– As Melhores Empresas para Trabalhar, Segundo a Época

A revista Época, Ed especial 6, trouxe a lista das 100 melhores empresas para se trabalhar. E em destaque, as 12 primeiras:

Google

Caterpillar

Kimberly-Clark

Laboratório Sabin

Gazin

Magazine Luiza

SAS

Ticket

JW Marrior TJ

Accor

Volvo

Microsoft

CARACTERÍSTICAS DIVERSAS:

A melhor em Serviços: Google

A melhor Indústria: Caterpillar

A que mais cresceu: McDonald’s

A que melhor treina: Unimed Missões

A mais procurada: Bradesco

A que mais contrata: McDonald’s

A melhor em qualidade de vida: Spice Gourmet

A que mais promove: Endesa

A que mais contrata mulheres: Apetit

A que mais contrata jovens: McDonald’s

A que possui mais escolaridade: Google

A que mais ouve sugestões: Magazine Luiza

Para a lista completa, acessar Época Negócios e o link com o tópico: “As Melhores Empresas para Trabalhar

– Corte Prendedor e o Sumiço de Cinderela das Lojas

Não é a Emília. É o corte de “Prendedor da Cinderela”, segundo a Marina! E ela disse que é o “Penteado do Reino Encantado quando ela não está de coroa…”

 

E não é que não existe DVD original da Cinderela na praça?

E sabe o motivo? A Disney solta filmes clássicos em certas épocas, e os retira do mercado para não desgastá-los. Por exemplo: os DVDs à venda agora são os da Thinker Bell, Bambi, Rei Leão, o Cão e a Raposa, Dumbo. Daqui há algum tempo, entram outros títulos antigos e estes deixam de ser distribuídos, e por aí vai.

Covardia, hein? Ô dona Disney, libera para as crianças, vai!

– Números Curiosos do Mundo do Futebol nesta 3ª feira:

Aqui, 4 Números interessantes do futebol nesta terça-feira:

NÚMERO 1: 24 pagantes dá lucro a algum time? Na partida válida pela série B do Brasileirão, Duque de Caxias 0X0 Paraná, em Volta Redonda, esse foi o espetacular número da platéia. Enquanto que a 2ª Divisão da Inglaterra tem seus direitos de transmissão vendidos por valores acima de muitos campeonatos da primeira divisão europeus, e taxa de ocupação nas arquibancadas beirando 80%, aqui temos mais gente dentro do gramado do que na arquibancada.

Será que não temos clubes demais? Não era hora de repensar a série A para fortalecer a série B?

Hoje, as duas divisões somam 40 clubes. Se a série A e a B tivessem 16 clubes, o total seria de 32. Provavelmente, na segundona teríamos todo ano alguns times grandes, e clubes de aluguel não teriam tanto espaço. Que tal a idéia?

NÚMERO 2: Maiores torcidas segundo o IBOPE nesta terça-feira: 13% Flamengo, 13% Corinthians, 8% São Paulo e 6% Palmeiras.

No ano passado, o mesmo IBOPE dava 17,3% ao Flamengo, após recém-conquista de 2009.

Sempre tenho o pé atrás nesse tipo de pesquisa. Se o DataFolha fizer um levantamento, os números seriam idênticos? Claro que não. Aqui vai a questão do torcedor pós-vitória, dos torcedores ocasionais e os que não torcem mas nutrem certa simpatia. E dos que não gostam de futebol! Números complicados… Vale como base, não como verdade absoluta.

NÚMERO 3: Sabem qual é o 1º. Lugar em downloads nos aplicativos de smartphones na última semana? Um joguinho chamado Extreme Kick – você é o jogador. Se recebeu Cartão Vermelho tem direito a um super chute nos fundilhos do juiz. Ao receber Amarelo você pode xingar, e a cada marcação do árbitro, uma ação de desaprovação do jogador. Sucesso entre boleiros e talvez entre não boleiros. Educativo, né?

NÚMERO 4: O número de escalas de Francisco Carlos Nascimento, conhecido como Chicão de Alagoas! Mesmo após atuações ruins (vide Atlético/MG X Ceará/CE), estará na partida Botafogo X Bahia no próximo domingo. Sujeito de sorte, não? A bola dele no Globinho é boa, persistente!

Guilherme Ceretta de Lima no Santos X Palmeiras. Se estiver focado, ótima escala. Está no momento de deixar o rótulo de promessa e se tornar realidade. E novamente o amigo Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral como 4º árbitro. Não estaria na hora de dar uma chance a esse bom árbitro na série A?

Jean Pierre, gaúcho, estará no jogo do Corinthians X Atlético-GO. Depois do RS ter tido 3 FIFAs (Simon, Gaúcho, Vuaden), hoje tem apenas 1, reprovado no teste físico; aspirante lesionado e a necessidade de novos nomes. Domingo, no Morumbi, experimentaram Fabrício Neves Correa em um grande jogo. Agora, numa partida de expressão menor, outra tentativa de firmar um gaúcho. Boa sorte ao árbitro.

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Afirmação das Mulheres nos cargos de Chefia e Fim do Machismo Corporativo. Será?

A jornalista Ana Paula Padrão escreveu na Revista IstoÉ desta semana (Ed 2186, pg 130) um artigo bacana: o preconceito sobre as mulheres, e a relação entre jovens, homens, subordinados e futuras lideranças femininas no mundo do trabalho.

Aos preconceituosos e conservadores, boa pedida! Abaixo:

O FIM (COMPULSÓRIO) DO MACHISMO CORPORATIVO

A mulher não quer mais copiar o modelo executivo masculino. As velhas piadinhas machistas cansaram nossa beleza

Por Ana Paula Padrão

“Jovem, olhe para a garota a seu lado e trate-a muito bem. Um dia ela vai ser sua chefe!”
A piada não é minha. Foi dita pelo consultor Max Gehringer num congresso do qual participamos.
E, quer saber? Ele tem toda a razão.

Nos últimos nove anos, o número de mulheres na população brasileira cresceu 11,5%. E o número de mulheres com carteira assinada subiu espantosos 53,4%! No mesmo período, a quantidade de mulheres no ensino superior teve um aumento de 59,1%, contra 47,2% dos homens.

Conclusão: você, empresário, vai ter que contratar cada vez mais mulheres. O que é simples. Difícil é mantê-las lá. Creches, horários flexíveis, cotas para mulheres, nada adianta. Num determinado momento, elas se desinteressam. Para cada dez pessoas em cargos de diretoria no Brasil, apenas 2,3 são mulheres. Por quê?

Pesquisa inédita feita pelo Instituto Data Popular para o portal Tempo de Mulher (www.tempodemulher.com.br) mostra que 66% das mulheres em todas as classes sociais rejeitam a ideia de abandonar o trabalho em benefício da casa e da família. Ou seja, ela quer ficar na empresa. Mas a empresa quer mesmo ficar com ela?

De novo, aos números. Na mesma pesquisa Data Popular/Tempo de Mulher, feita com três mil pessoas em todo o país, 46% das mulheres das classes AB e C afirmam que as empresas onde estão oferecem pouca ou nenhuma condição para que elas conciliem trabalho e família. E, quando indagadas especificamente sobre o ambiente de trabalho, 87% das mulheres, de todas as classes sociais, afirmam que há preconceito contra as mulheres no trabalho. Quanto maior a renda, mais clara essa percepção. Entre as mulheres da classe AB, 51% afirmam que já passaram por situações constrangedoras na empresa pelo fato de serem mulheres.

