– Sentido da Vida

A tarde reflexiva vale por esse motivo que nos enche de vida:

OBRIGADO, DEUS, POR NOSSA PRINCESINHA MARINA PORCARI E PELA MINHA ESPOSA ANDRÉIA

(passar uma tarde inteira no parquinho com elas não tem preço)

– Não cansar de Lutar

Nas vezes que faço peregrinações (adoro caminhar para refletir, rumo à Pirapora), gosto de cantar essa canção que compartilho abaixo:

 

PEREGRINO DO AMOR (ou: A VIDA É CAMINHAR)

 

A vida é caminhar
Sou peregrino do amor.
Vou semear a esperança
Deste mundo que há de vir.
Eu não me canso de cantar(2X)

mundo novo vem aí,
gente de coragem vai lutar.
A verdadeira vencerá,
Quem é da verdade saberá.
Eu não me canso de cantar.
Gente nova vem dizer,
Vive de certezas quem lutou.
A justiça já brotou,
A libertação vamos colher.
Eu não me canso de cantar.

Se o trigo não morrer,
Fruto não se pode esperar.
Hoje é dia de plantar,
Muita gente em breve vai colher.
Eu não me canso de cantar.

– Você confia na Segurança das Cadeirinhas no seu Corolla?

 

Um Toyota Corolla brasileiro fabricado em Indaiatuba foi testado pela Fundação ProTeste com uma cadeirinha infantil. O mesmo teste feito com um Corolla europeu, idêntico por fora e custando metade do peço do seu irmão brasileiro (devido aos impostos), mostrou que a diferença quanto a segurança das crianças na cadeirinha é gritante!

 

Se você tem um Corolla, Peugeout 207, Meriva, Gol ou Palio, veja os perigos e cuidados da cadeirinha infantil, sua eficácia ou não:

 

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI181559-15259,00-PARECIDOS+MAS+INSEGUROS.html

 

PARECIDOS. MAS INSEGUROS.

 

Testes de colisão feitos na Alemanha mostram que os carros brasileiros oferecem mais riscos aos ocupantes que suas versões vendidas na Europa

O brasileiro que compra um Corolla fabricado pela Toyota em Indaiatuba, no interior paulista, paga bem mais por ele do que os japoneses, os europeus e os americanos que fazem a mesma escolha em seu país. Encarecido por uma combinação de impostos que pesa sobre toda a cadeia automotiva, o Corolla brasileiro chega a custar o dobro de seus correspondentes estrangeiros. Além de mais caro, o modelo nacional é mais perigoso. Um teste divulgado na semana passada pelo Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina (Latin NCAP, na sigla em inglês), em parceria com a ONG brasileira Proteste, concluiu que crianças pequenas ficam vulneráveis no banco traseiro de um Corolla nacional, mesmo quando acomodadas na cadeirinha exigida pela legislação de trânsito brasileira. O resultado classificou o modelo como “ruim” no quesito segurança infantil.

Na escala de zero a cinco estrelas usada no teste feito na Alemanha, o Corolla brasileiro mereceu apenas uma (leia o quadro abaixo). O europeu obteve quatro. A diferença foi atribuída porque, no caso de uma colisão frontal a 64 quilômetros por hora, uma criança de 3 anos que esteja na cadeirinha presa ao banco de trás pode bater a cabeça nos assentos dianteiros. “O sistema de retenção infantil (a cadeirinha) inicialmente recomendado pela Toyota não conseguiu proteger o manequim correspondente a uma criança de 3 anos durante a colisão frontal”, afirma o relatório do teste. Para o Corolla vendido na Europa, o resultado foi outro. A única advertência do relatório final é sobre a falta de clareza nas orientações de como prender a cadeirinha no banco traseiro usando o dispositivo isofix, que aumenta a aderência da cadeirinha – e não é oferecido na versão brasileira.

A falha apontada não é exclusiva do Corolla brasileiro. O Meriva, da GM, e o Peugeot 207 vendidos aqui também mereceram notas inferiores às de suas versões europeias. Todas as comparações foram feitas tendo como base parâmetros idênticos, nos laboratórios do Euro NCAP, programa iniciado há 13 anos. Avaliados segundo os mesmos critérios, dois campeões de vendas no Brasil, o Gol e o Palio, pontuaram aquém do satisfatório. s

