– Marina Fada

 

Tanta gente quebrando a cabeça por coisas banais… e às vezes fico pensando: o que vale na vida da gente? Quais preocupações realmente são importantes?

 

Uma boa terapia: brincar de Thinker Bell Pink com a filha (essa invenção é da minha Marina)

Que linda fada!

– 1 ano, Vários Jogos e 1 Torneio: Bom Tempo para o Mano?

 

Mano Menezes faz 1 ano como técnico da Seleção Brasileira. Vários amistosos e a Copa América nesse período. Já não era tempo para termos uma boa base? Hoje, mais uma derrota com um time pífio em campo.

 

O Brasil joga como time pequeno, se porta como time pequeno e apresenta um futebol pequeno. De quem é a culpa maior: do treinador ou dos jogadores? Deixe seu comentário:

– SBF (Centauro + By Tennis + Nike Store) dispara no Mercado.

 

O grupo SBF, que reúne Centauro, By Tennis e Nike Store, levou 27 anos para abrir 100 lojas. Nos últimos 3, abriu mais 100!

 

Sebastião Bonfim Filho, seu fundador, promete mais: nos próximos 2 anos, abrir mais 120 lojas. Uau!

– Madames-Chuteiras X Marias-Chuteiras

 

No futebol, é recorrente o termo “Maria-Chuteira” à moça que luta de todas as formas para arranjar um jogador de futebol como namorado. O título se popularizou pelo fato da maioria, às vezes, nem se importar com a pessoa ou o comportamento do atleta, mas sim pelo status (há várias situações assim na sociedade: Maria-breteira, Maria-gasolina…).

 

Mas a Revista Época desta semana, Ed 690 (pg 90-91), trouxe um novo perfil nesse meio: as madames-chuteiras, que teriam mais classe do que as primeiras.

 

Tenho certeza que as moças citadas na matéria abaixo não se sentiram lisonjeadas com o título de madame…

 

MADAME CHUTEIRA

 

Finas, educadas e donas de prestígio e traquejo social, beldades como Bia Antoni e Deborah Seco representam o novo perfil da mulher de craque.

 

Por Bruno Segadilha

 

É um roteiro manjado. Mulher bonita e sensual se insinua para um jogador famoso em meio a uma balada qualquer. Eles ficam, fazem farra, saem em todas as capas de revista. Se não conseguir engatar um namoro, a bela, normalmente nascida em berço popular, aproveita os 15 minutos de fama para emplacar algum ensaio sensual e faturar uns trocados. Caso emplaque um romance ou engravide, o Olimpo: dinheiro, mordomia, fama. Ricas e alçadas à condição de celebridades, aproveitam para desfilar na imprensa a cabeleira loira e alisada, calças de cintura baixíssima e tops justos.

Esse foi o caminho da ascensão social seguido por muitos anos pelas “marias chuteiras”, apelido das garotas que fazem de tudo para descolar um polpudo casamento com os atletas dos campos. Mas, a julgar pelo comportamento de consortes como Bia Antoni, senhora Ronaldo Fenômeno, e Deborah Secco, senhora Roger Flores, o perfil das antigas marias chuteiras mudou. Finas, bem-educadas e donas de sua própria posição social, elas têm seguido um caminho iniciado pela ex-spice girl Victoria Beckham. Em vez de pegarem carona na fama do marido, são elas que, de certa forma, emprestam seu prestígio a atletas que costumam ter fama de inconsequentes. “Elas são fundamentais na construção da imagem pública de seus maridos, seja pelo traquejo social que esbanjam ou simplesmente pelo talento para se manter longe de confusões”, diz o pesquisador esportivo Celso Unzelte. “Essa fluência social é essencial para os jogadores, porque hoje em dia eles não vivem só do futebol, mas de contratos publicitários.”

Descolada e dona de uma agenda privilegiada, Bia é uma figura festejada na alta sociedade paulistana e carioca. Formada em engenharia e com pós-graduação na França, ela costuma causar alvoroço com seus eventos, como o almoço organizado por ela, em fevereiro, em homenagem ao badalado Yehuda Berg, mestre de Madonna na cabala. Os convidados dividiram a mesa com Ashton Kutcher e Demi Moore, que estavam de passagem por aqui por causa da São Paulo Fashion Week. Ao contrário das marias chuteiras, Bia tem a capacidade essencial de manter a fleuma diante do vexame. O melhor exemplo aconteceu em 2008, quando Ronaldo foi flagrado com travestis em um motel do Rio de Janeiro. Ela arrumou as malas e saiu de casa. Mas não soltou uma só palavra. No ano passado, deu nova demonstração de nobreza ao apoiar que o marido assumisse a paternidade de Alex, filho concebido durante a Copa do Mundo do Japão, em 2002.

Caroline Celico, de 24 anos, também vive em sintonia com o marido, Kaká. Mãe e dona de casa por vocação, como ela costuma dizer, Caroline só deixa a rotina de cuidados com os filhos Luca, de 3 anos, e Isabella, de 3 meses, pelos estúdios musicais. Há um mês, Caroline lançou um DVD só com músicas religiosas. Shows e turnês, nem pensar. A prioridade são os filhos e a família, como sempre pregou o comportado Kaká, craque que afirma ter casado virgem. Filha de Rosângela Lyra, diretora da grife Dior no Brasil, e do empresário Celso Celico, Caroline vem de uma família de posses. “Os jogadores estão mais espertos em relação à fortuna deles e são bem assessorados pelos seus empresários”, diz o comentarista esportivo Mauro Betting. Casar com uma mulher bem-nascida diminui substancialmente as chances de golpe do baú. Roger Flores, atualmente no Cruzeiro, que o diga. Antes de conhecer a atriz Deborah Secco, com quem está casado desde 2009, o jogador namorou por dois anos a apresentadora Adriane Galisteu. Tanto Deborah quanto Adriane são exemplos de mulheres independentes e bem-sucedidas. Galisteu teria declarado, inclusive, que Roger seria sovina.

Casar com jogador famoso já foi sinônimo de vergonha no Brasil. Nas décadas de 1950 e 1960, os atletas eram associados à boemia. Estavam na mesma categoria dos sambistas. Iniciar um romance com um tipo desses era motivo de desespero para a família, como foi para a de Rachel Izar Neves. Filha de libaneses ricos, Rachel conheceu o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves em 1958, quando ele era o titular da Seleção. Ela se apaixonou, mas esbarrou na resistência do pai, que deixou a filha trancada em casa por seis meses. A solução – fugir – custou-lhe a exclusão do testamento do pai e um exílio familiar de dez anos. “Era muito difícil um pai aceitar que a filha casasse com um jogador”, diz o empresário Marcelo Izar Neves, filho do casal. “Hoje em dia, talvez a história fosse diferente.”

Hoje, o que era vergonha se transformou em orgulho. O exemplo mais notório é Barbara Berlusconi. Filha do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, ela (aparentemente) não teve problemas em casa por assumir seu romance com Alexandre Pato, atacante do Milan, o time do pai. O político tem mandado recado pelos filhos de que Pato “já é da família”. Pelo visto, em breve veremos um casamento com um pacto pré-nupcial daqueles. Difícil saber quem vai se proteger mais.

– A Incrível Falta de Professores na FEA-USP

 

Sobram vagas para professores de Economia na USP?

 

É mais ou menos isso… A redução no quadro docente e a falta de especialistas em algumas áreas tem feito a USP mudar a grade curricular para poder tocar seus cursos.

 

Extraído de OESP, 08/08/2011, pg A15

 

FEA-USP PERDE DOCENTES E REVÊ GRADE DE CURSO

 

Por Carlos Lordelo

 

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP vai enxugar a grade do curso de Economia em razão da falta de professores para lecionar matérias optativas eletivas. Das 50 disciplinas à disposição dos alunos, cerca de metade é oferecida com regularidade. Os estudantes precisam cursar entre 9 e 13 para se formar.

O Departamento de Economia da FEA tem hoje 69 professores. Desses, 17 já passaram da idade de se aposentar e 3 estão licenciados. Há duas décadas, estima-se em 120 o número de docentes. À medida que o contingente foi diminuindo, algumas disciplinas praticamente deixaram de existir, pois haviam sido criadas como resultado de pesquisas de professores.

Alunos dizem que matérias como Economia Agrícola, Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Economia e Responsabilidade Social não abrem turmas há pelo menos três anos.

