– Onde você estava no dia 11 de Setembro?

No próximo domingo, o mundo lembrará dos terríveis atentados nos EUA.

O que você se lembra daquele dia “em que o mundo parou?”

Eu me lembro que finalizava minha Dissertação de Mestrado, e ouvia o prof Reinaldo Basile, na Rádio Cidade, anunciar: “informações constam que um avião de pequeno porte atingiu um edifício em Nova Yorque. Mas parece que o acidente é maior do que se pensa”. Depois ele veio com o noticiário completo e atualizado (afinal, a velocidade das comunicações não era como a de hoje).

À noite, quando cheguei na Universidade para lecionar, nossa coordenadora, Profa. Raquel, orientou: “professores, reprogramem suas aulas para falar sobre as implicações dos atentados de hoje nas disciplinas de vocês e nos conhecimentos que obtém!”.

E você, onde estava naquele momento?

– Secretário Paulistano que vive em Londres?

Walter Feldman é Secretário da Articulação de Grandes Eventos em São Paulo.

Sabe onde mora e trabalha? Londres.

Ué, mas ele não deveria morar na capital paulista, já que é secretário municipal?

A justificativa: é que como Londres sediará os próximos Jogos Olímpicos (2012), está há 5 meses morando lá para observar o evento (que acontece o ano que vem). Detalhe: ele está interessado no evento pois teremos Olimpíadas em 2016 no… RJ!

É ou não desculpa esfarrapada?

Extraído de Revista Época, Ed 05/09/2011, por Ricardo Mendonça, pg 56-58

O ENVIADO ESPECIAL DE KASSAB A LONDRES

Há cinco meses na capital do Reino Unido, o secretário Walter Feldman recolhe informações sobre as Olimpíadas que acontecerão no… Rio.

Nos últimos cinco meses, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (sem partido), passou a receber, periodicamente, um conjunto de documentos, fotos e estudos sobre os impactos da organização dos Jogos Olímpicos em Londres, capital do Reino Unido, sede das Olimpíadas de 2012. Esses relatórios, produzidos in loco e entregues mensalmente nas mãos de Kassab, tratam das soluções encontradas por Londres para sinalização urbana, acessos aos locais das provas, recepção das delegações, integração do evento com atividades culturais, segurança de atletas e turistas, entre outras coisas. Quem produz e organiza esses relatórios para Kassab é um secretário de primeiro escalão da prefeitura nomeado especialmente para isso. Desde abril, o ex-tucano Walter Feldman (também sem partido) ocupa o cargo de secretário especial de Articulação de Grandes Eventos de São Paulo. Ele recebe salário da prefeitura, mas mora em Londres. Sua missão pode ser definida assim: recolher subsídios e acompanhar a organização dos Jogos que em 2016 acontecerão no… Rio de Janeiro.

A situação de Feldman é peculiar. E não só pelos 429 quilômetros que separam a cidade que ele representa da sede das Olimpíadas de 2016. Nos demais 5.563 municípios brasileiros não há notícia de qualquer outro secretário que receba para trabalhar e morar no exterior. Nem o próprio Rio de Janeiro achou razoável manter uma secretaria na Inglaterra. Para Feldman, isso é um erro. “Vou dizer: o que estou aprendendo aqui, o Rio devia estar junto. O Carlos Nuzman (presidente do Comitê Organizador Rio 2016), o governador Sérgio Cabral, eles vêm a Londres. Mas minha avaliação, depois desse período, é que isso é insuficiente. Estar aqui é diferente. Por que os jornais têm correspondentes? Porque não bastam visitas periódicas”, diz.

Feldman garante que São Paulo tem muito a ganhar com as Olimpíadas do Rio. “Uma grande cidade precisa estar absolutamente antenada no mundo”, disse a ÉPOCA duas semanas atrás. “Na avaliação do Kassab e na minha também, isso aqui é um laboratório de experiências urbanísticas que não poderíamos deixar de observar. Grande parte das delegações vai passar por São Paulo. O único centro de treinamento e pesquisa olímpica do Brasil é em São Paulo. Queremos divulgar que São Paulo está preparada para receber os turistas.”

A agenda de Feldman parece lotada. “Tenho viagens, seminários, exploração urbana, contatos, convites. Tenho recusado um quarto dos convites por falta de tempo.” E, se São Paulo não tiver mesmo como aproveitar essas informações, Feldman tem uma sugestão para o prefeito do Rio, Eduardo Paes: “Eduardo, quero que você saiba que o Rio de Janeiro para 2016 é Brasil. Então, use-me à vontade”, disse ele, numa entrevista publicada em maio.

Quando não está ocupado com atividades diretamente ligadas aos Jogos Olímpicos, Feldman aproveita para assistir a outros eventos esportivos na região, como o torneio de tênis em Wimbledon, o British Open de golfe e a final da Liga dos Campeões entre Barcelona e Manchester United, este disputado no estádio de Wembley. “Fui à final da Liga dos Campeões para ver os stewards (comissários) dentro do estádio, porque em São Paulo estamos trabalhando muito a substituição da polícia pelo steward.” Mas Feldman faz questão de dizer: “Quando vou a um jogo desse é com o objetivo de estudar. Não me diverti com o jogo, até porque assisto a jogos mais interessantes no Brasil”.

Para entender a organização das Olimpíadas que não acontecerão em São Paulo, Feldman também tem viajado pelo Reino Unido. Entre outros locais, já foi a Edimburgo, Birmingham e Liverpool participar de eventos e fazer observações. Compareceu também a um seminário sobre legado olímpico em Lausanne, Suíça, onde também estiveram representantes do Ministério do Esporte e da Rio 2016.

A preocupação de Kassab com os grandes eventos esportivos parece grande. Pelo menos no Diário Oficial. Além de Feldman, São Paulo tem outros três secretários de primeiro escalão que, em tese, podem lidar com o assunto. Até o ano passado, Feldman era secretário de Esportes. A pasta continua existindo. É ocupada agora pelo peemedebista Bebeto Haddad. Há também uma secretaria de Relações Internacionais, com prerrogativa para fazer intercâmbios com empresas e entidades de fora. O titular é o engenheiro Alfredo Cotait Neto, ligado à Associação Comercial. E Kassab criou ainda uma secretaria específica para o Mundial de futebol, a Secopa, oficialmente chamada de Secretaria Especial de Articulação para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Esta última é ocupada por Gilmar Tadeu Ribeiro Alves, filiado ao PCdoB.

Em Londres, Feldman mora com a mulher num apartamento em Chelsea, bairro rico, no sudoeste da cidade. Ele não tem escritório próprio. Trabalha em casa. Mas conta com dois assessores que o acompanham em reuniões e viagens, fazem contatos, cuidam da agenda e ajudam na redação dos relatórios. Fábio Bergamo e Janaína Vieira afirmam que não recebem salário nem são formalmente contratados. Janaína diz que foi estagiária da Secretaria de Esporte. Como já morava em Londres, se ofereceu para ajudar Feldman quando soube de seu trabalho sobre os Jogos Olímpicos. Bergamo, formado em educação física, é personal trainer no Brasil. Ele disse conhecer Feldman das corridas de rua em São Paulo. Afirmou que já planejava viajar para a Europa quando soube da nomeação do amigo. Feldman tinha um terceiro assessor que aparece com o secretário em fotos e vídeos na internet: o administrador Guilherme Tabacof. Mas, segundo Feldman, ele saiu da equipe.

Longe do Brasil, Feldman mantém a rotina de atividade física, correndo de três a quatro vezes por semana em ruas e parques. Ele também frequenta uma academia em South Kensington, bairro nobre de Londres, e adquiriu o hábito de fazer parte de seus deslocamentos de bicicleta. É usuário de um sistema público de bikes que podem ser alugadas e devolvidas em vários pontos da cidade.

Dois meses após a chegada em Londres, Feldman criou um blog para divulgar suas atividades. Além de posts sobre temas variados, como “a revolução da internet” ou um encontro com a ex-senadora Marina Silva, anexou no site dois dos relatórios apresentados para Kassab. O primeiro, intitulado “Show de gestão”, foi postado em 19 de junho. “Relatório Londres Brasil – Parte II” entrou no site cinco dias depois. No portal da prefeitura de São Paulo, não há nenhuma referência à secretaria de Feldman ou às suas atividades na Grã-Bretanha.

Para pagar as despesas londrinas, Feldman conta com o salário mensal de secretário, R$ 11.595,61, mais duas remunerações extras por fazer parte dos conselhos de duas empresas municipais, a convite de Kassab. Na Prodam, Empresa de Tecnologia da Informação de São Paulo, ele ganha R$ 6 mil por mês. Na Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), outros R$ 6 mil. Esses conselhos costumam se reunir uma vez por mês. O ideal para Feldman é montar uma agenda que concilie essas reuniões com as viagens mensais que faz ao Brasil para, segundo suas próprias palavras, “prestar contas” a Kassab.

Se, do ponto de vista esportivo, Feldman parece bem articulado, do ponto de vista político sua situação não é das mais favoráveis. Em 2008, ele foi um dos tucanos que mais se expuseram naquele que ficou conhecido como o maior racha da história do PSDB paulista. Feldman e um grupo de tucanos ligados ao ex-governador José Serra defendiam a reeleição de Kassab na prefeitura. Kassab pertencia ao DEM. Do outro lado, estava o grupo do atual governador, Geraldo Alckmin, que defendia a candidatura própria do PSDB. Feldman engajou-se tanto no apoio a Kassab que chegou a ser ameaçado dentro do partido. Alckmin venceu a primeira batalha e conseguiu sair candidato. Nas urnas, venceu Kassab, que impôs uma derrota humilhante para Alckmin.

Com o passar dos anos, a situação se inverteu. Kassab foi perdendo popularidade e hoje não tem sequer um candidato forte à sucessão. Serra foi derrotado na disputa presidencial. E Alckmin, o maior rival dos kassabistas, acabou eleito governador. Em pouco tempo, todas as apostas políticas de Feldman naufragaram.

A maior derrota se deu no ano passado, quando Feldman tentou uma vaga na Câmara dos Deputados. Apesar de ter arrecadado R$ 3,9 milhões para a campanha (a quarta maior arrecadação do Estado entre os candidatos a federal), não conseguiu ficar entre os 70 eleitos de São Paulo. Na nova configuração política do município, seu cargo de secretário de Esportes acabou sendo entregue ao PMDB.

Um dos últimos atos de Feldman antes de embarcar para Londres foi deixar o PSDB. Apesar da boa relação com Kassab, ele diz que ainda não sabe se ingressará no PSD, a nova sigla do prefeito, em processo de criação. Em Londres, se sobrar tempo, poderá pensar bem no assunto.

– Alegria em ser Pai

É um sorriso como este que faz o dia valer a pena!

 

Te amo, filha.

– Corrupção na Arbitragem: se SIM/NÃO, vale a reflexão: estaríamos na hora de um choque de Gestão?

 

Há certos momentos na história política do país que “termos fortes” foram utilizados para marcar um novo momento: Certo dia, o ex-presidente FHC, a fim de referendar a política neoliberal, criou o termo “desenvolvimento sustentável”, o qual a ONU começou a usá-lo com certa freqüência. O também ex-presidente Lula enfatizava suas ações para destacar o ineditismo dizendo “nunca antes nesse país”. O atual Governador Geraldo Alckmin pregou, quando candidato à presidência, a necessidade de um “choque de gestão”. Dilma, em meio à corrupção assustadora, defende a “faxina geral”.

