– A Alguém Querido (a)

 

Neste dia de turbulências, vale uma palavra cristã:

 

“Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia”.

JO, 15,18-21

 

 

Assim,

 

“O Senhor é minha Luz e minha Salvação”.

SALMO 26(27)

 

 

Se preferir num português bem popular…

 

“Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”.

 

 

Tenha paciência, tudo o que está sentindo hoje é passageiro. Força!

– A jardineira Marina Porcari

Olha só uma florzinha colhendo flores!

Nossa jardineira está linda. Essa foto é uma das minhas preferidas.

– Há motivos para reclamar da vida?

 

Olha aí o Doki, cachorrinho que ensina muitas coisas para as crianças, dando mum abraço na Marina!

 

 

São essas coisas que importam para as crianças. Como seria bom se tivéssemos a pureza delas…

– Uma anjinha!

Como amanhã é dia de todos os santos, lembro (e  vejo) todos os dias uma santa anjinha:

Fala sério: a pureza e inocência das criancinhas não é uma benção de Deus? A foto da minha filhinha Marina diz tudo…

Após o trabalho, após o cumprimento do dever de cidadão em votar, após o término de outras atividades de trabalho (ufa), um passeio com a pequininha no Shopping Galleria visitar o Doki e a turminha do Discovery Kids será o prazeroso dever do papai e da mamãe.

– Engravidar mata mais do que Câncer

 

Você sabia que se morre mais no mundo de Gravidez do que Câncer de Mama?

 

Um número assustador: No mundo, morrem 358.000 mulheres por complicações no parto e 314.000 por câncer de mama. Tal índice é puxado pela África. Olha só a taxa de mortalidade das mulheres grávidas no mundo:

 

A cada 100 mulheres grávidas, morrem por complicações no parto:

 

0,01% nos Países desenvolvidos,

2% na América Latina

39% na Ásia

57% na África Negra

 

A parcela mais subdesenvolvida da África mostra que de mais da metade das mulheres morrem ao dar a luz. Número assustador.

 

(Fonte: Revista Superinteressante de Novembro, ed 284, Coluna Supernova, pg 21)

– Jeito certo para ser Feliz?

 

Roberto Shinyashiki, em entrevista (perdoem-me não achar a correta citação, mas vale a mensagem):

 

Qual o jeito certo para se fazer as coisas em busca da felicidade?

 

Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

 

Sábias palavras…

– Preciso de mais o quê?

Felicidade se resume a essa foto:

Ela diz tudo…

– Sentido da Vida

A tarde reflexiva vale por esse motivo que nos enche de vida:

OBRIGADO, DEUS, POR NOSSA PRINCESINHA MARINA PORCARI E PELA MINHA ESPOSA ANDRÉIA

(passar uma tarde inteira no parquinho com elas não tem preço)

– A Maravilha da Infância

 

Dá para esquentar a Cuca com essa pequeninha?

Ah… como é bom ser criança. Minha filhinha Marina ta cada vez mais sapeca!

Na camisa está escrito: “Projetada pelo papai, produzida pela mamãe, mimada por todos!”

– Compartilhando Momentos Prazerosos

 

Ontem, durante o jantar, conversando com a Laura, nossa querida amiga e namorada do meu pai, chegamos a uma conclusão de algo que sempre me faltou palavras:

 

“O gostoso de se passear é compartilhar os momentos com as pessoas queridas. Se não há ninguém para a partilha da felicidade, o que adianta?”

 

Sábias palavras da tia Lalá…

– O Book da Marina Porcari

 

Ó, em segredo (isso porque nem minha mulher lê meu blog… kkk)

 

Minha sogra ganhou uma foto em pôster num estúdio. Claro que era mais um daqueles golpes, onde você tira 30 fotos maravilhosas, cinematográficas, e tem que escolher só uma. Daí você fica com dó porque serão destruídas as outras 29, tão bonitas quanto a que você escolheu, e compra o book todo.

 

Tem gente que ainda cai num golpe como este. Como eu caí! rsrsrsr.

 

Dona Zabé, minha sogra, resolveu fazer a foto com a netinha. É covardia ver a minha princesinha Marina de jardineira, brincando com as estrelinhas, em poses que retratam perfeitamente a ingenuidade da infância e não comprar as demais fotos. A estratégia é velha, e funciona principalmente com papais babões…

 

Não contem pra a Andréia. Será surpresa, ok?