Procurada pela reportagem de ÉPOCA, a GM afirmou que não se posicionaria quanto à comparação com o teste europeu. Por meio de nota, a Fiat disse apoiar “iniciativas que visem estimular a discussão em torno da segurança veicular”. A Volkswagen afirma ter feito o primeiro ensaio de crash teste no Brasil, em 1971, “visando desde então à produção de automóveis cada vez mais seguros”, e que o desempenho ruim do Gol no teste é explicado porque o modelo avaliado não tinha air bag – a bolsa que se infla em caso de colisão para proteger condutores e passageiros de impactos diretos. Equipamento de série em carros de luxo, o item é opcional no Gol. A exemplo das concorrentes, a Peugeot declarou que seus carros são submetidos a testes rigorosos para garantir a segurança e atender à legislação. A Toyota informou ter feito testes para melhorar a segurança infantil em parceria com um fabricante de cadeirinhas e que os resultados foram “bons”. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) afirma que as montadoras seguem a legislação vigente e estão prontas para atender às novas exigências, que passam a valer a partir de 2012.

O papel da legislação como base para garantir a melhora na segurança dos carros é importante, mas merece ser visto com cautela. Nem todos os países europeus têm leis que especificam os padrões de segurança dos carros. É a pressão do consumidor que leva à adoção de dispositivos que reduzam os riscos de ferimentos e mortes. Lá, como em outros mercados, os fabricantes se veem obrigados a desenvolver modelos que preservem a vida. E isso não depende só de air bags. Mesmo equipado com o dispositivo, o Peugeot 207 brasileiro mereceu apenas duas estrelas no teste de impacto, ante as cinco do europeu. Em 2007, a Proteste contratou o Euro NCAP para comparar a segurança de dois carros Fox, da Volkswagen: um destinado à exportação e outro para o mercado interno. Na ocasião, a montadora divulgara que o Fox recebera quatro estrelas na avaliação do Euro NCAP, mas não informava qual a versão avaliada. O Fox vendido no Brasil obteve “uma estrela e meia” na mesma avaliação. Para os autores da comparação, a diferença equivale a afirmar que o motorista brasileiro “pode morrer em uma colisão a 55 quilômetros por hora, enquanto um europeu não”. Não é preciso que a lei brasileira mude, equiparando-se à europeia, para que o consumidor daqui tenha direito a mais segurança.

Programas como o Latin NCAP podem ajudar a indústria automotiva a aperfeiçoar seus padrões de segurança – que sempre podem ser melhorados. Tem sido assim na Europa. “Com carros seguros, poderíamos modificar o panorama das mortes no trânsito brasileiro”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste. A cada ano, cerca de 36 mil pessoas perdem a vida em acidentes provocados por automóveis no Brasil. Carros brasileiros comprovadamente mais seguros poderão não só ajudar a reduzir essa estatística, mas também ter melhores chances de disputar o mercado com modelos importados. E talvez até justificar seu alto preço.

– Acredite se Quiser, Paris Hilton disse:

 

“Larguei a vida de baladeira”

 

É o que a moça disse. Alguém acreditou na socialite, sempre envolvida em escândalos com drogas? Seria bom que fôsse verdade…

 

Parece uma piadinha para começar o dia. kkkk

– Desonestidade Intelectual e Confusões do Labirinto Mental

 

Se alguém perguntar: Vai chover? E a outra pessoa responder: Talvez, hoje é dia 24. O que você pensaria dela?

 

Guilherme Fiúza explica essa situação falando sobre os porquês de José Padilha assinar a contra-gosto seu nome num dito “ manifesto intelectual pró-Dilma e retirá-lo na sequência”. Interessante:

 

Extraído de: Revista Época, 25 de Outubro de 2010, pg 66, ed 649

 

O MANIFESTO DA DESONESTIDADE INTELECTUAL

 

A burguesia culpada ataca novamente. O manifesto de intelectuais a favor da candidatura Dilma – aquele que incluiu a assinatura do diretor de Tropa de elite contra a vontade dele – resume o Brasil do faz de conta. Faz de conta que o país está dividido entre ricos e pobres, conforme a mitologia criada por Lula desde seu primeiro discurso presidencial. Faz de conta que os avanços sociais vão acabar se a oposição vencer. Faz de conta que a vida do povo melhorou porque Lula é pobre.

A elite envergonhada se sente nobre quando bajula o povão. Não contem para ninguém que os avanços sociais começaram no governo de um sociólogo, porque isso vai estragar todo o heroísmo da esquerda festiva. Ela estava feliz em sua jornada nostálgica no Teatro Casa Grande, onde aconteciam as históricas reuniões de resistência à ditadura. Não perturbem Chico Buarque, Leonardo Boff e demais artífices do manifesto dos intelectuais em seu doce sonho de altruísmo. Deixem-nos curtir seu abraço metafórico ao operariado.

