– Exemplo do caso Piracicaba X Hyundai serve à Jundiaí, Sorocaba, Campinas…

 

Cerca de R$ 600 milhões em investimentos diretos e mais de R$ 300 milhões dos recursos indiretos advindos de parceiros (portanto, quase R$ 1 bi!). De empregos, serão 6.000 novas contratações.

 

Esses são os números da Hyundai em Piracicaba. A prefeitura local, dando o terreno e isenção de IPTU por 20 anos, conseguiu a instalação da nova fábrica. A sedução por renúncias fiscais é questionável, mas, ao final das contas, o benefício social é garantido.

 

Parabéns, Piracicaba. Que outras cidades estejam atentas a grandes investimentos e possam negociar as novas plantas.

 

E você, o que acha de isenções fiscais em troca de instalação de empresas? Deixe seu comentário:

 

– Viral da Gisele Bündchen?

 

Nesta semana, vazou por aí um vídeo da Gisele Bündchen varrendo uma suposta casa. E a cada dia, esse mesmo vídeo que aparentemente parece ser amador, ganha ares de profissional.

 

Tá na cara que é um Viral, ou seja, um vídeo solto na rede para iludir momentaneamente as pessoas e ganhar notoriedade. E, depois de um tempo, se revela uma propaganda.

 

Recentemente a Kaiser fez isso, colocando o ator que interpretava o “Baixinho da Kaiser” como namorado da atriz Karina Bach. Depois que as revistas de fofoca noticiaram tal enlace, se revelou que o affair, na verdade, era uma ação publicitária.

 

De quem você acha que é a ação da Gisele? Na minha modesta opinião, 99,9999999% de ser da Sky; afinal, ela é contratada desta empresa. E você?

 

Aguardemos para descobrir!

– Envolvidos no caso “Máfia do Apito” terão que pagar R$ 160 mi!

 

Árbitros, FPF, CBF e apostador: os envolvidos no escândalo “Máfia do Apito”, segundo a Justiça Brasileira, terão que pagar R$ 160 milhões ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.

 

Trabalhei algumas vezes com os árbitros Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon. Felizmente, em nenhum dos ditos jogos suspeitos e posteriormente suspensos. Eram personalidades opostas, e ninguém os via junto na pré-temporada da FPF e nem em conversas informais nas reuniões. Edilson era introvertido, estúpido e antipático. Danelon era piadista, alegre, sorridente. O primeiro amigo íntimo do pessoal da FPF ligado ao Vale do Paraíba. O segundo, ajudava a CEAF.

 

A decisão é de primeira instância. Mas… opinião pessoal: ninguém vai pagar nada, e a impunidade vingará! Infelizmente…

 

Tomara que minha sensibilidade tenha me enganado.

 

Extraído de IG: http://bit.ly/hY3sPm

 

RÉUS DA MÁFIA DO APITO SÃO CONDENADOS A PAGAR 160 MILHÕES DE REAIS

 

A 17ª Vara Cível da Justiça de São Paulo condenou os réus no processo da “Máfia do Apito”, como ficou conhecido o caso de manipulação de resultados no futebol brasileiro e sul-americano que aconteceu em 2005. O ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) terão que dividir uma multa de R$ 160 milhões, enquanto o empresário Nagib Fayad, o ex-árbitro Paulo José Danelon e a FPF (Federação Paulista de Futebol) foram condenados a pagar o equivalente R$ 20 milhões.

 

A divisão dos valores será conhecida na sentença do juiz, que será publicada na próxima segunda-feira. A decisão foi em primeira instância e, por isso, cabe recurso. Inicialmente, a promotoria havia pedido indenização de R$ 34 milhões, mas a Justiça entendeu que esse valor deveria chegar a R$ 180 milhões.

 

A CBF afirmou ao iG, por meio de sua assessoria de imprensa, que irá recorrer. “A CBF ainda não foi notificada, mas informa que essa é a primeira instância e vai recorrer. Temos certeza que a Justiça irá analisar o caso corretamente”, afirmou o diretor de comunicação da entidade, Rodrigo Paiva. Os outros condenados não foram encontrados para comentar a decisão.

 

O procedimento aponta que em casos como esse, uma ação coletiva na qual não há um beneficiário específico, o dinheiro da sentença é enviado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos, que é controlado pelo Ministério da Justiça.

 

O Fundo recebe indenizações provenientes de processos que envolvem danos morais e patrimoniais causados ao meio-ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico. O caso da “Máfia do Apito” se encaixa no direito do consumidor. Se o réu não tem dinheiro para pagar, bens são penhorados. Nenhum dos envolvidos foi preso.

 

O processo criminal sobre a “Máfia do Apito” foi arquivado em agosto de 2009. Os desembargadores Christiano Kuntz, Fernando Miranda e Francisco Menin entederam que não havia na legislação um artigo que enquadrasse o caso. Com a decisão, nenhum dos envolvidos no esquema de apostas colocou sob supeita o Campeonato Brasileiro de 2005 foi punido criminalmente.


A decisão na esfera Cível foi comemorada pelo promotor José Reinaldo Carneiro Bastos, que comandou as investigações no Gaeco (Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado) e acusou os envolvidos na esfera criminal.

 

“Muitas pessoas falam que a investigação não deu em nada, e não é verdade. Foi a maior investigação da história do futebol brasileiro, se não foi do futebol mundial, e teve consequências na esfera desportiva e agora na cível. E na criminal ainda estamos tentando reverter no STJ (Superior Tribunal de Justiça)”, disse Bastos ao iG. Os envolvidos no escânda-lo foram banidos do futebol (os árbitros Carvalho e Danelon). Bastos também se referiu aos 11 jogos anulados pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (leia mais abaixo).

A “Máfia do Apito”

 

Em outubro de 2005, a revista “Veja” revelou investigação conjunta entre Ministério Público e Polícia Federal sobre esquema de manipulação de resultados de jogos de futebol, encabeçado por empresários que apostavam pela internet. Jogos do Paulista, da Libertadores, da Copa Sul-Americana e Brasileiro estavam sob suspeita. Os acusados eram os árbitros Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon, ambos filiados à FPF.

 

Outro acusado era o empresário Nagib Fayad, que com outros três empresários combinava com os árbitros resultados de algumas partidas que apostariam em sites clandestinos na internet. Pela acusação, Carvalho e Danelon recebiam de R$ 10 mil a R$ 15 mil para que o time certo vencesse.

 

No sábado, dia 25 de setembro de 2005, a PF prendeu Edilson Pereira de Carvalho e Fayad. Carvalho trabalhou em 25 partidas em 2005, sendo 11 do Campeonato Brasileiro, que já estava no segundo turno. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu em 2 de outubro anular as 11 partidas comandadas por Carvalho, que foram repetidas. O fato beneficiou o Corinthians, que venceu jogos que havia perdido e acabou na frente do Internacional como campeão brasileiro.