– Lucro da Petrobras cai 26% no último trimestre

Dá para acreditar? A Petrobras anunciou que seu lucro no terceiro trimestre desse ano foi de “apenas” US$ 7 bilhões, ou seja, 26% menor do que o ano passado.

Motivo? A queda nos preços do combustível no Brasil!

Assim como você, eu não vejo queda alguma…

Extraído do G1:

LUCRO DA PETROBRAS CAI 26%

por Denise Lima

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras registrou no terceiro trimestre um lucro líquido de 7,3 bilhões de reais, que representa queda de 26 por cento na comparação com igual período de 2008, devido principalmente ao preço menor dos combustíveis no mercado brasileiro e a um pagamento extraordinário de taxas.

Apesar da queda na comparação anual, o resultado ficou ligeiramente acima do que esperava o mercado. Estimativa média de sete analistas ouvidos pela Reuters indicava lucro de 7 bilhões de reais no terceiro trimestre.

O Ebitda da empresa, que mede a capacidade de geração de caixa, foi de 13,99 bilhões de reais no período, contra 15,13 bilhões registrados no terceiro trimestre do ano passado.

Um dos fatores que influenciou negativamente no resultado da empresa no trimestre foi o provisionamento de 1,3 bilhão de reais para ajuste no pagamento de participação especial sobre a produção no campo de Marlim, disse o diretor financeiro da companhia, Almir Barbassa, a jornalistas.

“Dado o ajuste do acordo com Marlim, é um resultado muito bom e reflete o aumento de produção da companhia e a manutenção de custos operacionais”, afirmou Barbassa, acrescentando que a tendência do quarto trimestre é manter os custos operacionais estáveis, já que três plataformas implantadas nesse ano estão em crescimento de produção.

EXPORTAÇÕES

A companhia obteve uma reversão em sua balança comercial. Nos primeiros nove meses de 2008 ela estava negativa em 1,8 bilhão de dólares e nos nove primeiros meses de 2009 o resultado ficou positivo em 1,795 bilhão de dólares.

A mudança ocorreu porque a companhia elevou as exportações de combustíveis como gasolina, já que a demanda no mercado local caiu em alguns momentos do ano.

A Petrobras registrou receita operacional líquida de 47,8 bilhões de reais no terceiro trimestre, 20 por cento menor que o montante há um ano, mas superior aos 44,6 bilhões de reais do faturamento no segundo trimestre.

“A queda do preço do petróleo levou à redução da receita. Desde o terceiro trimestre de 2008 o Brent caiu 49 por cento e provocou a redução no preço médio de venda”, acrescentou Barbassa.

Do lado positivo, segundo Barbassa, além do aumento do preço do petróleo, houve a queda da diferença entre o preço do Brent e o do petróleo do campo de Marlim, que chegou a atingir 12,8 dólares no terceiro trimestre do ano passado e que nesse ano está em apenas 4,28 dólares por barril.

Essa redução se deu devido à maior oferta de óleo leve, de maior valor comercial, no mercado durante a crise. Quando há cortes de produção dos países produtores, para ajustar à demanda, normalmente eles optam por cortar o óleo pesado, que vale menos.

Mas com a queda geral na oferta do pesado, o preço deste, relativamente ao do óleo leve, acabou melhorando.

CÂMBIO E INVESTIMENTOS

A empresa teve impacto cambial positivo no trimestre, devido, entre outros fatores, a empréstimo feito com o BNDES que é atrelado ao dólar. Com a queda da moeda norte-americana, a empresa obteve ganho financeiro.

No relatório sobre o resultado trimestral, a companhia ressaltou ainda o aumento da produção de petróleo e derivados no Brasil, que ficou 5 por cento superior a igual período de 2008.

“Apesar da redução de 18 por cento no preço médio de venda dos derivados, o lucro líquido caiu somente 13 por cento sem considerar o impacto pontual negativo de 2,1 bilhões de reais (1,3 bilhão após Imposto de Renda) pelo pagamento de cobrança adicional de participação especial do campo de Marlim decorrente do acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis”, disse o presidente da companhia, José Sergio Gabrielli, em carta aos acionistas.

O investimento total da Petrobras até setembro somou 50,7 bilhões de reais, 49 por cento acima do volume investido em todo o ano passado (34,1 bilhões de reais), refletindo o pesado plano de negócios da companhia.

Por fim, Barbassa afirmou que a Petrobras deverá cumprir nesse ano a meta de produção de petróleo no Brasil de 2,05 milhões de barris, com uma faixa de tolerância de 2,5 por cento, indo de 2 a 2,1 milhões de barris.

“Vamos cumprir, mas vamos ficar na parte inferior da faixa”.

