– A Inspiração de Thoreau para uma Vida Saudável

Henry David Thoreau (1817-1862), um escritor americano considerado inspirador do estilo “slow city” e também influenciador dos “hippies”, tem estado em alta ultimamente.
O citado americano abandonou a sua vida frenética para viver em uma floresta em Walden, Massachuttes. E escreveu sobre a necessidade de se viver de maneira mais simples.
Uma das suas frase de efeito: “ Um homem é rico na proporção do número de coisas das quais pode prescindir”.
Não vou me alongar sobre a obra de Thoreau (ela está reproduzida na Revista Época, ed 555, de 05/01/2009, pg 38-42). Mas quero tratar de algo importante: “Do que Precisamos para Viver?”
Muitas vezes, somos reféns de coisas que, se não são, tornam-se necessárias pela nossa própria vontade: emails, celulares, computador… Outros, são escravos da moda, das grifes e de etiquetas. Há ainda a escravidão por rituais, por compromissos sociais e outras dependências.
Talvez a maior prisão dos dias atuais seja resumida em um só objeto: o relógio!
Pare e analise: há quanto tempo você não passa um dia inteiro sem se preocupar com horários? Hora de levantar, de dormir, de comer, de ver Tv, de estudar, de trabalhar… Até hora para se divertir!
E isso desperta outro instinto: o do consumismo. Pior: o da compulsão pelo consumo! Compramos sem necessidade, compramos por gosto, por doença, por necessidade criada por ninguém-sabe-quem. A atribulação cotidiana faz com que nos “presenteemos” por compensação do fato de sermos reféns de tantos compromissos.
Como seria bom se pudéssemos viver do básico. Invejo àqueles que podem viver de maneira autossustentável, no isolamento do campo ou na simplicidade do modo de vida.
Parei e pensei: Para viver feliz, de quais bens materiais e quais bens atemporais precisaria?
Seriam poucos.
Pouquíssimos.
Neles, se encontram a família, a e a saúde
.
Mas a outra questão é: como sobreviver num mundo tão capitalista?
Vale outra reflexão…

– Chocolate para as Massas

Abordamos em aula, há pouco tempo, a busca de nichos de mercado e segmentação pretendida por diversas empresas.

Agora, uma novidade: a Kopenhagen, tradicional marca de luxo no segmento de chocolates, quer se popularizar e vender bombons para a classe média! Veja suas ações para conquistar o novo público:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0935/marketing/chocolate-massas-416274.html

 

Chocolate para as massas

Especializada em vender bombons para consumidores de alta renda, a Kopenhagen criou uma marca de chocolates para a classe C. O desafio agora é fazer com que o novo negócio não canibalize o modelo original

Com oito décadas de tradição, a marca Kopenhagen é uma espécie de referência nacional em chocolates refinados – e caros. A empresa da Língua de Gato, da Nhá Benta e das balas de leite tem 250 lojas no país e faturou 154 milhões de reais no ano passado, um crescimento de 285% em relação aos números de uma década atrás. Apesar dos resultados exuberantes, a companhia enfrenta uma situação peculiar: ela está muito próxima de seu limite de crescimento. Estimativas de seus executivos apontam que, nos próximos cinco anos, o mercado brasileiro comportará a abertura de no máximo 90 novas lojas da marca, que é voltada basicamente para os consumidores da classe A – crescimento considerado limitado para as ambições da direção da empresa. Constatado o fato, a saída encontrada pelos controladores para garantir a expansão do faturamento foi lançar uma espécie de filhote da Kopenhagen, uma marca voltada para consumidores de baixa renda, batizada de Brasil Cacau. “O mercado da classe C é o que mais cresce no país e não pode ser desprezado”, diz Celso Moraes, dono do grupo controlador da Kopenhagen, o CRM. Até o início de fevereiro serão abertas 12 lojas da Brasil Cacau, todas em São Paulo. Ao final do ano, a expectativa da empresa é ultrapassar as 50 unidades e, até 2013, atingir 500 lojas.

É um cronograma ousado, mas factível. Em sua versão voltada para a baixa renda, a Kopenhagen se espelha no excepcional desempenho da Cacau Show, marca de chocolates criada pelo empresário Alexandre Costa. A Cacau Show abriu sua primeira loja em 2001 e hoje já conta com 600 unidades espalhadas pelo país. Com a Brasil Cacau, os donos da Kopenhagen pretendem concorrer diretamente com a Cacau Show sem ter, no entanto, de reposicionar a marca original. “A ideia é ampliar nossa base de clientes e ao mesmo tempo proteger a marca Kopenhagen, reforçando seu caráter de sofisticação e exclusividade”, diz Renata Moraes Vichi, vice-presidente da empresa e filha de Moraes. A nova marca, cujos produtos custarão cerca de um quinto do preço dos da Kopenhagen, exigiu do grupo até agora investimentos de 5 milhões de reais, desembolsados na compra de pontos comerciais para a montagem das primeiras lojas e na campanha publicitária que terá o ator Cauã Reymond como garoto-propaganda. Para reduzir o preço final dos produtos, a empresa fez algumas alterações em relação à marca-mãe. Entre elas, um processo de fabricação de chocolate 100% industrializado, embalagens menos sofisticadas e lojas com o modelo de autosserviço, em que o próprio cliente pega a mercadoria, sem assistência das vendedoras, e paga no caixa.

