Patrocínio levado a sério

Patrocínio esportivo, levado a sério, trás retorno! Ao menos, tem sido assim com a Medial Saúde e Corinthians. Veja a matéria abaixo:

 

Com Corinthians, Medial conquista 220 mil clientes em 6 meses

Operadora de planos de saúde já conversa sobre a renovação do contrato com o clube no final do ano

Por João Sandrini – Portal Exame

Muita gente ficou surpresa quando a operadora de planos de saúde Medial assinou, nos últimos dias de 2007, um contrato de 16,5 milhões de reais para patrocinar os uniformes do Corinthians durante este ano. O contrato é o segundo maior da história do futebol brasileiro, atrás apenas do acordo de 17 milhões de reais entre a LG e o São Paulo. O valor foi fechado em uma época que ainda não havia garantias de que a TV Globo transmitiria as partidas do clube na série B do Campeonato Brasileiro, como acabou acontecendo. O montante também impressionou porque o patrocinador anterior, a Samsung, tentou sem sucesso reduzir o valor do contrato de 6 milhões para 3 milhões de dólares anuais após o rebaixamento. Além disso, a rede de varejo Magazine Luiza, empresa de maior porte que a Medial, chegou a negociar com dirigentes corintianos, mas não aceitou pagar mais do que 15 milhões de reais pela parceria mesmo tendo planos de expansão ambiciosos para São Paulo neste ano.

Pouco mais de sete meses após o início do contrato, a Medial garante que não se arrepende do valor pago. A empresa informa ter conquistado 220 mil novos clientes nos primeiros seis meses deste ano, uma alta de 12% em relação ao mesmo período de 2007. Ao final de junho, a Medial tinha 1,403 milhão de clientes de planos de saúde e 109 mil planos odontológicos. O número só não é maior porque, desde o ano passado, a empresa tem adotado a política de cancelar benefícios pouco lucrativos ou que dão prejuízo. Somente no último semestre, 165 mil pessoas deixaram de ser clientes – muitos deles por vontade da própria operadora. Os planos de expansão são ambiciosos e prevêem chegar ao final de 2011 com 3 milhões de planos de saúde e 800 mil seguros odontológicos. No que depender da Medial, o Corinthians deve continuar a fazer parte dessa estratégia de crescimento. “Temos direito de preferência de renovação ao final do contrato e já começamos a conversar sobre o assunto. Nossa idéia é renovar”, disse Nilo Carvalho, diretor Comercial e de Marketing da Medial.

Desde a aquisição da Amesp no ano passado, a Medial já era a terceira maior empresa de planos de saúde brasileira em participação de mercado, atrás da Bradesco Seguros e da Amil. Só que cerca de 80% de seus clientes concentravam-se em São Paulo e em planos empresariais. A empresa avaliou então que o Corinthians poderia ser uma boa oportunidade para torná-la conhecida nacionalmente entre consumidores, corretores de seguros e prestadores de serviço. “Está corretíssima essa opção da Medial pelo Corinthians”, afirma José Carlos Brunoro, dono da empresa de marketing esportivo BSB e diretor esportivo da Parmalat na época da parceria com o Palmeiras. “A empresa tem tudo para reforçar sua marca e ter mais chance de crescer no mercado.”

A maior vantagem do marketing esportivo é a de ser muito mais barato que a mídia tradicional. Pesquisa da Informídia, empresa especializada em pesquisas esportivas, mostra que a exposição da Medial na mídia nos dois primeiros deste ano custaria 26 milhões de reais se fossem comprados espaços publicitários semelhantes aos obtidos com o patrocínio do Corinthians. Apesar de representar mais da metade da verba de marketing da Medial, os 16,5 milhões que serão repassados ao clube até dezembro representarão pouco mais de 10% do valor da exposição que o clube terá durante todo o ano. “Em algum momento essa visibilidade vai ajudar a empresa a ganhar consumidores”, afirma Rafael Plastina, diretor de marketing da Informídia.

Até o momento, o único produto agregado ao marketing esportivo foi um plano de saúde com desconto de 10% para corintianos e facilidade para a compra de ingresso para os jogos. Mas as oportunidade geradas pelo marketing esportivo vão além da exposição na mídia e de planos personalizados. A Medial possui um camarote no estádio do Pacaembu, onde costuma levar funcionários, fornecedores, médicos e outros prestadores de serviço para estreitar relacionamento. Para uma empresa de planos de saúde, atrelar sua marca ao esporte mais popular do Brasil e a hábitos de vida saudável também é vantajoso. Além disso, a Medial descobriu o lado filantrópico da parceria ao doar camisetas autografadas para leilões, com o dinheiro revertido para entidades beneficentes.

Riscos

O patrocínio ao esporte também envolve riscos. É bastante improvável que dirigentes da Nike tenham dado risada ao ver um atleta com um patrocínio milionário como o atacante Ronaldo envolvido com travestis ou fotografado de cuecas, gordo e com um cigarro na mão. Da mesma forma, a empresa que investe em um time que vai mal em um campeonato não colhe os mesmos frutos que o patrocinador do campeão. Quando a fase é ruim, dificilmente a ira do torcedor vai se voltar contra o patrocinador. Em geral os culpados são o técnico, os jogadores e os dirigentes, nessa ordem. No entanto, a exposição da camiseta do time campeão é muito maior do que a do 13º colocado. No caso do Corinthians, o risco foi minimizado porque a Medial ajudou a reforçar o caixa do clube em um momento difícil, trazendo a torcida para seu lado. De qualquer forma, o time tem se apresentado melhor neste ano, chegou à final da Copa do Brasil e lidera a série B desde o início.

Nem por isso o patrocínio deixou de exigir flexibilidade da Medial para não provocar a ira do torcedor. A começar pela cor do logotipo da empresa, que é verde, a mesma do Palmeiras, arqui-rival corintiano. A própria diretoria da Medial diz ter proposto a substituição do verde pelo preto na estampa das camisetas do time. Especialistas em marketing esportivo dizem que outro cuidado a ser tomado é prolongar uma parceria por pelo menos três anos. Esse seria o tempo necessário para os consumidores fixarem a marca e para que boa parte do torcedores comprem camisas com o nome do novo patrocinador, mantendo a exposição da empresa mesmo após o término do contrato.

Existem ainda riscos que cada vez mais são considerados mitos. O principal deles é de que, ao patrocinar uma equipe, a empresa passa a ser odiada pelos torcedores rivais – e suas vendas caem. “Só os xiitas não vão comprar um produto por esse motivo. Estamos falando de 0,001% dos torcedores”, diz Brunoro. Somente em caso de mercados bipolares, como Rio Grande do Sul ou Minas Gerais, o conselho de especialistas é de que, caso o clube tenha dinheiro em caixa, que opte pelo patrocínio das duas principais equipes. Outro mito é de que investir em futebol só leva a desgaste de imagem, quebras de contrato ou disputas judiciais. “Em geral isso acontece quando grupos de investidores tentam assumir a co-gestão de um clube, como no caso dos acordos entre Corinthians e MSI ou Hicks Muse”, afirma Brunoro. “Mas não conheço nenhum investimento em patrocínio de futebol que não tenha dado certo.” A torcida na Medial é de que essa regra não seja quebrada.

O menino bandido

O que falar do garoto de 11 anos que foi capturado dirigindo o carro que roubara? Pior, pode ter sido o sexto veículo na “capivara” (inexistente, pela idade) do menino. O que podemos dizer? Quem é culpado? Os pais, a polícia, a sociedade, o governo, o próprio garotinho?
A mãe do menino assumiu alguns crimes, por medo do que poderia acontecer. Ato desnecessário, pois o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) proíbe qualquer punição a menores de 12 anos.

Intolerância estúpida

No Egito, uma entidade que reúne os médicos locais deu um ultimato a essa categoria: proibiu-os de quaisquer cirurgias de transplante que envolvam cristãos e muçulmanos, devido a condição pecaminosa dos primeiros.

É lamentável tal fundamentalismo religioso em pleno século 21. Enquanto alguns se desagregam com tais atitudes, outros se esforçam para louvar ao Deus Uno nas igualdades, respeitando as diversidades no culto de mesma fé, numa ação ecumênica.

Detalhe: a imposição foi contra os cristãos egípcios. Imagine aos judeus!

O africano de Engenheiro Coelho

O futebol nos proporciona situações engraçadas e curiosas. E as divisões de baixo e jogos pelo interior, a nós, árbitros, permitem conhecer histórias e estórias. Na última rodada, tive a oportunidade de apitar a partida entre o Sub20 da Ponte Preta X Independente, e trouxe de lá (além da lembrança de uma ótima arbitragem), a história real do africano M’Bola. Veja que curioso:

Ao chegarmos à praça esportiva, encontramos um negro alto, forte, jovem e bem vestido, sozinho numa arquibancada, debaixo de um escaldante sol. Assim que descemos do carro, ele veio em nossa direção, achando que nós eramos dirigentes esportivos da Ponte Preta (talvez por estarmos todos de terno, que é a vestimenta que usamos ao chegar num estádio). Com um português carregado de sotaque estrangeiro (não português de Portugal ou do Brasil, mas de qualquer outro lugar), disse que era jogador de futebol e comecei a puxar conversa.

O rapaz se apresentou como Ricardo (nome português) ou M’Bola (nome africano que já tem a bola até no nome). Ele veio de Guiné-Bissau. Já houvera disputado campeonatos pela Seleção de Guiné-Bissau nas divisões Sub15, Sub17 e Sub20, onde foi observado numa copa africana de nações e contratado pelo Benfica de Portugal. Mas aí vai um detalhe interessante: em seu país, há cristãos de diversas profissões religiosas, religiões tribais africanas e outras. E no caso desse jogador, ele é adventista do sétimo dia, e por esse motivo, e até porque existem muitos adventistas nesse país, não costumam jogar aos sábados (que é o dia de guarda deles). Na sua transferência, havia uma cláusula que lhe permitia a dispensa do sábado. No contrato assinado em português de Guiné-Bissau, segundo o empresário de Benfica, havia muitas palavras não-usuais do portugês pátrio. Assim, houve tradução do “português para o português”, e na nova versão, o jogador assinou sem ler e não havia a ressalva do sábado.

No Benfica, jogou com o zagueiro Luisão (ex-cruzeiro) e Léo (ex-Santos), e disputou até a Champions League. No entanto, quando foi convocado para jogar no sábado, e crente que o contrato o liberaria, houve a discórdia e teve a interpelação da FIFA para o distrato.

Então, o jogador que aceitou encerrar o contrato sem multa e até estava disposto a abrir mão da carreira de atleta, foi convidado por um missionário da igreja dele para vir ao Brasil, em uma missão evangelística. E, segundo o jogador, na África o Brasil é a segunda pátria  de todos no futebol. Chegando aqui, foi estudar numa escola adventista, na cidade de Engenheiro Coelho – SP, onde realiza trabalhos sociais paralelamente. Por coincidência, em sua turma da faculdade havia um filho do diretor da Ponte Preta, que sugeriu fazer um contato para tentar uma oportunidade. E ali estava ele, negociando um contrato profissional, aos 21 anos, com essa história interessante (e com a possibilidade de não jogar aos sábados). E pelo que pudemos perceber, será o substituto do atacante Wanderley, vendido da Ponte Preta para o Cruzeiro.

Boa sorte, M’Bola ou Ricardo. Benvindo ao país do futebol, onde talvez particularidades como essas sejam permitidas!

 

O Reflexo da lei seca e o Álcool Combustível

Proprietários de postos de combustíveis estão “tiririca da vida” com a ANP. Devido a ótima campanha da Lei Seca no Brasil, os postos terão que adaptar-se à nova nomenclatura do álcool combustível. O motivo é que o lema da campanha contra bebida alcoólica é “Álcool e direção não combinam”, e assim, segundo a União dos Produtores de Cana-de-Açúcar do Brasil, a imagem do nosso produto álcool combustível acaba sendo misturada com o do álcool das bebidas e denigre a imagem no mercado externo (?). Assim, os donos de postos terão que arcar com as despesas, por imposição da ANP, modificando o nome para Etanol. Nas bombas, nas fachadas, nas NFs. E nem a União dos Produtores de Cana-de-Açúcar ou ANP ajudarão para que os custos não sejam repassados. Que país é esse, e que desculpa esfarrapada é essa?

