– … E vai-se…

 

Nada como um dia após o outro. Hoje bem. Ontem cansado. E amanhã?

 

Mas vamos indo. Tô levando….

– Rooney perde contrato milionário com a Coca-Cola por conduta Extra-Conjugal

Wayne Rooney, badalado jogador do Manchester United e da Seleção da Inglaterra, iria ser o garoto propaganda da Coca-Cola e estamparia sua imagem em latas da Coke Zero.

 

O problema é que ele foi flagrado se relacionando com prostitutas, no mesmo período em que sua esposa estava grávida. A empresa considerou tal comportamento inadequado para associar a imagem do jogador com o seu produto, e cancelou o contrato.

 

O Jornal ‘Lance’ de hoje divulga que o atacante Neymar houvera também sido flagrado em um hotel com uma prostituta, no local em que o Santos se encontrava, no último dia 26 de agosto (matéria de Eduardo Mendes e Mauro Graeff Júnior, Lance, 06/10/10, pg 18-19). A Seara e seus outros diversos patrocinadores pensariam da mesma forma que a Coca-Cola?

 

E você, o que pensa sobre o assunto: O comportamento fora de campo do atleta influencia na aceitação ou não de um produto divulgado por ele? Deixe sua opinião.

 

Extraído de GloboEsporte.com (clique acima para citação)

 

ESCÂNDALO SEXUAL FAZ ROONEY PERDER CAMPANHA PUBLICITÁRIA DE REFRIGERANTE

 

Multinacional vetou imagem do craque do Manchester United em suas latas

 

Envolvido em um escândalo sexual com prostitutas na Inglaterra, o atacante do Manchester United e da seleção inglesa Rooney perdeu uma importante campanha publicitária.

 

O atacante não vai mais participar de um anúncio do refrigerante “Coca-Cola Zero”. A imagem do atleta iria aparecer nas latas da bebida distribuídas no Reino Unido, mas o jogador foi vetado pela multinacional.

 

Em comunicado oficial, a empresa americana anunciou a decisão.

 

“Durante o último mês optamos por rever a nossa estratégia de marketing. Dada a atual situação, pensamos não ser apropriado fazer esta campanha com o Wayne Rooney. As nossas relações com o atleta continuam. Estamos trabalhando com ele num programa que nos últimos três anos levou milhares de jovens à prática do futebol’, informou em comunicado.

Na semana passada, o camisa 10 dos Diabos Vermelhos pediu para que a imprensa sensacionalista o deixe em paz.

Em busca da reconciliação, o jogador anunciou que levará a esposa Coleen Rooney para uma segunda lua de mel. Rooney vai viajar com a modelo para Praga, na República Tcheca.

– Novos Critérios para Universidades e Faculdades

Atenção instituições de ensino superior: o MEC está mudando os critérios para classificação de Universidades, Centros Universitários e Faculdades. Em particular, uma certa quantidade de mestres e doutores em seus quadros. No caso de Universidades, terão que ter obrigatoriamente 4 cursos de Mestrado e 2 de Doutorados (todos já reconhecidos).

 

Extraído de OESP (clique acima para citação)

 

MEC TORNA MAIS RÍGIDAS AS REGRAS PARA UNIVERSIDADES

 

Por Luciana Alvarez, Fábio Mazzitelli

 

O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologa hoje uma resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que estabelece regras mais rígidas para que instituições de ensino superior tenham o status de universidade. Passam a ser exigidos pelo menos dois programas de doutorado e quatro de mestrado. As atuais universidades terão até 2016 para se adaptar – atualmente quase a metade delas não conta com esse requisito mínimo.

 

Segundo levantamento feito pelo Estado com base em dados da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (Capes), das 187 universidades federais e particulares do País, 91 não têm os programas de pós-graduação exigidos pela nova norma.

Delas, 12 são federais; as demais são instituições particulares.

 

A resolução não vale para entidades estaduais e municipais, que seguem leis específicas, mas representantes de universidades federais também contestam a validade da medida (mais informações nesta página).

 

São Paulo é o Estado com o maior número de universidades sem o novo nível mínimo obrigatório de pesquisa. São 24, todas particulares. No Sudeste, 43 das 80 universidades terão de se adaptar para não perder o título.

 

O Centro-Oeste é a região com situação mais confortável. Tem 14 universidades e apenas 4 delas ainda não têm os 2 doutorados e 4 mestrados. No Norte, o Amapá tem apenas uma universidade, a Universidade Federal do Amapá (Unifap), e ela ainda não atende a essa nova exigência, pois oferece apenas um curso de doutorado.

 

O ‘rebaixamento’ para centros universitários ou faculdades tira da instituição parte de sua autonomia. ‘Nos anos 1980 e 1990, muita instituição virou universidade só em busca da autonomia, sem dar contrapartida em extensão e pesquisa. Dentro desse novo instrumento, muitas terão dificuldade de sobreviver como universidade’, acredita o reitor da Universidade Nove de Julho (Uninove), Eduardo Storopoli, que classifica a medida do MEC como um ‘avanço na avaliação do ensino superior’. ‘Uma universidade que está mal avaliada desde os anos 1990 pode cair até para faculdade’, diz.

 

Muitas instituições de ensino particular, porém, não concordam com as novas regras e chegaram a entrar com recurso, que foi rejeitado pelo CNE. Roberto Covac, representante legal do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular, que reúne faculdades, centros universitários e universidades, diz que o grupo argumentou que faltou diálogo com o setor. ‘Outro problema é que a regra é única para um País muito grande, com realidades muito diferentes’, afirmou.

 

‘Sem dúvida é uma conquista, amplamente discutida com a sociedade’, diz Paulo Speller, presidente da Câmara de Educação Superior do CNE. ‘Temos um bom prazo para as universidades se adaptarem. Não acredito que teremos problema com descredenciamentos.’

 

Exigência

 

A norma prevê um prazo de seis anos, até 2016, para que as universidades existentes se adaptem. Em 2013, será necessário comprovar oferta de três cursos de mestrado e um de doutorado.

 

DIFERENÇAS

 

Faculdade

 

Instituto de ensino superior que precisa de aprovação do MEC para ampliar vagas ou cursos; seus diplomas têm de ser registrados por uma universidade.

 

Centro Universitário

 

Pode criar novos cursos e vagas sem pedir aprovação do MEC, mas não novas sedes. Não precisa realizar pesquisa.

 

Universidade

 

Instituição com autonomia para criar novos cursos, sedes, alterar número de vagas, expedir diplomas. Tem de oferecer ensino, pesquisa e extensão.

 

Novas obrigações

Para manter ou conseguir status de universidade, a instituição vai precisar ter, no mínimo, um terço do corpo docente de mestres ou doutores e um terço dos professores em regime de tempo integral; 60% dos cursos de graduação reconhecidos pelo MEC ou em processo de reconhecimento; oferta regular de quatro mestrados e dois doutorados reconhecidos pelo MEC.

– Trocar o Vice é a Solução?

PSDB estuda trocar o vice-candidato à Presidência, Índio da Costa, por alguém do PV, segundo os jornais.

 

Do ponto de vista moral, péssima decisão.

 

Já do ponto de vista estratégico, excelente sugestão!

– Festa na Igreja de Pedra (eu vou!)

Por Reinaldo Oliveira

 

MEDEIROS DE ITUPEVA CELEBRA A 19ª. FESTA DE NOSSA SENHORA  APARECIDA

 

A comunidade católica do Bairro do Medeiros/Itupeva (da Igreja de Pedra) inicia sábado, dia 9 e vai até o dia 17, a celebração jubilar da 19ª Festa em Louvor a Nossa Senhora Aparecida. Por este motivo, foi elaborada a seguinte programação:

Dia 9    18h    Missa de abertura com a presença dos romeiros.

      10 –  12h    Bênção aos romeiros e cavaleiros.

      12 –  9h30    Procissão, seguida de Missa e coroação de Nossa Senhora Aparecida.

      16 –  18h    Celebração da Palavra.

      17 –  10h    Celebração da Palavra.

No dia 10, acontece o 8º Desfile de Romeiros e Cavaleiros, saindo às 11h da Praça de Eventos, com destino à Igreja de Pedra. Na chegada bênção aos Romeiros e Cavaleiros,  depois almoço e após, leilão de prendas, ás 15h

Todos os dias, após a parte religiosa, no barracão – pastel, pernil, churrasco, frango, doces e completo serviço de bar. Participem!

– Todos ‘amam’ Marina Silva

Dilma ama Marina Silva.

Serra ama Marina Silva.

E todos são verdes nesse momento…

 

Se você ler as entrevistas dos presidenciáveis, só faltam dizer que eles próprios votaram na Marina, não?

 

Política e ideologia não combinam nesse país…

– Minha fase Bipolar e Reminiscências do dia-a-dia

 

Entre quedas e retomadas, uma certa crise nostálgica do apito e da vida retornam.

 

Às vezes, me sinto um pouco de médico/monstro. Me animo e desanimo com certa facilidade. Transtorno bipolar? Talvez, pois a variação de humor tem sido uma constante. Inofensiva, é claro.

 

Minha faceta boa-carinhosa-tolerante está com a minha família. Minha princesa Marina mudou a minha vida. Só quem é pai babão e coruja sabe o que é sentir isso. Faço das tripas-coração para estar o maior tempo possível com minha filhinha, e a preocupação em educá-la, ensiná-la e evangelizá-la é muito grande! Ser pai é educar para a vida, ajudá-la a ser uma cidadã correta e com alto senso de justiça, sem perder a infantilidade da infância e cerceá-la de sua liberdade. Além de me preparar para enfrentar a adolescência com tranqüilidade e as transformações em sua vida. Ser pai, não ser dono dela. E nesse processo entra minha esposa Andréia, onde levantamos e caímos juntos no dia-a-dia. Um suporta, socorre e sustenta o outro, ainda que tal ajuda possa ser pensa; mas sempre carinhosa e sincera.

 

Minha faceta má-raivosa-impaciente está no trabalho. Sou workaholic assumido, viciado em trabalho, e sei da doença que isto é. Nas minhas diversas atividades profissionais, quero a perfeição, mesmo sabendo do alto custo disso (até em questões de saúde). Estou cada vez mais intolerante com a picaretagem, e esse senso de inconformismo é prejudicial. Estraga o humor, torna-nos azedo.

 

Saber que não é possível mudar sozinho o mundo é ruim. Mas ao mesmo tempo, saber que posso contribuir para a mudança e não fazê-lo, é péssimo!

 

As crises depressivas são corroboradas com um certo desejo de voltar aos gramados. Comentar futebol, discutir regra e escrever sobre futebol ajudam a preencher a lacuna do pós-carreira. Mas entrar em campo trajado do uniforme de árbitro é insubstituível. A experiência é fruto da síndorme do super-herói: vestir a fantasia e lutar contra todos para uma causa sem muita lógica: a de cumprir a regra, mesmo sabendo que aqueles que te comandam não a cumprem.

 

O físico e a mente não estão na plena faculdade que deveriam estar. Aos poucos as coisas vão se encaixando. Um livro em mente: “Aventuras e Desventuras de um árbitro de futebol: casos e causos do apito”, com histórias e estórias gozadas e interessantes vividas em 14 anos de carreira e mais de 700 jogos. Mas o tempo ainda é escasso…

 

Tendo essas coisas na cabeça e no coração, vamos levando. Profissionalmente, tenho recusado alguns convites de outras universidades; afinal, me faltam dias! Estou feliz na atual faculdade, e as poucas horas vagas devem ser dedicadas à família. Durmo 5h30m por noite, e o pouco que me sobra de não-trabalho deve ser vivido intensamente.

 

Vamos levando a vida. Nessa semana, em particular, alguns problemas e complicações particulares que me fazem aumentar a insônia e que me levam a escrever esse post.

 

Credo, que deprê, não?

 

Prometo que estarei bem em breve… E o próximo tema mais particular será mais animado, ok? Estarei bem equilibrado mental, física e espiritualmente. Promessa é dívida!

– Uma Toto para mim também!

Está cansado com a política? Faça como o brilhante articulista Diogo Mainardi: troque o Lula por uma Toto!

 

O que é uma Toto? Advinha: toca Mozart e deixa o bumbum quentinho (calma, não se assuste nem pense bobagem!)

 

O cara é bom… Olha sua coluna semanal em Veja:

 

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/agora-mozart/

 

AGORA, MOZART

 

“Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto teria mexido ainda menos”

 

Demi Moore tem um Toto. Brad Pitt tem um Toto. Madonna tem um Toto. Leonardo DiCaprio tem um Toto. Nesta semana, imitei-os e também encomendei um Toto.

 

O que é Toto? Toto é um vaso sanitário. Mais exatamente: Toto é uma marca japonesa de vasos sanitários. O modelo que encomendei foi o Neorest 550. Uma reportagem da revista Barron’s apelidou-o de “Maserati do encanamento”. Para mim, foi a reportagem do ano.

 

O Neorest 550 tem a tampa aquecida. Segundo a Barron’s, Whoopi Goldberg, que mandou instalar vasos sanitários da Toto em seus seis banheiros, aprecia particularmente essa característica. A tampa sobe e desce automaticamente. E se higieniza depois de cada uso. Para abafar os sons provenientes do banheiro, o Neorest 550 toca Mozart. Enquanto isso, um catalisador se encarrega de eliminar os odores mais repulsivos.

