– Magazine Luiza Arremata o Baú do SS e se torna o “Vice-Forte”

 

Sílvio Santos vendeu a cadeia de lojas “Baú” – originada do “Baú da Felicidade” ao Magazine Luiza.

 

O varejista do interior paulista cresce mais ainda com tal aquisição. E, SS, o homem do Baú, deve estar sentindo muito…

 

É o custo da reestruturação.

 

Extraído da Reuters: http://is.gd/fm8zXk

 

MAGAZINE LUIZA COMPRA BAÚ E CONSOLIDA VICE-LIDERANÇA

 

Por Vivian Pereira

O Magazine Luiza acertou a compra das lojas do Baú da Felicidade, do Grupo Sílvio Santos, consolidando a posição de segundo maior grupo varejista de eletrônicos e eletrodomésticos do país.

A rede comandada por Luiza Helena Trajano desembolsará 83 milhões de reais pelo Baú, em uma operação envolvendo 121 lojas em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, segundo fato relevante ao mercado nesta segunda-feira. Além disso, o Magazine Luiza adiciona 3 milhões de clientes à sua base de cartões.

A aquisição marca o primeiro movimento da varejista após ter reforçado o caixa em abril com mais de 600 milhões de reais com sua Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês).

“As lojas do Baú estão localizadas em pontos comerciais estratégicos, com foco na classe C, mesmo público-alvo das lojas do Magazine Luiza”, afirmou a varejista.

O movimento de consolidação entre redes varejistas no Brasil ganhou força após o Grupo Pão de Açúcar, alcançar a liderança absoluta do setor com as compras de Ponto Frio e Casas Bahia, anunciadas em 2009.

As ações do Magazine Luiza chegaram a avançar 3,6 por cento nesta segunda-feira, após o anúncio do acordo. Às 12h21, os papéis tinham valorização de 1,92 por cento, a 17,48 reais.

Depois de perder a disputa de Ponto Frio e Insinuante para Pão de Açúcar e Ricardo Eletro, respectivamente, o Magazine Luiza desembarcou no Nordeste, onde ainda não tinha operações, ao adquirir a Lojas Maia em julho do ano passado.

– Você Sabe Quais Produtos dão Retorno de Créditos na Nota Fiscal Paulista?

 

Vá a alguma loja de calçados e compre um par de tênis. Verá que o retorno de ICMS na Nota Fiscal Paulista é muito alto. Mas vá abastecer seu carro ou comprar remédios… o retorno é nulo.

 

Entenda porque alguns produtos devolvem mais impostos do que outro. Abaixo:

 

NEM TODOS OS PRODUTOS DÃO DIREITO AO REEMBOLSO DO ICMS DA NOTA PAULISTA

 

Por Roberta Scrivano, extraído de: OESP, 13/06/2011, Caderno Economia, b8

 

Combustíveis e medicamentos, por exemplo, não devolvem imposto; calçados e roupas remuneram o contribuinte com porcentual acima da média

 

SÃO PAULO – O publicitário Thiago Alves, de 32 anos, já percebeu que sempre que pede a Nota Fiscal Paulista quando enche o tanque de gasolina do carro não recebe a devolução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como é proposto pelo programa do governo. A aposentada Lúcia Bernardo, de 84 anos, também diz que não há retorno de imposto quando compra seus remédios na farmácia.

Além de combustível e medicamentos, cosméticos, produtos de higiene pessoal e limpeza, refrigerantes, bebidas alcoólicas, água, sorvetes, carros novos e pneumáticos também não devolvem ICMS ao consumidor.

Valdir Saviolli, coordenador da Nota Fiscal Paulista, explica que esses produtos são tributados com o ICMS nas primeiras etapas da cadeia produtiva e não pelo estabelecimento que faz a venda ao consumidor final. Como não há recolhimento do imposto na loja, não há como ressarcir o consumidor do imposto pago.

“Mas não é porque não devolve imposto que o consumidor não tem que pedir a Nota Fiscal Paulista”, pontua Saviolli. “A cada R$ 100 em compras, independentemente de ter havido reembolso de ICMS, o contribuinte ganha um cupom para participar dos sorteios do programa”, justifica. Os sorteios são feitos mensalmente com prêmio máximo de R$ 50 mil e mínimo de R$ 10; nos meses festivos (maio, junho, agosto, outubro e dezembro) o prêmio máximo sobe para R$ 200 mil. “Mensalmente distribuímos mais de 1 milhão de prêmios de R$ 10”, frisa Saviolli.