 

Todos esses termos foram usados como marco. Não seria o momento adequado para desenvolvermos sustentavelmente o futebol, praticar um choque de gestão nas estruturas arcaicas e ditatoriais, para uma faxina geral nunca antes vista nesse país?

 

Digo isso pelas graves acusações que assolaram o futebol carioca nessa semana, e que não espantaria a maciça opinião pública se ocorressem em outros estados. Árbitros de futebol dizem negociar resultados em troca de ascensão na carreira (artigo em: http://bit.ly/nXU8au).

 

O dito escândalo, a ser ainda provado e comprovado (afinal são denúncias, e não provas) não espanta mais. Será que nos acostumamos tanto com a corrupção, a ação desmedida e antiética dos favorecimentos escusos e com a picaretagem, que não nos escandalizamos mais?

 

Árbitros de futebol submetidos aos mandos e desmandos de dirigentes de conduta duvidosa, segundo a matéria da TV Record. Pior: entidades com ar de chapa-branquismo, pois afinal, os dirigentes da Federação local são aqueles que representam os árbitros em forma de Sindicato e Cooperativa! Não é inconcebível que o patrão represente a entidade que defende os empregados contra os interesses dele próprio?

 

Só resta parabenizar os árbitros cariocas por tais iniciativas. Não é fácil ter essa coragem, pois, afinal, o risco de tiro no pé é grande. Estar de fora é mais fácil, pois quem está atuando sabe que as represálias são prováveis. Não dá para ser ingênuo em acreditar que o árbitro critique o dirigente e tenha respaldo do seu sindicato ou cooperativa, já que lá está o mesmo dirigente que terá que o defender. Haverá auto-acusações da cartolagem? Impossível.

 

Não sou mais árbitro atuante, portanto escrevo como cidadão e observador desta categoria que pertenci e tanto amei por 16 anos. Os árbitros e dirigentes que estão atuando são os mesmos de quando eu atuava. Conheço-os, relacionava com eles, sei das virtudes e os critiquei sobre os defeitos (defeitos, a propósito, que todos temos). Mas claro que a luta solitária é inglória.

 

Em 2005, participei da minha primeira pré-temporada com os árbitros da 1ª divisão de SP. O então presidente da CEAF, José Evaristo Manuel, socava a mesa do hotel Della Volpe, na Frei Caneca, e dizia: “Não quero ouvir falar de favorecimento ao Corinthians, ao Palmeiras ou a qualquer time grande”. Ele era de Taubaté, e os árbitros morriam de medo de estarem escalados lá. Mas…o Taubaté conseguiu algum acesso nas divisões de baixo nesse período?

 

Costuma-se falar muita bobagem sobre favorecimento ou não a determinados clubes. Real ou irreal é outra história. A pressão não é o pedido escancarado ao árbitro, pois isso seria facilmente perceptível. Mas você já levantou a hipótese (atenção: HIPÓTESE não é afirmação, é apenas suposição de um fenômeno a ser discutido) de que:

a simpatia percebida pelos árbitros por determinados clubes na relação com a Federação poderia fazer com que se errasse, na dúvida, contra esse ou aquele time? (a antipatia teria o mesmo valor…)

árbitro que erra contra time grande some do mapa. Mas errou contra pequeno…

árbitro caseiro em time amigo que precisa ganhar e joga em casa? Na mesma proporção, “sorteia-se” árbitro disciplinador quando a situação é inversa.

árbitro sente o assédio moral?

 

Levantei suposições. Nada de cartola querer pegar telefone para ameaçar processo. Afinal, isso não acontece comprovadamente, como disse anteriormente.

 

Já perceberam que quando se fala contra a entidade o cara vira inimigo? Conversei com uma dúzia de árbitros nessa semana. Alguns evitam o bate-papo, pois por dizer que acho incompatível dirigente de Federação controlar o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa passo a ser “persona non grata”, pela minha tese. Normal. Quando elogia, vira “amigão”. É o mesmo sentimento que talvez o jornalista Paulinho sinta quando denúncia mazelas no Corinthians, ou Juca Kfouri sente quando critica a CBF. Falar que ouviu a Rádio Jovem Pan então? Esqueça, isso é profanar a casa. Como disse um amigo árbitro via telefone (que não importa o nome): “comentar que é amigo do Fernando Sampaio ou do Rogério Assis? Pede pra sair do quadro” – e o pior é que não foi apenas 1 árbitro, foram alguns… (detalhe: esses jornalistas defendem os árbitros. Irônico, não?)

 

Nesse país, defender a democracia é satanizar àquele que manifesta tal vontade. Claro, afinal, estar à frente de federações, sindicatos, clubes, é sentir o gosto duvidoso do poder vitalício e a influência exercida sobre aqueles que aceitam a troca deliberada.

 

Uma pena. Com toda a confusão no Rio de Janeiro, o tema poderia ser amplamente debatido. Mas não será.

 

E deixo uma reflexão aos amigos, de uma humilde opinião: Para que os árbitros precisam de Cooperativa e Sindicato administrados por dirigentes das Federações? Tal situação acontece em muitos estados desse país, e ninguém faz nada. Pra quê tê-las, se moralmente a independência não é explícita?

 

Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro. Os rebeldes egípcios derrubaram Mubarak e contaminaram o espírito revolucionário na África árabe e parte da Ásia: vide Iêmen, Bahrein, Síria, e, recentemente, Líbia.

 

Que os Kadafis do futebol que impedem a democracia (e que são aclamados por dirigentes políticos e puxa-sacos de plantão) também caiam de seus pedestais até então inabaláveis.

 

Ops: sei que as rádio-escutas e os trolls invadiram a minha caixa de comentários. Tudo bem. O que vale é olhar para os filhos e orgulhar-se do que fez, falou ou deixou. Muitos não podem fazer isso…

 

E aí: Concorda com esse artigo? Deixe seu comentário:

– A Moça Apaixonada por Tevez…

Que o amor é cego, tudo bem. Mas uma musa argentina diz que Tevez é “quase um símbolo sexual”…

Será? Olha só, retirado do Uol (http://uolesporte.blogosfera.uol.com.br/2011/09/03/musa-argentina-diz-tevez-me-encanta-e-quase-um-simbolo-sexual/ )

TEVEZ ME ENCANTA, É QUASE UM SÍMBOLO SEXUAL

Podemos dizer que acontece uma verdadeira inversão de valores quando a musa argentina Vanina Escudero diz que o atacante Carlitos Tevez é “quase um símbolo sexual”, não? Pois é a mais pura verdade.


Foto: Reprodução

Em entrevista ao jornal “Olé”, a modelo e atriz, também formada em arquitetura, e casada com o humorista uruguaio Alvaro Navia, o Waldo, afirmou qual é o tipo de homem que ela gosta, dando um indicativo dos motivos pelos quais ela tem uma quedinha por Tevez.

“Não gosto de homem que faz uma superprodução e que olha no espelho mais do que eu. Se fosse meu marido, eu me preocuparia. O homem tem que ser macho, e ser macho não tem nada a ver com depilação. Hoje você vê um jogo e parece um salão de cabeleireiro.”


Vanina, a loira, em ensaio sensual com sua irma, Silvina – Foto: Divulgação

Talvez o jeitão “macho” seja um chamariz para Vanina. “Tevez me encanta, ele melhorou sua imagem e quase se tornou um símbolo sexual, mas transcendeu a sua imagem porque tem coisas que vão além. Ele é um doce.”

Ela ainda deu uma dica para o atacante no assunto “idioma inglês”, no qual ele ainda dá muitas derrapadas mesmo depois de cinco anos na Inglaterra. “Ele vai acabar ensinando inglês para as filhas! Carlitos gosta de cantar, então eu pediria para traduzir as letras, que seria uma boa técnica.”


Vanina e sua irmã Silvina no “Bailando por un Sueño” – Foto: Divulgação

Vanina foi semifinalista do “Bailando por un Sueño”, o “Dança dos Famosos” argentino, em 2010. Durante a disputa, em dezembro, ela sofreu uma queda e bateu com a cabeça violentamente no chão. Foi parar no hospital, mas não teve nenhuma lesão. Neste ano, ela voltou ao programa ao lado de sua irmã, Silvina, protagonizando o primeiro casal apenas de mulheres na história da competição. Antes, as duas já haviam feito um ensaio sensual. Será que Tevez aprova o desempenho da moça?

– Guerreiro de quem?

Na abertura dos trabalhos da Assembléia petista, correligionários gritaram:

José Dirceu, guerreiro do Brasil

Meu Deus… será que ninguém se lembra mais dos golpes, escândalos, falcatruas? Que loucura!

– Bancos e Futebol em Sinergia Publicitária

Responda rápido: quando você ouvir a palavra FUTEBOL, de qual empresa você lembrará?

Pesquisa realizada no Brasil mostra que entre as 10 lembradas, 5 serão BANCOS.

O mercado tem muito que aprender… Veja que interessante:

Extraído de Revista Exame, Ed 977, 06/10/2010, Coluna Primeiro Lugar, página 20

NA BOCA DO POVO

Uma pesquisa realizada pela alemã Sport+Market, maior empresa de consultoria estratégica de marketing esportivo do mundo que acaba de chegar ao Brasil, mostra os patrocinadores que têm suas marcas mais associadas ao futebol. Entre os 10 primeiros aparecem cinco bancos e três marcas de bebidas. Apenas duas empresas que atuam diretamente no mercado esportivo fazem parte da lista.

Os mais lembrados, em %:

ITAÚ – 22

BANCO DO BRASIL – 14

BRADESCO – 13

NIKE – 10

COCA-COLA – 9

SANTANDER – 8

BRHAMA – 8

SKOL – 7

BMG – 7

ADIDAS – 6

– Veremos o Senado Brasileiro extinto?

Enfim uma boa iniciativa do PT: extinguir o Senado!

Mas e que tal também os nobres deputados da Câmara…?

O problema é que no Congresso ainda existe gente de bem (aparentemente pouquíssimos parlamentares, mas devem existir!)

A medida, claro, não foi levada a sério.

Mas seria uma boa? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/governo+pressiona+e+pt+desiste+de+propor+fim+do+senado/n1597191948587.html

GOVERNO PRESSIONA E DESISTE DE PROPOR O FIM DO SENADO

Pressionado pelas alas ligadas ao governo, o PT decidiu retirar da resolução política do 4º Congresso Nacional do partido o trecho em que defendia a extinção do Senado e adoção do sistema unicameral.

A sugestão de extinguir o Senado no âmbito da reforma política fazia parte da versão inicial da resolução política, conjunto de direcionamentos que serve para guiar os passos do partido em todas as instâncias até o próximo congresso, cuja data ainda não foi definida.

“A função revisora (do Senado) quebra nitidamente o princípio da soberania popular ao sob-rerepresentar Estados com menor população e sub-representar Estados com maior densidade populacional”, dizia o texto. O artigo foi suprimido. Nenhuma menção à necessidade do Senado ou ao sistema unicameral foi acrescentada.

De acordo com pessoas que tiveram acesso ao texto, a versão final, que será submetida ao plenário do congresso sábado, sofreu vários cortes e mudanças. A série de 13 propostas de “leis cidadãs” de iniciativa popular, concebida para ser o final apoteótico da resolução, foi reduzida a apenas um parágrafo.

