– Neymar e Kleber provam que o Craque do Paulistão é… Lucas!

 

No clássico deste domingo, tivemos uma demonstração clara de que 2 atletas são sinônimos de unfair-play puro: Neymar e Kleber.

 

São ótimos jogadores? Sim.

São maliciosos em campo? Muito.

Decidem? Ambos o fazem. Entretanto, Kleber mostrou muito mais experiência do que Neymar. Logicamente, o tempo de profissionalismo ajudou a ganhar rodagem e saber disfarçar lances ilegais. Mas vamos lá:

 

Kléber usa muito os braços. Foi expulso diversas vezes por escancarar tapas e cotoveladas ao longo da carreira. Parou com tais lances? Não, apenas sabe usá-los com inteligência e maestria. O palmeirense apanha muito, e aí fica a dúvida: bate porque apanha (a autodefesa), ou apanha porque bate (a virilidade excessiva em campo)?

 

Neymar apanha tanto quanto Kléber. A diferença é que Neymar revida escancaradamente, não sabe bater e torna-se alvo dos adversários pelas inúmeras simulações e quedas em campo. Não me convenceu em nenhum jogo contra os grandes. Contra time fraco, faz chover. Em clássicos, a “magia” some.

 

Lucas mostrou o que o diferencia: a busca pela conclusão das jogadas. Ele abdica de cavar as faltas, mesmo tendo um grande batedor no time como Rogério Ceni, e segue nos lances. Prova disso foi o belo gol contra o Mirassol. Sofreu uma falta no meio de campo e permaneceu de pé; driblou, correu e foi deslocado. Buscou o equilíbrio mesmo após a segunda falta e continuou. Resultado: um golaço decisivo para seu time. E sem precisar simular agressões, desrespeitar adversários e/ou ser polêmico e agressivo. Eis o jogador que todo árbitro quer ter em seu jogo. Não dá trabalho em campo e troca a queda pela vantagem no lance. Aliás, a maior parte dos jogadores brasileiros não sabem aproveitar a lei da vantagem.

 

SANTOS x PALMEIRAS: análise da arbitragem

 

Primeiro lance polêmico: Elano dribla e Rivaldo passa lotado. Na sequência, Elano tropeça no corpo do palmeirense. Muito cuidado para esse lance: Rivaldo passa do lance, sem atingir certeiramente o santista. Entretanto, se o corpo dele caído no chão derruba Elano, isso é pênalti por imprudência. Porém, nesse caso, Elano tem como sair da trombada com o corpo caído mas não o faz (claramente busca bater em Rivaldo para cavar o pênalti). Acertou o árbitro.

 

Segundo lance polêmico: Danilo e a bola que bate nas mãos. Costumeiramente, buscamos diferenciar lances usando os termos “bola na mão e mão na bola”. Só que aqui, poderíamos até interpretar o lance com um detalhe da regra (inserido no espírito do jogo): o jogador pode sim usar as mãos contra a bola deliberadamente como proteção. O melhor exemplo é de um chute que vem forte contra o rosto do adversário ou contra as partes íntimas: você pode usar as mãos para proteger-se. Não é pênalti. Desviará a bola? Sem problemas, isso não é relevante para determinar uma infração deliberada. No lance de Danilo, se ele não quís proteger o corpo, ainda assim não teria tempo de fazer com que os braços sumissem do espaço. A proximidade do chute é outro fator para não se dar o pênalti.

 

Os Gols Anulados: na dúvida, pró-ataque. Entretanto, nos lances de extrema dificuldade (o primeiro mais difícil do que o segundo), observa-se que os bandeiras corretamente assinalaram impedimento. Mas se tivessem errado, não poderia culpá-los. Aliás, seria covardia julgá-los.

Importante: um jornalista (que respeito mas discordo de seus comentários) disse que no gol anulado santista, Deola houvera cometido pênalti. Esqueça, nada disso. A partir do momento em que o lance está parado, não vale mais nada; entretanto, vale a advertência pela entrada perigosa.

 

Árbitro: tecnicamente, a partida exigia muito. Não dá para condenar os erros do árbitro (que ocorreram na mesma proporção das inúmeras situações de jogo – o que é normal – e que foram muitos pelo fato de muitos lances). Mas neles, Vinícius Furlan foi muito bem. Não é fácil segurar Neymar e a patota santista reclamando a cada queda, nem as preventivas reclamações palmeirenses como contra-reclamações santistas.

O problema do árbitro, sinceramente, pareceu-me na condução disciplinar. Kleber acertou Neymar no começo e houve a advertência verbal. Neymar revidou e houve a advertência com cartão amarelo, aos 7 minutos. ERROU, era cartão vermelho! Neymar chutou por trás, não visou a bola em momento algum. É a chamada expulsão clássica. Depois desse lance, Neymar fez inúmeras faltas bobas que, acumuladas, renderiam o Amarelo por reincidência. Ou, se Caxias, o Amarelo pelo lance do tapa em Cicinho por ação temerária (e nada de  Vermelho Direto no lance do cicinho, que valorizou em demasia). Ficou de graça o Neymar terminar o primeiro tempo em campo.

A propósito, muita conversa em campo. Não se deve fazer respeitar em campo com xingamentos ou, ao contrário, se fazer todo-ouvidos aos atletas, mas sim com postura que transmita segurança em campo. Em muitos momentos os jogadores exerceram uma pressão absurda contra o árbitro, que, ao final das contas, conduziu bem o jogo.

 

Futebol tem dessas: o santista mais fanático reclamará de meia dúzia de pênaltis pró-Santos; o palmeirense fanático reclamará de que Neymar deveria ser expulso ao menos 3 vezes no mesmo jogo. Nada de radicalismos, pessoal.

 

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

– Os Contratados por Tiririca! R$ 8.000,00 por mês…

 

Pior que tá não fica, né?

 

O que dizer do Tiririca. Fama de palhaço, mas de bobo não tem nada. O nosso novo nobre deputado já contratou 2 humoristas da “Praça é Nossa” (José Américo e Ivan) como assessores parlamentares, com R$ 8.000,00 de salário mensais!

 

O primeiro criou o slogan “Pior que tá não fica”. O segundo o ajudou na campanha. Ético o tal de Tiririca…

– O Empreendedor Sérgio Habib e a “Aventura” da JAC

 

Sérgio Habib personifica a figura do empreendedor na sua essência. Ele, pioneiro na chegada dos carros da Citroen no Brasil, agora aposta suas fichas na chinesa JAC. Montou 50 agências concessionárias, contratou o apresentador Fausto Silva como garoto propaganda e resolveu dar 6 anos de garantia. Audaciosamente, comparou os 11 anos de venda da Toyota com suas 2 semanas de JAC no país. Entretanto, nos quesitos segurança da montadora chinesa…

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI222865-15259,00.html

 

A ARRANCADA DO CARRO CHINÊS

 

por Leopoldo Mateus

 

O empresário Sérgio Habib comemora o sucesso inicial de vendas da JAC. Agora vem a parte mais difícil: conquistar o respeito dos fãs de automóveis

 

A etiqueta “made in China” já provocou reações mais fortes no consumidor brasileiro. Ele franzia a testa e se perguntava quanto tempo o produto iria durar. Essa fase passou, principalmente por falta de alternativa – a China é a fábrica oficial do mundo, dos produtos eletrônicos mais sofisticados e confiáveis às bugigangas mais xexelentas. Quem compra, compra produtos feitos na China. Mas o brasileiro estará pronto para acelerar um carro chinês pelas estradas?

A julgar pelos resultados das duas primeiras semanas de vendas, a chinesa JAC Motors tem motivos para acreditar que a resposta seja sim. “A Toyota levou 11 anos para vender no Brasil 4 mil carros em um mês. Nós vendemos 2.400 em duas semanas”, diz Sérgio Habib, presidente do Grupo SHC, importador oficial da marca. Ah, sim: ele não está nem aí para a imagem geral da manufatura chinesa. “Eu não falo em nome de carro chinês nem de produto chinês. Falo pela JAC.” Não se sabe se o ritmo vai continuar, mas a empresa elevou a expectativa de vendas no ano de 35 mil carros para 45 mil.

Parte desse sucesso inicial tem de ser creditado ao esforço de marketing (o apresentador Fausto Silva é o caro garoto-propaganda) e à tentativa de adaptar os veículos ao gosto brasileiro. Foram gastos dois anos e R$ 30 milhões em testes para entender o consumidor local. Havia muito o que fazer. “Chinês gosta de carro com interior bege, brasileiro prefere escuro”, diz Habib. No final, foram 242 modificações, incluindo detalhes de painel, direção, limpador de para-brisas, borrachas das portas. Nada disso garantia, porém, que o carro enfrentaria bem o campo de provas das ruas brasileiras.

Na reta final, em agosto passado, cinco JACs com mais de 100.000 quilômetros rodados foram entregues a taxistas. A opinião deles encorajou Habib a oferecer seis anos de garantia. “No Brasil, as maiores garantias são da Kia e da Hyundai, de cinco anos. Na Europa e nos Estados Unidos, são comuns garantias de sete a dez anos”, diz o consultor especializado José Caporal, da Megadealer Auto Management. “Nesse ponto, eles mostram autoconfiança.”

Conquistar espaço no mercado e na cabeça dos apaixonados por carros a partir do zero é sempre um desafio, por uma questão de hábitos e por outras bem práticas. “Quem compra um carro de uma montadora nova não sabe se vai conseguir revender o carro por bom preço nem se as peças de reposição vão atender à demanda”, diz Caporal. Habib pode até não gostar da associação com a fama chinesa, mas a JAC espera superar os obstáculos iniciais cultivando a imagem de barata em comparação com a concorrência.

A vanguarda da chegada ao Brasil são dois modelos, o J3 (que pretende concorrer com Fox, Fiesta e Sandero) e o J3 Turin (que tentará tomar mercado do Fiesta Sedan e do Siena). Eles custam entre R$ 37 mil e R$ 40 mil. A montadora promete peças de reposição, revisões e seguro econômicos na faixa em que vão concorrer. O valor inicial cobrado pelas seguradoras seria a metade dos concorrentes na mesma faixa de preço. Até julho será lançado o J6, uma minivan do porte da Chevrolet Zafira. No fim do ano, chegará o J5, um sedã que pretende concorrer com o Toyota Corolla.

O baixo custo e a garantia ampla, entretanto, não tornarão fácil a sobrevivência da JAC no Brasil, caso os veículos não tenham qualidade compatível com o que já existe no mercado. Nesse ponto, a média da indústria chinesa precisa avançar. Em outubro de 2010, o carro chinês Geely CK foi reprovado em testes de segurança do instituto Latin-NCap. No teste de colisão, o modelo recebeu nota zero, numa escala até 5. Em março de 2009, já havia ocorrido fiasco semelhante: o chinês Brilliance BS4 recebeu a nota mais baixa nos testes de segurança feitos pelo instituto alemão Adac, que estuda carros vendidos na Europa. No teste específico de contenção de danos causados a pedestres em eventuais atropelamentos, o sedã também recebeu nota zero. A esse histórico ruim da produção chinesa Habib tem uma resposta pronta: os JACs são veículos globais, com design japonês e italiano e autopeças de fornecedores tradicionais, como Bosch e Delphi. Ele não é um principiante – a JAC é apenas o passo mais arriscado de um veterano no ramo.

Habib, um engenheiro eletrônico com pós-graduação em administração na Universidade Harvard, começou a importar os carros Citroën em 1991. Em 2000, tornou-se presidente da marca no Brasil e expandiu a rede de 30 para 130 concessionárias em oito anos. Hoje, tem 83 concessionárias de Citroën, Jaguar, Aston Martin e da JAC. Na empresa, cultiva a imagem de informal – não para na própria mesa e circula para conversar com os funcionários. Como bom empreendedor fascinado pelo que faz, saboreia os detalhes do negócio com certa obsessão. “Se você ligar para ele agora e perguntar quantos carros da JAC ou da Citroën foram vendidos no Recife no fim de semana, ele sabe”, diz um funcionário.

Mas ele obteve sucesso, até agora, apoiado em marcas tradicionais. Ao abrir a rede JAC com 50 concessionárias no Brasil, Habib inicia um tipo de empreendimento completamente diferente. A empresa está presente em mais de 100 países, mas os resultados não são significativos nem na China. Em 2010, vendeu lá 418 mil unidades e exportou 20 mil, números bem discretos (a China produziu 18 milhões de carros no ano passado). O mercado brasileiro já estreia como o segundo maior para a companhia, e a expansão local foi decisiva para que Habib decidisse trazer a JAC.

A previsão é que 3,5 milhões de novos automóveis cheguem às ruas em 2011. Habib aposta em conquistar principalmente os motoristas novatos, ainda sem conceitos e preferências tão arraigados e mais abertos a experimentar. “O brasileiro compra carro primeiro porque é bonito, segundo porque é completo e terceiro porque é barato”, diz Caporal. Por isso, ele acredita que a JAC terá sucesso – ao menos, enquanto durar a curiosidade dos brasileiros sobre o carro chinês.

– Dilma e a Sua Aprovação. Ilusão?

 

Dilma Roussef está com altíssimos índices de aprovação na 1ª pesquisa de popularidade.

 

Será que depois de 3 meses, dá para avaliá-la coerentemente?

 

Dilma acertou na Política Internacional, afinal, distanciou-se da amizade presidencial iraniana, cobrou ações de respeito aos direitos humanos e não afagou Kadhaffi, como Lula outrora fez. Entretanto, os preços dos combustíveis dispararam no Brasil e o efeito cascata é inevitável sobre os demais produtos. Ela se omitiu. No Mato Grosso, por exemplo, a Anael autorizou 13% de aumento para a energia elétrica. E o Governo? Cala-se.

 

Sabe um descalabro do novo Governo? A Secretaria dos Trens de Alta Velocidade! Criou-se mais um cabidão de empregos para cuidar dos TGVs, que não existem no Brasil! É mole?

 

E, falando de TGV, quem vai querer explorar o tão falado trem-bala, já que com os preços das passagens de ônibus e de avião não compensaria construir tal ferrovia RJ-SP? Aliás, projeto que era para a Copa, virou meta olímpica e quiçá vai sair em 2018…

– A Vantagem de ser Perdedor no Paulistão e o Esdrúxulo Regulamento

 

Amigos, alguém já se deu conta que para os times pequenos e médios do Paulistão, ser 9º  colocado pode ser mais vantajoso do que ser 8º e se classificar para a fase final?

 

O Regulamento da Competição diz que os 8 melhores se classificam, correto?

 

Pois bem: se a Portuguesa estiver classificada entre os 8 primeiros, e com os quatro grandes na ponteira da tabela (o professor de Geografia da FPF deve ser sensacional: Santos não disputa o troféu “Campeão do Interior” pois é do litoral e considerado grande; Portuguesa Santista ou Jabaquara disputariam… São Caetano, São Bernardo e Santo André, que são da Região Metropolitana, viram “caipiras” nesse Regulamento e disputam), teríamos 3 vagas para o interior. Se Ponte Preta e Bragantino (que estão já classificados para o Brasileirão série B) também entrarem, sobra 1 vaga em disputa. E aí, teríamos Mirassol, Paulista e Oeste brigando por ela, com o objetivo maior: classificar-se para a série D do Campeonato Brasileiro e não passar o resto do ano parado.

 

Cá entre nós: para os times pequenos, o verdadeiro mote do Paulistão é o título de ‘campeão paulista’ ou tentar conquistar uma ‘vaga para a 4ª divisão do Brasileirão’, já que no restante do ano esses clubes tendem a fechar seus departamentos de futebol profissional e disputarem a Copa Paulista com equipes juniores?

 

Mas a mágica é a seguinte: Se os classificados forem os citados acima (4 grandes + Lusa + Ponte Preta + Bragantino), o 9º colocado entrará para o Torneio do Interior. Como o 8º pode ser eliminado em jogo único nas quartas de final, o 9º colocado poderia prosseguir no campeonato do interior, pois, teoricamente, os times são de nível técnico menor. Como a pontuação final é a determinante para o representante da Série D (pontuação final é a soma de todas as fases e não apenas a da primeira fase), a nona colocada poderia ter mais pontos por, teoricamente, poder avançar mais no torneio (Lembrando ainda que no Paulistão, os times pequenos não jogariam mais em casa; e no Troféu do Interior, poderiam até fazer a final em seus domínios – até o regulamento é diferente, pois há cobrança de pênaltis em determinada etapa). E se tivéssemos uma “Zebraça” no Campeonato, com os 4 grandes eliminados nas quartas-de-final (e a Lusa não se classificando na Fase 1), poderíamos ter como representantes do interior o 10º, 11º, 12º e 13º colocados disputando o título Campeão do Interior, já que os classificados para a fase 3 não entram!

 

Quem bolou esse regulamento, de fato, é um iluminado! Perder, neste caso, pode ser uma grande vantagem. É claro que é um viés do campeonato, mas não deixa de ser irônico.

 

Não me surpreenderia se observasse time na beira da classificação não se esforçando na última rodada. Aqui, o que vale é a sobrevivência financeiro-desportiva, e não o espírito esportivo. E se olharmos a situação dos clubes, dá para condenar?

 

É complicado. Respire fundo e… diga: você que é torcedor de time pequeno / médio, o que acha: classifica-se em 8º ou em 9º? Qual risco é menor para não ficar parado no restante do ano? Deixe seu comentário:

– Terroristas da Al-Qaeda: Eles estão entre nós!

 

Se no post anterior falamos da interessante matéria da Revista Época sobre o Mensalão, a Revista Veja dessa semana também não fica atrás. Ela fala sobre o fato dos terroristas da Al-Qaeda viverem tranquilamente no Brasil, recrutando jovens!

 

Pior: a Interpol, FBI, CIA e PF não conseguem pegá-los; mas a revista fotografou 5 deles, inclusive o líder do grupo no Brasil.

 

Este país está pedindo para virar uma bagunça mesmo. Não bastassem nossos políticos corruptos, agora até terroristas seguidores de Bin Laden?

 

Só falta o guia deles não estar em nenhuma montanha do Afeganistão, mas a paisana em São Paulo…

– E o Lula ainda vai dizer que “Não Sabia”?

 

A capa da Revista Época dessa semana traz à tona algo que nós já sabíamos e que o ex-presidente Lula cansou de dizer que era mentira: o mensalão realmente era dinheiro público usado por Marcos Valério e que financiava o PT e seus amigos.

 

Não adianta dizer que é “intriga da oposição” (já que o Ministério Público achou até doações para a oposição também); afinal, as provas estão todas nesta edição semanal em cópias de documentos oficiais. Até segurança particular do Lula foi pago com esse dinheiro desviado!

 

“O Mensalão é uma farsa”

 

Lembram-se dessa fala? Foi do próprio ex-presidente, nosso último guia-mestre. E agora? Era mesmo?

– Sem Pagar Imposto? E não dá nada?

 

Tá certo que nosso país é o “País dos Impostos”, mas…

 

Leio no jornal esportivo Lance de que o Fluminense-RJ não pagou nenhum imposto em 2010. E isso pode? Dá o calote e não acontece nada?

 

As dívidas dos clubes de futebol são vergonhosas. Se estivéssemos em um país sério, as autoridades já teriam tomado alguma providência.

 

E você, o que acha disso: clube de futebol deve ter algum privilégio ou não? Deixe seu comentário (que, acredito, logicamente será NÃO). Pergunta boba… kkk

– Domingo de Confraternização?

 

Que tal um Churrasco para comemorar minhas festividades?

 

Será que algum dos meus cunhados providenciará?

 

Lógico, o “homenageado” sou eu e eles devem puxar bastante meu saco. kkk

– A Triste História dos Trigêmeos Brasileiros

 

Lembram-se de “A Escolha de Sofia”, história que contava o drama de uma mãe que deveria escolher um dos filhos para mandar ao campo de concentração?

 

Pois é: aqui no Brasil (em Curitiba), um casal fez tratamento para ter filhos. Nasceram 3 crianças prematuras. Duas mais saudáveis do que a terceira criança, escolhida para ser… abandonada!

 

Recentemente, as crianças saíram do hospital e os pais rejeitaram a criança doente. Alegavam dificuldades financeiras para criar 3 filhos e planejaram o abandono, denunciado por funcionários da maternidade.

 

Duas situações: pais desesperados pelo sustento do filho; ou pais insensíveis e monstruosos, que largam um recém-nascido doente.

 

Não quero julgar. Aliás, nem queria escrever esse post, tamanha a tristeza do assunto.

 

Que Deus ajude a todos, inclusive a criança doente, para que sare e não saiba ou se sinta rejeitada, por motivos justificáveis ou não.

– E a Lusa não se emenda…

 

Tô acompanhando o jogo da Portuguesa X Mirassol. E a Lusa, num campeonato de baixo nível técnico e com 8 vagas, vai caindo fora.

 

Lamentável! Deixou faz tempo de ser time grande, infelizmente.

– Cáritas Diocesana discute o 3º Setor

 

por Reinaldo Oliveira

 

FÓRUM DA CÁRITAS PARA O 3º SETOR FALOU DE PLANEJAMENTO

 

O quarto encontro do Fórum da Cáritas para o 3º Setor realizado no dia 31 de março que teve como tema “Reflexões sobre Comunicação” e “Marketing no 3º Setor”, falou sobre planejamento e organização. Na abertura do encontro, o presidente da Cáritas Diocesna, diácono Francisco Arantes, após dar as boas vindas aos participantes, defendendo a profissionalização da atividade no terceiro setor disse: “Percebo que as entidades trilham o caminho do entusiasmo com organização. Vejo que sobra entusiasmo e falta conhecimentos legais. De nada adianta ter boa vontade se não tiver conhecimentos”. Por conta disso, as palestras “Reflexões sobre Comunicação” ministradas pelo Dr. Danilo Brandini Tiesel, e “Marketing no 3º Setor”, pela Dra. Silvana Nader, falaram sobre organização e planejamento ao publico presente, que atuam nas entidades voltadas para o terceiro setor. Durante mais de uma hora, eles viram exemplos da necessidade de planejar a captação de recursos, com a aplicação de conhecimentos de marketing. O Fórum que teve outros três encontros em agosto, outubro e dezembro de 2010, realizou este quarto encontro e o próximo foi programado para o dia 25 de maio. Os encontros são realizados no anfiteatro da Cúria Diocesana, sempre das 8h30 às 12h. Como são assuntos de interesse geral das entidades, mesmo quem não tenha participado dos encontros anteriores está convidado a participar. A participação e gratuita e não há necessidade de inscrição com antecedência.

– Mais Primaveras de Vida!

 

Obrigado, obrigado, obrigado mesmo.

 

Pena que minhas primaveras não podem ser mais contadas no dedo.

 

Tá bom: hoje apenas 20 anos. Ou melhor: 30. Ok.. Trinta e tantos!

– O Rico Lixo Brasileiro

 

No mundo da Administração de Empresas, as crises devem ser encaradas como oportunidades. E, por mais que algumas fiquem latentes, às vezes são desprezadas.

 

A Revista Superinteressante, Ed Março/2011, pg 25, traz uma mostra disso: fala sobre o valor do lixo mundo afora.

 

Você sabia que 12% do lixo brasileiro não é recolhido, mas jogado nas ruas? Que povo porcalhão!

 

Que menos de 40% das cidades de médio porte brasileira tem coleta seletiva de lixo?

 

Que se produz 1,3 kg de lixo por dia?

 

Que 43% do lixo hospitalar é descartado irregularmente?

 

Que apenas 1% do lixo paulistano é reciclado?

 

Que 90% do alumínio, 45% do papel, 47% do vidro e 21% do plástico consumidos são reciclados?

 

Que 60% da comida brasileira vira lixo orgânico?

 

Diante de tantos índices importantes, não estaríamos de frente a uma grande oportunidade de negócios?

– A Única Profissional do Sexo Reconhecida Pela Justiça

 

Um jargão popular é de que a Prostituição é a Atividade Profissional mais antiga do mundo. Claro que, nas leis trabalhistas, não é reconhecida.

 

Mas leio que a travesti Lilith Prado teve, em última instância, seu direito de exercer a prostituição reconhecido! Mais: o de contribuir ao INSS como tal. Desde 2002, o Ministério do Trabalho deu a ela o direito de recolher os impostos junto à Previdência Social como “profissional do sexo”. Será a única pessoa entre os 6,1 milhões de contribuintes do Brasil a se enquadrar nesta categoria.

 

E você, o que acha disso: Prostituição deveria ser reconhecida como trabalho ou não? Deixe seus comentários: 

(A propósito, em Jundiaí, nos últimos dias, a prostituição no Centro está absurda. Sábado, fui com a família numa tradicional Cantina da Rua Zacarias de Góes, e às 19:30h, as esquinas próximas estavam infestadas de travestis semi-nus. Constrangedor…).

– Abandonando as Minhas Mídias Sociais

 

Amigos, por estar passando por um momento difícil, estarei abandonando as mídias sociais. Isso é fundamental para a minha sobrevivência. Infelizmente, descobri nesta última quinta-feira uma inesperada situação a qual esclareço, a fim de que não haja boatos:

 

1- Cansei de escrever temas polêmicos e ler xaropes que, ao invés de debaterem, ofendem. Xô radicais!