Abaixo, material da Folha de São Paulo de 14/08, página B5, por Cirillo Júnior:

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) decidiu que o álcool combustível terá sua nomenclatura alterada. Nas próximas semanas, a autarquia determinará que postos e demais revendedores utilizem nas bombas o termo etanol.

O pleito é da Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar), que alega que o novo bordão da campanha da Lei Seca “álcool e direção não combinam”, confunde a cabeça do consumidor e pode prejudicar as vendas do combustível,

“Nós evoluímos para isso mesmo. Se estamos tentando padronizar a especificação do álcool no mundo inteiro, é natural que se faça a mudança. Em 15 dias estará resolvido”, afirmou o superintendente de abastecimento da ANP, Édson Silva.

O balanço de combustíveis da agência mostra que as exportações de álcool cresceram 27,2% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período em 2007. Silva ressaltou que esse fato não prejudicou o abastecimento do mercado interno, e tampouco o preço do produto, que caiu 12,1% no período, nos postos de combustíveis.

“Seria um tiro no pé dos produtores vender para o exterior um produto que está em falta aqui. Quem iria querer comprar?”, disse Silva, ao destacar que o não há risco de faltar álcool no mercado interno.

 

OBSERVAÇÃO: SERÁ QUE AO LER “ÁLCOOL E DIREÇÃO NÃO COMBINAM”, OS MOTORISTAS (COMO A ANP JUSTIFICA) TERÃO DÚVIDA E ABASTECERÃO GASOLINA AO INVÉS DE ÁLCOOL? SE ISSO ACONTECER, TEM QUE CASSAR A HABILITAÇÃO DO MOTORISTA…

– De onde virão os homens de preto?

A coisa tá ficando difícil. Nesta última rodada do Brasileirão, todos puderam acompanhar como os treinadores – e alguns “pseudo jornalistas”  – apelaram contra a arbitragem. A equipe do Palmeiras-SP reclamou nas rádios da arbitragem do Gaciba (que foi bem no jogo) alegando o fato de ser gaúcho e o Grêmio-RS estar envolvido na briga pelo título (nos jogos que o Vuaden apitou não houve reclamação dos palmeirenses – ops: ele também não é Gaúcho?). Já o Santos reclamou de Marcelo de Lima Henrique (não assisti o jogo), através do discurso de que ele é carioca e o Vasco-RJ e Fluminense-RJ estão na briga contra o rebaixamento!

Em suma, dirigentes reclamam que árbitros que são de estados da federação que tenham equipes envolvidas tanto no acesso ou no rebaixamento estariam de caso pensado prejudicando os adversários em prol dos interesses das equipes compatriotas.

Não é extremamente ofensivo, a nós, árbitros? Coloca-se em xeque a nossa honestidade, a LISURA do campeonato e toda a sua seriedade com um mero (e por que não, preconceituoso) fator geográfico!

Infelizmente, quando tais questionamentos passam para a imprensa, o estrago pode ser maior. No último sábado, voltava de uma partida que apitei em Franca-SP, e coincidiu do retorno ser próximo do horário da partida entre Flamengo-RJ X Atlético-MG. Naquela região e pelo horário, as ondas de rádio AM cariocas pegavam muito bem, e ouvia a narração pela Globo AM 1220 (RJ). Na escalação, o repórter de campo da emissora (que não sei o nome – mas cobria o Flamengo na ocasião), quando foi anunciar a arbitragem da partida, disse : “Ah, a arbitragem para esse jogo é suspeita, já que esse jogo interessa ao Palmeiras e São Paulo que brigam pelo título contra o Mengão. Apita o paulista Paulo César de Oliveira; os assistentes Ednilson Corona e Carlos Augusto Nogueira; todos de SP (…)”.

Virou adjetivo pejorativo ser paulista para o “repórter desconfiado”?

Quem conhece o trio paulista que apitou o jogo, sabe da barbaridade que o péssimo jornalista falou.

A propósito, na volta, ouvia os comentários da partida na Rádio Tupi AM 1280 (RJ), e o comentarista Jorge Nunes disse: “ninguém pode reclamar nada do juiz, o Atlético poderia ter enfiado 7 ou 8 a zero; o Flamengo não jogou nada, o Ibson acha que é dono do time e o Caio Júnior teve uma pane na cabeça dele, deu um curto-circuito e saiu tudo errado“.

Amigos, o que podemos fazer contra as injúrias pré-dispostas?

Seguindo essa lógica, já que o Campeonato Brasileiro está empolgante, com todas as equipes brigando por algo, só poderão apitar jogos os árbitros de estados que não tenham clubes na série A. Respeitosamente, esses “donos-da-verdade” devem estar querendo (sem demérito dos colegas) árbitros do AP, RO, RR, AC… E depois vão reclamar da distância e dos custos da arbitragem!

Respostas das atividades de segunda-feira

Na seqüência dos trabalhos acadêmicos realizados nesta semana, trabalhamos com o segundo e oitavo semestres alguns tópicos importantes.

 

SEGUNDO SEMESTRE:
Em resposta ao questionamento: “o que tem sido mais difícil administrar em sua vida pessoal?”, obtivemos variadas respostas. Mas viu-se claramente a sinceridade das mesmas. Predominaram as respostas em relação à dificuldade de dar atenção à família; alguns com problemas de saúde na família, outros com dificuldades em conciliar famíliaXtrabalhoXescola. Mas muitos se queixaram quanto à condição financeira: uns reclamaram que gastam mais do que ganham; uma aluna, relatou que “não agüenta mais fazer crediário”; outra relata que é um desafio administrar a vida financeira do marido, e outro se confessou um consumidor compulsivo. Há, na diversidade das respostas, problemas na vida social, sentimental e espiritual. Esta última, com uma resposta interessante dentre outras que surgiram: “Deus está administrando minha vida, pois eu já me esqueci dela e infelizmente estou sem tempo para Ele também. Preciso melhorar isso”.
Atenção: muitos (muitos mesmo) erros de português: infelismente (todo semestre ele aparece..), ancioso, finansiar, consiliar, adiministração. Cuidado…

OITAVO SEMESTRE: quanto à escolha de preço, qualidade ou custo-benefício (como fator decisivo para os consumidores), predominou maciçamente a análise do custo-benefício dos produtos na hora da compra. Poucas respostas quanto à preocupação com a Qualidade (até de maneira surpreendente), e algumas em maior quantidade em relação ao preço, justificadas, em sua maioria, pelas dificuldades financeiras. Uma resposta foi excessivamente “MURO”: quando tenho dinheiro, é claro que vou na Qualidade. Sem dinheiro, não penso duas vezes e vou atrás do melhor preço. Hoje, me preocupo com o custo benefício.

Contrastes da Conquista

Como o ímpeto da conquista é diferente, caso a caso, cultura a cultura. Hoje, a judoca brasileira que conquistou a medalha de bronze no judô estampava um sorriso cativante, uma felicidade ímpar, não se cabia de felicidade. Contraditoriamente, ontem, o chinês que conquistou a medalha de prata nos 400m da natação estava desolado, triste, até mesmo raivoso. A primeira representa o espírito olímpico: “o importante é competir“. O outro, a famosa frase de Piquet: “o segundo colocado é o primeiro perdedor“.

Próxima Escala

Estaremos, mais uma vez, tendo o privilégio de trabalhar na rodada do futebol brasileiro.

Abaixo, a escala completa (esta se refere ao Campeonato Paulista Sub20 da Primeira Divisão):

FPF

Rodada:4
Campeonato: Primeira Divisão Categoria: Sub 20

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Jogo:61 – Sertãozinho X Catanduvense
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Frederico Dalmazo Cidade: SERTAOZINHO
Arbitro : ROBERVAL JOSÉ DE OLIVEIRA
Arbitro Assist 1 : ALEXANDRA APARECIDA RODOLPHO
Arbitro Assist 2 : LEONARDO LOURENÇO MARCHIORI
Quarto Arbitro : JOSE DEVISON GOMES DA SILVA

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Jogo:62 – Olímpia X Botafogo
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Maria Thereza Breda Cidade: OLIMPIA
Arbitro : WALDEMAR BARUFI JUNIOR
Arbitro Assist 1 : DANIEL FREIRIA YEDA
Arbitro Assist 2 : RENATA RUEL XAVIER DE BRITO
Quarto Arbitro : JOÃO MARCOS GIOVANELLI

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Jogo:63 – Mirassol X Bandeirante EC
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: José Maria de Campos Maia Cidade: MIRASSOL
Arbitro : GIULIANO DUTRA PELLEGRINI
Arbitro Assist 1 : RICARDO PAVANELLI LANUTTO
Arbitro Assist 2 : RICARDO LUIS DE SOUZA BORTOLUZZO
Quarto Arbitro : SILVIO RENATO SILVEIRA

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Jogo:64 – Santacruzense X Monte Azul
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Deputado Leônidas Camarinha Cidade: SANTA CRUZ RIO PARDO
Arbitro : JUNIOR CESAR DA SILVA
Arbitro Assist 1 : ORLANDO MASSOLA JUNIOR
Arbitro Assist 2 : MARCELO ZAMIAN DE BARROS
Quarto Arbitro : ANDRÉ RIBEIRO PINHEIRO

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Jogo:65 – União São João X Corinthians
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Hermínio Ometto Cidade: ARARAS
Arbitro : LUIZ CARLOS RAMOS JÚNIOR
Arbitro Assist 1 : ALBERTO POLETTO MASSEIRA
Arbitro Assist 2 : FABIO EDUARDO BALDO
Quarto Arbitro : MAX VENANCIO P. G. DA SILVA

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Jogo:66 – Independente X Inter Limeira
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Com. Agostinho Prada Cidade: LIMEIRA
Arbitro : DOUGLAS MARCUCCI
Arbitro Assist 1 : DANIEL PAULO ZIOLLI
Arbitro Assist 2 : ADAILTON ALBERTO DE SOUZA
Quarto Arbitro : PAULO SERGIO DOS SANTOS

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Jogo:67 – Itapirense X Ponte Preta
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Coronel Francisco Vieira Cidade: ITAPIRA
Arbitro : FLAMARION DAVID VOLPE
Arbitro Assist 1 : ALEXANDRE DAVID
Arbitro Assist 2 : FAUSTO AUGUSTO VIANA MORETTI
Quarto Arbitro : BENJAMIN SCHMAL

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Jogo:68 – Palmeiras X Portuguesa Desp
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: CT Palmeiras Cidade: SAO PAULO
Arbitro : ALEXANDRE AUGUSTO SILVA COSTA
Arbitro Assist 1 : ANDREVAL DE JESUS MONTEIRO
Arbitro Assist 2 : PAULO JOSÉ FERREIRA
Quarto Arbitro : RODRIGO APARECIDO BARRETO

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Jogo:69 – Rio Branco X SEV-Hortolândia
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Décio Vitta Cidade: AMERICANA
Arbitro : RAFAEL PORCARI
Arbitro Assist 1 : EDER ANTONIO DA CARMO NUNES
Arbitro Assist 2 : RENATO DE OLIVEIRA CARDOSO
Quarto Arbitro : ANDRE LUIZ SANTOS PATRICIO

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Jogo:70 – XV Piracicaba X Guarani
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Barão de Serra Negra Cidade: PIRACICABA
Arbitro : RAPHAEL CLAUS
Arbitro Assist 1 : LEANDRO MATOS FEITOSA
Arbitro Assist 2 : ALEXANDRE DE OLIVEIRA
Quarto Arbitro : EDUARDO PEREIRA DE ARAUJO

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Jogo:71 – Paulista X UA Barbarense
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Jaime Pinheiro de Ulhoa Cintra Cidade: JUNDIAI
Arbitro : LEANDRO CARVALHO DA SILVA
Arbitro Assist 1 : CASSIO MAIA ALMEIDA
Arbitro Assist 2 : JOSE RENATO CABRAL
Quarto Arbitro : MARCOS SEHNEM

