Governo Normatiza a Caipirinha

Parem as máquinas! O Diário Oficial publicou decreto do MINISTÉRIO DA AGRICULTURA normatizando a caipirinha no Brasil.

O pior é que é sério, pessoal!

Extraído  de: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/11/01/governo_ensina_a_fazer_caipirinha_no_diario_oficial_2090883.html

 

Governo “ensina” a fazer caipirinha

Às vésperas do fim de semana, o Ministério da Agricultura resolveu ensinar aos apreciadores de bebidas alcoólicas a preparar uma autêntica caipirinha, bebida feita à base de cachaça, limão e açúcar, e que é capaz de alegrar até os mais preocupados com os rumos da economia brasileira em tempos de crise mundial. Para o Ministério, não basta misturar os três ingredientes aleatoriamente.

É preciso ter critérios, como deixa claro o artigo 4º da Instrução Normativa (IN) 55, publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União e assinada pelo ministro Reinhold Stephanes.

Para o ministério, só será definida como caipirinha “a bebida preparada por meio de processo tecnológico adequado que assegure a sua apresentação e conservação até o momento do consumo”. Também foram detalhadas as características de cada um dos ingredientes. “O açúcar aqui permitido é a sacarose – açúcar cristal ou refinado -, que poderá ser substituída total ou parcialmente por açúcar invertido e glicose, em quantidade não superior a cento e cinqüenta gramas por litro e não inferior a dez gramas por litro, não podendo ser substituída por edulcorantes sintéticos ou naturais”, ensina o governo.

O limão utilizado poderá ser adicionado na forma desidratada e deverá estar presente na proporção mínima de um por cento de suco de limão, lembra a IN. Mas não vale qualquer limão: “com no mínimo cinco por cento de acidez titulável em ácido cítrico, expressa em gramas por cem gramas”. Para aqueles que não têm o hábito de consumir caipirinha, o governo abre a brecha para um refresco. “Ingrediente opcional – água”. Ainda segundo o ministério, a bebida alcoólica e não alcoólica utilizada na elaboração da batida deverá atender ao seu respectivo padrão de identidade e qualidade definido na legislação vigente.

Para quem não gosta de caipirinha, o ministério oferece dicas sobre outros tipos de bebidas alcoólicas, inclusive para aqueles que não sentiram os efeitos da crise financeira. “Poderá ser denominado de licor de ouro o licor que contiver lâminas de ouro puro”. A IN também traz informações sobre a produção de bebida alcoólica mista aromatizada gaseificada, que também é conhecida como “cocktail”.

O Rei da solidariedade

Ontem, o Jornal Nacional da Rede Globo mostrou uma excepcional matéria de um hospital pediátrico que sobrevive graças a imagem do ex-jogador Pelé, e devido a ele descobriu-se um novo tratamento contra o câncer infantil.

Esta história dá um verdadeiro estudo de caso de sucesso, envolvendo esforços e solidariedade. Os elementos são:

– Uma sensacional ação fraterna de um ex-atleta;

– A ação mercadológica de um hospital;

– O apoio da sociedade;

– Uma competentíssima equipe médica;

– A mãe que perde o filho com uma doença rara e salva a filha com a mesma enfermidade.

 

Compartilho este vídeo apresentado ontem:

Clique aqui-> http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM936074-7823-GOLS+DE+PELE+VIRAM+MEDALHAS+PARA+AJUDAR+HOSPITAL,00.html

 

Abaixo, o material da página do G1:

Extraído de:  http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL923993-10406,00-GOLS+DE+PELE+VIRAM+MEDALHAS+PARA+AJUDAR+HOSPITAL.html

 (Obs: o vídeo termina de forma emocionante, mostrando a mãe e a menina alegre e saudável. Típico final feliz.)

Gols de Pelé viram medalhas para ajudar hospital

Cada um dos 1.283 gols do rei é representado por uma medalha numerada, em ouro, prata e bronze. Todas para serem vendidas. O dinheiro se transforma em recurso para tratamento e pesquisa.

Após 31 anos depois de chutar uma bola para as redes pela última vez como profissional, o Rei Pelé mostrou que ainda é capaz marcar gols de placa. Quem prova é o repórter Rogério Tavares.

Há três anos, Pelé autorizou um hospital pediátrico em Curitiba a usar gratuitamente o nome dele em campanhas para arrecadar fundos. “O Pelé, quando se aproximou da gente, nunca disse: ‘toma aqui um milhão, dois, dez’. Ele deixou claro que, se a gente fosse capaz de conceber alguma coisa que o seduzisse, que ele curtisse, tudo bem”, conta José Álvaro, coordenador do projeto.

