– O estrago que a China tem feito com as criptomoedas.

Desde que começou um movimento contra o Bitcoin e outras modalidades virtuais de dinheiro, a China conseguiu fazer com que o preço dessas moedas desabasse!

Quem tem esse tipo de investimento, precisa ficar atento.

Extraído de: https://portaldobitcoin.uol.com.br/dificuldade-de-mineracao-do-bitcoin-registra-a-maior-queda-da-historia-entenda/

DIFICULDADE DE MINERAÇÃO REGISTRA A MAIOR QUEDA DO BITCOIN NA HISTÓRIA

Redução é decorrente do aumento da repressão da China contra o setor

A dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 28% hoje, a maior queda da história da rede. O declínio mostra o severo impacto da recente repressão da China sobre seus mineradores da criptomoeda.

A dificuldade de mineração mede o poder computacional necessário para validar transações do Bitcoin e, consequentemente, o quão difícil é ganhar novas criptomoedas. A rede ajusta a dificuldade a cada quinze dias para refletir o nível de competição entre os mineradores. A dificuldade mais baixa indica menos competição.

A queda de hoje é decorrente do aumento da repressão da China contra os mineradores de Bitcoin do país, que eram responsáveis ​​por cerca de 65% do hashrate da rede. Bem antes de o governo começar a fechar as mineradoras, o hashrate do BTC atingiu o pico de 198 EH/s (ou seja, muito) em 15 de abril. Após a repressão, no entanto, caiu para 89 EH/s.

Os mineradores chineses estão agora emigrando em massa ou vendendo suas máquinas. Mas até que encontrem novas casas, os mineradores de fora da China se beneficiarão da dificuldade reduzida, o que torna mais barato e mais fácil a extração da criptomoeda.

“Todas as outras mineradoras que continuam a operar ganham uma quantidade proporcional de participação de mercado e, portanto, recompensas diárias em bloco”, disse Ben Gagnon, diretor de mineração da Bitfarms, baseada em Toronto, à Decrypt.

Peter Wall, CEO da Argo Mining, com sede em Londres, falou ao veículo que enquanto as mineradoras no Ocidente estão tentando capitalizar a lacuna deixada pela repressão chinesa, o mercado de mineração local está crescendo.

“Minerados chineses deslocados estão procurando no mundo por lugares apropriados para suas máquinas, e isso significa que, em lugares como a América do Norte, energia e espaço são valiosos como nunca antes”, disse ele.

A repressão do governo chinês e o êxodo subsequente de mineradores contribuíram para reduzir pela metade o preço do Bitcoin (de cerca de US$ 64 mil para US$ 33 mil). O hashrate reduzido também significa que não há tantos computadores dando suporte à rede, tornando-a menos segura.

Mas a repressão é boa para o Bitcoin no longo prazo, disse Josh Goodbody, que costumava liderar as vendas de mineração da Huobi no Ocidente antes de se tornar COO da empresa de criptomoedas Qredo. Ele disse que a rede agora depende menos do governo chinês.

Mais dificuldade pela frente

Os problemas podem não acabar tão cedo. O Bitcoin, mais uma vez, se ajustará à dificuldade em duas semanas. Mas é improvável que a mudança seja tão dramática, disseram os mineradores à Decrypt.

“Embora possamos ver um pouco mais de hashrate na China ficando offline nas próximas semanas, isso será pequeno em comparação com o que já vimos e provavelmente será compensado pelos primeiros mineradores se mudando para novas instalações”, falou Gagnon. Em qualquer caso, “quase todo o hashrate chinês já está off”, completou.

Wall disse que os mineradores chineses querem voltar ao normal o mais rápido possível: “Para aqueles que desejam se mudar, o tempo é essencial. A redução no hashrate e a subsequente queda na dificuldade de mineração não vão durar para sempre.”

Mas é difícil determinar quando e onde os empresários chineses de mineração de BTC reinstalarão suas máquinas, segundo Gagnon, uma vez que a escala da infraestrutura chinesa simplesmente não existe em nenhum outro lugar. “O mundo não funciona na velocidade chinesa”, disse.

A moeda digital, então, ainda está sujeita às restrições do mundo real.

*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co

– A Ciência e os desafios utópicos… Dinossauros?

O que pensar se os cientistas tentarem recriar dinossauros?

Chega a ser assustador os caminhos que a Ciência percorre…

Veja, extraído de: https://prophetpediain.wordpress.com/2021/06/22/scientists-tried-to-recreate-dinosaurs/

SCIENTISTS TRIED TO RECREATE DINOSAURS

por

Not all Dinosaurs died after the asteroid impact few smaller size dinosaurs survived the Armageddon and after millions of years of evolution those small dinosaurs evolved to become today’s birds. There is a theory that chickens are one of those dinosaurs Bhart-Anjan Bhuller from Yale decided to test it.

Bhuller took samples from the embryonic chickens and blocked the genes related to the beak forcing embryo to revert back to its ancestral state. The results were mind blowing. The baby chickens developed dinosaur like snouts very similar to what we’ve found in the fossils. Other scientists are trying to recreate other body parts especially chickens with dinosaur-like tails which opens a possibility of making new kinds of animals

– #tbt 3: Uma visita ao laboratório LNLS.

Repost bem bacana, há 4 anos:

Que legal. No último sábado, eu e minha filha Marina fomos em Campinas ao LNLS e seus outros laboratórios agregados, onde a comunidade pode conhecer as pesquisas agrícolas, o acelerador de partículas (parece o do seriado FLASH), a área de robótica com suas inúmeras pecinhas Lego e participar de desafios de criatividade!

A filhota, bem esperta, resolveu criar uma… ecoflora! Um equipamento portátil de jardinagem com irrigação e outros acessórios, feito por ela!

Abaixo, algumas imagens de um lugar que não parece Brasil, pois ali, há Ciência, Educação, Empreendedorismo e Inteligência (tudo apartidário) em abundância!

– Você conhecia a TSū, a Rede Social que remunerava seus membros?

Esse post tem algum tempo, e era uma rede social bem bacana. Abaixo, apenas para rememorar (há outras na Web), a TSū, que “quebrou”. 

Já imaginaram se o Facebook tivesse a mesma lógica que ela? Abaixo:

TSŪ

Uma rede social que remunera os seus participantes. Muito parecida com o Facebook, com uma timeline próxima do Twitter, mas com um jeitão de Google Plus. Essa é a TSū (se pronuncia “SÚE”), uma network nova e que está crescendo por um motivo especial: ela paga pelas boas postagens curtidas!

Pois é: a cada post, se alguém curtir, compartilhar ou ter público para tal, a pessoa ganha décimos de centavos de dólar.

Achei interessante. Quem quiser participar (só é possível por “links convites”) pode clicar no meu perfil lá no TSū, em: https://www.tsu.co/rafaelporcari

Extraído de: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/10/tsu-nova-rede-social-paga-por-conteudo-gerado-e-tempo-gasto-pelo-usuario.html

TSU, NOVA REDE SOCIAL PAGA POR CONTEÚDO GERADO E TEMPO GASTO PELO USUÁRIO

Atualmente, Facebook, Twitter, Tumblr e outras redes sociais movem bilhões de dólares com anúncios por ano e influenciam o mercado de forma assustadora. O Twitter, por exemplo, gera mais de 500 milhões de tuítes por dia e o Facebook já ultrapassou a marca de 700 milhões de usuários que criam, repassam, comentam e trocam informações. Já pensou se você pudesse receber pelo conteúdo que cria nesses sites? Foi com esta proposta que a rede social TSU (pronuncia-se Sue) surgiu.

O site, criado por Sebastian Sobczak, foi inaugurado no dia 21 de outubro e, ao contrário da rede social Ello, sem anúncios, tem como objetivo ganhar dinheiro sim, mas pagar o usuário pelo conteúdo gerado. No TSU, 90% do valor arrecadado por publicidade é dos usuários, os outros 10% ficam com a rede social. O fundador Sebastian Sobczak, define a rede como uma plataforma de monetização social.

“As redes sociais estabelecidas construíram modelos de negócios surpreendentes. São prósperos na monetização total de conteúdo gerado pelo usuário de forma gratuita. Por que alguém deveria se beneficiar comercialmente a partir da imagem, curtidas e trabalhos sem dar retorno financeiro ao proprietário? Os mercados em que participamos são enormes e podem compensar o usuário – estamos simplesmente e unicamente recompensando os usuários que estão fazendo todo esse trabalho. Esta é a forma como o mundo deve funcionar “, acredita Sobczak.

Aparentemente, a rede social funciona como o Facebook: você cria sua página, publica seu conteúdo, agrega seus amigos, curte, comenta e repassa conteúdo. A diferença está no fato de que cada perfil possui uma “conta bancária”. Com um sistema de analytics voltado para o gerenciamento da conta, você pode conferir quanto ganhou, o que gerou mais retorno, débitos, créditos, gráficos e outras informações bem interessantes.

