– A Decisão da Suspensão do Rodeio de Jaguariúna

O Rodeio de Jaguariúna foi suspenso. Lembram-se do ano passado, quando houve mortes por causa da superlotação? Pois é: a promotora Kelly Giovana alegou que os promotores não tomaram as providências necessárias, e exemplificou: numa área determinada, havia a determinação de lotação máxima de 5.500 pessoas. Somente a empresa Ingresso Fácil vendeu 5.600 para essa mesma área, fora os VIPs e cortesias, segundo a Rádio CBN de Campinas em seu noticiário matinal.

O desrespeito às pessoas é algo impressionante, não?

– A Era Dunga, debatida no Museu do Futebol

Amigos, haverá mais um encontro no ciclo de palestras sobre as Copas do Mundo, a ser realizado pelo Memofut + Museu do Futebol. Agora, a temática será “A Era Dunga”, com Maurício Noriega e Gustavo Carvalho.

Abaixo, a programação, com entrada TOTALMENTE GRATUITA, enviada pelo jornalista José Renato Santiago:

O BRASIL NAS COPAS – “A ERA DUNGA (1990/1994/998)”

 Palestra com MAURÍCIO NORIEGA e GUSTAVO CARVALHO sobre O BRASIL NAS COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL

 

O Grupo Literatura e Memória do Futebol – MEMOFUT em parceria com o Museu do Futebol está promovendo uma série de reuniões, aos sábados pela manhã, apresentando a participação do Brasil em Copas do Mundo de Futebol

 

Programação:

8 de maio – sábado

Horário: 10h às 12h

 Palestra: “A ERA DUNGA (1990/1994/1998)”  com MAURÍCIO NORIEGA – Jornalista, apresentador e comentarista do canal SPORTV. Autor do livro “Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro” (2009) e GUSTAVO CARVALHO – Jornalista, Engenheiro e Pesquisador, membro do MEMOFUT e autor do livro “Milani – O Craque Aviador” (2009) e co-autor do livro “Copas do Mundo – Das Eliminatórias ao Título”, (2006).

 

Local: Auditório Armando Nogueira -Museu do Futebol – Praça Charles Miller – Estádio do Pacaembu

Entrada gratuita

 

Para mais informações sobre eventos do Museu do Futebol, acesse:

Museu do Futebol – www.museudofutebol.org.br     

– Problemas de Saúde a Contonar

Queridos Alunos,

Ontem um (novo) contratempo com minha saúde provocou outra ausência.

Não pode se tornar uma constante. Estou entrando num tratamento para poder contornar melhor a situação. Na próxima semana estaremos juntos, saudável e intelectualmente.

Att

Porcari

– Lei de Incentivo à Contratação de Presos

Leio que diversos estados da federação estão observando com bons olhos a medida de incentivo criada em MG, a fim de inserir presos no mercado de trabalho. Além de benefícios fiscais, o Governo banca R$ 1.020,00 por ano de salário ao ex-detento.

Uma ação cidadã, mas de difícil aceitação social. Veja como ela foi elaborada abaixo. Extraído de: Portal UAI

NOVA LEI EM MG VISA INCENTIVAR AS EMPRESAS A CONTRATAR EGRESSOS DO SISTEMA PRISIONAL

O governador Aécio Neves sancionou, nesta terça-feira, a lei 18.401 que autoriza o Poder Executivo a subsidiar empresas que contratarem egressos do sistema prisional do Estado. A lei, aprovada pela Assembleia Legislativa de Minas, consolida a implantação do Projeto Regresso, lançado em junho deste ano, em parceria com a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e com o Instituto Minas pela Paz.Por meio do projeto Regresso, grandes, médias e pequenas empresas poderão contratar ex-detentos que cumpriram penas nas penitenciárias e presídios e Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs). O Governo de Minas subsidiará as empresas empregadoras com repasse de dois salários mínimos para cada ex-detento durante período de 24 meses.

Ainda em outubro, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Defesa Social, publicará um edital para credenciar as empresas interessadas em abrir vagas para ex-detentos e garantir a reinserção deles à sociedade. Após credenciada, a empresa deverá assinar um termo de compromisso com o Governo do Estado e a Secretaria de Defesa Social para executar o programa e receber o subsídio. Os recursos repassados às empresas serão destinados exclusivamente a subsidiar a remuneração dos presos. Os egressos prestarão serviço às empresas com todos os direitos trabalhistas garantidos e salário de mercado, de acordo com a função desempenhada.Para se tornar integrante do projeto, a empresa deve comprovar regularidade com os fiscos estadual e federal, estar interessada em promover a equidade social e ser associada ao Instituto Minas Pela Paz. O número de egressos contratados não poderá ultrapassar 5% do quadro de empregados da empresa. Por exemplo, se a empresa tiver 500 empregados, poderá contratar apenas 25 ex-detentos com salário subsidiado pelo Estado.

Até o momento, 36 empresas integrantes do instituto disponibilizaram 300 vagas no mercado de trabalho aos egressos. A siderúrgica Usiminas e a construtora Masb, por exemplo, já contrataram 31 empregados sem subsídio. Entre as vagas disponibilizadas estão operadores de máquina móvel, eletricistas, mecânicos, analistas de Recursos Humanos, pedreiros, carpinteiros e serventes.

A iniciativa das duas empresas serviu para que a Secretaria de Defesa Social aprimorasse os instrumentos legais para acompanhar e monitorar as contratações. A superintendente de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Defesa Social, Fabiana Lima Leite, destacou a importância do Projeto Regresso para a reintegração dos egressos à sociedade e da nova lei para a execução do projeto.

“O projeto abriu um debate na sociedade que ainda vê o egresso com preconceito. Estimulou a discussão em relação à inclusão social do egresso e a responsabilidade social de instituições públicas e privadas. A nova lei garante o subsídio econômico de forma mais ágil, a execução imediata do projeto, além do incentivo às empresas que empregarem os egressos“, afirmou.

O sistema prisional mineiro conta, atualmente, com 47 mil presos, sendo que 4.700 estudam em escolas formais dentro das unidades prisionais. Outros 4.800 presos internados em regime semi-aberto ou fechado desenvolvem atividades junto a empresas privadas parceiras em todo o Estado. Eles trabalham diretamente nas empresas ou em oficinas montadas dentro das unidades pelas próprias empresas.

– Seguro Anticinzas Vulcânicas

A Fly Airlines, pequena cia aérea da Inglaterra, mostra que capitalismo, criatividade, inovação e oportunismo são características de empreendedores, principalmente daqueles que observam possibilidade de ganhar dinheiro através de prejuízos.

Digo isso pois a empresa lançou ao seus passageiros um seguro “anticinzas de vulcão”! Devido ao episódio da paralisação nos aeroportos europeus em decorrência do vulcão finlandês de 2 semanas atrás, seus clientes têm a disposição, por módicos R$ 19,00, um possível reembolso de até R$ 3.000,00 caso seja acionado.

Negócios são assim mesmo. Parabéns pela iniciativa!

– Tô tentando…

Confesso que está sendo uma barra muito pesada a readaptação da minha vida pós-arbitragem. É um vazio enorme, gigantesco. Devo tentar uma viagem para espairecer ou simbolizar um recomeço. Como já houvera dito, bola pra frente! Estou me esforçando, mas é complicado…

Se Deus quiser, logo estarei bem! A boa notícia é que além do apoio dos amigos à minha decisão, surgiram 2 convites inusitados e interessantes, também ligados ao futebol. Com carinho e racionalidade eu os estudarei.

– Gasolina com 25% de Álcool e Outras Novidades

Amigos, compartilho notícias da revista Posto Hoje, de 03 de maio, sobre algumas novidades no ramo de combustíveis:

Etanol a 25%
A partir do dia 1º de maio, o percentual de etanol anidro adicionado ao litro da gasolina volta  aos 25%. A redução da quantidade do energético à gasolina em 5% foi determinada pelo CIMA, como forma de conter a alta de preços, e valeu por três meses. Recomenda-se atenção redobrada na verificação da conformidade da gasolina, através dos testes obrigatórios, antes da autorização de descarga do produto nos tanques.
 
Gasolina C: impacto nos preços
A partir do dia 1º de maio, a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE – volta à sua tributação normal, após ter sido reduzida pelo Governo nos últimos três meses. A quantidade de etanol anidro no litro da gasolina também volta aos antigos patamares, de 25%. Com isso, os preços da aquisição da gasolina pelos revendedores junto às suas distribuidoras poderão sofrer um pequeno impacto, resultante da influência desses dois parâmetros na planilha de preços relativa à gasolina. O valor desse impacto dependerá da cotação final do preço de fechamento do anidro na semana.
 
SP: Operação De Olho na Bomba arranca equipamento de dois postos
Sete bombas de combustível de dois postos da Zona Leste da capital foram arrancados das ilhas por fiscais da Secretaria de Fazenda do Estado. Dois postos cujas inscrições estaduais foram cassadas há 12 meses, continuavam funcionando irregularmente. Os fiscais já haviam  lacrado bombas outras vezes, mas os fechos foram rompidos. A saída foi a retirada das bombas de abastecimento do local, que seguiram para o depósito público. A secretaria já percorreu os 8.500 postos em funcionamento em SP. Em cinco anos da Operação foram realizadas 11.114 ações de fiscalização, 763 postos foram cassados por venda de combustível adulterado e outros 276 por não renovação da inscrição estadual.
 
SP: Cidade Limpa de olho nos postos de gasolina
Regras mais rígidas para veiculação de peças publicitárias estão sendo criadas pela comissão responsável pela Lei Cidade Limpa na cidade. Cartazes, faixas e banners com promoções e divulgações dos serviços dentro de área dos postos estão proibidos. O único comercial permitido são os preços dos combustíveis, já obrigatórios. Totens, faixas e quaisquer outros motivos estão vetados. A comissão justifica a medida com a alegação de que os postos, apesar de possuírem testeira, também têm área externa livre. Segundo a prefeitura, aquele espaço configura área de publicidade exterior, e, portanto, proibido. Apesar de ter sido tomada nesta semana, a decisão poderá começar a valer apenas no próximo mês, quando o texto final na regra for deliberado.

MT: Justiça condena posto
O posto Z+Z terá que indenizar em 100 salários-mínimos, por danos patrimoniais e morais  coletivos, aos consumidores do estabelecimento. O valor será recolhido para um fundo gerido  por conselhos federal e estadual. A decisão é inédita naquele estado. Com base na ação, consumidores que se considerarem lesados pelos danos causados em decorrência da aquisição do produto adulterado poderão acionar a Justiça. A decisão resulta de Ação Civil Coletiva de autoria do MPE. Não cabe mais recurso.
 
Etanol turbinado da Shell
Trata-se do etanol V-Power, desenvolvido em terras britânicas pela petrolífera anglo-holandesa, para ser usado em bicombustíveis exclusivamente no Brasil. O combustível, criado após dois anos de pesquisas no laboratório da Royal Dutch Shell e no Instituto Mauá  de Tecnologia/SP, protege o motor, incrementa a potência e reduz resíduos nas válvulas e bicos injetores. Assim como a gasolina V-Power, que custa, em média, 6% mais que o combustível comum, o etanol turbinado também deverá ser mais caro. O etanol aditivado vai entrar pela Grande SP. A partir de agosto se estenderá para todo o estado, mais o RJ e a BA, que respondem por 70% das vendas de etanol da Shell no País.
 
Selo do Inmetro é obrigatório nos catalisadores

Catalisadores destinados ao mercado de reposição, aplicação em veículos leves a gasolina ou etanol só podem ser fabricados ou importados com o selo de avaliação da conformidade do  Inmetro. A obrigatoriedade visa preservar o meio ambiente, além de combater o comércio de peças falsificadas ou de baixa qualidade. Os ensaios devem ser feitos apenas em laboratórios acreditados pelo Inmetro. Varejistas e atacadistas terão mais um ano de prazo para vender os estoques remanescentes.  

  

 
Petróleo deve ficar em média de US$81,06 em 2010
 Pesquisa da Reuters com 30 analistas mostrou consenso de alta do preço do petróleo no  mercado dos EUA pelo 12o mês consecutivo. Doze meses atrás, a previsão para este ano era de US$ 65,95/barril em 2010. Em março, a estimativa para o fim do ano era de US$ 78,91. O crescimento na China superou as expectativas, com as empresas petrolíferas ampliando os seus estoques no equivalente a 50 dias de importações.
 
Petrolíferas investigadas por conluio
 As principais petrolíferas do planeta estão sendo investigadas pelo Cade norte-americano para descobrir denúncia de conluio para coibir reajustes de salários.  A investigação envolve mais de 10 petrolíferas, entre as quais a Exxon Mobil, a Royal Dutch Shell, a British  Petroleum e a Chevron. A investigação começou em 1997, a partir de processo impetrado na Justiça por ex-funcionária da Exxon e 13 outras petrolíferas. O processo alegava que as petrolíferas compartilhavam habitualmente informações altamente detalhadas sobre o salário da diretoria e da equipe técnica e administrativa, para deixar os salários num nível artificialmente baixo.
 
As oito armadilhas na hora de abrir uma franquia
 Delegar a outra pessoa a administração de sua franquia; ter pressa ao analisar o contrato e   deixar d e submetê-lo a um especialista; deixar de conversar com atuais e ex-franqueados da rede; optar por uma empresa não associada à ABF; deixar de avaliar os números fornecidos pela franqueadora; firmar acordos verbais; tentar alterar os padrões da rede sem consultar a franqueadora; participar de apenas um processo de seleção.

– Sí, nuestro povo és tutti americans!

A brincadeira com palavras do dicionário espanhol, português, italiano e inglês remete a situação vivida no Arizona, nos EUA. Lá, o governo local criou uma medida em que os policias podem abordar e prender imediatamente imigrantes que estiverem suspeitos de permanência legal ou atitude duvidosa.

A lei deveria valer para todos os cidadãos, mas tem característica xenófoba (segundo os imigrantes) pois os únicos a serem detidos serão os estrangeiros. Assim, os imigrantes saem as ruas com bandeiras americanas cobrando por respeito, querendo demonstrar que se sentem americanos de coração.

Para os americanos natos, a imigração tem sido um problema grande, devido a falta de empregos. Mesmo assim, a imigração ilegal sempre cresce! Aliás, é um problema sério vivido na Europa em relação aos árabes e africanos, levando ao surgimento, infelizmente, de grupos neonazistas que cobram “Europa para europeus”.

– A Crise Grega veio de Onde?

A Grécia está em pé-de-guerra! Nada de espartanos contra Atenas, mas sim de um povo contra seu governo. O país está praticamente falido, e as autoridades anunciam uma série de medidas no pacote econômico que chega em breve: aumento de impostos, corte de investimentos e aumento da idade de aposentadoria de 61 para 67 anos. Ainda, conseguiu um empréstimo de US$ 120 bi do FMI.

O que não dá para entender e ninguém consegue explicar é o seguinte: Como a crise começou?

A população está protestando nas ruas. Mas só um detalhe: lembra que o país realizou recentemente uma Olimpíada? É desde lá que vem a crise…

– O Vídeo Oficial da World Cup 2010

A cantora Shakira teve a honra de gravar a música oficial da Copa do Mundo da África, e o lançou neste domingo (Shakira abrirá a Copa com um show e Andrea Boceli cantará no encerramento). Música empolgante, vibrante, com imagens marcantes e que me chamou a atenção por um detalhe: em determinados momentos, enfatiza David Beckham, Ronaldo e Zidane em ação. Curiosamente, ambos estarão fora da Copa, por diferentes motivos (em plena forma, eles seriam novamente um sucesso).

Assista clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=_ztr96RbMW8&feature=related

– Demagogia em Discurso e Palanques Desinibidos

A corrida eleitoral começou mesmo. Quer prova disso? Veja as festas do dia primeiro de maio. O presidente Lula participou com a candidata Dilma Roussef em algumas festas no ABC e pediu às pessoas que se desejarem seu continuismo na administração do país que “sabem o que deve fazer“.

Isso não é propaganda, discurso de campanha? Não está proibido neste período? Essas pessoas não estão em seus plenos exercícios dos cargos?

Paulinho da Força Sindical foi além: em seu discurso disse: “o governador Serra não está aqui porque ele não gosta de trabalhador.”

