– Sessentões: Para se ter Pleno Equilíbrio Emocional, há idade certa?

Um estudo da Universidade de Berkeley chegou a conclusão que aos 60 anos de idade as pessoas podem controlar mais as suas emoções, pois, de fato, estão em plena atividade quanto à “inteligência emocional”.

 

De certo, a experiência de vida pode ajudar as pessoas; tem sua lógica, é claro. De tanto calejar a pessoa aprende. Mas eu, particularmente, cada dia que envelheço fico mais sem paciência… e dizem a mim: “é a idade”.

Brincadeiras a parte, tal resultado é questionável por um simples motivo: o respeito à individualidade às pessoas. 

E você, o que pensa sobre isso: quanto mais velhas, as pessoas estão emocionalmente melhores? Deixe seu comentário:

– Reforma Ortográfica virará “Revolta Ortográfica”?

O acordo da língua portuguesa, que visava uniformizar a língua nos países que falam o idioma da nossa Pátria-mãe, vingou em partes.

No Brasil, ainda é permitido usar as duas formas – o português que usávamos e as novas regras ortográficas.

Mas se você não consegue aceitar que ‘ideia’ está tão correto quanto ‘idéia’ e que ‘vôo’ será substituído por ‘voo’, uma luz: 2012 é o ano para o Governo terminar a transição, e isso não quer dizer que a terminará!

Portugal está com outro prazo: 2012 será para os órgãos públicos, e a população terá até 2015 para se acostumar. Angola vai votar o aceite em 2013. Guiné Bissau vai além: 2015 será o prazo para aceitar ou não as mudanças. Moçambique nem criou a lei ainda!

Estaríamos naufragando no acordo ortográfico?

E você, o que acha das mudanças na Língua Portuguesa? Deixe seu comentário:

– Só 6 deputados trabalharam em Brasília hoje…

De 81 senadores brasileiros, apenas 9 trabalharam hoje.

Dos 513 deputados, a coisa é ainda pior: somente 6 estiveram em Brasília!

E quem paga essa farra? Precisa responder?

Hoje é dia 08 de setembro. Ontem, em Brasília, tivemos a Parada da Independênica e a Marcha da Corrupção. Não aproveitaram o civismo mesmo…

– Banco Econômico e Nacional: quebrados, mas com dinheiro!

Banco quebra. Banqueiro, não.

Tal verdade deixará de existir. O governo Dilma recuperará alguns bancos que quebraram nos anos 90.

Sabe qual o valor do perdão da dívida? É de quase 20 bilhões de reais!

Lembrem-se disso quando voltarem a pregar a nova CPMF… Ou quando pedirem seu voto!

E aí, o que acham disso? Dinheiro bem gasto ou não? Deixe seu comentário:

– Cariocas do Apito decepcionaram no Brasileirão ontem?

Nos confrontos de times paulistas apitados por cariocas, sim.

Há coisas que impressionam. Em 10 jogos do Brasileirão ontem, 4 partidas envolviam cariocas (portanto, excluam-se árbitros do RJ nessas partidas). Dos 6 jogos que sobraram para árbitros do resto do Brasil, mais da metade foram sorteados para os fluminenses. E dos 4 cariocas escalados por sorteio, 3 foram nos 3 jogos paulistas de ontem.

Coincidências da conspiração dos astros na sorte do globinho deixadas de lado (e não queiramos fazer associação com a curiosa relação do fato ocorrer após as denúncias da TV Record sobre manipulação da arbitragem do RJ), vamos a alguns detalhes: 

– No jogo Avaí X Santos, Gutemberg de Paula enxergou demais. Jogador avaiano desabou sozinho e ganhou um tiro penal ao seu favor, mostrando que tais erros são costumeiros do árbitro. Me recordo que pela Copa do Brasil, em Santa Cruz X São Paulo, achou uma cotovelada de Lucas que custou o cartão vermelho ao sãopaulino. E só ele viu. Ontem, a imagem marcante foi a de Edu Dracena, parado, incrédulo, não acreditando no erro. Revejam o pênalti e o rosto do zagueiro santista. É surreal!

– Na partida Atlético Paranaense X Palmeiras, um claro exemplo de plano de trabalho mal feito. Normalmente, no vestiário, os árbitros costumam orientar seus bandeiras sobre procedimentos que devem ou não estar mais atentos. Quando um assistente vê uma agressão fora do lance de jogo e julga que o árbitro não viu, deve chamá-lo. Lances de discussão são desnecessários, o próprio bandeira deve resolver o problema chamando a atenção dos atletas. Ontem, palmeirense e atleticano trocaram cotoveladas (e nem importa se atingiram ou não), o árbitro assistente viu, parou o jogo, chamou Marcelo de Lima Henrique, que ao invés de expulsar… bateu papo. De duas, uma: ou o árbitro vacilou (não teve coragem), ou o bandeira não contou direito o que viu.

Recordo aos leitores: normalmente um plano de trabalho bem feito tem como premissa: “se você, bandeira, parar o jogo para chamar o árbitro, é para lance de expulsão. Se for para dar bronca, dê você!”

Se faltou rigor ou coragem no lance das cotoveladas, sobrou no campo disciplinar. Cleber Santana esbravejou após receber o cartão amarelo e aplaudiu ironicamente o juizão. Protestar ou reclamar com a arbitragem é amarelo… como já tinha, cumpriu-se a regra. Mas o excesso disciplinar contrasta com a tolerância na pancada, é a situação perfeita para o dirigente reclamar: falar não pode, mas bater está liberado!

Aí que mora o perigo: no segundo tempo, Kleber Gladiador levou cartão por reclamação. Também o reserva João Vitor, no banco, levou! Estaria querendo compensar? Creio que não… afinal, ele é FIFA (ou isso não quer dizer mais nada?) 

– Por fim, no Morumbi, Péricles Bassols teve a oportunidade de apitar o jogo 1000 de Rogério Ceni. Esse cara é iluminado! Foi um dia da FIFA e acabou sorteado para um jogo histórico como esse. Agradeça a Deus!

Perceberam que esses 3 cariocas foram ou são da FIFA? Parece que o quadro FIFA está como a Seleção Brasileira Doméstica convocada por Mano Menezes: estamos cheios de jogadores que levaram um susto ao saberem que vestiriam a Amarelinha… Joga qualquer um. Ou melhor, apita qualquer um.

Será que eles representam o que de melhor existe no RJ? Não creio. Há árbitros melhores por lá. Uma pena o momento político conturbado que vivem.

E você, o que achou da rodada? Deixe seu comentário:

– Jacques Wagner e a Nova CPMF: Solidariedade!!!

O governador bahiano Jacques Wagner (PT-BA) é um fanfarrão. Sobre a proposta da volta da maldita CPMF (imposto que sempre onerou a população e nunca foi usado para ajudar a saúde), disse:

Não é um imposto, é uma taxa de solidariedade!”