Duas versões de Kopenhagem

O lançamento da nova marca é consequência de um processo que já vem sendo amadurecido pela Kopenhagen há quase três anos. Em julho de 2006, a rede lançou uma linha de bombons batizada de Mania, com o objetivo de atrair consumidores mais jovens e de menor poder aquisitivo. A campanha publicitária ficou a cargo da agência Fala!, especializada em varejo popular, que contratou a cantora Ivete Sangalo como garota-propaganda. Ao todo, foram investidos cerca de 6 milhões de reais no lançamento, incluindo tanto as ações de marketing como as adaptações na fábrica para produzir os bombons. Apesar do alto investimento, o produto teve uma sobrevida de apenas três meses nas lojas. “Foi uma combinação estranha, a personalidade da Ivete Sangalo não casava com a tradição e o perfil da Kopenhagen”, diz Marcus Rizzo, consultor da área de franquias. “Os displays da cantora nas lojas, por exemplo, eram desproporcionais ao refinamento da decoração.” Para a Kopenhagen, a experiência deu o retorno esperado. “Era uma promoção por período limitado e vendemos 7 milhões de bombons da linha em três meses”, diz Renata. Bem-sucedida ou não, a iniciativa reforçou dentro da empresa a necessidade de o grupo ter marcas diferenciadas para a baixa renda. Há um ano, a empresa comprou a DanTop, cujo principal produto é um doce à base de marshmallow e cobertura de chocolate – versão popular da Nhá Benta que sai por um vigésimo do preço. Sob o controle da Kopenhagen, a DanTop passou por um processo de reformulação e foi relançada há quatro meses em um projeto piloto na região de Campinas.

Brasil Cacau e DanTop são o que os especialistas em varejo chamam de marcas de combate, uma tendência que ganha peso em empresas de diversos setores e está estritamente ligada à expansão do consumo de baixa renda no país. A Sadia, por exemplo, vende lasanhas e pizzas congeladas para os consumidores de classes C e D sob a marca Rezende, a um preço 15% inferior ao dos produtos comercializados sob a marca-mãe. “Muitas empresas querem vender para as camadas mais populares sem associar a imagem de sua marca principal a produtos muito baratos”, diz Daniela Giavina Bianchi, diretora de estratégia da consultoria Interbrand, especializada em gestão de marcas. “O problema é que nem todas têm elasticidade para suportar em seu portfólio marcas que podem concorrer entre si.” Foi o que aconteceu com a Gradiente há quase quatro anos, quando a empresa comprou a Philco. Pelos planos dos controladores da empresa, a família Staub, a Gradiente daria nome a produtos sofisticados, como TVs de plasma e LCD, enquanto a Philco ficaria como marca de combate. O resultado foi catastrófico. Afundada em dívidas e em meio a uma crise de gestão, a Gradiente jamais conseguiu obter resultados satisfatórios da sinergia entre as marcas e foi obrigada a vender a Philco um ano e meio depois pela metade do valor pago. A Kopenhagen, com os planos de expansão do grupo em direção à baixa renda, passa a enfrentar desafios inéditos. Resta saber se a tradição acumulada por 80 anos será suficiente para vencê-los.

– S.O.S. Banco de Leite

O Banco de Leite Municipal está em dificuldade. Hoje, em entrevista à Rádio Cidade, a coordenadora da entidade, Maristela Demarchi Benassi, disse que há apenas 15 doadoras de leite materno na cidade de Jundiaí, para 20 casos de urgência registrados. Ao todo, o mínimo para atender esses casos é de 40 doadoras.

Para doação, o telefone gratuito é 0800.178155. Detlahe: o Banco de Leite envia funcionários à casa da mamãe doadora, leva os instrumentos para recolher o leite materno e agenda o horário! Melhor, impossível. Resta apenas “achar” voluntárias…

– O que vale é a estreia

 

 

Olha que interessante: para os produtores de cinema, o que vale é a primeira semana de exibição dos seus filmes! Se eles vingarem, ótimo. A arrecadação vai ser boa. Se nos 3 dias iniciais não der bilheteria desejada… Veja o que acontece:(Extraído de: IstoÉ Dinheiro

 

 
 