– Ecumenismo nas celebrações do Dia do Nascituro em Jundiaí

Dia do Nascituro mobiliza Jundiaí e Região em Defesa da Vida

 

Por Reinaldo Oliveira

 

O Dia do Nascituro e abertura da Semana em Defesa da Vida e Valores Familiares foi motivo de Sessão Solene na Câmara Municipal de Jundiaí, no dia 8 passado e, como evento ecumênico teve a participação de representantes da Igreja Católica, da Assembléia de Deus, da Igreja Metodista e da União das Sociedades Espíritas de Jundiaí e Região. Na abertura dos trabalhos o vereador Marcelo Gastaldo, autor da Lei Municipal nº 7355 de outubro de 2009, que incluiu a realização da Semana em Defesa da Vida no calendário municipal e, está sendo celebrada de 8 a 16 de outubro, disse: “É triste criar mecanismos através de leis que garantam o direito à vida. Esta semana é importante para uma reflexão do que está sendo feito em Jundiaí em relação à Defesa da Vida. Este sentimento, assim como os valores familiares, deve estar em todo ser humano, pois é um valor mútuo que deve ser defendido por todos”. Em seguida o padre Joaquim Wladmir Lopes Dias – vigário geral da diocese em sua fala disse que a Semana Nacional da Vida, foi criada em 2005 durante a 43ª assembléia geral da CNBB e, todo ano é realizada de 1 a 7 de outubro e termina com a celebração do dia 8 de outubro, jubilado como o Dia do Nascituro. Disse que neste ano o tema da Semana Nacional foi “Vida, Ecologia Humana e Meio Ambiente”, com incentivo da encíclica Centésimus Annus, do papa João Paulo II. Lembrou ainda que em 2009, Jundiaí, numa iniciativa do vereador Durval Orlatto, organizou a Plenária “O direito a vida no mundo jurídico, médico e religioso”, que teve a participação do padre Berardo, e dos doutores Aleksandro e Elisabete. Falou do empenho da Câmara e seus vereadores legislando em favor da vida. Destacou que é uma luta difícil, porém, enfrentada sem medo e deixando claro para a sociedade que a vida humana não pode ser banalizada e que todos devem lutar contra a cultura da morte que pode se instalar no país. Afirmou que celebrar a Semana Nacional da Vida, Dia do Nascituro e Semana em Defesa da Vida e Valores Familiares é dizer NÃO à legalização do aborto, um grito em favor da vida. Fez uma colocação sobre as ameaças à vida durante os séculos, quando citou parte da Carta às Famílias, do papa João Paulo II, onde ele afirma que esta civilização se tornou, sob alguns aspectos, a “civilização da morte”, fazendo uma inquietante observação. Dado a realidade atual, não será porventura um momento profético o fato do nascimento de Cristo ter sido acompanhado do perigo para a sua existência? Sim. Também a vida d’Aquele que é ao mesmo tempo filho do homem e filho de Deus, esteve ameaçada, O perigo existiu desde o seu início e, só por milagre sua morte foi evitada. Citou ainda fala de dom Odilo Scherer – cardeal da arquidiocese de São Paulo, em 2005, quando secretário geral da CNBB, de que a escolha do dia 8 de outubro tem significados especiais: “Antes de tudo, no Brasil, estamos no início da primavera, a estação da vida nova; cada criança que nasce é uma primavera para a humanidade, e no dia 12 de outubro quando celebramos a padroeira do Brasil, celebramos também o Dia da Criança. É importantíssimo que a vida seja valorizada conforme os enunciados da Constituição. Que a vida seja reconhecida com dom de Deus e direito inalienável de cada pessoa”. Em seguida o representante da União das Sociedades Espíritas de Jundiaí e Região, Silvio Lima de Mendonça também fez sua fala em defesa da vida dizendo que o ventre de cada mãe é uma manjedoura que Deus escolheu para o berço da vida. Que o aborto é o impedimento que todos têm direito à vida, que ele é uma pena de morte, em que o condenado não tem direito à defesa e que um crime legal não o torna moral. Também o pastor Andersom Dias representando as igrejas evangélicas falando em defesa da vida, citou o Artigo 5º da Constituição enfatizando que o direito à vida é clausula pétrea, não deve ser mudada. Todos têm que defender a vida com voz uníssona em alto e bom som. A sessão solene , bastante oportuna tendo em vista ser o assunto do momento e muito discutido devido o ponto de vista dos candidatos à presidência da República, foi promovida pela Câmara Municipal de Jundiaí, Comissão Diocesana em Defesa da Vida, Pastoral Familiar, Serviço de Orientação Familiar, diácono Osmar Guedes e esposa Ana Maria, casais Ana e Zeca, José Roberto e Ana Luiza, Dr. Claudio Miranda e a senhora Edione. Ela foi assistida por mais de 100 pessoas, teve a presença de 13 vereadores, do delegado seccional Dr. Lourival Silva Santos e demais autoridades.

– Deus em Campanha?