2- Estou sem tempo para nada. Assim, preciso remanejar minhas atividades.

3- Meus planos para me candidatar ao Sindicato dos Árbitros de Futebol e/ou Cooperativa, com o propósito de içar novos patamares sensíveis à categoria, acabam por ir “água abaixo” devido às críticas da atual situação, as quais me incomodam muito.

4- Estou estupefato de tanto trabalhar. A atividade docente chegou ao meu limite.

5- Por fim, hoje é o primeiro dia do quarto mês… Feliz dia da Mentira kkk Tudo o que você leu é exatamente ao contrário!

 

Apenas uma mentirinha engraçada. Bom dia a todos.

– Saudades

 

Uma antiga foto de uma antiga festa de aniversário com meu Vô Toninho.

 

Dias Nostálgicos e Saudosos… Êta italiano “mastiga-broddo”.

– Cantarolando o Sonho de Valsa

 

Estou escrevendo este post ouvindo ao fundo a afinadíssima mamãe com a também afinadinha filhinha cantando na cama: “estrelinhas a cantar…”.

 

Tem coisa mais gostosa e pura na vida do que isso? Depois de tantos problemas sofridos durante o dia, tal canção entoada pelas pessoas que amo me fazem acreditar na vida e na alegria de se viver.

 

Mais: ver minha pequeninha transbordando sapequice! Aqui, ela inventou uma musiquinha para o chocolate Sonho de Valsa, que tanto ela gosta!

 

Em: http://www.youtube.com/watch?v=_-OL9AjCkok

 

Precisa de algo mais para ser feliz? Obrigado, Senhor, pela nossa família!

– Santacruzense X Batatais: Aprendendo com os Erros!

 

Ontem, uma situação desconfortável ocorreu pela série A3 do Campeonato Paulista. A árbitra Katiucia da Mota Lima cometeu um grave equívoco e depois consertou o seu erro. Durou quase 5 minutos a confusão, e, claro, com muita discussão. Mas 2 coisas me chamaram a atenção: o bisonho erro inicial e a covarde tentativa de agressão pós-jogo.

 

Entenda o lance:

 

Time do Santacruzense tem uma falta a seu favor. O jogador arruma a bola, adversário catimba, jogador ajeita novamente e… aquela demora costumeira.

Quando estava pronto para cobrar a falta, o jogador resolve ajeitar pela enésima vez a bola. Ao colocar a mão na bola novamente para arrumá-la, eis que o jogador adversário (Batatais) e aparentemente a árbitra também, entendem que ali foi cometida uma infração. O jogador do Batatais cobra a falta em favor do seu próprio time, e ainda por cima marca um gol! Circo totalmente armado…

 

Entenderam o erro?

 

Após autorização para a cobrança, o jogador colocou a mão na bola novamente. E a árbitra entendeu que ali houve uma mão na bola (pelas imagens, ela deve ter interpretado dessa forma ou foi levada a interpretar pela esperteza do time do Batatais, que reclamou de mão e cobrou o lance como se fosse dele). Houve uma espécie de “reversão da falta”.

 

Na verdade, a árbitra parece ter entendido que, após o apito, colocar a mão na bola seria uma infração. Entretanto, após um tiro livre, a bola só entra em jogo a partir do momento em que ela é tocada e se move. Assim, a bola só estaria em jogo quando alguém a chutasse. O uso das mãos naquele momento não coloca a bola em jogo, e, sendo assim, não é falta, já que a bola não entrou em jogo e a partida está parada aguardando um reinício. Ali, simplesmente, a árbitra poderia dar uma advertência com Cartão Amarelo por Retardamento e mandar o atleta agilizar a cobrança.

 

Como vocês poderão ver nas imagens do link abaixo, o jogador do Batatais cobra rápido a “falta”  (que não existiu ao seu favor, pois a partida não tinha sido legalmente reiniciada) e faz, para azar da árbitra, o gol. Chega a impressionar como os atletas do Santacruzense acuam a árbitra, sendo que em determinado momento o time inteiro (junto com a Comissão Técnica e outras pessoas) a colocam num cantinho do estádio, tendo o bandeira e o quarto árbitro como companheiros de defesa.

 

Após tanta discussão, o gol é anulado acertadamente, e aí a reclamação passa a ser do time do Batatais. A partida é reiniciada com um bola ao chão (erroneamente, pois se nada daquilo valeu, e a falta originariamente marcada a favor do Santacruzense foi cobrada pelo adversário, deve-se reiniciar o jogo com o tiro livre direto marcado anteriormente (num primeiro momento, dá a entender que há até erro de direito, caso o gol fosse confirmado. Mas, como argumento a favor da árbitra, pode alegar que, de repente, um bandeira houvera avisado o erro e por isso o fato de se voltar atrás).

 

Erros incomuns como esse que fazem com que a Regra de Jogo seja apaixonante. Mas vale registrar:

– o vacilo inicial da árbitra;

– a coragem final da árbitra;

– a pressão que deu certo do Santacruzense;

– as tentativas covardes de agressão pós jogo do Batatais sobre a moça (vide no relatório em: http://sumulaonline.fpf.org.br/sistema/sumula_file/getpdf.php?f=tmp7A16.tmp)

– a não manifestação do Sindicato dos Árbitros ou da Cooperativa (logo após a partida Prudente X São Paulo, eles se manifestaram prontamente em seus sites contra as reclamações de Paulo César Carpegiani. E agora, quando quase bateram numa moça, ficarão quietos?)

por fim: a urucubaca que é a relação Mulheres X Santacruzense. E justo naquele gol! É o mesmo palco em que Sílvia Regina foi acusada do famigerado “Gol de Gandula”, que nunca foi de gandula (eu estava lá… sei bem da história).

 

Veja o lance: http://www.youtube.com/watch?v=p_zbowoeolo

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

– Santacruzense X Batatais: Aprendendo com os Erros?

Ontem, uma situação desconfortável ocorreu pela série A3 do Campeonato Paulista. A árbitra Katiucia da Mota Lima cometeu um grave equívoco e depois consertou o seu erro. Durou quase 5 minutos a confusão, e, claro, com muita discussão. Mas 2 coisas me chamaram a atenção: o bisonho erro inicial e a covarde tentativa de agressão pós-jogo.

 

Entenda o lance:

 

Time do Santacruzense tem uma falta a seu favor. O jogador arruma a bola, adversário catimba, jogador ajeita novamente e… aquela demora costumeira.

Quando estava pronto para cobrar a falta, o jogador resolve ajeitar pela enésima vez a bola. Ao colocar a mão na bola novamente para arrumá-la, eis que o jogador adversário (Batatais) e aparentemente a árbitra também, entendem que ali foi cometida uma infração. O jogador do Batatais cobra a falta em favor do seu próprio time, e ainda por cima marca um gol! Circo totalmente armado…

 

Entenderam o erro?

 

Após autorização para a cobrança, o jogador colocou a mão na bola novamente. E a árbitra entendeu que ali houve uma mão na bola (pelas imagens, ela deve ter interpretado dessa forma ou foi levada a interpretar pela esperteza do time do Batatais, que reclamou de mão e cobrou o lance como se fosse dele). Houve uma espécie de “reversão da falta”.

 

Na verdade, a árbitra parece ter entendido que, após o apito, colocar a mão na bola seria uma infração. Entretanto, após um tiro livre, a bola só entra em jogo a partir do momento em que ela é tocada e se move. Assim, a bola só estaria em jogo quando alguém a chutasse. O uso das mãos naquele momento não coloca a bola em jogo, e, sendo assim, não é falta, já que a bola não entrou em jogo e a partida está parada aguardando um reinício. Ali, simplesmente, a árbitra poderia dar uma advertência com Cartão Amarelo por Retardamento e mandar o atleta agilizar a cobrança.

 

Como vocês poderão ver nas imagens do link abaixo, o jogador do Batatais cobra rápido a “falta”  (que não existiu ao seu favor, pois a partida não tinha sido legalmente reiniciada) e faz, para azar da árbitra, o gol. Chega a impressionar como os atletas do Santacruzense acuam a árbitra, sendo que em determinado momento o time inteiro (junto com a Comissão Técnica e outras pessoas) a colocam num cantinho do estádio, tendo o bandeira e o quarto árbitro como companheiros de defesa.