A faculdade enfrenta dificuldades para recompor o quadro de professores, entre outros motivos, por causa do aquecimento da economia. Profissionais bem formados estão sendo disputados pelas empresas. Além disso, a FEA sofre concorrência de instituições privadas – como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Insper – que também atraem professores iniciantes. No ano passado, a USP não conseguiu preencher duas vagas abertas para docentes de Economia.

A reportagem tentou contato com o diretor da FEA, Reinaldo Guerreiro, mas ele está viajando. O chefe do Departamento de Economia, Denisard Alves, e a coordenadora do curso, Vera Fava, não quiseram se manifestar.

Os professores do departamento têm até o dia 2 de setembro para votar as mudanças na grade. As alterações ainda devem ser apreciadas por órgãos colegiados da FEA e da universidade. Se aprovadas, passarão a valer para os ingressantes a partir de 2013.

Duas propostas estão em jogo. A primeira, da coordenadora Vera Fava, prevê a reorganização das eletivas em 10 módulos – matérias de seis créditos-aula e dois créditos-trabalho que seriam ministradas por entre dois e quatro professores. Além das obrigatórias, o aluno cursaria cinco módulos para se formar. Hoje, duas matérias funcionam nesse esquema: Organização Industrial e Antitruste e Avaliação de Políticas Sociais. Créditos-trabalho servem para compensar o aluno pelas atividades extraclasse.

A outra sugestão veio do professor Rodrigo De Losso. A ideia é adicionar dois créditos-trabalho às obrigatórias centrais do curso (Macroeconomia, Microeconomia e Econometria), o que implicaria a redução da carga horária destinada às matérias optativas de 26% da grade para 16%. “Temos muito mais eletivas no currículo do que seria salutar, considerando o número de professores do departamento”, disse o docente ao Estadão.edu.

Pela proposta, a FEA também teria de fazer uma faxina nas optativas de Economia, sendo obrigada a oferecer 15 disciplinas todo ano. Para colar grau, o aluno precisaria pegar oito. “Queremos que nosso aluno seja um exemplo de formação em Economia.” Segundo De Losso, as mudanças vão aumentar a eficiência do departamento. “Hoje é uma confusão, porque tem um monte de disciplinas em que professores ministram aulas para 10, 12 alunos.”

 

Debate: Estudantes ouvidos pela reportagem sob a condição de anonimato fizeram ressalvas às duas propostas, mas dizem preferir a do professor De Losso. Eles acham a ideia dos módulos difícil de ser executada porque exige sintonia entre os docentes que lecionam a mesma disciplina. “Além disso, acabaria com as matérias atuais e passaríamos a ter eletivas totalmente novas”, afirmou uma aluna do 2.º ano.

Por outro lado, disse essa mesma estudante, a limpeza proposta por De Losso facilitaria a vida do aluno na hora de planejar sua formação. “Da forma como é hoje, não dá para saber quais e quando as eletivas serão oferecidas.”

Apesar de não ter feito nenhuma optativa até agora, um calouro acredita que a mudança do currículo vai afetar a “pluralidade” do curso. “A universidade deveria ser um espaço de debate. Quanto menos professores e matérias, menos espaço para a circulação de ideias.”

Outro aluno, do 3.º ano, se diz preocupado porque a faxina na grade poderia deixar de fora disciplinas que são ministradas por docentes aposentáveis, a exemplo de Economia Política Contemporânea e Metodologia da Economia. “As propostas são uma ameaça à diversidade que poderíamos ter em nossa formação. Mas a falta de professores talvez seja uma realidade a que temos de nos adaptar.”

– Pais Amigos, Filhos Queridos!

 

Só disponível para assinantes, mas uma lição de vida!

 

A Revista Veja trouxe uma matéria legal sobre pais que participam ativamente da vida de seus filhos, dispondo de tempo e compartilhando aventuras suas e deles (como todos deveriam fazer).

 

O maior desejo de um pai é a felicidade plena de seus filhos, mesmo exigindo grande sacrifício. A amizade deles é a recompensa. Seriam “Pais Modernos?” Talvez. Prefiro encarar como ‘Pais de Verdade’! Abaixo:

 

COM VOCÊS, UM NOVO TIPO DE PAI 

 

Os brasileiros que ilustram as páginas desta reportagem fazem parte de uma geração que transformou o conceito de paternidade. Próximos dos filhos como nunca, são vistos por eles como verdadeiros heróis.

 

Por Sandra Brasil e Gabriel Romero

 

Continua em: www.veja.com.br

– Crocs faz sua 1ª Campanha Publicitária, por Mais Incrível que Possa Parecer!

 

Com aparente tamanho sucesso nos pés dos consumidores, as sandálias-chinelo Crocs nunca fizeram campanha de marketing no Brasil. Fará a primeira ação mercadológica de grande porte nos próximos dias. Como a idéia de 3 velejadores americanos tornou-se bem sucedida em nosso país:

 

Extraído de Revista Exame, Ed 0996, pg 58-60

 

DE CARONA COM A MASCOTE

 

Para voltar a crescer no Brasil, a Crocs estréia a primeira campanha de marketing de sua história – e seu garoto-propaganda já faz sucesso nas redes sociais.

 

Por Tatiana Vaz

 

Ao longo de todo o mês de junho, os principais pontos turísticos de 12 capitais brasileiras receberam a visita de um viajante, digamos, pitoresco: um boneco verde, de 70 centímetros de altura, com um formato bastante parecido com o de uma sandália do tipo crocs — aquele calçado esquisitão feito de um componente ultraleve que virou febre alguns anos atrás. (O tal boneco, é bom que se diga, também calçava a tal sandália.)

Batizada de Croslite, a excêntrica mascote é o primeiro garoto-propaganda da história de dez anos da Crocs no mundo — e foi também o escolhido para estrelar a primeira campanha de marketing da companhia no Brasil.

Durante 45 dias, ele posou para fotos ao lado dos ganhadores do concurso Destino Brasil, lançado nas redes sociais em 25 de abril — a ideia era premiar quem apresentasse a melhor justificativa para levar o boneco para conhecer sua cidade natal. A iniciativa atraiu cerca de 1 000 participantes em apenas duas semanas.

A mobilização, embora relativamente pequena se comparada a campanhas badaladas de fabricantes como Nike e Adidas, foi o suficiente para gerar burburinho em torno de uma marca que por pouco não caiu no esquecimento. Até o fim de junho, a página da Crocs no Facebook contava com 6 700 fãs, um aumento de 45% em relação aos números pré-campanha.

No Twitter, o total de seguidores subiu 25%, para 3 700. “Para que a Crocs volte a crescer, não adianta aplicar dinheiro na fabricação de produtos, como vínhamos fazendo. É preciso investir na marca”, diz o americano Andrew Schmitt, presidente da Crocs no Fundada em novembro de 2002 por três velejadores americanos em busca de um calçado mais confortável para suas viagens, a Crocs habituou-se ao longo dos anos a crescer na base do boca a boca — com apenas cinco anos de operação, a companhia atingiu um faturamento de quase 850 milhões de dólares e construiu oito fábricas ao redor do mundo.

Mas a turbulência internacional e a inundação do mercado por produtos piratas fizeram com que as vendas da Crocs encolhessem 15% em 2008, para 721 milhões de dólares. A proibição das vendas do calçado no Japão naquele ano, sob a alegação de que as crianças poderiam escorregar, também não ajudou — e a Crocs acumulou em 2008 e 2009 um prejuízo de 227 milhões de dólares.

A empresa voltou a crescer no ano passado após um processo de reestruturação que incluiu o fechamento de cinco fábricas — inclusive a brasileira —, a demissão de 1 000 funcionários e o início dos investimentos em marketing. “Recuperar uma marca arranhada sempre sai mais caro do que investir para mantê-la saudável”, diz Cláudio Tomanini, professor da Fundação Getulio Vargas.

Além da campanha nas redes sociais, a ofensiva de marketing da Crocs conta com uma série de comerciais na TV. Entre janeiro e fevereiro, o filme Voltando para Casa foi veiculado em oito canais de TV a cabo no Brasil.

O comercial, que mostra as mascotes massageando os pés de uma moça que acabou de voltar do trabalho, foi adaptado da propaganda americana, exibida no ano passado — o vídeo foi visto 80 000 vezes no YouTube. Ao mesmo tempo, a Crocs vem reforçando sua presença no varejo.