 

Sílvio Malafaia, pastor e dirigente-mor da Igreja Assembléia de Deus, ameaçou às vésperas da Eleição Presidencial retirar o apoio a Marina Silva caso ela não fosse enfática na defesa contra o aborto.

 

Agora, a CNBB diz que a Igreja Católica não deve indicar candidatos, mas orientar os eleitores sobre eles.

 

O certo é que o tema ABORTO se tornou o mote maior da eleição nesse momento. Serra, ontem, foi enfático a não ser a favor do aborto, dizendo com todas as letras: “sou contra o aborto” (respaldou-se nos seus princípios cristãos e valores pessoais, segundo ele mesmo); mas disse respeitar a lei. Dilma não foi enfática a ser contra ou a favor ao aborto, mas disse dubiamente: “sou uma pessoa favorável à vida” (respaldou-se pelo fato de sua família ser católica, segundo ela própria).

 

Leio hoje no Estadão que Dilma ganhou direito de resposta contra a Emissora Canção Nova, pelo fato de que, na última terça-feira, durante uma Missa transmitida pela TV, o padre ter dito que se Dilma for a favor do aborto, os fiéis não deveriam votar nela.

 

E você, o que pensa disso: as Igrejas devem indicar candidatos alinhados com seus princípios ao fiéis, ou devem ser independentes ao extremo? Deixe seu comentário:

 

Ops: percebeu que tanto Serra quanto Dilma estão falando o nome de “Deus” meia dúzia de vezes a cada fala, e que se tornaram extremamente religiosos nesses últimos dias?

 

Coincidência, Fé ou Oportunismo?

– Dia do Nascituro e Santa Gianna Beretta Molla

Ontem foi dia do Nascituro! É um dia de reflexão em defesa da vida, onde há apologia de todos os nascituros (que quer dizer, aqueles que nascerão) e de combate a qualquer forma de aborto. É um dia pelo direito à vida daqueles que estão no ventre. Também é um dia de apoio às mulheres grávidas que passam por dificuldades de quaisquer formas: financeiras, de saúde, de amparo, entre outras.

 

Uma de suas mártires é a italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:

 

Santa Gianna Beretta Molla (1922-1962)


Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.

 

No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo.


Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.


Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.


Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».


Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.


Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.


Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).


“Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.


O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.


Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

 

Oração à Santa Gianna Beretta Molla

 

 – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI…


Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz.


PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI…


Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade.


PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI…


Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.


Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.

 

Oração com Aprovação Eclesiástica
DOM DIÓGENES SILVA MATTHES
BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP
Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

– 10 minutos nota 10. Ou nota 1000.

Levei 10 anos para formar um pomar em casa. Entre as várias frutas, as da época e que estão carregadas são: pitanga, amora (no final da safra), framboesa e cereja (in natura é azeda…)

Fiquei 10 minutos com a Marina nessa tarde, brincando no jardim e se lambuzando de frutinhas.

Nota 10 para a alegria e vigor mental após uns minutinhos esquecendo do mundo.

É isso que vale na vida…

– Minha fase Bipolar e Reminiscências do dia-a-dia

 

Entre quedas e retomadas, uma certa crise nostálgica do apito e da vida retornam.

 

Às vezes, me sinto um pouco de médico/monstro. Me animo e desanimo com certa facilidade. Transtorno bipolar? Talvez, pois a variação de humor tem sido uma constante. Inofensiva, é claro.

 

Minha faceta boa-carinhosa-tolerante está com a minha família. Minha princesa Marina mudou a minha vida. Só quem é pai babão e coruja sabe o que é sentir isso. Faço das tripas-coração para estar o maior tempo possível com minha filhinha, e a preocupação em educá-la, ensiná-la e evangelizá-la é muito grande! Ser pai é educar para a vida, ajudá-la a ser uma cidadã correta e com alto senso de justiça, sem perder a infantilidade da infância e cerceá-la de sua liberdade. Além de me preparar para enfrentar a adolescência com tranqüilidade e as transformações em sua vida. Ser pai, não ser dono dela. E nesse processo entra minha esposa Andréia, onde levantamos e caímos juntos no dia-a-dia. Um suporta, socorre e sustenta o outro, ainda que tal ajuda possa ser pensa; mas sempre carinhosa e sincera.

 

Minha faceta má-raivosa-impaciente está no trabalho. Sou workaholic assumido, viciado em trabalho, e sei da doença que isto é. Nas minhas diversas atividades profissionais, quero a perfeição, mesmo sabendo do alto custo disso (até em questões de saúde). Estou cada vez mais intolerante com a picaretagem, e esse senso de inconformismo é prejudicial. Estraga o humor, torna-nos azedo.

 

Saber que não é possível mudar sozinho o mundo é ruim. Mas ao mesmo tempo, saber que posso contribuir para a mudança e não fazê-lo, é péssimo!

