– Pobres músicos, garçons, profissionais de eventos, locutores independentes…

Há muita gente que está desesperada com a pandemia, sem poder exercer sua profissão.

Pense: como fazer, se seu ramo de atividade não pode voltar à ativa?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=UcJ7xyvIiPY

– Trabalhando em casa? Saiba se preparar:

‪PRODUTIVIDADE – ‬Dicas para um bom Home Office,‬

‪Em: https://youtu.be/3pgAX6DdBTQ‬

– Ser insociável no dia-a-dia pode ser salutar ao ambiente de trabalho?

Uma pesquisa curiosa: quanto menor a sociabilidade da pessoa ou quanto mais retirada for a moradia dela, maior é o indicativo de inteligência no trabalho!

Extraído de Época Negócios, Ed 111, Caderno Inteligência, pg 27

NÃO QUERO SER SOCIÁVEL

PARA ALGUÉM DE Q.I. ALTO, INTERAÇÃO COM OS OUTROS É PERDA DE TEMPO 

O inferno são os outros, decretou Jean-Paul Sartre em “Entre Quatro Paredes”, peça teatral de 1944. Mais de 70 anos depois, estudo de pesquisadores da London School of Economics e da Singapore Management University, publicado no British Journal of Psychology, parece reforçar a tese do pensador: embora tradicionalmente a socialização de grupos humanos tenha sido fundamental para a sobrevivência da espécie, os autores descobriram que, quanto mais densa a área habitada, menor é o grau de satisfação das pessoas – uma das causas óbvias, por exemplo, seriam as longas distâncias entre a casa e o trabalho, percorridas em ruas congestionadas ou no transporte público lotado. Esta conclusão confirma estudos anteriores que detectaram o fenômeno do “gradiente de felicidade urbano-rural”: residentes em áreas rurais isoladas são mais felizes que habitantes de pequenas cidades, que por sua vez são mais felizes que os de cidades médias…

Entrevistando 15 mil pessoas entre 18 e 28 anos, a pesquisa revelou um dado interessante: QUANTO MAIOR O NÍVEL DE INTELIGÊNCIA DO ENTREVISTADO, MENOR É SEU GRAU DE INTERAÇÃO SOCIAL. Para essas pessoas, interações com os outros são perda de tempo que apenas as desviam de objetivos maiores, projetos ambiciosos ou estudos profundos, aumentando seu grau de insatisfação. Além disso, os mais inteligentes estariam mais habilitados a enfrentar os desafios impostos pelos novos tempos sociedade humana, como rápidas mudanças no mercado de trabalho ou na tecnologia da informação, dispensando a ajuda de outros.

Mas cuidado com o truque da insociabilidade forçada. Subordinados menos brilhantes muitas vezes se tornam mais frios e calculistas para parecer mais inteligentes do que são. Isso prejudica o ambiente no trabalho.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Gestões e Desafios

Os diferentes tipos de “gestão” em nosso cotidiano nos trazem grandes desafios!

Vejam só a sábia figura:

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– Quantos dias deve-se trabalhar?

Que pergunta difícil: quantos dias de trabalho as pessoas devem ter durante uma semana?

Um recente estudo diz que pessoas com mais de 40 anos não deveriam trabalhar mais do que 3 dias!

Será?

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/nao-se-deve-trabalhar-mais-de-3-dias-por-semana-com-mais-de-40-anos-diz-estudo/

NÃO SE DEVE TRABALHAR MAIS DE 3 DIAS POR SEMANA COM MAIS DE 40 ANOS

Um estudo publicado na Melbourne Institute Work Paper feito na Keio University, concluiu que pessoas com mais de 40 anos são mais produtivas quando trabalham 25 horas por semana, ou menos. O número representa cerca de três dias de trabalho em expediente comum de oito horas. O resultado foi alcançado após pesquisa com 3.000 homens e 3.500 mulheres voluntárias, que realizaram testes cognitivos e esmiuçaram suas rotinas.

