– Gastar com o Dinheiro Alheio não tem Problema?

Nesta semana, a Revista Veja, na Coluna Radar (Lauro Jardim) publicou que José Sarney contratou uma consultoria para melhorar sua imagem. Até aí tudo bem. O problema é que ela foi paga pelo Senado!

E fica assim? O dinheiro público gasto por interesses pessoais, sem nenhuma cerimônia?

Ninguém se manifesta?

– Regra 11: a Obscuridade que mostra que nem sempre a ‘Regra é Clara’: quais as mãos que ‘tiram’ ou não um impedimento?

A expressão cunhada pelo ex-árbitro Arnaldo Cézar Coelho de que a “Regra é Clara”, caiu há tempos no gosto popular. Claro, repetida como um mantra nos jogos da TV Globo, tinha que se tornar uma verdade pelo senso comum. Mesmo que ela não seja em alguns casos.

Uma situação que contraria o bordão pode ser um detalhe da Regra 11 (Impedimento): Discernir a famosa “mesma linha” de um impedimento. O que é a ‘mesma linha’?

Tenho num caderno de anotações de uma das Pré-temporadas que participei em preparação ao Campeonato Paulista (2004), onde está grifada a expressão: “tronco, cabeça e pé devem ser levados em conta e MAIS NADA” (rabiscos de uma discussão sobre o tema). Isso se refere a distinguir a mesma linha: se o tronco, cabeça e pés do atacante da equipe A e os equivalentes do zagueiro da equipe B (que é o penúltimo jogador adversário) estão em mesma linha, segue o jogo. Mas estando o pé do atacante à frente, mesmo com o tronco em mesma linha, dá-se o impedimento. Entretanto, se for a mão desse mesmo atacante ao invés do pé, não se dá o impedimento, pelo fato de que o atacante não pode dominá-la (seria falta, pelo uso indevido das mãos na bola, infração da regra 12).

Mas e se a mão fosse do adversário?

Ôpa! Aqui vem a discussão inteligente. Vamos lembrar a Regra 11? Em suma:

“O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha da meta adversária exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral, tiro de meta ou quando o jogador é lançado de seu próprio campo.”

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

2-    Interferir contra um adversário;

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

A polêmica começa a surgir nas diretrizes da Regra do Jogo 2012:

– impedimento “mais próximo da linha de meta adversária” significa que qualquer parte de sua cabeça, corpo ou pés encontra-se mais próxima da linha de meta adversária do que a bola e o penúltimo adversário. Os braços não estão incluídos nessa definição.

Se preferir o texto original, está na pg 102 do livro de Regras que a FIFA disponibiliza em seu site, na seção de “interpretação das regras” (Interpretation of the Laws of the Game and Guidelines for Referees):

nearer to his opponents’ goal line” means that any part of a player’s head, body or feet is nearer to his opponents’ goal line than both the ball and the second-last opponent. The arms are not included in this denition.

Portanto, não há dúvida na tradução: braços (e consequentemente mãos) do jogador da equipe que ataca são proibidos. Claro, afinal, se ele tocar a bola com as mãos ou braços, é infração punível com tiro livre direto ao adversário. Portanto, não podem ser levados em conta no impedimento pois não se joga com esses membros.

Porém…

Quem disse que isso vale também para a equipe que defende?

Toda a atualização, não só na carreira de um árbitro mas na vida profissional e pessoal de qualquer cidadão, se faz necessária. E quando se tem amigos mais competentes que você, nada melhor do que trocar informações, ouvir, discutir e aprender. Sendo assim, liguei ao Prof Gustavo Caetano Rogério, meu formador como árbitro de futebol (e de centenas de outros árbitros – e que curioso- os FIFAS de São Paulo de hoje são todos formados por ele, quando a frente da CEAF-SP e da EAFI, em conjunto com Antonio Cláudio Ventura). No bate-papo, a lembrança da existência do Espírito da Regra do Jogo para se elucidar dúvidas do texto (no futebol, deve-se buscar e privilegiar o gol sem nunca produzir benefícios ao infrator). E o consenso (aliás, dois consensos):

CONSENSO 1a regra é obscura se há equivalência na interpretação da mão do zagueiro estar na frente da mesma linha do corpo (ela importa ou não para avaliar o impedimento?), pois, afinal, o texto só fala da exclusão da mão do atacante, mesmo estando mais próxima da linha de fundo adversária. Portanto, a regra não é clara (nem sua diretriz) sobre CONSIDERAR OU NÃO A MÃO/BRAÇO DO ZAGUEIRO. Você pode interpretar que se ele não é um atacante, e pela omissão da regra, poderia levar em conta esse mesmo braço do zagueiro adversário e considerá-lo um elemento que dê condição ao atacante. Só que também pode interpretar que, assim como o atacante não pode fazer uso das mãos, o penúltimo jogador zagueiro também não. O consenso é: a redação da diretriz deixa a dúbia interpretação.

CONSENSO 2e se o penúltimo jogador da defesa for o goleiro? A regra fala em second-last opponent, ou seja, o segundo último oponente, que pode ser zagueiro ou goleiro. Imagine o lance: Bola lançada para o centroavante da equipe A, que é o jogador mais avançado da equipe que ataca, e está posicionado dentro da área penal. Quando a bola é lançada, por motivos quaisquer do jogo, o zagueiro da equipe B, que defende, está embaixo do travessão, e o goleiro da equipe B na mesma linha do atacante A. Se o goleiro estiver com a mão esticada em direção à sua linha de meta, DEVE-SE CONSIDERÁ-LA; afinal, ele pode usá-la dentro da área penal (coisa que o zagueiro não pode).

E aí, confesso que fico na dúvida: o ‘dito-cujo’ que escreveu a regra não cita nada em relação ao adversário propositalmente, pela específica situação do goleiro, acreditando que os especialistas dirimiriam facilmente essa questão (zagueiro não leva em conta a mão e goleiro leva, portanto a não especificação no texto), ou simplesmente redigiu de maneira duvidosa e inconscientemente, não levando em conta a discussão “se do atacante pode, do zagueiro também poderia ou não?”

Penso que a segunda hipótese é a correta. E entendo o seguinte (aqui, é interpretação pessoal): apesar do texto citar a mão/braço do atacante e se omitir em relação ao zagueiro, ambas não podem ser levadas em conta no impedimento (exceto o goleiro da equipe que defende, pois pode fazer uso delas). A questão de se citar o atacante seria apenas um reforço para a afirmação da idéia de que só podem ser analisadas as partes ‘jogáveis’ para saber se alguém está a frente (por isso a citação de cabeça, tronco e pés, e o lembrete: braço/mão não pode). Valeriam, por tabela, a um suposto zagueiro.

Cá entre nós: 47m do 2º tempo, um time precisando ganhar e no ataque, o outro tem até o presidente dentro da área pois não pode perder… Será que os jogadores e torcedores teriam paciência em lembrar desses detalhes da regra e da discussão se ‘pode ou não pode’? Vai poder para quem interessar e não vai poder para quem se sentir prejudicado…

E você, o que pensa sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

(visite esse artigo também no Blog “Pergunte ao Árbitro”: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/11/22/regra-11-a-obscuridade-que-mostra-que-nem-sempre-a-%e2%80%98regra-e-clara%e2%80%99-quais-as-maos-que-%e2%80%98tiram%e2%80%99-ou-nao-um-impedimento/)

– Regra 11: a Obscuridade que mostra que nem sempre a ‘Regra é Clara’: quais as mãos que ‘tiram’ ou não um impedimento?

 

A expressão cunhada pelo ex-árbitro Arnaldo Cézar Coelho de que a “Regra é Clara”, caiu há tempos no gosto popular. Claro, repetida como um mantra nos jogos da TV Globo, tinha que se tornar uma verdade pelo senso comum. Mesmo que ela não seja em alguns casos.

 

Uma situação que contraria o bordão pode ser um detalhe da Regra 11 (Impedimento): Discernir a famosa “mesma linha” de um impedimento. O que é a ‘mesma linha’?

 

Tenho num caderno de anotações de uma das Pré-temporadas que participei em preparação ao Campeonato Paulista (2004), onde está grifada a expressão: “tronco, cabeça e pé devem ser levados em conta e MAIS NADA(rabiscos de uma discussão sobre o tema). Isso se refere a distinguir a mesma linha: se o tronco, cabeça e pés do atacante da equipe A e os equivalentes do zagueiro da equipe B (que é o penúltimo jogador adversário) estão em mesma linha, segue o jogo. Mas estando o pé do atacante à frente, mesmo com o tronco em mesma linha, dá-se o impedimento. Entretanto, se for a mão desse mesmo atacante ao invés do pé, não se dá o impedimento, pelo fato de que o atacante não pode dominá-la (seria falta, pelo uso indevido das mãos na bola, infração da regra 12).

