– Um brilho nesta página

Apenas para abrilhantar essa página com a beleza da nossa filhinha Marina:

Linda Filha
Linda Filha
 

 

 

Ela não é linda mesmo?

– Quando uma publicidade pode ser desagrável

Certas promoções e publicidades podem ser desagradáveis e apelativas. Um bar na Inglaterra usou a imagem do falecido Papa João Paulo II, segurando uma garrafa de cerveja na mão e abraçado a uma garota. Após protestos, a campanha foi retirada.

Em: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3676451-EI8142,00-Banido+anuncio+britanico+que+mostra+Joao+Paulo+II+com+garota.html

Banido anúncio britânico que mostra João Paulo II com garota

Uma organização responsável pela padronização de anúncios publicitários do Reino Unido classificou de ofensivo um flyer (espécie de panfleto) de uma casa noturna de Ipswich no qual o papa João Paulo II aparece com uma garrafa de bebida na mão e acompanhado de uma garota dançando com um vestido curto.

Segundo o jornal The Telegraph, o material causou manifestações de raiva entre as comunidades católica e polonesa. O flyer da festa “Berserk” foi distribuído pela boate Club Fire. Sheila Soltysik, secretária do clube polonês de Ipswich, se manifestou contra o material. “Foi extremamente ofensivo”, disse.

“Infelizmente essas ações baseadas em idéias insensatas de marketing deixaram a comunidade polonesa e católica consternadas. Talvez para algumas pessoas a desconstrução dos padrões morais tenha uma conotação inocente, mas para a maioria das pessoas sensíveis foi lamentável”, acrescentou.

“Eles não estão autorizados a fazer coisas desse tipo. Eu penso que o material foi retirado a tempo”. Para o diretor do Conselho de Sulfolk para a Igualdade Racial, Jane Basham, a descrição de João Paulo II na foto foi claramente ofensiva. “Eu tenho esperança que a condenação do flyer seja uma mensagem importante para a comunidade”.

– Ele é o Cara!

Hoje, durante a reunião dos G-20 (países ricos + convidados), que está sendo realizada na Inglaterra, o presidente Lula mostrou que está sobrando e não está prosa. O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que “Lula é o cara“, e que o brasileiro “é o presidente mais popular do mundo“.

Extraído de: http://jovempan.uol.com.br/noticia/obama+lula+e+o+politico+mais+popular+na+terra-157590,,0

(Publicado Por: Mariana Riscala)

Obama: Lula é ‘o político mais popular na Terra’

Norte-americano fez o comentário sobre o brasileiro em uma roda de líderes antes de reunião do G-20

Em uma roda de líderes pouco antes do início da reunião do G-20, que acontece nesta quinta-feira em Londres, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que o presidente Lula é o “político mais popular da Terra”. Um vídeo da rede de notícias BBC registrou a cena em que os dois se cumprimentam.Obama troca um aperto de mãos com o presidente brasileiro, olha para o primeiro-ministro da Austrália, Kevin Rudd, e diz, apontando para Lula: “Esse é o cara! Eu adoro esse cara!”. Em seguida, enquanto Lula cumprimenta Rudd, Obama diz “esse é o político mais popular da Terra” apontando para Lula.

Rudd aproveita a deixa e brinca: “O mais popular político de longo mandato”. E o norte-americano ainda acrescentou:

“É porque ele é boa pinta”.

– 30 dias de vida da nossa Marina!

Amigos, é muito bom ser pai! Nossa filha Marina completou 30 dias, e está cada vez mais grandona e linda. Agora, ela já tem 52 cm e pesa 3,350 Kg.

Olha que lindeza, clique abaixo:

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:59

Abração,

Rafael, Andréia e Marina

– Como a Puma se transformou de Marca Esportiva em Grife de luxo

Abaixo, como a Puma se reinventou. Desde o seu sucesso com Pelé usando a “Puma King” na Copa de 70, até a baixa concorrencial nos anos 90 e seu ressurgimento. Um belo case a ser discutido:

Extraído de: IstoÉ Dinheiro

O homem que reinventou a Puma
Como o alemão Jochen Zeitz transformou a marca esportiva em sinônimo de estilo

O jamaicano Usain Bolt se agacha, olha para a frente concentrado na linha final e dispara ao som do tiro de largada. Nove segundos e 69 centésimos depois, o atleta de 22 anos abre os braços e se consagra como o homem mais rápido do mundo – mais de um metro à frente dos rivais. Antes mesmo de comemorar, saca a bandeira da Jamaica e, como se estivesse segurando um troféu, carrega suas sapatilhas douradas, uma em cada mão, e as alça para o alto.

A cena, acompanhada por 1,2 bilhão de pessoas em todo o mundo, aconteceu no dia 16 de agosto de 2008, durante os Jogos Olímpicos de Pequim, e ainda traz dividendos para a empresa, que ganhou tanto quanto Bolt – dono de três medalhas de ouro nos jogos. “Apostamos no atleta bem antes de ele ser conhecido”, disse à DINHEIRO Jochen Zeitz, o CEO da Puma. Agora, a marca alemã colhe os louros. Aos 45 anos de idade, o executivo parece estar acostumado a apostar com precisão. Desde 1993, quando assumiu a Puma, com a imagem combalida e dívidas de US$ 100 milhões, ele bate recordes atrás de recordes. “Nós reinventamos a empresa e criamos um novo segmento de mercado”, diz Zeitz (acompanhe entrevista abaixo).

A Puma nasceu, em 1948, da briga entre os Irmãos Rudolf e Ari, que possuíam uma pequena fábrica de calçados na cidade de Herzogenaurach, na Alemanha. Rudolf criou a Puma e Ari fundou a Adidas. Até hoje as empresas são rivais e as sedes de ambas ficam na mesma rua, frente a frente, separadas por alguns metros de distância. Durante décadas, a Puma inovou e esteve associada às maiores estrelas do esporte. Pelé foi garoto-propaganda da grife, Maradona disputou sua primeira Copa do Mundo, em 1982, com chuteiras da marca e, em 1985, Boris Becker venceu Wimbledon com tênis da marca. No fim da década de 90, ela já não era mais a mesma. “Não tínhamos mais impacto no mercado porque havíamos perdido apelo junto ao consumidor e estávamos fora de forma”, diz Zeitz.

O executivo, então com 30 anos e recém- nomeado presidente da empresa, iniciou um grande processo de reestruturação e, depois de deixar a companhia no azul, partiu para a estratégia que, definitivamente, reconstruiu a imagem da Puma. “Apresentamos a Puma do modo mais poderoso aos consumidores, mas fizemos isso basicamente mudando as tradicionais fórmulas de sucesso usadas por nossos rivais”, explica Zeitz. O que ela fez de diferente? Inaugurou o casamento entre a moda e o esporte, criando a imagem de grife de lifestyle, e inaugurou lojas próprias que identificassem o universo Puma. “Para os atacadistas vendemos produtos ligados ao esporte e nas nossas lojas temos mais o lado fashion”, diz João de Castro, presidente da Puma no Brasil – subsidiária que faturou R$ 200 milhões em 2008, R$ 60 milhões a mais do que em 2007.

– Mais uma Couve colhida!

Repito um dito antigo, não usado mais:

Hoje colho mais uma couve na horta da vida! Para ser preciso, 33!

Como era bom esperar os 18… demorou tanto! Agora, é tudo muito rapidinho.

Obrigado pelas manifestações que já recebi antecipadamente. Que esse ano seja melhor do que o anterior e pior que o posterior.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Aprendendo com nosso Presidente e Mestre-Guia Luiz Inácio

Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’

É muito fácil se eximir de responsabilidades e jogar a culpa nos outros, não?

Essa confissão de Lula ocorreu por via indireta, hoje, quando o primeiro ministro da Inglaterra Gordon Brown, reunido com o presidente americano Barak Obama, após reunião preparatória para o G20, davam uma coletiva para os jornalistas.

Abaixo, extraído de Época Negócios (clique no link para a íntegra):

Brown cita críticas de Lula e arranca risos de Obama

Em coletiva, primeiro-ministro britânico afirma que brasileiro disse a ele que, quando era sindicalista e oposição, culpava o governo. Agora, Lula teria assumido que mudou de estratégia e tem culpado os países desenvolvidos

por Época NEGÓCIOS Online

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, citou uma crítica feita por Lula, nesta quarta-feira (01/04), em entrevista coletiva ao lado do presidente americano, Barack Obama. Os dois líderes mundiais se encontraram um dia antes da cúpula do G20, sediada em Londres, para tratar da crise internacional.

Segundo informações da BBC, Obama falava sobre a necessidade de procurar soluções ao invés de apontar culpados pela crise. Ao comentar o tema, Brown citou uma crítica que ouviu do presidente brasileiro.“Estive na semana passado no Brasil e acho que o presidente Lula vai me perdoar por citá-lo. Ele me disse ‘Quando eu era sindicalista, culpava o governo. Quando eu era da oposição, culpava o governo. Quando virei governo, culpei a Europa e os Estados Unidos’”, contou Brown, arrancando risos de Obama.

“Lula reconhece, como nós, que este é um problema global. É um problema global que exige uma solução global. O que aconteceu essencialmente é que a mobilidade do capital financeiro internacional superou os mecanismos nacionais de regulação. E se nós não aceitarmos isso como o problema, nós não vamos ajudar a resolver a crise esta semana”, disse o premiê britânico.

– Universidade desenvolve Energia Elétrica gerada por Madeira

Cada vez mais o uso de fontes alternativas e renováveis (diga-se: ecologicamente corretas) estão sendo utilizadas. Seja a cana para o álcool, as plantas para o biodiesel, ou os recursos hídricos e solares, a tendência é o esgotamento da produção de petróleo e carvão, substituindo-as por esses recursos da natureza.

Nos EUA, pesquisadores criaram uma usina de geração de energia limpa, através da utilização de madeira. A iniciativa foi aplaudida por muitos, mas… se é para ser ecologicamente correto ao extremo, o que falar sobre o esgotamento da terra durante a utilização do solo para essa extração vegetal? E para os mais radicais: troca-se energia por alimentos? É claro que o assunto é polêmico, mas é importante discuti-lo, pois, afinal, somos convidados a fazer história nesse momento de substituição de matrizes energéticas em defesa do palneta.

Extraído de: National Geografic

Madeira produz energia com alta tecnologia e baixa poluição

Queimar árvores para obter energia pode parecer atrasado, poluente e hostil ao meio ambiente. Mas uma nova maneira altamente tecnológica de queimar madeira tem grande potencial para economizar energia, reduzir custos e até mesmo combater o aquecimento global, segundo novo estudo.

