– Tchau, Lula, o Mimadinho…

 

Atualmente, Guilherme Fiúza está para a Revista Época assim como Diogo Mainardi está para a Revista Veja. E brilhantemente escreveu sobre a saideira do nosso Guia-Mestre Lula.

 

Pasmem, alguns detalhes curiosos de última hora: um assessor para carregar cinzeiro, chacotas sobre jornalistas, amor incondicional à Sarney e desprezo àqueles que tem opinião contrária. Esse é nosso democrático presidente…

 

Teria subido à cabeça o sucesso?

 

Compartilho o artigo escrito na edição 655 de Época:

 

A DESPEDIDA DE UM PRESIDENTE MIMADO

 

Por Guilherme Fiúza

 

É claro que isso não ia acabar bem. Um presidente da República que vê seu cargo, acima de tudo, como fator de ascensão social está condenado à frustração. O elevador que o levou ao topo um dia desce – e esse dia está chegando. Luiz Inácio da Silva terá de se acostumar a parar de chamar seus interlocutores de “meu filho”, entre outros tratamentos irritadiços. Enquanto manda e desmanda no ministério da sucessora – seu último ato senhorial –, o ex-operário não disfarça a agonia de sua volta à planície.

Perguntado se estava no Maranhão para retribuir o apoio da oligarquia Sarney, Lula respondeu que o repórter tinha de “se tratar”. De acordo com o presidente, a pergunta demonstrava falta de evolução da imprensa, e em particular daquele repórter: “Você não evoluiu nada. É uma doença”.

O repórter repreendido por Lula não deve se abater. De fato, é difícil evoluir tão rápido, a ponto de compreender todos os avanços proporcionados ao país pela família Sarney. A resistência a essa modernização vertiginosa foi resumida por Roseana, a governadora dos novos tempos: “É preconceito contra a mulher”.

Também deve ser preconceito contra a mulher a reação de alguns ao projeto de compra do AeroDilma. O avião de meio bilhão de reais, que deverá substituir o AeroLula, é fundamental, segundo o presidente, para que o Brasil não se humilhe nas viagens oficiais. Tem toda razão. Chega de humilhação. Já basta o que os líderes do governo popular gastam de sola de sapato por aí, em anos e anos de comícios nos fins de mundo brasileiros. Uma vez eleitos, o mínimo a que têm direito é um salão de baile a 10.000 metros de altura – sem escalas enfadonhas.

Da altitude do poder, é possível esculhambar repórteres que fazem perguntas indesejáveis. Também é possível reescrever a história. No discurso de despedida do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social – criado em 2003, e que se tornou muito importante por institucionalizar o bate-papo presidencial em horário de expediente –, Lula se emocionou. Disse que foi vítima de uma tentativa de golpe em 2005 (o ano do mensalão) e agradeceu aos conselheiros que permaneceram a seu lado naquele momento difícil. Deve ser mesmo comovente imaginar que, em menos de um mês, não haverá mais plateias simpáticas como essa para ajudá-lo a acreditar no que ele quiser.

Da altitude do poder, é possível esculhambar repórteres que fazem perguntas indesejáveis

Em 2003, recém-empossado, Lula recebeu no Palácio da Alvorada a visita dos humoristas do Casseta & planeta, para uma sessão do primeiro filme do grupo. Bussunda, que era fã de Lula, se fixou numa cena: o presidente estava numa cadeira de rodas, por causa de uma torção no pé. Enquanto era empurrado pelos corredores palacianos, um ministro caminhava a seu lado segurando um cinzeiro, para que o chefe batesse a cinza do charuto que fumava. O humorista achou que havia algo errado com a conquista do palácio pelo povo. Pareceu-lhe que o povo era quem tinha sido conquistado pelo palácio.

Lula foi conquistado pelo poder. E este lhe foi mesmo cativante. Foram oito anos vendo o Banco Central governar, surfando na conjuntura econômica generosa e distribuindo bolsas, repetindo bordões fáceis como PAC e pré-sal, engordando o mito do filho do Brasil. Nem convencer o povo de que Dilma é Lula deu trabalho – e aí, realmente, não se pode querer outra vida. Este 1º de janeiro vai ser mesmo difícil para o operário que chegou lá, e enfrentará seu maior desafio: sair de lá.

Essa outra vida promete ser estranha. Certas delícias vão desaparecer, como ignorar por oito anos a segurança pública e poder declarar, diante da ofensiva da polícia carioca contra o tráfico, que “ocupamos o Morro do Alemão”. Mas nem tudo está perdido. Talvez a máquina de arrecadação do PT lhe consiga alguém para segurar seu cinzeiro. E não há de faltar convite para um passeio no AeroDilma.

– Zero de Saudades!

 

Nesta última semana, ocorreram as provas escritas da FPF. Na próxima, ocorrerão as provas físicas.

 

Sabe o que sinto por elas?

 

NENHUMA SAUDADE.

 

Ser cobrado e ver pessoas menos competentes à frente sempre foi um desestimulo momentâneo e posteriormente um desafio a si próprio. Muitos árbitros têm que se calar, claro, pois ninguém quer ser punido.

 

Felizmente o ranking acabou, assim não há amargor por subterfúgios criados pela Federação Paulista para justificar apadrinhamentos.

 

Diria meu avô-poeta Manelão (meu saudoso vô PI):

 

“De tanto o pardal andar com morcego, dirão que um dia ele dormiu de cabeça para baixo, mesmo que nunca tenha dormido.”

 

Sábias palavras… E sábia decisão minha também em parar. Felizmente, muitos convites na área do futebol surgiram, alguns já aceitos e outros pendentes. Continuo estudando futebol e a arbitragem em geral.

 

Saudade, só de estar dentro de campo.

 

Boa sorte aos meus amigos nesta semana de testes!

– Fé e Razão, ou Religião e Ciência

 

Uma pergunta corriqueira: por que muitos estudiosos muitas vezes não se dão com religiosos? O que a Ciência tem de tão implicante (para alguns) com a Religião?

 

Prefiro sempre lembrar dessa palavra do falecido Papa João Pualo II em uma Encíclica:

 

“Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu”

 

Esse dito é perfeito!

– Palestina/67 como Estado reconhecido pelo Brasil?

 

Lula, de saída da Presidência da República, reconheceu a Palestina como Estado. Até aí tudo bem… Mas com as fronteiras de 1967?

 

Agora, o Brasil se tornou o primeiro país ocidental a tomar tal atitude. O que será que o Estado de Israel achou da audaciosa decisão do presidente brasileiro?

 

Obs: a justificativa oficial é que tal medida ajuda no processo de paz mundial.

 

Ah bom… ajuda mesmo?

– Últimas (Má) Impressões do Brasileirão 2010 e Primeiras (Má) Impressões do Mundial de Clubes 2010

 

O Campeonato Brasileiro acaba neste domingo. Longo, com peculiaridades duvidosas e com o campeão só se definindo nesta última rodada. Vamos a algumas constatações?

 

Quem são os jovens que foram revelados neste campeonato? Antigamente, ao final do Brasileirão, de discutia quem era o melhor de tantos jovens que se destacaram em clubes. Neste ano, de revelação, teríamos quem? Descartem Neymar, afinal ele não é mais revelação pois este foi o ano de se firmar como craque. Dá para contar nos dedos os nomes: Lucas Marcelinho (São Paulo), Dedé (Vasco da Gama) ou Willian (Prudente)? Ok, teremos 2 argumentos: os jovens que seriam revelados foram vendidos antes da hora de explodirem nos times profissionais para o Exterior, ou a safra é fraca mesmo.

 

Quem são os árbitros que se revelaram neste ano? Xi… de revelação, fica difícil. Temos Sandro Meira Ricci como destaque positivo, mas não o considero revelação, pois, afinal, já é uma realidade. Algum nome consensual? Ou não houve espaço para que os jovens se destacassem, ou a safra também é fraca…

 

Veja que curioso: as mesmas questões com as mesmas respostas valem para o Brasileirão-2010 e para o Paulistão-2010.

 

O que talvez diferenciem os torneios são as polêmicas da mala branca e o nível técnico, lógico. Já perceberam que nos anos em que as disputas são acirradas, o tema sempre vem à baila? No ano em que o Cruzeiro de Alex, treinado por Luxemburgo, foi campeão com uma pontuação incrível, não havia essa polêmica. Idem para o título recente do São Paulo com 4 rodadas de antecedência. Quando a disputa é parelha, sempre vem 2 assuntos desagradáveis e já cansativos: mala branca e erros de arbitragem.

 

E entrando no tema mala branca, fico pensando o seguinte: diz-se à boca pequena (sem provas, evidentemente) que o Corinthians poderia pagar 2,5 milhões de reais para o Guarani vencer o Fluminense no Engenhão. Ora, o futebol é emocionante pois permite surpresas, mas… seria possível o time rebaixado vencer o líder do campeonato em domínios do adversário, com torcida entusiasmada e uma diferença técnica gritante? Por maior que seja a grana, o atleta cabeça-de-bagre pode virar craque? Cá entre nós: só se o corretíssimo Vagner Mancini escalar 11 atletas na defesa chutando a bola pro mato. O Guarani não perderá para o Fluminense se praticar escancaradamente o anti-jogo e segurar o 0X0.

 

Agora, pense com a cabeça de um fanático torcedor bugrino: quando o time não podia perder em jogos fáceis para fugir do rebaixamento, perdeu. E nesse momento que pode perder, ganha porque entrou dinheiro de outrem? Acho que os torcedores organizados ficarão fulos caso ocorra uma improvável vitória…

 

Mas ainda há uma outra linha de pensamento. E se existir mala preta? O que é mais fácil: arriscar R$ 2,5 mi vindos de uma mala paulistana para tentar vencer o Fluminense ou ter a garantia do mesmo valor vindo de uma mala carioca para simplesmente “não complicar” o jogo?

 

Qual tarefa é mais fácil?