Ué, ele gosta de vagabundo? Pode acusar alguém assim?

Outra coisa importante: segundo a Rádio CBN neste domingo, as festas foram bancadas por empresas públicas, destacando-se Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Petrobras.

Eles brigam, se xingam, cometem crimes eleitorais como os citados acima, e nós pagamos o preço disso. E não estou defendendo x ou y, apenas mostrando a infeliz realidade política do Brasil.

Falando nisso… e o projeto Ficha Limpa dos políticos? Isso eles não se preocupam em defendê-lo?

– Projeto de Lei visando redução de IPVA

Os carros bicombustíveis poderão pagar o IPVA com alíquota menor. Hoje esses carros são cobrados como se fossem a gasolina; agora, com a lei entrando em vigor (se aprovada) poderão ser cobrados com a mesma do álcool.

No Estado se São Paulo, os carros a Gasolina pagam 4%, Bicombustíveis 4% e Álcool 3% (em referência ao valor do veículo). Em Tocantins, a alíquota única é de 2%.

Extraído de: http://www.dgabc.com.br/News/5806792/ipva-pode-ficar-mais-barato-para-carro-flex.aspx

IPVA DE CARRO FLEX PODE TER DESCONTO

Um projeto em discussão na Assembleia Legislativa de São Paulo pode tornar mais barato o pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para os carros flex ou bicombustíveis. Atualmente, a alíquota cobrada desses veículos é de 4% — mesmo percentual dos automóveis a gasolina —, mas caso o texto seja aprovado, haverá uma redução para 3%, igual à imposta aos carros a álcool.

Segundo o autor da proposta, o deputado estadual Waldir Agnello (PTB), o intuito é aliviar o peso da carga tributária de quem opta por um carro menos poluidor. “A principal vantagem do projeto é a questão da economia para o consumidor. O proprietário de um carro flex vai pagar um imposto menor e isso servirá também como incentivo para a compra desse tipo de veículo, que reduz os malefícios ao meio ambiente”, justifica.

Para exemplificar, o proprietário de um veículo Fiat Uno Mille Economy Flex (carro popular com o custo mais baixo do mercado), pagou neste ano o equivalente a R$ 802 de IPVA, considerando uma alíquota de 4% sobre o valor venal de 2009, que era de R$ 20.050. Se o projeto for aprovado, esse mesmo motorista pagaria R$ 601,50 pelo imposto, uma diferença de R$ 200,50.

A proposta, entretanto, está na pauta de discussão do plenário e ainda precisa seguir uma série de trâmites burocráticos. Após cinco sessões na Assembleia, o texto passará por todas as comissões da Casa, como Finanças e Orçamento e Direito do Consumidor. Se for aprovado em todas, voltará ao plenário para ser votado pelos deputados.

“Acredito que, na semana que vem, o projeto já estará correndo nas comissões. Nessa instância, a tramitação gira em torno de 60 a 90 dias, e depois ele entra em uma fila de projetos a serem votados no plenário. Se for aprovado, seguirá para o governador, que pode sancionar ou vetar. Por fim, caso seja sancionado, o projeto entrará em vigor na data da publicação”, explica Agnello.

O deputado está otimista quanto à aprovação da proposta, uma vez que o Estado do Rio de Janeiro já reduziu de 4% para 3% a alíquota do imposto sobre veículos flex no início deste ano. “Acredito que será aprovado, principalmente pelo apelo do beneficio ambiental. O Executivo, evidentemente, terá que fazer as contas porque perderá um pouco de receita, mas o custo-benefício é muito grande”, acredita.

Mais desconto – Quem não recebeu multas de trânsito também poderá pagar menos IPVA. Um projeto do deputado estadual Rogério Nogueira (PDT) em discussão na Assembleia prevê desconto anual no imposto ao motorista que não tiver cometido infração no intervalo entre 1º de novembro e 31 de outubro do ano seguinte.

Os mais cautelosos poderão pagar 10% a menos caso não tenham recebido multa no último período anterior ao exercício de competência do tributo. O desconto pode chegar a 15% caso o motorista não tenha cometido infração nos dois últimos períodos anteriores ao ano de vigência do IPVA. O texto ainda está em tramitação nas comissões da Casa.

– Marina falando PAPAI

São coisas como essa que nos mostram como a vida vale a pena!

Minha filhinha Marina falando carinhosamente: PAPAI

Clique na imagem (apenas liberado para alguns emails cadastrados no YouTube)

MARINA FALANDO PAPAI

– Vamo-que-vamo…

É isso aí, moçada. Vida nova. O blog volta a ter assunto, a vida continua e vamos curtir dias de alegrias e novos ares!

Como diria o rei RC… eu voltei. kkk. Boa semana a todos.

– Hoje não, Só amanhã

Sinceramente, neste domingo estou meio cansadão. Amanhã o blog volta com a corda toda! Faz parte do meu processo de ‘aceitação de uma nova realidade’. Nada de arrependimento, apenas adaptação.

– Recordar é Viver… 14 anos de apito!

Hoje, 14 anos da primeira partida de futebol apitada. Parece que foi ontem!

E tem que ter sido ontem mesmo… agora, bola para frente!

– Valeu pela força!

Amigos, obrigado pela força quanto ao meu encerramento na carreira. De coração mesmo, valeu!

Estou bem, bola pra frente. Olha que legal: por coincidência, o Evangelho de hoje (João 14,1) me anima dizendo: “Não se perturbe o vosso coração”.

É por aí mesmo.

– Meu Adeus à Função de Árbitro de Futebol

         Amigos, gostaria de agradecer a todos que sempre me apoiaram na minha jornada como árbitro de futebol, ao longo desses anos. Após muito pensar, refletir, discutir com a família e com Deus, resolvi encerrar minha vida dentro dos gramados nessa função. Não deixarei de ser árbitro, pois assumir essa condição é igual ao sacerdócio: um padre, mesmo quando abandona a batina, continua sendo sacerdote, sem exercer sua função eclesiástica; assim, um árbitro, ao “pendurar seu apito”, permanece árbitro, pois as imposições da carreira assim o tornam.

 

Apitando futebol desde 1994, nesses 16 anos de luta, entrei para a Federação Paulista de Futebol em 1996. Ao longo da carreira, foram  várias temporadas, 703 jogos trabalhados (sendo 368 oficiais), 30 testes físicos, algumas comissões de arbitragem, inúmeros monitoramentos, incontáveis reuniões e… uma satisfação muito grande!

 

Em todo esse período, a arbitragem de futebol me permitiu muitas coisas: conheci estádios humildes como o das antigas traves quadradas do Municipal de Amparo ao monumental e belíssimo Morumbi; trabalhei em partidas desde a longínqua Osvaldo Cruz à minha querida casa Jundiaí; dividi gramados com nomes humildes e desconhecidos até os consagrados amigos Paulo César de Oliveira, Wilson Luís Seneme e Cléber Wellington Abade, entre outros. Presenciei gols de canela, de bicicleta, de mão e de barriga; gols de goleiros e de centroavantes natos; gols contras; golaços e frangaços; e até pseudos-gols como o famigerado “gol de gandula” atribuído injustamente à competentíssima e desbravadora força feminina do apito, Sílvia Regina; colecionei amigos “bandeirinhas” aos montes, do folclórico Sílvio Lira aos laureados Marinaldo Silvério, Flávio Lúcio Magalhães, Ednilson Corona, Valter José dos Reis e Ana Paula da Silva Oliveira. Convivi com dois indubitavelmente maiores instrutores de arbitragem do país, Gustavo Caetano Rogério e Roberto Perassi. Tive a honra de ser avaliado algumas vezes por figuras ímpares da história da arbitragem: Milton Caetano e Abel Barroso Sobrinho. Presenciei grandes craques em campo, do final de carreira do Raí até o surgimento da atual geração, como Diego, Kaká, e outros grandes jogadores do futebol nacional. Pude “tomar conta” de muitos treinadores em campo, desde o “desconhecido professor João Paulo”, que se achava no direito de reclamar com o árbitro porque “jogou junto com o Geraldão do Corinthians”, aos emergentes Mancini, Giba e Luis Carlos Ferreira, culminando nos vitoriosos Muricy, Leão, Luxemburgo, Parreira… Vi de craques a cabeças-de-bagre. Dos clássicos, aos botinudos.