Por exemplo, nos EUA a madeira poderia fornecer, de maneira sustentável, “quantidades enormes de energia, comparáveis à produção de hidroelétricas”, diz o estudo, publicado no periódico Science.

A “combustão avançada de madeira” já está abastecendo uma faculdade americana e algumas cidades da Europa, como Joensuu, na Finlândia. “A qualidade do ar melhorou muito em Joensuu”, disse Antti Asikainen, morador da cidade e especialista florestal do Instituto de Pesquisa de Florestas Finlandês. “É uma tecnologia realmente limpa.”

“A cidade de aproximadamente 58 mil habitantes é aquecida com uma mistura de madeira e turfa, que substituiu pequenas lareiras e motores a óleo – que são os piores geradores – de poluição, disse Asikainen.

Para ter os benefícios da queima de madeira, as cidades podem recorrer a fornalhas comuns. Nas usinas de combustão avançada de madeira, o calor intenso e as condições cuidadosamente controladas garantem que praticamente todo o carbono da madeira seja quebrado em gases inflamáveis. Depois, os gases são inflamados, queimando de forma muito mais limpa do que uma típica lareira fumacenta.

O calor da queima do gás pode ser usado diretamente para aquecer ou gerar eletricidade. As usinas também têm filtros que removem muitas das pequenas partículas que vêm da queima da madeira, reduzindo bastante a poluição.

Madeira é ecológica?
Outro adepto pioneiro da combustão avançada de madeira é a Faculdade Middlebury, em Vermont, que inaugurou uma usina de queima de madeira em fevereiro. A faculdade quer neutralizar suas emissões de carbono – eliminando as emissões de dióxido de carbono – até 2016.

As árvores retiram gás carbônico do ar durante seu crescimento e depois liberam praticamente a mesma quantidade de gás carbônico quando são queimadas nas usinas avançadas, explicou Jack Byrne, diretor do Escritório de Integração de Sustentabilidade da faculdade. Por isso, o processo de plantar, colher e queimar madeira é quase neutro, diz Byrne.

Mudando para a energia de madeira avançada, “temos uma redução de 40% nas emissões de carbono”.

E, segundo Asikainen, do Instituto de Pesquisa Florestas Finlandês, a energia da madeira pode ser gerada sem esgotar as florestas. Grandes quantidades de madeira podem ser obtidas de forma sustentável nas florestas, desde que estas sejam manejadas de forma correta, explicou.

Além disso, se as pessoas que colhem madeira deixarem folhas ricas em nutrientes no chão da floresta e devolverem as sobras das cinzas para o solo, “não estaremos colocando em perigo a produtividade da floresta”, acrescentou Asikainen.

Mas nem toda a madeira precisa vir das florestas. As cidades americanas produzem anualmente cerca de 30 milhões de toneladas de madeira a partir de árvores podadas ou removidas, de acordo com o estudo. Esse resíduo poderia alimentar as usinas, em vez de virar adubo ou ser mandado para aterros, dizem os autores. Saint Paul, em Minnesota, por exemplo, já aquece e fornece energia para grande parte de seu centro com a queima de aproximadamente 250 mil toneladas de madeira coletadas anualmente das árvores da cidade.

Economia de Combustível
O aumento do uso de fornalhas de madeira também pode ter benefícios financeiros, disse o co-autor do estudo, Dan Richter, professor de ecologia florestal da Universidade Duke.

“No Nordeste dos EUA isso pode ajudar comunidades a superar sua dependência potencialmente paralisante de petróleo”, cujo preço tem flutuado muito, disse Richter.

Na Middlebury, Byrne espera que a energia da madeira economize US$ 600 mil em 2009 ao cortar o uso de cerca de 1 milhão de barris de óleo combustível.

“Estamos muito confiantes de que irá se pagar” em cerca de 13 anos, disse – “menos da metade da vida útil da usina”.

Tradução: Amy Traduções

National Geographic

– As “mentiras mais mentirosas” do futebol

Amigos, apesar de ser polêmico, o jornalista Milton Neves, em seu blog, (Blog do Milton Neves)publicou uma interessante relação das maiores mentiras e “barrigas” divulgadas pela imprensa nestes últimos anos . Algumas surpreendem. Segue:

01) O estádio do Corinthians.

02) A reforma e a cobertura do Palestra Itália.

03) O Campeonato Mundial do Verdão em 1951.

03) Vai surgir outro Pelé no Santos.

04) Ronaldo no Flamengo.

05) O Palmeiras não é o “Mogi Mirim das Américas”.

06) Rogério Ceni no Arsenal.

07) O Botafogo campeão legítimo do Brasileirão de 1995.

08) O Corinthians campeão legítimo do Brasileirão de 2005.

09) A maior torcida de Minas Gerais é a do Cruzeiro.

10) Vágner Love no Corinthians.

11) Sávio, Romário e Edmundo, melhor ataque do mundo.

12) O São Paulo não caiu no Paulistão de 1990.

13) O goleiro belga Preud’ Home no Fluminense em 1999.

14) O pentacampeonato brasileiro do Flamengo em 1987.

15) A torcida do São Paulo passar a do Corinthians em dez anos.

16) O título “roubado” da Argentina na Copa de 1978.

17) A tese de que o Brasil entregou a Copa de 98 para a França.

18) Maradona é melhor que Pelé.

19) Os mil gols de Romário.

20) O sangramento de Hugo De León na final da Libertadores de 83 contra o Peñarol.

21) A torcida do Flamengo é a maior do mundo.

22) O título mundial de 2000 do Corinthians.

23) A Lei Pelé é uma boa para o futebol.

25) O Grêmio não é “chorão”.

26) Valdívia no São Paulo a partir de 2007. A “barriga” do ano.

27) Política no jornalismo esportivo não dá “traço” de audiência.

28) Zidane no Corinthians (Por Marcelo Peres).

29) Considerar a “super mega suprema Batalha dos Aflitos” como um clássico.

– Tornando-se Sal da Terra e Luz do Mundo numa Terra de Mentiras

Hoje é dia da mentira! Mas como também é começo de mês, buscando um segundo trimestre melhor, compartilho um belíssimo e confortante texto (extraído de CancaoNova.com), a respeito da Verdade em ser diferente no Mundo, baseado em princípios cristãos. Ótimo para nossa reflexão!

Que diferença faz ser cristão?

Você pode se perguntar: “Que diferença faz ser cristão?” O cristão é cheio do Espírito Santo. Por isso é diferente das outras pessoas; e só poderia ser assim. O cristão não é mais deste mundo, não porque o quer, mas porque Jesus não é deste mundo; e, como o Senhor, ele também não o é [deste mundo].Você é destinado a este mundo, enviado como sal, como luz, mas não é do mundo, assim como o sal não é massa, assim como a luz não é treva, você não é deste mundo. E por ser diferente o perseguem – como Jesus e os apóstolos foram perseguidos. Perseguido, mas feliz; feliz justamente porque é perseguido. Por essa razão, muitos deixam o caminho do Senhor por causa das dificuldades e oposições; em razão do que dizem e dos comentários; por causa do que inventam a seu respeito e pelas várias perseguições que suportam.

Não é um simples complexo de perseguição. Não se trata de sentir que você é perseguido, rejeitado. Realmente é o que acontece. Pergunte a si mesmo e ao Senhor: “Mas por que acontece tudo isso?” Sabe qual é a resposta? Porque você é discípulo de Cristo. O próprio Jesus disse: “Felizes os perseguidos por causa da justiça: deles é o Reino dos céus” (Mateus 5, 10ss).

Não existe Cristianismo sem cruz. Sofrimento sem sofrimento não é sofrimento. Dor sem dor não é dor. Por isso, só posso falar: aguente firme! Jesus sabia que tudo isso aconteceria com você: seria incompreendido, caluniado, perseguido, ultrajado. Mas Ele também garantiu: “Bem-aventurados sereis”, isto é, nós seremos felizes! “Bem-aventurado será quando o insultarem, o perseguirem e, mentindo, disserem contra você toda espécie de mal por minha causa” (Mateus 5, 11ss).

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Seu irmão em Cristo,

Monsenhor Jonas Abib

 

– O Instituto Lula

Divulgado pela sua assessoria, o presidente Lula anunciou que estará, ao final do mandato, criando o ILEP – Instituo Lula de Ética na Política, visando desenvolver novos caminhos para a condução de políticas e ações sociais corretas.

A data da fundação, que contará com a volta de José Dirceu e José Genoíno será em…

!!!!! 1º. DE ABRIL !!!!!!

Apenas uma brincadeirinha para não deixar a data em branco.

– O Drama do Casão

Há exatamente um ano, Casagrande contava o seu drama em relação à dependência de drogas.

Como não se pode esquecer dos malefícios das drogas, relembro o depoimento comovente do craque:

Abaixo, o drama do ex-jogador e atual comentarista da Globo, Casagrande. Há uns 4 anos, tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente na USP, e, com todas as letras, havia afirmado que “tudo poderia ter dado errado na vida dele, se não fosse o futebol para tirá-lo das drogas”. Pacrece que acabou o futebol, acabou sua força… Boa sorte na recuperação, Casão.

Casagrande está internado para se livrar das drogas, informa revista

A edição de abril da revista Placar revela que o ex-jogador e comentarista da Rede Globo foi internado em uma clínica para dependentes de drogas na Grande São Paulo, pouco depois ter sofrido um acidente automobilísticoSÃO PAULO – Onde está Casagrande, o ex-jogador de Corinthians, São Paulo e Flamengo, mais recentemente comentarista de futebol da Rede Globo de televisão? A resposta: internado em uma clínica para dependentes de drogas, na Grande São Paulo, segundo informa a próxima edição da revista Placar, que começa a chegar às bancas do País nesta sexta-feira.páginas da revista.
Entre as fontes ouvidas pela Placar está o clínico geral e infectologista Artur Timerman, médico pessoal de Casagrande há mais de dez anos, que falou sobre a previsão de alta do comentarista. “Eu não consigo fazer previsões, mas deve demorar, infelizmente”, afirmou. A Globo não se manifesta sobre um de seus principais comentaristas, limitando-se a dizer que Casagrande está em “licença médica”.
Além do recente drama de Casagrande, a revista também apurou detalhes sobre o histórico dos problemas profissionais e pessoais que as drogas e bebidas causaram ao ex-jogador. Entre eles, uma internação em 2006 e o fim do casamento de 21 anos com a ex-mulher Mônica, mãe de seus três filhos.
Walter Casagrande Jr., que tem contrato de comentarista com a Rede Globo até 2010, jogou por Corinthians, Caldense, São Paulo, Porto (POR), Ascoli (ITA), Torino (ITA), Flamengo, Corinthians, Paulista e São Francisco.