 

Não estou dizendo que haverá mala preta. Mas… se existe uma, não existe a outra também?

 

A fórmula do campeonato permite isso. Tite, treinador do Corinthians, sugeriu na última terça-feira em uma entrevista à Rádio Jovem Pan que se adotasse o critério de média ponderada dos 3 últimos anos (mais ou menos nos moldes do Campeonato Argentino). A ideia dele é premiar a regularidade, e, consequentemente, fazer com que todo jogo tenha valor (se não para aquele ano, para a composição do período trienal. Na Argentina, isso foi criado como salvaguarda de rebaixamento para os times grandes. Já imaginou o torcedor com calculadora na mão fazendo contas pelo título? Se a regra já valesse, o São Paulo seria novamente campeão (nem é preciso fazer contas).

 

Encerrando, meu palpite: Muricy levará de novo o título. Mas ainda ficará a cobrança: o campeoníssimo treinador vencerá um torneio mata-mata quando? Curioso: grandes treinadores sempre foram questionados: Telê Santana era pé-frio até a conquista dos mundiais de clubes na década de 90.

 

Perguntas inquietantes:

 

1- O que estaria pensando o jovem rapaz de 19 anos do Goiás que vai estrear num jogo profissional marcando ‘somente’ o Ronaldo Fenômeno? Esse não dorme essa noite…

 

E como estamos às vésperas do Mundial de Clubes da FIFA:

 

2- O Capitão do Seongnam Chunma FC (Coréia do Sul), meio-campista Sasa Ognenovski, diz que é possível conquistar o Mundial de Clubes nos EAU. Ele sabe quem são os adversários?

 

3- Se O Hehari United FC de Papua Nova Guiné vencer os adversários no mundial de Clubes da FIFA, será o melhor time de futebol do mundo?

 

4- Aliás, no primeiro semestre, o Inter-BRA e a Inter-ITA eram, teoricamente, os melhores de seus continentes. Agora disputarão o título em Abu Dhabi. Se vencerem, serão considerados melhor que o Barcelona (hoje)? Por quê esse Mundial não é disputado na sequência das disputas da Libertadores e Champions League? Seis meses é muito tempo para os clubes…

 

E você, o que pensa de tudo isso? Deixe algum comentário:

– 1 ano e 9 meses da Marina Porcari

 

Fala Sério: Minha filhinha está uma Gatinha!

 

 

Aqui, com 1 ano e 9 meses.

– Lembrete Evangelista do dia: Solidariedade

 

Para quem participou da Missa nesse sábado, levou uma importante mensagem sem eu coração:

 

“De graça recebeste, de graça deveis dar”

 

Quanta gente que se aproveita do próximo fazendo favores a custos altíssimos! Quem tem algum talento, deve usá-lo em prol da sociedade; nisso se resume a Solidariedade.

– Emocionalmente Abalados, Administradores Assediam Moralmente Mais!

Segundo a Folha de São Paulo, um efeito colateral provocado pela Crise Mundial começa a ser observado: o aumento de casos de Assédio Moral! Emocionalmente abalados, executivos “desforram” em seus subordinados nas organizações.

 

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u538937.shtml

 

CASOS DE ASSÉDIO MORAL AUMENTAM COM A CRISE

 

A.S., ex-diretor de Recursos Humanos de uma indústria de motocicletas, diz que não apoiou a demissão de centenas de funcionários que poderiam ser lesados em seus direitos. Perdeu poder na empresa, foi ameaçado veladamente e acabou demitido no mês passado.

 

O executivo decidiu cobrar na Justiça do Trabalho o assédio moral que acredita ter sofrido após as medidas que a companhia adotou para enfrentar os efeitos da crise mundial.

 

Vendedora de uma empresa de cosméticos, M.S. diz que foi isolada por colegas que temiam a competição no trabalho. Passou a receber e-mails com vírus para atrasar e desqualificar seu desempenho. Teve de trabalhar de madrugada para colocar o serviço em dia até ser afastada por doença física e psíquica e também acionou a Justiça por assédio moral.

 

Advogados relatam que a pressão para melhorar os resultados diante dos efeitos da crise mundial se dissemina e coloca cada vez mais trabalhadores -como o ex-diretor de RH e a vendedora- em situações de possível assédio moral.

 

Em 12 escritórios de advogados consultados pela Folha na última semana, aumentou desde outubro o número de ações trabalhistas ou de consultas para abrir processos e pedir indenizações por assédio moral.

 

A Associação dos Advogados Trabalhistas do Estado de São Paulo (AATSP) estima que os mil profissionais associados ingressaram na Justiça com ao menos uma ação de assédio moral cada um desde que a crise se agravou no final de 2008.

 

Procuradores do Ministério Público do Trabalho em seis Estados (Rio, Pernambuco, Piauí, Ceará, Santa Catarina e São Paulo) e no Distrito Federal investigam 145 denúncias recebidas neste ano sobre assédio nos setores aéreo, bancário, metalúrgico e de comércio.

 

É considerado assédio moral um conjunto de condutas abusivas, frequentes e intencionais que atingem a dignidade da pessoa e que resultam em humilhação e sofrimento. “O assédio moral, também chamado de “terror psicológico” no trabalho, é hoje um dos requisitos para aumentar a produtividade nas empresas, que precisam ser mais competitivas contra a crise”, diz Luiz Salvador, presidente da Abrat (associação brasileira dos advogados do setor).

 

Com o acirramento da competição, o assédio moral tende a crescer intra e entre os grupos nas empresas de diferentes setores -principalmente em segmentos onde a tensão é maior, como mercado financeiro e empresas que tiveram o patrimônio reduzido na crise.

 

“Existe uma crise real e uma imaginária, que torna os funcionários mais inseguros e angustiados. Com essa tensão coletiva, o clima é de maior disputa. Quem está fora do mercado quer entrar, e quem está dentro não quer sair. Os gestores são mais pressionados, pressionam os empregados da produção, e as situações de assédio vão se alastrando”, diz o pesquisador Roberto Heloani, professor da FGV e da Unicamp.

 

O número de consultas ao site (www.assediomoral.org.br) cresceu cerca de 20% desde que a crise se agravou, em outubro, afirma Heloani, coordenador do site. Em alguns escritórios paulistas, a demanda por essas informações subiu em 30% nos últimos dois meses.

 

O assédio, que se espalha do alto escalão à produção, atinge trabalhadores de todas as rendas. Um alto executivo americano que veio ao Brasil comandar grupo de assuntos estratégicos de um banco por quase R$ 60 mil mensais já recorreu à Justiça por assédio. Com a crise, sua função foi extinta. Ele foi deixado em casa até o banco romper seu contrato, antes do prazo previsto e sem pagar a devida indenização.

 

Cobrar metas faz parte do dia a dia de qualquer empresa. O problema, dizem os especialistas, é a forma dessa cobrança. Se houver humilhação e ameaça, está caracterizado o assédio. “A imposição de metas para alcançar maior produtividade não implica qualquer violação aos direitos do empregado. Ao contrário, já que podem servir como motivação para alcançar bônus ou prêmio. Mas as metas não podem ser absurdas nem abusivas”, diz Otavio Brito Lopes, procurador-geral do Trabalho.

 

Não há legislação federal específica para o assédio moral no Brasil. Por isso, parte dos advogados crê que, em épocas de crise, o assédio pode ser “usado” pelos trabalhadores para pleitearem indenizações.

 

“Há pedidos absurdos relativos a assédio moral e com valores desproporcionais. Essa situação é fruto da angústia e desespero dos trabalhadores quando são demitidos. Com isso, demandas verdadeiras de assédio moral ficam sujeitas à ideia de também serem despropositadas”, diz o advogado Guilherme Miguel Gantus.

– O Nefasto Desenvolvimento de Correntes e Emails Mentirosos: uma verdade sobre os combustíveis.

 

Tem gente que quer aparecer. Alguns acreditam piamente em tudo que lêem. Os mais esclarecidos, tiram dúvidas e tentam se certificar com as pessoas devidas que não estão sendo ludibriados. A Internet é como papel, aceita tudo. Você pode escrever uma verdade ou uma mentira, e como fica registrado na rede mundial de computadores (WWW), alguns passam a acreditar.

 

Na verdade, acredito que boa parte de informações da rede, infelizmente, é falsa ou mentirosa. Se você não tem essa sensibilidade é que deve-se ao fato de felizmente ter um relacionamento com sites de grande confiança e nível cultural elevado.

 

Digo isso pois é cada vez maior o número de email mentirosos criados apenas para tumultuar a sociedade ou para algum gaiato se vangloriar de ver seu serviço ganhar tamanho. Vide os imbecis emails difamatórios do “Criança Esperança” ou dos “escorpiões encontrados em brinquedos do playground do McDonals…”

 

A moda agora é de uma suposta campanha contra o consumo de gasolina. Eu, mais do que ninguém, reclamo dos altos impostos do produto (afinal, sou proprietário de um posto de combustível e sofro na pele com os encargos). Já recebi esse email de pelo menos 20 pessoas diferentes e outros tantos de amigos que me questionam. Abaixo, a mensagem que tem sido divulgada amplamente (sem autor, claro, eles se escondem, com as cores e erros de português do original) e mais abaixo ainda a resposta.

 

GASOLINA (GNV,  DIESEL e ÁLCOOL) Como  poderemos baixar os preços??? 

NÃO DEIXE  DE LER ..

Você  lembra do Criança Esperança?

A UNICEF e  a Rede Globo abriram as pernas….

Foi a  força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO
que  DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.

Então  continue a ler. 

Não deixe  de participar, mesmo que  você HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você  não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no preço de custo e conseqüentemente repassados a  você.
Você  sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a  gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool?  Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o  preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool?  E que o Brasil vende nosso álcool para os paises vizinhos à R$0,35 o litro?