Além disso, as propostas referentes à regulação da mídia foram excluídas e condensadas em uma resolução própria, que será apresentada separadamente.

– Manipulação de Resultados por parte da FERJ?

Ontem, o Jornal da Record denunciou um suposto esquema de manipulação de resultados promovido pela Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A troca seria a mais simples e lógica possível: árbitros garantiam resultados que interessassem à política da casa, e em troca conquistavam o escudo da CBF. Estavam sendo negociados jogos pelas divisões de acesso, rebaixamento e classificação para os grandes clubes na decisão da série A.

Tais situações sempre foram imaginadas pelas crendices populares: como certos nomes de árbitros, com qualidade duvidosa, conseguiam se destacar? Ou ainda: por que só se erra contra time pequeno? Ou ainda mais: por que tal time forte politicamente sempre tem erro de arbitragem a favor?

Claro que tudo isso é um prato cheio para os adeptos das teorias conspiratórias. É também evidente que àqueles que questionavam certos nomes promovidos ao quadro da CBF e que faziam o embate entre “meritocracia” e “apadrinhamento” terão mais argumentos.

Contra tudo isso, ficará a ressalva sobre a credibilidade dos denunciantes. Além do que, não se pode crer em repercussão instantânea e queda de nomes imediata. Afinal, há certos dirigentes do futebol que só tem medo de alguns segundos na Vênus Platinada (e outros nem isso, pois ficam “c…” como propriamente já foi dito um dia).

Importante: no Rio de Janeiro, o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa dos árbitros são administrados por membro da CEAF-RJ, o presidente Jorge Rabello, que deverá (assim se espera), fazer um pronunciamento.

De tudo isso fica uma grande indagação: por quê se precisa ter Sindicato e Cooperativa? E por que um membro da Comissão de Árbitros (que teoricamente é o ‘patrão’) precisa administrar as duas entidades dos árbitros (que teoricamente cada uma é ‘dos empregados’)? Lógica incompatibilidade de cargos.

Será que isso acontece apenas no RJ? Deixe seu comentário:

Abaixo, extraído do Portal R7: http://noticias.r7.com/blogs/reporteres-da-record/2011/09/01/ex-arbitros-denunciam-esquema-de-manipulacao-de-resultados-do-futebol-do-rio/

EX-ÁRBITROS DENUNCIAM ESQUEMA DE MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO RJ

Por Carlos Moreira

Dois ex-árbitros, que aceitaram falar com a condição de que não apareceriam, revelaram que receberam ordens da FERJ (Federação de Futebol do Estado de Rio de Janeiro) para favorecer ou prejudicar alguns times de 2006 a 2010. Os clubes beneficiados seriam aqueles que têm boas relações com a entidade. Os ex-juízes disseram que só chegaram ao quadro da CBF porque fizeram parte do esquema. Eles contam ainda que o rebaixamento do América e o acesso da Friburguense, neste ano, foram fruto das interferências nas partidas.

Vídeo do portal R7, com matéria do Jornal da Record, clique em: http://is.gd/H7Y1Sd

– E se o tio do Obama vivesse no Brasil?

Um tio queniano do presidente Barack Obama, considerado imigrante ilegal, foi detido por dirigir alcoolizado nos EUA. Lá, será tratado como preso comum.

Aqui, os políticos pintam-e-bordam e nunca dá nada… Já pensou se fosse no Brasil? Ganhava refúgio político na hora!

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/09/01/casa-branca-descarta-tratamento-especial-para-tio-de-obama-detido.jhtm

CASA BRANCA DESCARTA TRATAMENTO ESPECIAL PARA TIO DE OBAMA

A Casa Branca declarou nesta quinta-feira que espera que as autoridades americanas tratem “como qualquer outro caso” a detenção do tio queniano do presidente Barack Obama por dirigir embriagado no Massachusetts.

Onyango Obama, de 67 anos de idade, foi detido há uma semana depois de quase bater contra uma viatura da Polícia e, posteriormente, terem detectado álcool no teste do bafômetro na cidade de Framingham, em Massachusetts (nordeste dos EUA).

O porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, assinalou que o líder desconhecia o episódio até quarta-feira, quando a notícia estampou as manchetes dos jornais.

“Esperamos que seja tratado como qualquer outro caso de imigração”, disse Carney em sua entrevista coletiva diária.

Sobre o tio de Obama, que se encontra em situação ilegal dentro dos EUA, recai uma ordem de detenção do Escritório de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE, da sigla em inglês), que já tinha ordenado sua deportação ao Quênia.

Onyango Obama é meio-irmão do pai já falecido do presidente americano.

– 3º. do mundo em Vendas de Computadores?

Vendemos mais computadores do que o Japão? Somente os EUA e a China estão à frente no mercado mundial. Dá-lhe Brasil.

Mas fica a pergunta: estamos alfabetizados adequadamente ou apenas “iniciados no mundo digital”? Deixe seu comentário:

– A Lei dos festejos em Fortaleza/CE e a situação de Jundiaí

Aqui em Jundiaí temos muitas chácaras de eventos e festas em geral. Tudo bem organizado e fiscalizado, embora há sempre as exceções. Felizmente, as raves, tão questionadas, não mais existem por aqui.

Entretanto, ainda existe perturbação pelos horários impróprios e barulhos excessivos em alguns eventos, principalmente pelos queixosos vizinhos de propriedades que alugam seus espaços para esses acontecimentos.

Em Fortaleza, um projeto de lei visa regular os horários de permissões de festas e limitar sua duração em até 10 horas. A idéia é que os eventos não adentrem à noite, zelando pelo sono dos moradores da capital cearense.

E aí? Cairia no gosto popular tal medida em Jundiaí? Deixe seu comentário:

– O Grito dos Excluídos

Por Valter Berlofa Lucas

O GRITO DOS EXCLUÍDOS – Salto sai na frente

Um movimento nacional que está crescendo, buscando tirar preconceitos e quebrar tabus, que apesar de ser promovido pela Igreja Católica, muitos católicos tem reservas de se envolver, que nada mais é do que falta de entendimento ou é influenciado pela mídia, não enxergando os valores de algumas causas, tais como o Movimento sem Terra, que julgados por alguns fatos pré-selecionados pela mídia por puro interesse econômico, despreza o ser humano, esquecendo que são pessoas comuns, carentes que a margem da sociedade buscam um pedaço de chão para o sustento de seus familiares. Ficando cegos, desmoralizando o movimento.

O GRITO DOS EXCLUÍDOS trouxe a chance para estes incompreendidos expressar sem reservas, expondo seus valores de luta e os verdadeiros motivos pelos quais se submetem a vivenciar os perigos das margens de estradas, em barracos que já por si demonstra a necessidade destes homens e mulheres de lutar pelos seus interesses. Além disso, o Grito não é de um movimento ou de uma realidade isolada, visa todas as formas de discriminação existentes.

Na cidade de Salto pelo terceiro ano consecutivo o grito foi dado, e neste ano com excepcional organização e bom senso daqueles que se uniram para realizá-los, com a união da Pastoral da Juventude, Pastoral Fé e Política, Cáritas (Pastoral Sociais), Comitê Sindical e com apoio incondicional de todos os Padres de nossa cidade. Uma semana inteira com diversos eventos, fechou com chave de ouro no sábado à tarde em frente à Igreja de Nossa Senhora de Monte Serrat. Onde tivemos a tenda do Grito, a tenda dos Mártires, algumas lideranças usaram do microfone e deram suas mensagens, pessoas comuns falaram o que sentiam e como viam a sociedade preconceituosa, dentre eles se encontravam diversos “moradores de rua”, que ficam ali na Praça da Matriz, e nos deram uma lição de vida, onde eles expressaram no microfone, todas as suas angustias, surpreenderam com suas declarações, nos chamou atenção quando um deles dizia que não são Moradores de Rua e sim em Situação de Rua, afinal de contas morar é numa casa. Foi bom, nos fez refletir apesar da maioria deles estarem em estado de graça pelo álcool.

Os preconceitos existem na maioria das vezes pelo não querer entender, o simples fato de ouvir pode mudar radicalmente a visão mesquinha da realidade. Neste ponto que o Grito dos Excluídos vem demonstrando que quebra barreiras, apesar de alguns acharem diferente, vamos ter humildade e procurar amar aqueles que não entendemos afinal conviver com quem gostamos é fácil, mas ser cristão é conviver com quem odiamos, com perdão.

Valter Berlofa Lucas

Pastoral Fé e Politica

“Desenvolvendo a Cidadania”

http://valterberlofa.blogspot.com/

– Rodada do Brasileirão desta 4ª feira: Análise de Corinthians X Grêmio e de São Paulo X Fluminense. Como foram os jogos?

Ontem, o árbitro André Luiz de Castro (GO) teve uma atuação polêmica em Corinthians X Grêmio. Vamos lá: 

Sabem aquele lance maroto, ‘a lá Sandro Meira Ricci’ em Corinthians X Cruzeiro do final de 2010 (pênalti marcado em Ronaldo) e que ainda hoje se polemiza? Pois é: o pênalti em Emerson Sheik teve o mesmo grau de dificuldade de erro/acerto e, para desgosto dos incrédulos, na mesma grande área do Pacaembú, com um árbitro também da região Centro-Oeste! Tem ou não urucuabaca ali?

Brincadeiras à parte, na primeira impressão, pênalti equivocadíssimo. Errou. Mas…

Que tal uma segunda impressão? A forma na qual Emerson cai e a posição dos atletas não diz nada?

Claro que na dinâmica do jogo a decisão deve ser rápida. E estando onde o árbitro estava só posso concluir que: ou errou absurdamente, daquelas marcações infantis que se vê vez ou outra, ou ele viu algo que da arquibancada não vemos.

Explico: a imagem que temos é da cabine de TV. Nela, não se vê o braço de Adilson empurrando Emerson, nem um pontapé o deslocando. Se vê um zagueiro que perdeu a marcação no atacante tentando pular numa disputa de bola (que, sejamos justos, não dava para ser disputada por ambos pois viajava bem alta) e que não permite entender se ele o trancou por trás ou não (o que é falta).

Vi o lance exaustivamente e penso o seguinte: um árbitro de meta atrás do gol, ou árbitro assistente no 2, ou até mesmo o árbitro da partida estando de lado da jogada (que na imagem que vi na TV não aparece no lance) poderiam ter uma análise mais fidedigna e ver algo que não vimos. A grosso modo, não foi pênalti apitando da arquibancada. Mas vendo e revendo, calmamente, com os recursos da TV e sem o calor do jogo, questiono o seguinte: Adilson não o desloca com o ombro sobre as costas? Me parece que sim, e se isso ocorre no meio de campo, é obstrução com falta e tiro livre direto, sem cartão. Na área, é pênalti. Desse outro modo, do sofá e no dia seguinte, daria o pênalti e aplaudiria o árbitro.

Perceberam como o lance é difícil e maroto? Ombro a ombro vale derrubar, ombro nas costas, levemente que seja, desequilibra e é infração. Mas quero reforçar: o único absurdo é dizer radicalmente que não foi ou que foi: aqui há a necessidade de ponderação. A afirmação indubitável só pode ocorrer se aparecer uma imagem que venha da linha de fundo e que mostre nenhum contato físico. Portanto, lance que vale a sadia discussão sem a presunção do erro definitivo ou não.