 

As crises depressivas são corroboradas com um certo desejo de voltar aos gramados. Comentar futebol, discutir regra e escrever sobre futebol ajudam a preencher a lacuna do pós-carreira. Mas entrar em campo trajado do uniforme de árbitro é insubstituível. A experiência é fruto da síndorme do super-herói: vestir a fantasia e lutar contra todos para uma causa sem muita lógica: a de cumprir a regra, mesmo sabendo que aqueles que te comandam não a cumprem.

 

O físico e a mente não estão na plena faculdade que deveriam estar. Aos poucos as coisas vão se encaixando. Um livro em mente: “Aventuras e Desventuras de um árbitro de futebol: casos e causos do apito”, com histórias e estórias gozadas e interessantes vividas em 14 anos de carreira e mais de 700 jogos. Mas o tempo ainda é escasso…

 

Tendo essas coisas na cabeça e no coração, vamos levando. Profissionalmente, tenho recusado alguns convites de outras universidades; afinal, me faltam dias! Estou feliz na atual faculdade, e as poucas horas vagas devem ser dedicadas à família. Durmo 5h30m por noite, e o pouco que me sobra de não-trabalho deve ser vivido intensamente.

 

Vamos levando a vida. Nessa semana, em particular, alguns problemas e complicações particulares que me fazem aumentar a insônia e que me levam a escrever esse post.

 

Credo, que deprê, não?

 

Prometo que estarei bem em breve… E o próximo tema mais particular será mais animado, ok? Estarei bem equilibrado mental, física e espiritualmente. Promessa é dívida!

– Nossa anjinha Marina faz 1 ano e 7 meses!

Tem preço que pague tal sorriso?

 

Marina Porcari, aqui, fazendo farra!

– Marina Porcari: um presentinho / presentão de Deus

Cada dia mais estou apaixonado por minha filhinha Marina. Ela está com 1 ano e Meio, conta até 10, conhece várias letrinhas, judia do papai e faz muita bagunça. Simpática, saudável e inteligente, é o verdadeiro presente de Deus em nossas vidas.

 

Das nossas brincadeiras, ela adora passear no jardim e cheirar as flores, comer frutas e mostrar como a Romã-neném fica uma fruta grandona e gostosa de comer… é mole? Professorinha do papai e da mamãe, sabe o nome de cada árvore e chama as borboletinhas para brincar com ela.

 

Peço a Deus que nos ajude a educá-la segundo os seus princípios cristãos. Afinal, tantos talentos dessa menininha não podem deixar de produzir frutos!

 

Aqui, ela está num momento Ayrton Senna da Silva: adora passear a toda velocidade no carrinho do supermercado. E quando eu bato nele, grita: barbeiro! E se diverte com isso… kkk

 

Um beijão para mamãe e para a filhinha. Um obrigado ao Senhor por tal dádiva na vida deste servo humilde e fraco.

– Família Feliz!

Festejamos o noivado da Priscila e do Augusto neste final de semana!

Que Deus possa abençoá-los sempre, e assim teremos a certeza de que serão felizes!

– 1 ano e 6 meses da nossa princesa Marina Porcari!

Parece que foi ontem quem ela nasceu!

Hoje, nossa princesinha Marina faz 1 ano e 6 meses. Ela já conta até 10, canta ‘nana-neném’ e ‘Mãezinha do Céu’, me chama de ‘Cascão’ e de ‘careca’ (mas também diz que o mais fortão do mundo e o mais lindinho é o papai dela). Fala TUDO, uma tagarelinha. Imita qualquer bicho, até peru e coruja! Adora pizza, pastel e batatatinha.

Com uma saúde invejável e a inteligência da mãe, é um presente de Deus!


Pai babão é assim mesmo…

Obrigado, Senhor, pela nossa filhinha!

– Domingo de trabalho e de diversão!

Nos domingos que tenho que trabalhar e que me sobram poucas horas de descanso, acordo bem cedo para curtir o máximo o dia, aproveitando para começar logo o trabalho e curtir a família.

 

É por ela que me esforço, e é por esse sorriso que me completo:

Uma imagem diz tudo…

– Vale a Pena Viver…

… por este sorriso…

…e pelo carinho delas!

Obrigado, meu Deus, pela minha família!

– A Felicidade é Contagiosa!

O caderno “Vida & Ciência” do Estadão traz uma matéria da londrina BBC, a respeito da FELICIDADE. E olha que interessante: cientificamente, está ’quase’ provado: A Felicidade é contagiante!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid288879,0.htm

 

FELICIDADE PODE SER CONTAGIOSA, APONTA ESTUDO

 

Pesquisa mostra que felicidade de indivíduo está conectada às pessoas com que se relaciona. 