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Jogo:72 – Força X São Bento
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Carlos Ferracini Cidade: CAIEIRAS
Arbitro : EDUARDO DUL
Arbitro Assist 1 : TATIANE SACILOTTI DOS SANTOS CAMARGO
Arbitro Assist 2 : CLAUDENIR DONIZETI GONÇALVES DA SILVA
Quarto Arbitro : WILLIAN ROCHA PADILHA

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Jogo:73 – Juventus X Gr Barueri
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Conde Rodolfo Crespi Cidade: SAO PAULO
Arbitro : LEANDRO CAMARGO COSTA
Arbitro Assist 1 : GRAZIELE MARIA CRIZOL
Arbitro Assist 2 : LEANDRO ALVES DE SOUZA
Quarto Arbitro : RODRIGO D`ALONSO FERREIRA

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Jogo:74 – Santos X Ituano
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: CT Rei Pelé Cidade: SANTOS
Arbitro : ALEXANDRE BIGAI MIRANDA
Arbitro Assist 1 : LEONARDO FERREIRA ALVES
Arbitro Assist 2 : MARCIO JACOB
Quarto Arbitro : FABIO BONATTO DOMINGUES

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Jogo:75 – Sorocaba X Votoraty
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Walter Ribeiro Cidade: SOROCABA
Arbitro : THIAGO DE OLIVEIRA ROSA
Arbitro Assist 1 : RICARDO GARCIA GENARO
Arbitro Assist 2 : WENDEL ALMEIDA DA SILVA
Quarto Arbitro : ROBSON FIORETTI

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Jogo:76 – São Bernardo FC X São José EC
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Humberto de Alencar Castelo Branco (Baetão) Cidade: SAO BERNADO
Arbitro : MICHEL DOUGLAS DOS SANTOS
Arbitro Assist 1 : CLAUDIO ROBERTO DA COSTA
Arbitro Assist 2 : LUCIANA DA SILVA RAMOS
Quarto Arbitro : ANTONIO CÉSAR LIMA PEREIRA

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Jogo:77 – Santo André X Flamengo
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Bruno José Daniel Cidade: SANTO ANDRE
Arbitro : JORGE TORRES
Arbitro Assist 1 : JUNIVAN RODRIGUES DE SOUSA
Arbitro Assist 2 : ITAMAR DONIZETE ANTONELLI
Quarto Arbitro : EDMAR FREITAS DOS SANTOS

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Jogo:78 – São Paulo X Taubaté
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Dr. Euclides de Almeida Cidade: COTIA
Arbitro : DAVID RICARDO MIOTO
Arbitro Assist 1 : DANIEL LUIS MARQUES
Arbitro Assist 2 : PATRICIA CARLA DE OLIVEIRA
Quarto Arbitro : LUIS FABIO ABEL DE ALMEIDA

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Jogo:79 – São Caetano X União FC Mogi das Cruzes
Data: 13/08/2008 Horário: 15:00
Estádio: Anacleto Campanella Cidade: SAO CAETANO DO SUL
Arbitro : DEMETRIUS PINTO CANDANÇAN
Arbitro Assist 1 : ALEX ALEXANDRINO
Arbitro Assist 2 : PAULO ROBERTO DE ALMEIDA
Quarto Arbitro : RICARDO DE SOUZA TAVARES

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Jogo:80 – São Carlos FL X Ferroviária
Data: 13/08/2008 Horário: 20:00
Estádio: Prof. Luiz Augusto de Oliveira Cidade: SAO CARLOS
Arbitro : LUCIANO RODRIGO LEALDINI
Arbitro Assist 1 : SÉRVIO ANTONIO BUCIOLI
Arbitro Assist 2 : MARIA NUBIA FERREIRA LEITE
Quarto Arbitro : BRUNO CESAR TEIXEIRA

A Indiana da Pepsi

 

Conforme algum aluno (que peço desculpas por não recordar o nome) houvera pedido, o trecho da matéira da Revista Exame sobre a reinvenção do grupo Pepsico pela sua presidente, a indiana India Nooyi.

(Extraído do site de Exame, com adaptações, e reportagem de Cristiane Mano:

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0924/gestaoepessoas/m0165591.html)

 

 

Uma porção de batatas fritas. Uma lata de refrigerante. Quantos produtos além desses identificam de maneira tão simples e imediata o estilo de vida americano que se espalhou pelo mundo ao longo do último século? Sob esse aspecto, a Pepsico, dona de marcas como Ruffles e Pepsi, representa uma espécie de quintessência dos hábitos do país. Assim como na esmagadora maioria de outras corporações gigantes baseadas nos Estados Unidos, o perfil dos executivos que estiveram à frente da companhia até pouco tempo atrás segue uma linhagem tão americana quanto seus produtos mais conhecidos. Homem, branco, nascido e criado no país. A descrição se encaixa em cada um dos quatro primeiros executivos que presidiram a Pepsico desde sua formação, em 1965, da fusão da fabricante de salgadinhos Frito Lay com a empresa de bebidas Pepsi-Cola. Aos 86 anos, Donald Kendall, o primeiro desses presidentes, ainda circula todos os dias pelos corredores do escritório da sede da Pepsico em Purchase, um vilarejo a cerca de 30 minutos do centro de Manhattan. Kendall, um dos idealizadores do negócio que deu origem à Pepsico, ocupa uma das maiores salas do 3o andar de um dos seis prédios que compõem o complexo da sede da companhia. É preciso caminhar um pouco mais pelo corredor para encontrar a ampla sala em que trabalha a única exceção nessa linhagem sucessória da Pepsico — a indiana Indra Nooyi. Em outubro de 2006, ela se tornou a primeira mulher e — mais importante — a primeira executiva nascida fora dos Estados Unidos a comandar a empresa, uma potência com vendas de 39 bilhões de dólares no ano passado, operações em 200 países e valor de mercado de mais de 100 bilhões de dólares.
Aos 52 anos, Indra é, de vários ângulos, uma exceção não apenas na casta de presidentes da Pepsico como também no universo empresarial americano. O motivo mais óbvio está em sua origem. Filha de um contador e de uma dona-de-casa, ela nasceu e cresceu em Chennai (antiga Madras), na Índia. Graduada em química, com especialização em administração pelo Indian Institute Management, mudou-se para os Estados Unidos em 1978 para cursar MBA em Yale. Indra hoje compõe o restrito time de 15 executivos à frente de uma das 100 maiores empresas americanas que não nasceram nos Estados Unidos. Entre eles estão o australiano Andrew Liveris, presidente da Dow Chemical, e o também indiano Vikram Pandit, presidente do Citigroup nomeado em dezembro de 2007. Carismática e informal, ela desenvolveu um estilo de liderança peculiar. Casada e mãe de duas adolescentes, costuma organizar jantares em sua casa para receber os executivos da empresa (com seus cônjuges). Nas festas da Pepsico assume o comando do karaokê e solta a voz — o repertório vai de músicas caribenhas a clássicos do rock. “Nunca imaginei chegar até aqui”, disse ela a EXAME, num inglês ainda marcado pelo sotaque indiano.
(…)
No caso de Indra, acelerar a expansão global da Pepsico é parte de um compromisso assumido em meados dos anos 90. (…) A executiva vendeu a divisão de restaurantes, com marcas como Pizza Hut, Taco Bell e KFC. Na seqüência, comprou por 14 bilhões de dólares a Quaker (dona das marcas Toddy e Gatorade) e por 3,3 bilhões a fabricante de sucos Tropicana. “Fiquei dias sem ir para casa. Tomava banho na academia da empresa e dormia no escritório”, diz ela, confessando seu lado workaholic.
Recentemente, a Pepsico passou a adquirir empresas fora dos Estados Unidos. Só no ano passado, investiu 1,7 bilhão de dólares em aquisições. Boa parte desse volume foi dedicada a mercados emergentes, como a compra da maior fabricante de sucos da Rússia, a Lebedyansky, e a fabricante de salgadinhos brasileira Lucky, dona das marcas Torcida e Fofura. (…) . A Pepsico tem se mostrado uma eficiente compradora de negócios ao redor do mundo, o que está transformando seu negócio global e fazendo com que suas vendas aumentem com consistência”, diz o analista especializado em bens de consumo Marc Greenberg, da filial do Deutsche Bank em Nova York.
Dentro da definição da corporação do século 21 criada por Indra, existe cada vez mais autonomia tanto para comprar como para lançar produtos localmente. Seu objetivo é fazer com que essas iniciativas locais sejam partilhadas com o resto do mundo — algo que Indra batizou de autonomia conectada. Agora não apenas as subsidiárias se curvam diante da matriz todo-poderosa, mas o contrário também começa a acontecer. Na nova lógica da Pepsico, as experiências de uma fabricante como a brasileira Lucky pode se revelar atraente também para a própria matriz — ou pelo menos seu modelo de negócios pode ser replicado em outras partes do mundo. No começo deste ano, um grupo de americanos esteve no Brasil para conhecer a peculiar estrutura comercial e logística da Lucky — na qual não existe um único vendedor. Em vez de uma força de vendas, a empresa possui apenas um sistema de recebimento de pedidos por e-mail ou telefone, localizado em sua sede, em São Paulo. Sem os altos investimentos para colocar uma equipe comercial na rua, a Lucky consegue manter preços baixos para os clientes — o que garante a fidelidade. “Estamos estudando profundamente esse modelo para avaliar a possibilidade de replicá-lo em outros países”, diz o americano John Compton, diretor da divisão de alimentos para as Américas.
A nova ordem da globalização da Pepsico já fez com que uma marca lançada no Brasil no final de 2006 — a H2OH! — hoje esteja à venda em 15 países, como Irlanda e Vietnã. O carioca Carlos Ricardo, de 45 anos, coordenou o lançamento do produto desde sua concepção enquanto estava à frente da diretoria de marketing da empresa na matriz, em Nova York. Hoje, a marca lidera uma nova categoria de produtos inaugurada por ela mesma — a de bebidas doces com menos gás. A Coca-Cola logo lançou a Aquarius para fazer frente ao lançamento da concorrente. “Viramos referência para outros lugares do mundo”, diz Vasco Luce, presidente da divisão de bebidas da Pepsico no Brasil. Hoje, como vice-presidente de marketing da área de alimentos da Pepsico no Brasil, Carlos Ricardo criou um salgadinho à base de legumes brasileiros, como inhame e mandioca, com a marca Raízes do Brasil. É uma tentativa de fazer crescer as vendas no país com marcas locais, já que a global Lays, de batata frita, não decolou por aqui. (Por causa de um incêndio na fábrica de Curitiba em dezembro, a produção da linha Raízes do Brasil foi interrompida e só deve ser retomada no final deste ano.)
A nova empresa global de Indra está longe de ser uma obra acabada. Neste ano, para ampliar o fluxo de informação e conhecimento das subsidiárias para a matriz, ela aumentou o número de profissionais de seu comitê executivo de dez para 29. “A única razão para isso é elevar a qualidade da discussão”, diz ela. Um dos novos integrantes é o suíço Olivier Weber, diretor da Pepsico para a América Latina e ex-presidente da operação brasileira. O grupo já se encontrou duas vezes neste ano em Nova York. O terceiro encontro, agendado para setembro, será pela primeira vez fora dos Estados Unidos. O local escolhido foi Nova Délhi, na Índia. “Além da reunião, teremos uma agenda de visitas a varejistas e fábricas locais”, diz Weber. Ao escolher Nova Délhi, Indra quis mandar uma mensagem enfática a seu pessoal: a fórmula que deu certo no passado não funcionará mais daqui para a frente. “Ainda hoje, quando boa parte dos executivos que fizeram carreira em países estáveis fala em mercados globais, está se referindo a Paris, Genebra e Londres”, diz ela. “É preciso mudar rapidamente essa visão para realmente construir uma empresa global.”