 

No dia 22 de setembro do ano passado, Walter Casagrande Jr., 44 anos e três filhos, capotou sua Cherokee em uma rua do bairro da Lapa, em São Paulo, e foi internado na UTI do Hospital Albert Einsten. Depois disso, desapareceu da mídia. A reportagem da Placar, assinada pelo jornalista Tarso Araújo, ouviu 16 pessoas ligadas ao ex-atleta para descobrir o paradeiro de Casagrande, que hoje depende de liberação dos médicos para deixar a clínica em que está internado — não pode fazê-lo por vontade própria.

As fontes ouvidas pela Placar confirmaram que o jogador consumia cocaína e até heroína. E que sua dependência havia piorado nos últimos tempos. “Internado há pouco mais de seis meses, o comentarista ainda não recebe os poucos amigos. Nessa etapa, só a família pode ir até a clínica, mas o contato, no início, é por meio de um vidro”, informa a reportagem de sete

LEIA MAIS
A reportagem completa da Placar estará disponível apenas na revista. Para ler outros trechos da matéria e a íntegra da entrevista com o médico pessoal do jogador, ver galerias de fotos de Casagrande dentro e fora de campo e conhecer a opinião dos editores da revista sobre o caso, acesse o site da Placar

  

Extraído de  “último segundo – esportes”

Extraído de  “último segundo – esportes”

– O Ouro Verde da Cana Paulista

Cada vez mais a cana-de-açúcar demonstra ser o Ouro Verde (fazendo uma analogia ao petróleo, chamado outrora de Ouro Negro) no mercado agrícola e energético brasileiro. Da cana se produz o álcool, o açúcar, a garapa, a cachaça; do seu bagaço a energia elétrica, também biodiesel, e… pasmem… até água potável.

A Dedini, gigante do setor, está desenvolvendo um equipamento que explora simultaneamente 6 riquezas da cana-de-açúcar. Abaixo, extraído de;

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/599/a-usina-seis-em-um-dedini-desenvolve-um-equipamento-que-129820-1.htm

A USINA 6 EM 1

A HISTÓRIA DA DEDINI Indústrias de Base é marcada por altos e baixos. Em 1987, a companhia quase fechou as portas por conta da forte retração do setor sucroalcooleiro. De uma hora para outra praticamente todas as encomendas foram canceladas e a direção da Dedini se viu sem recursos para honrar os compromissos. Para escapar da falência, foi preciso vender terrenos e até a divisão siderúrgica, repassada à Belgo Mineira. No final de 2008, o cenário pelo lado da demanda praticamente se repetiu. A crise econômica global fez com que os clientes se retraíssem, causando uma redução de R$ 600 milhões na carteira de pedidos da fabricante de equipamentos, caindo para R$ 2,1 bilhões. A diferença é que a Dedini de hoje em nada lembra a de dez anos atrás. A começar pela estratégia de produção, fortemente diversificada na qual as usinas de etanol respondem por cerca de 45% das vendas totais. Na década de 1980 esse percentual era o dobro. Além disso, em breve sairá do forno um produto que a própria empresa classifica como a usina do futuro. Batizado de Usina Sustentável Dedini, será a arma da companhia para enfrentar uma eventual retração do mercado. Hoje, uma unidade padrão é capaz de gerar produtos como açúcar, etanol, biodiesel (extraído da palha e das folhas da planta) e energia (por meio da queima do bagaço). A Usina Sustentável produzirá também fertilizante (da mistura de resíduos do processamento) e água para uso industrial e consumo humano. Hoje, este insumo é desperdiçado apesar de cada tonelada de cana ser composta de 70% de água. “A usina do futuro será praticamente autossustentável, com impacto ambiental próximo de zero”, diz Sérgio Leme dos Santos, presidente da Dedini, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O novo modelo de usina está em fase de testes e chegará ao mercado até o final de 2010. Para ampliar a receita, a empresa criou ainda uma divisão de automação. Ela é responsável pela montagem de equipamentos da marca e de outros fabricantes, uma tarefa que antes era entregue a terceiros e que já colabora com uma parcela expressiva do faturamento da Dedini.

Santos, porém, não acredita numa crise profunda para o setor. “A agroindústria vive um período de consolidação e deverá emergir desse processo ainda mais forte”, aposta. “A pressão global para o uso de tecnologias limpas deverá continuar favorecendo os investimentos em combustíveis renováveis, como o etanol.” Além disso, cerca de 95% dos pedidos estão em fase de produção nas cinco fábricas da Dedini e serão entregues até o final do ano. Com isso, a receita deverá se manter no patamar dos R$ 2 bilhões obtidos em 2008. Para especialistas, as perspectivas para o setor são realmente positivas. “O momento atual é delicado mas a expectativa é de que haja uma retomada no médio prazo”, opina Estefan Haddad, sócio- diretor da BDO Trevisan.

Mesmo que as previsões otimistas não se confirmem, a Dedini conta com a diversificação para superar possíveis dificuldades. Sua lista de produtos inclui esteiras para mineração, laminadoras para siderúrgicas, processadoras de biodiesel, usinas para tratamento de água e esgoto, tanques para cerveja e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). A diversificação é resultado de um robusto plano de investimentos que consumiu R$ 300 milhões no período 2005/2008. A tecnologia da Usina Sustentável foi desenvolvida pela equipe composta pelos 20 pesquisadores “da casa”, todos com título de mestre ou doutor, que tiveram o reforço de técnicos ligados a universidades de São Paulo e parceiros globais como a alemã Siemens, a sul-africana Bosch Projects e a americana Rohm and Haas. “Agregamos à nossa linha produtos para os segmentos nos quais poderíamos ser competitivos no cenário brasileiro e internacional”, explica o presidente da Dedini. Mas isso não significa dizer, no entanto, que a área de açúcar e álcool será abandonada. Ao contrário. Esse nicho faz parte do DNA da empresa fundada em Piracicaba (SP) em 1920.

– O Melhor de Todos os Tempos na F1, segundo “Times”

Àqueles que achavam que em uma análise mundial entre especialistas, o título de “Pelé da Fórmula 1” pudesse ficar restrito a nomes como Senna X Schumacher, e correndo por fora Prost ou Fangio, lêdo engano.

Num levantamento entre comentaristas de todo o mundo, apurou-se conquistas, títulos, competitividade e disputa com os rivais, entre outros. A Schummy sobraram títulos. A Prost e Senna, competitividade. Mas para a surpresa (veja a lista abaixo), o campeão de todos os tempos é Jim Clark!

Veja a seguir o porquê;

(extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/pelomundo/)

Início do campeonato de Fórmula 1, e o site do jornal Times faz a lista dos 50 maiores pilotos de todos os tempos. Sete títulos, 91 vitórias, Schumacher não é o número 1. É o terceiro. Você acha estranho? Eu não. Faltou a Schumacher algo essencial para determinar o tamanho de um esportista na história: um grande rival. Schumacher correu numa era de pilotos médios. Seu maior rival em quase toda a sua longa carreira foram carros poderosos de outras escuderias. Os companheiros de equipe também não valorizaram as conquistas de Schumacher. Foram sempre muito aquém dele, e tratados como tal pela Ferrari.

Veja o boxe. Muhammad Ali é Muhammad Ali porque teve à sua frente nos ringues lutadores como Joe Frazier, George Foreman e Ken Norton. Uma geração adiante, Larry Holmes, peso pesado como Ali, acumulou uma série invicta de 48 lutas na carreira. Estatisticamente, bateu Ali. Mas jamais se ombreou a Ali e a outros grandes da história por não ter combatido gigantes. No tênis, Pete Sampras teve em Andre Agassi o adversário que lhe deu a formidável dimensão que tem. É irônico. Uma hegemonia absoluta diminui, em vez de aumentar, o campeão. É como se deixasse de haver medição.

Faltou isso, um competidor temível, a Schumacher. Sobraram, ao contrário, rivais duros para Senna. Prost, Mansell, Piquet. Na lista, Senna bate Schumacher: aparece em segundo lugar, atrás apenas de Jim Clark. Clark foi um gênio. Correu e morreu nos anos 60, mas o topo do pódio explica-se em boa parte por ser britânico, como o jornal Times. Maradona, para os argentinos, é mais que Pelé. A descrição de Senna como piloto para justificar o número dois é irretocável. “Senna foi um piloto completo: corajoso, rápido, habilidoso, excitante e ousado”, está dito. É lembrado também que Senna foi um inovador na preparação física para pilotar carros de Fórmula 1.

Senna teve em Prost, o Professor, o adversário mais duro. Prost é o quarto da lista. Os duelos entre os dois na McLaren, com os carros vermelhos e brancos, estão entre as cenas mais eletrizantes do automobilismo. O choque das duas McLarens num GP no Japão numa corrida que definiu o título, em 89, é sublimemente dramático. Eram parecidos como piloto, exceto na ousadia, atributo em que Senna vencia Prost. Em sua geração majestosa, Senna teve um único adversário em ousadia: o inglês Nigel Mansell.  Fiquei feliz ao ver Mansell, o Leão, na nona colocação. “Nunca haverá outro Mansell”, está escrito.

Definitivamente não haverá.

Sempre tive uma admiração especial por Mansell. Não se deixava intimidar por ninguém. Era veloz, era combativo, era atrevido – e era azarado. Azarado a ponto de a gasolina de seu carro acabar faltando meia volta para o fim da corrida, como aconteceu no GP do Canadá em 91, depois de liderá-lo por 68 voltas e com 50 segundos de vantagem sobre o segundo. Mansell poderia ter ganho mais corridas e mais que um título se não tivesse tanto azar. A cena mais eletrizante que vi na Fórmula 1 foi o emparelhamento, numa reta de Barcelona em 91, entre a Williams de Mansell e a McLaren de Senna. As câmeras captaram a faísca que saía sob ambos os carros. Quem frearia primeiro? Alguém brecaria? Parecia naquele momento que ambos estavam tentando mostrar quem era mais louco. Simplesmente isso. Mansell tinha um carro melhor, e saiu na frente.