Entretanto, não se pode creditar dolo deliberado ao Grêmio, pois se isso ocorresse, Liedson e Edenílson não seriam expulsos…

Ainda sobre Emerson Sheik: se comprovado o erro no pênalti, deveria ser aplicado o cartão amarelo por simulação ao atacante (pois, se não houve toque e aparentemente não houve escorregão, tentou jogar um estádio todo contra o árbitro numa atitude antidesportiva). No final do primeiro tempo, reclamou de novo pênalti, que não foi. E no início do 2º tempo, terceiro lance de área polêmico, que também não foi. Tais lances somados às inúmeras faltinhas cavadas por Emerson (das tentadas e obtidas e as não marcadas), valeria o cartão amarelo. 

Nos demais cartões amarelos do 1º tempo, o árbitro acertou.

No segundo tempo, a pressão e a catimba das duas equipes, percebendo que o árbitro estava sentindo as reclamações de ambos, foi maior do que o espírito esportivo. Por exemplo: aos 57m, o gremista Saimon está no ataque, entra na área agarrando Paulinho, arrasta ele com os dois braços e ambos caem. Na cara-de-pau, sai esbravejando e reclamando pênalti. Caramba…

Sobre a expulsão de Liedson: Tite fez questão de afirmar que ele perdeu o “timing” da bola (diga “tempo”, professor…). Ora, ele perdeu a noção da força na dividida! No primeiro cartão amarelo, indiscutível, clássica advertência. Mas no segundo cartão, ele foi com o pé erguido na perna do Edi Carlos. Não existe desculpa de “perder tempo da jogada” ou “readaptação de estilo de jogo no Brasil, tirando o chip programado para divididas na Europa”. Perna erguida é perigoso no Brasil, em Portugal, no Japão, na Lua ou em Júpiter. Era Cartão Vermelho direto. Se o zagueiro do Grêmio estivesse coma perna presa no chão, a teria quebrado.

Quer outro lance polêmico? Saimon e Jorge Henrique, aos 71 minutos, buscam uma bola se jogando nela. Ambos se atiram, a imagem parece de violência mas ninguém faz falta. O pé de Saimon (que não disputa a bola) bate involuntariamente e sem força em Jorge Henrique, que… sai de maca? Não foi nada, mas com 3 X 1 no placar…

E está aí a diferença de Jorge Henrique e Edenílson: a qualidade em fazer cera! Enquanto JH sabe ensebar bem, Edenílson demorou demais, perdeu a noção do exagero e ali sabiamente pelo árbitro foi advertido, recebendo o segundo amarelo e sendo expulso. O clube deveria punir o atleta que toma um cartão tão bobo, e fica novamente a sugestão: cadê o ‘professor de regras’ no clube?

O futebol anda muito pilhado e nervoso. Exemplo disso foi o atacante Leandro: recebeu a bola em impedimento aos 84 minutos e imediatamente a arbitragem parou o jogo, e o gremista ainda assim chutou para o gol, recebendo acertadamente o cartão amarelo conforme a regra. Mas aí vem a surpresa: Celso Roth, treinador do Grêmio, ao invés de chamar a atenção do seu atleta por tal indisciplina e cartão bobo, se vira ao árbitro e é flagrado pela Sportv dizendo:

Que várzea professor, isso virou uma várzea.

Ué, várzea é o jogador tomar o amarelo dessa forma (que é o terceiro dele e que desfalcará sua equipe no próximo jogo). 

Em geral, se desconsiderar o lance do pênalti em Emerson (explicado à exaustão acima), o árbitro acertou nas expulsões e errou em lances fáceis: Jorge Henrique, por exemplo, aos 85m tropeça na bola e ele dá falta. A verdade é que o jogo era maior que o árbitro.

Agora, algo hilário: o Grêmio reclamou de poucos minutos de acréscimos. A regra do jogo diz que se deve acrescentar minutos adicionais para recuperar o tempo perdido em paralisações por substituições, atendimento médico e retirada de lesionados, saída de atletas expulsos, além de outras perdas de tempo. Cera não se acrescenta tempo, mas se adverte a quem faz cera com cartão amarelo. Mesmo a desprezando, o acréscimo realmente foi pouco e o Grêmio reclamou. Mas não é que o Roberto Andrade, dirigente corinthiano entendeu. Ele disse o seguinte:

“No primeiro tempo, ele apitou um pênalti a nosso favor e não vou discutir. Se ele apitou, não vou dizer se foi, deve ter sido. Mas no intervalo, ele deve ter ouvido comentários e voltou querendo corrigir a suposta bobagem que fez (…) Ele expulsou um jogador no chão (Edenílson) e não é médico para saber se tinha lesão ou não. O Grêmio também ficou (com cera) e não teve a mesma atitude. O Liedson (expulso também) não vou discutir (…) “ele foi péssimo, para não dizer mal intencionado. O jogo ficou parado por mais de cinco minutos (na expulsão de Edenílson) e ele nem teve coragem para dar cinco minutos. Peço a CBF: nosso futebol não merece uma arbitragem dessa. Vamos manifestar contra ele na CBF”. 

Ué, então ele concorda com o Grêmio? Se errou nos acréscimos, beneficiou sua equipe, não o contrário!

Às vezes, o discurso de auto-defesa para encobrir um erro à favor é tão confuso que dá nessa bobagem…

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

Ops: amigos, não poderia deixar de citar: Se alguém pode reclamar na rodada, mesmo vencendo, foi o Fluminense! Elmo Rezende (GO) não deu um pênalti claríssimo de Wellington num empurrão no argentino Lanzini, provavelmente por estar mal colocado na jogada. O seu bandeira número1 poderia ter salvado o lance, mas se omitiu. No mesmo jogo, o zagueiro do Flu (teria sido o Gum?) salva com um carrinho na bola um contra-ataque de Dagoberto, que está na área e cai, e, para surpresa do próprio sãopaulino, marca-se pênalti! 

Parece que a noite não foi boa para os árbitros goianos…

– Rodada do Brasileirão desta 4ª feira: Análise de Corinthians X Grêmio e de São Paulo X Fluminense. Como foram os jogos?

 

Ontem, o árbitro André Luiz de Castro (GO) teve uma atuação polêmica em Corinthians X Grêmio. Vamos lá:

 

Sabem aquele lance maroto, ‘a lá Sandro Meira Ricci’ em Corinthians X Cruzeiro do final de 2010 (pênalti marcado em Ronaldo) e que ainda hoje se polemiza? Pois é: o pênalti em Emerson Sheik teve o mesmo grau de dificuldade de erro/acerto e, para desgosto dos incrédulos, na mesma grande área do Pacaembú, com um árbitro também da região Centro-Oeste! Tem ou não urucuabaca ali?

 

Brincadeiras à parte, na primeira impressão, pênalti equivocadíssimo. Errou. Mas…

 

Que tal uma segunda impressão? A forma na qual Emerson cai e a posição dos atletas não diz nada?

 

Claro que na dinâmica do jogo a decisão deve ser rápida. E estando onde o árbitro estava só posso concluir que: ou errou absurdamente, daquelas marcações infantis que se vê vez ou outra, ou ele viu algo que da arquibancada não vemos.

 

Explico: a imagem que temos é da cabine de TV. Nela, não se vê o braço de Adilson empurrando Emerson, nem um pontapé o deslocando. Se vê um zagueiro que perdeu a marcação no atacante tentando pular numa disputa de bola (que, sejamos justos, não dava para ser disputada por ambos pois viajava bem alta) e que não permite entender se ele o trancou por trás ou não (o que é falta).

 

Vi o lance exaustivamente e penso o seguinte: um árbitro de meta atrás do gol, ou árbitro assistente no 2, ou até mesmo o árbitro da partida estando de lado da jogada (que na imagem que vi na TV não aparece no lance) poderiam ter uma análise mais fidedigna e ver algo que não vimos. A grosso modo, não foi pênalti apitando da arquibancada. Mas vendo e revendo, calmamente, com os recursos da TV e sem o calor do jogo, questiono o seguinte: Adilson não o desloca com o ombro sobre as costas? Me parece que sim, e se isso ocorre no meio de campo, é obstrução com falta e tiro livre direto, sem cartão. Na área, é pênalti. Desse outro modo, do sofá e no dia seguinte, daria o pênalti e aplaudiria o árbitro.

 

Perceberam como o lance é difícil e maroto? Ombro a ombro vale derrubar, ombro nas costas, levemente que seja, desequilibra e é infração. Mas quero reforçar: o único absurdo é dizer radicalmente que não foi ou que foi: aqui há a necessidade de ponderação. A afirmação indubitável só pode ocorrer se aparecer uma imagem que venha da linha de fundo e que mostre nenhum contato físico. Portanto, lance que vale a sadia discussão sem a presunção do erro definitivo ou não.

 

Entretanto, não se pode creditar dolo deliberado ao Grêmio, pois se isso ocorresse, Liedson e Edenílson não seriam expulsos…

 

Ainda sobre Emerson Sheik: se comprovado o erro no pênalti, deveria ser aplicado o cartão amarelo por simulação ao atacante (pois, se não houve toque e aparentemente não houve escorregão, tentou jogar um estádio todo contra o árbitro numa atitude antidesportiva). No final do primeiro tempo, reclamou de novo pênalti, que não foi. E no início do 2º tempo, terceiro lance de área polêmico, que também não foi. Tais lances somados às inúmeras faltinhas cavadas por Emerson (das tentadas e obtidas e as não marcadas), valeria o cartão amarelo.

 

Nos demais cartões amarelos do 1º tempo, o árbitro acertou.

 

No segundo tempo, a pressão e a catimba das duas equipes, percebendo que o árbitro estava sentindo as reclamações de ambos, foi maior do que o espírito esportivo. Por exemplo: aos 57m, o gremista Saimon está no ataque, entra na área agarrando Paulinho, arrasta ele com os dois braços e ambos caem. Na cara-de-pau, sai esbravejando e reclamando pênalti. Caramba…

 

Sobre a expulsão de Liedson: Tite fez questão de afirmar que ele perdeu o “timing” da bola (diga “tempo”, professor…). Ora, ele perdeu a noção da força na dividida! No primeiro cartão amarelo, indiscutível, clássica advertência. Mas no segundo cartão, ele foi com o pé erguido na perna do Edi Carlos. Não existe desculpa de “perder tempo da jogada” ou “readaptação de estilo de jogo no Brasil, tirando o chip programado para divididas na Europa”. Perna erguida é perigoso no Brasil, em Portugal, no Japão, na Lua ou em Júpiter. Era Cartão Vermelho direto. Se o zagueiro do Grêmio estivesse coma perna presa no chão, a teria quebrado.

 

Quer outro lance polêmico? Saimon e Jorge Henrique, aos 71 minutos, buscam uma bola se jogando nela. Ambos se atiram, a imagem parece de violência mas ninguém faz falta. O pé de Saimon (que não disputa a bola) bate involuntariamente e sem força em Jorge Henrique, que… sai de maca? Não foi nada, mas com 3 X 1 no placar…

 

E está aí a diferença de Jorge Henrique e Edenílson: a qualidade em fazer cera! Enquanto JH sabe ensebar bem, Edenílson demorou demais, perdeu a noção do exagero e ali sabiamente pelo árbitro foi advertido, recebendo o segundo amarelo e sendo expulso. O clube deveria punir o atleta que toma um cartão tão bobo, e fica novamente a sugestão: cadê o ‘professor de regras’ no clube?