Tá de brincadeira, né?

– CADÊ MEUS POSTS? Terrablog com problemas…

Amigos, alguns posts sumiram do meu blog, devido à problemas no Terra Blog. Tanto no “Blog do Professor Rafael Porcari” quanto no “Pergunte ao Árbitro”, posts de Julho, Agosto e Setembro sumiram do ar (e são quase 400 textos!)

Assim que o Terra solucionar a pendenga, eles voltam. Peço desculpas àqueles que procuram algum tema e não encontraram.

Att

Rafael Porcari

– Como foi o Show de Roberto Carlos em Jerusalém?

Ontem, feriado no Brasil, Roberto Carlos fez o tão esperado show em Israel. Ovacionado, claro. Espetacular, claro. Emocionante, claro.

Pô, sou fã do Rei Roberto, então é covardia elogiá-lo por cantar em português, espanhol, inglês, italiano e hebraico. Ou ainda cantar “Eu quero ter 1 milhão de amigos”, ao se referir à sacralidade de Jerusalém aos judeus, muçulmanos e cristãos.

Olha como foi o show de Roberto Carlos nessa quarta, na Terra Santa, apresentado por Glória Maria e que a Globo mostrará no próximo sábado:

O SHOW DE ROBERTO CARLOS EM JERUSALÉM

Por Lígia Mesquita, do UOL: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/971930-roberto-carlos-volta-a-cantar-se-o-bem-e-o-mal-existem-em-jerusalem.shtml

No caminho do anfiteatro Sultan’s Pool, no Vale do Hinnon, em Jerusalém, um grupo de fãs brasileiros de Roberto Carlos debatia no ônibus com qual música o Rei iria abrir a apresentação para 5.000 pessoas, que aconteceu hoje. “Nossa Senhora”, “O Portão”, “Ave Maria”? Quem venceu o desafio foi o veterinário Gustavo Costa, 34, de Jaboticabal, acompanhado da mulher, dos pais e do irmão. “Vai ser ‘Emoções’! Já fui a mais de 30 shows dele”, sentenciou.

“Roberto, cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!”, grita a turma do fundão do anfiteatro. Às 20h40, ao som dos primeiros acordes de “Emoções”, o Rei entra no palco que reproduz a Cidade Velha de Jerusalém. Abre os braços e emenda o famoso verso “Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo…”. Na sequência, afirma que gostaria de “dizer muitas coisas neste momento, mas vou dizer cantando, que é o que eu sei fazer”. E ataca com “Além do Horizonte” e “Como Vai Você” –esta última, começa em espanhol.

Roberto começa a apresentação falante. Diz que gosta de cantar o amor. “O amor é algo sublime. Amor de irmão, de pai, de amigo, de fé, de alma. Toda forma de amor vale. O amor é fonte inesgotável.” E começa “Como É Grande o Meu Amor por Você”. Canta, ao violão, “Detalhes” em português, inglês, italiano e espanhol. Erra as duas primeiras entradas da música e se desculpa. Segue com “Outros Casos” e pede a participação do público no refrão final.

Na primeira fila da apresentação estão jornalistas, publicitários e empresários. A única celebridade global é Regina Casé, acompanhada do marido, Estêvão Ciavatta. Os filhos do Rei, Dudu, Luciana e Rafael, ficam na segunda fila, na direção do microfone, a pedido do pai. Assim como ficava Maria Rita, sua mulher, que morreu em 1999.

Roberto Carlos faz uma pausa para água. Também dá um gole em uma outra bebida que parece uísque. Uma fã grita: “Isso, Robeeeerto! Bebe muita água pra cantar bastante ainda!”. Ele inicia “Eu Sei que Vou Te Amar” com direito à recitação do “Soneto da Fidelidade”, de Vinicius de Moraes (“De tudo ao meu amor serei atento/Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto”).

“Roberto, eu vou sempre te amar!”, “Te amo!”, “Viva o Rei!”, gritam algumas brasileiras na plateia formada por cadeiras em estilo de arquibancada, de acrílico, na cor azul, colocadas sobre uma cobertura de grama sintética.

Depois de “Pensamentos”, música que, diz, “fiz há muito tempo com o Erasmo”, o Rei discursa: “A força da fé nos ajuda a prosseguir”. E entoa, em italiano, “Ave Maria”. É aplaudidíssimo, mas, duas palavras depois, pede desculpas por um problema técnico e recomeça. É a hora em que mulheres e homens do público sacam seus lenços para enxugar as lágrimas.

SE O BEM E O MAL EXISTEM

A homenagem a sua mãe, Lady Laura, que morreu no ano passado, não fica de fora. Ao final da canção com o nome dela, manda um beijo em direção ao céu. Canta depois “Olha” e “Proposta” e leva a mão ao rosto para enxugar as lágrimas. Anuncia que cantará outra música em inglês. “Poucas vezes me atrevo a cantar em inglês, porque acho que meu inglês é cais do porto. Mas essa música não tem como.” E entoa os versos de “Unforgetable”.

O Rei fala: “Aqui, muçulmanos, judeus e cristãos se unem em busca de uma força maior. Cada cor tem sua importância, mas quando ficam juntas é muito mais alegre”. O cenário então fica todo iluminado e ele pode cantar “Eu Quero Apenas”, com o verso “Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”. A plateia vibra e o cantor prossegue com “O Portão”. A música o leva às lágrimas e ele as enxuga discretamente ao final.

Canta novamente em italiano, agora, “Caruso”, de Lucio Dalla. “Sempre quis cantar essa canção, mas nunca tive atrevimento, porque é uma canção para quem tem voz aguda, que canta alto, como Pavarotti, Lucio Dalla e o Zezé Di Camargo. Mas me atrevi a cantar do meu jeito.” E emenda “Aquarela do Brasil”, para homenagear o país no Dia da Independência.

É chegada então a hora do número especial da noite com “Jerusalém de Ouro”, cantada metade em hebraico com um coral israelense ao fundo. É aplaudido de pé. “Sei que foi um atrevimento muito grande.” Pra encerrar o quesito ousadia, Roberto Carlos decide deixar de lado a superstição que o acompanhava havia anos e não lhe permitia pronunciar a palavra mal em “É Preciso Saber Viver”. Ele, que dizia “se o bem e o bem existem, você pode escolher”, canta o verso original “se o bem e o mal existem”.

Duas horas depois, encerra o show com a tradicional “Jesus Cristo” e a distribuição de dúzias e dúzias de rosas vermelhas e brancas. “Obrigado por essa noite. Obrigado, Jerusalém! Amém!”

– R$ 1,8 milhão por mês para Emerson Sheik. Se não for, é maluco!

O Futebol possui situações inusitadas. Emerson Sheik, aquele que passou por Flamengo e Fluminense, dispensado pelo São Paulo quando jovem e que fez fama no mundo árabe, hoje no Corinthians, tem uma proposta de R$ 1.800.000,00 mensais! Ops: seria mais do que Ganso e Neymar juntos?