Ao mesmo tempo em que existem produtos que não devolvem o ICMS, há uma lista de itens que reembolsam o consumidor de forma mais robusta que outros.”Calçados, confecções, móveis, artigos de ótica, joias e papelaria são os produtos que darão mais retorno ao contribuinte”, elenca o coordenador do programa paulista.

O motivo para o porcentual de devolução sobre o valor gasto ser mais alto nesses casos, comenta Saviolli, também tem a ver com o tipo de tributação que incide nos produtos. “Esses produtos têm um tipo de tributação mais simples e mais linear”, diz.

 

Na hora do cálculo

 

Outros fatores também são levados em consideração na hora de a Secretaria da Fazenda calcular as devoluções. O tamanho do estoque de determinada loja é um dos itens que são analisados.

“O recolhimento do ICMS é um sistema de débito e crédito. Quero dizer: há débito quando o lojista vende e há crédito quando ele compra do fornecedor”, detalha o coordenador do programa Nota Fiscal Paulista.

Esse tópico também tem variação sazonal. “Em geral, no mês de novembro, quando os estoques estão carregados para atender a demanda do Natal, as devoluções são proporcionalmente maiores”, completa Saviolli.

Outro fator que impacta o valor relativo ao ICMS devolvido ao contribuinte é o número de clientes que pediram a emissão da Nota Fiscal Paulista em um determinado estabelecimento. “Quanto menos pessoas pediram, maior será o valor devolvido”, detalha.

– Acesso à Internet tornou-se um Direito Humano!

 

Eu não sabia e me surpreendi. A ONU colocou no mesmo nível de importância de Saúde e Educação o Acesso Livre à Internet.

 

Motivos: Sinal dos Novos Tempos, claro. Mas também para que haja liberdade de expressão na Web, já que frequentemente vemos nações derrubarem a Internet para não terem opinião contrária.

 

A censura é algo que ainda assusta e persegue o direito – agora assegurado – de expressão na Internet.

– A Fase é Brava…

 

Caramba, há tempos que minha saúde está frágil. Apesar de conviver bem com a labirintite, de ter superado fibromialgias e tendinite pata-de-ganso, desde sexta-feira estou com uma infecção bacteriológica (calma, não é a E.Coli), acrescida de baixa imunidade e estresse emocional. Assim, meus pés racham e a ponta dos dedos abrem feridas, como que se rasgassem nas pontas (igual a se fossem rachaduras de ácido úrico).

 

Tá feia a coisa. Prometo que me cuidarei. Mas o cansaço que ando sentindo… Estou um verdadeiro bagaço!

 

É o estresse. Vou melhorar.

– Provas, Provas, Provas

 

Estamos em uma corrida semana de provas acadêmicas. Como é bom ver ótimos resultados nas avaliações. E como é ruim ver alguns erros indevidos persistindo em reaparecem nas avaliações.

 

Torço para que todos não vejam a minha cara nas próximas semanas (pois será sinal de aprovação e férias antecipadas). Mas àqueles que ficarem de Exame Substitutivo, estamos à disposição.

 

Boa sorte à todos!

– Sabesp e Telefônica, Experiências Antagônicas

 

Amigos, há situações hilárias, outras respeitosas e outras ainda golpistas na prestação de serviços essenciais da população.

 

Abaixo, compartilho o artigo do jornalista Reinaldo Oliveira, sobre experiências positivas e negativas. Sugiro que acompanhem a vivência com a SABESP e depois a comparem com a tragicomédia vivida por ele com a TELEFÔNICA.

 

Espero que o amigo Reinaldo ria, para não chorar… pois, afinal, motivos há!

 

A SABESP ZELA PELA MINHA ESTABILIDADE FINANCEIRA

 

Por Reinaldo Oliveira

 

Caros leitores que me honram com a leitura deste espaço e, que de acordo com pesquisas recentes, são pouco mais de 7 quase chegando a 10 leitores. O dia-a-dia não se cansa de nos pregar surpresas. Umas boas, outras nem tanto, mas enfim: vou falar de uma boa…. tchan, tchan.

