– A Crise Mundial faz Dono de Cachorro mudar para o Gato

Ontem, durante o Jornal Gente da Rádio Bandeirantes, o economista Joelmir Betting chamou a atenção para o fato de produtos destinados aos cães estarem sentindo muito a crise mundial. E o motivo, segundo o jornalista, seria que estão “migrando de cachorro para gato”. Gato é mais barato para se cuidar, e que a prova disso é o alto crescimento do mercado de produtos destinados aos felinos.

E não é que a “Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios” prova que isso é verdade?

Extraído de: http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1699796-2574,00.html

Mercado de produtos para gatos está em alta


Lisa Polloni e Rodolfo Miceli, dois executivos de São Paulo, estavam até pensando em mudar para um apartamento maior, a fim de conseguir mais espaço para ter um cachorro. “Foi aí que veio a ideia de criar um gato”, lembra Rodolfo. A esposa Lisa gostou da sugestão e, assim, há quatro anos, Tampinha e Tom entraram para a família. O apego aos bichos é tanto que Lisa, quando viajava ao exterior, voltava sempre com a mala cheia de mimos para os gatos. “Mas hoje não preciso mais fazer isso. Encontro vários produtos, tudo de primeira, aqui mesmo no Brasil”, diz ela.

Não é por acaso. Pela primeira vez, o mercado brasileiro de produtos para felinos cresceu mais que o de cães. Segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfalpet), as vendas de ração para gatos cresceram 11% no ano passado, chegando a 136 mil toneladas. O faturamento com alimentos para cães, por sua vez, teve retração de 1,5%. “Essa é uma tendência que veio para ficar e que se confirma também para outros produtos”, diz José Rapacci, diretor de ‘PetCare’ da Mars Brasil, fabricante das rações Whiskas, líder de mercado com 33,5% das vendas.

Mas, ao contrário do que se poderia imaginar, não foi o aumento da população de gatos a causa dessa expansão. Embora, nos últimos três anos, o número de criadores comerciais de gatos de raça tenha crescido 50%, segundo a Federação Brasileira do Gato, o Brasil continua com cerca de 10 milhões de gatos.

Na verdade, foi uma mudança no comportamento e no perfil dos donos de gatos que motivou o crescimento do mercado. Hoje, há mais pessoas nas grandes cidades que querem ter um mascote como companhia. Muitas escolhem o gato, um bicho prático de cuidar e que fica sozinho sem problemas enquanto o dono trabalha.

O paladar “requintado” dos bichanos é também outra vantagem do segmento. Em uma situação de crise, como a deflagrada no fim do ano passado, é fácil trocar a ração do cão por restos de comida. Foi por isso que o mercado de alimentos para cães caiu de 1,67 milhão de toneladas em 2007 para 1,64 milhão em 2008. Já o gato acostumado com ração, dificilmente deixa o alimento industrializado.

– De Sérgio Moraes, deveremos nos lembrar mais!

SÉRGIO MORAES, este é o nome do deputado federal a ser lembrado. Esse deputado gaúcho é presidente do Conselho de Ética do Congresso Nacional. O mais contraditório: ele queria fechar o conselho antes de assumir o cargo. Agora, defendendo o seu colega de partido Edmar Moreira (aquele que ficou conhecido como “deputado do castelo”, que construiu prédios com verbas indenizatórias), simplesmente, ao responder uma pergunta sobre o que a opinião pública acharia de uma não cassação do deputado Edmar, simplesmente, na cara-de-pau, respondeu: “Estou pouco me lixando para a opinião pública”.

E nem pede desculpas ao povo que o elegeu…

Pior: jogou a culpa na imprensa! Veja que absurdo, extraído de: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Pol%C3%ADtica&newsID=a2502261.xml

Deputado gaúcho volta a defender Edmar Moreira e criticar imprensa

Sérgio Moraes(PTB) é relator do processo de cassação de Edmar

Depois de gerar polêmica com repercussão nacional ao dizer que estava se lixando para a opinião pública, o deputado Sérgio Moraes (PTB) voltou a acusar a imprensa e defender o colega Edmar Moreira, que ganhou notoriedade por ser dono de um castelo de R$ 25 milhões. À tribuna da Câmara dos Deputados, em Brasília, afirmou:

A imprensa durante alguns meses vendeu para o país que o deputado Edmar Moreira havia comprado o castelo com dinheiro desviado aqui da casa. E, para a nossa surpresa, esse castelo existe há muitos anos, sr. Presidente, muito antes do deputado ser filiado a qualquer partido.

Moraes é relator do processo de cassação de Edmar, que é acusado de usar verba indenizatória em suas empresas de segurança e até agora tem dito que não há porque pedir a condenação do mineiro. No mesmo discurso mostrou novamente sua revolta contra a imprensa nacional.

E estou me lixando para o que escrevam em tantos outros jornais deste país, porque minha conduta política, de sete mandatos, não será desmanchada por um, dois ou três jornais que não pagam impostos, por redes (de TV) que usam o trabalho infantil nas telenovelas. Não têm moral para me puxar a orelha. 

O deputado gaúcho tem até o final do mês para apresentar o relatório sobre o caso de Edmar Moreira no Conselho de Ética. Com informações da Agência Brasil.

– Entendendo a Adulteração de Combustíveis, através de Exposição

Cada vez mais, os péssimos comerciantes que adulteram combustíveis apresentam novidades. Seja por solvente ou “litro de 0,9 L”, os audaciosos bandidos não se rendem. Por isso, a Prefeitura de SP (junto com outras entidades) apresentará uma didática exposição sobre “Como funciona a adulteração“, além das dicas para se evitar a compra de combustíveis adulterados.

Exposição revela a arte de adulterar o combustível

Fonte: Diário do Comercio

Prefeitura exibe tanque retirado de posto que vendia gasolina “batizada”. Objetivo é alertar a população.

por Rejane Tamoto

Tanque de combustível exposto em frente ao parque do Trianon: alerta aos consumidores.

Um dos crimes que mais atingem a população de São Paulo – que possui uma frota de 6 milhões de automóveis –, o de adulteração de combustíveis, virou tema de uma curiosa exposição na cidade.

Até amanhã, “um tanque com filhote” permanecerá exposto na avenida Paulista, em frente ao parque do Trianon. O diferencial deste tanque é que a parte maior, com capacidade para 30 mil litros, servia para armazenar combustível adulterado em um posto. Dentro dele, um pequeno tanque, de apenas 400 litros, guardava gasolina de qualidade.

“Trata-se de um tanque nunca visto em nenhum outro lugar do mundo. A exposição é didática e serve para que as pessoas compreendam o cuidado que devem tomar na hora de abastecer“, afirmou ontem o secretário municipal de Controle Urbano, Orlando de Almeida.

A peça já foi exposta na praça do Patriarca, na semana passada, e atualmente está na avenida Paulista. De lá, ele seguirá para o Parque do Ibirapuera, depois para o Largo de Pinheiros e outros locais que serão definidos pelas subprefeituras de Santana, Butantã, Santo Amaro, Mooca e Ipiranga. O tanque em exposição foi retirado do posto Portal do Jaguaré, na Lapa, em março.

Segundo Almeida, houve denúncias da população contra o estabelecimento e todo o processo de retirada e interdição levou três dias. “O tanque estava a 1,5 metro abaixo de um piso de concreto de 20 cm de espessura.”

De acordo com o secretário, quando chegavam os órgãos de fiscalização, os funcionários do posto trocavam o sistema de válvulas pneumáticas de um tanque para outro. Assim, a amostra recolhida era de gasolina de qualidade, que continha 26% de álcool. Quando um cliente abastecia, o sistema era trocado e vinha a gasolina adulterada, com 47% de álcool“, explicou.

Segundo Almeida, a melhor maneira de evitar abastecer em um posto com combustível adulterado é desconfiar do preço baixo, sempre pedir nota fiscal e ser fiel a um estabelecimento. “O preço é um critério importante. Nós vimos, por exemplo, que um posto vendia o litro do álcool a R$ 0,99. Mas o preço, na nota fiscal da distribuidora, era de R$ 1,08. Então, o combustível ou era roubado ou adulterado“, explicou.

