– Gol em Impedimento e Atacante Agradece o Árbitro

A vida de árbitro não é fácil. Se competente, é criticado. Quando vai mal, piorou…

Mas nesse lance deu dó! Ontem, no clássico russo entre CSKA (com o treinador Zico, centroavante Vágner Love e muitos outros brasileiros) e Lokomotiv (na estreia do ex-cruzeirense Wagner e também com outros tantos brasileiros), quando a partida estava empatada em 1 X 1, o atacante do Lokomotiv partiu em impedimento e marcou o gol. Consciente de que o gol fora válido erroneamente, o atleta foi comemorar o gol com o… árbitro!

Imagina se num Fla X Flu, Inter X Grêmio, Ponte Preta X Guarani, o centroavante marca o gol decisivo e comemora abraçando o juizão? Estaria no vestiário até agora…

Veja o lance e leia a matéria abaixo:

Lance do gol e do abraço em: http://colunas.globoesporte.com/brasilmundialfc/2009/08/16/abraco-no-juiz/

Matéria do jogo abaixo, extraída de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1268814-9842,00-JOGADOR+DO+LOKOMOTIV+ABRACA+JUIZ+APOS+GOL+DA+VITORIA+SOBRE+O+CSKA+DE+ZICO.html

Jogador do Lokomotiv abraça juiz após gol da vitória sobre o CSKA de Zico

Ex-cruzeirense Wagner faz sua estreia no clássico moscovita. Eterno ídolo rubro-negro reclama bastante do nível da arbitragem russa

Na estreia do ex-cruzeirense Wagner, o Lokomotiv levou a melhor no clássico de Moscou e derrotou o CSKA por 2 a 1, neste domingo, em duelo válido pela 18ª rodada do Campeonato Russo. No entanto, o triunfo só foi alcançado graças a uma ajudinha do juiz que não deu impedimento claro de Sychev, autor do gol salvador aos 44 minutos do segundo tempo. O detalhe é que, na comemoração, Gatagov, jogador do Lokomotiv, abraçou o árbitro Layushkinym.

No site oficial do técnico Zico, a nota sobre a partida mostrava revolta com a atuação do juiz, dizendo que a derrota no dérbi foi única e exclusivamente por culpa do árbitro. Já o eterno ídolo do Flamengo foi um pouco mais comedido, mas não deixou de reclamar.

 – Mais um daqueles jogos em que tivemos as chances para vencer e acabamos sendo castigados. E no final da partida, o que é pior. Nosso time fez um bom segundo tempo. Já sei que o segundo gol aconteceu em impedimento e não vi o abraço do atacante ao árbitro. Mas temos sido constantemente prejudicados com erros de arbitragem. Os critérios por aqui são complicados de se entender. Mas só nos resta trabalhar – afirmou o treinador.

Bilyaletdinov, aos 43 do primeiro tempo, abriu o placar para o Lokomotiv, que também teve em campo o brasileiro Rodolfo (ex-Fluminense). Dzagoev, aos 16 minutos da etapa final, empatou para o CSKA após receber assistência do chileno Mark Gonzalez, recém-contratado junto ao Bétis-ESP.

No entanto, aos 44, Sychev recebeu pelo lado direito e, impedido, anotou o gol do triunfo do ‘Loko’. Com o resultado, o CSKA segue com 30 pontos, na terceira colocação do Campeonato Russo. O algoz deste domingo aparece em quinto, com 28.

– A Volta às Aulas em meio da Gripe Suína

A maioria das instituições de ensino públicas e algumas privadas retornaram às aulas somente hoje. Distribuição de máscaras, cartazes informativos e outras ações preventivas ganharam destaque nas escolas; tudo contra a Gripe Suína.

Ações louváveis e politicagem. Várias autoridades fizeram-se presentes para as câmeras de TV, e um novo mote para debate: a reposição das aulas perdidas! Fala-se em aulas aos sábados, fala-se de aumento de minutos por aula, fala-se… fala-se… e fala-se.

O certo é que acabará o semestre e o conteúdo programático das escolas já foi prejudicado. Como contemplá-lo integralmente será tarefa do professor, já que nem todos os docentes têm sábados livres para lecionar.

– Todos Querem a Classe C

Cada vez mais as empresas buscam concentrar seus esforços em consumidores da Classe C. Segundo o Blog “Por dentro das empresas”, de Cristiane Correa, a Casas Bahia resolveu vender remédio em suas lojas!

Em parceria com a rede farmacêutica “Drogaria Onofre“, os clientes poderão utilizar o cartão do varejista nos quiosques instalados dentro das próprias lojas.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/cristianecorrea/listar1.shtml

Todos querem a Classe C

Por Cristiane Correa

Sem fazer alarde, a Onofre, uma das maiores redes de drogarias do país, com 34 lojas no Sul e Sudeste, está tentando se aproximar dos consumidores da classe C — até agora, a empresa esteve focada basicamente nas classes A e B.Para fazer a aproximação, a Onofre escolheu uma das empresas que mais sabe sobre consumo popular no país: Casas Bahia. A estratégia escolhida foi montar quiosques da Onofre em cerca de 90 lojas da rede varejista. Nesses espaços, o consumidor pode fazer encomendas de medicamentos e produtos de beleza — para recebê-las em casa depois de alguns dias. O pagamento pode ser feito com o próprio cartão das Casas Bahia.

– Reflexos da Crise Mundial sobre os Combustíveis

Veja que números interessantes e coerentes: com a Crise Econômica Mundial, no Brasil, as vendas de Álcool aumentaram quase 20%, enquanto as de Diesel tiveram retração.

Motivo: com a economia em recessão, produz-se menos. Assim, menos produtos a serem transportados e menos Diesel sendo consumido pelos caminhões. Em contrapartida, a fim de reduzir os gastos, consumidores utilizam cada vez mais o álcool em seus veículos bicombustíveis e deixam praticamente a gasolina para emergências ou necessidade de viagens que precisem dar autonomia aos carros.

Veja outros índices, extraído de: http://www.abril.com.br/noticias/economia/anp-consumo-diesel-cai-4-8-alcool-sobe-17-7-487920.shtml

ANP: consumo de diesel cai 4,8% e de álcool sobe 17,7%

Por Kelly Lima

Rio – O mercado de combustíveis no Brasil manteve-se estável no primeiro semestre de 2009, ante o mesmo período no ano passado, com alta de 0,3% no volume total comercializado, atingindo a 51,333 bilhões de litros, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Os destaques do primeiro semestre foram as vendas de diesel, que apresentaram queda de 4,8% no período. Já o etanol total negociado no País teve um acréscimo de 17,7% no primeiro semestre de 2009 ante o mesmo período no ano passado.

“O consumo de álcool hidratado e de álcool anidro somados passou o de gasolina em março de 2008 e desde então esta diferença entre ambos só vem aumentando”, destacou o superintendente da ANP, Edson Silva, em apresentação hoje à tarde na sede da ANP, no Rio.

O volume de vendas de álcool hidratado cresceu 26,5%, enquanto o de anidro (que é adicionado à gasolina A) acompanhou a estabilidade da gasolina, com alta de 0,1% no período. “Na prática, a gasolina hoje tornou-se um combustível alternativo no mercado de veículos leves, que é dominado pelo etanol”, disse Silva.

Segundo os dados da ANP, o gás natural veicular (GNV) apresentou queda no consumo no primeiro semestre deste ano, ante os primeiros seis meses de 2008, passando de 6,7 milhões de metros cúbicos por dia para 5,78 milhões de metros cúbicos por dia (-13,8%). Também tiveram queda o consumo de GLP (gás de botijão), de 2,6% no período, o óleo combustível (-8,6%) e o QAV (querosene de aviação), que registrou retração de 0,8%.

– A Falência dos Clubes de Futebol

Há dias, comentamos o fato da suspensão do início do Torneo Clausura (o Campeonato Argentino de Segundo Semestre), por determinação governamental, a fim de que os clubes de futebol locais sanem suas dívidas.

Pois bem: neste domingo, a Folha de São Paulo, caderno Esportes, pg D1, em matéria de Rodrigo Matos, revelou os maiores devedores do Brasil: Vasco da Gama, Flamengo e Corinthians. Pior: se somássemos os clubes da Série A + Vasco, as dívidas dos times de futebol brasileiro somariam R$ 3,2 Bilhões! O destaque é que quanto mais devem, mais gastam. E se comparássemos o retorno de cada um frente as dívidas por investimentos, tudo isso não valeria a pena.

É uma falência pré-anunciada ou não?

CLUBES RELEVAM DÍVIDA DE R4 3,2 BI

Análise dos elencos dos clubes brasileiros indica um futebol em ascensão. Foi em 2009 que astros voltaram ao país. Ronaldo virou ídolo no Corinthians. Adriano é o artilheiro do Brasileiro pelo Flamengo. E Fred fez festa no Fluminense. Análise dos balanços dos times nacionais indica um futebol cada vez mais falido. Levantamento da Casual Auditores nos balanços mostra que as dívidas dos 21 clubes mais ricos do país cresceram 26,2% em 2008. É o quádruplo da inflação no mesmo período.

Isso tudo um ano depois da Timemania, em que o governo federal pretendia resolver os débitos fiscais dos times.

Agora, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, estuda um acordo para criar um pacto de responsabilidade fiscal nos clubes. E os cartolas pedem dinheiro em troca. 

A realidade é um débito total de R$ 3,248 bilhões para os 21 times de futebol com maior receita no país. Esse valor era de R$ 2,574 bilhões em 2007. “Empréstimos, alguns ajustes da Timemania e a folha salarial do futebol são os principais responsáveis pelo crescimento”, explicou o sócio da Casual Auditores Carlos Aragaki.O Corinthians, por exemplo, viu seu valor devido por empréstimos saltar para R$ 52,5 milhões ao final de 2008, o quádruplo do exercício anterior.

“Tivemos de recorrer a empréstimos bancários no último trimestre para quitar obrigações”, contou o vice de finanças corintiano, Raul Corrêa da Silva, que pagou R$ 14 milhões desse total até o meio do ano.

Excluído o item de receitas a realizar -dinheiro a ser recebido-, o passivo do Corinthians era de R$ 134,6 milhões ao final do ano, com aumento pouco acima da inflação. Mas o clube contratou o astro Ronaldo, com salário de R$ 400 mil/mês, fora ganhos de marketing.

A situação do Flamengo é mais emblemática: o clube é o segundo maior devedor do futebol brasileiro. Sua dívida somava R$ 333,3 milhões em 2008, crescimento de 11,55%.

Mas o clube paga quase R$ 200 mil a Adriano, fora ganhos com patrocinadores. De 2008, já tinha sobrado R$ 25 milhões em contas a pagar do futebol.

Crescimento salarial parecido é visto no Santos, que dobrou gasto com direitos de imagem em 2008. O passivo (R$ 148 milhões) subiu acima da inflação. Ainda assim, trouxe de volta o caro técnico Vanderlei Luxemburgo no meio do ano.

Ex-clube do treinador, o Palmeiras tem dívida de quase R$ 200 milhões. Só que distribuiu aumentos de salários no meio do ano para segurar atletas.O São Paulo manteve seus débitos estáveis, mas investiu bastante na temporada.

