendária Porsche. A liderança antecipa em sete anos um plano ambicioso, revelado em 2008, para tornar a Volks uma referência em qualidade e satisfação do consumidor até 2018.

A conquista foi antecipada com a crise de 2008 e 2009. Enquanto a GM e Toyota sofreram com a recessão na economia americana, a Volks colheu frutos de seus investimentos nos emergentes (neste ano, pela primeira vez, a venda de carros nesses mercados vai superar o total comercializado nos países desenvolvidos, segundo a consultoria PwC). Na China, que se tornou o maior mercado automotivo do mundo, as vendas da alemão dobraram, entre 2008 e 2010, para 2 milhões de veículos. Ao mesmo tempo, a empresa voltou a investir nos Estados Unidos, abrindo uma fábrica no país depois de duas décadas fora. A escolha do estado do Tennessee não se deu por acaso. Sem ter de negociar com sindicatos fortes, ela pode operar com um custo de mão de obra que equivale a 65% do que é gasto por Ford, GM e Toyota em suas fábricas no país. O episódio ajuda a entender por que a montadora obteve o maior lucro do setor  no ano passado. “Na Volks, modelos diferentes podem ser montados em plataformas comuns, como Audi A3 e o Golf. Isso proporciona economia de escala.”, diz Fábio Takaki, da consultoria Booz & Company.

Enquanto isso, as principais concorrentes lutam para se reestruturar. A Toyota, que busca recuperar parte da credibilidade perdida com a série de falhas mecânicas reveladas nos últimos anos, teve de reduzir a produção após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março. Já a GM ainda se ajusta para se tornar mais competitiva depois de sair da concordata – ela só evitou a quebra em 2009 graças ao socorro do governo. Em setembro, a montadora acertou com o principal sindicato americano um novo contrato trabalhista, que lhe permitirá aumentar em apenas 1% ao ano suas despesas com salários e benefícios até 2013. As duas são seguidas cada vez mais de perto pela franco-nipônica Renault-Nissan e também pela sul-coreana Hyundai, cujas as vendas mundiais aumentaram 38% em cinco anos.

No Brasil, a Volks disputa a liderança do mercado com a italiana Fiat. Para atender ao aumento da demanda, o grupo alemão estuda a construção de mais uma fábrica no país – existem cinco atualmente. Especula-se que a nova unidade produzirá o seu futuro modelo Up!, aposta mundial da montadora no segmento de compactos. Uma espécie de sucessor do Fusca, carro popular que projetou a marca alemã mundialmente.

– 30 anos sem Linhas Rodoviárias Licitadas

Existe um forte movimento para que o Ministério dos Transportes e suas agências responsáveis abram licitações para novas regulações e concessões ao transporte rodoviário.

Dá para acreditar que há 30 anos isso está parado?

São Paulo a Jundiaí, por exemplo, é feito pela Viação Cometa. Por quê há 30 anos só ela tem a concessão?

É Política ou Acomodação? Qual sua opinião?

– Demorou a decisão em Cogitar a Paralisação do Brasileirão

Ufa! A ANAF, segundo a ESPN, se manifestou sobre a agressão do árbitro Jean Pierre. Demorou, mas o fez!

Mas… você acredita em paralisação?

Extraído de: http://ht.ly/7omcB

ASSOCIAÇÃO DE ÁRBITROS AMEAÇA PARALISAR O CAMPEONATO CASO OCORRA MAIS AGRESSÕES

Depois da agressão de torcedores do Corinthians aos árbitros que apitaram a partida contra o América-MG, a Associação Naconal dos Árbitros de Futebol (Anaf) se reuniu na sede da CBF e cobrou do STJD uma punição aos agressores. Mais do que isso, após o encontro, a entidade definiu que, caso haja uma nova agressão, os árbitros paralisarão o campeonato.

No entanto, esse ainda não é um posicionamento oficial da Anaf. Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol preferiu se esquivar e não confirmou uma possível paralisação. Ainda assim, o tesoureiro da Associação, Salmo Valentim, foi taxativo:

“Apesar de o Corinthians ter divulgado uma nota repudiando a atitude, é preciso que as autoridades e, principalmente, o tribunal (STJD) se posicione em relação a isso. É preciso que esses canalhas, esses torcedores bandidos sejam presos”, disse Valentim, em entrevista à Rádio Itatiaia.

“Agrediram os jogadores e agora estão agredindo a arbitragem. Na próxima agressão, sem duvida, nós vamos paralisar o campeonato de qualquer forma”, continuou.

No episódio ocorrido na segunda-feira, no aeroporto de Congonhas, o auxiliar de arbitragem Altemir Hausmann foi agredido por quatro torcedores do Corinthians, que acabaram detidos pela Polícia, mas foram soltos no mesmo dia.

– Romário e Renan Calheiros com Ricardo Teixeira?

O senhor recebeu propina? Se o seu nome aparecer no processo o senhor renuncia à CBF?

Tais constrangedoras perguntas ao todo poderoso Ricardo Teixeira, ontem, partiram do deputado e ex-jogador Romário. Pena que Renan Calheiros disse que as perguntas fugiam da pauta “Lei Geral da Copa”, e não permitiu a resposta…

– Clássicos Regionais nos EUA?

E aí? O portal IG, através de Gabriel Cardoso, noticiou que uma multinacional dos EUA quer levar 4 clássicos brasileiros para serem jogados nos EUA: Grêmio X Internacional, Cruzeiro X Atlético, um clássico Carioca e outro clássico Paulista.