Dentro da rede, o que gera lucro são os views, ou visualizações do conteúdo original, gerado pelo usuário. Mas não é só isso, um sistema de convites cria uma espécie de “árvore” de contatos, em que os convidados que entram para a rede dão lucro para quem os convidou – sistema que lembra o modelo de negócios da pirâmide. Os valores podem ser resgatados após atingirem US$ 100,00.

Porém, para evitar internautas maliciosos, a rede social alerta que publicar um material que não seja de autoria própria renderá penalizações. Portanto, se você pretende ganhar dinheiro com a nova rede social não poderá postar músicas de outros artistas, vídeos, fotografias ou qualquer outro tipo de material protegido por lei. O site segue as especificações da Digital Millennium Copyright Act (DMCA); fique atento com violações de direitos.

Para ingressar na rede é preciso ter o “shortcode”, isto é, um link exclusivo de algum usuário da rede social. A partir dele, você terá acesso a todos os recursos do serviço, que conta com app para Android e iOS (Universal). Dentro do site é possível postar fotos, escrever posts, incluir hashtags, adicionar títulos nas postagens, definir sua privacidade, distribuir seu conteúdo entre outras redes sociais como Facebook e Twitter, além de comentar, curtir, convidar amigos.

Se você ainda não se convenceu de que vale a pena ingressar na nova rede social, saiba que o TSU recebeu um investimento de US$ 7 milhões da Sancus Capital Prive e apoio de artistas como 50 Cent e Luol Deng do Miami Heat, entre outros. Nada mal para quem está começando, não é? Faça um teste.

– Lições da educação para um mundo pandêmico

Pais, professores, alunos… todos nós sofremos com a Educação e o Ensino neste difícil tempo da Pandemia.

E que lições tiramos desse momento?

Compartilho esse material bem interessante, abaixo, extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/04/24/8-licoes-apos-um-ano-de-ensino-remoto-na-pandemia.htm

8 LIÇÕES APÓS UM ANO DE ENSINO REMOTO DEVIDO A PANDEMIA

Alunos equipados com notebook foram uma minoria, e a maioria faz contato com professores por WhatsApp - Getty Images
Alunos equipados com notebook foram uma minoria, e a maioria faz contato com professores por WhatsApp. Imagem: Getty Images

No momento em que a alta de mortes por covid-19 no Brasil torna ainda mais complexas as discussões sobre volta às aulas presenciais, o ensino remoto continua a ser a rotina de muitas famílias — assim como não ter acesso à educação à distância continua a ser a realidade de grande parte da população mais vulnerável.

Mas um ano sem precedentes na história veio acompanhado também de lições inéditas para professores, alunos e pesquisadores.

A BBC News Brasil compilou alguns estudos nacionais e internacionais que ajudam a traçar um retrato da educação na pandemia para entender o que funcionou e o que ainda precisa melhorar.

1 – O enorme impacto da demora do poder público e da baixa conectividade

O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.

Foram analisados os meios usados para as aulas (como TV ou internet), seu alcance e qualidade entre as diversas etapas de ensino e os materiais e tecnologias oferecidos aos alunos.

Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação à Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.

Chamou a atenção dos pesquisadores a demora na apresentação de um plano depois do fechamento das escolas. Em média, as capitais levaram 43 dias, e os Estados, 34.

Também faltou supervisão para verificar se alunos estavam de fato acompanhando as aulas e houve pouca oferta de formas de acesso, dando aparelhos ou a conexão de internet para que os estudantes conseguissem assistir às aulas online.

“A quase totalidade dos Estados decidiu pela transmissão via internet, (mas) apenas cerca de 15% deles distribuíram dispositivos e menos de 10% subsidiaram o acesso à internet”, escrevem os pesquisadores Lorena Barberia, Luiz Cantarelli e Pedro Schmalz.

No Brasil, poucas redes se preocuparam em fornecer meios para os alunos se conectarem - Getty Images - Getty Images
No Brasil, poucas redes se preocuparam em fornecer meios para os alunos se conectarem. Imagem: Getty Images

A maioria dos planos falhou em oferecer estratégias de interação com professores, e também de supervisão e estímulo à presença, concluiu o estudo.

“Este é um elemento crucial para políticas de ensino remoto, por permitir interações que considerem as necessidades e dificuldades específicas de cada aluno, sobretudo em um contexto de elevadas taxas de abandono escolar.”

“Temos de cobrar do gestores que as políticas para a educação estejam na mesma velocidade da pandemia. Não podemos deixar que passem meses ou semanas sem intervir e ‘no próximo semestre melhoramos'”, diz Barberia à BBC News Brasil.

“O que choca é, em geral, ainda não ter um plano B (entre os gestores)”, acrescenta ela, citando como exemplo a interrupção das aulas na cidade de São Paulo quando, em março passado, as escolas voltaram a fechar por conta da fase emergencial no Estado.

Para Luiz Cantarelli, outros problemas graves foram a falta de coordenação nacional por parte do Ministério da Educação e os cortes orçamentários substanciais na área, que vão dificultar investimentos em acesso ao ensino remoto em 2021.

Cantarelli recorda que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou, por questões orçamentárias, projeto de lei aprovado no Congresso que previa investimento em acesso gratuito à internet para alunos e professores da rede pública.

2 – WhatsApp virou o principal meio de aula

Diante desse pouco acesso a planos de dados ou a dispositivos, a alternativa de muitas famílias e professores tem sido se conectar via WhatsApp.

Uma pesquisa do Instituto Península apontou que 83% dos professores mantinham contato com alunos por meio dos aplicativos de mensagens (e foi pelo WhatsApp que ocorreu a absoluta maioria das interações), muito mais do que pelas próprias plataformas de aprendizagem (34%).

Isso mostra que a imagem de um estudante fazendo aulas diante de um tablet ou notebook corresponde à realidade de um número restrito de crianças, diz Inés Dussel, pesquisadora de educação no México que recentemente participou de um seminário virtual brasileiro sobre tecnologia e ensino, promovido pelo instituto Itaú Social.

Dussel afirma à BBC News Brasil que o mesmo fenômeno ocorreu em todo o continente. “O uso do WhatsApp foi uma grande surpresa, mas é porque não temos outras ferramentas (massificadas de conexão) na América Latina”, aponta.

“A maior parte do ensino foi feita pelo celular e, geralmente, por um celular compartilhado (entre vários membros da família). Então, é algo muito desafiador.”

Mas o WhatsApp tem seus limites: evidências indicam que alunos conseguem passar mais tempo de aula diante de computadores do que diante de celulares, aponta um guia de boas práticas escolares durante a pandemia elaborado pela Ofsted, a agência governamental britânica que supervisiona as escolas do país.

3- Depois de conectar, engajar com o ambiente remoto

Uma revisão de estudos sobre ensino remoto na educação básica dos Estados Unidos lembra que as evidências em torno do tema são “esparsas”. E, também lá, o acesso a dispositivos foi um grande desafio, seguido de outro: “garantir que estudantes e famílias se engajem com o ambiente de aprendizado” remoto.

“Só oferecer computador ou conectividade ou distribuir apostilas pode não ser suficiente para um engajamento produtivo”, diz o estudo da Universidade do Estado da Geórgia.

“Felizmente, mensagens direcionadas ou incentivos são uma forma relativamente barata e escalável de aumentar o engajamento parental online e melhorar o desempenho dos estudantes.”

Entre as estratégias que aumentaram o uso das plataformas de estudo estão o envio de mensagens que incentivavam os pais a entrar na plataforma de ensino para acompanhar o progresso dos filhos.

E conversas entre professores e as famílias para ressaltar que as tarefas ainda precisam ser entregues pelos alunos mesmo à distância.

4 – Simplicidade e foco no essencial

Na avaliação da Ofsted, “não é necessário complicar em excesso os recursos (de aprendizagem) com muitos gráficos e ilustrações que não acrescentam conteúdo”.

Na educação digital remota, a plataforma não deve ser muito complicada de usar, nem as aulas devem ser elaboradas demais. “A aula remota geralmente se beneficia de uma interface direta e simples”, diz a agência em seu guia sobre o que funcionou melhor no ensino remoto britânico, publicado em janeiro de 2021.

O WhatsApp foi uma ferramenta muito importante na educação na América Latina na pandemia - Reuters - Reuters
O WhatsApp foi uma ferramenta muito importante na educação na América Latina na pandemia. Imagem: Reuters

Sendo assim, a recomendação é “focar no básico” ao adaptar o currículo. “Cuidado para não oferecer muito conteúdo novo de uma só vez. Antes, tenha certeza de que pontos fundamentais foram entendidos plenamente. (…) Leve em conta o conhecimento ou conceitos mais importantes que os alunos precisam entender e foque neles.”