QUAL É A MÁGICA ??
Você  sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos “quatro ventos” pelo LULA e sua Ministra DILMA… o Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva  de petróleo do MUNDO.
Realmente,  só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do  DF) o litro, a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros  exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas “terras tupiniquins”.
CHEGA !!!
Se  trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos  esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se  você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover  alguma ação lícita, inteligente,  ousada e emergencial.
Unindo  todos em favor de um BEM COMUM !!! 
Existia  uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca  fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha:  “NÃO COMPRE GASOLINA” em um certo dia da semana previamente combinado, que foi  popular em abril ou maio passado.
Nos USA e  Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelos próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de  Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam “prejudicando a si mesmos”, ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se voce não compra gasolina  hoje… vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio  consumidor, que um problema para os vendedores. 
MAS houve  um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em “relações  de comércio e leis de mercado”, que pensou nesta idéia relatada abaixo  e propôs um plano que realmente funciona.
Nós  precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são  “meia-dúzia”. 
Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós,  os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!! 
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na  parte mais sensível do corpo humano: o  BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!
MAS COMO ??!! 
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e  não podemos deixar de comprar gasolina, gnv, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão  forte a ponto dos  preços dos combustíveis CAIREM, se  todos juntos agirmos para
FORÇAR  UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS. 
É assim que o mercado age!!!
Isso  é Lei de Mercado e Concorrência!!! 
Aqui está a idéia: 
Para  os próximo meses (
DEZEMBRO,JANEIRO E FEVEREIRO…)
não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a 
PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc…) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias  de mercado. Isso  é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE  LEI DA OFERTA E DA PROCURA; 
Mas,  para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples  de se fazer!!
Continue abastecendo  e consumindo normalmente!! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um
BR (Petrobrás). Porque  a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados. 
Mas  não vá recuar agora… Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de  pessoas!! 
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos,  dez pessoas a mais (30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez  pessoas, (300 x 10  = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA “PROGRESSÃO GEOMÉTRICA” QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR).
(fonte da
ANP –  Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas…
A  BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte. 
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS
 E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!
O BRASIL CONTA COM VOCÊ!!! 
 CHEGA DE SER CORDEIRINHOS DESSE BANDO DE POLITICOS CORRUPTOS!!!!!!!!!!! 
 
Não custa tentar !

Agora repassem!!!

 

Um idiota que se acha esperto tentando fazendo acreditar que a UNICEF e a Globo tem um esquema organizado de corrupção através do Criança Esperança. Quanta ingenuidade! A Globo ganha em imagem e marketing institucional, requisitos claros às empresas observados por qualquer aluno de Administração de Empresas sobre “Responsabilidade Social das Organizações”. A Unicef é uma ONG, um braço da ONU que realiza ações nobres (ou tenta) no mundo todo. A prestação de contas é clara e transparente. O resto é bobagem.

 

Sobe os combustíveis, aqui vai a resposta que dei ao meu amigo Evandro, que estranhou tal email por corrente e me escreveu:

 

“Boa noite, Rafael!

 

Já recebi essa mensagem já de vários amigos,

 

vou repassar para você, que conhece sobre o assunto,

 

para ver se ela tem alguma lógica.”

 

(o email é aquela mensagem acima, abaixo a resposta:)

 

“Fala Evandrão! É ‘mais ou menos’ assim. Explico:


Nos países vizinhos, há venda subsidiada pela PDVSA (a empresa de petróleo da Venezuela). Hugo Chavez, em troca de apoio político de países vizinhos, vende petróleo com custo quase zero (o Brasil não entra nessa lista de vizinhos).


A carga de impostos é realmente alta, e os lucros da Petrobras também. Entretanto, há uma lei / norma / política que obriga a Petrobrás a acompanhar o preço do mercado internacional. Assim, como a Europa e os EUA ainda são os maiores consumidores, nosso preço é baseado pelos deles (mesmo sendo uma lei burra – a idéia é que se secassem nossos poços de petróleo, quando importássemos, não tenhamos impacto significativo no preço).


Mas existe um porém: hoje, boicotar a gasolina é irrelevante, pois na maior parte do Brasil o álcool é menos vantajoso do que a gasolina (SP é uma das poucas exceções, o preço está empatando na maioria das regiões do estado).


Em resumo: estamos ferrados mesmo… rsrs


Abração,
Rafael Porcari”

– Quero a Copa do Mundo Jundiaí / Itu / Salto em 2026!

 

Ontem a FIFA divulgou os países que sediarão as próximas Copas do Mundo em 2018 e 2022.

 

Para 2018, deu Rússia. Sinceramente, achei uma zebraça, tendo em conta que a Inglaterra era adversária e é um país pronto para receber o evento, não precisando gastar muito nem construir nada. Talvez esse seja o pecado da Inglaterra: ter tudo pronto e não precisar do Governo para organizar o evento. Alguém duvida que os fatores “influência do governo russo” e, digamos, “muito dinheiro talvez não contabilizado” foram determinantes para a escolha? As candidaturas de Espanha / Portugal e de Bélgica / Holanda também não vingaram.

 

Para 2022, o absurdo é ainda maior: Catar. Quer ver como essa candidatura é indevida? Responda as questões:

A população do país inteiro é equivalente a soma das cidades de Jundiaí, Itu e Salto. Mas se somarmos nossas vizinhas Cabreúva, Itupeva, Várzea e Campo Limpo Paulista, tornamo-nos ainda maior em extensão territorial. Em resumo, o Catar tem uma população menor do que Ribeirão Preto!

Se todas as pessoas economicamente ativas do Catar estiverem no mesmo horário presentes dentro dos estádios de futebol, sobrará metade dos assentos. Eles não lotam, juntos, todos os estádios…

– Teríamos 12 cidades-sedes que sustentariam os estádios? Aliás, qual a população dessas cidades? Se metade da população está em Doha, a capital, quer dizer que corremos o risco de ter uma cidade com o estádio maior do que sua população?

Quantas Copas o Catar já disputou? Como nunca jogou um Mundial e as chances de se classificar são pequenas, a vaga teria sido comprada pelos sheiks?

– Se um dos principais patrocinadores da FIFA é um fabricante de cerveja, e se no Catar o álcool é proibido, quer dizer que os estádios serão território internacional?

– As mulheres de Doha usam véu, dificilmente encontram-se uma burca. Mas dá para imaginar multas brasileiras sambando de biquíni ou Larissas Riquelmes à vontade nas arquibancadas do Catar?

 

Por tudo isso, não vejo o porquê de não podermos receber uma Copa do Mundo em nossa região. Que tal o nome de “Serra do Japi World Cup 2026?”

 

Ah bom… esqueci da nossa principal diferença: o dinheiro dos sheiks. Aliás, muito se fala da grana do petróleo. Mas não é do ouro negro que vem os recursos, mas sim do gás. Opa: gás? Então já temos o candidato a 2030: Bolívia, onde o dinheiro do gás e dos cocaleiros abunda… Disse alguma mentira ou isso não é uma verdade dita em prosa e verso de Evo Morales?

 

E você, o que achou das escolhas de Rússia e Catar? Deixe seu comentário:

– As Agências Bancárias no Complexo do Alemão. E em Jundiaí?

 

Se a ação das Forças de Segurança no Complexo de Favelas do Alemão mudará permanentemente a região, ninguém sabe. Mas algo curioso é o fato do Itaú Unibanco querer abrir agências bancárias nos Morros Cariocas, sendo que o Complexo do Alemão receberá a primeira ação de implantação de novas agências da instituição bancária.

 

O Bradesco foi pioneiro nessas ações, abrindo uma unidade na Favela de Paraisópolis.

 

Fico pensando: guardadas as proporções, que tal uma agência na região do São Camilo? Já que a Prefeitura Municipal de Jundiaí vem se empenhando em modificar aquela comunidade, que tal as ações nãos e limitarem à construção de praças e incentivar tais empreendedores (bancos, lojas, entre outros)?

 

E já que o assunto é agência bancária, que tal os bancos olharem com carinho para outros bairros da cidade? Vejam o caso da região do Parque Eloy Chaves, composta pelo Eloy 1 e 2, Jardim Tannus, Jardim Ermida 1 e 2, Condomínios Morada da Serra, do Barão, Primavera… e muitos outros tantos! Não há uma agência bancária! Qual seria o motivo? Clientes (e clientes em potencial) sobram na região! Uma agência ali beneficiaria outros bairros ainda, como Medeiros e até mesmo a cidade de Itupeva.

 

E você, o que pensa disso? Os bancos estão mal distribuídos em nossa cidade ou o número de agências é suficiente? Deixe seu comentário:

– O Cruzeiro da Fé

Na onda de cruzeiros temáticos (universitários, musicais, clubísticos), surgem os mais diversos e inusitados. Neste ano, um desses bem sucedidos: um cruzeiro religioso, de profissão católica e com propósito de retiro espiritual!

Apesar de não ser popular e acessível, uma boa oportunidade de se aliar fé & lazer.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/51765_O+CRUZEIRO+DA+FE?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

O CRUZEIRO DA FÉ

por José Loes

Durante quatro dias a bordo de um navio, católicos participam de missas e terços, curtem show do padre Fábio de Melo e fazem fila para se confessar

“O negócio dela é padre”, brinca Atílio de Almeida, empresário paulistano de 56 anos, sobre a sogra, Maria de Lourdes Abreu, que completou 90 anos no dia 5 de fevereiro. Contrariando filhos, netos e bisnetos, Maria de Lourdes trocou a festa por uma passagem a bordo do primeiro cruzeiro católico do Brasil, batizado de Navegando com Nossa Senhora. “Minha mãe nem gosta de navio, mas quando soube que era católico e teria show do padre Fábio de Melo, seus olhos brilharam”, lembra Maria Auxiliadora de Almeida, filha de Maria de Lourdes e esposa de Atílio. O passeio inédito em águas brasileiras teve apoio oficial da Igreja Católica. Os organizadores contaram com a ajuda da Arquidiocese de Campinas, no interior de São Paulo, para montar um roteiro de missas, shows e palestras religiosas para os passageiros – sem deixar de lado, é claro, as festas, bebidas e até as jogatinas típicas de uma viagem de cruzeiro. “É uma nova forma de exercitar a fé”, explica Claudemir Carvalho, sócio da CNS Viagens Religiosas (CNSVR), organizadora do evento. Cerca de 1,9 mil passageiros pagaram de R$ 790 a R$ 2,6 mil para embarcar no passeio, que entre os dias 9 e 12 de fevereiro foi de Santos ao Rio de Janeiro, depois a Búzios, para, por fim, retornar a Santos. Duas missas diárias, além de dois terços, somaram seis horas de oração para cada um dos quatro dias de viagem. Todas as cabines se esgotaram quatro meses antes de o navio partir e 300 interessados ficaram na lista de espera. “Ficamos surpresos com a procura e tivemos que dobrar nosso efetivo para dar conta da demanda”, afirma Carvalho.