Dá para entender?

– Desafio Interreligioso na Educação dos Filhos

Um dos novos questionamentos da sociedade é: como pais de religiões diferentes devem educar seus filhos?

O Ecumenismo é fundamental para isso. Mas compartilho uma interessante matéria da Revista IstoÉ, ed2138 de 01/03/2010, pg 72-73, por Patrícia Diguê, a respeito sobre o assunto:

CRESCENDO ENTRE DUAS RELIGIÕES

Como pais de crenças diferentes enfrentam o desafio de educar seus filhos com valores religiosos distintos

Quando Anne, 10 anos, e Felipe, 8, nasceram, os pais, Maria Angélica, criada no catolicismo, e Marcelo Dimantas, que é judeu, tiveram de conversar bastante sobre como seria a educação religiosa dos filhos. A mãe não abriu mão do batismo, sacramento que significa tornar a criança um filho de Deus para os católicos. E o pai quis que o menino fosse circuncidado, aos 8 meses, em uma cerimônia que igualmente simboliza a aliança com Deus no judaísmo. Além dos questionamentos habituais da infância, é comum na família do casal de médicos ter de responder a perguntas também sobre religião, como “por que o papai não acredita em Jesus?” ou “por que a mamãe comemora o Ano-Novo em uma data e o papai em outra?”. A saída, conforme o casal, é sempre esclarecer tudo com o máximo de transparência. “Eu digo que, apesar de o pai ir à sinagoga e eu à igreja, nós dois acreditamos em Deus”, conta Angélica.

A família frequenta os eventos das duas religiões e, em casa, mantém tanto os símbolos católicos quanto os judaicos. A data com maior potencial de confusão era o Natal. Neste caso, os avós paternos cederam e presenteiam as crianças mesmo que a data não tenha significado para eles – os judeus não acreditam que Jesus tenha sido o messias. A discussão do momento é a respeito do rito judaico de passagem da infância para a juventude, aos 13 anos, o bat mitzvah (meninas) ou bar mitzvah (meninos), correspondente ao crisma do catolicismo. “Para os judeus, é um momento importante, quando eles são apresentados à sociedade. Mas ainda estamos conversando sobre como lidar com isso”, diz Angélica.

Os Dimantas vivem uma realidade cada vez mais comum no Brasil. Apesar da maioria católica (73%), a crescente multiplicidade de religiões aumenta o número de lares onde prevalece mais de uma fé. “A vinda de imigrantes e a fragmentação das igrejas fazem com que esta situação se torne mais corriqueira”, diz o padre Gabriele Cipriani, ex-secretário do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), entidade que representa cinco igrejas cristãs históricas e trabalha o ecumenismo. “O que importa é colocar a criança no caminho da fé e não pressioná-la a seguir uma das religiões. Isso tem de brotar naturalmente”, afirma.

A agente de viagens Carla Bechelli, 38, que foi criada no catolicismo mas se tornou espírita, e o técnico de celular Daniel Pinder, 43, judeu, vivenciam esta realidade. Os filhos, Lucas, 13, e Matheus, 9, convivem com as três crenças. Foram batizados na fé católica, frequentam o centro espírita e conhecem a “Torá” (livro sagrado dos judeus). “Eles gostam dos amigos e das festas, e só querem saber de brincar por enquanto”, comenta a mãe, para quem é melhor que os filhos tenham três religiões a nenhuma. “O importante é que eles temam a Deus e aprendam a ter fé. Quando crescerem, vão decidir qual caminho seguir”, diz ela A atitude do casal é a correta, segundo o padre José Bizon, diretor da Casa de Reconciliação de São Paulo. “A religião deve unir a família e nunca ser motivo para desentendimentos”, afirma.

Diante dos inúmeros casos de famílias com religiões mistas em seu consultório, a psicóloga Mariana Taliba Chalfon resolveu escrever um livro infantil para ajudar os pais na hora de explicar as diferenças. Lançado no mês passado, “Entre a Cruz e a Estrela” conta a história de Max, um garoto que vive entre o cristianismo e o judaísmo. Segundo a autora, que vivenciou essa situação em sua família, os pais devem entrar em acordo sobre a educação religiosa dos filhos ainda durante a gestação. “O diálogo franco entre o casal é a maneira mais positiva de estabelecer as regras de conduta em relação à religião para a família e para que os filhos se sintam seguros”, recomenda.

É com essa filosofia que o vendedor Márcio Alves Paviatti, 41, católico, e a secretária Valdinéia Gonçalves Paviatti, 37, evangélica, pretendem direcionar a educação religiosa do filho Pedro, 3 anos. Ambos decidiram se casar na Igreja Metodista, na qual o menino também foi batizado, para amenizar as diferenças. “Decidimos pelo caminho do meio”, conta Paviatti. Como católico, ele queria que o filho fosse batizado ao nascer. Valdinéia preferia que o rito ocorresse mais tarde, como pregam os evangélicos. Na Metodista, o batismo poderá acontecer duas vezes, satisfazendo a ambos.

Para Valdinéia, porém, o mais importante é que Pedro já sabe quem é o “papai do céu” e que a família reza antes das refeições e de dormir. “Os filhos têm que ser criados no caminho do amor, da fé e da solidariedade”, afirma o padre José Bizon, da Casa de Reconciliação. Tolerância e entendimento são as palavras-chave.

– Vocação desde a Infância?

Olha que afirmação interessante:

Cheguei até ser coroinha, mas me expulsaram – roubava hóstia para comer”.

José Dirceu, Folhateen, Ed 29/08/2011, pg 4.

Depois não quer que sejamos irônico com ele, né? Depois de tantas denúncias no Governo lula e escândalo do mensalão, brincar com isso é perigoso…

– Aniversário da Virgem Maria!

O dia 08 de setembro é dia de Nossa Senhora, sobre a invocação da sua natividade. Ou seja, hoje é Aniversário da Virgem Maria.

Mãe de Deus, rogai por nós!

– TV Senado seria um Cabidão de Empregos?

Leio na Istoé Ed 2157, pg 45, de que a estrutura da TV Senado tem estrutura e gastos compatíveis com a Globo! Só que a audiência…

A RedeTv tem 30 funcionários na Sucursal de Brasília; a Record, 80. A Globo: 400. Sabem quanto tem a TV Senado? Cerca de 340, sendo que 2/3 não-concursados.

A audiência no horário nobre é estimada em apenas 1.331 telespectadores no Brasil inteiro (que são quase 200.000.000).

Até que é muito… Quanto não custa para o bolso do contribuinte?

– Radares Multando no Sem Parar / Via Fácil?

Olha mais um caça-níqueis pra cima do consumidor: Multas pelo Sem Parar / Via Fácil nas praças de pedágios?