Para Laura Liswood, secretária-geral do Council of Women World Leaders, influente organização que reúne mulheres presidentes ou ex-presidentes de empresas e países, o tal teto de vidro é apenas “uma fina camada de preconceito masculino”. Para ela, empresas repetem arquétipos sociais que impedem a ascensão da mulher.
E, para mim, a lógica masculina, ainda que inconsciente, só será combatida com suas próprias armas.

Poderia publicar aqui uma centena de estudos comprovando que grupos liderados por mulheres são mais produtivos e eficientes do que equipes chefiadas por homens. Vamos apenas ao mais recente. Estudo da consultoria Deloitte, realizado no primeiro trimestre deste ano, mostra que as companhias de capital aberto da Europa que contam com mulheres na direção ou no conselho tiveram retorno superior a 10% sobre o capital, se comparadas com aquelas que não têm mulheres na liderança.

A mão de obra feminina é um fato. A qualificação dessa mão de obra também, como vimos nas pesquisas. Mas também é verdade que a mulher não quer mais copiar o modelo executivo masculino. Convenhamos. As velhas piadinhas machistas cansaram nossa beleza. Quando as empresas perceberem que um ambiente corporativo mais confortável para as mulheres está diretamente relacionado a um lucro maior, o teto de vidro se partirá. Trate bem a moça a seu lado.

Um dia ela ainda vai ser sua chefe.

– Vaiar ou Ausentar-se?

Como é difícil agradar platéias grandes. No Rock in Rio, Cláudia Leite foi vaiada. Não pela incompetência da moça, mas pelo ritmo musical. E ela reclamou:

Não gostar de Axé é normal. Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica”.

É isso aí. Não gosta, não vai ao show. Sou chato com minhas preferências musicais, mas respeito o talento de quem interpreta canções e ritmos que não gosto. Vaiar não vale.

E você, como se comporta? Deixe seu comentário:

– Greve dos Bancos e Cheques sem Fundos

Para quem usa a Internet corriqueiramente, consegue contornar a Greve dos Bancos. Claro que não é a maioria da população.

Mas, apesar de todas as comodidades e alternativas da eletrônica, ainda fica um grave problema: e os estabelecimentos comerciais que precisam retirar cheques devolvidos de clientes em suas agências? Como ficam?

Ficamos sentados, com o pires na mão…

Aqui em Jundiaí, a coisa tá feia. As poucas agências estão hiperlotadas. E hoje é dia 05. Imaginem como será o dia…

– Casal Gay do Clube Jundiaiense: Lei, Moral ou Aceitação?

Um dilema no Clube mais famoso aqui de nossa Jundiaí, segundo o colunista Val no Bom Dia de sábado: o Clube Jundiaiense analisa a venda do equivalente a um título familiar de casal à um casal gay.

Cá entre nós? Gostem ou não gostem, são os novos tempos da Sociedade. Quem garante que se o casal reclamar na Justiça não terá o direito assegurado? Claro, a recusa será pela justificativa de que o casal tradicional é Marido e Esposa.

Situação complicada e assunto delicadíssimo… O que fazer? Deixe seu comentário:

Sinceramente, acho que o aceite do casal seria uma obrigação legal do Clube. Agora, fique bem claro que isso não deve virar apologia… respeitar a condição sexual não quer dizer concordar. Afinal, vivemos num país democrático.

– A Crise da Kodak: Desafio Inglório?

Em seu blog, Josías de Souza, da FSP, traz um panorama triste sobre a Kodak. A gigante das fotos está a beira da concordata. Motivos: câmeras digitais e celulares com fotos.

Como o atraso na inovação foi preponderante para tal situação (extraído de: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-10-02_2011-10-08.html#2011_10-02_21_24_49-10045644-0)

ACOSSADA PELA MODERNIDADE, KODAK VÊ-SE EM CRISE

Imagine um macaco voltando à cena e perguntando para o homem: “valeu a pena?” Se o interrogado for um executivo da Kodak, dirá: “nem tanto, nem tanto!”

Gigante no mercado da fotografia convencional, a Kodak enfrenta desde a década de 90 o assédio da revolução tecnológica.

A gradativa diminuição da procura por câmeras analógicas e filmes fotográficos roeu-lhe a saúde financeira.

Em movimentos erráticos, a companhia fez incursões pelo mundo digital sem tirar o pé da velha canoa. Remou, remou e aportou na crise.

Aos 131 anos, a Kodak viu-se compelida a recorrer a um empréstimo de US$ 160 milhões.

Mais: contratou uma banca de advogados especializada em concordatas e no aconselhamento de empresas às voltas com a necessidade de reestruturação.

O empréstimo e o contrato com o escritório advocacia Jones Day fizeram o Mercado levar o pé atrás.

Na última sexta (30), a ação da Kodak ruiu 53,4%. Foi a US$ 0,78. Cotado na casa dos centavos, o papel da Kodak chegou a valer, em 1997, US$ 90 em Wall Street.

Gerard Meuchner, porta-voz da Kodak, veio à boca do palco para dizer que, “neste momento, a empresa não tem a intenção de pedir concordata”.

Um macaco olharia ao redor. Notaria a profusão de câmeras digitais e celulares com aparatos de imagem. E perguntaria: “até quando, Kodak?”

– Atletas de Futebol ensinam: Como ganhar e como perder dinheiro!

Boa matéria da Revista Exame (citação abaixo), onde temos exemplos impressionantes de como ganhar muito dinheiro e perder na mesma proporção.

Abaixo, extraído de: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/o-que-aprender-com-os-craques-em-esbanjar-dinheiro

O QUE APRENDER COM OS CRAQUES EM ESBANJAR DINHEIRO

Gastos milionários e falta de planejamento financeiro estão entre os erros dos atletas que chegaram a perder todo o patrimônio acumulado ao longo da carreira

São Paulo – Com poucos anos de trabalho, muito dinheiro no bolso. Na trajetória de craques do futebol descobertos na adolescência, salários polpudos costumam se somar a generosos contratos de publicidade com cada vez mais frequência. Mas se a ascensão dentro e fora dos gramados é meteórica, a queda – pelo menos financeira – também pode ser.

“Via de regra esses profissionais ganham muito dinheiro em um prazo curto de tempo. A fartura pode dar a impressão que os recursos nunca vão acabar”, afirma o educador financeiro Mauro Calil. Para ele, a rápida mudança no padrão de vida facilmente pode se converter em descontrole. “Muitos esticam o salário e gastam em excesso com coisas que não tinham, como carros importados, viagens caras e roupas de marca.”

Segundo Calil, qualquer aumento é motivador – mas por apenas três meses. “A partir daí você já se acostuma a fazer gastos mais altos, achando que o ideal seria que você ganhasse um pouco mais”, alerta. A lição que fica é a mesma para qualquer pessoa, independente de demonstrar ou não habilidade com a bola: saber dizer não às tentadoras possibilidades de consumo, poupando no mínimo 10% salário é imprescindível para viver com conforto no futuro.

Dívida e prisão=

Marcada por tumultuados episódios financeiros, a vida pessoal do ex-jogador Romário ganhou as páginas dos jornais em 2009. Na época, o baixinho perdeu sua cobertura na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e chegou a passar um dia atrás das grades. O motivo? Dívidas e não pagamento de pensão alimentícia. 