Há quem arrisque uma explicação para o sucesso de público da empreitada. “A viagem surge como uma forma de unir descanso e diversão sem exageros com convivência familiar, reforço da fé e contato com pessoas diferentes”, teoriza o engenheiro José Roberto de Oliveira, que levou as duas filhas e a esposa, Silvia, de Santo Ângelo, Santa Catarina, para navegar com Nossa Senhora. E como eram diferentes os passageiros a bordo do navio. A pluralidade estava clara já na primeira celebração religiosa a bordo: a consagração de uma réplica oficial da imagem de Nossa Senhora Aparecida. Sob um céu que ameaçava desabar a qualquer momento, a festa reuniu boa parte dos passageiros. Aos gritos de “Viva Nossa Senhora”, eles celebraram a figura da mãe de Jesus Cristo agitando lenços azuis e brancos. Entre os presentes havia freiras de hábito, moças de biquíni e canga, senhores com camisa, senhoras alinhadas, padres de batina e rapazes de bermuda e chinelo de dedo. Essa saudável confusão de estilos permearia toda a viagem e se manifestaria ainda com mais força durante a primeira oração do terço, no dia 9. Reunidos no Bar La Rambla, que funciona como anexo do Cassino Biarritz, no nono dos 12 andares do navio, cerca de 500 fiéis misturaram sotaques enquanto rezavam a velha ladainha, puxada pela hoje missionária Myrian Rios, exsímbolo sexual, ex-atriz e ex- Roberto Carlos, não necessariamente nessa ordem, que fez as vezes de mestre de cerimônias na embarcação. Vez ou outra, as ave- marias eram abafadas por barulhentas máquinas caça-níqueis que, embora oferecessem até US$ 2 mil em prêmios, ficaram vazias.

Um bar no mesmo ambiente, recheado de garrafas de uísque, tequila e vodca a US$ 12 (R$ 21,80) a dose contrastava com o clima de oração. “Um senhor chegou a pagar por um uísque, mas, quando percebeu que ninguém estava bebendo, cancelou”, explica o barman Henrique Tyminski. Se tivesse mantido o pedido, provavelmente não teria atraído olhares de reprovação. A bordo reinava a tolerância. Afinal, onde mais uma dupla de freiras seria abordada por moças de biquíni com latas de cerveja na mão pedindo uma bênção? Essa foi apenas uma das situações inusitadas vividas pelas irmãs Rute e Raquel, da Congregação das Missionárias Josefinas do Coração Eucarístico de Jesus, que vivem em Ituiutaba, Minas Gerais. Situações que encararam com naturalidade. “Conversei muito com o padre antes de aceitar vir, estava preparada”, explica a irmã Raquel. Tanto ela quanto irmã Rute ganharam a viagem de presente de um benfeitor anônimo e sofreram para decidir se iriam. “Chorei demais, mas agora estou achando ótimo”, admite irmã Rute. Segundo ela, conhecer gente diferente estava sendo a parte mais enriquecedora do passeio. Pacientes e sempre de hábito, apesar do calor de mais de 35 graus, as religiosas circularam pelos deques atendendo a todos. E acredite: não é fácil circular de hábito ou batina em um cruzeiro católico. “Dei confissão hoje pela manhã, mas logo tirei a batina”, explicava padre Benedito Tadeu Rossi, à paisana. “Se não tirasse, não ia conseguir andar!” Como as irmãs missionárias, ele viajou a passeio com outro pároco de sua cidade, Araras, no interior de São Paulo, mas se dispôs a ajudar.

A organização conta que tinha estabelecido que dois dos seis padres da Arquidiocese de Campinas fizessem rodízio para atender quem quisesse se confessar. Não foi suficiente. Mais dois sacerdotes ficaram à disposição dos fiéis e o horário de atendimento teve de ser estendido. A sede dos fiéis pelo contato com os religiosos parecia inesgotável. Mas um, em especial, atraiu atenções e flashes como um verdadeiro pop star – padre Fábio de Melo, que já vendeu mais de dois milhões de discos com músicas católicas, além de um milhão de livros da mesma temática. Ele passou como um furacão pelo navio. Os shows que fez – dois oficiais e um extra, na piscina da embarcação – foram os que mais atraíram fãs e fiéis. Para o comerciante de Cubatão Aluízio José dos Santos, padre Fábio é único. “Ele comunica de igual para igual, não usa palavras difíceis”, garante Santos, que embarcou com a esposa, Maria das Graças, numa viagem que, há poucos anos, não passava de sonho. “Via os navios passando da loja em que trabalho em São Vicente (litoral paulista) e pensava que um dia estaria lá dentro”, revela. O Navegando com Nossa Senhora se encaixou bem ao bolso e às aspirações do casal, que tem três filhos. “Da próxima vez vamos tentar trazê-los”, afirma Maria das Graças. Segundo Carvalho, da CNSVR o casal já pode começar a preparar o bolso. Depois do sucesso do primeiro cruzeiro católico, o segundo já tem data para acontecer – de 21 a 24 de janeiro de 2011, em um navio para 2,1 mil passageiros. Haverá espaço para pelo menos mais 300 fiéis. É o milagre da multiplicação.

– Prêmios em dinheiro ao Vencedor do Brasileirão: Quem levará a bolada? Flu, Coringão ou a Raposa?

 

Escrevi ontem sobre algumas curiosidades do Brasileiro (em: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2010/12/01/4-detalhes-da-reta-final-do-brasileirao/). Dando uma fuçada na Internet, achei a relação completa dos premiados no UOL. Veja quanto cada clube ganhará, dependendo da sua posição na tabela.

 

Campeão – R$ 8 milhões;

Vice – R$ 4 milhões

3º: – R$ 3 milhões

4º. – R$ 2 milhões

5º. ao 14º.: – R$ 1 milhão

15º. e 16º.: – R$ 500 mil

17º ao 20º: (rebaixados) – nada.

 

Se tivéssemos uma premiação gradativa entre o quinto e décimo quarto colocado (ao invés de um valor único), será que os clubes ficariam entregando descaradamente os jogos?

 

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2010/12/01/premiacao-da-tv-para-brasileirao-sobe-r-10-mi-e-ratifica-modelo-de-contrato.jhtm

 

PREMIAÇÃO DA TV PARA BRASILEIRÃO SOBE R$ 10 MI E RATIFICA MODELO DE CONTRATO

 

Os resultados das vendas de pay-per-view do Campeonato Brasileiro vão inflacionar a premiação do Campeonato Brasileiro. O campeão de 2010 receberá R$ 3 milhões a mais que no ano passado, enquanto a premiação total crescerá R$ 10 milhões. O resultado ratifica o modelo atual de contrato com a TV, que estimula a assinatura dos pacotes.

A informação do aumento na premiação foi divulgada pela assessoria de imprensa do Clube dos 13, entidade responsável pela negociação dos direitos de TV. Todo ano, parte da renda gerada pelo pay-per-view é repassada aos clubes. Uma porcentagem desse montante é dividido de acordo com a posição final das equipes no Brasileiro.

Em 2010, o campeão levará R$ 8 milhões. O vice terá R$ 4 milhões, o terceiro R$ 3 milhões e o quarto R$ 2 milhões. Entre o 5º e o 14º lugares, cada time receberá R$ 1 milhão, enquanto 15º e 16º ganham R$ 500 mil cada.

Neste ano, o faturamento das vendas de pay-per-view deve render cerca de R$ 150 milhões. A cota mínima oferecida pela Globosat é de R$ 125 milhões, o que significa que o montante extra atingiu R$ 25 milhões.

Os valores explicam a opção do Clube dos 13, revelada pelo UOL Esporte na semana passada, pela manutenção do número de jogos exibidos para o próximo triênio (2012 a 2014). A visão dos dirigentes é que a adição de uma partida na grade da TV aberta diminuiria o interesse pelo pay-per-view, modelo de contrato que mais pode crescer, segundo as previsões da entidade.

Além disso, o Clube dos 13 também decidiu que vai manter a exclusividade na TV Aberta. Na rede fechada e em outras mídias, no entanto, os direitos podem ser divididos. Os clubes devem apresentar o modelo de contrato para as empresas interessadas em breve, mas a negociação só deve ter um fim no próximo ano.

– Ari Barroso e o dia do Samba!

 

Hoje é Dia Nacional do Samba! A data surgiu em homenagem a uma viagem de Ari Barroso a Salvador, num evento que promovia a canção “Aquarela do Brasil”.

 

Por coincidência, ouvi numa emissora de rádio na madrugada uma versão original desta música com o próprio Ari. Sensacional. Que sambinha gostoso para se iniciar o dia!

– Como é Fácil Pagar Dívidas Impagáveis, estando no Governo

 

Falamos há pouco tempo sobre a falta de Ética na Política, utilizando o fato das doações financeiras de Blairo Maggi à campanha do PT PÓS-ELEIÇÕES E ÀS VÉSPERAS DO ANÚNCIO DO NOME DO MINISTRO DA AGRICULTURA, do qual ele é cotado (o artigo está disponível clicando em: ÉTICA NA POLÍTICA É COISA RARA)

 

Pois bem: sabemos que a dívida criada pela campanha de dona Dilma é altíssima. Como pagá-la, sem recursos suficientes?