 

Mas e se a mão fosse do adversário?

 

Ôpa! Aqui vem a discussão inteligente. Vamos lembrar a Regra 11? Em suma:

“O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha da meta adversária exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral, tiro de meta ou quando o jogador é lançado de seu próprio campo.”

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

2-    Interferir contra um adversário;

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

 

A polêmica começa a surgir nas diretrizes da Regra do Jogo 2012:

– impedimento “mais próximo da linha de meta adversária” significa que qualquer parte de sua cabeça, corpo ou pés encontra-se mais próxima da linha de meta adversária do que a bola e o penúltimo adversário. Os braços não estão incluídos nessa definição.

 

Se preferir o texto original, está na pg 102 do livro de Regras que a FIFA disponibiliza em seu site, na seção de “interpretação das regras” (Interpretation of the Laws of the Game and Guidelines for Referees):

nearer to his opponents’ goal line” means that any part of a player’s head, body or feet is nearer to his opponents’ goal line than both the ball and the second-last opponent. The arms are not included in this denition.

 

Portanto, não há dúvida na tradução: braços (e consequentemente mãos) do jogador da equipe que ataca são proibidos. Claro, afinal, se ele tocar a bola com as mãos ou braços, é infração punível com tiro livre direto ao adversário. Portanto, não podem ser levados em conta no impedimento pois não se joga com esses membros.

 

Porém…

 

Quem disse que isso vale também para a equipe que defende?

Toda a atualização, não só na carreira de um árbitro mas na vida profissional e pessoal de qualquer cidadão, se faz necessária. E quando se tem amigos mais competentes que você, nada melhor do que trocar informações, ouvir, discutir e aprender. Sendo assim, liguei ao Prof Gustavo Caetano Rogério, meu formador como árbitro de futebol (e de centenas de outros árbitros – e que curioso- os FIFAS de São Paulo de hoje são todos formados por ele, quando a frente da CEAF-SP e da EAFI, em conjunto com Antonio Cláudio Ventura). No bate-papo, a lembrança da existência do Espírito da Regra do Jogo para se elucidar dúvidas do texto (no futebol, deve-se buscar e privilegiar o gol sem nunca produzir benefícios ao infrator). E o consenso (aliás, dois consensos):

 

CONSENSO 1 a regra é obscura se há equivalência na interpretação da mão do zagueiro estar na frente da mesma linha do corpo (ela importa ou não para avaliar o impedimento?), pois, afinal, o texto só fala da exclusão da mão do atacante, mesmo estando mais próxima da linha de fundo adversária. Portanto, a regra não é clara (nem sua diretriz) sobre CONSIDERAR OU NÃO A MÃO/BRAÇO DO ZAGUEIRO. Você pode interpretar que se ele não é um atacante, e pela omissão da regra, poderia levar em conta esse mesmo braço do zagueiro adversário e considerá-lo um elemento que dê condição ao atacante. Só que também pode interpretar que, assim como o atacante não pode fazer uso das mãos, o penúltimo jogador zagueiro também não. O consenso é: a redação da diretriz deixa a dúbia interpretação.

 

CONSENSO 2e se o penúltimo jogador da defesa for o goleiro? A regra fala em second-last opponent, ou seja, o segundo último oponente, que pode ser zagueiro ou goleiro. Imagine o lance: Bola lançada para o centroavante da equipe A, que é o jogador mais avançado da equipe que ataca, e está posicionado dentro da área penal. Quando a bola é lançada, por motivos quaisquer do jogo, o zagueiro da equipe B, que defende, está embaixo do travessão, e o goleiro da equipe B na mesma linha do atacante A. Se o goleiro estiver com a mão esticada em direção à sua linha de meta, DEVE-SE CONSIDERÁ-LA; afinal, ele pode usá-la dentro da área penal (coisa que o zagueiro não pode).

 

E aí, confesso que fico na dúvida: o ‘dito-cujo’ que escreveu a regra não cita nada em relação ao adversário propositalmente, pela específica situação do goleiro, acreditando que os especialistas dirimiriam facilmente essa questão (zagueiro não leva em conta a mão e goleiro leva, portanto a não especificação no texto), ou simplesmente redigiu de maneira duvidosa e inconscientemente, não levando em conta a discussão “se do atacante pode, do zagueiro também poderia ou não?”

 

Penso que a segunda hipótese é a correta. E entendo o seguinte (aqui, é interpretação pessoal): apesar do texto citar a mão/braço do atacante e se omitir em relação ao zagueiro, ambas não podem ser levadas em conta no impedimento (exceto o goleiro da equipe que defende, pois pode fazer uso delas). A questão de se citar o atacante seria apenas um reforço para a afirmação da idéia de que só podem ser analisadas as partes ‘jogáveis’ para saber se alguém está a frente (por isso a citação de cabeça, tronco e pés, e o lembrete: braço/mão não pode). Valeriam, por tabela, a um suposto zagueiro.

 

Cá entre nós: 47m do 2º tempo, um time precisando ganhar e no ataque, o outro tem até o presidente dentro da área pois não pode perder… Será que os jogadores e torcedores teriam paciência em lembrar desses detalhes da regra e da discussão se ‘pode ou não pode’? Vai poder para quem interessar e não vai poder para quem se sentir prejudicado…

 

E você, o que pensa sobre tudo isso? Deixe seu comentário:

– Chevron e o Vazamento, o Governo e a Multa

Quer dizer que a Chevron, petroleira que bobeou e causou vazamento de óleo no mar em limites brasileiros, foi multada em R$ 50 milhões? Lá nos EUA, a multa começa com BILHÕES.

Segundo informação da Rádio Bandeirantes, R$ 50 mi correspondem a 55 segundos de faturamento mundial da Chevron.

Eles devem estar preocupados com a multa, não?

– Provas

Queridos alunos, por questões médicas só pude chegar a tempo para as bancas do 7º semestre. As provas já estão comigo e a correção será feita na próxima segunda-feira, por volta das 20:30h.

Espero que as notas estejam boas. Até lá!

– Manchester City tem prejuízo de quase 1/2 bilhão, mas lidera Premier League. Vale a pena?

Na última sexta-feira, o Manchester City, time do sheik árabe Mansur, anunciou que a equipe teve prejuízo anual de R$ 546 milhões. Desde a aquisição pelo novo investidor, o total da conta já chegou a R$ 1.680.000.000,00.

Alguém em sã consciência gastaria honestamente todo esse valor para não ter lucro?

Tudo bem que o time lidera o campeonato inglês e grandes estrelas estão na equipe. Mas vale a pena?

Chelsea de Abramovich, PSG do catariano bilionário e M City do sheik árabe… Não parece estranho tanto gasto para não ter lucro?

E você, o que pensa sobre isso?

– Palavra Final: a despedida de Sálvio, pela sua própria nota oficial.

Sálvio Spínola divulgou em nota oficial seus reais motivos para o encerramento da carreira.

Acredito nele.

Tratou de evitar possíveis situações constrangedoras e/ou polêmicas que o teriam motivado à renúncia, divulgadas na matéria exclusiva do blog do jornalista Wanderley Nogueira.

Acredito nela também.

Abaixo, o link da Nota Oficial do Sálvio:

Diante do que foi noticiado pela imprensa, eu, Sálvio Spinola Fagundes Filho venho a público fazer alguns esclarecimentos sobre o término da minha carreira na arbitragem.

Fui comunicado pela Comissão de Arbitragem da CBF, que no ano de 2012 não farei mais parte do quadro da FIFA, por não ter idade para participar de futuras competições internacionais. Procedimento já adotado em anos anteriores com outros árbitros do quadro da FIFA. No ano de 2010, já havia sido comunicado, pela Comissão de Arbitragem, dessa intenção.

A Comissão de Arbitragem propôs que eu continuasse atuando nos dois anos restantes da minha carreira, sem a condição de Árbitro FIFA, por estar atuando em alto nível e em excelente forma física.
Sempre tive uma conversa franca e leal com a Comissão de Arbitragem sobre os rumos da minha carreira.
Esclareço também que não é verdade que eu tenha recebido qualquer tipo pedido por parte da Comissão de Arbitragem. Nunca tive conversas neste nível, somente a exigência do cumprimento das regras.
Estive trabalhando normalmente neste Campeonato Brasileiro. Nas últimas duas rodadas não participei dos sorteios porque cumpri escala da FIFA em partida das Eliminatórias da Copa, Colômbia X Argentina. Na rodada 33 trabalhei no jogo Atlético PR X Atlético GO.