Gostou da idéia? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://esporte.ig.com.br/futebol/estaduais-2012-podem-ter-quatro-classicos-nos-estados-unidos/n1597355049437.html

ESTADUAIS 2012 PODEM TER QUATRO CLÁSSICOS NOS EUA

Multinacional norte-americana quer levar jogos do Paulista, Carioca, Mineiro e Gaúcho

Quatro estaduais de 2012 podem ter clássicos realizados nos Estados Unidos. Uma multinacional norte-americana fez a oferta de levar grandes jogos do início do ano que vem para a América do Norte.

Os Campeonatos Paulista, Carioca, Gaúcho e Mineiro são os pretendidos. No Rio Grande do Sul, a ideia é levar o Gre-Nal da fase classificatória para Boston, nos Estados Unidos.

“Gre-Nal pode ser jogado em Boston, mas é um assunto que preciso debater com os presidentes. É a cidade que reúne mais brasileiros”, disse Francis Noveletto, presidente da Federação Gaúcha de Futebol, em entrevista para a Rádio Bandeirantes.

A ideia de Noveletto é conversar com os presidentes de Inter e Grêmio. Caso aceitem o projeto, a logística começará a ser organizada para o ano que vem.

O jogo de Minas Gerais também já está decidido. Envolveria Cruzeiro x Atlético-MG. Faltaria a definição de qual o clássico paulista seria escolhido. Valendo o mesmo para o Rio de Janeiro.

– O Que é Urgente para nosso Dia-a-Dia? A Administração do Tempo e a Administração da Vida!

Há certos momentos em que paramos para refletir o que vale a pena em nossas vidas. A busca do sucesso, de vaidade, dos rótulos…

O que interessa a cada pessoa, de fato, é muito pessoal e subjetivo. Para nós, administradores de empresas, a grande dificuldade é conciliar as atividades profissionais, os compromissos, os interesses pessoais e a família.

Ricardo Diniz, empreendedor, presidente da Associação Comercial de Jundiaí e colunista do Jornal Bom Dia, escreveu no último sábado um texto que resume muito bem tudo isso: o que é urgente, hoje, para nós?

E ele nos lembra: quantas mensagens e emails respondemos por dia? Temos tempo para os entes queridos? Descansamos? É tanta informação num mundo tão dinâmico, que os alunos em qualquer graduação já estão desatualizados na metade do curso! Ou, mais assustador: lendo uma semana de jornal, podemos ter mais informações do que os cidadão do século XVIII tiveram!

Compartilho o excepcional artigo e deixando ele próprio como reflexão:

O QUE É URGENTE?

Em cima da mesa, ou mesmo no bolso, como quase sempre está, meu celular, pelo menos 40 vezes ao dia, faz aquele toque uníssono fácil de identificar, mensagem! Normalmente, um convite do facebook, e-mail ou sms.

Nos assuntos, vejo palavras chaves: importante, urgente, aguardo resposta, aprovação…

Quando é e como é que as coisas se tornaram tão imediatas assim?

Até bem pouco tempo atrás, havia tempo para tudo: estudar, trabalhar, ficar com a família, ler, ver TV, ter uma atividade extra, fazer um trabalho voluntário. Como dizia o poeta, Renato Russo, “antes eu sonhava e agora já não durmo”.

E é bem assim que a maioria da população se sente, sempre atrasada, perdendo hora.

A tecnologia, que na teoria foi criada para facilitar o trabalho e diminuir o tempo das tarefas, paradoxalmente, tem acelerado o dia a dia, dando a impressão de que o tempo voa.

Veja só, dia desses vi em um vídeo da internet que em uma semana lendo o The New York Times você obtém mais informação do que em uma vida inteira no século 18. E ainda, que a quantidade de informação técnica está dobrando a cada dois anos, então, para um aluno iniciando um curso de quatro anos, metade do que aprendeu no primeiro ano estará desatualizado no terceiro ano de estudo.

Sem desconsiderar as necessidades materiais que a vida exige, trazendo para nós essa euforia para alcançar o sucesso, e falo isso para mim mesmo, acredito ser necessário estabelecer prioridades que vão além do “ter”.

E você, se tivesse que enumerar suas urgências, sua família estaria entre elas?

– Comemorar título da Série B vale?

A Portuguesa voltou à série A e fez uma linda festa no Canindé, culminando ontem com o título da série B.

Sobre o time, alguns fazem alusão ao Barcelona, chamando de “BarceLusa”. Não dá…, a série B é muito fraca. É um torneio sem dúvida difícil e disputado, mas fraco tecnicamente.

Claro, nada disso tira o mérito do treinador Jorginho, do elenco e da diretoria.

Mas, sem tirar a graça e sabendo que todo título é um título… Comemorar a série B vale?

Para o Paulista de Jundiaí, Ponte Preta, São Caetano, ok. E a Lusa?

Palmeiras e Corinthians, quando caíram, foram campeões da Série B. Cumpriram o seu papel, mas… era motivo de comemoração ou obrigação necessária?

Pelo atual momento da simpática Portuguesa, pode ser que sim. Quem sabe é um renascimento?

Boa sorte, Lusa.

– Crise no PDT e novamente as denúncias que Brotam da mídia

Novamente denúncias de corrupção no Governo da Dona Dilma.

Novamente elas surgem da incansável e necessária imprensa.

Novamente um ministro pode cair.

Novamente Carlos Luppi, Ministro do Trabalho, terá que se justificar.

Novamente sabemos que se a corrupção existir, ninguém se surpreenderá…

– Mais uma Covarde Agressão no Futebol…

Gosto de fuçar situações curiosas da arbitragem e de estudar o assunto. Afinal, quem milita ou militou na área se apaixona por ela. Mas há certas coisas que impressionam negativamente.

Com pesar, achei um vídeo de um jogo da Liga Campineira de Futebol, que pelo YouTube dá para saber que era a final da divisão “Veteranos”, envolvendo Ajax X Família Unida.

