Na última segunda-feira, tivemos a oportunidade de trabalhar com os discentes a respeito do tema: “Negócios Internacionais”. Nessa aula, tratamos da preocupação da adaptação das grandes empresas aos costumes locais.
Entretanto, há alguns costumes que se tornam extravagantes a nós. Lendo essa nota, admirei-me do inusitado: em um Congresso contra a Violência Doméstica na Árabia Saudita (um dos pólos de negociação mais “explosivos” do mundo, um juiz local defende a agressão às mulheres, a fim de que elas “gastem menos”!
Cultura machista é uma coisa; agressão, já é exagero…
Juiz saudita defende agressão a mulheres que gastam muito
Um juiz saudita provocou comoção ao afirmar que os homens têm o direito de agredir suas mulheres se elas gastarem demais. A afirmação foi feita recentemente durante um congresso sobre violência doméstica, na Arábia Saudita, informa a rede de TV americana CNN.
Para o juiz Hamad al-Razine, se as mulheres gastam a maior parte do dinheiro em roupas, os maridos têm o direito de agredi-las com “uma bofetada”. As mulheres presentes no evento protestaram imediatamente.
Al-Razine disse que pretendia esclarecer que o aumento da violência doméstica não é responsabilidade apenas dos homens. Segundo o juiz, as mulheres contribuem para a violência “com seu insolente comportamento”, mas nada se diz a respeito disso.
A violência doméstica foi tratada como tabu no país durante muito tempo, mas, ultimamente, o tema tem recebido mais atenção.

Vou me mandar para a Arábia hoje mesmo! Gostei de onde fala “suas mulheres”. Lá o cara pode casar com quantas quiser! E as sogras nem aparecem uahahahah
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Professor, como você disse na aula ontem, “devemos respeitar, mas isso não quer dizer concordar”. O machismo está sempre presente no mundo inteiro.
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Penso que por mais cultural que seja um ato respeitado, já não é admitido em pleno século XXI. Nossas instituiçoes não podem se acomodar nem creditar ao “uso e costume” conforme citado, em relação a tais ações desrespeitosas. Interessante se faz pensar e refletir que movimentos americanos não se manifestam nestes casos. Será que é pelo “interesse comercial” entre Arábia Saudita e EUA?
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