A empresa deve inaugurar em agosto sua primeira loja própria no país. Localizada no shopping Morumbi, na zona sul da capital paulista, ela oferece a linha completa de calçados da marca — que inclui, além dos crocs, uma coleção de botas, sapatilhas e tênis infantis. O objetivo é aumentar o mix de produtos vendidos por aqui dos atuais 30 para 75.

Num modelo inspirado na americana Skechers, segunda marca de tênis mais vendida nos Estados Unidos, a nova loja vai exibir os lançamentos em primeira mão, antes de eles chegarem aos outros 1 000 pontos de venda. “Dessa forma, teremos uma noção mais precisa do tipo de calçado que faz sucesso entre os brasileiros”, diz Schmitt.

– Goleiro Impedir Gol Usando as Mãos na Bola Recuada. Expulsa ou não?

 

Não, mas se adverte com o Cartão Amarelo.

 

A pergunta vem do árbitro da FCF, Marcelo Rottoli Pereira:

 

Um jogador recua a bola (que está em jogo) para seu goleiro que está dentro de sua área de meta e o mesmo, para evitar que a bola entre em sua meta, segura a mesma com a mão.

Sei que o mesmo tem a prerrogativa de pegar a bola com a mão dentro se sua área, e se fizer isso conforme relatei nas linhas acima, sua equipe será penalizada com um tiro livre indireto.

A dúvida é: ele (goleiro) pode ser advertido por impedir o gol?”

 

Caro Marcelo, o goleiro não deve ser expulso pelo fato de usar as mãos num momento proibido. Poderíamos discutir: qual é a infração maior? Impedir uma situação clara de gol ou o uso indevido das mãos de alguém que poderia usá-la mas não naquele momento?

goleiro não está impedindo um gol na bola chutada por um adversário, mas está defendendo um recuo de bola. É essa a leitura, já que o companheiro do goleiro não tentou fazer um gol na sua própria meta. Portanto, tiro livre indireto e cartão amarelo pelo uso indevido das mãos, conforme o espírito da regra.

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

– Minutinhos de Paz!

 

Para quem conhece essa bela e gostosa canção do padre Zezinho, sabe que a letra é uma oração simples e eficaz, pedindo PAZ a um mundo tão carente dela…

 

A PAZ ESTEJA CONTIGO

 

Padre Zezinho

 

A paz esteja contigo
A paz esteja comigo
A paz esteja com ele
Com ela
E com todos os irmãos

Como Jesus pediu
Como Jesus orou
Como Jesus nos ensinou

Paz. Paz, paz na nossa Igreja
Paz na terra em toda parte e assim seja

Paz pra você que tem Jesus no coração
Paz pra você que é meu amigo e meu irmão.

– O Homem das Madrugadas Caras!

 

Há grande briga no mercado dos horários televisivos da madrugada. O horário da TV Record, DIIIIIIIIIIIIZEM (portanto, não é oficial), é o mais caro da grade, vendido para a Igreja Universal do Reino de Deus.

 

O horário do SBT sempre foi cobiçado pelas igrejas. A Band, há tempos, vendia seu horário para a Assembléia de Deus. Mas agora mudou de cliente: a Igreja Mundial do Poder de Deus, do pastor Valdemiro Santiago, resolveu pagar exatamente o dobro para divulgar seus programas das 02h às 06h45m.

 

Que guerra financeiro-religiosa, hein?

– Desfalques Indevidos em Santos X Corinthians

 

De um tremendo jogão para um jogo comum. É essa a expectativa para o clássico envolvendo Santos X Corinthians, nesta quarta-feira à noite.

 

Numa quarta-feira de data FIFA, por que remarcar este jogo adiado num dia de jogo da Seleção Brasileira, desfalcando o Santos com Neymar e Ganso e o Corinthians com Ralf?

 

Teóricos da conspiração diriam que é ato pensado pela CBF para ajudar o Corinthians, devido a amizade entre Andrés Sanches e Ricardo Teixeira, facilitando as coisas para o Timão ao desfalcar o Santos dos seus 2 principais atletas. Bobagem. A relação de Luís Alvaro, presidente santista, com a CBF é tão boa quanto ao do seu rival.

 

O respeito com o torcedor brasileiro é nulo. Aliás, também não deveria ter rodada da Sulamericana neste meio de semana; afinal, temos jogos envolvendo seleções.

 

E você, o que pensa sobre isso: Falta respeito ou não ao torcedor? Deixe seu comentário:

– E os Alunos Voltaram Mais Confiantes!

 

Num bate-papo e em atividade na sala de aula, questionamos ontem os alunos do Segundo Semestre de Administração de Empresas sobre a experiência dos primeiros 6 meses na Faculdade. E as respostas foram ótimas!

 

Basicamente, os alunos disseram que o que mudou na vida deles foi que:

 

– Tornaram-se mais confiantes; citaram muito a elevada auto-estima;

– Ganharam promoções no trabalho;

– Aprenderam muita coisa;

– Foram elogiados; e,

– Tiveram aumento de cobranças pessoais e profissionais sobre eles (afinal, estão na faculdade)!

 

Tudo isso faz parte do ambiente universitário, o que é ótimo. Aumento de cobranças é conseqüência do aumento da competência. Parabéns!

– Existe Impedimento em Bola ao Chão?

 

Uma interessante pergunta sobre Impedimento e Bola ao Chão. Vamos lá:

 

“Estivemos em uma roda de debate sobre regras de jogo e chegamos em uma pergunta que não obtivemos um consenso na resposta, peço a sua opinião sobre o lance e se possível uma explicação pois não encontramos nada no livro. Aliás, onde encontramos está na página 27 regra 11 impedimento item infração, mas nos deixou sem entendimento no fato que relato agora:
A pergunta foi feita neste modo:

O jogo foi reiniciado através de um bola ao chão. A bola entra em jogo e é tocada pela primeira vez por atacante que se encontrava em posição de impedimento. Qual deverá ser a decisão do árbitro?
A) paralisar a partida e reiniciá-la com um tiro livre indireto (impedimento).
B) paralisar a partida e repetir a execução do bola ao chão. 
C) deixará a partida prosseguir.
D) nenhuma das alternativas está correta.

Att

Marcelo Rottoli”

 

Olá Marcelo, bela pergunta. Mas aqui ocorre nitidamente uma “pegadinha”. A resposta é alternativa C, pois, lembre-se: “estar em posição de impedimento” não é necessariamente “estar impedido”. O jogador pode estar lá na frente, sozinho, à frente dos adversários e mais próximo da linha de fundo do que a bola. Qual o problema, se a bola não for lançada por um companheiro?

O Bola ao Chão é um reinício do jogo, onde acontece quando a bola cai ao solo por iniciativa do árbitro. Se o jogador que “está em posição de impedimento” disputá-la ou for o primeiro a tocá-la, “não há confirmação do impedimento”, pois ele não a recebe de nenhum jogador da sua equipe. Ela não é passada por ninguém! Portanto, não existe infração.

 

Qualquer interpretação diferente, vale deixá-la em “Comentários”, a fim de crescer o debate e reafirmar o entendimento.

– Crise Americana e Bolsas Despencam!

 

Hum… Queda da Bovespa em -8,08% em um dia (ontem).

 

Quebradeira nos EUA…

 

EUA rebaixados pelas agências financeiras…

 

Vivemos uma nova crise mundial? Já? De novo?

– Congonhas/MG multará Donos de Carros Sujos!

 

Eis a falta do que pensar para ajudar o cidadão: em Congonhas/MG, o prefeito Anderson Cabido decretou que multará em R$ 127,00 os carros que transitarem sujos na cidade!

 

Congonhas tem muitas mineradoras, e a poluição é inevitável. Claro que a poluição traz doenças respiratórias, e quanto menos carros cobertos de poluição das mineradoras, segundo a lógica do prefeito, melhor.

 

Não era mais inteligente coibir os poluidores (aqueles que geram a poluição, ou seja, as mineradoras?)

 

E você, concorda ou não com o prefeito? Deixe sue comentário:

– O Sábio e Velho Lobo escolhe a Melhor Seleção e o Melhor Jogador

 

Mário Jorge Lobo Zagallo é o cara. Currículo como o dele no futebol, não há! E os críticos devem dar a mão à palmatória, pois afinal, ele é um vencedor.

 

Nessa semana, muitas matérias relembram o ex-jogador e ex-treinador da Seleção Brasileira, pelos seus 80 anos. Observei algumas, e confesso que a matéria de Zagallo no Estadão de domingo me impressionou: lúcido, o vitorioso “velhinho” falou abertamente sobre alguns temas interessantes. Por exemplo, uma certa arrogância e desdém sobre os adversários.