 

Uma solução é o uso de doações de “empresas amigas”, que depois teriam esse montante financeiro de volta através de vitórias em “concorrências” públicas e o lucro vultuoso nas obras realizadas.

 

Complexo? Imoral? Corruptível? Para nós, sim. Mas para quem tem know-how, nem tanto…

 

Compartilho um email esclarecedor enviado por um amigo e consultor na área sucroalcooleira sobre como se paga essa dívida através de ações suspeitas e totalmente interessadas (omito o nome do emitente por razões óbvias), cujo original está no blog do jornalista José Roberto de Toledo (OESP, clique aqui para visualizá-lo).

 

Veja abaixo se o esquema não é realmente muito bem feito. E nós, pobres mortais eleitores e contribuintes, novamente pagamos as contas:

 

COTADO PARA O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, SENADOR BLAIRO MAGGI DOA R$ 1 MILHÃO PARA A CAMPANHA DE DILMA PÓS ELEIÇÃO

 

Cotado para assumir o Ministério da Agricultura, o senador eleito Blairo Maggi (PR) ajudou em mais de uma maneira a campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Através de suas empresas, o ex-governador de Mato Grosso doou R$ 1 milhão para o Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República, administrado pelo PT.

 

Foram duas doações, registradas na contabilidade oficial da campanha petista. O mais curioso é que elas ocorreram na semana passada, muito depois do término da eleição. Ao que tudo indica, o empresário, um dos maiores produtores de soja do mundo, estava ajudando a fechar a conta da campanha de Dilma.

 

A maior doação foi feita pela Amaggi Exportação e Importação Ltda: R$ 700 mil, na quinta-feira passada. No dia seguinte, a Agropecuária Maggi Ltda doou mais R$ 300 mil ao mesmo Comitê Financeiro Nacional.

 

Na terça-feira, Blairo foi convidado a acompanhar a presidente eleita em viagem a Tucuruí, no Pará, para inauguração de duas eclusas construídas por outro doador da campanha de Dilma, a Camargo Corrêa. Se emplacar mesmo no ministério, ele deverá entrar na cota do PR.

 

O Comitê Financeiro Nacional para Presidente, do PT, recebeu 46 doações de empresas com valores superiores a R$ 10 mil após o término da campanha. Elas somam R$ 12,741 milhões. A maior doação individual foi feita pela Construtora Queiroz Galvão S/A, no valor de R$ 2 milhões.

 

Mas o setor que mais contribuiu após o fechamento das urnas foi o sucroalcooleiro. Foram pelo menos R$ 3,5 milhões nas últimas semanas. Segundo usineiros ouvidos (…), o segmento foi convidado a ajudar a fechar a contabilidade da campanha de Dilma após o término da eleição.

 

A Cosan, maior empresa do setor, fez duas doações em novembro, somando R$ 1,5 milhão. A Copersucar também doou R$ 500 mil no dia 23 passado. E a Usina São Martinho fez dois aportes no dia seguinte que totalizaram também R$ 500 mil.

 

Um caso especialmente interessante é o da Açúcar Guarani S/A. A empresa, controlada pelo grupo francês Tereos, fez duas doações à campanha de Dilma, que totalizaram R$ 1 milhão, nos dias 19 e 22 de novembro. A Petrobras é sócia da empresa.

 

Em abril, a Guarani recebeu um aporte da Petrobras no valor de R$ 682 milhões, o que garantiu 26,3% das ações da companhia à Petrobras Biocombustível. A PBio, como é chamado o braço da estatal voltado ao etanol, deverá investir mais R$ 929 milhões na Açúcar Guarani ao longo dos próximos cinco anos, o que lhe valerá 45,7% do capital da empresa.

– 4 Detalhes da Reta Final do Brasileirão

 

Você sabia que:

 

1. O prêmio para o Campeão Brasileiro de Futebol em 2010 será de R$ 4 milhões; o vice leva metade! O 3º. colocado ganhará R$ 3 milhões, e a 4º colocação paga R$ 2 mi. Vale a pena ou não ser campeão?

 

2. Wilson Luis Seneme não está na lista dos 3 melhores do campeonato (injustamente, na minha modesta opinião – na minha ordem – Ricci, Seneme e PC deveriam estar na disputa). Entretanto, a Conmebol o escolheu para o Sulamericano sub20 justamente pelo seu desempenho no Brasileirão.

 

3. Palmeiras irá para o 33º. ano sem conquistas de títulos com treinadores que não sejam Felipão e Luxemburgo. Talvez, dos clubes grandes, o mais refém de 2 treinadores!

 

4. Pay-per-view por mês custa R$ 56,00. Meu vizinho quer comprar um jogo avulso da última rodada. Preço por jogo: R$ 70,00! No pacote mensal, cada jogo custa R$ 1,66 (considerando-se duas rodadas de meio de semana e quatro finais de semana).

– Administração de Empresas nas Asas da Red Bull

 

Compartilho com os amigos uma história de sucesso empreendedor, publicada na IstoÉ Dinheiro de 24/11/2010, pg113-117, por Eliane Sobral, a respeito do grande CEO da Red Bull, o austríaco Dietrich Mateschitz, que fez uma bebida se tornar um sucesso mundial, utilizando-se de eventos paralelos e boa administração. E anuncia: vem aí a Red Bull Cola e o Red Bull Fone!

 

O HOMEM QUE DEU ASAS PARA A RED BULL

 

É bem provável que você nunca tenha ouvido falar no paulistano Leonard Ang.  Pois Ang defendeu as cores do Brasil e trouxe para cá o inédito título de campeão internacional de… aviãozinho de papel! Para quem já passou dos 30 anos, o Campeonato Mundial de Aviões de Papel, realizado em Salzburgo, na Áustria, pode parecer uma grande bobagem. 

 

Mas milhares de jovens espalhados pelo mundo acompanharam com especial interesse a insólita competição. O próprio Ang teve de disputar o título com outros 73 competidores. Quem inventou o curioso torneio foi o bilionário austríaco Dietrich Mateschitz. Mas no currículo deste homem de 66 anos consta um feito, digamos, mais relevante: Mateschitz praticamente criou o mercado de bebidas energéticas, 28 anos atrás, com o lançamento do Red Bull.

 

Chamar a atenção de forma pouco convencional tornou-se a marca registrada de Mateschitz e, conhecendo um pouco mais de perto o funcionamento da empresa criada pelo empresário, fica a dúvida se o negócio dele é produzir bebidas ou ideias mirabolantes. A resposta mais provável é “os dois”. Ao mesmo tempo que investe um punhado de dólares no torneio internacional de aviãozinho, ele não pensa duas vezes para aplicar US$ 150 milhões numa equipe de Fórmula 1, como fez no ano passado. O resultado, em ambos os casos, mostra que Mateschitz não perderia dinheiro se resolvesse virar publicitário. 

 

Depois de conquistar o título de construtores da Fórmula-1, a Red Bull Racing (RBR) ganhou também o campeonato de pilotos com o alemão Sebastian Vettel. “Se você considerar o alcance global da Fórmula 1 e sua presença maciça na mídia mundial, seja tevê, seja impresso ou online, e ainda a imagem incontestável da F-1 como tope do esporte a motor, o retorno sobre o investimento é tão evidente que nem sequer precisa ser avaliado”, disse Mastechitz com exclusividade à DINHEIRO. 

 

Na Fórmula 1 desde 1987, quando começou patrocinando o compatriota Gerhard Berger, Mateschitz foi ampliando sua presença na principal competição do automobilismo mundial. Em 1995, passou a ser a principal patrocinadora da Sauber. Só dez anos depois é que a marca formou sua própria equipe, a Red Bull Racing. Um ano depois, a empresa comprou a Minardi e a rebatizou como Scuderia Toro Rosso. 

 

Os resultados não poderiam ser melhores. Os investimentos – US$ 150 milhões só no ano passado para manter as duas equipes – deram resultados a Mateschitz dentro e fora das pistas. Com apenas cinco anos de Fórmula 1, a Red Bull Racing conseguiu alcançar mais exposição que a tradicionalíssima Ferrari, de Fernando Alonso e Felipe Massa, de acordo com um levantamento realizado pela consultoria britânica MargauxMatrix. 

Não é só por conta da visibilidade que o empresário foi atrás da Fórmula 1. A categoria reúne atributos – como dinamismo, performance, trabalho em equipe, charme e poder – que casam perfeitamente com as características que o energético produzido pelo austríaco passa para o público consumidor. 

 

“Ultrapassar a Ferrari fora das pistas é um feito incrível”, afirma James Gibson, diretor comercial da consultoria britânica, acrescentando que não consegue imaginar exposição melhor do que essa. Ele não, mas Mateschitz não só imagina como põe tudo em prática. E rapidamente. 

 

Em 2008, quando a Piazza San Marco, em Veneza, na Itália, sofreu uma inundação, o surfista Duncan Zuur, patrocinado pela Red Bull, “pegou uma onda” na enchente e surfou até a polícia chegar e acabar com a festa. O “feito” de Zuur ganhou os jornais do mundo inteiro e só na internet o vídeo foi visto mais de um milhão de vezes. 

 

Com um produto pioneiro e um marketing ímpar, a Red Bull transformou-se numa máquina de fazer dinheiro e é essa máquina que alimenta a fortuna de Mateschitz. Com um patrimônio pessoal de US$ 4,1 bilhões, ele é o segundo homem mais rico da Áustria – só perde para Karl Wlaschek, dono de uma rede de supermercados, com US$ 300 milhões a mais que Mateschitz.