Vistorias – Desde 2007 até agora, foram realizadas vistorias em 2000 postos de gasolina, que resultaram na interdição de 200 estabelecimentos que vendiam combustível adulterado. Em média, a Secretaria de Controle Urbano trabalha nessas operações duas vezes por semana, em convênio com a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

As ações contam com a participação de diversos órgãos municipais e também do governo do Estado, entre eles a Secretaria da Fazenda e a Polícia Civil. “Estas operações representam 40% das ações realizadas pela Secretaria”, afirmou Almeida.

O secretário explica que chega a ficar 5 horas dentro de um posto, em busca de irregularidades. A análise passa pela planta, e pela verificação de possíveis aberturas no piso, e também se há botões estranhos nas bombas ou fios nos compressores. “Na hora que descobrimos indícios, quebramos o piso”, conta.

Além de ficar sem o tanque, o posto é lacrado com 10 malotões, espécie de blocos de concreto de 800 kg, cada.

Outro caso emblemático ocorrido nos últimos 30 dias, segundo Almeida, é o de um posto localizado na rua Vergueiro com a avenida Lins de Vasconcelos, que possuía dois tanques de combustível aprovados e outros dois clandestinos.

Válvulas – “O caminhão depositava o combustível bom, que era desviado por um sistema de canos aos tanques bons. Se o combustível fosse ruim, havia uma saída para ele. Era um sistema de válvulas pneumáticas, que possibilitava a troca entre os tanques. Não conhecíamos outro como esse até quebrarmos o piso”, explicou o secretário.

Além de não pagar impostos, os postos que vendem combustível adulterado também poluem o lençol freático. “É um problema grave. Geralmente, um posto legalizado já possui um grau de contaminação 1. Num posto ilegal, a contaminação é de grau 10”, afirmou Almeida.

A Secretaria de Controle Urbano completou 100 dias de trabalho, mas ainda não foi oficializada. Até o final do mês, o prefeito Gilberto Kassab deverá encaminhar à Câmara Municipal um projeto de lei que cria o órgão. “Mesmo assim, estamos trabalhando a todo vapor”, disse. A secretaria, vinculada à Secretaria Municipal de Habitação, trabalha com 110 funcionários por meio de um decreto do prefeito.

Segundo Almeida, o objetivo da Secretaria de Controle Urbano será intensificar todas as ações de combate ao crime organizado. E elas não estão restritas à venda de combustíveis adulterados. “Atividades que servem para lavar dinheiro podem estar em boates que têm ligação com a prostituição, em lojas que vendem produtos contrabandeados e na pirataria”, afirmou.

– Orientações aos Árbitros do Brasileirão – séries A, B, C e D

Foi realizado no Rio de Janeiro, pela CBF, o Seminário de Abertura do Campeonato Brasileiro. Através da CA, Sérgio Corrêa da Silva passou orientações importantes aos árbitros que trabalharão nas quatro divisões. Não são novidades, mas pontos de atenção em concordância com as regras do jogo, que devem ser priorizados.

Abaixo, extraído do email distribuído pela própria CA:

Orientações passadas no Seminario de Abertura do Brasileiro 

Primeira
Pontualidade – Ingressar com 10 minutos antes do início programado
para a partida e dinamizar o máximo para que a partida inicie dentro
do horário determinado.
Segunda
Análise apurada dos denominados “carrinhos”, considerando a força
empregada, a velocidade, a posição do corpo do adversário e, acima de
tudo, o objetivo único que deve ser o de alcançar apenas a bola.
Atenção nestas jogadas.

Terceira
Atentar para a os infratores persistentes (um atleta de uma equipe usa
o sistema de parar o jogo com faltas táticas)e para o Rodízio de
faltas. O quarto árbitro tem participação fundamental e deve auxiliar
a arbitragem na marcação das faltas durantes a partida.

Quarta
Observar o denominado “agarra-agarra”, por meio de atitude preventiva
e firme, sem ameaça quanto à marcação dessa ou daquela falta.

Quinta
Observar na cobrança de pênalti: a “invasão da área”. No Seminário de
abertura enfatizamos que os árbitros estariam atentos. Considerando
que a “finta” é permitida, não deixem de observar os excessos
cometidos na invasão.

Sexta
Observação acerca da perda de tempo, que deve ser evitada com atitudes
firmes e dinâmicas, bem como sobre acréscimos “padronizados” (ex:
2min. no 1º e 3min. no 2º tempo).

 

– A Banda Estreita Brasileira

Sensacional a coluna de Silvio Meira, do Blog Dia-a-dia, Bit-a-bit. Além de inteligente e sarcástico, ele revela uma verdade: o brasileiro passa mais tempo na Web porque ela é lenta!

Extraído de: http://smeira.blog.terra.com.br/2009/05/07/banda-estreita-brasileiros-passam-muito-tempo-na-rede/

Banda Estreita: brasileiros passam muito tempo na rede

Toda vez que são publicados os dados sobre o uso da rede pelos brasileiros, o mesmo pensamento me assalta: será que passamos muito tempo na rede porque queremos realmente ficar lá… ou porque a rede, aqui, é tão lenta que nos obriga a ficar lá?…

a pergunta tem que ser feita porque, trocando o contexto pra trânsito e simplesmente olhando pras estatísticas de trânsito em são paulo, podemos chegar à conclusão que os paulistanos adoram engarrafamentos. pois bem: o megabit por segundo que comprominha casa, em recife, quase nunca chega a 500kbps. implicação? trazer um vídeo para casa pode levar horas; se eu quiser mesmo ver a coisa “agora”, acabo esperando e fazendo outras coisas, enquanto o tal conteúdo não chega. e ver um vídeo em tempo real é quase sempre impossível.

os dados de março para a web brasileira acabam de ser publicados pelo ibope/nielsen: mais de 38 milhões de pessoas tem banda “larga” em casa, contra uns 3 milhões que usam acesso discado. nossa média de tempo na rede, em março, foi de 26:15h, contra 25h do .UK e 24h do .FR e .DE. banda “larga”, pela definição, significa qualquer outra coisa que não “discada”. isso inclui meu megabit pela metade [no máximo] e coisas ainda mais lentas, às vezes na faixa de 128kbps.

não contem pra ninguém, mas segundo a OECD, a velocidade média de download, no japão, é quase 94 megabit por segundo, na frança e na coréia do sul, ao redor de 45mbps e, em portugal, mais de 12mbps. no brasil, a definição de banda larga tem que ser revisada para nearly always connected [ou NAO], ou seja, uma conexão que não é discada, mas é lenta e cai mais vez por outra do que gostaríamos.

pra gente ter uma idéia do que é a banda e larga do futuro bem próximo, a virgin media inglesa já começou os testes [em ambiente real, de uso] de conexões a 200mbps, capazes de transmitir IPTV de alta definição e de prover serviços de informação para casas e negócios como se os processadores e armazenamento remotos estivessem na sala ao lado… ou melhor: a rede interna da minha casa é “só” de 100mbps.

agora responda… ao tentar entender as estatísticas de horas de uso de web, no brasil, devemos concluir que ficamos muito tempo na rede porque queremos ou porque somos obrigados?…

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– Perdeu, tem Choradeira Mesmo

– Dói muito pela forma como aconteceu, com um gol no último minuto, com um árbitro comprado. Não sei se (Tom Henning) é um árbitro ou um ladrão – disse Bosingwa em entrevista à emissora de TV portuguesa “RTP”.

Não é mais exclusividade de brasileiro reclamar da arbitragem. Ontem, após a eliminação na Liga dos Campeões da Europa, o inglês Chelsea reclamou veementemente contra o árbitro norueguês. E foram fortes. Veja só mais frase de efeito pós-jogo:

Extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/liga_dos_campeoes/0,,MUL1111845-9849,00.html

O lateral português Bosingwa, do Chelsea, não mediu suas palavras e fez grave acusação contra o árbitro norueguês Tom Henning depois da eliminação de sua equipe pelo Barcelona, nesta quarta-feira, nas semifinais da Liga dos Campeões

– Dói muito pela forma como aconteceu, com um gol no último minuto, com um árbitro comprado. Não sei se (Tom Henning) é um árbitro ou um ladrão – disse Bosingwa em entrevista à emissora de TV portuguesa “RTP”.

