– A Crise de Empregos na Mídia?

Que triste e que engraçado!

Dias atrás tanto Folha de São Paulo e Estadão demitiram jornalistas para enxugar as despesas. As rádios têm promovido isso. Mas agora, até gente incontestável foi para o olho da rua.

Ao ler, pensei que era alguma notícia falsa: Mauro Betting foi demitido da Rádio Bandeirantes!

Puxa! Enquanto isso, alguns picaretas continuam no dial. Dá para entender?

Certamente, da mais humilde à mais gloriosa das emissoras, Mauro Betting teria espaço onde quisesse.

Teria! Porque hoje a tarde ele foi recontratado pela emissora, após vários protestos de ouvintes e do apresentador Neto, da Tv Bandeirantes, pedir demissão ao vivo em solidariedade a ele.

Olha a despedida dele no Twitter (que agora, fica sem efeito).

Extraído de: http://blogs.lancenet.com.br/maurobeting/2013/08/02/voltamos-depois-do-intervalo/

MAURO BETTING

“Alô, ouvintes do Brasil” – há quase 10 anos escuto José Silvério sem precisar do fone de ouvido do Douglas, do Abrãozinho, do Jair, de tantos nas cabines e estúdios da rádio Bandeirantes.

“Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo” – há 40 anos ouvi pela primeira vez Fiori Gigliotti começar os jogos que eu sonhava ver. Delirava ouvir. Imaginava sentir na emissora que passei a frequentar quando eu tinha nove anos, em 1975. Quando meu pai foi contratado pela TV Bandeirantes, saindo da Record. Corredores e estúdios da rádio onde meu pai virou comentarista econômico depois de três anos de Jovem Pan, e dois de Gazeta, em 1977.

Sou filho do rádio. Seu Joelmir e dona Lucila se conheceram na 9 de Julho, onde apresentavam “Bombons de Música para a Petizada”. Talvez o pior nome da história do rádio. Mas foi lá que nasceu o amor entre eles. Foi desse amor no dial e dialético que nasceu Gianfranco, meu irmão, meu ídolo, em 1964. Foi nesse amor no éter e eterno que nasceu Mauro, em 1966.

Eu.

Que desde o berço queria ser jornalista por esporte. Ainda mais quando meu pai entrava no estúdio do segundo andar lá pelas 18h para falar alguns minutinhos de economia depois de Fiori, Ênio Rodrigues, Mauro Pinheiro, Luís Augusto Maltoni, Roberto Silva, Paulo Edson, Alexandre Santos e outras feras falarem aos microfones da “Marcha do Esporte”. Era o que eu queria ouvir. Era onde um dia eu gostaria de falar desde aquele 1977 na Cadeia Verde e Amarela.

Em fevereiro de 1999, José Carlos Carboni me deu a chance de realizar um sonho. Ser comentarista esportivo do AM 840, FM 90,9. Mas eu tive de dizer um dos “nãos” mais difíceis e doídos em 23 anos como jornalista esportivo de rádio, TV, jornal, revista, internet, livros, filmes e videogames. Meu Luca tinha cinco meses e não podia ficar sem o pai todos os dias da semana sem folga por causa dos empregos do pai em TV, jornal e internet. Tive de dizer não. Não tinha como conciliar escala. Não tinha como largar o salário maior da televisão. Eu tive de dizer não ao veículo que me dá prazer. Jornal é prestígio. Televisão é popularidade. Rádio é prazer. Por que ele vai com a gente ao banheiro, à escola, ao ônibus, pra cama, pra cima, pra baixo.

O rádio fala. Mas também ouve.

É o melhor amigo do homem. Vai ver que por isso também morde.

Em 2002 quase vim para a rádio Bandeirantes. Era eu ou o querido Roberto Avallone. Reticências… Não fui. Exclamação!

O “não” de 1999 e o “quase” de 2002 virou “sim” em novembro de 2003. O fratello Sergio Patrick teve a ideia. O chefe Carboni reiterou o convite. O diretor Fernando Vieira de Mello assinou. Em 1o. de dezembro de 2003 eu estreei na Bandeirantes. Exatos 12 anos depois da minha estreia em rádio esportivo pela Gazeta.

A primeira transmissão na cabine do Morumbi foi São Paulo x River Plate. Quando Carboni me ligou ao final dela para dizer que eu “acabara” de ganhar o prêmio Ford-Aceesp de 2004 um ano depois. E ele acertou. Desde então, com toda a equipe mais técnica do rádio, com os narradores, comentaristas, repórteres, apresentadores e produtores que temos, só não ganhei um ano o mais cobiçado prêmio do jornalismo esportivo paulista. São oito troféus em casa. Pelo meu lar radiofônico. Desde 1984, nenhum outro comentarista de rádio ganhou tantos como aquele filho do Joelmir Beting que, a partir de 2004, pela primeira vez em 17 anos de carreira, tinha a alegria de trabalhar com o pai na mesma emissora.

A felicidade de comentar futebol enquanto narraram José Silvério, Ulisses Costa, José Maia, Dirceu Maravilha, Hugo Botelho, Odinei Edson. Enquanto comentaram Claudio Zaidan, Estevan Ciccone, Neto, Paulo Calçade, Fábio Sormani, Flávio Gomes, Fábio Seixas, Fábio Piperno, Erich Beting. Enquanto reportaram jLeandro Quesada, Alexandre Praetzel, Eduardo Affonso, Alex Muller, Frank Fortes, PH Dragani, Ariane Rocha, Kamilla Malynowski, Antonio Petrin, Carlos Lima, Dirceu Cabral. Enquanto apresentaram Sergio Patrick, Ricardo Capriotti, Milton Neves, Beto Hora, Lélio Teixeira, Zé Paulo da Glória, Marcelo Duarte, Zancopé Simões. Enquanto produziram Vinicius Mendes, Guilherme Fagundes, Kelly Ferreira, Joãozinho, Vinicius Volpi, Claudia Oliveira, Mario Mendes, Bruno Almeida. Enquanto João Bicev comandava uma seleção de muita técnica. Com Ricardo Garcia, Davi Duarte, Aílton Dias, Nelson Wolter, Zé Pereira, Fabiano Villasboas, Arthur Figueiroa.