 

O motivo que me levou a encomendar o Neorest 550, porém, foi outro. Ele possui um mecanismo interno que, acionado por con-trole remoto, funciona como um bidê, borrifando água morna do centro, da parte dianteira e da parte traseira. Em seguida, um jato de ar quente enxuga a área umedecida. Tito, meu menino mais ve-lho, tem uma série de impedimentos motores, mas faz quase tudo sozinho, exceto ir ao banheiro. Com o Toto, Tito poderá superar também essa barreira.

 

Nos últimos oito anos, publiquei um monte de artigos sobre Lula. A partir deste domingo, com a escolha de um novo presidente, ele ficará para trás. Nunca mais terei de citar seu nome. Nunca mais precisarei saber o que ele diz. Poderei me dedicar a temas menos passageiros, como o vaso sanitário da Toto.

 

Pessoalmente, meu interesse por Lula sempre foi nulo. Em 2002, quando foi eleito pela primeira vez, eu o via como um gordinho oportunista. Agora, em 2010, depois de dois mandatos sucessivos, continuo a vê-lo da mesma maneira: como um gordinho oportunista. Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula, reconhecido por todos, foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto, em seu lugar, teria mexido ainda menos. E teria tocado Mozart para abafar os sons provenientes do PT.

 

Mas, assim como Lula aparelhou a Anac, ele aparelhou também, por longo tempo, minha coluna. Semanalmente, ao abrir a gaveta de minha escrivaninha, eu me surpreendia com o que encontrava e dizia: “Caraca, mais um aparentado de Erenice Guerra está escondido aqui dentro!”. E, em vez de escrever sobre o vaso sanitário da Toto, acabava escrevendo outro artigo sobre Lula.

 

Neste domingo, Lula tentará eleger uma aparentada de Erenice Guerra como sua sucessora. Será seu ato final. Depois disso, acabou. Escrevo seu nome pela última vez em minha vida: Lula. E agora? Agora, Mozart!

 

Por Diogo Mainardi

– Arrivederci

Meu pai e minha irmã daqui a pouco estarão em Roma, com nossos primos lá na nossa pátria-Mãe!

 

Boa viagem, se divirtam e muito macarrão!

 

Amo vocês.

Um bacio per nostri cugini e… mangia que te fa bene!

– Eleições, Perspectivas, Observações e Indagações

 

Acabou parcialmente a primeira etapa das Eleições de 2010. Sim, parcialmente, pois partimos ainda para o segundo turno nacional e o de alguns estados, além das pendengas do Ficha-Limpa, onde candidatos impedidos terão ou não confirmadas sua elegibilidade.

 

Em Jundiaí, conseguimos 2 deputados estaduais e 1 federal (respectivamente: Ari, Bigardi e Luiz Fernando). Boa sorte a eles, e que trabalhem com afinco pela sociedade jundiaiense em primeiro lugar, norteados pelos valores ético-cristãos. Afinal, são quase 200 mil votos acumulados de ambos.

 

Mas ainda fica algumas curiosidades: o mais votado, o palhaço Tiririca, terá 10 dias, segundo o TSE, para provar que é alfabetizado. Coisas de um país democrático às avessas… Se um detento pode votar dentro da prisão, porque um analfabeto não tem direito de se candidatar? Não que eu defenda a elegibilidade do humorista, mas a observação de tal discrepância, é, no mínimo, interessante (no Chile, o candidato precisa entregar o diploma de graduação em nível superior para concorrer às eleições locais).

 

Repercutiu muito pouco a experiência em alguns municípios da leitura biométrica dos eleitores. Inserindo a impressão digital no leitor, o sistema identifica a pessoa e libera sua votação. Tal sistema poderá ser utilizado plenamente, segundo estudos, em 2018. Dessa forma, você não precisa levar documento algum, apenas o seu dedo. Mas se você estiver com a impressão digital gasta (por motivos de trabalho manual excessivo, utilização de produtos químicos e outros fatores que a desgaste), deverá levar os mesmos documentos de hoje. A propósito de documentação, vale lembrar: alguns amigos garantiram que votaram só com o Título de Eleitor!

 

Encerrando esse tema, não dá para passar batido: Serra e Dilma são diferentes comportamental, física e socialmente do que há 1 ano antes do pleito. Perceba: Serra é mais populista, defende assistencialismo barato e sorri com facilidade. Dilma está mais sorridente, fala muito o nome de Deus e lembra de ações para o povo.

 

Ôpa: estão diferentes deles próprios, mas idênticos entre si…

 

É o vale-tudo da política.

 

E você, o que pensa disso: teremos novidades no segundo turno?

– Estudo de Caso XYZ: aos alunos do Segundo Semestre

Aos nossos alunos do Segundo Semestre, registro o seguinte estudo de caso a ser trabalhado na noite de hoje:

 

ESTUDO DE CASO: CASO GRUPO XYZ S. A.[1]

 

O intuito desse estudo de caso é compreender o funcionamento

 e possíveis imprevistos ocasionados pela teoria comportamental.

 

 

A XYZ é um grupo comercial e industrial com sede em São Paulo. É constituído de mais de 14 empresas, e suas operações estão espalhadas por todo o País. Possui ao todo mais de 5000 empregados. É uma organização sólida e lucrativa que cresceu nos últimos anos. Empresa nacional, pertence a uma única família, mas, além do Presidente e do Diretor Comercial, os demais administradores da empresa são profissionais, sem nenhuma relação de parentesco com os proprietários.

Abaixo da Diretoria vêm os demais níveis hierárquicos, a saber: Gerência, Chefia de Departamentos, Encarregados de Setores e Funcionários.

Um grande edifício localiza toda a administração central das empresas do grupo e nele trabalham mais de 1000 funcionários. Durante vários anos a empresa utilizou uma política salarial bastante liberal, nunca se prevalecendo da cláusula legal que lhe facultava fazer a compensação dos aumentos salariais espontâneos concedidos a determinados empregados, por ocasião dos reajustes salariais. Essa “norma de procedimento” permitia que seus empregados, quando da aproximação dos acordos sindicais, calculassem seus novos salários sobre o valor recebido no mês anterior ao dissídio coletivo.

Todavia, o Diretor Financeiro sugeriu à Diretoria, em reunião, e esta aprovou, que a empresa devia levar em consideração a cláusula que lhe facultava compensar todos os reajustes espontâneos. Entretanto, por algum lapso, não foi feita qualquer comunicação prévia aos funcionários. Tal medida, conforme argumentação do Diretor Financeiro, iria trazer uma economia substancial e vinha de encontro à política de contenção de despesas a fim de reduzir custos operacionais e dar prosseguimento, em ritmo cada vez mais acelerado, à implantação de novos projetos que permitissem uma expansão mais acentuada.

No mês de maio surgiu uma situação desagradável, pois a maioria dos funcionários atingidos havia assumido compromissos, tendo por base o novo valor de seus vencimentos e não julgavam coerente a adoção de uma medida dessa natureza sem uma comunicação prévia. Uma pequena comissão dirigiu-se para reclamar ao Diretor de Pessoal. Este alegou que se tratava do cumprimento de uma cláusula do dissídio coletivo, estando a empresa, portanto, agindo legalmente. Pessoalmente, nada poderia fazer, pois tratava-se de uma resolução adotada em reunião de Diretoria dentro da competência que a lei faculta à empresa. Não se conformando com a argumentação, a comissão foi ao Sindicato da classe e este, após utilizar todas as tentativas possíveis, não conseguiu convencer a direção da empresa a modificar sua resolução. Por outro lado, o Sindicato não encontrou meios legais de acionar juridicamente a empresa. Criou-se, assim, uma situação desagradável de um ambiente de grande irritabilidade e insatisfação.

 

Questões:

 

1-      A Hierarquia das Necessidades de Maslow fala sobre situações e fatores que atendem a satisfação e outros que trazem frustração. Neste estudo de caso, fale um pouco sobre o que você observou do trabalho de Maslow na relação “patrão x empregados”.

2-      Reflita: suas necessidades primárias e secundárias vão de acordo com as de Maslow? Crie a sua pirâmide hierárquica de necessidades:

3-      Disserte sobre o tema: os reflexos do salário no ambiente de trabalho (avalie o grau de importância do valor do seu salário na escolha ou manutenção de um emprego).

 


[1] Chiavenato, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Edição Compacta, 2ª edição, editora Campus, pg 317-318.

– Desamor e Traições na Política Brasileira

DESAMOR E TRAIÇÕES NA POLÍTICA BRASILEIRA

 

Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História.

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. O poema do inesquecível Carlos Drummond de Andrade lembra um pouco o tema a ser discutido aqui. O amor não correspondido de alguns de políticos lembra “Quadrilha”, estes lindos versos do poeta – que fique bem claro. Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História. A síndrome de Frankenstein – da criatura que se volta contra seu criador – é recorrente. O exemplo clássico é Judas – que pelo menos se arrependeu – depois de trocar a confiança de Jesus por 30 moedas de prata. Cerca de 70 anos antes Brutus traíra Cesar. 1789 anos depois de Cristo, Joaquim Silvério dos Reis faria o mesmo com Tiradentes – embora houvesse a atenuante de ele não ser brasileiro. Mas o fato é que pupilos traem seus mestres. Na história recente da política brasileira, os exemplos pululam (sem trocadilhos). Em 82, o chaguista Miro Teixeira percebeu que fraquejava a força política liderada pelo jornalista e empresário fluminense Antonio de Pádua Chagas Freitas e bandeou-se para os lados de Leonel de Moura Brizola que conquistava as massas com seu discurso novidadeiro de recém anistiado. Brizola também conheceria o gostinho amargo da traição quando seu protegido, Cesar Maia, então considerado um gênio da Economia, romperia com o chefe para apoiar o equivocado plano econômico de Fernando Collor em 90. Anos depois, já prefeito do Rio de Janeiro, o economista erraria feio na conta de Matemática no episódio “Cidade da Música”. Traição maior, no entanto, Brizola creditou a Dilma Rousseff – atual candidata do PT à presidência. Dilma foi alfabetizada politicamente por Brizola – segundo palavras de Alceu Collares – a quem conheceu nos anos 70. Em 2000, um racha entre petistas e pedetistas durante o governo de Olívio Dutra a fez abandonar o PDT. E Brizola diria: “Dilma é uma traidora em busca de cargos”, uma vez que ela se recusou a devolver o dela no primeiro escalão do Governo gaúcho ao partido. Se Rousseff já tomou um grande susto no recente escândalo com Erenice Guerra e família, o mesmo não se pode dizer de velhas raposas da política brasileira. Em São Paulo, Paulo Maluf lançou seu secretário de Finanças (!) Celso Pitta candidato a prefeito: “E se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”, dizia. Eleito em 96, Pitta rompeu com Maluf como primeiro ato de governo. Velha raposa da política, Maluf disparou: “Eu confiei no Pitta sim e ele errou. Ele traiu a população de São Paulo, não a mim”. Maluf levou aquilo que na linguagem futebolística chama-se de “uma bola nas costas”. De volta a Cesar Maia, podemos dizer que desde 1999 ele procura a pelota no drible “elástico” que levou de sua criatura Luiz Paulo Conde que passou a jogar no time de Anthony Garotinho – atualmente inelegível. Sobre Conde, Maia disse: “A Ginger Rogers achou que podia operar solo e fez só um filme. Quem é Conde mesmo? Tentou voltar em 2004 e ficou lá atrás na votação”, conclui comparando-se a Fred Astaire. Mas traição não é privilégio do sul maravilha. Ministro dos Transportes de Sarney e governador do Maranhão de 2002 a 2006, José Reinaldo rompeu com seu mentor em 2004. Tudo começou com uma briga entre a (então) mulher dele Alexandra e Roseana – a filha do hômi – que a (então) primeira-dama insistia em chamar de “sinhazinha do Calhau”. Não convidem as duas para o mesmo jantar. Pupilos traem seus mestres. Candidata a deputada federal, Alexandra não ama Zé Reinaldo que não ama Sarney que não ama Maluf que não ama Pitta que não ama mais ninguém. E assim foi com Conde que detestou Maia que detestou Brizola que detestou Chagas que detestou Miro. Uma “Quadrilha” – os lindos versos de Drummond – ao contrário. E, aproveitando que o assunto é traição, o PT pode ser traído por sua soberba e falta de atenção. A obrigatoriedade da apresentação da carteira de identidade junto com título de eleitor pode ser uma surpresa para o partido do governo em algumas regiões onde os maiores beneficiários de programas como o bolsa-família e seus dependentes, por exemplo, não são lá muito preocupados com registros, carteiras e documentos. Seria uma traição sem querer – bem diferente dos “poemas” acima.

 

Obs> creditei erroneamente o texto ao jornalista Reinaldo Oliveira. Entretanto, ele próprio me alertou do erro. Assim, retifico a autoria com o envio do original:

 

Boa tarde, prof Rafael e leitores do blog. O texto Desamor e traições na política brasileira é de autoria do jornalista Claudio Carneiro, sócio da Clio Assessoria, e foi escrito para o site Opinião e Notícia (www.opiniaoenoticia.com.br). att, Roberta Cabral

– Pulemos para Amanhã?