O lateral afirmou que os jogadores do Chelsea estão muito tristes e que a partida contra o Barcelona, que terminou empatada em 1 a 1, foi muito disputada, e cada uma das equipes mostrou suas armas com diferentes estilos de jogo, até que Henning “estragou tudo”.

 Bosingwa cobrou o árbitro por não ter marcado quatro pênaltis que o Chelsea teria sofrido na partida e disse que a maneira como o norueguês dirigiu o duelo não foi a mais correta.

Este árbitro não devia voltar a apitar uma partida de futebol. O que aconteceu foi uma vergonha – vociferou o português.

Agora  outra matéria, extraída de: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=126&id_news=386663

O português José Bosingwa, jogador do Chelsea, acusou Tommy Ovrebo de ser «um árbitro encomendado» para prejudicar a sua equipa, após o jogo com o Barcelona (1-1) da segunda mão das meias-finais da Liga dos Campeões, na quarta-feira, que colocou os espanhóis na final, depois do 0-0 da primeira mão, em Espanha.

«Não sei se é árbitro ou se é ladrão», continuou o internacional português, visivelmente inconformado com o resultado, acrescentando que não encontra palavras «para descrever a pessoa que esteve em campo», no Estádio de Stamford Bridge, em Londres, capital do Reino Unido.

O ambiente no balneário do Chelsea é de «grande tristeza», pelas «grandes penalidade que não foram assinaladas», uma informação já avançada pelo treinador da equipa britânica, Guus Hiddink, que falou em «decepção e indignação», decorrente da sensação de terem sido «roubados» e de que «se cometeu uma injustiça».

Por norma, Hiddink dá «o benefício da dúvida aos árbitros», mas, no caso do norueguês Tommy Ovrebo, defende que foi protagonista «de três ou quatro lances susceptíveis de penalties», que deixou passar, nomeadamente o lance em que Malouda «foi empurrado dentro da área» e foi assinalada uma falta «fora da área», estando o árbitro «em boa posição para ajuizar», assim como a mão na bola de Piqué e Touré.

«Nunca vi uma actuação pior do que esta a um árbitro em toda a minha carreira», acusou o treinador, inconformado, «mas o futebol é assim» e «todos cometem erros, treinadores, jogadores e árbitros», portanto «há que respeitar», rejeitando entrar na «teoria da conspiração» por parte da UEFA, que, segundo alguma imprensa britânica, não queria ver novamente duas equipas inglesas na final da Liga dos Campeões.

– A Cachaça que deu Certo

Compartilho interessante case sobre a internacionalização da tequila, suas ações de marketing e demais estratégias para ganhar o mundo, além da comparação com as tentativas frustradas do Brasil de internacionalizar a cachaça.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0942/economia/cachaca-deu-certo-467344.html

A Cachaça que deu Certo

por Mariana Barboza

Entra ano, sai ano e os produtores brasileiros de cachaça anunciam planos de mostrar ao mundo o verdadeiro valor da bebida nacional. A cachaça, segundo eles, tem tudo para se tornar um item de destaque na pauta de exportações brasileira. A estratégia para isso é fácil de resumir. Um forte investimento na modernização das técnicas de produção aumentaria a qualidade da bebida. Uma campanha de marketing mostraria que a caipirinha não precisa ser consumida somente em restaurantes da comunidade brasileira. Finalmente, uma grande oferta de garrafas no chamado segmento premium, as mais caras, aumentaria as margens de lucro do produto nacional. Pois, passados todos esses anos, o tipo de cachaça exportado ainda é o que custa pouquíssimos dólares – e dá aquela dor de cabeça no dia seguinte. Missão impossível? A história de outro destilado latino-americano mostra que não. Em menos de duas décadas, a mexicana tequila conquistou o mundo.

No ano passado, as exportações de tequila para os Estados Unidos superaram pela primeira vez a marca de 1,5 bilhão de dólares. O volume de vendas dobrou em pouco mais de cinco anos, crescimento considerado impressionante. Esse crescimento foi impulsionado justamente pelas bebidas de preço mais alto, o que mostra que a tequila está na segunda etapa de sua consolidação internacional. Se antes era uma bebida destinada a jovens em festas universitárias, hoje é um concorrente dos mais sofisticados uísques e vodcas. As fabricantes vêm investindo fortemente nesse segmento. A José Cuervo, que se tornou a oitava maior fabricante de destilados do mundo em razão do sucesso da tequila, prepara em sigilo absoluto o lançamento de uma marca superpremium. Em 2008, a fabricante lançou no mundo inteiro, inclusive no Brasil, a José Cuervo Black, idealizada para competir com uísques 12 anos. Por aqui, a garrafa custava 72 reais. Em um mês, todo o estoque trazido ao país foi esgotado. Para quem ainda duvida que tequila e sofisticação combinam, um aviso: o destilado mais caro da história é uma tequila, a Ley .925 Ultra Premium. Há três anos, graças a um audacioso golpe de marketing, que incluiu garrafa de platina e detalhes de ouro, a bebida conquistou seu espaço no Guinness Book: foi vendida por 225 000 dólares.

Nos últimos anos, grandes grupos internacionais começaram, de forma tímida, a tentar repetir o feito de DeJoria com a cachaça brasileira artesanal. A pioneira foi a britânica Diageo, que comprou a marca Nega Fulô e passou a investir em sua divulgação no exterior. Alguns anos depois, a francesa Pernod Ricard lançou a cachaça Janeiro, exclusiva para exportação, com foco na Europa. Os volumes de exportação, porém, ainda são irrisórios (pouco mais de 100 000 garrafas por ano). “A cachaça premium ainda é desconhecida fora do país”, diz Eduardo Bendizius, diretor da Diageo. “Temos um longo caminho até torná-la um sucesso como a tequila.” Em 2001, a cachaça estava na lista de prioridades do Ministério da Agricultura, cuja meta era duplicar as exportações em dois anos. Passados oito anos, isso ainda não foi alcançado. O valor das vendas, que na época era de 8,5 milhões de dólares, em 2008 fechou em 16,4 milhões – 1 centésimo do total de exportações de tequila para os Estados Unidos.

– A Carteirinha que Morreu antes de Nascer

E a Carteirinha do Torcedor, instrumento idealizado meses atrás para acabar com a violência do futebol, morreu de vez, sem nunca ter oficialmente nascido. Entretanto, as novas medidas a serem votadas para implantação serão a caça aos cambistas (2 anos de cadeia), prisão de quem fizer baderna em arquibancada (1 ano) e suspensão de torcidas organizadas que praticarem violência (3 anos).

Agora vai…

Extraído de: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1111844-9825,00.html

Câmara dos Deputados não aprova carteira para torcedor de futebol

Texto, porém, é aprovado com pena de reclusão de um a dois anos para quem cometer atos de violência em estádios

A ideia do ministro dos Esportes, Orlando Silva Júnior, de obrigar todas as pessoas que frequentem estádios de futebol a apresentar uma carteira de torcedor não passou pela Câmara dos Deputados na quarta-feira. Os deputados aprovaram o texto que criminaliza atos de violência nos estádios, mas rejeitou a proposta do Executivo de implantar o cadastramento de torcedores.

O texto que segue para o Senado inclui, porém, o cadastramento de torcidas organizadas com exigência de ficha completa de todos os seus membros. Segundo o projeto, informa o jornal “O Globo” desta quinta-feira, a pena para quem cometer atos de violência em estádios é de um a dois anos de prisão e multa. Já as torcidas organizadas que participarem desses atos serão proibidas de frequentarem eventos esportivos por três anos.

Outra pena prevista no projeto é contra os cambistas, muito comuns em volta de estádios de todo país, especialmente em grandes eventos. A pena de reclusão neste caso é também de um a dois anos mais multa.

– O Pastor Coca-Cola abre seus Templos no Brasil

Segundo a Revista SuperInteressante, ed maio/2009, pg15-19, por Larissa Santana, enfim a Igreja Redeemed Christian Church of God (ou Igreja de Deus dos Cristãos Redimidos – nome a ser adotado oficialmente em português), chegou ao Brasil.