Em muitos casos, diz a Ofsted, “praticar e exercitar habilidades prévias pode ser útil, como escrita à mão e aritmética simples”.

5 – Feedback e colaboração são ‘mais importantes do que nunca’

Ainda segundo a Ofsted, embora dar um retorno aos alunos (ou feedback) sobre as atividades feitas à distância seja mais difícil do que no ensino presencial, é algo que ganhou ainda mais importância neste momento, por melhorar a motivação e o desempenho deles.

“É importante que os professores mantenham contato regular com os alunos. (…) Alguns habilitaram o envio de emails automáticos para perguntar em que etapa da atividade os estudantes estão. Isso também passa a percepção de que os professores estão ‘assistindo’ enquanto os alunos aprendem remotamente”, diz a agência.

Ainda em abril de 2020, no início da pandemia, a fundação britânica Endowment Education fez uma meta-análise de pesquisas prévias sobre o ensino remoto, e uma das conclusões foi sobre a importância de cultivar interações entre os estudantes mesmo quando eles não estão no mesmo ambiente físico, “como forma de motivar os alunos e melhorar seus resultados”.

Inés Dussel observou a mesma coisa durante a pandemia: colaborar é importante, para alunos e professores.

“Aprendemos que precisamos dos demais: comparar estratégias, falar com outros professores e dar mais oportunidades de trabalho coletivo, mesmo que seja cada um na sua casa”, afirma.

Uma das iniciativas que chamaram sua atenção foi feita em uma turma de pré-escola na Argentina: “A professora pediu que os alunos lessem os poemas e editou um vídeo com todos juntos, transformando a leitura em uma produção coletiva”, explica.

Diários compartilhados da vida durante a pandemia também deram certo em muitas escolas.

Guia britânico sugere estimular autonomia e cooperação entre alunos, para melhorar resultados do ensino remoto - Reuters - Reuters
Guia britânico sugere estimular autonomia e cooperação entre alunos, para melhorar resultados do ensino remoto. Imagem: Reuters

Mas as iniciativas do tipo se beneficiam, em grande parte, da conexão prévia entre professores, alunos e famílias, acrescenta Dussel.

“(A pandemia) ressaltou a importância do vínculo anterior entre escolas e comunidades”, diz a pesquisadora. “Nas escolas que não tinham esse vínculo, as coisas (atividades remotas colaborativas) não funcionaram tão bem.”

6 – É momento de estimular autonomia e independência

A Ofsted também concluiu, a partir de revisões de estudos, que é possível obter melhores resultados quando se estimula a autonomia dos estudantes no ensino remoto, claro que levando em conta suas idades e circunstâncias.

“Estimular os alunos a refletir sobre seu trabalho ou avaliar estratégias que vão usar se travarem (em alguma parte da tarefa) foram destacadas como (ações) valiosas”, aponta a agência.

“Evidências mais amplas sobre metacognição e autorregulação sugerem que alunos carentes tendem a se beneficiar em particular de apoio explícito que os ajude a trabalhar de modo independente, por exemplo, criando checklists ou planejamentos diários.”

Mais do que fazer aulas expositivas, é o momento de “pedir ideias e participação dos jovens”, diz à BBC News Brasil Rebeca Otero, coordenadora de educação no Brasil da Unesco, braço da ONU para a educação e cultura. “Queremos formar cidadãos globais, capazes de qualificar o planeta.”

Um dos exemplos citados por ela é o do Imprensa Jovem, programa criado em 2005 como uma agência de notícias formada oir alunos da rede municipal de ensino em São Paulo.

Durante a pandemia, o projeto migrou para o ambiente digital, mas manteve os alunos engajados construindo conteúdo para, entre outras coisas, combater a desinformação em torno da covid-19 e ensinar jovens a identificar notícias verdadeiras ou falsas.

“Isso incentiva seu protagonismo e sua autonomia para aprender, se comunicar e saber buscar informações”, afirma Otero.

7- Para muitas crianças, o ano foi duro (e as perdas serão sentidas por toda a sociedade)

“Embora seja difícil prever exatamente como o fechamento das escolas vai afetar o desenvolvimento futuro dos estudantes, (os economistas americano e alemão) Eric Hanushek e Ludger Woessmann estimam que estudantes da educação básica impactados pelos fechamentos podem esperar uma renda 3% menor ao longo de toda sua vida para cada três meses de ensino efetivamente perdido”, diz estudo recente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre a educação na pandemia.

O estudo lembra que 1,5 bilhão de crianças em 188 países do mundo ficaram fora da escola em ao menos parte do ano passado, e o Brasil está entre os países que fecharam as escolas por mais tempo.

As possíveis perdas econômicas derivam de dificuldades concretas. Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com 9,4 mil adolescentes brasileiros, ouvidos entre junho e setembro do ano passado, apontou que 59% diziam ter falta de concentração e 47,8% afirmavam estar entendendo pouco das aulas à distância.

Em dezembro, quando o Instituto Península entrevistou 2,9 mil professores do país, 60% disseram que seus alunos remotos não estavam evoluindo no aprendizado. E 91% acreditavam que isso aumentará a desigualdade educacional entre os alunos mais pobres.

Um terceiro estudo, feito com professores de pré-escola em duas cidades pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal apontou sinais de que crianças de 4 e 5 anos estavam com mais dificuldades de expressão oral e corporal, principalmente as mais vulneráveis, que têm menos oportunidades de pintar, desenhar, recortar e ouvir histórias dentro de casa.

Pesquisas apontam exaustão de professores - Reuters - Reuters
Pesquisas apontam exaustão de professores. Imagem: Reuters

São retratos que evidenciam as dificuldades que aguardam as redes de ensino e escolas ao longo deste ano letivo.

“Todos trabalharam em condições muito adversas (em 2020), com muitas perdas”, conclui Dussel.

“Vamos precisar pensar em como agrupar os alunos e averiguar os que tiveram ensino mínimo ou nulo e decidir como enfrentar essa ruptura, com aulas ou encontros extras, com anos (letivos) de transição. (…) O poder público será fundamental para isso. Ou teremos uma situação de enorme precariedade.”

8 – A exaustão dos professores, em números

Os professores se reinventaram e, em sua maioria, aprenderam novas formas de se conectar e ensinar durante a pandemia. No entanto, a experiência tem deixado muitos deles exauridos.

“Acordo e durmo pensando nas coisas inacabadas que tenho que fazer”, disse uma professora quando questionada em pesquisa da Fundação Carlos Chagas no ano passado, à qual 80% dos docentes afirmaram que estavam gastando mais tempo planejando aulas, principalmente os que ensinam nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

Além disso, a maioria deles disse que estava conciliando isso com o aumento de suas tarefas domésticas (ou com ajudar os próprios filhos nas tarefas escolares).

Uma grande dificuldade que se apresentou nos meses finais de 2020, quando algumas redes públicas e privadas retomaram as atividades presenciais, foi dar conta do ensino híbrido. Alguns professores tiveram de dar aulas simultaneamente para alunos presenciais e remotos.

“Isso exige muito do professor, desde a conexão até a atenção dividida”, explica Inés Dussel.

O Instituto Península também questionou os professores brasileiros quanto a seu estado de ânimo em dezembro: 53% disseram estar mais cansados do que antes.

Mas, a despeito disso, 61% contaram que estão motivados para ensinar em 2021.

– Maradona, Messi e Pelé, diferenciados por Tostão.

Há 2 anos… repost:

Tostão deu uma entrevista ao jornal El País e falou sobre Messi. Segundo o Tricampeão Mundial (e certamente um dos ex-jogadores que melhor comenta futebol no país), Messi está acima de Maradona (comparou El Píbe como um “Ronaldinho Gaúcho melhorado, artisticamente falando”, mas não contestou sua generalidade). Ao mesmo tempo, cita duas diferenças entre Pelé e Messi: a força física seria uma delas, mas a principal seria a força psicológica. 

Tostão explicou: 

“Quando o jogo ficava difícil, Pelé ficava uma fera (…) Ele não era um líder em campo, mas tinha força psicológica. Quanto maior a dificuldade, mais agressivo Pelé ficava. Acho que isso é uma vantagem sobre Messi”.

E não é verdade?

Se pisassem no calo do Negão… misericórdia! Isso ainda falta a Messi.

Sobre Ronaldinho Gaúcho e Maradona citados: o brasileiro, se optasse em ter sido mais profissional, levaria o dobro de Bolas de Ouro e estaria igualmente como Messi em questão técnica a ser discutida (o que faz no auge sempre foi assombroso). Maradona, ainda, por milésimos, penso estar à frente de Messi por um fator: o poder de decidir dentro das 4 linhas. A Copa de 86, foi impressionante (embora o VAR de hoje poderia ter estragado a festa hermana).

Aliás, se o VAR existisse antes, a Copa de 62, 66, 86, 94, 02… todas elas provavelmente teriam resultados diferentes, frente a correção dos lances capitais em jogos importantes.

Resultado de imagem para Messi pelé

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito da divulgação.

– E o twitter vai limpando os robôs!

Que ótimo! O twitter andou fazendo uma “limpa” nos perfis fakes e deletou conta de robôs e outros trolls.

Perdi pouquíssimos (afinal, não tenho muitos, e quando percebo que é alguém mal intencionado, bloqueio afinal a rede social é para quem se socializa, não para anti-sociais), mas vejo que artistas e políticos perderam bastantes!

Já imaginaram quanta gente perde tempo criando nicks falsos? Pra quê, se não foi por maldade…

– O valor dos dados para as empresas.

TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO – O bem mais valioso para muitos, hoje?

São os Dados!

Compartilho em: https://www.youtube.com/watch?v=4fgtUgLd1Io

– Por quê a NASA está enviando filhotes de Lula para o espaço?

Contra a inteligência humana, nada se pode fazer. Ela surpreende cada vez mais!

Veja que curioso: a Nasa está enviando através da SpaceX para a EEI (Estação Espacial Internacional) Lulas e Tardígrados! E sabe por qual motivo?

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/ciencia/entenda-por-que-a-spacex-esta-enviando-filhotes-de-lula-ao-espaco/

ENTENDA POR QUE A SPACEX ESTÁ ENVIANDO FILHOTES DE LULA PARA O ESPAÇO

Nesta quinta-feira (3), a SpaceX lançou sua 22ª missão de reabastecimento de carga para a Estação Espacial Internacional. A espaçonave da empresa de transporte espacial do bilionário Elon Musk partiu do Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida (EUA), transportando suprimentos e itens para experimentos científicos.

A carga que partiu rumo ao espaço inclui 5 mil tardígrados – também conhecidos como ursos d’água – e 128 lulas bebês que brilham no escuro.

Estes pequenos seres são parte de duas experiências científicas que se dirigem à Estação Espacial. No laboratório orbital, os astronautas supervisionam os experimentos e contam as novidades aos cientistas na superfície terrestre.

A ideia desses projetos é compreender como a vida se comporta em microgravidade para melhorar a qualidade de vida dos astronautas – e também entender melhor a própria vida na Terra.

Os experimentos científicos

Mas onde os tardígrados e os filhotes de lula entram nessa história?

Os tardígrados são animais minúsculos conhecidos como os mais resistentes do planeta. Eles suportam temperaturas congelantes e quentíssimas, para além do ponto de ebulição da água. Eles também sobrevivem à intensa radiação e continuam vivos mesmo submetidos ao vácuo do espaço.

Os cientistas envolvidos no experimento sequenciaram o genoma do tardígrado Hypsibius exemplaris e desenvolveram métodos para medir como as condições ambientais o afetam. Ao caracterizar a biologia molecular e identificar os genes envolvidos na adaptação e sobrevivência dos bichinhos, os pesquisadores querem analisar o que está por trás de tanta resistência.

O pesquisador principal Thomas Boothby afirma em nota: “Estamos realmente entusiasmados para entender como os tardígrados sobrevivem e se reproduzem nesses ambientes [extremos] e se podemos aprender alguma coisa sobre os truques que eles usam, e então adaptá-los para proteger os astronautas”.

Já os filhotes de lula fazem parte de outro experimento, que pretende examinar os efeitos do voo espacial nas interações químicas e moleculares entre micróbios e seus hospedeiros animais. 

Humanos e outros animais dependem de microrganismos para o bom funcionamento do sistema digestivo e imunológico. “Não entendemos totalmente como o voo espacial altera essas interações benéficas”, diz Jamie Foster, pesquisador principal do experimento. Segundo ele, a lula seria capaz de resolver questões importantes para a saúde animal.

Os 128 filhotes de lula, que ficam congelados durante a ida e a volta da viagem, podem ser um modelo para estudar as relações simbióticas entre duas espécies. As lulas são da espécie Euprymna scolopes. Elas medem apenas 3 milímetros de comprimento e brilham no escuro graças a algumas bactérias que vivem em seu organismo.

O animal nasce sem essas bactérias, mas as adquire do oceano ao seu redor. As lulas enviadas ao espaço ainda são bebês, então não possuem as bactérias. A ideia dos pesquisadores é adicioná-las às lulas quando forem descongeladas na Estação Espacial. Assim, será possível observar as lulas à medida que se relacionam com as bactérias, e verificar se o voo espacial altera essa interação.

Compreendendo a interação entre micróbios e tecidos animais, os pesquisadores pretendem identificar maneiras de proteger e aprimorar essas relações no sistema intestinal e imunológico humano – tanto de astronautas quanto de quem está na Terra.

Outros experimentos

Os tardígrados e as lulas bebês são acompanhados por outras pesquisas científicas e demonstrações de tecnologia na missão de reabastecimento rumo à Estação Espacial Internacional.

Outros experimentos a bordo da espaçonave da SpaceX são um ultrassom portátil que acompanha um dispositivo de computação móvel; uma operação remota de braços robóticos e veículos espaciais que usa realidade virtual; e um estudo sobre os efeitos da microgravidade na formação de cálculos renais, algo que prejudica a saúde de astronautas em missão.

Também está rumo ao espaço um experimento sobre a produção de um algodão que seria mais resistente no cultivo em órbita. O pesquisador principal Simon Gilroy afirma: “Esperamos revelar características da formação das raízes da planta, que podem melhorar a resistência à seca ou absorção de nutrientes, ambos fatores-chave nos impactos ambientais da agricultura moderna”.

Além disso, a missão da SpaceX está levando à Estação Espacial novos painéis solares para aumentar a energia disponível para as pesquisas e outras atividades a bordo.

Imagem: David_Slater/Getty Images

– A Premier League quer a volta da dúvida nos impedimentos?

Parece irrisória a mudança, mas na prática pode mudar muito placar: a Premier League vai ENGROSSAR as linhas utilizadas para o VAR avaliar o impedimento, a fim de permitir o benefício da dúvida para os atacantes.

A questão é: a busca pela exatidão foi tão neurótica para alguns, que se deseja um pouco menos dela? Será uma decisão progressista, retrógrada ou simplesmente inovadora?

Extraído de: https://veja.abril.com.br/placar/premier-league-vai-engrossar-linhas-do-var-para-ter-margem-de-erro/

PREMIER LEAGUE VAI ENGROSSAR LINHAS DO VAR PARA TER MARGEM DE ERRO

Segundo reportagem de diário britânico The Times, ideia é aumentar o “benefício da dúvida” a favor do atacante em lances de impedimentos milimétricos

A Premier League, a primeira divisão do Campeonato Inglês, decidiu introduzir “linhas mais grossas” para os impedimentos avaliados pelo árbitro assistente de vídeo (VAR, na sigla em inglês), informou nesta quinta-feira, 10, o diário britânico The Times. A mudança foi aprovada pelas 20 equipes participantes e é esperada para a próxima temporada.

De acordo com a reportagem, esta é uma tentativa de lidar com decisões “extremamente impopulares”. As linhas mais grossas darão uma “margem de erro” maior aos impedimentos e visam devolver o “benefício da dúvida” ao atacante, ou seja, validar gols que antes constariam como impedimentos milimétricos.

Os clubes e chefes de árbitros da Premier League acreditam que a mudança terá um grande impacto no jogo, em lances em que a ponta do pé ou mesmo as axilas do jogador de ataque apareceriam em impedimento.

O sistema já é utilizado em outras competições como o Campeonato holandês e tem como desvantagem o fato de não aparecer imediatamente na transmissão de TV, mostrando todo o processo de análise, mas apenas o resultado final. A novidade divide opiniões e, apesar de ampliar a margem de erro, não acabaria com a ocorrência de lances milimétricos.

– O gol de Pedro em Brasil e Sérvia: a bola entrou ou não?

Vejo a imagem do gol reclamado pela Seleção Brasileira no amistoso contra a Sérvia, aos 39m do 2o tempo após o lance de Malcom para Pedro. Que dúvida!

Difícil afirmar que entrou ou não. Pela imagem em diagonal, tende a se imaginar que pode ter entrado. Se você colocar ela em linha paralela, a impressão é que pode não ter entrado.

Sabe o que é curioso? O VAR pode não ajudar em nada para dirimir a pendenga, já que em determinado momento o corpo do goleiro pode encobrir a bola e não será possível definir. Somente com a tecnologia da linha do gol (o “chip na bola”) pode se dizer com exatidão se foi gol ou não.