A covardia que fazem nesse jogo com a arbitragem é caso de polícia. Um bandeira (se o nome estiver errado, alguém, por gentileza, corrija), José Fidélis ou José Nelito, um senhor de cabelos grisalhos, que provavelmente perdeu a trade de sábado por míseros R$ 30,00 ou R$ 40,00, foi massacrado em campo por imbecis!

Nesse momento em que se discute a vexatória agressão de torcedores do Corinthians em um aeroporto contra os árbitros de América X Corinthians (cadê as autoridades da arbitragem e representações de classe para se manifestarem… estão omissas!), mais um triste vídeo sobre o assunto…

Reparem a idiotice: o vídeo que está no link:

http://www.youtube.com/watch?v=VGtzyck7CNs&feature=youtu.be

Se você assisti-lo a partir dos 3 minutos, verá cenas violentas, grosseiras, ao ritmo de “Mortal Kombat”! São três idiotas que covardemente agridem o bandeira, com chutes no chão e ódio estampado no rosto. Um cara (parece o treinador) vestido com a camisa do São Paulo, está completamente alterado e ameaça e parte para as vias de fato. Outro, sem camisa, tem que ser contido pela namorada. Um terceiro, de calça, bate, chuta, agride, tranquilamente, como se fosse um bicho no chão…

Gente, isso é futebol; deveria ser lazer!

Uma observação: não há um policial, guarda municipal ou segurança! Cadê a proteção aos árbitros?

As imagens são claras e empolgam a bandidagem. Está fácil identificar esses imbecis.

Quero crer que a Liga Campineira puna essa gente perigosa. Sim, perigosa, pois quem agride com tamanha violência e determinação, demonstra que não pode estar no meio do futebol.

Claro, espero também que tenha sido feito boletim de ocorrência. Ali tem que ter ação policial contra os meliantes. Pois, pelas cenas, não é gente de bem…

Se alguém for da região de Campinas e tiver informações sobre o assunto, deixe sua mensagem nos comentários!

– As Principais Causas de Demissão no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois, em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

FOFOCAS NO TRABALHO;

JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

– Google+ X Facebook: Novo Episódio, agora com Guaraná, Gol, Unilever e Walmart

Desde ontem, a rede social Google+, empreendimento do Google contra o Facebook (em paulatina substituição ao Orkut, em questão de investimentos), abriu suas portas para o mundo corporativo. Guaraná Antártica, Gol Linhas Aéreas, Unilever e Walmar são as pioneiras do Brasil a entrar na rede.

Quanto gastaram para a estréia de seus perfis?

Ninguém sabe… mas a guerra parece que vai começar. Claro que o Facebook está anos-luz à frente, mas não se esqueça: o concorrente tem a grife “Google”

– Mais Alunos nas Universidades; Menos Formandos…

Números do MEC divulgados ontem:

Alunos matriculados nas universidades do Brasil: o número aumentou em 110%. Entretanto, nas instituições privadas, apenas 45% dos alunos se formarão.

Ou seja, dos calouros do primeiro semestre, menos que a metade terminarão o curso superior. Os concluintes caem em proporção no Brasil…

Isso quer dizer o quê? Que o acesso à faculdade está mais fácil: maior número de vagas, mais instituições e processos seletivos mais frouxos. Porém, por serem alunos despreparados no ensino médio, não conseguem acompanhar a cobrança do ritmo universitário.

De fato, precisamos repensar o ensino desde o fundamental. Não há escolha.

– Sobrou para o Médico?

E o médico do Michael Jackson? Foi considerado culpado pela overdose de analgésicos que o “Rei do Pop” tomou e o vitimou.

Cá entre nós: médico é babá? Como controlar um cara incontrolável? Michael estava na casa dele, com acesso às suas coisas particulares.

Sinceramente, acho demagogia querer arranjar um culpado. O médico, se analisarmos por outro lado, deu sobrevida ao cantor, evitando inúmeras bobagens.

E você? O que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Agressões no Futebol: A Culpa é de Quem?

 

Dias atrás, quando o atleta da S.E. Palmeiras João Vitor foi agredido por torcedores, vários jogadores e dirigentes se manifestaram publicamente. Andrés Sanches, presidente do arquirrival Corinthians, disse que numa situação dessa, a equipe não deveria entrar em campo e que deveria-se paralisar o campeonato!


Ontem, o árbitro gaúcho Jean Pierre, que havia apitado América X Corinthians, foi agredido (com seus auxiliares) durante conexão em São Paulo. Fizeram o boletim de ocorrência, onde se registrou que eram torcedores do Corinthians. E depois de meia-hora, a PF os liberou!


– Nesse episódio, houve o mesmo impacto de manifestações e a mesma indignação como a do caso João Vitor?


– Andrés Sanches sugeriu que os árbitros não entrassem em campo, como no episódio do jogador palmeirense? Deixará de fazer reclamação formal contra o árbitro, em compaixão?

(Interessante que reclamará do pênalti mal marcado contra; o pênalti a favor, se esqueceu…)


A ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol – está se mobilizando para que a CBF tome providências, ou essas entidades não gostam de entrar em atrito?


– Os árbitros se manifestaram em conjunto?


Amigos, fica a observação: futebol é esporte! E quando agressões começam a acontecer com frequência, algo está errado. Daqui a pouco, o alvo pode ser até mesmo jornalistas que defendam algo contrário ao desejo dos dirigentes (lembram-se do episódio do Milton leite com o Vasco da Gama e seu dirigente imperador?)


Aí vemos com o conceito de que o futebol é business, negócio, evento. Ok. Que providências devem ser tomadas quando o agredido é o único elemento não-profissional desse futebol-empreendimento comercial? E que com frequência acaba sendo ele- o trabalhador amador do sistema – a levar a responsabilidade da incompetência das equipes em campo?