 

O futebol anda muito pilhado e nervoso. Exemplo disso foi o atacante Leandro: recebeu a bola em impedimento aos 84 minutos e imediatamente a arbitragem parou o jogo, e o gremista ainda assim chutou para o gol, recebendo acertadamente o cartão amarelo conforme a regra. Mas aí vem a surpresa: Celso Roth, treinador do Grêmio, ao invés de chamar a atenção do seu atleta por tal indisciplina e cartão bobo, se vira ao árbitro e é flagrado pela Sportv dizendo:

 

Que várzea professor, isso virou uma várzea.

 

Ué, várzea é o jogador tomar o amarelo dessa forma (que é o terceiro dele e que desfalcará sua equipe no próximo jogo).

 

Em geral, se desconsiderar o lance do pênalti em Emerson (explicado à exaustão acima), o árbitro acertou nas expulsões e errou em lances fáceis: Jorge Henrique, por exemplo, aos 85m tropeça na bola e ele dá falta. A verdade é que o jogo era maior que o árbitro.

 

Agora, algo hilário: o Grêmio reclamou de poucos minutos de acréscimos. A regra do jogo diz que se deve acrescentar minutos adicionais para recuperar o tempo perdido em paralisações por substituições, atendimento médico e retirada de lesionados, saída de atletas expulsos, além de outras perdas de tempo. Cera não se acrescenta tempo, mas se adverte a quem faz cera com cartão amarelo. Mesmo a desprezando, o acréscimo realmente foi pouco e o Grêmio reclamou. Mas não é que o Roberto Andrade, dirigente corinthiano entendeu. Ele disse o seguinte:

 

“No primeiro tempo, ele apitou um pênalti a nosso favor e não vou discutir. Se ele apitou, não vou dizer se foi, deve ter sido. Mas no intervalo, ele deve ter ouvido comentários e voltou querendo corrigir a suposta bobagem que fez (…) Ele expulsou um jogador no chão (Edenílson) e não é médico para saber se tinha lesão ou não. O Grêmio também ficou (com cera) e não teve a mesma atitude. O Liedson (expulso também) não vou discutir (…) “ele foi péssimo, para não dizer mal intencionado. O jogo ficou parado por mais de cinco minutos (na expulsão de Edenílson) e ele nem teve coragem para dar cinco minutos. Peço a CBF: nosso futebol não merece uma arbitragem dessa. Vamos manifestar contra ele na CBF”.

 

Ué, então ele concorda com o Grêmio? Se errou nos acréscimos, beneficiou sua equipe, não o contrário!

 

Às vezes, o discurso de auto-defesa para encobrir um erro à favor é tão confuso que dá nessa bobagem…

 

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

 

Ops: amigos, não poderia deixar de citar: Se alguém pode reclamar na rodada, mesmo vencendo, foi o Fluminense! Elmo Rezende (GO) não deu um pênalti claríssimo de Wellington num empurrão no argentino Lanzini, provavelmente por estar mal colocado na jogada. O seu bandeira número1 poderia ter salvado o lance, mas se omitiu. No mesmo jogo, o zagueiro do Flu (teria sido o Gum?) salva com um carrinho na bola um contra-ataque de Dagoberto, que está na área e cai, e, para surpresa do próprio sãopaulino, marca-se pênalti! 

Parece que a noite não foi boa para os árbitros goianos…

– Quando “Pagar Mico” dá Dinheiro

A moda é: utilizar celebridades esquecidas, ‘retrôs’/cults, a fim de utilizá-las em comerciais engraçados e ficar na boca do povo. As empresas descobriram essa veia cômica na publicidade e acabam por divulgar seu produto com graça e inteligência:

Quer bom exemplo disso? Beto Barbosa, Biafra, Túlio Maravilha, Ricardo Macchi…

Veja que matéria legal, por Martha Mendonça (Ver Época, Ed 29/08/11, pg 112-113);

QUANDO O MICO COMPENSA

Celebridades ganham dinheiro e momentos extras de fama ao parecer na televisão fazendo piada de si mesmas. Dá vergonha alheia, mas funciona!

O ator Ricardo Macchi, famoso pela interpretação robótica do cigano Igor na novela Explode coração, de 1995, dividirá sua próxima cena com uma das estrelas do cinema mundial. Na campanha publicitária de um modelo de automóvel, com estreia prevista para este domingo, 28, Macchi aparece ao lado do ator americano Dustin Hoffman, vencedor de dois Oscars pelos filmes Kramer vs Kramer (1979) e Rain man (1988). Mas o encontro não é um sinal da consagração de Macchi na profissão, como esse tipo de reunião costuma indicar. Macchi está lá para passar vergonha. No anúncio, que exalta as qualidades do carro de medidas enxutas, ele serve de prova à teoria de que tamanho não é documento. Diz a campanha: “Hoffman, 1,65 metro, 68 filmes, ganhou duas vezes o Oscar. Ricardo Macchi, 1,90 metro, e apenas uma novela de sucesso”.

Macchi é a mais nova celebridade a se unir ao grupo – cada vez menos seleto – de famosos (ou ex-famosos) que estrelam comerciais gozando deles mesmos. O cantor Byafra está nessa. O centroavante Túlio Maravilha também. Assim como o cantor popular Beto Barbosa. A ideia comum a todas essas propagandas é uma só: faturar com as fraquezas das celebridades. Túlio, sabidamente, persegue o milésimo gol a qualquer custo. Byafra tem um repertório considerado chatinho. Macchi sempre foi alvo de piadas pela falta de eloquência artística. E Barbosa encarna, certamente a contragosto, todos os preconceitos da classe média em relação à cultura popular, considerada brega. “Na maior parte dos comerciais, o artista não tem conexão com o produto”, diz o publicitário Pedro Prado, criador da campanha com Beto Barbosa. “Campanhas que usam a história da celebridade a favor do produto são inteligentes”, diz Prado. Para o publicitário Flávio Cordeiro, dono da agência carioca Binder, o sucesso dessas campanhas se explica por causa de outro fenômeno: o interesse por símbolos do passado. “Figuras como Byafra e Beto Barbosa despertam a memória afetiva das pessoas, mesmo as que não gostavam deles”, afirma.

Do ponto de vista das celebridades, o mico parece valer a pena, embora ninguém revele cifras. Sua principal vantagem é renovar o interesse do público sobre o artista. “Até quem nunca foi fã simpatiza com a pessoa que sabe rir de si mesma”, diz o publicitário Marco Aurélio Giannelli, redator da agência Almap/BBDO e um dos criadores do comercial de maior sucesso do gênero. Foi Giannelli quem chamou o cantor e compositor Byafra, sucesso nos anos 1980, para estrelar uma campanha de seguro de carros. No anúncio, Byafra faz as vezes de espanta ladrão. Escondido no banco de trás do carro, dispara a cantar em falsete quando o carro é roubado (Voar/voar/subir/subir). Nem o bandido aguenta. Em vez de causar constrangimento a seu protagonista, a campanha virou assunto nas redes sociais. E permitiu novos voos ao artista. Os convites para show triplicaram, Byafra prepara um novo CD para outubro e pensa em lançar um livro sobre sua carreira. “Ganhei novos admiradores.”

O paraense Beto Barbosa (Adocica, meu amor, adocicaaaa) foi o primeiro a desbravar a auto-humilhação na publicidade. No ano passado, o “rei da lambada” (pelo menos o era há duas décadas) participou de um comercial de cerveja. No anúncio, ele é o elemento musical na breguice do protagonista da campanha, um sujeito de sunguinha, pochete e blazer de ombreira. Desde então, Barbosa diz que multiplicou o número de shows, apareceu em programas de TV e foi convidado a participar do reality show A fazenda, da Rede Record. Só não foi porque a fabricante da cerveja achou melhor que ele não estivesse num programa que poderia ser patrocinado por outra marca. “O público brasileiro é irreverente. Minha família e meus amigos adoram a propaganda”, diz Barbosa.

Não só artistas têm ressuscitado na propaganda. Durante os intervalos dos jogos da Seleção Brasileira na Copa América, o jogador Túlio Costa foi garoto-propaganda da Volkswagen. O comercial anunciava que a montadora ajudaria Túlio a fazer 1.000 gols – número que ele até hoje tenta atingir, jogando em qualquer time que se ofereça. Túlio aparecia na linha de montagem do Gol – fazendo todo mundo rir.

A tendência de vencer pelo ridículo não está restrita à propaganda. Em Portugal, o cantor Roberto Leal, famoso no Brasil nas décadas de 1970 e 1980 com “Arrebita” e “Bate o pé”, tornou-se cult entre os jovens depois de participar de um falso reality show – O último a sair – no qual interpretava um sujeito completamente tresloucado. No programa, depois de “tomar” chá de cogumelo, ele se debateu no chão, quebrou seu violão e dormiu ao lado de um participante do programa que só andava nu. O vídeo de seus melhores momentos foi sucesso na internet entre portugueses e brasileiros. Leal, que é sabidamente um sujeito certinho, ficou com fama de maluco em Portugal – mas está com a agenda de shows lotada até o fim do ano, e seu disco é segundo lugar nas paradas portuguesas. Pagou um mico e tanto, mas está rindo sozinho.

– Greve dos Funerários? Pode?

Serviços essenciais são proibidos em paralisar suas atividades. Policiais, médicos públicos… mas… e funerários?

Os agentes funerários de São Paulo estão em greve. Hoje é quinta-feira, e desde 2ª ninguém é enterrado em cemitérios municipais da capital paulista.

O assunto parece mórbido, mas preocupante… para a família de um falecido, é de extrema complicação tal situação! E o que fazer?

– Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem?

Um debate levantado por pertinente reportagem do Bom Dia: Profissionalizar ou Regulamentar a Arbitragem? (reportagem em: http://www.redebomdia.com.br/noticias/Esporte/65843/o+pedido+agora+e+regulamentar+os+arbitros+de+futebol/comentario+enviado+com+sucesso)

Leio na matéria do jornalista Gustavo Longo com Arthur Alves Júnior, presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (Safesp), que a entidade defenderá a Regulamentação da profissão de árbitro de futebol, ao invés da profissionalização.

Estamos remando contra a maré?

Apesar da intenção do Sindicato, seria a verdadeira vontade dos árbitros?

Regulamentar não trará os benefícios desejados pela categoria. Imagine que apesar da proposta em reconhecer a atividade da Arbitragem de Futebol, os árbitros não teriam os benefícios que sempre sonharam, que se resumem a: se tornarem funcionários da Federação Paulista de Futebol.

O árbitro quer ter direito a Férias, Abono Salarial, 13º Salário, FGTS, suporte médico com plano de saúde bancado pela entidade, garantias e estabilidade no emprego, além da certeza de que não haverá veto sobre eles.

Mas a quem interessaria regulamentar a atividade de árbitro e não profissionalizá-la? Por incrível que possa parecer, interessa à Federação Paulista e ao Sindicato, menos aos próprios árbitros!

Explico: com a atividade regulamentada, os árbitros continuariam vinculados ao Sindicato, pagando suas taxas e anuidades ao mesmo, recebendo os valores como autônomos através da Cooperativa dos Árbitros, e nunca tendo compromisso empregatício a quem realmente deveriam: ao organizador do evento, que é a Federação Paulista de Futebol.