Senna na lista à frente de Schumacher, o rei das estatísticas. Como teriam sido os embates entre os dois, se Senna não tivesse encontrado aquele muro fatal em Ímola em maio de 1994? Schumacher começava a brilhar e a incomodar, e Senna era um tricampeão ainda ávido por mais glórias. Senna versus Schumacher é um duelo cuja inexistência dói. Tantas vitórias, tantos títulos teoricamente colocariam Schumacher como o maior de todos os tempos.  Faltou a ele se bater com alguém realmente grande.

Senna teria sido perfeito para esse papel.

Veja aqui a lista completa

1. Jim Clark (GBR)
2. Ayrton Senna (BRA)
3. Michael Schumacher (ALE)
4. Alain Prost (FRA)
5. Sir Jackie Stewart (GBR)
6. Juan Manuel Fangio (ARG)
7. Sir Stirling Moss (GBR)
8. Fernando Alonso (ESP)
9. Nigel Mansell (GBR)
10. Mika Hakkinen (FIN)
11. Alberto Ascari (ITA)
12. Graham Hill (GBR)
13. Kimi Raikkonen (FIN)
14. Niki Lauda (AUS)
15. Nelson Piquet (BRA)
16. James Hunt (GBR)
17. Jochen Rindt (AUS)
18. Gilles Villeneuve (CAN)
19. Sir Jack Brabham (AUS)
20. Lewis Hamilton (GBR)
21. Emerson Fittipaldi (BRA)
22. Alan Jones (AUS)
23. Keke Rosberg (FIN)
24. Jacques Villeneuve (CAN)
25. Mike Hawthorn (GBR)
26. Mario Andretti (EUA)
27. Bruce McClaren (NZL)
28. John Surtees (GBR)
29. Juan Pablo Montoya (COL)
30. Damon Hill (GBR)
31. Denny Hulme (NZL)
32. David Coulthard (GBR)
33. Didier Pironi (FRA)
34. Ronnie Peterson (SUE)
35. Felipe Massa (BRA)
36. Jody Scheckter (AFS)
37. Rubens Barrichello (BRA)
38. Jackie Ickx (BEL)
39. Carlos Reutemann (ARG)
40. Tony Brooks (GBR)
41. Jenson Button (GBR)
42. Phil Hill (EUA)
43. Giuseppe Farina (ITA)
44. Jo Siffert (SUI)
45. Lorenzo Bandini (ITA)
46. Gerhard Berger (AUS)
47. Dan Gurney (EUA)
48. Clay Regazzoni (SUI)
49. Peter Collins (GBR)
50. Michele Alboreto (ITA)

 

– Os Números da Batalha “Carro X Metrô” em SP

Que São Paulo cresce absurdamente, isso não é novidade. Que o trânsito é caótico, todos sabemos; mas o número do caos me impressiona.
Segundo Joelmir Betting, no “Jornal Gente” da “Rádio Bandeirantes”, estudos mostram que deveríamos ter 500 km de metrô na capital paulista, enquanto temos apenas 50. A cada mês, soma-se um número de carros novos na rua, já descontados os carros que deixam de circular, igual a70 km. Em contrapartida, o metrô cresce 1 km por ano.
Então:

 
70 km de carros / mês        X        1 km de metrô / ano.

Quem ganhará a batalha?

– As Dificuldades de Quem tem Transtorno Bipolar

É cada vez mais freqüente o relato de pessoas que sofrem de transtorno bipolar. Ele nada mais é do que uma variação abrupta de humor, onde as sensações de extremo desânimo repentinamente se modificam para euforia, e vice-versa.
Rodando pelos canais durante uma noite de insônia, vi um interessante relato de um especialista deste assunto. E sua explicação foi muito didática. Ele citou que:
“Para correntes filosóficas, a causa destas variações de humor poderiam ser definidas simplesmente como respostas do indivíduo sobre uma sociedade dinâmica e influenciável. Para a religião, poderia ser o momento de êxtase da ação do Espírito Santo, que ‘age quando e como’ quer. Por fim, para a medicina, apenas uma causa de enfermidade tratável”.
Particularmente, concordo com todas estas correntes de pensamento e de crença. Conheço algumas pessoas que rotineiramente têm variações de humor, quase nos mesmos moldes do transtorno. Até mais próximos de mim achavam que eu sofria de tal mal (é brincadeira, sou emocionalmente equilibrado), mas o melhor tratamento, pelas palavras do próprio médico, é a paciência por parte dos amigos dos que sofrem de tal mal.

– Como o Líder em Medicamentos Genéricos Perdeu Dinheiro no Brasil

Dá para acreditar que o laboratório Medley está sendo vendido devido a uma crise de liquidez?

Líder no mercado de Medicamentos Genéricos, a empresa fez grandes dívidas no curto prazo. Recentemente, cortou alguns gastos tidos como desnecessários (como os investimentos nas categorias de corrida de automóveis, através do seu proprietário Alexandre Negão), reduziu pessoal e diminui a publicidade. Nada disso adiantou…

Abaixo, sua história, extraída do Portal Exame:

Sanofi acerta a compra da Medley

O grupo farmacêutico francês Sanofi-Aventis assinou carta de intenções para comprar o laboratório brasileiro Medley. A operação é avaliada em R$ 1,5 bilhão, mas apenas R$ 500 milhões irão para o bolso dos acionistas, segundo fontes próximas às negociações. Controlada pelo empresário Alexandre Negrão, a Medley acumula uma dívida de cerca de R$ 1 bilhão. Contratualmente, o negócio tem de ser fechado nos próximos 15 dias. A sua conclusão depende, porém, de uma autorização da matriz. Procuradas, Sanofi e Medley não quiseram comentar o assunto. Se for concretizada, a venda pode representar a salvação para a Medley, que até 2007 vinha apresentando crescimento constante e viu esse ritmo se interromper em 2008, segundo fontes do mercado. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos do País, que disputa a liderança na venda de genéricos, a Medley vive uma situação financeira complicada. Boa parte da sua dívida é de curto prazo. Com a crise, que secou o crédito nos bancos médios, principais financiadores do laboratório, a situação piorou muito. “O setor enxerga que a Medley chegou ao limite. Se não conseguir vender para a Sanofi, a saída pode ser uma recuperação judicial”, diz uma fonte. Fontes do mercado dizem que a empresa tem tido dificuldades para pagar fornecedores e não produz medicamentos há alguns meses. Isso porque seu estoque nas distribuidoras corresponde a vários meses de produção. No fim do ano passado, a empresa deu férias coletivas aos funcionários da fábrica. Eles voltaram após o carnaval, mas a linha de produção ainda estaria parada, de acordo com pessoas que acompanham a empresa. O laboratório também vem perdendo profissionais de primeira linha nos últimos meses. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

– Iniciativa portenha para a Paz no Futebol

Muito se tem falado no Brasil da Carteirinha do Torcedor, medida defendida pelo Ministro Orlando Silva para coibir a violência das torcidas de futebol. Tal problema é crônico e por mais que se tente, as medidas não têm sido eficazes até então. Muitas por dificuldade de operacionalizá-las, outras por falta de vontade política e, por fim, a sensação da impunidade galopante.

Nossos vizinhos argentinos resolveram barrar os “barrabravas” locais: Agora, a punição vai para o dirigente do clube!

Se a moda pegar aqui também…

Extraído do GloboEsporte.com:

Governo argentino punirá dirigentes que derem ingressos a organizadas

Mais de 220 morreram em brigas no futebol do país nos últimos 70 anos

O ministro de Segurança e Justiça da Argentina, Aníbal Fernández, advertiu que o Governo controlará e punirá os dirigentes de clubes de futebol que derem ingressos de graça a integrantes de torcidas organizadas. Na última segunda, a entidade e a Federação Argentina de Futebol assinaram um acordo que permitirá ao Estado exercer o direito a impedir a entrada de torcedores violentos nos estádios. O convênio inclui todas as divisões.

 – Não tenham dúvidas de que seremos duros com os dirigentes que entregarem entradas de graça às organizadas. Devemos encontrar aqueles que fazem isso por temor ou por se acharem mais espertos. Não é uma medida que será guardada, mas uma solução positiva a ser implementada. Há outras que estão sendo estudadas – afirmou o ministro à rádio “La Red”, de Buenos Aires.

Ele comentou que o Governo “usará a força” para que os responsáveis pelos atos de violência não possam entrar nos estádios. Até o momento, os clubes tinham esta responsabilidade, mas a medida prejudicava seus dirigentes muitas vezes. Mais de 220 pessoas morreram em atos de violência no futebol argentino nos últimos 70 anos.

– A Insensibilidade de Pais Despreparados

Até mesmo por me tornar pai recentemente, fico cada vez mais observando o comportamento de alguns pais para me tornar um bom pai. É uma missão difícil, afinal, paternidade e maternidade devem ser vocação e presente de Deus. Só para quem tem um filho sabe que dádiva tal alegria representa.

Por isso, fiquei revoltado com tal fato: aqui em Jundiaí, pais vão ao banco e trancam seus filhos por 5 horas no carro.

Não dá nem para comentar… triste. Apenas isso.

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3658120-EI8139,00-Casal+tranca+filhos+em+carro+para+ir+ao+banco+em+Jundiai.html

Casal tranca filhos em carro para ir ao banco em Jundiaí

Três crianças foram abandonadas pelos pais por cinco horas dentro de um carro em Jundiaí, na Grande São Paulo. As crianças voltaram para a casa de seus pais, em Francisco Morato, na Grande São Paulo, na noite de ontem. O Conselho Tutelar da cidade enviou educadoras até a casa da família, mas nenhuma irregularidade foi encontrada. As informações são do SPTV.

O casal assinou um termo de compromisso e responsabilidade, comprometendo-se a não repetir o ato de displicência. As três crianças ficaram dentro do carro das 10h até as 15h de terça. Elas só foram retiradas do carro após uma denúncia anônima à Polícia Militar.

Ainda de acordo com o telejornal, um dos vidros do carro estava aberto, e as crianças estavam com calor, fome e sede. Os pais das crianças ter ido a uma agência bancária em Jundiaí.

– Psicólogos para os Homens de Preto

Em Portugal, nesta última semana, houve uma verdadeira desordem futebolística em relação à arbitragem. Em dois jogos, a crítica portuguesa questionou severamente a conduta dos apitadores, sendo que um dos árbitros, criticado por sua atuação, declarou publicamente ter dado “pênalty por intuição”. Acontece que ele estava intuitivamente mal naquele jogo…

Para minimizar tais pressões, houve participação da arbitragem portuguesa em um seminário de psicologia do esporte pelos lados de lá. Um dos palestrantes tem como especialização a psicologia para profissões de risco. Abaixo, compartilho tal matéria.