Além de analisar questões ligadas a memória, trabalho, raciocínio cognitivo e abstrato, os participantes foram submetidos a testes em que precisavam ler um texto de trás para frente, ler palavras em voz alta e combinar números e letras sob pressão, com limite de tempo. As experiências foram repetidas após diversas cargas horárias de trabalho. Os resultados foram melhorando até atingir 25 horas de trabalho por semana, a partir deste ponto, o desempenho começou a cair tanto para homens quanto para mulheres.

Outro resultado que corrobora o resultado é de que voluntários encarregados de trabalhar 55 horas semanais tiveram resultados piores do que aposentados ou desempregados.

“Muitos países estão aumentando o tempo de trabalho obrigatório para aposentadoria atrasando a idade em que as pessoas são elegíveis para começar a receber benefícios. Isso significa que mais pessoas continuam a trabalhar nos últimos estágios de sua vida”, disse o co-autor e professor da Keio University Colin McKenzie, em entrevista ao The Times. ” O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, pois pode estimular a atividade cerebral, mas ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que pode danificar as funções cognitivas”, afirmou.

McKenzie observou que suas pesquisas apontam que “as diferenças no horário de trabalho são importantes para manter o funcionamento cognitivo em adultos de meia-idade e idosos” e que trabalhar meio expediente pode “ser eficaz na manutenção da capacidade cognitiva”.

Não se deve trabalhar mais de 3 dias por semana com mais de 40 anos, diz estudo

– Ufa!

Dia cansativo de trabalho Home Office, de substituir os professores das filhas e de ser o faxineiro da casa. Faz parte, pelo momento.

Mas o meu sentimento é de inveja da nossa cachorrinha. Eu é quem queria estar “largado” no chão descansando como ela…

Boa noite aos amigos!

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– Estou em outro mundo, segundo o Fantástico?

Com as atividades a mil por hora em casa, com a esposa no Home Office e as crianças tendo aula virtual e on-line de outros cursos, a falta de tempo ficou grande devido ao isolamento.

Em condições normais, logicamente a rotina seria outra. Mas as coisas acumulam! E, ao assistir o Fantástico da Rede Globo, vejo artistas alegres e sorridentes mostrando tempo de sobra.

Seriam eles a maioria das pessoas? Acho que não… mostrem “pessoas normais”, casais trabalhadores com filhos em residência e assim teremos a ideia como tem gente “rebolando” para conciliar tudo…

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– Em tempos de Home-Office forçado…

Como papais e mamães devem trabalhar em casa nestes últimos dias, esse meme sobre filhos travessos pode ser significativo. Ou não?

Abaixo:

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– Suicídios por conta do Excesso de Trabalho, motivados pela invenção do… WhatsApp?

Um dos culpados de “pessoas morrerem por trabalhar demais” (pasmem, isso acontece) pode ser o WhatsApp e outros meios de comunicação!

Duvida?

Compartilho, abaixo, extraído de: http://istoe.com.br/trabalhar-demais-mata/

TRABALHAR DEMAIS MATA

Suicídios por excesso de trabalho alertam para os perigos do estresse profissional. Na Europa, já se discute a diminuição da jornada e a proibição do envio de mensagens por WhatsApp fora do expediente

Matsuri Takahashi tinha 24 anos e havia acabado de se formar na renomada Universidade de Tóquio. Trabalhava há sete meses na Dentsu, a maior empresa de publicidade do Japão, onde cumpria jornadas de até 20 horas diárias sem ter tido uma folga sequer durante esse período. Para a família e os amigos, Matsuri era exemplo do que se espera de uma jovem japonesa de vinte e poucos anos: ela tinha sucesso, dinheiro e trabalhava duro. Para a garota, a realidade mostrava-se bem diferente: frustração, cansaço, estresse, sentimento de incapacidade. Matsuri queria morrer. “Estou física e mentalmente destroçada”, publicou nas redes sociais pouco antes de se jogar da janela do prédio em que vivia. Após longa investigação, o Ministério do Trabalho japonês chegou a um veredicto: a culpa era da empresa. Descobriu-se que, mesmo depois da tragédia, alguns funcionários faziam 80 horas extras por mês – Matsuri chegava a trabalhar 105 horas a mais mensalmente. O caso fez com que o primeiro-ministro Shinzo Abe e a Federação de Negócios do Japão promovessem uma campanha para evitar mais mortes. A partir de fevereiro, será obrigatório que os funcionários deixem os escritórios mais cedo. “Saúde é o equilíbrio entre as diversas dimensões do ser humano: biológica, psíquica e social”, diz o especialista em medicina comportamental da Unifesp, Ricardo Monezi. “Ao desequilibrar uma dessas dimensões, todas as outras são afetadas”.