A decisão por encerrar a carreira foi em conjunto com minha FAMÍLIA, por entendermos que já atingi os objetivos possíveis, representando a arbitragem brasileira em vários jogos e competições internacionais.
Após ter apitado 895 jogos profissionais, 43 jogos entre seleções, representando a FIFA, a CONMEBOL, a CBF e a FPF em 21 anos de dedicação a arbitragem, agradeço a todos os profissionais envolvidos neste esporte tão apaixonante como é o FUTEBOL.

São Paulo, 19 de novembro de 2011.

Sálvio Spinola Fagundes Filho”.  

– Os Prés-Candidatos à Prefeitura de Jundiaí

A corrida para o cargo de prefeito promete ser boa. Vamos lá:

Miguel Haddad (PSDB), prefeito, tentará a reeleição.

Pedro Bigardi (PCdoB), deputado estadual, tentará novamente a cadeira.

Durval Orlato (PT), vereador, é pré-candidato confirmado desde ontem.

Fátima Giasseti (PSB), delegada, também pré-candidata.

Temos 4 nomes fortes para a disputa. Quer comentar? Deixe sua mensagem:

– Marcas São Extremamente Comerciais e sem Humanidade?

No Brasil, os clientes estão cada vez mais exigentes e reclamam da falta de humanização na lembrança das marcas.

Pesquisa revela que 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Caixa Econômica Federal, Havaianas e Apple em destaque pelos consumidores brasileiros!

Extraído de Portal Exame (citação em: http://is.gd/fsfYpt)

MARCAS PRECISAM SER MAIS HUMANAS, MAS NÃO SABEM COMO

Por Silvia de Sá com Reportagem de Bruno Mello

Pesquisa indica que 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes. O que está faltando?

 Rio de Janeiro – Sair do racional e entrar na direção emocional para ter envolvimento. É isso o que os consumidores esperam das marcas.

Pode parecer que ideias como essa não são mais tendência e sim um lugar comum na estratégia de marketing das empresas. Conceitos que falam de transparência no relacionamento entre marcas e consumitores já estão tão batidos no discurso do mercado, que podem parecer notícia velha.

Mas a verdade é que poucas companhias brasileiras entenderam a importância de observar o consumidor com novos olhos, diante de todas as mudanças que vêm sendo desenhadas nos últimos anos.

Por isso, se algo ainda não foi bem absorvido e executado por grande parte das empresas, podemos, sim, chamar de tendência. É o que diz Paulo Roberto Al Assal, diretor-geral da Voltage, empresa especializada em human insights.

Em entrevista, Assal cita o que ainda precisa ser bem executado no Brasil em termos de branding e marketing e traz o foco para as transformações no comportamento das pessoas.

Muito mais do que entender o consumidor, a Voltage busca compreender os indivíduos enquanto seres humanos. A partir deste conhecimento, a empresa contribui para projetos de novos produtos e conceitos, embalagens, comunicação e planejamento. Entre os clientes da agência estão macas como Unilever, Nivea, Leroy Merlin, Carrefour e Philips.

As transformações na era da informação

O acesso a muitas informações fez do consumidor mais exigente e deu a ele um poder que não é apenas um discurso, mas algo real.

As empresas precisam entender a importância do investimento em branding para humanizar as marcas e torná-las autênticas.

Casos recentes como o da Brastemp mostram que as companhias reconhecem as mudanças no mercado e no comportamento do consumidor, mas ainda não sabem agir de acordo com elas.

“Falamos de internet, mas não sabemos lidar com ela. Acho que houve um barulho excessivo no caso da Brastemp, que é uma marca de ótima reputação. Antes de se desesperar, a empresa deve ver se isso realmente chegou à massa e aos influenciadores e se manchou a reputação. Hoje as pessoas realmente acham que a Brastemp é uma marca ruim por causa da reclamação de um cliente, sendo que ela tem uma reputação de anos e anos? Obviamente, se fosse outra marca com uma imagem negativa, eu não estaria falando a mesma coisa”, ressalta Assal.

As transformações na dinâmica do mercado acabam forçando as marcas a irem além do que estavam acostumadas a fazer.

De acordo com a pesquisa Brand ID, conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, e inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory, 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Transparência e presença

Essa percepção é resultado do desinteresse da maioria das empresas em manter um relacionamento próximo e sincero com os consumidores.

No mercado internacional, há dois cases que mostram o que pode ser feito neste sentido. Um é o da Domino’s Pizza, que assumiu publicamente, por meio de uma campanha, que reconhecia a falta de qualidade de seu produto. Apesar de arriscada, a iniciativa era uma tentativa da empresa de mostrar-se transparente.

Também nos Estados Unidos, a marca de cereal Trix aproveitou um post de uma internauta para se aproximar e gerar boca a boca virtual.

Depois de ler o tweet da garota que dizia que “morreria porque não tinha Trix em casa”, a empresa mandou um caminhão carregado de caixas do produto para a casa da consumidora.

No Brasil, a Coca-Cola fez uma ação semelhante, quando enviou bebidas para Marcus Lemos, que reclamava do calor no trabalho e deseja a bebida.

“O caso de Trix, por exemplo, é um exagero, mas mostra que a marca está monitorando e percebendo essa relação que é pautada por outros fatores que não apenas a parte comercial. As pessoas querem marcas engajadas, que tenham um propósito, e 90% das marcas brasileiras não têm isso na essência. Mesmo no mundo são poucas as que têm um propósito definido, como a Unilever, que é vitalidade, ou a Apple, que é usabilidade”, acredita o executivo.

Neutralidade sobre as marcas

Para atender as necessidades e os desejos deste novo consumidor, as empresas precisam ir além e fazer algo pela vida das pessoas. Por isso a necessidade de humanizar as marcas, o que só é possível quando o olhar é desviado do consumidor para o indivíduo.

Muito antes de pensar em produtos, todos estão preocupados com assuntos como qualidade de vida, saúde e família.

A pesquisa Brand ID indicou que 52% dos brasileiros disseram “sou neutro em relação às marcas. Elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões no dia a dia”.

Pode parecer simples, mas uma afirmação como essa é capaz de destruir uma estratégia de marketing que coloque no centro do planejamento um produto ou serviço, antes de focar nos anseios e desejos destes consumidores.

“O que é mais importante, a saúde do seu filho, a sua casa própria ou uma marca? As pessoas têm outras prioridades. A Caixa Econômica Federal é uma marca tão bem vista pelo brasileiro porque o maior sonho dele é a casa própria. E é ela quem fala ‘vem comigo que eu vou te dar a casa própria’. As pessoas esperam das marcas as mesmas coisas que esperam de um amigo. Não ache que a sua marca está regendo as pessoas”, diz Assal.

Geração Y e o consumo

Este cenário torna-se ainda mais complexo com o aumento do potencial de consumo da geração Y.

Ansioso por natureza, este grupo é insaciável. Por isso, mais do que pensar em um produto, as companhias devem prestar atenção nestes consumidores.

Se eles são capazes de trocar de emprego com frequência, imagina o impacto que isso tem na escolha de produtos e serviços?

“A geração Y espera autenticidade das marcas, o que não é fácil. Ou se é autêntico ou não é. Também desejam cumplicidade, mas são muito móveis. Esperam que a marca esteja com eles ao longo do dia, que os acompanhe. Este é um desafio para as empresas nunca antes visto. Mas também é uma grande oportunidade”, declara o diretor-geral da Voltage.

Ao perguntar sobre a marca mais amada, o levantamento Brand ID teve apenas uma citação: Apple.

“A maioria, no entanto, disse que não ama marca nenhuma. Que ama o pai, a mãe, e que quem ama marca é o consumista desenfreado. Já Havaianas e Osklen foram as únicas marcas destacadas pela autenticidade e pelo life style. Se apenas duas foram mencionadas e somente uma é amada, estamos com um problema”, ressalta, mostrando que as empresas que souberem preencher este vazio conquistarão algo tão – ou mais – importante quanto o market share ou o share of mind: o share of heart. Ou seja, o espaço que você conquistou no coração do consumidor.

– Parapan: um Brasil que dá certo?

O Brasil está fazendo bonito nos jogos Panamericanos para atletas com deficiência. Ótimo.

Mas… tirando os atletas da natação, que ganharam quase tudo sem concorrência, o que sobrou?

Vale pensar em intensificar os investimentos em outras modalidades. Nada de se acomodar!

– Depois de saber do Sálvio… Até tu, Dante? Por quê mais um cara bom parou?

Depois de saber que o Sálvio parou em protesto contra a CBF (para quem não viu, leia aqui: http://is.gd/DeyYtr), soube que o amigo Dante Mesquita também parou.

Não dá para entender o porquê. Pessoa da mais alta qualidade, bom árbitro, caráter excepcional, estudioso…

O que deve ter acontecido?

Aliás, que raio de mistério é esse? Pessoas de bem parando?