 

Após tanta discussão, o gol é anulado acertadamente, e aí a reclamação passa a ser do time do Batatais. A partida é reiniciada com um bola ao chão (erroneamente, pois se nada daquilo valeu, e a falta originariamente marcada a favor do Santacruzense foi cobrada pelo adversário, deve-se reiniciar o jogo com o tiro livre direto marcado anteriormente (num primeiro momento, dá a entender que há até erro de direito, caso o gol fosse confirmado. Mas, como argumento a favor da árbitra, pode alegar que, de repente, um bandeira houvera avisado o erro e por isso o fato de se voltar atrás).

 

Erros incomuns como esse que fazem com que a Regra de Jogo seja apaixonante. Mas vale registrar:

– o vacilo inicial da árbitra;

– a coragem final da árbitra;

– a pressão que deu certo do Santacruzense;

– as tentativas covardes de agressão pós jogo do Batatais sobre a moça (vide no relatório em: http://sumulaonline.fpf.org.br/sistema/sumula_file/getpdf.php?f=tmp7A16.tmp)

– a não manifestação do Sindicato dos Árbitros ou da Cooperativa (logo após a partida Prudente X São Paulo, eles se manifestaram prontamente em seus sites contra as reclamações de Paulo César Carpegiani. E agora, quando quase bateram numa moça, ficarão quietos?)

por fim: a urucubaca que é a relação Mulheres X Santacruzense. E justo naquele gol! É o mesmo palco em que Sílvia Regina foi acusada do famigerado “Gol de Gandula”, que nunca foi de gandula (eu estava lá… sei bem da história).

 

Veja o lance: http://www.youtube.com/watch?v=p_zbowoeolo

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

– Os Parceiros da RedeTV na Compra dos Direitos do Futebol

 

A pendenga dos direitos de TV continua, entre Globo, Record e RedeTV. No papel, a Globo perdeu e os direitos de 2012 a 2014 são da RedeTV.

 

Olha que curioso: segundo a Revista Exame, pg 30, Ed 988, por Maurício Onaga, os anunciantes concorrentes da Globo já compraram cotas da RedeTV. Na Globo, 3 patrocinadores-masters do futebol são: Itaú, Volks e Vivo. Na Rede TV, serão: Bradesco, GM e OI.

 

A briga será boa, hein?

– Um País que Nasceu Desregrado Pelo Imperador: O Demonão ou Fogo Foguinho

 

Descobriu-se que a Hispanic Society of America, em Nova York, possuía algumas cartas do imperador brasileiro Dom Pedro I. E eram inéditas!

 

Tais cartas agora são divulgadas. E não é que as cartas eram para a amante do imperador, a Marquesa de Santos? E nosso libertador usava nomes como “Demonão” ou Fogo foguinho”, chamando a amante de”Titília”.

 

A Imperatriz Leopoldina, sua esposa, deve se revirar ao túmulo ao saber de tais relatos:

 

“Ontem mesmo fiz amor de matrimônio para que hoje, se mecê estiver melhor e com disposição, fazer o nosso amor de devoção. Aceite, meu benzinho, meu amor, meu encanto e meu tudo, o coração constante. Deste seu fiel amante, o Demonão.”

 

Desde aquele tempo não dá para confiar em político, não? O imperador dizia a amante que fez sexo só por compromisso com a esposa e que o fogo estaria com a amante! Cara-de-pau o Dom Pedro!

– Cadê os Resultados da Eleição da Coafesp?

 

Democracia é bom por causa disso: As eleições da Cooperativa dos Árbitros de Futebol do estado de São Paulo, cujo candidato único era Silas Santana, ocorreu na última segunda dia 28. Não bastasse o fato do atual presidente da Cooperativa dos Árbitros ser também funcionário da FPF (o que traz, no mínimo, incompatibilidade de funções); não bastasse o fato do seu diretor, Arthur Alves Júnior, ser também o novo presidente do Sindicato dos Árbitros (o que traz uma incompatibilidade ainda maior, pois são, na verdade, 2 funcionários da FPF), ainda não se tem o resultado divulgado das eleições publicamente!

 

Claro que Silas Santana deve ter ganhado de lavada. Mas não custa nada os árbitros terem idéia de como foi a eleição na Cooperativa. No Sindicato, o placar foi de 260 X 0 ! Unanimidade sensacional…

 

No Rio de Janeiro, árbitros cariocas estão entrando na Justiça contra Jorge Rabelo, que, coincidentemente, trabalha na Federação Carioca e ao mesmo tempo é presidente da Cooperativa e do Sindicato local.

 

Como Rio e São Paulo são parecidos, não? Felizmente, lá, ao menos, alguém se manifestou…

 

Não posso deixar passar batido, embora com certo atraso, o excelente artigo do ex-árbitro Euclides Fiori, extraído do Blog do Paulinho: http://www.midiasemmedia.com.br/paulinho/?p=26226

 

COLUNA DO FIORI – FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

 

Ouvidor e Presidente da COAFESP

COAFESP

Continuo convicto que o surgimento da Cooperativa dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo – COAFESP – ocorreu após algumas conversações coordenadas pelos “impolutos” dirigentes da FPF que em determinado momento decidiram:

Silas Santana – será o presidente  e Artur Alves Junior – secretário geral

HISTÓRIA

Silas Santana nunca participou de qualquer movimento em defesa dos árbitros alegando que sua função profissional – estrelinha da PM – impedia que participasse destes movimentos.

SEGURANÇA

O ex-árbitro Silas Santana sempre usou da sua condição profissional para fazer segurança direta ou indireta para Eduardo José Farah ex-presidente da Federação Paulista de Futebol.

Silas Santana foi e continua sendo abotoado com o ocupante do poder, seja DEUS, o Diabo, ou, o Talvez.

VANTAGENS

Com o serviço da segurança para Eduardo José Farah, repentinamente, Silas Santana foi subindo até chegar ao “admirável” quadro de Aspirante FIFA que nada representa, serve para premiar aqueles que estiveram ao lado dos mandatários, continua sendo premiar financeiro e satisfação para o egocentrismo.

OUVIDOR

Conforme postados anteriores, ratifico que Silas Santana enquanto presidente da COAFEP não pode e não deve ser ouvidor da FPF.

AVALIAR

O ouvidor analisa o desempenho do árbitro dentro do campo de jogo, sendo assim, em muitos casos poderá opinar pela punição ao árbitro.

CONFLITO DE FUNÇÕES

O exercício da presidência da COAFESP exige do ocupante total desincompatibilizar com funções antagônicas. Silas Santana, não o fez.

SAFESP

O futuro presidente Artur Alves Junior não teve concorrentes, foi candidato único, contando com apoio dos dirigentes da federação e dos clubes.

POSSE

Artur Alves Junior será empossado proximamente, sou convencido que deve pedir demissão da CEAF-SP, do cargo de secretário da COAFESP, bem como, de todas as funções que venham a conflitar com o cargo de presidente da principal entidade dos árbitros de futebol do estado de São Paulo.

BALANÇO

Em rápido passar de olhos pelas escalas anteriores, verifiquei que alguns dos árbitros que divulgaram a candidatura de Artur Alves Junior para a presidência do SAFESP, foram e são laureados pelas bolinhas que ostentam seus números quando do sorteamento.

ÁRBITROS DO INTERIOR

Em meu tempo sempre lutei por igualdade de condições entre os árbitros da capital e interior por abominar as intrigas que eram incentivadas pelos politiqueiros.

EM TEMPO

Sempre exigi que os dirigentes do SAFESP socorressem todos os árbitros fossem ou não associados por entender que é assim que se conquista credibilidade.

ATUALIDADE

Não podemos nos esquecer que os dirigentes da federação obrigam que os árbitros se filiem e paguem mensalidades para as duas entidades, caso não o façam, não são escalados.

– O Dobro de Assessores Parlamentares. E Ninguém se Manifesta?

 

A Assembleia Legislativa aprovou a lei que dobra o número de assessores parlamentares. Dos atuais 16, cada deputado passa a ter 32!

 

Quanto isso vai custar aos nossos bolsos? E, cá entre nós: precisa de 32 pessoas servindo a cada deputado estadual? E ainda serão contratados sem concurso, pois são “cargos de confiança”.

 

É brincadeira esse desfalque aos cofres públicos. Cadê a população que não se manifesta? Será que não há gente sensata na assembléia, que force a derrubada dessa lei?