Ser candidato e não desistir nunca

Você já viu algum candidato dizer que não acredita na sua eleição? Pode até existir, mas será muito difícil… Alguns dizem piamente que terão N votos, e nas urnas, não alcançam metade. Mas todos acreditam.
Há alguns que se eternizam e até se popularizam folcloricamente. Um caso desses é o candidato à Prefeitura de SP, Levy Fidelix. No último sábado, no “Jornal Gente” da Rádio Bandeirantes, ele foi o convidado do dia (claro, sábado a audiência é menor e os outros candidatos de maior peso não querem). Indagado pelo jornalista José Nelo Marques, sobre o por quê da insistência em concorrer, uma frase pronta: “Sou brasileiro e não desisto nunca. Persistência é minha marca. E tem mais: o Lula concorreu 4 vezes até entrar. Assim sou eu”.
Apesar da confiança exacerbada, suas propostas foram curiosas. Ele disse que todas as boas idéias de SP surgiram de suas propostas. Abaixo:
– O Aerotrem, que virou fura-fila;
– O Banco do Governo, que virou Banco do Povo;
– O Anel Viário paulistano, que virou Rodoanel;
– A Free Way, que, segundo ele, Maluf “roubou” como idéia e construiu o “minhocão”.
Mas das novas propostas, a mais curiosa é a das placas bilíngües. Se eleito for, colocará nas placas de sinalização, por exemplo: “Rua Frei Caneca”, e abaixo, “Frei Caneca Street”. Agora vai!

Detalhes Despercebidos

 

Alguns detalhes realmente passam batidos durante a êxtase de uma cerimônia esportiva, como a realizada em Pequim. A beleza e grandiosidade do evento não só encanta, mas também assusta. Logo após a abertura, muitos discutiam se o Brasil teria condições de abrigar no Rio de Janeiro uma Olimpíada e seus custos. Esta é uma história para se discutir e pensar muito bem, mas não é o tema que gostaria de abordar.

Quero retratar os minuciosos detalhes que as vezes passam desapercebidos. Durante a entrada de Taiwan, na Globo, o Galvão Bueno retratava os aplausos de quem naquele momento deixava as mágoas de lado pelo espírito olímpico. (A China boicotou 6 Olimpíadas em represália à participação da cidade-estado Taiwan, separatista e capitalista, reconhecida pela comunidade internacional). Já na Bandeirantes, na cabine ao lado, o Luciano do Valle retratou a sonora vaia durante a entrada da mesma delegação. Quem está certo, Galvão ou Luciano?

Para quem gosta de geografia, um show a parte a entrada das delegações. Só esqueceram de avisar que não existe “alfabeto chinês”, já que um semi-alfabetizado na China deve conhecer pelo menos 5000 “palavras”, ou melhor, ideogramas. E a língua oficial é o Mandarim.

Quanto aos atletas, é de assustar o esforço governamental em conquistar o título de campeão olímpico no quadro de medalhas, superando os americanos. Aliás, uma outra discussão: a classificação deve ser por número de medalhas de ouro, ou pela quantidade de medalhas obtidas no quadro geral? Lembre-se: o importante é competir! (ou não?…)

Os atletas de muitas modalidades estão confinados há dois anos pelo comitê chinês, longe da família, somente treinando. Essa “dedicação” não acaba desvirtuando o propósito olímpico? Não se torna alienação? É isso que queremos do esporte?

Últimos detalhes: Havia algumas delegações de apenas 1 atleta, que realmente terão como mérito nos jogos, a participação e a integração com a comunidade internacional (embora, em muitos países com 1 ou 2 atletas, se via a entrada de comitivas com 20 pessoas – os dirigentes que aproveitavam o momento – e que estavam certos de o fazer, já que o momento é único e a oportunidade também). Mas aí vai a questão: são os melhores que ali participam? Vejam, por exemplo, e agora generalizando os esportistas olímpicos,  a arbitragem de Brasil X Bélgica no futebol masculino. O nosso amigo árabe “seu Kalhil”, que apitou o jogo, é melhor que qualquer árbitro brasileiro? Certa e respeitosamente, se ele apitasse a nossa série A2 do Paulistão, ía ter trabalhado na saída do estádio.

Olha que curioso: quanto mais atletas e esportistas de ponta em um esporte, maior a impossibilidade dos árbitros daquele país chegarem às finais. Um exemplo é a Copa do Mundo: para termos outro brasileiro na final, “deve-se” (mas não é o que fazemos) torcer contra a Seleção Brasileira. E isto serve para todos os esportes. A propóstio, ninguém destacou os brasileiros que estão lá, e serão tão importantes quanto os atletas: árbitros, voluntários, técnicos, jornalistas e outras pessoas ligadas ao esporte. Tudo bem, eles não concorrem a medalhas. Mas a citação seria legal…

Por fim, durante esta madrugada, tive a oportunidade de assistir em um dos inúmeros canais Sportv abertos, uma empolgante partida de Badminton (pois é, a modalidade “Peteca” é olímpica), entre os atletas do Irã X Taipé. Na cadeira, tranquilamente, de blazer, um sujeito bolachão, de certa idade, que parecia estar curtindo o momento… E quem era? O juizão! O búlgaro Serguei Alguma Coisa (tava querendo demais assistir um jogo desse e saber até o sobrenome quase impronunciável do árbitro de peteca!). E cheguei a uma conclusão: é fácil ser juiz de peteca. Daqui a décadas (assim espero), quando encerrar a carreira, quero apitar peteca também! Não teve uma reclamação no jogo. Fácil, fácil…

 

A tietagem entre as estrelas

Quem será o grande atleta das Olimpíadas? Os mega-tenistas Federer ou Nadal (que particularmente, acredito serem os nomes de mais destaque)? O Aquaman Michael Phelps? A seleção americana de basquetebol?
Para o astro da NBA (e também candidato a este título de estrela-mor) Kobe Briant, os dois grandes atletas olímpicos são e serão Marta e Ronaldinho. Apesar dos americanos não apreciarem o soccer, o premiado jogador da equipe dos EUA é fã confesso dos dois camisas 10 da seleção canarinho.
Mas, apesar da tietagem, a modéstia foi deixada de lado por Briant. Disse que se o Dream Team Americano não ganhar a medalha de ouro na competição, desfilará pelado na Itália e mudará de nome para “Giovana”.
Confiante o rapaz, hein? Tomara que esse excesso não vire desconcentração

O IFDM Municipal

 

Segundo a Federação das Indústrias do RJ, numa trabalhosa e incisiva pesquisa sobre o IDH (índice de desenvolvimento humano) no Brasil, levantou-se que a riqueza do país e a melhora da qualidade de vida se dão principalmente no interior do Estado de São Paulo. Criou-se, então, o índice da própria federação, o IFDM. Quanto mais próximo de 1,00, melhor o município. A média do Brasil ficou em 0,7129. O melhor município para se viver, segundo esse índice, é Indaiatuba. Itupeva a 16a, Jundiaí a 19a, Itu a 44a, Salto a 86a. A cidade de São Paulo foi a 109a. Das não-paulistas, a melhor foi Brusque-SC, na 21a. posição. Os piores índices estão no Maranhão e na Bahia, na classificação 5559a.

 

Abaixo, as 110 melhores, e as 10 piores.

 

A seqüência se refere ao:

 

Ranking Nacional, Ranking do próprio estado, nome da cidade, ifdm geral, ifdm emprego & renda, ifdm educação e ifdm saúde:

 

1º 1º SP Indaiatuba 0,9368 0,9361 0,9425 0,9319
2º 2º SP São Caetano do Sul 0,9330 0,9374 0,9387 0,9230
3º 3º SP Jaguariúna 0,9168 0,8868 0,9340 0,9295
4º 4º SP Barueri 0,9122 0,9063 0,8997 0,9306
5º 5º SP Santana de Parnaíba 0,9090 0,9545 0,8857 0,8869
6º 6º SP Bauru 0,9075 0,8800 0,9262 0,9164
7º 7º SP São José do Rio Preto 0,9061 0,8453 0,9226 0,9503
8º 8º SP Araraquara 0,8976 0,7910 0,9546 0,9473
9º 9º SP Atibaia 0,8972 0,9427 0,9281 0,8209
10º 10º SP Gavião Peixoto 0,8956 0,8126 0,9475 0,9268
11º 11º SP Lençóis Paulista 0,8952 0,8152 0,9286 0,9418
12º 12º SP São Carlos 0,8951 0,8649 0,9268 0,8936
13º 13º SP Marília 0,8915 0,8044 0,9531 0,9171
14º 14º SP Americana 0,8908 0,8579 0,9362 0,8783
15º 15º SP Hortolândia 0,8901 0,9731 0,8795 0,8178
16º 16º SP Itupeva 0,8899 0,8926 0,8947 0,8822
17º 17º SP Sorocaba 0,8895 0,8649 0,8969 0,9066
18º 18º SP Iracemápolis 0,8894 0,8573 0,9433 0,8676
19º 19º SP Jundiaí 0,8877 0,8383 0,9021 0,9228
20º 20º SP Valinhos 0,8835 0,8999 0,8372 0,9133
21º 1º SC Brusque 0,8824 0,9022 0,8118 0,9332
22º 21º SP Louveira 0,8824 0,7836 0,9346 0,9290
23º 22º SP Vinhedo 0,8811 0,8300 0,8751 0,9382
24º 23º SP Sertãozinho 0,8807 0,8320 0,9127 0,8975
25º 24º SP Boituva 0,8807 0,8958 0,8941 0,8521
26º 25º SP Nova Odessa 0,8806 0,8301 0,9287 0,8830
27º 26º SP Bragança Paulista 0,8787 0,8522 0,9265 0,8574
28º 27º SP Monte Alto 0,8786 0,7913 0,9119 0,9327
29º 28º SP Alumínio 0,8783 0,8121 0,8959 0,9269
30º 29º SP Ribeirão Preto 0,8776 0,8384 0,8820 0,9125
31º 30º SP Descalvado 0,8745 0,8435 0,9261 0,8539
32º 31º SP São Bernardo do Campo 0,8734 0,8391 0,8778 0,9032
33º 32º SP Amparo 0,8733 0,7864 0,9149 0,9186
34º 1º RJ Macaé 0,8729 0,9254 0,8083 0,8849
35º 1º RS Marau 0,8725 0,8848 0,7951 0,9378
36º 1º PR Maringá 0,8725 0,8618 0,8428 0,9130
37º 33º SP Moji Mirim 0,8708 0,8378 0,9318 0,8427
38º 34º SP Paulínia 0,8706 0,7497 0,9395 0,9227
39º 35º SP Campinas 0,8695 0,8338 0,8592 0,9154
40º 36º SP Araçatuba 0,8690 0,7884 0,9497 0,8690
41º 37º SP Botucatu 0,8690 0,8255 0,8927 0,8888
42º 38º SP Diadema 0,8690 0,8628 0,8557 0,8884
43º 39º SP Limeira 0,8689 0,8225 0,9504 0,8338
44º 40º SP Itu 0,8686 0,8617 0,8863 0,8577
45º 41º SP Santa Bárbara d’Oeste 0,8664 0,8642 0,8977 0,8374
46º 42º SP Araras 0,8661 0,7309 0,9312 0,9361
47º 43º SP Cotia 0,8661 0,8768 0,8882 0,8332
48º 44º SP Catanduva 0,8658 0,7727 0,8930 0,9317
49º 45º SP Mogi Guaçu 0,8654 0,8931 0,8704 0,8327
50º 46º SP Presidente Prudente 0,8645 0,8355 0,9188 0,8392
51º 47º SP Santo André 0,8638 0,8372 0,8759 0,8782
52º 2º SC Videira 0,8618 0,8775 0,8193 0,8886
53º 48º SP Barretos 0,8609 0,8537 0,8304 0,8987
54º 49º SP Cordeirópolis 0,8601 0,7746 0,9375 0,8682
55º 50º SP São João da Boa Vista 0,8594 0,8042 0,9366 0,8374
56º 2º PR Londrina 0,8593 0,8535 0,7848 0,9397
57º 51º SP Mairiporã 0,8576 0,8264 0,8808 0,8656
58º 52º SP Santos 0,8576 0,8114 0,8908 0,8705
59º 53º SP Itapira 0,8568 0,8261 0,9163 0,8282
60º 54º SP Osasco 0,8567 0,8464 0,8370 0,8868
61º 55º SP Lins 0,8565 0,8803 0,8868 0,8024
62º 56º SP Orindiúva 0,8563 0,7000 0,9132 0,9557
63º 57º SP Cravinhos 0,8560 0,7811 0,8848 0,9021
64º 58º SP Arujá 0,8544 0,9000 0,8610 0,8023
65º 59º SP Cruzeiro 0,8543 0,8841 0,8537 0,8250
66º 60º SP São Vicente 0,8539 0,9172 0,8172 0,8274
67º 2º RS Lajeado 0,8529 0,8313 0,8267 0,9006
68º 61º SP Rio Claro 0,8528 0,7810 0,9227 0,8547
69º 62º SP Vista Alegre do Alto 0,8525 0,7095 0,9471 0,9008
70º 63º SP Tietê 0,8519 0,7919 0,8899 0,8740
71º 64º SP Itatiba 0,8517 0,7362 0,9177 0,9012
72º 3º PR Curitiba 0,8510 0,8774 0,7588 0,9167
73º 65º SP Sumaré 0,8501 0,9043 0,8256 0,8203
74º 66º SP Poá 0,8489 0,9090 0,8311 0,8065
75º 67º SP Pindamonhangaba 0,8488 0,8820 0,8042 0,8604
76º 68º SP Ilhabela 0,8486 0,7239 0,9256 0,8962
77º 69º SP São Joaquim da Barra 0,8482 0,7633 0,9090 0,8725
78º 70º SP Matão 0,8480 0,6839 0,9178 0,9424
79º 1º GO Catalão 0,8474 0,9124 0,7977 0,8321
80º 71º SP Cajamar 0,8462 0,8961 0,8273 0,8153
81º 72º SP Votuporanga 0,8461 0,6813 0,9299 0,9272
82º 1º ES Vitória 0,8460 0,8723 0,8119 0,8538
83º 3º SC Jaraguá do Sul 0,8459 0,8430 0,8360 0,8585
84º 73º SP Guaíra 0,8452 0,7138 0,9106 0,9112
85º 74º SP Onda Verde 0,8450 0,6230 0,9333 0,9786
86º 75º SP Salto 0,8449 0,7665 0,9156 0,8524
87º 76º SP Bariri 0,8443 0,6628 0,9402 0,9300
88º 77º SP Conchas 0,8437 0,7371 0,9052 0,8888
89º 78º SP Mogi das Cruzes 0,8425 0,8333 0,8856 0,8087
90º 79º SP Tatuí 0,8421 0,8456 0,8463 0,8343
91º 80º SP Tarumã 0,8412 0,8042 0,8373 0,8821
92º 1º MG Nova Lima 0,8411 0,8531 0,7456 0,9246
93º 81º SP Maracaí 0,8409 0,6969 0,9122 0,9136
94º 82º SP Cabreúva 0,8402 0,7682 0,8860 0,8663
95º 83º SP Promissão 0,8400 0,8561 0,8952 0,7688
96º 84º SP Garça 0,8396 0,6925 0,9486 0,8776
97º 2º RJ Niterói 0,8394 0,8237 0,7984 0,8961
98º 85º SP Catiguá 0,8393 0,7201 0,8462 0,9516
99º 86º SP Morro Agudo 0,8386 0,7750 0,8271 0,9138
100º 87º SP Itapecerica da Serra 0,8386 0,8319 0,8369 0,8468
101º 4º SC Pomerode 0,8382 0,7279 0,8326 0,9541
102º 88º SP São José dos Campos 0,8381 0,7623 0,8843 0,8678
103º 89º SP Cerquilho 0,8378 0,7108 0,9017 0,9009
104º 4º PR Pinhais 0,8378 0,8929 0,7450 0,8754
105º 2º MG Itabira 0,8370 0,9881 0,6918 0,8310
106º 90º SP Itapevi 0,8366 0,8972 0,7739 0,8388
107º 5º SC Joaçaba 0,8362 0,8747 0,8186 0,8153
108º 91º SP São Roque 0,8358 0,6939 0,8887 0,9247
109º 92º SP São Paulo 0,8357 0,8133 0,8406 0,8533
110º 2º ES Serra 0,8356 0,9825 0,6982 0,8260

