– Celebração do Ano Sacerdotal em Itu

Por Reinaldo Oliveira

 

DIOCESE CELEBROU ENCERRAMENTO DO ANO SACERDOTAL EM ITU

 

O clero da Diocese de Jundiaí celebrou o encerramento do Ano Sacerdotal, no dia 25 de junho, na matriz de Nossa Senhora da Candelária em Itu. A celebração eucarística foi presidida pelo bispo Dom Vicente Costa, e teve a presença de mais de 70 padres, diáconos permanentes e transitórios, seminaristas e religiosos. Importante lembrar que o Ano Sacerdotal foi instituído pelo Papa Bento XVI pela passagem dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianey – o Cura d’Ars, padroeiro dos padres. No início da celebração o padre Gelson Raul da Silva, que participou do encerramento do Ano Sacerdotal em Roma, transmitiu aos presentes a experiência de ter participado daquele encerramento que foi presidido pelo Papa Bento XVI. Em sua exortação o bispo Dom Vicente falou aos padres sobre a alegria da dedicação ao sacerdócio e que ser padre é mais que uma profissão. O sacerdote é o sacramento vivo da igreja. Falou também do momento crítico que o clero está passando com os problemas envolvendo padres e que a mídia tem noticiado. Falou do centenário de Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, fundador da Diocese, falou também da importância do trabalho da Pastoral Vocacional, para que desperte a vocação em mais jovens que queiram dedicar a vida ao sacerdócio. Falou sobre as palavras do Papa e da importância, para todo o clero, sobre o Ano Sacerdotal. No final da celebração eucarística houve a oração pelos padres, pelo bispo e pelo Papa Bento XVI. Após a missa houve um almoço de confraternização e todos assistiram ao jogo entre as seleções do Brasil e Portugal.

– Coca-Cola e Bradesco Mudam de Vermelho para o Azul em nome do Boi e do Dinheiro

O poder do marketing e a força das marcas são dois fatores indispensáveis na Administração de Empresas.

Em Parintins, tradicional celebração amazônica (muitas vezes desprezada no Sul-Sudeste do Brasil), as grandes empresas se renderam à festa e para garantir mais atração aos seus produtos, aceitaram mudar de cor!

Lembre-se agora das logomarcas de Coca-Cola e Bradesco. Pronto, você visualizou algo vermelho. Para conquistar os adeptos do Boi Garantido e do Boi Caprichoso, elas passaram a ser azul (aliás, único lugar do mundo onde a Coca-Cola usou as cores da rival Pepsi-Cola).

 

Extraído de IG Inovação (Clique acima para a citação completa), enviada pelo consultor em Qualidade Augusto César Tavares Ferreira:

 

EMPRESAS MUDAM DE COR PARA O FESTIVAL DE PARINTINS

 

Você está andando pela rua e se depara com um outdoor com a marca da Coca-Cola. Até aí não há nenhuma novidade, não fosse o fato da marca estar com a cor azul ao fundo ao invés do tradicional vermelho. Mais a frente, outros banners chamam a atenção: um anúncio azulado do Bradesco e outro vermelho da Eletrobras.

Ao contrário do que um desavisado possa pensar, não se trata de uma influência do filme “Avatar” nas marcas. O motivo é genuinamente brasileiro. No município de Parintins, no Amazonas, a tradicional disputa entre os bois Garantido e Caprichoso mexe não só com o cotidiano da cidade, mas também com as marcas lá presentes.

Na festa popular amazônica, cada boi é representado por uma cor. O Garantido, mais associado aos populares, defende o vermelho. Já o boi da elite, o Caprichoso, é representado pelo azul. No Bumbódromo, onde acontecem as apresentações, tudo é milimetricamente dividido em partes iguais. De um lado a arquibancada com cadeiras azuis e, do outro lado, os assentos vermelhos.

Com tanta tradição envolvida, as marcas tiveram que se adaptar à realidade local para não desagradar nenhuma torcida e assim correr o risco de perder clientes. “As pessoas que vêm de fora acham que se trata simplesmente de um folclore. Com o passar do tempo, percebemos que é uma coisa que vai muito além disso”, avalia o vice-presidente de Relações Internacionais da Coca-Cola, Jack Corrêa.

De acordo com o executivo da multinacional de bebidas, que patrocina o Festival de Parintins há 16 anos, a ideia de colocar a logo em azul surgiu após colocar pela primeira vez um banner com as cores tradicionais no Bumbódromo. Como existe uma norma rígida de utilização da marca, o caso teve que ser enviado para a sede da empresa, em Atlanta, nos Estados Unidos, para ser aprovado.

“Estávamos fugindo da marca original e a exposição era muito grande. Quando a sede entendeu que havia uma diversidade devido a um fator cultural, aprovou na hora”, relembra. “Esse é o único lugar do mundo onde a Coca-Cola usa sua logo em azul”, completa.

 

Impacto econômico

 

Segundo a Prefeitura de Parintins, o evento folclórico é responsável por impulsionar a economia do município, respondendo aproximadamente por 50% da arrecadação total anual. O investimento do festival, incluindo patrocínios e incentivos governamentais, gira em torno de R$ 20 a R$ 30 milhões.

Os números não param por aí. Cerca de 2.700 pessoas são envolvidas na produção do espetáculo e o total de pessoas na cidade dobra. Com uma população de 115 mil habitantes, a Ilha de Tupinambara, a 420 km de Manaus, chega a receber mais de 100 mil turistas. O aeroporto local, que recebe em média 20 voos semanais, tem o número ampliado para 200 durante o período de festa.

 

 

 

– As Denúncias do Castelão!

Alguém já leu a Revista Veja desta semana?

Parabenizo a reportagem de Diego Escosteguy (Tem Gato na Copa… de 2014, Ed 30/06/2010, pg 76-77), a respeito da corrupção na Copa de 2014.

Nela, ele retrata o caso do estádio do Castelão, no Ceará. Se o Morumbi não serve, imagine o Castelão, onde as obras não começaram, o cronograma está hiper-atrasado, o consórcio para a reforma será formado por um grupo de amigos do Governo local e o know-how da construtora é o de ter construído… uma garagem!

Incrível, não? E a FIFA, neste caso, não se manifestou…