 

Claro que a arbitragem brasileira está num momento crítico e os dirigentes não dão a devida atenção, mas é de uma tamanha irresponsabilidade ouvir discursos OFICIAIS de que “o Corinthians tem DVD de erros da arbitragem“, ou da fala de Luiz Felipe Scolari jogando a culpa pelos resultados na arbitragem, como foi dito contra o Coritiba, de quenão consigo entender o critério do Alício, o jogador que sofreu a falta estava 5 segundos depois em pé, apesar dela ter sido por trás, e ainda assim expulsou meu atleta“.


É fácil jogar os erros nas costas de quem já está cambaleando. O problema é: uma hora ou outra, algum torcedor fanático, iludido por chororôs descabidos e persistentes, fará alguma bobagem maior. E a culpa será de quem?


Zezé Perrela pintou e bordou no  final de 2010. Qual a punição por chamar o presidente da CA/CBF de ladrão e dizer abertamente que havia esquema?


Escrevo esse texto neste final de segunda-feira. Até agora, não há uma linha no site da CBF ou da ANAF sobre o episódio. Os primeiros que deveriam se manifestar, nada fizeram. Parece que nada aconteceu ou isso é algo corriqueiro ou um fato desprezível.


Por fim: Já que a CBF obriga os árbitros a comprarem suas passagens aéreas pela Pallas Eventos Esportivos, por que não sorteia árbitros de mesmos estados e os faz ir de vôo direto, sem escala na terra dos torcedores das equipes envolvidas (já que ela se preocupa tanto com o bem-estar dos árbitros)?


E o pior é acreditar que os agressores já estão impunes e pronto para agirem na próxima semana. E a cada rodada do término do Brasileirão, mais dirigentes, treinadores e jogadores incentivam tais atos, inconscientemente fometando a violência contra os árbitros.


Triste ver que isso ainda acontece justo no país da Copa, no celeiro de craques e terra de cartolas vitalícios. Imagino que ontem, no luxuoso hotel onde se encontraram Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, Jeromè Valcke e o nobre deputado da bancada da bola, Vicente Cândido, tenham discutido tal problema.


Ou será que isso não é problema?

 

Antes, a preocupação era quando o árbitro saía do estádio, com a meia dúzia de bêbados que ficavam no portão dos vestiários.  Hoje, temos que nos preocupar inclusive no aeroporto. Evoluímos… 

Gente, não vamos esperar outro “Escobar”, jogador colombiano morto por um torcedor. Façamos algo! Ou será que vão tomar providências somente quando um dirigente de Federação for agredido? Ah, mas eles só andam com segurança…

– Agressões no Futebol: A Culpa é de Quem?

Dias atrás, quando o atleta da S.E. Palmeiras João Vitor foi agredido por torcedores, vários jogadores e dirigentes se manifestaram publicamente. Andrés Sanches, presidente do arquirrival Corinthians, disse que numa situação dessa, a equipe não deveria entrar em campo e que deveria-se paralisar o campeonato!

Ontem, o árbitro gaúcho Jean Pierre, que havia apitado América X Corinthians, foi agredido (com seus auxiliares) durante conexão em São Paulo. Fizeram o boletim de ocorrência, onde se registrou que eram torcedores do Corinthians. E depois de meia-hora, a PF os liberou!

– Nesse episódio, houve o mesmo impacto de manifestações e a mesma indignação como a do caso João Vitor?

– Andrés Sanches sugeriu que os árbitros não entrassem em campo, como no episódio do jogador palmeirense? Deixará de fazer reclamação formal contra o árbitro, em compaixão?

(Interessante que reclamará do pênalti mal marcado contra; o pênalti a favor, se esqueceu…)

A ANAF – Associação Nacional dos Árbitros de Futebol – está se mobilizando para que a CBF tome providências, ou essas entidades não gostam de entrar em atrito?

– Os árbitros se manifestaram em conjunto?

Amigos, fica a observação: futebol é esporte! E quando agressões começam a acontecer com frequência, algo está errado. Daqui a pouco, o alvo pode ser até mesmo jornalistas que defendam algo contrário ao desejo dos dirigentes (lembram-se do episódio do Milton leite com o Vasco da Gama e seu dirigente imperador?)

Aí vemos com o conceito de que o futebol é business, negócio, evento. Ok. Que providências devem ser tomadas quando o agredido é o único elemento não-profissional desse futebol-empreendimento comercial? E que com frequência acaba sendo ele- o trabalhador amador do sistema – a levar a responsabilidade da incompetência das equipes em campo?

Claro que a arbitragem brasileira está num momento crítico e os dirigentes não dão a devida atenção, mas é de uma tamanha irresponsabilidade ouvir discursos OFICIAIS de que o Corinthians tem DVD de erros da arbitragem“, ou da fala de Luiz Felipe Scolari jogando a culpa pelos resultados na arbitragem, como foi dito contra o Coritiba, de que não consigo entender o critério do Alício, o jogador que sofreu a falta estava 5 segundos depois em pé, apesar dela ter sido por trás, e ainda assim expulsou meu atleta“.

É fácil jogar os erros nas costas de quem já está cambaleando. O problema é: uma hora ou outra, algum torcedor fanático, iludido por chororôs descabidos e persistentes, fará alguma bobagem maior. E a culpa será de quem?

Zezé Perrela pintou e bordou no  final de 2010. Qual a punição por chamar o presidente da CA/CBF de ladrão e dizer abertamente que havia esquema?

Escrevo esse texto neste final de segunda-feira. Até agora, não há uma linha no site da CBF ou da ANAF sobre o episódio. Os primeiros que deveriam se manifestar, nada fizeram. Parece que nada aconteceu ou isso é algo corriqueiro ou um fato desprezível.