 

Para tanto, Zagallo disse o seguinte:

 

A Holanda de 74 era o time da moda, e eu só poderia minimizar suas qualidades para tentar a vitória (…) foi tudo proposital”!

 

Sobre os melhores jogadores do mundo, disse:

 

A diferença entre Pelé e Maradona, Messi e Neymar é brutal, não dá para comparar”.

 

E, por fim, sobre o melhor escrete de todos os tempos, não elegeu unicamente a Seleção de 70:

 

A nossa seleção de 58 era tão boa quanto a de 70; era genial! A diferença é que em 70 o mundo assistiu, enquanto que em 58 só os felizardos de Estocolmo viram Pelé e Garrincha”.

 

E você, concorda com Zagallo? Deixe sue comentário:

– Futebol Estudado pela Análise Estratégica de Michael Porter

Um dos papas da Administração Estratégica é Michael Porter. Para os professores de Administração de Empresas e também pelos grandes executivos, ele é o cara!

 

Professor Dr Marcos Morita, docente renomado, utilizou as forças competitivas de Michael Porter em análises estratégicas para explicar o futebol de maneira científica. Trabalho muito bom, que compartilho com os amigos:

 

Extraído de: http://br.hsmglobal.com/notas/58156-o-futebol-sob-otica-da-administracao?utm_source=300610_gestao&utm_medium=300610_gestao&utm_content=300610_gestao_o-futebol-sob-otica-da-administracao&utm_campaign=300610_gestao

 

FUTEBOL SOB A ÓTICA DA ADMINISTRAÇÃO

 

Consultor analisa o interesse comercial por este tipo de evento sob o modelo das cinco forças de Michael Porter. Confira!

 

Dizer que a Copa do Mundo é um dos maiores eventos mundiais, talvez não seja nenhuma novidade, a não ser que você esteja na Coréia do Norte. Em nosso país, jogo da seleção é dia de festa, celebração com amigos, folga no trabalho, ruas vazias, camisas amarelas e cerveja gelada. Entre a paixão brasileira e o desconhecimento coreano, existem cinco continentes nos quais centenas de países e milhões de pessoas acompanham de perto o desenrolar dos jogos.

É patente o crescente interesse comercial e político na competição, dirigida e controlada pela FIFA (Federação Internacional de Futebol). Para analisá-lo sob o ponto de vista estratégico, utilizarei o modelo das cinco forças de Michael Porter, o qual avalia a atratividade de uma indústria com base no poder de barganha dos seus integrantes. Começarei pelos fornecedores, literalmente os donos da bola.

 
Fornecedores – É de supor que nos idos dos anos trinta, quando o futebol era ainda um esporte amador, as próprias seleções eram responsáveis por seus uniformes. Hoje muita coisa mudou. As cifras para patrocinar uma equipe, ultrapassam com facilidade a casa das dezenas de milhões de dólares. Nesta briga de gigantes, tem destaque a americana Nike e a alemã Adidas. Inglaterra, Brasil, Portugal e Holanda são parceiros da primeira, enquanto Alemanha, Espanha, Argentina e a anfitriã África do Sul, vestem os uniformes das três listras. Vinte e duas seleções utilizando uma ou outra marca e trinta e duas com a controversa Jabulani, reverenciada no início de cada partida. Devido à concentração, é uma força que deve ser monitorada para que não aumente ainda mais sua influência e poder de barganha.
 
Concorrentes – Ainda que trinta e duas seleções estejam na disputa do tão famigerado título, poucas na verdade tem condições reais de levá-lo para casa. A menos que uma grande zebra ocorra, a final deverá ser disputada entre uma das sete seleções que já levantaram o caneco. Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, Uruguai, França e Inglaterra. Estas últimas já desclassificadas ou com sérias dificuldades de seguirem adiante. A despeito da hegemonia brasileira, a alternância é bastante grande. Esperamos vinte e quatro anos na fila, período semelhante ao grupo dirigido por Maradona. A possibilidade de uma ou mais seleções concentrarem os títulos é bastante baixa. Mercados monopolistas ou oligopolistas tendem a diminuir a competitividade num determinado setor.

 
Clientes – Conforme levantamento da FIFA, a última edição da Copa na Alemanha foi transmitida para 214 países e territórios por um contingente de 376 canais. A audiência acumulada durante o evento ultrapassou a casa dos 26 bilhões de telespectadores, com 700 milhões durante a final entre Itália e França. Basta olhar ao redor em dia de jogo para verificar a heterogeneidade da audiência. Brancos, negros, pardos, amarelos, ricos, pobres, homens, mulheres, adultos e crianças. Fanáticos, apreciadores e simpatizantes, os quais muitas vezes não sabem a relação entre bandeirinha e impedimento. Poucos os negócios que podem contar com um público tão cativo e fiel. Cabe aos dirigentes mantê-la longe de interesses políticos, antiesportivos ou excessivamente comerciais, tais como realizá-la a cada dois anos.

 
Novos entrantes – O interesse em participar da competição pode ser medido pela popularidade das eliminatórias. Nada menos que duzentas seleções disputaram o torneio de qualificação, envolvendo 5.622 jogadores e 275 técnicos das mais diversas nacionalidades. Quase meia centena de franceses, holandeses, brasileiros e alemães, repassando os conhecimentos de escolas consagradas. Dinamarca, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos são alguns exemplos de equipes em ascensão. Alguns riscos para a competição estariam no desbalanceamento das vagas por continente ou no inchaço do torneio, como já vimos em terras tupiniquins.

 
Produtos substitutos – Apesar da paixão dos sul-africanos pelo rúgbi, franceses pelo ciclismo, indianos pelo críquete e ianques pelas ligas de basquete e beisebol – o futebol ou soccer  é o único produto com apelo global, capaz de competir com marcas locais fortes. Em uma sociedade cada vez mais sem fronteiras, não tardará o dia em que o mundo usará chuteiras. Sob este aspecto, a Copa do Mundo não terá produtos substitutos a médio ou longo prazo.

 
A análise demonstrou um relativo equilíbrio entre as cinco forças, necessário e imprescindível para a manutenção do torneio que tanto nos seduz. Em diversas indústrias, o poder de decisão está nas mãos dos governos e governantes, os quais com suas leis e medidas podem auxiliar ou até mesmo atrapalhar seu desenvolvimento. No país da bola, este poder está com a FIFA e seus dirigentes. Desta maneira, sugiro que os brasileiros apaixonados por futebol acendam duas velas a partir de hoje. Uma para o hexa e outro para a lucidez de Joseph Blatter, presidente da entidade.

 

Marcos Morita (Mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais – professor@marcosmorita.com.br / www.marcosmorita.com.br)

– Unilever condenada por Camisinha em Molho de Tomate!

 

Isso dá divórcio!

 

Uma senhora, ao fazer o almoço, pediu uma lata de molho de tomate ao marido. Ele a deu, e eis que havia dentro dela… um preservativo masculino!

 

A marca é da Unilever, o acontecido foi em Lageado/RS, e as vítimas ganharam R$ 10 mil de indenização após Processo Judicial.

 

Acho que esse casal deve ter perdido a fome, no dia do acontecimento…

– Volta às Aulas

 

Hoje voltamos às aulas no Ensino Superior (os trabalhos acadêmicos já começaram, mas na parte burocrática).

 

Bem-vindos de volta, queridos alunos! Trabalharemos bastante nesse semestre! Confesso estar com muitas saudades do ritmo de aulas.

 

Aula não é professor falando por todo o tempo, senão vira palestra. Tampouco escrever na lousa e esperar que copiem algo ou não, senão o professor poderia ser substituído por um escritor.

 

AULA, propriamente dita, é quando o professor instiga seus alunos, faz despertar o espírito crítico e os coloca em debate sobre os temas. É o que dá prazer e o que realmente faz sentido.

– O Gênio Criador do Red Bull

 

Dietrich Mateschitz, empresário com espírito empreendedor extremamente aguçado, um dia quis lançar uma bebida diferente. Nos anos 80, a consultoria americana NDP fez um estudo sobre seu produto e afirmou:

 

Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse”.

 

Hoje, Mateschitz é um bilionário austríaco; o produto é o Red Bull; e o fracasso não se confirmou, tornando um sucesso de vendas que gira em 4,2 bilhões de latinhas ao ano.