 

Um estudo publicado na revista científica British Medical Journal aponta que a felicidade de uma pessoa não é só uma escolha ou experiência individual, mas que está ligada “à felicidade dos indivíduos aos quais a pessoa está conectada, direta ou indiretamente”.

Usando análises estatísticas, os pesquisadores Nicholas Christakis, da Escola de Medicina de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia, mediram como as redes sociais estão relacionadas com a sensação de felicidade de uma pessoa.

Segundo os dados do estudo, a felicidade de uma pessoa pode “contagiar” aqueles com quem ela se relaciona.

“Mudanças na felicidade individual podem se propagar em ondas de felicidade pela rede social e gerar grupos de felicidade e infelicidade”, diz o estudo.

E mais, não são apenas os laços sociais mais imediatos que têm impacto nestes níveis de felicidade, o sentimento consegue atingir até três graus de separação (amigos de amigos de amigos).

A pesquisa aponta que estes grupos de “felicidade” resultam da disseminação desse sentimento, e não são apenas resultado de uma tendência dos indivíduos se associarem a pessoas com características similares.

 

Proximidade

 

Assim, um amigo que viva a uma distância de cerca de uma milha (1,6 km) e que se torna feliz, aumenta a probabilidade de que uma pessoa seja feliz em 25%. Efeitos similares foram observados entre casais que moram na mesma casa (8%), irmãos que vivam a menos de uma milha de distância (14%) e vizinhos (34%).

Surpreendentemente, essa relação não foi observada entre colegas de trabalho, o que sugere que o contexto social pode afetar na disseminação no sentimento de felicidade.

O estudo também aponta que a proximidade geográfica é essencial para a disseminação da felicidade. Uma pessoa tem 42% mais chances de ser feliz se um amigo que viva a menos de 800 metros de distância se torna feliz. O efeito é de apenas 22% se o amigo morar a mais de 2,2 quilômetros.

 

Dados

 

Para chegar a essas conclusões, os autores analisaram dados coletados em um outro estudo que reuniu informações de 5.124 adultos entre 21 e 70 anos na cidade de Framinggham, no Estado americano de Massachusetts, entre 1971 e 2003.

Originalmente iniciado para pesquisar riscos de problemas no coração, este estudo também coletou dados sobre a saúde mental dos entrevistados.

Em diversos momentos, os entrevistados foram convidados a responder se concordavam ou discordavam de quatro afirmações: “Me sinto esperançoso em relação ao futuro”; “Eu fui feliz”; “Eu aproveitei a vida” e “Eu me senti tão bem como as outras pessoas”.

Para chegar ao conceito de “felicidade” usado em sua pesquisa, Christakis e Fowler levaram em conta a resposta afirmativa às quatro sentenças.

Segundo o professor Andrew Steptoe, especialista em psicologia da University College of London, faz sentido intuitivamente que a felicidade das pessoas à nossa volta tenham impacto em nossa própria felicidade”.

“O que é um pouco mais surpreendente é que essa felicidade parta não apenas daqueles muito próximos a você, mas também de pessoas um pouco mais distantes.”

Segundo ele, a pesquisa também pode ter implicações em políticas de saúde pública.

“A felicidade parece estar associada a efeitos protetores à saúde.”

“Se a felicidade realmente for transmitida por conexões sociais, ela poderia, indiretamente, contribuir para a transmissão social de saúde”, disse ele. 

 

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– Nossa Família Caipira

Nossa primeira Festa Junina fantasiados!

Obrigado Senhor, pela nossa linda família. Aqui, Ana Luiza e Marina de caipirinhas.

– 1º Aniversário de Batismo da Marina Porcari

Hoje faz 1 ano que a Marina foi batizada. Olha como ela está feliz com a Madrinha Pri e o Padrinho Gustinho:

Veja que linda família. Obrigado, Senhor!

– Revigorado!

Não há nada melhor do que repor as energias, não?

Obrigado Senhor, por momentos como esse!

– Chapeuzinho Cor-de-Rosa…

Isso sim é o melhor tratamento para um pai: a filhinha feliz sorrindo pelas brincadeiras.

Essa é a Marina Porcari, nossa princesinha.

– Marina falando PAPAI

São coisas como essa que nos mostram como a vida vale a pena!

Minha filhinha Marina falando carinhosamente: PAPAI

Clique na imagem (apenas liberado para alguns emails cadastrados no YouTube)

MARINA FALANDO PAPAI

– Meu Adeus à Função de Árbitro de Futebol

         Amigos, gostaria de agradecer a todos que sempre me apoiaram na minha jornada como árbitro de futebol, ao longo desses anos. Após muito pensar, refletir, discutir com a família e com Deus, resolvi encerrar minha vida dentro dos gramados nessa função. Não deixarei de ser árbitro, pois assumir essa condição é igual ao sacerdócio: um padre, mesmo quando abandona a batina, continua sendo sacerdote, sem exercer sua função eclesiástica; assim, um árbitro, ao “pendurar seu apito”, permanece árbitro, pois as imposições da carreira assim o tornam.