Por fim: Já que a CBF obriga os árbitros a comprarem suas passagens aéreas pela Pallas Eventos Esportivos, por que não sorteia árbitros de mesmos estados e os faz ir de vôo direto, sem escala na terra dos torcedores das equipes envolvidas (já que ela se preocupa tanto com o bem-estar dos árbitros)?

E o pior é acreditar que os agressores já estão impunes e pronto para agirem na próxima semana. E a cada rodada do término do Brasileirão, mais dirigentes, treinadores e jogadores incentivam tais atos, inconscientemente fometando a violência contra os árbitros.

Triste ver que isso ainda acontece justo no país da Copa, no celeiro de craques e terra de cartolas vitalícios. Imagino que ontem, no luxuoso hotel onde se encontraram Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, Jeromè Valcke e o nobre deputado da bancada da bola, Vicente Cândido, tenham discutido tal problema.

Ou será que isso não é problema?

Antes, a preocupação era quando o árbitro saía do estádio, com a meia dúzia de bêbados que ficavam no portão dos vestiários.  Hoje, temos que nos preocupar inclusive no aeroporto. Evoluímos…

Gente, não vamos esperar outro “Escobar”, jogador colombiano morto por um torcedor. Façamos algo! Ou será que vão tomar providências somente quando um dirigente de Federação for agredido? Ah, mas eles só andam com segurança…

– Enquanto uns brigam, outros estudam…

Enquanto os rebeldes da FFCHL da USP fazem arruaça, outros estudam e mostram competência.

Veja: estudante de Química da USP desmente cientista que levou o Prêmio Nobel de Química. Abaixo, extraído de: http://gppusp.blogspot.com/

ESTUDANTE BRASILEIRO DESMENTE PRÊMIO NOBEL DE QUÍMICA

Ricardo Kita Nomiyama, estudante do quarto ano do curso de graduação em química, conseguiu realizar um feito que poucos cientistas ostentam em seus currículos.

ESTUDO DE METAL NOBRE

Ricardo Kita Nomiyama, estudante do quarto ano do curso de graduação em química da Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos, conseguiu realizar um feito que poucos alunos de graduação ostentam em seus currículos acadêmicos.

O trabalho de iniciação científica de Nomiyama acaba de ser publicado na edição on-line da revista Physical Review B, da American Physical Society, em uma das seções de maior destaque da publicação.

Intitulado “Propriedades estruturais de óxidos usando a teoria funcional da densidade funcional”, o estudo foi realizado durante o terceiro ano de graduação.

Nomiyama utilizou uma ferramenta computacional – conhecida como teoria do funcional da densidade implementada no código VASP – para estudar estruturas atômicas de óxido de platina.

Ele descobriu uma estrutura de monóxido de platina com energia mais baixa do que outra proposta há 70 anos pelo norte-americano Linus Pauling (1901-1994), ganhador do Nobel de Química.

Além desta, ele descobriu duas outras estruturas atômicas de dióxido de platina tão estáveis quanto as já existentes.

“Com o conhecimento que Nomiyama possuía no terceiro ano de graduação e com o auxílio da ferramenta computacional, ele teve condições de dar uma contribuição científica muito relevante para um problema que vem sendo estudado há anos”, disse o pesquisador Juarez Lopes Ferreira da Silva, que orientou o estudante.

– Voto Consciente protocolou propostas das Metas Legislativas na Câmara Municipal e Prefeitura

Por Reinaldo Oliveira

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Jundiaí realizada no dia 3 de novembro, foi suspensa em determinado momento para que o presidente – vereador Julio Cesar de Oliveira e demais vereadores recebessem os representantes do Voto Consciente, da Associação dos Aposentados e outras entidades, que apresentaram o protocolo sobre as Metas Legislativas apontadas por mais de 4 mil jundiaienses através do concurso Cidadonos. Já conhecedores das referidas Metas, o presidente Julio Cesar e demais vereadores disseram que algumas delas já podem ser colocadas em prática, outras depende de estudos e também algumas que devem ser praticadas após sansão do Poder Executivo. Por este motivo, no dia 4, em audiência no Paço Municipal com o prefeito Miguel Haddad e o secretário de comunicação Carmelo Paoletti, os representantes do Voto Consciente Jundiaí, também protocolaram as Metas Legislativas na prefeitura, bem como fizeram uma exposição, de duas que são específicas do Poder Executivo, tendo na oportunidade, a confirmação por parte do senhor prefeito, de que breve se manifestará sobre as providências. Para o coordenador do Voto Consciente Jundiaí, Alberto Urbinatti, a boa recepção por parte dos Poderes Municipais sobre a colocação em prática das Metas Legislativas, demonstram a sensibilidade do relacionamento destes Poderes com o cidadão jundiaiense que participou e apontou através do Concurso Cidadonos, anseios na realização de trabalhos que venham de encontro às reais necessidades da população.

– O ideal SUS para os Portadores de Câncer de Laringe

Coisas que surpreendem: todos viram a polêmica sobre a campanha para que o presidente Lula se trate na rede pública de saúde, ok? Àqueles que postaram tal desejo, se apegam no argumento de que em 8 anos de Governo, deveria ter melhorado o SUS, e agora experimentaria um hospital ao qual entregou à população.

Pois bem: neste domingo, Cristiane Segato, na Revista Época, pg 55-58, trouxe pessoas que sofrem do mesmo mal que o ex-presidente e que procuraram a rede pública de saúde.

Pasmem: encontraram um tratamento próximo do Hospital Sírio-Libanês (e em muitos pontos do Brasil, o que a maioria da população acredita: descaso e péssimas condições).

