– 2012 do Apito será diferente de 2011?

Há certas coisas que impressionam. O descaso a certas categorias é uma delas, com o perfeito exemplo à arbitragem.

Li dias atrás que, apesar de estarmos quase em 2012, não temos no site da CBF a lista de árbitros para 2011 (pode ser coloquem agora, depois desse ‘toque’…). E não é que é verdade?

À beira do ano novo vemos que a lista é de 2010. Sandro Meira Ricci é ainda aspirante a FIFA, junto com Gutemberg de Paula! Péricles Bassols ainda apita como árbitro internacional, e outros erros mais.

Puxa… Com tanto dinheiro para a Copa e com tanta riqueza da CBF, e os Árbitros são tão esquecidos assim? Não tem uns trocados para atualizar o site? Será que o presidente Ricardo Teixeira tem tantos afazeres que esqueceu dos apitadores? Ou eles não interessam às preocupações maiores da casa?

Para quem quiser acessar, o caminho é: http://www.cbf.com.br/institucional/arbitragem

Depois clique em “Renaf” (Relação Nacional dos Árbitros).

(o link direto é: http://www.cbf.com.br/media/75321/renaf_2010.pdf)

Talvez seja por isso que muitos criticam algumas situações. A bola da vez é o Chicão de Alagoas. Sem cornetar esse ou aquele árbitro, mas como ex-árbitro e observador de futebol, leio e escuto assuntos da área. Dizem (não sou eu que digo, mas é só ligar o rádio ou ler jornal) que estão forçando a barra para um escudo FIFA à ele. A julgar pelas atuações e sequência de escalas, por quê não?

Mas quem sairia? A lista atual é:

ÁRBITROS FIFA

Evandro Rogério Roman – PR

Gutemberg de Paula Fonseca – RJ

Heber Roberto Lopes – PR

Leandro Pedro Vuaden – RS

Marcelo de Lima Henrique – RJ

Paulo César de Oliveira – SP

Ricardo Marques Ribeiro – MG

Sálvio Spínola Fagundes Filho – SP

Sandro Meira Ricci – DF

Wilson Luís Seneme – SP

Roman voltou com tudo, não perde sorteio algum e, para quem passa só pela série A e se assusta com a sorte inacabável, esquece-se de ver as escalas na série B. Como diria o amigo Zé-Boca-de-Grade, “ele ganha na Mega toda a semana e na Quina quando joga”.

Gutemberg atuou mal nesse ano. Mas perderia o escudo para alguém de outro estado? Assim como os paulistas, RJ troca por RJ e SP troca por SP. Assim, por exemplo, duvido que o amigo e bom árbitro Luiz Flávio (aspirante) integre o quadro no ano que vem.

Sobraram Heber (que está bem), Ricci (sem chances de sair do quadro, ótimo campeonato) Vuaden e Ricardo Marques Ribeiro. O gaúcho Vuaden reprovou no teste físico e voltou magrinho. É bom árbitro. A região Sul ficaria sem ninguém? Creio que não.

Por lógica, sobraria Ricardo Marques, que nunca foi tido como Top pelos próprios árbitros. Talvez… teve mais baixos do que altos no ano.

Entretanto, temos o ‘fator teste físico’: na maluquice em tornar árbitro de futebol um corredor, muita gente acaba sofrendo overtraining. Ou seja: estoura! Penso que quem reprovar, dançou!

E quem entra? A lista de aspirantes conta com Wagner Reway (MT), que é muito jovem além de ser o primeiro ano dele; tem o Luiz Flávio já citado; o brasiliense Wilton Sampaio (mas teríamos 2 do DF?) ou André Luís de Castro (GO), que faz um excelente campeonato.

Em que eu apostaria? No Célio Amorim, de SC? Não, falta comer mais feijão (ou você lembra algum clássico que ele apitou para ser FIFA?). Pablo dos Santos Alves (ES)? Fez um bom campeonato, mas aquele pênalti que ele marcou no Cruzeiro X Corinthians manchou o ano (não deveria apagar o restante do seu trabalho). Ou o Francisco-Chicão Carlos do Nascimento? Talvez… afinal os melhores jogos e a sequência maior foi para ele, sem dúvidas.

Ôpa: quantos aspirantes à FIFA de estados que não serão sedes da Copa! Que coisa… Coincidência, pois afinal, aqui vem a história de que se precisa de árbitros neutros, de centros não desenvolvidos no Futebol para poderem apitar equipes de qualquer estado (um árbitro da Roraima não teria problemas em apitar jogos de equipes cariocas, paulistas, gaúchas…)

E para você, quem vai virar o ano passando de Aspirante à FIFA?

Ei, quase esqueci: Será que os jogadores gozarão realmente de 30 dias de férias e pelo menos terão duas semanas de pré-temporada? Salvo engano, temos 60 dias para a divulgação da Tabela do Paulistão A1, de acordo com o Estatuto do Torcedor. Então dá.

E já quem entramos no assunto… quem serão os novos árbitros Ouro para 2012?

Xi… teremos de novo a angústia dos árbitros Prata esperando, esperando, e nada sai. O ranking paulista é gozado: no Regulamento se fala em divulgação em Dezembro, só é divulgado de fato no ano seguinte, mas os árbitros que serão aprovados já treinam desde Outubro deste ano. Ué? Calendário às avessas?

Claro que a resposta a essa contestação está pronta: os nomes que constam no “Informações aos Árbitros” (link da FPF) não são os Ouro 2012, mas aqueles que trabalharão não necessariamente na A1. Ah bom… e todos aqueles tem chances independentes de zerar ou não nas últimas provas. Gozado!

Também, alguém já viu a fórmula do ranking? É mirabolante:

Pf = [Pm*2 – Pe*1 / _ (pesos)] + Pb

Sendo Pm = pontuação média dos Relatórios de Avaliação;

Sendo Pe = penalizações em função dos testes escritos, físicos e sanções disciplinares;

Sendo Pb = pontos de bonificação.

(está em: http://futebolpaulista.com.br/arquivos/an1nmclassarb10.pdf)

Procure RESULTADO DO COMPONENTE FÍSICO ESPECÍFICO, na página 2 do link acima. Tem de tudo! Albert Einstein penou, mas conseguiu decifrá-lo.

Sinceramente? Faça algo mais claro, se quer criar ranking. Datas claras, divulgações claras, notas claras. Se existe ranking, é porque é um campeonato de árbitros. Ou então se abomine e crie algo diferente.

No final do Paulistão, depois daquelas polêmicas do sorteio, o presidente Marco Polo Del Nero disse que “Ouro é Ouro, e que em 2012 vai todo mundo para o globinho. Vai?

Era melhor não criar coisas que compliquem a si próprio… De tanto reformar os critérios adotados, deveriam aboli-los e recomeçar de novo. Por que não nova gente, mas não no apito, mas na administração?

Fica aí a sugestão: por quê não evitar que pessoas ligadas a entidades de defesa aos árbitros trabalhe como dirigentes da Federação, envolvendo desde a escalação nas Comissões até as punições na Ouvidoria? A independência seria melhor.

Pelo jeito, os árbitros devem gostar do sistema atual. Afinal, alguém reclama?

Boa sorte em 2012.

– Tradutores com Problemas de Tradução

Acabo de ler na edição de “Época Negócios”, pg 19, janeiro / 2010, uma matéria interessante sobre os problemas em alguns péssimos sistemas eletrônicos de tradução.

A fonte citada é a “K International – Comunidade Internacional de Tradutores”. Abaixo 3 exemplos:

1- YOU BUSINESS PROPOSAL WAS A REAL HOME RUN (correto: A sua proposta de negócio foi um êxito total. Do tradutor automático para búlgaro: Corra para casa com a sua real proposta de negócios)

2- GIVE ME A BALLPARK FIGURE (correto: Dê uma estimativa aproximada. Do tradutor automático para o russo: Dê para mim o diagrama do estádio de futebol)

3- WE NEED TO GET OUR DUCKS IN A ROW (correto: Garanta que todos os detalhes estejam em ordem antes de começar um novo projeto. Do tradutor automático para o chinês: Precisamos obter os nossos patos continuamente).

É melhor se tornar um poliglota do que confiar a tradução a uma dessas máquinas…

– Ypióca para encher o Tanque!

O alto preço do álcool combustível (etanol) tem atiçado outras empresas a investirem, buscando lucro. Agora, a cachaçaria Ypióca quer entrar no ramo. E quer produzir Etanol para a venda ao consumidor.

Experiência com álcool “bebível” a empresa já tem, agora, com o “combustível”…

Extraído de: http://www.brasilagro.com.br/index.php?/noticias/detalhes/11/39814

INVESTIMENTO DA YPIÓCA VISA O MERCADO DE ETANOL

Bom preço do combustível leva grupo cearense a investir para ampliar área de cana-de-açúcar. Com recursos próprios e do BNDES, produção de cana da empresa dobrará para 50 mi de toneladas em 5 anos.

O aumento de preço do álcool está atraindo a cachaçaria cearense Ypióca para a produção de combustível. A empresa vai investir R$ 45 milhões nos próximos cinco anos para expandir sua área de cana-de-açúcar plantada e gerar excedente de matéria-prima para atender o projeto.

O objetivo é atender até 40% da demanda cearense de álcool anidro. Os recursos virão do próprio caixa da empresa e do BNDES. A produção de cana-de-açúcar da empresa, atualmente em 25 milhões de toneladas, atingirá 50 milhões no período. “Teremos uma opção para aproveitar o que proporcionar maior valor por litro. E o álcool passou a ser vantajoso ao nível atual de preço”, afirma Everardo Telles, presidente da empresa.
As usinas pernambucanas, as mais próximas do Ceará, ficam a 800 km de distância. De acordo com Telles, a Ypióca aproveitará a capacidade de processamento das usinas -de suas quatro unidades, três já possuem capacidade para produzir cachaça e álcool- e, com isso, vai diminuir a dependência de combustível comprado de outros Estados. A Indústria Tatuzinho, dona das marcas Velho Barreiro e Leãozinho, fez essa adaptação há seis anos em uma de suas unidades produtivas, no engenho de São Pedro, na região de Piracicaba.
“Aproveitamos a sobra de cana-de-açúcar do grupo, mas as unidades de negócio de álcool e cachaça são independentes”, afirma César Rosa, presidente da empresa, controlado pelo Grupo Tavares de Almeida. Ainda assim, a produção de aguardente continua lucrativa e atrai novos players. O grupo italiano Davide-Campari-Milano adquiriu, em agosto, a brasileira Sagatiba.