Emails começaram a sugerir de que o Sem Parar começava a multar quem passasse acima de 40km/h nos pedágios. Entretanto, se você ligar para o Via Fácil, os atendentes desmentirão e dirão que isso é uma corrente mentirosa disseminada pela Internet. Digo isso por que liguei, conversando com a atendente Tatiane às 10:00h de hoje. Ela garantiu que:

“o Sem Parar / Via Fácil não multa ninguém, até por quê não tem autoridade para isso”.

Ok, mas justamente nessa 3ª feira, José Luiz Datena e Agostinho Teixeira, jornalistas do Manhã Bandeirantes (da Rádio Bandeirantes AM) mostraram como o golpe funciona: em algumas praças de pedágio (na 2ª feira, as do Rodoanel) tiveram ação dos radares ao lado das cabines do Sem Parar.

Ou seja,

a autoridade rodoviária é quem instala os radares atrás das placas de 40km/h e na sequência multa”.

 De fato, a empresa Sem Parar / Via Fácil não multa. Quem multa são os radares…

Vale a atenção ao passar pelos pedágios. Poderão haver radares escondidos por lá!

Abaixo, do site da TV Bandeirantes (onde uma atendente da empresa disse exatamente o contrário do que disse a mim): http://www.band.com.br/noticias/cidades/noticia/?id=100000454069

MOTORISTAS SÃO MULTADOS NO “SEM PARAR” SEM AVISO

Segundo o repórter Agostinho Teixeira, da Rádio Bandeirantes, não foi dado nenhum aviso sobre a possível punição

Os motoristas que passam nos pedágios de São Paulo correm o risco de ser multados, caso ultrapassem o limite de velocidade nas faixas atendidas pelo sistema Sem Parar. A cobrança não foi divulgada pelo DER ou concessionárias das rodovias paulistas. A denúncia é do repórter da Rádio Bandeirantes, Agostinho Teixeira.

O Sem Parar, como é conhecido o sistema eletrônico de pedágio, está implantado em várias rodovias do Estado de São Paulo e consiste no pagamento de taxa mensal. Em algumas praças, são destinadas faixas especiais em que os motoristas cadastrados podem passar sem precisar parar o veículo.

Nas faixas utilizadas pelo sistema Sem Parar, foi determinada a velocidade máxima de 40 km/h. No entanto, não houve nenhuma informação aos motoristas de que haveria multas para quem superasse este limite de velocidade. Mas desde ontem, segundo a reportagem, a cobrança vem sendo feita, mesmo sem aviso. 

Ao ligar para o Sem Parar, o repórter pergunta sobre a multa para quem passa acima dos 40 km/h nos pedágios. “Sim, começou ontem, dia 5/9”, confirmou uma atendente. A mesma funcionária admitiu não saber se a possibilidade de punição foi anunciada para os usuários do sistema.

– Flatulências Futebolísticas

Uma grande polêmica ocorreu no Flamengo devido a uma flatulência (o popular PUM) que escapou de um jogador durante a palestra do treinador Wanderley Luxemburgo. Luxa não gostou e o ambiente azedou no vestiário. Broncas para todos os lados!

Mas vocês viram quantos PUMs foram soltos nos últimos dias no futebol?

PUM DO TREINADOR: Joel Santana, demitido pelo Cruzeiro, chegou a afirmar que “não pensava em sardinha, mas só em peixe grande”, quando indagado se recebeu o convite para o Bahia. Para onde ele foi?

PUM DO EDITOR DE IMAGENS: durante o amistoso contra Gana, quem gerou as imagens de TV não mostrou nenhuma manifestação do movimento #foraricardoteixeira. Mas os sites independentes mostraram! Nem a câmera exclusiva da Globo, que estava por lá filmando cenas exclusivas, focalizou. Curioso… Não é notícia?

PUM DO JOGADOR: Gilberto acusou os árbitros de perseguição e ameaçou parar a carreira. Reconsiderou. Será que reviu o pênalti cometido domingo?

PUM DO PRESIDENTE CORINTHIANO: sobre os fortes efeitos emocionais dos festejos do Itaquerão, ao falar da união das forças para a construção do estádio e do relacionamento interno do time, Andrés Sanches disse: “Um jogador sozinho não faz andorinha…” Ué, mudaram o ditado popular?

PUM DO DIRETOR DE ÁRBITROS (ou AUTOPUM): Segundo a Coluna De Prima, do jornalista Marcelo Damato, publicada hoje, o presidente da CA-RJ, Jorge Rabello, fez uma lista em nome dos árbitros por conta própria como apoio a ele próprio (será que encabeçada pelo Sindicato, onde o presidente é o próprio?) em defesa da moral… dele própria! Mas era uma lista democrática: o árbitro que não aceitasse seu nome na lista, era só levantar a mão… (pior é que foi bem assim!)

PUM DO DESAVISADO: Felipão ficou em contato com seus atletas quando estava suspenso, mas disse que cumpriu a suspensão, entendendo que estar suspenso era não sentar no banco. Ninguém avisou que não podia participar ativamente no comando da equipe durante a partida?

PUM DO DONO DO FUTEBOL BRASILEIRO (RICARDO TEIXEIRA): Me desculpem, esse não solta PUM. Como ele próprio disse, prefere ficar c. para tudo isso…

E você, o que pensa sobre isso? Quem deu a declaração ou cometeu o ato falho que possa ser considerado o grande PUM da rodada? Deixe seu comentário:

– A Doce ilusão Sucroalcooleira: a Cana-de-açúcar já não é tão barata…

Matéria pertinente de Reneé Pereira, no Estadão de ontem (05/09/2011, Caderno Negócios) pg B1, mostra: a Cana-de-açúcar da Tailândia, da África do Sul e da Austrália já bate a nossa.

Motivos? Baixa produtividade, alta no preço do açúcar e fim da euforia do etanol. Abaixo:

CANA BRASILEIRA JÁ NÃO É MAIS BARATA

Brasil perdeu a liderança no ranking de menor custo de produção do mundo para países como Austrália, África do Sul e Tailândia.

A abundância de terra agricultável, o clima favorável e a vasta experiência do produtor já não são mais ingredientes suficientes para garantir a enorme competitividade que fez do Brasil o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo. Nos últimos três anos, a combinação entre alta dos custos internos, câmbio e a euforia dos investidores com o etanol acabaram tirando o País da liderança do ranking de menor custo de produção da cana.

Na frente do Brasil, já estão Austrália, África do Sul e Tailândia. Há quem diga que Colômbia e Guatemala também têm conseguido produzir açúcar a um custo menor, mas eles não constam nas estatísticas oficiais. Embora sejam países com pequena produção comparada ao Brasil, o resultado reflete o momento mais delicado da indústria nacional de cana-de-açúcar. A escalada dos preços do etanol, por exemplo, levou o governo a anunciar na semana passada a redução da mistura do combustível na gasolina – uma forma de ampliar a oferta de álcool hidratado na bomba.