Para manter em movimento as engrenagens dessa máquina, o empresário não economiza no marketing. Nada menos que 35% de todo o faturamento anual da Red Bull é investido na promoção da marca. No ano passado, a receita da empresa foi de 3,2 bilhões de euros, com 3,921 bilhões de latinhas do energético vendidas em todo o mundo – o que coloca a Red Bull no ranking dos maiores exportadores da Áustria, onde a bebida é fabricada.  

 

Mais do que um orçamento bilionário para promover a marca, o que vem transformando a Red Bull num fenômeno global de marketing é a forma que Mateschitz trabalha e faz sua equipe trabalhar. Pode-se dizer que a sede da Red Bull é a versão austríaca do Google – conhecido pela forma descontraída de seus empregados. Lá, todo mundo tem liberdade e é incentivado a criar e ter ideias o tempo inteiro. Ninguém precisa ficar perdendo tempo consultando uma infinidade de escalões superiores para pôr as ideias em prática.

 

Ao mesmo tempo que a informalidade impera, cada um dos quase sete mil funcionários da Red Bull sabe muito bem qual é o seu papel. “Pode-se dizer que Mateschitz é centralizador. Mas também deve-se dizer que ele só centraliza aquilo que não comprometa a performance de sua marca”, diz um executivo do mercado de bebidas, familiarizado com a história da empresa. Outra característica da Red Bull conhecida pelo mercado são os bons salários e a oportunidade de ascensão que ela oferece. 

 

Pedro Navio é um bom exemplo. Está na empresa há dez anos, começou como estagiário e hoje é gerente-geral da Red Bull Brasil. “Mas não é fácil entrar lá. Se você não domina pelo menos dois idiomas, além do seu, já fica na primeira fase do processo de seleção que pode demorar meses para ser concluído”, diz uma jovem que trabalhou por alguns anos na empresa.

O cuidado com sua mina de ouro é tamanho que Mateschitz apressou-se em declarar que sua equipe de Fórmula 1 não faria o abominável jogo de equipe – o mesmo que fez Felipe Massa abrir passagem para Fernando Alonso no GP da Alemanha em agosto e escandalizou o mundo do esporte. 

 

“O mundo inteiro condenou a Ferrari depois do que eles fizeram em Hockenheim e nós nunca sequer pensamos nisso. Um segundo lugar, em circunstâncias corretas, pode ser melhor do que uma vitória em razão de pedidos e confirmações”, diz Mateschitz. De acordo com gente próxima ao empresário, ele estava realmente muito mais preocupado em preservar os valores da marca Red Bull que criou do que em comemorar mais um título ao lado da equipe da RBR. 

 

Traduzindo: ele ficou com medo de que uma atitude antidesportiva contaminasse seu produto. “Queremos estabelecer a Red Bull Racing como uma das três ou quatro equipes de ponta da categoria, lutando por títulos de pilotos e construtores em todas as temporadas. Nossas perspectivas na Fórmula 1 são totalmente de longo prazo”, disse o empresário, que também tem a equipe Toro Roso na competição.  A declaração de Mateschitz também responde à pergunta se pretendia vender o nome da escuderia para bancar as despesas crescentes com o time. 

 

A possibilidade surgiu no meio automobilístico junto com a informação de que a Red Bull já não estaria apresentando o desempenho de pouco tempo atrás. De fato, a crise econômica mundial nos últimos meses de 2008 fez as vendas da empresa recuarem em quase 100 milhões de latas entre 2008 e 2009 e o faturamento caiu 1,66%. 

 

Além disso, na esteira do sucesso do energético austríaco, outros produtos similares surgiram e hoje há mais de 15 marcas diferentes de bebida energética no mercado mundial, entre elas a Burn e a Rockstar, distribuída por Coca e Pepsi-Cola, respectivamente. A Red Bull não divulga números globais, mas, pelo menos no Brasil, ela ainda reina absoluta com 60% de participação de mercado, de acordo com dados da Nielsen. Em 2009, a empresa comemorou não só o crescimento de 30% de vendas aqui como o marco histórico das 100 milhões de latas vendidas no mercado brasileiro.

 

“Nós não levamos o produto para o consumidor, nós trazemos o consumidor para o produto”, diz Mateschitz, para explicar o sucesso de sua empresa e de seu produto pouco saboroso. A escolha do sabor de Red Bull, aliás, é um outro capítulo na história da empresa. “Ele realizou um teste de degustação e ao final escolheu aquele que as pessoas menos tinham gostado”, comenta uma fonte familiarizada com a história da empresa. 

 

O empresário teria justificado a decisão de forma muito simples e objetiva, bem a seu estilo: “Eu não quero que as pessoas gostem de Red Bull. Eu quero que elas amem.” Solteiro por convicção e não por falta de opção, Mateschitz não tem feito outra coisa desde que descobriu o poder dos drinques energéticos: trabalhar incessantemente na marca.

 

A ideia surgiu nos anos 80, quando Mateschitz era executivo de uma multinacional e viajava com frequência para a Ásia. Em Cingapura, taxistas contaram que a bebida era o combustível usado para enfrentar longas jornadas de trabalho. De volta à Áustria, Mateschitz investiu pouco mais de US$ 500 mil para criar a Red Bull e transformá-la na bebida preferida de jovens entre 18 e 29 anos de idade que adoram passar a noite na balada. 

“Eu não sou consumidor do produto, mas admito que acompanho a empresa com muita atenção. O que eles fazem é muito fora da caixa”, diz Silvio Laban, coordenador-geral dos programas de MBA e professor de marketing do Insper. Por “fora da caixa” entenda-se as estratégias de divulgação genialmente simples que a empresa põe em prática para se promover. 

 

Com seus próprios eventos esportivos, a empresa não divide a exposição. “Também não fazem eventos para a massa porque não é a massa que interessa. É o jovem, que passa cada vez menos tempo na frente da televisão”, afirma Laban. Entre as diversas atividades promocionais da Red Bull estão uma corrida de avião – que a empresa inventou em 2001 e que levou 400 mil pessoas ao Aterro do Flamengo, em maio deste ano, só no primeiro dia de competição. 

 

Vários atletas já tentaram atravessar o Canal da Mancha a nado. Pois, em 2003, a Red Bull colocou o paraquedista Felix Baumgartner para fazer a travessia entre a França e a Inglaterra, sobrevoando o canal, sem o auxílio de motores, apenas com um par de asas. Diante dessas ideias, patrocinar um time de futebol parece até meio sem graça. Pois a marca tem duas equipes, o New York Red Bull e o Red Bull Brasil, com sede em Campinas, interior de São Paulo. No total, são mais de 600 atletas patrocinados pela empresa em todo o mundo.

 

Gente pouco conhecida do grande público, mas com credenciais junto à “galera” que consome o energético de Mateschitz. Uma das maiores criadoras de conteúdo no mundo esportivo, curiosamente a empresa até mantém perfil nas mídias sociais mais badaladas do momento – Twitter e Facebook. Mas não é um campeão de audiência. No microblog, por exemplo, tem apenas 94 mil seguidores. 

 

Pouco, considerando-se o estardalhaço que a marca faz o ano inteiro e comparando com outras empresas como a rede de cafeterias Starbucks que possui um milhão de seguidores. “Também não é por acaso”, diz o professor do Insper. “A Red Bull sabe que as pessoas estão mais interessadas em saber o que os consumidores têm a dizer sobre uma empresa do que ouvir o que a empresa fala a respeito de si mesma”, afirma Laban.  

 

A Red Bull e seu criador, o bilionário Mateschitz, realmente não querem caminhar na mesma direção em que todos estão indo. Estima-se que apenas 20% do total investido pela empresa em marketing seja gasto com a publicidade tradicional. A propaganda, cujo slogan diz que “Red Bull te dá asas”, já está devidamente fixada na cabeça do consumidor e tudo o que a empresa precisa é continuar inventando moda. E ela inventa. 

 

As novidades – ainda inéditas no mercado brasileiro – são um refrigerante à base de cola, o Red Bull Cola, e uma operadora de telefonia celular, a Red Bull Móbile, que anda fazendo sucesso na Áustria, na Suécia e na Hungria. A empresa, que já está em 160 países com seu energético, não é mais uma companhia de uma marca só e Mateschitz dá sinais de que o céu é o limite quando o assunto é criar negócios e divulgá-los ao mundo. 

 

Não é só ele que leva a máxima a sério. O estudante de engenharia Leonard Ang voltará a Salzburgo, em 2012, para defender seu título de campeão internacional de aviãozinho de papel. “Como venci a competição do ano passado, estou automaticamente inscrito para a próxima. E já estou me preparando”, diz o estudante, que, depois do título, passou a consumir ainda mais o energético com dois touros vermelhos na embalagem. E isso é tudo o que Mateschitz quer.

– Depois da Praia, Pipoca!

Sensacional… nada a comentar:

E a Marina comeu toda a pipoca depois de nadar!

– Perguntas sobre a Ação Policial no Rio de Janeiro


– A Força de Segurança no RJ esta mostrando serviço. Por que não o fizeram antes?


– Cadê os presos de alta periculosidade? Prender pé-de-chinelo não vale…, é muito pouco.


– E os viciados que sustentam o tráfico, estão aplaudindo também? Onde eles estão? E os ativistas e liberais que defendem esta turma?

 

Respostas difíceis de serem obtidas.

– Trem Bala mais Lento do que se Esperava


Não estou falando da velocidade, mas do processo de licitação do trem-bala. O teto será de R$ 199,00 para o trecho RJ-SP. A obra está orçada em 34 bilhões de reais.


Custa tudo isso mesmo?


O prazo é para 2016, e na última sexta-feira apenas 1 consórcio coreano se habilitou. O Governo cancelou o leilão de licitação esperando outras ofertas.


Se custa 34 bi, o retorno será viável? Quanto tempo levará para se recuperar o investimento? Taí uma questão que eu gostaria de saber.

– Dá-lhe Paulista de Jundiaí

 

Não passou batido o título do nosso glorioso Paulista de Jundiaí. Parabéns ao Galo, bicampeão da Copa Paulista. Viva o nosso Tricolor da Terra da Uva!