Mas o SUS que dá certo pode ser encontrado bem próximo de onde Lula se trata: no ICESP (Instituo do Câncer do Estado de São Paulo), na região da Avenida Paulista, onde se encontrará algo bem parecido com a excelência do Albert Einstein ou do Sírio Libanês. E até os mesmos médicos!

Se Luís Inácio quisesse se tratar lá, pela rede pública, teria o mesmo tratamento, com a mesma rapidez. Mas aí vem um detalhezinho chato, chato… O hospital foi construído na gestão do ex-governador José serra (PSDB). Nessa hora, entra a vaidade?

Creio que não. É uma questão simplesmente de confiança.

E você, o que pensa sobre isso?

– Você confia nos Medicamentos Genéricos? O que as Grandes Fabricantes Fazem na Disputa pela Liderança do Mercado

Preço, Qualidade e Confiabilidade: os Genéricos conseguem trazer isso a seus usuários?

Crescendo 40% ao ano em vendas, faturando 4,3 bilhões de reais só com os dois líderes, com preços até pela metade do valor do remédio-referência.

Qual o milagre dos medicamentos genéricos?

Compartilho interessante artigo sobre a briga EMS X Medley pela Liderança desse segmento.

Você sabia que o Genérico do Viagra já roubou 75% do seu mercado?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270129-16642-2,00-MEU+GENERICO+E+MELHOR+QUE+O+SEU.html

MEU GENÉRICO É MELHOR DO QUE O SEU

Uma multinacional e uma pioneira no ramo dos genéricos disputam drágea a drágea a liderança do nicho que mais cresce no mercado de medicamentos no Brasil

Por Nelson Blecher

É um baque para os gigantes do setor farmacêutico. Nos próximos cinco anos, as patentes de medicamentos que somam vendas de US$ 267 bilhões anuais vão expirar, de acordo com projeções da consultoria PwC. Os dez maiores laboratórios do mundo devem perder 40% do seu faturamento. Tome o exemplo da americana Pfizer. Dois anos atrás, suas vendas atingiram o patamar de US$ 46 bilhões, graças a blockbusters, como o Viagra, lançados nos anos 90. O impacto do fim das patentes produzirá um rombo de US$ 12 bilhões no faturamento da Pfizer, segundo a PwC. Para ter uma ideia do tamanho do problema, basta citar que apenas dez meses após a queda da patente do Viagra no Brasil, em junho do ano passado, os genéricos já haviam roubado 75% de seu mercado.

Quem fez a festa, neste caso, foi a EMS Pharma, que carregou as prateleiras das farmácias com sua versão de citrato de sildenafila (o princípio ativo da droga) 24 horas após a data de expiração, no dia 20 de junho. Um executivo envolvido na operação diz que a EMS usou até aviões para cobrir a Região Norte em cinco dias. Somente no primeiro mês, 150 mil médicos foram comunicados pelos representantes do laboratório sobre sua pílula azul, num tom levemente diferente do produto original. Como os genéricos são vendidos a preços ao menos 35% inferiores, as vendas de sildenafila explodiram, de 2,4 milhões para 16,7 milhões de unidades em apenas um ano. A EMS afirma deter 66% desse mercado – e o faturamento da Pfizer com o Viagra caiu à metade. Não é à toa que a Pfizer decidiu começar a vender, no mês passado, versões genéricas dos seus campeões Viagra e Lipitor (que ajuda a controlar o colesterol), por meio do laboratório Teuto, do qual detém 40%.

Numa recente pesquisa da Proteste, uma associação de consumidores, 46% dos médicos apontaram insegurança em relação aos genéricos, devido a riscos de falsificação e suposta falta de rigor no controle de qualidade. Mas a população em geral ou não compartilha dessa desconfiança ou prioriza o preço. Os genéricos já dominam 60% do mercado não protegido por patentes. “Essa tendência acompanha a ascensão da classe C, responsável hoje por 40% do consumo de medicamentos”, diz Sydney Clark, vice-presidente da consultoria IMS Health. Segundo ele, o Brasil está no meio do caminho. “Nos Estados Unidos, Canadá e Alemanha, eles respondem por 90% das vendas.”

Um levantamento da IMS Health revela que nos últimos cinco anos o Brasil avançou três posições e se tornou o sétimo mercado do mundo. Até 2015, as vendas devem passar de R$ 62 bilhões (aí incluídos hospitais) para R$ 110 bilhões.

CADA UMA COM SEU TERÇO

No ranking nacional de genéricos, a Medley, braço da subsidiária brasileira do grupo francês Sanofi-Aventis, ocupa desde meados do primeiro semestre a liderança de vendas, seguida pela EMS. A consultoria não divulga os percentuais – e especialistas dizem que a vantagem é mínima. Com um portfólio de 200 produtos, a Medley afirma deter 33% de participação, ante 32,4% declarados pelo grupo EMS (que opera três outras marcas, Legrand, Germed e Nova Química, com produtos vendidos em pequenas farmácias, independentes de redes, que a IMS Health praticamente não contabiliza). Se as fatias estiverem corretas, são dois terços do mercado brasileiro.

O que se vê, portanto, é um confronto polarizado entre duas pioneiras dos genéricos no país, com culturas bem diferentes. A Sanofi-Aventis foi a primeira subsidiária multinacional a dar uma tacada decisiva nesta direção, ao incorporar a Medley por e 500 milhões, em abril de 2009. Para um veterano executivo do setor farmacêutico, que prefere não ser identificado, foi uma compra de oportunidade. Na corrida para conquistar fatias de mercado, os antigos controladores teriam concedido mais de 250 dias de prazo para financiar seus clientes – para manter sua participação, a Medley perdia rentabilidade. Graças a isso, o valor embolsado pelos ex-controladores teria caído para e 180 milhões. Ao assumir a companhia, o grupo Sanofi-Aventis teria reduzido o prazo para 60 dias. “Isso é conversa de quem não levou”, disse Heraldo Marchezini, 46 anos, presidente da subsidiária brasileira desde 2004.