No açúcar, embora os preços estejam elevados no mercado internacional, não há grandes problemas. Mas o aumento do custo do Brasil, que responde por quase 50% do mercado mundial, tem reanimado até mesmo a indústria de açúcar de beterraba na Europa, afirma o presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-sul do Brasil (Orplana), Ismael Perina. “Há sete anos, esse produto estava inviável. Agora voltou a ficar viável, o que é ruim para o País.”

Segundo dados da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), de 2005 para cá, os custos de produção cresceram cerca de 40% – de R$ 42 por tonelada de cana para R$ 60. Uma série de fatores explicam esse avanço. Alguns deles provocados pela extensa lista do chamado custo Brasil, como a valorização do real e a carga tributária elevada, que reduz a competitividade das empresas nacionais. Outros foram criados pela própria expansão do setor, como a falta da mão de obra.

O problema surgiu com o início da mecanização da colheita de cana, que deverá atingir 100% em 2014. Embora seja mais barato, o processo pegou o setor despreparado. Não havia frota suficiente para fazer a colheita e a mão de obra, antes acostumada a usar facões para cortar a cana, não sabia manusear tratores e colheitadeiras equipadas com alta tecnologia. Resultado disso foi o aumento no preço das máquinas e dos salários do setor.

“Além disso, o canavial não estava preparado para a colheita mecanizada, que exige um espaçamento diferente no plantio. Isso reduziu de forma significativa a produtividade”, afirma o diretor técnico da Unica, Antonio de Padua Rodrigues. Até hoje, diz ele, não se encontrou uma solução econômica para a palha que é retirada durante a colheita. “Se for junto com a cana para a usina, isso aumenta o custo de transporte. Se ficar no canavial, pode trazer pragas.”

– Dia “de Mim”?

As Lojas Cem têm uma propaganda curiosa. Criaram o “Dia de Mim”, onde o consumidor é levado a refletir sobre fazer agrados a si próprio (consumindo na própria rede, é claro).

Mas sabe que essa idéia é interessante?

Sinceramente, penso que muitas vezes é bom fazer umas concessões, se auto-mimar. Creio que seja necessário para espairecer.

Agora, verdade seja dita: carece de dinheiro para essas coisas…

– Brasil X Gana: Pitacos. Ah! E a Argentina em… Bangladesh?

Se eu achava que esse amistoso contra o time B ganês era um despropósito, agora tenho certeza.

Se era para ver Ganso e Ronaldinho juntos, não deu certo. Agora a CBF devolverá o Ganso machucado para o Santos FC (aliás, antes do sucesso, quantas vezes ele já se machucou? E depois? Que azar do rapaz…).

Elias entra e em poucos segundos (é: segundos mesmo), dá uma “piuvada” no adversário totalmente desnecessária. Ridículo. Apesar que, depois de receber cartão amarelo, resolveu jogar bola.

Apito amigo do Mr Juizão? Yes.

Eu não daria o segundo amarelo ao ganês na jogada com o Lúcio, que resultou na expulsão. Na Europa, especificamente na Premier League, árbitros ingleses, como o de hoje, não costumam dar. Lúcio e o adversário vêm forte para dividir a bola, mas de maneira leal. Aquilo foi dividida, não ação temerária. O pé do jogador de Gana não poderia sumir de uma hora para a outra instantaneamente. E não me venha dizer que foi imprudência, pois sendo imprudência, deveria aplicar cartão aos 2. Expulsão injusta.

Treinar amistosamente com um adversário mais fraco e com 10 jogadores não é treino. É covardia. E conseguimos fazer apenas 1 gol.

Sinceramente? Acho que Mano Menezes está perdidinho…

Não posso deixar de comentar: essa sede de vender direitos dos jogos a qualquer grupo empresarial acaba com o futebol. O que podemos falar da Argentina de Messi jogando em Bangladesh, um dos povos mais pobres do mundo e onde o futebol nem popular é? O bengalês não agüenta com o custo do próprio sustento, vive na pindaíba, não gosta de futebol e vai pagar com o quê para ir ao estádio?

O que você achou do Brasil? Deixe seu comentário:

– Arriscar a Vida pelo Próximo: A ameaça dos Bispos Paraenses!

Anote esses nomes: Dom Ewin Krauter (bispo de Altamira), Dom José Luiz Ascona (bispo de Marajó) e Dom Flávio Giovenale (bispo de Abaetetuba).

Sabem o que esses 3 septuagenários religiosos do interior paraense têm em comum? Lutam contra o crime organizado de exploração da prostituição infantil em suas Dioceses. E, por isso, são jurados de morte pelos bandidos e cafetões.

Embora corram riscos por parte dos criminosos, o grande problema a se somar é outro: “a conivência dos pais”, que encaram a prostituição de suas filhas como um trabalho e uma fonte de renda a mais em suas casas.

Triste mundo…

Extraído de: Revista IstoÉ, Ed 2182, por Francisco Alves Filho (pg 62-64)

BISPOS AMEAÇADOS

Por lutarem contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, religiosos do interior do Pará viram alvo de quadrilhas que aliciam as meninas.

Nos últimos anos, as denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil têm se multiplicado. Como resposta, o poder público, as organizações não governamentais e os religiosos se uniram em campanhas contra as quadrilhas. Esse embate, no entanto, não é fácil e em pelo menos um recanto do País enfrentar o problema representa sério risco de vida: o interior do Pará. Ali, em pequenas cidades onde a pobreza torna mais fácil o trabalho dos aliciadores de menores e os matadores de aluguel cedem sua mão de obra por poucos reais, os principais porta-vozes da luta contra as quadrilhas são bispos católicos. Instalados há décadas na região, os religiosos sabem muito bem que quem atravessa no caminho dos criminosos vira alvo. No episódio mais recente, há quatro meses, o bispo de Marajó, dom José Luiz Ascona, 71 anos, foi avisado pela Polícia Federal que bandidos articulavam uma ação contra ele. Apesar disso, dispensa a segurança que os agentes lhe oferecem. “Que direito eu tenho de colocar em risco um pai de família?”, questiona o bispo. “Diante da morte, que pode chegar a qualquer momento, Deus me dá coragem.” Além de Ascona, também os bispos de Abaetetuba, dom Flávio Giovenale, e Altamira, dom Erwin Krautler, lutam contra a exploração sexual e sofrem ameaças por isso.