Há um ano, uma idéia brilhou. Cada um dos 1.283 gols do rei é representado por uma medalha numerada, em três versões: ouro, prata e bronze. Todas para serem vendidas. O dinheiro se transforma em recurso para tratamento e pesquisa.

Entre tantos gols, Tobias só queria a medalha de número 1.189: o único gol de Pelé contra o Atlético Paranaense. Naquele dia, ele também saiu na foto. É o menininho entrando em campo com ídolo.

Bruno sempre foi um pelezista de carterinha e agora de medalhas. Comprou dez. As de ouro valem R$ 3 mil. As de prata, R$ 1,5 mil e as de bronze, R$ 700.

Os preços são fixos, mas há exceção. As medalhas do gol 1 mil serão leiloadas nos Emirados Árabes Unidos.

O goleiro inglês Gordon Banks lamentou ter feito aquela que é considerada a maior defesa de todas as copas, em 1970. Em um vídeo gravado para o hospital, ele diz: “Não teria defendido se soubesse a importância deste gol hoje. Desculpe, Pelé”, ele disse.

Mais de R$ 6 milhões devem ser arrecadados com a venda das medalhas: 40% para o hospital e, o restante, para um instituto de pesquisa construído com o dinheiro do projeto.

Em 2006, Giani perdeu um filho de cinco anos, vítima de um câncer pouco conhecido. O instituto investigou, descobriu uma forma de diagnosticar cedo o problema e curar novos pacientes.

Um deles, Maria Eduarda, filha de Giani, nascida um ano depois da morte do irmão e com a mesma doença, mas que foi descoberta logo e tratada. Hoje, ela é uma criança saudável.

“É o gol mais bonito dele, com certeza. É um gol de placa”, conclui Giani.

 

Nota: Ações como essa que fazem um mundo melhor e  trazem paz de espírito à todos.

Arquivos Migrados do Blog 6

Aprendendo com os Erros e se Perdoando

Compartilho ótimo texto do seminarista Adriano Zandoná, que fala do perdão e auto-valorização, do ponto de vista cristão:

Extraído de: http://www.cancaonova.com.br/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11252

 

É possível aprender com os próprios erros?

 

Em meio às vozes, silêncios e sombras que formam e ilustram a existência, percebemos que o erro e a fraqueza são realidades que acompanham toda a história humana, tanto no âmbito geral como no singular.

A imperfeição é uma propriedade que permeia e compõe o homem, é algo inerente à sua existência e condição.

Se o erro é algo sempre presente na vida, então o que faremos com ele? Será que precisaremos usar máscaras a vida toda para sempre ocultarmos e fingirmos que ele não existe? Ou será que teremos que fugir deste medo eternamente, temendo que outros e até nós mesmos o percebamos?

Acredito que o coração torna-se maduro quando é capaz de olhar a fraqueza de frente e crescer com ela.

O erro faz parte do crescimento de cada pessoa; ele tem uma profunda dimensão pedagógica para os corações que o enfrentam procurando aprender com ele. Todavia, isso não é desculpa para se persistir no erro, ao contrário, é uma oportunidade para o enxergarmos de forma diferente, extraindo dele todo o aprendizado que pode nos proporcionar.

O erro é uma realidade tipicamente humana e natural, porém, a persistência nele não é algo inerente ao ser humano, ao contrário, tal atitude descaracteriza o ser rebaixando-o à condição – apenas instintiva – irracional.

Vamos errar sempre, isso é óbvio. Contudo, se formos humildes o bastante para analisar nossos erros, aprendendo com eles e empenhando-nos para superá-los, conquistaremos profundos avanços e seremos mais realizados e reconciliados com aquilo que somos.

O erro sempre pode nos ensinar algo. Ele não é fim, mas pode ser sempre a possibilidade para um novo começo.

É sinal de sabedoria retirar máscaras e fantasias acerca de si e, integralmente, assumir-se. Assim, as depressões presentes em nossas estradas de vida podem se tornar um impulso para pularmos mais alto, ao invés de serem um impedimento e um motivo para estacionarmos.

Só seremos grandes quando nos reconhecermos pequenos e necessitados de ajuda, pois o coração só se tornará grande à medida em que souber buscar sua força em um coração que é maior que o seu, que o criou na existência e o sustenta.