5551º 212º MA Marajá do Sena 0,3238 0,1436 0,3961 0,4316
5552º 415º BA Macururé 0,3124 0,0610 0,4479 0,4283
5553º 213º MA Serrano do Maranhão 0,3123 0,0529 0,5180 0,3659
5554º 214º MA Apicum-Açu 0,3123 0,0501 0,5061 0,3806
5555º 215º MA Primeira Cruz 0,3067 0,0603 0,4575 0,4022
5556º 216º MA Santana do Maranhão 0,3005 0,1388 0,3873 0,3753
5557º 217º MA Amapá do Maranhão 0,2986 0,1257 0,3988 0,3712
5558º 416º BA Cansanção 0,2939 0,1157 0,2831 0,4828
5559º 417º BA Santa Brígida 0,2933 0,1272 0,3477 0,4050

 

Cadê o espírito olímpico?

Tive oportunidade de assistir Brasil X Alemanha, no futebol feminino, e Brasil X Bélgica, pelo masculino. E decididamente, o futebol não tem nada a ver com Olimpíadas. É, de fato, um esporte a parte.

 

No feminino, a atleta Daniela Alves deu cotovelada, tapa, carrinho, e simulou muita falta… Isto é ter Espírito Olímpico?

 

No masculino, o lateral Rafinha caiu, pulou, simulou, cavou expulsão e tudo mais… Ajudado pelo também “cai-cai” Diego, que é ótimo jogador mas, também, não é partidário da lisura dentro de campo. Ao menos, no espírito olímpico.

 

Para não dizer que houve corporativismo no comentário, verdadeiramente não tiveram espírito olímpico (ou competência para tal torneio) a “juizona” americana de ontem e o “juizão” árabe de hoje. Já imaginaram eles apitando série B nossa? Haja camburão!

 

Por fim, vai valer a máxima “Futebol, futebol. Espírito Olímpico à parte”. De fato, nesse esporte ninguém gosta de perder, e o importante não é só competir.

Bola Fora, Professor!

Não vi ninguém repercutir a explicação didática do técnico do Ipatinga, Ricardo Drubsky, depois do término da rodada de ontem.

Na partida Grêmio X Ipatinga, o árbitro Wilson Souza de Mendonça indicou 3 minutos de acréscimos no segundo tempo. Aos 48 minutos da etapa derradeira, falta para o Ipatinga. Um jogador arruma a bola, conversa com ela, outro encosta… troca o batedor, para, pensa, arruma a meia… e ninguém cobra o tiro livre… até que o árbitro, quase aos 49 minutos, encerra a partida. De imediato, o treinador reclama e em tom professoral diz: “Esse cara tá louco! Tá de brincadeira! Ele tem OBRIGAÇÃO de deixar bater a falta. Não existe acabar o jogo num lance de falta! Esse juiz não sabe nada.”

(Segundo locução da Rádio Gaúcha 600 AM).

Talvez a FIFA tenha esquecido de publicar essa emenda à regra, ou meu livro veio faltando páginas. Cada um que aparece no futebol…

A Família Universitária

Em atividade realizada na útlima terça-feira, tivemos oportunidade de fazer uma reflexão da caminhada acadêmica dos formandos e as principais mudanças na vida de cada um. Ótimas respostas. Algumas visivelmente emocionadas, outras esbanjando confiança, e muitas mostrando que conseguiram elevar a auto-estima. Mudanças positivas em relação à vida pessoal e profissional, entre outras, foram muito citadas. Principalmente a questão de se tornar cidadãos melhores!

Mas algumas respostas chamaram a atenção: boa parte dos alunos credita o seu sucesso ao apoio familiar. Muitos citaram a ajuda da família durante os estudos, e a necessidade de se dividir os louros da conquista com eles. E mais: ressaltaram o fato de serem as primeiras pessoas da família a conseguir fazer um curso superior. A todos, mas em especial a estes, parabéns! Alguns relataram do orgulho familiar com a eminete vitória! Seja dos pais, da esposa, do marido, dos filhos. “Eles são alavancadores do meu sucesso”, segundo um aluno. Outro ressaltou que era “o primeiro da família e exemplo para a nova geração”. Muito bacana!

Sucesso a todos nesse semestre!

O IFDM Municipal

 

Segundo a Federação das Indústrias do RJ, numa trabalhosa e incisiva pesquisa sobre o IDH (índice de desenvolvimento humano) no Brasil, levantou-se que a riqueza do país e a melhora da qualidade de vida se dão principalmente no interior do Estado de São Paulo. Criou-se, então, o índice da própria federação, o IFDM. Quanto mais próximo de 1,00, melhor o município. A média do Brasil ficou em 0,7129. O melhor município para se viver, segundo esse índice, é Indaiatuba. Itupeva a 16a, Jundiaí a 19a, Itu a 44a, Salto a 86a. A cidade de São Paulo foi a 109a. Das não-paulistas, a melhor foi Brusque-SC, na 21a. posição. Os piores índices estão no Maranhão e na Bahia, na classificação 5559a.

 

Abaixo, as 110 melhores, e as 10 piores.

 

A seqüência se refere ao:

 

Ranking Nacional, Ranking do próprio estado, nome da cidade, ifdm geral, ifdm emprego & renda, ifdm educação e ifdm saúde:

 

