– Democracia e Demagogia: o apelo do Presidente!

“Democracia”, na visão Lulista, é isso aqui: DISCURSO DO PRESIDENTE LULA EM SC

 

Nosso Guia-mestre Lula pediu para o povo, em campanha: “Temos que extirpar o DEM da política brasileira”.

Ué, mas só pode o seu partido e sua candidata concorrerem? Mas e a democracia, o multipartidarismo, a liberdade de expressão? Onde ficam?

 

Tanta demagogia cansa…

– Universidades Brasileiras têm preconceito com Pós Multidisciplinar

Leio uma interessante matéria do mundo acadêmico/científico que nos leva ao seguinte questionamento:  até onde vale a pena investir em muitas áreas de conhecimento nos estudos?

Abaixo, reportagem de Luciano Grütenr Buratto e Sabine Righetti (Folha de São Paulo, Caderno ciência, pg A15, Ed 14/09/2010) fala sobre o crescimento dos Mestrados e Doutorados Multidisciplinares, e a resistência na aceitação desses mesmos cursos por universidades na contratação de docentes.

 

EDITAIS IGNORAM PÓS MULTIDISCLINAR

 

Pesquisadores com formação em múltiplas áreas sofrem para conseguir espaço em universidades brasileiras. Apesar de incentivo do governo para mestrado e doutorado desse tipo, instituições exigem o diploma “tradicional”

 

O advogado Evandro Sathler, mestre em ciências sociais e jurídicas e doutor em geografia, viu-se em uma sinuca de bico quando quis prestar concurso para professor em universidade pública.

“Não me qualifico nos editais para docente de direito porque meu doutorado é em ciência sociais, nem nos de geografia porque meu bacharelado é em direito”, diz.

O caso de Sathler ilustra um problema emergente: o descompasso entre a presença cada vez maior de profissionais multidisciplinares e sua inserção nas universidades, ainda estruturadas em “caixinhas” -departamentos organizados em torno de uma área do conhecimento.

 

EXPLOSÃO

 

O número de programas de mestrado multidisciplinares, como sociologia ambiental, engenharia biomédica ou política científica e tecnológica, subiu de 26 em 1998 para 117 em 2008, segundo dados da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Os programas de doutorado desse tipo cresceram de quatro para dez no período.

Segundo Maria Paula Dallari Bucci, secretária de educação superior do MEC (Ministério da Educação), a formação na graduação não deve limitar a escolha de candidatos em concursos.

Apesar disso, o publicitário Eduardo Nogueira, com mestrado em administração e experiência em marketing há mais de 15 anos, acabou nem tentando um concurso na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).

Isso porque publicidade não estava na lista de cursos de graduação requeridos para inscrição à vaga.

O posto era para tutor de uma disciplina de marketing do curso de administração de empresas. O edital da federal, no entanto, exigia graduação em administração, economia, ciências contábeis e engenharia de produção, mas não publicidade.

“Minha experiência em marketing em instituições privadas e no mercado não me qualifica a dar aula em universidade pública?”, diz.

A secretária do MEC ressalta que, segundo o artigo 69 do decreto 5773/06, candidatos a professor não precisam ter inscrição em órgão de regulamentação profissional, “salvo nos casos em que as atividades docente e profissional se confundem”.

Assim, um candidato a professor de administração não precisa ter registro em conselhos regionais de administração para concorrer.

 

CORPORATIVO

 

Apesar disso, algumas instituições seguem critérios corporativos na elaboração de editais de concursos.

“Na psicologia, a maioria dos concursos para professor exige que o candidato seja psicólogo”, diz Neuza Maria de Fátima Guareschi, professora da PUC-RS e presidente da Anpepp (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Psicologia).

Para Guareschi, mesmo que o edital seja para vaga de estatística ou psicologia cognitiva -que não envolvem a parte clínica ou testes psicológicos- muitas universidades ainda exigem formação de graduação em psicologia.

“O candidato precisa ser psicólogo para ocupar vagas para cursos na área clínica ou de testes psicológicos. Mas em muitos outros casos ele não precisaria ter graduação na área”, analisa.

– Bode tomando conta do Milho…

Isso é o fim da picada!

 

Lembram-se que o pai do jovem que atropelou o filho da atriz Cissa Guimarães denunciou que os policiais que interceptaram o carro do seu filho houveram pedido suborno? Pois bem, a Corregedoria da PM fluminense colocou um capitão para investigar o caso.

 

Entretanto, esse mesmo capitão foi preso por… suborno!

 

É brincadeira?

– Neymar: Vítima, Vilão ou Mimadinho?

Acho que pararei de escrever. Agora vou fazer como o Neymar, só vou “Twittar”. Ontem, imediatamente após a partida contra o Ceará, o garoto já escrevia no Twitter. Será que ao menos já havia terminado o banho? Sim, pois pelas suas postagens – e pelas respostas aos seguidores que o criticavam – parece que saiu do campo direto ao aparelhinho.

 

Toda a confusão no estádio foi originada, não tenha dúvida, por um lance de garoto mimado. O menino é bom jogador, não há dúvida; representa o futebol-arte desejado por todos, ok… Mas precisa ser mais homem e menos criança dentro de campo.

 

Após uma dividida leal e legal com o adversário João Marcos, ele reclamou de falta. O árbitro Herbert Roberto Lopez, nosso Colina Paranaense, estava próximo do lance. E aí vai uma grande observação: todo mundo fala que deixam bater no Neymar e não o protegem, que deveria-se dar maior atenção ao garoto em campo… Pois bem: O árbitro permaneceu parado, assistindo o bate-boca entre Neymar e João Marcos, por quase 2 minutos (até o final do jogo). Se acontecesse um pênalti na área santista, quem marcaria seria o bandeira, já que Herbert estava presente na discussão (claro que é uma brincadeira, mas o Herbert ‘grudou’ nos dois e ali ficou, acertadamente).

 

Terminada a partida, poderia até mesmo dar cartão amarelo aos atletas, por atitude inconveniente. Nos termos da Polícia Militar, essa discussão se chamaria ‘desinteligência’; afinal, o jogo acabou e o lance passou. Daí depois a confusão gerada, que é outra história…

 

O fato é que Neymar realmente apanha, mas suas faltas são na maioria marcadas. O problema é que muitos querem que se marque as faltas simuladas! Aí não dá… Pior ainda: qualquer falta comum no jogo torna-se um apelo nacional pelo cartão amarelo. Ora, a dimensão de cada falta boba ou falta de jogo marcada torna-se ainda maior se for no Neymar.

 

Ontem, numa disputa normal entre atacante e zagueiro, viril e leal, Neymar reclamou. O tranco, a marcação dura e viril, a disputa e a força física valem no futebol. Será que ele quer que os adversários peçam “com licença” para roubar a bola ou ganhar uma jogada? Se a reclamação não foi pela entrada mas sim por provocação verbal, aí a coisa é mais grave: jogador é como árbitro: tem que ser surdo nessas horas. Quem se dói por frases provocativas precisa repensar a conduta emocional.

 

Garoto: humildade. ‘Baixe a bola e jogue sério. De futuro Pelé poderá virá um futuro Denílson (sem demérito algum – vitorioso, mas cujo ápice não foi aquele imaginado).

 

Poxa, prometi não escrever em texto, então vou reescrever em 140 caracteres, como o próprio Neymar gosta de fazer no Twitter. Então vai abaixo, em 6 twittes:

 

“Antes, Neymar reclamava de faltas e simulava. Depois, virou cai-cai para ganhar as faltas recebidas. Agora, reclama até de disputa viril.”

