Adoro quando em meio aos problemas, penso:
“Um dia de cada vez“!
Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Adoro quando em meio aos problemas, penso:
“Um dia de cada vez“!
Sábias palavras. É justamente por aí. Sem atropelos, resolvendo paulatinamente e tentando passar com calma.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Persista. Resista. Insista:

Padre Fábio de Melo, em seu Twitter dias atrás, trouxe uma reflexão sobre a vida e as consequências da falta de ânimo ao longo dos anos:
“Não permita que o tempo lhe subjugue à pior de suas heranças: a de lhe colocar chumbo nos pés. Porque a morte não se estabelece quando findam as possibilidades do corpo, mas quando a alma desiste de prosseguir.”
Vivemos como viventes ou como defuntos vivos, desanimados pela própria vida?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Recomece:

Embora muitas vezes essa imagem possa parecer mais uma simples insistência motivacional, vale lembrar: TENTE!
Compartilho:
Imagem extraída do LinkedIn de Raísa Ramos: https://br.linkedin.com/in/ra%C3%ADsa-ramos-10b545165
Saiba decidir:
Valorize-se:

Dê valor:
Procuremos ter vida!

O que vale a pena na vida?
Momentos felizes como esse: deixar as meninas te pintarem inteiro, fazendo de conta que nada sabe…
O trabalho em lavar o rosto compensa pelo sorriso delas…
Em: https://www.youtube.com/watch?v=QqKwU5Rdg4Q
Olá amigos do Blog.
Muitos aqui me conhecem: sou Rafael Porcari, Professor Mestre lecionando em Universidades desde os 21 anos, com formação e experiência multidisciplinar (comércio, indústria, prestação de serviço, ensino e esportes).
Trato de assuntos na área da Inteligência Emocional, Gestão Empresarial e de Pessoas, Liderança, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo, MEIs e Administração de Conflitos, entre outros.
Motivador, abordo questões profissionais e pessoais, desde a carreira, passando por ações empreendedoras e de relacionamento – incluindo família e educação – usando como ferramentas de equilíbrio a racionalidade e até mesmo a espiritualidade.
Quer uma consultoria? Conte comigo para o exercício da Escuta Ativa (tão importante em nossa sociedade). Estou pronto para ouvir suas dúvidas, desabafos ou até mesmo as suas angústias sociais e/ou empresariais.
Contatos:
📩 Email: rafaelporcari@me.com
📱 WhatsApp: +55 11 9.8032.6064
👨🏫 LinkedIn: http://www.linkedin.com/in/rafael-porcari-17110938/
Viva a vida sempre, pois você não sabe até quando viverá!
Uma mensagem, em: https://youtu.be/-bSNhPQrqm4?si=xdm2iXxhDLgrz6iB
Hoje é dia do Nascituro, ou seja, daqueles que irão nascer! Um post sobre o tema:
Sou totalmente contra a pena de morte. Também sou totalmente contra o aborto.
Sei que algum dos argumentos mais usados são: “E se tal barbaridade acontecesse com sua família? E se um bandido destruísse sua vida? E se sua filha fosse estuprada e não quisesse ter o bebê?”
Assim como não creio que temos o direito de tirar a vida de um criminoso, menos ainda aceito a ideia de que uma criança inocente seja morta indefesamente. Que culpa ela tem?
Por fim: nada em dizer “meu corpo, minhas regras”, ao menos nesse caso. Ou o nascituro pode ter a sorte decidida pela dona do corpo alheio?
Que meme emblemático recebi numa Rede Social de um médico:

Seja humilde:

Tenha calma:

Tenha coragem:

Saiba escolher:

Hoje é Dia internacional da Síndrome de Down. E sabe que os downs são pessoas especiais mesmo? Claro, pois veja cada coisa maravilhosa que eles são capazes!
INCLUSÃO LEVA DOWNS A UNIVERSIDADE E FORMA DE CHEFE DE COZINHA A PROFESSOR
Por JAIRO MARQUES
Ao menos 44 pessoas com síndrome de Down passaram ou estão em bancos de universidades brasileiras desde 2005 –quando se tem registro do primeiro ingresso.
O levantamento e monitoramento dos estudantes é do Movimento Down, ONG mais atuante no país em defesa dos direitos do grupo social.
Segundo a organização, o número, o mais relevante da América Latina, mostra o efeito da educação inclusiva no Brasil e revela mudança de postura diante do entendimento da pessoa com down.
As carreiras mais escolhidas pelo grupo são educação física, gastronomia e pedagogia. O montante ainda é pequeno em relação aos universitários ingressantes em geral 2,9 milhões, de acordo com censo de 2015, do MEC. Há uma concentração maior de estudantes no Estado de São Paulo, mas existem alunos em instituições de ensino superior públicas e privadas de norte a sul do país.
Não há oficialmente nenhuma diretriz específica para atendimento do aluno com down no ensino superior. Cada instituição recebe e dá condições de estudo a esse público por iniciativa própria. Também não há no país
uma contagem oficial dessas pessoas –estima-se em cerca de 270 mil, com base na prevalência de nascimento.
A pedagoga Maria Teresa Eglér Mantoan, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual de Campinas e coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença avalia que “a possibilidade de todos estarem na escola é possibilidade de todos chegarem à universidade”.
“Pessoas com síndrome de Down, como qualquer pessoa, estudando em uma escola para todos, inclusiva, têm chances de chegar à universidade e isso é um privilégio. É dever das universidades oferecerem serviços educacionais especializados de apoio a esses alunos e para quaisquer que precisem de atenção diferenciada no ensino superior. Não necessariamente a pessoa vai precisar acionar o serviço, mas é fundamental oferecê-lo”, afirma a pedagoga.
Pedro Brandão, 22, formou-se neste ano em gastronomia, pelo Centro Universitário Senac. Ele já está empregado, em uma das unidades do bar Pirajá, de São Paulo, e avalia que apoio familiar é fundamental para conseguir chegar ao ensino superior.
“Meu pai e minha mãe me deram segurança, apoio e amor. Eles foram minha inspiração para ser chefe de cozinha”, diz ele, que desde o ano passado ajuda na preparação de alimentos e demais serviços da cozinha do bar.
Daniela Montesano, coordenadora do serviço de acessibilidade e apoio psicopedagógico do Senac, explica que Pedro “não foi café com leite” durante o curso.
“Trabalhamos com o potencial do aluno e não com sua deficiência. As necessidades do Pedro foram repassadas aos professores do curso e, durante as aulas práticas, ele teve um acompanhamento de um mediador. Não se muda o currículo ou as disciplinas, mas, sim, trabalha-se e cobra-se o essencial. Nada é diferenciado, apenas atende-se a uma demanda específica”, afirma.
Para Patrícia Almeida, cofundadora do Movimento Down, o acesso ao ensino superior “é importante porque mostra a famílias e professores que as pessoas com síndrome de Down podem aprender”. “Antes isso era inimaginável, porque todos achavam que eram ineducáveis, então não valia a pena investir e buscar maneiras de ensinar”, afirma.
Segundo ela, o movimento nas universidades é reflexo da inclusão escolar. “Nenhum destes universitários [da lista de 44] passou por escola especial. A inclusão escolar não é apenas um direito, mas é também melhor para todos. Não quer dizer que todos vão para a universidade, até porque nem todo mundo vai”, diz.
Nesta terça-feira (21) celebra-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. Estão programadas cerca de 160 atrações pelo país.

Pedro Brandão. Crédito da Imagem: Diego Padgurschi/Folhapress
Há 5 anos…
Pai de Menina tem que ser “pau pra toda obra”. Tem que levar na escola, tem que levar no médico, tem que brincar de boneca e… tem que levar no salão de cabeleireira!
Mas é justamente essas coisas que a gente “nunca pensa que vai fazer” que tornam a vida mais divertida.
❤️🧡💛💜
#PaiDeMeninas #Amor #Filha #Bebê #Carinho #Paternidade
Tenha paciência:

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Repost:
Uma foto feliz, para ficar de lembrança da Vó Maria, a fim de agradecer a todas as mensagens carinhosas que eu (e todos os filhos, netos e bisnetos) recebemos nesse dia.
A alegria dela representa hoje a entrada na Morada Eterna, e a minha, de sabermos que todos nós (e incluo meus primos Mônica, Cíntia, Anderson, Reinaldo, Fábio e Marcel) fizemos de tudo para que fôssemos os mais amáveis possíveis com ela.
A partir de hoje: saudade sim, tristeza não!
Obrigado por todos que escreveram a nós. Não foi possível responder a todos, mas colocamos em nossas orações o agradecimento pela lembrança piedosa.
Reinventemos:
A vida é um aprendizado:

Sempre que puder, tente:
Seja atento:
Gostei muito da entrevista do Dr Richard Nisbett, psicólogo e Diretor do Departamento de Cognição da Universidade de Michigan, que em entrevista à Revista É (ed 2522, por André Sollitto), declarou sobre as ideias equivocadas sobre “de onde vem nossa inteligência” que:
“A principal crença errada diz que nossa inteligência é determinada principalmente por nossos genes. Sua inteligência é determinada por aquilo que você aprende. Os genes de qualquer pessoa normal são suficientes para torná-la razoavelmente inteligente de todas as maneiras exigidas por sua cultura. Diferenças individuais em inteligência são, de fato, determinados pelos genes. Mas genes interagem com o ambiente em que aquela pessoa vive para produzir um nível específico de inteligência. Estamos descobrindo que pessoas com genes muito bons para a inteligência falharão em aproveitar ao máximo esse potencial se forem criadas em ambientes caóticos ou indiferentes.”
Taí. Sempre achei que a inteligência das minhas filhas foi herdada da minha esposa; agora (ainda bem), tenho certeza de que elas não me puxaram mas sim totalmente a mãe e as demais pessoas com quem elas convivem.

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