Fica até a sugestão para uma pesquisa ou post posterior sobre o assunto…

– Sustentar ou Cortar?

Sabe aquela situação em que alguns clientes (já manjados) estão dando calote?

O coitado do comerciante, que tem quem manter as contas em dia, fica com o dilema: “Se sustentar a venda, fica ainda mais sem capital de giro; se cortar o cliente, corre o risco de não receber, pois, afinal, ele buscará crédito em outra praça para suprir a necessidade”.

E aí vem as desculpas habituais: “O meu cliente não pagou, aconteceu um problema no banco, esqueci…

Às vezes, é como aluno que falta com regularidade para gandaiar: mata a mesma tia 3 vezes no semestre, diz que teve problemas no trabalho… rsrsrs

Professores que lêem o blog sabem do que estou falando… Enquanto isso, o bom aluno abre o jogo: meu problema foi X ou Y.

Ossos do ofício… no comércio e na docência!

– Neymar X Messi, Maradona X Pelé

Sexta-Feira, conversando com o amigo Bruno Crispim, ele foi perfeito em uma colocação sobre comparar Neymar X Messi:

Comparar hoje Neymar e Messi é que nem Maradona x Pelé. Só lá na Argentina o Maradona é melhor do que Pelé. E só aqui no Brasil o Neymar é melhor do que Messi”.

Matou a pau! Talvez, nos anos seguintes, Neymar possa igualar ou superar Messi. Potencial ele tem. Idade a menos também (não sei de pronto a idade de ambos, mas há uma razoável diferença entre eles). Mas não podemos nos esquecer do 1º semestre de Messi: na Champions League, ele arebentou.

– Chineses Compram Terra, Compram Terra… e Compram Terras!

Os jornais de ontem noticiaram que a presidente Dilma quer endurecer a compra de terras por parte de estrangeiros.

Cá entre nós: é uma inteligentíssima estratégia deles, e, em particular, dos chineses.

Dois golpes sensacionais:

1- Eles compram terras no interior do Brasil, plantam, e depois vendem os produtos agrícolas à eles mesmos lá China. Ou seja, exportam a preço de custo, diminuindo os impostos, barateando o produto (pra eles, claro) e quebra as exportações de gente brasileira.

2- Para aproveitar acordos do Mercosul, a China monta escritórios de distribuição na Argentina, Uruguai ou Paraguai, exporta lá do Oriente para nossos vizinhos, e, tecnicamente, a filial desses países re-exporta sem impostos (aproveitando dos benefícios fiscais) a nós. Se exportasse direto da China a nós, pagaria imposto. Então, ludibriam fazendo de conta que são produtos do Mercado do Cone Sul.

Danados, hein?

– Domingo de trabalho, mas com tempo para Deus e para a Família

Sou vítima do mundo globalizado e assim como milhares (ou milhões) de brasileiros tenho que trabalhar aos domingos.

Mas dá para se virar, acordar cedo e tentar conciliar as coisas que mais importam na vida: Deus e a Família.

Que tal um minutinho de reflexão nessa manhã?

Olha que legal: por coincidência, estou com um CD no meu computador aqui no meu serviço com “Oração da Família”, coleção: “A canção e a mensagem”, do padre Zezinho, SCJ.

Compartilho a letra, já que não dá para disponibilzar a melodia:

ORAÇÃO DA FAMÍLIA

Que nenhuma família comece em qualquer de repente
Que nenhuma família termine por falta de amor
Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente
E que nada no mundo separe um casal sonhador!

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte
Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois
Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte
Que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

Que marido e mulher tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão
Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida
Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos!
Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois!
Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho,
seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!

Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também (bis)

– A Chave do Coração da Filhinha!

Tia Lalá perguntou à minha pequinininha: “Eu também moro no seu coração?”. E ela disse: “Não“. Surpresa, perguntou: “Por quê???” E a Marina respondeu: No meu coração, só cabe meu pai. Ele é meu príncipe, ué”. E a tia Lalá: “como eu faço para entrar na casinha do seu coração?”. E sem titubear: “Não dá, só ele tem a chave mágica da portinha do meu coração”…

 

Ahhhhhhhhh… corujice, tá bom. Mas se ela pedir o carro para passear, leva!

– Sálvio Spínola Fagundes Filho abandona o apito. Quais as implicações imediatas?

Fiquei surpreso, assim como a maciça maioria dos árbitros de futebol.

Com exclusividade, o jornalista Wanderley Nogueira noticiou: “Sálvio Spinola renuncia” (link do blog do Wanderley Nogueira, com a informação completa, abaixo).

Mas o que isso representa?

Muita coisa. Muita mesmo!

Primeiro: Sálvio, segundo o jornalista, estava preocupado em perder o seu escudo FIFA, pois a CBF queria repassá-lo a algum árbitro apadrinhado politicamente.

Tal fato impressiona. Sálvio é hoje o árbitro brasileiro mais atuante e respeitado internacionalmente, tendo apitado a final da Copa América. Certamente, se o Santos estivesse fora da Libertadores, também seria o árbitro da final da competição sulmericana. E quem herdaria o escudo? Ora, vide as escalas do Campeonato Brasileiro: há aspirantes da FIFA com péssimas atuações que não saem das escalas. Francisco Carlos Nascimento é um deles. E aqui não é informação, mas levantamento de hipóteses: seria “Chicão” o destinatário desse distintivo? Ou tem algo a ver com uma ‘suposta troca de escudos’ ou luta pela manutenção, alardeada por sites de arbitragem, jornais e demais noticiários entre a vaga de Gutemberg de Paula e Péricles Bassols?

(segue matérias dos sites Voz do Apito – http://is.gd/uCjigA e do Apitonacional – http://is.gd/yFCluV, sobre Gutemberg, FERJ, CBF e FIFA )

Sem reprovação de árbitros em teste físico, dificilmente uma das 10 vagas da FIFA ao Brasil seria disponibilizada a outro oficial fora do quadro atual.

A CBF tiraria uma vaga paulista e a remeteria para Alagoas?

Sálvio teria ainda 2 anos de arbitragem, e como ex-FIFA, ganharia a condição de “especial”. A desculpa da Comissão de Árbitros seria a de que, como ele não poderia ir à Copa do Mundo, daria o escudo dele a alguém mais jovem, para treinar o novo árbitro com mais tempo?

Segundo: Na matéria, Sálvio não aceitou “pedidos e sugestões” da Comissão de Arbitragem.

Uau. Combina com o caráter do Sálvio demonstrar e praticar a honestidade. Mas há algo gravíssimo: quais os pedidos e sugestões? O que seria isso? A outros árbitros isso também ocorreu e/ou ocorre? Será que ninguém aceitou?

Fora as informações com a credibilidade de Wanderley Nogueira, o resto é especulação. Penso que Sálvio deveria vir urgentemente a público se manifestar, pois, afinal, a bola ficou pingando:

Há pedidos de fabricação de resultados?

O campeonato perdeu a lisura?

O que realmente está acontecendo?

Se acontecer algum erro crasso que possa influenciar ou beneficiar equipes, a primeira coisa que se lembrará é: Sálvio deixou no ar que algo estava acontecendo... – Por isso a importância da manifestação, que, particularmente, creio que ocorrerá no momento adequado!

Em tempo: parabenizo a decisão do Sálvio. Nada mais do que a corajosa ação se podia esperar de alguém como ele. E, como disse em sms ao próprio, espero que possa se adaptar rapidamente à nova rotina, coisa que, segundo ele me respondeu, já estava preparado.

Boa sorte ao íntegro homem e cidadão Sálvio Spínola.

Abaixo, extraído de: http://wanderleynogueira.blog.terra.com.br/2011/11/18/

ÁRBITRO SÁLVIO SPÍNOLA RENUNCIA

Depois de 917 jogos, 20 anos de carreira e os 8 últimos anos com o distintivo da Fifa, o árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho renunciou à arbitragem. Uma decisão surpreendente e preocupante.

Logo após o último jogo entre Colômbia e Argentina, vencido pelos argentinos, Sálvio pediu que os árbitros assistentes fizessem um brinde com ele. Os auxiliares pensaram que o árbitro estava comemorando a boa atuação.  Não era. Com o rosto entristecido informou naquele momento quase solitário que estava encerrando a carreira.

Sálvio informou à Conmebol da sua irrevogável decisão.  A CBF e os chefes da arbitragem brasileira já sabiam que o experiente árbitro “faria alguma coisa”. Ele já estava fora das últimas escalas.

Dentro de alguns dias, Sálvio Spínola promete esclarecer os reais motivos da sua decisão. Mas, já é possível garantir que são vários os componentes. Um deles: a intenção da CBF em tirar o “seu” escudo Fifa para atender o pedido de um influente político a favor de um apadrinhado.  Sálvio ainda poderia apitar os dois próximos anos.