Na minha primeira visualização, fiquei em dúvida, achando que poderia ter entrado. Na segunda, imagino um pedaço da bola sobre a linha do gol, pelo ar (ela precisa ter ultrapassado a linha por inteiro para ser gol). Na terceira vez, tendo a dizer que não foi gol.

Analise:

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– A pesquisa sobre a “aprovação do VAR na Inglaterra”.

E se no Brasil existisse uma Federação de Torcedores de Futebol, e ela manifestasse à CBF suas impressões sobre o VAR no futebol brasileiro?

Foi isso o que aconteceu na Inglaterra, onde uma pesquisa concluiu que o VAR tornou os jogos menos agradáveis.

Abaixo, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/amp/esporte/2021/06/02/mais-de-40-dos-torcedores-devem-ir-a-menos-jogos-devido-ao-var-diz-pesquisa

MAIS DE 40% DOS TORCEDORES DEVEM IR A MENOS JOGOS DEVIDO AO VAR, DIZ PESQUISA

Estudo feito com 33.243 fãs ingleses mostrou que mais de 94% consideraram que o árbitro de vídeo tornou ‘menos agradável’ assistir aos jogos

Um estudo conduzido pela Federação de Torcedores de Futebol (FSA, em inglês) na Inglaterra mostrou que mais de 40% dos torcedores estão menos propensos a irem a jogos de futebol devido a preocupações com o sistema de Árbitro Assistente de Vídeo (VAR).

A pesquisa, feita com 33.243 torcedores, mostrou que mais de 94% dos entrevistados consideraram que o VAR tornou “menos agradável” assistir futebol, citando questões como o tempo necessário para confirmar as decisões.

Os fãs também disseram que o VAR arruinou a espontaneidade das comemorações dos gols. Apenas 26% apoiaram o uso de VAR, embora 97% tenham se mostrado a favor da tecnologia da linha do gol, que fornece resultados quase instantâneos.

A FSA disse que os resultados da pesquisa serão compartilhados com a Premier League, a 1ª divisão do futebol inglês.

“Esperamos que a Premier League e o corpo de árbitros ouçam a voz dos torcedores e tomem medidas urgentes para melhorar um sistema que não fornece decisões claras e compreensíveis em estádios”, disse o vice-presidente da FSA, Tom Greatrex.

Árbitro revisa marcação de pênalti com ajuda do VAR em partida entre Fulham e Leicester City pela Premier League. Foto: Visionhaus – 30.nov.2020/Getty Images

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– As maiores empresas do mundo e a geografia econômica mudando.

Há 30 anos, as 50 maiores empresas do mundo representavam 5% do PIB mundial. Hoje, representam 28%.

Neste mesmo período, das 50 maiores do mundo, 30 eram dos EUA, 15 da Europa e 5 da Ásia (Nenhuma da China). Hoje: 32 são dos EUA, 8 da China, 7 da Europa, 2 do Japão e 1 da Arábia Saudita.

Em 1990, as empresas automotivas e de petróleo eram predominantes (somente 2 de tecnologia estavam na lista). Hoje, 14 são da área tecnológica e apenas uma do Petróleo: a saudita Aramco.

(Informações de: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/samy-dana/lista-das-maiores-empresas-do-mundo-revela-mudancas-na-economia.html).

LISTA DAS MAIORES EMPRESAS DO MUNDO REVELA MUDANÇAS NA ECONOMIA

por Samy Dana

As maiores empresas do mundo estão ainda maiores, mais ligadas à tecnologiae também à China. A lista das cinquenta maiores companhias do mundo, revelada na última sexta-feira pela Bloomberg, é um exemplo disso. O ranking acompanha a cada dez anos a evolução das maiores empresas e serve como um termômetro das mudanças na economia global e também de como esse grupo de empresas vem adquirindo mais peso nos negócios. Elas adicionaram US$ 4,5 trilhões em valor de mercado no ano passado e correspondem atualmente a 28% do Produto interno bruto (PIB) global. Há trinta anos, essa participação era de apenas cinco por cento. Outro dado é a entrada na lista de empresas chinesas. Trinta anos atrás, não havia nenhuma. Hoje, são oito, com nomes já conhecidos fora do país, como o Ant Group, Ali Baba, Tencent, Baidu e outras.

Ocupam espaço que antes era das empresas europeias. Eram quinze representantes do velho continente em 1990, hoje são sete. Só a liderança não mudou e continua sendo dos Estados Unidos, que possuía 30 empresas no ranking em 1990 e hoje possui 32. E, além da mudança da geografia econômica, existe a mudança na atividade das principais empresas. Qualquer lista histórica das mais ricas sempre foi dominada pelas petroleiras. Mas hoje restou apenas uma no topo, a Aramco, estatal árabe do petróleo que vale US$ 7 trilhões e que é um caso à parte, uma vez que pertence a um reinado à moda antiga, sem uma economia livre.

Lista de empresas por países

Empresas           EUA      China     Europa

  • 1990                30             0                   15
  • 2000                30             0                   16
  • 2010                25            7                    11
  • 2020                32            8                     7

Fonte: Bloomberg

Mas, no geral, hoje, as maiores empresas do mundo são muito mais ligadas à tecnologia do que em qualquer outro momento: Amazon, Apple, Alphabet (dona do Google) e Microsoft, todas surgiram e atuam ligadas ao setor. Outra característica é que são empresas que não só lucram mais como cada vez pagam menos impostos. No começo da lista da Bloomberg, a tributação média no grupo era de 35%. Hoje, segundo a Bloomberg, fica em torno de 17%.

Empresas de tecnologia

  • 1990   – 2
  • 2000   – 3
  • 2010   – 4
  • 2020   – 14

REUTERS/Pascal Rossignol/File Photo

– Manchetes de Outrora.

Algumas manchetes de alguns anos atrás que certamente surpreendem os mais jovens: celular que envia SMS, por exemplo?

A do canto direito pode ser a mais impressionante desse caderno de informática… Veja:

– O voo em Marte é uma vitória da inteligência!

Puxa, foi na semana passada, mas eu vi somente agora esse vídeo: o passeio do drone terráqueo em terras marcianas!

É inimaginável que algo que esteja tão longe consiga ser tão preciso em sua missão, e ainda nos envie imagens de lá.

Viva a inteligência e a competência.

Assista em: https://youtu.be/p1KolyCqICI

– O pênalti da discórdia em Corinthians 2×0 Ituano. Qual foi o maior erro?

1- Raul Gustavo (SCCP) derrubou Gabriel Taliari (ITU)?

2- Jemerson tocou propositalmente a mão na bola?

3- Houve uma simulação do atleta do Ituano após tudo isso?

4- Antes disso, havia impedimento de alguém?

Edina Alves, a árbitra da partida, havia entendido que um “quase pé-alto do zagueiro corintiano” tinha atingido o atacante ituano e interpretou como lance temerário, marcando pênalti (de acordo com o áudio capitado na cabine do VAR, mostrado pela Sportv). Nada disso, nem toca o adversário para ser tiro livre direto, nem é “jogada perigosa” (como dito antigamente) para marcar tiro livre indireto dentro da área.

Nadine Bastos, comentarista da Rede Globo, entendeu ser mão de Jemerson e marcaria pênalti. Não foi isso também.

Flávio Rodrigues de Souza, o VAR, chamou a árbitra para analisar o lance que não era nenhum desses, mas uma simulação posterior. Errou também.

Depois de longos 8 minutos e o acerto na decisão final (de cancelar a marcação do pênalti), fica bem claro que: é inadmissível que a árbitra tenha “jogado para o VAR” a decisão de confirmar ou não a marcação, e que isso tenha levado mais de 5’30” até ir, ela própria, à cabine para rever o lance. E depois disso, quase 2’30” para ela decidir diante do monitor.

O VAR não é um subterfúgio para tirar a responsabilidade do árbitro. Nem uma ferramenta para se reapitar o jogo. Tampouco, enfim, um instrumento para transferir o poder de decisão do árbitro para o VAR. O árbitro é a autoridade máxima da partida, e ao invés de esperar mais de 5 minutos para ir à cabine, ele deve resolver logo e tomar a decisão. É questão de inteligência, de não perder a dinâmica do jogo e nem estragar o entretenimento.

Tudo isso fez o jogo começar num dia e terminar no outro: sem prorrogação ou disputa de pênaltis. Um jogo simples, comum, só isso…

O lance em: https://globoesporte.globo.com/futebol/video/var-revisa-lance-de-penalti-durante-oito-minutos-no-2o-tempo-de-corinthians-x-ituano-9446325.ghtml

Em tempo: não se credite o ocorrido ontem ao fato de ser uma árbitra. Infelizmente, machistas de plantão podem confundir as coisas…

– Algum bug no Facebook ou Instagram?

Percebo que o Instagram e o Facebook travaram nesta 5a à tarde. Muitos com o mesmo problema?

Não se consegue ir à página inicial, tampouco postar qualquer coisa.

Curiosidade: uma coisa tão bobinha como essa, nos deixa tão preocupados? Cuidado com a dependência…

– A dura missão na escolha de VAR e AVAR

Ser árbitro de vídeo e bandeira de vídeo são duas funções novas e difíceis no futebol. Digo isso pois o “jogo jogado em campo” tem suor, emoção e vibração. Lá dentro você está no mesmo calor (ou sintonia) dos atletas. Permite-se do gramado ter a melhor leitura do jogo.

Da cabine do VAR, com ar-condicionado e muitas telas, você pode ter a maior frieza e racionalidade para tomar uma decisão; embora, sejamos justos, difere do árbitro que em tese está mais próximo do lance e no clima da partida.

Mas sabe qual o grande problema das Comissões de Arbitragem? A ESCOLHA (não é sorteio) de quem irá para o vídeo!

Como é difícil escalar um VAR!

  • Se ele for menos experiente de quem apita, o árbitro desconfiará das suas informações e sugestões.
  • Se for muito experiente, o árbitro obedecerá cegamente.
  • Teriam eles que ter igualmente a mesma competência? E como achar colegas de naipe parecido? Ou ainda: aceitar uma correção de quem teoricamente é do seu mesmo nível e acatá-la sem vaidade?

Eu vivi algo parecido na função de quarto-árbitro em um jogo da série A1: foi em São Caetano do Sul, quando a maca entrou para retirar um jogador supostamente lesionado (estava dando pinta que era simulação só para fazer cera) e, ao sair pela linha lateral, o atleta saltou da maca pedindo para retornar ao campo, dispensando qualquer atendimento médico. O árbitro central (ele estava apenas a uma posição acima do que eu estava no ranking – que sempre foi fajuto) não percebeu. Avisei-o pelo rádio e… a resposta foi: “Se você acha que apita mais do que eu, toma o apito”.

Resolvemos depois a questão no vestiário de uma forma um pouco conturbada, mas fica a dica: existe o componente humano terrível chamado VAIDADE, ou, se preferir, a falta de HUMILDADE no trabalho em equipe.

Ainda vai demorar para se achar o bom termo de escalas para o VAR. Afinal, toda a vaidade é burra (inclusive a daqueles que gerenciam a carreira dos árbitros).

Imagem relacionada

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– WhatsApp 2, Novo WhatsApp e WhatsAppverso.

Como o mundo digital é criativo!

Meses atrás, alguém inventou a história de que o WhatsApp seria relançado. Houve de tudo: novos nomes, novos conteúdos e até novas cores do aplicativo.

Tudo fake news.

Mas não é que o boato voltou? Criou-se até um “WhatsAppVerso” (aos moldes do Aranhaverso, Multiverso e similares do cinema) e muita gente acreditou!

Ô mundo virtual traíra…

 

– Escola boa depende de bons professores e estruturação!

A alegria da minha filha em fazer dever de maneira interativa com a escola: ver o sorriso na atividade do jogo da memória é algo prazeroso!

Gostaria de registrar: a professora fica on-line, conversando via celular, e a escola é Municipal (Maria das Graças Palombello, Bragança Paulista / SP). No mesmo horário de aula, ela fica 100% a disposição, enviando os conteúdos e nós os realizando.

É só dar condições aos professores, que eles mostram sua competência e superação! Aliás: palmas para a Prô Carol!

Em tempo: obviamente, há o sacrifício da disponibilidade e paciência dos pais (não é fácil arranjar esse tempo conciliando com o trabalho), além da estrutura tecnológica (internet de bom sinal, ambiente adequado e outras coisas).

Apesar de tudo isso… precisamos que as coisas voltem ao normal logo, não? Afinal, nada disso substitui o relacionamento presencial e a interação com os amiguinhos da mesma idade.

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– Definindo a Geração Z

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

Resultado de imagem para Geração Z

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Uso Desmedido da Tecnologia nos Ambientes Corporativos

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para créditos na postagem.

– Multas para pedestres que usam telefone celular enquanto caminham!

Ôpa: multa para quem atravessar a rua com celular?

Calma, é lá na Califórnia… e foi uma ideia de anos atrás.

Mas e se fosse aqui no Brasil?

Extraído de: https://t.co/uP22jhYZJA

CIDADE NA CALIFÓRNIA VAI MULTAR QUEM ATRAVESSAR RUA TECLANDO OU FALANDO AO CELULAR

Multa, que começa a ser cobrada em agosto, pode chegar a R$ 1.622.

Uma cidade da Califórnia, nos EUA, proibiu os cidadãos de teclarem enquanto atravessam a rua.

A cidade de Montclair informou que a proibição está valendo desde 3 de janeiro.

Também fica proibido falar ao celular ou usar fones de ouvido durante a travessia.

O administrador Edward Starr disse que copiou a lei de uma semelhante aprovada ano passado em Honolulu, Havaí.

Por enquanto, quem desobedecer a lei levará apenas uma advertência, mas a partir de agosto haverá multas: US$ 100 (R$ 324) para a primeira vez, US$ 200 (R$ 649) para a segunda dentro de 12 meses e US$ 500 (R$ 1.622) para as demais.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Simpatia ou Amolação das Empresas nas Redes Sociais? O diálogo com o cliente!

Como uma empresa pode se tornar transparente para o consumidor? Através do diálogo aberto com os seus clientes, as empresas conseguem ganhar a simpatia e a atenção daqueles que, afinal de contas, os sustentam!

John Elkington, um dos gurus da Administração de Empresas, certa vez escreveu sobre a importância dessas ações. Para ele, uma das formas das organizações entrarem em contato com as pessoas é através de redes sociais, como Twitter e Facebook.

Nós temos observados um sem número de empresas que assim procedem. Mas o que lhe parece o fato das mesmas usarem essas mesmas mídias para enviar propaganda de produtos? O contato vira Spam, aborrece e insatisfaz o cliente.

Uma das formas mais eficazes, incontestavelmente, ainda é o boca-a-boca. Independe do tamanho da empresa! A repercussão de um bom produto ou serviço acaba sendo um dos maiores índices de influência na decisão de compra. E esse tipo de mídia social, não virtual mas pessoal, pode ser visto em qualquer canto. Vá ao Centro de Jundiaí e use dos serviços de alguma loja local. Se for bem atendido, você fala aos seus amigos. Se for mal atendido, a cidade inteira saberá!

E você, o que pensa sobre os contatos das empresas: isso traz simpatia ou amolação?

Abaixo o artigo citado, extraído de ELKINGTON, John. A Voz das Empresas. Revista Época Negócios, pg 66., maio/2010:

A VOZ DAS EMPRESAS

O que se requer delas é que dialoguem nas mídias sociais de maneira franca e honesta, em vez de se buscar publicidade.

“Abrir-se é bom; fechar-se é ruim.” Ninguém esperava ouvir isso de um ex-executivo do alto escalão da Shell, mas quando Björn Edlund tomou a palavra durante o congresso “Só Meios”, sobre mídia social, sua franqueza foi brutal. Ele disse que “as grandes empresas têm a obsessão do controle, e não do diálogo”, mas acrescentou que o pensamento corporativo está começando a mudar.

Decorrida uma década de aventuras no mundo hipersaturado e prestes a entrar em colapso da Nova Economia, voltamos ao clima tenso em meados de 2009, com a realização de pesquisas sobre as implicações da nova onda de redes sociais para a transparência e a prestação de contas das empresas, bem como suas possíveis aplicações, tendo sempre a equação da confiança em mente.

Embora a presença das empresas na mídia social ainda esteja no início, são grandes as oportunidades de maior transparência, envolvimento e colaboração. O que se requer delas é que participem desse diálogo, talvez difícil, de maneira honesta e franca, em vez de usar esse canal para fazer publicidade. Na verdade, o conceito mais difícil de entender para muitas empresas é o de que é preciso assimilar uma certa perda de controle, e que deixar o diálogo fluir sem interrupções, filtros e de uma maneira que encontre seu próprio equilíbrio resultará no feedback indispensável tanto de partidários quanto de críticos.

Tome-se como exemplo a Timberland e sua plataforma Vozes do Desafio, que se abriu à discussão e às dificuldades próprias das questões fundamentais de sustentabilidade, que vão desde normas aplicáveis à mão de obra da cadeia de suprimentos até a política de mudança climática.