RESSACA PÓS ELEITORAL, PROBLEMAS PARTICULARES E INÚMEROS COMPROMISSOS

Amigos, nada a declarar hoje… pelo menos, na parte da manhã.

– Richarlysson: um incompreendido?

Já atuei em jogos com o atleta sãopaulino Richarlysson em algumas oportunidades. Ele é o típico “chato de vestiário”: não dá atenção ao quarto-árbitro, esnoba para assinar a súmula, e outros detalhes que não vem ao caso (é assim desde o tempo de Santo André).

 

Mas embora contestado por suas atuações e expulsões por boa parte da sua torcida, o cara tem sido vítima… Ontem, foi expulso à toa. Quer dizer, mais ou menos à toa… Li em algum lugar e tento reproduzir uma correta observação (veja a cronologia, só neste ano):

 

– Dois pênaltis no Paulistão em jogadas dele (em lances duvidosos).

 

– Na Libertadores, contra um time peruano, apanhou que deu dó e o árbitro o expulsou! (foi no jogo em que teve chilique, precisando ser retirado pelos companheiros).

 

– No Brasileirão, contra o Goiás no 1º. turno, a bola bateu em sua mão involuntariamente e o árbitro deu pênalti.

 

– Quarta, contra o Grêmio, quase quebraram a sua perna e o adversário não recebeu nem amarelo!

 

– Ontem, sofreu uma falta e ficou quieto; na sequência foi agredido e acabou sendo expulso! Claro que levou o vermelho merecidamente por xingar o árbitro. Mas… depois desse histórico todo, há de se entender que o xingamento – que não deveria ter feito – era compreensível a um jogador que vem passando por erros onde é a vítima.

 

Na saída do campo, desabafou contra tudo e contra todos. E aí vem a questão: ele sugeriu que o São Paulo vem sendo perseguido!

 

E você, o que acha disso? O São Paulo vem sendo perseguido nesse Brasileirão? Deixe seu comentário:

 

Sobre a expulsão: acho que foi justa, ironicamente, num momento injusto!

– Globo une Rivais

O mercado publicitário se animou ao ver uma inédita ação da Globo: ao invés de 5 patrocinadores para o Futebol, a Globo terá 6 anunciantes. E pela primeira vez, concorrentes anunciando num mesmo evento!

 

Vivo, VW, Casas Bahia, Itaú, AmBev e Coca-Cola serão os patrocinadores do futebol em 2011. É a primeira vez que o Guaraná Antártica e a Coca dividirão uma mesma atração nos intervalos.

 

E viva a propaganda!

– O Bom Pagador

A Revista Época desta semana (ed 646, pg 17, coluna Primeiro Plano), traz uma interessante matéria sobre a dívida contraída pela Alemanha na Primeira Guerra Mundial, cujo pagamento terminou nesta semana!

 

Será que se o governo brasileiro, com seus usos e costumes, honraria uma dívida como esta?

 

A PRIMEIRA GUERRA ENFIM ACABOU

 

O Governo da Alemanha comemora deste domingo 20 anos de reunificação do país. A data vai marcar, também, outro acerto de contas. Será paga a histórica multa imposta pelos aliados após o fim da Primeira Guerra Mundial. Pelo Tratado de Versalhes, de 1919, os derrotados alemães se comprometem a pagar 226 bilhões de marcos (101 bilhões de reais) pelos danos da guerra.

 

1929 – a dívida é reduzida para 112 bilhões de marcos com prazo d epagamento de 59 anos.

 

1933 – ao tomar o poder, Hittler interrompe os pagamentos da multa.

 

1953 – a Alemanha Ocidental se dispõe a pagar o montante principal, mas parte dos juros só seriam pagos caso o país se reunificasse.

 

1990 – a Alemanha se reunifica e os juros começam a ser pagos.

 

03 de outubro de 2010 – O governo anuncia o pagamento da última parcela.

 

Bom pagador é isso aí… Tava fácil um calote, não?

– Punições à Inglesa

– Punições à Inglesa

 

É comum e batido um velho chavão utilizado para situações em que se faz algo apenas protocolar, sem a verdadeira intenção da anunciada ou sem a plena atitude de tal. Este chavão é: “fazer média para inglês ver”.

 

Leio que a CBF anunciou, semana passada, punições a árbitros de futebol por má atuações. Serão estes os punidos:

 

Árbitros afastados pelo descumprimento da Regra 12 (faltas e incorreções)

Francisco Nascimento (asp-FIFA/AL) – Vitória x Fluminense – 26/9

Andrey da Silva e Silva (PA) – Vila Nova x Paraná – 24/9

Suelson Medeiros (RN) – Ponte Preta x Coritiba  – 28/9

 

Árbitros afastados pela Regra 11 (impedimento)

Erich Bandeira (FIFA-PE) – Corinthians x Botafogo – 29/9

Marcos Pessanha (RJ) – Santos x Cruzeiro – 25/9

Cleriston Rios (SE) – Cruzeiro x Ceará – 22/9

Paulo Conceição (RS) – Cruzeiro x Ceará – 22/9

Elan Souza – Ceará x Goiás – 19/9 

 

Pois bem: os nomes passarão por ‘reciclagem’ em suas federações. Quero, preciso e vou falar abertamente sobre tal medida:

 

Suspensão para árbitro de nome só ocorre para se fazer média. E isso ocorre em todo lugar. É como multar o jogador com parte dos seus salários. Nenhum atleta paga essa multa.

 

Paulo César de Oliveira foi punido pela FPF no Paulistão desse ano com suspensão, após reclamação do Palmeiras. Coincidiu de que ele estava escalado na Libertadores da América nesse período de suspensão. Dirigente feliz com sua força política, Comissão de Árbitro faz sua média política e árbitro é gozado pelos jogadores por ter sido punido. Mas é uma punição torta, de escracho, política e não verdadeira.

 

Simon foi punido pela CBF após um suposto erro na partida Fluminense X Palmeiras no Brasileirão do ano passado (coincidentemente, após reclamação do Palmeiras também). Coincidiu de que o período de punição era às vésperas de uma etapa de preparação ao Mundial da FIFA…

 

Árbitros são instrumentos políticos das entidades. Puni-los pós-reclamação de clubes é massagear o ego dos dirigentes que reclamam. O árbitro fica desmoralizado, e a punição efetiva nunca ocorre. É a média política.

 

É fácil verificar isso: Herbert Roberto Lopes, excepcional árbitro e boníssima pessoa, teve uma atuação infeliz na partida Botafogo x Cruzeiro no Engenhão. Foi punido? Não.

 

Ricardo Marques Ribeiro, mineiro da FIFA, deixou de expulsar o gremista Douglas após uma entrada criminosa no sãopaulino Richarlysson. Foi punido? Não. (Será que o São Paulo reclamou? Hum… de repente, o peso de um reclamante pode ser maior do que de outro…)

 

Punir-se a quem pode ser punido. Alguém imagina que o assistente FIFA Erich Bandeira ficará todos esses dias treinando como punição? A “reciclagem” a ele é impraticável! Ficará relendo o livro de regras que já deve saber de cor e salteado, e não poderá treinar, pois, pela metodologia do futebol, o treino é a prática na partida. Como ele vai reciclar a regra do impedimento em jogo virtual? No vídeo-game? Como treinar sem jogo?

 

Tal medida dá força política àqueles que reclamam no microfone e desmoraliza a categoria. Cadê o sindicato e a associação de árbitros? São chapas-brancas?

 

Estas são, sem dúvidas, punições para ingleses verem…

 

O que você acha dessas punições? Deixe seu comentário:

 

(Particularmente, penso que punição é para erro grave. Erro de interpretação, de distância de jogador a frente, ou demais erros comuns de jogo, devem ser punidos com treinamento, que é a escala em outras divisões. Como o cara vai treinar se ele está impedido de entrar em campo?)

– Exerçamos a Nossa Cidadania!

Neste domingo, vamos exercer nossa cidadania e votar?

 

É curioso: no Brasil, votar é um Direito e um Dever. Isso é democracia ao pé-da-letra?

 

Vale a reflexão e boas eleições à todos.

– Doentes e Minorias Sacrificados para um “Bem Maior”?

Para se testar um remédio ou uma vacina, em fase final de experiência, você precisa de pessoas doentes ou dispostas a se infectarem de alguma moléstia para se comprovar a eficácia do remédio ou vacina, certo?

 

Muito se relatou na história em testes que ocorreram com prisioneiros de guerras ou doentes terminais, sempre se contestando a ética.

 

Agora, vemos que os americanos pedem publicamente desculpas aos guatemaltecos por utilizarem as prostitutas locais e deficientes para pesquisas médicas, contaminando-os com gonorréia e sífilis. O governo dos EUA emitiu uma nota se penitenciando pelo fato, ocorrido há 70 anos.

 

A experiência, realizada politicamente incorreta, trouxe como resultado a Penicilina.

 

Abaixo, a nota oficial dos EUA. Mas, o que você pensa sobre esse “sacrificar pessoas” em prol de outras?

 

Deixe seu comentário:

 

(Extraído de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101002/not_imp618676,0.php)

 

EUA SE DESCULPAM POR TESTES

 

Por Gustavo Chacra – OESP

 

Centenas de prisioneiros e doentes mentais foram infectados com sífilis e gonorreia na Guatemala nos anos 40 para pesquisar a eficácia da penicilina

 

O governo dos EUA pediu desculpas formais por ter infectado centenas de pessoas com sífilis e gonorreia na Guatemala no fim dos anos 40, em um experimento para testar a eficácia do tratamento com penicilina, então um antibiótico recém-descoberto.

Os contaminados eram prisioneiros e doentes mentais. Eles não sabiam da pesquisa e não há informações se foram curados ou se morreram por causa dessas doenças.

O pedido de desculpas dos americanos foi feito depois da revelação de um estudo da historiadora Susan Reverby, da Universidade Wellesley, que pesquisava sobre outro episódio, dos anos 60. Na época, negros americanos contaminados com sífilis não foram tratados para que pesquisadores vissem como a doença evoluía. No meio dos documentos, Susan descobriu o experimento na Guatemala e alertou as autoridades americanas.

“A inoculação de doenças transmissíveis na Guatemala entre 1946 e 1948 foi claramente antiética. Embora esses eventos tenham ocorrido há mais de 64 anos, estamos indignados com o experimento”, disseram em comunicado conjunto as secretárias de Estado, Hillary Clinton, e da Saúde, Kathleen Sebelius.

“Lamentamos profundamente e pedimos desculpas aos indivíduos afetados por essas práticas repugnantes. A condução do estudo não representa os valores dos EUA e nosso respeito pelo povo da Guatemala”, acrescentaram.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que o presidente Barack Obama telefonaria ontem mesmo para o presidente da Guatemala, Álvaro Colom, para desculpar-se formalmente. Uma investigação oficial do episódio também será instalada pelo governo. Não está definido se haverá alguma compensação financeira para as vítimas.

De acordo com a pesquisa de Susan, 696 pessoas foram infectadas no experimento feito na Guatemala. O responsável pelas pesquisas era John Cutler, considerado um dos mais proeminentes médicos americanos na década de 40.

Autorização. A pesquisadora afirma que autoridades guatemaltecas deram permissão para os americanos levarem adiante o experimento. No procedimento, os cientistas utilizavam até prostitutas para infectar os guatemaltecos em prisões e hospitais. Em outros casos, contaminavam as pessoas usando injeções.

Hoje, as leis americanas e códigos de ética mais rígidos impedem cientistas de realizar pesquisas com seres humanos que não saibam das eventuais consequências.

– Incoerência Eleitoral

Aqui no Bairro Medeiros, só temos uma escola como posto eleitoral. Sempre esteve super-lotada. Imagine agora que o bairro ‘explodiu’ populacionalmente falando?

 

As autoridades eleitorais deveriam estar mais atentas a isso. Aliás, duas ‘pisadas de bola’:

 

1) a Justiça Eleitoral só decidirá sobre os fichas-sujas depois da Eleição. Imaginem as especulações e polêmicas até lá… principalmente pelos puxadores-de-votos que serão preponderantes para o coeficiente eleitoral. Teremos 2 listas de eleitos até a decisão final?

 

2) E a cansativa polêmica do Título Eleitoral estar desacompanhado de documento com foto? Assim, se eu…

… Me apresentar com o RG, eu VOTO;

… mostrar a minha habilitação, eu VOTO;

… levar minha Carteira Profissional, eu VOTO;

… ou portar um crachá da minha empresa, também VOTO!

 

Só que se eu for com o título de eleitor, NÃO VOTO!

 

Ué, para que ele serve então??? Apenas para indicar o local de votação?

 

E você, o que acha de tal decisão do documento com foto ser obrigatório? Se é para garantir que não exista fraude, quer dizer que as outras não tiveram essa garantia e podem ter sido fraudadas?

Deixe seu comentário:

 

 

– Nossa anjinha Marina faz 1 ano e 7 meses!

Tem preço que pague tal sorriso?

 

Marina Porcari, aqui, fazendo farra!

– 100 mil jogados, literalmente, pela janela!