Outro fator que serviu de gatilho para a renuncia foi não aceitar, digamos, pedidos e sugestões da comissão de arbitragem. Algo que ele repudia.

Agora, só resta ficar de olho nesse “jogo.”

– Explicando a Ordem e o Progresso: Dia da Bandeira

Salve, salve, ó pendão da esperança!!!

Essa eu retirei do Facebook do delegado e vereador jundiaiense Dr Paulo Sérgio Martins: como hoje é dia da bandeira, vale uma explicação sobre o assunto:

A quinta e última bandeira do Brasil veio com a Proclamação da República. A bandeira do Brasil foi projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares. Ela é inspirada na bandeira do Império, desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, com a esfera azul-celeste e a divisa positivista Ordem e Progresso no lugar da coroa imperial, deve-se a Benjamim Constant que o sugeriu a Raimundo T. Mendes. A expressão foi extraída da fórmula máxima do Positivismo: O amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim.

– Sálvio Spínola Fagundes Filho abandona o apito. Quais as implicações imediatas?

Fiquei surpreso, assim como a maciça maioria dos árbitros de futebol.

Com exclusividade, o jornalista Wanderley Nogueira noticiou: “Sálvio Spinola renuncia” (link do blog do Wanderley Nogueira, com a informação completa, abaixo).

Mas o que isso representa?

Muita coisa. Muita mesmo!

Primeiro: Sálvio, segundo o jornalista, estava preocupado em perder o seu escudo FIFA, pois a CBF queria repassá-lo a algum árbitro apadrinhado politicamente.

Tal fato impressiona. Sálvio é hoje o árbitro brasileiro mais atuante e respeitado internacionalmente, tendo apitado a final da Copa América. Certamente, se o Santos estivesse fora da Libertadores, também seria o árbitro da final da competição sulmericana. E quem herdaria o escudo? Ora, vide as escalas do Campeonato Brasileiro: há aspirantes da FIFA com péssimas atuações que não saem das escalas. Francisco Carlos Nascimento é um deles. E aqui não é informação, mas levantamento de hipóteses: seria “Chicão” o destinatário desse distintivo? Ou tem algo a ver com uma ‘suposta troca de escudos’ ou luta pela manutenção, alardeada por sites de arbitragem, jornais e demais noticiários entre a vaga de Gutemberg de Paula e Péricles Bassols?

(segue matérias dos sites Voz do Apito – http://is.gd/uCjigA e do Apitonacional – http://is.gd/yFCluV, sobre Gutemberg, FERJ, CBF e FIFA )

Sem reprovação de árbitros em teste físico, dificilmente uma das 10 vagas da FIFA ao Brasil seria disponibilizada a outro oficial fora do quadro atual.

A CBF tiraria uma vaga paulista e a remeteria para Alagoas?

Sálvio teria ainda 2 anos de arbitragem, e como ex-FIFA, ganharia a condição de “especial”. A desculpa da Comissão de Árbitros seria a de que, como ele não poderia ir à Copa do Mundo, daria o escudo dele a alguém mais jovem, para treinar o novo árbitro com mais tempo?

Segundo: Na matéria, Sálvio não aceitou “pedidos e sugestões” da Comissão de Arbitragem.

Uau. Combina com o caráter do Sálvio demonstrar e praticar a honestidade. Mas há algo gravíssimo: quais os pedidos e sugestões? O que seria isso? A outros árbitros isso também ocorreu e/ou ocorre? Será que ninguém aceitou?

Fora as informações com a credibilidade de Wanderley Nogueira, o resto é especulação. Penso que Sálvio deveria vir urgentemente a público se manifestar, pois, afinal, a bola ficou pingando:

Há pedidos de fabricação de resultados?

O campeonato perdeu a lisura?

O que realmente está acontecendo?

Se acontecer algum erro crasso que possa influenciar ou beneficiar equipes, a primeira coisa que se lembrará é: Sálvio deixou no ar que algo estava acontecendo... – Por isso a importância da manifestação, que, particularmente, creio que ocorrerá no momento adequado!

Em tempo: parabenizo a decisão do Sálvio. Nada mais do que a corajosa ação se podia esperar de alguém como ele. E, como disse em sms ao próprio, espero que possa se adaptar rapidamente à nova rotina, coisa que, segundo ele me respondeu, já estava preparado.

Boa sorte ao íntegro homem e cidadão Sálvio Spínola.

Abaixo, extraído de: http://wanderleynogueira.blog.terra.com.br/2011/11/18/

ÁRBITRO SÁLVIO SPÍNOLA RENUNCIA

Depois de 917 jogos, 20 anos de carreira e os 8 últimos anos com o distintivo da Fifa, o árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho renunciou à arbitragem. Uma decisão surpreendente e preocupante.

Logo após o último jogo entre Colômbia e Argentina, vencido pelos argentinos, Sálvio pediu que os árbitros assistentes fizessem um brinde com ele. Os auxiliares pensaram que o árbitro estava comemorando a boa atuação.  Não era. Com o rosto entristecido informou naquele momento quase solitário que estava encerrando a carreira.

Sálvio informou à Conmebol da sua irrevogável decisão.  A CBF e os chefes da arbitragem brasileira já sabiam que o experiente árbitro “faria alguma coisa”. Ele já estava fora das últimas escalas.

Dentro de alguns dias, Sálvio Spínola promete esclarecer os reais motivos da sua decisão. Mas, já é possível garantir que são vários os componentes. Um deles: a intenção da CBF em tirar o “seu” escudo Fifa para atender o pedido de um influente político a favor de um apadrinhado.  Sálvio ainda poderia apitar os dois próximos anos.

Outro fator que serviu de gatilho para a renuncia foi não aceitar, digamos, pedidos e sugestões da comissão de arbitragem. Algo que ele repudia.

Agora, só resta ficar de olho nesse “jogo.”

– Para Boa Memória, Beba Água!

Essa aqui é nova pra mim: apesar de saber dos benefícios da água, leio na Revista Sport Life de Outubro, pg 12, que deixar de beber água faz a pessoa se tornar esquecida, traz cansaço e ‘emburrece’:

“A desidratação reduz o estado de alerta, atrapalha a memória a curto prazo e aumenta o cansaço. Uma desidratação de apenas 1% a 2% já é suficiente para reduzir a performance cognificativa.”

Todo mundo bebendo água, pessoal. Afinal, água é vida!

– O Problema do Crescimento Desordenado gera Violência no Bairro Medeiros

Não programar o crescimento sustentável, ordenado e planejado, é fatal para que uma localidade sofra com problemas futuros. Infelizmente, politicagem e especulação financeira / imobiliária falam mais alto.

Aqui no bairro Medeiros, tradicional reduto de sítios e chácaras de veraneio, o zoneamento urbano há tempos modificou a cara do bairro. Novos loteamentos foram criados; boa parte deles bem feitos e que embelezam a região; outros, ao Deus-dará.

Em breve, prédios estarão sendo entregues na região, com o mesmo número de vagas nas escolas ou de vias asfaltadas (com um único posto de saúde e pouca assistência municipal). Enfim, a falta de infraestrutura em nome dos ganhos financeiros.

Pois bem, nesta região periférica em que vivemos (sou aqui do Medeiros também), duas vilas se estranham: Jardim Sarapiranga, um belo conjunto de casas bem planejado e o Jardim Antonieta, um conjunto humilde e abandonado pelas autoridades, ganhando até mesmo o pejorativo nome de “Buraco do Piolho”.

Abaixo, a situação retratada em reportagem de hoje. Mas faça a seguinte reflexão: se a PM e a Prefeitura agissem com mais atenção nas duas comunidades, tudo o que é queixoso abaixo não seria evitado?