A dona das marcas Campari e da vodka Skyy pagou US$ 30 milhões a Marcos de Moraes, fundador da Sagatiba, além de um percentual de 8% de “earn out” (participação sobre os lucros até níveis pré-estabelecidos).

A Ypióca, que tem 80% de sua receita de R$ 300 milhões procedente da cachaça, estima crescer 8% nas vendas deste ano. “O lançamento de produtos voltados a nichos mais caros também colabora para isso”, diz Telles (Folha de S.Paulo, 4/11/11)

– Deu no Wall Street Journal: a ituana Schincariol agora é 100% Japonesa!

Deu até no Wall Street Journal: Kirin compra o restante das ações da Schincariol e agora é dona 100% da empresa.

Em: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203716204577016774143596152.html

KIRIN BUYS REMAINING SHARES OF BRAZIL’S SCHINCARIOL

By HIROYUKI KACHI

TOKYO—Kirin Holdings Co. said Friday it has bought all the shares it doesn’t already own in Brazilian brewer Schincariol for around $1.3 billion, continuing its march into emerging markets after a three-month wrangle with Schincariol shareholders opposed to the deal.

Coming the same day as it halved its net profit outlook for the current fiscal year, the Tokyo-based beverage company said it has bought all outstanding quotas of Jadangil Participacoes e Representacoes Ltda., which holds 49.54% of Schincariol’s outstanding shares, as well as a 0.01% stake from other minority shareholders. The purchase, valued at 2.35 billion reals, or ¥105 billion, will be funded through cash and loans.

In August, Kirin agreed to buy a 50.45% stake in the closely held Brazilian beer and soft drinks company in a deal valued at about $2.56 billion. But Kirin’s attempts to take over the rest of the company hit a snag after Schincariol minority shareholders gained a provisional injunction in a local court to block its efforts.

A Brazilian court last month lifted the injunction, however, clearing the way for Kirin to take over the rest of Schincariol.

“We believe the latest deal will allow us manage with lots of flexibility,” said Kirin managing director Hirotake Kobayashi at a news conference. He said all Schincariol family members will withdraw eventually from the company.

Buoyed by the strong yen, Japanese food and beverage companies are ramping up their overseas merger-and-acquisition activities as domestic demand stagnates due to a shrinking population, changing consumer tastes and weak economic growth.

Brazil’s beer consumption jumped 11% in 2010, according to the country’s National Brewing Association, compared with a growth rate of about 1%-2% in the U.S. and shrinking Japanese beer consumption. For Kirin, which owns all of Australia’s Lion Nathan Ltd. and 48% of San Miguel Brewery Inc. of the Philippines, the takeover will give it access to a fast-growing emerging market outside of Asia and Oceania.

Schincariol started out in 1939 as a seller of soft drinks, and now also has a range of popular beer brands. Its soft drink Itubaina is still popular in the interior of Sao Paulo state, where Schincariol’s headquarters are located.

Asked about a combined price tag worth ¥300 billion to buy the entire stake, Mr. Kobayashi said “the amount of the purchase is reasonable on a basis of anticipated strong growth potential in the Brazilian market.”

He said Kirin initially sought to manage the Brazilian brewer with the cooperation of minority shareholders.

But Mr. Kobayashi said further large-scale M&As for Kirin, which would mean additional bank loans, would be difficult at this moment. He said Kirin has no intention of using equity financing to conduct more M&As.

Separately on Friday, Kirin, which will include Schincariol in its earnings results starting in the next business year, which ends December 2012, halved its net profit outlook for this fiscal year to ¥27 billion from ¥52 billion due to writedowns on its stock holdings amid recent financial market turmoil. It left its sales estimate unchanged at ¥2.11 trillion.

– Estou entre eles: o Ibope da Tv Paga!

Por diversos afazeres, pouco assisto TV. Vez ou outra um filme, mas com muita freqüência desenhos do Discovery Kids com minha filhinha. E com boa audiência, Sportv devido ao futebol.

Leio o Ibope no horário nobre da TV a cabo: Sportv na primeira posição, a frente do segundo colocado, o Discovery Kids, com 55% a mais, seguido pelo Telecine.

Deu para entender porque a Globo joga tudo para seu canal ao cabo? TV aberta só com 1 jogo no final de semana. Saudoso tempo de futebol no sábado às 16h…

– Entra e sai na Prefeitura de Campinas

Demétrio Vilagra voltou a ser prefeito de Campinas. O vice entrou e saiu, e depois do Dr Hélio ser retirado do cargo, já é a 3ª posse de um prefeito novo!

Complicado. Está uma bagunça, entender a real situação de Campinas é difícil. Uma metrópole como ela não merecia tal constrangimento…

– E a Culpa é do… Placar Eletrônico???

Já ouvimos as mais esfarrapadas desculpas no futebol: ‘perdemos por culpa do juiz, falhamos nos minutos finais, faltou atenção para a equipe, o campo estava ruim…’ Mas Dedé, zagueiro do Vasco da Gama, se superou: a culpa do empate com o São Paulo, no último domingo, foi do… Placar Eletrônico!

É. Ele disse que quando o time viu anunciado no placar de São Januário que o Avaí ganhava do Corinthians por 2X1 (na verdade, seria o contrário), os jogadores mudaram o comportamento para garantir o empate em 0X0!

Ué, independente do placar no Pacaembu, o Vasco não deveria tentar a vitória em casa?

Uma coisa é certa: o funcionário que cuida do placar eletrônico no estádio deve ter ouvido poucas e boas… Aliás, placares falsos para motivar equipes é comum no futebol, principalmente em reta final. Nesse caso, o tiro saiu pela culatra.

A propósito, gostaria de saber (e pergunto a quem saiba): por quê Arnaldo César Coelho disse que “Dedé era um mascarado de salto alto” durante o jogo? Confesso não saber de polêmicas do atleta.

Abaixo, extraído do Uol Esporte: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2011/11/03/dede-culpa-placar-de-sao-januario-por-empate-com-sao-paulo-no-ultimo-domingo.htm

DEDÉ CULPA PLACAR DE SÃO JANUÁRIO POR EMPATE

Erro do árbitro, dos auxiliares, falta de atenção deste ou daquele jogador, azar. Estas e muitas outras são justificativas normais para um mau resultado em um jogo de futebol. O zagueiro Dedé, do Vasco, porém, inovou ao explicar o empate em 0 a 0 contra o São Paulo, domingo, no estádio de São Januário.

“No fim da partida, quando apareceu no placar que o Avaí vencia o Corinthians por 2 a 1 em São Paulo, mudamos nosso estilo de jogo. Seguramos mais para não levar gol e garantir o empate”, disse o jogador.

Caso a informação no placar fosse correta, uma derrota do Corinthians e um empate do Vasco faria com que o clube de São Januário terminasse a 32ª rodada com três pontos à frente do clube paulistano. Os placares “reais” fizeram com que o Timão reassumisse a liderança do Brasileiro, pelo critério de número de vitórias.

“Só descobrimos o real placar do jogo do Corinthians no vestiário. Saímos de campo acreditando que o Avaí é quem tinha feito o segundo gol”, informou, em entrevista ao programa Arena SporTv.

O Vasco volta a campo neste domingo, para enfrentar o Santos, na Vila Belmiro. Vice-líder, torce por um tropeço do Timão para voltar à liderança do Brasileirão.

– Brasil é o 82º na Igualdade entre Homens e Mulheres

Esse é um índice no qual temos que nos envergonhar: em pesquisa que envolveu até Havard, com 135 países, ficamos com a posição 82 em igualdade prática de direitos das mulheres em relação aos dos homens!

Os primeiros são, pela ordem: Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia.

Os últimos são, pela ordem: Arábia Saudita, Mali, Chade e Iêmen.

Extraído de: http://is.gd/H2UF17

BRASIL É O 82º NA IGUALDADE ENTRE OS GÊNEROS

O Brasil tem agora uma presidente mulher, mas continua mal na fotografia da disparidade entre os gêneros: dos vizinhos na América do Sul, só o Suriname está pior na lista lançada ontem pelo Fórum Econômico Mundial.

Em 82.º lugar entre 135 avaliados, o país subiu três posições em relação a 2010, ano em que tivera seu pior posto desde que o estudo começou a ser feito, em 2006. Em parte a melhora se deve à eleição de Dilma Rousseff, em par­­te à oscilação positiva na renda das mulheres comparada à dos ho­­mens que exercem a mesma função.

Paradoxalmente, atuação política é o critério em que o Brasil tem sua pior performance: fica em 114.º – apenas 21 países são piores; a maioria delas, islâmicos que diferem as mulheres na lei.

A nota recebida por nós – 0,668, numa escala até 1 – é pior que a de 2008 e 2009.

“A participação das mulheres na força de trabalho [no Brasil] ainda é de 64%, abaixo da dos homens (85%). E elas são só 36% dos legisladores, autoridades pú­­blicas de primeiro escalão e gerentes”, afirma o texto.

“O que elas ganham ainda está abaixo de dois terços da renda dos homens; e no Congresso, são apenas 9%.”

O Brasil vai muito bem em acesso à saúde e expectativa de vida (o abismo entre os gêneros é considerado fechado nesse quesito, assim como em outras 37 na­­ções) e fica no meio da lista em educação (66.º) e em oportunidade econômica (68.º).

Representatividade política é um problema da América Latina e do Caribe, região que só não se sai pior do que o Oriente Médio. De forma geral, porém, o subcontinente fechou 68% do abismo.

– FFLCH (tá feia a coisa, Parece Guerrilha!), Drogas e a Palavra de Içami Tiba

Quer dizer que os manifestantes da FFLCH/USP invadiram a reitoria na madrugada e estendem faixas no prédio?

Esses caras são a mente pensante e futuro da nação?

Lutam pelo direito de fumar maconha livremente no Campus?

Não querem a PM por lá?

E o resto da USP discorda de tudo isso… quem está certo?

Ouvi o respeitadíssimo dr Içami Tiba dizer em uma recente entrevista:

São filósofos, não médicos, que defendem a legalização da maconha. Não é um problema social para sociólogos discutirem, mas um problema de saúde, reservado pela autoridade médica. E os médicos acham um absurdo legalizar a maconha.”

Falar o quê? Estou com o dr Içami Tiba! E você?

– Grécia: pé-na-bunda do Euro é bom ou ruim?

A Crise Grega que pode contaminar o mundo inteiro tem dia decisivo hoje: continua com o Euro ou abandona?