1º 1º SP Indaiatuba 0,9368 0,9361 0,9425 0,9319
2º 2º SP São Caetano do Sul 0,9330 0,9374 0,9387 0,9230
3º 3º SP Jaguariúna 0,9168 0,8868 0,9340 0,9295
4º 4º SP Barueri 0,9122 0,9063 0,8997 0,9306
5º 5º SP Santana de Parnaíba 0,9090 0,9545 0,8857 0,8869
6º 6º SP Bauru 0,9075 0,8800 0,9262 0,9164
7º 7º SP São José do Rio Preto 0,9061 0,8453 0,9226 0,9503
8º 8º SP Araraquara 0,8976 0,7910 0,9546 0,9473
9º 9º SP Atibaia 0,8972 0,9427 0,9281 0,8209
10º 10º SP Gavião Peixoto 0,8956 0,8126 0,9475 0,9268
11º 11º SP Lençóis Paulista 0,8952 0,8152 0,9286 0,9418
12º 12º SP São Carlos 0,8951 0,8649 0,9268 0,8936
13º 13º SP Marília 0,8915 0,8044 0,9531 0,9171
14º 14º SP Americana 0,8908 0,8579 0,9362 0,8783
15º 15º SP Hortolândia 0,8901 0,9731 0,8795 0,8178
16º 16º SP Itupeva 0,8899 0,8926 0,8947 0,8822
17º 17º SP Sorocaba 0,8895 0,8649 0,8969 0,9066
18º 18º SP Iracemápolis 0,8894 0,8573 0,9433 0,8676
19º 19º SP Jundiaí 0,8877 0,8383 0,9021 0,9228
20º 20º SP Valinhos 0,8835 0,8999 0,8372 0,9133
21º 1º SC Brusque 0,8824 0,9022 0,8118 0,9332
22º 21º SP Louveira 0,8824 0,7836 0,9346 0,9290
23º 22º SP Vinhedo 0,8811 0,8300 0,8751 0,9382
24º 23º SP Sertãozinho 0,8807 0,8320 0,9127 0,8975
25º 24º SP Boituva 0,8807 0,8958 0,8941 0,8521
26º 25º SP Nova Odessa 0,8806 0,8301 0,9287 0,8830
27º 26º SP Bragança Paulista 0,8787 0,8522 0,9265 0,8574
28º 27º SP Monte Alto 0,8786 0,7913 0,9119 0,9327
29º 28º SP Alumínio 0,8783 0,8121 0,8959 0,9269
30º 29º SP Ribeirão Preto 0,8776 0,8384 0,8820 0,9125
31º 30º SP Descalvado 0,8745 0,8435 0,9261 0,8539
32º 31º SP São Bernardo do Campo 0,8734 0,8391 0,8778 0,9032
33º 32º SP Amparo 0,8733 0,7864 0,9149 0,9186
34º 1º RJ Macaé 0,8729 0,9254 0,8083 0,8849
35º 1º RS Marau 0,8725 0,8848 0,7951 0,9378
36º 1º PR Maringá 0,8725 0,8618 0,8428 0,9130
37º 33º SP Moji Mirim 0,8708 0,8378 0,9318 0,8427
38º 34º SP Paulínia 0,8706 0,7497 0,9395 0,9227
39º 35º SP Campinas 0,8695 0,8338 0,8592 0,9154
40º 36º SP Araçatuba 0,8690 0,7884 0,9497 0,8690
41º 37º SP Botucatu 0,8690 0,8255 0,8927 0,8888
42º 38º SP Diadema 0,8690 0,8628 0,8557 0,8884
43º 39º SP Limeira 0,8689 0,8225 0,9504 0,8338
44º 40º SP Itu 0,8686 0,8617 0,8863 0,8577
45º 41º SP Santa Bárbara d’Oeste 0,8664 0,8642 0,8977 0,8374
46º 42º SP Araras 0,8661 0,7309 0,9312 0,9361
47º 43º SP Cotia 0,8661 0,8768 0,8882 0,8332
48º 44º SP Catanduva 0,8658 0,7727 0,8930 0,9317
49º 45º SP Mogi Guaçu 0,8654 0,8931 0,8704 0,8327
50º 46º SP Presidente Prudente 0,8645 0,8355 0,9188 0,8392
51º 47º SP Santo André 0,8638 0,8372 0,8759 0,8782
52º 2º SC Videira 0,8618 0,8775 0,8193 0,8886
53º 48º SP Barretos 0,8609 0,8537 0,8304 0,8987
54º 49º SP Cordeirópolis 0,8601 0,7746 0,9375 0,8682
55º 50º SP São João da Boa Vista 0,8594 0,8042 0,9366 0,8374
56º 2º PR Londrina 0,8593 0,8535 0,7848 0,9397
57º 51º SP Mairiporã 0,8576 0,8264 0,8808 0,8656
58º 52º SP Santos 0,8576 0,8114 0,8908 0,8705
59º 53º SP Itapira 0,8568 0,8261 0,9163 0,8282
60º 54º SP Osasco 0,8567 0,8464 0,8370 0,8868
61º 55º SP Lins 0,8565 0,8803 0,8868 0,8024
62º 56º SP Orindiúva 0,8563 0,7000 0,9132 0,9557
63º 57º SP Cravinhos 0,8560 0,7811 0,8848 0,9021
64º 58º SP Arujá 0,8544 0,9000 0,8610 0,8023
65º 59º SP Cruzeiro 0,8543 0,8841 0,8537 0,8250
66º 60º SP São Vicente 0,8539 0,9172 0,8172 0,8274
67º 2º RS Lajeado 0,8529 0,8313 0,8267 0,9006
68º 61º SP Rio Claro 0,8528 0,7810 0,9227 0,8547
69º 62º SP Vista Alegre do Alto 0,8525 0,7095 0,9471 0,9008
70º 63º SP Tietê 0,8519 0,7919 0,8899 0,8740
71º 64º SP Itatiba 0,8517 0,7362 0,9177 0,9012
72º 3º PR Curitiba 0,8510 0,8774 0,7588 0,9167
73º 65º SP Sumaré 0,8501 0,9043 0,8256 0,8203
74º 66º SP Poá 0,8489 0,9090 0,8311 0,8065
75º 67º SP Pindamonhangaba 0,8488 0,8820 0,8042 0,8604
76º 68º SP Ilhabela 0,8486 0,7239 0,9256 0,8962
77º 69º SP São Joaquim da Barra 0,8482 0,7633 0,9090 0,8725
78º 70º SP Matão 0,8480 0,6839 0,9178 0,9424
79º 1º GO Catalão 0,8474 0,9124 0,7977 0,8321
80º 71º SP Cajamar 0,8462 0,8961 0,8273 0,8153
81º 72º SP Votuporanga 0,8461 0,6813 0,9299 0,9272
82º 1º ES Vitória 0,8460 0,8723 0,8119 0,8538
83º 3º SC Jaraguá do Sul 0,8459 0,8430 0,8360 0,8585
84º 73º SP Guaíra 0,8452 0,7138 0,9106 0,9112
85º 74º SP Onda Verde 0,8450 0,6230 0,9333 0,9786
86º 75º SP Salto 0,8449 0,7665 0,9156 0,8524
87º 76º SP Bariri 0,8443 0,6628 0,9402 0,9300
88º 77º SP Conchas 0,8437 0,7371 0,9052 0,8888
89º 78º SP Mogi das Cruzes 0,8425 0,8333 0,8856 0,8087
90º 79º SP Tatuí 0,8421 0,8456 0,8463 0,8343
91º 80º SP Tarumã 0,8412 0,8042 0,8373 0,8821
92º 1º MG Nova Lima 0,8411 0,8531 0,7456 0,9246
93º 81º SP Maracaí 0,8409 0,6969 0,9122 0,9136
94º 82º SP Cabreúva 0,8402 0,7682 0,8860 0,8663
95º 83º SP Promissão 0,8400 0,8561 0,8952 0,7688
96º 84º SP Garça 0,8396 0,6925 0,9486 0,8776
97º 2º RJ Niterói 0,8394 0,8237 0,7984 0,8961
98º 85º SP Catiguá 0,8393 0,7201 0,8462 0,9516
99º 86º SP Morro Agudo 0,8386 0,7750 0,8271 0,9138
100º 87º SP Itapecerica da Serra 0,8386 0,8319 0,8369 0,8468
101º 4º SC Pomerode 0,8382 0,7279 0,8326 0,9541
102º 88º SP São José dos Campos 0,8381 0,7623 0,8843 0,8678
103º 89º SP Cerquilho 0,8378 0,7108 0,9017 0,9009
104º 4º PR Pinhais 0,8378 0,8929 0,7450 0,8754
105º 2º MG Itabira 0,8370 0,9881 0,6918 0,8310
106º 90º SP Itapevi 0,8366 0,8972 0,7739 0,8388
107º 5º SC Joaçaba 0,8362 0,8747 0,8186 0,8153
108º 91º SP São Roque 0,8358 0,6939 0,8887 0,9247
109º 92º SP São Paulo 0,8357 0,8133 0,8406 0,8533
110º 2º ES Serra 0,8356 0,9825 0,6982 0,8260

5551º 212º MA Marajá do Sena 0,3238 0,1436 0,3961 0,4316
5552º 415º BA Macururé 0,3124 0,0610 0,4479 0,4283
5553º 213º MA Serrano do Maranhão 0,3123 0,0529 0,5180 0,3659
5554º 214º MA Apicum-Açu 0,3123 0,0501 0,5061 0,3806
5555º 215º MA Primeira Cruz 0,3067 0,0603 0,4575 0,4022
5556º 216º MA Santana do Maranhão 0,3005 0,1388 0,3873 0,3753
5557º 217º MA Amapá do Maranhão 0,2986 0,1257 0,3988 0,3712
5558º 416º BA Cansanção 0,2939 0,1157 0,2831 0,4828
5559º 417º BA Santa Brígida 0,2933 0,1272 0,3477 0,4050

Vocação e Missão

Li no jornal diocesano “O Verbo” que há uma equipe de missionários da Diocese de Jundiaí em Marabá-PA. E entre eles, dois amigos: o Pe. José Luís Nacibem e o Seminarista Milton.

Boa sorte à vocês! Deus certamente os sustentará, pois, afinal, não é fácil deixar tudo aqui e se entregar a uma causa difícil em terra estranha. Que nossa Padroeira, a Senhora do Desterro, possa abençoar e interceder por vocês ao Cristo Salvador!

Usp é melhor que a Unicamp, que é melhor que UFRJ

 

Para o WRWU (Ranking Mundial das Universidades da Web), a USP é a 113a. melhor Universidade do Mundo. Porém, naõ sei da confiabilidade desse indicador, já que sinceramente nunca ouvi falar desse instituto. Aliás, todo mundo cria ranking agora! Há pouco, falamos sobre o futuro ranking do Mec. Mas vamos lá… Abaixo, a íntegra da matéria da Folha de São Paulo, 02/08/2008, página C5, de Fábio Takahashi. Para esse organismo, as 3 melhores são MIT, Harvard e Stanford.

A USP foi considerada a 113ª melhor universidade do mundo em um ranking divulgado ontem por um órgão de pesquisa do governo espanhol. A escola de São Paulo subiu 15 posições em relação a 2007.

Entre as 200 mais bem posicionadas do mundo, a instituição foi a única brasileira citada.

Um dos principais indicadores avaliados pelo ranking, chamado de “Webometrics Ranking of World Universities” (Ranking Mundial de Universidades na Web, em tradução livre), é o número de acessos, via internet, dos artigos produzidos pelas escolas.

Com o mecanismo, o Conselho Superior de Pesquisas Científicas –vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia espanhol– busca quantificar a relevância da produção das instituições universitárias.

Após a USP, as instituições brasileiras mais bem posicionadas são a Unicamp (212ª) e a UFRJ (federal do Rio de Janeiro, em 330º).

As 25 melhores da lista são norte-americanas. MIT, Harvard e Stanford ocupam as melhores posições. Foram analisadas 15 mil escolas no mundo todo, e 4.000 foram ranqueadas.

A melhor latino-americana foi a Universidade Autônoma do México (51ª).

Diversas instituições fazem rankings de universidades. Os mais tradicionais são o da Universidade de Jiao Tong (China) e das publicações “US News & World Report” (Estados Unidos) e “Times” (Inglaterra).

Um dos objetivos dessas listas é indicar aos melhores alunos as melhores instituições para se estudar.

Internacionalização

A reitoria da USP atribuiu a subida no ranking à preocupação da universidade em se internacionalizar, por meio de intercâmbio de alunos e professores, além de convênios com instituições do exterior (atualmente, há 326 vigentes).

Segundo a pesquisadora da USP Elizabeth Balbachevsky, o ranking demonstra que as instituições brasileiras de ensino superior têm baixo grau de inserção na comunidade científica mundial (apenas a USP ficou entre as 200 da lista).

“O Brasil está produzindo mais cientificamente, mas de forma insular. É pequeno o número de pesquisadores brasileiros em redes internacionais. Assim, poucos conhecem as universidades brasileiras.”

Segundo Balbachevsky, um dos problemas da baixa internacionalização da produção científica do país é a perda de investimentos estrangeiros.

“Temos mais doutores na área da ciência da informática do que a Índia. Porém, enquanto a Índia capta quase um quarto de todo o investimento internacional na área, a situação brasileira é quase pífia.”

 

Volta às Aulas

Queridos alunos, estaremos de volta na próxima segunda-feira, dia 04. Bom início de semestre a todos, mostrem a inteligência e perspicácia que possuem!

Boas aulas!

Ops: estarei às segundas e terças com o Oitavo e Segundo Semestre!

O esotérico da Bola

Raymond Domenech, técnico da Seleção Francesa de Futebol, realmente abusa da sorte. Ele é extremamente supersticioso, já contratou um bruxo (isso mesmo, um bruxo) para integrar a sua comissão técnica e é ligado nas coisas do ocultismo. Agora, devido as orientações que teve sobre a negatividade de jogadores do signo de Escorpião, não convocou nenhum atleta escorpiano (para quem acredita em Horóscopo, um prato cheio). Mas, veja só a lista de jogadores que se fossem franceses estariam fora do time: Pelé, Maradona, Garrincha, Van Basten…
Falar o quê ?

A Culpa é da Bola. Será mesmo?