Assim, se descobrirá a força contida na fraqueza, força essa que espera ansiosa para despertar, conseqüentemente, despertando…

Casas Bahia vendem PC e dão o curso de informática

Para alavancar as vendas, as Casas Bahia inovam: agora, vendem os computadores e dão o curso de informática. Vale tudo para ganhar o freguês:

Extraído do Blog Zero e Uns, de Sérgio Teixeira Jr, em: http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar1.shtml

 

Escola de computação para aquecer venda de PCs

Quem circula pela Super Casas Bahia no Rio de Janeiro e São Paulo vê que a estratégia para conquistar os visitantes está indo além das promoções, shows, praças de alimentação, salão de beleza e afins. Na edição deste ano – a sexta da loja sazonal – a rede criou uma escola de informática em plena feira. Apesar de disputar a atenção com as áreas de compras e lazer, o local que é um dos mais procurados pelos visitantes.

A escola de informática tem 16 computadores e as aulas duram 20 minutos. Os monitores orientam sobre navegação na internet e criação de contas de e-mail. Em média, por dia, são 150 alunos que passam pela escola expressa. Desde o início do projeto, em 21 de novembro, até a primeira semana de dezembro, foram treinadas cerca de 2 200 pessoas.

Em entrevista ao Zeros e Uns, o diretor executivo das Casas Bahia, Michael Klein, afirmou que a intenção é fazer com que a escola incentive o primeiro contato com o computador e ´desmistifique as dificuldades da internet ou do mundo da informática´. Na prática, isso significa também incrementar as vendas, especialmente entre os visitantes não familiarizados com o computador e que, com as aulas básicas, ficam motivados também a comprar. Esse foi o caso da empregada doméstica Vanda Costa, de 57 anos, que na semana passada frequentou a aula na loja do Rio de Janeiro com a neta, de 12 anos, e já optou pela compra no fim de semana seguinte.

Não existem números ainda sobre as vendas de computadores durante a Super Casas Bahia, mas para o ano, as previsões são otimistas. No ano, a rede espera vender mais de 700 000 computadores. ´Para 2009, nossa projeção é alcançar 1 milhão de equipamentos´, diz Klein.

Por Camila Fusco

Escala Inaugural da Copa SP 2009

Amigos, é com alegria que estaremos na Rodada Inaugural da Copa SP em 2009 (e que antecedência saiu a escala… isso é bom!)

Copa São Paulo de Futebol Júnior
Rodada 01
Partida: BAHIA x SOROCABA
Estádio: Hermínio Ometto – Araras / SP
Domingo – 04/01/2008 – 16:00h
árbitro: RAFAEL PORCARI
árb ass1: Cláudio Silva Ramalho
árb ass2: Maiza Teles Paiva
árb reserva: Marcelo Fabiano Mingoranci


Torçam por mim,
Rafael!

Como a Nextel tenta seduzir clientes

O novo estilo “Nextel de administrar” tem muito da influência de seu executivo Sérgio Chaia. Veja o que ele faz para seduzir novos consumidores:

 
Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/585/estilo-nextel-de-sersergio-chaia-utiliza-ate-preceitos-budistas-para-119120-1.htm