Extraído do Jornal da Cidade – pg 6

MORADORES DO SARAPIRANGA ESTÃO COM MEDO

por Fábio Estevam

Os moradores do Jardim Sarapiranga estão amedrontados com a onda de violência que vem tomando conta do bairro. Ontem, pela segunda vez em dois dias e pela terceira, em algumas semanas, mais um caso de violência aconteceu. Um homem invadiu uma casa e trancou a dona de casa no quarto. A filha dela, que é pequena, estava dormindo. O bandido vasculhou a casa atrás de jóias, mas não encontrou. A Polícia Militar foi chamada e várias viaturas foram até a Rua Roberto Barrios Cury, mas por pouco não conseguiram deter o bandido. Nem mesmo uma base da PM do Bairro do Medeiros, ao lado, tem inibido as ações criminosas. Já se passava cerca de duas horas após o ocorrido e a dona de casa, ainda nervosa e chorando, contou à reportagem o que aconteceu. “Ele foi agressivo e me ameaçou. Depois me trancou no quarto e pediu jóias. Enquanto eu estava presa ele foi procurando”, afirmou ela. “Mas ele saiu sem levar nada”. O marido da vítima, que não estava em casa na hora do crime, contou que sua esposa estava no piso superior do sobrado, quando o bandido chegou, também pelo piso de cima. Ele usou uma casa desabitada ao lado para ter acesso. Enquanto ela estava presa no quarto, abriu a porta balcão e saiu na varanda, fazendo sinais para alguns vizinhos. “Eu chamei a polícia na hora e em poucos minutos eles estavam aqui”, afirmou um morador que observou o desespero da dona de casa. “Nosso bairro está assim. Ontem, entraram nesta outra casa e jogaram o miolo de chave da porta, que haviam arrombado, dentro do meu quintal. Isso tem acontecido com freqüência”, salientou. Neste crime, a professora M.J.B., de 44 anos, teve uma televisão de 32 polegadas roubada. Não muito longe dali, ainda na mesma rua, um outro morador viu a equipe de reportagem e também aproveitou para reclamar. “Outro dia eu estava em casa e escutei um barulho no portão. Eles haviam serrado a corrente e estavam com um furgão. Iriam roubar minha moto. Mas o alarme disparou e eles saíram correndo”, afirmou, aconselhando o marido da dona de casa assaltada ontem. “Vá à delegacia fazer o boletim de ocorrência. Acho que só assim para eles usarem as estatísticas e virem olhar o nosso bairro”, avisou. Os moradores creditam a violência a usuários de drogas que costumam comprá-las em um bairro novo, ao lado do Jardim Sarapiranga, em que as casas foram construídas, segundo eles, num terreno invadido. “É um lugar conhecido como Buraco do Piolho. Aí tem tráfico de drogas e os drogados roubam aqui, para comprar ali”, salientou um morador. No bairro, ninguém quer mostrar o rosto, não quer dar o nome, e pede para que não fotografe as casas. É o medo tomando conta de uma região há pouco tempo longe da criminalidade.

– Novo Fast Food McDonald’s terá até Academia!

O que achar disso: McDonald’s terá até academia de ginástica infantil nas suas novas lojas-conceitos. O exemplo virá de Sorocaba/SP.

Extraído de: Revista IstoÉ Dinheiro, pg 97-98, por Crislaine Coscarelli, 24/11/2010

MCDONALD’S REDESENHA O FAST FOOD

A rede inicia um ambicioso plano para reinventar todas as suas lojas ao redor do mundo. A meta: transformar as lanchonetes em confortáveis restaurantes

O sonho de quase todo empreendedor é fazer com que sua empresa cresça a ponto de se tornar um gigante. Quanto maior uma companhia é, mais força ela terá para se impor perante os concorrentes. 

Mas o que, num primeiro momento, parece uma vantagem pode ser o calcanhar de aquiles. É que o gigantismo traz consigo um problema que pode comprometer o futuro de uma empresa: a lentidão para se locomover. 

A rede americana de fast- food McDonald’s, com 31 mil unidades espalhadas em 117 países e um faturamento de US$ 22 bilhões, sabe disso. Nos últimos anos, a rede tem se mexido para não perder terreno para os concorrentes – mesmo que esse movimento seja fruto de pressões da sociedade.

Há mais de uma década, quando organizações de saúde passaram a questionar os hábitos alimentares da população mundial, a cadeia adaptou seu cardápio. Foi uma das primeiras redes de fast-food a oferecer opções mais saudáveis, como saladas, frutas e iogurtes. 

Agora, diante do aumento da concorrência, a companhia se prepara para se mover novamente. A bola da vez é a arquitetura de suas lojas. A rede pôs em prática um ambicioso plano para remodelar seus pontos ao redor do mundo, convertendo suas lanchonetes em restaurantes confortáveis. 

“Ter a melhor comida não é mais o suficiente”, diz Marcelo Rabach, presidente da Arcos Dourados, que opera o McDonald’s na América Latina. “Queremos oferecer ao cliente a oportunidade de viver novas experiências, criando uma atmosfera para que ele passe mais tempo nos restaurantes.”

A renovação das lojas é a segunda parte de uma estratégia global da companhia chamada de Plano para vencer. Ele abrange toda a rede e está baseado em três pilares: a renovação do cardápio (que já ocorreu), dos restaurantes e da forma de o consumidor fazer o seu pedido – este último, um passo ainda a ser dado.

Somente em 2011, a companhia deve investir cerca de US$ 2,4 bilhões para remodelar pelo menos 400 restaurantes nos EUA e outros 1.600 em outros países, além de construir mil novos ao redor do globo. 

Boa parte dos custos dessa reformulação dos ambientes é paga pelos franqueados, mas, como incentivo, a empresa vai pagar 40% dos estimados US$ 400 mil necessários para as renovações das lojas maiores e mais bem localizadas. O visual das lojas está deixando de ser homogêneo. 

“Não haverá mais aquele visual uniforme vermelho e amarelo como antes. Agora o McDonald’s será lembrado pelo seu visual colorido. Isso manterá a marca viva e nova”, conta Sebastian Magnasco, vice-presidente de desenvolvimento da Arcos Dourados para a América Latina. 

Mas, afinal, qual será a nova cara do McDonald’s? As antigas “casinhas” padronizadas darão lugar a prédios modernos que acompanham o estilo arquitetônico da região onde estão instalados. 

Em vez de apenas três ambientes, o salão principal, o espaço para as crianças brincarem e o McCafé, alguns restaurantes contam com até sete espaços distintos, um para cada tipo de público: crianças, pré-adolescentes, grupos de amigos, famílias, casais de namorados, executivos e até aqueles que preferem comer sozinhos. 

As antigas cadeiras de plástico presas ao chão dão espaço para cadeiras soltas e confortáveis com estofados. As mesas-padrão de quatro lugares ganharam a companhia de grandes mesas redondas para famílias e grupos, além de balcões compridos para os solitários.

Até mesmo o playground do Ronald McDonald’s mudou e se transformou no Espaço Ronald Gym. Nele, as crianças encontram brinquedos mais interativos e que exigem mais esforço físico, como parede de escalada, pequenas bicicletas ergométricas, cama elástica e uma miniquadra de basquete.

A empresa percebeu que aquelas crianças que frequentavam o McDonald’s no passado cresceram e a rede de alimentação quer explorar isso, sem perder o foco nos pequeninos. “No fim das contas, o público que vai ao McDonald’s hoje é o mesmo de antigamente, só que em idade e momento de vida diferentes”, afirma Maurício Queiroz, consultor especializado em design de consumo. “Oferecer um ambiente para cada um não é uma tarefa fácil”, diz. 

O renascimento de design do McDonald’s teve início em Paris, mais especificamente na unidade em frente ao Museu do Louvre. Há uma década, em meio a protestos dos franceses contra a globalização, Pierre Woreczek, diretor de estratégia para o McDonald’s Europa, percebeu que a companhia precisava se modernizar se quisesse ter um futuro no continente. Woreczek bateu à porta de um dos principais designers da França, Philippe Avanzi, para entender o que precisava ser corrigido.  

Juntos, eles descobriram que as diferenças culturais pesavam na decisão dos consumidores. Diferentemente dos americanos, os franceses — assim como a maioria dos latinos — não “beliscam” na hora do almoço.  

Eles fazem uma refeição completa, fato que afetava diretamente a rede, já que ela não oferecia locais confortáveis que incentivassem o hábito. Trocar o mobiliário por cadeiras mais confortáveis e modernas foi o primeiro passo e parece ter dado resultado. 

Em 2006, as vendas no país dispararam de US$ 7,1 bilhões para US$ 9,3 bilhões logo após as mudanças, sem nenhuma modificação no cardápio.  O bom exemplo europeu fez a rede de fast-food — famosa pelo fato de oferecer o mesmo sanduíche, independentemente de onde esteja, seja no Japão, no Brasil ou na Rússia — abandonar a padronização nas ambientações.  

Diante disso, a rede contratou a consultoria americana Ideo, especializada em inovação e design, para traçar um plano de reformulação geral. “É uma mudança estratégica porque sai do marketing de massa para focar no segmentado, sem mexer no cardápio”, diz Daniela Khauaja, coordenadora de pós-graduação em marketing da ESPM.  

A professora afirma que a ambientação variada é, na verdade, uma tendência mundial e tem atraído muitos consumidores, já que as pessoas estão mesmo em busca de experiências mais agradáveis.  

Um dos primeiros restaurantes a adotar as várias ambientações no Brasil está localizado em Sorocaba, interior de São Paulo. Lá o consumidor irá encontrar mesas comunitárias para grupos, assim como algumas apenas para casais, em um canto mais reservado do restaurante, à meia-luz.  