A maldição das 72 horas
Como Hollywood usa a bilheteria do primeiro final de semana de exibição para determinar o futuro de um filme

por ROBERTA NAMOUR
O FILME WATCHMEN ACABA DE bater o recorde de bilheteria do ano em estreias no mercado americano. No primeiro final de semana, a versão cinematográfica da famosa história em quadrinhos arrecadou US$ 55,7 milhões. Pode não parecer muita coisa, já que 2009 está apenas começando. Porém, os primeiros dias de cartaz de um filme são tão cruciais para a indústria cinematográfica que os cineastas costumam chamá-los de a “maldição das 72 horas”. É esse período que determina o desempenho de arrecadação do filme ao longo de sua carreira e se o plano de negócios será mantido. Quando o filme é lançado na sexta-feira à noite nos EUA, no domingo o mercado já sabe como ele irá se comportar no resto do mundo. “Esses primeiros dias passam a ser fundamentais porque mostram se a trama foi ou não comprada pelo consumidor”, explica o cineasta Paulo Sérgio Almeida, diretor do site Filme B. A matemática é simples. Para saber a faixa de arrecadação total de um filme americano, Almeida explica que basta multiplicar o resultado da estreia por 5 ou 6 , e por 8 a 10 para filmes nacionais.Quase 90% da verba destinada à divulgação do filme é usada antes de sua estreia. Se o filme não tiver uma boa aceitação na primeira semana, no entanto, os gastos para mantê-lo em cartaz podem ser reduzidos. “Dependendo de sua performance, ele poderá ir para uma sala menor, ter suas cópias reduzidas ou mesmo sair do circuito”, afirma Valmir Fernandes, presidente da Cinemark Internacional. O filme pode até chegar às locadoras mais cedo, caso não emplaque nas telas, para fazer caixa. Já os títulos que conquistam recordes de bilheteria na estreia costumam ganhar uma preciosa fonte de receita a mais, com licenciamento de seus personagens. E, neste quesito, a “maldição das 72 horas” pode reservar surpresas. No filme Batman (o primeiro da série), as pesquisas com os espectadores na estreia revelaram que o personagem Coringa, interpretado por Jack Nicholson, provocou mais empatia com o público do que o próprio Homem- Morcego. Foi o que bastou para que o licenciamento de produtos inspirados no vilão fosse reforçado.
 

– Quero repetir, mas não posso…

Quero repetir e não posso…

Veja só: em São Paulo, uma garota quer repetir de ano na escola, pois ela própria acha difícil escrever direito e fazer contas. Consciente do seu péssimo rendimento, ela não se conforma pelo fato da escola insistir em sua aprovação!
Entenda o caso:
Extraído de: Folha de São Paulo, Caderno Cotidiano, Pg 2, 01/01/2009

Estudante de 14 anos diz não saber “quase nada”; secretaria municipal diz que unidade ofereceu reforço

“Eu queria muito repetir de ano, mas não deu”, diz a estudante Rafaela (nome fictício), 14. Ela não consegue escrever direito e não sabe resolver contas simples, mas foi aprovada no ano passado, quando cursou a oitava série na escola municipal Professor Primo Pascoli Melare (zona norte de SP).
A pedido dos pais da garota, a Defensoria Pública do Estado de SP mandou ofício para que a Secretaria Municipal da Educação mantenha a menina no ensino fundamental em 2009.
Rafaela diz concordar com os pais, que são analfabetos. Ela mostra as provas feitas, todas com as notas “NS” em vermelho -a sigla é de “não-satisfatório”, o pior resultado possível.
“Se eu for para o primeiro colegial [primeiro ano do ensino médio], vai ser muito difícil para mim. Eu até leio um pouco bem, mas não sei quase nada das matérias. Eu vou muito mal nas provas”, conta a menina, que diz querer ser veterinária.
O município adota a progressão continuada: os alunos são reprovados apenas nos quartos anos de cada ciclo. A oitava série é um deles. Segundo levantamento feito em setembro pela secretaria, um em cada dez alunos da quarta série da rede municipal é analfabeto.
Rafaela fez, a pedido da reportagem, um teste informal -a menina sabe ler e escrever, mas não consegue interpretar textos ou fazer cálculos.
A mãe de Rafaela, dona-de-casa, conta que a filha pedia reforço escolar, mas nem sempre era atendida. Rafaela tem doença rara que ataca o esqueleto (a síndrome de Larsen). A garota tem a coluna torta, braços e pernas fracos e dificuldade para andar, o que não afeta sua capacidade intelectual.
O coordenador do Núcleo Especializado de Infância e Juventude da Defensoria Pública, Flávio Américo Frasseto, diz que poderá entrar na Justiça para garantir que Rafaela continue no ensino fundamental.
A secretaria informou que Rafaela participou do projeto de recuperação paralela oferecido pela escola. “A aluna lê, escreve e interpreta textos propostos nas aulas”, diz a pasta.
O órgão também disse que, até a noite de sexta, não tinha recebido comunicado oficial da Defensoria para poder se manifestar. (JORGE SOUFEN JR.)

– A Importância do Despreendimento

Despreender-se das coisas materiais é difícil. Fazê-lo com as coisas do coração, mais ainda!