Extraído de: http://www.oribatejo.pt

Árbitros também precisam de ir ao psicólogo

 

Texto de:Bruno Oliveira

 

Numa semana tão conturbada para a arbitragem nacional, o presidente do Conselho de Arbitragem da Liga, o ex-árbitro internacional Vítor Pereira, esteve em Rio Maior para falar sobre a importância da psicologia para a actividade de ser árbitro em Portugal.Psicologia da performance é cada vez mais procurada

Nesta sessão, que decorreu no âmbito da 4ª edição da Semana da Psicologia do Desporto e Exercício, estava também prevista a participação do árbitro Lucílio Baptista, que acabou por recusar e ser substituído pelo colega Bruno Paixão. Vítor Pereira recusou falar do mediático caso do seu colega Lucílio Baptista mas foi claro ao dizer que já passou por uma situação semelhante e que, na altura, teve que recorrer ao apoio de um psicólogo. Talvez por isso, e também por ter sido um dos mentores da aproximação da psicologia à arbitragem, Vítor Pereira defenda que os árbitros precisam também de ter um acompanhamento psicológico e de fazer uma preparação mental para os jogos, à semelhança da preparação física e técnica que fazem durante a semana. “O futebol evoluiu muito, é mais rápido, mais táctico e hoje os árbitros têm que correr muito mais. No final desse esforço ainda têm que tomar decisões que podem decidir jogos.

É difícil”, desabafou o árbitro, defendendo por isso mais formação em pedagogia desportiva e reforçando a sua defesa em prol da profissionalização da arbitragem.

Bruno Paixão contou que também tem apoio psicológico permanente e que recorre a vários mecanismos para a tomada de decisão em campo. “Tento manter a serenidade sempre que há uma situação crítica. E aprendi com o meu psicólogo a ‘parar’ a imagem e a analisar muito bem antes de decidir”, explicou. O árbitro lembrou ainda que o árbitro “é o único em campo que não tem adeptos” e por isso está sobre uma grande pressão.

O psicólogo que “ouve” os desabafos de grande parte dos árbitros portugueses é João Nuno Pacheco, docente na Escola Superior de Desporto e psicólogo oficial da Federação e Liga de Futebol. João Nuno Pacheco lembrou que os árbitros têm outras profissões e que, por isso, têm a cabeça ocupada com outras prioridades que não são o futebol.

Pedro Almeida, psicólogo do Benfica e professor do ISPA, esteve também nesta Semana e defendeu a aposta dos alunos numa nova área, a psicologia da performance, que pode ser aplicada ao desporto, mas também à área dos artistas e das profissões de risco, como os bombeiros.

 

 

 

– Nossa Marina gosta do Cebolinha!

Nossa filhinha Marina gosta do Cebolinha! Não adianta a mamãe pentear o cabelo dela, que ela já muda o penteado.

Veja como ela está linda, agora com 25 dias!

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:55

– Reflexões Cotidianas: Consciência e Cristianismo

Compartilho belíssima reflexão do Frei Raniero Cantalamessa, a respeito de como a consciência pode nos alertar, do ponto de vista religioso, através do Espírito Santo.

Extraído de: CançãoNova.com

“O Espírito Santo fala a todo homem através da consciência”

Da Redação, com Rádio Vaticano

O pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, fez ontem, 27, pela manhã, no Vaticano, na Capela Redemptoris Mater da residência pontifícia, a sua terceira pregação da Quaresma para a Cúria Romana, na presença do Papa.O frade capuchinho meditou sobre o convite de São Paulo a deixar-se conduzir pelo Espírito Santo como guia interior ressaltando que o Apóstolo Paulo introduziu uma importante novidade: “Para ele o Espírito Santo não é somente ‘o mestre interior’; é um princípio de vida nova (aqueles que são guiados por ele se tornam filhos de Deus’!); O Espirito Santo não se limita a indicar o que deve ser feito, mas dá também a capacidade de fazer aquilo que determina.”

“A condução do Espírito, afirmou o pregador da Casa Pontifícia, é exercida não somente nas grandes decisões, mas também nas pequenas coisas”: “Paulo e Timóteo querem pregar o Evangelho na província da Ásia, mas o Espírito Santo os proíbe… Depois se entende o motivo dessa condução exigente: o Espírito Santo impelia desse modo a Igreja nascente a sair da Ásia e se fazer presente no novo continente, a Europa” (cf. At 16, 9).

O Espírito Santo fala a todo homem através da consciência, fiel ou não-fiel, chamando-o com as “boas inspirações”, ou as “iluminações interiores”: “São impulsos a seguir o bem e a fugir do mal, atrações e propensões do coração que não se explicam naturalmente, porque muitas vezes vão na direção oposta àquela que a natureza gostaria. É justamente baseando-se nesse componente ético da pessoa que alguns cientistas e biólogos da atualidade conseguiram superar a teoria que vê o ser humano como resultado casual da seleção das espécies. Se a lei que governa a evolução é somente a luta pela sobrevivência do mais forte, como se explicam certos atos de puro altruísmo e, até mesmo, de sacrifício de si pela causa da verdade e da justiça?”

Em seguida, Cantalamessa falou de dois testemunhos do Espírito: o testemunho interior e o testemunho exterior, ou seja, o testemunho dos apóstolos. É necessário que essas duas dimensões estejam unidas para que possa desembocar na fé”.

 

De fato, quando se deixa de lado o testemunho interior, se cai facilmente no legalismo e no autoritarismo; quando se deixa de lado o testemunho exterior, apostólico, se cai no subjetivismo e no fanatismo”.

“Quando se reduz tudo somente à escuta pessoal, privada, do Espírito, se abre o caminho a um processo irrefreável de divisões e subdivisões, porque cada um acredita estar certo, e a própria divisão e multiplicação das denominações e das seitas, muitas vezes em contraste entre si sobre pontos essenciais, demonstra que não pode ser o mesmo Espírito de verdade que fala a todos, porque, do contrário, ele estaria em contradição consigo mesmo. Esse, como se sabe, é o perigo ao qual muitas vezes se expõe o mundo protestante, tendo colocado o ‘testemunho interno’ do Espírito Santo como único critério de verdade, contra todo testemunho externo, eclesial, que não seja unicamente o da Palavra escrita.”

– Dá para levar Chávez a sério?

“Temos que acelerar a transição para o socialismo” – frase de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, ao anunciar a desapropriação de um terreno da Coca-Cola para obras do governo.

– Papai Noel e o Coelho da Páscoa…

… para acreditar na decisão do “episódio do gás“, que envolveu o jogo entre Palmeiras X São Paulo há 1 ano. O delegado arquivou o caso, alegando “falta de vítimas“. Quer dizer que precisava morrer alguém para apuração?

Tão de brincadeira…

– A Hora do Planeta

Neste próximo sábado, haverá um movimento mundial em prol do planeta Terra, onde diversas cidades do mundo (inclusive São Paulo e Rio de Janeiro) irão ficar 1 hora (entre 20:30h e 21:30h) economizando energia elétrica. Na cidade de Jundiaí, simbolicamente ficarão desligados o monumento defronte a Catedral Nossa Senhora do Desterro e a praça da Nove de Julho (aquela em que as noivas tiram fotos…)


Veja o convite, extraído do Globo.com:


No próximo dia 28 acontece mais uma edição do A Hora do Planeta, um ato simbólico, desenvolvido pela ONG WWF, no qual governos, empresas e população são convidados a apagarem as luzes pelo período de uma hora, para demonstrar a sua preocupação com o aquecimento global. A organização pretende contar com a adesão de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Neste ano já foram confirmadas as participações de mais de 1.190 cidades de 80 países.


O “apagão” já foi confirmado também em algumas das principais construções da era moderna, como a Torre Eiffel, em Paris; o Merlion, de Cingapura; a Nova Torre Mundial Hong Kong, em Xangai; a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro; o Opera House, em Sydney; e o Grande Cassino MGM, em Las Vegas.


Pela primeira vez no Brasil, o movimento já ganhou a adesão das principais cidades do país como Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e São Paulo, além do Distrito Federal. Personalidades brasileiras também aderiram a este ato, e o filme publicitário da campanha contou com a participação de um time respeitado de artista e atletas. Luciano Huck, Fernanda Keller, Eduardo Moscovis, Cynthia Howlett e Lulu Santos estão entre as celebridades que vestiram a camisa do movimento contra o aquecimento global.







Agora só falta você! Dia 28, próximo sábado, a partir das 20:30! O planeta agradece!

– Homens de Negócio e Empresários de Muita Fé

Cada vez mais, o tema “Empreendedorismo X Religiosidade” tem estado em discussão. Nas nossas atividades acadêmicas, vemos um despertar maior dos alunos para esta temática na realização dos seus trabalhos de conclusão de curso (TCC). Seja a questão harmoniosa no ambiente de trabalho, seja nas práticas condizentes entre a religião e os negócios, ou ainda simplesmente a realização profissional associada com a paz de espírito, muitos têm se interessado pelo assunto.

Na década de 90, o autor em administração Deep Chopra popularizou o tema, após lançar o livro “7 leis espirituais do Sucesso”, entre outros tantos livros de consultoria espiritual – a maior parte com linhagem hinduísta. Hoje, o ressurgimento do tema está baseado no ecumenismo e em princípios da religião e espirtualidade.

Diferentemente do que se pode pensar, alguém religioso não necessariamente pode ser considerado um bom praticante da sua crença. A religiosidade pode estar atrelada à ortodoxia e até mesmo à pratica de ações quase que ritualizadas ao extremo, beirando a superstição. Em todas as crenças, a boa prática se deve à vivência na fé em que se agrega, seja católica, evangélica, islâmica… sem, é claro, o fanatismo, pois o mesmo cega suas corretas intervenções. É o que o falecido papa João Paulo II escreveu sobre “Fé e Razão”, que pode ser considerado um texto ecumênico e pertinente à todos os povos, até mesmo aos não-cristãos.

Assim, na última edição da Revista Exame (ed 939 de 25/03/2009, entre as páginas 58 e 59, 80 e 85, escritas pelas jornalistas Melina Costa e Cristiane Correa, há duas interessantíssimas entrevistas neste mesmo sentido: o de conciliar práticas de fé e ser bem sucedido no mundo dos negócios, sem proselitismo religioso e com grande senso de responsabilidade social.