No Rio, o Vasco dobrou seu passivo: chegou a R$ 380 milhões e virou líder do ranking.

“O que vemos é cada clube vender percentuais de direitos de atletas, antecipar receitas de TV, patrocínios e até bilheteria agora. O que vão fazer depois?”, questiona Aragaki.

Milionários quando contratam, os clubes brasileiros estão mais pobres para pagar a conta.

– Fifa Test: mais um vencido!

Ufa! Nesta manhã conseguimos cumprir mais um teste físico do protocolo FIFA. Graças a Deus, tudo bem!

Agora, é só esperar por escalas. Obrigado aos amigos que torceram por mim!!!

– Hoje é Dia de Nossa Senhora do Desterro, Feriado Municipal da Padroeira em Jundiaí

O dia 15 de agosto é feriado em Jundiaí e em diversas outras cidades no Brasil. Comemora-se a Assunção da Virgem Maria, sobre os diversos títulos: Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora da Esperança, Nossa Senhora da Ponte, Nossa Senhora da Assunção, e em nosso município, Nossa Senhora do Desterro.

Embora o dia dessa invocação mariana seja 02 de abril, respeita-se a data em 15 de agosto, pelo preceito religioso do dogma da Virgem e por elevação de alguns distritos à condição de vila, tempos atrás.

Nossa Senhora do Desterro é padroeira dos imigrantes e viajantes, e sua história se confunde com a própria fundação de Jundiaí, por Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes.

Abaixo, história e oração de N. S. do Desterro:

NOSSA SENHORA DO DESTERRO

Nossa Senhora do Desterro é muito venerada na Itália como a “Madonna degli Emigrati”, sendo padroeira daqueles que foram obrigados a deixar sua pátria para se refugiarem ou a fim de procurar trabalho no estrangeiro. Ela tem sido a Mãe Amorosa para todos os que, saudosos de sua terra natal, imploram cheios de fé e de amor o auxílio da Virgem do Desterro a fim de encontrarem compreensão e simpatia na terra adotiva.
Todos os fiéis cristãos que rezarem diariamente e divulgarem esta oração à Nossa Senhora do Desterro, verão a extinção de todos os castigos que houverem contra eles; nem fome, nem peste, nem guerra, nem doenças contagiosas lhes afligirão. Os seus inimigos não terão mãos nem poder de ofendê-los, nem roubá-los. Resistirão às tentações de satanás e dos demônios. Pragas, ratos e formigas lhes serão desterrados das lavouras. Todos os que tiverem confiança nas misericórdias da grande Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, serão felizes nos seus negócios e nas viagens. Não morrerão sem confissão e estarão livres da morte repentina. Aprovada pelo Arcebispo de Braga, Dom José e pelo Arcebispo do Porto ( MG ), Dom Américo, em 08-05-1972.

Este título de Nossa Senhora tem fundamento bíblico. Afirma o evangelista Mateus que, após a partida dos Reis Magos, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a São José e disse: “Levanta, toma o menino, a sua Mãe e foge para o Egito; permanece lá até que eu te avise, porque Herodes procura o menino para o matar. Levantando-se de noite, ele tomou o menino e a mãe, e partiu para o Egito”. (Mt 2,13-14).

ORAÇÃO – Ó Bem-aventurada Virgem Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo Salvador do Mundo, Rainha do Céu e da Terra, advogada dos pecadores, auxiliadora dos cristãos, protetora dos pobres, consoladora dos tristes, amparo dos órfãos e viúvas, alívio das almas penantes, socorro dos aflitos, desterradora das indigências, das calamidades, dos inimigos corporais e espirituais, da morte cruel dos tormentos eternos, de todo bicho e animal peçonhentos, dos maus pensamentos, dos sonhos pavorosos, das cenas terríveis e visões espantosas, do rigor do dia do juízo, das pragas, dos incêndios, desastres, bruxarias e maldições, dos malfeitores, ladrões, assaltantes e assassinos.
Minha amada mãe, eu prostrado agora aos vossos pés, com piedosíssimas lágrimas, cheio de arrependimento das minhas pesadas culpas, por vosso intermédio imploro perdão a Deus infinitamente bom. Rogai ao vosso Divino Filho Jesus, por nossas famílias, para que ele desterre de nossas vidas todos estes males, nos dê perdão de nossos pecados e nos enriqueça com sua divina graça e misericórdia.
Cobri-nos com o vosso manto maternal, ó divina estrela dos montes. Desterrai de nós todos os males e maldições. Afugentai de nós a peste e os desassossegos.
Possamos, por vosso intermédio, obter de Deus a cura de todas as doenças, encontrar as portas do Céu abertas e convosco ser felizes por toda a eternidade. Amém.

– Comparação Indevida

Wellington Salgado se comparou a Jesus Cristo. O suplente de senador do ministro Hélio Costa, defendendo o atual sistema de suplência no Senado, disse:

“Jesus Cristo também é suplente. O Espírito Santo é segundo suplente. Deus é o titular”

Que infelicidade! Nem de política nem de religião o homem é bom.

– Como Não perder Talentos Imperdíveis

Amigos, compartilho interessante material intitulado “Como não Perder Talentos Imperdíveis dentro das Organizações”.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0946/gestao/fazer-seus-talentos-479422.html

O QUE FAZER COM SEUS TALENTOS

Sim, as empresas vão continuar precisando muito deles daqui para a frente. Mas a forma de manter os imperdíveis e motivá-los terá de ir além dos bônus – POR ANA LUIZA HERZOG

Já se tornou consenso – pelo menos no discurso corporativo – que empresas competentes são formadas por pessoas competentes. São os talentos, conceito que ganhou notoriedade na década de 90, que inovam, criam, desenvolvem os melhores produtos e serviços e levam aos melhores resultados. É da cabeça deles, também, que saem as ideias e as estratégias capazes de fazer a diferença em momentos de estresse na economia e de retomada do crescimento. Essa é a teoria – uma bela e verdadeira teoria. Mas, na prática, os líderes empresariais se perguntam hoje como manter e motivar as melhores pessoas num mundo onde a farra dos bônus, o rali dos salários e as opções de ações já não têm mais lugar.

É nessas horas que companhias de todos os setores começam também a se questionar quem, de fato, pode ser chamado de talento. Analise o caso da paranaense Bematech, fabricante de equipamentos de automação comercial que nasceu num laboratório universitário, cresceu, ultrapassou as fronteiras do mercado brasileiro e chegou à bolsa de valores num prazo de pouco mais de uma década. Até o estouro da crise mundial, no ano passado, a Bematech mantinha uma relação de 35 nomes de profissionais considerados imperdíveis. Eram funcionários a partir do nível de coordenadoria, que geravam resultados acima da média para o negócio e deveriam ser mantidos a qualquer custo. No início de 2009, a lista de notáveis da Bematech perdeu nove integrantes – embora nenhum desses profissionais tivesse deixado a empresa.

Diante dos efeitos gerados pela crise – necessidade de preservar o caixa, queda na cotação das ações, entre outros -, a companhia subiu a régua que usava para definir quem são seus melhores funcionários. Afinal, desenvolvê-los e recompensá-los continua a ser vital, mas envolve dinheiro. E, quanto maior é a lista dos eventuais talentos, maior é o investimento a ser feito. “A mudança no cenário econômico nos obrigou a ser mais criteriosos na hora de conceder benefícios especiais”, afirma Luiz Carlos Valle Ramos, vice-presidente de desenvolvimento organizacional da Bematech. O número de funcionários que recebiam opções de ações da empresa também foi reduzido. Em 2007, quando a Bematech abriu seu capital, 150 funcionários -12 diretores, 30 gerentes e mais de 100 analistas, assistentes e coordenadores – ganharam uma cota de opções de ações. Neste ano, apenas 40 profissionais receberam o benefício.

Aumentar as exigências na hora de definir quem são os profissionais imprescindíveis é uma tarefa que gera desconforto. Zonas de conforto desaparecem. A competição naturalmente aumenta. E é preciso buscar meios de motivação que não passem necessariamente por mais dinheiro – agora. Uma pesquisa da consultoria de recursos humanos Towers Perrin com 180 empresas brasileiras revelou que a crise fez com que 60% delas começassem a estudar a possibilidade de modificar seus programas de incentivos de longo prazo. Isso significa, por exemplo, reduzir o número de profissionais elegíveis, como fez a Bematech, ou engavetar planos mais agressivos de distribuição de bônus, a exemplo do que decidiu fazer a empresa de logística ALL. No ano passado, seus executivos desenvolveram um projeto para ampliar o programa de remuneração variável – que já premiava alguns funcionários com até 16 salários extras por ano. Em novembro do ano passado, porém, o plano foi temporariamente arquivado. “O momento não exige que façamos esse movimento agora”, diz Melissa Werneck, superintendente de gente, qualidade e marketing da ALL. “Hoje, somos assediados até por profissionais que estão empregados e que antes da crise não tinham o menor interesse em olhar para a grama do vizinho.”

Após uma fase de vigoroso crescimento mundial e de uma acirrada disputa por profissionais, a turbulência alterou o equilíbrio de forças entre empregadores e empregados – e pela primeira vez em muitos anos o pêndulo está do lado das empresas. “Até recentemente, atemorizadas pela escassez de bons profissionais, muitas companhias tratavam como talentos profissionais que não mereciam esse título”, diz Marcelo Ferrari, diretor da consultoria de recursos humanos Mercer. Quando a oferta e a procura de recursos se equilibram, as exigências aumentam. E isso envolve os mais altos cargos de uma corporação. Hoje, metas a alcançar e os consequentes bônus são definidos na hora da assinatura do contrato de trabalho. Até pouco tempo atrás, era comum garantir o bônus no primeiro ano de atuação de altos executivos recém-contratados como uma maneira de atraí-los. “De setembro pra cá, foi-se embora qualquer espaço que havia para subjetividade ou benevolência quando o assunto é resultado”, diz Marcelo Gômara, sócio responsável pela área trabalhista do escritório de advocacia TozziniFreire. Com a crise, as matrizes das multinacionais, por exemplo, não só começaram a questionar os reajustes anuais de salários concedidos aos executivos brasileiros como estão introduzindo uma nova moda: a do pagamento de bônus em até três parcelas anuais. “Os executivos estão se adaptando a isso sem reclamar, até porque não há tantas opções”, afirma Ana Paula F. Vizintini, advogada e sócia do Trench, Rossi e Watanabe, especialista na negociação de contratos de trabalho de altos executivos.