Como se não bastasse o crime, a faixa etária das crianças que sofrem abusos ou se prostituem tem baixado cada vez mais. Em um dos últimos episódios, descobriu-se uma menina de 8 anos que sofria violência sexual. Algumas vezes, as crianças e adolescentes trocam dinheiro por sexo com a aprovação das próprias famílias, que geralmente sofrem com a pobreza. “Há pais que sabem e outros que fingem não saber, pois se beneficiam da renda que as adolescentes levam para casa”, conta dom Flávio Giovenale, 57 anos, bispo de Abaetetuba, que fica a 60 quilômetros de Belém. Na cidade, formada por várias ilhas fluviais, o tráfego descontrolado de barcos favorece o tráfico de pessoas. Muitas jovens são levadas para o Amapá e depois cruzam a fronteira para o Suriname e para a Guiana, onde são submetidas à prostituição e ao trabalho escravo. Dom Giovenale não tem dúvida quanto à periculosidade das quadrilhas. “Aqueles que promovem a exploração sexual e o tráfico de pessoas são os mesmos que traficam drogas e armas”, diz. Apesar disso, segue o padrão de seu colega de Marajó e, mesmo denunciando constantemente a ação desses criminosos, não lança mão de segurança. “Não gostaria de morrer, mas não acho que seja o caso de andar cercado de agentes”, argumenta. A última ameaça clara contra ele aconteceu no ano passado.

Dos três, o bispo de Altamira é o único que recorre a policiais para manter longe os bandidos. Isso acontece porque dom Erwin Krautler, 72 anos, sempre fez questão de marcar sua posição em várias questões candentes. Ele denunciou conflitos agrários ao lado de Dorothy Stang, foi um dos primeiros a se posicionar contra a construção da usina de Belo Monte e fez, há alguns anos, a acusação de que crianças e adolescentes eram vítimas de exploração sexual por parte de políticos importantes da região. Isso lhe rendeu ameaças de todos os tipos que continuam até hoje e o obrigam a lançar mão de quatro policiais para garantir sua integridade. “Meus inimigos têm desejo de enriquecimento rápido e não duvido que não hesitariam em passar por cima do meu cadáver”, diz ele.

A luta dos bispos tem rendido frutos. Nos últimos anos, a ação da polícia se tornou mais frequente e vários setores da sociedade paraense estão se engajando no combate. Na última semana, os empresários do ramo hoteleiro do Estado criaram um código de conduta para evitar o chamado turismo sexual, prática que pode aumentar bastante durante a realização da Copa de 2014. Outra iniciativa importante vem do governo federal. A Secretaria de Direitos Humanos prepara um pacote de ações para prevenir a exploração sexual em áreas como Belo Monte, já que normalmente a migração intensa de operários em obras de grande porte resulta no aumento da prostituição. “Nossa atitude é totalmente preventiva, estamos planejando ações de fortalecimento dos conselhos tutelares e há uma operação já organizada para a região”, adiantou a ministra Maria do Rosário. A SDH é responsável pelo Disque 100, número que recebe reclamações de violações de direitos humanos e principalmente de exploração sexual. A ideia é boa, mas no Pará ainda não pegou. “É difícil fazer divulgação desse tipo de serviço aqui. Em muitos lugares do interior o telefone simplesmente não funciona”, explica dom Flávio Giovenale.

Como solução para o problema, os religiosos sugerem duas providências: prevenção e repressão. A primeira parte ficaria por conta das políticas de educação e criação de emprego e renda. A segunda, por conta da polícia. “De qualquer forma, notamos que as pessoas estão mais atentas ao problema. Antes muitos fingiam que não viam”, afirma dom Ascona. Para ele, esse é o primeiro estágio para a solução: “Sem conhecer a verdadeira dimensão do problema, não há como remediá-lo.”

– 9 Anos!

Hoje é dia de festa lá em casa. Nove anos de Casamento.

Paris? Roma? Dubai? 

Não, acho que nosso jantar será na varanda mesmo… Tudo bem. O que importa é o sentimento.

Andréia, minha querida esposa, te amo!

9 anos de casório deram nessa linda família que adora brincar de fazer caretas… Caprichamos, né?

– Dia do Sexo. E do Sexo Cristão?

Ih… hoje é dia do meu aniversário de casamento, e, ao mesmo tempo, DIA DO SEXO!

Coincidências? Hum…

Brincadeiras à parte, mas que tal uma outra visão do sexo, do ponto de vista cristão?

O Sexo nos planos de Deus: O jovem casto exercita o autodomínio para ser fiel no casamento. Link em: http://goo.gl/t07wt

 #ValeaPenaEsperar

– A Estiagem no Parque da Cidade é Perceptível

Quem freqüenta o Parque da Cidade, já percebeu: o nível da represa abaixou bastante!

Veja as ilhas que aparecem, e o quanto a margem aumentou. Veja a situação:

Por maior que nossa represa seja, vale a pena se preocupar em economizar água…

– A Crise Brasileira dos Combustíveis

A partir de 01 de Outubro, teremos 5% a menos de álcool na formulação da Gasolina. Tal medida visa evitar a falta de Etanol nas bombas. Mas, por tabela, teremos 5% a mais de Gasolina na sua composição, o que eleva o preço do produto.

Segundo a Revista eletrônica “Posto Hoje”, Ed 05/09/11, a Petrobras terá que importar Gasolina e ainda assim faltará Etanol.

O que fazer? Um país que cresce e sem combustível para rodar a sua frota… Bolsos, cuidado!

DIRETOR DE ABASTECIMENTO DA PETROBRAS DIZ QUE A EMPRESA IMPORTARÁ GASOLINA

A Petrobras terá de importar toda a gasolina extra necessária para compensar a redução da mistura de etanol anidro no combustível a partir de outubro, já que suas refinarias estão “no limite da capacidade”, disse o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. “Fizemos no ano passado um esforço para aumentar a oferta, mas agora não temos mais condições de aumentar a produção de gasolina. Com as refinarias existentes não dá, chegamos no nosso limite”, afirmou o executivo em entrevista à Reuters sexta-feira. “Então qualquer variação de demanda – e obviamente que a mudança dos 25% para 20% do anidro na gasolina vai provocar um aumento de demanda – vai ser via importação, não tem saída”, acrescentou.

FALTARÃO 900 MILHÕES D ELITROS DE ETANOL NO BRASIL

A consultoria Datagro prevê que, mesmo com importação anunciada por produtores e a redução na mistura de etanol anidro na gasolina de 25% para 20%, vão faltar em torno de 900 milhões/l de etanol para atendimento da demanda da frota flex. “Pelo menos esse swap de etanol está sendo mais vantajoso para o Brasil, já que há um prêmio no valor das exportações em razão da certificação de biocombustível avançado, diferencial que o etanol de milho não possui”, afirma o diretor da consultoria, Plínio Nastari. Segundo Nastari, o aumento de preços é o único mecanismo de mercado disponível no curto prazo para tentar evitar a escassez nas bombas. A estimativa mais recente da Datagro aponta uma moagem de cana de 565,8 milhões/t em 2011 , contra 620 milhões/t verificada em 2010. Como a convivência com preços mais elevados será uma realidade nos próximos três anos, pelo menos, Nastari propõe que o governo, em paralelo à criação de uma política adequada para o setor, adote medidas que, de um lado ampliem a tributação sobre combustíveis fósseis, e por outro ofereçam ao consumidor uma recompensa pelo uso do etanol. “O consumidor acumularia créditos por utilizar uma fonte de baixo carbono”. O diretor da Datagro explica que há também espaço para redução de custos na produção de etanol e açúcar por parte das destilarias. A empresa e a Price Waterhouse Coopers fecharam parceria para atuar juntas na oferta de serviços que vão unir experiência nas áreas industrial e agrícola à expertise em gestão e planejamento tributário, respectivamente.