Dessa forma, compartilho uma bela mensagem sobre a importância de não nos tormarmos pessoas ressentidas, de nos deixarmos levar pela necessidade de perdoar e viver intensa e alegremente.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/pejonas/pejonas_msg_dia.php

 

O ressentimento mata!

A palavra “ressentimento” quer dizer: sentir de novo aquilo que já havíamos sentido [re+sentir]. Se continuarmos guardando mágoas e ressentimentos, as veias do nosso coração ficarão todas fechadas. Não vai demorar para que ele esteja todo fechado.
Não temos o direito de ficar magoados com as pessoas que nos ofenderam e nos feriram… Não podemos ficar ressentidos e querer o mal delas, porque fizeram algo de errado. Se agirmos assim, estaremos nos matando. Quando você não perdoa, está se asfixiando. Não se trata de ter direito de não perdoar, porque foi a pessoa que errou. O direito que você tem é o de viver, não o de morrer. O ressentimento mata! Mata a alma e o corpo.
À medida que acumulamos ressentimento e decepção, vamos perdendo a alegria. No começo parece gostoso cultivar aquele sentimento de autopiedade, porque fomos ofendidos, mas, depois, vamos nos envenenando. Poderemos chegar à morte. Repito: chegar à morte da alma do corpo. E quantos morrem assim…

Precisamos estar com o coração totalmente aberto para que o perdão flua abundantemente. É preciso ter a coragem de vencer os ressentimentos, as mágoas, os rancores, a raiva. É necessário romper com todos esses sentimentos negativos. Eles geram doenças, geram morte. O Senhor quer lhe dar a salvação. É preciso que você se abra. Procure, pela inspiração do Espírito Santo, relembrar as pessoas ou as situações que você precisa perdoar e faça gestos concretos de perdão e amor.

Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib 
 

 

– Isso sim é Futebol de Qualidade

 O Globoesporte.com está disponibilizando vídeos curtos e bacanas sobre os confrontos de Brasil X Itália no futebol.

Abaixo, um vídeo s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l da Copa de 70. Isso sim é futebol-arte. Ao assistí-lo, você desistirá de ver os perebas de hoje…

Clique em:

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM959240-7824-CURIOSIDADES+DE+BRASIL+X+ITALIA+NA+COPA,00.html

– China: Liberdade nem Política, Muito Menos Comercial

Muito se alardeia e se propaga sobre os possíveis bons negócios a se realizar na China. Claro, quanto maior a população, maior a possibilidade de ganhar clientes.

Entretanto, as nações desenvolvidas que tanto reclamam dos regimes totalitários no Oriente Médio, a fim de negociar com os chineses, “esquecem-se” das violações aos direitos humanos naquele país e da forte interferência do governo na economia.

Pois bem: a Coca-Cola tentou comprar por US$ 2,4 bi a maior fabricante de sucos na China, a Huiyuan. O governo local barrou, dizendo que era ruim para a competitividade (mesmo a concentração de mercado não ocorrendo).

Isso é livre mercado? Ou protecionismo velado?

Abaixo, o Case da Coca-Cola e a Huiyuan:

Extraído de Exame (clique aqui para link)

 

China rejeita oferta de US$2,4 bi da Coca pela Huiyuan Juice

Por Michael Wei e Tony Munroe

PEQUIM/HONG KONG (Reuters) – A China rejeitou a proposta da Coca-Cola para aquisição da fabricante de sucos Huiyuan Juice por 2,4 bilhões de dólares, afirmando que a transação seria ruim para competitividade.

A aquisição pela Coca-Cola seria a maior compra de uma companhia chinesa por uma concorrente estrangeira, e a rejeição deverá ser considerada como outro sinal de protecionismo em meio à recessão global.

Observadores disseram que a decisão da China pode afetar os dois lados, já que companhias chinesas que têm feito aquisições de alto nível no exterior podem enfrentar problemas.

O Conselho de Revisão de Investimento Estrangeiro da Austrália está avaliando três grandes investimentos em seu setor de mineração propostos por companhias estatais chinesas.

Em particular, a oposição política à aliança de 19,5 bilhões de dólares da Rio Tinto com a estatal chinesa Chinalco tem se intensificado, e nesta quarta-feira o Senado australiano disse que abrirá seu próprio inquérito sobre o investimento estrangeiro.

“Isso indica que aquisições estrangeiras de companhias chinesas, particularmente aquelas com marcas proeminentes, não serão acatadas pelo Ministério do Comércio”, disse Lester Ross, sócio administrativo da WilmerHale, em Pequim.

“E isso, reciprocamente, indica que as companhias chinesas em busca de aquisições estrangeiras podem encontrar uma reação adversa nesses mercados, se as companhias estrangeiras forem essencialmente retiradas do mercado chinês em termos de expansão por meio de aquisições”, disse ele.

Ross acrescentou que é muito improvável que o ministério chinês tenha tomado a decisão sem alta clareza política e, se este for o caso, “é completamente natural prever que outros países vão considerar as aquisições por companhias chinesas de forma muito semelhante”.

