Como não sorrir ao ver essa carinha doce e sapeca?
Da tristeza do hospital à alegria do lar. Graças a Deus minha caçulinha cresce com saúde e esperteza!

Como não sorrir ao ver essa carinha doce e sapeca?
Da tristeza do hospital à alegria do lar. Graças a Deus minha caçulinha cresce com saúde e esperteza!

Segunda etapa vencida: após 7 meses na barriga da mamãe (sendo os 10 derradeiros sem ganhar peso por problemas na gestação), 1 mês na incubadora da UTI dos seus 5 meses e ½ de vida e… finalmente a Maria Estela Porcari alcançou o peso de uma criança normal para a sua idade.
Como não comemorar, já que ela nasceu com 1 kg a menos do que deveria ter?
Agora, só falta alcançar a altura ideal!

E essa agora?
O México está estudando a proposta de casamento com prazo de validade. A idéia é a seguinte: como o número de divórcios é grande, e o processo de separação é burocrático, um contrato de dissolução pré-estabelecido seria vantagem, segundo as autoridades. Caso o casal queira continuar o contrato por mais 2 anos, ele se torna auto-renovável por mais 2. Caso contrário, ele deixa de existir automaticamente.
E aí: idéia absurda ou, para os dias atuais, inteligente?
Deixe seu comentário:
Minha verdadeira inspiração: a Esposa e as Filhas (aqui a caçulinha; a primeirinha está na escola).
Obrigado, Vida! Obrigado, Deus.
Vejam que sorriso:

5 meses de vida.
Foto c/ 150 dias de diferença.
Obrigado, Deus, pela minha família e pela vida da minha caçulinha.

Você sabia que o mês de Setembro está sendo dedicado a uma causa nobre: a da prevenção dos casos de suicídios?
Conversa com pessoas que já manifestaram o desejo de tal prática; ilumine-as!

5 meses de vida – e bem falante!
Estelinha linda! Te amo, minha estrelinha. Vencendo os desafios desde o nascimento.
http://www.youtube.com/watch?v=Fbbjep01kzI
Veja que bacana: uma matéria entusiasta sobre como já nascemos vencedores! Cada um é um ser único, que antes de vir ao mundo, já venceu outros 300 milhões de outros concorrentes!
Gostei e compartilho, extraído de: http://is.gd/uivcFd
VOCÊ, O ESPERMATOZÓIDE VENCEDOR
Por Carlos Dias
Parabéns, você é um vencedor. Já nasceu com essa condição. Para ser o que é, ganhou a primeira e a mais importante competição de toda a sua existência, uma disputa mais concorrida do que qualquer vestibular. Você contrariou estatísticas, desafiou regras matemáticas de probabilidade e zombou da sorte. Derrotou outros 300 milhões de concorrentes.
Esse é o número de espermatozóides lançados no canal da vagina durante um ato sexual. Todos sabem qual o caminho a tomar. Nadam freneticamente em direção ao útero, onde – durante apenas dois dias por mês – podem encontrar um óvulo à espera da união capaz de gerar um novo ser humano. Não é fácil. Somente um deles é bem-sucedido nessa corrida de obstáculos. Foi um esperma- tozóide específico, de seu pai, que levou a um óvulo de sua mãe as moléculas de DNA que, misturadas ao DNA dela, deram as instruções genéticas para fabricar você. Imagine se ele tivesse morrido na praia. Você não existiria.
Metade de todos os espermatozóides morre rapidamente no interior da vagina, um ambiente, por incrível que pareça, inóspito para eles. Os sobreviventes que chegam à entrada do útero deparam com um muco que só permite a passagem dos espermatozóides quando a mulher está prestes a ovular. Caso contrário, morrem todos. Com a entrada permitida, eles atravessam todo o útero em direção às tubas uterinas (*), os dois estreitos canais que levam aos ovários. É em uma das tubas que vai ocorrer a fecundação. O final dessa corrida é eletrizante. Os espermatozóides usam sua longa cauda para nadar vigorosamente contra a correnteza de um fluido que traz o óvulo.
Passaram-se, até aqui, apenas cinco minutos. Muitos chegam ao óvulo – uma célula desproporcionalmente grande, a única do organismo humano que pode ser vista a olho nu. Todos lutam desesperadamente para forçar a sua entrada. Quando o vencedor consegue, o óvulo desencadeia imediatamente uma reação bioquímica e altera sua composição externa, fechando definitivamente a passagem para os demais. É o fim da corrida. Mais quatro dias e o óvulo fecundado, chamado ovo, chega ao útero. Nove meses depois, nascerá mais um bebê, o resultado desse irresistível processo biológico que hoje espalha mais de 5 bilhões de vencedores sobre a superfície do planeta Terra.
(*) Pela nova nomenclatura anatômica, este passa a ser o nome das trompas de Falópio.

Pausa para admirar o instante do “DESCOBRIMENTO das Coisas”!
Foi a primeira vez que a pequena Estelinha pode passear mais segura e a vontade fora da nossa casa. E no jardim, ficou admirada conhecendo as plantinhas do nosso Lar Doce Lar.
Minha aluna-baby prestou bastante atenção nas explicações do papai. Fez uma carinha de menina aplicada. Nota 10!