E os ‘companheiros’ de campanha do Senador Romero Jucá- RR? Ao avistarem a Polícia, jogaram 100 mil reais pela janela do carro para se livrarem da grana!

 

Por quê?

 

Dinheiro sujo, caixa 2, susto… o que seria para quererem não ser pegos com o dinheiro vivo?

 

E o pior é que não vai dar nada para ninguém…

 

A matéria sobre o assunto pode ser conferida no O GLOBO (clique aqui)

– Generosidade Comprometedora

Aqui, o caso é delicado. Até onde os profissionais permanecem isentos ao receber agrados ou patrocínios de empresas (Como a relação entre médicos e laboratórios farmacêuticos, por exemplo)? E se o caso for entre Magistrados?

Recentemente, esta matéria me impressionou e tenho certeza que as pessoas éticas também se agitarão:

GENEROSIDADE COMPROMETEDORA

Extraído de: Revista Época, 16/11/2009, pg 80, por Walter Nunes

Um concurso de arte para juízes, financiado por empresas, dá prêmios maiores que os pagos a artistas profissionais. Esses patrocínios não tiram a credibilidade da Justiça?

Nos últimos 41 anos o escritor gaúcho Moacyr Scliar publicou mais de 70 livros. O último deles, Manual da paixão solitária, descreve um sinuoso caso de amor de uma mulher com um homem e seus três filhos e venceu o Prêmio Jabuti, o mais tradicional do país na área de literatura, na categoria de melhor romance. Pelo prêmio, Scliar embolsou R$ 30 mil. Em outras categorias do Jabuti, os premiados receberam R$ 3 mil.

Em São Paulo, o concurso A Arte da Magistratura, exclusivo para magistrados da Justiça paulista e da Justiça Federal, vai recompensar juízes e desembargadores que nas horas vagas se arriscam a escrever ou pintar como uma atividade bissexta. Em cada uma das duas categorias em disputa, literatura e artes plásticas, o vencedor terá direito a um prêmio de R$ 25 mil, mais uma viagem a Paris com direito a acompanhante e despesas pagas, inclusive ingressos para o Museu do Louvre.

Segundo o desembargador Heraldo de Oliveira Silva, presidente da Academia Paulista de Magistrados, organizadora do evento, a estadia de cada casal em Paris custará cerca de R$ 7.500 em passagens e hospedagem. O valor de R$ 32.500 é maior do que a maioria dos prêmios culturais do país paga a artistas profissionais (leia o quadro) .

A generosidade do prêmio A Arte da Magistratura só foi possível porque as empresas Bradesco, Gol Linhas Aéreas e a Federação das Unimeds do Estado de São Paulo – todas com questões na Justiça – doaram dinheiro ao evento. O desembargador Heraldo de Oliveira Silva foi questionado por ÉPOCA sobre a aproximação com as empresas patrocinadoras, mas ele não quis responder e interrompeu a entrevista. Disse que só falará sobre o assunto em janeiro. Gol e Unimed também foram procuradas para falar sobre os patrocínios, mas não responderam aos pedidos de informações. O Bradesco disse que doou dinheiro para a premiação do concurso dos juízes com o objetivo de “estimular a universalização das manifestações culturais no Brasil”, mas se recusou a revelar o valor de sua cota de patrocínio.

Para o presidente da Associação de Magistrados Brasileiros,
é preciso discutir limites aos patrocínios

Na semana passada, o jornal O Globo revelou que a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, controlada por bicheiros, pagou a festa de encerramento do encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). O desembargador Alberto Motta Moraes, ex-presidente do TRE do Rio de Janeiro, pediu o dinheiro aos bicheiros – um deles indiciado pela Polícia Federal –, que foram homenageados no evento. Em outubro, a Caixa Econômica Federal financiou a festa promovida em Brasília pela Associação de Juízes Federais em homenagem a José Antonio Dias Toffoli, recém-empossado ministro do Supremo Tribunal Federal. Em maio, as passagens, a hospedagem e as despesas de refeições de 42 juízes e ministros do Tribunal Superior do Trabalho, que participaram de um congresso em um resort na Praia do Forte, na Bahia, foram pagas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Essa sucessão de episódios levanta duas questões: a credibilidade e a independência dos juízes, que devem evitar vínculos que possam trazer dúvidas sobre sua conduta, não estão sendo arranhadas pela facilidade com que as entidades dos magistrados recorrem a patrocinadores para pagar suas despesas? Não é preciso haver algum tipo de regulamentação para controlar esse tipo de prática? Na opinião de José Adoni Callou, integrante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle dos atos do Judiciário, “os juízes, em concursos, precisam verificar se os valores das premiações estão compatíveis com o que acontece no contexto geral”. “Há sempre o risco de haver interesse da entidade patrocinadora, e isso pode atingir a credibilidade do juiz”, diz Callou. “É claro que receber um brinde como caneta, chaveiro e algo de pequeno valor não configura uma infração. Mas prêmios e presentes de alto valor não devem ser aceitos.”

Pelas regras atuais, as associações de juízes podem receber patrocínios sem ter de se submeter a fiscalizações, pois são entidades privadas. O CNJ se limita a tomar providências contra juízes. No caso do patrocínio dos bicheiros à festa dos juízes eleitorais, o CNJ abriu um procedimento, mas contra o desembargador Alberto Motta Moraes. No ano passado, o órgão criou um código de ética para os magistrados – uma carta de intenções que não prevê sanções. A Lei Orgânica da Magistratura diz que é “dever do magistrado recusar benefícios ou vantagens de entes públicos, empresas privadas ou pessoas físicas que possam comprometer sua independência funcional”, mas é omissa em relação à questão dos patrocínios.

Para o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Mozart Valadares, é preciso discutir formas de controlar os patrocínios. “O CNJ poderia fazer uma regulamentação prevendo inclusive sanções”, diz. “Pode até haver algum tipo de patrocínio, mas não pode haver custeio de mordomias.” No caso do concurso A Arte da Magistratura, a generosidade das empresas patrocinadoras chama ainda mais a atenção porque, com a crise econômica mundial, as verbas para eventos culturais escassearam. O tradicional Prêmio de Música Brasileira quase não aconteceu por falta de patrocinadores. “Neste ano, não tivemos parceiros. O prêmio só saiu porque o José Maurício Machline (organizador do evento) tirou dinheiro do bolso e contou com o apoio de amigos. Os vencedores receberam troféus, mas nenhum tostão em dinheiro”, disse Tatiane Amaral, produtora do prêmio. Ao que parece, a crise passou longe dos magistrados.

– Leilão Artístico-Solidário

Uma ação inusitada, mas solidária: artistas famosos estão leiloando a possibilidade de anônimos serem citados por eles em seus twitters. A campanha se chama “TwitChange”, conta com 180 artistas, e pode ser acessada pelo e-Bay. A famosa atriz Demi Moore, por exemplo, uma das madrinhas da campanha, promete citar o nome daquele que vencer o leilão de seu nome por 3 meses no Twitter. Você pode participar, caso tenha interesse, em: http://twitchange.com/#

 

A verba arrecadada irá para a construção de um centro de recuperação de crianças com deficiências físicas, sobreviventes do terremoto do Haiti.

 

É claro que muitos doadores irão fazer seus lances para a sua exposição no Twitter. Mas aproveitar esse ato de vaidade das pessoas em prol da solidariedade é uma ação inteligente e válida. Afinal, a causa é nobre.

 

O que você pensa de tal método para ajuda ao próximo? Deixe seu comentário:

– Telefonemas entre Presidentes, Lula X Obama

Veja que interessante: a Revista Superinteressante, ed Novembro 2009, pg 52, mostrou como funciona o processo para “se por na linha telefônica” o presidente brasileiro e o presidente americano Obama. O processo é burocrático e cheio de esquemas de segurança!

Escrito em Verde, ações brasileiras. Escrito em Azul, ações americanas:

Por etiqueta e segurança, uma simples ligação entre chefes de Estado segue um rígido protocolo. Conheça os passos necessários até que um presidente dê “alô” para outro.

3 dias antes – Neste exemplo, Lula quer falar com Obama. A etiqueta exige que Lula, por meio de nossa embaixada em Washington, manifeste o desejo de ligar para Obama, informando o assunto da conversa. Se Obama aceitar falar com Lula, sua assessoria informa quando ele estará disponível, para qual número os brasileiros devem ligar e quem vai atender. Em paralelo, nossos diplomatas acertam a hora da ligação e quem vai telefonar em nome de Lula.

1 dia antes – A assessoria de Lula prepara um roteiro para a conversa, que deve ser breve e objetiva, focando assuntos-chave. Enquanto isso, a assessoria de Obama faz para ele um relatório sobre o que Lula quer discutir, incluindo possíveis respostas.

2 horas antes – A embaixada brasileira entrega aos americanos um aparelho chamado “telefone seguro” (converte a voz em chiado, que só vira de novo em voz quando se digita uma senha, que funciona apenas em aparelhos fixos). Este aparelho será acoplado ao telefone comum usado por Obama. Telefones seguros prontos, um assessor predefinido liga para o outro. Por segurnaça, se os nomes não baterem, a ligação é cancelada.

Alô/Hello – Finalmente os presidentes entram na linha. Se eles não falam uma mesma língua, a conversa acontece no viva-voz, com tradução de intérpretes.

– De 6 candidatos, escolha 2!

Enviado por Téo (Blog do Téo)

Email educativo-eleitoral para ajudar a refletir na Eleição ao Senado. Aqui, 6 candidatos à vaga de Senador, onde você escolherá 2 nomes. Primeiro, leia o curriculum de cada um. Abaixo, descubra quem são eles:

 

CANDIDATO 1

 

O pai, fundou a escola de idiomas Yazigi e a Fundação SOS Mata Atlântica.
A mãe, foi premiada pela UNESCO por seus programas para capacitação
profissional.

Começou a trabalhar na empresa do pai aos 16 anos e levou-a ser um dos
maiores cases de sucesso de franquias no mundo.

Fundou a Associação Brasileira de Franchising, e foi presidente da
associação por 3 mandatos consecutivos.

Fez parte dos movimentos estudantis na época da ditadura militar
brasileira. , Atuou na AP – Ação Popular, mas abandonou o movimento
devido às sua crença na não-violência.

Começou a praticar sustentabilidade antes mesmo de o termo ter sido
inventado, e por isso foi um dos redatores da Carta da Terra – A
declaração de princípios éticos e fundamentais para construção de uma
sociedade justa, sustentável e pacífica.

Pós-Graduado em filosofia pelo IBMEC.

Autor do programa de capacitação de professores no Institute for the
Advancemente of Philosophy for Children, na Montclair State University.

Voluntário em capacitação de professores em escolas públicas, devido ao
seu interesse de educação por qualidade.

Integrante do PNBE – Pensamento Nacional de Bases Empresariais onde
implementou projetos de adoção de escolas públicas por parte de empresas.

Presidente do conselho deliberativo do instituto Ethos. Fundador do
Uniethos – a sua divisão educacional. Projetou o instituto com suas
participações em fóruns internacionais como o Pacto Global das Nações
Unidas, o Global Report Iniciative, a 26000, o fórum Econômico Mundial.
Iniciou a disseminação da responsabilidade social empresarial como uma
nova dimensão nos negócios.

Um dos três fundadores do Movimento Nossa São Paulo.

Um dos fundadores do fórum Amazônia Sustentável.

Convidado para participar do projeto Elias – do Massachussets Institute
of Technology para incentivar a inovação de lideranças sistêmicas ligadas à
sustentabilidade.
No final de 2007, aproximou-se de Marina Silva e, juntos com outras
lideranças empresariais e ambientais, conceberam o movimento Brasil
Sustentável, que visa engajar diversos setores da sociedade – empresas,
governos, academia e organizações da sociedade civil – na construção de
uma sociedade responsável, justa e sustentável.

Seu lema de vida é: Paz, Alegria e Serenidade.

Filósofo, praticante de yoga e da filosofia de não violência de Ghandi,
Músico e compositor de violão erudito.

 

CANDIDATO 2

 

Casou-se aos 15 anos e aos 16, montou um grupo de pagode
Em 2001 abandonou o grupo em prol de sua carreira solo. É pai de 7 filhos
e praticante de violência doméstica contra sua esposa.
Apresentou o programa Show da Gente no SBT. Em 2008, aproveitou sua fama
artística e foi o terceiro vereador mais votado na cidade de São Paulo.
Também por meio de eleição, foi presidente da Comissão Extraordinária de
Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara
de São Paulo. Foi também escolhido como relator da Frente Parlamentar em
Defesa das Pessoas em Situação de Rua. Também é membro da Comissão de
Constituição, Justiça e Legislação Participativa (CCJ).
Como integrante desses grupos, ganhou notoriedade ao agredir o repórter
Vesgo em frente às câmeras.