COMPETIÇÃO

O Ministério de Comércio da China afirmou em um comunicado que a compra pela Coca-Cola seria ruim para a competição e que as alterações na operação propostas pela norte-americana foram insuficientes para tranquilizar as preocupações. Com isso, o ministério rejeitou a operação sob a lei de defesa da concorrência decretada no ano passado.

“Se a Coca adquirisse a Huiyuan, ela dominaria o mercado de refrigerantes da China, o que afeta não apenas os consumidores, mas também outros setores participantes”, explicou Selina Sia, analista da JP Morgan.

A Huiyuan controla mais de um décimo do mercado chinês de sucos, que cresceu 15 por cento no ano passado, para 2 bilhões de dólares. Já a Coca-Cola detêm uma fatia de 9,7 por cento do mercado e domina o segmento de sucos diluídos.

O presidente-executivo da Coca-Cola, Muhtar Kent, afirmou que a empresa não prosseguirá com a aquisição planejada e que está “decepcionada, mas que respeitará a decisão do ministério”.

Jeffery Lau, analista da Polaris Capital em Hong Kong, disse que a decisão confirma que a China permanece relutante em autorizar a aquisição de uma marca nacional.

“Mas isso não é exatamente uma enorme surpresa. O protecionismo tem aumentado em todo lugar neste ano”, afirmou ele.

A China é o quarto maior mercado da Coca-Cola e um importante campo de batalha da empresa contra a rival Pepsico.

– Marina com 2 semanas!

Nossa princesa está cada vez mais linda. É impressionate como um nenê cresce. Diariamente percebemos que ela cresce em tamanho, esperteza e beleza (ah… papai coruja!).

 

 

Olha só que linda nossa menininha está:

(Clique aqui para ver como ela está grandona)

(Clique aqui para ver como ela é obediente ao papai)

Que delícia essa fase da vida, não?

nossa linda filhinha

– Dia de São José

Hoje é dia de São José, patrono das famílias. Outra data comemorativa de São José é dia 01 de maio, no qual é venerado sob o título de “São José Operário”, patrono dos trabalhadores.

Abaixo, história de São José:

O nome “José” significa “Deus acrescenta um filho” ou “Deus cumula de bens”, em hebraico. É um nome muito conhecido. Existem muitos santos com o nome de José:José de Anchieta, José Benedito Cottolengo, José Cafasso, José de Calasanz, José de Copertino, José Marello, José Moscati, José Oriol e outros.

No dia 19 de março celebramos a festa daquele José que serviu de modelo para todos os outros: José de Nazaré, o carpinteiro, patrono da Igreja Católica.José recebeu de Deus uma missão sem igual: ele foi escolhido para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. (Mt 1,18-25)Por ter sido educador de Jesus quando menino, adolescente e jovem, José teve grande importância na história da salvação. São José é visto como o homem do silêncio, escondimento e humilde. É também o homem do trabalho para sustentar sua família; é o homem justo, isto é, reto, obediente, de fé profunda, totalmente disponível à vontade de Deus.
José tinha a profissão de carpinteiro. Era um artesão simples e modesto. E foi esta profissão que ele ensinou a Jesus.

Não sabemos quando José morreu. Provavelmente foi pouco antes de Jesus começar sua pregação pública.

O Papa Pio IX declarou São José como protetor de toda a Igreja Católica e o Papa Pio XII o propôs como modelo para os trabalhadores.

Muitos santos foram devotos de São José: São Francisco de Sales, Santa Terezinha do Menino Jesus, São Tomás de Aquino; São José Marello e muitos outros….

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oração para São José

Ó glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possível as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos.
Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável.
Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda a confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder.
São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais santa família que jamais houve, sede, nós vos pedimos, o pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria.
São José, rogai por nós que recorremos a vós.

– As 10 Maiores dores de cabeça de um Árbitro

Muitos amigos perguntam: qual a maior dificuldade em um jogo de futebol? Digo que cada jogo tem um conjunto de detalhes diferentes do que outro, embora possam ser comuns em determinados lances. Assim, dependendo da concentração, jogo fácil fica difícil e vice-versa. 

Uma pesquisa revelou: quais as 10 maiores dificuldades de um juiz? (Em: http://tribunadonorte.com.br/noticias/100257.html)

 

As dez maiores dores de cabeça de um árbitro
08/02/2009 – Tribuna do Norte , por Everaldo Lopes – Repórter e Pesquisador 
  

Quais as reclamações mais comuns entre torcedores, dirigentes e os próprios jogadores após os 90 minutos de uma partida? É evidente que as mais corriqueiras têm sido os impedimentos, os agarra-agarra na área, e a dúvida permanente sobre ser bola na mão ou mão na bola. (…). Ao todo, são 10 os maiores problemas para o trio atuando no gramado. Nessa enquete, o quarto árbitro não participou porque não interfere diretamente da movimentação no gramado.