Minha opinião: o Euro arrebentou com economias frágeis como a grega; e a Grécia arrebentou com as contas européias em geral. Portanto…

E tudo isso começou com a gastança desenfreada das Olimpíadas de Atenas!

Abaixo, extraído de:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/11/02/europa-da-ultimato-a-grecia-sobre-permanencia-na-eurozona.jhtm

EUROPA DÁ ULTIMATO À GRÉCIA

Os principais dirigentes europeus deram um ultimato à Grécia nesta quarta-feira para que o país decida se fica ou se deixa a Eurozona, sendo que esta última alternativa implicaria no imediato bloqueio da ajuda financeira, tida como essencial para sua recuperação econômica.
“Esperamos prosseguir na Europa com nossos amigos gregos”, disse o presidente francês, Nicolas Sarkozy, em uma coletiva de imprensa conjunta com a chefe do governo alemão, Angela Merkel, realizada após o término de uma reunião com o primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreu, em Cannes (sul da França).

Contudo, segundo o presidente francês, caso a Grécia queira continuar na Eurozona, “precisa respeitar as regras”. “Se as regras do jogo não forem aceitas, nem a União Europeia (UE) nem o FMI irão entregar nem mais um centavo à Grécia”, completou.

Sarkozy e Merkel convocaram Papandreu para que este desse explicações sobre a surpreendente decisão sobre o referendo que pode derrubar o pacote de medidas adotado com muitas dificuldades na quinta-feira passada em Bruxelas.

Antes do encontro, Sarkozy e Merkel se reuniram com a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e as máximas autoridades europeias, Herman Van Rompuy e José Manuel Barroso, assim como o chefe do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker.
A Grécia esperava receber nos próximos dias os 8 bilhões de euros correspondentes ao sexto e último lote de crédito de 110 bilhões de euros concedidos pela UE e pelo FMI em maio do ano passado, vitais para o pagamento de pensões e salários antes do final do ano.

Segundo Lagarde, sua opinião sobre a continuidade do empréstimo à Grécia está vinculada ao resultado do referendo que esse país planeja organizar sobre o plano anticrise da Eurozona.

“Quando for realizado o referendo, e se forem tiradas todas as incertezas, farei uma recomendação ao conselho de administração do FMI sobre o sexto lote de ajuda para sustentar o programa econômico da Grécia”, afirmou Lagarde em um comunicado divulgado em Washington

O FMI e a Grécia concluíram em 11 de outubro um acordo sobre as condições de entrega deste lote, que ainda deve ser validado pelo conselho de administração.

Papandreu, que anunciou o referendo na segunda-feira à noite sem ter consultado os credores internacionais de Atenas, disse nesta quarta-feira que a consulta popular deve acontecer no dia 4 de dezembro e que tratará justamente da continuidade (ou não) da adesão da Grécia à Eurozona.

“O essencial não é a questão do plano de resgate unicamente, mas sim se queremos permanecer na Eurozona”, declarou à imprensa o primeiro-ministro grego após a reunião convocada em Cannes, às vésperas do encontro do G20.

Lagarde afirmou que é preciso que a Grécia tome uma posição o quanto antes “para que se decida sobre a execução do acordo da reunião do dia 27 de outubro”, realizada em Bruxelas.

O acordo em questão prevê entre outras coisas o perdão de 100 bilhões de euros da dívida da Grécia por meio de credores privados.

O FMI acordou em maio de 2010 um empréstimo de 30 bilhões de euros ao país, a ser entregue ao longo de três anos, e dos quais até o momento foram desembolsados 17,400 bilhões.

O anúncio do referendo caiu como uma bomba nos mercados, que sofreram enormes perdas na terça-feira. Nesta quarta-feira, no entanto, houve uma tímida recuperação.

O fundo de resgate europeu, no entanto, se viu obrigado a anular uma emissão de bônus pela qual previa captar 3 bilhões de euros (4,1 bilhões de dólares) para Irlanda, devido ao “deterioramento das condições nos mercados”, disse Christof Roche, porta-voz do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF)

A chanceler alemã afirmou por suz vez que, apesar de a situação ser “extremamente séria”, nem Paris nem Berlim “abandonarão o euro”.

“Se o povo grego disser que não deseja permanecer na Eurozona, nós respeitaremos essa decisão, mas não abandonaremos o euro”, disse Merkel, após indicar que tanto Alemanha quanto França querem continuar ajudando a Grécia.

– Suplicy: o chato do bem endoideceu! Quer ligar à ele?

Suplicy é o típico político maluco. Respira transparência, politicamente correto ao extremo, um cara do bem, o chato necessário em Brasília, mas… ‘xaropeta’.

Lula quer Fernando Haddad na Prefeitura de São Paulo. Dilma até pediu para Marta desistir de concorrer para abrir caminho ao preferido de Lula.

E não é que o Suplicy apelou?

Desejoso de se candidatar, quer prévias eleitorais. Para tanto, deu o seu próprio telefone no Twitter, pedindo aos filiados para ligarem à ele!

Está apelando para ser pré-candidato, hein?

Quer ligar à ele? O link com o número está abaixo:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5450453-EI7896,00-Por+precandidatura+Suplicy+da+telefone+de+casa+no+Twitter.html

– Visão Profissional de Max Weber versus Visão Profissional de Andrés Sanches

O mundo do Futebol, se comparado ao universo da Administração de Empresas, nos permite estudos de casos e debates fantásticos.

Ontem, o presidente do Corinthians Andrés Sanches, em entrevista ao repórter Fábio Seródio da Rádio Jovem Pan, disse a respeito do atacante Adriano e seus costumeiros festejos, ao ser indagado sobre as dificuldades do atleta em seu processo de recuperação:

Não sou babá dele, na folga ele faz o que quiser

(Áudio em: http://jovempan.uol.com.br/videos/no-sou-bab-dele-na-folga-ele-faz-o-que-quiser-61717,1,0)

A declaração se baseia em que o mandatário do Corinthians não se importa com o consumo de álcool, festejos ou condutas do jogador fora do horário e do ambiente de trabalho. Em suma, na folga, tudo pode (embora o atleta esteja afastado do time se recuperando fisicamente).

Qualquer profissional do futebol dirá que o descanso ajudará na recuperação, que evitar o consumo de álcool fará bem, que o resguardo o ajudará a voltar ao trabalho mais cedo…

Porém, caímos numa discussão: o que é ser Profissional nos dias atuais?

Na última semana, discutimos com estudantes em Administração o conceito sobre Profissional, dentro da visão Weberiana.

Max Weber, um dos mais árduos defensores do capitalismo e contraponto das idéias de Karl Marx em seu tempo, é pai da Sociologia da Burocracia, obra que desencadeou em valorosos conceitos em Gestão de Empresas & Profissionalismo. Max Weber era alemão, e considerado um gênio na sua época. Formado em Economia, Direito, Sociologia, Filosofia, Teologia e Música (ufa!), das suas idéias na virada do século XIX/XX surgiu o conceito na década de 30 de que o Profissional era:

um indivíduo dedicado à sua instituição, onde teria no seu emprego, que é a fonte de renda que lhe custeia a sobrevivência, sua principal atividade. Na empresa, o homem é ocupante de um cargo, e por tal motivo, deve aceitar os interesses organizacionais acima dos seus interesses individuais, capaz de representar a empresa em qualquer ambiente, dando-lhe exclusividade e sendo remunerado de acordo com o seu empenho”.

Em outras palavras, o profissional é aquele que representa a empresa durante o horário de trabalho e fora dele; é a imagem da organização, pois leva o nome da mesma por estar vinculado a ela. Deve-se dedicar a uma única instituição, pois não seria cabível dividir seu tempo com outra atividade (uma das duas seria prejudicada). Deve se cuidar para não afetar seu rendimento. E, por fim, ganhará muito bem como recompensa de tais exigências.

Exemplos práticos?

– Um médico poderia abusar de bebida alcoólica e ir dormir tarde, sendo que as 7:00 da manhã tem uma cirurgia delicada marcada?

– Um esportista pode descumprir ordens da sua equipe, mesmo que sua vontade seja diferente da do time? (vide Rubens Barrichello no GP da Áustria, anos atrás, onde teve que abdicar da vitória em prol do seu companheiro Schumacher, a pedido da Ferrari).

– Um executivo de multinacional poderia ter comportamento discriminatório, provocando debates sociais levando a consumidores a boicotarem seus produtos, por culpa da opinião pessoal dele em tema polêmico?

– Dirigentes de clubes de futebol poderiam abrir mão do precioso tempo de suas empresas a fim de dedicarem-se aos seus clubes, sem remuneração, apenas por paixão?

Enfim, dentro do conceito weberiano/burocrático, o profissional é o indivíduo dedicado à instituição, que deve ter uma conduta dentro e fora da organização irrepreensível, pronto a atender a empresa a qualquer instante, e que deverá ter um alto salário como compensação.

Claro que há outros conceitos profissionais nos dias de hoje, transformando a questão “ser profissional” muito subjetiva. Para uns, o funcionário da empresa leva o nome da empresa para todos os lugares em que freqüenta, e por isso deve ter cuidados com o que faz. Para outros, fora do horário de trabalho, o vínculo deixa de existir e pode-se fazer o que bem entender.

Em tempos de saudável democracia, convém-se acreditar que o profissional é aquele que cumpre seus deveres com a empresa e que suas ações particulares são inquestionáveis. Mas aí temos o dilema: tudo que é permitido, de fato, é devido? Nem tudo que se pode, em muitos casos, deve-se fazer, pois há se confunde permissividade absoluta com irresponsabilidade desregrada.

Um atleta de futebol em recuperação, embora possa no seu horário de descanso fazer o que bem entender (beber, fumar, festejar), deve ter cuidados? Alguns atos não poderiam retardar sua plena forma, prejudicando a equipe?

O que você pensa sobre isso: ser profissional no século XXI é algo diferente do que em outras épocas?

Encerrando: lembro-me do caso da jornalista Soninha, apresentadora de um programa para adolescentes na TV Cultura, demitida por declarar à Revista Época que consumia maconha e defendia a liberação. A justificativa, na oportunidade, é que tal declaração pessoal não era condizente à filosofia profissional e educacional da emissora. Misturaram opinião pessoal com conduta profissional?

– PepsiCo compra o 5º Maior Fabricante de Biscoitos do País em Negócio de quase 1 Bi

A Mabel (da família do deputado Sandro Mabel) era disputada pela americana Bunge e pela mexicana Bimbo. Levou a PepsiCo!