 

Apitei jogos entre líderes e entre lanternas. De domingo a domingo (já apitei às segundas-feiras) de jogos às 7:00 até os noturnos das 22:00. Com sol, com frio, com chuva, com iluminação capenga, no escuro e no clarão! Já trabalhei em Atibaia no sábado às 16:00 e no outro dia em Araçatuba às 10:00h. E sempre com alegria, pois todo árbitro quer uma única coisa: ser escalado! Seja na A1 como Quarto Árbitro ou apitando A2, A3, B1, B2, B3, B1-A, B1-B, Feminino 1ª, Feminino 2ª, Sub20, Sub 17, Sub 15, Amistoso, Copa Cingapura e até mesmo Campeonato de Circo. Já passei por tudo isso!

 

Vi racismo e solidariedade em campo; alguns externados, outros encobertos pela mídia. Corri em gramados sem grama e outros como mesa de bilhar; vestiários sem porta e outros como suítes; jogadores empenhados em derrubar seus treineiros e outros que davam o sangue pela bola. Árbitros, árbitros assistentes e árbitros reservas motivados e outros jogando contra os próprios companheiros. Gente chegando no horário do jogo e gente nem chegando. Motoristas da FPF ajudando o árbitro e outros se sacrificando para dupla jornada. Figurantes, protagonistas e antagonistas do futebol. Na maior parte, ouvi vaias. Claro, faz parte do espetáculo e elas são normais e culturais. Mas tive 3 momentos curiosos: aplaudido pela torcida em Catanduva pela 5ª. Divisão, ovacionado em Guarulhos pela 3ª, e premiado como melhor em campo pela rádio local com um pacote de bolachas Dunga em Matão (bons tempos em que se ganhava Motorádio…)

 

Vi de tudo. Convivi com tudo. Respeitei a tudo e a todos. E para não dizer que tudo foram maravilhas, seria hipocrisia não lembrar daqueles que sempre foram um malefício para o futebol: árbitros que tive a oportunidade de conhecer, ficar hospedado com eles em hotéis para jogos e para reuniões, e que posteriormente se envolveram em máfias; árbitros que desprezavam seus companheiros; árbitros que viajavam 500 km sem abrir a boca com o seu então iniciante companheiro de apito… Dirigentes vaidosos e inescrupulosos, de clubes – e diga-se de passagem – de árbitros! Alguns o tempo já incumbiu de afastá-los e a própria sociedade também o fez; outros, ainda persistem nas suas artimanhas. Vide os lobos em pele de cordeiro (talvez um lobo “Sem Sal, Sem Açúcar”, e os honestos sabem disso), que querem atacar os árbitros mediando relações entre clubes, e depois afagam os apitadores. A estes (ou este), sorrirei educadamente apenas como simbólico perdão à sua pobreza de espírito…

 

Por fim, sentirei saudades das aventuras e desventuras dos jogos. As saídas pela porta da frente, por trás, por escolta, por camburão… As situações cômicas, curiosas e até mesmo as tristes que vivi. Talvez um dia as relate em livro, como as sensacionais ofertas pós-jogo da “Toca da Tigresa” ou dos “Caldos de Bode” que aconteceram.

 

Ao longo desde período, sempre fui profissional, cumprindo corretamente minhas escalas, reuniões e convocações. É verdade que não tenho o mesmo condicionamento físico de quando tinha 18 anos (quando emagreci de 92k para 68k, motivado pelo desejo da arbitragem), mas que ainda me permite correr muito pelos campos de futebol!

 

Minha decisão se deve a uma série de fatores, e já descarto que não se deve a nenhuma especulação sobre problemas de relacionamento ou condição física. Simplesmente, preciso pensar na minha qualidade de vida. Tenho trabalhado intensamente em 3 searas, e abdicado em demasia da minha família. Durmo 5 horas por noite, e trabalho de segunda-a-segunda. É hora de repensar, de dar um pouco mais de aconchego à minha esposa (pois carinho não falta) e curtir o crescimento da minha filha Marina. Neste último ano, para cumprir todas as minhas obrigações, sacrifiquei muita coisa. Cá entre nós, é um esforço exagerado que necessita ser repensado, reavaliado… E com dor no coração, abrirei mão de estar apitando futebol, já que as exigências profissionais são cada vez maiores para tal atividade. Neste ano, cheguei a treinar aos domingos pela 5 da matina!

 

Portanto, agradeço a todos os amigos que trabalharam e conviveram comigo.

A Deus pela oportunidade;

ao meu pai, Milton Porcari pelo companherismo;

à minha esposa, Andréia de Melo Porcari pela compreensão;

aos amigos Adilson Freddo (que desprovido de qualquer interesse me ajudou no início da carreira e até hoje o faz – lembro-me como hoje quando eu era ainda estagiário na CEF e ele me convidou a ir à Rádio Cidade) e Luiz Antonio de Oliveira- “Cobrinha” (sempre atuante no futebol amador e grande amigo incentivador, conseguiu muitos bons jogos para eu apitar e aprender com boa prática);

e às comissões de árbitro nas quais fui subordinado, além dos mestres da EAFI que me ensinaram muito (novamente referência ao sr Gustavo e também ao Antonio Cláudio Ventura);

 

Desejando boa sorte ao trabalho árduo do Coronel Marinho, que teve sempre muita disposição em trabalhar e viver a arbitragem (mesmo com a minha sincera ressalva quanto à não abertura pública da pontuação do ranking, que tenho certeza que respeitosa e democraticamente é entendida), e os mesmos votos aos integrantes da CEAF, Arthur Alves Júnior e Roberto Perassi. Sei das dificuldades hercúleas do cargo, já que o alto número de árbitros corresponde ao mesmo alto número de personalidades, interesses e objetivos que se deve administrar e que praticavelmente não se pode contentar.

 

Me afastando do centro do gramado, mas não da arbitragem por definitivo (e muito mesmo do futebol como um todo), agradeço derradeiramente. Não quero perder o vínculo com o esporte bretão, muito menos da nobre atividade que é fazer cumprir as regras do jogo. A isso se resume o árbitro.

 

Só quem esteve dentro de campo, como único elemento a encarar duas equipes, uma plateia e a indisposição pública, tendo como seus instrumentos o apito e as 17 regras, sabe o quão prazeroso é tal desafio. Alguns dirão que é loucura ou masoquismo; prefiro dizer que é paixão pelo futebol correto, pela lealdade e jogo limpo.

 

Indescritível. É isso que contraditoriamente descreve a sensação do árbitro.

 

Foi muito bom. Obrigado a todos e sucesso na carreira e na função de cada integrante da família do futebol.

 

PPPPRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.

Apito Final. Fim de Jogo.

Ou, quem sabe, apito inicial para uma nova jornada…

 

(lembrando, estou estudando algumas propostas que outrora abri mão pela não-compatibilidade com a função de árbitro)

– Marcopolo se torna cada vez mais Transnacional

Num mundo globalizado, a importância de internacionalizar sua marca é condição necessária para a sobrevivência de grandes empresas. Assim, a Indústria de carrocerias de ônibus Marcopolo, de Caxias do Sul/RS, que há tempos vem se destacando na exportação de ônibus do Brasil e produzindo no exterior também, fecha um mega-contrato com a FIFA e fornecerá suas carrocerias para a Scania, Volvo e Mercedes durante a Copa da África/2010.

Extraído de: Revista do Ônibus

MARCOPOLO SERÁ O ÔNIBUS OFICIAL DA COPA 2010

CAXIAS DO SUL – Quem viajar à África do Sul para assistir à Copa do Mundo, de 11 de junho a 11 de julho próximos, poderá experimentar marcas brasileiras nos sistemas de transportes das nove cidades-sede do megaevento. Segundo reportagem do jornal O GLOBO deste domingo, a fabricante de carrocerias Marcopolo, por exemplo, se associou aos produtores de chassis Scania e Volvo, fornecendo 211 ônibus urbanos regulares e articulados para o transporte de passageiros em Johannesburgo, Porto Elizabeth e Cidade do Cabo.