NO FIM DE NOVEMBRO, CERca de 50 investidores internacionais da NII holdings, entre eles alguns do banco Goldman Sachs, desembarcaram numa suíte de luxo do hotel Hyatt, em São Paulo. Vieram conhecer de perto o modelo de negócios da Nextel Brasil. A empresa tem crescido 40% anualmente, nos últimos quatro anos. Em clima de mistério – até as portas dos banheiros se mantiveram lacradas -, cada investidor teve direito a exatos 45 minutos para arrancar de Sérgio Chaia, CEO da Nextel Brasil, o segredo da unidade brasileira. O que disse a eles? Chaia contou à DINHEIRO: “A nossa estratégia é ter os clientes mais satisfeitos do mercado de telecom, tendo os funcionários mais satisfeitos do Brasil.” Uma frase que qualquer executivo gosta de usar. Mas, no caso da Nextel, Chaia apresenta os resultados. No ano passado, apenas uma reclamação contra a Nextel foi registrada no Procon. O churn, termo usado para descrever a rotatividade da clientela de serviços de uma empresa, é o mais baixo do mercado, corresponde a 1,34%. No terceiro trimestre do ano, a NII registrou uma receita operacional de US$ 1,2 bilhão – aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior. A base de usuários subiu 33%. Para entender o motivo de tanta satisfação, os executivos quiseram acompanhar de perto o estilo de governar deste presidente nada convencional.
Chaia é budista e procura aplicar os preceitos da religião no seu dia-a-dia. No caminho para o trabalho faz sempre uma meditação e costuma receber suas visitas na empresa com uma xícara de chá em mãos. Além disso, para atingir suas metas, tem como hábito a prática de uma política de boa vizinhança. Afinal, como diz, ninguém chega lá sozinho. “Eu sou supercompetitivo. O resultado é importante, mas a forma como eu os conquisto também é”, conta. Depois de algumas frustrações ao longo de sua carreira – não era muito querido entre seus colegas de trabalho -, ele decidiu investir na maneira com que trata as pessoas. “À frente da SodexhoPass eu fazia questão de mostrar que era mais bem preparado e melhor do que o resto. Por conseqüência, no meu aniversário o meu parabéns era o mais rápido da história empresarial e o bolo ninguém comia”, lembra. Passou a ligar religiosamente para 85 pessoas da empresa no dia de seus aniversários e a mandar um bolinho decorado para mais 250 todos os anos. “É o investimento com melhor custo-benefício da vida. Isso tudo volta para mim”, conta. Além disso, costuma disputar partidas de futebol regularmente com seus funcionários para relembrar a época em que era jogador – chegou a jogar no Guarani. “Quanto mais no topo você está numa organização, mais difícil é ter informação direto da fonte”, diz. O presidente também faz questão de comparecer a todos os eventos da empresa. Não se trata de um estilo centralizador? Ele responde que é apenas uma forma de ter um controle maior do negócio. “Eu não precisaria ir a todos esses eventos, mas vou porque é um momento de alinhamento de expectativas”, conta. “Nosso modelo de deixar os clientes satisfeitos é quase uma religião. Por conta disso, aproveitamos esses encontros para fazer uma espécie de lavagem cerebral nos colaboradores”, diz.
A única forma de ser cliente Nextel é através da visita de um consultor que vai analisar se a pessoa tem ou não o perfil da empresa. Cerca de 15% das solicitações do serviço são rejeitadas. Quem é aceito, recebe um serviço diferenciado. As 70 lojas da companhia, todas próprias, são apenas para o atendimento ao consumidor. A companhia mantém um time próprio de 2,5 mil atendentes de call center. “Se os operadores estiverem bem treinados e motivados, vão passar isso para os clientes”, diz Chaia. Resultado: a Nextel tem a menor taxa de migração e a maior receita média por usuário (Arpu), que é de US$ 64.
Ao assumir a presidência, em janeiro de 2007, Chaia tinha como missão aproximar a empresa do seu público e enfrentar uma dificuldade: a Nextel só pode vender para o segmento corporativo. Aos 43 anos, o executivo graduado em marketing mudou a imagem da companhia. “Agregamos glamour e atributos emocionais à empresa. Queríamos passar aos clientes o senso de pertencerem a uma classe diferenciada”, conta. Daí surgiu a idéia do “Bemvindo ao Clube”. O comercial dirigido por Fernando Meirelles transmitia uma mensagem de exclusividade: quem carregava um Nextel no bolso tem status. Aparelhos mais modernos substituíram o tijolão do passado. “Tudo para que o cliente pudesse aproveitar nossos serviços também fora do seu mundo corporativo”, explica. “No próximo ano vamos lançar aparelhos novos, entre eles um BlackBerry, e o pacote de SMS ilimitado”, adianta Chaia com exclusividade à DINHEIRO. No primeiro ano de governança, a companhia bateu uma seqüência de recordes. Com isso, o País se tornou o queiridinho da holding. A NII já investiu cerca de R$ 5 bilhões no País desde 1997, ano do início de suas atividades por aqui. “O País é de extrema importância para a companhia e tudo indica que comandará seu maior crescimento nos próximos anos”, afirma o analista Christopher King, da empresa de pesquisa norte-americana Stifel Nicolaus. Neste ano, a unidade brasileira recebeu um aporte de R$ 100 milhões para financiar sua expansão para o Nordeste. No início de 2009 lançará seus serviços em Salvador, no Recife e em Fortaleza. “O mercado da Nextel no Brasil tem potencial para mais do que triplicar num futuro próximo, chegando a 30 milhões de usuários”, afirma King. Atualmente a empresa conta com quase 1,7 milhão de associados.

O Mais Assistido

Emerson Gonçalves, do Blog Olhar Crônico Esportivo, divulgou novos índices de audiência através do PPV. E sabe quais times são os mais procurados?