Dados oficiais mostram que, no Japão, mais de 2 mil pessoas se suicidam anualmente por causa do estresse laboral. O número pode chegar a 10 mil, considerando as doenças provocadas pela dura rotina corporativa. Na China, o país mais populoso do mundo, 600 mil pessoas morrem todos os anos por motivos relacionados ao trabalho. “A visão de que trabalhar muitas horas significa ganhos de produtividade não condiz com a realidade”, diz Anderson Sant’Anna, coordenador do Núcleo de Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral. “Na era industrial, o trabalho de massa envolvendo movimentos rápidos, intensos e repetitivos mobilizava o corpo, tinha relação com a intensidade”, diz. “Hoje a natureza do trabalho é mais subjetiva, envolvendo as capacidades do cérebro, o que torna mais importante o tempo lógico do que o cronológico”.

O drama não se restringe aos asiáticos. O problema é tão grave que há denúncias de que empresas do segmento automotivo e grandes lojas de varejo de países como Estados Unidos, Tailândia e Honduras obrigam seus funcionários a usar fraldas geriátricas para que não interrompam o trabalho com idas ao banheiro. “A tecnologia avançou muito, mas o nosso corpo, não”, diz Sant’Anna. “O indivíduo perde a noção de humanidade, toma remédios para disfarçar sintomas de doenças e, quando se dá conta, tem um ataque cardíaco aos 40 anos, no ápice da produtividade”.

O PESO DA TECNOLOGIA
O uso excessivo das tecnologias amplifica o problema ao deixar o trabalhador conectado 24 horas por dia. Para combater a prática, países como Alemanha, Holanda e Suécia discutem a diminuição da jornada para 6 horas diárias. Na França, que estabelece um limite de 35 horas semanais de trabalho, entrou em vigor, em janeiro, uma lei que garante aos funcionários o “direito à desconexão do trabalho”. De acordo com as novas regras, toda empresa com mais de 50 empregados deve negociar com sindicatos o envio de mensagens por aplicativos como Whatsapp fora do horário de expediente. Desligar automaticamente os computadores após 8 horas ou ainda apagar as luzes dos escritórios são outras medidas que poderão ser implantadas. “Reduzir a jornada não significa produzir menos”, diz Benedito Nunes, fundador do Instituto Movimento pela Felicidade. “Pessoas adoecidas, entristecidas e estressadas não são produtivas e geram altos custos às empresas quando afastadas por problemas de saúde”.

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– Salário Mínimo e Auxílio Reclusão

Perguntar não ofende: quer dizer que um salário mínimo brasileiro é o mesmo valor do auxílio-reclusão (o salário dos preços)?

Mais do que isso: o valor do auxílio-reclusão aumenta de acordo com o número de filhos.

Que país é esse onde um pai de família humilde e honesto recebe um pouco mais de R$ 1.000,00 e um assaltante pode estar na cadeia ganhando mais dinheiro do que ele às custas do Governo (e sem trabalhar)?

Não dá para entender…

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– Ninguém perdeu pontos por atraso nos salários do futebol no Brasil ainda?

Vez ou outra lemos que jogadores acionaram o Sindicato da sua categoria por atraso nos salários. Também é notória a queixa de muitos atletas a respeito de, neste mesmo Brasileirão, estarem sem receber.

Fico me questionando: e toda a legislação? E ninguém é punido?

Em São Paulo, por duas oportunidades os clubes quase perderam pontos por salários atrasados nos campeonatos da FPF, mas tal atitude não se confirmou.

Coisas que não creio ver tão cedo: time perder pontos por má conduta / discriminação, falta de pagamento ou mau comportamento de pessoas ligadas a ele (com exceção do caso do goleiro Aranha / Santos FC e a torcedora do Grêmio).

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– O Programa Verde Amarelo: as novas regras para incentivar a contratação de jovens.

Gostei bastante das medidas para incentivar a contratação de jovens, a partir da desoneração do empregador.

Os mais novos são pessoas menos experientes e que estão, pela faixa etária, mais desempregadas que as outras. Dar oportunidade a eles é importantíssimo! Apoiar o empreendedor para isso, idem (com o detalhe de que não se pode “trocar um funcionário mais velho por um mais novo”).

Parabéns, nessa o Governo Federal foi irrepreensível. Abaixo, as medidas:

Extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/11/11/governo-anuncia-programa-para-tentar-estimular-contratacao-de-jovens.ghtml

GOVERNO ANUNCIA PROGRAMA PARA ESTIMULAR CONTRATAÇÃO DE JOVENS

Verde Amarelo foi lançado em cerimônia no Palácio do Planalto e, segundo o governo, reduz em cerca de 30% os custos do empregador. Programa flexibiliza regra de trabalho aos domingos.

O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira (11) um programa que visa incentivar a contratação de jovens entre 18 e 29 anos.

Conheça os detalhes do programa:

O programa, chamado Verde Amarelo, foi lançado em uma cerimônia no Palácio do Planalto, da qual participaram o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Segundo o governo, o programa reduz de 30% a 34% os custos para o empregador; flexibiliza o trabalho aos domingos; incentiva o microcrédito; e prevê mudanças jurídicas relacionadas a processos trabalhistas.

De acordo com o Ministério da Economia, o objetivo é gerar 1,8 milhão de empregos até 2022.

  • as empresas poderão contratar até 20% dos funcionários na nova modalidade (em postos de trabalho com remuneração de até 1,5 salário mínimo);
  • as empresas poderão contratar na nova modalidade até o final de 2022;
  • os contratos deverão ser de no máximo 2 anos;
  • os funcionários receberão, mensalmente, o valor proporcional às férias e ao 13º salário.
  • Segundo o Ministério da Economia, as medidas previstas no Verde Amarelo são válidas somente para novas contratações e não permitem substituições na atual folha de empregados. A pasta não informou, contudo, se haverá algum tipo de fiscalização.

Inicialmente, o governo cogitou incluir na proposta pessoas com mais de 55 anos, mas isso ficou de fora do Verde Amarelo.

O programa lançado nesta segunda-feira permite a ampliação do trabalho aos domingos e feriados. Pela lei atual, o repouso remunerado aos domingos é a regra. O pacote do governo, contudo, permite o descanso “em qualquer outro dia da mesma semana”.

De acordo com o Ministério da Economia, entidades preveem que, com essa mudança, será possível gerar cerca de 500 mil empregos até 2022.

Recentemente, a Câmara dos Deputados tentou flexibilizar a regra do trabalho aos domingos, durante a votação da chamada “MP da liberdade econômica”. O Senado, contudo, rejeitou mudar a regra.

Governo lança programa para criar vagas de emprego:

O programa prevê diversas outras medidas, entre as quais:

  • Microcrédito: Concessão de R$ 40 bilhões para até 10 milhões em microcrédito. De acordo com o governo, os recursos serão direcionados a “população vulnerável, desbancarizados e pequenos empreendedores formais e informais”;
  • Reabilitação profissional: Tentar reinserir no mercado de trabalho 1 milhão de pessoas afastadas por incapacidade. O objetivo é garantir a “reabilitação física e habilitação profissional para reinserir vítimas de acidente do trabalho, acidentes de qualquer natureza ou pessoas que estejam fora do mercado de trabalho decorrente de incapacidade”;
  • Contratação de pessoas com deficiência: De acordo com o governo, metade das 768 mil vagas para pessoas com deficiência estão preenchidas. O objetivo é estimular novas contratações.