Em pelo menos duas ocasiões a informalidade do craque em lidar com suas pendências lhe custou caro. Seu vizinho de baixo o processou por uma infiltração em 2003. O dano teria sido causado por obras feitas no apartamento de Romário. Inicialmente, o ex-jogador teria tentado resolver o impasse com um mal sucedido acordo verbal. Desde o início da pendenga, o processo exigiu o ressarcimento pelo reparo, além do valor que o vizinho deixou de embolsar com o aluguel do imóvel.

Com o impasse, os anos passaram e o prejuízo só cresceu. “Não tem jeito, quanto mais rápido você resolver problemas que envolvem dinheiro, menor será a dor de cabeça, já que juros e correção monetária devem aumentar significativamente o tamanho do rombo”, alerta o educador financeiro Mauro Calil. No caso de Romário, a indenização estipulada em 2009 passou de 5,5 milhões de reais. 

Para arcar com o pagamento, a justiça determinou que o craque leiloasse seu apartamento de 776m², vendido por 8 milhões de reais. O dinheiro foi usado para quitar outras dívidas deixadas pelo caminho, como parcelas de condomínio atrasadas e débitos com a Receita Federal.

Romário também emprestou recursos ao Vasco e até abriu mão dos seus direitos de imagem. A camaradagem, contudo, não foi reconhecida pela nova diretoria do clube, que não assumiu a dívida de 22 milhões reais feita com o craque. Como não há recibos formais de depósitos, mas apenas lançamentos no balanço do Vasco e uma confissão assinada pela antiga diretoria em 2004, o baixinho ficou a ver navios em uma querela que pode se estender por anos a fio. 

Para Mauro Calil, não importa quais forem os laços de amizade ou família. Antes de emprestar dinheiro, qualquer pessoa deve se cercar de garantias. “Registre uma nota promissória ou um termo de confissão de dívida no cartório de títulos”, aconselha.

A maré da sorte pode ter mudado para o baixinho depois de ele ter assumido o mandato de deputado federal. Para Müller, seu companheiro na conquista do tetracampeonato mundial de futebol, 2011 foi o ano de assumir os erros do passado. Recentemente o ex-jogador veio a público dizer que embora tenha acumulado rios de dinheiro enquanto jovem, a fortuna foi torrada em gastos “desnecessários” e “vaidades pessoais”. 

Morando na casa de um amigo e sem nenhum dos vários carros e imóveis que chegou a ter, o ex-jogador chegou inclusive a vender a igreja da qual foi pastor. “O erro foi a falta de planejamento financeiro”, diz Calil. “O ideal para qualquer pessoa é aplicar a regra dos 70/30. Viva com 70% da sua renda e guarde 30% dos recursos todos os meses, sendo que o comprometimento com prestações pode tomar no máximo 20% do salário.”

Embora com consequências menos drásticas, a história do ex-jogador Zé Elias também costuma se repetir com muitos outros craques. Preso por um mês por não pagar pensão alimentícia aos dois filhos, o ex-corinthiano ganhou a liberdade no fim de agosto. 

A dívida foi estimada em quase 1 milhão de reais. “Pesquisando os hábitos do pai, um advogado hábil sempre poderá provar que o relógio caro, os ternos bem cortados, as grifes e os carrões são uma prova de que o jogador pode sim arcar com pensões altas”, afirma Mauro Calil. “Mas a carreira pode acabar rápido e o jogador descer de 300.000 reais por mês para muito menos que isso. Se ele mantiver o mesmo nível de gastos, entretanto, este será o parâmetro para o pagamento da pensão.”

Depois da experiência, Zé Elias alegou não conseguir mais dormir e chegou a sugerir que os casos como o seu poderiam receber pena alternativa. O jogador também fez um alerta aos mais jovens, afirmando que a falta de instrução e o reconhecimento da noite para o dia poderiam abrir caminho para que muitos aproveitadores, homens e mulheres, pegassem carona na fama dos atletas.

– Hoje é Dia de São Francisco de Assis

Assim como eu, milhares de blogueiros devem estar postando a Oração de São Francisco de Assis no seu dia. Mas, cá entre nós: ela é a essência do caminho à Santidade, norteando todos os deveres cristãos!

Abaixo:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

– Mobilização dos Jovens do Movimento Passe Livre continua

Por Reinaldo Oliveira

Após a manifestação contra o aumento do preço do transporte público, promovida às margens da rodovia Hermenegildo Tonolli e na sessão da Câmara Municipal de Itupeva, no dia 20 de setembro, os jovens do Movimento “Passe Livre” continuam mobilizados e programando novas intervenções, que levarão informações e conscientização aos usuários do transporte urbano e intermunicipal de Itupeva. Por este motivo, domingo passado – dia 2 de outubro eles estiveram reunidos para debater vários assuntos e, dois serão colocados em prática imediatamente: comparecer às sessões da Câmara marcando presença e distribuir panfletos (filipeta) aos usuários do transporte. Como são estudantes e utilizam diariamente os ônibus urbanos e intermunicipal, vão iniciar a distribuição das filipetas aos usuários nos pontos de embarque e durante as viagens.

– Casamento no México de 2 em 2 anos, com data de validade

E essa agora?

O México está estudando a proposta de casamento com prazo de validade. A idéia é a seguinte: como o número de divórcios é grande, e o processo de separação é burocrático, um contrato de dissolução pré-estabelecido seria vantagem, segundo as autoridades. Caso o casal quiser continuar o contrato por mais 2 anos, ele se torna auto-renovável por mais 2. Caso contrário, ele deixa de existir automaticamente.

E aí: Idéia absurda ou, para os dias atuais, Inteligente? Deixe seu comentário:

– A Venda de Emendas. Ninguém toma Providências?

Compartilho abaixo o texto do amigo jornalista Reinaldo Oliveira sobre um dos casos que mais pode deixar indignado o eleitor: A venda de “leis”.

