– A Polêmica do Biodiesel

O Óleo Diesel consumido no Brasil passou por recentes mudanças. Há pouco tempo, diminuiu-se a quantidade de enxofre no Diesel distribuído em algumas regiões (chamou-se de Diesel Metropolitano, menos poluente, incluindo algumas cidades consideradas mais poluídas – e inclui-se a região de Jundiaí). Depois foi a gradativa adição de BioDiesel (Diesel não mineral, vegetal). A quantidade incial de 2% já atingiu 5%. Entretanto, alguns postos estão tendo mais custos para a manutenção de seus equipamentos. O BioDiesel traz consigo bactérias, que acabam se proliferando caso o produto fique parado. Consumidores estão com a pulga atrás da orelha. Donos de Postos estão ressabiados. E os produtores de BioDiesel dizem que nada é provado. Ecologistas dizem ser um custo necessário para o meio-ambiente.

A verdade é que ninguém sabe da real eficácia e se é tão eficiente assim o BioDiesel, ou ainda a sua composição e dosagem na mistura.

Abaixo, extraído da Revista Posto Hoje, de 17/05/2010.

ADIÇÃO DE BIODIESEL PREJUDICA COMBUSTÍVEL

A adição de biodiesel ao diesel de petróleo vem provocando graves problemas de qualidade no produto vendido nos postos brasileiros. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) 5,2% das amostras de diesel coletadas em postos em março estavam fora das especificações, maior índice desde 2004. Segundo representantes dos postos, o problema já foi levado à Justiça por consumidores que tiveram danos em seus veículos.  Segundo o presidente da Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis), Paulo Miranda, o biodiesel provoca alterações na consistência do produto final, com o surgimento de borras e a proliferação de bactérias. Além dos danos a veículos, o problema dá prejuízo aos postos, que tiveram que intensificar a limpeza de tanques e trocas de filtros.

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