Dentro do mercantilismo da fé, esse conglomerado que compõe a igreja está em 117 países e com mais de 5 milhões de seguidores (é comparada na África ao fenômeno IURD, de Edir Macedo). Entretanto, a polêmica faz parte desta que é conhecida internacionalmente como “Coca-Cola das Igrejas“. Seu pastor, Enoch Adeboye, se orgulha do título de pastor Coca-Cola. Eleito uma das 50 pessoas mais influentes do mundo, disse que a multinacional de bebidas americanas projeta que em 2020 haverá ao menos 1 Coca-Cola na casa de cada família no mundo; assim também sua igreja terá nesta mesma época 1 fiel em cada lar no planeta.

A troco de 10% do dízimo, que deve ser rigoroso no pagamento, calcado em uma estrutura de comunicação formada por TV aberta, TV a cabo, Revistas, Rádios, Jornais, Universidades e empresas comerciais, a Igreja saiu da Nigéria e ganhou a Europa e EUA. Promessas de cura da Aids e prosperidade financeira chamaram a atenção de autoridades, preocupadas com o charlatanismo. Dentre seus milagres, alega dirigir seu carro sem combustível, por obra de Deus.

No Brasil, os primeiros templos serão abertos em Uberlândia, São Paulo, Rio de janeiro, Porto Alegre e Brasília, e deseja alcançar, veja só, 20 milhões de fiéis, tornando o país o mais convertido de sua Igreja no mundo.

– O Sigiloso Contrato da Gillete com a CBF

Segundo o Portal Exame, a Gillete será um dos grandes patrocinadores da CBF para a p´roxima Copa do Mundo. Extraído de Portal Exame (clique para link):

A Gillette, marca da multinacional americana Procter&Gamble, será um dos patrocinadores da Seleção Brasileira de Futebol na Copa de 2010.
O acordo de patrocínio será anunciado amanhã em São Paulo e é o maior investimento de marketing da marca no Brasil no ano fiscal que começa em julho e vai até junho de 2010. Os valores do contrato são mantidos em sigilo.

 

O patrocínio da seleção se alinha com a estratégia de marketing global da Gillette focada em futebol. Em 2005, a marca adotou David Beckham como garoto propaganda em todo o mundo. No ano seguinte foi a vez de Kaká, que até hoje estampa as campanhas do barbeador Mach3. Na última campanha (video abaixo) o jogador brasileiro forma um quarteto com  Tiger Woods, Thierry Henry e Roger Federer batizado como Gillette Champions. 

– A McBlitz nos McCafés

O Mc Donald’s investirá cada vez mais nas suas cafeterias, adaptadas em suas lanchonetes. Segundo o “blog dos 4 P”, acontecerá uma verdadeira blitz da empresa para adaptação e divulgação dos novos produtos, principlamente nos EUA

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/4p/listar1.shtml

Blitzkrieg do café
Por Daniel Hessel

O McDonald’s resolveu levar a sério o mercado de cafés. A rede de fast-food iniciou uma gigantesca operação publicitária para promover sua marca McCafé — tão agressiva que já está sendo chamada de McBlitz, uma referência ao termo blitzkrieg (guerra-relâmpago).

 

A rede não divulga quanto investirá na campanha, mas o jornal Los Angeles Times calcula em pelo menos 100 milhões de dólares, o maior investimento já feitos pela rede para promoção de uma lina de produtos. A expectativa é que as vendas de cafés nas lojas do McDonald’s nos Estados Unidos rendam até 1 bilhão de dólares no ano — um acréscimo de mais de 75 000 dólares no faturamento de cada loja.

 

Esse é mais um capítulo na guerra do café no mercado americano, em que o McDonald’s resolveu atacar diretamente a rede Starbucks (veja aqui a resposta da rede de cafeterias de Seattle à ofensiva). 

 

O que está em jogo na disputa é um gigantesco mercado que consome 300 milhões de xícaras de café por dia. Até o início da crise econômica, a Starbucks surfou de forma espetacular nessa onda com suas lojas descoladas e cafés especiais (e caros) — um modelo de marketing incensado nos quatro cantos do planeta.

 

Agora, o McDonald’s quer se provar uma opção tão boa quanto o concorrente e com preços bem mais camaradas. Até agora tudo indica que a turma do Ronald está levando a melhor. A rede acaba de revitalizar seu modelo de negócio (veja matéria de EXAME sobre o assunto) e tem apresentado excelentes resultados mesmo em meio à crise global.

– Empreendedores, Consumistas e Infiéis

Calma, essas caracteristicas surgiram em decorrência dos últimos trabalhos realizados em sala de aula. Vamos lá:

Com o oitavo semestre, discutiu-se, baseado em argumento de Peter Drucker, sobre Comportamento versus Personalidade Empreendedora. E debatemos sobre o ensino do empreendedorismo. Nesta atividade, boa resposta de Graziela Mulbach Santini, que disse: “Acredito que não se ensina empreendedorismo, mas ensinar a observar e perceber as oportunidades. Aproveitá-las ou não, aí sim é questão de comportamento“.

Já o sétimo semestre, envolvido com o assunto “consumismo“, teve a oportunidade de dissertar sobre o “despertar da necessidade de consumo”. José Carlos Ferreira de Morais escreveu que: “Toda empresa nasce, porque existe por trás dela a necessidade de consumir produtos, seja para seus negócios ou para alimentar suas necessidades da vida. Até aí nenhum administrador influenciou o consumo, pois primeiramente há uma necessidade. Entretanto, o administrador pode ver a oportunidade de aumentar o consumo estabelecendo novos produtos e uma boa política de marketing”. Em outras palavras, o consumismo é inato do homem, e as empresas apenas o exploram.

Por fim, o segundo semestre falou da fidelidade às marcas. Valéria Vaz representou em sua resposta a maior parte das respostas da sala: quanto a ser fiel a uma marca, ela disse que: “Não, procuro sempre o que está na moda e a moda sempre muda, não dá para ser fiel apenas uma marca (…)”.

– Oração de São Francisco

Senhor,
Fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio que eu leve amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança, Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais consolar que ser consolado,
Compreender que ser compreendido,
Amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
É perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive
Para a Vida Eterna

– Carrefour Pratica Benchmarking Interessante

O Carrefour imita uma estratégia cada vez mais comum: a compra de redes de supermercados em dificuldades, pagando pouco para revitalizá-las:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/carrefour-oferece-r-55-milhoes-pela-rede-gimenes-380147.shtml

O Carrefour oficializou hoje proposta para a compra da rede de supermercados Gimenes S.A., durante a assembleia de credores no processo de recuperação judicial da companhia. A rede francesa de supermercados fez duas propostas. Ela ofereceu R$ 55 milhões por 22 das 23 unidades Gimenes, ou R$ 46 milhões por 12 lojas da rede com sede em Sertãozinho (SP), de acordo com credores que participaram da reunião na cidade paulista. Pela proposta do Carrefour, o valor, pago à vista, seria menor que os R$ 80 milhões já oferecidos, em 19 de fevereiro passado, pela rede de supermercados Ricoy por todas as 23 lojas. No entanto, a Ricoy propôs o pagamento em oito anos. Como não houve acordo dos credores, uma nova assembleia está prevista para sexta-feira, às 10h30, também em Sertãozinho. “Há a possibilidade de a Ricoy cobrir a proposta do Carrefour e exercer o direito de preferência, já que o entendimento é que os dois valores (à vista e a prazo) são semelhantes com a correção futura”, disse Luiz Gilberto Bittar, advogado que representou o Banco Safra, um dos credores do Gimenes. A investida do Carrefour já trouxe uma reviravolta no processo de recuperação judicial da rede de supermercados com 23 unidades em 17 cidades do interior paulista e que é administrada pelo fundo Governança & Gestão, o qual tem entre os sócios o ex-ministro do Planejamento Antônio Kandir. Caso os credores aceitem a proposta do Carrefour, o valor seria insuficiente para quitar a dívida declarada na recuperação judicial, de R$ 75 milhões. Isso irritou credores sem garantias reais que participaram da reunião de hoje e que não teriam como receber toda a dívida, caso aceitem a proposta. Ao mesmo tempo, caso rejeitem a proposta, o processo segue na Justiça, que pode até decretar a falência do Gimenes e os valores só seriam pagos em caso de leilões de bens. “A situação é muito delicada e não se resume só ao pagamento pelos ativos da companhia, já que há várias categorias de credores”, afirmou à Agência Estado um executivo de uma instituição financeira credora do Gimenes. Com a compra do Gimenes, a rede Ricoy espera saltar de 59 para 82 unidades e sair do sexto para o quarto lugar no ranking do setor no Estado de São Paulo. Já o Carrefour, que tem 117 lojas com várias bandeiras no País, poderia chegar até a 139 unidades. O Carrefour informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não comenta a operação. Já a Ricoy informou, anteriormente, que tinha intenção de manter a maior parte dos 1.700 funcionários demitidos pelo Gimenes e que previa novas contratações, pois avaliava a reabertura dos seis supermercados fechados no início da recuperação judicial, no final de 2008, quando foram demitidos 313 funcionários. Sem crédito para capital de giro e impossibilitada de rolar a dívida estimada, o Gimenes S.A. tentou, inicialmente, negociar suas lojas com o Grupo Savegnago, também de Sertãozinho (SP), que se tornaria o maior do interior paulista caso o acordo fosse firmado. Com o fracasso das conversas, a direção do Gimenes demitiu funcionários, fechou lojas e protocolou o pedido de recuperação judicial no dia 19 de dezembro de 2008, que foi deferido pelo juiz da 3ª Vara Cível de Sertãozinho, Nemércio Rodrigues Marques. Procurada pela reportagem da Agência Estado, a assessoria de comunicação do Gimenes informou que deveria divulgar uma nota oficial sobre o assunto, o que não ocorreu até o início da noite.