Àqueles que gostam de futebol, é inegável dizer que Paulo Cézar Caju foi uma figura ímpar na história do futebol brasileiro. É público o seu depoimento que, depois do término da sua carreira, afundou-se nas drogas lícitas e ilícitas. Há pouco tempo, amparado por amigos, recuperou-se e hoje presta relevante serviço como palestrante inveterado contra o uso de drogas. Louvável iniciativa. Tão louvável é a sua última coluna escrita no “Jornal da Tarde” (a propósito, eu que não sou contemporâneo do jogador PC Caju, estou me deliciando pelos ótimos artigos escritos pelo culto atleta).

Nesta quarta, ele procurou abordar as desculpas dos treinadores frente as derrotas.  Eis um pequeno trecho para uma grande reflexão:

 

“Em gerações passadas, jogávamos com uma bola chamada G18, que significa 18 gomos. Era de couro duro e dava um trabalho danado para os roupeiros durante a semana de treinos e após os jogos. Passar sebo, reforçar costuras e colocar no sol era a rotina diária. Talvez seja por isso que fazíamos questão de tratá-la com tanto carinho. E hoje ainda tenho que escutar treinadores reclamando da bola! Depois de reclamar do plantel, das arbitragens e dos gramados, agora sobrou para a bola, que hoje é desenvolvida com a melhor das tecnologias do planeta (…) Os “professores” deveriam, isso sim, ir pra campo, sem descanso, e aprimorar fundamentos e corrigir os defeitos de seus jogadores. Só assim eles vão aprender a passar, dominar e finalizar, e aí, deixar a bola feliz!

 

Pois bem, rápidas considerações sobre esse trecho:

Quando o time perde, segundo Caju, é porque:

– O plantel é reduzido e limitado;

– A arbitragem prejudicou;

– O gramado é ruim;

– A bola não é boa.

Poderia, caro Caju, lembrar de outros aspectos citados pelos treineiros nas derrotas, como:

– A maratona de jogos atrapalhou o time;

– Não havia boas condições no estádio, atirou-se de tudo no campo;

– A comida do hotel trouxe indisposição alimentar;

– O frio demasiado;

– O forte calor;

– A tabela que prejudicou a seqüência de jogos;

– Os desfalques por cartões;

– Ou desfalques por convocações à Seleção.

Ufa! Cansou tanta desculpa. Mas certamente você NÃO OUVIRÁ as seguintes colocações:

– Meu time perdeu porque escalei mal;

– Meu esquema de jogo foi mal elaborado;

– Jogamos na retranca porque não queria deixar os alas avançarem;

– Errei redondamente na preleção;

– Substimei o adversário;

– Desmontei o time nas substituições.

É claro que há muita ironia neste texto. E nem podemos generalizar as reclamações dos treinadores, pois, afinal das contas, eles querem ganhar os jogos para sua sobrevivência no cargo. E estão “fazendo a parte deles”. Os jogadores, idem. Os árbitros idem, a imprensa idem. O problema é a irresponsabilidade de acusar os outros para salvar a própria pele. Se pegar os jornais de segunda-feira, qual seja ele, haverá muitas dessas reclamações em diversas páginas de diversos jogos. O grande exemplo disso (e não estou julgando-o mas apenas relatando o fato), foi o atacante Kléber do Palmeiras, que após receber bisonhamente um cartão, foi instigado por um repórter se era perseguição, e de pronto comprou a idéia. E, claro, a polêmica se formou.

Dessa vez, caro Caju, a culpa não foi da bola (apesar de ela ser redonda demais para alguns), mas sim do árbitro. Cumpriu a regra, o juizão está condenado. Pelo menos, em casos como esse em que ninguém assume a irresponsabilidade das decisões!

Gostaria de saber sua opinião: de quem é a culpa, afinal das contas?

Chamem o Coringa!

Para os aficcinonados do herói dos quadrinhos Batman, o último filme do homem-morcego foi perfeito. Porém, o herói das telas acabou virando vilão na vida real. O bom e discreto ator Christian Bale foi preso, ontem, na Inglaterra, após agredir a sua mãe e sua irmã!

Se no final das contas há crise de identidade no personagem da ficção, fora das telas essa neurose não pode tomar conta do homem-ator.

Bater na própria mãe, nem o Coringa e a sua insanidade… Como disse o José Simão na Folha de São Paulo desta quarta, o herói agora é o Batmãe!

O Orkut e a Fé

Reproduzo ótimo texto enviado pelo Diácono da Paróquia São João Bosco – Jundiaí / SP,  (a qual pertenço), Benedito Pedro Toledo de Oliveira, sobre a constante e comum afirmação no Orkut de muitos sobre “Religião”. Interessante argumento que vale a pena refletir!

 

fonte: Padre Sandro Rogério dos Santos Adm. Paróquias de Caiuá e de Piquerobi – Diocese de Presidente Prudente-SP

TENHO UM LADO ESPIRITUAL INDEPENDENTE DE RELIGIÃO

 

No site de relacionamentos Orkut existe na apresentação (perfil) a possibilidade do associado revelar ao público (ou apenas aos amigos da lista) a religião à qual “pertence”. De pronto me chamou atenção o fato de que nas opções religiosas o indivíduo possa identificar-se como quem tem “um lado espiritual independente de religião”. Faz algum tempo reflito sobre essa questão.

Religião vem da língua latina “religare” (ligar-se novamente à fonte de onde se veio ou a um projeto comum de origem). Daí, assumir um lado espiritual é já admitir uma religião. Então, como fica a afirmação inteira? Bom, acredito que quando alguém diz ter um lado espiritual independente de religião está afirmando que, embora se sinta marcado por uma “força maior”, não aceita regras “impostas” em sua vida. Não reconhece limites, pois está formado na atual mentalidade de que ser livre é fazer tudo o tempo todo. De pronto, nada mais ilusório e vazio.

Os homens e as mulheres que têm lado espiritual independente de religião sentem-se livres até o sofrimento bater à sua porta; até a tragédia mostrar-se em suas vidas ou próxima das deles. Vi alguns se queixarem com complexos de culpa por atos cometidos, mas não conhecem o Deus de Jesus Cristo. O Deus, “pai das misericórdias”, que por amor enviou o próprio Filho para salvar a ovelha perdida, e todos aqueles que estão doentes!

Talvez a expressão adequada aos espirituais sem religião fosse “sou da religião do tudo posso, ninguém me controla”. Pena que a vida “anárquica” não encontra sentido nem espaço no ordenamento social que estabelecemos e vivemos. Tenho a sensação de que quanto mais se quer negar a religião mais religiosamente se vive. Algum filósofo chegou alardear a “morte de Deus” e, se Deus morreu, tudo é permitido.

No exercício do ministério sacerdotal vejo inúmeros “religiosos sem religião” esporadicamente indo à (qualquer) igreja. Rezam pelos seus mortos, casam-se, preocupam-se (?) em batizar os filhos ou pelo menos aceitam “com gosto” serem padrinhos de filhos alheios. Caminhamos para e pôr épocas estranhas. A indiferença religiosa solapa Deus das decisões que exigem mudanças pessoais, mas O colocam no centro das saídas quando a situação não dá mostras de se resolver “humanamente”.

Seria necessário dizer que para tais pessoas ir à missa ou ao culto evangélico ou ao terreiro ou a sessão espírita não faz diferença alguma? Pois é, estamos na cultura religiosa do “self-service”. O Brasil é farto em religiões e com isso no sincretismo (que assimila gestos e ritos de variadas expressões religiosas). Pega-se um pouco de cada uma e faz-se a sua própria. Deus não lhe causa motivos para conversão. Pois Ele foi convertido num “deus” tapa-buracos, caixa-eletrônico (donde se sacam graças e bênçãos na hora que o “fiel” precisa)…

Como simples exemplo do que se disse acima, um levantamento realizado em 21 países constatou que o Brasil possui a terceira população jovem mais religiosa do mundo. Segundo pesquisa do instituto alemão Bertelsmann Stiftung, 65% dos jovens brasileiros são considerados “profundamente religiosos”. No Brasil, 65% dos jovens se declaram profundamente religiosos, 30% se dizem religiosos e 4% afirmam não ter religião. Apesar de 74% dos brasileiros declararem que rezam diariamente, somente 35% disseram viver de acordo com os preceitos religiosos.

Para Flávio Pierucci (professor de sociologia na USP), a religião representa, nas vidas das pessoas, uma “pequena oração diária, no máximo, um ou dois minutos”. “Então você tem uma situação aparentemente contraditória –uma população muito religiosa, como a brasileira, que gosta de religião e a respeita, a pesquisa mostra bem isso”, afirma o sociólogo. “A sociedade brasileira valoriza a religião, mas não segue nenhuma, porque elas costumam ser muito exigentes. Há apenas uma minoria que segue, o resto não tem nem tempo para isso.”

fonte: Padre Sandro Rogério dos Santos

Adm. Paróquias de Caiuá e de Piquerobi

Blog http://sandrogerio.zip.net

 

Crianção ou Rapazinho?

Um dos meus hobbies é jardinagem. Regava as roseiras, aproveitando meu último dia de férias, e, ao início da noite, ouvia a “Voz do Brasil” descompromissadamente no meio do jardim. Por isso, talvez, realmente dei atenção ao programa. E duas matérias do Congresso Nacional foram destaque: um projeto de um deputado catarinense pedindo mudança na idade-limite dos filhos dependentes do IR para 28 anos, sobre a alegação de que “somente perto dos 30 anos um filho se torna realmente adulto, e pode começar a pensar na independência dos pais“. O outro projeto, de um deputado potiguar, pedia esforços para uma emenda visando a redução penal de 18 para 16 anos, lembrando que “um jovem de 16 anos já pode até decidir o futuro da nação, durante as eleições, mas a lei atual o impede de ser preso“.

Quem está certo: o primeiro, que pensa nos gastos familiares e encara como “dependente” um adulto, ou o outro, que vê o jovem como alguém “responsável plenamente“?

A Garrafa da Discórdia

Que confusão está ocorrendo envolvendo a Secretaria de Defesa Econômica (SDE), a Ambev e a Associação Brasileira de Bebidas. E tudo devido à nova garrafa retornável da Cervejaria belgo-brasileira, de 630ml, com a marca AMBEV em relevo no vidro. As demais cervejarias alegaram que tal uso de garrafa seria concorrência desleal, já que seria impossível usar o vasilhame AMBEV com rótulo de outra marca (daria a entender que a Ambev seria dona da Schincariol, Sol, Kaiser, por exemplo, se comprada por aqueles mais desinformados). Já a Ambev alega que está ajudando os consumidores, pois teria um custo menor, além de assegurar a qualidade única de seus cascos.
A briga promete novos rounds. No momento, o uso desta garrafa está proibido pelo CADE.

A Qualidade do Eleitorado Brasileiro

Estes são os números do eleitorado do Brasil:

 

– 128 milhões de eleitores, sendo:
8 milhões de analfabetos,
20 milhões declarados sem escolaridade,
15 milhões semi-alfabetizados.

Tá fácil enganar o eleitor com os candidatos picaretas que existem por aí?

Importante: o município com maior número de eleitores analfabetos do país é Assunção do Piauí-PI, com 74,4% de votantes.

E vamos lá!

Domingo, 20:30, vamos para a cama! O sono dos justos para levantar as 03:00, visando a preparação do teste físico FIFA desta segunda.

Torçam por mim!

Abraços, Rafael.

Continuamos Bobos por estarmos grávidos

Passados dois dias de sabermos que seremos papai e mamãe, confesso que eu e minha mulher continuamos bobões. O legal é que dizem que isso não passa!

Andréia, querida esposa, não me cansarei de dizer que te amo muito.

Quando pequeno, eu perguntei à minha mãe como que um nenê entrava na barriga de uma mamãe, e ela, carinhosa como sempre, me disse que “quando um homem ama muito uma mulher, Deus planta uma sementinha na barriga dela. Dali, nasce uma criança”.

Juntos, cultivaremos com amor essa Sementinha que Deus plantou em nossas vidas!