A pesquisa também indagou dos árbitros o que eles temem mais durante seu trabalho no gramado mas, que, infelizmente, independem da sua atuação. Citaram as penalidades máximas duvidosas (de difícil interpretação), um gol assinalado mas que ficou a dúvida se a bola efetivamente transpôs a linha fatal, e a simulação. Esse tipo de lance aconteceu recentemente envolvendo o veterano Carlos Simon, quando deixou de dar penalidade máxima a favor do Flamengo, mas que uma câmera comprovou que o jogador rubro negro não foi tocado pelo adversário, tendo simulado justamente o contrário. A sorte de Carlos Simon foi justamente a câmera que flagrou o momento capital da jogada. E livrou o árbitro de críticas injustas.

1- A bola entrou?

Com base no que aconteceu na decisão do Mundial de 66, na Inglaterra, quando o “English Team” ficou com a taça graças, em parte, a um gol cuja bola não transpôs a linha fatal mas o árbitro suíço Gottfried Dienst validou. O jogo foi concluído com empate de 2×2, forçando uma prorrogação de 30 minutos. Mais tarde, com a “desgraça” já feita, as câmeras mostraram que a bola, efetivamente, não cruzou toda a linha abaixo do travessão, os ingleses fizeram ainda mais um gol na prorrogação, terminando 4×2. A gaffe valeu o título (único, até agora) dos ingleses. O lance gera pressões até hoje para que a Fifa para que admita a utilização da eletrônica para evitar erro igual em outra Copa.

2- Paradinha

O lance é relativamente novo, ao que consta, lançado por Pelé ao cobrar uma penalidade máxima, antes de chutar deu um rápida paradinha, na tentativa de enganar o goleiro. Deu certo e, até hoje muitos cobradores a adotam. Para muitos, é uma tremenda desigualdade no duelo cobrador x goleiro. Ao tentar a sorte saltando para a esquerda ou para a direita, o goleiro pode dar-se ao ridículo de cair para um lado e a bola ser dirigida para o outro. Apesar do árbitro não ter interferência, já que a Fifa nada vê de errado na paradinha, às vezes o cobrador exagera na freada, e o árbitro, rápido, manda repetir. Não deixa de ser um problema a mais.

3- O fim do jogo

É sempre complicado para o árbitro o jogo que tem muitas paralisações. Existem nos anais do futebol muitas partidas que tiveram gols “em cima da hora”, deixando o árbitro sob suspeita, pelo fato de ter deixado a bola rolar mais alguns segundos. O ideal, mesmo, evitar essas pequenas compensações, encaminhando-se sem mais delongas para o centro do gramado, pondo fim na expectativa do público e da imprensa.

4- Estava impedido?

Quem está pagando pela modernidade da televisão são os assistentes. Antigamente, havia no máximo duas ou quatro câmeras no estádio, sendo raros os impedimentos duvidosos que livravam a cara dos auxiliares do árbitro. Hoje, só a Globo coloca 18 a 20 câmeras no estádio, preferencialmente “de olho” nas pequena e grande áreas, locais comuns para flagrar o jogador impedido. Recentemente, jogo Flamengo x Volta Redonda foi anulado gol absolutamente correto da equipe interiorana, devido um erro monumental de um dos assistentes. Fosse anos atrás, ele podia ir dormir tranquilo pois nenhuma câmera havia flagrado nada.

5- O goleiro avançou

A posição de goleiro, por si só, já é ingrata e – segundo alguns, até amaldiçoada. E acrescentam que a maior prova é que nem grama nasce naquele lugar. O fato é que goleiro sofre, é o único que não pode falhar. Na hora da penalidade máxima, o único benefício que tem é poder se mexer para os lados. Pra frente, nada! Mas, apesar disso, há árbitro um tanto liberal que permite um pequeno avanço do pobre goleiro. De qualquer forma,. É mais um problema para o árbitro.

6- Os temíveis acréscimos

Nem mesmo os moderníssimos cronômetros resolvem o eterno problema dos acréscimos. Na maioria das partidas, o pessoal da imprensa fica de olho na sinalização do árbitro para o quarto árbitro, de quanto será o tempo a acrescentar. Numa partida dramática, 10 segundos podem decidir um jogo e/ou um título. Apesar disso, é um dos poucos instantes em que o árbitro só erra se quiser, já que o tempo de jogo está rigorosamente sob seu controle.

7- Houve mesmo impedimento?

Sem dúvida alguma, depois da penalidade máxima, nenhuma outra dor de ca- beça pode infernizar o trabalho de um árbitro do que a dúvida do impedimento. É bem verdade que a carga maior é do assistente que corre daquele lado. Se é um lance crítico, o árbitro tem de decidir em fração de segundo se confirma ou não o aceno do assistente. Às vezes, o árbitro acha que é impedimento, porém o assistente nada assinalou. E aí? Mais uma dor de cabeça.