A imagem abaixo é da nossa caçulinha Maria Estela Porcari, com 15 dias de vida (à esquerda) e com 4 meses (à direita).
Repare na grossura dos bracinhos, na expressão do rostinho, na coloração da pele.
Sabe porque ela está tão bochechudinha, saudável e feliz?
Foi por conta da misericórdia de Deus. Foi por conta das orações dos parentes e dos amigos. Foi por conta da vontade de viver.
Não é para ficar tristemente impressionado com a imagem, mas sim para louvar e agradecer ao Céu. Em particular, nós, papai e mamãe, para testemunharmos a intercessão de Nossa Senhora da Saúde junto ao seu Filho Jesus Cristo.
Bom dia! Mais uma oportunidade para viver intensamente a vida, dom gratuito do Pai.
Para ter a energia necessária, bem cedinho fui correr. Foto 1:

Com bastante concentração, corri e meditei com a memória de São Nicolau de Tolentino, homem de Deus (celebrado pela Igreja Católica hoje) que é considerado um grande intercessor pelas almas do Purgatório (sua história aqui: santossanctorum.blogspot.com.br/2012/09/sao-nicolau-de-tolentino-padroeiro-das.html?m=1). Foto 2:

Depois do cooper, uma caminhada revigorante com a alvorada colorida na divisa de Jundiaí com Itupeva. Foto 3:

Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Foto 4:

Indo trabalhar depois de tanta atividade física, e o lindo sol vai comigo na foto 5:

E agora, 08h45, uma pausa para contemplar o céu. Olha só que azul infinito. Foto 6:

Ótimo domingo para todos nós!
Ops: depois do trabalho, minha tarde será exclusiva à patroa e às minhas duas maluquinhas. Como não ficar derretido?
O sorriso da caçulinha Maria Estela Porcari, foto 7:

A alegria da primeirinha Marina Porcari, foto 8:

Obrigado, vida!
Feriado? Para alguns, dia de descanso. Para mim, de trabalho.
Sendo assim, fui correr para despertar o ânimo. Nossa foto-motivação:

Durante a corrida, pedindo as bênçãos da Virgem Maria. Nossa foto-meditação:

Pós-treino, alongando entre as roseiras do jardim. Nossa foto-contemplação:

Depois da atividade-física, indo trabalhar com o céu colorido. Nossa foto-inspiração:

Ops: uma parada na Padaria e olha só os canollis que encontro. Nossa foto-gulodice:

Enfim, que acabe logo o dia para brincar com a minha caçulinha. Nossa foto-fofurice:

Que seja uma ótima quinta-feira a todos, de feriado da Pátria, descanso ou trabalho!
Hoje eu e a minha querida Andréia celebramos 15 anos de casamento! Se todo dia me questionassem se valeu a pena, reafirmaria que sim, cada segundo valeu, vale e sempre valerá!
E sabem o que significa o símbolo de “Bodas de Cristal“?
Extraído de: https://www.significados.com.br/bodas-de-cristal/
BODAS DE CRISTAL
O cristal é um vidro de altíssima qualidade e transparência, características que devem ser associadas ao relacionamento do casal quando chegam ao décimo quinto ano de união.
As bodas de cristal fazem referência ao elevado nível de maturidade que, supostamente, a relação atingiu ao longo dos quinze anos. A transparência, confiança e dedicação entre o casal são fundamentais para construir um casamento de qualidade.
palavra “boda” se originou a partir do latim “vota” / “votum”, que pode ser traduzida literalmente como “promessa”.
A “boda” – mais usada no plural “bodas”, é uma comemoração do aniversário do casamento na qual o casal deve fazer uma renovação dos compromissos afirmados, sob um juramento, por ocasião da celebração do casamento.

Hoje é dia daquela que é modelo de Santidade para os dias atuais: Madre Teresa de Calcutá, beata.
Conheça sua maravilhosa história,
Extraído de: http://www.e-biografias.net/madre_calcuta/
MADRE TERESA DE CALCUTÁ
Missionária católica albanesa.
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica albanesa.Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Dedicou toda sua vida aos pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Foi Beatificada pela igreja católica em 2003.
Agnes Gonxha Bojaxhiu (1910-1997) nasceu no dia 26 de agosto na Albânia. Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana. Com o consentimento dos pais, entrou no dia 29 de Setembro de 1928 para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda. O seu sonho era a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.
Da Irlanda, partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio. De Darjeeling a Irmã Teresa foi para Calcutá onde passa a ensinar História e Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto, em Calcutá. Mais tarde foi nomeada Diretora.
Em setembro de 1946 durante uma viagem de trem, ouviu um chamado interior que a fez decidir abandonar o noviciado e se dedicar aos necessitados. Depois de apresentar seu plano, recebeu a autorização do Papa Pio XII, no dia 12 de Abril de 1948. Embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.
Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data que reuniu um grupo de cinco crianças, num bairro pobre e começou a dar aula. Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa usava um sári branco, debruado de azul e colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.
Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas do colégio. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres. Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de “Missionárias da Caridade”. Em 1949, a constituição da irmandade, começou a ser redigida.
A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 07 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, é aberto o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugurado o “Lar para Moribundos”, em Kalighat, auxiliando pobres, doentes e famintos. A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo.
Madre Teresa de Calcutá recebe o Prêmio Nobel da Paz, em outubro de 1979. Nesse mesmo ano, João Paulo II recebe a Madre, em audiência privada e a nomeia “embaixadora” do Papa em todas as nações. Muitas universidades lhe conferiram o título “Honoris Causa”. E em 1980, recebe a ordem “Distinguished Public Service Award” nos EUA. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.
Em setembro de 1985, é reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebe do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país. Em agosto de 1987, vai à União Soviética e é condecorada com a Medalha de ouro do Comitê Soviético da Paz. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal. Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marca-passo. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.
Madre Teresa de Calcutá morre no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Seu corpo foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente. O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da Mãe dos pobres. Em outubro de 2003 Madre Teresa de Calcutá é beatificada pelo Papa João Paulo II.

Alegria do Papai!
Depois de tanto sofrimento com sua saúde, seu sorriso é o merecimento meu e da Mamãe!!!
Maria Estela está saudável e gordinha, Graças a Deus e às orações dos amigos!

Uma empresa que vende “barrigas de aluguéis” chega ao mercado brasileiro. E sabia que não há legislação para essa prestação de serviços ainda?
Veja como funciona e quanto custa,
BARRIGA DE ALUGUEL NUM PAÍS SEM LEI
Aproveitando-se de um vácuo na legislação e de olho no aumento da procura, empresas abrem escritórios no Brasil e chegam a cobrar US$ 120 mil para facilitar o processo no Exterior
Travestida de consultoria familiar, uma vez que a comercialização de qualquer parte do corpo é ilegal no País, uma filial da gigante israelense Tammuz se instalou na capital paulista. Seu proprietário é o ex-cônsul brasileiro em São Paulo, Roy Rosenblatt-Nir, 39 anos, ele próprio um consumidor do serviço de locação de útero. Ele e seu marido, o médico Ronen Rosenblatt-Nir, de 36 anos, tiveram dois filhos que nasceram na Índia, onde o procedimento é reconhecido e legalizado. Diante da dificuldade que encontrou para realizar o processo do Brasil, nasceu a idéia de trazer o lucrativo negócio para cá. Em oito meses de operações, 26 casais já se tornaram clientes. “Tudo é realizado em países onde a legislação permite e regulariza a prática.” O banco de óvulos fica na África do Sul e as barrigas de aluguel são oferecidas por mulheres de estados americanos, do Nepal e da Índia. Nestes dois últimos, o procedimento custa entre US$ 50 mil e US$ 70 mil, com a doação de óvulos. Nos EUA, o processo é mais caro e pode valer US$ 120 mil. Enquanto as mulheres que oferecem as barrigas no Nepal e na Índia recebem US$ 10 mil por gestação, nos EUA fica entre US$ 25 e US$ 30 mil. Rosenblatt-Nir explica que a doadora de óvulos não pode ser a mesma mulher que comercializará a barriga. “A coleta do material é feita fora do país e na hora do nascimento é recomendável que os pais estejam presentes” E o que faz o escritório brasileiro, uma vez que tudo é realizado fora? Ele assessora e acompanha os clientes, no burocrático e complicado processo, providenciando documentos e enviando exames, por exemplo.
Por muito tempo, as barrigas de aluguel movimentaram no Brasil e no mundo um comércio ilegal de óvulos e sêmen. Para se ter ideia de como funciona esse polêmico e movimentado mercado, existem sites internacionais especializados em divulgar perfis de brasileiras que oferecem seus serviços. Embora a Constituição Federal proíba, não há atualmente uma lei específica que regule a barriga de aluguel no País. O que existe hoje é apenas uma norma do Conselho Federal de Medicina que permite o empréstimo temporário do útero sem fins lucrativos entre familiares com até o quarto grau de parentesco. “O Brasil vive em um limbo jurídico em relação às barrigas de aluguel, há um vazio na legislação”, diz Ana Cláudia Silva Scalquette, membro da Comissão de Biotecnologia e Biodireito da Ordem dos Advogados de São Paulo. “Países como Itália, Reino Unido e França perceberam a necessidade de regular a prática há uma década para que ela não se tornasse uma atividade meramente lucrativa.” Por conta dessas lacunas jurídicas, surgem consultorias como a do ex-consul Rosenblatt-Nir.
Apesar de não ser ilegal, muitos especialistas questionam esses escritórios de “consultoria familiar”, que não são monitorados por nenhum órgão de saúde. “Aceitar sem parâmetros a instalação de clínicas que oferecem serviços proibidos no País não me parece razoável”, afirma a advogada Ana Cláudia. O médico especialista em medicina reprodutiva Lister de Lima Salgueiro também vê com cautela a chegada dessas empresas. “Elas montam escritórios de captação de clientes e fazem o processo em países onde a prática é permitida. Isso favorece a prática do turismo reprodutivo que acontece em razão das brechas na legislação”, diz.

Bom dia. Mais uma oportunidade para se viver!
Para começar bem a jornada, vamos correr? Nossa foto-motivação:

Durante o treino, pensando nas coisas do Alto. Hoje na Virgem Maria, Nossa Senhora de todos os aflitos, mãe de Jesus. Nossa foto-meditação:

Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Que tal nossa foto-inspiração?

Na recuperação, muita água e… morangos! Nessa époça, as cidades de Jundiaí, Atibaia e Jarinu esbanjam a fruta em ótima qualidade. Nossa foto-tentação:

Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, olha só o céu colorido na nossa foto-contemplação:

Que seja uma ótima 5a feira para todos nós!
Ops: como não me sentir feliz com minha gorduchinha caçula, em seus 4 meses de vitória? Obrigado, Papai do Céu! Veja esse sorriso no videozinho de 5 segundos:
Uma garotinha fica feliz ao saber que o papai vai tomar banho. Não é uma graça?
Festejando seu 4o mês de vida, minha pequenina dá uma risadona contagiosa. Ô pai coruja…
Assista essa doçura: https://www.youtube.com/watch?v=sP2qYZu5_fE
Bom dia, amigo dia. Dia de viver? Simb’ora lutar neste dia.
Bem cedinho, para ter ânimo, fui correr. Nossa foto-motivação:

Durante a corrida, rezando e pedindo a intercessão de São Pio X, cuja data é celebrada hoje pela Igreja Católica. Ele ficou conhecido como “o Papa da Eucaristia”, pois pregava a Comunhão diária e a importância da Evangelização das crianças para terem bons valores na vida. Nossa foto-meditação:

Pós-treino e passada a garoa, fui alongar no jardim. Uma das mais belas rosas que estão florescendo em nosso jardim na foto-inspiração:

Hora de trabalhar, com o céu muito cinzento. Nos únicos cinco minutos em que o forte e insistente vento deu uma trégua, o céu se coloriu! Nossa foto-contemplação:

Pudera tanto pique e animação logo numa segundona: com os sorrisos das minhas filhas me alegrando, como não ter felicidade no coração. Nossa foto-ternura:

Que tenhamos uma ótima semana!
Olá!
Ontem foi puxado, mas hoje será melhor. Alguém aceita uma torrada?
Apesar da manteiga (é Becel, sem colesterol), diminuindo as gorduras:

Bem alimentado, só resta a pergunta diária: vamos correr?
Fui com as corujas suar um pouco:

Durante o treino, uma Ave-Maria para lembrar a Assunção de Nossa Senhora, festa litúrgica celebrada hoje:

Pós-treino, alongando com a beleza das flores do jardim. Gostei desse filtro:

E como é dia de labuta, sorrindo para a alvorada que me dá bom dia!
Olha nosso amanhecer em Jundiaí:

Enfim, com esse sorriso da minha caçulinha, como não esperar que seja uma boa jornada?

Ótima terça-feira a todos nós!
Ouvi, gostei e compartilho:
“Disse Jesus aos discípulos em um momento de fraqueza deles: ‘Por quê tens medo, homens de pouca fé. Eis que estou aqui contigo’. E eles se encorajaram!“
Não é uma palavra animadora, que traz esperança e fé?
Quanta vezes não somos nós no papel de apóstolos desanimados e nos esquecemos que Ele já nos salvou e está no meio de nós.
E aqui uma oração particular, a fim de que nos comportemos adequadamente nos momentos de tristeza, fúria ou dúvida de que há abandono:
“Senhor Jesus, eu devo ser de ti, Cristo, e agir como cristão. Não posso ter sentimentos de homens maus nem comportar-me como eles em atos e pensamentos. Não somos desse mundo, e isso me conforta. Ajuda-me a curtir minha família com simplicidade e alegria. Amém.”

Depois de 1 dia e 1/2 de “crise nervosa” (sim, a crise econômica me pegou mesmo e os problemas comerciais me atazanam) consegui relaxar!
A solução?
COLHER FLORES com minha filha.
Taí o buquê enfeitado para a mamãe.

Na semana passada, uma interessante matéria nas Páginas Amarelas da Revista Veja: “O FRACASSO FAZ BEM ÀS CRIANÇAS”, trazida em uma entrevista da jornalista Stephanie Saches Feder com a ex-reitora de Stanford, Profa Dra Julie Lythcott-Haims.
O debate é: crianças precisam vivenciar a experiência do fracasso para aprenderem com os erros! Disse a doutora:
“ O que todos os pais que protegem os filhos têm em comum é o medo do fracasso. Eles temem que um fracasso arruíne a vida de seus filhos. E eles estão errados. O fracasso é talvez o melhor professor da vida (…) Os ‘adultos-crianças’ têm pouca confiança em si mesmos e não conseguem refletir com independência sobre as questões cotidianas. ‘Sou incapaz de fazer isso sozinho’, pensam. Afinal, durante toda a vida alguém sempre fez tudo por eles (…) Os pais têm que aceitar que o objetivo é criar aquela pequena pessoa para que ela seja capaz de se cuidar.”
Como é difícil para o papai e a mamãe deixar seus filhos baterem asas e voarem sozinhos, não? Enquanto filho, imagino a dificuldade de meu pai. E, claro, a minha dificuldade futuramente…
E aí: concorda ou não concorda com o depoimento da professora?

Meu colírio: de magrela prematura na UTI a gordinha sorridente em 100 dias!
Obrigado amigos que rezaram e Papai do Céu que nos ajudou. Vejam a Maria Estela hoje:

Sempre ouço que é muito mais dolorido enterrar um filho do que um pai. Felizmente, não passei por nenhuma dessas situações, e presto meus pêsames a Abel Braga e família, pelo passamento do seu filho de 18 anos que caiu do apartamento.
Já existem idiotas dizendo que foi suicídio após consumo de drogas, questionando os motivos e outras bobagens. O que isso importa para os pais, familiares e amigos? Nada aliviará a dor. Há de se respeitar o luto dos entes de Abel.
Pior que tudo isso, é gente reclamar que foi prejudicado no jogo eletrônico “Cartola”, por culpa do adiamento da partida. Meu Deus… onde iremos parar?

Muito bacana: compartilho uma matéria sobre os 9 tipos de personalidade estudados através de um eneagrama (sobre como as pessoas enxergam o mundo).
Ótimo para a vida pessoal e profissional.
Abaixo, extraído do Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, 31/07/2016, Pg 4, por lalves@jj.com.br
ENEAGRAMA: DESCUBRA-SE EM UM DOS 9 PERFIS DE PERSONALIDADE
Cada pessoa enxerga e reage de forma diferente às situações do dia a dia. Segundo o Eneagrama, um sistema milenar de autoconhecimento, essas diferenças de pontos de vista se dão através de nove personalidades padrão. “É como se cada pessoa recebesse óculos para ver o mundo. O formato da lente destaca ou isola certos aspectos e gera atitudes diversas, mesmo diante da mesma circunstância”, explica Denise dos Ouros, professora de Eneagrama e coach.
Para Denise, a maior parte dos desentendimentos e conflitos é causada pelo fato de não conhecermos e respeitarmos o ponto de vista alheio. “Por exemplo, uma simples goteira pode dar origem a diversas reações. Como exemplo, cito o compositor Chopin, o qual teve um relacionamento amoroso com a escritora George Sand. Conta a lenda que durante um período de chuvas, gotejava no bangalô onde estavam hospedados, na Espanha. Ao ouvir o barulho da água pingando, Chopin sentou-se ao piano, reproduziu o som e compôs ‘A Gota D´água’. Ao passo que George procurou pela caixa de ferramentas, arrastou uma mesa, subiu sobre ela e começou a consertar o local por onde a água entrava”, compara.
Denise comenta os perfis de Chopin e George segundo o Eneagrama. “Arriscaria dizer que Chopin era um tipo 4 e a George Sand era um tipo 8. Eu poderia dissertar sobre a inteligência que vem do coração, a qual capta a melodia natural de uma goteira e transforma-a em melodia instrumental. Ou explicar mais sobre a inteligência que vem do corpo, entra em movimento e parte para a imediata solução do problema”, detalha a coach.
A explicação a partir da observação de um fato demonstra como o Eneagrama pode ser aplicado no dia a dia. “A ferramenta ajuda a superar barreiras, reforçar pontos fortes e concretizar anseios mais profundos. Propicia o exercício da empatia, melhorando substancialmente relacionamentos pessoais e familiares. No campo profissional, sua aplicabilidade está ligada ao desenvolvimento de lideranças e de equipes com alta performance, prevenção e redução de conflitos e na melhoria na comunicação”, exemplifica a professora.
Segundo Denise, a conscientização da pessoa quanto ao seu tipo no Eneagrama não pode ser imposta, mas reconhecida e aceita para que o desenvolvimento pessoal aconteça. “Descobrindo a motivação pela qual agimos podemos sair do piloto automático, encontrando outras maneiras de resolver dilemas, criar oportunidades e melhorar nossos relacionamentos”, explica.
QUEM É QUEM NO ENEAGRAMA?
Tipo 1 | Perfeccionista
Enxerga o mundo por lentes meio quadradas, procura corrigir a si e aos outros através de normas, métodos, relógios e disciplinas. O seu crítico interior muitas vezes não permite que ele relaxe ou se divirta.
Tipo 2 | Doador
Ao vestir esses óculos, o doador parece ter sempre uma maçã nas mãos, pronta para oferecer ao outro, costuma estar mais preparado para ajudar do que para lidar com as próprias necessidades.
Tipo 3 | Realizador
Fazendo, realizando, competindo e conquistando, o realizador vive em busca de uma estrelinha. Quando olha muito para o céu, acaba esquecendo seus próprios sentimentos.
Tipo 4 | Romântico
Sob emoções muito profundas, em tons quase dramáticos, o romântico através dos seus óculos, olha o mundo e observa o que está faltando. Essa falta o remete para o passado ou para o futuro.
Tipo 5 | Observador
Com esses óculos o mundo que é observado parece não ter nada a oferecer. Daí o observador volta para sua caverna e armazena o que tem para si.
Tipo 6 | Cético
O cético enxerga o mundo como um lugar ameaçador, por isso busca constantemente proteção e segurança. Tem uma percepção desconfiada dos fatos que o leva a atacar em alguns casos e o paralisa em outros.
Tipo 7 | Sonhador
O sonhador vê a sua frente um mundo de múltiplas possibilidades e gosta de experimentar um pouco de cada coisa, vivendo mais na superfície. Ele geralmente não gosta de olhar para a dor e o sofrimento.
Tipo 8 | Protetor
O protetor ao colocar seus óculos se acha grande e poderoso, pronto para quebrar regras e lutar contra injustiças. Esse exagero protege suas fraquezas e vulnerabilidades.
Tipo 9 | Mediador
O mediador se desconecta de si mesmo e enxerga um mundo de paz e amor, sem conflitos (como aquele sonhado nos anos 60), esquecendo-se de suas vontades próprias.
HISTÓRIA DO ENEAGRAMA
O estudo sobre as origens do Eneagrama aponta que seu símbolo pode ter pelo menos 2.500 anos e que mestres, líderes espirituais e filósofos como Pitágoras e Platão já utilizavam sua forma geométrica para representar vários sistemas dentro das escolas de sabedoria.
A palavra Eneagrama tem origem grega: Ennea (nove) e Gramma (pontos), sendo traduzida como “figura de nove pontas”. Esses sistemas e ensinamentos ligados à figura do Eneagrama percorreram um longo e misterioso caminho nas areias do tempo até chegarem ao século XX.
Outro marco da presença do Eneagrama nas antigas tradições aparece no séc. IV d.C., quando os padres do deserto colocaram na estrela de nove pontas as virtudes e as paixões humanas.
No início do século XX, o Eneagrama foi trazido para o Ocidente (França e EUA) pelo filósofo greco-armênio George I. Gurdjieff, que havia viajado aos pontos mais remotos do mundo antigo em busca da ciência que possibilitava a transformação da psique humana.
Quem desenvolveu a tipologia psicológica do Eneagrama, descobrindo a relação entre o símbolo e os tipos de personalidade foi o também filósofo boliviano Oscar Ichazo, por volta de 1950.
Na década de 70 o Dr. Claudio Naranjo, chileno, psiquiatra do Instituto Esalen, em Big Sur, California (EUA) participou de treinamentos com Ichazo, na Escola chilena de Arica, aprendeu o método e ampliou seu uso e aplicabilidade na psicologia moderna.
Hoje o Eneagrama conta com validação científica e acadêmica, incluindo diversas teses de mestrado e doutorado nos EUA e na Europa. No mundo dos negócios, o Eneagrama está sendo aplicado por alguns cursos de MBA de instituições como Stanford e Loyola nos EUA, FGV e USP no Brasil.
Sobre a Oito Ouros – Denise dos Ouros Vicentin, coach especializada em eneagrama, atua na área de desenvolvimento humano e coaching pessoal, profissional e empresarial. A partir do sistema do eneagrama, a profissional auxilia as pessoas na descoberta de suas motivações. Denise possui experiência de mais de 30 anos em ambientes corporativos e há 5 anos fundou a Oito Ouros. É certificada pelo Enneagram Professional Training Program e possui formação em Psicologia Transpessoal, Biopsicologia, Trabalho Sistêmico, Constelação Organizacional e Abordagem Integral.

Muito bacana a matéria intitulada “DESOCUPE-SE”, da Revista Época (ed 838, pg 78-84), por Natália Spinacé, sobre pessoas sobrecarregadas de tarefas e que lutam para uma melhor qualidade de vida.
Nela, há dicas de como acabar com a correria no trabalho, nos afazeres domésticos e outras situações.
Abaixo:
DICAS PARA ACABAR COM A CORRERIA…
1) …NO TRABALHO
Tentar ser um funcionário exemplar e acumular tarefas costuma ser um atalho para o desespero
– Trabalhe apenas em seu horário estipulado. Estudos comprovam que horas demais no ambiente de trabalho levam a produtividade e a qualidade do trabalho a cair
– Quando estiver no trabalho, trabalhe de verdade e evite procrastinar. A culpa por tarefas não executadas atrapalha o tempo livre
– Liberte-se do “trabalhador ideal”. Se sua empresa exige disponibilidade total e horas infinitas de trabalho para promovê-lo, talvez você esteja na empresa errada
– Não leve trabalho para casa. Estender o expediente no local onde você deveria relaxar é um erro. Você não descansa nem trabalha direito
2) …NO LAZER
A culpa é a principal razão para as pessoas não aproveitarem o tempo livre
– Organize seu tempo livre. Pense realmente em como você quer se sentir e que tipo
de experiência quer ter
– Desligue-se. Você não precisa olhar seu e-mail durante os momentos de lazer. Dificilmente alguma coisa não poderá ser resolvida por outra pessoa
– Tire férias. Estudos comprovam que quem descansa regularmente tem um desempenho melhor no trabalho
– Liberte-se da culpa. Sentir-se culpado ou com a sensação de que deveria fazer algo produtivo anula o descanso
3) …EM CASA
Para alguns, sair do trabalho é um alívio. Para outros, é só o começo da confusão
– Divida tarefas. Nada de ficar com a maior parte do trabalho e pedir apenas uma “ajudinha”. A divisão do trabalho doméstico deve ser de igual para igual
– Peça ajuda nos dias de caos. Filhos doentes, pia cheia de louça, pó por todos os lados. Chame a sogra, a mãe ou uma amiga. Não faltarão oportunidades de retribuir
– Não seja neurótico. A casa não precisa estar sempre impecável. Aproveite o tempo com a família para relaxar e se divertir
– Deixe as preocupações no escritório. O lar é o lugar para recarregar as baterias. Tente não pensar nos problemas de trabalho enquanto estiver fora dele.
A matéria, segue:
DESOCUPE-SE
Ficar sobrecarregado e não ter tempo para nada virou obrigação, mas não deveria ser motivo de orgulho. Um novo livro reúne dicas para fugir dessa armadilha e acabar com a cultura da pressa.
Por Natália Spinacé
Estar ocupado virou moda. Repare. Quantas vezes, nos últimos dias, você ouviu alguém reclamar sobre como a vida anda corrida? Todos adoramos falar sobre isso. Exaltamos para amigos e conhecidos o número de reuniões que tivemos na semana, quanto estudamos ou trabalhamos. E como não sobrou tempo para encontrar os amigos, para ler ou dormir. Ter tempo para essas banalidades é coisa de desocupados e perdedores. Ninguém quer ser um deles. Ser ocupado traz prestígio social, e é em busca desse prestígio que muitos exageram. Pior: até quem não tem tarefas suficientes para se sobrecarregar acaba enrolando, só para se juntar ao time dos desesperados e reclamar nas redes sociais sobre a quantidade de trabalho.
Hoje em dia, ser (ou parecer) assoberbado é ter status — e essa pode ser uma moda perigosa. É essa a tese central do livro Overwhelwed (Sobrecarregado), recém lançado nos Estados Unidos. A autora, a jornalista americana Brigid Schultc, escreve sobre a epidemia de ocupação em que vivemos e sobre como ela nos afeta. Ela também dá dicas para fugir da cultura da pressa e organizar melhor o cotidiano em vários aspectos da vida.
Nem sempre foi assim. Ter tempo livre de sobra já foi sinal de nobreza, e o trabalho era tido como urna tarefa inferior. Na Roma Antiga, o ócio era visto como urna condição fundamental para a erudição, e o trabalho era desprezado. Hans-Joachim Voth, um historiador da Universidade de Zurique, afirma que, no século XIX, poderia se dizer quão pobre era uma pessoa analisando o tanto de horas que trabalhava. Quanto mais horas gastas no trabalho, mais pobre. Urna cena da série Downton Abbey, que retrata a vida da aristocracia britânica no início do século XX, deixa isso claro. Confusa com as conversas de seus parentes sobre trabalho, uma velha condessa interrompe a discussão e pergunta a eles o significado da expressão “fim de semana”. Para quem preenchia todos os dias com lazer, era difícil en tender esse conceito.
No século XX, muitos intelectuais alimentaram o sonho de que o luxo de urna vida de pouco trabalho seria possível para todos. Num ensaio escrito em 1930, o economista John Maynard Keynes fez previsões de que, em 2030, uma semana de trabalho teria 15 horas. Nada disso aconteceu. As incertezas econômicas e o apetite insaciável pelo consumo nos levaram a trabalhar cada vez mais, e esse comportamento nunca foi condenado. “O trabalho passou a ser visto corno algo nobre, edificante’ diz Brigid. “Não importa se, para isso, você sacrifica seu tempo com a família ou sua saúde.”