 

Motociclista, Aviador, Adepto de esportes radicais. Reza a lenda que ele toma 10 latinhas de Red Bull por dia. Ah: mesmo com quase 70 anos, não repete namoradas em eventos sociais (todas na casa dos 20 anos).

 

A consultoria errou bem, hein? Deixe seu comentário:

– Não Faltará Água no Futuro. Ao menos, no Espaço!

 

Ninguém deu atenção à uma fantástica descoberta: o Instituto de Tecnologia da Califórnia encontrou uma nuvem de vapor (água em estado gasoso) há 48 milhões de km da Terra. É a maior reserva de água do Universo, equivalente à soma de 140 milhões de vezes a quantidade de água dos oceanos.

 

Explorá-la é outra história…

– Atlético Paranaense X Corinthians: Vantagem em Pênalti existe?

 

Claro que sim. Mas aplicá-la é complicado…

 

Hoje, na partida Atlético Paranaense X Corinthians, Paulinho, em cima da marca penal, é empurrado pelo zagueiro adversário (não foi calçado, afinal, por baixo o atleta foi legalmente na bola; ele foi empurrado pelas costas). O goleiro estava caído e a bola morreria no gol.

 

O árbitro imediatamente marca pênalti. Mas ele poderia retardar a sua marcação para esperar a concretização da jogada (verificar se a bola entraria no gol ou não, mesmo após a infração)? Claro que sim, seria a aplicação da Lei da Vantagem.

 

Porém, costumeiramente não se aplica vantagem em lances de pênalti, simplesmente pelo risco da vantagem não se efetivar como tal. Ou seja: se o atacante sofre pênalti e a bola sobra para seu companheiro que está na cara do gol; e se ele desperdiçar? POSSE DE BOLA não deve ser entendida como vantagem. Assim, na maciça maioria das vezes, a grande vantagem é ter o pênalti a ser cobrado do que continuar a jogada. Embora, tenhamos a atenção que nem todo pênalti é sinônimo de gol…

 

Na partida de hoje, 2 erros:

1) se o árbitro marcou pênalti, era para cartão vermelho. A infração foi por trás e impediu uma situação clara de gol.

2) na cobrança, jogador corinthiano invade a área. Deveria se repetir a cobrança. Se a bola fosse chutada para fora, segue o jogo. Se o invasor for do time infrator, confirme o gol. Se o invasor é infrator e a cobrança desperdiçada, volta o lance. E se ambos invadem, independe de gol ou não, cobra-se novamente.

Ops: caso fosse confirmado o gol de Paulinho sem a marcação do pênalti, o jogador do Atlético Paranaense deveria receber CARTÃO AMARELO, por tentar impedir uma oportunidade clara de gol e não conseguir.

– Atlético Paranaense X Corinthians: Vantagem em Pênalti existe?

 

Claro que sim. Mas aplicá-la é complicado…

 

Hoje, na partida Atlético Paranaense X Corinthians, Paulinho, em cima da marca penal, é empurrado pelo zagueiro adversário (não foi calçado, afinal, por baixo o atleta foi legalmente na bola; ele foi empurrado pelas costas). O goleiro estava caído e a bola morreria no gol.

 

O árbitro imediatamente marca pênalti. Mas ele poderia retardar a sua marcação para esperar a concretização da jogada (verificar se a bola entraria no gol ou não, mesmo após a infração)? Claro que sim, seria a aplicação da Lei da Vantagem.

 

Porém, costumeiramente não se aplica vantagem em lances de pênalti, simplesmente pelo risco da vantagem não se efetivar como tal. Ou seja: se o atacante sofre pênalti e a bola sobra para seu companheiro que está na cara do gol; e se ele desperdiçar? POSSE DE BOLA não deve ser entendida como vantagem. Assim, na maciça maioria das vezes, a grande vantagem é ter o pênalti a ser cobrado do que continuar a jogada. Embora, tenhamos a atenção que nem todo pênalti é sinônimo de gol…

 

Na partida de hoje, 2 erros:

1) se o árbitro marcou pênalti, era para cartão vermelho. A infração foi por trás e impediu uma situação clara de gol.

2) na cobrança, jogador corinthiano invade a área. Deveria se repetir a cobrança. Se a bola fosse chutada para fora, segue o jogo. Se o invasor for do time infrator, confirme o gol. Se o invasor é infrator e a cobrança desperdiçada, volta o lance. E se ambos invadem, independe de gol ou não, cobra-se novamente.

Ops: caso fosse confirmado o gol de Paulinho sem a marcação do pênalti, o jogador do Atlético Paranaense deveria receber CARTÃO AMARELO, por tentar impedir uma oportunidade clara de gol e não conseguir.

– Uma Tarde Prazerosa e Sofrível: Smurfs e 3D

 

Hoje à tarde, um programa gostoso em família: fomos assistir “Os Smurfs”! Filme engraçadinho, bem feito e que minha princesinha Marina se divertiu. Quase tudo bem, se não fosse em… 3D!

Para quem sofre de labirintite como eu, assistir filmes com essa tecnologia é um parto! Detesto. E não havia a opção em exibição normal. Além dos óculos incomodarem, a tontura do efeito das imagens judia. E para complicar, sentamos no canto por falta de lugares. E na primeira fileira! A imagem ficou embaçada, eu com torcicolo e fica a recomendação para os sofredores de labirintite: só assistam filmes 3D no meio do cinema, de frente para a tela (nunca de lado) e em salas preparadas, não adaptadas. O sofrimento depois será menor…

– Pastorais Sociais promovem o Grito dos Excluídos em Jundiaí

 

Por Reinaldo Oliveira

 

As pastorais sociais Cáritas Diocesana e Fé e Política, promovem pela primeira vez em Jundiaí, na catedral Nossa Senhora do Desterro, a celebração do Grito dos Excluídos. Ela será no dia 7 de setembro, às 16h. Importante lembrar que o Grito dos Excluídos foi celebrado pela primeira vez em 1995, nascido pela necessidade de manifestação consciente e à luz do Evangelho, sobre as desigualdades sociais no País. Ele está na sua 17ª edição e tem como tema “Pela vida grita a terra. Por direitos todos nós!”. Por este motivo, no dia 6 de agosto na Cúria Diocesana aconteceu uma reunião onde os agentes das pastorais discutiram detalhes da organização do evento. Após a reunião a coordenadora da Cáritas, Maria Rosangela Moretti, disse: ”Devemos motivar a participação dos assistidos das pastorais, pois são eles os protagonistas do Grito dos Excluídos, pois vivem em situação de exclusão, bem como convidar as pessoas à participarem deste evento”. Ela lembrou que durante a celebração haverá a inclusão de alguns sinais que denunciem a situação de exclusão, mas também de outros com propostas e sugestões para solução. Sobre o tema desta edição, o secretário nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, lembrou que ele tem forte ligação com o da Campanha da Fraternidade “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Ari também falou sobre a comemoração no dia 7 de setembro, onde o objetivo é o de chamar a atenção para o que seria esta “independência” e dizer que a pessoas não podem perder a capacidade de se indignar. A sugestão é de que neste ano todos elevem sua voz (Grito) contra a violência que aumenta no País, tanto quanto as desigualdades sociais, e contra as grandes obras do PAC, como as das realizadas para receber a Copa do Mundo de Futebol  em 2014, e das Olimpíadas em 2016. Estas obras vão gerar remoção de pessoas pobres, sofrimento, enormes gastos de dinheiro público e é o povo quem vai pagar com o aumento dos impostos. “É preciso que a sociedade perceba que crescer não necessariamente é se desenvolver”, finalizou Ari. Outras informações sobre o Grito através do http://www.gritodosexcluidos.org.br  

– A Maior Fabricação de Automóveis do Mundo está no Brasil!

 

A maior capacidade produtiva de uma montadora é da Volkswagen, na sua matriz na cidade alemã de Wolfsburg. Lá são produzidos 740.000 veículos, com possibilidade de até 950.000 no ano.

 

Porém, a unidade brasileira da FIAT alcançou o recorde mundial de 760.000 veículos produzidos em Betim/MG. Número quase igual aos de carros produzidos no Brasil inteiro por todas as montadoras no começo dos anos 2000.

 

Estamos ou não vivendo um novo momento na história produtiva do Brasil? Já imaginaram se os impostos não fossem exorbitantes e extorsivos à população e aos fabricantes?

 

Claro, tal número é importante para toda a cadeia produtiva. Jundiaí, por exemplo, tem um sem-número de fabricantes de peças às montadoras e que beneficia sua população por isso. É pura geração de riqueza.