8- A barreira andou

O problema da barreira andar foi parcialmente resolvido com o uso do spray, mas de tempos em tempos os jogadores descobrem algum macete para enganar o árbitro. É evidente que, dos problemas de uma arbitragem, é o mais “light” de todos. Muito mais cuidado exige o empurra empurra, principalmente se a bola parte das laterais. Não está no rol dos problemas insolúveis.

9- Simulação

Este é o entrave criado peloss jogadores considerados “bandidos”. Cada time tem seu “bandido”. Após um encontrão, uma falta um pouco mais forte, joga-se ao gramado, gritando e levando as duas mãos ao local “hipoteticamente atingido”. São perigosos porque jogam o árbitro contra o torcedor, chegando até a inibir a atuação do mediador. A simulação complica o brilhantismo de qualquer clássico, estimulando o cai cai, irritando o árbitro e o torcedor. O craque da simulação é nocivo à equipe, pois é capaz de tudo pra não perder.

10- Agarra agarra

O agarra agarra é uma das situações que evoluíram com o aprimoramento dos fundamentos. Claro, os treinadores que trabalham com as bases, logo cedo ensinam os macetes, a maneira de cruzar sobre a pequena área, como escapar da marcação homem a homem dos zagueiros, as melhores posições para aguardar a bola que vem pelo alto. Com isso, os zagueiros têm de apelar para os “abraços”, gerando lances que, mostrados no câmera lenta, chegam a ser cômicos. Os árbitros mais maceteados, preferem resolver o assunto apitando falta. Não precisa nem apontar de quem foi. É só apitar e correr para o centro de campo.

– A Lamentável Defesa da Maconha por FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, considerado por muitos como uma das cabeças mais brilhantes do Brasil, infelizmente acaba de cair no meu conceito. Ele idealizou o Plano Real, criando e antecipando-o com a URV; melhorou a imagem do país no exterior; cunhou o termo “desenvolvimento sustentável”, que tanto é defendido hoje (embora já tenha cometido grandes equívocos na eleição à prefeitura paulistana, em 85, numa infeliz entrevista). Pois bem: agora FHC defendeu a descriminalização do uso da Maconha.

Entendo o argumento de que o uso de drogas é problema de saúde pública; mas antecede-o o problema criminal!

Só sabe o que se passa pelo uso de drogas àqueles que convivem com pessoas que a usaram. Nisso tenho um posicionamento radical: TOTALMENTE CONTRA O USO DE QUALQUER TIPO DE ENTORPECENTE.

Abaixo, uma matéria interessante já publicada nesse espaço, a respeito dos males das drogas no esporte, através da respeitadíssima campanha “Jovem Pan pela Vida Contra Drogas”, com especiais sobre Casagrande e Maradona.

Clique aqui para ler o especial “Pela Vida, Contra Drogas”.

 

A seguir, link com a inoportuna defesa do ex-presidente FHC: (extraído de: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3509592-EI306,00-FHC+defende+descriminalizacao+do+uso+da+maconha.html)

 

FHC defende descriminalização do uso da maconha

Um documento apresentado nesta quarta-feira no Rio de Janeiro apresenta opções para combater o tráfico de drogas na América Latina. O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso, um dos representantes da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, defendeu durante a apresentação a descriminalização da posse de maconha para uso pessoal.

Para a comissão a proibição da produção e da distribuição não produziu os resultados esperados. “Nós achamos que esse enfoque exclusivamente repressivo tem que ser repensado”, disse o ex-presidente.

A comissão propõe que a repressão aumente ao crime organizado, que o consumo seja reduzido com informação e prevenção e que o problemas do uso das drogas seja tratado como uma questão de saúde pública.

– Briga na Área de Bebidas: A Itália contra Paris

Mas é contra a Paris Hilton! A badalada socialite encabeça uma propaganda inusitada de prosecco, mas voltada às massas. Os produtores italianos estão em “pé-de-guerra”. Segue abaixo com nota de referência:

A Itália contra Paris

A socialite Paris Hilton lançou um prosecco em lata na Áustria – e os produtores do tradicional espumante italiano decidiram declarar guerra aos copiadores

 

 

Por Carolina Meyer | 05.03.2009 | 18h37

Revista EXAME – http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0938/economia/italia-paris-425384.html

 

A modelo, atriz e socialite americana Paris Hilton, de 28 anos, já se meteu em problemas de natureza bastante diversa. Primeiro, um vídeo que mostrava Paris em chamegos íntimos com um ex-namorado caiu na internet e acabou virando filme pornô. Como se não bastasse, já foi presa por dirigir alterada e escolhida pelas animadíssimas Britney Spears e Lindsay Lohan como parceira de noitadas. Em sua última confusão, porém, Paris mexeu num vespeiro – profanou um dos símbolos nacionais da Itália, o vinho. A patricinha lançou, na Áustria, uma marca de prosecco, espumante que tem origem na região do Vêneto, no norte da Itália. O objetivo de Paris e da Rich, fabricante da bebida, não é ganhar prêmios de qualidade em concursos internacionais. Longe disso. O vinho, desenvolvido para cair no gosto da juventude austríaca e ser vendido em boates, vem numa latinha dourada e custa apenas 2 euros. Outdoors de Paris totalmente nua, com o corpo coberto por uma fina camada de tinta dourada, foram a maneira escolhida pelo fabricante para popularizar o prosecco. O produto foi lançado em 2007, mas só agora deve chegar ao mercado americano, maior do mundo depois da Itália. E os produtores do tradicional prosecco do Vêneto, feito há quase 200 anos, decidiram declarar guerra – à latinha de Paris e, de quebra, às garrafas de todos os produtores de prosecco fora da Itália.