Uma escolha mais seletiva dos talentos leva à necessidade de critérios para definir quem é quem. No caso da Bematech, os instrumentos de medição de desempenho passaram a ser usados de forma cirúrgica. Na avaliação 360 graus, por exemplo, em que o desempenho é avaliado por chefe, pares e subordinados, o peso do julgamento dos colegas de mesmo nível passou a valer menos. “Sabemos que os pares tendem a ser mais complacentes”, afirma Ramos. Para motivar os 26 funcionários que resistiram à peneira sem sacrificar seu caixa, a empresa optou por incentivos como a expatriação. O paulista Wladimir Alvarez, de 34 anos, faz parte de um grupo de quatro executivos que em janeiro deste ano foram convidados a trabalhar fora do Brasil. Formado em ciência da computação, Alvarez entrou na Bematech há quatro anos como gerente regional de vendas com a tarefa de desenvolver mercados na América Latina. No ano passado, as vendas na área somaram o equivalente a 12 milhões de reais. (O faturamento total da companhia foi de 380 milhões de reais.) Desde o início do ano, ele está morando em Nova York com a mulher e a filha de 2 anos. Na sede da Logic Controls, empresa americana que a Bematech adquiriu em 2008, Alvarez se tornou diretor de vendas internacionais. A seu lado estão outros três brasileiros que também permaneceram no grupo de elite e foram premiados com a expatriação. “Hoje me sinto como se estivesse jogando com o Kaká e o Robinho, e não quero perder a chance de continuar no time”, diz ele.

Segundo especialistas em gestão de pessoas, este é um bom momento para que as companhias desengavetem planos de distribuição de stock options – como a crise parece já ter atingido seu ponto mais baixo, daqui para a frente as ações das empresas abertas tenderiam a se valorizar. Foi o que fez a incorporadora Rossi, de São Paulo. Em maio, a companhia distribuiu, pela primeira vez, opções de ações para cerca de 70 executivos. “Esperamos que essas opções possam ser exercidas com vantagem daqui a cinco anos”, diz Renata Rossi, diretora administrativa da incorporadora. Se ela estiver certa, será tanto uma boa notícia para os funcionários, que poderão ter ganhos no futuro, quanto para a própria empresa, que conseguiu encontrar uma forma de manter seus profissionais mais valiosos num período difícil e contar com eles na hora da retomada.

– A Sarah Palin brasileira e melhorada

Marina Silva, ex-Ministra do Meio Ambiente, pode ser candidata a vice-presidência do Brasil na chapa com José Serra.

É o nome ideal. Assim como Sarah Palin (inicialmente) agregou na candidatura de John McCain à Casa Branca, Marina tem outros atributos: é mulher, do Norte, veio da pobreza, analfabeta até a juventude, lutadora, ex-noviça e vencedora. Sem dúvidas, trará muitos votos e simpatia. Além, é claro, dessa belíssima história de vida citada.

– Obrigação de Cooperativismo ou de Sindicalismo?

Para quem não sabe, nós, árbitros da Federação Paulista de Futebol, somos convidados a pertencer ao quadro associativo da Cooperativa dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (COAFESP) e do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de São Paulo (SAFESP). É uma das condições documentais para pertencer ao quadro da entidade. Na prática, a funcionalidade maior da primeira é a intermediação nas relações financeiras entre árbitros e FPF; da segunda, é o relacionamento jurídico entre árbitros e FPF.

Sem emitir qualquer opinião ou juízo de valor à nota, reproduzo abaixo texto do jornalista Eduardo Ohata, colunista do Painel FC da Folha de São Paulo, edição de 14/08/2009, pg D2 (O intuito é apenas a troca de informações entre os árbitros de futebol):

FIM DA TAXA DOBRADA

O Ministério Público do Trabalho elabora termo de ajustamento de conduta segundo o qual a FPF terá de tornar pública a informação de que não é mais necessário que os juízes sejam filiados ao Sindicato dos Árbitros de Futebol de SP e à Cooperativa dos Árbitros de SP para trabalhar nos torneios estaduais. Os árbitros reclamaram de bitributação, e a Justiça derrubou a obrigatoriedade exigida pela FPF. Mas, como a federação não divulgou de forma ostensiva, a procuradora Sandra Lia Simón prepara texto pedindo isso agora.

PERDIDOS- O MP foi procurado por árbitros confusos. Apontavam que a FPF deixara de publicar a exigência em seu site na Internet, mas nada informou sobre desobrigação. Ficaram sem saber o que fazer.

CONSTRANGIMENTO- Outro argumento da arbitragem é que ficava chato desfiliação sem contar com um comunicado oficial. Ninguém queria fazê-lo, por medo de represália.

LIBERDADE- A FPF esclareceu que, ao saber que a situação anterior era inconstitucional, alterou o artigo 14 do Regulamento Geral da Arbitragem. Nele, a FPF deixa claro que só trabalha com juízes filiados à Cooperativa.

NA REDE- O chefe de arbitragem da FPF, Marcos Marinho, ressaltou que o regulamento está disponível no site da FPF na Internet.

– MST na Paulista, no Morumbi, na Anhanguera…

Sem-Terra, Sem-Educação e Sem-Coerência. É assim que deve-se definir o Movimento dos Sem-Terra (MST).

Outrora já relatei uma experiência observada desse movimento que se intitula “ONG”, mas que no fundo é uma empresa que recruta pessoas de diversas áreas para se passarem por pobres coitados. Entre a minoria que acredita na causa, há um bando de delinquentes e aproveitadores.

No último sábado, vi a “Marcha dos Sem Terra” avançando pela Marginal da Via Anhanguera, em Jundiaí. Ontem, quando eles chegaram em São Paulo, ficaram hospedados no Estádio do Pacaembu, e queriam porque queriam ir ao Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi. Congestionaram o bairo inteiro, e hoje pretendiam parar a Avenida Paulista (só para variar…)

Cadê a coerência? Reforma Agrária não é tema do Governo Federal? Por que bater no Governo Estadual? Parece baderna orquestrada, apenas com fundo político atendendo a interesses bem particulares. Fossem a Brasília!

Outra pergunta: quem banca esses caras todos os dias? De onde vem o dinheiro? Vivem do quê?

Esse MST não dá para engolir.

– Collor vai entrar para a Academia Algoana de Letras

Como é bom ter puxa-sacos e ser político. Fernando Collor de Mello, ex-Presidente da República cassado e atual Senador, tomará posse de uma cadeira na Academia Alagoana de Letras. Sem nunca ter escrito 1 livro, ele se tornará imortal.

Dá para acreditar?

Extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3920437-EI7896,00-Collor+vai+entrar+para+a+Academia+Alagoana+de+Letras.html

 

COLLOR VAI ENTRAR PARA A ACADEMIA ALAGOANA DE LETRAS

 

O senador e ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) vai entrar para o grupo de imortais ao ocupar um a cadeira na Academia Alagoana de Letras. Collor tornou-se candidato único à sucessão da cadeira 20, que era ocupada pelo poeta Ib Gatto, que morreu em 2008. A eleição de Collor deve acontecer no próximo dia 20, segundo informou nesta quinta-feira o jornal Correio Braziliense.

Apesar de Collor ter escrito apenas um livro, que ainda não foi publicado, a justificativa para a escolha do ex-presidente deve ser feita com base em seu talento como orador, pelos seus discursos áridos no Plenário do Senado.

Segundo o jornal, para tornar-se candidato, o ex-presidente apresentou à entidade uma coletânea dos seus discursos e artigos sobre os mais variados temas.

O livro que Collor se prepara para lançar é intitulado A crônica de um golpe. Nele, o ex-presidente vai mostrar sobre sua versão do impeachment. Em Plenário, o senador já anunciou que pretende lançá-lo em breve.

– Comemoração Exótica, Extravagante ou Imprópria

Para aqueles que patrulham nossos hermanos argentinos, no futebol, a comemoração do terceiro gol da equipe no amistoso contra os russos (Rússia 1 x 3 Argentina), por Dátolo, jogador do Boca Júniors, é “açúcar no mel”. O atleta correu em direção do treinador Diego Armando Maradona, derrubou-o e insinuou uma relação sexual.

Para mim, extremo mau gosto. Dois homens em uma cena ridícula vista mundo afora. Se você não viu, CLIQUE AQUI.

– A Ditadura do Sucesso

Amigos, compartilho ótimo material, intitulado “Ditadura do Sucesso”, enviado via e-mail pelo Bacharel em Administração e ex-aluno Rafael Barbieri, baseado em entrevista do consultor e psicólogo Roberto Shinyashiki. O propósito é mostrar a busca incessante do sucesso e as neuroses que o mesmo pode causar.

(Revista Isto É, por Camilo Vannuchi – enviado por Rafael Barbieri)

A DITADURA DO SUCESSO 

ISTOÉ — Quem são os heróis de verdade?
Roberto Shinyashiki — Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe.
O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu a pena porque não conseguiu ter o carro nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitir que erraram.

ISTOÉ — O senhor citaria exemplos?
Quando eu nasci, minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos,empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito “100% Jardim Irene”. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como Japão, Suécia e Noruega, há mais suicídio do que homicídio.
Por que tanta gente se mata?
Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher que, embora não ame mais o marido,mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.

ISTOÉ — Qual o resultado disso?
Shinyashiki — Paranóia e depressãocada vez mais precoces. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos.
Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.

ISTOÉ – Por quê?
Shinyashiki — O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal.
As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas, como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.

ISTOÉ — Há um script estabelecido?
Shinyashiki — Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um Presidente de multinacional no programa O aprendiz? “Qual é seu defeito?” Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: “Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar”.
É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma as maiores empresas do planeta me disse: “Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir”. Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor ?

ISTOÉ — Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
Shinyashiki — Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência.
Cuidado com os burros motivados.
Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.

ISTOÉ — Está sobrando auto-estima?
Shinyashiki — Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu precisoque os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom.
Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabem, parece que fazem, parecem que acreditam.
E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.

ISTOÉ — Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
Shinyashiki — Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar seu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: “Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham”.
Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis. Porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.

ISTOÉ — O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
Shinyashiki — Exatamente. A gente não é super-herói nem superfracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.

ISTOÉ — Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
Shinyashiki — Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que ou eu a amo do jeito que ela é ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro que não deu certo. Um amigão me perguntou: “Quem decidiu publicar esse livro? ” Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.

ISTOÉ – Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
Shinyashiki — O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las.
São três fraquezas.
A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.

ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo. São quatro Loucuras da sociedade.

A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança.
Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards.
Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates.
O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.

ISTOÉ — Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
Shinyashiki — A sociedade quer definir o que é certo. São quatro Loucuras da sociedade.

 

Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo , trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: “Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz”. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da mortediz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

– A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
– A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
– A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
– Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo.

– O Difícil Conciliamento Extra e Intra-Gramado no Futebol

Como é difícil regular as relações entre alguns jogadores, treinadores, árbitros, e por que não, imprensa?

Cada vez mais existe um melindre muito grande. Nada pode, tudo se condena. Mas em determinados momentos, isso muda: tudo pode, nada se proibe

Os exemplos são inúmeros e constantes. Na década de 70, por exemplo, quando lendas vivas do futebol apitavam, se falava de tudo em campo. Ou alguém imagina um árbitro como Dulcídio Wanderley Boschilla, solicitando gentilmente para um jogador se levantar e não tentar simular penalidades? Era palavrão e xingamento em alta frequência… Mas com um detalhe: respeitosamente! Jogadores e Árbitros se ofendiam sim (e alguns até hoje), mas dentro de limites informais impostos pelas próprias categorias e até mesmo pela sociedade da época. Digo mais: se errava e acertava do mesmo jeito; tanto os jogadores como os árbitros. A parte física talvez seja a responsável, já que o futebol está competindo com o atletismo em muitos casos. O número de câmeras aumentou, além da tecnologia delas.

Hoje o futebol se tornou um negócio caro, e com isso a lealdade e respeito se modificaram. Os padrões são outros! Há 20 anos, o Flamengo terminava de jogar e o Zico falava com cada repórter em campo, pacientemente, um a um. É claro que o número de jornalistas aumentou, mas qualquer cabeça-de-bagre, hoje, só fala em “coletiva”. E esse mesmo Zico ou Sócrates ou Cerezo gozavam de carisma e talento inigualáveis graças ao respeito transmitido. As polêmicas se iniciavam e morriam nos gramados. Treinador era um figurante. Meramente figurante. Ou alguém acha que o vitorioso Lula, técnico do Santos, foi o responsável pelas grandes conquistas? Ele fazia parte de um grupo vencedor.

Digo isso pois vejo muitos treinadores protagonistas no futebol. Para esses, jogador é só um detalhe. Luzes e foco para a beira do gramado; pelo gestual, pelas broncas, caras e caretas; pelos protestos contra a arbitragem e pelas entrevistas polêmicas. Lá está o treineiro moderno, pautando muitas vezes a imprensa e rotulando irresponsavelmente pessoas.

Lembra do início do texto? Antes, se xingava e resolvia tudo em campo. Hoje, isso ocorre muito antes: quando do sorteio dos árbitros (a insatisfação é manifesta antes do apitador ser designado). Mas também principalmente no pós-jogo, onde treinador tem elenco de desculpas para a derrota, que vão do gramado ruim, da bola redonda ao árbitro suspeito.

Por fim: por 5 dias uma imoralidade se torna aceita por estouro no prazo. E pessoas honestas são rotuladas e fica por isso mesmo… Já diria (se não me engano o sociólogo Roberto da Matta – corrijam-me se estiver errado) de que o “futebol é um microuniverso da sociedade”. Pelo jeito, é mesmo! A Impunidade que o diga…

Na Inglaterra, haverá punição para contestações pré e pós-jogo, oficializadas desde a semana passada. Veja só, extraído de: http://www.cidadedofutebol.com.br/2009/08/2,11660,ARBITRAGEM+E+POUPADA+EM+MEDIDA+DA+FEDERACAO+INGLESA+.aspx

ARBITRAGEM É POUPADA EM MEDIDA DA FEDERAÇÃO INGLESA
Os árbitros ingleses terão momentos de paz, especialmente antes das partidas em que atuarão. Pelo menos é essa a garantia que a federação de futebol local (FA) busca conferir com o anúncio de um veto a jogadores, treinadores e dirigentes das principais agremiações do país.
 
Esses representantes não poderão fazer comentários sobre a arbitragem antes dos jogos. Durante, o cerco também estará mais fechado. As argumentações posteriores seguem permitidas, contanto que exista o mínimo respeito.
 
“Quaisquer comentários à imprensa em relação à escolha dos árbitros para as partidas não serão mais permitidos. Tais comentários antes dos jogos serão considerados impróprios e julgados de acordo”, diz comunicado da FA.
 
Durante os 90 minutos, presente no texto do regulamento, a orientação ao trio contestado pelos atletas era que houvesse um relato específico quando o mesmo sofresse de “assédio ou intimidação” de três ou mais jogadores. A partir de agora, os atletas estão impedidos de abordem os árbitros de “maneira confrontativa”.
 
“Declarações pós-jogo sobre árbitros e lances das partidas ainda são permitidos, desde que não sejam de natureza pessoal ou ataquem a integridade dos árbitros”, completa a nota da federação.
 
Um caso recente teria mobilizado tal postura da FA. Na temporada 2008/9, David Moyes, no comando do Everton, questionou a escalação do árbitro Mike Riley para a semifinal da Copa da Inglaterra no duelo diante do Manchester United: acusou-o de ser torcedor do clube do Old Trafford.
 
Os londrinos acabaram se classificando para a final ao vencer o confronto nos pênaltis, e Alex Ferguson, técnico do Manchester United, condicionou a não marcação de um pênalti a favor de sua equipe no tempo normal aos comentários de Moyes.

– A Gripe que Assusta!

Inegavelmente, a gripe suína está assustando. Boataria, números falsos, pânico e outras coisas que desconhecemos ajudam a criar esse clima de medo.

O vírus está entre nós, circulando livremente. Imagine quantas pessoas estão contaminadas e não sabem?

Para tranquilizar: quantas pessoas se contaminaram e já sararam… e talvez nem saibam?

A Gripe Suína é a farra dos hipocondríacos; isto é fato. Mas o susto continua. Hoje, o pediatra da minha filha (Dr Aderbal, renomado pediatra de Jundiaí) disse que pelo consultório dele já passaram 14 casos confirmados e 1 a confimar.

E o que fazer? Enclausurar-se em casa? E o dia-a-dia?

Claro, deve-se ter precaução e prevenção. Lavar as mãos; evitar lugares de risco; higienizar-se bem; melhorar a alimentação… tudo isso ajuda. Mas se deve continuar a vida. A letalidade está em pessoas de baixa imunidade. Estas sim devem tomar cuidados redobrados, triplicados ou quadruplicados: Gestantes, crianças e idosos (além de pessoas com enfermidades).

Acabo de ler um “espirituoso cidadão” que escreveu: Se lavando as mãos com álcool o vírus da gripe suína foge, imagina ingerindo! Abstêmicos: tomar cachaça é uma questão de saúde pública!

Brasileiro brinca com tudo mesmo… Humor negro, mas há quem goste.

Vamos vivendo, com cuidado mas sem freiar o cotidiano.

– Volta às Aulas com muita Disposição

Ontem, reiniciamos as aulas na UniSant’Anna Salto. E é muito bom rever os alunos, professores e funcionários da casa.

Melhor ainda é ver e sentir a alegria dos formandos! Os alunos do Oitavo Ssemestre, nesta primeira aula, foram convidados a refletir sobre diversas situações desde a entrada na faculdade até esse semestre derradeiro.

Fiquei feliz com as respostas. Em suma, os alunos se mostram confiantes, realizados, conscientes de que são especiais e privilegiados; afinal, não é fácil estudar nesse país.

Como meu tempo é curto para repercutir as diversas respostas, destaquei uma que me chamou a atenção: foi, na verdade, um depoimento!

“Professor, tenho consciência de que sou abençoado por Deus por ter conseguido chegar até aqui. Passei quase 4 anos sem dinheiro e com ajuda de familiares e até de amigos. Graças a Deus, por causa da faculdade, consegui um bom estágio no começo do ano e acho que serei efetivado. Minha vida mudou muito, eu sei que me comporto diferente e as pessoas percebem. Meus pais são humildes e não fizeram nem primário, e sou um orgulho para eles (…) Pensei em desistir, mas alguns professores e muitos colegas sempre me animaram. Não vou me esquecer nunca para poder retribuir um dia. Tudo que aprendo eu compartilho com meus amigos, que crescem comigo também (…) Quero ser um profissional ético e cidadão, e estou no caminho certo (…). Sou um vencedor, que não conseguiu nada sozinho, mas sempre lutei e falta pouco para dividir meu diploma com as pessoas que eu amo.”

Precisa falar de algo mais?

– A Lavagem Financeira da Universal e a Briga contra a Folha de São Paulo

Que confusão e que mal estar a relação entre a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), de Edir Macedo, e a Folha de São Paulo!

Meses atrás, quando a Folha fez algumas matérias investigativas que não eram interessantes para o conglomerado da IURD, os fiéis começaram a entrar na justiça contra o jornal, alegando “perseguição religiosa”. Ninguém ganhou, mas o volume de ações foi grande…

Claro, houve um contra-ataque “oficial” da IURD: através da Rede Record, matérias contra a própria Folha.

Nessa terça-feira, o jornal traz em manchete de capa um esquema de lavagem de dinheiro da Igreja Universal, que funcionaria assim: O dinheiro sairia dos fiéis para a Igreja, que divide o montante em 2 empresas: Unimetro e Cremo. Delas, o dinheiro sai para as Ilhas Cayman e Ilhas do Canal, dois conhecidos paraísos fiscais, em nome de Investholding e Cableinvest. De lá, voltam ao Brasil através de empréstimos dessas mesmas empresas a pessoas de confiança e “laranjas”, que compram empresas, imóveis e aeronaves, além de investimentos na Rede Record.

Conclusão: Edir macedo e mais 9 pessoas da IURD denunciados!

Abaixo, matéria extraída do site Terra: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3916257-EI306,00-Edir+Macedo+e+mais+sao+denunciados+por+formacao+de+quadrilha.html

EDIR MACEDO E MAIS 9 INDICIADOS POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA

O bispo Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus são alvo de uma denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo entregue à Justiça, segundo informou a edição desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.

Os membros da Igreja são acusados pelos crimes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. A Universal disse à Folha que é alvo de perseguição.

Os promotores suspeitam de R$ 4 bilhões movimentados entre 2003 e 2008. Segundo a Folha, o dinheiro teria saído do País por meio de empresas e contas de fachada. Os valores teriam voltado ao País também por meio de empresas para contas de pessoas ligadas à igreja.

Os recursos teriam financiado a compra de emissoras de TV, rádio, financeiras, agências de turismo e aviões particulares.

A denúncia foi recebida pela 9ª Vara Criminal de São Paulo. O MP iniciou em 2007 uma investigação, na qual quebrou os sigilos bancário e fiscal da igreja, além de ter investigado o patrimônio de seus membros.

A igreja arrecada R$ 1,4 bilhão por ano com dízimos. O volume movimentado pela Universal entre 2001 e 2008 foi de aproximadamente R$ 8 bilhões. Apesar de não pagarem impostos, as igrejas devem declarar as doações.

– A Decisão de Schummi

Schummacher não voltará. Apesar do anúncio de que substituiria o piloto Felipe Massa até a sua recuperação, as supostas dores no pescoço que sente, fruto de uma queda de moto, o impedem de retornar a pista.

Seria legal ver como está sua competitividade frente os atuais pilotos. Mas o enredo é quase idêntico do último filme da série “Rocky Balboa”, de Sylvester Stallone. Um mito, alguém consagrado, ganhando dinheiro se divertindo contra um profissional. Entretanto, a vida não copiou a ficção.

Mas… cá entre nós: Com seus títulos e suas vitórias, valeria a pena arriscar sua vida (pois afinal, cada corrida é um grande risco) e por tudo a perder?

Se eu fosse o Schummi, não.

Mas como não sou, fica a frustração pelo não retorno.

– De Fotóptica à Fotótica

Uma das mais tradicionais empresas do ramo de ótica, a Fotóptica, planeja uma reestruturação muito grande. Adquirida por um grupo holandês, sua logo perderá o “p” e suas lojas terão outra disposição.

Inovar: esse é o novo objetivo da empresa!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/fototica-e-so-oticaa-empresa-ganha-novo-visual-risca-o-144880-1.htm

FOTÓTICA É SÓ ÓTICA

O dia 1 de julho foi especial para os funcionários da e da fábrica de Óculos, as duas redes adquiridas pelo grupo holandês hall investments, em 2007. Mais de 200 pessoas, entre gerentes e coordenadores de lojas, se reuniram na cidade paulista de Águas de São Pedro para se despedir das antigas marcas e dar boas-vindas a uma rede unificada e pronta para cres­cer.

A partir de agosto, as fachadas das 105 lojas das duas empresas tra­rão o nome Fototica, sem o p que sempre foi característico da marca. O plano de gestão estratégica integrada foi apresentado a profissionais recém-chegados e aos antigos de casa, que não esconderam a comoção em dizer adeus às empresas mais tradicionais do segmento no País. “foi uma espé­cie de ano novo para todos que esta­vam ali, principalmente para os profissionais com mais de 20 anos de empre­sa”, conta Marcello Macedo, CeO da nova companhia.

O critério para a escolha da identidade corporativa foi a força da marca no mercado nacional. Nesse quesito, a fototica, presente no mercado paulista desde 1920, ganhou disparada, mas vai passar por um pro­cesso de rejuvenescimento. Amudan­ça vai além da perda da letra “p” em seu nome. Os serviços de revelação de fotografia, oferecidos há décadas, serão abandonados gradualmente até o final deste ano.

O foco agora é a venda de óculos para consumidores da classe média. “assumimos duas empresas sem foco, nas quais clientes podiam adquirir celular, revelar fotos e comprar lentes. agora seguiremos com o que nos dá mais lucro a longo prazo”, afirma Macedo. Segundo ele, toda essa diversidade de serviços denotava a ausência de estratégia clara para as empresas. “No setor de revelações, as redes competiam até com hipermercados e sites. Não havia como levar isso adiante por muito tempo”, diz o executivo.

O estudo de reestruturação, feito com a ajuda das empresas Synovate, TNS e Brander, mostrou o caminho que a companhia deveria seguir. O processo de mudanças consumiu investimentos de R$ 30 milhões em ações de marketing e na realização de pesquisas de mercado para desvendar o que os brasileiros esperam de uma empresa de ótica. Também foi defini­do um novo layout de lojas, que deve ser implantado a partir de agosto. Por enquanto, há uma loja piloto no Shopping Villa-lobos, em São Paulo.

O novo conceito engloba um espaço especial para crianças, consumidores de lentes de contato e uma ambienta­ção mais minimalista, sem tantos pro­dutos e cartazes de informação. Em cada uma das lojas consultores espe­cializados ajudarão os clientes a esco­lher óculos de acordo com o tipo físi­co, idade e estilo. essa estratégia, que já existia em alguns endereços, foi reforçada com o treinamento de 70% dos mil funcionários da compa­nhia.

Outras inovações são a central de atendimento ao consumidor via telefone e a implantação de um CRM para fidelizar os clientes. as ações do programa de relacionamento serão feitas por meio do novo cartão Fototica Mania. “Não adianta ter marcas fortes sem saber usá-las. Estamos profissionalizando a maneira de gerir os negócios e queremos lucrar mais com isso”, afirma Macedo.

A expectativa é de que os esforços rendam bons frutos ainda neste ano. companhia projeta um aumento de 20% de sua receita em relação a 2008, quando o faturamento fechou em R$ 160 milhões. O mesmo plano de expansão é seguido pela Pearle, hol­ding que cuida das empresas de ótica do grupo holandês em outros países da América Latina.

No mundo, a empresa possui três mil lojas e cerca de 8,6 mil funcionários, muitos trazidos de redes adquiridas nos últimos três anos, como foi o caso da Fototica. Por aqui, a marca pretende ganhar espaço com a abertura de lojas próprias e franquias e com a compra de concorrentes fortes no mercado nacional. Aintenção é ter 500 lojas até 2012, espalhadas pelas principais capi­tais brasileiras. “até dezembro deve­mos comprar mais uma rede de óti­cas no País”, anuncia Macedo.

– As Novas Áreas da Administração de Empresas em 2020.

Muito interessante uma matéria recente da Revista Época sobre as profissões do futuro. Na área da Administração, por exemplo, o texto sugere que em 2020 haverá novas áreas de atuação, adaptadas à realidade do período, além de novas características dos profissionais.

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EMI74056-15223,00.html

PROFISSIONAIS DO FUTURO NÃO VÃO PODER PARAR DE ESTUDAR

Você já ouviu falar de um gerente de ecorrelações? É o sujeito encarregado de desenvolver programas ambientais da empresa em parceria com ONGs, governos e comunidades locais. O cargo praticamente não existe hoje. Mas deverá ser comum em 2020, dada a preocupação com o meio ambiente, segundo um estudo do Programa Profuturo, da Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo. O estudo aponta várias profissões que mal existem agora e deverão estar em voga em 2020 (leia sobre dez delas no quadro abaixo). As previsões se baseiam em algumas mudanças na economia e na sociedade brasileiras: uma população mais velha (que demanda serviços específicos), a evolução da tecnologia e das comunicações, a necessidade do aperfeiçoamento contínuo de profissionais, o imperativo da inovação num mundo mais competitivo. Essas mesmas pressões vão afetar as carreiras tradicionais – talvez até o modo como encaramos a profissão. Eis as principais tendências.

Mais vida, mais trabalho
Com a queda nas taxas de natalidade, haverá menos jovens para ingressar no mercado de trabalho. Por isso, as empresas vão precisar das pessoas por mais tempo – pelo simples fato de que não terão como substituí-las. E as pessoas também vão precisar das empresas. Com o aumento da longevidade, a conta da aposentadoria fica mais complicada: teremos mais anos pela frente, e a maioria de nós terá de trabalhar até mais tarde, para poupar mais. Isso não quer dizer que os mais velhos ficarão em cargos de comando eternamente. Num mundo governado pelas inovações, a pressão pela mudança na chefia é muito forte. Pode se fortalecer a tendência de os profissionais desenvolverem, a partir da meia-idade, a segunda ou a terceira carreira.
O profissional transversal
Há muito tempo, um profissional estudava durante quatro ou cinco anos e aquele conhecimento lhe bastava pelos 35 anos seguintes. Esse tempo acabou, e a pressão pela atualização – ou revolução completa – dos conhecimentos só tende a aumentar. No futuro, as carreiras mais promissoras não serão formatadas apenas num curso superior específico. “Serão profissões transversais, que cruzam diversos campos do saber”, diz James Wright, diretor do Profuturo. Elas vão exigir, além da formação acadêmica tradicional, um esforço extra para entender de outras áreas. “Só com educação continuada o profissional vai se manter no mercado”, diz a pesquisadora Renata Spers, também do Profuturo. “Além de altamente especializados, os trabalhadores de 2020 terão de ser generalistas.”
 
Horas extras, muitas horas extras…
A receita não é nova. Para subir na carreira, o profissional terá de trabalhar cada vez mais duro – incluindo horas extras e cursos noturnos. Numa economia que cresce mais que a força de trabalho, é necessário aumentar a eficiência. E aumentar a eficiência significa, em geral, trabalhar mais. O avanço tecnológico é uma faca de dois gumes: ele aumenta a produtividade, mas também aumenta a possibilidade de estar conectados com o trabalho o tempo todo.
…com qualidade de vida
Daqui a uma década, a geração nascida entre 1980 e 1990 chegará aos cargos de chefia. É uma geração que preza a qualidade de vida e o desenvolvimento pessoal. O que significará essa troca de bastão? É possível que as empresas se tornem menos hierarquizadas – bem de acordo com uma economia mais avançada, em que decisões precisam ser tomadas não apenas no centro do poder, mas em cada ponta – e que isso traga oportunidades de crescimento sem ascensão profissional. Em outras palavras, é provável que muita gente desista da carreira tradicional e opte por atividades menos exigentes, remuneradas mais modestamente. O trabalho remoto – facilitado pela tecnologia – pode evoluir, mas não muito. “O trabalho remoto serve para algumas profissões, mas a maioria das pessoas precisa da interação com os colegas para ter novas ideias e coordenar os esforços”, diz Wright, do Profuturo.
Terceirizados, com projetos
A nova geração é mais propensa a trabalhar com projetos, pulando de uma empresa para outra com ainda mais versatilidade que a geração atual. Grandes empresas já sentem os efeitos dessa mudança de comportamento em seus estagiários e trainees. Elas desenvolvem programas atraentes com planejamento de vários anos de carreira, e vários deles dizem que não querem ficar muito tempo numa empresa só, pois aprenderiam menos. O que se configura para o futuro são empresas com executivos extremamente valorizados e equipes variáveis, muitas vezes terceirizadas. Essa mobilidade dribla uma dificuldade atroz no mercado brasileiro: a rigidez da legislação trabalhista. Ao abrir mão da carteira assinada – que traz altos custos para o empregador –, o profissional receberá mais dinheiro por seu trabalho. Esses prestadores de serviço devem seguir uma tendência percebida no setor agrícola: a formação de cooperativas. “Dessa forma, o terceirizado deixa de ser mão de obra e se torna empresário”, diz Luiz Carlos Barboza, diretor técnico do Sebrae. O setor de serviços é um dos mais promissores para 2020. Outro aspecto apontado por Barboza é a implementação da Lei do Microeemprendedor Individual, que começará a vigorar em julho. Ela vai facilitar o crédito e simplificar os impostos. Segundo o Ministério do Trabalho, 10,3 milhões de pessoas sairão da informalidade, criarão negócios e gerarão empregos.
O avanço feminino
No Brasil, elas ingressaram em massa no mercado de trabalho na década de 1980. Mas até hoje não ascenderam em grande número aos postos mais graduados das empresas. Há vários motivos para essa disparidade, desde um suposto machismo no mundo do trabalho até as escolhas pessoais de um grande número de mulheres que prefere a vida doméstica ou um trabalho menos estressante. Certamente não é falta de competência, como mostra um estudo da consultoria americana Catalyst, especializada em pesquisa sobre mulheres no trabalho. A pesquisa constatou que as grandes empresas americanas com muitas mulheres em cargos de comando pagaram a seus acionistas dividendos maiores que as demais. Não será um bom motivo para contratar mais mulheres?
 
10 PROFISSÕES DO FUTURO
 
1- gerente de ecorrelações – adm para se relacionar com ambientalistas;
2- gerente de educação – visando o aumneto do nível de escolaridade dos empregados;
3- técnico em simplicidade – o desburocratizador;
4- coordenador de saúde – rh + medicina ocupacional;
5- conselheiro de aposentadoria – adm de estratégias futuras;
6- gerente de diversidade – voltado ao fim da discriminação no ambiente de trabalho;
7- historiador corporativo – buscando o resgate da filosofia organizacional;
8- diretor de inovação – misto de executivo e cientista;
9- infobiólogos – nova área de atuação;
10- gerente de e-commerce – já possuimos tais profissionais. 

– Meu Primeiro Dia dos Pais

Esse é meu primeiro Dia dos Pais. Me sinto orgulhoso, me sinto obrigado a ter responsabilidades, me sinto chefe do lar, me sinto comprometido com a segurança da minha filha… me sinto impulsionado a amar, a ensinar, a proteger.

Mas de tudo que sinto, não há porque esconder…

! ME SINTO FELIZ !

OBRIGADO, SENHOR, PELA MINHA FAMÍLIA

ilumina, ilumina
Pe. Zezinho scj

Minha prece de pai
É que meus filhos sejam felizes.
Minha prece de mãe
É que meus filhos vivam em paz.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!
Nossa prece de filhos
É prece de quem agradece.
Nossa prece é de filhos que sentem
Orgulho dos pais.
Que eles trilhem os teus caminhos!
Louvem e sejam louvados!
Sejam recompensados!
Ilumina, ilumina
Nossos pais, nossos filhos e filhas!
Ilumina, ilumina
Cada passo das nossas famílias!
Minha prece, ó Senhor,
É também pelos meus familiares.
Minha prece, ó Senhor,
É por quem tem um pouco de nós.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!
Nossa prece, ó Senhor,
É também pelos nossos vizinhos,
Por quem vive e trabalha e caminha,
Conosco, Senhor.
Que eles achem os seus caminhos!
Amem e sejam amados!
Vivam iluminados!

FELIZ DIA DOS PAIS

 A TODOS NÓS

– A Popularização do Iogurte e a Transformação da Marca Danone

Morreu Daniel Carasso, fundador da Danone. Mas sua história (103 anos) é um verdadeiro case de sucesso, desde a transformação do conceito da bebida iogurte até as ações mundiais da empresa.

Compartilho abaixo, extraído de: ttp://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2009/05/22/daniel+carraso+pioneiro+do+iogurte+morre+aos+103+anos+6286901.html

Daniel Carasso, que ajudou a transformar o iogurte, de uma obscura comida étnica, em um artigo de consumo internacional por meio da marca Danone, na Europa, e Dannon, nos EUA, morreu neste domingo, em sua casa em Paris. Ele tinha 103 anos.

A morte foi anunciada pelo Grupo Danone, da qual Carasso era presidente honorário.

A Danone deve quase tudo a Carasso, incluindo o nome. Quando seu pai, Isaac, criou o iogurte em Barcelona, em 1919, ele o nomeou por causa de seu filho, cujo apelido em Catalão é Danon, ou Danny.

Dessa pequena operação inicial, Daniel Carasso desenvolveu um negócio global, começando na França em 1929, expandindo para os EUA durante a Segunda Guerra Mundial e eventualmente atingindo mercados tão amplos como o México, o Brasil e Marrocos. “Meu sonho era tornar a Danone uma marca mundial”, disse ele em uma coletiva de imprensa em abril, ao celebrar o 90º aniversário da Danone.
Carasso nasceu em Thassalonika, na Grécia, onde a família sefaradi tinha quatro séculos de vida, logo depois que os judeus foram expulsos da Espanha. Em 1916, seu pai levou a família de volta à Espanha, onde ficou perturbado pela alta incidência de distúrbios distúrbios intestinais, especialmente entre crianças.
Isaac Carasso começou a estudar o trabalho de Elie Metchnikoff, o microbiólogo russo que acreditava que o corpo humano poderia estendido ao introduzir lactobacilos, encontrados no iogurte e no leite coalhado, no sistema digestivo. Usando culturas desenvolvidas pelo Instituto Pasteur em Paris, Isaac começou a produzir Danone.
Naquela época, o iogurte era exótico. Embora uma comida tradicional na Grécia, no Oriente Médio e no sul da Europa e grandes partes da Ásia. Em todos os outros locais, ele era conhecido apenas por uma pequena parte da população de pessoas da moda saudável. Primeiro, o Danone foi comercializado como uma comida saudável e vendido sob prescrição, em farmácias. Gradualmente, ele encontrou vantagem por ser um produto do leite que não estraga no calor.

Em 1923, Daniel Carasso se inscreveu na escola de administração em Marselha e, o melhor para entender o iogurte, participou de um curso de treinamento em bacteriologia, no Instituto Pasteur.

Em 1929, ele estabeleceu a bandeira da Danone na França, bem no momento em que a economia mundial estava em queda. “Eu mal percebi que havia uma crise financeira nascendo ao meu redor”, disse ele na coletiva de abril. “Eu estava muito concentrado em tentar encontrar lojas laticínios para vender meu produto”.

Seus esforços foram recompensados, pois os franceses aderiram a essa comida moderna, mas em 1941, a chegada dos nazistas o forçou a fugir para os EUA. Lá ele formou uma parceria com dois amigos da família, Joe Metzger, negociante espanhol nascido na Suíça, e seu filho Juan, cujo talento para comercializar tornaria a Danone um nome familiar nos EUA.

Carasso e Metzgers compraram a Oxy-Gala, uma pequena companhia grega de iorgurte, no Bronx, e em outubro de 1942 começaram a produzir iogurte sem sabor em garrafas de vidro de quase meio litro, sob o nome americanizado de Dannon.

Os consumidores pagavam 11 centavos e uma garantia de três centavos. Juan ficou desapontado com os ganhos. “Conseguimos apenas US$ 20 por dia, mas mesmo assim ainda éramos a maior das duas companhias no mercado”, disse Juan Metzger, que morreu em 1998, à revista People, em 1980 (Joe Metzger morreu em 1965).

A pequena empresa operou com baixos custos até 1947, quando, entregando-se ao gosto dos americanos por doce, geléia de morango foi adicionada ao iogurte. As vendas dispararam, novos sabores foram adicionados a linha de produtos, e o iogurte Danone deu um salto dos produtos especiais para uma refeição ligeira e sobremesa. Em 1959, a companhia comprou a Beatrice Foods.

Carasso retornou à Europa após a guerra, para recomeçar a Danone na Espanha e na França. Então ele embarcou em uma campanha agressiva para estender os negócios estabelecendo fábricas da Danone em outros países e surgindo com outras empresas de alimentos. Ele adquiriu a companhia de queijo fresco Gervais, em 1967, e, em 1973, uniu-se com a fabricante de garrafas BSN, que tinha interesse em expandir seu lado alimentício de seus negócios.

A nova companhia, BSN-Gervais Danone, comprou a Danone da Beatrice Foods, em 1981, e mudou seu nome para Grupo Danone, dois anos depois. Um dos maiores conglomerados alimentícios da França, com uma revenda de quase US$ 19 bilhões em 2008, está em primeiro lugar no ranking de vendas de produtos do leite frescos e a segunda em vendas de água engarrafada e comidas de bebê. Carasso deixou uma filha, Marina Nahmias, quatro netos e seis bisnetos.

 

 

 

 

 

 

– Brasil Terá Exclusividade na Fabricação do Tucson

Essa notícia é muito boa: a Hyundai anunciou que a produção mundial do seu veículo Tucson será integralmente no Brasil, num investimento de R$ 1,2 bi!

Extraído de: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200908071524_RED_78287955

CAOA ANUNCIA R$ 1,2 BI PAA FÁBRICADA HYUNDAI

O presidente do grupo Caoa, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que representa a montadora Hyundai no Brasil, anunciou nesta sexta-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva investimento de R$ 1,2 bilhão, com a geração total de 1.450 novos empregos formais, para a produção do utilitário esportivo Tucson em território nacional. Os recursos começarão a ser aplicados entre o final deste ano e 2011 e serão divididos em R$ 400 milhões em logística, R$ 400 milhões para a produção de 60 mil unidades por ano e outros R$ 400 milhões para a ampliação da capacidade de montagem para até 100 mil unidades.

“Dobramos o investimento (no País) este ano e vamos fazer um novo investimento para a gente partir para 100 mil veículos por ano”, afirmou Oliveira Andrade. A planta está localizada na cidade de Anápolis, em Goiás.

“Hoje a fábrica tem mais de 150 mil metros quadrados de área construída e está apta, totalmente robotizada, e pronta para fabricar o Tucson. Estamos contratando 950 funcionários para, em dezembro, lançarmos o novo Tucson, o Tucson nacional. Ele deixa de ser produzido na Coreia (do Sul) e vai ser produzido exclusivamente no Brasil”, afirmou Andrade.

Os outros 500 empregos serão gerados a partir da necessidade de se atualizar a logística de montagem do utilitário esportivo. “São 1450 empregos que serão criados até o fim do ano e isso está sendo implantado a todo vapor”, declarou.

“O Tucson é um carro muito bem adaptado para o Brasil. Atualmente estamos vendendo uma média de 3 mil veículos desse por mês. É um carro muito bem aceito”, avaliou o executivo, confirmando que, com a expansão da produção, a Caoa deve exportar o modelo para países da América Latina e da África.

“Ele está saindo de linha na Coreia e entrando aqui no Brasil, e as vendas estão crescendo. Todos os distribuidores da América Latina estão ansiosos por pegar esse carro. Há muita chance de a gente exportar para a América Latina e para a África, quando tivermos excedente no nosso mercado”, comentou.

“Temos condição de chegar mais ou menos a 60 mil veículos (em 2010), e a maior parte da produção será consumida no País. O excedente será exportado. Vamos já investir no aumento da produção pensando na exportação. A partir de dezembro é que vamos começar a produção do Tucson nacional e aproximadamente em meados do próximo ano estaremos fabricando nessa fábrica 60 mil veículos por ano, entre o caminhãozinho HR e o Tucson”, disse.

– Máfia do Apito: Mal Entendindo ou Impunidade?

Em 2005, houve o já conhecido e discutido escândalo no futebol brasileiro marcado pelo nome de “Máfia do Apito”.

As esferas da Justiça Desportiva puniram os responsáveis (ao menos, alguns dos citados). Entretanto, na Justiça Comum, ontem, um dos desembargadores pediu mais prazo para dar prosseguimento ou arquivar o processo. Outro desembargador chegou a declarar, em outras palavras que manipular resultados de uma partida de futebol não é crime, muito menos fomação de quadrilha.

Ora, se os acontecimentos não se configuram em crime, os resultados anulados no Campeonato Brasileiro foram indevidos. As partidas que tiveram que ser jogadas novamente, inválidas. Mais: Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon foram vítimas do escracho social e deveriam retomar suas carreiras na arbitragem! Quem sabe pedir indenização ao STJD!

É o samba do crioulo doido. Lamentavelmente. Alguém disse e é verdade: estamos a um voto da impunidade… não só da impunidade, mas da desmoralização das instituições da Justiça Brasileira.

DECISÃO DA MÁFIA DO APITO É ADIADA,

por Bruno Dieiro (OESP, Cadero Esportes, pg 04, 07/08/09.

SÃO PAULO – O escândalo de arbitragem que abalou o futebol brasileiro há quatro anos está a um voto da impunidade. Após decisões favoráveis de dois desembargadores, o arquivamento do caso que ficou conhecido como Máfia do Apito só não foi concluído nesta quinta-feira, no Tribunal de Justiça de São Paulo, porque o terceiro magistrado, Christiano Kuntz, pediu um prazo maior para análise.Até terça-feira, Christiano Kuntz decidirá se vai revelar seu voto ou se pedirá que o processo seja retirado da pauta por tempo indeterminado. Caso o desembargador opte por mais uma votação, a questão será definida na sessão da próxima quinta no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Para que processo prossiga, é necessário que Christiano Kuntz vote contra o trancamento da ação e que ao menos um dos outros dois desembargadores, Fernando Miranda e Francisco Menin, mude de ideia. Ao justificarem seus votos favoráveis ao arquivamento, Fernando Miranda e Francisco Menin alegaram que o caso não possui legislação específica e não pode ser tratado como estelionato e formação de quadrilha.

