– Telefônica e o Erro contra os Itupevenses

 

Errar e cobrar a menos não erra, não é José?

 

Recebo essa correspondência do amigo Reinaldo Oliveira, residente em Itupeva. E o caso relatado por ele é de total desrespeito da Telefônica: Clientes do produto internet ilimitada receberam contas com cobranças de pulso ao invés de pacote fechado; ou seja, foram cobrados por minutos de discagem! Contas com valores irreais foram eviadas…

 

Olha que absurdo:

 

ITUPEVENSES ASSUSTADOS COM COBRANÇAS PELO USO DA INTERNET

 

Moradores de Itupeva que são usuários da internet, através do produto Internet Ilimitada, serviço prestado pela Telefônica, estão assustados com os valores cobrados pelo uso do serviço. Este produto é contratado pelo usuário e tem um valor fixo. Porém, na conta referente ao mês de fevereiro, além do valor fixo veio também a cobrança em forma de pulso. Por este motivo, todo o período em que o serviço foi utilizado, foi tarifado como se o usuário tivesse fazendo uma ligação normal, gerando com isso, valores muito altos. De acordo com informações de alguns usuários, quando é feito o contrato para a utilização do produto Internet Ilimitada, existe um número de telefone em Itupeva, que é o suporte para este serviço no município. Pois bem: no mês de fevereiro, na relação dos números de telefone, que constam na conta, para os quais o usuário faz ligações habituais, cada vez que ele utilizou a internet, aparece este número de telefone que serve de suporte sendo tarifado como pulso, elevando o valor a ser pago pelo usuário. É recomendado que o usuário que teve este tipo de problema, vá pessoalmente a uma loja da Telefônica, ligue no telefone 103 15 da Central de Relacionamento, ligue também para o 0800 771 5047 e ou visite o PROCON.

– Árbitros Paulistas em Concentração

 

Louvável a iniciativa da FPF em concentrar 7 sextetos de arbitragem em hotéis para a 16ª Rodada. A iniciativa, segundo o Presidente da CEAF-SP, Cel Marcos Marinho, é preservar os árbitros da pressão e do clima de decisão.

Para o propósito ser perfeito, deveriam concentrar TODOS os 10 sextetos e nas rodadas derradeiras também. Mas, tudo bem, é uma experiência.

Ações desse tipo levam a discutir as condições de trabalho dos árbitros sulamericanos e europeus. O fator cultural será muito relevante no debate!

Um exemplo: o árbitro de Chelsea-ING X Copegnague-DIN, pela Champions League, levou 8,000.00 euro por seu trabalho. Aqui, pelo jogo Fluminense-BRA X América-MEX, o árbitro recebeu 800.00 dólares (valores aproximados).

Sensível a diferença, não?

Se lá na Europa temos belos e seguros estádios como Old Trafford, San Siro ou Santiago Bernabeu, aqui nós temos modestas arenas como a de Ibagué, Táchira ou Bombonera. Se a fidalguia ocorre num clássico como Bayern X Intenazionale, a selvageria rola solta em jogos do Banfield ou do Peñarol.

Em suma, a questão é: preparar psicologicamente o árbitro e concentrá-lo num hotel são atitudes profissionais;  entretanto,  não é muito pouco pelas cobranças que ele recebe, num pseudo-profissionalismo travestido de semi-profissionalismo?

Imagine a hipotética partida Prudente X Corinthians numa quarta-feira 22:00h. O árbitro teria que se concentrar na terça e praticamente perder a quinta para o retorno. Como ele não é profissional, depende das suas atividades profissionais particulares. Se empregado, esqueça. Qual empresa permite faltar de terça a quinta no serviço. Se profissional liberal, o reagendamento de seus compromissos o levaria à loucura!

A própria FPF cobra muito com excessivas reuniões e treinamentos, de eficácia duvidosa e planos de carreira obscuros. Pergunte aos árbitros categoria 2 e 3 se estão contentes com tal situação? O retorno em escalas, muitas vezes, não compensa.

E qual a solução? Profissionalizar? Mas com que modelo?

A FPF seria “o patrão”, arcando com os encargos sociais? Haveria um salário mensal adequado e resguardo contra pressões? Teriam um contrato mínimo de trabalho, assegurando a desistência das atividades que exercem na atualidade em seus ofícios?

É difícil responder. Mas o certo e curioso é de que: enquanto os jogadores de futebol discutem com os clubes o fim das concentrações, os árbitros passam a adotar tal regime. Quem estaria certo? Deixe seu comentário:

– Cáritas Diocesana Promove Evento do Terceiro Setor

 

Vamos participar?

 

por Reinaldo Oliveira

 

CÁRITAS DIOCESANA PROMOVE FÓRUM SOBRE O TERCEIRO SETOR

 

No dia 31 de março, das 8h30 às 12h, a Cáritas Diocesana promove o 4º encontro do Fórum sobre o Terceiro Setor. O evento será realizado no anfiteatro da Cúria Diocesana – Rua Engº Roberto Mange, 400, Bairro do Anhangabaú, com palestras ministradas pelo Danilo Brandini Tiesel e Silvana Nader, mediadas pelo Dr. Rodrigo Mendes Pereira (OAB – São Paulo), Dra. Roseli Maestrello (OAB – Jundiaí) e por Maria Rosangela Moretti, da Cáritas Diocesana. O evento é gratuito, aberto ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia.

– Só 2% em Jundiaí? Percentual que Incomoda Muito…

 

O prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad, disse em seu programa semanal de rádio que a cidade é coberta por 98% com rede de esgoto e que os 2% faltantes são na área rural.

 

Ora bolas! Moro no Bairro Medeiros, pago IPTU altíssimo (aqui é considerado Zona Urbana) e não tenho rede de esgoto!

 

Ué, como fica?

 

Prefeito, pede uma força para a assessoria melhorar a informação…

 

E você, paga IPTU como área urbana e se sente na área rural? Deixe seu comentário: