– ”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

Um ditado que nos faz refletir:

”Quem pisa nos outros, tropeça na vida”.

A sabedoria popular, aqui, de maneira clara e bem objetiva…

Imagem extraída da Internet. Autor desconhecido.

– Todo mundo é importante na vida.

Todas as pessoas são substituíveis em seus trabalhos. Quem pensa o contrário, engana-se.

Mas na vida…

Todos nós somos únicos! Qualquer vida é insubstituível. A vida é sagrada.

Imagem extraída da Web.

– Dica da Noite:

Ei, dor, caia fora (qualquer que ela seja):

– Um homem e uma mulher…

Todo homem tem que ter uma grande mulher ao seu lado.

E eu tenho você, Vivi.

Obrigado por existir em minha vida.

– Dica da Noite:

Viva:

– #tbt 2: Sorria com Pureza.

Há algum tempo…

Como não ser e nem estar feliz?

Ao rever esse sorriso escancarado da minha Estelinha quando bebê, e a vendo hoje, não mudou nada!

Ou seja: a felicidade e a inocência continuam em alta por aqui. Ufa, ainda bem!

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#AMOR

– Temos o Direito, a Necessidade e a Obrigação de… Viver!

Desafiar-se ou não?

Viver ou agonizar?

Escrevi esse texto faz aproximadamente há 2 anos. Fala sobre a necessidade de buscar maior qualidade de vida. Reinventar-se!

Compartilho, pois ainda considero atualíssimo:

BUSCANDO A MELHOR VERSÃO DE MIM MESMO!

Já se deparou quando “você não é você próprio”? Ou quando o seu habitual deixa se ser o normal e passa a ser exceção?

Sim, eu me vi assim por diversas vezes nos últimos tempos. De risonho a cabisbaixo facilmente, de alegre a deprimido. Da euforia à depressão!

Bipolaridade?

Pode até ser. Mas não era. Ou melhor: não é.

É cansaço, impaciência, desconhecimento de si próprio. Não que precise de autoconhecimento, mas é que algumas virtudes deixaram se sucumbir não por defeitos, mas por fases que não se tornaram passageiras mas duradoras. E eu não sabia que eventos assim eram possíveis.

É preciso colocar as coisas nos eixos. Nestes casos, o tratamento precisa ser radical: TOMAR DECISÕES!

Claro que toda mudança deve ser um processo contínuo. Às vezes, de difícil aceitação. De dor. De angústia. De resistência. Mas…

Vejo amigos meus, jovens, enfartarem – e assusto com isso! Recentemente um conhecido que ganhou bastante dinheiro e que agora iria gozar a vida, se foi sem nada ter feito a não ser trabalhar. Outros foram surpreendidos por doenças. E “como faz” nesses casos?

Não faz, ué.

Para que serve a vida, senão para… VIVER?

Adoro trabalhar. Durmo muito pouco por falta de tempo e sempre foi assim. Desde os 7 anos eu trabalho. Aos 40, quase nunca soube o que é curtir finais de semana livres. Sou um viciado em serviço?

Workaholic é algo aceitável; escravo do trabalho, não. Refém, preso, sem saída, sem eira nem beira, trancafiado em problemas.

Adoro ser desafiado por boas causas. Mas eu estou sabendo identificar o que é boa ou má causa?

Desafios são, redundantemente falando, desafiadores. Mas podem ser jornadas prazerosas ou não. Viver com o trabalho na cabeça não faz bem. Atrofia a alegria!

À beira da loucura, quase insano, comecei a me questionar. E o papo “de Rafael para Rafael” tem sido sério. Seríssimo.

Estou vivendo a vida mesmo?

Tudo vale a pena?

Por quê reluto em continuar algumas coisas? Insistência burra? Teimosia?

Os dias voam, a vida é curta, então… Pra quê?

Por um prato de comida?

Por medo de ousar profissionalmente?

Por não crer que é chegada a hora de mudar de patamar? Comodismo de um status quo?