Revelada em outubro de 2005, a Máfia do Apito foi um esquema que envolveu árbitros de futebol e golpistas de sites de aposta durante o Campeonato Brasileiro daquele ano. Após confirmar a manipulação de resultados, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD, sob a presidência de Luiz Sveiter, remarcou 11 partidas da competição e puniu os árbitros Edílson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon com o afastamento definitivo do quadro da CBF.

– A ilha da Fantasia

Para muitos, Brasília é a ilha da fantasia, devido a politicagem que lá ocorre, ao invés de simplesmente política.

Mas acho que Brasília deve ser também um mundo a parte. Enquanto os principais jornais do país noticiam a discussão acirrada entre os senadores e a crise do Senado, o Correio Braziliense ignora tudo isso e diz: “Inflação cai no DF”.

Ué, o Senado não é justamente lá? Por que tal fato é ignorado?

Justamente por um motivo: Corrupção envolvendo políticos já não é mais notícia… Faz parte do dia-a-dia!

– Bullying: Problema Sério Ignorado pelas Famílias

É cada vez mais sério o problema de bullying nas escolas brasileiras. Bullying é o ato de colocar apelidos, rotular ou gozar de outrém, principalmente às crianças. Estas, constrangidas, tendem a diminuirem o rendimento escolar, se introverterem e sofrerem caladas.

Parece coisa simples ou boba, mas na cabecinha de uma criança não é assim que funciona. Vira trauma. Se para os adultos já é difícil passar por essa situação, imagine aos adolescentes?

Agora, novos estudos se direcionam ao tratamento do bullying, extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1196656-5603,00-BULLYING+PASSA+A+SER+ACOMPANHADO+POR+PEDIATRAS+NOS+ESTADOS+UNIDOS.html

Bullying passa a ser acompanhado por pediatras nos Estados Unidos

Especialistas querem acompanhar tanto vítimas quanto agressores. Ideia é tentar achar maneiras de prevenir e corrigir comportamento.

Perri Klass Do ‘New York Times’

Na década de 1990, realizei exames físicos em um garoto da quinta ou sexta série da rede pública de ensino de Boston (Costa Leste dos EUA). Perguntei a ele qual era sua matéria preferida: ciências, definitivamente. Ele tinha ganhado um prêmio na feira de ciências e iria competir em uma feira com várias outras escolas.
O problema é que havia algumas crianças na escola perturbando-o diariamente por ele ter ganhado a feira de ciências. Ele era provocado, empurrado e, ocasionalmente, até agredido. A mãe do menino balançou a cabeça e se perguntou se a vida dele seria mais fácil se ele deixasse para lá essa coisa de feira de ciências.
O “bullying” (assédios e provocações) produz reações fortes e altamente pessoais. Eu me lembro do meu próprio sentimento de ofensa e identificação. Ali estava uma criança bastante inteligente, amante da ciência, possivelmente um futuro (insira aqui seu gênio favorito), atormentado por brutos. Isso foi o que fiz pelo meu paciente: aconselhei a mãe a telefonar para o professor e reclamar. Encorajei o menino a seguir com seu amor pela ciência.
Essas são três coisas que eu sei que deveria ter feito: não contei à mãe que o bullying pode ser evitado, e que isso depende da escola. Não chamei o diretor ou sugeri que a mãe o fizesse. Não pensei um segundo sequer nos provocadores, e qual seria o prognóstico para a vida deles.

Contra os bullies
Nos últimos anos, pediatras e pesquisadores dos Estados Unidos têm dado aos bullies (provocadores) e suas vítimas a atenção que, há tempos, eles merecem – e recebem na Europa. Ultrapassamos a ideia de que “crianças são assim mesmo”, de que o bullying é uma parte normal da infância ou o prelúdio de uma estratégia de vida de sucesso. Pesquisas descrevem riscos no longo prazo – não só para as vítimas, que podem ter mais tendência a sofrer de depressão e pensamentos suicidas, mas aos próprios provocadores, que têm menos probabilidade de concluir os estudos ou se manter no trabalho.
No mês que vem, a Academia Americana de Pediatria irá publicar a nova versão de uma diretriz oficial sobre o papel do pediatra na prevenção da violência entre os jovens. Pela primeira vez, haverá uma seção sobre o bullying – incluindo uma recomendação para que escolas adotem um modelo de prevenção, desenvolvido por Dan Olweus, professor e pesquisador de psicologia da Universidade de Bergen, Noruega. Ele foi o primeiro a estudar o fenômeno do bullying escolar na Escandinávia, na década de 1970. Os programas, disse ele, “funcionam na esfera escolar, de classe e individual; eles combinam programas preventivos e lidam diretamente com as crianças identificadas como provocadoras, vítimas, ou ambos”.
Robert Sege, chefe do ambulatório de pediatria do Boston Medical Center e principal autor da nova diretriz, afirma que a abordagem de Olweus concentra a atenção no maior grupo de crianças, aquelas que observam a tudo. “A genialidade de Olweus”, disse ele, “é que ele consegue reverter a situação da escola. Assim, as outras crianças percebem que o provocador é alguém com problemas em controlar seu próprio comportamento, e a vítima é alguém a quem eles podem proteger”.
O outro autor, Joseph Wright, vice-presidente sênior do Children’s National Medical Center, em Washington, e presidente do comitê da academia pediátrica de prevenção à violência, observa que um quarto de todas as crianças relata ter se envolvido em bullying, seja como provocador, seja como vítima. Proteger as crianças de lesões intencionais é uma tarefa central para pediatras, disse ele, e a “prevenção do bullying é um subconjunto dessa atividade”.

Repetição
Por definição, o bullying envolve repetição. Uma criança é repetidamente alvo de provocações ou ataques físicos – ou, no caso do chamado bullying indireto (mais comum entre garotas), rumores e exclusão social. Para um programa antibullying de sucesso, a escola precisa entrevistar as crianças e descobrir os detalhes – onde e quando isso ocorre. Mudanças estruturais podem ajudar a lidar com lugares vulneráveis – o cantinho do playground fora da vista, o portão de entrada da escola na hora da saída.
Então, disse Sege, “ativar os observadores” significa mudar a cultura da escola; através de discussões em sala, encontro de pais e respostas consistentes a cada incidente, a escola deve transmitir a mensagem de que o bullying não será tolerado.
O que eu devo perguntar na hora do check-up? Como vai a escola, quem são seus amigos, o que você faz no recreio? É importante abrir a porta, especialmente para as crianças na faixa etária mais provável para o bullying, para que vítimas e observadores não tenham medo de falar. Os pais dessas crianças precisam ser motivados a exigir que as escolas ajam, e os pediatras provavelmente precisam estar prontos para falar com o diretor. Nós devemos acompanhar a criança, a fim de garantir que a situação melhore, além de verificar a saúde emocional dela e buscar ajuda, se necessário.
E ajudar os provocadores, que também são, afinal, pacientes pediátricos? Alguns especialistas temem que as escolas simplesmente suspendam ou expulsem os agressores, sem prestar atenção a uma forma de ajudá-los e às suas famílias a aprender a viver de outra forma. “As políticas de tolerância zero das escolas distritais estão, basicamente, empurrando o problema para frente”, disse Sege. “Temos de ser mais sofisticados.”
A forma como entendemos o bullying mudou, e provavelmente mudará ainda mais. Por exemplo, nem mencionei o cyberbullying. No entanto, todos que trabalham com crianças precisam começar com a ideia de que o bullying tem consequências a longo prazo e é evitável. Eu ainda sentiria a mesma raiva, em nome do meu paciente vencedor da feira de ciências, mas agora eu vejo seu problema como uma questão pediátrica – e espero ser capaz de oferecer um pouco mais de ajuda, um pouco mais de acompanhamento, com base apropriada em pesquisas científicas.

– Radicalismo do Taliban

Algumas coisas assustam e nos fazem crer que a democracia será impossível em alguns lugares; por exemplo, no Afeganistão. Há quanto tempo os americanos estão por lá, e há quanto tempo os problemas persistem?

Veja essa curiosa matéria do Jornal da Tarde, edição 04/08/2009, pg 12A:

“O Taleban advertiu os afegãos de que a posse de celulares com fotos de mulheres não familiares e de homens bonitos constitui crime contra o Islamismo e seus portadores serão duramente castigados”.

Dá para ter diálogo com pessoas desse tipo? Radicalismo puro…

– O Racha no Comando das Casas Bahia

Nunca é bom brigar no comando de empresas de grande porte. Sua divisão e enfraquecimento podem acabar com o negócio.

Compartilho a notícia de que os irmãos Saul e Michael Klein, herdeiros atuantes das Casas Bahia, finalmente chegaram a um acordo para a saída de um dos sócios da empresa. Motivo: Samuel Klein, o patriarca, escolheu seu sucessor por princípios judaicos.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/racha-comando-casas-bahia-489711.html

UM RACHA NO COMANDO DAS CASAS BAHIA

As Casas Bahia, maior rede de varejo de móveis e eletrodomésticos do país com faturamento anual de aproximadamente 14 bilhões de reais e 60 000 funcionários, acaba de realizar a mais importante mudança de estrutura societária de sua história. Saul Klein, filho do fundador Samuel e irmão mais novo de Michael Klein, presidente da empresa, está fora da sociedade.

Responsável pela área comercial das Casas Bahia e dono de um terço das ações da companhia, Saul vendeu sua parte para o irmão, que detinha também um terço. O terço restante continua nas mãos de Eva, irmã de Saul e Michael que vive nos Estados Unidos e não participa da administração da empresa. No mercado comenta-se que Michael recorreu a bancos e fundos estrangeiros para levantar os recursos. A empresa não comenta, mas estima-se que a parte de Saul valeria cerca de 4 bilhões de reais.

O principal motivo para saída de Saul teria sido a série de desentendimentos com o irmão sobre a condução dos negócios e também a decisão do pai de entregar o comando da empresa a Michael, o primogênito, como manda a tradição judaica. Saul é tido como um grande negociador. É ele quem conseguia preços e prazos junto aos fornecedores em condições mais vantajosas do que a concorrência. “O mercado confia nele e já sabe seu jeito de negociar. Vai ser difícil encontrar um substituto à altura”, afirma uma pessoa que trabalhou com a família.

A saída de Saul ocorre em um momento em que o relacionamento das Casas Bahia com os fornecedores tende a ficar mais difícil. A compra do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar criou, pela primeira vez, um concorrente com poder para ameaçar a liderança da família Klein no varejo de eletrônicos. “Até agora os fornecedores eram obrigados a aceitar as imposições das Casas Bahia, que eram líderes incontestáveis do mercado”, diz um concorrente. “O fortalecimento do Ponto Frio cria um canal que torna menor a dependência dos fabricantes em relação às Casas Bahia.”