No segundo andar, há poltronas confortáveis estrategicamente localizadas próximo à parede de vidro. O espaço é reservado para aqueles que querem apreciar, sozinhos, a refeição e a ampla vista que o lugar oferece. As crianças encontram brinquedos mais interativos e divertidos no espaço Ronald Gym. 

Já o McCafé atrai executivos, pois encontram ali um lugar mais reservado e acesso gratuito à internet. Do lado de fora do restaurante foi instalado um quiosque de sorvetes, com mesas e cadeiras de madeira, ponto de encontro dos adolescentes da cidade no retorno da escola. 

 “Temos recebido comitivas de vários países que nos visitam para ver como é possível abrigar tantos ambientes em um mesmo restaurante”, diz Claudio Costa, franqueado da rede e dono da unidade. 

Prevendo o avanço da concorrência no Brasil, a oitava maior operação da rede no mundo, a companhia deu ordens para acelerar a estratégia por aqui. Cerca de 300 novos restaurantes devem ser abertos no País, nos próximos anos, já com esse design renovado.  

A preocupação tem um motivo. A expansão da rede desacelerou nos últimos anos quando comparada com a dos rivais. Enquanto o McDonald’s cresceu 5% no País, em 2009, ao registrar R$ 3,5 bilhões de faturamento, o novato Burger King – que desembarcou por aqui só em 2004 – cresceu 20% e fechou o ano com receitas de cerca de R$ 400 milhões.  

Desde sua aquisição pelo fundo brasileiro 3G Capital, do bilionário Jorge Paulo Lemann, o Burger King se tornou uma ameaça mais forte ao McDonald’s. Recentemente, a rede anunciou a abertura de 500 lojas na América Latina, sendo a maioria no Brasil.  

O McDonald’s, definitivamente, não vai assistir ao avanço de seu concorrente parado. Por isso, vai apostar em cidades do interior de grandes Estados e, em especial, na região Norte como um todo. 

A companhia já tem restaurantes no Pará, Amazonas, Tocantins e Rondônia e agora mira Roraima, Macapá e Acre. “A região se tornou atrativa porque a renda da população tem crescido muito rapidamente, principalmente entre as classes C e D”, afirma Rabach.

– Fabrício, do Cruzeiro, chama o árbitro de ‘Babaca’ e incita agressão!

Dias atrás, falamos sobre o rigor das punições na Premier League, preocupada em evitar reclamações típicas de chororôs ou de incitar a violência. André Villas-Boas, treinador do Chelsea, foi indiciado por dizer que o árbitro sentia a pressão da torcida adversária, após derrota de sua equipe (em: http://is.gd/gOASUN ).

Aqui no Brasil, se fala a vontade e quase nunca deu nada. E, às vezes, se extrapola. Hoje, o jogador do Cruzeiro-MG, Fabrício, incitou publicamente a agressão contra árbitros. Veja:

Todo mundo recrimina o Falcão por tentar dar um chute num árbitro, mas um cara desse merece. Não pude fazer nada dentro do jogo. Esse cara é um babaca. Prejudicou, inverteu um monte de falta. Eu não consegui jogar. É complicado. Esse dentista tem que trabalhar na profissão dele.

E você? Acha que declarações como essas são perigosas ou esse tipo de reclamação não incita ninguém? Deixe seu comentário:

Lembre-se da agressão ao árbitro Jean Pierre… A ANAF se pronunciará?

Extraído de: http://ht.ly/7wLTG

FABRÍCIO PEDE JUIZ CARIOCA DE VOLTA AO CONSULTÓRIO E DISPARA “ESSE CARA É UM BABACA”

Insatisfeito com o trabalho da arbitragem no empate sem gols entre Cruzeiro e Avaí na noite de quarta, o volante Fabrício se disse perseguido e não poupou críticas à atuação do juiz carioca Péricles Bassols Cortez. O jogador da equipe mineira ainda afirmou que o árbitro é seu inimigo número um e que deixou de marcar várias faltas em cima dele no jogo.

“Queria deixar só um comentário sobre esse babaca desse Péricles: esse cara é meu inimigo número um. Ele avisou aos jogadores na hora que entrei que eu não poderia nem falar com ele. Então não pude falar, recebi faltas e ele não deu”, declarou Fabrício, que lembrou da tentativa de agressão do jogador de futsal Falcão a um árbitro na final da liga futsal, no jogo entre Santos e Carlos Barbosa.

“Todo mundo recrimina o Falcão por tentar dar um chute num árbitro, mas um cara desse merece. Não pude fazer nada dentro do jogo. Esse cara é um babaca. Prejudicou, inverteu um monte de falta. Eu não consegui jogar. É complicado. Esse dentista tem que trabalhar na profissão dele”, seguiu com os ataques o atleta.

Fabrício ainda sugeriu que Péricles Bassols Cortez não precisa do trabalho como árbitro. “Ele esculhamba com a partida. Não sei se é porque ele não precisa dessa profissão. Ele é dentista e deve ter grana pra caramba. Então, acho que tem que procurar fazer outra coisa, assim não dá”, concluiu.

– Fale sempre bem, nunca mal!

Nunca fale mal de uma pessoa ao público na TV; pois, afinal, ela pode ter netos e filhos que não tem nada a ver com a indignidade dele. Aproveite bem o seu tempo para falar bem das pessoas!

Carlos Alberto de Nóbrega, em entrevista ao jornalista Oliveira Andrade, hoje, no Jornal de Serviços da Rádio Jovem Pan AM 620 – SP.

Perfeito. Nada a comentar.

– Um País que Envelhece

Se ainda nossos indicadores econômicos não são de primeiro mundo, um indicador é verdadeiramente europeu: a taxa de fecundidade!

O Censo 2010 revelou: cada casal tem hoje 1,86 filho. Ou seja, estamos diminuindo a população futura, pois duas pessoas juntas fazem menos de dois filhos.

No comerço do século XX, a taxa era de índice subdesenvolvido da África: quase 6 filhos por mulher.

E aí vai ficar a pergunta: como a Previdência Social pagará tanta gente, já que nasce um número de contribuintes menor do que de beneficiários?

– As Melhores Universidades do Brasil e as Notas do IGC das Instituições de Ensino Superior

UFSCar, Federal de Viçosa e Unicamp – eis as 3 melhores universidades brasileiras, segundo o IGC divulgado hoje.

O Índice Geral de Cursos avalia: ENADE, Desempenho dos Professores e Estrutura. As notas variam de 1 (pior) até 5 (maior).

A relação completa pode ser acessada em: http://media.folha.uol.com.br/saber/2011/11/17/igc_2011.pdf (Extraído do suplemento SABER, da FSP).

Curiosidade: Faculdade Anchieta de Jundiaí, Uninove, Faculdade Sant’anna de Salto, CEUNSP, entre algumas às quais mantive ou mantenho relacionamento, levaram nota 3.

Entretanto, a quantidade de notas 1 e 2 é assustadora… Uma pena.

E aí, após consultar a lista no link acima, diga: surpreendeu-se com alguma nota? Deixe seu comentário:

– Quando um Jogador pode “jantar” um Árbitro? Atlético-PR X São Paulo, Brasileirão.

Na linguagem do futebol, as expressões “jantar, engolir, ganhar, dominar, anular” um juiz de futebol, se referem ao fato de um atleta usar de malícia e sabedoria para ludibriar a arbitragem.

Nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, Paulo Baier jogou muito bem e “jantou” o árbitro Pablo dos Santos Alves.

O carioca, que atualmente é aspirante à FIFA e está locado na Federação Capixaba, é um bom árbitro. Nada de excepcional. Mas algo tem sido um pecado: a inexperiência. E isso é fácil observar, basta responder a seguinte pergunta: Paulo Baier, com quase 40 anos de idade, tem quanto tempo de futebol (desde as categorias amadoras?). Não duvido que o tempo de jogador de futebol do atleta seja maior do que a idade do árbitro. E isso foi preponderante!

Nas inúmeras faltas marcadas a favor do Atlético, o jogador ía lá, conversava com o árbitro; pressionava, dava sua sugestão, pedia um cartão, e… demorava para reiniciar a partida. Nas faltas contrárias, Paulo Baier também conversava com o árbitro, questionando as marcações!

Pablo dos Santos Alves não pode sucumbir à pressão. É difícil apitar na Arena da Baixada. Diferentemente do Morumbi, onde o árbitro nada sente, alguém inexperiente pode sentir lá no estádio atleticano, mesmo o jogo não tendo lances polêmicos. Pressão pode acontecer até em jogo fácil, como este. E Antonio Lopes, treinador esperto, malaco, rodado, soube tirar proveito de tudo isso.