Pergunte a qualquer árbitro se ele quer continuar recebendo via Cooperativa e pagando taxas ao Sindicato (bancando os seus custos de treinos e cuidados da atividade com dinheiro do seu próprio bolso, sem férias e 13º, vivendo das escalas e da ‘sorte do sorteio’), ou quer ser funcionário da FPF (com todos os benefícios e garantias aos quais os empregadores são obrigados pela legislação trabalhista, além da certeza do salário mensal)? A resposta será óbvia…

Acrescente a tudo isso um elemento perturbador: Arthur Alves Júnior é o presidente do Sindicato dos Árbitros, dirigente da Cooperativa e secretário-geral da Associação Nacional dos Árbitros (3 entidades que arrecadam dos árbitros). Incompativelmente, exerce a função de membro da Comissão de Árbitros da própria FPF!

Custa a crer que o presidente do Sindicato Arthur Alves compraria uma briga com a FPF. Lá, reclamaria a quem? A ele próprio?

Profissionalizar é o caminho. A questão é: qual modelo de profissionalização deve ser adotado?

Uma pena que os árbitros não manifestem publicamente o seu desejo. Afinal, regulamentar a atividade apenas encheria os cofres das entidades da categoria e faria com que o árbitro de futebol permanecesse desprotegido da mesma forma. Infelizmente, não interessa a muitos a profissionalização, pois, afinal, ninguém quer assumir os custos dela.

Rafael Porcari foi árbitro de futebol por 16 anos pela FPF, é professor universitário, consultor em arbitragem e blogueiro do Bom Dia Jundiaí: http://blog.redebomdia.com.br/blog/rafaelporcari/

– Cesare Battisti, o Folgado!

O terrorista e assassino italiano Cesare Battisti, refugiado no Brasil com as bênçãos do ex-presidente Lula, é, de fato, um folgado.

Em entrevista à IstoÉ desta semana, em matéria de Luiza Villaméa, disse tranquilamente, enquanto curte o litoral paulista em liberdade:

O que vivi no Brasil foi surpreendente, supera a típica solidariedade política (…) O Brasil é um oásis, um continente com gente maravilhosa que me ajudou muito sem me conhecer”.

É para nosso país se envergonhar, não? Se fosse declaração de gente honesta, tudo bem. Mas são as palavras de um matador internacional, que se sente protegido pelos amigos políticos.

– Produzir Etanol contará com Benefícios do Governo?

Já mudaram a formulação de 25% para 20% do álcool na Gasolina. Agora, para evitar a falta do etanol nas bombas, o Governo quer reduzir os impostos da produção do produto (desde que o etanol permaneça no mercado interno).

Reduzir impostos garantirá a produção? Deixe seu comentário:

– Em Brasília, o Crime Compensa…

Especificamente, no Congresso Nacional.

E não é que a deputada Jaqueline Roriz foi inocentada? A deputada flagrada em vídeo recebendo dinheiro no “Mensalão do DEM” foi absolvida na Câmara e o processo foi arquivado. O número de votos? ‘Sim 166’ e ‘Não 265’.

Era bom saber o nome desses senhores que votaram “não pela condenação”…

E você, o que acha da absolvição de Jaqueline Roriz? Deixe seu comentário:

– Tectoy: da febre dos Mega Drivers ao Sumiço

Lembram-se de Master System e Mega Drive? Do Sonic? Pois é, eles eram do grupo Tectoy e foram sucesso no Brasil. Sabe o que aconteceu com a empresa?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254242-16642,00-A+TECTOY+PASSA+DE+FASE.html

A TECTOY PASSA DE FASE

A fabricante de games e brinquedos de maior sucesso no Brasil nos anos 90 vive uma crise que já dura 16 anos. Para sair dela, está virando uma prestadora de serviços

Por Guilherme Felitti

Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.

Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.

A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.

Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.

A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.

É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.

Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.

Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.

– Estádios da Copa Prontos em 2012?

Dona Dilma prometeu: os estádios da Copa do Mundo estarão prontos a tempo, e 9 deles serão entregues em Dezembro de 2012.

Daqui 15 meses serão entregues? Duvido-e-o-dó!

– Drogaria São Paulo + Drogaria Pacheco se unem e desbancam Raia Drogasil

Com R$ 4,4 bilhões, se tornando a maior do ramo varejista de farmácias e 7ª no ranking geral, a Drogaria São Paulo se uniu à Drogaria Pacheco.

Dias atrás, a Drogasil havia criado um gigante aos e juntar com a Droga Raia. Agora, o contra-golpe da concorrência…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967638-drogaria-sp-e-pacheco-formam-maior-rede-de-farmacias-do-pais.shtml

DROGARIAS SÃO PAULO E PACHECO SE UNEM E FORMAM A MAIOR REDE DO PAÍS

As drogarias São Paulo e Pacheco anunciaram nesta terça-feira, em comunicado, a fusão de suas operações de varejo farmacêutico, para formar a companhia DPSP.

A nova companhia nasce como a maior empresa varejista de produtos farmacêuticos do país, com receita bruta combinada de R$ 4,4 bilhões nos 12 meses encerrados em junho de 2011, 691 lojas e presença em cinco Estados brasileiros.

Também será a 7ª maior rede de varejo do Brasil –considerando todos os setores varejistas, como de eletrodomésticos e roupas.

De acordo com o comunicado, as marcas São Paulo e Pacheco, líderes no Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, serão mantidas.

A gestão da DPSP será compartilhada entre o Grupo Carvalho e o Grupo Barata, que terão iguais poderes na definição e implementação das estratégias da companhia. A nova empresa terá como presidente do Conselho de Administração, Samuel Barata (da Pacheco) e será presidida por Gilberto Martins Ferreira (da Drogaria São Paulo).

No comunicado, porém, as redes não informaram a participação que cada uma terá no negócio.

O Pátria Investimentos e o escritório Machado Meyer atuaram como assessores financeiro e legal respectivamente da Drogaria São Paulo. O Banco Espírito Santo e o escritório Pinheiro Neto trabalharam para a Drogarias Pacheco.

A Drogaria São Paulo é hoje a segunda maior rede do setor, com cerca de 348 unidades em operação nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. A rede faturou R$ 2,2 bilhões em 2010.

A Drogarias Pacheco possui atualmente 343 lojas, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A rede atingiu R$ 1,8 bilhão de faturamento em 2010.

OUTRA GIGANTE

No início deste mês, a Drogasil e a Droga Raia confirmaram a fusão de suas operações.

As empresas somam R$ 4,1 bilhões em faturamento e uma rede com 700 drogarias. A sobreposição de unidades, especialmente em São Paulo, o principal mercado, não foi informada.

Os atuais acionistas da Drogasil terão 57% da empresa, e os da Droga Raia, 43%.

– Conhecer a Regra acima de todos os outros faz diferença dentro de campo?

Faz e ajuda; mas não é tudo para ser um bom árbitro.

Há ex-jogadores de futebol e comentaristas esportivos que entendem muito de futebol, mas na prática como treinador… Lembro-me de ex-craques como Júnior e Falcão, que embora excepcionais como jogadores, não conseguiram resultados como técnico. E vice-versa: jogadores medianos como Luxemburgo e Joel Santana que conquistaram muitos títulos como ‘professores’ à beira do gramado.

Assim também é com o árbitro: grandes teóricos podem se dar mal, e, às vezes, o inverso também. Dulcídio Wanderley Boschilla, segundo amigos contemporâneos a ele, não conseguiria ter sucesso numa prova escrita.

Digo isso em razão das provas elaboradas pela FPF nos últimos dias. Nessa feita, a entidade cobrou dos árbitros conhecimentos sobre punições e advertências dos códigos disciplinares, que nada tem a ver com a Regra do Jogo.

Elaborar uma prova é difícil. Trabalho árduo. Me recordo que numa das primeiras provas do Cel Marcos Marinho na FPF, resolveu aplicá-la toda dissertativa. As notas foram um fiasco. Precisou refazer uma prova com testes de múltipla escolha bem mais fácil para que não se manchasse a imagem dos árbitros.

Tirar 7 em prova difícil pode ter mais valor do que um 10 em prova fácil. Mas tudo isso fica em segundo plano, se na prática da arbitragem, lá dentro de campo, o árbitro não conduzir corretamente o jogo.

Todos sabem que no futebol há 17 regras. Mas quer sacanear um amigo? Pergunte a queima-roupa: “Qual é a regra 8? E qual é a 9?” Na bucha! Levará um tempinho para ele responder…

Àqueles que militam no meio e gostam de brincar com colegas que dizem saber de regra, uma boa pegadinha!

– O que te Motiva no Trabalho?

Tal pergunta foi debatida nesta última segunda-feira em sala de aula com os alunos de Administração de Empresas da Faculdade Sant’Anna de Salto. A questão surgiu após debates sobre o ‘modelo taylorista de gerenciamento’, que defende que o funcionário tem exclusivamente o aspecto financeiro como canal motivador.

Das 43 respostas obtidas entregues, algumas curiosas, como:

É claro que todo mundo gosta de dinheiro

Ou outras mais ideológicas como:

Ser elogiado constantemente não tem preço”.

Em suma, chegamos a um elenco básico de opiniões sobre o que motiva nossos alunos no trabalho:

– 28 alunos declararam que a recompensa financeira é a principal motivação;

– 8 alunos disseram que o reconhecimento profissional é o fato preponderante;

– 4 alunos afirmaram que “fazer o que gosta” é a verdadeira motivação;

– 3 alunos não percebem qualquer forma que possa motivá-los no trabalho.

E você, quer dar alguma opinião? Deixe seu comentário sobre o que te motiva no trabalho!

– Gasolina perderá Álcool na sua Composição para não Faltar Produto

Para não faltar combustível daqui 1 mês, o Governo muda a formulação da Gasolina, que terá menos Anidro em sua composição. Preocupado com a disparada nos preços, a medida quer frear a alta do Etanol e evitar a falta do produto nas bombas. 

Consumidores, alerta ligado!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/967193-mistura-de-etanol-cai-para-20-a-partir-de-1-de-outubro.shtml

MISTURA DE ETANOL CAI PARA 20% EM 1º DE OUTUBRO

Por Sofia Fernandes

O governo decidiu nesta segunda-feira reduzir de 25% para 20% o teor de álcool anidro misturado à gasolina vendida nos postos do país. A medida será tomada para tentar evitar a falta de etanol no mercado –o preço do combustível tem aumentado muito nas últimas semanas.

Ou seja, o governo espera que, com mais álcool no mercado –já que o percentual de mistura obrigatório na gasolina irá diminuir–, não haja risco de desabastecimento. Ao mesmo tempo, espera-se redução no preço do litro da gasolina.

Em plena safra, etanol atinge o maior valor em oito anos

Segundo o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), a medida passa a valer a partir do dia 1º de outubro, enquanto for considerada necessária pelo governo para evitar escassez.

“Temos que garantir o abastecimento para esse ano e para o próximo. Sabemos se a safra do próximo ano não será muito melhor que a atual”, afirmou o ministro, após reunião com a presidente Dilma Rousseff e com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Mendes Ribeiro (Agricultura) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil).

Lobão afirmou ainda que a Fazenda deve anunciar nos próximos dias medidas de financiamento e desoneração para o setor de etanol.