 

“O grande erro do garoto santista é não aceitar o fato de que o futebol tem contato físico. Tranco, dividida e disputa de bola também valem.”

 

“Na visão de um árbitro, é insuportável agüentar um jogador simulando faltas e depois querer a marcação delas. Quando for, haverá dúvidas.”

 

“Precisa amadurecer e não só ter Gestor de Carreira, mas “Gestor Social”. Moleque que ganha milhões de reais por ano tem que ser adulto.”

 

“Apanha, é verdade, mas qual craque não apanha? Só se afirmará como craque idolatrado por todos quando fugir das faltas e ficar de pé.”

 

“E para encerrar: não vale perder jogo e ficar chiando no Twitter: virou “lenço” o micro-blog? Tem wi-fi no Castelão? Liberou?”

 

E você, o que pensa disso? Deixe seu comentário:

– Domingão

Descansaremos por hoje, ok?

Depois de muito trabalho na semana, vale o repouso com a família.

– Começa quando?

Sem querer ser chato, mas… a minha Revista Veja desta semana chegou há pouco (hoje, sábado à noite). Tirando o índice e as páginas amarelas, a revista começa, pra valer mesmo, só na página 63!

É propaganda que não acaba mais…

– Chinelada na Paulistada? Ou Tiro no Próprio Pé?

Que bola fora via Twitter do prefeito carioca Eduardo Paes (PSDB-RJ), não? Ao ter a confirmação de que a sede da FIFA no Brasil para a Copa do Mundo-2014 será na cidade do Rio de Janeiro, ele comemorou twittando: “Chinelada na paulistada. É humilhante… Mostro a vista e mostro um negócio desses. Vai levar o que pra São Paulo?“.

Para quê isso, não? O Rio de Janeiro, assim como São Paulo, tem inúmeros defeitos e inúmeras virtudes. Que bobagem… parece picuinha de marica. Logo depois, talvez ciente da desnecessária citação, disse que era só uma inocente brincadeira.

Quando tentar alçar vôos mais altos na política (como outrora já sinalizou), ele terá que pedir votos ao eleitorado paulista também. E, claro, a frase será lembrada pelos adversários políticos.

Em suma: ao invés de exaltar as belezas naturais do seu estado, resolveu atacar o seu vizinho. Poderia ter ido dormir sem essa…

E você, o que pensa sobre isso? O centro nervoso da FIFA estará bem abrigado no Rio de Janeiro? Ainda: Eduardo Paes poderia ter ficado quieto?

– Propostas para quem?

O Horário Político prega cada peça… Hoje, no rádio, ouvi um certo candidato (nem vale citar o nome do partido), pedindo votos para lutar pela PAZ NA PALESTINA e a NÃO INVASÃO DOS AMERICANOS NA CORÉIA DO NORTE.

 

Isso é proposta que se faça em eleição no Brasil? Até parece que vivemos num paraíso… É o naipe dos nossos políticos.

– O Pastor Extremista, Intolerante e Irresponsável

Costumamos ouvir muito sobre o tema “fanatismo religioso”, e na maior parte das vezes, em referência a extremistas islâmicos. Mas e o que falar sobre “radicais” cristãos?

 

Poucos o conhecem: Pastor Terry Jones, fundador da Igreja Dove World Outreach, da pequena cidade de Gainesville, na Flórida-EUA, e símbolo maior da intolerância religiosa. Esse pastor marcou para hoje, sábado 11/09, a queima de exemplares do Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos) em praça pública. Segundo ele, o islamismo é a religião do Demônio, e os cristãos devem extirpá-los.

 

Ora, é claro que ele fala algo que vem de suas opiniões pessoais, longe do Magistério da Igreja Católica ou da Comunhão de Outras Igrejas Protestantes. A propósito, a base do Cristianismo é a tolerância, o amor incondicional e o respeito. Assim, tal pronunciamento é contrário à própria doutrina cristã.

 

O mais interessante é que esse pastor, cujo culto levava 30 pessoas no máximo, hoje é uma das pessoas mais conhecidas no mundo e citado nos TT do twitter ou no topo das buscas do Google. Tornou-se uma celebridade!

 

Tal iniciativa irresponsável de queimar o livro que equivaleria a “Bíblia árabe”, além de ato irresponsável e discriminatório, poderia levar a atos violentos e respostas de fundamentalistas do islamismo. Depois de apelos realizados por autoridades políticas e até da segurança nacional americana, o pastor declarou que o ato estava suspenso (a intenção era fazê-lo hoje, simbolizando e responsabilizando a religião muçulmana pelos atentados terroristas ao WTC e Pentágono, cujo aniversário de 9 anos é lembrado neste sábado).

 

Vale ressalvar: nos EUA, a liberdade religiosa é plena, e todos têm direito à liberdade de expressão, ainda que uma religião seja ofendida.

 

Felizmente, aqui em Jundiaí, podemos observar o convívio harmônico de todas as crenças. Há um verdadeiro clima ecumênico e respeitoso, que, aliás, deveria servir de exemplo a outros intolerantes.

 

Todas as religiões defendem a paz. Atos hostis contrários a fé alheia vão em desencontro a qualquer orientação religiosa. Afinal, respeitar não é fazer apologia!

E você, o que pensa sobre tal assunto?

– ‘Cousas’ do País da Copa

– 3 coisas que incomodaram nessa semana no mundo do futebol:

 

1) Leio na edição de Setembro da Revista Placar (pg 77 – por Jonas Oliveira): O estádio Mané Garrincha, que será o palco da Copa de 2014 na capital federal e se chamará “Estádio Nacional”, terá capacidade para 70.000 espectadores. Detalhe: em 2009, o estádio recebeu 24 partidas profissionais, TOTALIZANDO um público de 12.495 pagantes e renda de R$ 39.443,00. Ou seja, média próxima de 500 torcedores por jogo e de R$ 1.500,00 de renda. É assim que um estádio quer ser auto-sustentável? Em Brasília, ainda temos o Bezerrão e o Serejão, além de 8 estádios menores.

 

2) Vejo a regularidade dos atrasos no início das partidas de futebol do Campeonato Brasileiro! Se existem multas a pagar por atrasos, não vale a pena cobrá-las? Veja que interessante os horários de início dos jogos (os marquei me baseando pelo horário de Brasília – meu relógio está bem regulado e eu mesmo fiz a marcação):

ATLÉTICO MINEIRO X SÃO PAULO (18:30) – 18:35:27

ATLÉTICO PARANAENSE X CORINTHIANS (22:00) – 22:03:59

SÃO PAULO X FLAMENGO (22:00) – 22:05:24

SANTOS X BOTAFOGO (21:00) – 21:01:39

Será que 5 minutos de atraso são aceitáveis? Na Argentina, a punição é com a expulsão do treinador de quem atrasou (veja em: PUNIÇÃO DA AFA PELO CUMPRIMENTO DO HORÁRIO)

 

3) Amanhã, sábado, é dia do árbitro esportivo. E justo numa semana turbulenta para os árbitros de futebol, com má atuações e diversos problemas, nada há para comemorar. A propósito, aí vai a pergunta: O que você daria de presente aos árbitros de futebol?

 

Deixe seu comentário sobre estas 3 questões. Aguardo seu comentário!

– Entendendo o Hino Nacional

Olha que bacana, o Hino Nacional, neste áudio, explicado passo-a-passo.

Sabemos que muitas palavras não são usuais hoje, e cada vez mais as pessoas defendem uma atualização da letra. Que tal se o entendêssemos melhor?