Em outra parceria, desta vez com a alemã Mercedes-Benz (fabricante de chassis e vencedora da licitação feita pela Fifa), serão da brasileira Marcopolo as carrocerias dos 460 ônibus com prazos de entrega até maio para conduzir a chamada Família Fifa. Fazem parte as seleções dos 32 países classificados, dirigentes, árbitros, convidados, jornalistas e até empresas e pessoas que comprarem pacotes de camarotes nos dez estádios das nove cidades da Copa. Quando a seleção do técnico Dunga descer dos aviões, as viagens por ruas e estradas serão em ônibus com componentes do Brasil.A marca verde-amarela nas cidades da Copa vai além do fabricante de carrocerias. O sistema de transporte de passageiros adotado nas três licitações também nasceu no Brasil. O BRT (da sigla em inglês para Bus Rapid Transit) deu suas primeiras viagens em Curitiba, no fim da década de 80.

Por causa da Copa, Johannesburgo ganhou um sistema de BRT, de ônibus articulados e com paradas obrigatórias em estações construídas em bairros mais pobres, como Soweto, e o Centro, que não dispunham de transporte público organizado.

De olho nesse mercado desde 1994, a Marcopolo tem escritório comercial na África do Sul e abriu, em 2000, uma fábrica na região de Johannesburgo, com 630 funcionários – 27 brasileiros, dos quais cinco executivos. Em 2009, produziu 550 ônibus. No ano da Copa, a produção prevista é de 800 unidades.

– São 60% de componentes dos ônibus da Copa produzidos na África do Sul e 40% no Brasil – diz o diretor-executivo da Marcopolo, José Rubens de la Rosa.

Na África, o BRT começou a ser implantado em Lagos, na Nigéria, para onde a Ciferal (subsidiária da Marcopolo, com fábrica em Duque de Caxias) vendeu 400 carrocerias entre 2007 e 2008, com chassis Mercedes-Benz.

Com informações do Jornal O Globo

– Fundo Cristão Criado por Empresas. Cristãs ou Politicamente Corretas?

Na Europa, foi criado nesta semana um fundo de investimentos com cunho moral chamado de “Fundo Cristão”, supervisionado até mesmo pelo Vaticano.

Para participar, a empresa não deve produzir / investir em tabaco, pornografia, armas e jogatina, entre outras coisas. Participam a Shell, Vodafone e Nestlé entre outras.

Mas uma ressalva é importante: o fundo parece ser mais um fundo moral do que cristão. Afinal, produzir corretamente não é dever de todos? Se os recursos fossem destinados para a solidariedade, talvez o termo cristão caísse bem. Mas nessas condições, acho impróprio o uso. Ser cristão exacerba tais atos.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gaj50GH_NkFN9pC2iRVTh1vre8aA

PRIMEIRO “FUNDO CRISTÃO” DA BOLSA COMEÇA A OPERAR NA EUROPA

Londres, 27 abr (EFE).- O primeiro índice de bolsa cristão da Europa, que responde à crescente demanda dos investidores por ações “éticas” por causa da crise financeira global, começou nesta segunda-feira sua caminhada.

Do chamado Índice Cristiano Europeu Stoxx fazem parte 533 empresas do Velho Continente que dizem obter suas receitas exclusivamente de fontes compatíveis com os “valores e princípios da religião cristã”, explica o jornal “Financial Times”.

Entre as companhias que integram o índice figuram as petrolíferas BP e Royal Dutch Shell, a farmacêutica GlaxoSmithKline, o multinacional do setor alimentício Nestlé, o banco HSBC e a Vodafone, do setor telefônico.

Apenas grupos que não lucram com pornografia, armas, tabaco, controle de natalidade e jogo podem fazer parte do índice.

Um comitê, no qual, segundo a Stoxx, está representado o Vaticano, coordena as ações, que saem do índice Stoxx Europa 600.

Alguns dos maiores fundos de investimentos do mundo, como Aviva Investors, AXA Investment Managers e Hendrson Global Investor, criaram nos últimos anos fundos éticos em resposta à demanda dos investidores.

Esse tipo de fundos tem objetivos similares aos dos “fundos cristãos” embora não discriminem as empresas que fazem negócios ligados ao controle de natalidade e estão mais centrados em evitar os investimentos em empresas que danificam o meio ambiente.

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– Modificações no Mercado de Combustíveis em 1º de Maio

Amigos, o mercado de combustíveis passará por importantes modificações neste pós-feriado. Todos puderam acompanhar as altas do álcool (etanol) no começo do mês, e posterior, lenta e paulatina queda no preço do mesmo.

Entretanto, a partir de 1o. de maio, haverá a modificação no percentual de álcool anidro na composição da gasolina. A gasolina brasileira é composta hoje de 20% de anidro em sua fórmula (um outro tipo de álcool, que não é o etanol). A partir de sábado, deverá ter 25%.

Teoricamente, haverá mais atenção para a produção do anidro do que de etanol, fazendo a oferta do álcool que colocamos no tanque diminuir, levando a crer na possibilidade de aumento no preço do etanol. Em contrapartida, como a gasolina terá 5% de um produto mais barato na sua fórmula, tenderia a cair. Sim, tenderia, pois na mesma data haverá a cobrança de um percentual maior da Cide (imposto sobre a gasolina). Portanto, a real situação é de que a gasolina também deve ter uma pequena alta.

Aguardemos. Vamos torcer para que o mercado consiga estabilizar os preços através da concorrência, que, aliás, aqui na região de Jundiaí é feroz!

– Atividades Acadêmicas da Última Semana

Queridos alunos, como puderam comprovar nesta última terça, não estive de corpo presente na faculdade. Entretanto, nossas atividades não pararam! Por alguns probleminhas de saúde que aos poucos estou contornando, me ausentei, mas consegui enviar-lhes o material de aula. Então vamos lá!

Primeiro semestre: Na última aula, trabalhamos com nossos alunos de Administração de Empresas o tema “Behaviorismo”, ou seja, as Teorias Comportamentais voltadas ao Gerenciamento Organizacional. Em um dos tópicos, abordamos a Hierarquia das Necessidades de Maslow, que consiste no seguinte: o homem tem necessidades a serem saciadas, e a busca das mesmas leva à motivação. As necessidades seguem a seguinte ordem de importância: fisiológica, segurança, social, estima e auto-realização. Claro, exemplificamos as mesmas dentro do contexto trabalhista.
Assim, solicitamos que os alunos, após conhecedores desta hierarquia proposta, falassem se a mesma era válida para a realidade motivacional deles.
Para minha surpresa, a maioria doa alunos não tem a mesma sequência de necessidades defendida por Maslow (validando os críticos que alegaram que as necessidades são muito particulares de pessoa a pessoa e condenaram o padrão proposto). Na sala do Primeiro Semestre, por exemplo, a necessidade social é mais prioritária do que a segurança. E as justificativas são as mais diversas: “não tenho noção do perigo em sair a noite” (claramente o aluno ou aluna enfocou a necessidade de se divertir, relaxar e não se preocupar com a violência, fugindo até mesmo do contexto profissional) ou “prefiro um ambiente de trabalho agradável e acolhedor, mesmo sabendo de que poderei ter algumas inseguranças“. Me chamou a atenção a preocupação com a estima, pois tem sido para muitos a última necessidade.

Segundo semestre: Abordamos um estudo de caso falando sobre a sucessão nas empresas familiares, e usamos como case o imbrólhio envolvendo a Müller (dona da caninha 51). A empresa que neste ano coincidentemente faz 51 anos vive uma fase turbulenta, perdendo mercado e lutando para descobrir quais dos herdeiros mandará de fato na organização. Ainda não recebi as atividades em mãos. Assim que o fizer, darei o retorno.

– Causas de Demissões no Mundo Organizacional

Pense rápido: qual seria o maior motivo para se demitir nas empresas? Incompetência do funcionário, redução de custos, ou alguma outra coisa?

Pois bem: a consultora Waleska Farias, segundo Ancelmo Gois em sua coluna no jornal Diário de São Paulo (26/04, pg 09), detectou em grandes empresas como Pão de Açúcar, Globosat, Habib’s, Contax, que os dois maiores motivos de demissão são:

– FOFOCAS NO TRABALHO;

– JEITO DO FUNCIONÁRIO SE VESTIR.