Mais que um timaço de colegas, meus amigos. Alguns mais que amigos. Irmãos.

Campeões da Copa Nike-2004 de futebol. Com o Fred, com o Veras, com amigos que falavam e faziam futebol. Com ouvintes que eram ouvidos. Eram nossos. Não tinha como errar.

Pela rádio Bandeirantes eu deixei de fazer programa com Nasi e Ronaldo Giovanelli na Kiss FM. Pela rádio Bandeirantes eu deixei de ser o comentarista principal da Band em 2007 por priorizar a rádio.

Pela rádio Bandeirantes eu posso ter deixado outras propostas profissionais de lado. Por amor ao rádio. Por prazer de ofício de trabalhar em casa. No meu lar. Como se eu estivesse no meu quarto. Como várias transmissões fiz descalço. Derrubando café na mesa. Assustando Milton Neves no estúdio ao lado. Rindo da desgraça própria. Chorando da emoção alheia. Comentando. Reportando. Analisando. Jornalistando.

Apenas jornalistando. O que é nosso ofício. Por vezes nosso sacrifício nessa marcha sem merchan.

Falando bobagens involuntárias ou mesmo com a intenção de produzir coliformes orais nas miltonlices da madrugadas. As mauradas que não tinham hora para acabar.

Mas que desde 17h de 1o de agosto de 2013 acabaram.

A mídia está mudando. Eu estou mudo no AM 840. Perdi a voz. Mas não a fala. Quem perdeu a voz foi a rádio que cala Walker Blaz – o Sinatra da Bandeirantes. Quem perdeu a vez foi a rádio que encerra 19 anos de Adriana Cury, filha de 57 anos de Muybo no AM. No amor que os Cury como os Beting têm pela Bandeirantes. Paixão que levamos no peito um crachá que não tem RH que arranhe e que arranque.

Rádio não tem cargo hereditário. Mas alguns filhos de radialistas têm pela Bandeirantes uma herança que não tem conta que não fecha que encerre o que guardamos aqui dentro. É contar e mandar a nossa gravação para ficar no Cedom da rádio que amamos.

Era preciso cortar números. Meu nome foi cortado da rádio Bandeirantes.

Sabia que haveria um dia em que não conseguiria mais acordar nossa equipe nas madrugadas de Munique tocando a Pamonha de Piracicaba com o Patrick na Copa de 2006. Sabia que um dia não berraria Master Bernard pelas ruas de Johanesburgo numa Copa como a de 2010. Sabia que podia contar com um irmão quando a vida separou meus filhos que amo cada vez mais na mesma semana em o que o mundo do meu fratello se separou. Sabia que nós iríamos reencontrar o amor que abençoa a ele e a mim logo depois. Com a agilidade do rádio. Com a paixão do rádio.

Sei que um dia teria de desligar o microfone que tantas vezes apertei o botão errado para abrir, que tantas vezes derrubei no chão, que tantas vezes não acreditei conversar, dialogar, tabelar com Silvério, Milton, Zaidan, Patrick, Ciccone, Capriotti, Quesada, Praetzel, Alex e tantos que continuam ou não na emissora.

Sei que um dia a Bandeirantes sairia de minha vida como os últimos sons do meu pai na vida foram pela rádio quando ele tentou voltar ao ar, nos 10 dias em que retornou do hospital. Quando um fiapo de voz pela T-Line instalada pelo João Bicev não o deixou voltar ao ar antes de retornar “em definitivo” para o hospital onde saiu do ar em 29 de novembro de 2012.

Quando no começo da madrugada de quinta-feira eu estava entrevistando Rogério Ceni até meu irmão dar a a notícia esperada desde o domingo pela manhã.

Meu pai morrera.

Eu estava saindo do ar. Eu estava fora do ar. Mas alguém precisava dizer que Joelmir Beting havia morrido. Eu mesmo disse. Li o texto que havia preparado para este blog na véspera. Li no ar a morte do meu pai.

Não era para isso que havia sido contratado. Mas é para isso que se é jornalista. Como foi meu pai de 1977 a 1985 na rádio Bandeirantes. Como ele foi de 2004 até morrer em 2012.

Eu fui rádio Bandeirantes do primeiro dia de dezembro de 2003 ao primeiro dia de agosto de 2013. Vou continuar sendo sempre aquilo que não pude mais ser. Com o mesmo prazer e honra que tive agora ao me tornar o quinto trading topic do twitter no mundo por ter sido demitido.

(A todos, todas as palavras que significam obrigado. Desculpem o cabotinismo. Mas estou precisando. Oferecimento: Mauro Beting Ltda.)

Como disse o Johnny Saad no velório do meu pai: “o Alemão é insubstituível”. E meu pai é mesmo. Posso garantir.

Como posso dizer a vocês que leem este blog e não precisavam ficar até o final deste longo texto: “o Mauro Beting é substituível”.

Não foi isso que me foi dito pela minha chefia a quem só posso agradecer pelos 10 anos de rádio.

Ao contrário.

Eles deixaram tão claro a mim como reitero a eles e a todos: as portas e microfones da rádio seguem tão abertas para mim como o amor que tenho pela casa, pelo prefixo, pelas pessoas, pelos colegas, pelos amigos.

Pela minha casa. Pela Bandeirantes.

Saio da rádio. Mas ela não sai de mim.

Assim é a vida. Assim é o rádio. Assim é a crise. Assim é a mídia.