Escute o áudio, em: http://jovempan.uol.com.br/mundo-da-bola/noticia/voce+sabe+o+que+o+hino+nacional+quer+dizer-168761,,0

– O Fantasma da Ditadura

Sábias observações sobre Política, Democracia & Ditadura, Eleições e Mau Uso do dinheiro público. Segue:

Por Reinaldo Oliveira

 

Fantasma da ditadura está desperto!

 

O fantasma da ditadura está desperto na região da América Latina..Tradicional reduto de regimes ditatoriais, países da região que em décadas passadas sofreram com leis draconianas impostas pelos ditadores de outrora, após breve período onde o mundo acreditou, enfim, estar germinando a semente da democracia, vê novamente os tentáculos gosmentos e horrorosos de alguns dirigentes mostrando seu lado arrogante e ditatorial. Claro, em todos eles permeando a miséria, fome e degradação humana. Como esta horrorosa senhora, a ditadura, não escolhe entre rosto bonito ou mais feio, para atingir seus propósitos, não chega a surpreender de onde ele parte. Em comum, há sempre uma primeira vítima: a IMPRENSA. Sim. Ela, que também por razões outras tem em seu meio, poucos mais é verdade, alguns ditadorzinhos de plantão, ainda em sua maioria continua sendo o eco, a voz, que se levanta contra os horrores praticados pelos megalomaníacos. Nesta sua nova manifestação, ela, a ditadura, exibe à sua frente alguns dirigentes que nos últimos anos vêm sistematicamente, sendo reeleitos e/ou dando àquele jeitinho de fazer os seus sucessores. Veja o caso da Argentina. O casal mandatário se reveza no poder e, de uns tempos para cá, mais radicalmente na ultima quinzena, usando os poderes draconianos que lhes faculta o poder, tentam aniquilar de vez com dois jornais e emissoras de rádio e TV que veicularam matérias que os desagradaram. Além de dificultar a parte das finanças das duas empresas, num arroubo ainda pior de ditadura, exigiram até exames de DNA de alguns familiares proprietários das empresas. Passando pela Venezuela, o coronel Hugo Chaves, prende, bate e arrebenta. Imprensa boa é imprensa calada, subordinada aos seus ditames. Vide caso da juíza que está presa, apenas por colocar em prática o princípio da Lei. O governante montou para si mesmo um regime avesso aos princípios da democracia, adepto ao militarismo e do culto a personalidade, que gera no país, infelicidade, medo e fracasso. Ele já está a um bom tempo no poder. E tem o apoio de Lula, que disse que o ditador é ainda jovem, para continuar por mais tempo. Chegando na Bolívia, a exemplo de Chaves, Evo Morales se adéqua muito bem ao figurino ditatorial. Reeleito muda a constituição, sente a distensão avançar, deixando o povo em constantes manifestações de desagrado pela situação do país. E ela, a ditadura, tem se manifestado em outros países da região, que em maior ou menor grau, impõe restrição à liberdade da Imprensa. Porém, é importante lembrar que a tradição democrática ensina que ditar meios de conduta da Imprensa não é papel do Estado. Importante é que a Imprensa seja ética em seu trabalho e função. E a ética da Imprensa só pode se desenvolver com liberdade de expressão. Chegando ao Brasil, um operário que foi perseguido pela ditadura, luta, lidera a massa, e é eleito para governar o país. Travestido no poder e, assessorado por um grupo que o manobra ao seu bel prazer, nos últimos oito anos, vem tentando de todas as maneiras, impor restrição e censura ao trabalho da Imprensa. Do grupo que o cerca, foram criados os piores escândalos de roubalheira que se tem conhecimento neste país, porém todos soltos devido penduricalhos, utilizados por chicaneiros que os defendem. As mais altas instâncias da Justiça quando julgam suas trapaças como o mensalão, quebra de sigilo, os define como formadores de quadrilha. O grupo tem um braço que elimina quem os atrapalha, vide casos do Toninho – prefeito de Campina e o Celso Daniel, prefeito de Santo André, ambos assassinados e até hoje suas mortes continuam sem serem esclarecidas. O presidente diz em alto e bom som, que não lê os jornais brasileiros porque a Imprensa brasileira lhe dá azia. Porém, conforme matéria publicada esta semana, pág. A6, caderno Poder – Folha de São Paulo, de 6 de setembro de 2010, desde 2008, o grupo que o cerca e faz as manobras, legais ou ilegais, com ou sem o consentimento dele, paga a bagatela de $ 15 milhõe$ de dólare$ por ano, para vender a $ua imagem no exterior. Por conta di$$o, me$mo $endo porcamente alfabetizado, ganhou título Honóri$ Cau$a, no exterior e, bem como a Revi$ta Time, e outro$ jornai$ americano$ lhe outorgaram comenda$. Não por aca$o, e$te$ me$mo$ periódico$, na $emana pa$$ada já começaram a falar da candidata apoiada pelo pré$idente. Ela já fez alguma$ vi$ita$ ao exterior durante a campanha. E a$$im vai. A campanha para o grupo $e manter no poder, começou a trê$ ano$, ao cu$to de $ 15 milhõe$/ano. Ou seja. $ó no exterior já foram ga$to$ $ 45 milhõe$ de dolare$. Fazer campanha a$$im é fácil. Com o meu, o $eu e o dinheiro do povo brasileiro. E sempre querendo calar a Imprensa. Xô! Fora fanta$ma da ditadura. É isso!!

– Quem precisará do Trem-Bala?

Uma obra que consumirá bilhões de reais e que ainda não saiu do papel: este é o Trem-Bala Campinas – São Paulo – Rio de Janeiro, cujas estações ainda não estão definidas. Mas essa obra tão vultuosa tem apenas algumas certezas: custará mais caro do que o avião, será um pouco mais rápida do que o carro e terá uma viabilidade duvidosa.

 

Se a ponte-aérea funcionar, quem precisará do Trem-Bala? Se as Rodovias forem boas, por que pagar tão mais caro? Ainda: para nós, jundiaienses, de quê servirá?

 

Particularmente, acho o Trem-Bala uma obra faraônica, desnecessária, e, de repente, interessante para motivos eleitoreiros.

 

Com tantos custos, não seria melhor investir em outras obras mais necessárias? O que dá para fazer em ferrovias, infra-estrutura diversa e outros benefícios com R$ 34 bilhões?

 

E você, é a favor do Trem-Bala ou não? Deixe o seu comentário:

– Família Feliz!

Festejamos o noivado da Priscila e do Augusto neste final de semana!

Que Deus possa abençoá-los sempre, e assim teremos a certeza de que serão felizes!