Extraído de: http://is.gd/M2cSLa

PEPSICO PAGA ENTRE R$ 800 MILHÕES E R$ 900 MILHÕES PELO MABEL

Multinacional americana vence disputa com a Bunge e a Bimbo pela fabricante de biscoitos da família do deputado Sandro Mabel, dizem fontes

Por Patrícia Cançado

A PepsiCo do Brasil fechou a compra da fabricante de biscoitos Mabel por R$ 700 milhões, segundo fontes próximas à transação. A multinacional venceu a disputa pela empresa familiar com sede em Aparecida de Goiânia (GO), que também recebeu propostas de outras “gigantes”, como a americana Bunge e a mexicana Bimbo.

A Mabel, que tem cinco fábricas (em Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Sergipe e Santa Catarina), pertencia à família do deputado federal Sandro Mabel (PMDB ). O fundo de private equity do banco Icatu tinha uma participação de 40% na empresa desde 1999.

A companhia, fundada por imigrantes italianos em 1953, já esteve à venda antes, há dez anos. Na época, o banco Goldman Sachs foi contratado para achar um interessado na fabricante de rosquinhas e biscoitos. A PepsiCo, de acordo com fontes de mercado, já havia se interessado pela empresa, mas o negócio não foi fechado e os donos da companhia desistiram de vendê-la.

A Mabel, conforme dados da própria empresa, está entre os cinco maiores fabricantes de biscoitos do País, com capacidade para produção de 1,5 milhão pacotes de unidades por dia, que são vendidos em mais de 140 mil pontos de venda em todo o Brasil. Hoje, a Mabel produz mais de 150 itens diferentes entre biscoitos e salgadinhos.

EMPRESAS- Em Aparecida de Goiania, o dia foi movimentado ontem, na fábrica da Mabel. O deputado federal Sandro Mabel passou o dia na sede da fábrica, mas não atendeu o celular. Procurada pela reportagem, a Pepsi limitou-se a que está sempre “buscando oportunidades no mercado”, mas recusou-se a comentar diretamente o assunto. / COLABORARAM LÍLIAN CUNHA E FERNANDO SCHELLER

– Reflexão sobre o Dia de Finados

Por Reinaldo Oliveira

Independente do credo religioso, o Dia de Finados é um dia em que é importante fazer uma reflexão sobre o que somos e para onde vamos. O que somos é o resultado daquilo que fazemos ao próximo. Para onde vamos será pelo merecimento daquilo que realizamos em vida. Neste dia é importante entrar em comunhão com o Deus da Vida e rezar pelos falecidos. E por nós também. Este dia nos lembra que nossa existência terrena é passageira, mas nem por isso deve ser desvalorizada. Lembra-nos ainda que somos apenas peregrinos, caminhando e fazendo o bem, e acreditando na ressurreição e vida eterna.

Nos cemitérios da região, em sua maioria as celebrações de missas pela Igreja Católica predominam neste dia. Mas uma manifestação de solidariedade também se fez presente para quem visitou os cemitérios. Ela era praticada por pessoas da Igreja Bola de Neve Church que munidos de cartazes com a inscrição “Abraço Grátis“, transmitiam mensagens de afeto e carinho às pessoas que aceitavam a oferta.   

– Listas Indicam a Real Qualidade?

Estamos no final de 2011, e surgem as mais diversas listas: melhores jogadores, melhores treinadores, melhores árbitros (tanto em âmbito nacional quanto internacional).

Mas será que a composição das listas reflete a verdadeira condição?

Um exemplo: hoje, Alemanha, Brasil, Itália e México são a elite da arbitragem mundial, com o maior número de oficiais de arbitragem da FIFA: 20. A França e a Argentina possuem 19; Espanha 18 e, pasmem, a Inglaterra tem 17 (mesmo número que a Polônia e a Áustria!).

Será que a poderosíssima Áustria está no mesmo patamar técnico e de importância do que a Inglaterra? Ou que os árbitros brasileiros são melhores do que os argentinos?

Qual o critério para criação de rankings, vagas e escolhas?

Neymar figura entre os 23 nomes do Bola de Ouro da FIFA. Ok. Deverá ganhar todos os prêmios aqui no Brasil, mas em âmbito internacional, pela forte influência européia, talvez leve mais tempo para erguer troféus. Poderá levar na categoria FIFA U-21 (se é que a premiação ainda existe).

Mas aí vem a dificuldade das listas: se Neymar é unanimidade como craque do Brasileirão, como escolher a revelação do campeonato? Próximo do término do Brasileirão (mais ou menos 1 mês), quem é a surpresa? Difícil dar um nome “na lata”. A safra é fraca.

Refaço a pergunta ao árbitro: quem é o árbitro-revelação? Também é difícil compor a lista. Quem é o melhor do ano? Aí teremos Seneme, Ricci, Roman na sensacional sequência nesta reta final (e olha que só observamos os jogos seguidos da Série A, sem contar os jogos da série B, os quais também vence nos sorteios), entre outros.

Creio que se preocupar em escolher as revelações são tão importantes quanto premiar as realidades. Revelações são promessas, personagens que poderão representar o país no futuro. Se não temos revelações de jogadores e de árbitros, quem nos representará com boa qualidade em breve?

É inevitável: se temos preocupações para daqui praticamente 2 anos, com a Copa de 2014, com dificuldade em repor posições para Kaká e Ronaldinho (com Jadsons e Fernandinhos ostentando a camisa 10), quiçá 2018?

Na arbitragem, por exemplo, quem serão os nomes para a Copa da Rússia? Como aspirantes, temos Célio Amorim, Francisco Carlos do Nascimento, Wagner Reway… estariam eles daqui 6 anos aptos para uma Copa do Mundo?

Por fim: se o Brasil tem hoje 20 oficiais no quadro FIFA, sendo 10 árbitros e 10 bandeiras, fica a curiosidade: Paulo César de Oliveira é o mais antigo da relação, o único desde o ‘século passado’ (1999). E 2014 está logo ali. Mas e a questão sobre a meritocracia: por que ele nunca teve sua chance, nos melhores momentos de sua carreira? Por que repetimos consecutivamente 3 vezes o mesmo árbitro nas Copas do século XXI?

Será que teremos PC em 2018 e 2022?

E para você, quais as revelações deste ano: jogador, treinador e árbitro?

(Encerro com um sábio comentário que ouvi: ‘você acha que com os bilhões que custarão a Copa do Mundo, Ricardo Teixeira está preocupado com a arbitragem do Brasileirão?’)

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– Dia dos Santos Defuntos

Hoje, em especial, não deve ser um dia de tristeza. O dia de Finados é para relembrar das pessoas queridas que estão no Céu.

Abaixo, a origem, extraído do texto do Mons. Arnaldo Beltrami, vigário responsável pela comunicação da Arquiodiocese de SP:

(http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html )

ORIGEM DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.

Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de “Todos os Santos”. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

– Os Novos 3 Patetas!

Curly, Moe e Larry? Eles voltaram!

Em breve, estreará uma refilmagem dos ícones trapalhões: os 3 Patetas, agora, na versão século XXI.

Para quem se lembra da nostálgica série, ainda em branco e preto aqui vai um link bacana sobre as filmagens: http://is.gd/w7BlOI

E aí fico com a dúvida: um deles, Curly, foi substituído em alguns anos da série. Quem era ele? E por quê foi trocado?

– Adeus, 190 de Jundiaí

Quer dizer que perdemos a Central 190 da Polícia Militar de Jundiaí?

O jundiaiense que discar 190 não terá mais a sua ligação atendida no bairro do Anhangabaú. Será atendido por uma ultra moderna Central em Campinas, que promete rapidez maior.

Tá bom… Detestei!

– Duras punições aos Jogadores por Excesso de Alegria na Comemoração!

Comemorar gols e não tomar cuidado com o excesso do festejo pode ser problemático. Na 1ª divisão do Irã, a equipe do Persépolis (de Teerã), venceu a partida contra o Damashi, mas acabou punida por uma atitude curiosa: teve dois jogadores punidos com suspensão por tempo indeterminado, pois, segundo a Comissão de Disciplina Desportiva do Irã, comemoraram o gol de forma inadequada, imoral e mal-educada.

O zagueiro Mohamad Nasri, vendo os atletas pularem em cima do artilheiro atacante, comemorou o gol cumprimentando seu companheiro de time, Sheis Rezaei, com um tapinha no bumbum.

O gesto carinhoso foi duramente criticado. Lembremo-nos que o Irã é um regime teocrático, xiita, e tais atos que possam ofender a masculinidade são punidos severamente.

Curioso: no Irã, é comum homens se cumprimentarem com beijos (ou ósculo, como preferir), e andarem de mãos dadas, em sinal de comunhão religiosa fraterna (nada que envolva opção homossexual, mas com o sentido de ‘irmandade em Alá’).

Para quem não viu, aqui o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=iaR-V-NoDJ8&feature=player_embedded

Se fosse no Brasil… apesar que, cá entre nós, fui generoso ao chamar o ato de tapinha. Afago soa melhor?

– Neymar e a Maior Conquista até então!

Neymar era molequinho; promessa, não realidade; odiado pelos árbitros; irresponsável. Se jogava e se mostrava mimadinho demais.

Caiu a ficha!

Inegável que evoluiu. Aprendeu a “apanhar na hora certa” e cavar faltas na medida correta. Se comporta melhor dentro e fora de campo.

Amadureceu.

Inegável, é o melhor jogador Brasileiro da década de 10. Mas o seu maior feito aconteceu hoje: é o único brasileiro a figurar no Brasil na lista dos 23 da FIFA, na versão moderna, pós-Pelé.

Será que o presidente santista LAOR conseguirá fazer o jogador ser o melhor do mundo sem jogar na Europa, como deseja? Seria incrível.

– A Incrível Falta de Professores da USP

Sobram vagas para professores de Economia na USP?

É mais ou menos isso… A redução no quadro docente e a falta de especialistas em algumas áreas tem feito a USP mudar a grade curricular para poder tocar seus cursos. 

Extraído de OESP, 08/08/2011, pg A15 

FEA-USP PERDE DOCENTES E REVÊ GRADE DE CURSO

Por Carlos Lordelo

A Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP vai enxugar a grade do curso de Economia em razão da falta de professores para lecionar matérias optativas eletivas. Das 50 disciplinas à disposição dos alunos, cerca de metade é oferecida com regularidade. Os estudantes precisam cursar entre 9 e 13 para se formar.