CHAMA O SÍNDICO

Por Reinaldo Oliveira

Algumas frases marcantes atravessam o tempo e, apesar de ditas há muitos anos, continuam atuais e contemporâneas. Como esta que já completou um século: “De tanto triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto” (Rui Barbosa). E nos últimos dias, dois acontecimentos a nível nacional, exemplificam bem o descaso e a incúria dos homens públicos, deste belo e grande Brasil, cuja população alienada e sem cultura, assiste passivamente e de forma bovina, os desvios do erário público e aumento generalizado da corrupção. O primeiro: há dois meses o deputado estadual Roque Barbieri (PTB), em entrevista à imprensa da região de Araçatuba/SP, disse que de 25% a 30% dos 94 deputados da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, vendem emendas, fazem lobby com as prefeituras vendendo projetos educacionais ou trabalham “oficialmente” para empresas que têm contratos com o Estado. Isto mostra que de 23 a 28 deputados que foram eleitos para representar o povo, traíram o eleitor, o Estado e o País, e estão utilizando do cargo a eles conferido para traficar influências, alimentar  a corrupção e enriquecer de forma ilícita e desonesta. A denúncia do deputado Roquinho – como é mais conhecido, gerou um grande ruído, nos meios de comunicação, bem como em algumas Comissões Internas da Assembléia, que estão cobrando do deputado que ele fale os nomes dos deputados corruptos. Por conta disso, na quinta-feira dia 6 de outubro, através de convocação em que ele não é obrigado a comparecer, uma das Comissões Internas, o convocou para uma audiência. Ele pode até enviar por escrito, caso não possa comparecer. Mas não é só ele que está nesta situação. Os deputados Olimpio Gomes (PDT) e Bruno Covas (PSDB), também fizeram denúncias de mais deputados que praticam atos de corrupção. A Comissão Interna tem até trinta dias para se manifestar após receber as informações e/ou nomes dos deputados denunciados. O segundo: a ministra Eliana Calmon – coordenadora do Conselho Nacional de Justiça, quando em entrevista à imprensa de São José dos Campos/SP, disse com todas as letras: “A magistratura está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos escondidos atrás da toga”. A declaração caiu como uma verdadeira bomba, e o ministro Cesar Peluso – presidente do Supremo Tribunal Federal, afirmou que as declarações da ministra lançam, sem provas, dúvidas sobre a honra de milhares de juízes e levam ao descrédito às instituições, perante o povo. Também o ministro Luis Felipe Salombo –  do Supremo Tribunal de Justiça, disse à Revista Consultor Jurídico: “Há uma tentativa de emparedar publicamente os ministros do Supremo Tribunal Federal. Nem a ditadura militar ousou fazer isso. Não deveria ser feito por quem usa toga”. Outras associações de classe também se manifestaram contra as declarações. O assunto rendeu manchetes nos maiores jornais e revistas, bem como nos telejornais. Só que isto faz parte do Estado democrático. Há algumas instituições cujo funcionamento são tratados como verdadeiro segredo de Estado e estas julgam que a massa ignara não necessita saber ou ter acesso no que nelas acontece. Uma coisa é certa: se a ministra não tivesse certeza, indícios ou prova do que falou, não abriria a boca. Quando um membro deste seleto e restrito grupo que tem tão grande responsabilidade no destino do País, vem com denúncia como esta a público, é sinal de coisas muito grave estão acontecendo. Parafraseando Gaiman e Pratchett: “O inferno está vazio. Todos os demônios estão aqui”.  É isso!!

– Quando se pode ou não trancar um adversário? O cartão equivocado do sãopaulino Lucas e a Análise da Arbitragem de São Paulo X Flamengo

Um lance me chamou a atenção nessa tarde no Morumbi, na partida entre São Paulo X Flamengo: um tranco punido com cartão amarelo cometido pelo atleta Lucas.

Vamos lá: o tranco é válido no futebol. E as diretrizes da regra 12 definem tranco como:

O ato de dar um tranco em um adversário representa uma disputa por espaço, usando o contato físico, mas sem usar braços ou cotovelos, e com a bola a uma distância de jogo. É uma infração dar um tranco de maneira imprudente, temerária ou com uso de força excessiva”.

1-Lucas, ao dar o tranco em seu adversário flamenguista Júnior César no primeiro tempo, usa os braços ou cotovelos para empurrá-lo? R: Não.

2-Há a busca da disputa pelo domínio da bola ou a jogada é fora do lance? R: Existe disputa leal.

3-O tranco foi imprudente (poderia ter machucado o adversário por descuido de Lucas, e assim seria falta sem aplicação de cartão), temerário (empurra com tal força que seria impossível manter-se de pé, e assim seria falta com aplicação de cartão amarelo) ou com força excessiva para machucá-lo (propositalmente, e assim seria falta com cartão vermelho)? R: Nada disso. Há a disputa por espaço usando o contato físico sem uso de braços ou cotovelos, buscando a posse de bola. Assim, errou o árbitro ao marcar infração.

Algo importante que os árbitros costumam (e devem sempre) observar: uma bola dominada através de um tranco pode resultar em queda do adversário, e que muitas vezes leva o torcedor a entender o lance como faltoso. Lembremos: o futebol tem contato físico, a queda é resultante de uma disputa legal, respaldada pela regra, e o jogo deve seguir.

Nesta tarde, no Morumbi, Fabrício Correa-RS, que ganhou de Evandro Roman-PR no sorteio desta rodada, por tal erro infeliz, acabou tendo que expulsar o atacante sãopaulino que infantilmente, tendo já recebido o cartão amarelo, calçou o seu adversário Willians no 2º tempo numa jogada típica de amarelo. Por conseqüência disso, Vermelho.

Respeitosamente, mas… quantos jogos da série A o árbitro já apitou? Ôpa, respondo: 9 partidas, sendo a média de 0,1 vermelho por jogo em partidas menos complicadas – 1 cartãozinho vermelho solitário em 9 jogos). Sinceramente, o jogo era maior do que ele.

Sabemos que a Escola Gaúcha de Arbitragem é menos rigorosa em relação às jogadas ríspidas. Não tem essa de “encostou, é falta”. Fabrício acabou não sendo tão gaúcho nessa hora. Talvez pelo campo molhado, quís segurar o jogo de maneira equivocada. Ao invés de se impor com a autoridade, se impôs permitindo paralisações. Seria para recuperar o fôlego, já que no segundo tempo ficou vendido em algumas jogadas pelo nítido cansaço?

Um árbitro se impõe pela palavra e postura. Dias atrás, no Majestoso, Seneme, só de olhar feio para o atleta, já ganhava o jogo. E quando dava uma bronca, não era tripudiado. Luís Fabiano colocou o dedo em riste no árbitro que nada fez. Ronaldinho Gaúcho? Carta Branca para pintar, bordar, reclamar, apitar…

Os retardamentos por cera foram explícitos. Nenhuma bronca, nenhum cartão por tal ato.

Um acerto: Dagoberto arrancar a camisa na comemoração do gol e receber o amarelo. Tudo bem, o cara está na euforia, empolgado por um gol importante naquele momento, mas… jogador profissional não sabe que vai receber amarelo ali? Pareceu um cartão muito cavado. Na sequência, no linguajar bem popular, “passou o rodo” no flamenguista (seria o Gualhardo?), na frente do árbitro, e não foi expulso.

Compare: o primeiro cartão amarelo de Lucas e o não-cartão de Dagoberto nesse lance citado. Não é desproporcional?

Luxemburgo foi esperto. Airton estava louquinho para receber o segundo amarelo, e logo após a expulsão de Lucas, o sacou para não ficar com um a menos, pois temendo a fragilidade do árbitro, se preocupou com a chamada “média” – que, entenda aqui, fraqueza e aceite de pressão psicológica por compensação. Aí, Willians se encarregou de em 10 minutos receber 2 amarelos bobinhos (bem bobos mesmo) e ser o ‘homem a ser expulso’.

O jogador de futebol percebe quando o árbitro está fragilizado ou sentiu a pressão do jogo. E jogador experiente tira proveito disso. Ronaldinho Gaúcho sabia que não seria expulso nem advertido e ficou buzinando na orelha do árbitro. Luís Fabiano até tentou fazer a mesma coisa, mas teve que ser sacrificado pelo erro de Lucas. Ponto positivo para o Dentuço, ponto negativo para o árbitro gaúcho.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

(esse texto pode ser acessado no blog PERGUNTE AO ÁRBITRO, visite: http://is.gd/JpKcUe)

– Quando se pode ou não trancar um adversário? O cartão equivocado do sãopaulino Lucas e a Análise da Arbitragem de São Paulo X Flamengo

 

Um lance me chamou a atenção nessa tarde no Morumbi, na partida entre São Paulo X Flamengo: um tranco punido com cartão amarelo cometido pelo atleta Lucas.

 

Vamos lá: o tranco é válido no futebol. E as diretrizes da regra 12 definem tranco como:

 

O ato de dar um tranco em um adversário representa uma disputa por espaço, usando o contato físico, mas sem usar braços ou cotovelos, e com a bola a uma distância de jogo. É uma infração dar um tranco de maneira imprudente, temerária ou com uso de força excessiva”.