– A Volta da Maguary

Muito popular no Brasil, o “Suco Maguary” é destaque não só pelas suas qualidades, mas pela administração eficaz e empreendedora dos seus fundadores, que venderam a empresa para a multinacional Kraft, compraram-a de volta por um bom preço e dobraram o tamanho das vendas, incomodando a Coca-Cola e intimidando Schincariol e Wow, seus mais fortes concorrentes.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0959/negocios/incomodo-coca-cola-521779.html

UM INCÔMODO PARA A COCA-COLA

Como a pernambucana Ebba, dona das marcas de sucos Maguary e Dafruta, dobrou sua participação de mercado em apenas seis meses — e se tornou uma ameaça num setor que movimenta quase 2 bilhões de reais

por João Werner Grando

Não é de se esperar que alguém próximo dos 70 anos de idade mude completamente seu rumo profissional (a menos, claro, que a mudança seja a aposentadoria). Mas foi o que o empresário pernambucano Romildo Tavares de Melo decidiu fazer em 2009. Aos 67 anos — 30 deles dedicados às usinas de açúcar e álcool da família –, Romildo comanda desde maio uma companhia de apenas seis meses de vida: a Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos, ou simplesmente Ebba, dona das marcas de sucos Maguary e Dafruta, sediada em Recife. Sua guinada pessoal representa também uma mudança drástica no perfil do grupo Tavares de Melo. Tudo começou em 2007, com a venda das usinas de cana, que desde os anos 20 foram o principal negócio da família, para a francesa Louis Dreyfus, por um valor estimado em 1 bilhão de reais. No mesmo ano, os Tavares de Melo venderam a marca de chinelos Dupé para a Alpargatas. Com fôlego para investir, o grupo se concentrou no que um dia fora um negócio menor dentro de seu portfólio — o mercado de sucos. Em maio deste ano, comprou da americana Kraft a marca Maguary, criada nos anos 50 pelos próprios Tavares de Melo e vendida para a Souza Cruz nos anos 70. A Maguary se somou à Dafruta, lançada pela família nos anos 80. Assim surgiu a Ebba, com vendas estimadas em 260 milhões de reais em 2009. “Eu não aguentaria ver o dinheiro no banco e passar o dia tomando cafezinho”, afirma Romildo, diretor-presidente da Ebba e o sétimo irmão dos oito que integram a família.

A  disposição de Romildo Tavares de Melo para criar um novo negócio transformou-se numa preocupação para os concorrentes no mercado de sucos — o que inclui grandes empresas como a Coca-Cola, dona da marca Del Valle. Apenas seis meses depois de assumir a operação das fábricas da Maguary, a Ebba dobrou sua participação no segmento de sucos prontos para beber com suas duas marcas. Com isso, ascendeu do quarto para o segundo lugar em vendas nacionais, com 10,7% de participação num mercado que fatura quase 2 bilhões de reais por ano. “Tem sido uma correria para contratar gente e ao mesmo tempo conseguir essa arrancada inicial”, diz Romildo.

O ponto de partida da nova empresa foi a operação da Dafruta, criada em 1984, por Silvio Tavares de Melo, irmão de Romildo. Para lançar a empresa, Silvio não fez pirotecnias — simplesmente copiou o modelo da Maguary. Suas fábricas são muito semelhantes, localizadas nos mesmos municípios: Aracati, no Ceará, e Araguari, em Minas Gerais. Até o início deste ano, porém, a estrutura de vendas da Dafruta se restringia a um grupo de apenas 60 funcionários. Com a recompra da Maguary, a primeira medida foi contratar gente nova para o primeiro escalão, entre eles o diretor financeiro Vitor Picini, ex-Dreyfus, e o diretor de RH Hélcio Gianetti, egresso do grupo Votorantim. Em seguida, a equipe de vendas foi reforçada. Ao todo, 110 novos gerentes, vendedores e supervisores foram contratados e treinados entre abril e maio para trabalhar em três novos escritórios regionais — Sudeste/ Centro-Oeste, Norte/Nordeste e Sul e a cidade de São Paulo. “Em cada área o time foi dividido pela metade, cada uma delas dedicada a uma das marcas”, diz o diretor comercial José Gil Alvarez, contratado em janeiro de 2009. “Assim, evitamos que eles deem preferência àquela que é mais fácil de vender e prejudiquem o resultado geral.”

Ao espalhar vendedores pelo país naquele momento, a Ebba conseguiu aproveitar um flanco aberto pela principal concorrente, a líder Coca-Cola. Enquanto a Ebba surgia, a Coca-Cola coordenava a unificação de suas três marcas (Del Valle, Minute Maid Mais e Kapo) sob uma só, a Del Valle. O efeito imediato foi a redução do espaço da empresa nas gôndolas dos supermercados. Ao mesmo tempo, a distribuição das bebidas, em parte feita pela antiga equipe de vendas da Del Valle, passou às mãos das 16 engarrafadoras da Coca-Cola. Essa transição é um dos principais fatores que explicam a perda de 4 pontos percentuais de participação da empresa no mercado de sucos desde março deste ano. “Essa perda era prevista”, diz Lizandra Freitas, diretora de operações de novas bebidas da Coca-Cola Brasil. “E devemos recuperá-la em pouco tempo.” Os varejistas, porém, não parecem tão confiantes. “Pela primeira vez, a Coca-Cola começa a exigir em sucos margens mais altas, semelhantes às que consegue com refrigerantes”, diz o diretor de uma grande rede. “Nessa disputa, eles podem perder ainda mais espaço.”

Uma vez integradas as operações, a Ebba pretende aumentar a linha de produtos. Por enquanto seu portfólio está aquém da média do mercado. No caso da Maguary, por exemplo, existem apenas 20 versões de seus produtos, entre os diferentes sabores e embalagens. As principais concorrentes têm pelo menos o triplo disso (para 2010, a empresa programou 30 lançamentos). Outra meta é investir em publicidade e marketing — uma iniciativa que deve consumir 10% de seu faturamento em 2010. As duas marcas da Ebba precisam melhorar a exposição, sobretudo nos estados em que acabaram de entrar. Apenas 8% das vendas da Dafruta estão na Região Sul. E no caso da Maguary, 7,5% do faturamento vem do Norte e do Nordeste. Os investimentos em publicidade vão privilegiar a marca Maguary, apagada durante os anos sob controle da Kraft. Pela primeira vez em sete anos, a Maguary deverá ganhar uma campanha na TV.

Os Tavares de Melo também querem seguir com aquisições. Até agora, a única grande compradora do mercado foi a Coca-Cola. “Ainda há muito espaço para mais consolidação”, diz Adalberto Viviani, da consultoria especializada em bebidas Concept. Cerca de 60% do mercado de sucos prontos para beber pertence a centenas de pequenas empresas espalhadas pelo país. Além da própria Ebba, outros concorrentes com musculatura suficiente para se tornar possíveis consolidadores são a Fruthos, criada em 2007 pela Schincariol, e a Sufresh, da paulista Wow, que iniciou as operações em 2003. “Estamos analisando negócios que possam oferecer sinergia com a Ebba, tanto em bebidas como em alimentos”, afirma Fernando Buarque, presidente da Casaforte Investimentos, gestora dos recursos da família Tavares de Melo. Segundo executivos próximos à companhia, uma dessas possibilidades seria a entrada no mercado de sorvetes — no qual a própria Maguary se aventurou nos anos 70. “Voltamos a esse ramo não por saudosismo, mas porque acreditamos que é bom”, diz Romildo Tavares de Melo. “Agora nosso foco é fazê-lo crescer.”