Depois desses motivos, aí sim vem a questão da capacitação. Até certo ponto, dado surpreendente! Isso quer dizer que a boa conduta no ambiente de trabalho é cada vez mais necessária, não bastando apenas a competência. Independente do ramo de atividade ou tipo de trabalho, o comportamento adequado é uma vantagem competitiva cada vez maior.

Uma interessante reflexão: e em sua atividade profissional, qual tem sido sua vantagem competitiva ou sua conduta? Faz jus à sua permanência nela?

– A Rainha da Floresta e o Mico Gringo

Falar inglês sempre foi importante. Hoje, é condição obrigatória para qualquer pessoa que queira ter repercussão internacional. Aos administradores de empresas, impensável não ser bilingue.

Neste final de semana, celebrou-se o “Dia da Terra”, e nos EUA, um grande evento foi marcado com a presença de ambientalistas e personalidades, destacando-se James Cameron, Sting, Jesse Jackson e outros. Mas alguém muito aguardado pelos ecologistas subiu ao palco para discursar: a senadora Marina Silva, ex-ministra do meio-ambiente e candidata à Presidência da República. Lá, ela foi aclamada como a “Rainha da Floresta” e considerada a mulher que reduziu o desmatamento no Brasil.

Entretanto, a ministra não sabe falar inglês… e no seu pronunciamento, arranjaram um tradutor que não sabia falar… português! Pois bem: o público educado aplaudiu, aplaudiu, e não entendeu uma palavra de Marina Silva.

Gafe dos organizadores. Não direi que é um despreparo da ministra, justamente pelo fato de sabermos sua história de luta e sofrimento durante sua vida. Mas que alguém poderia providenciar um tradutor de verdade, isso não tem dúvidas!

– Amostras Grátis nas Lojas: a Febre chega no Brasil

No Japão, lojas que dão amostras grátis de seus produtos se tornaram um modismo. E esse mesmo modismo está chegando no Brasil, com algumas redes abrindo suas filiais aqui.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/67674_PODE+VIR+QUE+E+DE+GRACA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

PODE VIR QUE É DE GRAÇA

por João Loes

Chegam ao Brasil as lojas de amostras grátis, de onde é possível levar, sem pagar, produtos de até R$ 100

Imagine entrar em uma loja com os últimos lançamentos de marcas consagradas de todos os setores, escolher o equivalente a R$ 500 em compras e sair sem pagar nada – nem ser preso por roubo. Isso será possível no mês que vem, com a inauguração da primeira loja de amostras grátis do País, na cidade de São Paulo. Nela, consumidores associados poderão escolher até cinco produtos para levar para casa, com a condição de que respondam a um questionário virtual de avaliação. E para se associar basta desembolsar uma anuidade simbólica que não passa dos R$ 15. Este modelo de negócios, batizado de tryvertising – uma fusão das palavras try (experimentar) e advertising (propaganda) –, desembarca no Brasil depois de quatro anos de sucesso no Japão, na Espanha e nos Estados Unidos. “Corri para me cadastrar”, conta a socióloga paulistana Cristiane Donini, 40 anos. “Como posso levar sem pagar, acho que vou me sentir mais livre para experimentar produtos que eu não levaria se tivesse que pagar.”

Dar diferentes opções de amostras grátis para o consumidor é a novidade dessas lojas. Embora sejam usadas pela indústria da propaganda, as amostras, de maneira geral, chegam ao comprador em potencial sem muito critério, como um sachê de xampu em uma revista, bebidas em um bar ou produtos em supermercados. O produto pode até acabar nas mãos de quem interessa, mas o risco de que a amostra seja esquecida ou descartada é enorme. No tryvertising um importante filtro entra em ação logo de início: o da escolha do comprador, pois ele quer o produto. “Com isso, a avaliação que recebemos é mais relevante”, explica João Pedro Borges Badue, publicitário e sócio da Sample Central!, uma rede internacional de lojas de amostras grátis que abre sua filial brasileira em junho, também em São Paulo. “Culturalmente, o brasileiro é curioso e aberto ao que é novo”, lembra Badue, que investiu R$ 4 milhões na empreitada com sócios como a agência Bullet e a empresa de pesquisas Ibope. No primeiro ano, eles esperam recuperar o investimento faturando R$ 7 milhões.

A pioneira no Brasil será o Clube Amostra Grátis, que abre as portas em 11 de maio num espaço de 400 m2. “Como não temos vínculos fortes com agências de publicidade, podemos aumentar a variedade de amostras grátis em nossas gôndolas”, diz Luis Gaetta, publicitário e fundador do clube. Ter uma carteira variada de clientes expondo é fundamental, pois parte do faturamento das lojas decorre da venda dos espaços nas gôndolas às empresas que querem exibir seus produtos. Somadas, as expectativas de cadastro de clientes no primeiro ano das duas lojas chega a 60 mil pessoas. Parece que dar opinião finalmente virou um negócio lucrativo para todos.

– O Frango Boliviano

E a declaração da última semana de Evo Morales sobre os frangos? Não tive tempo de comentar, mas mesmo com atraso vamos lá: o presidente da Bolívia declarou que os frangos de lá são tratados com muito hormônio feminino, e que quando os homens comem sua carne, acabam recebendo uma carga excessiva do hormônio que os deixam mais afeminados. Essa seria a causa do homossexualismo e da calvície dos homens da Bolívia.

Tudo a ver, né? E esse cara é o presidente do país…

Rapaz, que samba-do-crioulo-doido! Vá falar tanta abobrinha assim lá em La Paz!

– Dia de Descanso

Hoje não temos post. Dia de descansar.

A propósito, esta mensagem foi programada para entrar no ar automaticamente e eu não estou aqui.

rsrs

 

Bom domingo a todos.

– China e Censura

Eles não se emendam mesmo… Leio agora que as autoridades do governo chinês insistem: vão continuar a censurar mensagens de texto enviadas via celular.

Qualquer outro país que não tivesse a força econômica da China seria taxado como país do “eixo do mal”, como fez George W. Bush. Mas como os chineses têm dinheiro e negócios com os EUA, esqueça!

– Para que serve a Libertadores?

Conquistar a Taça Libertadores da América parece ter se tornado uma obsessão aos clubes brasileiros. Fico imaginando como os dirigentes de Botafogo e Santos dos anos 60, se ainda vivos, se remoem de remorso por não darem a atenção devida. O Independiente-ARG, grande detentor de títulos da competição nesse período, aproveitou-se desta época e faturou o caneco. Mas talvez viva só desse passado, pois no presente, sua realidade é outra. Não importa; assim como a Celeste Olímpica Uruguaia (30 e 50) está historicamente na frente da Inglaterra (66) em Copas do Mundo (mesmo sendo no começo da competição), os argentinos são mais vitoriosos do que quaisquer brasileiros. O que entra para a história é a conquista do título, e ponto final.

Mas vamos ao que interessa: o que os clubes buscam ao disputar a Libertadores? Dinheiro? Prestígio? O Título simplesmente?

Lendo hoje o Jornal Lance, numa bela matéria do jornalista Marcelo Damato (coluna De Prima, 23/04/2010, pg 14), me impressionei com os valores citados. Por exemplo: os prêmios acumulados pela conquista da Taça Libertadores totalizam US$ 5,39 milhões. Desconte os custos de viagens e hospedagens, anti-dopings, elenco e outras taxas, e do que sobrar, compare com o prêmio pago, por exemplo, pelo Campeonato Paulista: R$ 7,5 milhões. O Campeão carioca, R$ 6,3 mi e o Mineiro R$ 5 mi.

O prêmio continental está desvalorizado, não?

Compare com a Europa: a Champions League paga para um clube que seja eliminado na primeira fase (qualquer equipe cipriota, polaca, albanesa, eslovaca…) cerca de 8,7 milhões de euro. Mais que o campeão sulamericano! Na prática, a desclassificação do modestíssimo Hapel ainda assim traria mais receita do que uma conquista do Corinthians, Flamengo ou São Paulo.