Mesmo as empresas mais sofisticadas passam, às vezes, por momentos difíceis quando têm de lidar com a mídia social. Quem acompanha a página da Nestlé no Facebook viu, em março, o que pode acontecer quando a empresa tenta controlar a conversa. Em resposta à exigência do moderador de que os participantes parassem de modificar os logos da empresa, um deles tentou, com muito empenho, educar a Nestlé em relação aos benefícios da mídia social. “Participar da mídia social significa abraçar o seu mercado, participar dele e cultivar o diálogo, em vez de passar sermões.” Infelizmente, o moderador não compartilhava desse ponto de vista e deu a seguinte resposta: “Obrigado pela lição de boas maneiras. Considere-se abraçado. Contudo, esta página é nossa, somos nós que criamos as regras, sempre foi assim”. Seguiu-se uma avalanche de comentários que foi acompanhada de um pedido de desculpas da empresa.

Nos dois casos, as empresas fizeram contato – a página do Facebook da Nestlé tem, por incrível que pareça, mais de 90 mil fãs ativos. O impacto de ambas também foi grande, em razão da natureza viral dos blogs e tweets. Ao final, porém, foram o tom e o estilo que deixaram a Nestlé do lado errado da equação e a Timberland, do lado certo.

– O árbitro de vídeo virou árbitro de áudio no Paulistão?

A ideia da FPF era perfeita para o Paulistão: uma central unificada para a equipe do VAR ter conforto e melhor desempenho, dentro da sua sede – evitando improvisos em estádios.

Porém, segundo a entidade, por problemas com a empresa que fornece os equipamentos, o VAR será nos estádios por duas rodadas. E já tivemos confusão.

No sábado à tarde, torci demais para o desempenho do jovem árbitro Matheus Candançan, pois o elogiei bastante nas partidas que comentei dele na 4a divisão e fiquei impressionado por ter sido lançado na A1 (São Bento x Mirassol). Entretanto, sofreu (além da natural pressão de uma estreia) pela falta de imagens do equipamento de vídeo. Foi tudo por áudio… O VAR falhou e não o ajudou.

Vide sobre esse jogo citado, em: https://globoesporte.globo.com/sp/tem-esporte/futebol/campeonato-paulista/noticia/arbitro-de-audio-sem-sinal-var-passa-informacoes-por-radio-em-jogo-do-paulistao.ghtml

No domingo à noite, São Paulo x Botafogo jogaram e o VAR Raphael Claus não conseguiu confirmar ou não o impedimento do gol do time de Ribeirão Preto, pois as câmeras não permitiram tal decisão. Prevaleceu a decisão de campo em confirmá-lo. Mas… o equipamento de última geração não deveria evitar as polêmicas e dúvidas?

Sobre esse jogo, aqui: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/noticias-spfc-sao-paulo-var-botafogo-sp.ghtml

Enfim: VAR descalibrado, câmeras insuficientes e pontos cegos. É um VAR tipicamente brasileiro… Ou você vê essas coisas com frequência nos diversos campeonatos mundo afora?

VAR Sucks - Meme by moonraker :) Memedroid

– O pênalti reclamado pelo Internacional contra o Corinthians, o medo de Virada de Mesa carioca e o curioso desempenho do São Paulo contra o Flamengo: as “ilógicas” do futebol…

Acabou o Brasileirão, com polêmicas, “para variar”. Vamos lá:

1. Wilton Pereira Sampaio, que é árbitro da FIFA, precisou usar o VAR para desmarcar um pênalti em lance de mão que bate involuntariamente no braço de apoio do defensor que dá um carrinho. Como é que você, sendo da FIFA, vai entender absurdamente como um movimento antinatural da mão na bola? É casualidade! Provavelmente, isso é resquício daquela gafe da orientação da CBF em 2015, onde ela insistiu em que “quase tudo era mão infracional”.

Na oportunidade, Jorge Larrionda fez uma lambança como instrutor e Sérgio Correa da Silva avalizou. Repare que alguns vídeos de orientação da CBF até saíram do ar (é da página da CBF TV, compartilho em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/10/16/penaltis-de-movimento-antinatural-entenda-a-diferenca-do-que-a-fifa-quer-e-o-que-a-cbf-inventou/).

Respeitosamente, foi falha grotesca do juiz, corrigido pelo VAR. O Internacional não pode acusar de erro a favor do Corinthians neste caso. Se vimos lances assim marcados como pênalti em outros jogos, lembremo-nos: nossa arbitragem é fraca atualmente e mal orientada, cometendo tais equívocos.

2. O Vasco recebeu os áudios do gol em que o Internacional fez e que estava com o VAR descalibrado (outra “jabuticaba brasileira”) e promete ir à Justiça para anular o jogo. O medo é: com dois cariocas rebaixados (Botafogo e Vasco da Gama), com a desculpa de que os prejuízos da pandemia fizeram o ano ser anormal (e foi anormal mesmo, mas para todos), tentar-se uma virada de mesa e cancelar o rebaixamento da edição 2020 do Campeonato Brasileiro.

3. Eu duvidava que o São Paulo vencesse o Flamengo pelo rendimento em campo, e não esperava que o Internacional não conseguisse superar o Corinthians, pelo fato do Timão estar se reconstruindo da péssima temporada. Errei, mas é essa a graça do futebol. E pense: o Tricolor do Morumbi perdeu do último colocado na segunda-feira, e na quinta-feira vence o campeão? Que lógica é essa?

4. A melhor árbitra do Brasil, Edna Alves, que ficou de fora dos jogos importantes na reta final do Brasileirão, está escalada como VAR em Guarani x Ituano pelo Paulistão. Que “motivante”…

Seria “prêmio” por ter se destacado no Mundial de Clubes da FIFA? Ciúme de homem por machismo, ciúme de mulher por vaidade, ciúme por competência… que não atrapalhem a carreira dela.

– Trainees via… Orkut?

Calma! É apenas um repost para mostrar como o mundo se recicla e muda seus hábitos num período muito curto de tempo. Há apenas 10 anos, ganhava destaque o papel das Redes Sociais para a contratação de pessoas. E, o detalhe que chamava a atenção: o uso do Orkut, que nem existe mais! Compartilho: 

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.    

 Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

Resultado de imagem para entrevista de emprego

– Vai devolver 500 mil? A Polêmica expulsão de Rodinei em Flamengo x Internacional.

Diferentemente da opinião de Paulo César de Oliveira, comentarista da Rede Globo, eu interpreto com Cartão Vermelho a entrada de Rodinei em Filipe Luís (PC sugeriu amarelo, sugerindo a questão do “calcanhar estar no chão”).

Ora, o que se deve avaliar ali não é o comportamento do atleta do Flamengo, mas o do Internacional. Ali, foi disputar a bola e perdeu o tempo. Correu o risco de atingir somente o adversário e acabou acontecendo isso: um pisão no pé que acaba ajudando na torsão. Lembrando: colocar a integridade física do oponente em risco não carece de violência.

Reitero: Cartão Vermelho bem aplicado com a ajuda do VAR. Se estivesse melhor colocado naquele momento, o árbitro Raphael Claus o expulsaria sem ajuda do monitor.

Em tempo: vai devolver R$ 500 mil ao “benfeitor” Elusmar Blaggi, que deu 1 milhão para se pagar a multa?

Sobre isso, falamos em: https://professorrafaelporcari.com/2021/02/21/112938/

Pode ser uma imagem de praticando um esporte e ao ar livre

– O Vasco conseguirá anular o jogo contra o Internacional? Explicando a impossibilidade:

O Vasco da Gama conseguirá anular o jogo contra o Internacional, por conta do não uso do VAR “descalibrado”?

Provavelmente, não. Está prevista tal situação no protocolo VAR.

Entenda: o Erro de Fato não permite anulação do jogo (interpretar com equívoco um impedimento ou não, por exemplo). O Erro de Direito, que permitiria anular uma partida, é quando você descumpre a Regra por desconhecimento ou não prática dela (não é o caso, pois a arbitragem conhecia a Regra e os procedimentos, mas não conseguiram fazer uso do mecanismo por um fator extraordinário).

O que ocorreu ontem foi impossibilidade tecnológica do uso do VAR (claro que não deveria ter acontecido) e que está presente no protocolo do árbitro de vídeo: o não uso do VAR por um defeito não permite anulação do jogo, pois deve prevalecer a decisão do árbitro em campo.

O que me preocupa realmente é: nos tempos de Eurico Miranda e Ricardo Teixeira, tal situação não só anularia a partida como cancelaria o rebaixamento do campeonato!

Cá entre nós: você não tem medo de que, dependendo de quem ficar na zona de rebaixamento, exista um conluio para um Brasileirão sem rebaixados com a desculpa de que a “pandemia” provocou essa atipicidade?

Sobre os problemas do VAR, falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-tl4

– A criatividade e inovação proporcionadas pela Internet.

Gostei dessa imagem que retrata alguns gigantes empreendedores e sua relação com a Internet.