 

Com pesar, vejo que os deputados jundiaienses Pedro Bigardi e Ary Fossen votaram a favor e justificaram vaziamente…

 

E o seu deputado? Votou a favor ou contra? Deixe seu comentário:

 

PROJETO QUE DOBRA ASSESSORES DEVE TER BRIGA POLÍTICA

 

Proposta foi aprovada na Assembleia Legislativa por 92 votos a favor e só dois contra; o gasto com benefícios pode aumentar em até R$ 11,2 milhões caso todos os deputados estaduais façam as 32 nomeações sem concurso

 

Por Reinaldo Chaves

 

Os deputados estaduais aprovaram nesta terça-feira (29) à noite, na Assembleia Legislativa, o projeto que dobra o número de assessores que podem ser contratados, dos atuais 16 para 32. Mas a proposta ainda tem polêmicas sobre o aumento de gastos e até jurídicas.  

Durante a tarde de terça, a Assembleia  chegou a encerrar a sessão ordinária após o anúncio da morte do ex-vice-presidente José Alencar. Mas, à noite, os deputados voltaram a se reunir para votar, sem alarde, o projeto polêmico.

No final, o projeto foi aprovado por 92 votos a favor e só dois contra: os deputados Major Olímpio (PDT) e Carlos Giannazi (PSOL).

A proposta  prevê que caso os deputados  contratem mais assessores terão  que reduzir os salários dos atuais.

Carlos Giannazi, além de não concordar com aumentos de gastos para os cofres públicos, disse nesta quarta-feira (30) ao BOM DIA que teme uma briga jurídica. “É proibido reduzir salários de forma arbitrária no Brasil. Há uma dúvida jurídica e muitos funcionários podem questionar isso. Esse projeto de mais assessores é irrelevante, deveríamos legislar sobre educação e saúde”, disse.

Major Olímpio disse ter votado contra porque não concorda com o aumento de gastos. “O gasto com benefícios pode aumentar em até R$ 11,2 milhões. Em um momento em que a presidente corta R$ 50 bilhões do Orçamento e em que o governador pede que as secretarias enxuguem gastos, até fiscalizando o uso de aeronaves pelos secretários, é um contra-senso a Assembleia aumentar gastos”, opina.

Após a aprovação na Assembleia, o projeto segue agora para o governador Geraldo Alckmin (PSDB) analisá-lo. Ele tem 14 dias para sancioná-lo ou não. Por meio de sua assessoria, ele disse apenas que  o projeto está em avaliação.

 

Jundiaienses tentam dar explicações

 

O deputado estadual Ary Fossen (PSDB) justificou o voto pelo consenso e diz apenas que “votou como outros 91 deputados”. E seu colega Pedro Bigardi (PCdoB) minimiza riscos ao dizer que não se trata de aumento de gastos mas de “flexibilização” na forma das equipes de gabinete.

Para Eduardo Pacheco, analista de vendas, as normas impedem uma opinião formada pela comunidade. “Mais pessoas no mesmo gasto? Fica difícil entender”, afirma.

A ONG Voto Consciente também não avaliou ainda o projeto dos deputados estaduais. “Um risco é em breve haver pressão por valores mais baixos que precisam ser reajustados”, diz o participante Cleber Possani

– Duda Teixeira e a Irmandade Muçulmana

 

Sensacional a entrevista do repórter da Revista Veja Duda Teixeira (pg 82-83 de 30/03/2011) com Esam El-Erian, porta-voz da Irmandade Muçulmana, movimento Revolucionário do Egito e de alguns países árabes.

 

Sobre a transição política egípcia, o jornalista acabou colocando pontos do radicalismo islâmico em questão. E o radical, evidentemente, se deliciou em mostrar algumas “loucuras contra ocidentais”. Por exemplo: para ele, os americanos e israelenses incentivam disputas religiosas pois não queriam a saída de Mubarak do poder; se diz entristecido pois os cristãos da Igreja Ortodoxa Copta se declaram seguidores de Cristo (ele acha que não se deve manifestar religião contrária ao regime) e que o clérigo Yusuf AL Qaradawi é um sábio, pois declarou que “o marido tem o direito de bater na mulher (…) de que os países árabes têm que desenvolver bombas nucleares (…) e que ataques suicidas são válidos”.

 

O pior é que ele acha esse clérigo moderado… E o cara é um dos maiores influenciadores no momento, naquele pedaço de mundo.

 

Santa paciência…

– Vontade de Trabalhar, de Produzir…

 

Agora 02:45h e o sono sumiu. Uma vontade imensa de trabalhar bate na alma, corpo não quer ficar deitado e a mente à mil!

 

Lembro-me do amigo Padre Lucas, um querido professor de Teologia, que disse certa vez: o “Espírito Santo age quando e como quer”. E é verdade! Quantas vezes temos estalos e uma louca e sadia disposição? É nesses momentos que devemos deixar as idéias fluírem e aproveitar o tempo.

 

Enquanto isso, estou aqui preparando aulas, corrigindo trabalhos acadêmicos e planejando o orçamento do próximo mês. Hum… aí a vontade vai embora… kkk

 

Bom dia a todos!

– Jundiaí terá mesmo a Apple?

 

O “Bom Dia Jundiaí” levantou que a Foxconn, uma espécie de “montadora” da Apple, deseja construir iPhones e iPads em uma nova unidade para exportá-las ao mundo todo. E que nossa Jundiaí é uma das grandes candidatas a tal planta!

 

Tal notícia causou muita repercussão na cidade, tanto que a IstoÉ desta semana trouxe 3 páginas sobre o assunto. Abaixo:

 

JUNDIAÍ: A ESPERA DA APPLE

 

Cidade Paulista vive alvoroço após ser apontada como possível destino de uma linha de produção do fabricante do iPad

 

por Patrícia Diguê

 

A “terra da uva”, como é conhecida a cidade paulista de Jundiaí, a 60 quilômetros da capital, só tem pensado em uma outra fruta. Desde a semana passada, o apetite local é pela maçã. Mas não a de comer. Aliás, a maçã dos sonhos dos jundiaienses já está até mordida. É aquele símbolo da marca mais cobiçada de produtos eletrônicos do mundo, a americana Apple, que poderá escolher a cidade, sede de 90 multinacionais, para instalar sua primeira fábrica brasileira.

A notícia veiculada por um jornal local (“Rede Bom Dia”) de que a Foxconn, empresa de Taiwan que já fabrica produtos das gigantes Sony e da HP em Jundiaí, quer ampliar suas instalações na cidade para produzir Macs, iPhones, iPods e iPads colocou o município nas páginas de jornais e sites tanto do Brasil quanto do Exterior. “‘O Bom Dia’ nunca foi tão citado, o Brasil inteiro noticiou, e chegou até na ‘Forbes’”, disse o jornalista Fábio Pescarini, que trouxe à tona a informação, sobre a conceituada revista americana de economia. Dezenas de jornais e sites reproduziram a matéria do jornal local ao longo da semana passada.

Desde então, não se fala de outra coisa na cidade de 380 mil habitantes. “Quem sabe o Steve Jobs (CEO da empresa) não vem para inaugurar a fábrica?”, sonha a assessora de imprensa da prefeitura, Cíntia Souza, que está se desdobrando para atender a enxurrada de ligações de jornalistas querendo saber da novidade. A prefeitura, porém, diz que só pode revelar que a Foxconn, que tem duas fábricas na cidade, solicitou estudos para instalar uma terceira planta. Foxconn e Apple tampouco confirmam, mas na cidade é dado como certo que a fábrica virá.

“A gente gostaria de dar esta notícia, porque os produtos da Apple, além de desejados, têm alto valor agregado, o que gera mais renda e empregos”, afirma o prefeito Miguel Haddad, que tem um tablet iPad, adquirido em uma viagem ao Exterior. Ele está confiante que a Foxconn, que já é a montadora da Apple na China, elegerá a terra da uva para fabricar seus produtos.

O principal atrativo, conforme o prefeito, é a infraestrutura urbana e a logística da cidade (próxima ao porto, aeroportos e polos consumidores e servida de estradas e ferrovias), facilidades que já atraíram quase mil indústrias de 30 diferentes segmentos nas últimas décadas, entre elas o maior centro de distribuição da Casas Bahia, Coca-Cola, Itautec, TAM e Siemens. “As empresas vêm para cá e já têm tudo na porta”, afirma Haddad, já sonhando com um iPad 2 (lançado mundialmente este mês) “Made with pride in Jundiaí” (feito com orgulho em Jundiaí), o slogan do Conselho Municipal de Relações Internacionais. A Foxconn, presente em 14 países e empregadora de 1,3 milhão de pessoas, a maioria na China, também tem instalações em outras três cidades brasileiras: Indaiatuba e Sorocaba, em São Paulo, e Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. Em Jundiaí, abriu a primeira fábrica em 2007 e a segunda, em 2009, tornando-se a maior empregadora do município, com mais de três mil funcionários.