Pensando cá com meus botões… O Brasileirão com 20 clubes é muito mais difícil de se competir do que a Libertadores com 32! Não imagino equipes como Deportivo Itália (VEN), Blooming (BOL) ou Juan Aurich (PER) conseguindo disputar competitivamente nem na nossa série B do Brasileiro. Como na segunda fase da competição sobra metade das equipes, aí sim começa a valer de fato! Mas se há questionamentos da viabilidade financeira da competição ou questionamentos sobre a qualidade técnica da equipe, por que se diz que ela é muito difícil de se disputar?

A resposta é direta: pelas condições e instalações dos estádios, pelo fanatismo de algumas equipes estrangeiras adversárias que impressionam as equipes brasileiras, o excesso de supervalorização da competição, o estilo de arbitragem da escola sulamericana porção espanhola, e, por fim, pelos esquemas táticos pragmáticos. Esqueça a eficiência, busca-se apenas a eficácia. Trocando em miúdos, ninguém vai jogar o futebol-bailarino um dia propagado por um certo treinador quando assumiu a seleção, mas sim o futebol-brucutú, feio, botinudo e de resultado.

Talvez o ímpeto de possuir a Taça Libertadores seja meramente o da conquista de título e internacionalização da marca, o acesso a um status que aí sim pode trazer resultados financeiros mais concretos: a busca do Mundial de Clubes, agora regido pela FIFA e muito mais organizado e valorizado que outrora, justamente pela chancela da entidade. Embora, cá entre nós, o nível técnico só pode ser considerado quando se chega na fase final, quando se joga a decisão entre Sulamericanos X Europeus (como de praxe, as outras equipes só estão pelo caráter universalista de uma competição dita ‘mundial’).

Por curiosidade e por pertencer a nossa seara:

– um árbitro que apite Boca Juniors X Corinthians numa Libertadores receberá 800 dólares.

– um árbitro que apite Bayern X Lion pela Champions League receberá 8.000 euro.

O futebol daqui pode fazer frente ao de lá dentro de campo, mas no bolso…

– Miltão Sessentão

Hoje, meu pai faz 60 anos!

Meu amigo, meu herói, meu modelo de vida.

Te amo, pai. Parabéns (apenas coloquei no blog para fazer registro aos amigos; o carinho e o abraço já foram providenciados – assim como o presente!)

– Toyota Corolla proibido de ser vendido em MG

Em Minas Gerais, a Justiça proibiu a venda do carro modelo Corolla da japonesa Toyota. Acredite: a causa é o… tapete!!!

Entenda o caso: (extraido de: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004220043_RED_78911537&idtel=)

PROIBIÇÃO DA VENDA DO TOYOTA COROLLA EM MG COMEÇA NESTA QUINTA

O Ministério Público de Minas Gerais, por meio do Procon, proibiu a venda do carro Toyota Corolla depois de alguns veículos terem apresentado problemas de aceleração contínua, colocando em risco a vida de pessoas, segundo avaliação do MP. A decisão administrativa, tomada pelo promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Amauri Artimos da Matta, entra em vigor a partir desta quinta-feira (22) em todo o Estado mineiro.

Foram relatados nove casos de veículos que apresentaram o defeito. Segundo o fabricante, o problema é causado pela falta de fixação do tapete. No entanto, essa informação não é dada ao consumidor no momento da compra, nem está visível no interior do veículo, conforme o promotor. Ela consta apenas no manual de instruções do carro, o que não atende a exigências do Código de Defesa do Consumidor, segundo o MP.

A venda do modelo só será liberada quando o fabricante adotar medidas que impeçam a troca do tapete original de fábrica e após ter efetuado a troca dos tapetes dos veículos em circulação.

– Juan Valdez: a Starbucks Latina

A rede de cafés colombiana Juan Valdez, conhecida por imitar a norte-americana Starbucks, parece caminhar com pernas próprias. Após seu início de imitação, a rede ganhou vida própria e se tornou a maior cafeteria da América Latina. Olha que interessante:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/mundo/starbucks-moda-latina-492830.html

STARBUCKS À MODA LATINA

A Juan Valdez nasceu como uma imitação da rede americana, mas só cresceu quando decidiu assumir suas raízes colombianas. Hoje, é tida como uma das mais badaladas multinacionais dos países emergentes.

POR FELIPE CARNEIRO

Em 2006, cerca de 300 000 colombianos se inscreveram para participar de uma espécie de reality show, cujo objetivo era escolher quem daria vida a Juan Valdez. O personagem, um cafeicultor de fartos bigodes, sempre acompanhado por uma mula, é a marca da maior rede de cafeterias da Colômbia, um negócio comandado por uma cooperativa de 560 000 produtores de café. O vencedor do concurso foi o fazendeiro Carlos Castañeda que, desde então, viaja pelo mundo trabalhando como uma espécie de garoto-propaganda do processo de globalização da rede. Graças a uma fórmula que mistura o serviço rápido e o ambiente confortável das cafeterias modernas com um sabor latino, a Juan Valdez se transformou na rede de cafeterias que mais cresce no mundo. Desde 2004, a empresa multiplicou mais de dez vezes a receita, investindo na inauguração de lojas no exterior. Hoje, tem 162 pontos de venda — 20% do total da rede — espalhados por cinco países, entre eles, Chile, Estados Unidos e Espanha. Um dos próximos alvos na estratégia de expansão internacional é o Brasil. “Estamos recebendo sondagens de possíveis parceiros para iniciar operações no país em 2010, com exportação de café e a abertura de lojas”, afirmou a EXAME Catalina Crane, principal executiva da Juan Valdez.

A rede surgiu em 2002 para ser uma espécie de clone da americana Starbucks, a maior cadeia de cafeterias do mundo. Os colombianos copiavam desde os copos de isopor até o ambiente de sala de estar criado por Howard Schultz. A Juan Valdez, no entanto, só começou a deslanchar dois anos depois, na medida em que foi abandonando o modelo importado para investir no marketing do sabor latino e na promoção do café colombiano. Ironicamente, hoje é a Starbucks que enfrenta uma crise de identidade. A empresa comandada por Schultz tropeçou na própria megalomania e se perdeu em meio ao crescimento acelerado e vem tendo alguns dos piores resultados de sua história. O balanço do último trimestre foi comemorado pelos acionistas — as perdas nas vendas foram de apenas 6,6%. Nos últimos meses, a Starbucks fechou mais de 900 lojas e demitiu cerca de 7 000 funcionários.

A prioridade dos executivos à frente da Juan Valdez é fazer com que a rede de cafeterias adquira musculatura suficiente para se aproximar do porte da Starbucks. A distância entre os dois negócios é abissal. Enquanto a Starbucks faturou em 2008 mais de 10 bilhões de dólares, a receita da Juan Valdez foi de modestos 37 milhões de dólares no mesmo período. O avanço recente dos colombianos, no entanto, tem feito vários especialistas nesse setor apontar a Juan Valdez como uma das multinacionais latinas com maior chance de crescimento daqui para a frente. Numa pesquisa realizada recentemente pela consultoria Wolff Olins para o jornal britânico Financial Times, a Juan Valdez foi apontada como uma das cinco marcas de mercados emergentes com potencial para se tornar global. “A grande ironia é que a Starbucks preparou o terreno para o crescimento da Juan Valdez”, afirma Andrew Hetzel, dono da Cafemakers, consultoria americana de mercado de café. “A Starbucks pegou um consumidor analfabeto em matéria de café e fez escola. Agora, as pessoas estão mais exigentes e a Juan Valdez aproveitou a oportunidade para vender seu produto de qualidade superior.”

As plantações colombianas de café se concentram na região da cordilheira dos Andes, que oferece uma série de vantagens naturais ao cultivo, entre elas altitude elevada, solo vulcânico e sol e chuva em abundância. Desde a década de 60 os agricultores da Federação Nacional dos Cafeicultores Colombianos, os donos da Juan Valdez, investem em melhorias dos processos — da colheita à torrefação — para obter uma bebida com um sabor superior. O resultado é que, atualmente, cerca de 40% da produção do país é de café gourmet (no Brasil, a proporção fica em 5%). A rede de cafeterias foi criada para levar diretamente ao consumidor o resultado desse esforço, sem passar por intermediários.