 

1-Lucas, ao dar o tranco em seu adversário flamenguista Júnior César no primeiro tempo, usa os braços ou cotovelos para empurrá-lo? R: Não.

2-Há a busca da disputa pelo domínio da bola ou a jogada é fora do lance? R: Existe disputa leal.

3-O tranco foi imprudente (poderia ter machucado o adversário por descuido de Lucas, e assim seria falta sem aplicação de cartão), temerário (empurra com tal força que seria impossível manter-se de pé, e assim seria falta com aplicação de cartão amarelo) ou com força excessiva para machucá-lo (propositalmente, e assim seria falta com cartão vermelho)? R: Nada disso. Há a disputa por espaço usando o contato físico sem uso de braços ou cotovelos, buscando a posse de bola. Assim, errou o árbitro ao marcar infração.

 

Algo importante que os árbitros costumam (e devem sempre) observar: uma bola dominada através de um tranco pode resultar em queda do adversário, e que muitas vezes leva o torcedor a entender o lance como faltoso. Lembremos: o futebol tem contato físico, a queda é resultante de uma disputa legal, respaldada pela regra, e o jogo deve seguir.

 

Nesta tarde, no Morumbi, Fabrício Correa-RS, que ganhou de Evandro Roman-PR no sorteio desta rodada, por tal erro infeliz, acabou tendo que expulsar o atacante sãopaulino que infantilmente, tendo já recebido o cartão amarelo, calçou o seu adversário Willians no 2º tempo numa jogada típica de amarelo. Por conseqüência disso, Vermelho.

 

Respeitosamente, mas… quantos jogos da série A o árbitro já apitou? Ôpa, respondo: 9 partidas, sendo a média de 0,1 vermelho por jogo em partidas menos complicadas – 1 cartãozinho vermelho solitário em 9 jogos). Sinceramente, o jogo era maior do que ele.

 

Sabemos que a Escola Gaúcha de Arbitragem é menos rigorosa em relação às jogadas ríspidas. Não tem essa de “encostou, é falta”. Fabrício acabou não sendo tão gaúcho nessa hora. Talvez pelo campo molhado, quís segurar o jogo de maneira equivocada. Ao invés de se impor com a autoridade, se impôs permitindo paralisações. Seria para recuperar o fôlego, já que no segundo tempo ficou vendido em algumas jogadas pelo nítido cansaço?

 

Um árbitro se impõe pela palavra e postura. Dias atrás, no Majestoso, Seneme, só de olhar feio para o atleta, já ganhava o jogo. E quando dava uma bronca, não era tripudiado. Luís Fabiano colocou o dedo em riste no árbitro que nada fez. Ronaldinho Gaúcho? Carta Branca para pintar, bordar, reclamar, apitar…

 

Os retardamentos por cera foram explícitos. Nenhuma bronca, nenhum cartão por tal ato.

 

Um acerto: Dagoberto arrancar a camisa na comemoração do gol e receber o amarelo. Tudo bem, o cara está na euforia, empolgado por um gol importante naquele momento, mas… jogador profissional não sabe que vai receber amarelo ali? Pareceu um cartão muito cavado. Na sequência, no linguajar bem popular, “passou o rodo” no flamenguista (seria o Gualhardo?), na frente do árbitro, e não foi expulso.

 

Compare: o primeiro cartão amarelo de Lucas e o não-cartão de Dagoberto nesse lance citado. Não é desproporcional?

 

Luxemburgo foi esperto. Airton estava louquinho para receber o segundo amarelo, e logo após a expulsão de Lucas, o sacou para não ficar com um a menos, pois temendo a fragilidade do árbitro, se preocupou com a chamada “média” – que, entenda aqui, fraqueza e aceite de pressão psicológica por compensação. Aí, Willians se encarregou de em 10 minutos receber 2 amarelos bobinhos (bem bobos mesmo) e ser o ‘homem a ser expulso’.

 

O jogador de futebol percebe quando o árbitro está fragilizado ou sentiu a pressão do jogo. E jogador experiente tira proveito disso. Ronaldinho Gaúcho sabia que não seria expulso nem advertido e ficou buzinando na orelha do árbitro. Luís Fabiano até tentou fazer a mesma coisa, mas teve que ser sacrificado pelo erro de Lucas. Ponto positivo para o Dentuço, ponto negativo para o árbitro gaúcho.

 

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

– Radicalismo é Sempre Ridículo: o Péssimo Exemplo do PSTU

Vivemos num país democrático, mas há coisas ridículas: Em Bauru, um ex-membro do PSTU foi acusado de pedofilia. Veja a nota divulgada pelo partido (extraído da Época dessa semana, Coluna Dois Pontos)-

Reforçamos que essas situações extremas de violência (pedofilia) são fruto do modo de produção capitalista, que utiliza a opressão como meio de manter a produção”.

Putz, o cara é pedófilo e a culpa é do Capitalismo? Tenha dó.

– Rodada de Ontem? “Tô dodói”.

Confesso: não vi nada dos jogos do Brasileirão de sábado. Quase enfartei na farmácia (ao pé da letra mesmo, pressão 8X6 e formigamento dos braços). E olha que descansei na semana passada…

Paciência. Àqueles que gostam, provavelmente não analisarei nenhum jogo neste domingo também. Após o trabalho, passarei a tarde toda com minha fadinha e com a fada-rainha. Se sobrar tempo, coloco algo de interessante que ver nos jogos da rodada.

Brincar com elas é minha terapia:

 

Bom domingo à todos.

– Quanto custará, de verdade, o Estádio do Corinthians?

Quando surgiu a história de que seria construído o novo estádio do Corinthians, em Itaquera, Luís Paulo Rosemberg, diretor de Marketing, disse que com a venda dos Naming Rights pagaria o custo (por volta de R$ 260 milhões).

O estádio inflacionou-se para R$ 400 milhões, e, primeiramente, Andrés Sanches que não pensava em “Estádio da Copa”, mas sim como Arena do Timão. Depois virou estádio oficial da Copa em SP… o preço foi subindo, subindo…

Na Revista Época dessa semana, o presidente do Corinthians declarou que:

Quem fez o estádio [Itaquerão] fui eu e Lula. Garanto que custa mais de R$ 1 bi“.

Imediatamente o Corinthians desmentiu, e colocou no site que o custo será de “apenas” R$ 820 milhões, dizendo que é falso o valor da Revista.

Porém, a Época desmentiu o desmentido, e colocou no Twitter, há pouco, o áudio da entrevista com a afirmação de Andrés Sanches sobre o 1 bilhão! Aqui: http://glo.bo/qxdlOq

A pergunta básica: Quanto custará de verdade e de onde virá o dinheiro desse estádio?

Ninguém sabe ao certo quanto vem da Iniciativa Privada, do Governo ou de renúncia fiscal. Toda semana os números mudam! E até a inauguração do estádio, o quanto mais vão inflacioná-lo?

Uma observação: na mesma Época se fala sobre os amigos de André Sanches, todos ligados ao jogo do Bicho (que, verdade seja dita, são denunciados há tempos pelo “Blog do Paulinho”, que absurdamente é censurado por falar tais verdades). Bicheiro não é contraventor nesse país? Não deveriam estar na cadeia, ao invés de serem dirigentes e amigos do peito de Andrés Sanches?

Confesso estar indignado…

E você, o que pensa sobre isso?