– Fim da Fome? Triste Utopia…

O Fim da Fome é Impossível. Ponto”.

Triste realidade observada pelo médico-chefe da ONG “Médicos Sem fronteiras”, Unni Karunakara, sobre a fome na Somália.

Com tanto desperdício no mundo, é revoltante saber que direta ou indiretamente não conseguimos fazer do planeta um lugar melhor para se viver…

– Cuba: uma desolação absurda

Essa veio pelo Facebook do ótimo jornalista Jota Júnior:

Noticia triste do esporte e que passou meio despercebida:
Jogadores da seleção cubana de basquete pediram aos brasileiros que dessem seus pares de tênis não utilizados, dadas às péssimas condições de seus calçados.
Isso tudo no pré-olimpico de Mar del Plata

Não dá nem para comentar…

– CA/CBF não se pronunciou. Mas agiu?

Sobre os escândalos supostamente atribuídos por dirigentes da Federação Carioca, que envolvem aceite de favorecimento de clubes em troca de ascensão na carreira por parte dos árbitros, denunciados pela TV Record, parece ter sido dado de ombros pela Comissão de Árbitros da CBF. E também pela ANAF (como se não existissem árbitros locados na FERJ em suas fileiras). Aqui, a estratégia é clara e comum: não foi comigo, não sei, fico de longe, e saio assobiando…

Mas um detalhe curioso para a próxima rodada: dos 10 jogos do Brasileirão, 4 envolvem jogos com equipes cariocas. Portanto, são 6 jogos onde pode ser sorteado árbitro do Rio de Janeiro. E não é que em 6 jogos envolvendo não-cariocas, teremos 4 árbitros? E 3 deles em jogos de paulistas.

Claro, coincidência, afinal foi sorteio. Mas é curiosa a conspiração do universo onde em 3 jogos envolvendo paulistas saem árbitros cariocas, de 6 possíveis caem 4 para o jogo, justo nesse momento delicado.

Nada a cornetar. Só a observar. Não foi comigo, não sei, fico de longe, e saio assobiando…

– Cotas para Cargos Diretivos: inclusão ou nova Discriminação?

Leio que na Assembleia Geral do PT decidiu-se que para cargos diretivos da legenda haverá a seguinte composição de cotas: 50% para mulheres e 20% para negros e jovens.

Já falamos por diversas vezes sobre a questão de cotas ditas inclusivas em universidades, sempre questionando a indevida utilização de critério “raça” ao invés da “condição social”, o que seria mais inteligente e responsável socialmente. Aliás, o uso de classificações como “raça”, por si só, seria discriminatório, pois, afinal, só existe uma raça: a humana.

Claro que a medida do partido (e não critico por ser o PT, teria a mesma opinião se fosse PSDB ou qualquer outro) é de uma demagogia sem igual. Ora, a cor da pele ou o sexo do militante é que determinaria a ascensão na direção?

Aqui vale a necessidade do mérito. Cargos, em qualquer situação, pelo critério da meritocracia, ou seja, à quem merece. Separar/Privilegiar por sexo ou raça é discriminação às avessas.

– Se perder para Gana B/C, cai?

Mano Menezes está numa sinuca de bico. Não consegue fazer a Seleção Brasileira jogar. E, clara e evidentemente, a CBF desmarcou o amistoso contra a Itália para que o jogo contra a equipe reserva de Gana (que está empenhada em competição do seu continente) seja para que o resultado seja positivo e a vitória certeira.

Doce ilusão.

Hoje, após a partida, Mano convocará uma Seleção composta por atletas que disputam o Brasileirão para os jogos contra a Argentina pela Copa Rocca – Nicola Leoz (Copa Nicola Leoz é dose para elefante!).

A pergunta é simples: se perder (o que provavelmente não acontecerá) Mano cai?

– Ciclofaixa: agradou ou atrapalhou?

Domingo foi inaugurada a ciclofaixa jundiaiense, na Luiz Latorre.

Ótimo, mais espaço para os ciclistas.

Péssimo, menos espaço para os motoristas.

Ôpa: sou a favor do uso das bicicletas, defendo a idéia, mas numa cidade onde o trânsito é tão caótico, não seria mais inteligente e menos impróprio criar uma ciclovia ao invés de uma ciclofaixa?

E você: o que achou da ciclovia? Deixe seu comentário.

– Parquímetro para…?

Em Jundiaí, os parquímetros arrecadam bem e fazem sucesso (ou polêmica) nas ruas de Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes. Alguns motoristas entendem a lógica de estacionamento rotativo e outros acabam por detestar a iniciativa que já perdura por alguns anos.

Bonn, cidade que foi a capital da antiga Alemanha Ocidental, inovou: adaptou seus parquímetros para cobrar a taxa de permanência não de veículos, mas de pessoas. E de um grupo específico: das prostitutas.

Lá, durante à noite, as moças que exercem a dita “profissão mais antiga do mundo” estarão liberadas para exercer sua atividade nas calçadas, e  pagarão à Prefeitura Local uma taxa de permanência (encare como ISS ou outra contribuição qualquer), usando os parquímetros para isso.

Assim como os carros estacionados têm que mostrar o ticket de permanência nos vidros, as moças deverão mostrar os comprovantes às autoridades fiscalizadoras.

E aí, o que acha disso: imposto sobre trabalho ou a Prefeitura age como uma espécie de cafetina pública? Deixe seu comentário:

Quanto se arrecadaria nas cidades brasileiras com tais medidas…

– Um dia no Parquinho com a Marina Porcari!

Dá para escrever algo? Imagens dizem tudo!

 

Isso sim vale a pena.

Iupiiiiii.

– O que se esperar do Congresso?

De onde se espera nada, é que não sai nada mesmo”.

Pedro Simon, sobre a esperada absolvição da deputada Jaqueline Roriz, flagrada recebendo dinheiro desviado. Uma das vergonhas da semana retratada com perfeição na frase sobre o que esperava do Congresso.

– Corrupção na Arbitragem: se SIM/NÃO, vale a reflexão: estaríamos na hora de um choque de Gestão?

Há certos momentos na história política do país que “termos fortes” foram utilizados para marcar um novo momento: Certo dia, o ex-presidente FHC, a fim de referendar a política neoliberal, criou o termo “desenvolvimento sustentável”, o qual a ONU começou a usá-lo com certa freqüência. O também ex-presidente Lula enfatizava suas ações para destacar o ineditismo dizendo “nunca antes nesse país”. O atual Governador Geraldo Alckmin pregou, quando candidato à presidência, a necessidade de um “choque de gestão”. Dilma, em meio à corrupção assustadora, defende a “faxina geral”.