A SABESP zela por minha estabilidade financeira. E deu provas disso. Vou lhes dizer como.

Entre 13h e 14h do dia 10 de junho, depois de uma manhã de trabalho, eis que estou almoçando, batem no portão e gritam ….. SAABBEESSPP. Entre medo e temor, tratei de verificar se minhas contas estavam pagas. E estavam. Então fiquei mais tranqüilo e fui atender a quem se anunciava. Era um funcionário de uma empresa terceirizada a serviço da SABESP. De imediato disse que ia trocar o hidrômetro (equipamento que mede o meu consumo de água mensal). Então eu disse: mas não pedi este serviço. E ele educadamente me explicou que, preventivamente para que a SABESP não tivesse prejuízo e nem eu tivesse futuras dores de cabeça, a cada cinco anos esta zelosa empresa faz a troca deste equipamento. E que ele o faria de imediato, se eu permitisse. Só que entendi que não havia uma segunda opção: tinha que permitir a troca do equipamento. E então diante desta revelação explícita de tanto desvelo e preocupação para com o meu consumo e conseqüente evitar um rombo nas minhas finanças, permiti. Antes ele perguntou se eu tinha cachorro: só que ele já tinha visto a minha fera; é a Shelly. Ela é pequenininha … mas, é encrenqueira! Expliquei que ela permite a entrada no quintal, mas caso precisasse sair me avisasse, pois é nesta hora que ela mostra serviço. Acho que como outros prestadores de serviço, como o do gás – que tem que entrar no quintal, o sabespiano não levou meu aviso muito a sério e… por conta de pegar outra ferramenta no carro …. foi sair do quintal. Só ouvi o avanço, porque a Shelly é assim, na saída é que ela cobra seu respeito. Mas não aconteceu nada com o sabespiano. Feito o serviço agradeci e desejei boa tarde a ele. Mas logo, como diz minha amiga Barbara Gancia, este tapuia ficou imaginando: alguns equipamentos, de medição de serviços públicos, tanto aqui – quanto no exterior têm sim, um prazo confiável de utilização, mas achei que cinco anos é pouco. Mas um custo destes deve ser pesado para os outros países que são pobres e não têm 16 milhões de pessoas na linha abaixo da pobreza. Para o Brasil isto não é problema. Dinheiro e riqueza nós temos. E gente capacitada também. Visto que no governo tem gente honesta que multiplica seu patrimônio em pouco tempo. Logo para uma empresa pública isto é fichinha. Pois elas são ninhos dourados para essas avis rara. Só que aí me veio mais uma indagação. È só com a água que a zelosa empresa se preocupa? Explico: ela também presta o serviço de coleta e tratamento de esgoto. E faz mais de dois anos que solicito – inclusive já foi feito matéria na imprensa local sobre este fato, a ouvidoria da empresa e mais de 20 ou 30 funcionários dela, do mais humilde ao mais alto escalão sabem deste fato, que ela efetue reparos num problema grave que ocorre na rua em que moro e que incomoda a todos os moradores – é um caso de saúde publica tratado com descaso e desrespeito. Explico: na rua existe canalização para águas pluviais. Só que tem ligação clandestina de esgoto ligada nesta canalização e, como tem boca de lobo próximo das residências o mau cheiro e proliferação de vários tipos de inseto, é uma constante e piora muito no período quente. Diante disto foi solicitada a zelosa empresa para que fizesse o devido reparo, mas nada é feito. Inclusive o esgoto que escoa por esta canalização está sendo jogado num córrego existente num área de proteção permanente existente no bairro, o que a legislação define como crime ambiental Então fiquei assim admirado da preocupação da zelosa empresa com o funcionamento do equipamento de