CANDIDATO 3

Formado em direito pela USP, onde também lecionou a matéria.
Por conta de ações contra a ditadura foi exilado na França, onde estudou
Economia Política e foi professor de Português.
Foi diretor do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Paris.
Foi deputado Estadual duas vezes e líder do Governo Franco Montouro. Foi
Deputado Federal 3 vezes, ora pelo PMDB, ora pelo PSDB.
Foi vice-governador do Estado e Secretário Estadual de transportes.
Foi ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Ministro da
Justiça e Secretário do Governo e Prefeitura de São Paulo.
Responsável pela articulação política entre as pastas de governo e
município.
Suas principais realizações foram:
– fim da taxa do lixo, criada por Marta Suplicy e isentou da taxa de
iluminação pública os moradores de ruas não iluminadas.
– construção de 46 novas escolas, substituindo outras 44 em condições
inadequadas, as chamadas escolas de lata, favorecendo cerca de 35 mil
crianças que estudavam nas antigas escolas.
– grande incentivador da Virada Cultural.
– na saúde firmou novamente convênio com a FURP, retomando a fábrica de
remédios do governo do estado de São Paulo, que passou novamente a
fornecer remédios à prefeitura.
– integração do Bilhete Único ao Metrô.
– construção de 2 Hospitais (Hospital Cidade Tiradentes e o Hospital
M’Boi Mirim).
– Construção de 11 Novas Unidades Básicas de Saúde
– Construção de 50 AMAs
– serviço de pronto atendimento em Unidades Básicas de Saúde (UBS) ou
Pronto-Socorros, com capacidade de atendimento de até 300 pessoas/dia por
unidade.
– Implantação do Programa Remédio em Casa
– entrega domiciliar de medicamentos a pacientes com doenças crônicas
(diabetes e hipertensão).
– A chamada Lei Cidade Limpa é uma lei contra a poluição visual no
município de São Paulo que está em vigor desde o dia 1º de janeiro
de 2007. Proposta e sancionada pelo prefeito de São Paulo, Gilberto
Kassab.

CANDIDATO 4:

Foi investigador, Delegado de Polícia. É formado em Direito pela USP.
Foi diretor do DOPS (polícia da ditadura) de 1977 a 1982 quando tornou-se
superintendente geral do DOPS paulista.
Capturou o mafioso italiano Tommazo Buscetta. No governo Collor, foi
Secretário da Receita Federal.
Foi presidente do Instituto Brasileiro de Assuntos Estratégicos.
Membro do Conselho de Ética Parlamentar
Atualmente é senador e defende o filho sobre as acusações de envolvimento
com a máfia chinesa, acusações essas surgidas após o filho assumir o
Conselho Nacional de Combate à Pirataria e enriquecer 416% em menos de um
ano.

CANDIDATO 5:

Seu pai foi o megaindustrial Luís Afonso Smith de Vasconcelos.
Educada em escolas francesas Des Oiseaux e Nossa Senhora de Sion. Tem 3
filhos e 5 netos.
Psicóloga e Psicanalista, com mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan
State University, e pós graduada pela Standford University.
Ficou famosa pela atuação política do marido, e adotou seu nome quando
foi Apresentadora da TV Mulher nos anos 80.
Tem 9 livros editados.
Após o divórcio, continuou usando o nome do marido.
Foi deputada federal entre 1995 e 1998. Nesse período apresentou dois
projetos: A da parceria civil para pessoas do mesmo sexo (1996) e a
política de cotas para mulheres na política.
Eleita Prefeita em São Paulo com 58% dos votos em disputa direta contra
Maluf, criou a taxa do lixo, o bilhete único e os CEUS. Ganhou
notoriedade ao inaugurar obras às vésperas da eleição, como o túnel na
avenida Rebouças, que ficou inundado e teve que ser fechado para obras
novamente 3 dias após sua inauguração. Obteve cerca de 32% dos votos na
eleição seguinte.
Ministra do Turismo do Governo Lula, lançou o Viaja Mais Melhor Idade.
Famosa pela frase: ” Relaxe e goze !”

CANDIDATO 6:

Músico, cantor e apresentador, tem o ensino fundamental incompleto.
Participou de “A praça da Alegria”, “Vende-se um véu de noiva”, “Ô
coitado” e “A praça é nossa.”, Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show
Concurso de Paródias, “nome do candidato” Show e “nome do candidato” TV.
Desligou-se do SBT ao receber o convite para ser candidato. Atualmente
vive uma rixa com os donos de seu partido, acusando-os de censura e de
não conseguir passar sua mensagem.

ESCOLHEU ? PRECISAMOS ESCOLHER 2, hein ?…

Agora saiba quem são:

Candidato 1: Ricardo Young, 430.

Candidato 2: Netinho de Paula, 131.

Candidato 3: Aloysio Nunes, 451.

Candidato 4: Romeu Tuma, 141

Candidato 5: Marta Suplicy, 133

Candidato 6: Moacir Franco, 177

– O Salário de Pelé no auge da Carreira

Salário é algo muito particular a cada profissional; não discuto se a pessoa ganha muito ou pouco; afinal, cada empregador e cada empregado devem chegar a um acordo financeiro na relação trabalhista.

 

Mas me chama a atenção uma interessante matéria da Revista Placar de Outubro/2010 , ed 1347, pg 27, sobre o Salário de Pelé!

 

Segundo o Professor de Economia da Universidade Católica de Santos, Dr José Pascoal Vaz, o salário de NCr 5.000,00 (5 mil cruzeiros novos) que Pelé assinou por 1 ano, entre Outubro de 1969 e Outubro de 1970, corresponderiam, atualizados, a R$ 5.539,00 nos dias de hoje!

 

Claro que o futebol estava em outro patamar financeiro. E claro também que as correções monetárias poderiam levar a um resultado enganoso. Preocupado com a fidedignidade do valor, a matéria se importou em avaliar o poder aquisitivo da época.

 

Um salário idêntico ao de Pelé permitia comprar, por exemplo:

 

– 5 TVs Philips 23 polegadas;

– 5 vitrolas Eletrofone GF 346;

– 31 violôes Di Giorgio;

– 1 entrada para aquisição em 5 prestações de um Fusca 1600.

 

Pelé, em 1970, recebia o equivalente a 1/5 de um carro popular por mês. É lógico que o dinheiro ‘grosso’ viria dos cachês em amistosos e bichos. Mas é irônico imaginar que qualquer cabeça-de-bagre, hoje, ganha em equivalência muito mais do que o Rei do Futebol depois da sua consagração.

 

Curiosidade:

 

– O maior prêmio já recebido por Pelé numa excursão internacional equivaleu a 10% do que Robinho recebia por mês no Santos FC.

– em seu contrato, havia uma cláusula de que, caso o Santos fosse rebaixado, o salário seria cortado automaticamente em 50% (alguém acredita nisso?).

 

E você, o que pensa sobre a hipervalorização dos salários no futebol: é um problema ou uma necessidade?

 

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– A Geração Y, na prática!

Já abordamos algumas vezes no blog a importância das características da Geração Y na Administração de Empresas; falamos sobre suas peculiaridades, o que pensam e o que diferem da geração de administradores anterior.

 

Abaixo, compartilho um interessante material, didático e ilustrativo, com vários exemplos das ações dessa geração, bem como exemplos de empresas que priorizam esses novos e engajados profissionais.

 

Enviado pela Universitária Maiara Oliveira, extraído da Revista Época Negócios (clique acima para link da citação)

 

A EMPRESA Y

 

As companhias já aprenderam a lidar com o imediatismo dos jovens em início de carreira? A julgar pela experiência das empresas Boehringer, Usiminas, IBM, Andrade Gutierrez, Leroy Merlin e Kimberly-Clark, a resposta é sim. A geração Y comemora e agradece

 

Karla Spotorno

 

Atlanta, outubro de 2009. Fernanda Barrocal, 28 anos, e Renata Herz, 27, gerentes da Kimberly-Clark no Brasil, tentavam esconder o nervosismo. Estavam ali, num centro de convenções, para apresentar os resultados de uma iniciativa baseada no livro A Estratégia do Oceano Azul e realizar toda uma argumentação em inglês. Publicado pelo especialista em gestão W. Chan Kim em 2005, Oceano Azul tornou-se um best-seller e inspirou empresas mundo afora. Fernanda e Renata conheciam muito bem o projeto da filial brasileira, mas a apreensão era justificada. Além de 30 executivos da multinacional americana, estava na plateia o próprio Chan Kim. Mas elas se saíram tão bem que começaram a ser requisitadas para dar mais informações sobre a iniciativa, inclusive por gestores da empresa em outros países.

Fernanda e Renata são típicas representantes da geração Y, formada por jovens entre 18 e 30 anos que entraram no mercado de trabalho nesta década. Eles cresceram conectados à internet, são menos pacientes, não se apegam a valores corporativos e querem crescer de forma rápida na carreira. Surpreendem os gestores tradicionais ao se dirigir ao chefe da mesma forma como falam com os amigos, o que mostra uma dificuldade para lidar com o ambiente formal de muitas empresas. São ainda multitarefas. Podem muito bem executar um trabalho enquanto ouvem música e navegam nas redes sociais. Querem liberdade para sugerir mudanças e esperam alguma recompensa imediata pelos bons resultados.

Por serem assim tão diferentes das gerações anteriores, esses jovens são frequentemente retratados de forma estereotipada. Um dos mitos propagados é o de que são desleais e acreditam que só vale a pena permanecer na empresa se ela for útil e proporcionar um rápido crescimento da carreira. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Hay Group mostra exatamente o contrário. O levantamento ouviu 5.568 jovens que atuam em grandes empresas e apontou que 65% pretendem ficar mais de cinco anos onde trabalham.

Além disso, 78% afirmam que há respeito à diversidade, especialmente quando se trata de diferenças entre gerações. “A culpa pela alta rotatividade é da própria empresa”, diz Ricardo Guerra, 24 anos, trainee na área de vendas para grandes clientes da Kimberly-Clark. Segundo ele, se as companhias não aprenderem a oferecer o que os jovens procuram, continuarão perdendo os talentos. Guerra rejeitou um convite para trocar de emprego porque vê perspectivas de crescer na Kimberly. Isso acontece também com suas colegas Renata e Fernanda, responsáveis pela apresentação da iniciativa baseada no Oceano Azul.

Renata se formou em publicidade, estudou inglês e espanhol. Quando entrou na Kimberly-Clark, em 2004, não imaginava que ficaria tanto tempo. “Apesar de estar há quase seis anos na empresa, não me sinto estagnada. Posso propor melhorias, dar minha opinião”, afirma. Formada em engenharia naval, Fernanda também não tem pressa. Ela trabalha há quase quatro anos na Kimberly e há dois, quando passou por um programa de job rotation, teve a oportunidade de conhecer a companhia de forma mais ampla. “Claro que não existe lugar perfeito. Mas, quando saio com meus amigos da faculdade, percebo como a vida pode ser dura em empresas que têm outras formas de trabalho”, afirma.

 

EMPRESA AMIGA

Assim como a Kimberly-Clark, muitas companhias já podem ganhar o selo informal de Empresa Y, por estarem aprendendo, na prática, como lidar com essa geração irrequieta. Ao dar a duas jovens promissoras a missão de representar a filial brasileira na reunião anual da diretoria da América Latina, em Atlanta, nos Estados Unidos, a Kimberly-Clark sinaliza que delegar projetos importantes para sua população Y foi a solução encontrada pela direção para atrair e reter esses talentos. Fabricante de produtos de higiene e limpeza, como as fraldas da Turma da Mônica, os absorventes Intimus Gel e a linha Scott, a companhia enfrentava uma estagnação no início da década. Para voltar a crescer, o único caminho era inovar e lançar produtos criativos. E nada melhor para isso do que dar espaço aos jovens, que formam hoje 43% de sua força de trabalho.

“Cerca de 10% do nosso faturamento deve vir de inovação. E se depender somente das minhas ideias, vamos viver pobres”, afirma João Damato, 59 anos, presidente da empresa. A estratégia parece ter dado certo. Depois de abrir espaço para o diálogo e a criatividade e oferecer mais oportunidades aos novatos, a empresa cresceu 250% em receita nos últimos sete anos.

A siderúrgica Usiminas e a indústria farmacêutica Boehringer Ingelheim também perceberam que precisavam ir além do trivial para segurar seus jovens funcionários. Resolveram, então, mudar os programas de estágio, no ano passado. “Digamos que agora o sistema está menos Pinochet e mais Piaget”, afirma Helena Pessin, 52 anos, superintendente de desenvolvimento humano da Usiminas, dando a entender que o diálogo vai superar os desmandos hierárquicos.

Na Boehringer, a metodologia também foi renovada. Acabaram as palestras formais em auditório. Os estagiários da empresa participam agora de fóruns no formato do programa Altas Horas, da TV Globo, um clássico dessa geração. O entrevistado fica no centro de um círculo, apresenta suas ideias e responde a perguntas. Segundo o professor Anderson de Souza Sant’anna, 38 anos, da Fundação Dom Cabral, faz mesmo todo o sentido evitar o modelo de sala de aula, que prepara os estudantes para trabalhar em um sistema fabril, em que o empregado ouve o chefe, cumpre suas ordens e exerce sua atividade individualmente, sem questionar. “Ninguém é treinado para discutir, ouvir críticas e colaborar”, afirma Sant’anna. “A escola ainda não forma as pessoas para trabalhar em equipe.”