– Dinho Ouro Preto, Sarney e Marcelo Bacelar

O vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, durante sua apresentação no Rock in Rio, ofereceu jocosamente a canção-protesto “Que País é Este” a José Sarney (cuja letra retrata perfeitamente o sentimento do povo brasileiro sobre a Política local).

Sarney retrucou, disse que Dinho se esqueceu que ele próprio, Sarney, nomeou o pai de Dinho como embaixador e ele não se manifestou. Já o deputado Marcelo Bacelar foi além, disse sobre os fãs que vaiaram o nome de Sarney:

muitos dos caras são drogados e maconhados”.

Ei, eu também faço meu coro a quem vaiou o Sarney, e não me classifico como drogado ou maconheiro, mas sim como cidadão brasileiro indignado com a corrupção desse podre Congresso, onde Sarney manda e desmanda há décadas, sobre inúmeras denúncias de desvios de verbas e lobbys escusos.

E você, o que pensa sobre o assunto? Deixe seu comentário:

– Peixe Urbano: Porque os descontos chegam a quase 99%?

Ouvi na madrugada uma interessante entrevista de um diretor do site de compras coletivas Peixe Urbano (perdoem-me não anotar o nome dele) à Décio Clemente, na Jovem Pan.

Números interessantes: já fizeram 100 ofertas a R$ 0,01 (unicamente para divulgar o nome da empresa), possuem 13 milhões de usuários, o desconto mínimo de seus cupons é de 50% do valor do produto, chegando até 99% para empresas que simplesmente querem promover um produto ou serviço.

Nunca comprei nada por sites de compras coletivas, mas esses dados impressionam e atiçam. Total e-commerce/empreendedor/inteligente.

– Felipão, a Lei do Silêncio e os culpados

Felipão disse que não existe a lei do silêncio imposta no Palmeiras, e que isso (em outras palavras) é fruto da intriga da Imprensa!

Os péssimos resultados, o empate contra o lanterna do campeonato em casa, além das confusões do clube, devem ser mesmo fruto da imprensa…. é ela quem marca, quem bate pro gol, quem treina o time e quem escala. Outro dia, a culpada era a arbitragem. E na semana que vem, quem será?

O desprestígio do Palmeiras e a péssima fase são nítidos. Nessa semana, o jornal Lance, por exemplo, trouxe duas capas: sempre com uma do São Paulo e outra do Corinthians. Palmeiras só no rodapé.

E você, o que pensa sobre isso? De quem é a culpa?

– Dia do Anjo da Guarda

Hoje é dia dos Anjos da Guarda, segundo a tradição católica.

Crê-se que, a cada indivíduo, Deus dá um anjo para o guardar. Os irmãos espíritas acreditam que são centelhas divinas. Os esotéricos atribuem inúmeros poderes e até algumas correntes os caracterizam como entidades. Os evangélicos, confesso, não sei como encaram os anjos.

A nós, católicos, são servos de Deus, que nos ajudam e protegem. Não tem poder divino, muito menos realizam qualquer magia. Apenas servem e nos cuidam com carinho. São amigos protetores.

Você tem o hábito de conversar com o seu anjo da guarda? Ele está ao seu lado, espiritualmente. Já o agradeceu?

Sinceramente, o meu anjo da guarda deve reclamar a Deus diariamente: “como esse cara dá trabalho a mim”… rsrsrs

– Criação do PSD e a legenda dos descontentes

O PSD foi criado nessa semana pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab. E nasce já como bom aproveitador de um deslize da Lei Eleitoral: quem mudar de partido hoje, perde o seu mandato; exceto se entrar em uma nova legenda (existem datas permitidas e proibidas para isso). Dessa forma, o PSD pode, de repente, começar como o 3º maior partido do Brasil!

Mas sua ideologia praticamente é nula: o humorista José Simão brincou que é “Partido Sem Direção”, pois é de Centro, às vezes de Esquerda, às vezes de Direita…

Falar o quê, não? Essa é a nossa política!

– 11 bilhões de Euro e a tristeza das Olimpíadas de Atenas.

Quer dizer que a Grécia se arrepende amargamente da realização das Olimpíadas de 2004?

Ao custo de 11 bilhões de dólares, o evento arrebentou com o país e o governo corta toda a verba do Esporte para compensar o déficit.

Rio-2016, abra o olho!

– A Primeira aula de natação da Marina Porcari!

Há mais ou menos 2 anos e 7 meses, nossa princesinha Marina nadava nas doces águas da barriga da mamãe!

 

E hoje fomos para a primeira aula de verdade! Ela já nadou várias vezes com o papai, e adora piscina. Mas como agora virou mocinha…

Não tava na cara que ía fazer bagunça?

E ela continua se divertindo ás custas de judiar de mim…

Obrigado, Senhor, por tal presente.

– Dia de Santa Terezinha do Menino Jesus

Outubro é um mês com importantes datas de santos católicos, não? No próximo dia 04, temos a memória de São Francisco de Assis. Hoje, da jovem freirinha Terezinha, que, apesar de morrer na juventude, tornou-se Doutora da Igreja!

Conta-se que nesse dia as graças alcançadas por sua intercessão são acompanhadas de rosas perfumadas. É uma bela e romântica simbologia!

Santa Terezinha do Menino Jesus, rogai por nós!

– Pessoas mais Bonitas são mais Egoístas?

Sabem aqueles estudos que beiram o preconceito? Este é um deles.

As universidades de Barcelona, Madri e Edinburgo resolveram pesquisar a relação Beleza x Comportamento, e chegaram a conclusão que pessoas atraentes cooperam com o próximo em 45,7%; já os menos atraentes cooperam em 67,3%.

Conceito de beleza: simetria facial!

Cá entre nós: que grande bobagem, não? Como os reitores deixam o dinheiro dessas instituições escoarem pelo ralo…. além do conceito de “belo” ser subjetivo, o que deve valer é a beleza interior!

(informações extraídas da Revista Superinteressante, out/2011, pg 18,por Fernando Badô)

E aí, você tem a mesma impressão ou não? Deixe seu comentário:

– Lei Geral da Copa: Dona Fifa versus Dona Dilma

Quer dizer que a Dona Fifa foi pedir à Dona Dilma que suspenda o Código de Defesa do Consumidor durante a Copa do Mundo para seus eventos?

A entidade máxima do futebol quer várias regalias, entre elas: fim das meia-entradas (a meia-entrada de estudante varia por estado, a meia-entrada para idoso é Lei Federal), quer ser ela a determinante dos preços de qualquer coisa que possa ser cobrado em relação ao evento, e, por incrível que possa parecer, não quer se submeter ao Estatuto do Torcedor.

Aí fico pensando: Quem sorteará os árbitros das partidas da Copa? Claro, afinal se o evento é em nosso país e o torcedor é consumidor, tem que haver sorteio de arbitragem para a Copa do Mundo também.

Será hilário: quem vai tirar a bolinha dos jogos? Blatter, Bussaca, Jerome Valckie, Ricardo Teixeira, Marco Polo?

Hum… de repente, poderemos ter árbitros ‘sorteados a dedo’? Não esqueçamos de Byron Moreno, equatoriano que garfou a Espanha e a Itália na Copa e hoje curte a cadeia nos EUA, por porte de heroína.

Não votei na Dilma e não gosto de suas posições, mas nessa questão (endurecer com a FIFA e fazer prevalecer a nossa soberania), dou 10!