Nestes artigos, vemos Enrique Coppel, 3o. homem mais rico do México e dono das “Casas Bahia” versão mexicana, católico praticante e adepto da Opus Dei, movimento de São José Maria Escrivá, que é reconhecido por suas volumosas doações de dinherio à causas humanitárias, construção de igrejas e ajuda a seminários religiosos, falando sobre sua possível chegada ao Brasil. Também temos Elie Horn, dono da Cyrella Brasil, maior encorporada do país, judeu praticante e figurante da lista de bilionários da Forbes, avesso a entrevista mas que resolveu abordar sua rotina de trabalho, somente interrompida para o Sabbath e retomada em reuniões de negócios aos domingos às 5h da matina.

Creio que o tema é de muito interesse. Abaixo, os dois materiais:

Sobreviva – e ganhe depois

Em sua primeira entrevista à imprensa brasileira,Elie Horn, dono da Cyrela, fala sobre como encara a crise e o que é possível aprender com ela

O”mito” se transformou em homem de carne e osso na última Quarta-Feira de Cinzas. Às 19h30 de uma noite chuvosa em São Paulo, o empresário Elie Horn, presidente e controlador da Cyrela Brazil Realty, a maior incorporadora de imóveis do país, entrou numa das salas de reunião da sede da empresa para conceder sua primeira entrevista a um jornalista brasileiro. Aos 64 anos de idade, 46 deles à frente de sua companhia, Horn forjou ao longo da carreira a fama de empreendedor arguto e discreto. Aproveitou como ninguém o recente boom imobiliário brasileiro e a onda de aberturas de capital. Com o IPO da Cyrela, em 2005, levantou 900 milhões de reais e ingressou no reduzido grupo de bilionários brasileiros. Praticante fervoroso do judaísmo, Horn sempre evitou qualquer exposição pública – em grande medida porque os ensinamentos religiosos pregam a humildade.A crise mundial colocou fim a um período de exuberância do mercado imobiliário brasileiro – e a Cyrela não foi poupada. Nos últimos seis meses, suas ações perderam quase 60% do valor, queda muito mais acentuada que os 25% do Ibovespa. A turbulência, assim como a fortuna, parece não ter abalado a fé de Horn. Numa entrevista pontuada por citações religiosas, ele fala sobre crise, pressão do mercado de ações, filantropia, sucessão e, seu assunto preferido, Deus. Horn é um daqueles raros homens de negócios que não foram treinados para o discurso corporativo. Não parece preocupado em impressionar. E, por isso mesmo, impressiona. Nas próximas páginas, os principais trechos da entrevista.
 
O mundo está enfrentando uma das piores crises da história. Qual é a melhor coisa a fazer diante dela?
A chance de quebrar a cara numa época de crise é muito maior do que a de ganhar com ela. Por uma questão de sensatez, o melhor é ficar quieto. Aprendi que a melhor maneira de lidar com esse tipo de situação é se recolher, esperar as coisas acontecerem e sobreviver. Se você sobrevive, consegue ganhar depois. Se não sobrevive, não vai ganhar nunca. O negócio é pensar que o melhor lucro será o lucro futuro, e não o presente.
Como o senhor aprendeu isso?
Vivendo. Tenho 46 anos de trabalho, já passei por vários ciclos, e esta crise para nós não é a pior. Eu já vi coisa muito mais feia antes.

Quando?
Quando vivemos a época de congelamento de preços, por exemplo, foi uma catástrofe. Mas aprendi a apanhar, calar a boca e não ter orgulho. Talvez seja a maior lição que esta crise traz para todos nós. Em geral a humanidade é arrogante. Mas esta crise fez todo mundo pagar o preço. Teve gente que pagou muito, teve gente que pagou pouco, mas todo mundo pagou. Desde que a crise começou, já ouvi palestras e conversei com uns 100 especialistas. A verdade é que ninguém consegue prever nada. Para mim, é uma lição divina para a humanidade: “Fique mais quieto, não seja arrogante, seja mais humilde, não pense só no lucro”.O senhor disse que todo mundo pagou pela crise. Quanto o senhor pagou?
Paguei como todo mundo. (Depois de figurar por três anos na lista dos bilionários da revista americana Forbes, Horn foi excluído do recém-divulgado ranking de 2009. No ano passado, sua fortuna havia sido estimada em 2,1 bilhões de dólares.)

O mercado imobiliário brasileiro viveu um boom nos últimos anos e a crise interrompeu essa euforia. Quanto tempo vai demorar para o mercado voltar a crescer?
No mínimo um ano. Em 2009 o mundo assenta. Em 2010 o mundo se regenera e volta a crescer.
E como será o mercado imobiliário pós-crise?
O setor não terá a pujança dos últimos anos. Mas é preciso explicar uma coisa. No Brasil não tivemos subprime, em consequência disso não tivemos loucura. Tivemos um boom de crescimento, mas não de preços. Até uns dois, três anos atrás, as empresas do mercado imobiliário não viam a cor do dinheiro. Elas só viram dinheiro grosso com a onda de IPOs. O problema é que esse dinheiro grosso, dos IPOs da vida, acabou. Não tivemos tempo de fazer megaimpérios ou meganegócios. No Brasil não houve mega para nada.
Qual o maior temor que o setor imobiliário tem em 2009? O desemprego?
Sim. Porque o desemprego pode derrubar a demanda. Se bem que a impressão que eu tenho é que a crise aqui será menor que no exterior. Aliás, não se pode comparar o Brasil com o que acontece lá fora. Pela primeira vez, o país está pagando o preço pelos erros dos outros. Em razão de nossa solidez financeira e bancária, o Brasil vai pagar um preço muito menor que outros países. Quanto vai custar, eu não sei dizer.Que tipo de mudança vocês estão fazendo para se adaptar a esse novo cenário?
É preciso cortar custos, aprender a trabalhar com menos metas de crescimento – aliás, muito menos. Vou falar um negócio estranho: se você lançar muito (prédio) pode quebrar a cara. Nosso negócio tem fluxo de caixa negativo por definição. Se amanhã faço um prédio e vendo tudo, mesmo assim o fluxo de caixa será negativo. Terei de comprar um terreno, fazer o lançamento, arcar com despesas comerciais, tocar a obra e no começo o dinheiro que recebo é menor do que o dinheiro que gasto.

O senhor mudou sua postura em relação ao controle do caixa?
Monitoro o caixa o tempo todo. Mas a crise chegou muito rápido e ninguém estava preparado para uma parada tão brusca nas vendas. Em agosto do ano passado tivemos o melhor mês de vendas na nossa história. Foram 550 milhões de reais, um número absurdo. De repente, em setembro, vem a crise e as vendas caem pela metade de um dia para o outro. Desde então, a queda nas vendas tem sido constante. A meta é que as vendas futuras se mantenham nos níveis atuais e parem de cair. Aí a gente volta a acelerar. Quando tem crise, a gente para, fica bonzinho. Quando tem boom, acelera. Não quero ir contra a crise, não quero ser herói de causas perdidas. Não adianta falar agora: “Vou vender de qualquer maneira”. Quem diz isso é ignorante ou estúpido. Falta dinheiro, falta demanda. Fazer o quê? Minha prioridade, neste momento, é preservar o nome, a honradez, a empresa.

E as pessoas que trabalham com o senhor na Cyrela entenderam isso de cara?
Foi muito difícil, um inferno. A luta interna foi muito pior do que a externa. As pessoas não conseguem entender o cenário macro. Lá fora havia sintomas da crise desde julho de 2007. Os sintomas americanos estavam muito claros, e o fato de mantermos contato contínuo com economistas, analistas e banqueiros que vêm todo dia aqui fez com que percebêssemos o que ia acontecer. Não sabíamos com que intensidade nem com que rapidez, mas sabíamos que a tempestade chegaria. Quanto mais perto a crise chegava, mais eu me dedicava a entendê-la. Mas valeu a pena. Se amanhã ficar claro que erramos um pouco nas previsões, podemos até perder um pouco de participação de mercado. Mas é melhor perder mercado do que perder as calças.

Seu horizonte, então, é de longo prazo?
Tudo o que a empresa faz hoje tem relação com o conceito de perenidade. Estou com 64 anos. Trabalho para que a empresa sobreviva 1 000 anos. Hoje mesmo tivemos uma reunião estratégica na qual discutimos como a empresa vai sobreviver às crises que virão no futuro.

O senhor já pensa em sucessão?
Sim, é óbvio que eu penso. Com minha idade, seria irresponsável se não pensasse. Comecei a refletir seriamente sobre o assunto há uns cinco, seis anos. Estamos num processo de transição lento.

A empresa ainda é muito dependente do senhor, não é? O senhor é conhecido por acompanhar todos os detalhes, todos os projetos…
Qual é o problema? É pecado? Tenho prazer em olhar a parte estética dos prédios que construímos. É pecado? É melhor fazer isso do que ficar em casa apodrecendo. Assim ajudo a empresa a melhorar. Ou você trabalha direito ou não trabalha. Não tem um terreno que eu não veja, não tem um prédio pronto que eu não veja. Para fazer este prédio onde estamos agora, foram necessárias 20 maquetes. Vi todas.

Alguns analistas disseram que a Cyrela foi uma das empresas mais afetadas na bolsa porque concentra suas atividades em imóveis para a alta renda. O senhor concorda?
Não é verdade. A Cyrela é uma empresa flexível, com dois terços do faturamento vindos da média renda e um terço da baixa renda. Agora estamos tentando reverter isso. Vamos aumentar muito nossa porcentagem em imóveis populares. A Cyrela não é estática, é uma empresa viva. Acredito que nos próximos 12 meses teremos aumentado em 50% nossa participação na baixa renda. E se o mercado exigir mais vou fazer mais. Hoje a moda é popular, então vamos fazer o popular.

Recentemente a Cyrela divulgou a previsão do resultado do quarto trimestre. O mercado reagiu mal e as ações caíram 5% em apenas um dia. Como é que o senhor lida com esse tipo de pressão?
Você é casada?

Sou.
A primeira vez em que seu marido pegou na sua mão, como você se sentiu?
Na segunda vez, aposto que não foi a mesma coisa… E hoje deve ser diferente… Com os analistas é a mesma coisa. Na primeira vez em que eles falam sobre sua empresa você vai atrás. Hoje já não presto muita atenção nisso, caso contrário mataria a empresa. É preciso olhar as reações do mercado com bom senso para que a companhia se preserve. Os números de vendas caíram – e era natural que isso ocorresse. Quero saber quem é o herói que consegue vender mais na crise. Eu não sei como se faz isso. Quero aprender. Se você me ensinar, agradeço.