O consórcio dos produtores entrou na Justiça para tentar impedir que espumantes produzidos em qualquer região que não o Vêneto possam se autodenominar “prosecco”. A decisão do tribunal italiano deve sair nos próximos meses. “Na Itália, o prosecco é uma instituição”, afirma Artur Azevedo, diretor executivo da Associação Brasileira de Sommeliers. “Qualquer medida que altere a tradição do espumante é encarada como sacrilégio.” O movimento não é, exatamente, original. Ao apelar para o governo italiano – e, em última instância, à Comissão Europeia -, os produtores pretendem se valer do mesmo expediente adotado pelos vinicultores húngaros da região do Tokaj, uma das mais tradicionais zonas viníferas do mundo. Há cerca de dois anos, eles conquistaram na corte europeia o direito de exclusividade sobre a utilização do rótulo Tokaj para os vinhos produzidos naquele local, obrigando alguns produtores italianos que empregavam a mesma nomenclatura a substituí-la pelo termo “friuliano”. Os produtores das regiões de Champagne, na França, e do Porto, em Portugal, obtiveram vitórias semelhantes.

Embaixo de toda essa espuma, esconde-se uma feroz disputa comercial. Os italianos pretendem fazer do prosecco o espumante mais vendido do mundo até 2020, à frente do champanhe, seu rival mais tradicional e caro. Para isso, pretendem aproveitar a atual crise econômica como forma de catapultar as vendas de prosecco, apresentando-o como uma alternativa mais barata aos concorrentes franceses. Na Europa e nos Estados Unidos, uma garrafa de prosecco chega a custar até um quinto do valor cobrado por um champanhe original. O problema é que, com tamanha popularidade, tornou-se inevitável que surgissem milhares de produtores em outros países querendo pegar carona no sucesso do prosecco italiano – que é produzido de acordo com regras rígidas estabelecidas pelo governo local. Hoje, a região do Vêneto, que concentra cerca de 150 vinícolas, produz apenas 60 milhões dos 150 milhões de garrafas de prosecco vendidas anualmente no mundo. O temor dos produtores é que a onda de proseccos à Paris Hilton prejudique a marca – confundindo o que é bom e o que não presta e causando desvalorização nos preços.

Alguns fatores, porém, tornam improvável o sucesso dos vinicultores italianos. Seu principal objetivo, afinal, não é proteger uma localização geográfica que produz um tipo único de vinho, com clima próprio e solo peculiar – o chamado terroir -, a exemplo do que ocorre em regiões como a de Champagne ou do Porto. “Prosecco” é o nome da variedade da uva da qual se faz o espumante e, como tal, dificilmente terá seu uso limitado pela corte italiana. “Não existe precedente para uma ação desse tipo”, afirma Azevedo, da ABS. “É como querer proibir a utilização dos nomes de outras uvas, como chardonnay e cabernet sauvignon.” Ainda que os produtores italianos saiam vitoriosos em sua campanha, porém, é quase impossível que isso cause algum efeito fora da Europa. Isso porque, para ter valor legal, tal medida deve ser ratificada por todos os países que hoje cultivam a uva, incluindo o Brasil, quinto maior mercado do mundo – o que, evidentemente, obrigaria os produtores locais a adotar outro nome para o popular espumante. “Se for preciso, entraremos com uma ação no Tribunal Internacional para garantir o direito de utilizar o termo prosecco”, afirma Antônio Agostinho Salton, presidente da Salton, líder nacional na produção de espumantes. A guerra das borbulhas promete.

 

– Escala na TV – Próximo Domingo

No próximo domingo, estarei na cidade de Tupã apitando o jogo de ida da final do Campeonato Estadual de Ligas, envolvendo os selecionados de Tupã e Presidente Prudente.

A partida terá transmissão pela Rede Vida, e conto com sua torcida!

 

1° Campeonato Paulista de Seleções de Ligas 2008 (Torneio oficial da FPF)

Seleção Tupaense X Seleção Prudentina – Jogo FINAL

domingo – 22/03/2009, 10:00h – transmissão Rede Vida

árbitro: Rafael Porcari – Jundiaí/SP

árbitro assistente 1: Michel Ferreira da Silva – São Paulo/SP

árbitro assistente 2: Humberto Lellis Talarico Leite – São Paulo/SP

árbitro reserva: Carlos Eduardo Passarin – Mirassol/SP