 

Apitando futebol desde 1994, nesses 16 anos de luta, entrei para a Federação Paulista de Futebol em 1996. Ao longo da carreira, foram  várias temporadas, 703 jogos trabalhados (sendo 368 oficiais), 30 testes físicos, algumas comissões de arbitragem, inúmeros monitoramentos, incontáveis reuniões e… uma satisfação muito grande!

 

Em todo esse período, a arbitragem de futebol me permitiu muitas coisas: conheci estádios humildes como o das antigas traves quadradas do Municipal de Amparo ao monumental e belíssimo Morumbi; trabalhei em partidas desde a longínqua Osvaldo Cruz à minha querida casa Jundiaí; dividi gramados com nomes humildes e desconhecidos até os consagrados amigos Paulo César de Oliveira, Wilson Luís Seneme e Cléber Wellington Abade, entre outros. Presenciei gols de canela, de bicicleta, de mão e de barriga; gols de goleiros e de centroavantes natos; gols contras; golaços e frangaços; e até pseudos-gols como o famigerado “gol de gandula” atribuído injustamente à competentíssima e desbravadora força feminina do apito, Sílvia Regina; colecionei amigos “bandeirinhas” aos montes, do folclórico Sílvio Lira aos laureados Marinaldo Silvério, Flávio Lúcio Magalhães, Ednilson Corona, Valter José dos Reis e Ana Paula da Silva Oliveira. Convivi com dois indubitavelmente maiores instrutores de arbitragem do país, Gustavo Caetano Rogério e Roberto Perassi. Tive a honra de ser avaliado algumas vezes por figuras ímpares da história da arbitragem: Milton Caetano e Abel Barroso Sobrinho. Presenciei grandes craques em campo, do final de carreira do Raí até o surgimento da atual geração, como Diego, Kaká, e outros grandes jogadores do futebol nacional. Pude “tomar conta” de muitos treinadores em campo, desde o “desconhecido professor João Paulo”, que se achava no direito de reclamar com o árbitro porque “jogou junto com o Geraldão do Corinthians”, aos emergentes Mancini, Giba e Luis Carlos Ferreira, culminando nos vitoriosos Muricy, Leão, Luxemburgo, Parreira… Vi de craques a cabeças-de-bagre. Dos clássicos, aos botinudos.

 

Apitei jogos entre líderes e entre lanternas. De domingo a domingo (já apitei às segundas-feiras) de jogos às 7:00 até os noturnos das 22:00. Com sol, com frio, com chuva, com iluminação capenga, no escuro e no clarão! Já trabalhei em Atibaia no sábado às 16:00 e no outro dia em Araçatuba às 10:00h. E sempre com alegria, pois todo árbitro quer uma única coisa: ser escalado! Seja na A1 como Quarto Árbitro ou apitando A2, A3, B1, B2, B3, B1-A, B1-B, Feminino 1ª, Feminino 2ª, Sub20, Sub 17, Sub 15, Amistoso, Copa Cingapura e até mesmo Campeonato de Circo. Já passei por tudo isso!

 

Vi racismo e solidariedade em campo; alguns externados, outros encobertos pela mídia. Corri em gramados sem grama e outros como mesa de bilhar; vestiários sem porta e outros como suítes; jogadores empenhados em derrubar seus treineiros e outros que davam o sangue pela bola. Árbitros, árbitros assistentes e árbitros reservas motivados e outros jogando contra os próprios companheiros. Gente chegando no horário do jogo e gente nem chegando. Motoristas da FPF ajudando o árbitro e outros se sacrificando para dupla jornada. Figurantes, protagonistas e antagonistas do futebol. Na maior parte, ouvi vaias. Claro, faz parte do espetáculo e elas são normais e culturais. Mas tive 3 momentos curiosos: aplaudido pela torcida em Catanduva pela 5ª. Divisão, ovacionado em Guarulhos pela 3ª, e premiado como melhor em campo pela rádio local com um pacote de bolachas Dunga em Matão (bons tempos em que se ganhava Motorádio…)

 