Mônica Waldvogel explica medidas do programa de emprego apresentado pelo governo

Durante a cerimônia desta segunda-feira, Bolsonaro assinou uma medida provisória (MP) para permitir o “contrato verde amarelo” de jovens de 18 a 29 anos.

Portanto, o programa terá força de lei assim que a MP for publicada no “Diário Oficial da União”. Para se tornar uma lei em definitivo, contudo, o “contrato verde amarelo” precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional em até 120 dias.

O Congresso poderá aprovar a MP como o governo a enviou; aprovar a proposta com mudanças; ou rejeitar.

Em caso de aprovação, o texto será enviado para sanção de Bolsonaro. O presidente, por sua vez, poderá sancionar a proposta, sancionar com vetos ou vetar integralmente. Se Bolsonaro vetar, os parlamentares poderão manter a decisão do presidente ou derrubá-la.

Além disso, a parte do programa voltada para a reabilitação de pessoas constará de um projeto de lei a ser enviado ao Congresso Nacional. Portanto, só se tornará um lei se aprovada pelos parlamentares e sancionada por Bolsonaro.

Segundo o secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, havia uma reivindicação “muito forte” para que o período em que o contribuinte recebe seguro-desemprego contasse para o tempo de aposentadoria.

Segundo ele, o governo decidiu, então, cobrar contribuição previdenciária de quem receber seguro-desemprego, e o período contará para a aposentadoria.

“Nós vamos passar a cobrar, a partir do período da noventena, a contribuição mínima de 7,5% e, em contrapartida, vamos contar o período do seguro-desemprego para termos de aposentadoria”, afirmou.

Ainda segundo Rogério Marinho, o governo calcula que, com as medidas anunciadas nesta segunda-feira, deixará de arrecadar cerca de R$ 10 bilhões em cinco anos.

A “compensação”, segundo ele, será por meio da mudança no seguro-desemprego. Conforme o secretário, com a contribuição de 7,5%, o governo poderá arrecadar até R$ 12 bilhões em cinco anos.

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– Montando um vídeo-curriculum

Cada vez mais as empresas solicitam formas interativas de apresentação dos seus candidatos a trabalho, como, por exemplo, um vídeo-curriculum (uma espécie de selfie-video).

Recentemente fiz o meu para uma universidade. Achei extremamente bacana a iniciativa da instituição! Compartilho tal novidade, a fim de que outros amigos possam ter modelos para se basearem.

No link em: https://youtu.be/lRMKWvuzNOo

– Que tenhamos sempre a mesma motivação para fazer o que gostamos ou não!

O historiador Prof Marco Antônio Villa trocou a Rádio Jovem Pan pela Bandeirantes. E na segunda-feira, em sua estreia no novo dial, fez uma analogia perfeita do futebol com a disposição em trabalhar, durante a passagem do Jornal Primeira Hora para o Jornal Gente. Gostei demais! Leia:

“Toda estreia, seja num programa ou numa faculdade, sempre dá um friozinho na barriga. Mas quando você faz o que gosta, vai fazendo com muita intensidade, como se fosse um jogador de futebol que corre o campo todo e está cheio de vontade de jogar”.

Duas rápidas considerações:

  1. Fazer o que gostamos é sempre muito bom e muito motivador. Mas e quando temos a obrigação de fazer o que não gostamos? Que haja o mesmo pique.
  2. E a intensidade da motivação? Todo começo sempre nos traz ânimo, mas quando a pasmaceira ronda (mesmo das coisas que nós gostamos), torna-se um problema (ou uma motivação a menos).

Enfim: que possamos sempre estar motivados, intensos, animados e bem-dispostos a trabalhar, pois o trabalho (qualquer que seja) é dignificante!

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– Números interessantes sobre Doutorado no Brasil

Números extraídos da Veja.com:

  • De cada 100.000 habitantes, apenas 8 têm doutorado no Brasil (Reino Unido têm 41 e a Eslovênia 57).
  • idade média de quem consegue se tornar doutor em nosso país é 37 anos.
  • R$ 13.861,00 é a remuneração média dos doutores no Brasil (6 vezes mais que a média da população).
  • Os doutores em Direito são os que têm melhor remuneração: R$ 19.736,00 é o salário/ médio.