Departamento de Economia da FEA tem hoje 69 professores. Desses, 17 já passaram da idade de se aposentar e 3 estão licenciados. Há duas décadas, estima-se em 120 o número de docentes. À medida que o contingente foi diminuindo, algumas disciplinas praticamente deixaram de existir, pois haviam sido criadas como resultado de pesquisas de professores.

Alunos dizem que matérias como Economia Agrícola, Economia do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Economia e Responsabilidade Social não abrem turmas há pelo menos três anos.

A faculdade enfrenta dificuldades para recompor o quadro de professores, entre outros motivos, por causa do aquecimento da economia. Profissionais bem formados estão sendo disputados pelas empresas. Além disso, a FEA sofre concorrência de instituições privadas – como a Fundação Getulio Vargas (FGV) e o Insper – que também atraem professores iniciantes. No ano passado, a USP não conseguiu preencher duas vagas abertas para docentes de Economia.

A reportagem tentou contato com o diretor da FEA, Reinaldo Guerreiro, mas ele está viajando. O chefe do Departamento de Economia, Denisard Alves, e a coordenadora do curso, Vera Fava, não quiseram se manifestar.

Os professores do departamento têm até o dia 2 de setembro para votar as mudanças na grade. As alterações ainda devem ser apreciadas por órgãos colegiados da FEA e da universidade. Se aprovadas, passarão a valer para os ingressantes a partir de 2013.

Duas propostas estão em jogo. A primeira, da coordenadora Vera Fava, prevê a reorganização das eletivas em 10 módulos – matérias de seis créditos-aula e dois créditos-trabalho que seriam ministradas por entre dois e quatro professores. Além das obrigatórias, o aluno cursaria cinco módulos para se formar. Hoje, duas matérias funcionam nesse esquema: Organização Industrial e Antitruste e Avaliação de Políticas Sociais. Créditos-trabalho servem para compensar o aluno pelas atividades extraclasse.

A outra sugestão veio do professor Rodrigo De Losso. A ideia é adicionar dois créditos-trabalho às obrigatórias centrais do curso (Macroeconomia, Microeconomia e Econometria), o que implicaria a redução da carga horária destinada às matérias optativas de 26% da grade para 16%. “Temos muito mais eletivas no currículo do que seria salutar, considerando o número de professores do departamento”, disse o docente ao Estadão.edu.

Pela proposta, a FEA também teria de fazer uma faxina nas optativas de Economia, sendo obrigada a oferecer 15 disciplinas todo ano. Para colar grau, o aluno precisaria pegar oito. “Queremos que nosso aluno seja um exemplo de formação em Economia.” Segundo De Losso, as mudanças vão aumentar a eficiência do departamento. “Hoje é uma confusão, porque tem um monte de disciplinas em que professores ministram aulas para 10, 12 alunos.”

DEBATE: Estudantes ouvidos pela reportagem sob a condição de anonimato fizeram ressalvas às duas propostas, mas dizem preferir a do professor De Losso. Eles acham a ideia dos módulos difícil de ser executada porque exige sintonia entre os docentes que lecionam a mesma disciplina. “Além disso, acabaria com as matérias atuais e passaríamos a ter eletivas totalmente novas”, afirmou uma aluna do 2.º ano.

Por outro lado, disse essa mesma estudante, a limpeza proposta por De Losso facilitaria a vida do aluno na hora de planejar sua formação. “Da forma como é hoje, não dá para saber quais e quando as eletivas serão oferecidas.”

Apesar de não ter feito nenhuma optativa até agora, um calouro acredita que a mudança do currículo vai afetar a “pluralidade” do curso. “A universidade deveria ser um espaço de debate. Quanto menos professores e matérias, menos espaço para a circulação de ideias.”

Outro aluno, do 3.º ano, se diz preocupado porque a faxina na grade poderia deixar de fora disciplinas que são ministradas por docentes aposentáveis, a exemplo de Economia Política Contemporânea e Metodologia da Economia. “As propostas são uma ameaça à diversidade que poderíamos ter em nossa formação. Mas a falta de professores talvez seja uma realidade a que temos de nos adaptar.”

– Brinquedos: Um Cartel de, Pelo Menos, 5 Anos!

Você acha que os brinquedos brasileiros custam caro? Acha também que existe uma invasão de produtos chineses?

Seu achismo está correto! A Secretaria de Defesa Econômica do Governo aponta a existência de um grande cartel no setor de brinquedos, que controla desde a importação até a política de preços do setor. 

Veja que golpe bem feito, que, perdoando o trocadilho e a ironia, não é brincadeira…

Extraído de: Folha de São Paulo, 12/01/2011, Caderno Economia, pg e3

SECRETARIA QUER CONDENAÇÃO PARA CARTEL DE BRINQUEDOS

por Julianna Sofia

Depois de três anos de investigação, a SDE (Secretaria de Direito Econômico) -ligada ao Ministério da Justiça- recomendará a condenação da Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos) e de seu presidente, Synésio Batista da Costa, sob a suspeita de induzir o mercado nacional de brinquedos a formar um cartel na importação de produtos da China.

O parecer com o pedido de punição, ao qual a Folha teve acesso, será encaminhado hoje ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que julgará o caso.
No caso de condenação, a multa a ser aplicada pode variar de 1% a 30% da receita da entidade, além de outras punições a serem arbitradas pelo tribunal administrativo.
A prática de cartel traz prejuízos diretos ao consumidor, pois elimina a concorrência, provocando aumento de preços no mercado.

A denúncia contra a Abrinq e Costa foi apresentada à SDE, em 2006, pela Mattel do Brasil- subsidiária da multinacional americana que comercializa brinquedos fabricados principalmente na China.

De acordo com as acusações, a associação e seu dirigente incentivaram a adoção de uma conduta uniforme por parte de fabricantes, importadores e lojistas do setor.

Gravações

As principais provas apresentadas no caso são a pauta de uma reunião convocada pela Abrinq e a gravação desse encontro, que foi realizado em setembro de 2006.
Na reunião, a associação teria proposto: fixação e gerenciamento de cotas fixas individuais por importador; estabelecimento de preços mínimos para as importações; e criação de barreiras à entrada no mercado de novos concorrentes.

As informações levantadas no processo mostram que a entidade pretendia diminuir a exposição do mercado nacional à concorrência dos produtos chineses, limitando as compras com cotas individuais por CNPJ do importador e fixando preços mínimos.
A Abrinq, destaca a secretaria, tem como associados empresas que respondem por 30% do mercado nacional, e a produção local equivale a 55% dos brinquedos vendidos no país. O setor reúne 300 fabricantes locais e 50 importadores.

Acordo

O parecer relata que, em agosto de 2006, empresários brasileiros e a Abrinq foram à China negociar um acordo com a indústria de brinquedos daquele país. Na volta da viagem, Costa convocou uma reunião com todos os 42 associados para discutir o tema.

No encontro, afirma a SDE, a Abrinq passou aos empresários a impressão de que o acordo com a China autorizava a associação a fixar e distribuir as cotas individuais e a estabelecer preços mínimos.

Na prática, a associação teria usado o acordo para induzir a formação de cartel. A investigação ainda aponta que Costa dava a entender que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil chancelava as medidas.

“A reunião na sede da Abrinq e as afirmações de seu presidente a respeito do acordo travado com entidades chinesas foram voltadas a influenciar a adoção de comportamento uniforme no mercado”, diz o relatório. “Jamais foi ou poderia ter sido competência da Abrinq estabelecer ou distribuir cotas de importação ou atuar na fixação de preços mínimos de importação”, continua o texto.

Em ofício à secretaria, o ministério informou que o acordo entre Brasil e China -homologado pelo governo em dezembro de 2006- envolve cotas globais de importação de produtos e trazia “disposições gerais a serem adotadas pelas empresas para garantir o equilíbrio do comércio”.A SDE, em sua análise, pondera que, em nome da defesa comercial da indústria brasileira, a associação não poderia ter desrespeitado as regras de defesa da concorrência.
“O objetivo de impedir um excesso de entrada de produtos chineses no Brasil não legitima a conduta adotada pela Abrinq”, afirma.

– Dia de Todos os Santos

Dia de júbilo a todos nós! Imitar a vida dos santos e usá-la como propósito do dia-a-dia é tornar o mundo melhor; ser mais cidadão, mais cristão e fraterno.

Extraído de: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/novembro/dia-de-todos-os-santos.php

A FESTA DO DIA DE TODOS OS SANTOS

Essa celebração teve origem em Antioquia no Oriente no século IV, e foi introduzida no Ocidente em Roma no século VI.

Várias foram as razões para realizar essa festa: resgatar a lembrança daqueles cujo nomes foram omitidos por falta de documentos e que somente são conhecidos por Deus, alcançar, por sua intercessão, as graças de que necessitamos e ter sempre presente esses modelos de conduta, a fim de imitá-los.

Deus prometeu de fato dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação. Hoje todos esses Santos que tiveram fé na promessa de Cristo, a despeito das fáceis seduções do mal e das aparentes derrotas do bem, alegram-se e exultam pela grande recompensa dada por um Rei incompreensivelmente misericordioso e gênero, DEUS. Os Santos são amigos eficazes, pois a vontade deles e totalmente semelhante à de Deus, manifestada em Cristo, único Senhor deles e nosso.

Essa celebração presta homenagem também a todos os Santos desconhecidos, sem nome, que pareceram presença inútil no mundo, mas que carregaram em silêncio a marca do Filho do homem, ou seja a cruz. Para Deus, os Santos são amados todos do mesmo modo, pois o que conta não é a irradiação do testemunho dado na terra pelo mais lembrado ou pelo mais escondido deles, mas a fidelidade e o amor que somente Deus conhece.

Esta festa quer homenagear a multidão dos Santos que estão na glória de Deus e são para todos nós motivo de imensa alegria, pois são irmãos e irmãs nossos que souberam viver em Cristo e, pela graça de Deus, alcançaram a plenitude da vida eterna.

– Conferência Internacional do Voluntariado

Por Reinaldo Oliveira

A Conferência Internacional do Voluntariado, que ocorrerá de 15 a 17 de dezembro de 2011, em São Paulo, é um evento realizado pela Rede Brasil Voluntário – RBV e o programa de Voluntários das Nações Unidas – VNU Brasil em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD Brasil e tem o patrocínio do Banco Bradesco, Instituto C&A, Instituto Itaú Social, Instituto Unibanco e Kraft Foods. O evento tem um caráter especial, pois marca a celebração do décimo aniversário do Ano Internacional dos Voluntários – AIV+10 instituído pela Organização das Nações Unidas –ONU, e consolida o conjunto de ações previstas no projeto “Década do Voluntariado”, como a Campanha “O Planeta é Voluntário” e a Pesquisa do Voluntariado no Brasil. O programa e a dinâmica das atividades propostas para este evento buscam valorizar as principais iniciativas e diversidade de temas relacionados ao voluntariado. Ainda destaca-se, como parte da programação, a realização do Encontro das Redes de Voluntariado, onde irão ser dialogadas boas práticas, ferramentas eficientes de comunicação para manutenção das redes e proposto uma agenda comum de integração regional e rede de intercambio.