Hoje, quem tem tempo livre é tido como inútil ou desinteressante. Seguindo a lógica calvinista, segundo a qual o trabalho dignifica o homem, quanto mais tempo passamos na labuta, mais admirados somos. Um estudo divulgado no mês passado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, constatou que, até a década de 1960, homens mais instruídos passavam menos horas por dia no trabalho que trabalhadores braçais. Hoje, quanto maior o nível de instrução, maior o tempo no trabalho. Muitos dos entrevistados afirmaram preferir o tempo no escritório aos momentos de lazer.
A tecnologia contribuiu para consagrar o trabalho. As empresas dão a seus funcionários computadores e smartphones e esperam deles produtividade em tempo integral. “Nenhuma empresa mostra isso abertamente, mas existe uma pressão psicológica velada para que o funcionário esteja disponível o tempo todo”, afirma o consultor Christian Barbosa, autor de A tríade do tempo, um popular manual sobre produtividade. Esse perfil é chamado pelos especialistas de “trabalhador ideal”. Aquele que trabalha mais horas que as estipuladas vai ao escritório mesmo doente, está sempre disponível, não reclama de nada e coloca o trabalho sempre em primeiro lugar. “As empresas, hoje, sonham com esse tipo de funcionário”, diz Brigid. “Mas essa expectativa é desumana.”
Essa dedicação extrema ao trabalho, é claro, traz dividendos financeiros. Uma pesquisa feita por Peter Kuhn, da Universidade da Califórnia, e Fernando Lozano, do Pomona College, nos Estados Unidos, mostrou que, entre trabalhadores com alta qualificação, uma pessoa que trabalhava 55 horas por se mana, na década de 1980, ganhava, em média, 11% mais do que urna que trabalhava 40 horas por semana na mesma atividade. Na virada do milênio, essa diferença aumentara para 25%. Mas a obsessão pelo trabalho traz também consequências negativas. Urna delas é a desvalorização do lazer. Pedir férias tornou-se constrangedor. Passar dias sem checar e-mails é considerado uma irresponsabilidade por muitas pessoas.
“O lazer passou a ser visto como algo errado e desnecessário”, afirma Karla Flenderson, psicóloga que estuda os benefícios do lazer na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Uni dos. Pesquisas sobre o assunto mostram que a crença na desimportância do lazer não tem nenhuma fundamentação. Um estudo feito por cientistas do Centro de Estresse cia Universidade Yale concluiu que pessoas submetidas a situações de estresse constantemente sofrem alterações cerebrais que comprometem funções como a memória e a capacidade de fazer planos, tomar decisões e aprender. Tirar férias, fazer pausas e evitar o acúmulo de tarefas está, portanto, longe de ser algo supérfluo.
Se os superocupados tive tempo para analisar seus hábitos, perceberiam que ser ocupado demais é improdutivo. Uma pesquisa feita pela Harvard Business School comparou o desempenho de dois grupos de trabalhadores de uma mesma empresa. O primeiro grupo era formado por funcionários que não tiravam férias e trabalhavam em torno de 50 horas por semana. O segundo grupo não tinha férias atrasadas e trabalhava em média 40 horas semanais. O resulta do mostrou que o grupo que trabalhava menos horas era mais eficiente e produtivo que o primeiro. Numa pesquisa feita na Microsoft, o resultado mostrou que, numa semana de 45 horas de trabalho, a maioria dos funcionários só é produtiva durante 28 horas.
Alguns países e empresas resistem à cultura da ocupação. Na Dinamarca, o horário de trabalho tradicional é das 9 às 16 horas. Quem precisa de muitas horas extras não é visto como bom funcionário, mas como incompetente. Na França um novo acordo trabalhista feito em abril proíbe trabalhadores de responder a e-mails após as 18 horas. A nova regra foi criada pelos sindicatos franceses, e as empresas não devem exercer nenhum tipo de pressão para que seus funcionários trabalhem após o horário estipulado pela legislação trabalhista francesa, que prevê jornadas semanais de 35 horas. A Menlo, uma empresa de software nos Estados Uni dos, adotou um esquema rígido com seus funcionários. Lá, é proibido trabalhar após as 18 horas. Quem insiste se arrisca a ser mandado embora. As reuniões não devem durar mais de dez minutos. “As empresas não nos permitem ser humanos”, diz Rich Sheridan, um dos fundadores da Menlo. “Precisa mos negar que temos filhos, que temos pais envelhecendo e que precisam de cuidados. Isso não faz sentido.” O resultado dessas iniciativas beneficia não só os funcionários, que ganham tempo para o lazer e a família sem sentimento de culpa, mas também as empresas, que garantem mão de obra motivada e mais produtiva. Numa pesquisa feita na Dinamarca pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE), 84% da população respondeu ter mais experiências positivas que negativas durante um dia de trabalho.
Mudar-se para a Dinamarca não é uma opção para todos. Mas reclamar menos, impor limites à própria rotina de trabalho e aproveitar melhor os momentos de lazer são metas que qualquer um pode atingir. Em seu livro, Brigid reúne dicas para quem quer fugir da cultura da pressa e aproveitar melhor o tempo livre no trabalho, no lazer e na família. Várias dessas dicas estão nos quadros que acompanham esta reportagem. Da próxima vez que sentir vontade de dizei quanto está cansado, estressado ou ocupado, pense bem. Será que isso e uma razão para se gabar? Quem deveria ter orgulho são os franceses ou os dinamarqueses, que conseguem sair do trabalho a tempo para relaxar e curtir a vida. Isso sim, é ter status.

Viram o choro do zagueiro Aderlan Santos, que estava na reserva do Sevilla e chegou ao São Paulo FC?
Realmente, foi comovente e muito legal ver que ainda existem pessoas sinceras e humildes. O futebol possibilita mostrar as diferenças de muitos atletas. Há de tudo: baladeiros, religiosos, amadores, profissionais e… lutadores! Para quem não assistiu o vídeo (não o consegui disponibilizar), ele chorou ao falar sobre a infância pobre e que o sonho de garoto era conseguir ter dinheiro para comprar uma camisa do São Paulo FC, seu time do coração. Ao dizer sobre o fato de agora jogar pelo seu clube, “desabou”.
Nunca o vi jogar, mas respeito quem tem uma história sofrida e se sensibiliza com tais valores.

Disse Jesus a Nicodemus:
“Necessário vos é nascer de novo”. Jo 3, 7b.
Essa passagem bíblica é oportuna para vários pontos de discussão: religiosa, social e profissional.
RELIGIOSA, pois mostra que a conversão é necessária para mudanças de condutas e práticas antes condenáveis ou indevidas;
SOCIAL, pois nos permite repensar em determinados comportamentos frente amigos, sociedade e até intimamente;
PROFISSIONAL, pois, cá entre nós, administradores de empresas: práticas como learning organizacions, destruição criativa e dentre outras tantas, não há esse princípio cristão de renascer (ou tecnicamente, ‘reinventar-se’)?

Soninho tranquilo da minha caçulinha!
Com esse friozinho, quem tem coragem para acordar a Estelinha na hora de tomar banho?

Hoje a Estelinha estaria completando 1 mês de vida se ela não fosse tão apressadinha para nascer. Mas como quis conhecer logo o papai e nasceu bem antes, já está com quase 3 meses!
Ontem ela ganhou seu primeiro par de brincos, da Tia-Madrinha Lu e o Tio-Padrinho Alex. Fez pose e saiu bem bonitinha, com suas bochechinas rosas e cabelinho alaranjado encantando a todos nós.
Charmosa ou não?
Ô pai coruja…

70 dias de vida da Maria Estela!
Obrigado, meu Deus, pela nossa miudinha. Até bochecha ela já tem!

Estamos no final de Junho, mês dedicado às campanhas de doação de sangue devido à queda dos estoques nos hospitais.
Neste “Junho Vermelho“, faça a sua parte! Seja um doador de sangue. A vida agradece!
Hoje é meu dia de colaboração. Pratique também. Incentive. Divulgue! Afinal, não dói e faz bem para a alma.
Como Deus é bom!
Cada dia mais nossa filhinha cresce em sapequice e em saúde.
Quer maior fofura do que a Srta Moranguinha?

Ou ainda: desabando em seu soninho profundo?

Família: Porto Seguro da Vida!