O único problema desse abraço é a metáfora em si. Ela se chama Dilma Rousseff e está prestes a virar abóbora. A fada que a transformou em encarnação da esperança popular deve estar exausta. O encanto começa a se dissipar, e a donzela começa a rosnar mensagens constrangedoras, com o rosto novamente crispado, masculinizado, hostil. A mamãe dos brasileiros está se desmanchando ao vivo. Os intelectuais e artistas de esquerda precisam fazer alguma coisa, porque o estoque de licenças poéticas do plano Dilma está no fim. Talvez pudessem importar um lote novo da Venezuela.

Após sua participação no debate presidencial da TV Bandeirantes, Dilma foi entrevistada ao vivo, ainda no estúdio. O repórter perguntou-lhe o que ela quis dizer com a acusação de que seu adversário pretende privatizar o pré-sal. Dilma mostrou então todo o seu preparo como candidata a Vanusa. Seu raciocínio saltou das profundezas oceânicas para os hospitais públicos, emendando num salto espetacular para as salas de aula do Brasil carente. Com os olhos vagando pelo nada, talvez em busca do sentido da vida, Dilma começava a dissertar sobre segurança pública quando foi salva pelo repórter da Band. Ele livrou-a de seu próprio labirinto mental da única forma possível: encerrou a entrevista.

Como nem tudo na vida é propaganda eleitoral gratuita, a musa dos intelectuais de esquerda logo apareceria de novo sem as fadas do marketing. Dessa vez, cercada por microfones, explicou que o maior acesso da população aos telefones nada tinha a ver com a privatização da telefonia. “O pobre passou a ter telefone porque passou a ter renda. Não por causa da privatização”, afirmou, categórica.

O eleitor não deve se zangar só porque a afirmação contraria a história. O fato de que a abertura da telefonia ao capital privado melhorou a vida do povo precisa mesmo ser esquecido. Para piorar, isso aconteceu no governo do sociólogo, ou seja, destoa completamente da apoteose operária que está levando o Brasil ao paraíso. Não vamos estragar o enredo. Até porque, se o aumento da felicidade per capita não puder ser atribuído à bondade estatal de Lula e Dilma, como os intelectuais progressistas vão fazer para se reunir no Teatro Casa Grande, lançar manifestos e se sentir importantes? Sinceridade tem limite.

Vamos deixar isso tudo combinado, antes que o encanto acabe. Os planos do PT para controlar a informação não existem. É pura invenção da imprensa burguesa, que não quer a ascensão popular, como alerta o manifesto dos intelectuais. O povo está com Dilma, e portanto a verdade também. O resto é despeito dessa elite egoísta que não gosta de pobre.

O diretor José Padilha mandou tirar seu nome do manifesto. No mínimo, deve ser um privatista. Mas aqui é a terra do filho do Brasil. Privatização, só na Casa Civil. Rumo ao Oscar.

– Iggy Pop = Lindsay Lohan? Um samba de criolo doido…

 

Ora essa… o que o veteraníssimo roqueiro Iggy Pop disse:

 

“Ela se parece comigo, é a única que tem atitude suficiente e esteve na prisão na idade certa. A produção poderia esconder seus seios”.

 

Ele se referiu à bela Lindsay Lohan, atriz de Hollywood que se afundou nas drogas e escândalos sexuais, desejando que ela o interprete no cinema.

 

Seu Iggy: apesar de ambos terem um histórico de vida similar nas conturbações, a beleza dela com a sua diferem e muito…

– Observadores em Eleições? Quem os quer?

 

“Não precisamos de observadores estrangeiros. Temos experiência abundante em eleições”.

 

De Thein Soe, presidente do TSE (mas o de Mianmar). Ele diz que lá as eleições são justas e democráticas…

Em Mianmar é assim? Tá bom… acreditemos!

 

Tem muito país que gostaria de extraditar os observadores também. Infelizmente.

– Outros Tempos e Outros Costumes na F1

 

Já cheguei a acordar às 2h da matina para assistir ao Senna e Piquet em provas no Japão, que eram exclusivas no Mundial. Hoje, há muitas na madrugada, mas longe da mesma graça.

 

Levantei no meio da noite de novo. Como a corrida demorava para começar, bateu uma vontade de não assisti-la… estou preparando aulas, e, sinceramente, ouvindo o GP da Coréia pelo rádio, percebo que ela demora para acabar também!

 

Saudade dos tempos de competitividade dos brasileiros…

– Futebol faz mal às Crianças?