Com o objetivo de proporcionar diferentes formas de aprendizado, intercâmbio e compartilhamento de experiências, serão realizadas plenárias e painéis. Estão igualmente previstas atividades culturais, com o objetivo de valorizar e mostrar a riqueza e a nossa diversidade artística. A Conferência Internacional do Voluntariado se propõe a contribuir decisivamente para o avanço das reflexões sobre a importância e impactos do voluntariado no Brasil. A Assembléia Geral da ONU proclamou 2001 como o Ano Internacional dos Voluntários em reconhecimento à valiosa contribuição e potencial adicional do voluntariado para o desenvolvimento econômico e social. O voluntariado também é reconhecido pela ONU pelo importante papel que desempenha para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Neste contexto, o AIV + 10 é uma oportunidade para celebrar e também avaliar os progressos realizados pelo trabalho voluntário desenvolvido e incentivado pela ONU, segundo seus quatro pilares: Inscrições gratuitas em:

http://www.conferencia.redebrasilvoluntario.org.br/inscricoes.html

– Bom dia, é?

Chegamos a Novembro.

Para o trabalhador como eu ou como você, que terminou a atividade laboral às 23:30, dormiu a Meia-Noite e as 4:00 estava de pé para nova jornada, que vê o Governo cobrar mais impostos e lê quê apenas 8,9% é devolvido em serviços à Sociedade, que foi pra cama com o saldo no “Vermelhê” e pensou que acordaria no “Azulê” e se enganou, afinal, seus devedores picaretas e despreocupados não pagaram o que deviam (mas você se preocupa e paga corretamente seus credores)…

…Comemorar o quê?

Para ser otimista: pensemos que apesar de tudo isso, muito mais importante é ter acordado vivo, com saúde e saber que tem uma família e que é amado. Que tem um Deus que te ama e que te dá força.

É o consolo. Ai do homem que confia no próprio homem.

– Uma Confissão: a Quimioterapia de Lula

Certas coisas são difíceis. Cada vez que ouço entrevistas sobre o tratamento do presidente Lula, e especialistas falam sobre os procedimentos e conseqüências da Quimioterapia, não tenho como evitar as lembranças de minha mãe, que tanto sofreu a cada sessão quimioterápica. Dores, efeitos colaterais horrendos, falta de lucidez…

Putz, confesso que dá vontade de chorar.

Força Lula. Não gosto do político, mas respeito o enfermo.

Aliás… está demorando para explorarem tal tema: Lula perderá a barba e o cabelo. Como ficará?

– Árbitro pedir camisa de jogador. Pode?

Claro que não. Por motivos óbvios e exemplo práticos, explico:

Normalmente, as grandes equipes costumam entregar kits aos árbitros. Calma, nada de tentativa de suborno, mas souvenirs, lembranças da sua passagem por aquele estádio. Chaveiros, canetas ou camisas. Brindes, em geral.

Pequenas e médias equipes também fazem isso eventualmente, dependo da condição financeira. Certa vez, em Lençóis Paulista, tanto a equipe de arbitragem e os adversários ganharam cestas de chocolates do patrocinador local, que era o fabricante das guloseimas. Em outra oportunidade, em Americana (a equipe do Rio Branco sempre fazia isso), cortes de tecido (a cidade é conhecida como “tecelã”). Em São Carlos você ganhava toalhas. E por aí vai.

Até esse ponto, do oferecimento ser souvenir, tudo bem. Ou algum árbitro se venderá por uma camisa de clube? Claro que não.

Dar uma lembrança e aceitar/ou não, independente do placar, é até mesmo uma questão educacional.

O problema passa a ser o seguinte: PEDIR.

Vi muitas vezes colegas de arbitragem pedirem camisas. Nunca o fiz, pois sempre achei deselegante, e confesso que nunca tive motivos para pedir também. Ganhei, e confesso também, camisas de todos os grandes clubes de São Paulo, que foram por mim doadas. Sempre as recebi com os demais integrantes e nunca sozinho.

Em algumas situações como quarto árbitro, já passei pela delicada situação de árbitro me pedir para solicitar aos dirigentes camisas. Não o fiz por achar apelativo.

Quando a partida foi disputada sem problemas, se não houve polêmica, se tudo ocorreu bem, se por ventura o árbitro sacar da sua mala uma camisa para ser autografada pelo craque do time à um amigo torcedor, penso que tudo bem (embora não faria isso). Já presenciei isso também.

Algo complicado: árbitros que recebem camisas de brinde e as revendem. Isso também já aconteceu. Faturar em cima da gentileza de alguém. É mercenarismo.

O problema em pedir é a contrapartida da equipe em caso de derrota. Já vi dirigente levando camisas antes do jogo e reclamando ao término da partida: “assalta o time e ainda leva camisa”. Difícil…

A FPF proíbe seus árbitros de receberem qualquer coisa em seus vestiários. Presentes e agrados nem pensar.

A CBF, por sua vez, regulou a proibição de aceite em 2004, após a polêmica do dirigente do Vitória, Paulo Carneiro, ter acusado o árbitro Edilson Soares da Silva (lembram-se dele, o famoso Michael Jackson do apito?) de pedir camisas do Santos, após o término da partida Vitória 1 X 2 Santos.

No último sábado, Francisco Carlos Nascimento supostamente teria pedido a camisa de Neymar no jogo entre Santos 4X1 Atlético Paranaense. Repito: para quem ganha taxas de arbitragem num valor considerável e apita uma grande sequência de jogos, o valor de uma camisa é irrisório… Porém, o valor de estima é de ser “a” camisa do Neymar, a roupa em que ele vestia numa atuação de gala, onde a loja não possui; só quem esteve no espetáculo poderia obtê-la com maior facilidade.

O árbitro negou em entrevista, dizendo que foi Durval quem pediu seu par de cartões como lembrança. Mas mesmo se Chicão tivesse pedido, pelos lances polêmicos, seria indevido. Em outras situações, poderia ser estranho, mas aceitável. Antonio Lopes, treinador adversário do Santos, pediu afastamento sumário do árbitro (em: http://ht.ly/7drX5)

É uma questão de cultura. Mas e você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Sobre o jogo entre Santos X Atlético Paranaense, você pode ver a análise da arbitragem no site “Pergunte ao Árbitro”( http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/10/30/o-lance-de-alan-kardec-de-impedimento-passivo-como-defini-lo-analise-da-arbitragem-de-santos-x-atletico-paranaense/) ou no Blog do Professor Rafael Porcari (http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/10/30/analise-de-arbitragem-santos-x-atletico-paranaense-brasileirao-2011-29102011-pacaembu/)

– Marcelo Freixo (PSOL) seria o alvo?

O deputado Marcelo Freixo, incansável lutador contra os milicianos, irá embora do Brasil!

Pois é, por inúmeras denúncias e investigações, descobriu-se que preparam um atentado contra sua vida. Assim, se recolherá em lugar incerto e desconhecido na Europa.

Lamentável… a juíza morta recentemente no RJ é exemplo do que esses caras são capazes.

Para quem não conhece o trabalho de Marcelo Freixo, ele é o persistente deputado que inspirou o “Tropa de Elite 2”.

Informações de O GLOBO (citação em: http://is.gd/aJBTls)

– Péssimo Cartão Postal

Ontem tivemos mais uma prova da Fórmula 1, o Grand Prix de Nova Délhi, na Índia. E aí veio a horrenda apresentação: as 15h do horário local, uma névoa cinzenta cobria o autódromo.

Chuva?

Neca. POLUIÇÃO.

É… desenvolver-se com responsabilidade social é difícil.

– Jogos Pan Americano de Guadalajara. Valeu?

Na classificação final do Pan, o Brasil ficou em 3º lugar, perdendo para os EUA e Cuba. Como o critério é classificar por conquistas de medalhas de ouro, somos a 3ª força esportiva das Américas. Mas se o critério fosse o quadro Geral de Medalhas (o que acho mais justo), passamos a ter a 2ª colocação.

A ODEPA (organizadora do evento) disse que foram os melhores jogos da história, superando os do Rio de Janeiro.

Aí vem a inevitável questão: os jogos da cidade mexicana custaram ¼ do que da cidade carioca. O que podemos falar?

– Dia do Halloween e Dia do Saci

Tenho amigos que acreditam em Saci-Pererê. Aliás, são criadores de sacis e possuem até mesmo uma associação (ANCS – Associação Nacional dos Criadores de Saci)! E duvide deles para você ver…

Digo isso pois hoje é o Dia do Saci! A data foi criada em 2005, contrapondo-se à festa do Halloween. É uma espécie de resposta do folclore brasileiro a uma inculturação americana.

 Entretanto, tanto o Saci como o Halloween tem origens diversas. Uma das estórias conta que o Saci era uma entidade indígena que conhecia as plantas, uma espécie de “deus das ervas”, e misturando-se com a cultura afro, virou negrinho e começou a fumar cachimbo. Depois, nossos escritores o tornaram mais simpático com gorrinho e molecagens! Já o Halloween tem origem Celta e era a festa das vésperas do Dia de Todos os Santos, uma celebração pagã que encontrou um sentido sincrético-religioso.

Dois textos abaixo sobre esse assunto, com as citações abaixo:

DIA DO SACI

O Saci, ou Saci-pererê, é um personagem bastante conhecido da mitologia brasileira, que teve sua origem presumida entre os indígenas da região das Missões, no Sul do país. Inicialmente retratado como um endiabrado, é uma criança indígena, com uma perna e de cor morena, com a diferença de possuir um rabo. Suas histórias se espalharam e chegando à Região Norte do Brasil, a mitologia africana o transformou em um negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje. Herdou também a cultura africana do pito, uma espécie de cachimbo, e da mitologia européia, herdou o píleo, um gorrinho vermelho.

Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios. O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII. O saci não tem amigos, vivendo solitário nas matas. Também conhecido como menino de uma só perna.

A função desta “divindade” era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas.

Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas.