A medida ocorre apos a ampliação da importação do produtos dos EUA. No No mesmo sentido, em abril o governo já havia decidido alterar o intervalo percentual de álcool anidro que permitido adicionar à gasolina. Por meio de medida provisória, foi estabelecido o piso de 18% e o máximo de 25% de adição, regra que alterou o intervalo de 20% a 25% em vigor até então.

Com isso, se achar necessário, o governo poderá reduzir ainda mais, para até 18%, o percentual de álcool na gasolina.

ENTENDA

Com o aumento do preço do álcool combustível (hidratado), o consumidor que tem carro flex migrou para a gasolina. A maior demanda pelo derivado de petróleo exigiu volume maior de anidro, cujo preço disparou.

O governo prevê que o menor percentual de anidro reduza seu preço e, por consequência, o da gasolina.

– A Farra na Líbia

Depois da fuga do ditador Kadafi de Trípoli, capital da Líbia, rebeldes e a população em geral descobrem excentricidades impressionantes de Kadafi.

Das propriedades suntuosas às extravagâncias, vê-se que, além de tirano, Kadafi era um maluco. Um sofá com a “proa” de sereia em ouro maciço com a imagem de sua filha, além de um avião com assentos costurados com fios também de ouro, por exemplo, foram encontrados.

Imaginem o que não será encontrado…

– Conhecer a Regra acima de todos os outros faz diferença dentro de campo?

 

Faz e ajuda; mas não é tudo para ser um bom árbitro.

 

Há ex-jogadores de futebol e comentaristas esportivos que entendem muito de futebol, mas na prática como treinador… Lembro-me de ex-craques como Júnior e Falcão, que embora excepcionais como jogadores, não conseguiram resultados como técnico. E vice-versa: jogadores medianos como Luxemburgo e Joel Santana que conquistaram muitos títulos como ‘professores’ à beira do gramado.

 

Assim também é com o árbitro: grandes teóricos podem se dar mal, e, às vezes, o inverso também. Dulcídio Wanderley Boschilla, segundo amigos contemporâneos a ele, não conseguiria ter sucesso numa prova escrita.

 

Digo isso em razão das provas elaboradas pela FPF nos últimos dias. Nessa feita, a entidade cobrou dos árbitros conhecimentos sobre punições e advertências dos códigos disciplinares, que nada tem a ver com a Regra do Jogo.

 

Elaborar uma prova é difícil. Trabalho árduo. Me recordo que numa das primeiras provas do Cel Marcos Marinho na FPF, resolveu aplicá-la toda dissertativa. As notas foram um fiasco. Precisou refazer uma prova com testes de múltipla escolha bem mais fácil para que não se manchasse a imagem dos árbitros.

 

Tirar 7 em prova difícil pode ter mais valor do que um 10 em prova fácil. Mas tudo isso fica em segundo plano, se na prática da arbitragem, lá dentro de campo, o árbitro não conduzir corretamente o jogo.

 

Todos sabem que no futebol há 17 regras. Mas quer sacanear um amigo? Pergunte a queima-roupa: “Qual é a regra 8? E qual é a 9?” Na bucha! Levará um tempinho para ele responder…

 

Àqueles que militam no meio e gostam de brincar com colegas que dizem saber de regra, uma boa pegadinha!

– Quando o árbitro não pode “opinar” em faltas?

 

Esta pergunta vem do treinador e professor de futebol, Ari Grecco (da conceituada Capacitando Talentos – www.arigrecco.com):

 

São 7 faltas da regra 12 que permitem a opinião do árbitro. Mas quantas faltas da regra 12 não permitem a opinião do árbitro? Pode me explicar quais seriam?

 

Uma boa pergunta formulada originalmente pelo Sindicato dos Árbitros de Futebol do RS e retransmitida pelo Ari, que pode trazer um pouco de confusão. Mas vamos lá para a resposta:

Olá Ari, ao todo, são catalogadas 10 tipos de infrações/faltas pela Regra 12 para lances em Tiro Livre Direto (e 8 para Tiro Livre Indireto). Destas, são 3 faltas (para tiro livre direto) que o árbitro não pode interpretá-las, pois não são consideradas subjetivas.
São elas:
1) Segurar um adversário;
2) cuspir em um adversário;
3) uso intencional das mãos na bola (exceto o goleiro na área penal).

Nessas 3 acima, o árbitro não pode opinar/interpretar/discutir, pois a International Board entende que são situações sumárias (uma cusparada não seria interpretativa, são lances de intenção).

Para ilustrar bem a permissão ou não da interpretação/opinião do árbitro, elenco as outras 7 abaixo para tiro livre direto, onde o árbitro pode interpretar se foram: “imprudente”, “temerária” ou uso de “força excessiva” ( reforçando – nas 3 acima, só são consideradas intencional, pois o árbitro não as pode entender como imprudente ou temerária).
São elas (a avaliar):
1) Dar ou tentar dar um pontapé no adversário (calçar um  atleta);
2) Passar ou tentar uma rasteira;
3) Saltar sobre um adversário (carga);
4) Dar um tranco em um adversário;
5) Agredir ou tentar agredir um adversário;
6) Empurrar um adversário;
7) Dar uma entrada contra um adversário.

Em suma:
– nas 3 primeiras você apenas avalia: houve intenção ou não? Se não houve, segue o jogo. Se houve, avalie a intensidade, momento e situação para a aplicação ou não de cartões.
– nas 7 seguintes você considera: não quís praticar tal ato mas praticou (imprudência), praticou sem desejo de machucar (ação temerária) ou praticou com grande chance de machucar/machucou (força excessiva). Respectivamente, não aplica cartão para imprudência, aplica Amarelo para temerária e Vermelho para força excessiva).

– Análise da Arbitragem de Palmeiras X Corinthians e Pitaco sobre Lance Polêmico de Santos X São Paulo. Como foram os árbitros?

Jogo chato para se arbitrar em Presidente Prudente. Neste domingo, Luiz Flávio de Oliveira sofreu com a rivalidade das equipes, mas tirou de letra.

Em jogo muito faltoso (foram incríveis 7 em 8 minutos!), percebeu-se que a grande maioria delas era proposital para matar jogo. Felipão é expert em travar o jogo com faltinha em meio de campo, e Tite parece que seguiu seu compatriota gaúcho na estratégia.

Não tivemos lances de grande polêmica. Algumas observações pontuais: Kleber realmente sofre muitas faltas, ao mesmo tempo em que busca as faltas. Sabem a semelhança dele com Neymar? Ambos driblam para dentro, pulando no adversário e cavando uma pseudo-obstrução. Em muitos lances, a falta não existe, mas é marcada pois dá a impressão que o adversário que ficou parado impedindo o lance, quando, muitas vezes, ele não tinha para onde sair e o driblador é quem pulou nele. Hoje, Kleber sofreu e cavou.

Os cartões amarelos foram bem aplicados. Mas algumas situações ruins, como, por exemplo: Chicão soltando o braço desnecessariamente em cima do Kleber no final do primeiro tempo. Merecia Cartão Amarelo. Luiz Flávio não marcou nada e na sequência Kleber devolveu.

No segundo tempo, destaque para a desinteligência de Chico e Paulinho. Discussão boba e mereceram o cartão. Acertou bem Luiz Flávio, segurou os ânimos.

Aos 75 minutos, um lance complicado: Luan rouba a bola de Emerson, e sai jogando. Emerson tenta roubar novamente próximo a linha lateral, se enrola todo e cai em cima de Luan. Na queda, claramente tenta acertar com os seus pés o palmeirense. Deveria ser expulso. Incontinente, Luan tenta o revide. Deveria expulsá-lo também, afinal, agredir ou tentar agredir é Vermelho.

Destaque negativo: a catimba de alguns atletas. Visivelmente Valdívia não colabora. Sofreu uma falta de Castán aos 80 minutos e caiu como se tivesse quebrado a perna. No final do jogo, Chicão e ele protagonizaram um exemplo de falta de desportividade. Nos acréscimos eles batem boca, fazem-de-conta que se desculpam com tapinhas no rosto (3 de cada um), mas Chicão no último vira um tapa mais forte, visivelmente antidesportivo. Nada para Vermelho, mas para amarelo. Valdívia desaba, como se tivesse recebido um golpe do também corinthiano Anderson Silva do Vale-Tudo. Deveria receber amarelo também…

Já imaginaram? Esse dois atletas que já tinham amarelo receberem o segundo amarelo (e consequentemente o Vermelho) prejudicando suas equipes por unfair-plays? Seria correto e exemplar! Mas…

No frigir dos ovos, boa arbitragem de Luiz Flávio.

Pela genial idéia da CBF em marcar clássicos no 1º turno todos simultâneos, não deu para acompanhar Santos X São Paulo. Só vi os lances de cartões do Carlinhos Paraíba. No primeiro, acertou o Seneme aplicando o Amarelo (não era para Vermelho). No segundo, idem. Na verdade, o 1º lance era para um AMAREEELO, e o segundo para um amarelinho. Como Seneme é o melhor árbitro do Brasil hoje, não pipocou e acertou no lance.

Abaixo, os tuites lance-a-lance de Palmeiras X Corinthians:

Começa o jogo. E começou com 2 minutos de atraso.Vai estar na súmula?

10 seg + 37 seg = 2 faltas em Emerson. Precisa dar uma advertência verbal no Thiago Heleno. Foi forte demais.

3m00s + 3m22s = 2 faltas no Kleber. Promete, hein?

5m03s: 3ª falta em Emerson. Acertou em dar o Cartão Amarelo ao Gabriel Silva.

06m12s: 3ª falta para o Palmeiras, agora em Valdívia. Está dando uma por minuto.

08:20s: nova falta para o Palmeiras, carga do adversário (7ª do jogo)

Pôxa, como é difícil querer assistir aos clássicos. Todos no mesmo horário. É um desrespeito.

11m: corinthiano cai na dividida d

o meio de campo, LF acerta em não marcar nada e Tite fica berrando pedindo falta. Quem é que “fala muito”?

Tentando fazer gambiarra para assistir os dois clássicos. Tá bravo. Aliás, quer queira ou não, a transmissão da Globo é inegualável.

15m: faltinha boba do Valdívia. Fiquei na dúvida, tamanha a infantilidade.

15m30s: Luan vai de maneira temerária em Ramon. Ei, chame a atenção dele, LF!

17m: Malandragem é isso aí: Tite mexendo nos microfones das emissoras para n inguém ouvir as instruções. Ou as reclamações e pressão?

18m: gol legal do Corinthians. O Palmeiras viveu uma novela para contratar o Henrique e ele caiu em marcha lenta para tentar salvar a bola…

21m exatos> LF pára o jogo para a reidratação. Tem que parar o cronômetro. O PPW parará?

Parou sim. Boa.

21m40s: Gabriel Silva estava impedido. Mas se não estivesse, era simulação, pois ele pulou. Se jogou descaradamente.

22m51s: 3ª falta em Kleber, bem marcada.

Felipão está suspenso flagrado com o celular. Se fosse na Champions League, pelo menos 2 jogos de gancho! Ó: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/08/23/treinador-suspenso-pode-ficar-na-geral/

24m20m: 4ª falta em Kleber, agora em Castán, que recebe Amarelo. LF está matando a pau.