Para o leitor eventual desse blog, pode parecer um pouco confuso. Para meus amigos íntimos e familiares, tudo está cristalino.

Ter esperança em mudar me permite enfim sonhar. E acredite, percebi que há muito tempo eu não sonhava – ou seja, não fazia planos nem tinha propostas de crescimento para o futuro. Estagnado como estou (mas não acomodado), me prendo às preocupações mundanas.

É chegada a hora de melhorar a qualidade de vida. De responsavelmente alterar o dia-a-dia, de fazer coisas que eu gosto, que me dão prazer e explorar/ extrapolar minhas vocações. Preciso curtir mais minha família, rir com as pessoas que eu amo, festejar e comemorar sempre que desejar. Pela 3a vez, tentar terminar um doutorado! De me atualizar ainda mais, de fazer outros cursos. De me declarar frequentemente para minha esposa, de ficar brincando à toa com a filhota, de me ver coçando o saco sem neuras. E, claro, de desencanar de compromissos que me impedem de ser feliz, os quais me agarram e ousam não me soltarem.

Escrevi esse texto à luz do Espírito Santo. Saiu de “cabo a rabo” num momento empolgado e de iluminação, digitando sem parar com ideias concatenadas de maneira surpreendentemente espontânea.

Não há de ser verdade?

Depende da de quem crê, do desejo de quem quer e da coragem de quem tem medo.

Dias melhores hão de vir. Voltei a sonhar. E buscarei ser “eu de verdade”, desejando manifestar interna e externamente a melhor versão de mim mesmo.

Não sei se conseguirei, mas tentarei. Já estou tentando, em meio a dificuldades e dores.

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– Dica da Noite:

Viva a vida:

– 10 sinais de que está tudo bem!

Gostei deste resumo sobre “sinais” que a vida nos dá para que agradeçamos o cotidiano.

Se preferir, entenda o contrário: sinais que nós damos e não percebamos!

Reflita algumas verdades:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Equilíbrio Emocional: em busca de boas condições de vida!

Sempre ouvi que pessoas viciadas em drogas devem evitar um tripé constituído de: Situações, Lugares e Pessoas, a fim de evitar recaídas do consumo, quando em tratamento.

Na busca da boa qualidade de vida, devemos pensar da mesma forma: evitar pessoas desagradáveis ou que lhe tragam assuntos indesejáveis; lugares que tragam tristes recordações ou incômodos; situações que tragam constrangimento ou desejo de fazer algo que não queira.

A vida é assim. A busca do equilíbrio emocional talvez seja um dos grandes desafios dos tempos modernos.

Desenvolva o seu equilíbrio emocional na vida pessoal e no trabalho

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dica da Noite 1:

Recomece sempre:

– Qual é o seu grande medo?

Você tem um grande temor na vida?

Os brasileiros, segundo o Datafolha, temem (na ordem que segue) depender fisicamente de alguém, perder a saúde mental ou precisar de dinheiro, respectivamente.

E o medo de morrer?

Veja só onde ele está,

Extraído de: http://www.osul.com.br/maioria-dos-brasileiros-nao-teme-morte-ou-velhice-mas-tem-pavor-de-se-tornar-dependente-de-alguem-revela-pesquisa-do-datafolha/

A MAIORIA DOS BRASILEIROS NÃO TEME A MORTE OU A VELHICE, MAS TEM PAVOR DE SE TORNAR DEPENDENTE DE ALGUÉM, REVELA PESQUISA DO DATAFOLHA

A maioria dos brasileiros não teme a morte ou a velhice, mas tem pavor de se tornar dependente fisicamente, mentalmente ou financeiramente, aponta pesquisa do instituto Datafolha.

Entre os entrevistados, 84% têm medo de depender fisicamente de alguém, 83% temem a dependência mental e 78% a financeira. As mulheres são mais medrosas do que os homens: 87% a 81%, 86% a 79% e 81% a 75%, respectivamente.

No total, 71% dos brasileiros não temem a velhice e 74% não têm medo da morte. Os homens são os mais destemidos em ambos os temas: 76% contra 67% das mulheres e 79% contra 69%, respectivamente. Na média, os brasileiros querem viver até os 89 anos de idade, resposta que se mantém constante em todas as faixas etárias.

A faixa dos que têm mais de 60 anos é a que menos tem medo da velhice e da morte (80% nos dois casos). E aqui de novo os homens são mais destemidos: 83% contra 78% para velhice, 84% contra 74% para a morte. O ápice dos que têm muito medo da velhice acontece dos 35 aos 44 anos: 11% deles dão essa resposta. Já em relação ao medo de morrer, ele decresce com a idade, de 67% de destemidos entre os mais novos até 80% entre os mais idosos.

“É natural que as pessoas tenham medo menor de algo que elas já têm certeza [a morte] e temam mais aquilo que está incerto. Sei que vou morrer, mas não sei se ficarei inválido, pobre, dependendo de outras pessoas”, disse o geriatra Douglas Crispim, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Os brasileiros com curso superior são os mais apavorados: 13% dizem ter muito medo da velhice. Os mais ricos são ainda mais medrosos: 19% dos que ganham acima de dez salários mínimos (no total da população) têm muito medo de envelhecer, contra 9% entre os que ganham menos de cinco salários mínimos. Os brasileiros mais ricos têm também menos medo de morrer: 17%, contra 26% dos mais pobres.

Dependência financeira

Das três dependências, a financeira é a que apresenta maior queda quando se olham os mais velhos: 69% dos idosos temem depender de alguém financeiramente, contra 78% dos mais jovens. O pico é na faixa dos 35 aos 44 anos, na qual 82% assumem o temor. O medo, entre os idosos, de ficar dependente física ou mentalmente chega a 83% entre mulheres, aponta a pesquisa.

“O sistema público de saúde caótico e os planos cada vez mais caros fazem com que muita gente que vive do seu trabalho corra o risco de ficar sem um meio de sobrevivência se perder o emprego ou se tornar inválido”, diz Crispim.

Na pesquisa do Datafolha, foram ouvidos 2.732 brasileiros com 16 anos ou mais sobre assuntos como saúde, sociedade, família e finanças. O levantamento, realizado em todas as regiões do País, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Medo - InfoEscola

Imagem extraída de: https://www.infoescola.com/comportamento/medo/

– Suar é buscar qualidade de vida.

A experiência de suar!

Em: https://youtu.be/HxXnudpIQwA?si=cYufuYpZQbWIswam

– Dica da Noite:

Ânimo!

– Turno 1 de 2: Projeto de Vida.

Primeiro turno de 2: Estive nessa tarde ministrando a aula “Projeto de Vida, Reflexões e Práticas”, pelo Sebrae, falando sobre a ressignificação de propósito aos Reeducandos do CDP de Hortolândia-SP.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Turno 1 de 3: Projeto de Vida.

Primeiro turno de 3: Estive nessa manhã ministrando a aula “Projeto de Vida, Reflexões e Práticas”, pelo Sebrae, falando sobre a ressignificação de propósito aos Reeducandos do Centro de Ressocialização de Sumaré.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Admissão de Libelo.

Louvado seja Deus!

Pela Misericórdia Divina, meu processo de Nulidade Matrimonial foi aceito pela Santa Igreja através da Admissão de Libelo.

Ele vai caminhando para que, em breve, eu seja declarado Solteiro para Cristo e possa casar (se assim desejar) na Igreja sem problemas.

– Valores entre amigos:

Amor, amizade, fé…

Tudo isso não tem preço!

– Dica da Noite 1:

Equilibre-se:

– Não se anule.

Muitas vezes, nos auto-depreciamos. Às vezes, motivados por culpa dos outros.

Não pensemos assim. Sejamos mais animados e confiemos em nosso talento.

Fica a dica, abaixo:

Screenshot

– Vida plena na melhor versão:

O melhor jeito de viver a vida é encarando-a com a sua melhor versão!

Dica para esse sábado, em: https://youtu.be/K7T2lL9cIs0?si=QEtxxTbMM1mnsRYJ

– Você aceita os ciclos da sua vida?

Aceitar os ciclos da vida é algo importante. Siga a dica de imagem, abaixo:

– Você aplica a Regra 34 em sua vida? Paremos de reclamar!

São Bento de Núrsia, abade de admirável vida monástica, inspirou várias regras dentro dos mosteiros. E uma delas é genial, que parece ter sido elaborada para nossos dias: a de se evitar reclamações!

A Regra 34 diz, na “essência de seu texto”:

Antes de tudo, que não surja o mal da murmuração em qualquer palavra ou atitude, seja qual for a causa”.

Quantas vezes reclamamos da vida, com ou sem razão?

Nossos lamentos são, muitas vezes, vícios de conduta?

Por quê reclamamos?

Evitamos ficar nas reclamações?

Veja que texto interessante, abaixo, extraído de : http://www.cliquef5.com.br/conteudo.php?cid=18101

APLIQUE AGORA A REGRA 34

Resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando.

Por Janine de Oliveira

Nada mais desagradável que uma pessoa que vive reclamando da vida. Reclamando de tudo. Mas como é bom poder encontrar pessoas que te dão uma lição de vida contando sobre como é a sua vida. Sobre o que acredita. Sabemos que vivemos em um mundo onde o passo do relógio é quem dita nosso cotidiano. Temos menos tempo, e cada dia mais coisas para fazer. A verdade é que o tempo é o mesmo de décadas atrás, mas nós é que acumulamos funções, e reclamar talvez tenha sido uma dessas heranças modernas que acabamos adquirindo. O que seria de nós se não tivéssemos as regras para regulamentar a modernidade. É comum o regramento nas associações, clubes, organizações. Não há agrupamento humano que não elenque prescrições que devem ser seguidas por todos os seus membros. O movimento monástico e outros do mesmo segmento sempre tiveram apontamentos bem claros. Para abraçar este estilo de vida era necessário, antes de tudo, ter conhecimento e boa iniciação na observância da regra. São Bento, por exemplo, no número 34 da regra, institui uma atitude bem pertinente para os nossos tempos: Não resmungar.
Ao propor que os seguidores não resmungassem, o idealizador tinha amplo conhecimento das posturas humanas, bem como suas consequências. A preservação do ambiente fraterno era muito significativa. Não convinham murmúrios e objeções negativas. Em nada ajudaria para a realização pessoal e comunitária. Além disso, abria espaço para lamentações e, quem sabe, até dissabores verbais.
A referida regra 34 poderia estar estampada em muitos espaços coletivos. Faria um bem enorme. Para algumas pessoas insatisfeitas, a inscrição beneditina poderia ficar ao alcance dos olhos. Toda vez que sentisse desejo de emocionalizar algum fato ou postura poderia se dar conta de que o ato de resmungar nada acrescenta. Pelo contrário, cria distância, torna o clima pesado e atrapalha os objetivos a serem alcançados.
Não é proibido discordar, debater, contrapor. Agora, resmungar está mais para quem deseja aumentar do que solucionar problemas. Somente quem não está disposto a encontrar saídas fica resmungando. Ninguém consegue ficar por perto daquelas pessoas que se acostumaram a reclamar de tudo e de todos. Míopes para as coisas positivas, descrentes diante do amanhã. Quando conseguem sonhar, tudo se resume em pesadelos.
Talvez, de imediato, veio à mente a imagem de alguém que se aperfeiçoou na arte de resmungar. Descarte essa lembrança. Uma releitura minuciosa das suas atitudes poderá detectar que, em alguns momentos, deslizamos para o campo da insatisfação e gastamos minutos preciosos resmungando. Se isso for frequente, escreva a regra 34 em algum espaço bem visível. Poderá inspirar.
No entanto, há pessoas que são grandes lições de como aplicar a regra 34. Basta olharmos a nossa volta, aquelas que ao conhecer um pouco percebemos que mesmo com problemas grandes estampam um sorriso e não pronunciam uma só frase de lamúrias.
Aplique a regra 34.

CONSTRUINDO HISTÓRIA HOJE: São Bento de Nursia. “Ora et Labora”.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Dica da Noite 2:

Tente outra vez:

– Desabrochar para a Vida, como uma Flor!

Caprichei no clique desse botão de girassol. Amo fotografia, e quando fui clicar, me veio à mente: essa jovem flor se desabrochando lembra nossas crianças. Vão se abrindo, descobrindo um mundo novo à medida que crescem, mostrando sua formosura e seu charme.

Como uma flor, precisamos cuidar dos nossos rebentos como um jardim que merece de atenção contra as pragas da vida (que são muitas). Cuidemos!

💭📸🌻 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#reflexão #vida #inspiração #flores #sunflowers

– O Difícil ou o Fácil: o que dá mais prazer?

O que dá mais “gostinho” na conquista: o fácil ou o difícil?

Essa frase de efeito (abaixo) é interessante. Mas penso: certas coisas poderiam “não ser tão difíceis…”.

– Agradeça!

Simplesmente… agradeça!

Reflita:

– Saiba escolher:

Extraído do Threads do Padre Paulo Ricardo:

– Nunca é tarde pra começar!

Não sei se “sempre há oportunidades”, como disse um dia o grande Roberto Bolaños. Isso é muito relativo e tendo a questionar.

Porém, é inegável: nunca é tarde para tentar algo novo!

Leia essa mensagem abaixo:

– Ser adolescente até os 24 anos?

Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.

Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?

Sobre isso,

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/

ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES

Por Daniele Silva

Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.

Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.

Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

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Imagem de MIchael Kevin Daly, extraída de: https://br.pinterest.com/DalyView/ella-dynae-designs/

– Respire fundo na hora do aperto…

Todos nós temos dias bons e dias ruins. Dias de sol e dias de tempestade.

Quando somos nós os afetados, tentamos contornar. Quando são pessoas que amamos, sofremos mais e demais.

Sempre gosto de pensar: tudo é cíclico, tudo passa… mas manter a calma e ter paciência, cá entre nós, é complicado.

Um dia por vez, vencendo as dores, respirando fundo e buscando superar. Mas atenção: tendo muiiiiita resiliência.

E deixe a vida seguir. Não é fácil, mas Deus ajudará.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Flores para embelezar nosso dia!

Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nosso dia

Jardinagem é nosso hobby, não custa nada e tira o stress.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#roseira #mobgrafia #flor #flower #rosa #natureza 

– Coincidências, Providências, Acasos ou Condicionamentos?

A vida é cheia de coincidências corriqueiras ou providências divinas?

As oportunidades são casuais, são ofertadas por merecimento ou, ainda, são por generosidade, onde somos agraciados?

Um texto sensacional, abaixo, extraído de: https://is.gd/create.php

COINCIDÊNCIAS NÃO EXISTEM, SÃO TRUQUES QUE DEUS FAZ PARA NÃO TER QUE EXPLICAR MUITO

por José Renato Sátiro Santiago

Quantas vezes uma série de fatos ou situações acontecem em uma surpreendente sequência ou, até mesmo, simultaneamente, de forma a contribuir com que algo se concretize?

Por outro lado, quantas vezes outras tantas situações tendem a surgir em nossas vidas para fazer exatamente o oposto, dificultar que algo seja realizado?
Quer seja para o bem ou mal, não é raro que em certos momentos passe pelas nossas cabeças, que algumas vezes, o “universo” conspira para que isso ou aquilo ocorra.

Há uma palavra que pode sintetizar tudo isso, segundo a maioria de nossos dicionários, coincidência.

Se pensarmos com um pouco mais de atenção, não será difícil chegarmos à conclusão que não existe muito cabimento em se atribuir a ela, a coincidência, a responsabilidade por estes fatos ou situações.

Seja de qual natureza for, a verdade é que sempre há uma explicação para tudo que acontece em nossas vidas, quer seja individualmente, em nossos meios pessoais ou profissionais, ou junto aos grupos dos quais fazemos parte.

O fato de “nada acontecer por acaso” é muito mais que uma simples frase com viés conformista, e sim, às vezes, uma dura realidade com a qual temos que viver, por mais que, até mesmo, não consigamos entender os motivos que as proporcionaram.

Acreditar em coincidências, no entanto, é algo sobre o qual todos temos direito. Mesmo porque também é verdade que existem pessoas que creem em coisas tão mais inacreditáveis, que apenas a fé, algo muito pessoal, pode explicar. E quando a fé entra em campo, melhor não duvidar de nada, não é mesmo?

Por outro lado, o fato de acreditar ou não em certas coisas, costuma não ter grande relevância, tão pouco poder de mudar a veracidade dos fatos, e sequer servem de embasamento muitas questões que nos cercam.

Algumas décadas atrás, o imortal Albert Einstein chegou a desenvolver estudos que permitissem identificar evidências objetivas que explicassem cientificamente a coincidência.

Para tal, adotou como premissa básica a existência de pontos e/ou questões comum a cerca de um grupo de atividades que fazia parte do seu dia a dia. A partir daí passou a desdobrar cada uma delas, em subgrupos menores formados por elementos que, eventualmente, pudessem ter outros temas em comum entre eles, algumas vezes de forma unilateral.

A intenção inicial de definir os limites do estudo acabou não se tornando possível principalmente por conta do alto nível de complexidade em se estabelecer, minimamente, uma regra que subsidiasse sua existência, que permitisse a estruturação de um algoritmo.

Ainda assim Einstein não seu deu por vencido, e após anos de estudo passou a acreditar e explicitar junto aos seus, que “coincidência era a maneira que Deus tinha encontrado para permanecer no anonimato”.

Difícil acreditar que um cientista como Einstein tenha atribuído ao Divino a presença da coincidência em nossas vidas. Mas diante os resultados apresentados por suas pesquisas, o que realmente o teria levado a isso? Teria sido o caminho mais cômodo?

Cá entre nós, isto pouco importa, mesmo porque não contribui em nada para que acreditemos na existência da coincidência em nossas vidas. Ainda mais por uma questão simples de explicar: “o fato de não termos explicação sobre algo, não impede nem ajuda que este algo aconteça.”

Tudo que acontece em nossa vida, ocorre por conta de algum motivo e devido a algum esforço, ciente ou não.

Todo resultado obtido se origina de uma intenção, explicita ou não, de alcança-lo.

Nem sempre os resultados obtidos possuem uma estreita relação com os objetivos esperados em uma atividade, processo ou projeto do qual fazemos parte. Diante disso, sem querer desmentir Einstein, atribuir a Deus, algo que seja factível de acontecer, talvez não tivesse sido necessário. Tão pouco o universo tem tempo para conspirar ou não algo a nosso favor ou contra.

As coisas, todas elas, acontecem como resultado de esforços em prol delas, assim como o contrário também é fato. E sempre há um aprendizado embutido neste pacote.

Assim como é verdade que sempre temos ciência sobre porque cada coisa acontece, por mais que preferimos manter este entendimento, na maioria das vezes, restrito a nossa mente. Talvez mero mecanismo de autodefesa.

Sendo assim, que deixemos as coincidências para outro mundo, o das fábulas poderia ser um bom destino.

Resultado de imagem para coincidência

Imagem extraída de: https://jrmcoaching.com.br/blog/coincidencia-nao-existe/

– Por uma vida mais leve.

Busque uma vida mais leve, com a sensação de pertencimento e de paz.

Um minuto de reflexão, em: https://youtu.be/cB3_2-Uii4Q?si=IUneDaZODyXnytNC

– Aprendizados para a vida.

Uma breve lição de aprendizados da vida!

Três itens:

Imagem extraída de: https://br.linkedin.com/in/veronica-pinheiro-a35b3b95