Pode-se dizer que a EMS, baseada em Hortolândia, no interior paulista, é mais bem ambientada ao mundo dos genéricos. Ela foi a pioneira do ramo no Brasil, no ano 2000. Fundada em 1964, na região do Grande ABC, a partir de uma farmácia, a EMS é uma empresa tipicamente familiar controlada pelo paulista Carlos Sanchez. “Temos uma vantagem competitiva: a agilidade nas decisões”, disse o então vice-presidente Waldir Eschberger Jr., no final de agosto (poucos dias depois, ele passaria à posição de consultor da empresa). Uma meta constante perseguida pela companhia é ser a primeira a chegar ao mercado com novos genéricos. “Uma multinacional, porém, precisa consultar a matriz para dar qualquer passo, o que pode levar dois ou três meses.”

Como exemplo, ele citou que, embora a Medley tenha obtido um mês antes da EMS o registro do genérico do Diovan, medicamento para hipertensão arterial, não se opôs a uma notificação extrajudicial da Novartis. “Cada empresa assume seu nível de risco”, diz Décio Decaro, diretor da Medley. “Se assumir o risco e perder na Justiça, precisará recolher o produto do mercado.” É provável que a demora da Medley não tenha sido motivada nem por burocracia de multinacional nem por zelo. A Medley recentemente assinou um acordo de distribuição com a Sandoz, braço de genéricos da Novartis, e não fazia sentido brigar com o novo parceiro na Justiça. (Seguidas batalhas judiciais entre produtores de genéricos e de produtos patenteados se arrastam hoje no setor. O exemplo mais recente opõe o AstraZeneca a EMS e Torrent em torno do Crestor, ou rosuvastatina cálcica, num mercado avaliado em até R$ 250 milhões.)

TROCA DE BRAVATAS

“Vamos retomar a liderança do mercado até o final do ano”, afirma Marco Aurélio Miguel, diretor de marketing da EMS. “Eles falam muito, mas convém lembrar que temos 17 dos 20 genéricos mais vendidos no Brasil”, diz Marchezini. Parece mera troca de bravatas, mas a briga verbal está lastreada por investimentos pesados em marketing e na construção de fábricas de ambos os lados. Como essa disputa ao final se resolve no balcão, as duas empresas se envolvem em negociações agressivas com as redes de farmácias. Segundo Eschberger, os descontos para as farmácias podem ultrapassar 60% do preço de tabela. A multiplicidade de atividades de marketing inclui treinamento para balconistas, um exército de promotores em visita a médicos e investimentos altos em publicidade.

A EMS não tem poupado esforços de divulgação. Realiza testes de glicemia em praças públicas, durante os quais divulga informações sobre seus remédios. Seu genérico da “caixa azul” patrocina programas de rádio e está estampado em revistas especializadas. Foram reservados, segundo Miguel, R$ 120 milhões neste ano para que seus 220 representantes, equipados com iPads, visitem os consultórios levando as novidades. Cerca de 80 versões de produtos estão sendo lançadas neste período. Foram 200 no ano passado. Até julho, a EMS informa ter recebido a visita de 3,7 mil médicos em sua sede, convidados para conhecer o centro de pesquisa e desenvolvimento. Para reforçar a aproximação com a comunidade médica, a empresa promove, desde o ano passado, uma série de concertos com o maestro João Carlos Martins e a Orquestra Filarmônica Bachiana, do Sesi.

Essas atividades servem para contrabalançar a imagem do principal concorrente. “Nossas pesquisas comprovam que os médicos, quando receitam um genérico, costumam citar a Medley na receita”, diz Décio Decaro, diretor da Medley. Tal como o rival, a Medley patrocina atividades esportivas, como uma equipe de vôlei em Campinas e corridas de stock car.

Segundo Marchezini, o presidente da Sanofi-Aventis, a subsidiária brasileira está sendo observada como o modelo de diversidade perseguido pela corporação. Isso porque convivem no grupo cinco empresas com diferentes áreas de atuação. Duas delas foram incorporadas este ano – a Merial, de saúde animal, uma antiga associação com a Merck, e a Genzyme, que desenvolve remédios para doenças raras. Além da Medley, há a Sanofi-Pasteur, produtora de vacinas. Há no extenso portfólio da companhia (350 itens em 500 versões) desde produtos que consumiram milhões de euros em pesquisas, como o Jevtana, para tratamento de câncer de próstata, até sabonete para higiene íntima feminina, remédios de venda livre como Dorflex e Cepacol e os genéricos.

DO PARTICULAR PARA O GENÉRICO

A aquisição da Medley, segundo Marchezini, deveu-se à prioridade global de fortalecer a presença do grupo em mercados emergentes – uma das tendências apontadas pelos estrategistas do setor. A China deve se tornar um dos três primeiros mercados do mundo nos próximos cinco ou seis anos. E o Brasil integrará o segundo grupo, com a Rússia. Foi nos emergentes que o grupo Sanofi-Aventis colheu 30% de seu faturamento de e 30,3 bilhões no ano passado. O grupo é líder em vendas nos Bric, ocupa o segundo lugar do Leste Europeu e o terceiro na Ásia.