E você, o que acha de tudo isso? Deixe seu comentário:

– Empreendedorismo Auto-Destrutivo

Um autoajuda às avessas: os grandes fracassos empresariais, para falsos empreendedores. Nome: “O Livro Negro do Empreendedor”. Curioso, abaixo:

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2088/artigo156192-1.htm

O LIVRO NEGRO DO EMPREENDEDOR

Quem frequenta livrarias certamente já passou perto de algum título sobre empreendedorismo. Não por acaso, eles estão entre os mais vendidos no Brasil. Mas, de modo geral, batem na mesma tecla: mostram o que um vencedor fez para chegar lá e incentivam a abertura de novas empresas. O consultor espanhol Fernando Trías de Bes acaba de lançar uma obra que vai na contramão: em “O Livro Negro do Empreendedor” (BestSeller), diz que todos esses manuais são uma enrolação, porque não mostram os fracassos – e que se aprende mesmo é com a derrota alheia. “Estamos diante de uma analogia imperfeita: sabendo por que outros tiveram êxito você evitará seu fracasso. Mentira.

Para evitar que um empreendedor fracasse, é necessário saber por que aqueles que fracassaram se deram mal”, escreve o professor associado do Departamento de Marketing da ESADE Business School, em Barcelona, e fundador da Salvetti & Llombart, uma das maiores consultorias de marketing da Espanha. “Um negócio de sucesso é uma oportunidade já aproveitada por outra pessoa.

Meu livro é como uma máquina da verdade para falsos empreendedores”, disse à ISTOÉ, por e-mail. Segundo o autor, boa parte dos novos empreendimentos não consegue ultrapassar os dois primeiros anos de vida e 90% dos empreendedores fracassam antes de completar os quatro iniciais. No Brasil, pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 78% passam dos dois anos, mas só 64% chegam aos quatro.

Por que não dão certo? Por motivos banais, que normalmente passam despercebidos nos manuais e biografias de empresários bemsucedidos. “Os negócios não costumam fracassar por falta de competência técnica de quem os empreende”, frisa Trías de Bes. Normalmente, definham por questões pessoais – brigas entre familiares ou sócios, por exemplo – ou falta de aptidão.

As picuinhas entre os sócios são um dos “fatores-chave de fracasso” (FCF), como diz o autor. Ao todo, são 14, de um perfil não empreendedor à falta de apoio familiar. Quando a empresa está para ser aberta os sócios costumam estar unidos e otimistas. Se o negócio vai bem, um deles pode começar a achar que trabalha mais – e merece mais. Se vai mal, todos se culpam mutuamente. Por isso, o estudioso espanhol aconselha: só se associe em último caso.

Tampouco espere ter uma vida mais equilibrada: “empreender pressupõe um desequilíbrio total entre a vida pessoal e a profissional.” De fato, a vontade de se tornar o próprio chefe (e poder controlar o próprio horário e se dar folgas) é o principal motivo pelo qual os brasileiros abrem uma empresa, segundo o levantamento do Sebrae. Mas, como o negócio é próprio, as preocupações não terminam no fim da jornada diária e nem nos fins de semana.

Como é o próprio dinheiro que está em jogo, a pessoa vai querer é trabalhar mais para que as coisas prosperem. “Incentivar pessoas que não estão preparadas para empreender não é fomentar o espírito empreendedor – é um exercício de irresponsabilidade”, argumenta o autor. Seu livro é um manual ao contrário com uma moral da história simples: veja o que deu errado para que o seu negócio dê certo.

– Shakira: belo repertório no Rock in Rio

Simpatia é isso aí: Shakira vai cantar no Rock in Rio “País Tropical.

Alguém duvida que a moça pode estar na abertura da Copa-14?

– Fino Humor de Tutty Vasques: Pelé ou Lula?

Quem é melhor: Lula ou Pelé? Só se fala disso na Science-Po de Paris. Os acadêmicos franceses perderam inteiramente a noção das coisas!

Sem comentários… Perfeito!

– Quase fui pro Saco!

Sabe aqueles dias em que tudo fica complicado? Estava resfriado, dormi mal, atacou a labirintite, dores no corpo, em plena 11 da manhã comecei a tremer de frio, 39oC de febre e desmaiei na hora da injenção.

Panaca, ou, desculpe o linguajar, ‘cagado’?

Quase 100 pilas na farmácia, pressão 8×6 e corpo todo formigando. Acho que há pouco voltei ao ritmo. Cheguei a dormir no trabalho por alguns momentos, me pegando pescando mesmo.

Agora dei uma animada. Arre! Praga de aluno? Cruz-credo.

– “The Economist” ataca Ricardo Teixeira por Manchas e Gols Contras

Parece que não é só no Brasil em que a imprensa está em cima de Ricardo Teixeira. A The Economist, importante revista de circulação mundial, relata um histórico de gestão nebulosa, manchas e gols contras do mandatário. E cita que a presidente Dilma Roussef preocupa a FIFA, por não estar alinhada nem compactuar com as idéias do presidente da CBF.

Abaixo, extraído de: http://www.economist.com/node/21530991

OWN GOLS FROM SENHOR FUTEBOL

Brazil hopes that the 2014 World Cup will boost its image, but the country’s football federation is shrouded in sleaze

IT IS the only country to have played in the final stages of every football World Cup and it has won it five times, more than anybody else. So Brazil feels proprietorial about the tournament, which it is to host in 2014. Another victory, good football and a party atmosphere would satisfy the demanding home fans, as well as many of the 600,000 expected from abroad. But for Brazil’s government the run-up to the tournament is not going well.
It is becoming clear that promised improvements to the country’s creaking transport systems are unlikely to amount to much. Of 49 planned urban-transport schemes in the host cities, work has started on just nine. Airport upgrades are running behind schedule too, and more than half are just temporary fixes. The government is trying to damp down expectations. In an interview with Carta Capital, a weekly magazine, Brazil’s president, Dilma Rousseff, said that the urban-transport improvements were not essential for the tournament’s success. Miriam Belchior, the planning minister, suggested that the government would declare holidays on match days to avoid traffic jams.
Sepp Blatter, the president of FIFA, world football’s governing body, has written to Ms Rousseff expressing concern. But Ms Rousseff has cause to worry about FIFA. Just when she is doing her best to clean up the country’s politics—she has sacked four ministers over corruption claims—the World Cup is being run by one of football’s most tarnished figures. And claims of sleaze keep on coming.
Ricardo Teixeira, who is president of the local World Cup organising committee and a member of FIFA’s executive committee, has been chairman of the Brazilian Football Confederation (CBF) since 1989. He is a protégé of João Havelange, who ran FIFA for almost a quarter-century until 1998. Mr Teixeira has been fighting accusations of graft for years. In 2001 investigations by Brazil’s Congress into corruption in football found irregularities in a deal arranged by Mr Teixeira under which Nike, an American sportswear firm, sponsored the national team. The congressional committee of inquiry passed on to the public prosecutor some 13 charges against him, including embezzlement, money laundering and tax evasion. All were subsequently dropped. (Nike says the contract was “fully legal in essence and spirit”.)
“Panorama”, a BBC television programme, has accused Mr Teixeira and Mr Havelange of taking bribes in the 1990s related to marketing rights for games. Earlier this year Lord (David) Triesman, the man who launched England’s failed bid to host the World Cup in 2018, said that Mr Teixeira had asked for money in return for his vote.
In an interview in Piauí, a Brazilian monthly, Mr Teixeira denied the BBC’s claims. He said the English were “pissed off because they lost” and that he would have his revenge on the BBC: as long as he is at the CBF and FIFA, “they won’t get past the door.” He boasted that in 2014 he would do “the most slippery, unthinkable, Machiavellian things [such as] denying press credentials, barring access, changing game schedules.” The sports minister, Orlando Silva, had to promise that all journalists would be fairly treated and allowed to do their work.
A FIFA investigation cleared Mr Teixeira of Lord Triesman’s allegations. Mr Havelange has not responded to the BBC’s allegations. But the International Olympic Committee, of which Mr Havelange is a member and which has stricter ethical standards than FIFA, is investigating them. This week a Brazilian prosecutor declared that he will order police to look into whether Mr Teixeira was guilty of money laundering and tax crimes.