25m57s: Liedson dá um tostãozinho em Marcos Asssunção. Árbitro acertou de novo.

28m: Amarelo para Jorge Henrique bem aplicado. Uma “piuvada”.

34m: Gol de Luan, nada irregular. Há quem defenda falta de ataque em Júlio César. Bobagem, goleirão saiu mole para o lance.

39m: Chicão mete o braço em Kléber: não é agressão, mas lance para Amarelo. Nada deu LF, primeiro erro no jogo.

40m: falta bem marcada no meio campo para o Corinthians. Bem assinalado.

42m: falta de Kleber em Chicão? Não foi. Segundo erro do PC, nos mesmos atletas.

45m+1m30s: falta bem marcada para o Palmeiras.

Fim de primeiro tempo, bem arbitrado e com muitas faltas.

Começa o segundo tempo!

46m: Kleber nem disputa a bola e acerta Jorge Henrique, LF acerta na aplicação da vantagem.

50m22s: falta de Fernandão. O segundo tempo promete continuar a ser faltoso.

51m: gol do estreante Fernandão, não estava impedido. Tudo bem.

Esse Fernandão é a cara do Finazzi! Fiz alguns jogos dele, a semelhança é impressionante.

55m: falta de ataque do Fernandão. Aos 56m, falta com cartão bem aplicado ao Valdívia. Ainda aos 56m, Jorge Henrique sofre falta Tb. Ehhh…

57m: Valdívia domina com a mão e corinthianos querem o 2º amarelo à ele. Nem, todo lance de mão é para amarelo. Acertou LF.

58m: falta em Wallace. 58m de novo e falta em Willian.

Das partidas que fez depois do Mundial Sub20, Gabriel Silva voltou mais faltoso. Perceberam?

64m: Luan vai nas costas de Castán, faz falta de ataque e reclama? Que cara-de-pau.

66m: Luan não estava impedido… errou o Van Gassen.

69m: Corinthians rouba a bola limpamente com um carrinho, nada de falta.

71m: lance do Valdívia com Paulinho: o chileno não sofreu a bola e LF marcou. Mas errou duas vezes, pois se fosse falta, teria que dar vantagem.

72m: Chico faz falta normal em Paulinho. Ambos discutem asperamente e se ameaçam. Desinteligência. LF matou a pau ao dar Amarelo aos 2.

75m: Luan rouba a bola de Emerson limpamente, corre, Emerson faz a falta e cai em cima dele, tentando acertar c/os pés. Era p/exp (cont…)

(cont) Expulsar o Emerson pela tentativa de agressão, pois tentou acertar o adversário e de Luan Tb por tentar golpeá-lo no revide.

Errou o árbitro em não expulsar os dois, conforme tuites anteriores.

80m: Castán tentou cavar uma falta, Valdívia partia para o contra-ataque e Ralf o pára. Deveria receber o Amarelo, errou o árbitro.

82m: nova falta em Kleber… ele apanha, mas parece que gosta! Busca a falta mesmo.

87m: falta de ataque do Corinthinas com pé alto de Liedson. Mandou bem LF.

88m: após bela defesa de Marcos ele sofre falta. Vai valorizar, claro. É experiente. E nada de arranjar confusão. Claro, esportista.

90m: falta bem marcada de Chicão, que só não levou amarelo pois Valdívia fantasiou demais a queda.

91m: falta em Fernandão. Correto.

92m: falta de Luan no ataque e no mesmo minuto falta em Willian.

93m: Chicão-Valdívia fazem de conta q se desculpam c/tapinhas e se tapeiam mesmo. Mas Valdívia, que recebe o mais forte, desmorona. Ridículo, fingiu agressão.

Fim de jogo. Alguns erros daqui e dali, mas grande e maciça maioria de acertos. Boa arbitragem de LF em jogo difícil.

Destaque negativo para o comportamento dos jogadores. Muita catimba. Bola que é bom, neca.

Importante: Scolari orientando o time de dentro do estádio, mesmo suspenso? Hummm…
Olha esse tuíte, comparando com a mesma situação na Europa:

“Felipão está suspenso flagrado com o celular. Se fosse na Champions League, pelo menos 2 jogos de gancho! Ó: http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/08/23/treinador-suspenso-pode-ficar-na-geral/

– Os Incentivos de Compra e Venda que as Empresas Oferecem Via Twitter:

Cada vez mais, o miniblog twitter tem-se tornado uma ferramenta de muita utilização pelas empresas. A onda agora é promover através dele sorteios, premiações e gincanas, visando o aumento das vendas.

Extraído de: IG (clique aqui para citação)

PROMOÇÕES, PRÊMIOS E CONCURSOS

Em menos de um ano, empresas brasileiras atraíram milhares de seguidores no Twitter. Para “fisgar” os usuários e potenciais consumidores, elas oferecem promoções-relâmpago, descontos generosos, concursos culturais e até mesmo sorteio de prêmios.

Em junho, por exemplo, a loja virtual Submarino, lançou uma promoção exclusiva no Twitter que premiou com “um cinema em casa” o seguidor que melhor respondeu a pergunta “O que você faria para conquistar milhares de amigos?”. O inusitado na promoção era que o prêmio “engordava” caso o Submarino atingisse metas de seguidores, indo de um aparelho blu-ray e seis filmes (para 12.999) até um kit mais completo (acima de 15 mil seguidores).

A condicionante fez com que os participantes replicassem muitas vezes a chamada da promoção no Twitter, atraindo curiosos e interessados. Como resultado, o perfil da loja, que na época contava com menos de 13 mil seguidores, passou dos 15 mil e atingiu o prêmio máximo: uma TV de plasma full HD de 50 polegadas, com home theater, um aparelho blu-ray e seis filmes. Hoje, a empresa é a mais popular entre os perfis corporativos brasileiros no Twitter, com aproximadamente 25,6 mil seguidores (número apurado pela reportagem na última sexta-feira).

Nos EUA, a fabricante de computadores Dell já lucrou mais de US$ 3 milhões em vendas realizadas a partir de links postados no Twitter. Para os consumidores brasileiros, a Dell lançou um perfil em fevereiro deste ano e conta com mais de 11,3 mil seguidores. Na ferramenta, a empresa divulga promoções e responde dúvidas de usuários. “O objetivo principal da Dell é ter a possibilidade de se relacionar de forma mais direta com os nossos clientes. Queremos ouvi-los”, afirma Mirvane Goulart, gerente sênior de marketing online da Dell para América Latina.

“Existe sim a divulgação de ofertas, concursos culturais e eventuais ações exclusivas para nossos seguidores, mas sempre observando que o objetivo principal não é a venda e sim relacionamento”, enfatiza Mirvane.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

Outra empresa que faz barulho no Twitter e vai além da divulgação de promoções é a locadora online NetMovies. “Oferecemos notícias, curiosidades e entretenimento relacionado ao mundo do cinema. A nossa ouvidoria também utiliza o Twitter para resolver dúvidas rápidas dos usuários, encaminhar casos à área de atendimento da empresa e principalmente medir o nível de satisfação dos usuários com o nosso serviço”, explica Daniel Topel, CEO da NetMovies.

Presente no Twitter há apenas três meses, a locadora online atraiu mais de 7,6 mil seguidores e quer terminar o mês de agosto com mais de 8 mil, segundo estimativa de Topel. “Mensalmente milhares de visitantes chegam ao nosso site por meio do Twitter e uma boa parte faz assinatura, afinal, são pessoas interessadas em cinema”, afirma o CEO, que prefere não revelar valores de venda.

Interatividade

Essas ações encontram forte aceitação entre os “twiteirros”. Uma pesquisa da agência Bullet realizada em abril deste ano com 3.268 usuários brasileiros do Twitter descobriu que 53,6% dos entrevistados achavam interessantes ações publicitárias na ferramenta, desde que tivessem relevância.

Mais da metade (51%) respondeu que nunca participou de ações promocionais na ferramenta, porém tem interesse e ainda 33% disseram já ter participado de algum tipo de ação publicitária no Twitter. Cerca de 70% afirmaram seguir ou já ter seguido perfis de empresas, eventos ou campanhas publicitárias.

– Em Busca de Um Mundo Melhor

Às vezes fraquejamos na vida e nem nos preocupamos em exercer a Cidadania, lutando por um mundo melhor, defendendo o oprimido e solidarizando com o pobre. Omitimo-nos.

Mas, àqueles que tem uma vida confortável e vários talentos, são convidados a irem à luta. Se cada um fizer a sua parte, a corrupção política diminuirá; não teremos violência social; o rancor perderá lugar para a misericórdia, e, por fim, a Paz reinará.

Escrevo essas palavras e acabo de ouvir que 2 torcedores são baleados minutos antes de começar Palmeiras X Corinthians. Violência gratuita e idiotice de fanáticos. E ninguém continua fazendo nada para melhorar a situação.

Uma mensagem:

Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito.

Romanos 12,2

Um mundo mais humano depende de nós, sem acomodação.

– Se Mistério Ganhasse Jogo…

Os treinadores de futebol ficam escondendo as escalações. Mistério, charme, frescura…

Celso Roth (Grêmio) mandou até fechar as frestas da janela com fita de embalar. Brincadeira, hein?

Deveria se obrigar a divulgar a escala 1 hora antes. A ordem é de 45 minutos, mas o público só fica sabendo poucos minutos antes. É uma lei desrespeitada.

– Blatter sugere a Abertura da Copa no Rio de Janeiro. E os investimentos absurdos do Itaquerão?

Muita verba pública (tanto do Governo Municipal, Estadual ou da União) está sendo utilizada no estádio a ser construído em Itaquera, seja em obras no entorno, benefícios/ isenções fiscais ou ainda financiamentos oficiais. A intervenção governamental e os políticos que se aproveitam dessas benesses para a busca de votos das camadas mais populares é a mais clara evidência da demagogia barata e do uso da Máquina Governamental.

Mas Jamil Chade, do Estadão (clique aqui para a citação: ENTREVISTA COM BLATTER) conseguiu entrevistar o presidente da FIFA Joseph Blatter e ‘arrancar’ depoimentos importantes.

Segundo ele, sobre a Abertura da Copa do Mundo no Brasil, Blatter sugere abertamente e indica o Rio de Janeiro, dizendo que:

Há definitivamente uma competição entre Rio e São Paulo para obter a abertura. Mas já demos o centro de Mídia para o Rio e a sede da organização da Fifa será no Rio. Portanto, a cidade mais adequada para receber a abertura é mesmo o Rio de Janeiro. O futebol brasileiro é o Rio. E para o mundo, o Rio é a cidade mais atraente para abrir uma Copa, sem dúvida.

Ué, por que tanta intervenção pública para estádio de 65.000 pessoas na capital paulista se praticamente a sede da abertura está escolhida? Por que a FIFA fomenta a discussão entre Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Brasília e Belo Horizonte, se deu a entender nas entrelinhas que já se decidiu pelo Maracanã? Não poderiam poupar gastos com o anúncio direto e objetivo? A quem interessa encher os cofres dos Comites Organizadores?

Por fim, Blatter comenta sobre o futuro do futebol brasileiro em campo, questionando o sumiço dos dribles da Seleção Sub20 e o modelo de futebol forte, além de afirmar: com Lula e Ricardo Teixeira, a relação era mais amigável”.

Aiaiai… nossos bolsos vão doer muito até 2014 chegar, não?

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