Agora, é reforçar o time para o Paulistão e para a própria Copa do Brasil. Voltar a disputar o Campeonato Brasileiro é uma necessidade.


Sobre minha comemoração? Claro que como árbitro sempre fui isento, mas saibam que durante meus 14 anos de FPF paguei meus ingressos direitinho e minha cativa (duas do meu pai e uma minha) estão lá no Jayme Cintra. E pagas em dia!


Fui arbitro, mas sempre serei Paulista de Jundiaí.

– AeroLula e AeroDilma?


Há situações inacreditáveis no Brasil.


Recentemente, o presidente Lula comprou um avião caríssimo, em substituição à antiga aeronave chamada de Sucatão.


Agora, leio e ouço que dona Dilma quer um novo avião, mais potente e mais equipado.

Ei, o que é isso? Tá sobrando tanto dinheiro assim nesse país? Pode gastar a vontade sem dar satisfação a população?


Desejo de CPMF, ânsia por novo avião… Tá começando bem o novo Governo, não?

– Sou fã do Wikileaks!

 

E os arquivos do pessoal da ONG Wikileaks?

Para quem não os conhece, é um grupo de jornalistas que invade o serviço secreto / inteligência de países e divulgam dados importantes à sociedade. Foram pioneiros em denunciar mentiras da Guerra do Afeganistão e do Iraque. Os americanos estão fulos com eles!

 

Nos últimos arquivos (todos com veracidade comprovada), denunciaram conversas secretas entre Pequim e EUA, a pressão de povos da Arábia sobre o Irã e até mesmo a preocupação de Washington com a Tríplice Fronteira. Durante os próximos dias, mais arquivos serão abertos.

 

Vale a pena acompanhar os principais jornais e revistas que estão destacando as descobertas.

– A Arte da Bajulação

 

Olha que texto bacana, publicado na Época Negócios (citação abaixo), sobre “a arte de ser um puxa-sacos”. Como se promover bajulando os chefes!

 

A ARTE DA BAJULAÇÃO

 

As loas disfarçadas aos chefes podem dar aquele empurrãozinho que faltava para sair uma promoção. É o que revela uma pesquisa

 

Por Robson Viturino com Álvaro Oppermann

 

Bajulação e puxa-saquismo não são propriamente uma novidade no cotidiano das empresas. No entanto, para quem rejeita essas práticas sem pensar duas vezes, um estudo recente da Kellogg School of Management traz uma notícia no mínimo preocupante. Por meio de entrevistas com executivos de companhias americanas com atuação em diversas áreas, os professores Ithai Stern e James West¬phal constataram que a subida ao alto escalão corporativo raramente se dá apenas por competência. Em grande parte dos casos, as promoções envolvem uma boa dose de politicagem, diplomacia e bajulação. “Os executivos geralmente ganham o ingresso para as posições mais disputadas usando formas sutis e sofisticadas de adulação”, afirmam os autores do estudo.

Os maiores puxa-sacos, segundo eles, são os advogados, os políticos e os vendedores – não necessariamente nesta ordem. Já no que diz respeito à faixa social, os profissionais oriundos das classes média e média-alta têm se mostrado mais hábeis, quando comparados às pessoas das classes mais baixas. Mas, quando se trata de puxa-saquismo, nem tudo é preestabelecido. Embora alguns grupos tenham maior “talento” para a bajulação, existem táticas que, de acordo com os professores, aumentam significativamente as chances de qualquer profissional saltar aos olhos do chefe.

Stern e Westphal identificaram técnicas de insinuação que, sem soar como abjetas, podem ajudar os interessados a subir os degraus da escada corporativa. Soa cínico, e provavelmente é. Mas vamos a elas:

 

Disfarçar a adulação como pedido de conselho_É o meio de elogiar os patrões sem deixar que o elogio soe como “rasgação de seda” ou cause constrangimento às duas partes. “Esta é uma tática certeira”, dizem os professores.

 

Discordar antes de concordar_Em vez de concordar na mesma hora, o bajulador tarimbado negaceia: “De início eu discordei de você, mas seus argumentos acabaram me convencendo”.

 

Fazer o elogio chegar às pessoas certas_A loa muitas vezes é mais eficaz quando feita indiretamente. Em outras palavras, é melhor falar bem do chefe aos seus amigos, cuidando para que suas palavras cheguem aos ouvidos certos, do que babar o tempo todo na sua gravata.

 

Fazer o elogio desculpando-se, para não constranger o chefe_Para se precaver, o bajulador ensaia desculpas antes de iniciar o paparico: “Eu não quero que você pense que elogio à toa, mas a sua apresentação foi sensacional!”.

 

Expressar a mesma opinião que os superiores_Não adianta concordar com eles. É preciso fazê-lo em voz alta. “Eu sou da mesma opinião” e “Acho que todos nós concordamos com você” são algumas das frases usadas.

Descobrir a opinião dos chefes_Se o bajulador não sabe o que pensam os seus superiores, ele sonda. E depois adequa seu argumento ao da chefia.

– Ética na Política é Artigo Raro: Maggi e Dilma…

 

E a doação depois do final da campanha eleitoral do Blairo Maggi à campanha da Dona Dilma? O PT ficou devendo R$ 27 milhões em virtude das contas não-pagas da campanha eleitoral de 2010. Curiosamente, ontem, o matogrossense doou 1 milhão de reais (ele é um dos maiores agropecuaristas do Brasil; portanto, tal valor talvez seja irrelevante para ele), às vésperas do anúncio do nome do Ministro da Agricultura.

 

Isso é lobby ou compra de cargos? Ético, decerto, não é!

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Leslie Nielsen morreu!

 

Que pena. Leslie Nielsen, grande ator de comédias como “Corra que a Polícia vem aí” morreu ontem. Sua carreira tinha mais de 100 filmes!

 

O cara era um tipo único, ótimas interpretações em papéis cômicos na dose certa. Que descanse em paz.

 

Extraído de http://cinemacomrapadura.com.br/noticias/181335/morre-o-ator-e-comediante-canadense-leslie-nielsen-aos-84-anos/

 

MORRE O ATOR COMEDIANTE CANADENSE LESLIE NIELSEN AOS 84 ANOS

 

No fim desse domingo (29), morreu, aos 84 anos, o ator Leslie Nielsen. Ele estava internado no hospital na Flórida para tratamento de uma pneumonia bastante grave, mas acabou não resistindo a doença e morreu devido a complicações. John Kelly, agente do ator, emitiu um comunicado escrito pela família de Nielsen:

“Estamos tristes pelo falecimento do querido ator Leslie Nielsen, provavelmente melhor lembrado como o tenente Frank Drebin na saga ‘Corra que a polícia vem aí’, embora tenha desfrutado de uma carreira no cinema e na televisão durante mais de 60 anos“.

Ainda em nota, os familiares pedem ao público que, em vez de mandarem flores, remetam doações em seu nome a organizações beneficentes. Doug Nielsen, sobrinho do astro, comentou a uma rádio local que seu tio tinha permanecido hospitalizado por cerca de 12 dias e que sua situação piorou nas últimas 48 horas. Segundo disse, Nielsen morreu rodeado por sua família e amigos às 17h30 hora local.

Nielsen nasceu em Saskatchewan, Canadá, e apareceu em mais de 100 filmes e centenas de programas de televisão ao longo de sua carreira. Sua fama ganhou o mundo quando em 1980 aceitou fazer o médico maluco na comédia cinematográfica “Apertem os cintos, o piloto sumiu”. Com o sucesso desse papel, Nielsen passou a ser um dos comediantes mais requisitados para comédias desse gênero, inclusive a famosa “Corra que a polícia vem aí” e suas duas sequências. Outras comédias que participou foi “Drácula – Morto Mas Feliz”, de Mel Brooks, e “A Repossuída”, com Linda Blair.

Nielsen também viveu o personagem dos desenhos animados Mr. Magoo na adaptação homônima para as telas, entre tantos outros projetos do gênero comédia.

– Impunidade aos Dirigentes Escangalha a Moral do Brasileirão

 

São os jogadores que decidem o Campeonato Brasileiro; às vezes, com mais ou mesmo facilidade (erros de arbitragem, mudanças de tabela, salários atrasados, e outros tantos contratempos). A integridade do Brasileirão não pode ser colocada em dúvida; e, entenda-se “Integridade” como “Honestidade”.

 

Entretanto, me dá um incômodo muito grande quando vejo que por R$ 15 mil, neste mesmo campeonato, tem-se a permissão de chamar um árbitro de safado, ladrão e mal-intencionado. Por esse mesmo valor também você pode acusar a Comissão de Árbitros de armar esquema e do adversário manipular o campeonato por corrupção.

 

Pelo noticiário do contra-golpe da Força de Segurança no Rio de Janeiro sobre os traficantes de drogas, e até mesmo pelas emoções da penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, não repercutiu como devia a levíssima punição imposta pelo STJD ao dirigente cruzeirense Zezé Perrela: 1 mês de gancho (ou 2 jogos apenas) e uma multa de R$ 15.000,00.

Lembro que Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras em lua-de-mel com a CBF, após uma partida envolvendo Fluminense X Palmeiras, chamou o árbitro Carlos Eugênio Simon de “vigarista, crápula e safado (…); está na gaveta de alguém”. Pegou 870 dias de punição.

 

Perrela fez a mesma coisa, mas acrescentou além do árbitro Sandro Meira Ricci o nome de Sérgio Correia da Silva, presidente da CA-CBF e a instituição SC Corinthians Paulista. A pena não deveria ser maior?

 

Ambos estavam de viagem marcada para chefiar a delegação da Seleção Brasileira no Oriente Médio (Omã e Catar, respectivamente). Ambos mantinham boas relações com a CBF. Belluzo rompeu, Perrela não.