– Qualidade Ruim do Observador ou Qualquer Outra Coisa

É por essas e outras que o futebol acaba desacreditado!

Olha esse link com as notas do meu jogo entre União FC (Mogi das Cruzes) 00 X 08 Votoraty, pela Série A3, há poucos dias. Clique abaixo:

http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/blocos/escala/pg_Observadores.php?ID=4676-176obsA.jpg

Viu as notas? Pois bem, agora você vai ler como funciona a estratégia maldosa de “queimar” um árbitro. Àqueles que assistiram o jogo, se impressionarão com as observações feitas deste perseguidor, ops (digo), avaliador de árbitros. Clique agora neste outro link: http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/blocos/escala/pg_Observadores.php?ID=4676-176obsB.jpg

Para quem leu, verá que numa mesma partida um árbitro poderá ser colocado como excepcional ou como péssimo, dependendo do caráter, ops (digo), humor do avaliador.

Antes, uma ressalva: o mesmo houvera relatado no final do ano passado, após uma partida em São Bernardo do Campo, quando da derrota do União FC (Mogi das Cruzes) (que coincidência, a mesma equipe…), que eu fui muito bem até o último minuto, onde marquei um penalty inexistente e fui contestado pelo zagueiro. Por isso, diminuiu minha nota, pois alegou que “joguei fora minha arbitragem”. Ora, na oportunidade, o zagueiro infrator disse: “fui mal juizão, mas não me dê cartão amarelo, senão tô fora da próxima”. Claro, daquela curta, ops (digo), longe distância que se encontrava na arquibancada, não deveria perceber o que aconteceu. Creio que meu prejuízo não foi intencional. Afinal, me parece ser uma pessoa despropositada, calma. Tão distraída que enquanto a meia dúzia de torcedores se levantava para cantar o Hino Nacional, no início da partida, o mesmo estava distraído, sentado e não parava de comer seu amendoim (ou pipoca, não dá para ver) enquanto todos cantavam. Nada contra a postura pouco patriótica. Mas esse foi outro jogo. Embuído de espírito profissional, na próxima partida faria um relato sério. Assim devemos esperar de todos.

Entretanto, quero crer que não seja perseguição ou qualquer tipo de retaliação o fato deste “avaliador” escrever considerações errôneas de uma partida, ou melhor, contra  minha arbitragem. Penso que por não fazer parte de “nenhuma igrejinha” ou agremiações, seja quais forem, e manter bom relacionamento com todas, independência, transparência e CARÁTER, não esteja sendo vítima da má vontade. Mas façamos uma análise (livre dos excessivos erros de português, já que há “mais” por “mas” e tantos erros de pontuação e acentuação no relatório).

Primeiro: é de enorme importância a cor do uniforme nosso ser amarelo e um goleiro ter jogado com a mesma cor. Um goleiro de amarelo, outro de preto, um time de vermelho e outro de branco. Já que existem somente as cores “amarelo, preto e vermelho” para arbitragem, e não haverem cores diferentes para os goleiros, segundo essa boa informação do avaliador, errei ao realizar a partida! Deveria improvisar um colete para o goleiro; ou apitar sem camisa; ou, radicalmente, deixar de realizar o jogo por culpa da camisa do goleiro. Acho então que todos os jogos do Corinthians devam ser anulados, pois os árbitros apitaram de calção preto. Ou anular todos os jogos do São Paulo FC em que os árbitros apitaram de preto e o Rogério Ceni idem. OPA: se você leu atentamente o relatório, ele disse que era importante “ENFATIZAR” tal fato.

Disse que tive uma “boa forma física, sabe fazer uso da diagonal perfeitamente, usa bem o som do apito, boa postura”. Mas disse também “que meu trabalho foi fraco e errei todos os cartões do Votoraty”. IMPORTANTE: o jogo foi 8 X 0 para o Votoraty, e quando o jogo já estava 4 X 0, numa sequência de escanteios, os jogadores do Votoraty retardavam a cobrança do tiro de canto, a fim de claramente tomar cartão amarelo para estarem “zerados” na próxima fase. O faziam ajeitando demoradamente a bola no quarto de círculo, ameaçavam cobrar, e depois ajeitavam a bola novamente. Típico lance de cartão amarelo. E o que “entendido observador” disse? Que abusei de autoridade!!! Pior, alegou que isso beneficiou o infrator, e que não usei o mesmo critério para o União. Claro que usei o mesmo critério! Eles não fizeram por merecer cartões! Aliás, num jogo com pouquíssimas faltas, num ótimo fair play, deveria-se louvar tal fato. O único lance mais forte do jogo, quando o jogador do União, perdendo de 8X0, após levar muitos dribles no jogo, deu um pontapé violento no adversário tentando disputar a bola derradeiramente. Literalmente, “apelou”. Vermelho Direto, sem qualquer contestação do jogador expulso. O atingido foi atendido fora de campo, e tudo transcorreu normalmente. E o que o “avaliador” relatou? Que no máximo era para cartão amarelo, já que o jogo estava a 82 minutos de jogo! Ora, quer dizer que o árbitro deve ser acomodado e descumprir a regra? Que absurdo um avaliador disfarçar suas palavras e dizer que não era para expulsar porque era fim de jogo!!! Ao invés de se preocupar em cumprir a regra, o árbitro, seguindo essa lógica, precisa saber se é começo ou fim de jogo para dar cartão vermelho por jogo brusco grave.

Aliás, talvez ele estava tão preocupado com o encerramento da partida que se perdeu na atenção do jogo, pois não viu o quarto árbitro levantar a placa de acréscimo. Como um cidadão com esses predicados pode alegar que “se a partida fosse pegada com certeza o árbitro não levaria a partida até o final”? Que moral ele tem para dizer isso? Não é ele o avaliador que enche a boca de amendoim ao cantar o Hino Nacional e nem se levanta da arquibancada? O mesmo que manda fazer média e não expulsar jogador porque é fim de jogo? Ou o que reclama de abuso de autoridade por dar cartão amarelo por retardamento?

A propósito, ao ler este “relatório”, às 18:42h desta terça-feira dia 05/05/2009, entrei em contato telefônico com esse senhor, e numa ligação de 2minutos e 15 segundos de duração, pela operadora Tim E REGISTRADA PELA MESMA (informo tudo isso para não existir disse-que-me-disse), educadamente e tratando-o respeitosamente, questionei do por quê ter entendido que “todos os cartões foram errados”. O mesmo disse que “os jogadores tentaram cavar os cartões no escanteio” (isso é lógico, cára-pálida), e que ao perceber isso, deveria impor minha autoridade. Ainda disse que se eu dei cartão amarelo para um jogador que retardou, o segundo atleta que retardasse deveria levar VERMELHO (ops, ele não criticou os cartões amarelos como abuso de autoridade? Agora é para dar vermelho? Ou vermelho vale menos do que amarelo? Não entendo essa criteriosa análise. Vermelho direto por retardar o jogo, com 4,5,6X0, num jogo tranquilo? Será que ele falou sério, que estava lúcido, fiel a sua sanidade mental?