 O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de S. Paulo, colhendo depoimentos sobre o nosso “diabinho”. O resultado foi publicado (1918) em forma de livro: ‘O Sacy-Pererê – resultado de um inquérito’; além de publicar ‘O saci’ – obra-prima sobre o folclore brasileiro – Lobato utilizou a figura do simpático diabrete no conto Pedro Pichorra, em que um menininho se vê confrontado com o seu medo ao Saci. Imortalizado nas histórias contadas à beira das fogueiras nas cidades do interior do Brasil, o Saci ganhou um novo e importante aspecto cultural nos livros de Monteiro Lobato e nas histórias em quadrinhos de Ziraldo, criador da ‘Turma do Saci Pererê’, alcançando desta forma, também as crianças da cidade grande. Figura ainda em muitas histórias do Chico Bento, personagem criada por Maurício de Sousa, típico caipira do interior paulista. Com a contribuição destes escritores o mito do Saci sobrevive à invasão das culturas estrangeiras amplamente divulgadas pela mídia. Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso.

O Saci é apenas o mais famoso integrante do Dia das Bruxas nacional. 

DIA DO HALLOWEEN

Todos os anos, na noite de 31 de outubro, milhões de crianças de toda a América do Norte pintam seus rostos, vestem fantasias e vão de porta em porta coletando doces. Os adultos freqüentemente decoram suas casas com figuras fantasmagóricas, esculpem rostos assustadores em abóboras e põem velas dentro delas para criar lanternas. Infelizmente, em meio a milhões de norte-americanos satisfeitos em suas fantasias, muitos são ademais muçulmanos. Esse artigo ira emitir alguma luz no significado e nas origens da véspera do Dia de Todos os Santos e porque muçulmanos não deveriam participar desta data.

Origens do festival da Véspera do Dia de Todos os Santos

O clássico festival celta (irlandês/escocês/galês), chamado “Samhain”, é considerado por muitos historiadores e eruditos o predecessor da atual Véspera do Dia Todos Santos. Samhain era o dia de Ano Novo dos celtas pagãos. Era também o Dia dos mortos, época em que se acreditava que às almas dos que morreram durante o ano era permitido acessar na “terra dos mortos”. Muitas crenças tradicionais e costumes associados ao Samhain continuam sendo praticados atualmente no dia 31 de outubro.

Os costumes mais notáveis são a prática de deixar oferendas como comida e bebida (hoje doces) para foliões mascarados e fantasiados e, o ato de acenderem fogueiras. Elementos desse festival foram incorporados ao festival cristão de Véspera de Todos os Santos, a noite que precede o Dia de Todos os Santos.

O significado do nome “hallow-even” (Véspera do Dia de Todos os Santos) foi o que nos deu o nome “halloween”. Até recentemente, em algumas partes da Europa acreditava-se em que nessa noite os mortos andavam entre eles e que as bruxas e feiticeiros voavam com eles. Preparando-se para isso, fogueiras eram feitas a fim de repelir esses espíritos maléficos.

No século XIX, brincadeiras de bruxas foram substituídas por travessuras de crianças. O espírito do samhain, uma vez acreditado ser selvagem e poderoso, é agora reconhecido como sendo maligno. Devotos cristãos começaram a rejeitar esse festival. Eles descobriram que os supostos deuses, deusas e outros seres espirituais das religiões pagãs eram trapaças diabólicas. As forças espirituais as quais as pessoas experimentaram duramente o festival eram certamente reais, mas eram manifestações do mal que desencaminhava as pessoas para o culto de falsos ídolos. Conseqüentemente, eles rejeitaram os costumes associados à Véspera do Dia de Todos os Santos, incluindo todas as representações de fantasmas, vampiros e esqueletos humanos – símbolo dos mortos, do diabo e de outras malignas criaturas. É preciso ser notado também que, ate hoje, muitos adoradores de “satã” consideram a noite a noite de 31 de outubro como sendo a mais sagrada e, muitos devotos cristãos hoje continuam se distanciando desse festival pagão.

Texto 1- Extraído de: CLIQUE AQUI

Texto 2 – Extraído de: CLIQUE AQUI

– Árbitro pedir camisa de jogador. Pode?

 

Claro que não. Por motivos óbvios e exemplo práticos, explico:

 

Normalmente, as grandes equipes costumam entregar kits aos árbitros. Calma, nada de tentativa de suborno, mas souvenirs, lembranças da sua passagem por aquele estádio. Chaveiros, canetas ou camisas. Brindes, em geral.

 

Pequenas e médias equipes também fazem isso eventualmente, dependo da condição financeira. Certa vez, em Lençóis Paulista, tanto a equipe de arbitragem e os adversários ganharam cestas de chocolates do patrocinador local, que era o fabricante das guloseimas. Em outra oportunidade, em Americana (a equipe do Rio Branco sempre fazia isso), cortes de tecido (a cidade é conhecida como “tecelã”). Em São Carlos você ganhava toalhas. E por aí vai.

 

Até esse ponto, do oferecimento ser souvenir, tudo bem. Ou algum árbitro se venderá por uma camisa de clube? Claro que não.

Dar uma lembrança e aceitar/ou não, independente do placar, é até mesmo uma questão educacional.

 

O problema passa a ser o seguinte: PEDIR.

 

Vi muitas vezes colegas de arbitragem pedirem camisas. Nunca o fiz, pois sempre achei deselegante, e confesso que nunca tive motivos para pedir também. Ganhei, e confesso também, camisas de todos os grandes clubes de São Paulo, que foram por mim doadas. Sempre as recebi com os demais integrantes e nunca sozinho.

 

Em algumas situações como quarto árbitro, já passei pela delicada situação de árbitro me pedir para solicitar aos dirigentes camisas. Não o fiz por achar apelativo.

 

Quando a partida foi disputada sem problemas, se não houve polêmica, se tudo ocorreu bem, se por ventura o árbitro sacar da sua mala uma camisa para ser autografada pelo craque do time à um amigo torcedor, penso que tudo bem (embora não faria isso). Já presenciei isso também.

 

Algo complicado: árbitros que recebem camisas de brinde e as revendem. Isso também já aconteceu. Faturar em cima da gentileza de alguém. É mercenarismo.

                                                                                                                                

O problema em pedir é a contrapartida da equipe em caso de derrota. Já vi dirigente levando camisas antes do jogo e reclamando ao término da partida: “assalta o time e ainda leva camisa”. Difícil…

 

A FPF proíbe seus árbitros de receberem qualquer coisa em seus vestiários. Presentes e agrados nem pensar.

 

A CBF, por sua vez, regulou a proibição de aceite em 2004, após a polêmica do dirigente do Vitória, Paulo Carneiro, ter acusado o árbitro Edilson Soares da Silva (lembram-se dele, o famoso Michael Jackson do apito?) de pedir camisas do Santos, após o término da partida Vitória 1 X 2 Santos.

 

No último sábado, Francisco Carlos Nascimento supostamente teria pedido a camisa de Neymar no jogo entre Santos 4X1 Atlético Paranaense. Repito: para quem ganha taxas de arbitragem num valor considerável e apita uma grande sequência de jogos, o valor de uma camisa é irrisório… Porém, o valor de estima é de ser “a” camisa do Neymar, a roupa em que ele vestia numa atuação de gala, onde a loja não possui; só quem esteve no espetáculo poderia obtê-la com maior facilidade.

 

O árbitro negou em entrevista, dizendo que foi Durval quem pediu seu par de cartões como lembrança. Mas mesmo se Chicão tivesse pedido, pelos lances polêmicos, seria indevido. Em outras situações, poderia ser estranho, mas aceitável. Antonio Lopes, treinador adversário do Santos, pediu afastamento sumário do árbitro (em: http://ht.ly/7drX5)

 

É uma questão de cultura. Mas e você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Sobre o jogo entre Santos X Atlético Paranaense, você pode ver a análise da arbitragem no site “Pergunte ao Árbitro”( http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/10/30/o-lance-de-alan-kardec-de-impedimento-passivo-como-defini-lo-analise-da-arbitragem-de-santos-x-atletico-paranaense/) ou no Blog do Professor Rafael Porcari (http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/10/30/analise-de-arbitragem-santos-x-atletico-paranaense-brasileirao-2011-29102011-pacaembu/)

– Embu das Artes/SP sediou o 8º Encontro Nacional de Fé e Política

Por Reinaldo Oliveira

A cidade de Embu das Artes/SP sediou nos dias 29 e 30 de outubro o 8º Encontro Nacional de Fé e Política. Mais de 3700 pessoas de todos os Estados brasileiros participaram do evento que neste ano teve como tema “Em busca da Sociedade do Bem-Viver”. O evento reúne grupos cristãos de diversas igrejas engajados na política à luz da fé. Ele tem cunho ecumênico e está aberto a todas as pessoas que consideram a política como dimensão fundamental da vivência de sua fé.  Como acontece desde o 1º Encontro, realizado em 2000 na cidade de Santo André, o padre Jaime na abertura do evento, citou o compromisso dos cristãos em contribuírem para a consolidação de um modelo social pautado na justiça e solidariedade, no qual as pessoas cobrem estes compromisso dos representantes legítimos de seus anseios: os gestores públicos. A seguir ele falou da  alegria em recepcionar os queridos irmãos de todos os cantos do país. Importante lembrar que a “Sociedade do Bem-Viver”  é o desafio de unificar a atividade profissional, com o consumo responsável, o respeito à natureza e o desenvolvimento saudável. O sociólogo Pedro Ribeiro de Oliveira, em sua palestra “Bem Viver, Sabedoria e Política”, destacou que estes conceitos buscam recriar, diante do fracasso do neoliberalismo, um antigo conceito de certas culturas andinas como os Quetchua e Aymará. Várias outras autoridades falaram sobre o tema em suas palestras durante os dois dias. Fazendo ligação com o Evangelho de domingo, dia 30, (MT 23.1-12), onde Jesus fala com indignação profética: “Pois eles falam e não praticam”. Logo, depois de oito encontros, a incoerência entre a fala e a ação, continua sendo o maior pecado. Já se avançou, mas é necessário que mais utopias se transformem em topia. Vemos a severidade das autoridades que aplicam uma carga enorme de impostos, angustiando e penalizando os mais pobres, bem como a má distribuição de terras para quem quer trabalhar. Novamente citando o Evangelho de Mateus: “Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los nem sequer com um dedo”. Aqui novamente a incoerência entre falar e agir. Mas, e assim caminha-se até o 9º Encontro. Neste 8º, foi bonito ver a enorme participação de pessoas do Estado de Minas Gerais e de outros Estados, bem como o que já estão colocando em prática com os ensinamentos recebidos nos encontros anteriores. A caminhada consiste nisso: breve outras utopias se transformarão em topias. Desistir? Jamais!! Da diocese de Jundiaí participaram agentes da Pastoral Fé e Política das cidades de Salto, Itupeva, Jundiaí e Várzea Paulista. O 9º Encontro acontecerá em 2013, em Belo Horizonte. Até lá. Axé!