 

FIM ÀS BARREIRAS

Mas mudar a cultura organizacional exige tempo, energia e disposição dos gestores. Em alguns casos, a resistência de funcionários mais antigos pode ser grande, como ocorreu na Boehringer Ingelheim. A empresa de origem alemã começou a implementar, em 2004, uma política de abertura para o diálogo e de menos formalidade entre gestores e subordinados. Quatro diretores não aceitaram a quebra das barreiras hierárquicas e deixaram a companhia. “O desligamento foi um caso extremo. Mas eles não se adequaram à nova cultura da empresa porque realmente não acreditavam nela”, afirma Adriana Tieppo, 44 anos, diretora de RH. O episódio mostra que uma companhia que pretende ser inovadora precisa reservar tempo para muita conversa entre as pessoas de sua equipe, coincidentemente uma reivindicação da geração Y.

Na siderúrgica Usiminas, para evitar problemas de relacionamento, a área de recursos humanos criou workshops para ensinar os gestores a dialogarem com os jovens. No quadro de funcionários da companhia, cerca de 20% pertencem à geração Y. Em 2014, esse número deverá estar em 45%. Apesar de privatizada em 1991, a companhia preserva algumas características de empresa estatal, como a lentidão para promoções e mobilidade entre as áreas. Uma das ações para transformar a cultura foi o treinamento dos gestores para que incorporem os novos valores corporativos instituídos em março de 2009 pela nova diretoria, que assumiu em 2008. “Queremos conferir mais voz, mais poder e também mais responsabilidade para as pessoas”, diz Marco Antônio Castello Branco, 49 anos, presidente da Usiminas.

A iniciativa parece ter convencido os jovens da empresa. A economista Mariana Paes, 26 anos, foi transferida da área financeira para a de gestão da inovação depois que sua chefe imediata percebeu sua preferência por funções que envolvem a colaboração. “Minha antiga gestora é superantenada. Ela começou a me envolver em projetos mais inovadores porque sabia que isso me motivaria”, diz Mariana, que não recebeu um aumento de salário mas mesmo assim gostou da mudança, por representar um reconhecimento e uma nova oportunidade para crescer.

Casos como o de Mariana Paes, da Usiminas, mostram a importância que os jovens dão ao desenvolvimento pessoal. Na pesquisa do Hay Group, 93% disseram que desenvolvimento é crucial para permanecer no emprego. Os jovens querem aprender novas funções e conhecer outras áreas para entender de forma mais ampla os negócios e perceber que estão evoluindo com a companhia. Outro fator que motiva a geração Y é o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Depois de ver que os pais dedicaram mais tempo ao trabalho do que à família, sem grandes recompensas, eles entendem que precisam ter outra postura em relação ao trabalho. Para a maioria, pouco importa o sobrenome corporativo. O que vale é encontrar um sentido para suas tarefas. As empresas podem ajudar nessa busca ao lhes oferecer uma abertura maior para o diálogo, mais responsabilidade, feedbacks constantes, desenvolvimento pessoal e ascensão de forma mais rápida. Não são, no entanto, coisas fáceis de fazer, especialmente em razão do conflito entre as gerações, agora acentuado dentro das corporações.

Pela primeira vez na história do trabalho, coabitam quatro gerações nos escritórios. Além dos jovens da geração Y, estão no mercado os chamados tradicionais, pessoas que nasceram até 1945; os baby boomers, nascidos entre 1946 e 1963; e a geração X, que forma o menor grupo em razão da taxa de natalidade mundial abaixo da média entre 1964 e 1979. Hoje, a diferença de idade entre o funcionário mais novo e o mais velho nas empresas ultrapassa meio século.

“A tendência é ainda de aumento nessa diferença, na próxima década, em razão do envelhecimento da população. Na Europa, as pessoas entre 65 e 90 anos somarão 21% dentro de dez anos. Em 2000, esse percentual era 11%”, afirmou a Época NEGÓCIOS Guido Stein, 46 anos, professor da Universidade de Navarra e especialista em gestão de pessoas e liderança.

 

CHEFE LEGAL

Combinar em suas equipes a vitalidade dos jovens em início de carreira e a experiência dos funcionários mais velhos só traz benefícios, e as empresas sabem bem disso. Mas, segundo a psicóloga Elaine Saad, 46 anos, gerente-geral para a América Latina da consultoria Right Management, a responsabilidade maior está nas mãos dos gestores. “O líder tem a obrigação de respeitar as diferenças e aprender como se comunicar com cada indivíduo”, afirma Elaine. Para Rolando Pelliccia, 47 anos, diretor do Hay Group, a retenção dos talentos está mais associada às competências do gestor e ao clima de trabalho do que às ações da empresa. Na pesquisa da consultoria, o valor da relação com o gestor ficou nítido. Entre os jovens participantes, 75% dizem que são ouvidos pelos superiores. Eles afirmam ainda que o gestor tem algo a ensinar e que aceita sugestões e críticas.

Depois de fazer um esforço para entender o jovem da geração Y, os executivos da IBM no Brasil decidiram criar um comitê chamado “crossgenerational”, ligado à área de diversidade. A ideia é que o comitê proponha ações para melhor atender os jovens, que totalizam 35% dos 19 mil colaboradores da empresa. Além disso, a IBM decidiu inovar no seu programa de mentoring, que agora é reverso. No lugar de o funcionário mais antigo ser mentor do mais novo, o novato é que dá conselhos para o mais velho. Qualquer um pode participar do programa e indicar quem gostaria de ter como mentor. “O jovem chega com uma expertise em colaboração e em redes sociais muito valiosa para a empresa”, afirma Osvaldo Nascimento, 47 anos, diretor de RH da IBM Brasil. “A capacidade para trabalhar com diferentes grupos de pessoas e em vários lugares também é importante para a companhia.”

As discussões sobre a geração Y dentro das empresas têm mostrado que o desejo de crescer rapidamente na carreira não é bom nem para os jovens nem para as corporações. Afinal, em qualquer profissão experiência é insubstituível. Muitas companhias deram cargo e salário sem transferir responsabilidades, para atender à pressa típica dessa geração e segurar possíveis talentos, mas o resultado foi a frustração do jovem e um problema no organograma.

O engenheiro civil André Gerab, 24 anos, concorda que em muitas áreas o que vale mesmo é a experiência. “Quando saí da faculdade, eu era superarrogante. Achava que sabia tudo. Comecei a trabalhar e percebi que tenho muito ainda a aprender”, afirma. Ex-aluno da Universidade de São Paulo, Gerab trabalha na construtora Andrade Gutierrez e não tem muita pressa de crescer. Entende que para construir uma carreira sólida precisa passar por diferentes áreas dentro da empresa e aprender outras funções.

A opinião é compartilhada por Camila da Rocha Correa, 25 anos, relações-públicas da Andrade Gutierrez. Há menos de um ano na empresa, Camila diz que não quer ser promovida sem ter a maturidade e o conhecimento necessários para o cargo. “O que eu realmente desejo é ser reconhecida por fazer algo muito bem”, afirma.

Para ajudar profissionais como Camila e Gerab a crescerem de forma consistente, a Andrade Gutierrez criou um programa de desenvolvimento de competências chamado Geração AG. Já passaram pelo programa 230 jovens, como o engenheiro civil Rafael Perez, 28 anos, três de formado e há seis na Andrade Gutierrez. A meta de Perez é ser engenheiro chefe de obra. Para isso, já passou por várias funções. Atualmente é ele que coordena a produção, uma das quatro grandes áreas de uma obra. “Preciso aprender todas as funções”, diz Perez, que hoje trabalha na construção de uma estação de tratamento de esgoto na Baixada Santista.

 

VALORES PESSOAIS

Como a Andrade Gutierrez, a rede de varejo de material de construção e itens para casa Leroy Merlin também decidiu acelerar a carreira de profissionais da geração Y e investe em um programa de contratação e formação de jovens gerentes desde o ano passado. No processo de seleção dos candidatos, em São Paulo, o diretor regional Patrick Leffondre, 45 anos, decidiu levar em conta principalmente os valores pessoais e não a competência técnica, algo prioritário antes. “Quem vem trabalhar aqui precisa ter prazer em conhecer profundamente a empresa e as funções que irá exercer, e também gostar de desenvolver equipe e ter iniciativa”, diz Leffondre. Apesar de tentar atender às demandas dos jovens, a Leroy Merlin quer encontrar candidatos que realmente se identifiquem com o sistema de gestão descentralizado da multinacional francesa e que gostem do trabalho em loja. “Estamos preparando as pessoas e a empresa para acompanharem o crescimento da rede”, afirma Cynthia Cerotti, 39 anos, gerente da área de RH no Brasil. Em 2010, a varejista repetirá o investimento de R$ 130 milhões do ano passado, quando inaugurou três lojas, cada uma com 250 funcionários.

Apesar dos avanços, para atrair e reter os jovens talentosos e, consequentemente, ganhar em inovação e crescimento, as empresas ainda precisam dar vários passos. Para a economista americana Sylvia Ann-Hewlett, diretora do Center for Work-Life Policy, em Nova York, muitas das demandas dos jovens são realmente positivas para as companhias. “Um novo sistema de recompensas, por exemplo, é uma das questões que as companhias deveriam pensar em adotar”, afirmou Sylvia a Época NEGÓCIOS. Autora de diversos artigos e livros sobre diversidade, Sylvia diz que o que é bom para a geração Y também agradará ao baby boomer. “As duas gerações estão olhando para o emprego de maneira semelhante e devem conduzir grandes mudanças na forma de trabalhar”, diz. Entre essas mudanças, Sylvia destaca a necessidade de intervalos na carreira, como os sabáticos, em que o profissional volta após um período fora, e a flexibilidade de horário. Para Sylvia, essas são algumas demandas que as duas gerações deverão implementar juntas nos próximos anos. Até por questões de sobrevivência, nenhuma empresa vai querer ficar fora.

– São Gabriel, São Miguel e São Rafael

Hoje é um dia especial para todos que se chamam Miguel, Gabriel ou Rafael! É dia dos 3 arcanjos que levam esse nome.

 

Dentro do Cristianismo, os anjos têm um lugar de destaque na história da Salvação. Compartilho esse belo texto do Prof Felipe de Aquino (já publicado outrora no blog)

 

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11612

 

O AUXÍLIO DOS ANJOS

 

O Papa Bento XVI disse que: “Eliminaríamos uma parte do Evangelho se deixássemos fora esses seres enviados por Deus, que anunciaram sua presença entre nós e que são um sinal dela”. E pediu a intercessão dos anjos “para que nos sustenham no empenho de seguir Jesus até nos identificarmos com Ele” (Zenit.org, março 2009).

 

A Bíblia e a Tradição da Igreja mostram amplamente que os anjos têm participação ativa na história da salvação dos homens, nos momentos em que Deus quer.

“Não são eles todos espíritos ao serviço de Deus, enviados a fim de exercerem um ministério a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”, pergunta o autor da Carta aos Hebreus, capítulo1, versículo 14.

 

E nisso crê e isso ensina a Igreja; sabemos que é tarefa desses seres celestes bons a proteção dos homens e a sua salvação. Diz o Salmo: “Mandou aos seus anjos que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te levarão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma pedra” (Sl 90/91,11-12).

 

O próprio Jesus, falando das crianças e recomendando que não se lhes desse escândalo, faz referência aos “seus anjos” (cf. Mt 18,10). Ele atribui também aos anjos a função de testemunhas no supremo juízo divino sobre a sorte de quem reconheceu ou negou Cristo: “Todo aquele que se declarar por Mim diante dos homens, também o Filho do Homem se declarará por ele diante dos anjos de Deus. Aquele, porém, que Me tiver negado diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus” (Lc 12,8-9; cf. Ap 3,5).

 

Se os esses seres celestes tomam parte no juízo de Deus, logo, estão interessados pela vida do homem. Isso se pode ver também no discurso escatológico em que Jesus os faz intervir em Sua vinda definitiva no fim da história (cf. Mt 24,31; 25,31-41).

 

Muitas vezes, a Bíblia fala da ação dos anjos pela defesa do homem e sua salvação: o Anjo de Deus liberta os Apóstolos da prisão (cf. At 5,18-20) e antes de tudo Pedro, que estava ameaçado de morte por parte de Herodes (cf. At 12, 15-10). Guia a atividade deste a respeito do centurião Cornélio, o primeiro pagão convertido (cf. At 10,3-8. 12-13), e a atividade do diácono Filipe no caminho de Jerusalém para Gaza (cf. At 8,26-29).

 

Foi um anjo que encontrou Agar no deserto (cf. Gn 16); os anjos tiraram Lot de Sodoma; assim como foi um anjo que anunciou a Gedeão que devia salvar o seu povo; um anjo anunciou o nascimento de Sansão (cf. Jz 13); e o anjo Gabriel instruiu a Daniel (cf. 8,16). Este mesmo anjo anunciou o nascimento de São João Batista e a encarnação de Jesus; esses seres enviados por Deus também anunciaram a mensagem aos pastores (cf. Lc 2,9) e a missão mais gloriosa de todas, a de fortalecer o Rei dos Anjos em Sua Agonia no Horto das Oliveiras (cf. Lc 22, 43).