Quem deve ficar vermelho de raiva sou eu. Trabalhar e me dedicar na arbitragem para um pseudo-avaliador descaradamente jogar um trabalho fora. Quero crer ele “apenas cometeu um equívoco” na avaliação, e na resposta telefônica “se confundiu” com os lances… Mas, se você ler novamente (

clique aqui para acessar de novo: http://sumulaonline.fpf.org.br/Arbitragens/sistema/blocos/escala/pg_Observadores.php?ID=4676-176obsB.jpg

), não lhe parece “fora do normal” essa análise algo fora do comum?

Nunca tive intimidade com esse senhor, mas sempre foi “rigoroso” assim. Parece pessoal.

Com tanta dificuldade e pressão que a CEAF tem, com o trabalho exaustivo do Cel Marinho, tal desagradável relatório deturpa a verdade e atrapalha o bom caminho da arbitragem paulista. FIca difícil assim.

– Os Executivos Contestáveis, por Jack Welch

Coluna quinzenal de Jack Welch, extraída de: http://portalexame.abril.com.br/gestaoepessoas/maus-chefes-468094.html

É errado esperar muito do chefe em termos de conhecimento, sabedoria e integridade?

Sua pergunta nos trouxe à mente uma lembrança engraçada. Faz alguns anos, quando estávamos escrevendo nosso primeiro livro, topamos com uma enorme dificuldade na hora de redigir o capítulo sobre como lidar com chefes ruins. Um de nós achou que uns poucos parágrafos seriam suficientes. Afinal de contas, não há tantos chefes ruins assim. Eles aparecem aqui e ali, mas chega uma hora em que as empresas finalmente se livram deles. O outro insistia que os maus chefes – gente que manipula, confunde e chega até mesmo a atormentar seus subordinados – existiam em grande número e mereciam, portanto, mais espaço no livro. Como não chegávamos a um acordo, decidimos levar a questão a um grupo de 20 amigos de personalidades bem diferentes com quem jantaríamos naquela noite.

Adivinhe qual ponto de vista venceu?

Sim, praticamente todos os nossos amigos tinham uma história para contar sobre um gerente (às vezes dois ou três) que os haviam desapontado de algum modo. Um amigo falou de uma chefe que nunca dizia o que estava pensando. Outro disse que teve um chefe que havia elevado ao requinte a arte de humilhar os empregados nas reuniões.

Mas não é nosso objetivo aqui crucificar chefe algum. Sabemos por experiência própria que um ótimo chefe pode mudar sua vida, inspirando-o a atingir novas alturas tanto no plano profissional quanto pessoal. Ele pode energizá-lo, e também à sua equipe, para que juntos vocês superem desafios que, sozinhos, jamais poderiam vencer.

Essa é uma experiência fantástica e, felizmente, não é tão rara assim. Contudo, em resposta à sua pergunta – sobre esperar certas coisas do chefe -, cremos que, provavelmente, é mais sensato esperar apenas que um grande chefe apareça no seu caminho. Mais realista, porém, seria esperar dele o seguinte:

1. Que ele faça, todo ano, duas avaliações sinceras do seu desempenho, de modo que você não tenha dúvida alguma sobre o seu grau ambição e o de seus colegas.

Seu chefe talvez seja capaz de galvanizar sua equipe de tal forma que ela produza resultados brilhantes. No entanto, ele não estará fazendo de modo algum o que se espera de um chefe se não disser a todos o que pensa da performance de cada um num nível de detalhe que seja ao mesmo tempo construtivo e significativo. Portanto, mesmo que você preferisse passar sem aquelas duas avaliações sinceras sobre seu desempenho todo ano – e, convenhamos, a ideia desagrada muita gente -, é seu direito pedir a seu chefe que o avalie.

2. Faz sentido esperar do chefe que ele não tenha favoritos.

Poucas coisas conseguem perturbar mais a tranquilidade de uma empresa do que um chefe que elege alguns favoritos e despreza todos os demais, como costumam fazer algumas mocinhas de má índole na escola. Isso, quase sempre, acaba em politicagem entre colegas que precisam confiar uns nos outros para compartilhar informações, gerar ideias ou simplesmente fazer o que tem de ser feito. Portanto, se o seu chefe está envenenando seu local de trabalho com favoritismos, não pense que isso é normal no ambiente de trabalho. Não é.

3. Faz sentido esperar do chefe que ele o apóie em seus momentos de dificuldade.

Temos uma amiga, Carol, cuja chefe lhe pediu certa vez que apresentasse uma proposta durante uma reunião da equipe executiva da companhia. Carol atendeu ao pedido da chefe, mas no momento em que os executivos se recusaram a acatar sua ideia, a chefe endossou a recusa e se deu por vencida como se tudo aquilo a estivesse incomodando demais. Esse tipo de comportamento vacilante é a marca registrada do gerente que se sente vulnerável em sua posição – mas pode ser também que ele seja simplesmente um imbecil.

4. Faz sentido esperar do chefe que ele premie de maneira especial um desempenho igualmente especial.

Sabemos que pode parecer loucura falar de remuneração “especial” em tempos de recessão como os de hoje. No entanto, todo chefe sensato sabe como essa diferenciação é importante – e como ela motiva. Os bons chefes se recusam a rezar pela mesma cartilha a que outros recorrem em momentos de recessão: “Você foi brilhante, mas só consegui isso aqui com o pessoal lá de cima.”

5. Por fim, e sem dúvida essa é a parte mais importante, faz sentido esperar que seu chefe seja uma pessoa íntegra.

É horrível ir para o trabalho todos os dias pensando que talvez o chefe esteja escondendo a verdade, quem sabe distorcendo um pouco aquilo em que acredita ou que esteja mesmo violando os valores da empresa. Portanto, não abra mão de forma alguma dessa expectativa. Se você perceber que é isso o que está acontecendo, talvez seja bom se perguntar se não seria hora de procurar outra coisa.

Bem, sabemos perfeitamente que estamos em uma época em que os necessitados – leia-se: a maior parte dos empregados – não podem se dar ao luxo de ficar escolhendo entre este ou aquele chefe. Sabemos também o quanto um chefe pode determinar sua qualidade de vida. Conclusão: bola pra frente, e espere pelo melhor. Contudo, esteja preparado para se contentar com a realidade e com expectativas bem mais modestas.

– Ter visibilidade e ser discreto nas Entrevistas de Trabalho

Compartilho com os amigos interessante texto da Folha de São Paulo, referente ao comportamento de entrevistados e postura na busca de novas oportunidades de trabalho, especialmente na questão “ser visível e discreto”

Abaixo:

(Extraído de http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/empregos/ult1671u460350.shtml)

 

Convite para mudar requer visibilidade com discrição

MAÍRA TERMERO
colaboração para a Folha
Receber convite para mudar de empresa é uma boa notícia para o profissional, que se sente valorizado no mercado. Mas, para receber boas propostas, é importante aumentar a visibilidade e saber conduzir a negociação com recrutadores.
Há vários caminhos para que um “headhunter” descubra um bom profissional, mas poucos são revelados. “Podemos telefonar perguntando por uma posição na empresa e assim descobrir o nome [de quem a ocupa]”, exemplifica Irene Azevedo, consultora da DBM.
A solução, então, é o profissional apostar na visibilidade em razão de trabalhos bem- feitos e no “networking”. “Quem é reconhecido dentro e fora da empresa aparece espontaneamente”, aponta Fernanda Campos, sócia-diretora da consultoria Mariaca.

Conversa inicial

No primeiro contato entre “headhunter” e profissional, raramente se diz o nome da empresa contratante, mas informam-se o segmento de mercado e o nível do cargo. “Entendo qual é o momento do profissional na empresa e pergunto sobre remuneração e benefícios”, diz Lucas Furtado, consultor sênior da divisão de vendas e marketing da Hays Recrutamento e Seleção.