“A possibilidade de uma indústria como a Apple em Jundiaí tem mexido com toda a comunidade”, afirma o diretor do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Jundiaí, Mauritius Reisky. “A instalação da empresa seria motivo de grande orgulho”, ressalta. Não é de hoje que a Apple, ícone de inovação no mundo digital, namora o Brasil para instalar mais uma linha de produção. O último flerte aconteceu quatro meses atrás, quando o empresário Eike Batista anunciou que negociava com montadoras da marca na Ásia e até anunciou o valor do investimento, US$ 1,6 bilhão. “Sim, a gente quer trazer (a Apple) porque a gente (o Brasil) tem de pagar duas vezes e meia o preço de um iPad”, declarou o megaempresário na ocasião.

Por causa dos rumores da semana passada, algumas publicações, incluindo a “Forbes”, relacionaram os planos do empresário, o oitavo homem mais rico do ano, à movimentação da Foxconn em Jundiaí. “Bilionário Batista pode realizar desejo de abrir fábrica da Apple no Brasil”, diz a reportagem. A assessoria de Eike não confirma a história, mas reafirmou que o grupo de Eike, o EBX, mantém o interesse em atrair fabricantes de tecnologia digital. Porém, ressalta que o local seria o Superporto do Açu, que a empresa está construindo em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro. Será que Jundiaí vai levar a melhor?

– José Alencar: Perseverante, mas não Imortal

 

Muito já foi dito sobre a morte do ex-vice-presidente José Alencar. Inúmeras cirurgias, diversas internações, câncer em múltiplos órgãos…

 

Com espírito empreendedor marcante, foi o vice-candidato ideal para que os empresários pudessem acreditar em Lula. Aliás, suas insistentes reclamações contra a políticas de juros foram o calcanhar de Aquiles positivo do presidente.

 

Que descanse em paz.

– Atividades da Última Semana na Faculdade Santana de Salto

 

Amigos, um pequeno resumo das atividades dessa semana que exigiram espírito crítico:

 

8º. Semestre: Conversamos sobre “Gestão à Brasileira”, discutindo modelos característicos da Administração de Empresas no Brasil e a existência ou não de uma “Teoria da Administração Tupiniquim”.

A maior parte dos alunos disse que temos sim um modelo bem característico, podendo ser definido como uma Escola da Administração. Os argumentos foram bem desenvolvidos pelos alunos, que ponderam diversos fatores. Os que não defendem tal teoria, justificam que as características culturais ocorrem em todos os lugares, e que as brasileiras não teriam força suficiente de moldar uma nova teoria.

 

2º. Semestre: Trabalhamos sobre o tema “ONG’s”: Terceiro Setor e Voluntariado.

Melhores redações nos textos dessa vez! Menos quantidades de erro da Língua Portuguesa (mas ainda com alguns erros absurdos) e mais argumentação.

Ao contrário do debate em aula, vários alunos manifestaram que trabalham como voluntários em ações cidadãs, além de citar algumas que respeitam, como AA (Alcoólicos Anônimos) e NA (Narcóticos Anônimos).

Sobre o assunto, a maioria absoluta crê que as ONG’s devem fiscalizar o governo e / ou complementar ações sociais, justificando que se forem “substitutas”, há acomodação das autoridades governamentais.

Erros a serem evitados:

“Os EUA é” (Os EUA são…)

AS ONGUES (ONGUE??????????? Onde? É ONG)

Certesa, aliá (aliar), complementão (complementam), encentivo, brasil…

– Inovação: Muita grana ou Muita Competência?

 

Sempre questione a relação Competência Financeira X Competência Intelectual/Administrativa. Nem sempre ter dinheiro significa ter sucesso.

 

Veja só: o conhecidíssimo Clemente Nóbrega, em seu enésimo excepcional artigo, escreveu a respeito dos investimentos minguados no Brasil em INOVAÇÃO. E desafia: se investirmos mais dinheiro, teremos mais inovação?

 

Ele duvida. Responde que nem sempre dinheiro se transforma em bons resultados.

 

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI177094-16644,00-O+FATOR+DECISIVO.html

 

O FATOR DECISIVO

 

O Brasil investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB. Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido

 

Em um artigo publicado em 2007, mostrei a correlação entre incompetência para inovar e instituições fracas – não há inovação sem que na sociedade haja confiança institucionalizada. Pesquisas mostram que não melhoramos nisso, mas temos outros pecados também. Fala-se que o país investe pouco em inovação – cerca de 1% do PIB (países ricos, duas ou três vezes mais). Será que mais uns bilhõezinhos melhorariam nossa performance? Duvido. Eu não aumentaria investimentos, rearranjaria recursos que já estão no sistema. Veja só. No mundo da gestão (de qualquer coisa, privada ou pública), só o que legitima é resultado – output, não input. Sucesso não é medido pelo que entra no sistema, mas pelo que sai dele. Não número de policiais nas ruas, mas redução de crimes. Não campanhas de vacinação, mas diminuição de doenças. Claro que inputs são aproximações – proxys, como dizem, para resultados esperados, mas um gestor que se limita a proxys não é um gestor, é um burocrata.

A Apple – empresa mais inovadora do mundo – investe bem menos em inovação do que a média das empresas de tecnologia, mas obtém muito mais resultado. É mais produtiva em inovar. Numa empresa, os dirigentes estabelecem diretrizes (metas a atingir e meios para que sejam alcançadas). Ex: “Queremos que, dentro de cinco anos, 20% de nossas receitas estejam sendo geradas por produtos que não existem hoje”. Os recursos que vão ser alocados para que a diretriz seja cumprida dependem da meta a alcançar, não é simples? O que as empresas inovadoras têm são processos gerenciados em função de metas de output de inovação. Assim: “Se tudo continuar sendo feito como vem sendo feito, cresceremos ‘x%’ ano que vem. Mas se quisermos inovar, então, em cima de ‘x%’, colocaremos, digamos, mais um ou dois pontos percentuais, que têm de vir de inovações. Ficando no ‘papai &mamãe’, cresceríamos 20%, mas a meta é 22%. Esses 2% além do ‘esperado’ são inovação na veia. O investimento para chegar lá será um percentual desse ‘extra’ que espero obter (um percentual aplicado aos 2%). Os 2% de inovação terão de ser desdobrados por todas as áreas produtivas da empresa. Cada uma dará sua contribuição para o todo. Não sabem como fazer? Treine-os, há método para isso. A unidade bateu sua meta de inovação? Prêmios, bônus, fanfarras. Não bateu? Bem, o que acontece com um vendedor que não vende? Com um financeiro que não planeja o fluxo de caixa? Não há mistério. É gestão pelas diretrizes. Tem meta, prazo, responsabilização e plano de ação. A cada período tudo se repete – um delta além do ‘papai &mamãe’, incorporando os ganhos do período anterior”.

 

A Apple investe bem menos em inovação do que
a média, mas obtém muito mais resultado


Órgãos fomentadores de inovação devem parar de se medir pelo dinheiro que injetam no sistema, como se isso garantisse resultado. Sem gestão, não garante. O input que conta é conhecimento, mais que dinheiro. Atenção: o investimento em inovação (como percentual do resultado) tem de diminuir com o tempo, mas riqueza nova tem de ser criada continuamente. Possível, mas só com gestão da inovação.

* Clemente Nobrega é físico, escritor, consultor de empresas e autor do blog Ideias e Inovação no site de Época NEGÓCIOS

– Gays na Eurocopa 2012

 

O portal de futebol KiGol traz uma interessante matéria sobre a vontade de grupos gays desejarem assentos especiais na Eurocopa 2012 a ser realizada na Ucrânia e na Polônia.

 

Ao ler sobre o assunto, fico pensando: será que é necessária tal ‘regalia’? Tal medida não seria mais discriminatória do que inclusiva? Fico na dúvida.

 

Aqui no Brasil, lembro-me da Torcida Organizada Fla-Gay, do Flamengo, que ficava num cantinho do Maracanã. Não me recordo de ações preconceituosas contra ela.

