Está em estudos deste o final de outubro, e até o ano que vem sairá uma resposta oficial (dependendo da tecnologia que as empresas oferecerão), se os árbitros poderão ter o auxílio de sensores de linha para confirmar ou não possíveis gols em lances duvidosos.
É um primeiro passo para o aceite de ferramentas da computação nos jogos de futebol. Mas algumas coisas chamam a atenção: como definir TECNOLOGIA NO FUTEBOL.
Tecnologia quer dizer “Estudo das técnicas”. Portanto, existem várias técnicas (avançada ou de ponta; simples ou rudimentar).
Se você observar um árbitro assistente com a bandeira levantada marcando um impedimento, perceberá que é uma técnica manual; se você ouvir o sinal de bip da bandeira no braço do árbitro marcando outro impedimento, perceberá que é uma técnica eletrônica. Ambas técnicas, timidamente, convivem com o futebol. A simplória tecnologia dos sprays demarcatórios da distância para se cobrar tiros livres e a comunicação por técnica eletrônica entre os árbitros via rádio durantes os jogos, também coexistem pacificamente. Se é utilizada na 1ª ou na 5ª divisão, o certo que a estas tecnologias a FIFA nem se manifestou (exceto a uma: a comunicação com ponto eletrônico entre técnicos e jogadores, que, confesso, eu autorizaria – parto do princípio que, se os treinadores podem se comunicar para fora do estádio com celulares, por que não dentro do estádio, com seus comandados?)
A FIFA não sabe ainda como será a tecnologia a ser oferecida, mas pede uma condição: a de que as empresas que desenvolverem o equipamento projetem algo que comunique a informação ao árbitro em 1 segundo! Motivo: claro que é para o jogo não parar, para não se correr o risco de árbitro e jogadores ficarem na frente da TV, para a não-perda de autoridade da equipe da arbitragem como um todo, etc…
Sou a favor de certas evoluções no futebol. Tardiamente chegará avanços mais profundos na tecnologia em campo. “Como elas serão” é o grande dilema. Não gosto de mudanças radicais, apesar de ser a favor de inovação. E claro, deve-se ter o cuidado de se definir quando e onde a tecnologia será usada. Gosto da idéia de que, por exemplo, o capitão da equipe possa pedir a reconsideração de um árbitro sobre uma decisão polêmica após a conferência por imagem do lance duvidoso (uma possibilidade em cada tempo). Mas aí cairemos na universalização da regra: todos os campeonatos devem ter a mesma regra e mesmas possibilidades…
Ué, aí contradigo a própria FIFA: Nos jogos do Campeonato Brasileiro da série A (nosso principal torneio), temos TODOS os quartetos de arbitragem equipados com bandeira eletrônica e rádios-comunicadores? Não. E como fica a regra?…
E você, o que pensa disso: o que você acha da tecnologia no futebol? Deixe seu comentário:

Sou o fabricante da bandeira eletrônica para futebol com a marca genialtec caso haja interesse neste produto encaminhe um email para genialtek@yahoo.com.br ou ligue (11) 8209-70-51 tim ou 9815-40-21 vivo e falar com bérnard adlér. Sem mais para o momento deixo um fraternal abraço.
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