– 3º Fórum Qualidade de Vida e Envelhecimento Saudável

Por Reinaldo Oliveira

 

No dia 3 de setembro, foi realizado na Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí – AAPJ, o 3º Encontro de 2010, do Fórum de Qualidade de Vida, que teve como tema “Mobilidade Urbana: Transporte e Calçadas “Os Desafios para o Idoso”. Técnicos da prefeitura e da Setransp participaram do evento, recebendo muitos questionamentos sobre os dois assuntos. Sobre as calçadas foi colocado que ela é pública e também uma questão social. Sem conservação ela é prejudicial ao idoso, ao cego, ao cadeirante, etc. Em Jundiaí a prefeitura está dando manutenção às calçadas por setores da cidade. Foi colocado ainda que a calçada é área de serviço e de passeio. A responsabilidade de sua manutenção não é só do poder público, mas de todos. Se é feito degrau na calçada, cria problemas para todos. O plantio de arvores na calçada e, que a calçada é de sua responsabilidade, mas não é sua propriedade. Como orientação foi distribuída uma Cartilha elaborada pela prefeitura que orienta sobre: O que é o programa de calçada segura? Quem é o responsável pelas calçadas? Como deve ficar minha calçada? O que fazer a respeito do mobiliário urbano – postes, caixas de correios, etc? Como devem ficar as esquinas? Onde e como fica o rebaixamento? Como deve ser o acesso de veículos? Como fazer construções ou reformas? E também outras informações gerais. A seguir a técnica na área de transporte falou sobre ponto de ônibus, lombadas e acesso aos terminais urbanos. Aberta a participação do público, a técnica ouviu muitas reclamações sobre a falta de educação dos motoristas, houve um questionamento de que de acordo com o Estatuto do Idoso, é inconstitucional a exigência da carteirinha para isenção do pagamento de passagem e acesso pela porta da frente nos ônibus, para isto apenas a apresentação do RG é suficiente, que nos terminais urbanos os motoristas e fiscais não permitem que os idosos entrem pela porta da frente, em várias ruas a altura dos degraus para acesso aos ônibus é muito alto e outras questões que causa transtorno ao idoso. No final foi servido o tradicional café e quitutes, seguido de muito bate papo sobre problemas do dia-a-dia que causam dificuldades ao idoso.

– O Povo da Copa sem Esgoto, mas com Estádio de Futebol bem caro…

O que podemos dizer? Enquanto em Manaus o Vivaldão custará pelo menos 500 milhões de reais, arcado pelo governo, já que não há participação da iniciativa privada, apenas 11% da população da região tem esgoto. E o curioso é que não há verba para o saneamento básico, embora exista para a edificação da praça esportiva.

 

Coisas de uma Copa do Mundo no Brasil…

 

MAIS UMA LENDA DA AMAZÔNIA

 

No Amazonas, onde só 11% da população tem serviço de esgoto, o governo quer gastar 500 milhões de reais num estádio para a Copa.

 

Por Nicholas Vital, Revista Exame, edição de 08 de setembro de 2010, pg 59-61.

 

Matéria no link em PDF: http://www.copa2014.org.br/midia/namidia/1-292010152826-exame_0809_mais.pdf

– Parabéns para Nós!

Como ontem festejamos o noivado da minha irmã,

hoje festejo com minha esposa nossos 8 anos de casamento.

Nada a escrever. Fui! Os presentes são segredos…

Andréia, querida esposa, te amo!

– Plebiscito sobre o limite da propriedade da terra

Por Reinaldo Oliveira

 

PLEBISCITO SOBRE O LIMITE DA PROPRIEDADE DA TERRA

 

Promovido por entidades como a Cáritas Brasileira, CNBB, CUT, MST, CONTAG, IBASE, CPT, PETRAF e outras, no período de 1 a 7 de setembro, a Cúria Diocesana sediou no dia 2 passado, uma palestra sobre o Plebiscito do Limite da Propriedade da Terra. Por este motivo, o coordenador da Pastoral Fé e Política da cidade de Salto/SP, Claudio Nascimento, falou sobre a situação atual de terras no país e apresentou um vídeo sobre o assunto. Os representantes do Movimento Voto Consciente, Henrique Parra e Cleber Possani, falaram sobre o momento político, destacando a importância do voto como transformação social e construção da democracia. Claudio falou que na diocese de Jundiaí espera-se uma votação em torno de 3 mil votos, há uma urna na Cúria e em algumas paróquias e, que a votação será estendida até o dia 15 de setembro. Outras informações podem ser obtidas no www.limitedaterra.org.br. A palestra em Jundiaí que teve a participação de mais de 30 pessoas, foi uma iniciativa da Pastoral Fé e Política, Campanha da Fraternidade, Centro Diocesano de Formação Social e Política e do Movimento Voto Consciente.

– O Fenômeno Eleitoral da Transferência de Votos

É realmente impressionante a blindagem popular do presidente Lula. Sobreviveu incólume aos diversos escândalos do seu governo, incluindo os do Mensalão e de outros tão graves, não sentiu os respingos da vexatória aproximação com o Irã e outras coisitas mais.

 

Mas o que assusta é o poder de influência popular, o carisma inato sobre seus devotos. Dilma era uma ilustre desconhecida das massas, e agora beira à vitória no primeiro turno. Marta e Netinho de Paula estão disparados nas pesquisas ao Senado: efeito Lula. Até o Mercadante ameaça decolar a candidatura ao governo paulista, em virtude dos apelos do presidente.

 

Agora, em decorrência do escândalo que envolve a quebra do sigilo na Receita Federal da filha do candidato José Serra, poderíamos ter uma reviravolta eleitoral. Mas, sinceramente, quem acredita que o povão entenderá o caso e mudará o seu voto? Respeitosamente, somente as pessoas mais intelectualizadas estão indignadas e deram a devida importância. Além disso, tem outra questão: pobre não paga imposto; sendo assim, não há influência direta… Na prática, não mudará nada!

 

De fato, Lula é um fenômeno do povo.

– Jogo Corinthians X Goiás mostra que uma virtude está em extinção na Arbitragem. Qual é ela?

Amigos, um fato interessante no jogo Corinthians X Goiás mostrou claramente o problema que as Comissões de Arbitragem, Árbitros e Entidades Esportivas enfrentam: a falta de uma específica virtude.

 

Antes de falarmos dela, é importante pontuar o caso: Corinthians no ataque, zagueiro do Goiás dá um carrinho na bola e sai jogando; o árbitro entende como infração e dá tiro penal. Erro claro, nada a discutir.

 

Lances como os de ontem mostram a existência de dois tipos de erros comuns de arbitragem (tanto em jogos nacionais como em campeonatos de todo mundo):

 

Os erros ACEITÁVEIS- por exemplo: lances em que o jogador está impedindo por poucos centímetros; jogadas duvidosas aonde após exaustivas repetições se chega à conclusão do erro, ou ainda lances que dividem a opinião publica (entre tantos lances difíceis de se decidir).

 

Os erros CONDENÁVEIS- por exemplo: atleta impedido com 2 metros à frente do penúltimo ontem; bola que bate na mão e se marca tiro penal; lances claros de jogadas não-faltosas onde se assinala infração, entre outros.

 

Sobre “erros aceitáveis não dá para discutir; fazem parte do jogo e pela própria natureza do esporte, acontecerão sempre, pela falibilidade humana – estes devem ser relevados. Agora, erros condenáveis poderiam ser evitados. E por que ocorrem? Por três motivos:

 

1) Dificuldade técnico-disciplinar (árbitro fraco, que interpreta mal as jogadas ou que apita sem critério na distribuição dos cartões);

 

2) Despreparo emocional (árbitro que aceita pressão de jogadores famosos ou que apita ao barulho da torcida);

 

3) Infelicidade no dia da partida (o popular “dia em que nada dá certo”; azar; urucubaca).

 

Especificamente, no dia de ontem, o lance estava na frente do bandeira. Sei das dificuldades de se apitar uma partida de futebol, militei dentro dos gramados por 14 anos! Não seria ingênuo de desprezar as nuances de uma tomada de decisão na partida. Se o árbitro deu uma bobeada na marcação do pênalti, por que o seu assistente não corrigiu a tempo? Será que ele interpretou a mesma coisa do que o árbitro?