 

Às vésperas do julgamento, Belluzo disse que estava nervoso na hora, mas o argumento foi irrelevante para a sua defesa. Perrela, também às vésperas, repetiu as acusações! Ou seja, o palmeirense refugou e o cruzeirense reiterou.

 

Qual foi a diferença do “crime” de um e do crime de outro?

 

Será que como Perrela poupou a CBF, a pena foi outra?

 

Ou a pena de Belluzo foi severa, ou a de Perrela foi branda…

 

O que você achou da pena de Zezé Perrela? Deixe seu comentário:

 

Obs: Ainda não vi manifestação pública da CA-CBF sobre Zezé Perrela. Um ato de repúdio em defesa do árbitro não era necessário? Cadê as ações da ANAF?

– Índice de Universitários no Brasil e Mensalidades

 

Há 15 anos, minha última mensalidade na minha primeira faculdade foi de exatamente R$ 632,00. Quanto custa a sua faculdade hoje?

 

A concorrência aumentou, sobram vagas e sobram instituições, a qualidade do ensino diminuiu em muitas faculdades e a vantagem competitiva passou a ser meramente o preço.

 

Quer um índice interessante? O instituto Data Popular fez um levantamento dizendo que há 5,8 milhões de universitários. Ou seja, quase 3% da população está na faculdade. Não quer dizer que haverá 3% de formandos ao final dos cursos… Afinal, nem todos que começam um curso, terminam. E esses números são cumulativos (independem da série/ano).

 

Para um país que precisa investir em Educação, tais dados são péssimos!

 

Aqui em Jundiaí, vide o número de cursos de Administração de uma década atrás e quantos existem hoje. Tornamo-nos um polo educacional, e, de coração, espero que de alta qualidade.

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

 

CLASSES C E D COM AS MÃOS NO DIPLOMA

 

(extraído de isto É Dinheiro, Coluna Dinheiro na Semana, pg 16, Ed 247/11/2010)

 

Uma pesquisa realizada pelo instituto Data popular mostrou que os representantes das Classes C e D ganharam mais espaço no ensino superior brasileiro. No período de 2002 a 2009, o número de universitários subiu de 3,6 milhões para 5,8 milhões e as classes C e D passaram a representar 57,1% e 15,3%dos muniversitários, respectivamente. Confira mais dados:

 

Classe A – 7,3%

Classe B – 19%

Classe C – 57,1%

Classe D – 15,3%

Classe E – 1,2%

 

Variação do preço médio das mensalidades das universidades privadas brasileiras:

Em 1999 – R$ 532,00

Em 2009 – R$ 367,00.

– Só na Segunda-Feira mesmo…

Como sou acostumado a trabalhar os 7 dias da semana, e nestes dias tive uma semana corrida (correção de provas, aumento no preço dos combustíveis e outros compromissos), vou me dar um certo luxo de descansar hoje também.

Subo a Serra amnhã. Serviço, hoje, nem pensar!

– Mais uma Caipirinha?

Hoje não temos assunto.

Estou na praia, tomando uma caipirinha, só com a família. Ótimo programa. Voltamos amanhã?

– Vamos mudar a data da Copa do Mundo do Brasil?

 

Natal não teve nenhuma empresa interessada quando da abertura dos envelopes para a construção da Arena das Dunas. Pior do que cronograma de obras atrasado, é o fato de nem existir projeto definitivo e nem se ter empreiteira disposta a tirá-lo do papel. Um verdadeiro mico…

 

O Rio de Janeiro assusta pela violência. São Paulo nem tem projeto de estádio. Brasília diz que ainda está na briga pela abertura. O Ministro Mantega quer mudar o cálculo inflacionário para não contabilizar os aumentos dos alimentos e dos combustíveis…. “Cenariozinho” promissor para 2014, não?

 

Uma sugestão: que tal dar a Copa de 2014 para um dos candidatos a 2018 (a Inglaterra, por exemplo, tem plenas condições de realizar uma Copa do Mundo na semana que vem) e ficamos esperando mais um tempo?

 

É fácil comparar: estamos no mesmo patamar de obras (ou até atrás) dos projetos de 2018 que nem tem país sede definido!

 

E você, o que acha disso? Seria uma boa idéia trocar 2014 por 2018? Deixe seu comentário:

– Mudar o Cálculo da Inflação nos Remete aos Tempos de Collor e Sarney

 

Há certas incoerências na Política e na Economia. Nesta quinta-feira, o ministro Guido Mantega deu uma entrevista à GloboNews e, dentre tantas coisas, falou sobre a inflação. Para alcançar as metas desejadas, ele até mesmo sugeriu modificações no cálculo inflacionário, excluindo simplesmente COMIDA  e COMBUSTÍVEIS.

 

Ora, os alimentos e o óleo diesel (cujo preço norteia o frete dos alimentos) são os principais fatores de preocupação da inflação. O brasileiro será enganado na cara-dura?

 

Lembram-se das épocas do Sarney e do Collor? A inflação era absurda, e o Governo mudava a metodologia do cálculo ao seu gosto, fazendo o número que quisesse! E a população acreditava nos índices…

 

E você, o que pensa disso? Será real o índice da inflação divulgado sem contabilizar os aumentos de alimentação e combustíveis? Deixe seu comentário:

– A Volta por Cima da Sundown ou não?

 

Sou do tempo em que Bicicletas eram ou Caloi ou Monark. Importada? Só da Trek!

 

Claro que o panorama e o mercado mudaram. E um sem-número de novas marcas ganhou o mercado. Recentemente, uma delas, a Sundown, andou se destacando como a 3ª do ramo. Agora vejo na Revista Exame desta quinzena (17/11/2010, pg 19, por Marcelo Onaga) que a empresa tenta se recuperar, devido a inúmeros contratempos.

 

A SUNDOWN TENTA SAIR DA LAMA

 

A montadora de motos Sundown, que chegou a ser a terceira maior fabricante do país com 5,5% do mercado e produção de 90.000 unidades, tenta se reerguer. Depois de seus sócios Rolando e Isidoro Rozenblum enfrentarem acusações de sonegação fiscal e fraude, serem presos pela Polícia Federal e fugirem para o Uruguai, o controle da empresa foi comprado pelos empresários paranaenses Edison binotto e Fernando Buffa em junho dete ano. Problemas na transferência das ações, que só foi concluída no fim de outubro, deixaram a fábrica parada. Os novos sócios não pagam os salários dos 330 funcionários desde agosto e reconhecem dívidas de aproximadamente 2,5 milhões de reais. Hoje, a Sundown tem 0,8% de participação de mercado e suas concessionárias sofrem com a falta d eprodutos. Buffa, que preside a empresa, diz que voltará a pagar os salários em novembro e prevê a normalização da produção em 6 meses. “A marca é forte e temos um bom estoque de peças. Vamos voltar a conquistar o mercado”, diz.

– Renascer dia-a-dia, Reinventar-se, Repensar-se.

Disse Jesus a Nicodemus: “Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.

Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.

RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;

SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;

PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’?)

– Cuidados com o 13º Salário

 

Por Reinaldo Oliveira

 

FIM DE ANO. CUIDADO COM O SEU DINHEIRO

 

O fim do ano chegou. Este é um período que, suscitado pelo clima de fraternidade, as pessoas ficam mais sensíveis, afetivas. Há uma mudança nos costumes, tudo é enfeitado com cores que traduzem alegria. Porém, é necessário cautela com os gastos de fim de ano. É preciso ter cuidado com o uso do dinheiro para que, o início e todo o novo ano, sejam de acordo com os votos que costumeiramente desejamos uns aos outros: de feliz ano novo. E porque este cuidado, esta prudência com os gastos? Simples. Como está cheio de exemplos por aí, e como diz o dito popular, às vezes dá-se o pulo maior do que a perna; ou seja: se gasta mais do que ganha. Logo, é importante lembrar que só a poupança garante o futuro. Dados recentes informam que a população, a massa de trabalhadores está endividada. Uma pesquisa informa que 60% dos assalariados vão usar o 13º para pagar contas atrasadas, que são contas muito caras – porque normalmente nelas estão embutidos muitos juros. Para se ter uma idéia, o cartão de crédito chega a 240% de juros ao ano. E é comum muitas pessoas estarem com o pagamento do cartão atrasado. Outro que come boa parcela do dinheiro, em forma de juros é o cheque especial: 140% ao ano. E o 13º salário que foi criado como um bônus, um prêmio com direito ao ócio, está sendo incorporado no orçamento do trabalhador hoje, apenas para pagar contas atrasadas. Apenas 12 de cada 100 trabalhadores vão guardar o 13º para o pagamento de impostos de início de ano e despesas escolares e, apenas 3% vão usar para reforma ou aquisição da casa própria. No ano passado e neste, a crise no mundo afligiu países como Islândia, Espanha, Grécia e mais recente Irlanda e Portugal. Durante estas crises no mundo, internamente a área econômica do governo pediu para que a população brasileira continuasse produzindo, comprando, consumindo e foi atendida neste pedido. Parece que, de acordo com as pesquisas, aos poucos a conta foi aparecendo, e agora no fim do ano tem uma grande parcela da população com dívidas quase impagáveis. O alívio é o 13º.  Logo ele não é mais do trabalhador, mas sim, para pagamento de tudo aquilo a que ele é ou foi induzido a consumir. TV analógica? Que coisa antiga. Compre uma HD. Seu colega de serviço comprou carro novo? Que vergonha, você com o mesmo carro já há vários anos. Celular? O negócio é deixar o antigo de lado e comprar sempre o modelo mais recente. E assim vai. As tentações são grandes. E você cai que nem patinho. Com isso o comércio lucra, o povo se endivida e os banqueiros, que trabalham como o seu, meu e o dinheiro de todo mundo, ficam cada vez mais ricos. Então esteja atento e economize seu suado, mas importante dinheirinho. Ano novo e governo novo. A mudança de ano e de governo não espanta a crise, nem aumenta seu poder aquisitivo. Logo cuidado com o seu dinheiro. É isso!!