Todos esses termos foram usados como marco. Não seria o momento adequado para desenvolvermos sustentavelmente o futebol, praticar um choque de gestão nas estruturas arcaicas e ditatoriais, para uma faxina geral nunca antes vista nesse país?

Digo isso pelas graves acusações que assolaram o futebol carioca nessa semana, e que não espantaria a maciça opinião pública se ocorressem em outros estados: Árbitros de futebol dizem negociar resultados em troca de ascensão na carreira (artigo em: http://bit.ly/nXU8au).

O dito escândalo, a ser ainda provado e comprovado (afinal são denúncias, e não provas) não espanta mais. Será que nos acostumamos tanto com a corrupção, a ação desmedida e antiética dos favorecimentos escusos e com a picaretagem, que não nos escandalizamos mais?

Árbitros de futebol submetidos aos mandos e desmandos de dirigentes de conduta duvidosa, segundo a matéria da TV Record. Pior: entidades com ar de chapa-branquismo, pois afinal, os dirigentes da Federação local são aqueles que representam os árbitros em forma de Sindicato e Cooperativa! Não é inconcebível que o patrão represente a entidade que defende os empregados contra os interesses dele próprio?

Só resta parabenizar os árbitros cariocas por tais iniciativas. Não é fácil ter essa coragem, pois, afinal, o risco de tiro no pé é grande. Estar de fora é mais fácil, pois quem está atuando sabe que as represálias são prováveis. Não dá para ser ingênuo em acreditar que o árbitro critique o dirigente e tenha respaldo do seu sindicato ou cooperativa, já que lá está o mesmo dirigente que terá que o defender. Haverá auto-acusações da cartolagem? Impossível.

Não sou mais árbitro atuante, portanto escrevo como cidadão e observador desta categoria que pertenci e tanto amei por 16 anos. Os árbitros e dirigentes que estão atuando são os mesmos de quando eu atuava. Conheço-os, relacionava com eles, sei das virtudes e os critiquei sobre os defeitos (defeitos, a propósito, que todos temos). Mas claro que a luta solitária é inglória.

Em 2005, participei da minha primeira pré-temporada com os árbitros da 1ª divisão de SP. O então presidente da CEAF, José Evaristo Manuel, socava a mesa do hotel Della Volpe, na Frei Caneca, e dizia: “Não quero ouvir falar de favorecimento ao Corinthians, ao Palmeiras ou a qualquer time grande”. Ele era de Taubaté, e os árbitros morriam de medo de estarem escalados lá. Mas…o Taubaté conseguiu algum acesso nas divisões de baixo nesse período?

Costuma-se falar muita bobagem sobre favorecimento ou não a determinados clubes. Real ou irreal é outra história. A pressão não é o pedido escancarado ao árbitro, pois isso seria facilmente perceptível. Mas você já levantou a hipótese (atenção: HIPÓTESE não é afirmação, é apenas suposição de um fenômeno a ser discutido) de que:

a simpatia percebida pelos árbitros por determinados clubes na relação com a Federação poderia fazer com que se errasse, na dúvida, contra esse ou aquele time? (a antipatia teria o mesmo valor…)

árbitro que erra contra time grande some do mapa. Mas errou contra pequeno…

árbitro caseiro em time amigo que precisa ganhar e joga em casa? Na mesma proporção, “sorteia-se” árbitro disciplinador quando a situação é inversa.

árbitro sente o assédio moral?

Levantei suposições. Nada de cartola querer pegar telefone para ameaçar processo. Afinal, isso não acontece comprovadamente, como disse anteriormente.

Já perceberam que quando se fala contra a entidade o cara vira inimigo? Conversei com uma dúzia de árbitros nessa semana. Alguns evitam o bate-papo, pois por dizer que acho incompatível dirigente de Federação controlar o Sindicato dos árbitros e a Cooperativa passo a ser “persona non grata”, pela minha tese. Normal. Quando elogia, vira “amigão”. É o mesmo sentimento que talvez o jornalista Paulinho sinta quando denúncia mazelas no Corinthians em seu blog, ou Juca Kfouri sente quando critica a CBF. Falar que ouviu a Rádio Jovem Pan então? Esqueça, isso é profanar a casa. Como disse um amigo árbitro via telefone (que não importa o nome): “comentar que é amigo do Fernando Sampaio ou do Rogério Assis? Pede pra sair do quadro” – e o pior é que não foi apenas 1 árbitro, foram alguns… (detalhe: esses jornalistas defendem os árbitros. Irônico, não?)

Nesse país, defender a democracia é satanizar àquele que manifesta tal vontade. Claro, afinal, estar à frente de federações, sindicatos, clubes, é sentir o gosto duvidoso do poder vitalício e a influência exercida sobre aqueles que aceitam a troca deliberada.

Uma pena. Com toda a confusão no Rio de Janeiro, o tema poderia ser amplamente debatido. Mas não será.

E deixo uma reflexão aos amigos, de uma humilde opinião: Para que os árbitros precisam de Cooperativa e Sindicato administrados por dirigentes das Federações? Tal situação acontece em muitos estados desse país, e ninguém faz nada. Pra quê tê-las, se moralmente a independência não é explícita?

Novamente: Parabéns aos colegas do Rio de Janeiro. Os rebeldes egípcios derrubaram Mubarak e contaminaram o espírito revolucionário na África árabe e parte da Ásia: vide Iêmen, Bahrein, Síria, e, recentemente, Líbia.

Que os Kadafis do futebol que impedem a democracia (e que são aclamados por dirigentes políticos e puxa-sacos de plantão) também caiam de seus pedestais até então inabaláveis.

Ops: sei que as rádio-escutas e os trolls invadiram a minha caixa de comentários. Tudo bem. O que vale é olhar para os filhos e orgulhar-se do que fez, falou ou deixou. Muitos não podem fazer isso…

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– 3G: a diferença entre Itupeva/SP e Primavera/PR

O Ministro das Comunicações Paulo Bernardo declarou que a tecnologia 3G na telefonia móvel chegaria aos mais distantes municípios do Brasil. E para celebrar o evento, saudou Primavera, de 10 mil habitantes, localizada no interior do Pará através dessa tecnologia.

Agora, vai aqui em Itupeva, do lado de Jundiaí, 60km de São Paulo, tentar usar o 3G da TIM. Não funciona nem a pau!

Aliás: Speedy e 3G em Itupeva têm sido um gravíssimo problema…

E você que é itupevense: concorda com isso ou não? Deixe seu comentário:

 

– Imposto da Saúde seria dispensável se acabássemos com a Corrupção

De novo se fala em criar uma espécie de CPMF.

Que sanha em arrecadar mais, não?

Se a corrupção no Governo deixasse de existir, imagine quanto dinheiro sobraria nos cofres públicos? Não tinha que inventar imposto algum!