– Insônia, 1: Twitter e seguidores.

Durante minha falta de sono, lembrei-me: de onde veio esse boom de acréscimos de seguidores do Twitter de algumas contas ditas de conservadores e / ou direita?

Como eu procuro ser “o sensato”, “desrotulado”, não ganhei nem perdi nada. Bom ou mal sinal?

– Byte: a bebida da Coca-Cola no Metaverso!

Esse tal de Metaverso… eu tenho “medo”! Já falamos dele algumas vezes, e a novidade é: a Coca-Cola lançou uma bebida nesse ambiente.

Veja que curioso, extraído de:

Extraído de: https://forbes.com.br/forbes-tech/2022/04/como-a-coca-cola-criou-a-primeira-bebida-do-metaverso-no-fortnite/

COMO A COCA-COLA CRIOU A PRIMEIRA BEBIDA DO METAVERSO?

por Luís Gustavo Pacete

Por meio da plataforma Creations, a marca lançou o refrigerante Byte dentro do Fortnite, um dos maiores jogos da atualidade.

A Coca-Cola protagonizou um feito inédito em sua história na semana passada ao lançar uma bebida no metaverso. A Byte é um refrigerante de edição limitada que foi criado dentro do jogo Fortnite. O projeto nasceu da Creations, plataforma lançada pela empresa em fevereiro para testar novos projetos, sobretudo digitais. A primeira estreia desde o surgimento do Creations foi o lançamento, em fevereiro, do sabor Starlight. O novo produto terá edição limitada disponível no México, Brasil, Argentina, Paraguai, Colômbia, Chile, Estados Unidos e China.

Uma amostra da Byte já havia aparecido em uma ilha criada no Fortnite. “Assim como os pixels ativam a conexão digital, a Byte permite às pessoas se unirem para compartilhar momentos e essa é a premissa de Coca-Cola, independentemente se dentro de um game ou não”, disse Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company, ao anunciar o produto.

A marca também lançou uma coleção inédita de produtos licenciados da Coca-Cola Jeans e Coca-Cola Shoes. “Este novo sabor da Coca-Cola Creations é um aceno aos gamers. Estamos muito orgulhosos por ter ajudado a criar algo especial que une as nossas comunidades em torno do seu lançamento”, disse Lachlan Power, jogador profissional e fundador da organização PWR, dedicada aos universos gamer e de comportamento. “Foi muito empolgante para a PWR poder colaborar para a criação de uma experiência que promove o trabalho em equipe.”

Fomento ao ecossistema gamer

Além da ilha criada no Fortnite, a Coca-Cola também lançou um jogo de realidade aumentada (AR) que pode ser acessado digitalizando uma lata do produto. Para a América Latina, a marca fez parceria com a Women in Gamex, uma comunidade que busca fomentar, promover, tornar visível e aumentar a consciência sobre o papel da mulher na indústria de videogames na América Latina. “A comunidade Women in Gamex é um ponto de encontro para mulheres criadoras e entusiastas de videogames, onde elas podem levantar sua voz, compartilhar suas experiências, construir redes de confiança e apoio. Para uma melhor representação e visibilidade das mulheres, precisamos da inclusão e participação ativa das mulheres na indústria dos videogames”, disse Diana Rodríguez Aparicio, membro e fundadora da organização.

Além da bebida no game, a Coca-Cola também lançou uma linha de produtos licenciados

– Se até o WhatsApp da dona Luiza Trajano é clonado…

Nós, simples mortais, vemos frequentemente os golpes de clonagem de Redes Sociais em nossos telefones. Mas quando se vê gente importante…

Não é que até a Luiza Trajano, do Magazine Luiza, foi vítima?

Será que o texto do golpista foi o mesmo que costumamos ver: “pai, tô escrevendo de um telefone de uma amiga. Preciso blábláblá…”

Abaixo, extraído de: https://veja.abril.com.br/economia/nem-a-bilionaria-luiza-trajano-escapou-do-golpe-do-whatsapp/

NEM A BILIONÁRIA LUIZA TRAJANO ESCAPOU DO GOLPE DO WHATSAPP

Por Victor Irajá

Nem a bilionária Luiza Trajano escapou do já nãp tão novo golpe do WhatsApp. Nesta terça-feira 12, a fundadora do Magazine Luiza publicou nas redes sociais a seguinte mensagem: “Pegaram uma foto minha e estão se passando por mim no WhatsApp, pedindo dinheiro. Por favor, não mandem e não cliquem em nada. É fraude”, escreveu. Seria cômico se não fosse trágico. Um dos seguidores de Luiza fez troça nos comentários da publicação: “Imagine alguém recebendo um zap de Luiza Trajano falando: ‘Oi, to sem limite e sem dinheiro aqui, pode me emprestar
200 reais pra pagar um boleto? dia 15 eu te devolvo’”, brincou. 