Vale a pena ou não estudar?

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– Marta e o desabafo: discriminação ou mercado?

A campanha da jogadora Marta para equidade de salários e condições no futebol feminino (por conta dos valores estratosféricos do masculino) é louvável. Durante a Copa do Mundo das Mulheres, foi uníssona nessa questão.

Mas as coisas que ela reivindica são realmente ações de preconceito ou fruto natural do mercado? 

Vejo gente falando que a Globo deveria transmitir o futebol feminino para incentivar a modalidade, quase “intimando a emissora de TV”. Ora, ela é uma ONG? Não, é uma empresa comercial. Se não der lucro, não adianta. É a chamada “mão invisível do mercado” (quanto tempo não uso esse termo…).

Enfim: no mundo ideal, entendo as condições desejadas pela craque Rainha Marta e todos nós torcemos pelo sucesso e popularização do futebol das meninas. Mas o retorno financeiro do feminino é menor, o que ele traz de mídia idem, além, claro, da própria discussão de que “quanto maior o espetáculo, mais vale o artista”.

Não é questão de discriminação ou sexismo, é simplesmente viabilidade econômica.

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– Síndrome de Burnout agora é doença, oficialmente pela OMS

Conheço muita gente que, pelos relatos, sofre da Síndrome de Burnout, uma doença que é relacionada ao desgaste físico e emocional pela pressão no trabalho.

E o que eu não sabia: somente na semana passada a Organização Mundial da Saúde reconheceu esse mal como “doença de verdade“!

Embora tardia, justa classificação. Saiba mais sobre essa enfermidade em: https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout-esgotamento-profissional/

SÍNDROME DE BURNOUT

por Maria Helena Varella Bruna

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes.

A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no grupo 24 do CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) como um dos fatores que influenciam a saúde ou o contato com serviços de saúde, entre os problemas relacionados ao emprego e desemprego.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como:

Ausências no trabalho;
Agressividade;
Isolamento;
Mudanças bruscas de humor;
Irritabilidade;
Dificuldade de concentração;
Lapsos de memória;
Ansiedade;
Depressão;
Pessimismo;
Baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.

O diagnóstico é basicamente clínico e leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES PARA PACIENTES COM BURNOUT

Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou mesmo tratar a síndrome de burnout;
Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental;
Avalie também a possibilidade de propor uma nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais;
Ouça a opinião de seus familiares, amigos e colegas: Quem tem burnout, muitas vezes não percebe;
Não hesite em procurar ajuda profissional. A saúde mental é tão importante quanto a física.

PERGUNTAS FREQUENTES

  • Tenho receio de relatar meu estado ao RH e sofrer alguma punição. O que fazer?

A principal recomendação é procurar primeiramente atendimento médico ou psicoterápico. Ao relatar esse temor, o profissional poderá conduzir o caso de forma que você não seja prejudicado.

  • Portadores de burnout têm direito a licença médica?

Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez.

  • Qual profissional devo procurar?

Um psicoterapeuta ou psiquiatra. Ele pode receitar terapia cognitiva comportamental ou outro tipo de atendimento psicológico. Eventualmente, medicamentos entram em cena, com o uso de antidepressivos.

  • Existe tratamento no SUS?

O tratamento para problemas relacionados a transtornos mentais é oferecido de forma integral e gratuita por meio SUS. Basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pelo primeiro atendimento ao paciente, e o caso será encaminhado aos centros especializados para cada tipo de atendimento.

  • Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional?

Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo.

Mulher com roupa social esfregando os olhos demonstrando exaustão (síndrome de burnout).

– A Escolaridade do Trabalhador Brasileiro!