medição, mas não se preocupa com outros serviços que ela presta. . Vou solicitar que diante desta eficiência explícita, façamos um plebiscito, ou movimento de opinião pública, cujo resultado – positivo é claro, será enviado à presidenta Dilma, indicando instalar várias SABESPs nos Ministérios lá em Brasília, pois lá o dinheiro meu, seu e de todo o povo brasileiro, confiscado em forma de impostos, está vazando pelo ralo. Aproveitando o espaço e diante do exemplo acima, também quero fazer uma solicitação particular à direção da zelosa empresa: seria possível instalar umas SABESPs para cuidar da Telefônica? Explico: há mais de três anos, por dificuldade da Telefônica, que diz não poder me atender com uma serviço de banda larga, por sugestão dela e aceito por mim – mantemos um contrato de prestação de serviço que ela denominou de Internet Ilimitada, pelo qual pago o valor fixo de R$ 29,90 mensal, recebo um serviço de internet de péssima qualidade – enquanto faço uso da internet, minha linha de telefone fica ocupada, mas na Terra Brasilis, da Dilma, do Lula, do Fernando Henrique, do Fernando Collor, do José Sarney, Sérgio Cabral, dos Zedirceu,Palocci,Delúbio e uma infinidade de pessoas probas e honestas, isto é considerado normal. Só tem um porém: descumprindo o contrato feito, a partir do mês de março, sem que recebesse aviso prévio mudaram, à revelia, o sistema de cobrança e no mês de março, com vencimento no dia 12 recebi a conta onde aponta que eu deveria pagar os R$ 29,90 e mais R$ 956,13. Claro, reclamei e pedi providências. Pois bem, em abril a conta veio com os R$ 29,90 e mais R$ 970,93. Claro, reclamei e pedi providências. Pois bem, em maio a conta veio com os R$ 29,90 e mais R$ 1122,57. Claro, reclamei e pedi providências. Pois bem, a conta de junho chegou com os R$ 29,90 e mais 1965,79. Claro, não estou pagando estes valores. Mas falando o português claro, é um pé no saco ir todo mês no PROCON e apresentar reclamação e dizer que não consumo todo este valor que eles me cobram. E pedir que mantenham o valor, ainda vigente, que contratamos. E pergunto: que organização interna tem a empresa Telefônica, pois neste imbróglio todo, mais de 50 pessoas que se dizem funcionários da empresa, não têm capacidade ou não querem resolver o problema. Então faço um apelo: ô SABESP dá uma ajudazinha lá pra Telefônica, pra eles serem mais eficientes iguais a você. E também trazendo aqui mais próximo – dá uma olhadinha na Merenda Escolar de Itupeva. Explico: lá parece que ta faltando um tempero chamado transparência. Em 2009, teve alguma coisa lá e a TV Record veio e fez uma matéria onde falou da falta deste tempero que estava faltando. Vixi. O bicho pegou. Teve uns nobres vereadores que achando que tal fato manchou o nome da cidade, foi lá na TV Record, falaram grosso e reclamaram acintosamente. Disseram que isso não podia acontecer, que Itupeva tem um nome a zelar, enfim protestaram contra esta arbitrariedade. O tempo passou e, na sessão ordinária, da Câmara Municipal de Itupeva do dia 31 de maio passado, através de requerimento enviado ao Poder Executivo, sete nobres vereadores – dos nove da atual legislatura, solicitaram esclarecimentos para o chefe do Executivo e o motivo é o mesmo tempero que a TV Record reportou em 2009. Daí, que solicito a zelosa empresa SABESP dá uma mãozinha pra Itupeva também. A cidade ta precisando e tudo por causa de um tempero da merenda escolar. Ah! Os mesmos vereadores também reclamam de problemas no hospital da cidade. Ajuda lá, vai.  Nossa!! Já pedi demais.  Liga não. Brasileiro é pidonho mesmo. É isso!!