 

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– Mais Escândalos em Ministério?

 

Na Veja dessa semana, mais denúncias sobre corrupção. Agora, o Ministério da Agricultura, suspeito desde a semana passada pelas acusações do irmão de Romero Jucá (o Jucazinho), tem o nome do Ministro Wagner Rossi ligado a um lobbysta que carrega mala de dinheiro em suas ações corruptoras.

 

A Política Brasileira está em total descrédito. Triste.

– Domingo?

 

DOMINGO!

 

Ufa, será dia de descanso?

 

Nada. Hoje estarei trabalhando absurdamente. Paciência. Afinal, dormir e descansar é para os fracos…

– Jogador tem um Pé Dentro e outro Fora da Área e é tocado. Marca-se o quê?

 

Pênalti ou Falta, dependendo de qual pé é atingido.

 

Ontem, no jogo Flamengo X Coritiba, um lance complicado: atacante do Coxa Branco é tocado pelo flamenguista Willian e ficou a dúvida: dentro ou fora da área? Pênalti ou falta?

 

Vi o lance à noitinha. Estava na estrada e ouvia a Rádio Globo carioca. Na hora, o repórter de campo disse: “Um pé estava dentro e outro fora, portanto, acertou o árbitro, foi falta, tem que estar dentro da área por inteiro.”

 

Ôpa, errou feio o amigo jornalista! Trocou ‘alhos por bugalhos’, deve ter confundido a questão de bola entrar por inteiro dentro do gol para confirmar um tento.

 

Vamos lá: se um jogador está com um pé dentro e outro fora da área, vale o pé em que ele é tocado. Tem que ser no local do ato, onde atingiu. Se estiver em cima da linha, não esqueça, ela faz parte da grande área, portanto é pênalti.

 

Uma curiosidade da regra: todas as infrações devem ser marcadas no local da infração, em especial as “faltas continuadas”. Ou seja: se o jogador tem a camisa puxada fora da área mas consegue entrar na grande área, e lá é desequilibrado, deve se dar o pênalti. O ato começou fora mas terminou dentro. É a consumação da infração que deve ser levada em conta.

 

É como cusparadas: se um zagueiro está na grande área e cospe no adversário que está fora, é falta. Se está fora e cospe dentro, é pênalti.

 

Tal ponto, esquecido por muitos está nas “Diretrizes da Regra de Jogo 2009-2010, Regra 12 – Faltas e Infrações, pg 92, e o texto é claríssimo, redigido da seguinte forma:

 

Se um defensor começar a segurar um atacante fora da área penal e continuar segurando dentro dessa área, o árbitro deverá conceder um tiro penal”.

 

Ontem, no jogo Flamengo X Coritiba, o jogador estava dentro da área, com os dois pés. Errou o árbitro, que deu falta, e o jornalista, que deve ter achado que pé sobre a linha fosse fora da área.

– Jogador tem um Pé Dentro e outro Fora da Área e é tocado. Marca-se o quê?

 

Pênalti ou Falta, dependendo de qual pé é atingido.

 

Ontem, no jogo Flamengo X Coritiba, um lance complicado: atacante do Coxa Branco é tocado pelo flamenguista Willian e ficou a dúvida: dentro ou fora da área? Pênalti ou falta?

 

Vi o lance à noitinha. Estava na estrada e ouvia a Rádio Globo carioca. Na hora, o repórter de campo disse: “Um pé estava dentro e outro fora, portanto, acertou o árbitro, foi falta, tem que estar dentro da área por inteiro.”

 

Ôpa, errou feio o amigo jornalista! Trocou ‘alhos por bugalhos’, deve ter confundido a questão de bola entrar por inteiro dentro do gol para confirmar um tento.

 

Vamos lá: se um jogador está com um pé dentro e outro fora da área, vale o pé em que ele é tocado. Tem que ser no local do ato, onde atingiu. Se estiver em cima da linha, não esqueça, ela faz parte da grande área, portanto é pênalti.

 

Uma curiosidade da regra: todas as infrações devem ser marcadas no local da infração, em especial as “faltas continuadas”. Ou seja: se o jogador tem a camisa puxada fora da área mas consegue entrar na grande área, e lá é desequilibrado, deve se dar o pênalti. O ato começou fora mas terminou dentro. É a consumação da infração que deve ser levada em conta.

 

É como cusparadas: se um zagueiro está na grande área e cospe no adversário que está fora, é falta. Se está fora e cospe dentro, é pênalti.

 

Tal ponto, esquecido por muitos está nas “Diretrizes da Regra de Jogo 2009-2010, Regra 12 – Faltas e Infrações, pg 92, e o texto é claríssimo, redigido da seguinte forma:

 

Se um defensor começar a segurar um atacante fora da área penal e continuar segurando dentro dessa área, o árbitro deverá conceder um tiro penal”.

 

Ontem, no jogo Flamengo X Coritiba, o jogador estava dentro da área, com os dois pés. Errou o árbitro, que deu falta, e o jornalista, que deve ter achado que pé sobre a linha fosse fora da área.

 

– Andrés Sanches na IstoÉ e na Receita Federal de Jundiaí! Denúncias graves sobre o Corinthiano que surgem neste Final de Semana

 

Alguém sabia que Andrés Sanches tem o sigilo telefônico quebrado? Confesso minha ignorância… mas o certo é que Andrés, presidente do Corinthians, se tornou um dos homens mais procurados pela Receita Federal de Jundiaí por empresas que supostamente são de fachada e evasão fiscal!

 

Repercutiu tal divulgação nos jornais aqui da nossa Terra da Uva, principalmente após a matéria da IstoÉ, que denuncia uma série de irregularidades e até mesmo suposta comissão por negociação de jogadores!

 

Extraído da Revista IstoÉ que chega às bancas nesse sábado: http://www.istoe.com.br/reportagens/150325_O+POLEMICO+HOMEM+CHAVE+DA+COPA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

 

O POLÊMICO HOMEM-CHAVE DA COPA

 

Por Flávio Costa

 

Como o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, responsável pelo Arena Itaquerão, construiu uma vertiginosa trajetória de sucesso no futebol brasileiro, ancorado por amizades poderosas, enquanto progredia como dono de negócios nebulosos

O dia 12 de junho de 2014 é a data. Mais de 60 mil pessoas saudarão a entrada da Seleção Brasileira de futebol no campo em que se disputará o jogo de abertura da Copa do Mundo do Brasil. Não importa o adversário ou o resultado. De algum ponto das tribunas de um estádio recém-inaugurado no distante bairro de Itaquera, na zona leste de São Paulo, um homem celebrará uma grande vitória. Andrés Navarro Sanchez provavelmente deixará escapar um palavrão em meio a frases efusivas. E não fará concessões aos que duvidaram dele. Faltam pouco menos de três anos para esse momento de glória. Mas quem conhece Sanchez pode imaginar a cena desde já. Nas próximas semanas a Fifa deve confirmar o Itaquerão como sede da partida inaugural do evento. E então o atual presidente do Corinthians terá marcado mais um gol surpreendente em uma das trajetórias mais impressionantes e improváveis da cartolagem brasileira. Em apenas 17 anos, Sanchez passou de chefe de torcida organizada a homem-chave nas decisões que envolvem o Mundial de 2014.


No comando do segundo clube mais popular do País, com seu jeito direto e falastrão, em pouco tempo conseguiu dinamitar a musculatura política do Clube dos 13, instituição que reúne as principais equipes brasileiras, ao decidir negociar sem intermediários os direitos de transmissão dos jogos de seu time pelas tevês. É um dos nomes mais cotados para substituir Ricardo Teixeira na presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Tem uma constelação de amigos poderosos, encabeçada por nomes como o ex-jogador Ronaldo Fenômeno e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Aos 47 anos, coleciona admiradores e desafetos na mesma proporção em que fortalece seu clube e se envolve em transações comerciais nebulosas.