Segundo números do IBGE, publicados pelo Linkedin:

Cerca de 35% dos trabalhadores brasileiros não têm ensino fundamental, segundo dados referentes ao primeiro trimestre divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Nordeste, a porcentagem de pessoas com mais de 14 anos de idade que ainda não tem o diploma é de quase 38%, enquanto a porcentagem ultrapassa 44% na região Norte. A taxa é mais baixa no Sudeste (29,2%), seguida por Centro-Oeste (33,5%) e Sul (34%).

Preocupante demais, não? Estudo e trabalham se casam perfeitamente, e o desequilíbrio (ou a falta) entre eles acarretas prejuízos demais à nação.

Outros dados no link em:

https://g1.globo.com/google/amp/educacao/noticia/2019/05/16/35percent-dos-brasileiros-com-mais-de-14-anos-nao-completaram-o-ensino-fundamental-aponta-ibge.ghtml

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– Frieza, Competência e Profissionalismo: o piloto do voo da Latam que pousou emergencialmente em Confins!

Há certas situações em que um treinamento importante, mas que você pensa não precisar nunca do uso dele, se faz necessário para salvar vidas!

Viram que um avião fez um pouso de emergência em MG nessa semana (Latam SP – Londres)?

Foi divulgada a conversa entre piloto e torre de comando. O cara é um HERÓI!

Leiam e se impressionem: ele preparou toda a situação para o socorro imediato, caso ocorresse uma tragédia, se preocupou em não apavorar os passageiros e mostrar o controle da situação, além de provar sua habilidade como piloto sem o funcionamento dos esquipamentos elétricos do Boeing 777!

Aqui: https://g1.globo.com/google/amp/mg/minas-gerais/noticia/2018/12/21/em-conversa-com-torre-de-controle-piloto-do-aviao-que-fez-pouso-de-emergencia-em-confins-fala-de-problemas-eletricos.ghtml

A CONVERSA DO PILOTO COM A TORRE

Avião da Latam ia de Guarulhos a Londres, mas foi obrigado a aterrissar no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte na madrugada desta quinta-feira.

O piloto do Boeing 777 da Latam, que fez um pouso de emergência no Aeroporto internacional de Belo Horizonte, em Confins, na região metropolitana, disse, em conversa com a torre de controle, que o avião estava com problemas elétricos e não estava conseguindo jogar fora o combustível para reduzir o peso.

“Nós estamos muito pesados, o sistema de alijamento não está funcionando, tá bem? Estamos praticamente sem nenhum sistema elétrico funcionando, correto. Então estamos com esse problema um pouco sério, ok? Então por gentileza, deixa preparado o bombeiro. Estamos efetuando o procedimento aqui. Tentando aliviar o máximo possível o peso da aeronave, mas está difícil. Estamos prosseguindo o procedimento de pousar, ok? Por gentileza se o senhor puder interditar a pista”, disse o piloto em conversa publicada pelo jornal Folha de São Paulo e confirmada pela TV Globo.

A torre de controle respondeu, “aguardando apenas o pouso da sua aeronave e já foi solicitado também o apoio dos bombeiros no solo”.

O piloto ainda disse, “estão conseguindo combater o fogo? Porque ficaria mais seguro descer com a escada em vez de evacuar”. A torre respondeu, “a gente vai coordenar com eles. Eu já retorno”.

Em seguida, o piloto respondeu. “tá joia. Porque pelo que eu tô vendo agora, tá meio bagunçado lá embaixo e com a escada a gente consegue organizar o fluxo”.

O aeroporto operou com restrições por 21 horas até a liberação total da aeronave. O Boeing da Latam ficou parado perto da área de decolagem, depois de fazer um pouso forçado.

Os passageiros ficaram sabendo do problema ao ouvir a conversa do comandante com a tripulação. “Na hora que vazou o áudio, a gente deu pra perceber, inclusive, que a situação estava feia, porque na hora que ele mencionou pane elétrica, não tinha nada de suporte elétrico para ele poder fazer qualquer manobra. Eu falei, ‘lascou. O quê que a gente faz agora?!’”, disse a bióloga Larissa Veiga.

O Boeing saiu de Guarulhos, às 00h30 de quarta-feira (19) com destino a Londres. O pouso forçado foi à 01h43.