 

Claro que os árbitros são limitados pela não-permissão da tecnologia. Mas dentro do que se pode utilizar, por que não se aproveitar, como, por exemplo, o uso do rádio-comunicador? Aliás, não estou vendo o rádio nas partidas do Brasileirão; ele é um eficiente instrumento de auxílio à arbitragem. E aí vem a falta da virtude tão carente que citamos acima: a CORAGEM. Com 3 X 1 no placar, um jogador a mais e a torcida motivando o time, tal pênalti mal assinalado não influenciou significativamente na partida. Mas o erro não poderia ser evitado? Na rapidez do lance, o bandeira não poderia ter comunicado o árbitro (com ou sem rádio) de que estava equivocado, já que ele estava na frente da jogada?

 

Finalizando, me relembro perfeitamente: Fui escalado com certo árbitro importante que hoje não apita mais para um jogo no interior. Eu seria quarto-árbitro e conosco estava um dos árbitros assistentes da partida. Acabávamos de sair de uma reunião da FPF, onde se pregava que a arbitragem deveria ser em equipe, e que o bandeira não era mais auxiliar, mas sim assistente, com responsabilidades em arbitrar a partida conjuntamente, dentro das suas limitações. Durante nossa viagem ao estádio, o assistente perguntou ao árbitro: ‘Quer falar alguma coisa do nosso plano de trabalho agora?’ E ele: ‘Sim. Esquece tudo o que você ouviu na reunião. No meu jogo você é só bandeirinha, marque lateral e impedimento. Se marcar falta, eu mando baixar a p. da bandeira. Entendido?’

 

Precisamos dizer mais alguma coisa? Ainda há muitos árbitros que determinam esse plano de trabalho. E por que os assistentes não ‘se rebelam’ em campo? Pela falta da virtude… Coragem!

 

E você, concorda que falta essa virtude ou há outras observações?

– Parabéns aos Noivos

Com Júbilo, hoje celebraremos o noivado da minha irmã Priscila e seu namorado (agora noivo) Augusto!

Pri, te amamos! Temos certeza que Deus abençoará esse grande passo.

Rafael, Andréia e Marina

– O Ex-Fast-Food Eco-Friendly?

Quantas siglas e expressões americanizadas, não?

Pois bem, elas servem para tratarmos de um interessante assunto: a tentativa do McDonald’s em abandonar o sinônimo outrora de fast food e ser reconhecido como restaurante, além de mostrar a sua preocupação como “empresa amiga do meio-ambiente”, incorporando o verde às suas cores vermelho-amarelas.

Você pode acessar a matéria no link de Exame: MCDONALD’S ECO-FRIENDLY

– Corinthians X Goiás, erros aceitáveis e erros condenáveis!

 

Amigos, um fato interessante no jogo Corinthians X Goiás mostrou claramente o problema que as Comissões de Arbitragem, Árbitros e Entidades Esportivas enfrentam: a falta de uma específica virtude.

 

Antes de falarmos dela, é importante pontuar o caso: Corinthians no ataque, zagueiro do Goiás dá um carrinho na bola e sai jogando; o árbitro entende como infração e dá tiro penal. Erro claro, nada a discutir.

 

Lances como os de ontem mostram a existência de dois tipos de erros comuns de arbitragem (tanto em jogos nacionais como em campeonatos de todo mundo):

 

Os erros ACEITÁVEIS- por exemplo: lances em que o jogador está impedindo por poucos centímetros; jogadas duvidosas aonde após exaustivas repetições se chega à conclusão do erro, ou ainda lances que dividem a opinião publica (entre tantos lances difíceis de se decidir).

 

Os erros CONDENÁVEIS- por exemplo: atleta impedido com 2 metros à frente do penúltimo ontem; bola que bate na mão e se marca tiro penal; lances claros de jogadas não-faltosas onde se assinala infração, entre outros.

 

Sobre “erros aceitáveis não dá para discutir; fazem parte do jogo e pela própria natureza do esporte, acontecerão sempre, pela falibilidade humana – estes devem ser relevados. Agora, erros condenáveis poderiam ser evitados. E por que ocorrem? Por três motivos:

 

1) Dificuldade técnico-disciplinar (árbitro fraco, que interpreta mal as jogadas ou que apita sem critério na distribuição dos cartões);

 

2) Despreparo emocional (árbitro que aceita pressão de jogadores famosos ou que apita ao barulho da torcida);

 

3) Infelicidade no dia da partida (o popular “dia em que nada dá certo”; azar; urucubaca).

 

Especificamente, no dia de ontem, o lance estava na frente do bandeira. Sei das dificuldades de se apitar uma partida de futebol, militei dentro dos gramados por 14 anos! Não seria ingênuo de desprezar as nuances de uma tomada de decisão na partida. Se o árbitro deu uma bobeada na marcação do pênalti, por que o seu assistente não corrigiu a tempo? Será que ele interpretou a mesma coisa do que o árbitro?

 

Claro que os árbitros são limitados pela não-permissão da tecnologia. Mas dentro do que se pode utilizar, por que não se aproveitar, como, por exemplo, o uso do rádio-comunicador? Aliás, não estou vendo o rádio nas partidas do Brasileirão; ele é um eficiente instrumento de auxílio à arbitragem. E aí vem a falta da virtude tão carente que citamos acima: a CORAGEM. Com 3 X 1 no placar, um jogador a mais e a torcida motivando o time, tal pênalti mal assinalado não influenciou significativamente na partida. Mas o erro não poderia ser evitado? Na rapidez do lance, o bandeira não poderia ter comunicado o árbitro (com ou sem rádio) de que estava equivocado, já que ele estava na frente da jogada?

 

Finalizando, me relembro perfeitamente: Fui escalado com certo árbitro importante que hoje não apita mais para um jogo no interior. Eu seria quarto-árbitro e conosco estava um dos árbitros assistentes da partida. Acabávamos de sair de uma reunião da FPF, onde se pregava que a arbitragem deveria ser em equipe, e que o bandeira não era mais auxiliar, mas sim assistente, com responsabilidades em arbitrar a partida conjuntamente, dentro das suas limitações. Durante nossa viagem ao estádio, o assistente perguntou ao árbitro: ‘Quer falar alguma coisa do nosso plano de trabalho agora?’ E ele: ‘Sim. Esquece tudo o que você ouviu na reunião. No meu jogo você é só bandeirinha, marque lateral e impedimento. Se marcar falta, eu mando baixar a p. da bandeira. Entendido?’

 

Precisamos dizer mais alguma coisa? Ainda há muitos árbitros que determinam esse plano de trabalho. E por que os assistentes não ‘se rebelam’ em campo? Pela falta da virtude… Coragem!

 

E você, concorda que falta essa virtude ou há outras observações?

– Ferrari faz Recall!

É uma verdadeira onda de recalls em todo o mundo. Aqui no Brasil existem vários recalls da indústria automobilística em andamento. Mas um me chamou a atenção: até a Ferrari está fazendo recall!

 

FERRARI FAZ RECALL DE 1248 CARROS QUE PEGARAM FOGO

 

Por Marcio Orsolini

 

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/ferrari-faz-recall-1-248-carros-pegaram-fogo-593371.html

 

São Paulo – A montadora italiana Ferrari anunciou nesta quarta-feira (1/9) que vai recolher os 1.248 carros da linha 458 Italia fabricados neste ano, depois de uma série de acidentes em que os esportivos de luxo se incendiaram sem motivo aparente.

Incidentes do tipo ocorreram em pelo menos quatro países: Estados Unidos, França, Suíça e China. Uma equipe de engenheiros foi enviada para investigar os casos em cada país. Segundo eles, o problema estaria na cola usada durante a montagem de frisos na roda dos carros.

A Ferrari declarou que os donos dos automóveis destruídos devem receber um novo veículo. Os veículos que não apresentaram o problema poderão ter suas peças trocadas para evitar esses riscos.