Pessoas que trabalham ou trabalharam com o senhor o definem como workaholic…
Trabalho seis dias por semana, numa média de 15, 16 horas por dia. Durmo 5, 6 horas e acabou. O resto é trabalho. Isso tem sido minha rotina há 46 anos. Aos sábados, eu paro. É uma bênção, porque é o único dia em que sou obrigado a parar. Aos sábados, leio, me espiritualizo, converso e passo meu tempo em casa. É o único dia em que estou livre, em que não sou escravo. Nos outros dias da semana sou escravo, no bom sentido.

E aos domingos o senhor continua marcando reuniões a partir das 5 e meia, 6 horas da manhã?
Domingo é dia de produção normal.

Qual seu maior erro nos negócios?
Não vou revelar meu ponto fraco. Não posso. O importante é não repetir nossos erros. Errar é humano, perseverar no erro é diabólico. Se você repete um erro, você é burro.

Como o senhor reage quando um negócio não dá certo, como a associação com a Agra (desfeita recentemente) ou a tentativa de compra da Klabin Segall no passado?
Calo a boca, tento aprender com os erros e faço outra coisa. Estou acostumado a perder e seguir em frente. Se não for humilde, vou apanhar mais. O humilde sofre menos porque está acostumado a apanhar. Tive uma aula (de religião) muito boa ontem. O que é este mundo? Por que Deus o criou? A resposta é: teste. Sou testado o tempo todo como homem, pai, marido, empresário, construtor. O teste consiste em evoluir, cada um na sua profissão, e deixar o mundo um pouco melhor do que quando chegamos a ele. Deus criou o homem imperfeito de propósito, para que ele possa melhorar o mundo. Se você acerta mais do que erra, você já evoluiu. Se for o contrário, você é um desastre.

Que tipo de executivo o senhor gosta de ter trabalhando ao seu redor?
Primeiro tem de ser honesto. Depois tem de ter boa índole e ser trabalhador. O mais importante é o caráter. A inteligência vem depois. E tem de vestir a camisa da empresa.

O senhor é muito religioso. Como essa característica se manifesta na condução dos negócios?
Deus cria seres diferentes, com credos diferentes, para cada um, no fim, chegar a Ele à sua maneira. Acredito em Deus e na missão humana. Qual a minha missão nesta Terra? Primeiro, fazer o bem. Grande parte do meu patrimônio, não vou dizer quanto, irá para a caridade. Meu pai doou 100% do que tinha. Como isso dá um significado ao trabalho? Eu posso transformar o produto do trabalho em dinheiro e depois usar o dinheiro para ajudar pessoas menos favorecidas. O dinheiro pode ser santificado, quando ajuda a salvar pessoas.

Mas em alguns momentos o lado empresário e o lado religioso devem entrar em conflito…
Não. Estamos aqui com a missão de ligar o espiritual ao material. Na hora em que você ganhou um tostão e esse tostão ajuda a salvar uma criança, você santificou e dignificou o dinheiro fruto de seu trabalho. Nessa hora, tudo o que parece ser egoísta deixa de ser.

O senhor pensa em deixar sua fortuna para uma fundação, como Bill Gates?
Hoje, Bill Gates e Warren Buffett são os maiores heróis do empresariado e da filantropia. Eles deram o exemplo de como as coisas têm de ser e conseguiram unir as duas coisas. Ainda não está claro o que eu vou fazer. Parte da minha missão é fazer com que o homem se aproxime mais de Deus. Hoje ser crente está um pouco fora de moda, mas isso está errado. A gente não pode ter vergonha de acreditar em Deus. Se todos os homens fossem mais religiosos e respeitassem a ética e o bem, não haveria tanta violência no mundo, nem maldade nem pobreza. O que precisamos é fazer com que isso aconteça. Não é tão fácil, não é tão óbvio e não está na moda também. Mas essa é a nossa missão.
 
Não vai ser por falta de fé

Enrique Coppel, empresário que já foi condecorado pelo papa por sua dedicação à Igreja, criou um império no México e agora quer crescer no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No clube de magnatas mexicanos, Carlos Slim é o mais rico, Ricardo Salinas é o mais polêmico – e Enrique Coppel, o mais religioso. Aos 61 anos, Coppel é responsável por ter transformado a pequena rede de varejo regional herdada de seu pai numa das maiores empresas do país. Com mais de 750 lojas, a rede Coppel, que vende móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados, faturou o equivalente a 5,7 bilhões de reais no ano passado. Enrique Coppel tempera seu sucesso nos negócios com altas doses de fé. Ele constrói igrejas, contribui para programas de formação de padres e financia uma escola da Opus Dei, uma das vertentes mais conservadoras do catolicismo. Nos últimos anos, empenhou-se em erguer uma cidade privada. Entre os critérios para fazer parte dessa comunidade estão os fortes vínculos familiares e a dedicação à religião. Diante de tamanha devoção, Coppel recebeu do papa João Paulo II a ordem de Cavaleiro de São Gregório Magno – uma das maiores homenagens concedidas pelo Vaticano, que dá a seu beneficiário o direito de andar a cavalo dentro da Basílica de São Pedro. Nos últimos meses, Enrique Coppel passou a canalizar sua fé para um novo projeto: a expansão de sua empresa no Brasil. Segundo EXAME apurou, nos próximos 12 meses a rede abrirá até cinco lojas em Curitiba, no Paraná. Numa segunda fase, seu objetivo é comprar uma cadeia de varejo local. “Já discutimos com a Coppel a possibilidade de aquisição de quatro varejistas”, diz Olavo Guimarães Filho, sócio-diretor do banco de investimento State Capital.

 

 

Que tipo de mudança vocês estão fazendo para se adaptar a esse novo cenário?
É preciso cortar custos, aprender a trabalhar com menos metas de crescimento – aliás, muito menos. Vou falar um negócio estranho: se você lançar muito (prédio) pode quebrar a cara. Nosso negócio tem fluxo de caixa negativo por definição. Se amanhã faço um prédio e vendo tudo, mesmo assim o fluxo de caixa será negativo. Terei de comprar um terreno, fazer o lançamento, arcar com despesas comerciais, tocar a obra e no começo o dinheiro que recebo é menor do que o dinheiro que gasto.

O senhor mudou sua postura em relação ao controle do caixa?
Monitoro o caixa o tempo todo. Mas a crise chegou muito rápido e ninguém estava preparado para uma parada tão brusca nas vendas. Em agosto do ano passado tivemos o melhor mês de vendas na nossa história. Foram 550 milhões de reais, um número absurdo. De repente, em setembro, vem a crise e as vendas caem pela metade de um dia para o outro. Desde então, a queda nas vendas tem sido constante. A meta é que as vendas futuras se mantenham nos níveis atuais e parem de cair. Aí a gente volta a acelerar. Quando tem crise, a gente para, fica bonzinho. Quando tem boom, acelera. Não quero ir contra a crise, não quero ser herói de causas perdidas. Não adianta falar agora: “Vou vender de qualquer maneira”. Quem diz isso é ignorante ou estúpido. Falta dinheiro, falta demanda. Fazer o quê? Minha prioridade, neste momento, é preservar o nome, a honradez, a empresa.

E as pessoas que trabalham com o senhor na Cyrela entenderam isso de cara?
Foi muito difícil, um inferno. A luta interna foi muito pior do que a externa. As pessoas não conseguem entender o cenário macro. Lá fora havia sintomas da crise desde julho de 2007. Os sintomas americanos estavam muito claros, e o fato de mantermos contato contínuo com economistas, analistas e banqueiros que vêm todo dia aqui fez com que percebêssemos o que ia acontecer. Não sabíamos com que intensidade nem com que rapidez, mas sabíamos que a tempestade chegaria. Quanto mais perto a crise chegava, mais eu me dedicava a entendê-la. Mas valeu a pena. Se amanhã ficar claro que erramos um pouco nas previsões, podemos até perder um pouco de participação de mercado. Mas é melhor perder mercado do que perder as calças.

Seu horizonte, então, é de longo prazo?
Tudo o que a empresa faz hoje tem relação com o conceito de perenidade. Estou com 64 anos. Trabalho para que a empresa sobreviva 1 000 anos. Hoje mesmo tivemos uma reunião estratégica na qual discutimos como a empresa vai sobreviver às crises que virão no futuro.

O senhor já pensa em sucessão?
Sim, é óbvio que eu penso. Com minha idade, seria irresponsável se não pensasse. Comecei a refletir seriamente sobre o assunto há uns cinco, seis anos. Estamos num processo de transição lento.

A empresa ainda é muito dependente do senhor, não é? O senhor é conhecido por acompanhar todos os detalhes, todos os projetos…
Qual é o problema? É pecado? Tenho prazer em olhar a parte estética dos prédios que construímos. É pecado? É melhor fazer isso do que ficar em casa apodrecendo. Assim ajudo a empresa a melhorar. Ou você trabalha direito ou não trabalha. Não tem um terreno que eu não veja, não tem um prédio pronto que eu não veja. Para fazer este prédio onde estamos agora, foram necessárias 20 maquetes. Vi todas.

Alguns analistas disseram que a Cyrela foi uma das empresas mais afetadas na bolsa porque concentra suas atividades em imóveis para a alta renda. O senhor concorda?
Não é verdade. A Cyrela é uma empresa flexível, com dois terços do faturamento vindos da média renda e um terço da baixa renda. Agora estamos tentando reverter isso. Vamos aumentar muito nossa porcentagem em imóveis populares. A Cyrela não é estática, é uma empresa viva. Acredito que nos próximos 12 meses teremos aumentado em 50% nossa participação na baixa renda. E se o mercado exigir mais vou fazer mais. Hoje a moda é popular, então vamos fazer o popular.

Recentemente a Cyrela divulgou a previsão do resultado do quarto trimestre. O mercado reagiu mal e as ações caíram 5% em apenas um dia. Como é que o senhor lida com esse tipo de pressão?
Você é casada?

Sou.
A primeira vez em que seu marido pegou na sua mão, como você se sentiu?
Na segunda vez, aposto que não foi a mesma coisa… E hoje deve ser diferente… Com os analistas é a mesma coisa. Na primeira vez em que eles falam sobre sua empresa você vai atrás. Hoje já não presto muita atenção nisso, caso contrário mataria a empresa. É preciso olhar as reações do mercado com bom senso para que a companhia se preserve. Os números de vendas caíram – e era natural que isso ocorresse. Quero saber quem é o herói que consegue vender mais na crise. Eu não sei como se faz isso. Quero aprender. Se você me ensinar, agradeço.