A passageira Leocádia Valverde, que viajava com o marido, gravou um vídeo depois da aterrissagem. “Estamos aqui em Confins, Minas Gerais. Pouso de emergência. Deu pane elétrica aqui. E eles já jogaram um monte de espuma em nós aqui para não pegar fogo o avião”, disse ela.

O avião tem dois trens de pouso principais com doze pneus. Segundo a companhia aérea, todos esvaziaram no pouso. Oito foram danificados. Quase 40 homens trabalharam na troca dos pneus que foi erguido por quatro macacos hidráulicos. Seis toneladas de equipamentos foram trazidos de São Paulo por um avião cargueiro da Força Aérea Brasileira. Os passageiros seguiram pra Londres.

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– E quem paga a festa de final de ano da empresa?

Moro em uma região de chácaras de eventos, e nessa época, costumeiramente, as grandes empresas alugam os espaços para as costumeiras confraternizações de final de ano.

Imagine que você é o Executivo de uma multinacional e é pressionado pela Matriz por números melhores. A sua administração é calcada no bom ambiente organizacional mas precisa reduzir custos. Demitir, infelizmente, é um dos recursos. Como demitir e depois realizar uma festa?

Claro, isso parece lógico para quem é gestor: evitar qualquer sintoma que dê discussão no corpo efetivo, afinal existiram pessoas insatisfeitas com a atitude antipática de se demitir. Mas há aqueles que entendem que a “simbologia” de um evento com os familiares seja importante mesmo assim.

Sinuca de bico? Tem verba para festejos mas despede empregados?

Pense também na cadeia da indústria do entretenimento: com a crise econômica, imagine quantos espaços de eventos corporativos perderam de dinheiro e de clientes, além do fator “agenda vazia” ter ocasionado até o fechamento das mesmas!

No ano passado vi muitos vizinhos, donos dessas chácaras, chorarem copiosamente. Veremos isso neste ano de novo?

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– Um ano com 196 dias de trabalho apenas?

Leram a matéria da Folha de São Paulo sobre a quantidade de feriados, emendas e folgas dos juízes do STF? Não trabalham nem 200 dias dos 365 de um ano.

O Judiciário não é muito diferente do Legislativo: vide os 13 dias de emenda da Páscoa determinados pela juíza Carmem Lúcia. E para descansar, vão de avião para casa (possuem mais de R$ 51 mil de “ajuda área” por ano para comprar passagens).

E eu aqui trabalhando no domingo de Páscoa para pagar imposto para manter essa gente…

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– O ano trabalhado no futebol já acabou para alguns. Cadê o pessoal do Bom Senso?

Os Campeonatos Regionais, com pesar, têm sido um desserviço a muitos clubes de futebol. Em especial, faz com que alguns times se achem membros filiados profissionais, ao passo que se tornam esporádicos grupos de atletas sonhando com alguns meros jogos.

Vide Santo André e Linense, rebaixados para a série A2. Jogaram exatamente dois meses e o ano acabou! Se disputarem a Copa Paulista, sabem que “pagarão caro” para entrar em campo. Como não estão encaixados em série alguma do Brasileirão, dispensarão os atletas, as comissões técnicas, os funcionários diversos, e por aí vai.

Não cabe mais Campeonato Estadual do jeito como ele é. Os times pequenos devem ser incorporados em uma 5a ou 6a divisão nacional regionalizada, administradas pelas Federações, durando o ano inteiro (dando espaço para que os grandes clubes do Brasil que estão na série A também tenham um calendário decente).

Essa história de que “a vida do pequeno é quando o grande joga na sua casa não cola mais. Um jogo não banca o ano inteiro, é ilusão ou má fé de dirigente para saquear a bilheteria.

O mais gozado: o 6o e o 8o colocado do Campeonato Paulista (São Bento e Ituano) não estão classificados entre os 8 melhores. Vai entender…

Aí está uma boa pauta para a turma do Bom Senso FC, que depois do “auê” inicial simplesmente desapareceu: emprego no ano todo para os jogadores de futebol, e não por alguns poucos meses.

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