Lopes de um lado, Leão do outro? Coitado do 4º árbitro…

Um jogador pode “jantar” um árbitro quando sente fragilidade nele. O erro de Pablo foi não vibrar com o jogo, ser passivo, permitir a fala contra ele. Deixou Antonio Lopes reclamar e gesticular a vontade, sendo que por 4 vezes no 1º tempo o Quarto Árbitro teve que conter os ânimos. Paulo Baier, com toda a sua experiência, ficou ao pé do ouvido do árbitro na partida inteira.

Ainda sobre o jogo, 3 observações importantes:

1- Excessivo retardamento na reposição de bolas por parte do Atlético (se fosse Futsal, onde o cronômetro pára, estaríamos até agora jogando). A ‘cera’ só foi coibida com o cartão ao Paulo Baier (quantas vezes eu o citei, hein?) quase no apito final! Retarda o jogo inteiro e o adverte próximo do término?

2- A inexistência de Advertências Verbais. Ou era cartão, ou não era nada. A ‘bronca do árbitro’ não apareceu.

3- Pênalti no Rivaldo, no segundo tempo. Titubeou o árbitro.

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

Ops: não posso deixar de observar: que jogaço no Engenhão, não? E lá, o árbitro Francisco Carlos Nascimento – AL, deu um pênalti ao Fluminense que resultou no quarto gol, que certamente invejaria o lance dele próprio na partida Santos X Atlético-PR, no Pacaembu. Se não foi nada o tranco de Cleber Santana em Neymar (jogo apitado também pelo Francisco), o lance de Fluminense X Grêmio menos ainda! Nenhum árbitro marcaria aquele ‘pênalti’ para o Flu; talvez nem o próprio atleta… Lamentável!

– Que luta!

Por 10 dias, muita atividade! Um tempo extra de trabalho assumido e correria demasiada.

Aí fico perguntando: trabalho, trabalho, trabalho… e sempre estou sem grana?

Ah se eu fosse deputado… rsrsrs

– Quando um Jogador pode “jantar” um Árbitro? Atlético-PR X São Paulo, Brasileirão.

 

Na linguagem do futebol, as expressões “jantar, engolir, ganhar, dominar, anular” um juiz de futebol, se referem ao fato de um atleta usar de malícia e sabedoria para ludibriar a arbitragem.

 

Nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, Paulo Baier jogou muito bem e “jantou” o árbitro Pablo dos Santos Alves.

O carioca, que atualmente é aspirante à FIFA e está locado na Federação Capixaba, é um bom árbitro. Nada de excepcional. Mas algo tem sido um pecado: a inexperiência. E isso é fácil observar, basta responder a seguinte pergunta: Paulo Baier, com quase 40 anos de idade, tem quanto tempo de futebol (desde as categorias amadoras?). Não duvido que o tempo de jogador de futebol do atleta seja maior do que a idade do árbitro. E isso foi preponderante!

 

Nas inúmeras faltas marcadas a favor do Atlético, o jogador ía lá, conversava com o árbitro; pressionava, dava sua sugestão, pedia um cartão, e… demorava para reiniciar a partida. Nas faltas contrárias, Paulo Baier também conversava com o árbitro, questionando as marcações!

 

Pablo dos Santos Alves não pode sucumbir à pressão. É difícil apitar na Arena da Baixada. Diferentemente do Morumbi, onde o árbitro nada sente, alguém inexperiente pode sentir lá no estádio atleticano, mesmo o jogo não tendo lances polêmicos. Pressão pode acontecer até em jogo fácil, como este. E Antonio Lopes, treinador esperto, malaco, rodado, soube tirar proveito de tudo isso.

Lopes de um lado, Leão do outro? Coitado do 4º árbitro…

 

Um jogador pode “jantar” um árbitro quando sente fragilidade nele. O erro de Pablo foi não vibrar com o jogo, ser passivo, permitir a fala contra ele. Deixou Antonio Lopes reclamar e gesticular a vontade, sendo que por 4 vezes no 1º tempo o Quarto Árbitro teve que conter os ânimos. Paulo Baier, com toda a sua experiência, ficou ao pé do ouvido do árbitro na partida inteira.

 

Ainda sobre o jogo, 3 observações importantes:

 

1- Excessivo retardamento na reposição de bolas por parte do Atlético (se fosse Futsal, onde o cronômetro pára, estaríamos até agora jogando). A ‘cera’ só foi coibida com o cartão ao Paulo Baier (quantas vezes eu o citei, hein?) quase no apito final! Retarda o jogo inteiro e o adverte próximo do término?

 

2- A inexistência de Advertências Verbais. Ou era cartão, ou não era nada. A ‘bronca do árbitro’ não apareceu.

 

3- Pênalti no Rivaldo, no segundo tempo. Titubeou o árbitro.

 

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

 

Ops: não posso deixar de observar: que jogaço no Engenhão, não? E lá, o árbitro Francisco Carlos Nascimento – AL, deu um pênalti ao Fluminense que resultou no quarto gol, que certamente invejaria o lance dele próprio na partida Santos X Atlético-PR, no Pacaembu. Se não foi nada o tranco de Cleber Santana em Neymar (jogo apitado também pelo Francisco), o lance de Fluminense X Grêmio menos ainda! Nenhum árbitro marcaria aquele ‘pênalti’ para o Flu; talvez nem o próprio atleta… Lamentável!

– Até que enfim! Teremos a iTunes Brasil!

Donos de iPhone, a espera acaba! Depois de muita demora, a Apple abrirá a iTunes por aqui. Na verdade, serão 2 escritórios em SP: um só para o Brasil, e outro para a AL.

Na prática, isso significa que músicas e CD’s brasileiros finalmente serão disponibilizados em arquivos digitais para os iPhones.

Demorou, hein? Aqui: http://is.gd/O1T5wO

– De volta para o Futuro: Nike, McFly e a ação de Responsabilidade Social

A Nike resolveu vender 1500 pares de tênis iguais ao modelo que ela própria fez para o filme “De Volta para o Futuro 2”. E sabem quanto arrecadou? Quase 10 milhões de dólares.

O bacana é que toda a receita foi doada à Fundação de Michael J. Fox (o ator principal da triologia) que hoje sofre de Mal de Parkinson. O dinheiro servirá para financiar novas pesquisas da doença e assistencialismo aos pobres que sofrem desse mal.

Olha o tênis, com 11 imagens, em: http://is.gd/dd6QGT

– Benetton apela para Beijos Gays entre Personalidades Mundiais, incluindo o Papa e Obama!

Beijo gay do presidente dos EUA Obama com o líder chinês e com Hugo Chávez; beijo gay entre lider judeu e líder muçulmano; e beijo gay entre o Papa Bento 16 e o imã de Al-Azhar….

Há tempos, a grife italiana Benetton  procura escandalizar com propagandas polêmicas. E, aproveitando-se do Dia Internacional da Tolerância (religiosa, sexual, racial, entre outras formas), lançou uma campanha publicitária com fotomontagens polêmicas. Em especial, a do líder cristão beijando na boca o líder islâmico foi retirada do ar pela empresa, após grande alvoroço.

A empresa declarou estar “desolada, pois as pessoas não entenderam o sentido daquilo…”

E você, o que pensa sobre isso? Abaixo, algumas fotos:

 

Eu, particularmente, acho extremamente apelativo tal expediente…

Outras fotos no “Jornal de Negócios”, em: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=519875

– Lula Careca

Pois é… e o presidente Lula, se antecipando à queda de cabelos por causa da quimioterapia, raspou a cabeça.

É um momento difícil para quem tem câncer. E para os seus familiares também. Lula aparece sorridente, tirou de letra! Olha a foto:

 

Ricardo Stuckert/Divulgação

Infelizmente, sei bem disso…

– Paulista X Comercial: Porque uma decisão tão rápida?

Hoje a noite teremos nosso querido Paulista de Jundiaí decidindo (jogo de ida) a Copa Paulista.

Tomara que eu esteja errado, mas o Jayme Cintra corre o risco de estar vazio. Quarta-feira pós-feriado, tempo nublado, jogado a noite…

A FPF não deveria ter marcado a final para os dois finais de semana? Além da Federação nunca ajudar, ainda atrapalha…

Algo curioso: o jogo de volta, terá mando do Comercial no estádio do arquirrival Botafogo. Já fiz Comefogo, e é impressionante como eles se odeiam! Imaginem a Ponte Preta decidindo título no campo do Guarani como mandante…

– Eurico Miranda e Kajuru???

O polêmico jornalista Jorge Kajuru entrevistou o também polêmico Eurico Miranda, ex-dirigente do Vasco da Gama.

Não era o Kajuru que prometeu nunca entrevistá-lo?

Na matéria, Eurico falou sobre o ódio à cidade de São Paulo, sobre o estádio do Corinthians ser fruto de mutretagem e que Lula é vascaíno.

Para quem se interessar, está no link: http://is.gd/gF9ZYl