 

Pesquisa nos EUA revela que:

 

– Crianças de até 12 anos devem evitar cabecear bolas em jogos de futebol, devido aos riscos de lesão e na formação da cabeça;

 

– Quem leva um choque na cabeça (entre adultos), não deve continuar na partida de futebol.

 

Veja que interessante o estudo, extraído de: ÉPOCA (clique aqui para link e citação)

 

JOGAR BOLA FAZ MAL PARA O CÉREBRO?

 

Por Letícia Sorg

 

O pediatra Kevin Walter, professor do Medical College of Wisconsin, explica por que os traumas cerebrais são um problema preocupante do esporte e o que os pais devem fazer caso seus filhos sofram uma lesão em campo

Autor de um estudo recente sobre os traumas cerebrais em crianças e adolescentes, o pediatra Kevin Walter, professor do Medical College of Wisconsin, explica por que os traumas cerebrais são um problema preocupante do esporte e o que os pais devem fazer caso seus filhos sofram uma lesão em campo. Ele também discute os riscos de cabecear a bola por anos a fio baseado no conhecimento científico disponível até o momento.

Walter afirma que ainda há poucas informações sobre os riscos de longo prazo do futebol para o cérebro dos atletas, mas recomenda cuidados especiais com as crianças: “Devem ser proibidas de cabecear as crianças que não têm coordenação motora e força muscular suficientes para fazê-lo de maneira segura dentro de um jogo”.

ÉPOCAOs traumas cerebrais acontecem em várias situações, como acidentes domésticos, de trânsito e também na prática de esportes. Qual parte dos casos está relacionada ao esporte?
Kevin Walter – É muito difícil ter uma ideia precisa sobre o número de traumas relacionados ao esporte porque os atletas costumam não relatar os primeiros sintomas, às vezes lidam com o problema sem ir ao hospital, usando o médico do time, por exemplo, às vezes vão a uma clínica especializada em esporte, às vezes vão a um pediatra. Por isso é tão difícil conseguir um número exato dos casos. Mas o número de casos atendidos nos prontos-socorros dobrou entre 2001 e 2005, segundo nosso estudo. Há duas razões para isso: 1) os técnicos e as famílias estão mais atentos ao problema e trazem as crianças com mais frequência para uma avaliação médica; 2) o crescimento, na última década, nos Estados Unidos, do esporte infantil e juvenil. Há mais crianças e jovens praticando esportes e uma consequência disso é ter mais casos de lesão, entre elas concussões.

 

ÉPOCAPor que os traumas cerebrais, entre eles as concussões, são um problema sério no caso de crianças e adolescentes, até mais do que para adultos?
Walter – As concussões são “machucados no cérebro”, e, não sabemos bem por que, o cérebro deles é mais vulnerável a traumas do que o dos adultos e também demora mais para se recuperar. No caso das crianças, um problema no campo também terá reflexos no desempenho na escola e em suas interações sociais. Entre os adolescentes também há o risco da chamada “síndrome do segundo impacto”. Não sabemos exatamente quais são suas causas, mas se o adolescente tiver uma concussão e retomar a prática do esporte cedo demais, quando ainda há sintomas, e sofrer um segundo choque, isso causa alterações cerebrais que levam a sequelas graves. É muito raro, mas muito grave.

 

ÉPOCAPor que a Academia Americana de Pediatria decidiu atualizar as orientações sobre como lidar com as concussões? Quais são as principais mudanças?
Walter – O principal ponto é afirmar que, se a criança ou adolescente teve uma concussão em um jogo, mesmo que os sintomas passem em 20 minutos, não deve voltar a praticar o esporte no mesmo dia. Porque o risco de outros danos e problemas é muito grande. O outro ponto importante é que toda criança ou adolescente deve passar pela avaliação de um médico. Os técnicos não podem ou devem tomar a decisão se seus atletas podem ou não retomar a prática porque não têm total entendimento dos riscos. O terceiro ponto é que, se uma criança ou adolescente continuar apresentando sintomas, não deve voltar a praticar o esporte. Hoje, as pessoas dizem que, se você tiver uma concussão, deve estar bom em uma semana e pode voltar a jogar. É importante se certificar de que a criança ou adolescente não volte à prática até não ter nenhum sintoma e receber o OK de um médico.

 

ÉPOCAQual é o papel dos pais na prevenção e no tratamento do problema?
Walter – O principal papel dos pais é educar seus filhos e alertá-los para os riscos. Se os pais se preocupam, os filhos também se preocupam. Se os pais dizem que não é nada, os filhos não estão nem aí para o que o médico diz. As concussões são lesões bastante comuns no futebol e se os pais estiverem cientes do problema, podem ajudar muito no tratamento adequado. Entre as medidas de prevenção estão ensinar técnicas apropriadas para cabecear a bola.