No ano passado, as vendas de medicamentos da subsidiária brasileira foram superiores a R$ 5,7 bilhões – menos de 3% delas com produtos protegidos por patentes. Isso indica que o caminho rumo aos genéricos estava traçado. Com mais de 90% do portfólio sem a proteção das patentes, ela já enfrentava rivais desse mundo. Mas comprar uma fabricante de genéricos não pode contaminar a cultura do laboratório? Marchezini jura que não. “A Sanofi-Aventis possui uma cultura diferente da maioria das multinacionais. Tem um histórico de 300 aquisições nos últimos 30 anos.” Lá convivem sob o mesmo teto Fernando Sampaio, 48 anos, o executivo responsável pela Pharma, e Decaro, de 52 anos, que retornou ao Brasil para assumir a Medley depois de atuar por três anos e meio como presidente da Sandoz na Espanha. “Fernando e Décio são ambos pilotos de corrida, mas com pistas diferentes”, diz Marchezini. Sampaio lida com pesquisadores nas áreas de diabetes e oncologia, por exemplo. Na área de marketing, cada produto deve ser tratado separadamente. Já a ênfase de Decaro está nos relacionamentos comerciais e no zelo pela imagem da Medley, um guarda-chuva dos genéricos. “São modelos distintos”, diz Sampaio. “Se a operação fosse conjunta, correríamos o risco de eliminar as virtudes de cada empresa.”

Marchezini diz que o ideal é que o balanço espelhe equilíbrio entre os três pilares do grupo: medicamentos de prescrição, produtos de consumo (como Dorflex e Cepacol) e genéricos, cada um com um terço do faturamento. Mas o terço dos genéricos anda mais forte. Quando a fábrica de hormônios que a empresa ergue em Brasília for inaugurada, em 2012, a subsidiária se tornará a maior plataforma de produção de genéricos dos mais de 100 países onde está o grupo. “Até 2014 teremos investido e 1 bilhão no Brasil.”

– Facebook repleto de Amigos, Colegas ou Contatos?

Que o Brasil é um país simpático, povo acolhedor e que gosta de interagir, é fato. Mas esse número é interessante: segundo estatísticas do próprio Facebook, o Brasil é o país onde as pessoas têm o maior número de amigos na sua página: 231. A média mundial de amigos no Facebook é de 130. Na Alemanha, é de 78.

Explicação: aqui, conhecidos ou contatos antigos viram “amigos” diretamente.

Amigo, pra valer, é coisa rara…

– O Péssimo Desrespeito do Ronaldinho Gaúcho

Gênio e ao mesmo tempo cabeça de bagre…

Lembram quando Ronaldinho Gaúcho atendeu a um telefone celular, durante a premiação da Olimpíada, onde ele estava no Pódio? Ontem, para mim, fez pior.

Ronaldinho Gaúcho inegavelmente foi craque. Hoje, joga pela fama conquistada. Sexta-feira, o Flamengo assinou um belo acordo com a Unicef, onde mensagens em defesa da criança foram feitas; personalidades olímpicas e autoridades estavam por lá, além de pessoas de boa vontade em ajudar na luta por causas sociais.

Quem faltou?

R10.
Curioso: convidado, não compareceu. Mas foi flagrado num baile funk as 6:00 da manhã, horas antes do evento.

Para a farra, há tempo…

A diferença de um cara engajado verdadeiramente e alguém sem responsabilidade mas forçado por outros interesses? O comprometimento.

– Uma Proposta para Deixar o Carro em Casa

Múrcia, na Espanha, vai dar vale-transporte VITALÍCIO para quem entregar o carro à Prefeitura local. Deixe de andar de carro e ande de ônibus, metrô, VLT, trem para o resto da vida!

Vale a pena?

Extraído de: Revista Galileu, edição Outubro/2011, página 17

TROQUE SEU CARRO PARA SEMPRE

Cidade espanhola oferece vale-transporte vitalício  troco de um automóvel

Por Rafael Tonon

Um bilhete de transporte público gratuito pela vida toda. Essa é a recompensa de um programa de trânsito da prefeitura da cidade de Múrcia, no sul da Espanha, que propõe aos moradores trocar seu carro por um passe de transporte público que nunca vai expirar. Trocar mesmo. O morador entrega seu veículo à prefeitura e recebe o vale-transporte.

O intuito é acabar com os engarrafamentos e a falta de estacionamentos na cidade, que já estavam em um nível crítico.

Assim que o morador entrega o carro, um grupo de mecânicos desmonta todas as peças, que vão para o mercado para serem vendidas por preços acessíveis – e aumentar a oferta de reposição, o que evita que as pessoas (as que decidirem manter o veículo próprio) tenham que trocar o carro todo ano. Para mostrar o desmanche, a prefeitura instalou webcams na oficina do projeto. Assim, qualquer um pode acompanhar o trabalho em tempo real via web. Também criou uma campanha na internet (com perfil no facebook e twitter) e fez instalações nas ruas para incentivar as pessoas a aderirem ao projeto. Em uma delas, chamada “Aparcamiento Imposible” (estacionamento impossível), parou um carro em cima de dois outros, para lembrar da falta de espaço nas ruas. Se as grandes cidades brasileiras não lançarem uma ideia tão genial quanto, daqui a pouco tempo estaremos vendo a pitoresca cena por aqui. Com a diferença de que será verdadeira.

– Caridade, Paz e Bem. Ações contra a Vaidade Humana?

Nessa manhã de sábado, uma sábia palavra do diácono Boanerges durante a Missa:

O que é vaidade agradável e de luxo necessário aos homens, torna-se bobagem e desprezo aos olhos de Deus”.

Aliás, esta foi a mensagem do Evangelho do dia: nos preocupamos tanto com luxúria e outras tontices, que esquecemo-nos dos verdadeiros valores. Damos mais importância às coisas materiais do que as coisas que não passam.

E aí fica a reflexão: qual a última caridade que praticamos ou favor desinteressado?

Vale pensar nisso…