 

O que você acha de tal pedido: exagero ou necessidade dos grupos gays poloneses? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://kigol.com.br/blog/view/post/coloridos-grupo-de-torcedores-gays-pede-tratamento-especial-na-eurocopa-2012

 

GRUPO DE TORCEDORES GAYS PEDE TRATAMENTO ESPECIAL NA EUROCOPA 2012

 

Um grupo de torcedores poloneses está causando polêmica no país que sediará a Eurocopa, em 2012. Formado por gays, a turma exige que sejam colocados assentos exclusivos para acompanhar os jogos da competição que acontecerá na Polônia.

 

Caracterizados como a primeira torcida formada por gays na Polônia, o grupo teme agressões, caso fiquem espalhados nas arquibancadas. Chamados de Teczowa Trybuna 2012 (“Tribuna Arco-Íris 2012” em polonês), eles acreditam que com essa medida a violência contra os gays diminua no país. 

 

“Durante viagens para jogos de nossos clubes, infelizmente sofremos frequentemente com o assédio, violência e outras coisas desagradáveis destes ‘torcedores reais’. Sonhamos em relaxar nos estádios, nas arquibancadas, e não imaginamos que isso seja possível na Euro-2012, que será disputada em nosso país”, afirmou o grupo em comunicado oficial.

 

Porém, a ideia já foi negada por algumas sedes dos jogos. Em Gdansk, uma das sedes da competição, alegaram que a medida só faria com que o preconceito ficasse mais evidente. 

 

Gregory Czarnecki, um dos membros da Campanha contra a homofobia, em Varsóvia, também não concorda com a ideia.

 

“Não acredito que muitas pessoas tenham coragem suficiente não apenas para ir como também para se sentar neste setor especial”, comentou.

– Bicicletada e Café Democrático

 

Amigos, dois eventos de extrema relevância social: uma ‘bicicletada cultural’ e o ‘café democrático’. Participo aos amigos através do texto enviado do amigo jornalista Reinaldo Oliveira: abaixo:

 

Bicicletada Jundiaí na luta por menos carro na rua e mais cultura

 

No sábado, dia 26 de março, o Bicicletada Jundiaí, grupo formado há mais de dois anos e que reúne pessoas que defendem o uso da bicicleta como forma de transporte urbano, realizou mais uma edição do seu já tradicional passeio ciclístico pelas ruas de Jundiaí. Denominado Bicicletada Cultural, ele saiu às 16h do complexo Argos, passando pela Ponte Torta, subiu a Rua Barão de Jundiaí, com parada em frente a Câmara Municipal, Teatro Polytheama, Praça da Matriz, Museu Barão de Jundiaí, Casa da Cultura, Centro das Artes, Escola Conde de Parnaíba, Fórum de Jundiaí e igreja São Bento. Desceram pela Rua Dr. Almeida, fizeram parada no Ateliê Casarão, seguindo depois pela Avenida dos Ferroviários e fazendo parada no Museu dos Ferroviários. Durante o percurso, os participantes fotografaram diversos pontos culturais da cidade, onde as melhores fotos farão parte de um calendário municipal. Além do percurso pelos pontos históricos da cidade, mandaram um recado solicitando mais espaço para o uso das bicicletas como meio de transporte respeito por parte dos motoristas. Em 2009, o grupo elaborou e foi entregue na prefeitura de Jundiaí, um Plano Cicloviário, onde são apresentadas metas que tragam mais segurança aos ciclistas da cidade, como sinalização, bicicletarios e ciclovias. A aplicação do plano mostra os benefícios para a população como a melhoria da qualidade do ar, meio ambiente, diminuição dos congestionamentos, bem como implementação de campanhas educativas para a paz no trânsito. Como das vezes anteriores, o passeio reuniu desde crianças, jovens, adultos e também veteranos com longa história no ciclismo de competição de Jundiaí, como os irmãos Israel, 69 anos e Valentim Bernardi, 84 anos. Em todos a mesma opinião: de que é necessário mais espaço para os ciclistas. Cleber Possani, 33, questiona: “A cidade dispõe de ciclovias nos parques, mas e as ruas?”. Falou também do desrespeito dos motoristas: “Eles não respeitam quem anda de bicicleta”. Já para Israel Beranrdi, 69, que tem centenas de medalhas e troféus ganhos em competições oficiais, dentro e fora do Estado de São Paulo, defendendo as cores de Jundiaí, disse: “Hoje não há mais espaço para provas de competição no município. Por outro lado, devido o crescimento do número de veículos, ficou muito perigoso andar pelas ruas, devido a falta de respeito dos motoristas”.  Importante lembrar que o passeio do Bicicletada Jundiaí acontece todo último sábado de cada mês. Acesse o www.bicicletadajundiai.blogspot.com e saiba mais sobre o Bicicletada.     

 

Realizado o segundo encontro do Café Democrático

 

Dia 25 de março, a partir das 19h30, integrantes do Movimento Voto Consciente Jundiaí, que desenvolve intervenções de ordem política para conscientização e desenvolvimento da cidadania em Jundiaí, se reuniram para um bate papo descontraído no Café e Bistrô Milkshakespeare. Esta foi a segunda edição do Café Democrático, assim denominado através de titulo dado pelo jornalista Tatiane Silvestrone, do jornal Bom Dia, quando da divulgação do primeiro encontro, em sua coluna semanal. Durante o encontro, entre comidinhas e bebidinhas, foi falado também sobre as novas ações que o Movimento Voto Consciente desenvolverá nos próximos dias, com foco no lançamento no dia 15 de abril, no SENAC, do Concurso Cidadonos, que vai premiar as 12 melhores idéias e propostas para transformar Jundiaí na cidade dos sonhos de seus moradores. As ações têm início no dia 30 de março durante reunião da Rede Social Jundiaí, que integra organizações sociais, poder público e empresas, para efetivar parcerias e desenvolvimento de projetos compartilhados. Neste evento que será realizado na sede social do Grupo Sol da Cidadania – Rua Sérgio Cardoso, 200 – Jardim Trevo, o coordenador do MVCJ, Cleber Possani fará uma exposição aos participantes sobre o Cidadonos. No dia 4 de abril, no SENAC, acontece uma oficina de webcidadania, para a discussão das múltiplas possibilidades que a internet oferece para uma boa atuação social. No dia 9 de abril, o MVCJ promove um debate com professores de escolas da cidade, no SENAC, para definir estratégias e ações a serem desenvolvidas nas escolas, para que seus alunos participem ativamente do Cidadonos. E no dia 15 de abril, em evento para 100 pessoas, das 10h às 13h, acontece no SENAC o lançamento do Concurso Cidadonos. Importante lembrar que as edições do Café Democrático acontecem toda última sexta-feira do mês. 

 

                                                                                   Reinaldo Oliveira – Cíntia Carvalho

                                                                                               Divulgação MVCJ     

– Ministro Orlando Silva recebendo Título de Cidadão Ituano?

 

Ministro Orlando Silva recebendo Título de Cidadão Ituano, hoje, no Novelli Júnior, antes de Ituano X Santos.

 

O QUE ELE FEZ POR ITU????

 

Respeitosamente: Ou os políticos de Itu são extremamente demagogos, ou não tem nada a fazer. É claro que tal ato faz parte da Política, mas… É muita demagogia, não? Cidadão da Cidade?

– Dona Telefônica aprontando de novo!

 

Sábado: 10 da manhã: Quero desligar a minha linha de telefone. Liguei à Telefônica para cancelá-la. Depois da irritante voz da atendente eletrônica, foram 08 minutos de espera e desisti.

 

Domingo: 08 da manhã: Liguei de um lugar mais confortável, foram 19 minutos de espera e desisti.

 

Mesmo Domingo: 08:20: Resolvi escolher a opção “Comprar uma linha” ao invés de “Cancelar Linha”. Tempo de espera? Exatos 12 segundos cronometrados.

 

É para xingar ou não?

– Estudar “muito” Garante Emprego?

 

Segundo a Rádio Band News, uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estudos de Porto Alegre mostra um dado alarmante: quanto mais você estuda, mais difícil será arranjar emprego!

 

Calma: a lógica é a seguinte: Quanto menor a escolaridade, mais sujeita a pessoa fica ao desemprego. Assim, aceita ganhar salários menores e se sujeitam às atividades profissionais sem exigir muito. Em contrapartida, quanto mais graduada, maior a exigência ao aceite de empregos.

 

Se não estudar, “faz-se qualquer coisa”. Se estudar, não se aceita qualquer emprego. Que dilema, não?

 

É claro que devemos estudar. Sempre, sempre e sempre…