Assembléia da ONU

 Como existe demagogia nas relações comerciais e políticas. Nos trabalhos da Assembléia Anual das Nações Unidas, o folclórico presidente venezuelano Hugo Cháves, antes de fazer seu discurso, benzeu-se e reclamou do cheiro de enxofre deixado ali pela passagem do presidente George W. Bush, chamando-o, posteriormente, de demônio.

Aliás, as críticas de Cháves sobre Bush já se tornaram freqüentes, mas o que não se comenta é que as relações comerciais entre os dois países estão ótimas. No atual governo chavista, o grande parceiro econômico dos venezuelanos são os próprios americanos.

Resumindo: o discurso tem sido meramente político e demagógico. Por trás da sua fala, Cháves não desfez nenhum acordo e só incrementou suas relações. Poderiam ser chamados de acordos entre o “demônio” e o “mentiroso”?

Modismos na Administração de Empresas

 

Existe uma onda muito grande de cursos paradidáticos a fim de capacitar administradores. Outros, mais inusitados, buscam experiências diversas à área de administração.

Recentemente, um motivador muito famoso no Brasil (por ética não interessará o nome), declarou que, se tiver confiança, uma pessoa caminhará sobre brasas sem sentir dor, e terá sucesso, e que assim deve tirar a lição de superação para o mundo dos negócios. Tanto que foi contratado para um evento internacional, e seu desastroso trabalho repercutiu tão mal, que arranhou sua consagrada imagem. Hoje, parece que todos já esqueceram tal fato.

No último domingo, mais um desses “grandes gurus” sugeriu que as pessoas caminhassem em brasa num evento de neurolingüística a Administradores. Conclusão: 30 pessoas queimadas…

Será que nos capacitamos corretamente para o mundo da Administração? Não estamos atrás de muitas capacitações paralelas? Não que sejam dispensáveis, mas tantos simbolismos, tantas analogias e práticas duvidosas não estariam levando os managers a uma visão errada da formação de executivos?

Abaixo, link da matéria:

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI1144454-EI5030,00.html

 

 

Cidadania

Estamos a duas semanas das eleições, e ao deparar com o horário político, parece que ninguém realmente se esforça em divulgar adequadamente as candidaturas. Vejam os esquetes de deputados: parece que quanto mais folclórico, melhor o candidato.  

São 4 ou 5 segundos com o nome e o número. Onde estão as propostas, o debate e a impressão de seriedade?

Abaixo, vai um link com o peril dos candidatos, extraído da Folha On-line:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u83172.shtml

Discriminação no Local de Trabalho

 Entre algumas aulas da disciplina Tópicos Especiais em Administração, tivemos a oportunidade de discutir culturas organizacionais, e caminhamos para o assunto discriminação. Fato interessante, é que em duas salas com alunos de Administração, mas de faixa etária e realidade profissional diferentes, os resultados foram extremamente curiosos.

Importante– a atividade foi realizada de maneira anônima, permitindo a honestidade das respostas.

Alunos mais jovens, com predominância de mulheres na sala, resumidamente responderam:

A discriminação ocorre por parte dos mesmos, mesmo sabendo que é errada, mas é inevitável. Discriminam por observação de condição social (pobre/rico – 22%), e são discriminados por religião (12,5%) e sexo (no caso, mulheres sentindo-se discriminadas).

Alunos mais veteranos, com uma classe mista, responderam:

A discriminação é algo cotidiano, e praticam em maioria a negros, veladamente, através de piadas politicamente incorretas e mudanças comportamentais. Sentem-se discriminados pela origem (predominância de familiares migrantes nordestinos -14%- e paranaenses-22%) e orientação sexual (6,5% se manifestaram homossexuais).

Finalizando, outras formas foram observadas: diferenças culturais, nível socio-econômico, beleza/aparência, e um caso solitário citado de discriminação por, segundo o aluno, ser um homem fiel à sua esposa.

O intuíto do trabalho foi alcançado: trazer à reflexão o fato de discriminar o próximo e as conseqüências da discriminação, independente da realidade profissional, mas abrangendo a vida pessoal.

 

O Gol de Gândula ainda repercute… Eu estive lá e não foi nada disso!

Nova Onda de Escárnio

A propósito, nós, árbitros de futebol, teremos que agüentar manifestações jocosas, tais como as criadas recentemente, com os gritos populares de “edilson”, a qualquer erro de arbitragem.

 

Não cansou ainda?

Os erros ocorridos e já debatidos em Santa Cruz do Rio Pardo, pela Copa FPF, evidentemente, tomaram grande repercussão. Entretanto, não parece que o tal gandula, que por sinal não marcou gol algum, ganhou notoriedade para se tornar o chamado anti-herói, ou seja, aquele que faz algo errado e ganha simpatia popular?

Infelizmente, o infortúnito lance tomou ares de gozação, e pode-se cair no erro de ridicularizar a imagem da Sílvia Regina, competente árbitra e de história muito bonita na vida futebolística. Se faz necessário avaliar todas as nuances do jogo, sem, é claro, deixar de reconhecer que houve falha. O que não pode é tornar o profissionalismo um circo, baseado em 2m14s de imagem.

Assembléia da ONU

 Como existe demagogia nas relações comerciais e políticas. Nos trabalhos da Assembléia Anual das Nações Unidas, o folclórico presidente venezuelano Hugo Cháves, antes de fazer seu discurso, benzeu-se e reclamou do cheiro de enxofre deixado ali pela passagem do presidente George W. Bush, chamando-o, posteriormente, de demônio.

Aliás, as críticas de Cháves sobre Bush já se tornaram freqüentes, mas o que não se comenta é que as relações comerciais entre os dois países estão ótimas. No atual governo chavista, o grande parceiro econômico dos venezuelanos são os próprios americanos.

Resumindo: o discurso tem sido meramente político e demagógico. Por trás da sua fala, Cháves não desfez nenhum acordo e só incrementou suas relações. Poderiam ser chamados de acordos entre o “demônio” e o “mentiroso”?

 

Abertura Oficial

Olá amigos, é com prazer que me torno um bloggueiro. Ops, será assim que se escreve? Ou “bloggeiro”? Porque não se aportuguesa a palavra blog, ou se utiliza um termo próprio?

Bom, futuramente colocarei minhas manifestações.

Abraços,

Rafael Porcari