Aos 70 anos, a empresária segue na lista das mulheres mais ricas do país, com 1,4 bilhão de dólares. Ela é a quinta brasileira entre as mulheres com grandes fortunas no Brasil. A tradicional lista da revista Forbes mostrou que há 62 brasileiros no rol de pessoas mais ricas do mundo. Desse total, apenas oito dessas pessoas são mulheres. Cofundadoras ou herdeiras de negócios que vão do varejo ao agronegócio, as oito brasileiras, juntas, somam uma fortuna de 19,1 bilhões de dólares — ou 90,5 bilhões de reais.

CORAGEM - Luiza Trajano, do Magalu: a mulher mais rica do país lançou programa de trainees apenas para candidatos negros -

Foto: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo

– Sobre Elon Musk e o Twitter.

Quem tem dinheiro, muitas vezes, tem poder. E o bilionário empreendedor Elon Musk mostrou isso!

Na semana retrasada ele criticou o Twitter por censurar conteúdos considerados “impróprios” através de critérios não tão claros, e ameaçou criar uma nova Rede Social, realmente “sem censura”.

Mas na semana passada…

Ele comprou 9% das ações do Twitter, passou a ser o acionista majorotário e prometeu “redemocratizar” a ferramenta.

Com quem pode, não se brinca.

Musk gastou US$ 2,6 bi em compras diárias de ações do Twitter desde  janeiro, atraindo investidores - Folha PE

Foto: Brendan Smialowiski / AFP

– Um drone terráqueo em terras marcianas.

Puxa, foi há algum tempo, mas eu não me canso de ver esse vídeo: o passeio do drone terráqueo em terras marcianas!

É inimaginável que algo que esteja tão longe consiga ser tão preciso em sua missão, e ainda nos envie imagens de lá.

Viva a inteligência e a competência.

Assista em: https://youtu.be/p1KolyCqICI

– Vídeo Cassete e os Consórcios de outrora!

Parece que foi ontem. Relembrando quando meu pai foi sorteado no “consórcio de vídeo-cassete” e a alegria de saber que seríamos agraciados com um aparelho que nos permitira rever os filmes que passavam na TV!

Tempos malucos, não?

Hoje, o streaming mudou tudo. Mas é hilário relembrar o quão era diferente tudo isso. E não foi há muito tempo…

A tecnologia muda tudo rapidamente demais. Veja que legal a imagem abaixo, que traz uma memória da febre e obsessão que foi ter um aparelho como esse:

– O áudio do VAR de São Paulo 3×1 Palmeiras nos questiona: está valendo a pena gastar tanto com essa ferramenta, pelos erros por ela promovidos?

Ao ouvir os áudios do VAR do Choque-Rei, fiquei envergonhado! Como a arbitragem paulista, que tanto me orgulhava, regrediu.

Duas observações:

1- Como é que o VAR e o árbitro conseguem falar em “ampliar espaço” e movimento antinatural, brigando com a imagem?

2- Como o árbitro mudou de opinião tão rápido? Ele nem contestou sua correta decisão de campo e aceitou a sugestão do VAR!

Lamentavelmente, o VAR virou a autoridade máxima no Brasil, um “caça-erros” com o propósito diferente do resto do mundo. E pior: ele PROMOVE erros!

Está valendo a pena usar o VAR no Brasil? Para atrapalhar o jogo mais do que ajudá-lo, não vale. E custa caro.

No site do GloboEsporte.com, está disponibilizado em: https://ge.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/noticia/2022/03/31/noticias-palmeiras-spfc-sao-paulo-var-penalti.ghtml

– A dura missão na escolha de VAR e AVAR.

Ser árbitro de vídeo e bandeira de vídeo são duas funções novas e difíceis no futebol. Digo isso pois o “jogo jogado em campo” tem suor, emoção e vibração. Lá dentro você está no mesmo calor (ou sintonia) dos atletas. Permite-se do gramado ter a melhor leitura do jogo.

Da cabine do VAR, com ar-condicionado e muitas telas, você pode ter a maior frieza e racionalidade para tomar uma decisão; embora, sejamos justos, difere do árbitro que em tese está mais próximo do lance e no clima da partida.

Mas sabe qual o grande problema das Comissões de Arbitragem? A ESCOLHA (não é sorteio) de quem irá para o vídeo!

Como é difícil escalar um VAR!