– Google é processado pelo Street View!

Algumas cidades importantes no mundo já possuem o serviço do Street View, do Google. Funciona assim: carros circulam pelas ruas, filmando o dia-a-dia e colocando na Web em tempo real. é uma espécie de “Big Brother” com anônimos, sem censura.

E é esse o problema: a invasão de privacidade. Cidadãos e governos reclamam que não querem pessoas, bens ou cotidianos aparecerem filmados na Web. A Suiça, por exemplo, processou o Google por esse serviço. O país exige que as pessoas que sejam filmadas tenham os rostos escondidos e as placas do carro apagadas, para evitar constrangimento.

No Brasil, algumas capitais começaram a ser filmadas em breve. Em São Paulo, a FIAT, por exemplo, fez um acordo para o Google acoplar as câmeras nos 30 veículos que prestarão o serviço, circulando pela capital.

Extraído de: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=30&id_news=127105

SUIÇA PROCESSA O GOOGLE PELO STREET VIEW

A entidade suíça responsável pela protecção de dados abriu um processo judicial no Tribunal Administrativo Federal contra o Google. Em causa está o desrespeito pela privacidade dos cidadãos no site Street View, apenas dois meses depois de este serviço ter sido lançado no país.

O comissário para a protecção de dados, Hanspeter Thür, defende que o Google não fez tudo o que estava ao seu alcance para tornar as caras dos cidadãos e as matrículas dos carros irreconhecíveis no serviço que disponibiliza a vista panorânica das ruas.

Esta é a primeira vez que o Google enfrenta um processo levantado por uma agência governamental de um país. Os regularores de países como Itália, Alemanha e Japão já tinham mostrado preocupações em relação ao serviço, mas o Google conseguiu negociar medidas que garantiram a privacidade dos cidadãos.

– A Irresponsabilidade dos Pseudos-Dirigentes

Há muito dirigente esportivo que se intitula profissional, mas que no fundo age como o mais fanático torcedor. Sem razão e pleno em emoção, distribui acusações e levanta suspeitas para todos os lados.

Um coerente e fiel retrato da atual situação dos clubes e seus cartolas na reta final do Campeonato Brasileiro deste ano, foi elaborado pelo jornalista Fernando Sampaio, o qual reproduzo (extraído do seu blog, em: http://blogs.jovempan.uol.com.br/fernandosampaio/geral/cartola-torcedor-e-prejudicial/comment-page-1/#comment-4606)

CARTOLA TORCEDOR É PREJUDICIAL AO FUTEBOL

As declarações de cartolas torcedores só prejudicam o futebol. Acusam árbitros de ladrões, mas não apresentam provas. Fazem declarações passionais e levianas. Ninguém apresenta uma denúncia concreta. Insinuam, mas não dão os nomes. A única intenção é pressionar a arbitragem. Esta tática infantil tira a credibilidade do próprio futebol. Não é profissional. Prejudica o próprio negócio.

O torcedor fanático acredita e fica revoltado.

Outro dia, um dirigente disse que todos os cinco primeiros colocados pagam mala branca. E quando seu time está disputando o título será que paga também? Ah, não o meu clube não paga. Cara de pau. Palhaçada.

Nos últimos jogos do Verdão, existiram erros grosseiros da arbitragem. Ok, é preciso discutir isso, mas e o futebol? E a superação de Ronaldo no clássico, debaixo de 40 graus? E a recuperação do Fluminense, não só no Brasileirão? Sport x Palmeiras foi espetacular. A audiência bombou. Ora, se é tudo armado, porque assistir na TV? Vai ver novela e pára de chororô.

Se o campeonato é armado, porque o cartola não pede para o torcedor ficar em casa?

Quando o cartola vai vender o patrocínio do clube, ele não avisa o cliente que seu time será roubado e que existe um esquema para o rival ser campeão. Ele vai lá vender o sonho de títulos. Depois, quando o sonho não se realiza, vira um bebê chorão. Denegrir a imagem do produto futebol é uma burrice monumental. Isso cabe à todos os clubes.

É preciso ter espírito esportivo e saber reconhecer os méritos dos vencedores.

No Palestra, torcedores queriam bater nos jogadores e na imprensa. O sujeito sai do estádio revoltado, querendo achar um culpado. Ridículo. Futebol tem que ser diversão. O cara tem que sair do estádio e ir namorar, jantar, ler, dormir, fazer qualquer coisa, menos brigar. O resultado de uma partida não pode ser tão importante na vida. Senão, é melhor gastar o dinheiro no psicólogo. O futebol não pode fazer tão mal á saúde.

Futebol tem que gerar alegria ou tristeza, não raiva e ódio.