Extraído de: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL926996-5601,00.html

Pesquisa do PPV – os primeiros números

A GLOBOSAT e o Clube dos Treze divulgaram hoje para os clubes, a primeira pesquisa realizada junto aos assinantes do pay-per-view do Campeonato Brasileiro da Série A.
Os números apresentados foram levantados a partir de trabalhos dos institutos Ibope e Datafolha e serão utilizados como referência para a distribuição de cotas do PPV a partir janeiro de 2009.
“Pela primeira vez, os clubes terão ferramentas para atingir melhor seus torcedores e aumentar a arrecadação do PPV. É um avanço extraordinário, pois os fãs saberão que, comprando os pacotes de transmissão, estarão ajudando diretamente seus times de coração”, afirmou o presidente do Clube dos 13, Fábio Koff em nota distribuída pela entidade.
Esses dados balizarão as cotas que serão pagas entre 1º de janeiro e 30 de junho. As cotas de 1º de julho de 2009 e 30 de junho de 2010 serão pagas de acordo com os dados que serão levantados em nova pesquisa que será realizada no decorrer do mês de junho.
Ainda na nota do Clube dos 13, Fabio Koff disse que “Os clubes terão tempo para fidelizar seus torcedores e fomentar as vendas até o meio do ano”.
Alguns clubes tentaram motivar seus torcedores a apostar na Timemania e, assim, aumentar o percentual de participação do clube no bolo da loteria, com previsão para iniciar em 2010, usando os índices de 2009. Nesse caso o sucesso foi nulo, praticamente. Já no tocante ao PPV estou certo que os dirigentes dedicarão muito mais esforços para tentar aumentar sua base de assinantes e melhorar os pagamentos correspondentes.
A pesquisa atual foi realizada durante o mês de outubro exclusivamente junto aos assinantes do Canal PFC. Foram ouvidos 8.193 assinantes em 11 capitais do Brasil.
A seguir a lista com os dez clubes mais citados:
1º Flamengo – 13,84%
2º Corinthians – 9,77%
3º São Paulo – 9,21%
4º Palmeiras – 8,23%
5º Grêmio – 8,17%
6º Internacional – 6,87%
7º Cruzeiro – 6,56%
8º Vasco – 6,46%
9º Atlético – MG – 5,94%
10º Fluminense – 5,55% 
A  amostra de 8.193 assinantes é altíssima, considerando o universo de assinantes que é estimado em 550.000 em todo o Brasil. Isso deixa essa pesquisa com uma margem de erro muito pequena, que, entretanto, não foi divulgada na nota liberada à imprensa.
Outros pontos que este Olhar Crônico Esportivo têm curiosidade em conhecer e ainda não foram divulgados:
– a listagem completa com todos os clubes e suas participações;
– o critério de pagamento para os clubes que subiram da Série B para a Série A, como o Avaí, por exemplo;
– a proporcionalidade por praça pesquisada;
– se a pesquisa foi efetuada com o titular da assinatura;
– pelas informações recebidas, foram levantados os clubes que disputaram a Série A e mais o Corinthians, o que deixa outra dúvida: não foi pesquisada a distribuição dos clubes que disputam a Série B e como será distribuído o valor do PPV para eles, pela FBA?
Segundo informação levantada por este blog junto ao Clube dos 13, o valor a ser pago aos clubes que subiram em 2008 – Avaí, Santo André e Barueri e que não constavam do levantamento, será discutido na próxima reunião do Clube.
Demorou, mas finalmente começamos a ter uma idéia mais clara da distribuição das torcidas entre os assinantes do pay-per-view. A rigor, nenhuma surpresa nas três primeiras posições, exceto a ausência do Vasco da Gama entre os seis primeiros. Mesmo a presença do Grêmio muito próximo ao Palmeiras não é mais de causar espanto.
Post scriptum
Tirando uma dúvida bem levantada pelo André Luiz, chequei novamente as informações a respeito da distribuição da receita do PPV.
O pacote PPV vai pagar aos clubes um valor mínimo de 110 milhões de reais nesse ano.
Esse valor será dividido de acordo com a participação de cada torcida no total de compras.
Tomando o exemplo dado pelo André Luiz, o Fluminense, o clube receberá 5,5% desse valor, distribuídos em doze parcelas. Em julho, dependendo dos resultados da nova pesquisa, os valores serão ajustados e valerão até junho de 2010.
O que exceder esse valor será repassado aos clubes na forma de premiação no final do campeonato, do 1o ao 16o colocado, em forma que será definida em assembléia do Clube dos Treze no final do ano.
Nesse ano, por exemplo, o campeão recebeu 1,5 milhão de reais, e os demais foram recebendo valores decrescentes, de acordo com a colocação na tabela.