Vi de tudo. Convivi com tudo. Respeitei a tudo e a todos. E para não dizer que tudo foram maravilhas, seria hipocrisia não lembrar daqueles que sempre foram um malefício para o futebol: árbitros que tive a oportunidade de conhecer, ficar hospedado com eles em hotéis para jogos e para reuniões, e que posteriormente se envolveram em máfias; árbitros que desprezavam seus companheiros; árbitros que viajavam 500 km sem abrir a boca com o seu então iniciante companheiro de apito… Dirigentes vaidosos e inescrupulosos, de clubes – e diga-se de passagem – de árbitros! Alguns o tempo já incumbiu de afastá-los e a própria sociedade também o fez; outros, ainda persistem nas suas artimanhas. Vide os lobos em pele de cordeiro (talvez um lobo “Sem Sal, Sem Açúcar”, e os honestos sabem disso), que querem atacar os árbitros mediando relações entre clubes, e depois afagam os apitadores. A estes (ou este), sorrirei educadamente apenas como simbólico perdão à sua pobreza de espírito…

 

Por fim, sentirei saudades das aventuras e desventuras dos jogos. As saídas pela porta da frente, por trás, por escolta, por camburão… As situações cômicas, curiosas e até mesmo as tristes que vivi. Talvez um dia as relate em livro, como as sensacionais ofertas pós-jogo da “Toca da Tigresa” ou dos “Caldos de Bode” que aconteceram.

 

Ao longo desde período, sempre fui profissional, cumprindo corretamente minhas escalas, reuniões e convocações. É verdade que não tenho o mesmo condicionamento físico de quando tinha 18 anos (quando emagreci de 92k para 68k, motivado pelo desejo da arbitragem), mas que ainda me permite correr muito pelos campos de futebol!

 

Minha decisão se deve a uma série de fatores, e já descarto que não se deve a nenhuma especulação sobre problemas de relacionamento ou condição física. Simplesmente, preciso pensar na minha qualidade de vida. Tenho trabalhado intensamente em 3 searas, e abdicado em demasia da minha família. Durmo 5 horas por noite, e trabalho de segunda-a-segunda. É hora de repensar, de dar um pouco mais de aconchego à minha esposa (pois carinho não falta) e curtir o crescimento da minha filha Marina. Neste último ano, para cumprir todas as minhas obrigações, sacrifiquei muita coisa. Cá entre nós, é um esforço exagerado que necessita ser repensado, reavaliado… E com dor no coração, abrirei mão de estar apitando futebol, já que as exigências profissionais são cada vez maiores para tal atividade. Neste ano, cheguei a treinar aos domingos pela 5 da matina!

 

Portanto, agradeço a todos os amigos que trabalharam e conviveram comigo.

A Deus pela oportunidade;

ao meu pai, Milton Porcari pelo companherismo;

à minha esposa, Andréia de Melo Porcari pela compreensão;

aos amigos Adilson Freddo (que desprovido de qualquer interesse me ajudou no início da carreira e até hoje o faz – lembro-me como hoje quando eu era ainda estagiário na CEF e ele me convidou a ir à Rádio Cidade) e Luiz Antonio de Oliveira- “Cobrinha” (sempre atuante no futebol amador e grande amigo incentivador, conseguiu muitos bons jogos para eu apitar e aprender com boa prática);

e às comissões de árbitro nas quais fui subordinado, além dos mestres da EAFI que me ensinaram muito (novamente referência ao sr Gustavo e também ao Antonio Cláudio Ventura);

 

Desejando boa sorte ao trabalho árduo do Coronel Marinho, que teve sempre muita disposição em trabalhar e viver a arbitragem (mesmo com a minha sincera ressalva quanto à não abertura pública da pontuação do ranking, que tenho certeza que respeitosa e democraticamente é entendida), e os mesmos votos aos integrantes da CEAF, Arthur Alves Júnior e Roberto Perassi. Sei das dificuldades hercúleas do cargo, já que o alto número de árbitros corresponde ao mesmo alto número de personalidades, interesses e objetivos que se deve administrar e que praticavelmente não se pode contentar.

 

Me afastando do centro do gramado, mas não da arbitragem por definitivo (e muito mesmo do futebol como um todo), agradeço derradeiramente. Não quero perder o vínculo com o esporte bretão, muito menos da nobre atividade que é fazer cumprir as regras do jogo. A isso se resume o árbitro.

 

Só quem esteve dentro de campo, como único elemento a encarar duas equipes, uma plateia e a indisposição pública, tendo como seus instrumentos o apito e as 17 regras, sabe o quão prazeroso é tal desafio. Alguns dirão que é loucura ou masoquismo; prefiro dizer que é paixão pelo futebol correto, pela lealdade e jogo limpo.

 

Indescritível. É isso que contraditoriamente descreve a sensação do árbitro.

 

Foi muito bom. Obrigado a todos e sucesso na carreira e na função de cada integrante da família do futebol.

 

PPPPRRRRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII.

Apito Final. Fim de Jogo.

Ou, quem sabe, apito inicial para uma nova jornada…

 

(lembrando, estou estudando algumas propostas que outrora abri mão pela não-compatibilidade com a função de árbitro)

– Marina está Andando. E fala, fala, fala… Que bom!

Nossa princesinha Marina está andando bem firme agora! Ela não pára mais quieta e conversa bastante também! Está sapeca e cheia de vida.

Olha só o video (2 minutos) onde ela faz bagunça e sai correndo de casa!

 

caso não abra pela imagem, clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=0lMHCjnkrV0

Ah… o papai coruja fica ainda mais orgulhoso.

– Meu Bem Maior…

Marina e mamãe! Não falarei nada… meus amores comigo na praia, curtindo o final de tarde!

– Descanso Merecido

Hoje não tem post sobre administração de empresas, nem debates acadêmicos, muito menos explicações didáticas sobre futebol.

É dia de se dedicar única e exclusivamente à esposa querida e a filhinha, aqui na praia. Evitando o forte sol, brincando na areia de castelinho e tomando uma moderada caipirinha de pinga. À tarde um sorvete no calçadão, e à noite, Vigília Pascal.

Um belo programa e um necessário momento de reflexão para se esquecer dos problemas mundanos e revitalizar-se, não?

– Contra o Aborto, a Favor da Vida

Já me manifestei sobre o assunto e repito: sou radicalmente contra o Aborto. Por muitos motivos, dentre os quais por não ter sido vítima de um, graças a minha santa Mãe, e por considerar tal ato um assassinato cruel, sem defesa do inocente.

Assim, compartilho tal ato em defesa da vida, enviado pelo joranlista Reinaldo Oliveira e que compartilho abaixo:

4º Ato público em Defesa da Vida

Neste sábado, dia 20 de março, na Praça da Sé, em São Paulo, a partir das 10h da manhã, com término previsto para 13h30. Participam deste ato público autoridades, entidades pró-vida, artistas e pessoas da capital e cidades do interior. Participe desta manifestação muito importante em favor da vida, num Brasil e num mundo que tem muitas vezes optado pela cultura da morte (projetos pró-aborto, eutanásia, etc). Importante lembrar que pelo Plano Nacional de Direitos Humanos o Governo Lula quer implantar o aborto no país. Não peque por omissão nesta hora tão grave em que o sangue das crianças inocentes é derramado pelas próprias mães.

 “A audácia dos maus cresce por causa da omissão dos bons” (Papa Leão XIII).

Vamos multiplicar essa mensagem e divulgá-la aos nossos amigos? É ato de amor e de cidadania lutar pela Vida.

– No Mundo da Fantasia

Uma dessas bonequinhas é a Mônica. A outra é nossa Marina.

 

Ambas são encantadoras, não?

– À Mulher, em seu dia!

Mulher

Mulher…
Mão que segura… Guia…
Desata os nos…
Arranca espinhos…
Borda carinhos…
Branco lençol de linho
Que envolve e agasalha…
Prateada noite de luar…
Areia macia… Lânguido acordar!…

Mulher…
Ventre que abriga…
Protege e guarda…
Colo para toda vida…
Eterno tempo…
Pré-sentimento…
Instante sagrado…
Momento consagrado
Na sua luz disfarçado!…

Mulher…
Árvore frondosa…
Forte… Mas generosa
Raiz profunda…
Fruto que alimenta…
Esteio da vida…
Não foge à lida…
Nem o sonho invalida!…

Mulher…
Não foge à luta…
E na sua diária labuta
Não perde a suavidade…
O mel da sua doce vontade
De fazer feliz…
De ser feliz!…

Mulher…
De mil faces…
Entrelaces de doçura e bravura…
Que costura a vida com paixão…
Mesmo que o mundo seja cão
Que morde a esperança…
Seu puro sorriso de criança
Anestesia a dor…
Aviva da alegria, a cor…
E neutraliza a tristeza
Que quer brotar…
Mas logo murcha como a flor…
Pétalas levadas pelo vento…
Perdidas no infinito tempo…
Sem ferir o amor!…

Mulher…
Que fecunda a semente…
Parteja a vida como nascente…
Água pura… Cristalina…
Que verte de seus olhos videntes…
Lavando tortuosos caminhos
Onde trava lutas… Constrói ninhos…
E entalha a sua marca
De guerreira da paz!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados ao autor

FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES,

em especial, às minhas mulheres de agora: minha esposa Andréia, minha filha Marina e minha irmã Priscila, além da minha sogra Zabé!

e às mulheres de outrora: minha mãe Maria e minha avó Onolpha!

Nossa Senhora, mãe de todos nós, rogai às mulheres em seu dia. Amém!