– Dá para escolher um novo presidente para a FPF?

Amigos, o Ministério Público anunciou que pode colocar um interventor na Federação Paulista de Futebol, devido ao problema dos laudos de estádios do começo do ano. Em suma, os estádios interditados por falta de segurança para o Campeonato Paulista foram, segundo o MP, “misteriosamente” liberados rapidamente com laudos que os aprovariam.

Imaginemos que o presidente Marco Polo Del Nero tenha que deixar o cargo e um interventor seja nomeado. Quem seria ele? Teria capacidade moral, intelectual e administrativa para o cargo?

 

Já que estamos em época eleitoral, que tal transpormos o problema num fictício exercício democrático-esportivo e escolher: se você pudesse, quem escolheria para o cargo de Presidente da Federação Paulista de Futebol?

 

Quero ver qual nome você escolherá. Um nome só, não precisa mais do que isso. Qual agulha você achará no palheiro?

– Em defesa do Voto Útil Regional

Em defesa do voto útil para Jundiaí e região!

Ao invés de Tiriricas e Cacarecos da vida, por que não privilegiar a nossa região? Lançada a campanha “Eu acredito mais na região”. Compartilho as informações enviadas pelo amigo jornalista Reinaldo Oliveira:

 

ENTIDADE LANÇA CAMPANHA POR VOTO REGIONAL

 

O CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, sediou uma coletiva de imprensa, para que membros do FORCIS – Fórum Regional do Comércio, Indústria e Serviço, de Jundiaí, apresentassem o material da campanha “Eu acredito mais na região”, que tem como objetivo incentivar o eleitor, nas próximas eleições, a votar nos candidatos da região para os cargos de deputado estadual e federal. Outras entidades como a Proempi (construtores), Rede Parceiros (supermercados), CDL (lojistas), SRJ (produtores rurais), CIESP (indústrias), Acijun (associação dos corretores de imóveis), apóiam a iniciativa do FORCIS. O presidente da Acijun, Celso Coelho deu sua opinião sobre a campanha: “Jundiaí está crescendo e precisamos nos fortalecer tendo representantes que ouçam as preocupações dos moradores. Um candidato da região sendo eleito, torna-se mais fácil este contato. É preciso pensar na cidade onde viverão nossos filhos e netos”. Vários outros representantes falaram sobre a campanha, que por ser apartidária está disponibilizando o www.adej.org.br, onde está postado o selo com a logomarca da campanha e demais informações. O vereador Paulo Sergio Martins (PV), presente no evento, disse ser bastante positiva a iniciativa da campanha: “Esta vem a somar com a que está sendo desenvolvida pelo Cidade Democrática”. Ela abrangerá onze cidades da região e gravações com depoimentos de formadores de opinião, também serão veiculados incentivando o voto em candidatos da região. “Estas pessoas falarão o que as cidades, principalmente as menores, são prejudicadas por falta de um representante da região”, disse Maurício Rappa, um dos dirigentes do FORCIS.

– Fumam e Bebam à Vontade (na Rússia)

Que cigarro e bebida são fontes inesgotáveis de impostos, nós sabemos. Mas incentivar o consumo de tais produtos, isso já é demais!

 

Na Rússia, o ministro das finanças pediu: fumem e bebam para ajudar o país!

A saúde do contribuinte fica para segundo plano…

 

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4654584-EI8142,00-Ministro+russo+incentiva+consumo+de+vodca+e+cigarros.html

 

MINISTRO RUSSO INCENTIVA CONSUMO DE CIGARROS E VODCA

 

O ministro das Finanças Alexei Kudrin sugeriu nesta quarta-feira que os cidadãos russos devem consumir mais vodca e cigarro – produtos taxados – para ajudar a encher os cofres públicos e assim resolver os problemas sociais no país.

“Para que todos entendam: quem bebe vodca e quem fuma ajuda o governo. Se você fuma um maço de cigarros, então você dá fundos para resolver problemas sociais. Você apoia a política demográfica, o desenvolvimento de serviços sociais e a natalidade”, explicou, de acordo com agência de notícias Interfax.

Esta declaração é, no mínimo, surpreendente, já que a vodca e outras bebidas alcoólicas fortes são a causa de meio milhão de mortes por ano na Rússia. Esta mortalidade repercute na expectativa de vida dos homens (60 anos, de acordo com a OMS), que é inferior a de países pobres como Bangladesh ou Honduras, segundo estimativas oficiais.

Para tentar lutar contra esta alta mortalidade, a cidade de Moscou introduziu, a partir desta quarta-feira, uma proibição da venda de bebidas alcoólicas fortes entre as 22h e 10h.

– 1 ano e 6 meses da nossa princesa Marina Porcari!

Parece que foi ontem quem ela nasceu!

Hoje, nossa princesinha Marina faz 1 ano e 6 meses. Ela já conta até 10, canta ‘nana-neném’ e ‘Mãezinha do Céu’, me chama de ‘Cascão’ e de ‘careca’ (mas também diz que o mais fortão do mundo e o mais lindinho é o papai dela). Fala TUDO, uma tagarelinha. Imita qualquer bicho, até peru e coruja! Adora pizza, pastel e batatatinha.

Com uma saúde invejável e a inteligência da mãe, é um presente de Deus!


Pai babão é assim mesmo…

Obrigado, Senhor, pela nossa filhinha!

– Ambev compra o Burger King

Um negócio bilionário: os brasileiros da AmBev acabam de fechar negócio com o Burger King. Se cuida, McDonald’s!

 

Extraído de: Ig Notícias

 

BRASILEIROS COMPRAM REDE AMERICANA BURGER KING POR 7 BILHÕES

 

Segunda maior rede americana de fast food é comprada por Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles

A empresa de investimentos 3G Capital, do trio de investidores brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, comprou nesta quinta-feira por US$ 4 bilhões (equivalente a R$ 7 bilhões) o Burger King, a segunda maior rede americana de fast food.

A 3G Capital vai pagar US$ 24 por ação da Burger King Holdings, o que representa um prêmio de 46% sobre o valor da ação antes dos recentes rumores de mercado. Na quarta-feira, as ações da empresa já haviam dispardo 23%, para US$ 23,20, após a notícia ter sido revelada por jornais americanos.

O atual presidente do Burger King, John Chidsey, ficará no cargo durante o perído de transição. Depois disso, ele assume um cargo de co-presidente do conselho da empresa, ao lado do brasileiro Alexandre Behring, diretor administrativo da 3G Capital.

O trio de investidores brasileiros controla a Anheuser-Bush Inbev, a maior cervejaria do mundo, as Lojas Americana e a América Latina Logística (ALL), principal concessionária de ferrovias do Brasil. Juntos, eles têm uma fortuna avaliada em US$ 21 bilhões, segundo levantamento da revista Forbes.

Em queda

O Burger King desacelerou em relação ao principal rival, o McDonald’s, e outras cadeias de fast food, em meio às altas taxas de desemprego que atingem sua base de consumidores. Na semana passada, a companhia afirmou ver fraca demanda no atual ano fiscal em decorrência do lento ritmo de recuperação econômica nos EUA e dos programas de austeridade fiscal em diversos países da Europa.

O Burger King é considerado a segunda maior rede de fast food do mundo, atrás apenas do McDonald’s. São mais de 12 mil lojas espalhadas por todos os estados americanos e em 76 países. Aproximadamente 90% das lojas operam num sistema de franquias.No Brasil, o Burger King chegou em 2004, e as primeiras lojas foram inauguradas em São Paulo e em Brasília.

– João Mendonça Falcão Vive!