Caso o contato evolua para uma conversa cara a cara, a entrevista foca nas competências do profissional. Se o “headhunter” avalia que o candidato tem o perfil procurado pelo cliente, começam as entrevistas com executivos da contratante.

Nessa etapa, são fundamentais o gerenciamento dos horários das entrevistas e a discrição. “O executivo não deve comentar com os colegas que está participando de um processo seletivo”, ressalta Campos.

O diretor de recursos humanos da PepsiCo, Rodrigo Saez, 33, fez entrevistas por videoconferência enquanto não saía da empresa em que trabalhava e aproveitou viagens a São Paulo -ele morava em Curitiba- para fazer encontros. “A empresa se mobilizou para que as entrevistas acontecessem.”

O conhecimento da firma foi essencial na decisão. “[A PepsiCo] tem um modelo de distribuição que era o almejado pela outra companhia.”

 

 

 

– Passagem para mulher e sindicalista pode?

E o nosso guia-mestre? Só foi elogiá-lo em post anterior, e ele dá motivo para crítica…

No Rio de Janeiro, em evento com a candidatíssima Dilma Roussef (aliás, é a Secretaria Civil que mais aparece na história política do Brasil. Por que será?), disse, a respeito da farra das passagens aéreas, que: “não vejo mal algum deputado levar no avião sua mulher para Brasília. Eu mesmo, quando deputado, cansei de levar sindicalistas da CUT com cota de passagens do meu gabinete… Há coisas mais importantes para se discutir!”

Lula foi bem quando disse que há coisas mais importantes para se discutir.

Também foi péssimo quando dá a entender que essa farra é normal e corriqueira. Parece que não quer discutir a fundo tal imoralidade com o dinheiro público.

– A Quem Depositaremos Nossa Esperança?

Para aqueles que tiveram hoje a oportunidade de celebrar a festa de Santo Atanásio, sabem que a liturgia desse dia é uma das mais belas da Igreja.

Santo Atanásio era um defensor do Cristianismo, e em um dos Concílios no começo da Igreja, defendeu a divindade de  Cristo, principalmente contra os arianos que acreditavam apenas na natureza humana de Jesus (sua festa é neste 02 de maio).

Nesta festa, a liturgia relembra Pedro ressuscitando uma fiel defunta, em nome de Jesus Cristo. Tal fato nos remete novamente a Santo Atanásio. Quem poderá ressuscitar dos mortos, se não for Filho de Deus? E em seu nome, outras coisas grandes serão feitas!

Ainda, o Evangelho complementa a acusação de alguns judeus de que Cristo seria um herege, e a dispersão de alguns. Dirigindo aos apóstolos que ali permaneciam, Jesus questiona se eles não o abandonariam. De pronto, Pedro responde: “A quem iremos, Senhor? Só Tu tens palavras de Vida Eterna…”

Tal profundidade nestas palavras mostram a fé e a certeza na divindade do nosso Salvador, reforçados pela defesa de Santo Atanásio.

Seguindo seu exemplo, neste sábado (por que não diariamente), peçamos: Santo Atanásio, rogai por nós!

– Absolutamente, perdeu-se o respeito!

O que falar de tal lance? Hector Reynoso, capitão do Chivas Gadalajara (México), durante a partida contra o Everton (Chile), válida pela Libertadores da América, na última quarta-feira, assoou o nariz contra o adversário Sebastián Penco. O lance foi visto pelo mundo todo, e está reproduzido neste link do You Tube: (Clique abaixo)

http://www.youtube.com/watch?v=RNv84WrDA4o

Tudo aconteceu pois o jogador chileno houvera, após uma trombada com o mexicano, o ofendido com os dizeres: “sai daqui, seu doente, contaminado” (fazendo alusão à gripe suína que assola o México). O mexicano então respondeu a provocação tossindo sobre o mesmo, cuspindo e, acredite, assoando o nariz sobre o seu adversário!

O que fazer com esses dois atletas?

Ambos estão errados; o primeiro, pela insensibilidade em meio ao pânico gerado por essa gripe mexicana, e o outro, pelos óbvios motivos de como reagiu!

Se árbitro, o que você faria no lance? (confesso que não sei se o árbitro viu e os puniu).

Se dirigente esportivo chileno ou mexicano, o que fazer com o seu jogador?

E se você estivesse no “TJD da Conmebol”? O que faria?

Talvez não deva publicamente dar minha resposta. Fato lamentável. Não seria educado…

– 2 Meses de Vida da Nossa Filha Marina

Há dois meses, nossa vida mudou. Na verdade, 9 meses antes essa revolução já houvera começado!

Neste domingo, a Marina completa 2 meses, e está cada vez mais iluminando nossa vida. Deus tem sido generoso, abençoando nossa filha com Sabedoria, Amor e Graciosidade.

Olha que mamãe feliz!

Veja agora uma foto dela com o papai (também quero mostrar que ela gosta do papai… apesar que ela é rabicho da mamãe!)

Clique em:

http://fotolog.terra.com.br/rafaelporcari:71

– Empresas que se Adaptam ao Consumidor

Muitas vezes, o produto é modificado tendo em vista o aceite do cliente. Voluntariamente ou involuntariamente, algumas ações são pertinentes. Veja que material interessante, extraído da revista Exame:

O marketing que vem das ruas

 http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0929/marketing/marketing-vem-ruas-391506.html

Por diversas vezes já se decretou o aparecimento de um novo consumidor – exigente e imune aos apelos do marketing. Os membros dessa nova geração seriam quase inatingíveis pelas campanhas tradicionais e representariam o desafio do século para os marqueteiros de grandes corporações. Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos chama a atenção por levantar um argumento quase oposto. Escrito pelo jornalista Rob Walker, Buying In (algo como “Comprando a idéia”, numa tradução livre) defende que os consumidores de hoje nunca estiveram tão predispostos ao consumo nem se engajaram de maneira tão intensa na construção das marcas. Walker explica que algumas marcas souberam perceber o novo comportamento e seguir essa tendência adotando duas táticas: tornando-se mais atentas às reações que vinham das ruas e optando por mensagens mais sutis em suas estratégias de persuasão. O jornalista criou um neologismo para nomear o novo relacionamento entre empresas e consumidores – “murketing”, união das palavras marketing e murky (nebuloso, em inglês). O termo, segundo o autor, sintetiza uma relação em que as marcas se dedicam a construir uma relação de cumplicidade com o consumidor – em que as armas mais eficazes passam longe de campanhas convencionais na TV.
Walker constrói a maior parte de seus argumentos com base em entrevistas e observações realizadas para a coluna semanal sobre consumo que assina há mais de quatro anos na revista semanal do jornal The New York Times. Ele dedica boa parte da obra a dar exemplos de marcas que ganharam “vida própria” nas ruas, ao adquirir características que as empresas que as criaram nunca planejaram. É o caso da Converse, fabricante dos tênis All Star, símbolos de rebeldia para uma legião de consumidores. A empresa ganhou fama no começo do século 20, quando um jogador profissional de basquete chamado Chuck Taylor tornou-se um dos primeiros atletas a fazer propaganda de um produto. Taylor foi contratado para visitar clínicas de basquete em todo o país e promover os tênis All Star junto aos atletas. Logo a Converse se tornou líder em calçados esportivos – e durante décadas reforçou sua imagem com a contratação de novos astros do esporte. Nos anos 80, porém, quando concorrentes como a Nike inundaram as lojas com modelos de tecnologia mais avançada, a velha fabricante entrou numa espiral de decadência que quase a levou à falência. O que salvou a Converse (e, mais tarde, motivou a própria Nike a adquiri-la em 2003) foi o fato de, aos poucos, os próprios consumidores começarem a associar o All Star a uma aura de contestação e descompromisso. À revelia da empresa, a imagem foi cristalizando de tal maneira que os tênis chegaram aos pés de roqueiros e artistas que nunca pisaram numa quadra de basquete. Com a fama de “descolada”, a Converse alcançou novos públicos e se manteve no mercado. Hoje, a própria empresa se vale desta imagem em suas campanhas, com a contratação de ídolos como Julian Casablancas, vocalista da banda Strokes.
Segundo Walker, as empresas precisam estar atentas aos grupos de consumidores que inesperadamente podem dar sentido a um produto – ou, para seguir a metáfora do autor, “criar uma narrativa”. Um dos melhores exemplos disso é o da cerveja Pabst Blue Ribbon, uma marca quase desconhecida, consumida durante décadas por pais de famílias dos subúrbios americanos. Para surpresa dos executivos da cervejaria, o produto caiu no gosto dos universitários de grandes cidades e passou a ser vendido em bares freqüentados por um público que os próprios representantes de venda da empresa classificavam de “aquela gente alternativa”. Com o reposicionamento forçado, a Pabst entrou na mesma sintonia e começou a patrocinar rádios de rock pouco conhecidas e viu suas vendas dobrar, entre 2001 e 2006, ao se tornar uma espécie de hit da contracultura.
O autor também demonstra o poder do marketing das ruas ao descrever os efeitos do “marketing do buchicho”, realizado por empresas especializadas que instruem centenas de voluntários a divulgar no boca-a- boca um determinado produto. Detalhe: os agentes devem tentar convencer inclusive amigos e parentes, em geral sem contar que estão recebendo algo em troca (como amostras do produto) pela indicação. Segundo Walker, a tática costuma dar bons resultados e já atraiu empresas como a UPN, dona do canal de TV responsável pelo reality show America’s Next Top Model. O canal contratou uma empresa para rastrear na internet centenas de adolescentes fãs do programa e distribuiu “kits de festa” às garotas, com a condição de que elas reunissem suas amigas em casa para assistir ao show. A gigante Procter&Gamble criou sua agência de propaganda boca a boca e diz contar com um cadastro de mais de 500 000 mães, dispostas a divulgar de fraldas a pasta de dente. A eficiência dessa estratégia vem do fato de que, quanto mais genuína parece a mensagem do produto, mais rapidamente ele será aceito pelas pessoas. A conclusão, segundo Walker, é que ainda estamos bem longe de ser imunes – ou pelo menos existem artimanhas eficientes para driblar a exaustão da publicidade de massa. A figura do “superconsumidor” que não se deixa influenciar por ninguém, para ele, não passa de um personagem de ficção.