 

Os anjos estão presentes na história da humanidade desde a criação do mundo (cf. Jó 38,7); são eles que fecham o paraíso terrestre (cf. Gn 3, 24); seguram a mão de Abraão para não imolar Isaac (cf. Gen 22,11); a Lei é comunicada a Moisés e ao povo por ministério deles (cf. At 7,53); são eles que conduzem o povo de Deus (cf. Ex 23, 20-23); eles anunciam nascimentos célebres (cf. Jz 13); indicam vocações importantes (cf. Jz 6, 11-24; cf. Is 6,6); são eles que assistem aos profetas (cf. 1 Rs 19,5).

 

Da mesma forma que os anjos acompanharam a vida de Jesus, acompanharam também a vida da Igreja, beneficiando-a com a sua ajuda poderosa e misteriosa (cf. At 5, 18-20; 8,26-29; 10,3-8; 12,6-11; 27,23-25). Eles abrem as portas da prisão (cf. At 5, 19); encorajam Paulo (cf. At 27,23 s); levam Filipe ao carro do etíope (cf. At 8,26s), entre outros.

 

A Igreja confessa a sua fé nos anjos da guarda, venerando-os na liturgia com uma festa própria e recomendando o recurso à sua proteção com uma oração frequente, como na invocação do “Anjo de Deus”. São Basílio Magno, doutor da Igreja, escreveu: “Cada fiel tem ao seu lado um anjo como tutor e pastor, para o levar à vida” (cf. 5. Basilius, Adv. Eunonium, III, 1; cf.Sto. Tomas, Summa Theol. 1, q. II, a.3).

 

São Jerônimo, doutor da Igreja, afirmou que: “A dignidade de uma alma é tão grande, que cada um tem um anjo guardião desde seu nascimento”.

 

A Igreja honra com culto litúrgico três anjos. O primeiro é Miguel Arcanjo (cf. Dn 10,13-20; Ap 12,7; Jd 9). O seu nome exprime a atitude essencial dos espíritos bons. “Mica-El” significa, de fato: “Quem como Deus?”. O segundo é Gabriel: figura ligada sobretudo ao mistério da encarnação do Filho de Deus (cf. Lc 1,19-26). O seu nome significa: “O meu poder é Deus” ou “poder de Deus”. O terceiro arcanjo chama-se Rafael. “Rafa-El” significa: “Deus cura”; o conhecemos pela história de Tobias (cf. Tb 12,15-20), entre outros.

 

O famoso Bossuet dizia que: “Os anjos oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até os nossos desejos, fazem valer também diante de Deus os nossos pensamentos… Sejamos felizes de ter amigos tão prestativos, intercessores tão fiéis, intérpretes tão caridosos”.

 

Os santos todos foram devotos desses seres celestes. Os anjos assistem a Igreja que nasce e os Apóstolos, prepararão o Juízo Final e separarão os bons dos maus. São eles que protegem Jesus na infância (cf. Mt 1, 20; 2, 13.19); são eles que O servem no deserto (cf. Mc 1, 12); e O reconfortam na agonia mortal (cf. Lc 22, 43); eles poderiam salvar o Senhor das mãos dos malfeitores se assim Cristo quisesse (cf. Mt 26, 53).

 

Toda a vida de Jesus Cristo foi cercada da adoração e do serviço dos anjos. Desde a Encarnação até a Ascensão eles O acompanharam. A Sagrada Escritura diz que quando Deus “introduziu o Primogênito no mundo afirmou: “Adorem-no todos os Anjos de Deus” (cf. Hb 1, 6). Alguns teólogos acham que isso motivou a queda dos anjos maus, por não aceitarem adorar a Deus Encarnado na forma humana.

 

A Igreja continua a repetir o canto de louvor que eles entoaram quando Jesus nasceu: “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência divina” (cf. Lc 2, 14).

 

A Bíblia não só os apresenta como nossos guardiães, mas também como nossos intercessores. O anjo Rafael diz: “Ofereci orações ao Senhor por ti” (Tob 12, 12). “A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com as orações dos santos, diante de Deus” (Ap 8,4).

 

Santo Ambrósio, doutor da Igreja, declarou: “Devemos rezar aos anjos que nos são dados como guardiães” (De Viduis, IX); (cf. S. Agostinho, Contra Fausto, XX, 21).

A Igreja acredita que, no dia do batismo, cada cristão é confiado a um anjo que o acompanha e o guarda em sua caminhada para Deus, iluminando-o e inspirando-o.

Na Festa do Anjo da Guarda (2 de outubro), a Igreja põe diante dos nossos olhos o texto do Êxodo que diz:

 

“Assim diz o Senhor: Vou enviar um anjo que vá à tua frente, que te guarde pelo caminho e te conduza ao lugar que te preparei. Respeita-o e ouve a sua voz. Não lhe sejas rebelde, porque não suportará as vossas transgressões e nele está o meu nome. Se ouvires a sua voz e fizeres tudo o que eu disser, serei inimigo dos teus inimigos e adversário dos teus adversários. O meu anjo irá à tua frente e te conduzirá à terra dos amorreus, dos hititas, dos ferezeus, dos cananeus, dos heveus e dos jebuzeus, e eu os exterminareis” (Ex 23,20-23).

 

Além de tudo isso, a Bíblia frequentemente mostra os poderes dos anjos na natureza, e afirma São Jerônimo que eles manifestam a onipotência de Deus (cf. S. Jerônimo, En Mich., VI, 1, 2; P. L., IV, col. 1206).

– Como Fraudar uma Partida de Futebol

 

 

Amigos, há tempos que desejava escrever tal post sobre esse assunto. Faltava-me um pouco de competência intelectual e coragem. Mas, enfim, aqui vai uma abordagem delicada sobre o tema: fraude em partidas de futebol.

 

COMO SE LESA UMA PARTIDA DE FUTEBOL?

 

Quando um clube perde uma partida de futebol em lances polêmicos, muitas vezes se ouve a expressão: “perdeu roubado”, ou “o juiz roubou”. No esporte, a palavra “roubo” tem uma outra conotação, não criminal, mas no sentido de revolta por determinada atuação ruim.

 

Assim, muitos torcedores mais exaltados entendem o “roubo” como algo corriqueiro, e teorias conspiratórias são levantadas a cada rodada, dependendo de quem é o time “escolhido” para ser campeão.

 

Mas, existe “roubo”, no sentido pleno da palavra, no futebol?

 

É difícil provar. Militei 14 anos no futebol profissional como árbitro. Vi e vivi muita coisa. Esquema organizado não há. O que ocorre são: a interferência política e os interesses em se agradar certos nichos, através da utilização dos árbitros, como instrumento de manipulação.

 

E como funciona?

 

Ninguém pedirá para alguém ‘fazer o resultado’ para time x ou time y. Se algo for solicitado a algum árbitro, o desejo de denunciar o pedido, de ir à imprensa e escancarar tal golpe é maior do que a vontade em se realizar tal solicitação corrupta. Mais: como dirigente de futebol conversa com seus pares, o nome do apitador sempre causaria arrepios em cada escala, já que se você se vende para um clube, por que não para outro? Em tempos passados isso até seria possível; mas com o advento da informática e inúmeras câmeras de TV, todo mundo vê possíveis desvios de conduta, algo não tão perceptível antes pela menor influência e visibilidade através das comunicações.

 

Mas há algo que importuna: o uso das características dos árbitros dentro dos seus perfis. É aí que mora o perigo.

 

Tento classificar 4 tipos de árbitros:

 

1) Caseiros

2) Mediadores

3) Narcisistas

4) Cumpridores

 

Vamos falar de cada um deles, e aí fica claro como se usa determinado nome para determinado tipo de jogo.

 

1) CASEIRO

 

Seu time precisa ganhar o jogo e joga em casa contra time pequeno? Garanta um árbitro caseiro. Está cheio de cartões amarelos e não pode perder atletas para a próxima partida? Ele garante!

O CASEIRO é aquele medroso, onde na dúvida sempre decidirá pelo time grande ou quem joga em casa. Ele quer evitar gritos da torcida contra si, se previne contra chutes na porta do vestiário e se preocupa com o sorteio da próxima rodada. Para que se preocupar com reclamações do time grande, que tem mais peso num suposto pedido de veto? Time grande ganhar de pequeno é natural, então… Não há porque correr riscos. O árbitro caseiro é o “banana”, que tende a favorecer o grande.

 

2) MEDIADORES

 

É o que não se compromete com ninguém. Ou se compromete com os 2. Clássico de peso, times em situação delicada? Escale o mediador: em lances duvidosos, utilizará o mesmo critério sempre (mas o critério que agrada o clube: se tiver que expulsar ou não atletas, não expulsará ninguém; precisará dar falta no meio de campo em vários lances; se preocupa muito com a reação dos bancos e treinadores…) Tal árbitro não será questionado pelos cartolas, pois administra o jogo. É o árbitro que dá o nefasto “perigo de gol” em todo o jogo e faz vista grossa em diversos lances.

 

3) NARCISISTAS

 

Já viu aquele árbitro que quando o jogador tenta abordá-lo ele já tem chilique? No melhor estilo “otoridade”, quer ser rotulado como o ‘bonzão’, que não aceita outra pincha a não ser a de ‘porra-louca’. Adora um holofote! Clube mandante sofre com ele, pois, para mostrar que não aceita pressão, faz de tudo para que este perca (até mesmo inconscientemente), na idéia errônea de que quanto mais vitória o visitante tiver, melhor o seu histórico de jogos apitados. No fundo, morre de medo de ser taxado como fraco e acaba prejudicando o espetáculo. Pode abusar da autoridade e às vezes se esconde através de cartões. Todo time grande quer um árbitro desse tipo quando se joga fora de casa contra pequenos; ninguém o quer em seus domínios.

 

4) CUMPRIDORES

 

São herméticos quanto à pressão. Não se preocupam com a camisa, se é grande ou pequeno, se está agradando ou desagradando. Normalmente é respeitado pelos jogadores e dirigentes. Todo time pequeno o quer quando se joga como visitante. Os grandes o querem apenas quando é clássico. São poucos, mas valorosos. Pela fama adquirida, se sustentam e são pedidos até mesmo por imprensa e torcida. Costumam ser preservados para grandes jogos, para se evitar risco de erros significativos involuntários. Também são tirados de exposição excessiva, pois, afinal, quando mais se apita, mais se tem chance de errar. São os árbitros necessários para o futebol.

 

Se você quiser analisar o quadro de árbitros e classificá-los conforme esses 4 tipos, o trabalho será fácil. Mas veja: a maior preocupação em si não é a conduta pessoal do árbitro, mas, por motivos óbvios, a escala dos árbitros. Não dá para tirar leite de pedra; então, logicamente, se você escalar um árbitro caseiro, não pode cobrar dele grande coisa. Cobre de quem é bom, do CUMPRIDOR. Destes, até os erros são perdoáveis.

 

Por fim, é claro que falamos de seres humanos. É obvio que devem existir laranjas podres por aí; mas estes se revelam facilmente pela fragilidade dos esquemas montados. Vide Danelon e Edilson, banidos pela sociedade por fraudes em resultados mas absolvidos pelas autoridades da Justiça.

 

Diante de tudo isso, responda: Você acredita em manipulação de jogos? Se sim, de que forma?

Deixe seu comentário:

 

(Obs: de nada adiantará tudo isso se o time for bom. Quem joga bola ganha até do árbitro)

– Passione no Episódio Caloi X Houston

Um case interessante: como a “Bicicletas Houston” tornou-se a maior concorrente da Caloi, a partir da massificação de sua imagem na novela Passione da Rede Globo, tendo lançando a Skinny Top pelo dobro do preço médio de outros modelos (você sabia que a Caloi foi convidada pela Globo para participar da mesma ação de marketing e recusou, alegando que o telespectador de novela não era seu público?).

 

Extraído de: Revista Exame, Ed 976 de 22/09/2010, pg 56-58

 

DE CARONA NA NOVELA DAS OITO

 

Pouca gente conhece a Houston fora do Piauí. A solução foi transformar suas bicicletas em

coadjuvantes do folhetim mais popular da TV brasileira.

 

Por Samantha Lima

 

O EXPEDIENTE DO DIA 17 DE MAIO TERMINOU de forma incomum na fábrica de bicicletas Houston, em Teresina, capital do Piauí. Em vez de voltar para casa, mais de 300 funcionários se dirigiram ao pátio da empresa, onde foram servidos com comida e bebida até que começasse o primeiro capítulo da novela passione, da TV Globo. Assim que a novela começou, o vozerio deu lugar ao silêncio, e todos passaram a seguir os dois telões de 150 polegadas instalados no pátio da empresa. No quarto bloco, enfim, a atriz Fernanda Montenegro, encarnando Bete Gouvêa, quatrocentona que controla uma fictícia fábrica de bicicletas em São Paulo, disse duas frases que desencadearam gritos e abraços entre funcionários e convidados: “Há também nossa parceria com a maravilhosa Houston. A Houston é importante para nós”. Para 30 milhões de telespectadores, Houston era uma invenção do autor Sílvio de Abreu. Para o empresário João Claudino Júnior, presidente da Houston, as frases marcavam a estreia de sua empresa no horário nobre da televisão brasileira. Fundada por ele há dez anos, a Houston tornou-se vice-líder em vendas, atrás apenas da Caloi, mas ainda é (ou era) uma desconhecida no Sudeste, o maior mercado do país. “Quero torná-la conhecida e liderar as vendas”, diz Claudíno.