– Quantas Palavras um Treinador de Futebol Precisa Conhecer?

 

Recentemente, Fábio Capello, treinador da Inglaterra, retrucou as críticas de um jornalista que alegou que, por ser italiano, deveria aprender a se expressar melhor na língua inglesa.

 

Capello não titubeou e respondeu:

 

“Se tivesse que discutir economia, poderia ter problemas. Mas, quando se fala de futebol, 100 palavras são suficientes para me comunicar”.

 

E não é que ele tinha razão?

 

Um estudo da Universidade Cambridge, utilizando-se de pesquisas, detectou que 96 palavras são necessárias para um treinador se fazer entender em campo. Destas, 44 são essenciais (como gol, trave, atacante, adversário), e as demais complementares (como árbitro, escanteio, regra). Ao todo, costuma-se usar 935 vocábulos!

 

Abaixo, extraído do próprio blog da Universidade de Cambridge:

(http://dictionaryblog.cambridge.org/2011/03/31/fabio-capellos-100-words-of-football/)

 

FABIO CAPELLO’S 100 WORDS OF FOOTBALL

 

England football manager Fabio Capello has recently come under criticism for his poor grasp of English despite being in the job for over 3 years, but this week he has hit back, claiming he requires “maximum 100 words” to communicate tactics to the England footballers. This comment has been seized on by the English media, keen to criticise the error-prone manager, but also amused at what this tells us about the size of the average English footballer’s vocabulary.

But is Capello’s statement so absurd? Well, as many have pointed out, you need to know far more than 100 words to communicate effectively in English – just the most basic words such as the, to, be, of, in etc amount to far more than that. But let’s be generous to Capello: let’s assume he was not including these words, sometimes referred to as function words, in his putative 100. Let’s assume that in fact he was referring only to the content words, those nouns, verbs and adjectives that provide the meat on the bones of communication. Would it really be possible to talk football with only 100 of these?

At Cambridge University Press, to ensure that our English teaching materials always reflect the real, authentic language, we maintain a vast database of English texts, the Cambridge International Corpus, which now contains over 1 billion words of English in any form in which it occurs – newspaper articles, emails, transcribed conversations, websites, books…furthermore, every such document is coded for the subject area it deals with, allowing us to automatically pull out all the documents relating to football – that’s over 8.5 million words’ worth of football-talk. What’s more, using our smart corpus analysis software we can then compare these documents with the rest of the corpus to pull out those words which are most significantly over-used within the domain of football. Note, this is not the same as just pulling out the most commonly used words – these will be that same set of basic words – the, a, of, be, in etc – mentioned above, which are the most commonly used words in any area of language. Rather, this is identifying those words that are used much more frequently within football English than they are in normal, everyday English.

The resulting list makes for interesting reading; but as many of these come more from non-footballers writing about football rather than footballers themselves writing or speaking, let’s consider which you would really need to coach footballers. There’s the absolute basics, for starters: ball, cup, player, game, match, win, lose, play, team. You’d need to refer to their various positions, of course: so that’s goalkeeper, defender, fullback, midfielder, winger, striker, forward as well as groups – defence, midfield and attack. You wouldn’t be able to get very far without knowing what to call different areas of the pitch – the goal, made up of the goalposts and the crossbar (collectively the woodwork), the box, the touchlines, and of course left and right. Then there are the actions players do in the game – kick, pass, tackle, cross, dribble, shoot, strike, score, equalise, foul, defend, attack, header, touch, mark and of course dive (although we would not wish to suggest England players are ever instructed to do that). That makes 44 words so far.

Then there are words referring to the laws of the game and their enforcement: referee, linesman (these days referred to as the assistant referee), offside, handball, free-kick, penalty, corner, goal-kick, caution, suspension, plus the yellow and red cards (though you could probably get by without knowing any other colours). As international football is all about tournaments, he would need to refer to the various stages of the competition: the friendlies, the qualifiers, the group stage, quarter-finals, semi-finals and, in the unlikely event that England should ever progress that far, the final itself – probably by means of a penalty shootout somewhere along the way. That gets us up to 70.

Then there are the words relating specifically to tactics and training: formation, possession, pressure, defensive, attacking, patience, fitness; the different parts of the game, first-half, second-half, half-time, injury-time, extra-time. Words describing footballers’ qualities: physical, technical, clever, pace, skill, talented. Then those elusive qualities that the viewing public, the fans or supporters, always demand: passion, spirit, pride, excitement. Which leaves just 4 more, and since we’re talking about England, no list of essential vocabulary would be complete without the inevitable defeat, disappointment, humiliation, and the one word England managers live in fear of: sack.

So there you have it, international football in 100 words. And if you need any help with them, Fabio, you know where to come.

 

A lista dos 935 vocábulos em: http://dictionaryblog.cambridge.org/corpus-football-words/