– A Ilha Outdoor da BMW em SC

 

A BMW inovou. Para promover seus carros da subsidiária Mini Cooper, montou uma ilha artificial no meio do Oceano, em Santa Catarina (em Jurerê Internacional – para quem não conhece essa praia, uma boa pedida). No pedaço de terra, apenas um carro e uma bela modelo… O marqueteiro estava inspirado, não?

 

Extraído de Revista Exame, 29/12/2010, por Samantha Lima

 

UMA ILHA PARA O MINI

 

A montadora alemã BMW, dona da Mini Cooper, vai aproveitar a alta concentração de jovens endinheirados durante o verão na praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis, para promover seu simpático – e caro – carrinho. A empresa contratou o artista plástico Eduardo Srur para criar uma ilha artificial onde um Mini Countryman, o mais novo modelo da marca, ficará exposto. Ao seu lado, uma bela modelo passará o dia tomando sol e cuidando de carro. Na areia, binóculos serão distribuídos para quem quiser ver mais detalhes de ambos.

– Para que serve a Copa São Paulo de Jrs à Arbitragem?

 

Com dor no coração constato: neste ano, a Copa São Paulo de Jrs tem sido um desperdício para os árbitros de futebol. E explico: qual o propósito das escalas deste torneio?

 

Se é treinar os árbitros para a série A1, por quê não utilizaram os árbitros de meta nessa competição? Não precisa pedir autorização para a FIFA, já que é uma competição não-profissional.

 

– Na última sexta-feira, na fase de 16ª-de-finais, apitou Paulo César de Oliveira. Ué, o que agrega a um árbitro consagrado como ele apitar tal jogo (aliás, assisti a partida e, como sempre, ótima atuação do amigo PC)? Mas se o propósito era dar ritmo de jogo, escale-o num jogo como Oratório X Cacerense, que somente cumpre tabela.

 

É em um jogo decisivo da Copa São Paulo Jr que você deve dar a oportunidade de árbitros novatos ganharem experiência, nunca em jogos que não valem nada. Cruzeiro x Flamengo pela Copinha vale a escala de um jovem árbitro que se destaque na primeira fase. Aí vai testar o cara na A1? Não pode…

 

Chega a ser covarde deixar jovens motivados que apitaram na Copinha de fora nas fases eliminatórias e dar jogos aos figurões. Parafraseio o Felipão, que na última semana disse que “preferia trabalhar com jovens talentos vindos de time pequeno porque dão o sangue e se matam para aparecer”.

 

Para o Sálvio Spínola, Cleber Abade ou Paulo César em suas carreiras brilhantes, apitar um jogo desse nível é apenas “mais um jogo em suas rotinas”, mesmo que o discurso politicamente correto seja diferente. Mas imagine a motivação aos ex-árbitros prata da FPF em apitar tais jogos? Eles comem grama dentro de campo buscando um lugar ao sol!

 

Boa sorte aos colegas árbitros nessas rodadas finais da Copinha e nesse início de Paulistão. Que possa existir critério para a indicação dos árbitros e não se queime nenhum nome por uma má preparação ao lançá-los em campo.

 

E você, o que acha dos critérios para a escalação dos árbitros dessas competições? Deixe seu comentário: