Ufa! Na compriiiiida segunda-feira (hoje labutei bastante – e rodei mais ainda), terminamos a turno de trabalho com nossos alunos de Processos Gerenciais e RH na Faditu.
É muito bom ver o quanto são dedicados. E isso vale a pena!

Ufa! Na compriiiiida segunda-feira (hoje labutei bastante – e rodei mais ainda), terminamos a turno de trabalho com nossos alunos de Processos Gerenciais e RH na Faditu.
É muito bom ver o quanto são dedicados. E isso vale a pena!

Na minha “pasta rosa”, as provas que hoje preparei aos meus alunos.
Sem pegadinha, sem questões cabulosas, apenas com conteúdo necessário para que se formem bons profissionais.

Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Terminamos mais uma jornada acadêmica. Tivemos boas aulas de “Responsabilidade Empresarial” na FADITU, onde pudemos falar boas coisas aos nosso alunos.
É com a Educação que faremos um país melhor.

Um suporte de papel higiênico (aquele rolinho que você coloca dentro do rolo de papel) é algo barato, não?
Através da luta contra assaltos a “rolinhos de papel higiênico”, uma diretora de faculdade da Bahia mostrou como é importante o respeito ao espaço público e como a luta contra a bandidagem começa pelas pequenas coisas.
Este texto é do Prof Dr Paulo Costa Lima, da UFBA, e o original pode ser acessado CLICANDO AQUI.
FACULDADE ELIMINOU ROUBOS REPONDO OBJETO FURTADO 241 VEZES
Ela decidiu peitar a bandidagem…
Minha amiga era vice-diretora da faculdade de arquitetura e o pessoal da limpeza vivia atazanando seu gabinete… Todo dia sumiam aqueles rolinhos, como é o nome daquilo..?
Aquele negócio redondinho que antigamente era de madeira e tinha uma mola por dentro, hoje é de plástico…
Entra nos dois furos da parede e segura o rolo de papel higiênico.
Ela chegava todo dia e era o mesmo caso. Roubaram os rolinhos. Não tem onde botar o papel. Os banheiros sujos. Os rolos de papel no chão, ou pior, desenrolados na cesta de lixo. Privada entupida… Pode um negócio desses?
Pensou, pensou, e acabou achando uma solução completamente original. Mandou comprar 480 rolinhos e decidiu entrar na briga. Roubavam um rolinho, ela repunha imediatamente. Roubavam 2, 3, 20 rolinhos e lá estava o substituto, novinho em folha, na cara (e nos fundilhos) dos contraventores.
Ficou com uma sensação muito boa de que com ela ninguém podia. Nem a bandidagem. Onde já se viu? Roubar os rolinhos do suporte, na intimidade do alívio de cada dia…
Não podia botar câmeras. Isso foi no início dos 90. E mesmo não ia dar certo. A universidade pública. Iam pensar que a diretoria estava filmando as pessoas nuas sabe-se lá pra quê…
Preocupava-se com o aspecto de contravenção do seu próprio ato administrativo. O que diria ao Reitor sobre esse gasto excessivo com rolinhos de suporte para papel higiênico?
Não sabia onde a coisa iria parar. Até quando iria ter que comprar pacotes de 480 acessórios? O que diria a Divisão de Material?
Mas o espírito da luta, e a nobreza da causa acabaram falando mais alto. E também pensava na economia com o gasto de papel. Afinal, teria alguns argumentos. Continuou repondo e repondo…
Quando chegou em 241 os roubos pararam. Educação completa. Ela havia vencido a guerra e não apenas uma batalha. O ladrão deve der ficado absolutamente decepcionado. Imagine que a casa dele já não devia ter lugar onde botar essas tralhas desses rolinhos…
Acho que a minha amiga realizou um experimento inusitado de enfrentamento da contravenção.
Flexionando o espaço-tempo da propriedade gerou uma abundância artificial que eliminou o sentido do roubo.
Já pensou se esse pequeno modelo se espalha? Teria que dar dinheiro para todos os ladrões e todos os corruptos até que eles não quisessem mais… seria o fim da bandidagem e do capitalismo… (rsrsrs)… o fim da pena de morte por corrupção na China?
E tem mais. Ela demonstrou até onde deve ir essa história de tolerância zero. A violência começa nos banheiros, no desrespeito ao outro…
Leituras e associações:
1. a noção (ou falta de noção) do espaço público entre nós;
2. falha estrutural do contrato social: levar vantagem;
3. também acontece com livros nas bibliotecas públicas, muitas vezes levados por gente tida como acima de qualquer suspeita;
4. não é um problema dos pobres, que muitas vezes são bem mais decentes que médios e ricos;
5. o banheiro público aciona espaços discursivos aparentemente caóticos, típicos dessa situação – o palavrão, a obscenidade, a infâmia, o humor rasgado -, marcas culturais dos “sem contrato”;
6. os comentários da internet (inclusive no Terra) retomam muitas vezes esse ambiente, que alia franqueza bruta e falta de limite quase perversa com relação ao ‘outro’; existe o outro?
7. violência e pertencimento (ou falta de pertencimento) se interpenetram o tempo todo;
8. esse é um grande tema para a campanha presidencial.
9. na contramão de tudo isso: um projeto maravilhoso de caixas de livros nos pontos de ônibus; o sujeito leva o que quiser pra casa (depois traz de volta, lido); está acontecendo na cidade de Vitória da Conquista, interior da Bahia.
Imagem extraída da Web.
A resposta a esse questionamento pode estar nesse ótimo arquivo de Arnaldo Niskier, membro da Academia Brasileira de Letras.
Compartilho abaixo, extraído da Folha de São Paulo, 19/09/2016, pg A3.
O BOM PROFESSOR
Pesquisas recentes demonstram que a habilidade de ensinar não é inata. Assim como treinadores ajudam atletas a melhorar em suas modalidades, professores também podem ter suas vocações aprimoradas.
Sabe-se que o segredo para notas excelentes e estudantes bem-sucedidos não são os colégios elegantes, turmas pequenas ou equipamentos mirabolantes. São os professores. É a principal conclusão da reportagem publicada na revista “The Economist”, de 11 de junho de 2016.
No mundo todo, poucos professores são suficientemente bem preparados. Em países pobres, muitos recebem pouco treinamento. Em países ricos, o problema é mais sutil. Os professores se qualificam, seguindo um curso longo que, normalmente, envolve discussões rasas sobre diversas teorias.
Alguns desses cursos, inclusive mestrados em educação, não têm nenhum efeito sobre quão bem os alunos dos seus graduados acabam sendo ensinados. As escolas negligenciam os seus alunos mais importantes: os próprios professores.
É preciso aprender como transmitir conhecimento e preparar jovens mentes para recebê-lo. Bons professores definem objetivos claros, aplicam padrões altos de comportamento e administram o tempo em sala de aula com sabedoria.
Usam técnicas comprovadas de ensino para garantir que todas as cabeças estejam funcionando todo o tempo -como, por exemplo, fazer perguntas na sala de aula, escolhendo o aluno que irá responder, em vez de perguntar e esperar uma resposta, o que sempre leva a ter os mesmos alunos ansiosos levantando as mãos.
A aplicação dessas técnicas é mais fácil em teoria do que na prática. Com o ensino, o caminho para a maestria não é uma teoria confusa, mas sim uma intensa prática orientada, baseada no conhecimento do assunto e métodos pedagógicos.
Os estagiários deveriam ficar mais tempo em sala de aula. Os países onde os alunos têm o melhor desempenho fazem professores inexperientes passar por um aprendizado exigente.
Na América, as escolas com alto desempenho ensinam os estagiários em sala. Acertar nos incentivos também ajuda. Em Xangai, os professores ensinam somente de 10 a 12 horas por semana, menos que metade da média americana de 27 horas.
Estudos recentes da Universidade Harvard destacam o poder do bom ensino. Mas uma pergunta persegue os criadores de políticas: “Bons professores nascem bons ou se tornam bons?”. Preconceitos na cultura popular sugerem a última opção. Professores ruins são vistos como pessoas preguiçosas que odeiam crianças.
Edna Krabappel, de desenho “Os Simpsons”, trata as aulas como obstáculos para chegar aos intervalos. Enquanto isso, professores bons e inspiradores são vistos como pessoas dotadas de dons sobrenaturais.
Em 2011, um levantamento sobre atitudes em relação à educação verificou que essas visões indicam a crença das pessoas: 70% dos americanos acreditavam que a habilidade de ensinar resultava mais de talento inato que de treinamento.
As instituições que preparam professores precisam ser mais rigorosas. Mudanças nos sistemas escolares são irrelevantes se não mudarem como e o que as crianças aprendem. Para isso, importa o que os professores fazem e acham. A resposta, afinal, está na sala de aula.

Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Terminamos mais uma jornada acadêmica. Tivemos boas aulas de “Plano de Negócios” na FADITU, onde pudemos falar boas coisas aos nosso alunos.
É com a Educação que faremos um país melhor.

E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Jogos de Empresas, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.
É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.
Fim de expediente!
Foram 4 aulas de TGA aqui na Faculdade de Direito de Itu (Faditu), a alunos do Curso de Administração. E valeu a pena!
É muito bom ajudar na Educação da nossa sociedade…

✏️ #Ensino
Chega por hoje! Hora de descansar.
Tivemos ótimas aulas na disciplina de Responsabilidade Empresarial aqui na FADITU.
Amo o que faço, e ver os alunos aprendendo, é bom demais.

Terminamos mais uma jornada. E no turno da noite, tivemos ótimas aulas!
Dá gosto fazer o que se gosta! Hoje, na Faditu, trabalhamos com Jogos de Empresas.

✏️ #ensino
Quem disse que não podemos adaptar o Entretenimento para ajudar na Educação?
Nossos alunos do Curso de Administração de Empresas da FADITU tiveram a oportunidade de assistir um episódio do Programa “Pesadelo na Cozinha” – Episódio Burguer One, a fim de falarmos sobre as funções do administrador (planejar, organizar, dirigir e controlar), na disciplina TGA.
A cada ação calamitosa dos gestores da hamburgueria, paralisávamos o vídeo e debatíamos sobre as citadas funções. De fato, uma atividade muito proveitosa que tivemos.
Nas nossas atividades na Faditu hoje, trabalhamos vários assuntos importantes com nossos alunos.
Como é bom lecionar para quem quer aprender!
Viva a Educação.

Hoje é dia de volta às aulas!
Meus envelopes com as diversas disciplinas já estão prontos (e bem organizados).
Preparar carinhosamente nosso conteúdo aos alunos é importantíssimo!
E hoje foi dia de Prova aqui na FADITU!
Sempre torço para que meus alunos tenham boas notas. Aguardo ótimos resultados.

🖊️ #Educação
Estivemos hoje aplicando provas para os nossos alunos de Administração de Empresas da Faditu!
Eu torço pelos meus alunos. Espero que tenhamos excelentes notas.

🖊️ #Educação
Ufa! Acabou o expediente.
Tivemos ótimas aulas aqui na Faditu. Mesmo no final do semestre, os alunos não faltam e esperam que o professor “entregue” boas aulas. E para eles, fazemos isso!
Trabalhe no que gosta. Faz bem!

Boa notícia!
Inscrições abertas para Professores Universitários Substitutos ao IFSP!
Para quem tem interesse, o link está em: https://lnkd.in/d9szW_8F

E terminamos o expediente aqui na FADITU, bem feliz pelas aulas às duas turmas da noite.
Ajudar os nossos alunos na busca do conhecimento, sempre é muito bom!

🖊️ #EDUCAÇÃO
Fim de expediente. Ufa!
Hoje eu cansei, mas terminei a jornada de trabalho com nossos excelentes alunos da Faditu.
Ensinar vale a pena. A gente aprende bastante.

📝 #Educação
E nessa noite estivemos na FADITU, falando aos nossos alunos sobre Gestão da Inovação, possibilitando grande conhecimento à carreira estudantil e profissional deles.
É somente com a Educação que faremos uma sociedade melhor.

🖊️ #Educação.
Por mais experiente que um professor possa ser, preparar bem sua aula é fundamental (dosar horários, rever conteúdo, bolar exercícios, etc).
Exerça o ofício de mestre com carinho! Os alunos certamente serão beneficiados.
Segundo turno de 2: Nessa noite, estive na Faditu lecionando a duas turmas de disciplinas diferentes. Mas a alegria de ver a sede de conhecimento delas, é a mesma.
Estava com saudade dos meus alunos. Revê-los, e mesmo com limitações, voltar a lecionar, é muito bom!

📝 #Educação
Como eu gosto de preparar aulas para os meus alunos da Faculdade!
Dá trabalho, não pode existir erro, mas é apaixonante a profissão de professor. E ver o brilho nos olhos dos discentes, não tem preço.
As da próxima semana estão quase prontas!
Gostei demais desse texto sobre como as Instituições de Ensino Superior tentam brigar no mercado pelos alunos. Como é e como deveria ser?
Abaixo, extraído do LinkedIn em: https://www.linkedin.com/posts/jean-cavaleiro-33049922_cad%C3%AA-a-estrat%C3%A9gia-do-oceano-azul-nas-universidades-activity-7322667185242324993-aMdi?
CADÊ A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NAS UNIVERSIDADES?
Por Jean Cavaleiro.
O conhecimento desenvolvido em sala de aula não coaduna com a estratégia traçada pelas universidades como negócio. A estratégia do Oceano Azul, que propõe competir onde ninguém mais está competindo, criando novos espaços de mercado, simplesmente não é aplicada pelas Instituições de Ensino Superior (IES). Muito pelo contrário: o que se vê é uma cópia cega das piores práticas.
Uma reduz a carga horária de 4 para 3 horas por dia? As outras copiam.
Uma cria o cargo de “professor assistente”, mesmo sendo mestre ou doutor, para reduzir salários? Todas copiam.
Uma estrutura 50 cursos diferentes usando matrizes genéricas e iguais, para economizar? As demais seguem o mesmo caminho.
Pouquíssimas IES — três ou quatro em São Paulo — ainda tentam competir por diferenciação verdadeira. As demais disputam apenas por preço. E produto barato é produto descartável: o aluno se matricula hoje e cancela amanhã.
Sem criar novos espaços de mercado, sem inovar, sem ousar, as universidades estão apenas se canibalizando, afundando ainda mais no Oceano Vermelho da concorrência predatória.
A Falência Moral dos Congressos e Seminários de Educação.
Além disso, os congressos e seminários de educação viraram clubes fechados de autoelogio, onde ninguém tem coragem de tocar nas feridas.
Um aplaude o outro, todos repetem as mesmas soluções falidas e ninguém questiona a decadência do sistema educacional privado.
É como olhar para alguém atolado na merda até a boca e o cara comemorar porque conseguiu chegar até o pescoço.
Uma falsa sensação de vitória no meio da derrocada.
Executivos da educação hoje não olham para a educação, olham para os acionistas. Lutam para garantir seus cargos, seus bônus, seus contratos futuros — não para garantir o futuro dos estudantes ou da sociedade.
E quem ousa fazer uma crítica honesta é rapidamente isolado. Criticar significa perder oportunidades de trabalho, palestras, consultorias ou promoções.
Por isso, reina o silêncio e a mediocridade.
O Resultado
O mercado educacional privado, que deveria ser campo de inovação e transformação, afunda em sua própria incapacidade de se reinventar.
Sem Oceano Azul. Sem coragem. Sem visão de longo prazo.
Em vez de criar diferenciação, qualidade real e experiências únicas para o aluno, as universidades seguem entupindo o mercado com diplomas baratos, estudantes insatisfeitos e marcas cada vez mais irrelevantes.
A médio e longo prazo, todos vão pagar o preço: as universidades, os alunos e a sociedade como um todo.
Aliás, já estão pagando. As IES reduzindo cada vez mais os preços. Os alunos, mesmo com diploma, ganham pouco, atuam em subemprego, fora das sua área de formação.
Os executivos da educação, pela baixa capacidade de entender o aluno diz, ah mas estão ganhando 30% acima da média nacional.
Mas 30% de mixaria continua sendo mixaria.
COMPETIÇÃO ESTARÁ EM FAZER TUDO DIFERENTE DO QUE ESTÃO FAZENDO.
AGREGAR VALOR – RETER – FORMAR
Terminei agora a noite a preparação de duas aulas de disciplinas diferentes para meus alunos na Faculdade. E estão caprichadas!
Ah, que saudade de estar dentro da Sala de Aula… em breve, voltaremos.
Turno 3 de 3: Estivemos nessa noite em Itu em nome da Faditu, aplicando provas aos nossos alunos universitários.
Somente com a Educação é que conseguiremos bons resultados…

Estivemos hoje em Itu, lecionando e aplicando provas na Faculdade de Direito de Itu.
Esse é o momento especial para os alunos. E que tenham ido muito bem!

🖊️ #Educação
Estive nessa noite em Itu, pela Faditu, falando de Desenvolvimento Organizacional e Linguagem para Negócios aos nossos alunos universitários.
É um prazer ajudar na Educação desses estudantes desejosos de Conhecimento!

🖊️ #ensino
Nessa noite, estivemos na Faditu, levando aos nossos alunos bastante conhecimento e troca de experiências.
Só com a Educação que conseguiremos bons resultados:

🖊️ #Cidadania
Sabe aquela aula boa, que deu gosto trabalhar?
Muito bom o conteúdo batalhado e discutido com meus alunos de RH / Processos Gerenciais da FADITU. Falamos sobre Administração Estratégica e demos muitos exemplos bacanas.
Somente com a Educação é que faremos um país melhor.

Eu amo lecionar, e quando vou preparar minhas aulas, costumo buscar o que há de melhor nos livros da minha área, somado aos meus conhecimentos práticos.
A ideia é: COMPARTILHAR CONHECIMENTO traz benefícios a todos (para quem ensina e para quem aprende).
Viva a Educação.