A gestão Sanchez no Corinthians tem o carimbo da ousadia. A maior até o momento foi a contratação de Ronaldo Fenômeno, em 2009, fundamental para o clube aumentar sobremaneira sua receita. Hoje, o time do Parque São Jorge é o que mais fatura com patrocínio e publicidade no Brasil – R$ 47 milhões só no ano passado. A construção do Itaquerão, por sua vez, retrata como tem sido profícua sua proximidade com a CBF. O antigo sonho corintiano foi viabilizado com a reprovação, por parte do comitê organizador da Copa, comandado por Ricardo Teixeira, do favorito Estádio do Morumbi, do rival São Paulo, forçando a maior cidade do País a buscar uma alternativa, ainda que mais cara, para não ficar de fora do evento. A partir daí, Sanchez mobilizou toda a sua rede de contatos políticos até encontrar uma fórmula que permitisse bancar a construção de um estádio novo para o clube. Foi uma costura difícil, cercada de interesses milionários. Não por acaso, Sanchez chorou copiosamente no dia 20 de julho, na cerimônia em que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito Gilberto Kassab assinaram, no terreno do futuro estádio, os contratos que davam sinal verde para o empreendimento.

 

Dos R$ 820 milhões garantidos para a obra, R$ 420 milhões são de incentivos fiscais aprovados pela Câmara de Vereadores e R$ 400 milhões serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Especialistas apontam que a conta final da obra, realizada pela Odebrecht, deve bater R$ 1 bilhão. Críticos da empreitada alegam ser um absurdo construir um estádio com dinheiro do governo. “O Corinthians não recebe dinheiro público”, rebate Sanchez. “A prefeitura abriu mão de parte do que recebeu para ter a abertura do evento.”


Ao mesmo tempo que imprime uma imagem de dirigente vencedor, Sanchez também gosta de lembrar sua origem humilde, de descendente de espanhóis que atravessou a adolescência trabalhando como feirante. Esse é o capítulo de sua biografia que ele lança aos holofotes. Há outros bem menos luminosos. Sob sigilo, por exemplo, correria na Polícia Federal uma investigação contra ele pelos crimes de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Duas pessoas ligadas ao Corinthians confirmaram à ISTOÉ que estão arroladas como testemunhas nesse inquérito. ISTOÉ apurou ainda que pelo menos 40 pessoas deverão ser ouvidas a partir deste mês. Sanchez já teve o seu sigilo telefônico quebrado, desde outubro do ano passado. Um pedido de prisão teria sido negado há dois meses pela Justiça Federal, que requereu mais provas. “Não sei da existência dessa investigação”, declarou Sanchez.

 

No site oficial do clube, o presidente da agremiação é classificado como um “próspero empresário”. De fato, Sanchez leva uma vida confortável. Divorciado e pai de um casal de jovens de 19 e 18 anos, mora sozinho há 12 anos num apartamento de 198 metros quadrados no Alto da Lapa, bairro de classe média alta de São Paulo. E é dono de um posto de gasolina na capital, o único negócio regular registrado em seu nome, o que garantiria o “próspero” em sua nota biográfica oficial. Em consulta a juntas comerciais de São Paulo, a reportagem de ISTOÉ localizou pelo menos outras sete empresas registradas em nome do dirigente. Depois, visitou quatro endereços paulistanos onde estariam sediadas sete firmas em nome de Sanchez e seus familiares.


A Sol Brasil Promoções e Eventos Ltda. deveria ser encontrada na mesma rua do bairro de Vila Olímpia onde está localizada a Santa Aldeia, casa noturna frequentada por pessoas ligadas ao futebol. “A empresa não está mais aqui desde o início do ano”, atestou um funcionário do edifício. Em um prédio comercial na avenida Ibirapuera, em Moema, deveria estar a Biosfera Promoções e Eventos Ltda., mas funciona um escritório de advocacia. “Essa empresa nunca esteve sediada aqui”, afirmou uma das recepcionistas. Quem trabalha no número 143 da rua Alvarenga Peixoto, na cidade de Caieiras, região metropolitana de São Paulo, também nunca ouviu falar na Usina de Negócios Comércio de Encartes e Eventos Culturais Ltda. E no centro comercial de Alphaville não há representante da ASN Participações. Uma funcionária do escritório de advocacia que fica no local afirma que o lugar serve apenas para receber correspondência. Essa última empresa e outras duas estão bloqueadas parcialmente por ordem da Delegacia da Receita Federal em Jundiaí, desde maio de 2009. Questionado por ISTOÉ, Sanchez limitou-se a dizer que seus negócios particulares não têm relação com o Corinthians. “Mas desconheço a empresa Biosfera, e a Sol Brasil Promoções e Eventos está inativa há seis meses e sendo transferida pelo meu contador”, afirmou.

Também paira sobre o atual presidente a acusação de cobrar propina de empresários em venda de jogadores. O sócio do clube Rolando Wohlers fez uma denúncia formal ao Conselho Deliberativo na qual afirma que Sanchez, por meio de auxiliares, pediu uma taxa de R$ 300 mil a um agente, metade a que ele teria direito, na venda de um jogador corintiano. “Não é à toa que o presidente é conhecido como Taxinha no meio do futebol”, acusa Wohlers. O conselheiro Alexandre Husne afirma não ter visto nenhuma irregularidade contábil nessa negociação. Outra transação polêmica foi a transferência do volante Jucilei para o Anzhi Makhachkala, da Rússia, neste ano. O atleta pertenceria metade ao Corinthians, metade ao Corinthians Paranaense. Após a venda do jogador por 10 milhões de euros, descobriu-se que o time paulista tinha apenas 15% do valor do passe – os outros 35% que lhe eram de direito haviam sido repassados a um empresário de Jundiaí (SP). “O clube perdeu o dinheiro”, diz o administrador de empresas Marcos Caldeirinha, integrante do Conselho Deliberativo, que pediu explicação oficial à direção. A reportagem ouviu ainda empresários de jogadores que afirmaram ter deixado de negociar atletas com o clube após a chegada de Sanchez à presidência. O dirigente diz que as acusações são mentirosas. “Todas as contratações são feitas com o aval do departamento jurídico e analisadas pelo órgão de controle”, afirma.

 

Fundador de uma das maiores torcidas organizadas do Corinthians, a Pavilhão 9, em 1990, Sanchez trabalhou como coordenador nas divisões de base do clube por muitos anos, graças a sua proximidade com Alberto Dualib, que presidiu o clube de 1993 a 2007. Sua ascensão começou em 2004, com o início da parceria entre a MSI, do milionário russo Boris Abramovich Berezovsky, e o time do Parque São Jorge. Ele se aproximou do representante da MSI no Brasil, o iraniano Kia Joorabchian, um apreciador da noite, assim como Sanchez. Por indicação de Joorabchian, foi nomeado diretor de futebol, o segundo cargo mais importante do clube. E o time, que tinha como estrela o argentino Tévez, ganhou o Brasileirão de 2005.


A parceria MSI/Corinthians trouxe vários jogadores de renome. E problemas de igual envergadura. Primeiro, Joorabchian e Dualib começaram a travar uma disputa renhida pelo poder no Corinthians. Segundo, a Polícia Federal descobriu que a parceria funcionava como um véu para um esquema de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O escândalo tragou toda a diretoria do clube, menos Sanchez, que, em um lance planejado com Joorabchian, havia pulado para o barco da oposição, com um discurso de renovação e transparência. Em depoimento à Polícia Federal durante a investigação, Sanchez admitiu que os atletas contratados pela MSI acertavam contratos fora do Brasil. Escutas telefônicas mostraram que ele combinou o conteúdo do depoimento com o próprio Dualib. Até hoje pairam dúvidas sobre o seu não indiciamento. Procurado por ISTOÉ, o deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), encarregado da investigação à época, não quis se pronunciar. Dualib foi condenado em primeira instância, em outro processo por estelionato, e afastado da presidência.


Sanchez venceu as eleições para presidente em 2007. Mas para isso fez um acordo, na reta final de campanha, com o próprio Dualib. “Todo mundo sabe que foi graças aos votos controlados por Dualib que ele conseguiu vencer o Paulo Garcia (empresário que deve disputar novamente o cargo)”, afirma o advogado Rubens Gomes, conselheiro do clube. Na noite da vitória, Sanchez teria ligado para o amigo iraniano: “Kia! Ganhamos, c…” “Quem manda no Corinthians ainda é o Kia”, afirma o blogueiro Paulo César Prado, que acusa o dirigente de tê-lo grampeado e com quem trava batalhas judiciais. Sua página tem 30 mil visitas diárias e reúne denúncias contra a atual administração. Entre elas a de que o Corinthians pegou dinheiro emprestado da empresa Salamandra Investimentos, cujo representante é Wagner Martins Ramos, sócio de Andrés Sanchez em outras empresas. A Salamandra é propriedade última da Newbut Investiments, sediada no Uruguai.