Por outro lado, a saída de Saul elimina um foco de conflito dentro da empresa e abre espaço para que Michael busque um investidor de peso para a rede. O irmão mais novo sempre foi um crítico da sanha expansiva de Michael. A compra de lojas no Sul do país e o fechamento das mesmas poucos meses depois foi um dos pontos de atrito. “A briga entre os dois dividia a equipe e tornava inviável a entrada de um novo sócio”, diz um executivo do setor.

O momento das Casas Bahia não é dos melhores. Ainda que seu faturamento seja praticamente o dobro das operações de eletroeletrônicos do Pão de Açúcar somadas ao Ponto Frio, os resultados financeiros do grupo da família Klein estariam em queda nos últimos meses. A empresa é fechada e não divulga seus resultados, mas uma pessoa com acesso aos dados da rede diz que houve uma grande queda de receita financeira nos últimos anos.

O grande vilão da história seriam os cartões de crédito. Até 2004, as Casas Bahia não aceitavam pagamentos com cartões. O forte da rede era sua venda com carnês, com financiamento próprio. Cerca de 80% de sua receita seria proveniente da área financeira. Apenas 20% viriam do resultado da venda dos produtos. Com a disseminação dos cartões, que bancam vendas em até dez vezes sem juros, a rede passou a aceitar o pagamento com dinheiro de plástico. De 5% do total de pagamentos realizados em 2006, os cartões passaram a representar 40% das compras. E os ganhos financeiros não param de cair.

Já o destino de Saul Klein é incerto. O empresário não gosta de se expor, raramente é fotografado e ainda não anunciou o que vai fazer com os bilhões recebidos. Comenta-se que o caçula dos Klein poderia comprar uma concorrente menor das Casas Bahia e levar com ele boa parte da equipe de vendas da empresa fundada por seu pai. “O Saul conhece o mercado como poucos e tem muita credibilidade com os fornecedores. Dificilmente vai ficar parado”, diz um executivo que trabalhou com os Klein.

– A Vaga que não se Preenche

Quem milita no meio do Futebol, e principalmente na Arbitragem, sabe da importância do professor Gustavo Caetano Rogério e da força de suas palavras. Leio (um pouco tardiamente) a sua inspiradíssima coluna sobre os requisitos para se tornar árbitro de futebol, publicada em seu espaço mensal na Web, e corroboro plenamente com sua irônica “necessidade de contratação” do “ser humano perfeito” para o exercício desse cargo.

Sem dúvidas, um belíssimo e certeiro texto sobre a real condição da figura do árbitro de futebol, o qual compartilho abaixo com os amigos.

Extraído de: http://www.aagsp.com.br/coluna_gustavo.asp?id=62

PROCURA-SE UM HUMANO PERFEITO

As vagas estão abertas em todos os estados brasileiros, para admissão imediata e urgente, pois farão parte de quadros que requerem perfeição em todas as decisões e atitudes tomadas durante o exercício de suas funções.
Porém, destacamos que os inscritos que forem admitidos não poderão, em hipótese alguma, cometer falhas comuns aos seres humanos até então conhecidos, devendo, portanto, em toda e qualquer decisão ou atitude que vier a tomar ser entendido e aplaudido por todos que analisarem seu trabalho, bem como por todos os envolvidos durante a execução das funções.
Não poderá, seja em que situação for, ser “desmentido” por eventuais imagens gravadas de seu trabalho e se isto acontecer será afastado sumariamente e sem direito a nenhum tipo de contestação.
Terá que conhecer todas as regras e interpretações exigidas por seu trabalho e não terá razão mesmo quando quem o analisa delas nada saiba a respeito.
Como seu raio de ação na atividade é de aproximadamente 7.480 metros quadrados terá sempre que encontrar meios para ver tudo que acontece, sempre deverá estar ao lado do acontecimento principal e sempre, nestes momentos cruciais, acertar naquilo que se decidir a fazer.
Se nestas situações não estiver próximo e tiver a sorte de nada mais grave acontecer poderá, a critério de uma comissão, ser perdoado e voltar em trabalhos futuros.
Independentemente de sua atividade paralela, pois somente desta não conseguirá sobreviver, deverá treinar constantemente, pois será muito exigido em sua condição física durante o trabalho e deverá estar ciente que o tempo para tal treinamento é problema exclusivamente seu.
Além do acima destacado deverá sempre estar à disposição para reuniões de trabalho, receber “novas” instruções e sem que os “empregadores” se importem se terá tempo ou não.
Quando no exercício de sua função, mesmo acertando no que fizer, estará sempre correndo o risco de ser afastado por solicitação de terceiros, deverá respeitar tal decisão calado e uma comissão informará a todos que foi afastado para preservar sua imagem em ocasiões outras, pois nestas situações não será “demitido’ sumariamente, pois o “empregador” demonstrará compreensão.
Mesmo assim, e como ser humano perfeito, deverá sempre ter a inteligência suficiente para entender que, a critério das comissões, muitas vezes será preferível omitir-se numa decisão para “salvar” a si próprio e as próprias comissões. Enfocamos que “a critério das comissões”, pois será ou não punido dependendo de como será a repercussão do fato através dos interessados.
Se eventualmente for ofendido em sua honra após executar seu trabalho não deverá processar aos ofensores, pois, invariavelmente quem lhe ofenderá é exatamente quem lhe paga pela função exercida, e seu “empregador” ficará em situação incomoda se isto ocorrer.
Como ultima informação destaque-se que a função não terá salários fixos, não terá “carteira assinada”, e não fará jus a décimo terceiro salário ou férias.
Os seres humanos perfeitos interessados nas “facilidades” e reconhecimentos que lhes serão proporcionados pela função deverão, em seus estados, procurarem as Federações de Futebol e suas Comissões de Arbitragem para inscrição imediata.
Após aceitar as condições e entregar provas de trabalho, exames médicos e oftalmológicos, certidões negativas provando ser honesto e não ter nome sujo na praça, além de passar por uma pré seleção você poderá será aprovado.

FUNÇÃO: ÁRBITRO DE FUTEBOL
ET. O “anuncio” foi lançado mesmo sabedores de que todos nós somos humanos e obviamente nenhum candidato se apresentará, porém você que direta ou indiretamente trabalha, dirige, comenta, analisa ou assiste as partidas deste esporte precisa, cada vez mais entender que aquela figura por todos odiada é acima de tudo um SER HUMANO FALIVEL como você. Erros e acertos fazem parte da falibilidade humana e é a isto que lhes quero chamar a atenção.

– Pepsi compra dois grandes engarrafadores por US$7,8 bilhões

A Pepsico está decidida a brigar forte com a concorrência. Com a bilionária aquisição de 2 engarrafadoras, mostra uma agressividade não observada em outras empresas nesse período de retração econômica. Ponto para a sua presidente indiana, Indra Noory, a mulher forte dos negócios globais.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/pepsi-compra-dois-grandes-engarrafadores-us-7-8-bilhoes-489690.html

Pepsi compra dois grandes engarrafadores por US$7,8 bilhões

A Pepsi-Cola (PepsiCo), segundo maior fabricante de refrigerantes do mundo, acaba de adquirir a Pepsi Bottiling Group e a PepsiAmericas por 7,8 bilhões de dólares, segundo agência de notícias Bloomberg. A compra dos dois maiores engarrafadores de seus refrigerantes põe fim a uma negociação de três meses de duração e permite que a companhia poupe capital no serviço de engarrafamento de bebidas.

A fabricante se comprometeu pagar a quota de 36,50 dólares para a Pepsi Bottling e 28,50 dólares para a PepsiAmericas, metade em dinheiro e metade em ações. Os valores foram fixados com base no preço de fechamento das ações da companhia no dia 31 de julho. 

Os dois grandes engarrafadores adquiridos chegaram a negar uma oferta de 6 bilhões de dólares proposta pela PepsiCo no mês de abril. A quantia foi considerada muito baixa pelas duas empresas assediadas.

De acordo com a presidente da PepsiCo, Indra Noory, com a consolidação dos expertises de cada empresa, será possível angariar cerca de 300 milhões de dólares mediante economia de custos e receitas. Além disso, as negociações com varejistas, como o Wal-Mart, vão ser simplificadas.

– Açúcar Versus Álcool

O álcool brasileiro (etanol) é verdadeiramente um sucesso como biocombustível. O mundo quer a nossa tecnologia. Entretanto, os produtores brasileiros são extremamente duros na negociação e produção. Segundo o Caderno Agrofolha (capa), do jornal Folha de São Paulo desta última terça-feira, em alguns lugares da Grande SP o álcool combustíveis alcançou a incrível marca de R$ 1,439, enquanto a média pesquisada nos últimos 15 dias era R$ 1,257.

 

Tudo isso, segundo a matéria, se deve a exportação de açúcar. Comumente utilizada como desculpa, a entressafra do Álcool não é mais um problema, devido ao volume de exportação. Assim, os aumentos de preço se devem exclusivamente a venda do açúcar ao mercado externo.

 

Alguns números interessantes- a produção em 2008 era de: Álcool 52%, Açúcar 45,5%. Neste ano, a percentagem está estabelecida em: Álcool 40%, Açúcar 57,7%. Assim, a variação de preços fica ao belprazer dos usineiros e seus negócios com os estrangeiros…

– O Midiático Hussein

Que não se perca pelo nome! O presidente americano Barack Hussein Obama é realmente um fenômeno de mídia. A avaliação do seu governo, dentro dos EUA, cai mês a mês. Mas a sua popularidade aumenta. Como pode? Simples: ele consegue separar o carisma da competência da sua adminsitração.

Fora dos EUA, a sua imagem é excepcional. E alguns fatores o ajuda: ser o primeiro negro a assumir a Casa Branca, usar muito bem os meios de comunicação, ser do Partido Democrata, realizar inúmeras viagens internacionais e defender o diálogo.

Detalhe: apenas 48 anos, completos nessa terça.

Entretanto, os índices internos precisam melhorar, pois não há carisma que aguente tamanha crise americana…

– Brócolis???

Detesto brócolis. Mas tenho comido de-vez-em-quando justamente pela recomendação de muitos. E agora acabo de ler:  

Brócolis faz bem para o coração e previne osteoporose

Membro da família do repolho (crucíferas) o brócolis tem origem remota e protege contra várias doenças, inclusive o câncer. Contém vários componentes químicos, inclusive carotenóides e betacaroteno, substância que diminui o risco de câncer. Rico em antioxidantes, inclusive a vitamina C, o brócolis ajuda a melhorar a imunidade e a evitar doenças cardíacas e osteoporose. Também é repleto de ferro, que trata a anemia, e é uma rica fonte de fibras

Pela propaganda, e do jeito que vai, o brócolis estará para mim assim como o espinafre está para o marinheiro Popeye.

Mas confesso que cada vez que vejo brócolis pela frente me lembro de que gosto de picanha, pizza, lasanha…

Porque nem tudo que é bom é saudável, e vice-versa?