 

Calma, esse post nada tem a ver com vida pós-morte. Mas falamos de ideários, principalmente no esporte. E, como nunca, a figura de um ex-dirigente esportivo, mesmo pouco lembrado atualmente, é atualíssima: João Mendonça Falcão, deputado e ex-presidente da FPF.

 

Poucos sabem dessa história, mas convivi semanalmente com o “Dr Falcão”. Ganhei chaveirinhos dele na sua última campanha a Deputado Federal pelo PTB no início da década de 80.

 

João Mendonça Falcão se recolhia aqui em Jundiaí, no nosso Bairro Medeiros (onde minha família se instalou e permanece até hoje), em sua aprazível chácara. Hoje, coincidentemente, moro bem em frente a ela, que se transformou no saboroso e aprazível restaurante campestre Noz Mostarda.

 

Falcão pontualmente chegava na loja de materiais de construção do meu pai às 9:00h, trazido pelos folclóricos motoristas Ivan ou Toco (este, figura carimbada do futebol paulista, corinthiano doente). Lembro-me sempre do Del Rey azul estacionando no pátio, ou em situações estratégicas, da Brasília bege! Quando o então ex-dirigente entrava na loja, fazia questão de sentar na cadeira do escritório, encostar sua bengala (já era bem idoso), e ficava lá contando suas histórias. Hoje tenho como certeza que, alijado dos holofotes, ele buscava simplesmente companhia para contar suas experiências (ele sempre se queixava da família e outros problemas particulares; enfim, um homem solitário no final da vida).

 

Imagine uma criança fanática por futebol (sem noção do que era a Federação Paulista de Futebol ou a política no esporte), ganhando bolas oficiais do Campeonato Paulista, ouvindo contos e passagens daquele senhor de idade sobre nomes famosos do futebol, além de perceber que era uma figura importante? Me deliciava com as histórias, mesmo que não as entendesse.

 

Naquele tempo, não havia telefone no bairro todo, e a linha só chegava até a nossa loja. Falcão ia lá, ligava para Deus e o mundo, e ficava até à hora do almoço. Cansei de vê-lo esbravejar com seus pares políticos, sem ter noção do que era importante ou não. E quase toda semana, ele dizia algo que de tanto contar, gravei na mente até as mesmas palavras: “se o Santos ganhou do Milan, tem que me agradecer para o resto da vida…” , em referência ao jogo-desempate do Mundial de 63, onde ele não permitiu o jogo em campo neutro e sim no domínio santista.

 

Digo tudo isso para lembrar do fato que torna Falcão atual: ele repetia sempre, mais ou menos com essas palavras, que “Futebol é muito mais do que um jogo jogado no campo, é vencido fora dele”.

 

Hoje, adulto e tarimbado, entendo perfeitamente o que ele queria dizer. Ex-árbitros daquele período, que tive o grande prazer de conhecer e que hoje são octagenários, diziam que quando o João Mendonça Falcão chamava alguém em sua sala, lá na sede da FPF na Brigadeiro… xi… lá vinha confusão. Muitos deixaram de apitar por não concordar com determinadas ordens.

 

Cada vez mais a política está presente no futebol. Não há manipulação de resultados oficial, pois seria perceptível àqueles que entendem e militam na área. Mas há entraves dificultosos políticos, que deturpam o espírito esportivo. Nesta semana, por exemplo, o ex-piloto finlandês Kimi Raikkonen declarou que “Na F-1, há muitos fatores mais importantes do que a corrida. É muita política e ninguém diz o que pensa”.

Traga essa frase da F-1 para o mundo futebolístico e compare com a frase de efeito do ex-presidente da FPF, citada acima. Falcão não é atual?

 

E você, o que pensa disso: há muitos mais fatores políticos no futebol do que o próprio jogo? Deixe sua opinião:

– Esperteza do Eike ou sobra de Dinheiro?

Eike Batista, o bilionário brasileiro e Midas em vários negócios, realmente é um cara esperto.

 

Declarou para que todos ouçam, no Roda Viva da TV Cultura: doou milhões para as campanhas eleitorais de Serra e Dilma, alegando ter medo de represálias.

 

Alguém acreditou no motivo? Tá na cara que ele quer se garantir com quem quer que se eleja…

– Deficientes e Mobilidade em Jundiaí

POR Reinaldo Oliveira

 

DEFICIENTES SIM. MAS COM MOBILIDADE…

 

Sábado, dia 28 de agosto, pela manhã, na praça central de Jundiaí, foi encerrada com um grande evento a “Semana de Prevenção às Deficiências”. Foram oferecidos gratuitamente exames de glicemia, aferição da pressão arterial e prevenção a problemas bucais. De acordo com informações do presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Paulo Eduardo Moretti, existe por volta de 45 mil pessoas com algum tipo de deficiência e, este ano está sendo focado o trabalho em informar as pessoas quanto aos males causados pelo uso de fones de ouvido (aparelhos de MP3, iPod e celulares), que virou verdadeira mania e, que estão causando perdas auditivas na população que utiliza estes aparelhos por tempo prolongado. De acordo com Moretti o objetivo do evento em praça publica, é quebrar as barreiras e resistências às deficiências e oferecer reflexão sobre a acessibilidade, cultura e lazer para as pessoas com deficiência. O evento serviu também para a exposição de equipamentos que contribuem para facilitar a mobilidade de pessoas com deficiência. Lá, além das tradicionais cadeiras de rodas feitas com materiais de alta tecnologia e outros, a novidade desta vez ficou por conta de táxis adaptados para o transporte de deficientes que, segundo a proprietária de dois deles, o custo de cada um é de R$ 130 mil. Também neste evento destacou-se a preocupação com a obesidade. Pesquisas recentes indicam que, infelizmente, seguindo índices mundiais, o número de pessoas obesas em Jundiaí é alto e precisa de urgentes ações nesta área. O evento que aponta a conscientização para acidentes domésticos que provocam deficiências teve aprovação total da população.

– A lei da Cadeirinha: costume ou necessidade?

Hoje começa a vigorar a lei das cadeirinhas dos veículos automotores. A idéia é proteger as crianças nos bancos traseiros. O motivo é ótimo, mas há alguns problemas: o custo ainda é alto (será que tal equipamento deveria custar tanto?), a necessidade de modelos específicos conforme o tamanho (se você tiver 3 filhos: 6, 3 e 1 ano, como fará para transportá-los?) e, principalmente, o costume em usá-las.

Se a lei é para todos, por quê as vans escolares, ônibus e táxis estão dispensados? Porque seria inviável? Quem não tem dinheiro para comprar as cadeirinhas, ou cujas mães andam no banco de trás com seus filhos, podem também alegar tal motivo.

Gostaria de que a lei valesse para todos por coerência, ou que fosse revista com meios alternativos.

E você, o que acha da Lei das Cadeirinhas?

Aqui em Jundiaí, a lei promete ser cumprida. Ao menos, a fiscalização já está nas ruas. E como as autoridades gostam de uma receita de multa…

– Candidato Tiririca e sua declaração de bens

Coisas inacreditáveis de uma eleição: o candidato Tiririca, aquele mesmo humorista que está enfurecendo o Mercadante e alegrando a campanha na TV (cada um querendo o cargo como meio de vida… infelizmente!), vai gastar R$ 3,5 mi na corrida eleitoral! Não imaginava que tinha tanto dinheiro… Vai recuperá-lo como?

Vejo também que declarou não ter bens à Receita Federal e ao TSE. Motivo: se separou da mulher e colocou o patrimônio em nome de outras pessoas.

Nem se elegeu e já aprendeu bem…