– A Cinquentona Amada e Odiada

Hoje Brasília faz 50 anos. Ao mesmo tempo em que é sinônimo de arrojo e exemplo em questões urbanísticas, ou ainda símbolo da esperança, pujança e do empreendedorismo dos anos 60, a capital federal também leva a pejorativa analogia de lugar onde a corrupção e os desmandos imperam.

De qualquer forma, parabéns Brasília.

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BRASÍLIA FAZ 50 ANOS COMO SÍMBOLO DE CONTRASTES DO BRASIL

A cidade de Brasília completa 50 anos nesta quarta-feira como o principal símbolo do imaginário político brasileiro na atualidade, avaliam especialistas ouvidos pela BBC Brasil. O sucesso da transferência da administração do Rio de Janeiro para o interior do País, que à época chegou a ser visto com descrédito, hoje já não é mais contestado.

“Sob esse ponto de vista, podemos dizer que Brasília deu certo, sem sombra de dúvidas”, diz o sociólogo Brasilmar Nunes Ferreira, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), que durante mais de 35 anos fez da cidade sua moradia e seu objeto de estudo.

Segundo ele, Brasília não apenas se transformou em uma capital política – “na prática e no imaginário” – como também “cumpriu” o papel de contribuir para o desenvolvimento do interior do País. “Pode-se dizer que esse objetivo maior foi cumprido. Ou seja, do ponto de vista político, Brasília correspondeu às expectativas”, diz Ferreira.

Projeto
Já do ponto de vista urbanístico, Brasília desperta as mais variadas avaliações entre os especialistas. Os grandes espaços vazios, os prédios padronizados e as quadras numeradas são apenas algumas das características do projeto de Lúcio Costa que costumam colocar urbanistas em lados opostos.

Os mais críticos argumentam, por exemplo, que o projeto foi “ingênuo” por não ter previsto o crescimento populacional e urbano com base em uma expansão que já vinha ocorrendo em outras grandes cidades do mundo. Para o arquiteto José Galbinski, da Universidade de Brasília (UnB), Brasília deve ser analisada no “contexto histórico” em que foi criada, e não com as informações de que dispomos hoje.

“Quando Lúcio Costa apresentou seu plano, os automóveis eram importados e pouquíssimas pessoas tinham um. Não é à toa que as quadras têm poucos estacionamentos”, diz.

O desafio, na avaliação de Galbinski, é respeitar Brasília como um projeto histórico, mas ao mesmo tempo criar mecanismos que atenuem os problemas da vida moderna.

“Desenvolver as cidades satélites, investir em transporte público e permitir prédios mais altos em regiões como Sudoeste e Noroeste seriam algumas saídas”, diz.

Desigualdade
A Brasília que se popularizou como centro dos acontecimentos políticos e principal exemplo de planejamento urbano do País muitas vezes acaba por esconder outras faces. Uma delas é a da riqueza. Na média, o morador do Distrito Federal é o mais rico do país, na comparação com outros Estados da federação. Seu salário é o dobro da média nacional (R$ 2,6 mil), segundo dados do IBGE referentes a 2007.

O Produto Interno Bruto per capita da região – número próximo ao conceito de renda – também é o maior do País: em 2007, esse valor era de R$ 40 mil, o triplo do restante do Brasil e quase o dobro do registrado no Estado de São Paulo.

Essa renda, porém, é extremamente mal distribuída. De acordo com o IBGE, o Distrito Federal é a unidade da federação mais desigual do País. Galbinski diz que o próprio desenho da capital – segundo ele, “uma ilha cercada por satélites” – resultou em um alto índice de segregação.

“A segregação em Brasília é integral. Ela ocorre no espaço físico, na questão cultural, na saúde”, diz o arquiteto. Segundo ele, o resultado é um “pequeno pedaço” muito rico, representado pelo Plano Piloto, e o restante da região, “geralmente segregado e esquecido”.

“Muita gente chega a pensar que Brasília é só o Plano Piloto. Na verdade, Brasília é todo esse conjunto, enquanto o Plano é uma pequeníssima fração”, diz.

– Craque Maluquinho

E o tal do Balotelli? Atacante da Inter de Milão, com dupla nacionalidade (ele é ítalo-ganês) e até cotado para a Copa do Mundo (por qual seleção eu não sei…). Mostrou que sua cabecinha é fraquinha…

Imagine só: o centroavante do Corinthians aparecendo no Faustão fazendo juras de amor ao… Palmeiras! E assume ser palestrino desde criança, e até veste a camisa ao vivo no programa! Que clima ficaria para ele no Parque São Jorge? Pior: depois da torcida reclamar, do ambiente ficar ruim, ao disputar uma boa partida ele joga a camisa ao chão contra seus próprios torcedores?

Que falta de bom senso do garoto… Olha só o que esse “xarope” fez após a partida de ontem entre Inter de Milão 3 X 1 Barcelona pela Champions League.

Extraido de: http://esportes.terra.com.br/futebol/noticias/0,,OI4392554-EI1832,00.html

O ”menino problema” da Inter de Milão, o atacante Mario Balotelli, voltou a causar problemas nesta terça-feira, quando entrou em conflito com torcedores interistas e colegas de time ao final do jogo contra o Barcelona, pela Liga dos Campeões, vencido pelo time italiano por 3 a 1.

No encerramento daquela que foi considerada uma ”noite mágica” para a Inter, o jogador de origem ganesa voltou a ser protagonista ao responder a críticas e vaias de torcedores tirando a camisa do time e a jogando com raiva no gramado.

O gesto, obviamente, foi mal recebido pela torcida, que há alguns meses vive uma relação tensa com o jogador, torcedor confesso do Milan.

Para a imprensa italiana, o episódio pode ter sido a gota d”água de uma relação que já estava perto do fim, entre o clube e o jogador, que ainda teria discutido com companheiros no vestiário.

É uma pena que estrague uma festa como esta com um gesto assim“, disse o capitão da Inter, o zagueiro Javier Zanetti, que acrescentou que “Mario tem que aprender ficar quieto e fazer o que sabe, jogar ao futebol”.

Por outro lado, o sérvio Dejan Stankovic tentou minimizar a importância do episódio, dizendo que “Mario ainda é uma criança“.

No último mês de março, o atacante já teve problemas com o treinador José Mourinho, que o deixou fora de cinco partidas do time. Dias depois, Balotelli apareceu em um programa de televisão segurando a camisa do Milan.

Após o jogo desta quarta, o próprio Mourinho reprovou o comportamento do jogador, mas assegurou que conta com ele para o jogo contra a Atalanta, pelo Campeonato Italiano, no próximo fim de semana.

– O Brasil nas Copas: A Era “Telê”

Para quem gosta de futebol, o programa é imperdível: André Fontenelle, da Revista Época, será o palestrante do encontro promovido pelo Memofut + Museu do futebol, em relação ao tema: A era Telê: 1982/1986, dando sequência as palestras sobre o Brasil nas Copas. Acontecerá sábado, das 10:00 às 12:00h, com entrada gratuita. Abaixo:

O BRASIL NAS COPAS – “A ERA TELÊ (1982/1986)”

 Palestra com ANDRÉ FONTENELLE e MARCELO UNTI sobre O BRASIL NAS COPAS DO MUNDO DE FUTEBOL

O Grupo Literatura e Memória do Futebol – MEMOFUT em parceria com o Museu do Futebol está promovendo uma série de reuniões, aos sábados pela manhã, apresentando a participação do Brasil em Copas do Mundo de Futebol

 

Programação:

24 de abril – sábado

Horário: 10h às 12h

Palestra: “A ERA TELÊ (1982/1986)”  com ANDRÉ FONTENELLE – Editor-executivo da revista Época. Trabalhou anteriormente nos jornais O Globo, Folha de S. Paulo e Lance e nas revistas Placar e Veja. É co-autor do livro “Todos os Jogos do Brasil” (2006) e MARCELO UNTI – Advogado, membro do MEMOFUT e colecionador de futebol de botão e de escudos. Possui um acervo com mais de 1.300 revistas e 500 livros.

 

Local: Auditório Armando Nogueira -Museu do Futebol – Praça Charles Miller – Estádio do Pacaembu

Entrada gratuita

 

Para mais informações sobre eventos do Museu do Futebol, acesse:

Museu do Futebol – www.museudofutebol.org.br       

Telefone: (11) 3664-3848