Pessoas que trabalham ou trabalharam com o senhor o definem como workaholic…
Trabalho seis dias por semana, numa média de 15, 16 horas por dia. Durmo 5, 6 horas e acabou. O resto é trabalho. Isso tem sido minha rotina há 46 anos. Aos sábados, eu paro. É uma bênção, porque é o único dia em que sou obrigado a parar. Aos sábados, leio, me espiritualizo, converso e passo meu tempo em casa. É o único dia em que estou livre, em que não sou escravo. Nos outros dias da semana sou escravo, no bom sentido.

E aos domingos o senhor continua marcando reuniões a partir das 5 e meia, 6 horas da manhã?
Domingo é dia de produção normal.

Qual seu maior erro nos negócios?
Não vou revelar meu ponto fraco. Não posso. O importante é não repetir nossos erros. Errar é humano, perseverar no erro é diabólico. Se você repete um erro, você é burro.

Como o senhor reage quando um negócio não dá certo, como a associação com a Agra (desfeita recentemente) ou a tentativa de compra da Klabin Segall no passado?
Calo a boca, tento aprender com os erros e faço outra coisa. Estou acostumado a perder e seguir em frente. Se não for humilde, vou apanhar mais. O humilde sofre menos porque está acostumado a apanhar. Tive uma aula (de religião) muito boa ontem. O que é este mundo? Por que Deus o criou? A resposta é: teste. Sou testado o tempo todo como homem, pai, marido, empresário, construtor. O teste consiste em evoluir, cada um na sua profissão, e deixar o mundo um pouco melhor do que quando chegamos a ele. Deus criou o homem imperfeito de propósito, para que ele possa melhorar o mundo. Se você acerta mais do que erra, você já evoluiu. Se for o contrário, você é um desastre.

Que tipo de executivo o senhor gosta de ter trabalhando ao seu redor?
Primeiro tem de ser honesto. Depois tem de ter boa índole e ser trabalhador. O mais importante é o caráter. A inteligência vem depois. E tem de vestir a camisa da empresa.

O senhor é muito religioso. Como essa característica se manifesta na condução dos negócios?
Deus cria seres diferentes, com credos diferentes, para cada um, no fim, chegar a Ele à sua maneira. Acredito em Deus e na missão humana. Qual a minha missão nesta Terra? Primeiro, fazer o bem. Grande parte do meu patrimônio, não vou dizer quanto, irá para a caridade. Meu pai doou 100% do que tinha. Como isso dá um significado ao trabalho? Eu posso transformar o produto do trabalho em dinheiro e depois usar o dinheiro para ajudar pessoas menos favorecidas. O dinheiro pode ser santificado, quando ajuda a salvar pessoas.

Mas em alguns momentos o lado empresário e o lado religioso devem entrar em conflito…
Não. Estamos aqui com a missão de ligar o espiritual ao material. Na hora em que você ganhou um tostão e esse tostão ajuda a salvar uma criança, você santificou e dignificou o dinheiro fruto de seu trabalho. Nessa hora, tudo o que parece ser egoísta deixa de ser.

O senhor pensa em deixar sua fortuna para uma fundação, como Bill Gates?
Hoje, Bill Gates e Warren Buffett são os maiores heróis do empresariado e da filantropia. Eles deram o exemplo de como as coisas têm de ser e conseguiram unir as duas coisas. Ainda não está claro o que eu vou fazer. Parte da minha missão é fazer com que o homem se aproxime mais de Deus. Hoje ser crente está um pouco fora de moda, mas isso está errado. A gente não pode ter vergonha de acreditar em Deus. Se todos os homens fossem mais religiosos e respeitassem a ética e o bem, não haveria tanta violência no mundo, nem maldade nem pobreza. O que precisamos é fazer com que isso aconteça. Não é tão fácil, não é tão óbvio e não está na moda também. Mas essa é a nossa missão.
 
Não vai ser por falta de fé

Enrique Coppel, empresário que já foi condecorado pelo papa por sua dedicação à Igreja, criou um império no México e agora quer crescer no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No clube de magnatas mexicanos, Carlos Slim é o mais rico, Ricardo Salinas é o mais polêmico – e Enrique Coppel, o mais religioso. Aos 61 anos, Coppel é responsável por ter transformado a pequena rede de varejo regional herdada de seu pai numa das maiores empresas do país. Com mais de 750 lojas, a rede Coppel, que vende móveis, eletrodomésticos, roupas e calçados, faturou o equivalente a 5,7 bilhões de reais no ano passado. Enrique Coppel tempera seu sucesso nos negócios com altas doses de fé. Ele constrói igrejas, contribui para programas de formação de padres e financia uma escola da Opus Dei, uma das vertentes mais conservadoras do catolicismo. Nos últimos anos, empenhou-se em erguer uma cidade privada. Entre os critérios para fazer parte dessa comunidade estão os fortes vínculos familiares e a dedicação à religião. Diante de tamanha devoção, Coppel recebeu do papa João Paulo II a ordem de Cavaleiro de São Gregório Magno – uma das maiores homenagens concedidas pelo Vaticano, que dá a seu beneficiário o direito de andar a cavalo dentro da Basílica de São Pedro. Nos últimos meses, Enrique Coppel passou a canalizar sua fé para um novo projeto: a expansão de sua empresa no Brasil. Segundo EXAME apurou, nos próximos 12 meses a rede abrirá até cinco lojas em Curitiba, no Paraná. Numa segunda fase, seu objetivo é comprar uma cadeia de varejo local. “Já discutimos com a Coppel a possibilidade de aquisição de quatro varejistas”, diz Olavo Guimarães Filho, sócio-diretor do banco de investimento State Capital.

 

 

 

 

Oficialmente, Enrique Coppel ainda não se manifestou sobre seu projeto no Brasil, mas as primeiras iniciativas já saíram do papel. A empresa contratou cerca de 70 brasileiros. A maioria está sendo treinada no México e deve voltar ao Brasil até o fim do ano. A preparação desse grupo consiste, basicamente, em participar do dia-a-dia da empresa. Portanto, todos os empregados têm de realizar tarefas como ajudar a cobrar consumidores inadimplentes e carregar os caminhões de entrega da rede. Ao mesmo tempo, uma equipe de executivos busca pontos-de-venda para instalar as primeiras lojas em Curitiba. Em uma terceira frente, a empresa tem se esforçado para trazer ao Brasil o Bancoppel, instituição financeira criada há dois anos para fornecer crédito aos clientes de sua rede de varejo. Em fevereiro, a Coppel fez seu primeiro contato com o Banco Central para informar suas intenções. O maior problema enfrentado pela empresa até agora é o registro de sua marca no Brasil. A varejista paulista de colchões Copel está tentando impedir o uso do nome Coppel pelos mexicanos. O caso está sendo analisado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

(…) continua no sitio eletrônico. Por favor, informe seus dados na caixa à direita para ler o restante do texto.

– O Difícil recomeço para a Suzuki

A montadora japonesa Suzuki é uma empresa do Grupo Mitsubishi. Devido ao seu mau momento no Brasil, a ordem foi direta: feche a fábrica e demita todo mundo!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0939/gestao/dificil-recomeco-suzuki-429073.html

A nova tentativa da montadora japonesa Suzuki de conquistar o mercado de automóveis brasileiro esbarra em problemas. Em dezembro, menos de dois meses depois de relançar a marca no país, o empresário Eduardo Souza Ramos, representante da Suzuki no Brasil, demitiu todos os 60 funcionários, incluindo o presidente, Alexandre Câmara. O que restou da operação brasileira foi absorvido pela Mitsubishi Motors do Brasil, também comandada por Souza Ramos. Oficialmente, Ramos não comenta o assunto, mas executivos que deixaram a companhia afirmam que a decisão de reduzir as atividades da Suzuki está atrelada a dois fatores: a crise internacional, que provocou uma forte alta do dólar e reduziu a competitividade dos modelos importados, e a decisão da matriz da Mitsubishi de dar força à subsidiária brasileira e transformá-la em uma base de exportação. Ao mesmo tempo, o volume de vendas da Suzuki estava muito aquém do planejado inicialmente. De acordo com executivos ouvidos por EXAME, os planos iniciais eram de vender 1 000 unidades por mês. No entanto, desde o começo da empreitada, em outubro do ano passado, as vendas mensais não ultrapassaram 160 unidades. Entre uma e outra, Ramos preferiu concentrar esforços na Mitsubishi. A empresa não comenta as demissões e afirma que as vendas “seguem um ritmo normal”.

– Marina com 24 dias

Estamos assustados com o crescimento da Marina! Logo, nossa filha estará maior do que nós:
Olha que lindeza, agora com 24 dias:

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:51

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:50

– Profissional mesmo?

Seleção não são os melhores? Há quanto tempo o Adriano não joga pela equipe do Inter de Milão? Pior; da última vez que entrou e foi substituído, pegou um avião e foi andar de lancha na Espanha para chorar as mágoas.

Quando chegou ao Brasil, juntamente com outros colegas de seleção, segundo o jornal “O Dia”, promoveu uma festinha privê com garotas e travestis…

Nada contra, gosto não se discute. Mas depois não pode treinar por cansaço da viagem e problemas no tornozelo. Um resguardo seria bom para quem é profissional, não?

– Textos da última semana

Trabalhando com temáticas próximas na última semana, os alunos da UniSant’anna – Salto responderam às seguintes questões:

2o. Semestre: Através do assunto “ONG”, questionou-se a disposição dos mesmos sobre trabalhos voluntários. E as respostas foram muito parecidas: a maior parte dos alunos não realiza trabalhos voluntários, mas não o faz por dificuldades em encontrar oportunidades em ajudar. Querem ajudar, mas não sabem como.

7o. Semestre: Ética nas organizações – este foi o tema, com exemplos de atitudes anti-éticas a fim de conquistar clientes. Questionados anonimamente se realizariam tais ações, houve divisão na turma: metade condena e nunca usaria da prática de agrados e subornos, e a outra parte disse que é um preço pela competitividade no mundo dos negócios. Confesso que fiquei surpreso com tais respostas.

8o. Semestre: Quanto a integridade nas empresas, os alunos responderm que a maior dificuldade em ser íntegro é “não mentir“! Alguns confessam que mentem enquanto administradores, mas são “mentirinhas” que não prejudicam ninguém. Ora, mentirinha e mentirona são sempre mentiras!