Nos últimos quatro meses, além de Fernanda Montenegro, os atores Reynaldo Gianecchini e Rodrigo Lombardi vêm se alternando em frases como “A bicicleta deles é boa mesmo”. “Deles”, no caso, se refere à Houston. Ao longo da trama, que vai ao ar até janeiro, o logotipo da empresa será exibido nove vezes, fora as citações da marca em diálogos, o que deve ocorrer em algumas dezenas de capítulos— é Sílvio de Abreu quem decide quando deve usar o nome da empresa. Embora ninguém revele o valor do contrato, EXAME apurou que o pacote não sairá por menos de 6 milhões de reais — inserções isoladas de merchandising nas novelas da emissora custam entre 500 000 e 800 000 reais. Durante a negociação, acertou-se também que a fábrica, em Teresina, seria cenário de algumas gravações. Ao contrário do que se vê na maioria dos casos de merchandising, em que os produtos aparecem de maneira forçada, em cenas fora de contexto, a Houston figura como um ente da trama. Representa a concorrente da empresa controlada pela protagonista de Passione.

Em dez anos, a Houston saiu da irrelevância para a vice-liderança do mercado brasileiro. Em 2009, a líder Caloi vendeu 700 000 bicicletas, enquanto a Houston vendeu 650 000. No começo, a empresa dos Claudino cresceu graças às vendas no Nordeste, valendo-se da vantagem de não arcar com os altos custos de transporte que pesam para as concorrentes da Região Sudeste. A diferença de preço também ajudou a Houston a avançar sobre o mercado informal — metade dos 5,3 milhões de bicicletas vendidas por ano no país é montada em lojas irregulares. A Houston ainda aproveitou o espaço deixado pelas combalidas Monark — que hoje fabrica apenas cinco modelos, ante 60 da Caloi e 40 da Houston — e Sundown, em crise desde 2006, quando seus sócios foram condenados por evasão de divisas, O passo seguinte para Claudino foi entrar no mercado de produtos mais sofisticados — no qual impera a concorrente eternizada pela frase “Não esqueça a minha Caloi”.

Transformar-se em coadjuvante na novela das 8 surgiu como uma possibilidade de encurtar o caminho. Foi o autor, Silvio de Abreu, quem concebeu a Skinny Top. Na ficção, a bicicleta é criada pela Metalúrgica Gouvêa, mas, depois de ser sabotada por um dos herdeiros da própria empresa, é repassada à concorrente Houston e se transforma num sucesso de vendas. Na vida real, a marca criada por Abreu foi licenciada pela Houston, que a lançou no mercado ao preço de 700 reais — o dobro da média das bicicletas da empresa. “A parceria foi além do esperado”, afirma Souza Júnior, sócio da agência Consumídia, que apresentou a proposta de merchandising à Houston e à Globo depois de ler a sinopse da trama.

Nascido em Cajazeiras, no sertão paraibano, e criado em Teresina, Claudino Júnior é o quarto de cinco filhos do empresário João Claudino, dono de um conglomerado de 17 empresas, o Grupo Claudino, que faturou 2,5 bilhões de reais em 2009. Claudino, o filho, formou-se em administração na Universidade do Sul da Califórnia e em economia na Universidade da Califórnia. Em 1993, ao voltar para o Brasil, assumiu as importações do Armazém Paraíba, rede de varejo do grupo fundado pelo pai. Foi nessa época que percebeu que o frete da Região Sudeste e de Manaus encarecia significativamente o preço das bicicletas, produto utilizado como meio de transporte no Nordeste e importante no faturamento da rede de varejo do grupo. Inicialmente, avaliou montar bicicletas com peças importadas da China, mas concluiu que seria melhor produzi-las no Brasil. Em 2000, abriu a fábrica para fornecer às lojas do grupo Claudino. Hoje, a Houston vende suas bicicletas para redes como Casas Bahia, Walmart, Carrefour e Americanas.

 

CICLISMO EM ALTA

A estratégia de marketing da Houston em Passione não tem retorno garantido. O formato de merchandising adotado pela empresa foi pouco testado no país. A ação mais parecida ocorreu há cinco anos, quando a fabricante de lingeries Valisere figurou na novela global Belíssima como concorrente da empresa da personagem vivida também por Fernanda Montenegro. “A Valisere aumentou muito as vendas naquele período, mas a marca já era conhecida e a ação foi coordenada com publicidade, o que a Houston não tem feito”, diz Karina Daidone Pimentel, professora de propaganda da Universidade Paulista, que destrinchou o caso Valisere em uma dissertação de mestrado. A Caloi — a primeira empresa procurada diretamente pela Globo — recusou a proposta por outro motivo. “A audiência da novela não reúne uma parte representativa do nosso público-alvo”, diz Juliana Grossi, diretora de marketing da Caloi. “Mas é verdade que a novela vai promover o ciclismo e, consequentemente, aumentará as vendas de todo o setor.” Sinal de que a corrida para a Houston pode ter um final feliz.

– A Fraude Tiririca: Um Palhaço Analfabeto num Congresso que é uma Palhaçada

Ora essa: descobriram que Tiririca pode não saber ler; assim, não pode ser deputado.

 

Mas quem banca 3,5 milhões de reais da sua campanha? Tiririca é um fantoche criado por políticos cassados e que renunciaram ao mandato, que após a mácula causada ao eleitor, tentam votar pelo coeficiente eleitoral. Políticos como Valdemar Costa Neto, José Genoíno e João Paulo Cunha se beneficiariam com a votação maciça dele. Segundo a Revista Veja, por Fernando Melo (ed 29 de setembro de 2010, pg94 – 96), assim como Tiririca, Sabrina Sato, Ronaldo e Dr Dráuzio Varela foram convidados a serem puxadores de votos, a fim de que estes pudessem entrar. Até o bordão do “Pior que tá não fica” é criação de marqueteiros (especificamente, do humorista Zé Américo, do ‘café com bobagem’)…

 

Neste domingo, a Revista Época quer provar que Tiririca é analfabeto. (PARA CITAÇÃO CLIQUE AQUI) 

PROMOTOR QUER QUE TIRIRICA PROVE QUE SABE LER E ESCREVER

 

O candidato a deputado federal, Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR), poderá passar por um teste para comprovar que sabe ler e escrever. O promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, pediu neste sábado autorização da Justiça Eleitoral para fazer o teste. De acordo com lopes, existe a suspeita de que Tiririca é analfabeto. A lei eleitoral permite o voto dos analfabetos, mas proíbe a candidatura deles.

 

Caso a Justiça determine, o candidato terá que escrever o que for pedido e ler um trecho da Constituição. Lopes quer que Tiririca passe pelo exame na segunda-feira. A suspeita acontece depois da reportagem da revista “Época”, que mostrou indícios de que Tiririca é analfabeto. Para a revista, o humorista Ciro Botelho, que escreveu o livro “As piadas fantárdigas do Tiririca”, afirmou que o candidato não sabe ler ou escrever. A reportagem também descreve situações em que o candidato mostra dificuldade de leitura.

 

Gibi distribuído para crianças

 

O promotor também disse que vai protocolar um pedido contra um polêmico gibi distribuído pela campanha de Tiririca. Para ele, o gibi pode ser considerado brinde porque é distribuído preferencialmente para crianças. Na página que leva o texto “os idosos, que tanto trabalharam pelo Brasil, não foram esquecidos por Tiririca”, o humorista aparece abraçado a um casal de velhinhos e afirma, em um balão: “Essa véia ainda dá um caldo”.

– A Fraude Tiririca: Um Palhaço Analfabeto num Congresso que é uma Palhaçada

Ora essa: descobriram que Tiririca pode não saber ler; assim, não pode ser deputado.

 

Mas quem banca 3,5 milhões de reais da sua campanha? Tiririca é um fantoche criado por políticos cassados e que renunciaram ao mandato, que após a mácula causada ao eleitor, tentam votar pelo coeficiente eleitoral. Políticos como Valdemar Costa Neto, José Genoíno e João Paulo Cunha se beneficiariam com a votação maciça dele. Segundo a Revista Veja, por Fernando Melo (ed 29 de setembro de 2010, pg94 – 96), assim como Tiririca, Sabrina Sato, Ronaldo e Dr Dráuzio Varela foram convidados a serem puxadores de votos, a fim de que estes pudessem entrar. Até o bordão do “Pior que tá não fica” é criação de marqueteiros (especificamente, do humorista Zé Américo, do ‘café com bobagem’)…

 

Neste domingo, a Revista Época quer provar que Tiririca é analfabeto. (PARA CITAÇÃO CLIQUE AQUI) 

PROMOTOR QUER QUE TIRIRICA PROVE QUE SABE LER E ESCREVER

 

O candidato a deputado federal, Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR), poderá passar por um teste para comprovar que sabe ler e escrever. O promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, pediu neste sábado autorização da Justiça Eleitoral para fazer o teste. De acordo com lopes, existe a suspeita de que Tiririca é analfabeto. A lei eleitoral permite o voto dos analfabetos, mas proíbe a candidatura deles.

 

Caso a Justiça determine, o candidato terá que escrever o que for pedido e ler um trecho da Constituição. Lopes quer que Tiririca passe pelo exame na segunda-feira. A suspeita acontece depois da reportagem da revista “Época”, que mostrou indícios de que Tiririca é analfabeto. Para a revista, o humorista Ciro Botelho, que escreveu o livro “As piadas fantárdigas do Tiririca”, afirmou que o candidato não sabe ler ou escrever. A reportagem também descreve situações em que o candidato mostra dificuldade de leitura.

 

Gibi distribuído para crianças

 

O promotor também disse que vai protocolar um pedido contra um polêmico gibi distribuído pela campanha de Tiririca. Para ele, o gibi pode ser considerado brinde porque é distribuído preferencialmente para crianças. Na página que leva o texto “os idosos, que tanto trabalharam pelo Brasil, não foram esquecidos por Tiririca”, o humorista aparece abraçado a um casal de velhinhos e afirma, em um balão: “Essa véia ainda dá um caldo”.

– A Fraude Tiririca: Um Palhaço Analfabeto num Congresso que é uma Palhaçada

Ora essa: descobriram que Tiririca pode não saber ler; assim, não pode ser deputado.

 

Mas quem banca 3,5 milhões de reais da sua campanha? Tiririca é um fantoche criado por políticos cassados e que renunciaram ao mandato, que após a mácula causada ao eleitor, tentam votar pelo coeficiente eleitoral. Políticos como Valdemar Costa Neto, José Genoíno e João Paulo Cunha se beneficiariam com a votação maciça dele. Segundo a Revista Veja, por Fernando Melo (ed 29 de setembro de 2010, pg94 – 96), assim como Tiririca, Sabrina Sato, Ronaldo e Dr Dráuzio Varela foram convidados a serem puxadores de votos, a fim de que estes pudessem entrar. Até o bordão do “Pior que tá não fica” é criação de marqueteiros (especificamente, do humorista Zé Américo, do ‘café com bobagem’)…

 

Neste domingo, a Revista Época quer provar que Tiririca é analfabeto. (PARA CITAÇÃO CLIQUE AQUI) 

PROMOTOR QUER QUE TIRIRICA PROVE QUE SABE LER E ESCREVER

 

O candidato a deputado federal, Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca (PR), poderá passar por um teste para comprovar que sabe ler e escrever. O promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, pediu neste sábado autorização da Justiça Eleitoral para fazer o teste. De acordo com lopes, existe a suspeita de que Tiririca é analfabeto. A lei eleitoral permite o voto dos analfabetos, mas proíbe a candidatura deles.

 

Caso a Justiça determine, o candidato terá que escrever o que for pedido e ler um trecho da Constituição. Lopes quer que Tiririca passe pelo exame na segunda-feira. A suspeita acontece depois da reportagem da revista “Época”, que mostrou indícios de que Tiririca é analfabeto. Para a revista, o humorista Ciro Botelho, que escreveu o livro “As piadas fantárdigas do Tiririca”, afirmou que o candidato não sabe ler ou escrever. A reportagem também descreve situações em que o candidato mostra dificuldade de leitura.

 

Gibi distribuído para crianças

 

O promotor também disse que vai protocolar um pedido contra um polêmico gibi distribuído pela campanha de Tiririca. Para ele, o gibi pode ser considerado brinde porque é distribuído preferencialmente para crianças. Na página que leva o texto “os idosos, que tanto trabalharam pelo Brasil, não foram esquecidos por Tiririca”, o humorista aparece abraçado a um casal de velhinhos e afirma, em um balão: “Essa véia ainda dá um caldo”.

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Gibi distribuído para crianças

 

O promotor também disse que vai protocolar um pedido contra um polêmico gibi distribuído pela campanha de Tiririca. Para ele, o gibi pode ser considerado brinde porque é distribuído preferencialmente para crianças. Na página que leva o texto “os idosos, que tanto trabalharam pelo Brasil, não foram esquecidos por Tiririca”, o humorista aparece abraçado a um casal de velhinhos e afirma, em um balão: “Essa véia ainda dá um caldo”.