Marketing games
Another brewing scandal concerns a friendly game between Brazil and Portugal in Brasília in November 2008. Associates of Mr Teixeira received millions from the event. Around the same time they appear to have signed contracts committing them to pay large sums to Mr Teixeira for purposes that remain obscure. Six months before the match Sandro Rosell, who is now the president of Barcelona Football Club, the European champions, became a director of Ailanto, a sports-marketing firm in Rio de Janeiro set up shortly beforehand.
Mr Rosell has been doing business with Mr Teixeira for years: he moved to Brazil as Nike’s director of sports marketing in 1999 to manage the company’s relationship with the CBF. A week before the Brasília match, the government of the Federal District signed a contract to pay Ailanto 9m reais ($4m at the time) for the marketing rights and for other loosely defined services, including arranging transport and accommodation for both teams’ players. (The then governor of the Federal District, José Roberto Arruda, was later imprisoned and charged by the Federal Police over corruption relating to other matters.)
That deal is now being investigated for padding and corruption. The public prosecutor’s office in Brasília says that receipted expenditure relating to the game was only around 1m reais—and that in any case the Football Federation of Brasília (FBF), an affiliate of the CBF, had paid. It also says that, although the Federal District government bought the rights to the game, the money from ticket sales went to the FBF. Brasília’s police force has searched Ailanto’s premises in Rio de Janeiro, seizing documents.
Alongside these deals run three others whose purposes are not immediately obvious. The Economist has copies of what appear to be the contracts for all three. One dated March 2009 commits Vanessa Precht, a Brazilian who formerly worked at Barcelona FC and who was Mr Rosell’s partner in Ailanto, to leasing a farm in the state of Rio de Janeiro from Mr Teixeira for 10,000 reais a month for five years. Rede Record, a Brazilian television network, visited the farm in June and could find nobody who had heard of Ms Precht. Two Brazilian congressmen have called for an investigation to establish whether the deal was a way for Ms Precht to return to Mr Teixeira some of the money Ailanto earned from the Brazil-Portugal friendly.
The other two contracts were signed separately in July 2008 by Mr Teixeira and Mr Rosell with Cláudio Honigman, a financier who is a partner of Mr Rosell’s in a different Brazilian sports-marketing company, Brasil 100% Marketing. Mr Honigman undertook to pay each man 22.5m reais to buy back options on 10% of the shares in Alpes Corretora, a São Paulo brokerage, which the contracts state he had previously sold to them. A spokesman for Alpes Corretora has told The Economist that Mr Honigman never had any interest in any shares in the company. Mr Rosell and Mr Teixeira declined to comment for this article. Mr Honigman’s lawyer says that he has been unable to contact him. Ms Precht did not respond to our request for an interview.
The panjandrums of international football have traditionally been untouchable: FIFA is a law unto itself. Mr Teixeira has kept his position at the top of Brazilian football despite previous corruption claims. But this time may be different.
FIFA’s lawyers are trying to block the publication of a report by the public prosecutor in the Swiss canton of Zug on a criminal investigation into payments received by senior FIFA officials in the 1990s. The officials’ defence was that taking commissions was not illegal under Swiss law at the time. But since the money was intended for FIFA, the prosecutor investigated the individuals pocketing it for criminal mismanagement and misappropriation. The investigation was dropped after two officials agreed to pay 5.5m Swiss francs ($6.2m) to the canton, which passed the money to FIFA and charities. Both denied criminal wrongdoing.
The report was shelved at the request of the officials’ lawyers. So their identities have not been disclosed, though the lawyer for one of them said that his client is an old man in poor health who no longer has an official role. That appears to describe Mr Havelange, who is 95 and is FIFA’s honorary president. The Zug high court is to decide in the next few weeks on petitions by journalists for the release of the report. The Economist contacted Mr Havelange’s office in Rio de Janeiro regarding these matters, but he declined to speak to us.
Inside Brazil, too, the ground is shifting under Mr Teixeira. Ms Rousseff has appointed Pelé, Brazil’s most famous footballer, as the government’s honorary World Cup ambassador and is trying to freeze Mr Teixeira out. The organising committee left Pelé off the guest list for the World Cup draw in July. Ms Rousseff brought him along anyway, and also made much of him at a ceremony on September 16th marking 1,000 days till kick-off. “With all due respect to FIFA and the CBF,” Ms Rousseff told Carta Capital, “the face of [the tournament] abroad will be Pelé.”

– Greves, greves e Greves

Hoje temos bancários + carteiros se manifestando na Avenida Paulista. E é dia 30, sexta-feira.

Imagine o caos…

– Intolerância Religiosa… Ainda!

A Intolerância, independente de qual profissão de fé, é condenável. Olha essa do Irã:

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/09/29/pastor-sera-executado-no-ira-por-se-recusar-a-mudar-de-religiao.jhtm

PASTOR CRISTÃO É CONDENADO Á PENA DE MORTE POR NÃO MUDAR DE RELIGIÃO

Um pastor que se converteu do islamismo para o cristianismo foi condenado à pena de morte no Irã por recusar voltar à sua antiga religião. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.
Youcef Nadarkhani, 34, se recusou a cumprir uma ordem judicial que o obrigava a se converter novamente ao islamismo. A sentença foi proferida por uma corte na província de Gilan, na cidade de Rasht.
O pastor foi detido em outubro de 2009 quando tentava registrar sua igreja na cidade. Youcef começou a questionar a supremacia dos muçulmanos para doutrinar as crianças, e acabou acusado de tentar “evangelizar” muçulmanos e de abandonar o islamismo, o que pode levar à pena de morte no país.
Sua primeira condenação aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência, nesta quinta-feira.
No tribunal, o pastor disse que não tinha intenção de voltar ao islamismo, chamando sua crença anterior de “blasfêmia”.
Agora, a defesa de Youcef tentará novamente recorre à Suprema Corte, pedindo a anulação da pena. O advogado de Youcef, Mohammed Ali Dadkhah acredita que tem 95% de chance de anular a sentença. No entanto, alguns apoiadores temem que a Suprema Corte demore para analisar o pedido e o pastor seja executado nos próximos dias.
O ministro de Relações Exteriores britânico, William Hague, comentou o caso e pediu que o Irã cancele a sentença. “Eu repudio o fato de que Youcef Nadarkhani, um líder cristão, possa ser executado por se recusar a cumprir a ordem da Suprema Corte para que ele se convertesse ao islamismo. Isso demonstra que o regime iraniano continua não respeitando o direito à liberdade religiosa”.
O último cristão executado por questões religiosas no Irã foi o pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. No entanto, dezenas de iranianos que se converteram ao cristianismo foram misteriosamente assassinados nos últimos anos.