São 2h28 de uma madrugada de sexta-feira. Estou acostumado pelo rádio e pelo Milton a sair tão tarde da emissora. A sair tão tarde de estádios onde já tive de pular muro ou pedir ao vivo que reabrissem os portões para que eu pudesse sair com nosso operador. Desde 2003 sou o jornalista que mais tarde sai de uma cabine e de um estádio. Sou o cara que normalmente apaga a luz. Sou o cara que hoje estou meio que fora do ar. Só não estou em off por ter a mulher que tenho, os filhos que tenho, a mãe que tenho, irmãos, primos, tios, madrinha e a família que me conforta. Me ama. Me Silvana.

Minha ultima jornada acabou 1h15 desta mesma quinta no Pacaembu. Saí por último como sempre. Peguei um táxi como poucas vezes. Rádio do taxista ligado em Milton. Na Bandeirantes. Em mim.

Voltei pra casa nos escutando. Sem saber que não voltaria mals a estar do outro lado do microfone.

Desde esta madrugada vou poder dormir mais horas. Só não digo que vou poder dormir melhor.

Obrigado, Bandeirantes, pelo melhor ambiente em 26 anos de Jornalismo.

Obrigado, família Bandeirantes, por continuar na Band e no Bandsports.

Voltamos depois do intervalo comercial.

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– Fórmula Indy: e se fosse na Globo?

A Fórmula Indy acontecerá nesse final de semana no “Circuito de Rua do Sambódromo – Anhembi“. Iniciativa bacana, legal, a um custo de 1/10 da Fórmula 1.

O problema é: não sendo da Globo, o evento tem visibilidade muito menor. Por mais que a detentora dos direitos de transmissão, a Band, se esforce em divulgá-lo, nitidamente não é a mesma coisa.

Isso prova que a Globo é realmente forte. Aliás, algum noticiário do evento (que se chama Itaipava Indy 300 Nestlé) nas mídias dela?

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– Vida de Artista: Glamour, Rotina e Abstinência Social?

Walcyr Carrasco, escritor de novelas da Rede Globo e que está trabalhando na sucessora de “Salve Jorge”, escreveu em sua coluna na Revista Época (link abaixo) sobre como é dura a vida de artista!

Pode parecer contraditória a expressão citada, mas é, no mínimo, curiosa. Veja a rotina dele: (abaixo, extraído de http://revistaepoca.globo.com/vida/walcyr-carrasco/noticia/2013/03/vida-de-artista.html)

VIDA DE ARTISTA

Muita gente me pergunta como é a vida de um escritor. Quando conto, provoco decepção. É uma rotina chata. Só consigo escrever de noite. Isso pode parecer charmoso. Tente viver comigo! Imagine não sair, quase nunca. Não jantar fora, evitar cinema, pouco ir ao teatro, não aceitar convites para festas e reuniões de amigos. Começo a escrever no início da noite e só termino de madrugada. Os amigos, é claro, não entendem.

– Mas você só vem jantar com a gente e depois volta a escrever.
– Dá só uma passadinha na festa.
– Isso não existe.

Para começar a escrever, preciso estar tranquilo, relaxado. Se saio, minha cabeça embaralha. Perco o ímpeto. Há um charme na profissão, e a gente é convidado para tudo o que acontece, praticamente. A contrapartida é que nunca dá para aceitar! Confesso que adoro escrever. Mas também adoro comer bem, ler, assistir a filmes e falar pela internet – sem falar em outros detalhes íntimos. É preciso disciplina para abdicar de tudo isso, sentar e trabalhar das 8 da noite mais ou menos até de madrugada. Quando termino um capítulo de Amor à vida, minha próxima novela, os personagens estão vivos na minha cabeça. A história pulsa. Dedico-me então a meu único vício: fumar um charuto na varanda. É quando penso na vida e, é claro, no próximo capítulo. Deito lá pelas 5. Acordo à 1 da tarde, invariavelmente atrasado para algum compromisso. Sim, as pessoas insistem em marcar alguma coisa. É incrível como as pessoas gostam de reuniões. E de almoços. Odeio marcar almoços, porque isso diminui minhas horas de sono. Mas, quando você se torna um escritor conhecido, as pessoas querem marcar compromissos o tempo todo. Se aceitar, nem sobra tempo para escrever. É insensato, mas é desse jeito que o mundo funciona. Para fugir, uso uma técnica: se querem marcar algo em São Paulo, digo que estou no Rio de Janeiro. E vice-versa. Boa parte das vezes estou simplesmente escondido.

Faço o possível para malhar e praticar pilates. Mas a ginástica é fugir dos compromissos. É uma loucura. Há três anos estou para fazer uma consulta ao oftalmologista. Meu maior programa é ir a boas livrarias e me abastecer de novos lançamentos. A maior parte não leio, por falta de tempo, mas tenho esperança de que algum dia…

Gosto desta vida. Adoro ficar dois dias sem sair de casa. Tenho poucos e bons amigos. É o mais importante. Não conseguiria ser diretor de televisão. Eles, sim, sofrem! Como autor, posso escrever uma linha do tipo: “Então o exército cruza o riacho”. O pobre diretor tem de transformar essa simples frase num acontecimento visual. Achar o riacho. Contratar atores e figurantes para montar o exército. Figurinistas para vesti-los. Cavalos. Armas. Uma vez, armei uma greve na novela Esperança. Liguei para o diretor Luiz Fernando Carvalho e avisei.

– Tudo bem, eu seguro – ele disse.

Em uma semana, ele pôs 100 figurantes vestidos em trajes de época no ar. Não imagino como conseguiu. Já me tornei amigo do Wolf Maya, diretor de núcleo, e do Mauro Mendonça Filho, diretor-geral de Amor à vida, porque me compreendem. Seguram minhas loucuras. Só para você ter uma ideia: gravarão em Machu Picchu e em outros locais do Peru, que chegam a 4.900 metros de altitude.

Menos glamourosa é a vida dos atores. Parece charmosa quando aparecem em baladas, camarotes VIPs etc. A realidade é dura. Se você vê a cena de uma festa deslumbrante numa novela, saiba que ela pode ter sido gravada às 9 da manhã. Isso significa que as estrelas acordaram às 5 e chegaram às 7, para fazer cabelo e maquiagem. O que há de glamouroso em pular da cama às 5 para trabalhar? E ainda ter de estar bela e com aparência de felicidade, apesar do sono? Além disso, atores esperam, e como! As cenas na televisão são gravadas de acordo com um minucioso quebra-cabeça, em função de cenários e externas. Se um ator está numa externa, é preciso que ele a termine e volte ao estúdio, para então gravar uma cena na sala de jantar. Mas a atriz pode ter gravado outra cena no estúdio muito antes. Espera por ele. Horas e horas. Às vezes o dia todo.

Vida de artista é exaustiva. A vantagem é que todos amamos fazer o que fazemos. Por isso, quando alguém me pergunta o segredo para entrar na área, digo:

– Só tente se escrever, dirigir ou atuar seja tão importante para você como respirar.

Só a paixão dá felicidade ao artista. O glamour é só para quem está de fora.

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– Um Pedaço das Nossas Infâncias: Os Estúdios Hanna-Barbera

Lembram-se de Jambo & Ruivão, Leão da Montanha ou Pepe Legal? Talvez não. Mas certamente você se lembra de Scooby Doo, Tom & Jerry e Flinstones. Por ironia do destino, esses personagens dos estúdios Hanna-Barbera surgiram após Walt Disney prometer e não contratar os animadores-fundadores da empresa, que resolveram desenhar por conta própria e tiveram liberdade de criar novas personagens. Hoje, o estúdio pertence a Warner Bross (WB).

Veja que história bacana, retirada da Wikipedia:

HANNA-BARBERA

Hanna-Barbera foi uma empresa de desenho animado criada pela dupla de cartunistas estadunidenses William Hanna e Joseph Barbera.[1] É uma das maiores produtoras de desenhos animados do mundo, estando situada em Los Angeles, no estado da Califórnia

HISTÓRIA

Eles se conheceram em 1937 e começaram a trabalhar juntos no estúdio de animação da Metro-Goldwyn-Mayer em 1939. Na década de 1940, enviaram seus desenhos para Walt Disney, que prometeu viajar até Nova Iorque na semana seguinte para contratá-los. Nunca apareceu.

O primeiro projeto de animação criado e desenvolvido pelos dois foi o desenho Puss Gets the Boot (1940), que iniciou a premiada e popularíssima série Tom e Jerry. Em 1944 foi fundado o estúdio Hanna-Barbera.

Com a popularização da televisão, Hanna e Barbera passaram a desenvolver novos trabalhos e personagens para a essa mídia a partir de 1957. Seu primeiro sucesso foi a série Jambo & Ruivão, seguido dos famosos Dom Pixote, Plic, Ploc & Chuvisco, Zé Colméia, Pepe Legal, Bibo Pai e Bob Filho, Olho Vivo e Faro Fino e Loopy De Loop (Loopy Le Beau), este último feito para exibição no cinema. Depois viriam as séries de horário nobre: Os Flintstones, Manda Chuva, Os Jetsons, Jonny Quest, dentre outros. No final da década de 1960 surgiria outro mega-sucesso: Scooby-Doo.

Em comparação com o trabalho cinematográfico anterior, a animação televisiva era bem precária, repetindo-se cenários de fundo e reaproveitando-se gestos e expressões dos personagens a exaustão. Mas o sucesso era garantido com as divertidíssimas gags que recheavam os episódios e alegravam tanto adultos como crianças.

Os desenhos Hanna-Barbera dominavam a programação infantil da televisão, até que em 1993 o monopólio Hanna-Barbera acabou.

Os estúdios da Hanna-Barbera foram, na década de 1990 comprados pela Turner Enterprises, conglomerado de comunicação do empresário Ted Turner — que inclui os canais de tevê por assinatura CNN, TNT e Cartoon Network — e o nome “HB” hoje é usado apenas nas produções anteriores à compra. As produções posteriores passaram a receber o rótulo “Cartoon Network Studios”. As únicas exceções foram O Laboratório de Dexter, Johnny Bravo, A Vaca e o Frango, Eu Sou o Máximo e As Meninas Superpoderosas, que utilizaram a logomarca “HB” até 1998, antes de adotar o seu rótulo definitivo.

Anos mais tarde, as empresas Turner foram adquiridas por outro conglomerado de comunicação, o “Time-Warner”, e a ex-Hanna-Barbera foi junto na transação. Muitos criticam tal aquisição como danosa à concorrência nos meios de entretenimento e jornalismo, já que ambas as empresas possuíam seus próprios departamentos de reportagens, filmes, séries de televisão e desenhos animados. Nesse último ponto, ainda não está claro o impacto que isto terá na qualidade das produções, já que a Hanna-Barbera e a Warner Bros. eram rivais ferrenhas na disputa pelos espectadores de desenhos.

Quando William Hanna morreu, em 22 de março de 2001, o estúdio Hanna-Barbera foi adquirido pela Warner Bros. Animation, e transformado no Cartoon Network Studios.

Em 18 de dezembro 2006 faleceu, com 95 anos, Joseph Barbera, por causas naturais.

Desenhos clássicos:

Os maiores sucessos infantis das décadas de 1950, 1960, 1970, 1980 e 1990 estão desde o fim da década de 1990 até o meio da década de 2000 perdendo espaço. Em 1993 os desenhos apareceram no canal Cartoon Network, mas tiveram baixa audiência. A partir daí os clássicos foram perdendo espaço até sumirem em 2008.

Em 1999 a Turner deu para HB sua segunda chance com o canal só dela, o Boomerang. No caso da América Latina, em menos de 10 anos o canal retirou de uma só vez todos os desenhos clássicos e agora exibe uma nova programação.

Recentemente, os desenhos de Hanna-Barbera voltaram à programação televisiva através de outro canal recém-criado pela Turner, denominado Tooncast. Os clássicos Tom e Jerry e Scooby-Doo estão atualmente na programação do canal Cartoon Network.

Guinness Book:

O desenho Scooby-Doo entrou no livro do Guinness Book como o desenho com mais episódios no ano de 2004, com 360 episódios.

– Ibope Desregulado?

Segundo a Folha de São Paulo de hoje, a Record News, durante o horário eleitoral (que não é transmitido pela emissora, que coloca a faixa azul com os dizeres que aquele horário está sendo dedicado à publicidade política), simplesmente DOBRA DE AUDIÊNCIA!

Não dá nem para justificar que é por culpa de uma boa imagem…

– Série de TV Humaniza Figura do Árbitro. Vem aí: FDP

Para quem gosta de futebol, imperdível. Olha só a série da HBO onde o protagonista será um árbitro de futebol. Elementos e personagens de grande audiência não faltarão:

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/08/23/serie-de-tv-humaniza-figura-de-vilao-do-arbitro-e-usa-bandeirinha-gostosa-e-mae-briguenta.htm

SÉRIE DE TV HUMANIZA FIGURA DE VILÃO E USA BANDEIRINHA GOSTOSA E MÃE BRIGUENTA

Em tempos em que os homens do apito não saem das páginas esportivas em razão de polêmicas atuações, o universo da arbitragem ganha um esforço de humanização através da ficção. A série “FDP” estreia neste domingo no canal pago HBO [às 20h30, de Brasília] com a promessa de desconstruir a mais clássica figura de vilão do futebol, usando como trunfo alguns clichês deste ambiente como a bandeirinha sensual e a mãe de juiz.

Com direção de Adriano Civita, a série da produtora Prodigo Films contará com a primeira temporada de 13 episódios de 30 minutos. A história de “FDP” [uma sigla que até o torcedor menos afeito a arquibancadas vai reconhecer] gira em torno de Juarez Gomes da Silva. Interpretado por Eucir de Souza, o herói em questão é um árbitro correto que batalha seu caminho rumo à Copa do Mundo e precisa lidar com pressão no vestiário e ofertas de suborno. Mas enquanto as coisas caminham bem em campo, com oportunidade em jogo da Libertadores, a vida pessoal do juiz desmorona, graças ao fim de seu casamento. 

Neste pacote de descontrole da vida pessoal inclui-se uma separação após traição descoberta, a luta pela guarda do filho e o relacionamento com uma auxiliar de arbitragem, colega de campo.

Neste papel a série escalou a bela atriz Fernanda Franceschetto. Inspirada na experiência do futebol real de Ana Paula Oliveira, a personagem viverá na série a oportunidade de posar nua para uma revista masculina.

A figura da mãe de juiz também não poderia ficar de fora. Juarez Gomes da Silva aparecerá escoltado da genitora, que defenderá o filho de insultos e ainda tumultuará a vida cotidiana do protagonista.  

“Trazemos essa veracidade do mundo do árbitro, com temas como a mãe do juiz. Como é ser mãe de juiz, um personagem que é xingado o tempo todo? A gente pensou como tornar a vida dele mais dura. Aí pensamos: ‘e se o namorado novo da mãe fosse argentino? Fica bem pior’. E o desafio era construir todo esse processo sem que você odeie esse cara, algo para simpatizar com a figura do árbitro”, conta o responsável pela série.

O diretor de “FDP” teve a ideia de mergulhar no universo da arbitragem após ouvir relatos de seu personal trainer, um juiz que milita que partidas de divisões inferiores. Para construir o cenário em torno de Juarez Gomes da Silva, Adriano Civita contou com a consultoria técnica do ex-juiz Salvio Spínola. O criador do projeto ainda diz ter se inspirado na série norte-americana Californication, que tem como protagonista outra espécie de anti-herói, um escritor que depois de experimentar o sucesso enfrenta dificuldades criativas e problemas pessoais.

“Ele é um árbitro correto, idôneo, mas que também é um ser humano. Alguém que não controla tudo que está a sua volta, não tem o resultado final sob seu controle”, afirma Civita.

“Meu esforço é esse [de fazer o protagonista cair no gosto da audiência], mas não posso concluir pelo público. Mas acho que todo mundo vai simpatizar com o Juarez. Um homem divorciado, que errou uma vez [traição conjugal], mas isso não o condena. Que pode não ver um lance, mas isso também não o condena. Tentamos entender uma pessoa que é xingada antes mesmo de começar a exercer a sua profissão”, acrescenta o diretor.

Durante os 13 episódios da temporada inicial, “FDP” visitará temas como homossexualidade no futebol, “mala preta” e “mala branca”, doping e ponto eletrônico. Mas os criadores da série prometem balancear a dose de ação futebolística com temas mais pessoais, para tentar cativar o público de perfil “não-boleiro”.

NEYMAR FAZ PONTA, E SÉRIE PODE TER MARADONA NA 2ª TEMPORADA

Uma das atrações especiais na primeira temporada de “FDP” é aparição especial de nomes conhecidos do mundo do futebol, como Neymar, Rivelino, Dentinho, o ex-jogador Rincón, a bandeirinha Ana Paula Oliveira e o jornalista Juca Kfouri.

Para a segunda temporada, em produção ainda sem confirmação, a ideia dos criadores da série é contar com uma ponta do astro argentino Diego Maradona.

“A gente falou com o Maradona, mas não deu, a agenda acabou não batendo. Mas é até bom, porque existe a chance de contar com ele na segunda temporada”, conta o diretor da série.

Além de personagens do mundo boleiro, a série “FDP” apresenta em sua ficha técnica nomes de peso como o escritor José Roberto Torero, como um dos roteiristas, e Katia Lund [da equipe de Cidade de Deus] na codireção.

Outro destaque da série promete ser o espalhafatoso bandeirinha Carvalhosa, interpretado pelo ator Paulo Tiefenthaler. Além de colega de arbitragem, o personagem é amigo de Juarez e divide confusões fora dos gramados com o protagonista.

– Acabou a Programação Infantil na TV Aberta?

A Revista Veja, em seu site (veja.com) trouxe uma bacana matéria sobre o “fim da babá eletrônica”, ou seja, a televisão!

Muitas vezes, a TV aberta serviu para a distração das crianças. Hoje, os pequenos são fãs do Discovery Kids, NickJr ou Cartoon. Em breve, teremos o Gloob, canal infantil a cabo da Globo.

Repararam que a Globo não tem muitas opções infantis na programação? E com a próxima estreia do programa da Fátima Bernardes, o pouco que resta acabará.

Parece que a TV a cabo é uma tendência. Pena que nem todos podem pagar.

Apesar dessa observação, fica a minha impressão: se pudermos evitar que nossas crianças sejam distraídas pela TV, ótimo! Isso seria demonstração de que conseguimos dispensar nosso tempo com elas, o que é muito mais instrutivo e carinhoso.

– Novo Marco Regulatório para Concessões de TV

O Governo quer redefinir algumas situações para a TV aberta. Já que são concessões públicas, estaria vedada a venda de espaços; e, em especial, às igrejas e empresas comerciais. A ideia é que as emissoras tenham programação e vida própria.

É notório que horários da Bandeirantes, RedeTV e Record são vendidos a preço de ouro para algumas entidades religiosas, contrariando o propósito de ter uma programação feita pela concessionária. Concordo com a medida; que as igrejas tenham sua própria TV.

A mais acertada das medidas se refere à proibição de novas concessões aos políticos. Aqui, boa iniciativa, pois microfone na boca de alguns nobres parlamentares pode virar arma!

Se as propostas vingarão, aí já é outra história…

– Beijo na Testa não Pode em Novela

Calma, é no Oriente Médio.

Você sabia que o maior sucesso das TVs da Arábia Saudita, Omã e Kuwait é “Entre o Amor e o Passado”, uma novela escrita pelo brasileiro Daniel Ortiz, por encomenda da Rede de TV Árabe MBC, que a transmite para 22 países, além dos citados?

Uma curiosidade: lá, pelos costumes locais, certas coisas devem ser bem analisadas antes de ir ao ar. Por exemplo: foi cortada a cena em que um irmão consola a irmã com um beijo na testa. Motivo: os árabes não admitem tal intimidade fraternal…

Imaginem se as novelas brasileiras fossem transmitidas na íntegra por lá? Em especial, recordam-se de “Tieta do Agreste”?

– Apesar de tudo, não contem com minha audiência!

A Globo começou a exibir a novela “Avenida Brasil”, onde utiliza o tema futebol para elevar o ibope. Bacana, ótimos atores, mas não conta com minha simpatia nos capítulos iniciais.

Motivo?

Não gosto de novelas, e me recuso a sofrer desnecessariamente. Por acaso, assisti um capítulo onde Murilo Benício e Adriana Esteves davam show de interpretação. Porém, uma linda menininha roubou a cena com uma atuação magistral. Mas, apesar do folhetim contar com ótimos atores, a história tão sofrida da garotinha me fez mudar de canal.

Madrasta malvada, criança abandonada no lixão, maus-tratos incessantes… Se é ficção, por que perderei meu tempo com tal apelação da audiência?

Já decidi: só vou assistir a filmes de comédia, romance e aventura. Nada que contenha dramalhões ou terror. A vida é tão sofrida… por que invadir nossos lares gratuitamente com coisas tristes (e que são fictícias, não levam a nada)?

Não me venham dizer que isso desperta a consciência social. Não preciso assistir novela para exercer cidadania!

E você, o que pensa sobre isso?

– Libertadores com Transmissão Limitada

Hoje temos a estréia do Santos (atual campeão da competição) e do Corinthians (atual campeão brasileiro) na Libertadores da América. Ótimo. Mas para assistir os dois, só com Fox Sports.

E quem tem Sky como eu… fica a ver navios!

Ô briga boba entre as operadoras. Com a Sportv, conseguia-se encaixar todas as partidas, até as “inassistíveis”, no Sportv 1 e 2. Agora, vários jogos já deixaram de ser transmitidos por falta de canal!

Não poderiam repartir jogos no FX ou no Speed, ambos canais da Fox na Sky e na Net?

– Domingo 21:00 e…

… ainda temos futebol rolando nos gramados!

Não me importa se na Espanha há jogos no Domingo à noite. O costume brasileiro é futebol aos domingos à tarde. Uma partida na noite dominical que comece as 19:30h precisa ser muito boa para atrair público. Nem na TV a audiência deve ser satisfatória…

– As Sábias Palavras de Carlos Nascimento

Duas coisas que tomaram conta da mídia no país: BBB e a “Luiza”

Sobre o BBB, falamos em: http://is.gd/BebumdoBBB

Sobre a Luiza, em: http://is.gd/LuizaCanadaBrasil

Carlos Nascimento, consagrado jornalista, disse no Jornal do SBT um resumo do que a maior parte dos brasileiros gostaria de ter dito:

“Ou os problemas brasileiros estão resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas. Porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção de um país inteiro”.

Concorda ou não? Eu assino embaixo.

– Fox Sports compra BandSports

Segundo o Meio & Mensagem, na matéria de Sérgio Damasceno, a Fox Sports comprou a BandSport. Antes, ela iniciaria suas transmissões esportivas no lugar do canal Speed, que é do grupo.

No meu pacote Sky, o Speed é aberto e o BandNews fechado. Onde assistirei o Fox Sports?

Aguardaremos (lembrando que a Fox tirou a Libertadores da América da Sportv).

Extraído de: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/01/20/Fox-Sports-compra-canal-BandSports.html

FOX SPORTS COMPRA CANAL BANDSPORTS

Novo canal ocupará o espaço da emissora esportiva do Grupo Bandeirantes, que está disponível no cardápio de praticamente todas as programadoras

As barreiras para a entrada do canal Fox Sports na TV por assinatura do Brasil parecem ter sido definitivamente derrubadas. O novo canal esportivo fechou a compra do BandSports e irá ocupar o espaço com a sua programação, que entra oficialmente no ar no próximo dia 5 de fevereiro. A negociação deverá ser oficializada na coletiva de imprensa que a Fox Sports promoverá em São Paulo na próxima segunda-feira, 23.