 

ÉPOCAHá várias pesquisas que discutem quando um paciente está completamente recuperado de uma concussão e alguns médicos recomendam o uso de softwares para avaliar se o cérebro está totalmente recuperado. Isso é necessário?
Walter – É uma ferramenta que pode ajudar na avaliação de qualquer paciente, mas a maioria dos programas de computador não pode ser usado por crianças, por exemplo. Há outras ferramentas que podem ser usadas na avaliação dos pacientes e devemos usá-las. Sei que os pacientes, especialmente os jovens atletas, vão mentir para mim. Eles vão dizer que estão se sentindo bem para poder jogar de novo. Eles não pensam nos riscos, como desenvolver uma dor de cabeça crônica, por exemplo. Fazer uma avaliação ajuda a saber, por exemplo, se a pessoa está dizendo que está bem mas continua tendo resultados muito ruins em testes de concentração, memória e raciocínio. Posso dizer, então: “Você pode estar se sentindo bem ou, então, estar mentindo, mas seu cérebro não está bem e, portanto, você não pode voltar a praticar esportes”.

 

ÉPOCAHá quem sugira que as crianças sejam proibidas de cabecear a bola ou usem uma proteção na cabeça para jogar futebol. O que o senhor acha disso?
Walter – O que sabemos é que o contato permanente da bola com a cabeça pode levar a danos. É uma afirmação bastante vaga. Não sabemos quantas repetições são necessárias para causar o dano ou qual a força dos impactos, mas é possível notar um decréscimo das capacidades cognitivas de jogadores profissionais ao longo da carreira. Se isso acontece ao longo dos anos, na infância ou na juventude, não sabemos. Sei que o futebol é algo que está muito entranhado na cultura brasileira, mas talvez seja o caso de questionar: cabecear o tempo todo é algo que causa problemas a longo prazo? É bem provável que seja esse o caso. Talvez nós não saibamos a resposta agora, mas se mais pessoas olharem para isso e pensarem sobre o assunto, teremos mais informações, e talvez condições de tornar o esporte mais seguro.


Até que idade as crianças deveriam ser proibidas de cabecear? Mais do que a idade, devem ser proibidas de cabecear as crianças que não têm coordenação motora e força muscular suficientes para fazê-lo de maneira segura dentro de um jogo. É muito mais fácil cabecear com a técnica correta no treino, quando alguém joga a bola para você. É muito mais difícil fazer isso dentro de um jogo, preocupando-se com os adversários também. Esse é um papel importante dos técnicos: reconhecer quem já tem a coordenação motora e a força para repetir a tarefa dentro de campo. Não há evidências de que a proteção seja eficiente para diminuir o número de concussões ou os danos ao longo prazo. Tenho dúvidas que ela não vá virar mais uma arma do que uma proteção para as crianças, encorajando-as a jogar de forma mais agressiva. Mas se houver mais evidências de benefícios, não desencorajo o uso porque acho pouco provável que aumente os riscos.

– Guerra das Revistas na Reta Final

 

Nesta semana, a Revista Veja revela mais um escândalo envolvendo o PT e dona Dilma: agora, a fábrica de dossiês que sai do Planalto! A Revista Época faz uma comparação entre os dois candidatos e a Carta Capital detona Serra.

 

Ao longo da campanha, percebeu-se bem algumas mídias chapa-brancas, enaltecendo ações do Governo Federal. Entretanto, quem critica o mesmo Governo foi acusado de estar fazendo campanha aos adversários. Ué, falar bem pode e falar mal não?

 

Nossos conceitos de liberdade de imprensa devem ser diferentes do alto escalão do Governo… Ao ver mais um escândalo na capa da Veja, meu sogro disse: “é esse tipo de Revista que o eleitor do Serra lê; pois quem vota na Dilma se recusa a comprar”.

 

Fina ironia de palavras sábias do seu Ditão…

– Hoje Sim!

 

No começo da madrugada disse que não teria post. Mas deu uma vontade de escrever… Daqui a pouco irei treinar. Então, na mansidão do amanhecer, vamos dialogar?

– Hoje não

Simplesmente nada a declarar. Apenas trabalhar muito e depois assistir a um bom derby!

– Prazeres da Vida

Existe prazer maior na vida do que ser chamado de lindinho pela sua filhinha?

A Marina fez isso toda sorridente, e como criança não mente…

Olha que vídeo sapequinha: http://www.youtube.com/watch?v=cl0fCS96z4w 

(jogava areia e ainda tirava sarro…)