– O Lance de Alan Kardec de Impedimento passivo. Como defini-lo? (Análise da Arbitragem de Santos X Atlético Paranaense)

Na partida envolvendo Santos X Atlético Paranaense, realizada, ontem, sábado, lances polêmicos de diversas naturezas.

Erro 1: Logo de início, Neymar disputa uma bola com Cleber Santana e é trancado. Lance normal. Entretanto, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento/AL marca infração, e por estar dentro da área, pênalti.

Não havia ninguém atrapalhando sua visão, marcação convicta e bandeira Fábio Pereira/TO corre à linha de fundo. Impressiona a firmeza de um lance tão mal assinalado.

Nem todo tranco é legal. A regra 12 nos lembra que:

Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um adversário (…) dar um tranco em um adversário de maneira imprudente, temerária ou com força excessiva”.

Houve algumas das condições infracionais no tranco de Cleber Santana? Não. Ele dá o tranco disputando legalmente a bola, consciente, sem imprudência (não levando certo perigo por descuido), nem temerária (sem querer lesionar o jogador por risco), muito menos com força excessiva (sem usar força desproporcional que certamente o machucaria).

Assim, interpretou com total equívoco o lance. Começou a perder o jogo ali. Tanto que Antonio Lopes, experiente treinador atleticano, reclamou a partida inteira e nada fez para coibir isso.

Erro 2: Aos 42m, uma jogada bacana para se explicar aos jovens árbitros e curiosos. A bola é lançada, Alan Kardec está em posição de impedimento e resolve nem tentar dominá-la, mostrando que está consciente de que está na posição citada. A bola sobra para Neymar, que em posição legal faz o gol. Muitas reclamações dos paranaenses, e, para surpresa geral, o árbitro volta atrás e marca impedimento!

Para quem não viu o lance, em: http://globoesporte.globo.com/temporeal/futebol/29-10-2011/santos-atletico-pr/#topolances

Para se marcar um impedimento, há 3 condições necessárias para o árbitro e o árbitro assistente analisarem no lance. São elas (impostas pela Regra 11 – Impedimento –  aqui resumidamente):

O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha de fundo do que a bola exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral ou tiro de meta (quando lançada por companheiro)”.

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

2-    Interferir contra um adversário;

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

Alan Kardec não toca a bola no lance; nem atrapalha um adversário tentando dominá-la; muito menos interfere no jogo pela sua posição, já que abdica da jogada. Por quê foi marcado o impedimento então?

Novo grave equívoco. Vendo a imagem, chego a pensar se houve algum toque em Alan Kardec para tal decisão. Mas o que me deixa com a pulga atrás da orelha é: o que motivou tal decisão (a de voltar atrás), após dois minutos ou mais? Tanto o bandeira e o árbitro haviam dado o gol.

Erro 3: aos 54 minutos, Cleber Santana e Edu Dracena disputam um lance pelo alto. Ambos com o braço aberto. Dracena pula com o braço sobre Cleber, que aparentemente empurra Dracena. O árbitro (mal posicionado, revejam o lance, ele não tinha visão aberta da jogada, não estava paralelo aos atletas, uma espécie de “lado cego” para verificar os braços) dá pênalti. Nesse lance, respeito, mas não marcaria nada. Já imaginaram tal lance numa Libertadores da América? Seguiria normalmente. Percebo que Francisco entendeu que Cleber foi faltoso e entendeu empurrão. Se foi empurrão, deveria dar então falta de ataque pelo braço do Dracena, para mostrar coerência de critério. Esse erro é mais aceitável do que os demais.

Agora, o 4º erro: se ele entendeu que foi pênalti, deveria ter dado cartão amarelo, pela posição de Dracena, que teria o cabeceio evitado. Não o fez. Já no primeiro pênalti, marcado equivocadamente, ele deu amarelo!

O 5º erro grave (perceberam que não citamos erros bobos, como faltas invertidas ou cartões indevidamente aplicados ou não) foi o pedido de troca de camisas. Ora, com tanta coisa no jogo, por quê arranjar tal constrangimento? Pedir a camisa para o filho? Ora, compre uma, afinal, a taxa é boa e a sequência de escalas também. Importante: Neymar, que se comportou adequadamente na partida, mostrou amadurecimento como atleta, não foi pivô de polêmicas negativas e jogou muita bola. Assim, imaginaram que alguém poderia levantar a dúvida: “deu o primeiro pênalti para lhe pedir a camisa?” Vexatório tal ato e imoral.

Uma ressalva: fico preocupado com a “necessidade” da CA-CBF em abranger todo o país com as escalas. Nada contra a origem nordestina do árbitro e nortista do assistente, mas sim com a meritocracia.

Reflita: o bandeira 2 era de Tocantins; o árbitro de Alagoas, o bandeira 1 de Sergipe, o 4º árbitro de Mato Grosso do Sul. Teriam eles experiência suficiente para tal jogo? Estariam entrosados?

– Análise de Arbitragem: Santos X Atlético Paranaense, Brasileirão 2011, 29/10/2011, Pacaembu.

Na partida envolvendo Santos X Atlético Paranaense, realizada, ontem, sábado, lances polêmicos de diversas naturezas.

Erro 1: Logo de início, Neymar disputa uma bola com Cleber Santana e é trancado. Lance normal. Entretanto, o árbitro Francisco Carlos do Nascimento/AL marca infração, e por estar dentro da área, pênalti.

Não havia ninguém atrapalhando sua visão, marcação convicta e bandeira Fábio Pereira/TO corre à linha de fundo. Impressiona a firmeza de um lance tão mal assinalado.

Nem todo tranco é legal. A regra 12 nos lembra que:

Será concedido um tiro livre direto para a equipe adversária se um adversário (…) dar um tranco em um adversário de maneira imprudente, temerária ou com força excessiva”.

Houve algumas das condições infracionais no tranco de Cleber Santana? Não. Ele dá o tranco disputando legalmente a bola, consciente, sem imprudência (não levando certo perigo por descuido), nem temerária (sem querer lesionar o jogador por risco), muito menos com força excessiva (sem usar força desproporcional que certamente o machucaria).

Assim, interpretou com total equívoco o lance. Começou a perder o jogo ali. Tanto que Antonio Lopes, experiente treinador atleticano, reclamou a partida inteira e nada fez para coibir isso.

Erro 2: Aos 42m, uma jogada bacana para se explicar aos jovens árbitros e curiosos. A bola é lançada, Alan Kardec está em posição de impedimento e resolve nem tentar dominá-la, mostrando que está consciente de que está na posição citada. A bola sobra para Neymar, que em posição legal faz o gol. Muitas reclamações dos paranaenses, e, para surpresa geral, o árbitro volta atrás e marca impedimento!

Para quem não viu o lance, em: http://globoesporte.globo.com/temporeal/futebol/29-10-2011/santos-atletico-pr/#topolances

Para se marcar um impedimento, há 3 condições necessárias para o árbitro e o árbitro assistente analisarem no lance. São elas (impostas pela Regra 11 – Impedimento –  aqui resumidamente):

O jogador estará impedido se estiver mais próximo da linha de fundo do que a bola exceto se tiver 2 ou mais atletas entre eles ou em mesma linha- não valendo impedimento para lances de escanteio, arremesso lateral ou tiro de meta (quando lançada por companheiro)”.

Ele estará em impedimento ativo quando:

1-    Interferir ativamente no lance, tocando-a;

2-    Interferir contra um adversário;

3-    Interferir por tirar proveito da sua posição.”

Alan Kardec não toca a bola no lance; nem atrapalha um adversário tentando dominá-la; muito menos interfere no jogo pela sua posição, já que abdica da jogada. Por quê foi marcado o impedimento então?

Novo grave equívoco. Vendo a imagem, chego a pensar se houve algum toque em Alan Kardec para tal decisão. Mas o que me deixa com a pulga atrás da orelha é: o que motivou tal decisão (a de voltar atrás), após dois minutos ou mais? Tanto o bandeira e o árbitro haviam dado o gol.

Erro 3: aos 54 minutos, Cleber Santana e Edu Dracena disputam um lance pelo alto. Ambos com o braço aberto. Dracena pula com o braço sobre Cleber, que aparentemente empurra Dracena. O árbitro (mal posicionado, revejam o lance, ele não tinha visão aberta da jogada, não estava paralelo aos atletas, uma espécie de “lado cego” para verificar os braços) dá pênalti. Nesse lance, respeito, mas não marcaria nada. Já imaginaram tal lance numa Libertadores da América? Seguiria normalmente. Percebo que Francisco entendeu que Cleber foi faltoso e entendeu empurrão. Se foi empurrão, deveria dar então falta de ataque pelo braço do Dracena, para mostrar coerência de critério. Esse erro é mais aceitável do que os demais.

Agora, o 4º erro: se ele entendeu que foi pênalti, deveria ter dado cartão amarelo, pela posição de Dracena, que teria o cabeceio evitado. Não o fez. Já no primeiro pênalti, marcado equivocadamente, ele deu amarelo!

O 5º erro grave (perceberam que não citamos erros bobos, como faltas invertidas ou cartões indevidamente aplicados ou não) foi o pedido de troca de camisas. Ora, com tanta coisa no jogo, por quê arranjar tal constrangimento? Pedir a camisa para o filho? Ora, compre uma, afinal, a taxa é boa e a sequência de escalas também. Importante: Neymar, que se comportou adequadamente na partida, mostrou amadurecimento como atleta, não foi pivô de polêmicas negativas e jogou muita bola. Assim, imaginaram que alguém poderia levantar a dúvida: “deu o primeiro pênalti para lhe pedir a camisa?” Vexatório tal ato e imoral.

Uma ressalva: fico preocupado com a “necessidade” da CA-CBF em abranger todo o país com as escalas. Nada contra a origem nordestina do árbitro e nortista do assistente, mas sim com a meritocracia.

Reflita: o bandeira 2 era de Tocantins; o árbitro de Alagoas, o bandeira 1 de Sergipe, o 4º árbitro de Mato Grosso do Sul. Teriam eles experiência suficiente para tal jogo? Estariam entrosados?