A emissora esportiva do Grupo Bandeirantes já havia sido sondada há algum tempo pela Fox, mas somente nos últimos dias a proposta foi reavaliada e concretizada. Pelo acordo, a marca BandSports, que possui direitos de transmissão de eventos como as Olímpíadas de Londres e a Fórmula Indy (veja lista completa no final desse texto) deve deixar de existir.

A real entrada do canal esportivo da Fox no Brasil ainda era incerta, uma vez que as negociações com a Net, a programadora com maior número de assinantes, e com a Sky pareciam não fluir muito bem. Embora tenha montado uma grande estrutura no Rio de Janeiro, com um grande leque de profissionais experientes no cenário esportivo e com a promessa de transmissões em HD, a Fox, que exibirá com exclusividade a Copa Santander Libertadores na TV paga, poderia ter problemas para encontrar uma ‘janela’ para a inserção de seu canal.

Até o momento, o que foi divulgado oficialmente é que o sinal da Fox Sports ocupará o lugar do Speed, um canal de aventuras que também faz parte do universo da Fox. De acordo com algumas informações que circulavam na imprensa, as programadoras não estavam concordando em trocar o sinal de um canal por outro, alegando que isso infringiria os acordos de serviços prestados aos assinantes. 

Oficialmente, a assessoria de imprensa do canal BandSports nega a venda. A Fox Sports também não confirma a informação e apenas diz que existiram conversas sobre o possível fornecimento de conteúdo do canal da Band para a Fox Sports. O BandSports está disponível no cardápio das operadoras Net, TVA, Via Embratel, GVT, Oi TV, Sky, Telefonica, CTBC TV e também via parabólica. 

Veja a lista completa dos direitos de transmissão da BandSports:

Olimpíada – Londres 2012
Automobilismo: Fórmula Indy, DTTM (campeonato alemão de carros de turismo), FIA GT1, Fórmula Renault, V8 Supercars, F-3 Europeia
Motociclismo: Mundial de Superbike, Mundial de Motocross, Mundial de Supermoto
Futebol: Campeonato Alemão, Campeonato Português, Pré-Olímpico Asiático de Futebol, Copa São Paulo de Futebol Júnior
Lutas: M1 Global (MMA), It’s Show Time Kickboxing, Mundial e Europeus de Karatê, WGP Kickboxing (Circuito Brasileiro), Grand Prix de Judô
Basquete: Liga ACB, NCAA Basketball
Atletismo: Diamond League
Tenis: ATP 250 Tênis, WTA Tênis
Iatismo: Volvo Ocean Race
Rugby: Rugby Sevens World Series
Handebol: Campeonato Europeu de Handebol
Vôlei: Champions League de Vôlei
Hipismo: Global Champions Tour
Natação: Grand Prix de Natação (Circuito Americano e Europeu – Mare Nostrum)

– BBB: a Culpa é do Bebum?

Detesto programas como Big Brother Brasil, mas respeito quem goste. E leio na mídia que um participante, embriagado, foi expulso por manter uma relação sexual com uma moça mais embriagada que ele, e, por ela estar desacordada (de tanto beber), caracterizou-se como estupro (já que a relação não foi consentida, autorizada por ela).

A Polícia Civil entrou no caso, a Secretária Especial da Defesa da Mulher também, e tudo mais. Mas uma coisa não é destacada: a Globo não faz as festas justamente para as pessoas se embriagarem, aprontarem pelo efeito do excesso de álcool e ter Ibope? Ela não seria co-responsável por incentivo a bebida?

Que tal se as festas do BBB fossem regadas a água e sucos naturais de fruta? Aí não daria audiência, né…

Dizem que o Pedro Bial, constrangido, justificou que o participante foi expulso por conduta indevida. E a moça saiu do ar por horas alegando dentista. Ora, não é mais fácil dizer a verdade sobre a expulsão e que a moça estava dando depoimento à PM?

Futilidade total…

– Micos e Dificuldades da Transmissão da São Silvestre

Sábado, a Globo sofreu para manter o “Padrão Globo de Qualidade” durante a Corrida da São Silvestre. A câmera que acompanhava o líder da prova teimava em falhar. A emissora não conseguia, por mais que tentasse, evitar os “jabás” de muitos corredores. Aliás, que sem-número de corredores com placas publicitárias! Várias empresas conseguiram se misturar em meio a curiosas fantasias e painéis engraçados. Em meio a um corredor-dinossauro que a Globo tentava mostrar, apareceu uma placa do Supermercado Bergamini! A câmera tentou evitar, mas não deu.

Aliás, tudo deu errado na prova. A imagem da corredora queniana sofrendo com os joelhos na forte descida do novo trecho da Brigadeiro representou bem isso. Não conheço uma só pessoa que elogio as modificações do trajeto, mas conheço várias que criticaram…

Até o Cleber Machado tentou animar um pouco a corrida, mas não deu. Aliás, algo que seria sensacional: Sílvio Luiz narrando a São Silvestre! Já imaginaram os seus inteligentes e sarcásticos comentários sobre fantasias dos corredores, caras e bocas?

Pena que a chance disso acontecer é zero. Não pela competência do Sílvio, mas pela filosofia da Globo.

– Propaganda Enganosa das Emissoras?

Quando garoto, não existia TV a Cabo ou até mesmo DVD. Para ter um vídeo cassete era necessário entrar em consórcio! Assim, como não dava para ir ao Cinema com freqüência, ficava esperando a Globo anunciar os filmes do ano seguinte.

Normalmente, no final do ano, ela anunciava para o ano novo todos os sucessos que os adolescentes queriam ver e não podiam, até porque era difícil ter locadora de filmes por perto.

Agora leio que a TV Record anunciou para 2011 que exibiria 12 filmes de sucesso! E exibiu só 1…

Ô dona Record, mentir é feio… Os anunciantes e o público podem não gostar!