O melhor dos R’s

Independente se calçamos chuterias ou sopramos um apito, todos nós gostamos de futebol-arte. Até mesmo àqueles que defendem o futebol pragmático, de resultado (jogar feio e ganhar) ou ainda os que praticam o anti-jogo com constância (e dão trabalho aos árbitros), é inegável que dá prazer assistir jogos com verdadeiras exibições. É só lembrar das Seleções Canarinhos de 70 e 82, a Holanda de 74, o São Paulo da era Telê, o Palmeiras do início da era Parmalat, o Flamengo de Zico, entre outros esquadrões. O futebol-arte é a essência do brasileiro, faça o que ele fizer no mundo futebolístico, seja ele árbitro, torcedor, jogador, jornalista…

Poucos são os boleiros que conseguem encantar com jogadas de efeito. Um desses expoentes, num passado recente, foi o Ronaldinho Gaúcho no Barcelona de 2004/2005, época que foi eleito por duas vezes seguidas o Melhor do Mundo pela FIFA. Craque, sem dúvida. Aliás, penso que é difícil apitar jogos de craques, mas é justamente nisso que reside a graça do jogo. Uma definição batida mas verdadeira de craque é aquela de que ele “antevê a jogada“. Para o adversário, às vezes, só se pára o craque com pancada ou intimidação. E novamente entra a história da importância do árbitro, que deve coibir isso. Aliás, o árbitro também deve ser craque para apitar jogos de fora-de-séries. Assim como o bom jogador engana seu adversário, pode também o fazê-lo com o árbitro. Olhar para um lado e tocar para o outro, fintar, simular, acabam fazendo com que o apitador mais desatento perca um lance, se posicione mal, ou, claramente, “seja driblado” pelo jogador. Nesse momento, entra a atenção extrema, a boa malícia, a experiência, enfim, a rodagem do árbitro, a fim de que tudo transcorra bem. Portanto, nós, árbitros, precisamos também ser craques, ou pelo menos ter lampejos de tal!

Voltando ao craque, ontem muito se falou da transferência do Ronaldinho Gaúcho ao Milan. Ele, que estava fora dos planos do novo treineiro Pepe Guardiola, acertou sua transferência. E, elegantemente, o Barcelona, através de seu sítio, o homenageou com vários links, desde sua história à imagens de lances brilhantes.

Mas o que chamou a atenção, foi o fato da equipe catalã divulgar que o Ronaldinho Gaúcho foi o melhor de todos os “R” que passaram por sua equipe.

E aí fiquei a pensar. Ali passaram Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Romário. Ronaldinho Gaúcho foi melhor que eles?

Tô em cima do muro. Para a equipe do Barcelona, talvez Ronaldinho Gaúcho foi mais midiático, Rivaldo mais vitorioso, Ronaldo mais jogador e Romário mais apagado. Ou falei bobagem? Não sei. Só sei que se pudesse, dividiria o título com os 4 R’s. E já que falamos de craques, é unânime que sem dúvida os 4 se encaixam no quesito.

 

Assim, peço aos amigos que aproveitem e deixe no comentário do post (abaixo da matéria) qual sua opinião sobre:

 

 – quem é o melhor dos R?

 

– o que é mais difícil de se fazer quando apitamos uma partida com craques?

 

Abaixo, o texto em inglês do site do Barcelona:

 

 http://www.fcbarcelona.com/web/english/noticies/futbol/temporada08-09/07/n080716104939.html

 

The Brazilian magician, por Marc Guillén

Ronaldinho has been the best example of Brazilian magic ever seen at FC Barcelona. With his eternal smile, creative ability and his idol status among the fans allied with his skill will ensure that his five years at the club will never be forgotten.

Anyone that saw him play at his best for the Blaugrana cannot help but mirror the player’s smile when recalling the memory. Leaving aside any down sides, Ronaldinho has been a complete, magical, spell-binding, high-scoring, fantastical player for the club.

The recent history of Barça has seen various Brazilian players appear, with the many of their names beginning with the letter R, but it is Ronaldinho that had the best characteristics from them all. Starting with a little magic of Romario, he had the power of Ronaldo, the effectiveness of Rivaldo and, on top of that, he was a player that brought out the best in his team-mates.

Technique and elasticity

Ronaldinho’s technique was one of his most precious assets. The superstar was able to use any part of his body to play the game, with the best example being his trick of knocking the ball on with his back.

But the main thing that will be remembered about him at Barça will be his elasticity. If Michael Laudrup had his step over and Romario had his in-step turn, Ronaldinho delighted everybody with his hip swivel that left opponents in his wake.

Power and speed

During his time at FC Barcelona, Ronaldinho became one of the most complete players the club has ever had as he combined his vision with individual technique and power that made him rise above other players.

The power in his shots from distance and his speed and power when running made him unstoppable. Even the strongest defenders could not stop him when he was in full flow and could only watch him pass or foul him.

In the 2005-05 campaign, Chelsea’s John Terry tried to stop him by kicking him down, but it was the Brazilian that won the day with a marvellous goal that helped Barça towards the Champions League final.

Enjoying the game

One key to Ronaldinho’s connection with the Barça fans was his ability to smile at all times and appear to be thoroughly enjoying life. In a world of globalisation where players are less and less individual, the Brazilian ensured that everyone knew exactly how he was feeling and when he was happy with the game then so was everybody else.

A Cegonha passou por aqui!

 Escala para os próximos anos:
Campeonato da Vida a Dois

Nenhuma Divisão – Série Única
Partida: RAFAEL FC + EC ANDRÉIA
Estádio: Alguma Maternidade de Jundiaí
Horário: daqui a 9 meses
árbitro: Papai do Céu
árb ass1: Dr Ginecologista
árb ass2: Dr Anestesista
árb reserva: Dona Cegonha

 

T r a d u z i n d o    d o    F u t e b o l ê s . . . . . .

VEM AÍ NOSSO FILHOTE!!!!!!!!!!!!! estamos grávidos!!!

VOU SER PAPAI E A ANDRÉIA MAMÃE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

TORÇAM E REZEM POR NÓS!
Estamos muito, mega, hiper felizes
!!!!

???MENINO OU MENINA??????

Beijão à todos!

Rafael e Andréia

Ops: Agora teremos a Tia Pi e o Vovô Lili !!! eheheheheh!


Já estou providenciando o apitinho e a bandeirinha para a porta do quarto!

 

 

Que confusão, Mengão!

O Flamengo é lider do Campeonato Brasileiro, o time se arrumou, nenhum problema à vista, até que… como muitos viram, um “contratempo” envolvendo alguns jogadores casados e prostitutas em uma orgia no sítio do goleiro do time. A torcida ficou chateada, a diretoria também, os companheiros que se comportaram idem… Mas… e as esposas dos jogadores? Imaginem a tristeza delas ao ver seus maridos ou noivos no noticiário. E por motivo absurdo: bater em mulher, pois a “garota de programa” não aceitou fazer sexo sem camisinha.

Em um bom time, não basta ter bons jogadores com os pés. É necessário que sejam, literalmente, bons de cabeça.

 

Abaixo, material do OESP sobre o assunto, com os detalhes da “festinha”:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/esportes/not_esp203834,0.htm

 

O atacante Marcinho, do Flamengo, se envolveu em uma confusão com garotas de programa no sítio do goleiro Bruno, em Ribeirão das Neves (MG), onde foi organizada uma festa com a presença de oito garotas de programa na madrugada desta quinta-feira, após a equipe empatar por 1 a 1 com o Atlético-MG no Mineirão, em partida válida pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.

De acordo com a denúncia feita pelas prostitutas Luana Gonçalves, de 21 anos, e Andréia Aparecida Silva, de 22 anos, na Delegacia da Mulher, Marcinho partiu para agressão quando uma das garotas de programa se negou a manter relações sexuais com ele sem o uso de preservativos. Também estavam na festa outros dois atletas do Flamengo, Diego Tardelli e Paulo Victor, quarto goleiro do time.

“Elas apresentaram a denúncia à Delegacia da Mulher e já foram examinadas pelos médicos legistas. Agora, o boletim de ocorrência será enviado para Ribeirão das Neves, pois foi lá que o fato ocorreu. As investigações serão conduzidas pela polícia local”, declarou a delegada Lilian da Silva.

Ainda de acordo com a delegada, o laudo elaborado pelos médicos é que vai provar se houve ou não agressão. Quando compareceu à delegacia, a mulher apresentou marcas de golpes nos braços.

“Pelas declarações, entendemos que caracterizou uma tentativa de violência sexual, mas isso é o que elas estão dizendo e vai ser apurado”, observou a delegada. “A princípio ficou caracterizado lesão corporal contra uma delas e tentativa de atentado violento ao pudor.”

Nos depoimentos, as garotas disseram que foram contratadas como “acompanhantes” para “animar” a festa e cada uma recebeu R$ 350. As mulheres relataram também que a festa foi regada a “vários tipos de bebidas alcoólicas.”

“Disseram que havia muitas garotas, não só elas e que foram para lá para animar, mas com o combinado de que poderia haver programa e se houvesse elas receberiam à parte”, afirmou Lilian Santos.

Após a confusão, Marcinho e o goleiro Bruno não voltaram com o restante da delegação para o Rio de Janeiro, já que ambos ficaram em Belo Horizonte para prestar esclarecimentos.

TARDELLI
No desembarque do Flamengo no Rio de Janeiro, na tarde desta quinta-feira, o atacante Diego Tardelli falou sobre o caso. “O Marcinho vai ter que ser muito homem para falar o que realmente aconteceu”, afirmou. O jogador disse ainda que ficou pouco tempo no local, pois foi embora quando percebeu que o ambiente não era bom.

No entanto, ele minimizou uma possível influência da polêmica no desempenho do Flamengo no Campeonato Brasileiro. “A situação é chata, mas não vai atrapalhar. Estamos todos muito concentrados”, assinalou.

Esta é a segunda confusão em que Marcinho se envolve neste mês. Na semana passada, um carro de propriedade do jogador atropelou uma pessoa em uma favela do Rio de Janeiro. Ele alega que havia emprestado o automóvel a um amigo. (Com informações de Bruno Lousada e Eduardo Kattah – O Estado de S.Paulo)

(Atualizada às 17h31 para acréscimo de informações)

Súmula da Partida

Muitas vezes a gente acompanha uma partida e não sabe o que realmente aconteceu. O futebol das arquibancadas é diferente de dentro do campo.

 

Para quem não conhece, aqui vai uma súmula de futebol (elas são públicas, de acordo com o Estatuto do Torcedor):

 

Se não conseguir visualizar devido ao tamanho, abaixo os links (clique com o botão direito da imagem que abrir o anexo que o tamanho aumenta):

 

http://www.futebolpaulista.com.br/sumulas_2008/segunda_divisao/7404-255a.jpg

http://www.futebolpaulista.com.br/sumulas_2008/segunda_divisao/7404-255b.jpg

 

http://www.futebolpaulista.com.br/sumulas_2008/segunda_divisao/7404-255c.jpg

 

  

O Custo Dobrado da Corrupção

Tente lembrar de bate-pronto alguns nomes envolvidos apenas em escândalos financeiros no nosso país: Daniel Dantas, Edmar Cid Ferreira, Salvatore Cacciola, Naji Nahas – ops – nomes posteriormente lembrados não valem! Porque se valessem, talvez o texto seria muito grande.

Esses senhores, alguns presos, outros soltos, e outros ainda preso-soltos, causaram muita confusão com suas especulações, propinas e desvios. Entretanto, eles estão devolvendo não só ao mercado, mas à sociedade brasileira, os valores financeiros desviados? De que adianta o indiciamento, se a riqueza acumulada por crimes continua de posse dos mesmos? Pior, com o próprio dinheiro “roubado”, contrata-se uma boa equipe de advogados, e, infelizmente, leva o crime a ser compensado.

Mas aí vem a pergunta: quanto está custando estas operações da PF? Quem está pagando a extradição do Cacciola de Mônaco para cá, as viagens das viaturas policiais, o salário e o tempo de tantos agentes envolvidos?

Nós, é claro… Se ao menos permanecem presos, devolvessem o dinheiro usurpado impropriamente, menos mal. Mas não é assim que funciona…