 

 

 

 

– 13 anos de apito

Há exatos 13 anos, apitei minha primeira partida de futebol oficialmente. Conto meus jogos a partir desta data, onde, me lembro, estreiei meu uniforme da “nr” (nem existe mais esta marca esportiva), e fiquei todo pimpão! Afinal, era a primeira vez que entrava em campo devidamente uniformizado e para algo que valesse.

A partida foi um jogo Sub 15, válido pela Copa do Trabalhador Campineiro, entre Grêmio Sanasa 2 X 0 Expresso Taquaral. Recebi R$ 25,00, devo ter errado muitos impedimentos (pois nesses jogos não costumam ter bandeiras, para economia, e o árbitro se encarrega de marcar esses lances também), e o jogo foi no tradicional Estádio da Mogiana, hoje Cerecamp, em Campinas-SP.

O que começou como um inocente aprimoramento de regras para aprofundar os conhecimentos de futebol, numa desejável carreira no jornalismo esportivo, despertou a talvez sempre vontade de exercer tal sacerdócio (mas isso é outra história…).

Passado tanto tempo, de lá para cá trabalhei seja como quarto árbitro ou como árbitro principal em todo o tipo de jogo: Amador de Campinas, Itu, Jundiaí; Amador da FPF; Campeonatos Inusitados: de clubes, de ligas, de veteranos, de circo (pois é, apitei campeonato de circo; neste, o juizão é o palhaço… rsrs). Profissionalmente, cheguei à B1B e B1A, que depois viraram B3, B2 e B1 (B3 era a sexta divisão!), daí para A3, A2 e A1 (na A1, como quarto árbitro – por enquanto!). Já tive a oportunidade de trabalhar muitas vezes no Canindé, Morumbi e Palestra Itália; também de conhecer, creio eu, todos os estádios profissionais de todas as divisões profissionais de SP. “Tomei conta” do Emerson Leão, do Muricy Ramalho e do Vanderelei Luxemburgo. Contracenei em Reality Show futebolístico no papel de “Juiz ladrão“. Fiz parte da história positiva e negativa: presenciei ao vivo o “Gol de Gândula” que nunca existiu (a propósito, uma injustiça à árbitra Sílvia Regina). Sai de camburão 2 vezes (é pouco) e escoltado outras. Apitei partidas com jogadores famosos quando ilustres anônimos – do Kaká nas categorias de base ao Robinho. Presenciei profissionalmente grandes nomes do futebol brasileiro trabalhando na arbitragem – Rogério Ceni, Marcos, Ronaldo, Edmundo, entre outros tantos.

Em suma, nem adianta perguntar se valeu. A resposta é: VALE A PENA ! Entre tantas cobranças, alegrias e decepções, irei até o fim da carreira! São quase 700 partidas oficiais em campo (sem nunca ter contado jogos em society), dos quase 350 profissionais.

Neste interim, devo agradecer aos que confiaram na minha carreira desde o começo: o Marcão da Liga Campineira (primeiro professor de arbitragem); ao Luis Antonio de Oliveira/Cobrinha (que sempre me arranjou jogos para apitar); ao Adilson Freddo (que deu uma força danada e praticamente me trouxe para apitar em Jundiaí, intermediando uma conversa entre mim e o Daniel P. Nielsen, da Liga Jundiaiense); à todos os dirigentes de arbitragem da FPF (seria injusto citar nomes pois poderia esquecer de alguém); ao amigo José Mauro Leite (que me inspirou, mesmo sempre apitando mal e roubando para o time do Barroca), e, é claro, aos meus pais – Meu pai que sempre esteve comigo em diversas aventuras no mundo da bola (aventuras mesmo, pois temos histórias engraçadíssimas que um dia contaremos!) e à minha mãe, que veja só, assistiu a uma única vez um jogo meu (o pior de todos), mas que do Céu assiste a todos e torce e ora por mim)

Obrigado Senhor, pela possibilidade de me deixar viver tudo isso! É tudo muito bom!

Obrigado Nossa Senhora Aparecida, patrona dos Árbitros de Futebol, por essa graça!

– Professor racista é algo intolerável

Lamentáveis e condenáveis as infelizes brincadeiras (se é que podem ser chamadas assim) de um professor gaúcho, que de forma racista se referiu a negros em sala de aula.

Compartilho este péssimo exemplo de como não agir, não só em sala de aula, mas em toda a sociedade. Lembrando que o temro raça deveria ser banido dos nossos questionários sócio-econômicos. Afinal, só existe uma raça: a raça humana.

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/05/01/

Professor de universidade é condenado por racismo

Um professor da faculdade de agronomia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) foi condenado pelo TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região a pagar multa por ato de racismo em sala de aula em 2000. Cabe recurso. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”.

A multa corresponde ao salário de um mês do professor José Antônio Costa, incluindo vantagens e adicionais que recebia na época. A Justiça Federal não cita o valor na decisão.

A denúncia do Ministério Público afirma que o professor disse, no primeiro dia de aula da disciplina “Leguminosas de Grãos Alimentícios“, em março de 2000, que “os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos porque a água que bebiam possuía flúor” e que “soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar“. Na classe, havia um aluno negro.

Na época, foi aberta uma sindicância na faculdade. A apuração concluiu que não havia conotação racista nas falas do professor, que ele tinha “intuito de criar um ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula” e que fez uso de expressões informais sobre a raça negra utilizadas no meio rural.

O Ministério Público, então, entrou com ação civil na 6ª Vara Federal de Porto Alegre, que a considerou improcedente. Depois, recorreu ao TRF alegando que “houve ação discriminatória e racista e que teria provocado constrangimento e indignação em todos os presentes e principalmente no único aluno negro presente”.

A defesa de Costa afirmou, entre outras coisas, que ele disse as frases sem intenção pejorativa e que utilizou ditado comum na zona rural, principalmente entre agricultores de origem italiana, inclusive com conteúdo positivo, relativo ao vigor da etnia negra.

O juiz federal Roger Rios, da 3ª turma do TRF da 4ª região, relator do processo, considerou que “não é crível que indivíduo com o grau de formação intelectual [mestrado e doutorado] […] não perceba o explícito e textual conteúdo racista na expressão utilizada -tanto que ao final da aula preocupou-se em manifestar suas desculpas“.