Extraído de: http://is.gd/Qrxt4U

RECORD ENCERRA O ANO EXIBINDO APENAS 1 DOS 12 FILMES PROMETIDOS

O ano de 2011 está chegando ao fim e a Record entrará em 2012 com dívida com o telespectador fã dos grandes filmes. A emissora não chegou nem perto de cumprir a promessa feita em 2010, quando anunciou as novidades para este ano.

Com a chamada “O Melhor do Cinema vai invadir a tela da Record”, o canal prometeu a exibição de 12 blockbusters e só exibiu 1 ao longo de todo o ano. “Velozes e Furiosos 4” foi a única produção anunciada e veiculada – e mesmo assim, com certo atraso, afinal o filme foi ao ar há aproximadamente uma semana, no dia 21 deste mês.

Títulos de respaldo nos cinemas e de grande potencial na TV como “A Troca”; “Duplicidade”; “Tá Rindo do Quê?”; “Os Piratas do Rock”; “Inimigos Públicos”; “Intrigas de Estado”; “Linha de Passe”; “Coraline e o Mundo Secreto”; “O Corajoso Ratinho Desperaux” e “Bastardos Inglórios” foram engavetados e seguem sem exibição prevista.

A ausência dos filmes se deve, em parte, à redução que as sessões tiveram na grade da Record. A “Tela Máxima”, nas noites de domingo, era a principal vitrine para o cinema do canal. Até 2009, a mesma ocupava faixas entre 21h e 22h. Com a chegada do “Programa do Gugu”, os filmes foram deslocados para as 23h. Sem sucesso no Ibope, a sessão foi extinta e substituída pelo “Repórter Record”, de Marcelo Rezende.

A “Super Tela” acabou sendo a única sessão fixa restante e com permissão legal para que filmes de qualquer faixa etária fossem veiculados. A emissora ainda mantém o “Cine Aventura” nas tardes de sábado, porém este segue dedicado ao público infanto-juvenil, impossibilitando assim a exibição dos títulos mencionados.

EM TEMPO

Paralelo a situação da Record, o SBT conta com um quadro mais favorável. Dos 18 filmes anunciados para 2012, 12 já foram exibidos e o décimo terceiro irá ao ar na próxima sexta-feira (30), “Noites de Tormenta”.

– O Aprendiz: Programa da TV Record é uma boa ou não?

Posso ser apenas um chato com um julgamento rigoroso. Mas… tenho formação acadêmica há 16 anos em Administração de Empresas, trabalho na área há 20 anos, docente universitário de disciplinas do assunto há 13; tenho Mestrado na Área e Doutorado Incompleto. E me atualizo constantemente sobre Adm, e…

ASSISTI AO PROGRAMA APRENDIZ!

Amigos, tudo o que nós falamos sobre Assédio Moral foi praticado no episódio que assisti.

Peraí, a realidade, o verdadeiro cotidiano dos administradores não é bem aquele. Pressão no trabalho, busca de metas e outras dificuldades são normais e esperadas. Prática do assédio, má educação e constrangimento são outras.

Posso estar enganado, mas não é aquilo que ensinamos e praticamos no dia-a-dia… Parece realmente ser um programa de TV, mas cujo nome não faz jus à intenção dele.

– Custo benefício da IURD e TV Record é bom na relação de ambos?

Segundo a Folha de São Paulo, a Igreja Universal do Reino de Deus, capitaneada por Edir Macedo, arrendou 4 horas mensais do sábado da TV Record, administrada pela própria Igreja. Custo: 1,6 milhão de reais / mês. Ibope? Cerca de 1/3 menor do programa anterior.

Vale a pena para a TV? Vale a pena para a Igreja?

O programa que vai ao ar é um auto ajuda, apresentado pela filha do próprio Edir Macedo.

Nada contra a Igreja nem contra a TV, mas a conta, certamente, é estranha.

Com base em informações do F5 da Folha de SP, citação em: http://is.gd/M1N22l

– Estou entre eles: o Ibope da Tv Paga!

Por diversos afazeres, pouco assisto TV. Vez ou outra um filme, mas com muita freqüência desenhos do Discovery Kids com minha filhinha. E com boa audiência, Sportv devido ao futebol.

Leio o Ibope no horário nobre da TV a cabo: Sportv na primeira posição, a frente do segundo colocado, o Discovery Kids, com 55% a mais, seguido pelo Telecine.

Deu para entender porque a Globo joga tudo para seu canal ao cabo? TV aberta só com 1 jogo no final de semana. Saudoso tempo de futebol no sábado às 16h…

– Como ainda funciona?

Essa eu leio na Revista Veja, Ed 2239, pg 65: a audiência da TV Brasil, a estatal chapa-branca, em São Paulo é de 0,07 ponto no Ibope. Traço ou não?

– F1: Vou torcer para o Roary e para a Sissi!

 

Como está difícil torcer na Fórmula 1!

 

Acordei cedo por força de minhas atividades, ouvi pela rádio o “pré-jogo” da corrida da Malásia, e logo na largada o Barrichelo já bate o carro! Massa em 7º e o Galvão diz que é melhor do que em 6º?

 

Sou do tempo em que Senna e Piquet eram certeza de boa corrida. Torcia para o Gugelmin pontuar e para o Rubinho chegar à frente de um carro de equipe grande.

 

Perdeu a graça.

 

É mais divertido torcer pelos carros do Sr Carburatore, o Roary e a Sissi! É um desenho do Discovery Kids que eu e a Marina assistimos! Ela diz que o papai torce para o Roary, que é um carrinho vermelho. Ela torce para a Sissi, pois ela é uma carrinha (isso mesmo: carrinha menininha) cor-de-rosa!

 

O legal da F1 é ouvir o Galvão. De tão competente ele é chato. Cria emoção onde não existe. E aí fica a dúvida: assistir ao Galvão para meter o pau nele ou por que nós realmente gostamos desse genial narrador poliesportivo?