 

Se a relação com o iraniano Joorabchian cacifou a ascensão de Sanchez no Corinthians, a proximidade com Ricardo Teixeira o alçou à categoria de protagonista do futebol nacional. O namoro começou em abril de 2010, quando o corintiano apoiou a candidatura derrotada de Kleber Leite, aliado de Teixeira e ex-presidente do Flamengo, na disputa pela presidência do Clube dos 13. Ganhou Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio (RS), mas Sanchez foi recompensado com o cargo de chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da África do Sul. E no início deste ano foi o principal artífice do desmoronamento da entidade. Alegando não concordar com a maneira como Koff conduzia as negociações dos direitos de transmissão das próximas temporadas, ele desfiliou o Corinthians. Um a um, os clubes decidiram negociar individualmente com a Rede Globo. A parte que coube ao Corinthians foi da ordem de R$ 114 milhões “Sanchez jogou limpo”, diz Alexandre Kalil, presidente do Atlético Mineiro. “De todos os presidentes de clubes que tiveram postura contrária à minha, ele foi o mais correto.”

Sobre sua proximidade com a CBF e a Globo, Sanchez não se faz de rogado. “Sou amigo do Ricardo Teixeira mesmo, sou amigo da Globo, apesar de ela ser gângster”, chegou a dizer. Esta é uma declaração típica do dirigente, boquirroto por natureza. Em um jantar de arrecadação para a campanha de Protógenes a deputado federal, no ano passado, Sanchez comentou dessa maneira uma vitória do seu time sobre o São Paulo: “O Corinthians vai ser condenado pela Lei Maria da Penha. Batemos nas meninas ontem.” O vocabulário rústico, adornado por modos pouco apurados, parece fazer parte do marketing pessoal dele, que gosta de lembrar que não fez faculdade, estudou apenas até o ensino médio e sofre preconceito por isso. Com o esvaziamento do Clube dos 13, já se fala numa nova agremiação, a Liga dos Clubes, subordinada à CBF, que teria Sanchez no comando. Mas ele diz que não é candidato a nada. Nem à Liga, nem à reeleição no Corinthians, nem à presidência da CBF. “Em dezembro, saio do Corinthians e vou para a minha casa”, garante.

– Atos Concretos por Um Mundo Melhor

 

 “La fiducia non si acquista per mezzo della forza. La fiducia bisogna meritarla con gesti e fatti concreti”.

Papa João Paulo II

 

Confiança, fidelidade, fé e amo. Tudo isso se conquista com gestos e atos concretos, não com a força.

– China pressiona EUA para pagar dívidas! Quem diria…

 

E a China pressionando os EUA para evitar o calote?

 

Quem diria…

 

Um dia a potência mundial foi a Grécia. Hoje ela é uma grande massa falida. Depois Roma, Otomanos, Bizantino… mais recentemente, Portugal, Espanha, Holanda, França, Inglaterra….

 

EUA recebendo cobranças da China! Estamos entrando num novo patamar de soberania mundial?

– As Normas de Condutas Empresarias quanto as Roupas!

Compartilho interessante material da Folha de São Paulo sobre as exigências de vestimentas aos seus funcionários. Curioso!

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/765257-empresas-adotam-codigos-de-vestimenta-severos-a-funcionarios.shtml

 

EMPRESAS ADOTAM CÓDIGOS DE VESTIMENTAS A SEUS FUNCIONÁRIOS

 

Muitas empresas, ainda que a contragosto dos funcionários, entraram na moda do “dress code” –código de vestimenta que diz o que é permitido usar no trabalho.

As regras vão de uso de uniformes a proibição de determinadas cores e formatos. Para quem desrespeita o manual, que visa reforçar a imagem da empresa, há penalidades como advertências.

Ao ser contratado, Luiz Monaro, 25, ex-analista de treinamento da Libbs –do ramo farmacêutico–, recebeu o “dress code” em formato de livro, que deveria permanecer sobre sua mesa.

“Os homens não podiam dobrar a manga da camisa, e o relógio tinha limite para o tamanho da caixa”, lembra.

Segundo Monaro, os funcionários tinham três meses para se adaptarem. Logo no início, sua chefe o informou de que deveria trocar os óculos de grau, pois a armação era “muito esportiva”.

O consultor Ricardo Rabello, da Fellipelli, critica o exagero em regras –que não implica o crescimento do profissional. “São bizarrices.”

Em novembro de 2009, Juliana Aparecida Carvalho, 23, ex-funcionária da Multicobra (“call center”), foi parada na porta da firma “por usar roupa inadequada”.

“A encarregada de segurança me barrou”, recorda Carvalho, que no dia estava de calça jeans, blusa regata e sapatos de salto alto.

“As pessoas se mostravam indignadas com aquela situação porque eu não estava malvestida”, comenta.
Na mesma semana, registrou boletim de ocorrência e entrou com pedido de rescisão de contrato na Justiça.

“Não tinha conhecimento de nenhum manual de vestimenta na empresa”, diz. “A empresa não se manifestou, não me deu apoio e até hoje não tive nenhuma explicação do que aconteceu. Isso foi o que me intrigou mais.”

Em contraponto, o advogado André Goda, que representa a Multicobra, salienta que há um manual de integração que “orienta os funcionários a se vestirem de maneira adequada”.

“Caso a responsável pela portaria avalie que o funcionário não está de acordo com as regras, ela vai chamar o seu supervisor para autorizar a entrada”, declara Goda.

Segundo ele, o uso de roupas ousadas não é permitido. “Até hoje, nenhum funcionário deixou de trabalhar ou foi impedido de entrar na empresa sem uma avaliação.”

– “Mão na Bola e Bola na Mão” no Jogo São Paulo X Bahia. Acertou o Árbitro?

 

Sim, nos dois lances polêmicos de pedidos de pênalti no 1º tempo o árbitro acertou.

 

Rogério Ceni cobra a falta, e algo muito comum no futebol ocorre: o zagueiro adversário que está na barreira leva a mão ao rosto para proteção. Não há problema que a bola bata na mão de qualquer atleta desde que ela esteja sendo usada para proteção: partes íntimas e rosto são as regiões mais freqüentes. Porém, o zagueiro bahiano ergue o braço não para que sua mão proteja o rosto, mas para desviar a trajetória da bola. Nenhuma dúvida: pênalti. Ele se aproveita do pulo na hora da cobrança de falta e a mão no rosto para deliberadamente tocar a bola. Confesso que vi um cartão amarelo para Fael, supostamente por reclamação, mas não vi se foi ele quem colocou a mão na bola. O infrator deveria ter recebido o amarelo no lance.

 

Durante a cobrança de pênalti, uma curiosidade: na hora que Rogério Ceni chuta a bola, dois adversários estão a pelo menos 1 metro dentro da grande área, e isso é invasão. Se o pênalti vai para fora ou o goleiro defende, deve-se repetir a cobrança.

 

Pouco depois, o time do Bahia vai ao ataque, cruza e a bola bate na mão de Rodrigo Caio. Perceba: bater é tocar involuntariamente. O atleta iria chutar a bola, espanando-a da área, e fura bisonhamente. Todo desengonçado, a bola bate no dorso de sua mão, pois, afinal, está desequilibrado. Alguém ousaria dizer que tal lance foi propositalmente pensado para cortar o cruzamento com a mão?

 

Pontos positivos do árbitro Márcio Chagas: discerniu muito bem tranco legal e carga (isso é típico da escola gaúcha), interpretou bem os lances capitais, expulsou corretamente Piris, deu vantagem nos momentos corretos e, principalmente, vibrou. É o que falta para muitos árbitros: vibração! No pênalti pró-São Paulo, sinalizou claramente o lance mostrando com o próprio braço a infração (coisa que muitos instrutores de arbitragem abominam: alegam que árbitro não deve “justificar marcação nem dar satisfação”, o que discordo). No lance do pênalti pró-Bahia, advertiu os atletas que tentaram o cercar.

 

Apenas dois detalhes:

1-Dagoberto sofreu uma falta de jogo um pouco mais forte, mas exagerou na queda, simulando um verdadeiro atropelamento e seu adversário foi punido com cartão amarelo. Jobson, no final do primeiro tempo, também sofreu uma falta de intensidade igual e exagerou na queda identicamente, mas seu adversário não levou cartão.

2-Lucas fez 3 faltas no 1º tempo: uma no ataque, outra no meio de campo e outra na defesa (polivalente o garoto, não?). No início do 2º tempo, fez outra! Caberia o cartão pelas reincidências (nada de violência, apenas repetição de faltas).

 

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