Impossível desprezar essas características tão marcantes dessas empresas:

– Do tempo de AM / FM / OC à WEB

Com 45 dias de mudança domiciliar, ainda estou desempacotando caixas. Não é fácil ter a vida inteira num lugar e transferir tudo para outro… E com a falta de tempo, os pacotes, aos poucos, vão se ajeitando bem “tranquilamente”.

Eis que achei entre tantas pendências o meu rádio de Ondas Curtas! E quanto escutá-lo antes do advento da Web… Esse Toshiba da foto abaixo é muito bom, lembra os Motorádios antigos!

A verdade é: se não fossem os Apps dos Smartphones, esse “radião” teria vindo no colo durante a viagem. Mas não o esqueço: se acabar a energia elétrica ou a Internet, ele está à disposição!

– 3 pontos de vista sobre o VAR do Allianz Arena:

Ainda sobre as polêmicas do jogo Palmeiras x River Plate, para apreciação dos amigos leitores, compartilho uma entrevista que dei ao Lance! / Nosso Palestra, juntamente com os ex-árbitros FIFA Alfredo dos Santos Loebeling e Renato Marsiglia, sobre a atuação do VAR.

Disponível em: https://www.lance.com.br/palmeiras/arbitros-analisam-var-river-plate-uma-aula.html

EX-ÁRBITROS ANALISAM VAR DE PALMEIRAS X RIVER PLATE

Apesar de todas as dificuldades, o Palmeiras conseguiu se classificar para a final da Copa Libertadores da América pela primeira vez em mais de 20 anos. A partida decisiva da semifinal, que terminou em 2 a 0 para o River Plate, no entanto, ficou marcada por erros palestrinos e atuações decisivas do VAR. Para entender se as marcações no decorrer do jogo foram corretas, o NOSSO PALESTRA/LANCE! conversou com ex-árbitros que elogiaram a utilização da tecnologia.

O primeiro nome contactado pela reportagem foi Alfredo Loebeling, que fez parte do quadro da Fifa entre 2001 e 2002 e elogiou a participação do VAR na partida.

– O VAR veio pra isso. O torcedor tem que entender que o VAR um dia vai salvar a arbitragem prejudicando o seu time de coração, e noutro dia vai salvar ajudando o seu time, como foi ontem. O que nós tivemos ontem foi a correção de equívocos da arbitragem em lances muito difíceis. No segundo pênalti, o cara tava nitidamente impedido. O que não pode acontecer é as pessoas falarem que o VAR ficou procurando uma imagem para salvar o Palmeiras, isso é papo de boteco. Ele tem uma série de imagens, que vão dizer se o árbitro acertou, ou se precisa de correção. Não é o VAR que anula o gol, o pênalti. Ele informa o árbitro e sugere uma revisão – declarou Loebeling, que completou:

– A decisão final é do árbitro de campo. No lance do gol, tinha um jogador impedido. A bola tocou no jogador do Palmeiras, mas pra tirar o impedimento o toque tem que ser de forma deliberada, o que não foi o caso. Foi bem anulado. A expulsão foi, na minha visão, exagerada, porque o árbitro não vinha com esse critério o jogo inteiro. Eu não teria expulsado, acho que o árbitro mudou o critério dele. No primeiro pênalti anulado, o toque existe, mas foi provocado pelo jogador do River. A discussão é que o jogador do River provoca o toque, aí o árbitro não pode marcar. O árbitro acertou nas decisões graças ao VAR. Eram situações que não tem como você olhar sem as câmeras, é muito difícil.

Outro que falou com o NP/L! foi Rafael Porcari, que é ex-árbitro, consultor de arbitragem, comentarista na Rádio Difusora, tem o blog ‘Pergunte ao Árbitro’ e, também, exaltou a atuação do árbitro de vídeo, descrevendo-o como algo necessário para o futebol.

– Ontem foi a prova de que o VAR é uma ferramenta necessária para o futebol, que legitima placares e precisa de pessoas competentes usando. Nos três lances, o árbitro de vídeo foi muito bem nas intervenções. A única falha foi a demora, mas as intervenções foram corretas. O lance do gol anulado foi sensacional, é um lance didático. Foi a mesma coisa que aconteceu no gol do Scarpa na partida de ida, que gerou uma polêmica sobre o desvio tirar ou não o impedimento. No lance teve o desvio, mas não é o tipo que tira o impedimento – disse Rafael, que prosseguiu:

– O último pênalti estava impedido, não tem dúvida, mas, mesmo assim, foi um choque de jogo. A expulsão foi correta, é lance pra cartão amarelo. Tendo amarelo, tem que dar o segundo. O que eu acho mais interessante é a questão do desvio tirar ou não o impedimento. Alguns tipos de desvios, de fato, tiram o impedimento, mas só os que têm um toque deliberado. Se você tem um jogador impedido, o atacante vai lançar a bola pra ele e você quer interceptar a bola, você manifesta a vontade de disputar e não deixar o cara receber a bola, você tirou o impedimento, porque você se jogou pro lance. Agora, você estar posicionado e o seu corpo serve como tabela, não tira o impedimento. Você tem que ter a intenção clara e manifesta de interceptar a bola. Bater por bater não tira o impedimento.

Além destes, o ex-árbitro e ex-comentarista Renato Marsiglia afirmou ter se rendido à tecnologia, deixando evidente que esta fez justiça no confronto da última terça-feira (12).

– Eu diria que o VAR ontem influenciou no resultado da partida de maneira justa. São lances que, num primeiro momento, eu não vi irregularidade. O VAR trouxe justiça e salvou a arbitragem, mesmo sendo lances que seriam muito discutidos depois do jogo. Não tenho dúvidas de que o torcedor do River Plate está indignado, assim como se fosse o contrário o do Palmeiras ficaria – afirmou Marsiglia, que seguiu:

– Eu acabei me rendendo à tecnologia. Com a quantidade de recursos eletrônicos que existem, nada mais natural que estes sejam colocados à disposição da arbitragem pra diminuir os erros gritantes. O árbitro de vídeo acertou. No último lance, tenho certeza que o árbitro de vídeo chamou o de campo para analisar uma possível penalidade máxima e, no tempo que ele foi lá, eles pegaram o impedimento, que matou a possibilidade do pênalti. E o impedimento existiu, assim como no primeiro lance, que teve como consequência o que seria o terceiro gol do River Plate. As decisões foram corretas. Não vou dizer que o Palmeiras foi favorecido. A regra foi aplicada corretamente. O árbitro iria errar se não fosse o VAR. Sobre o primeiro pênalti, na hora eu achei que tinha sido. Vendo por outros ângulos, porém, fica claro que o jogador do River Plate abre a perna, dobra o joelho e provoca o tropeço pra cair. Foi mais um lance capital em que o árbitro de vídeo interferiu de forma positiva para trazer justiça ao resultado da partida.

Por fim, o NP/L! conversou também com outro ex-árbitro FIFA, que pediu para não ser identificado e descreveu a partida do Verdão como uma “aula de VAR”, afirmando que ele “acertou em todas as decisões”.

O uruguaio Esteban Ostojich tomou decisões cruciais pra definição do resultado (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

– 14 anos da criação do iPhone!

Há 14 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O difícil posicionamento da arbitragem em Red Bull Bragantino x São Paulo e a rótula da discórdia.

Em Bragança Paulista, vale observar três coisas importantes:

1. Time de Fernando Diniz é dificílimo de se posicionar, sendo árbitro. Você faz todo o “ritual” de saída de bola – se posiciona de frente para o goleiro, numa diagonal futura próximo ao círculo central, mas diferente do habitual (de correr para o campo contrário), corre de volta ao campo de defesa pois o time vai sair jogando com os pés. Repare no 1o e no 4o gol sofridos pelo São Paulo, como Luiz Flávio de Oliveira tem que correr no sacrifício.

2. O gol anulado de Brenner: em 158 anos de futebol, nunca se imaginou que detalhes como a “rótula do joelho” em linha (no formato 3D na resolução do software) seria comparado com a parte final da camisa do defensor (pois a regra mudou e o “ombro foi estendido” no conceito da FIFA, mudando o conceito de mão). Pela imagem da TV, foram centímetros (ou menos do que isso) que mostraram (se é que a imagem foi travada pelo VAR no momento certo) de que um pedaço dobrado da perna colocou o joelho à frente do começo do antebraço do adversário (que é a primeira parte “jogável”). Incrível!

3. Inacreditável também foi Tchê-Tchê, que agrediu seu adversário sem bola imaginando “que ninguém enxergasse”, mesmo com tanta tecnologia em campo. Ali, prejudicou seu time por infantilidade absurda.

IMPORTANTE: Talvez estejamos em um momento de se rediscutir o conceito “do que determina o impedimento”, para que não se mude o prazer do jogo.