  • Se ele for menos experiente de quem apita, o árbitro desconfiará das suas informações e sugestões.
  • Se for muito experiente, o árbitro obedecerá cegamente.
  • Teriam eles que ter igualmente a mesma competência? E como achar colegas de naipe parecido? Ou ainda: aceitar uma correção de quem teoricamente é do seu mesmo nível e acatá-la sem vaidade?

Eu vivi algo parecido na função de quarto-árbitro em um jogo da série A1: foi em São Caetano do Sul, quando a maca entrou para retirar um jogador supostamente lesionado (estava dando pinta que era simulação só para fazer cera) e, ao sair pela linha lateral, o atleta saltou da maca pedindo para retornar ao campo, dispensando qualquer atendimento médico. O árbitro central (ele estava apenas a uma posição acima do que eu estava no ranking – que sempre foi fajuto) não percebeu. Avisei-o pelo rádio e… a resposta foi: “Se você acha que apita mais do que eu, toma o apito”.

Resolvemos depois a questão no vestiário de uma forma um pouco conturbada, mas fica a dica: existe o componente humano terrível chamado VAIDADE, ou, se preferir, a falta de HUMILDADE no trabalho em equipe.

Ainda vai demorar para se achar o bom termo de escalas para o VAR. Afinal, toda a vaidade é burra (inclusive a daqueles que gerenciam a carreira dos árbitros).

Imagem relacionada

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Filhos menos inteligentes que os pais?

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– Dicas para proprietários de carros bicombustíveis

Invariavelmente vemos carros que aceitam gasolina e etanol que não se adaptam à mudança de combustível.

Caro motorista, saiba que o seu veículo tem um chip que precisa entender o que você está abastecendo.

Se você roda com gasolina e quer mudar para etanol, deve deixar o tanque se esvaziar até o limite da reserva, e aí completar o tanque com o outro produto. Caso contrário (se você anda com meio-a-meio), o módulo pode entender que você está utilizando combustível adulterado.

Algo importante e que passa despercebido: quando você muda o combustível, precisa rodar alguns quilômetros para que seu carro entenda o que aconteceu. Se você trocar o combustível e estacionar o carro na garagem, fatalmente, quando você der a partida, o carro pode não funcionar.

Um cuidado a mais: alguns carros podem viciar com determinado combustível, e se você não muda com frequência, pode ser que seu carro não renda o que deva e até falhe por muitos tanques abastecidos.

Ademais, último conselho: não se esqueça de abastecer o reservatório da injeção eletrônica, caso esteja usando a opção etanol.

Tais dicas ajudam os motoristas a terem tranquilidade quando abastecerem seus carros.

Veja dicas para economizar combustível no Guia Prático do G1 | Vídeos |  autoesporte

Foto: Fábio Junior/EPTV, extraído de: Auto Esporte, em: https://autoesporte.globo.com/videos/noticia/2020/01/veja-dicas-para-economizar-combustivel-no-guia-pratico-do-g1.ghtml

– Preços de iPhone no mundo mostram: como o aparelho da Apple é caro no Brasil…

Já falamos dias atrás que um iPhone 13 é mais barato na Rússia com boicote e guerra do que no Brasil em tempo de paz. Veja agora os preços do iPhone SE mundo afora, abaixo:

Extraído de: https://blogdoiphone.com/apple/paises-precos-iphone-se/

QUAIS IPHONES POSSUEM O PREÇO MAIS BARATO NO MUNDO?

á é mais do que habitual falarmos que o Brasil sempre bate recordes do iPhonemais caro do mundo. Mas quais países teriam o iPhone mais barato?

Pois o site Nukeni listou 35 países que já divulgaram os preços do novo modelo, classificando-os por valor. O Brasil ainda é o mais caro de todos, mas o interessante é que podemos analisar onde ele pode ser comprado por menos.

Para facilitar a análise, a lista já está convertida em Reais, com câmbio do dia de publicação deste artigo. Nos EUA e Canadá, há regiões que não cobram taxa estadual, por isso há dois preços na tabela.

Confira os preços do modelo de base (64GB) do novo iPhone SE 2022:

Estados Unidos (sem taxa) R$2.149,38
Hong Kong R$2.370,13
Canadá (sem taxa) R$2.377,23
Estados Unidos (com taxa) R$2.396,55
Tailândia R$2.413,27
Coreia do Sul R$2.415,46
Taiwan R$2.459,37
Japão R$2.499,50
Malásia R$2.510,48
Emirados Árabes Unidos R$2.521,81
Cingapura R$2.576,42
Suíça R$2.589,15
Canadá (com taxa) R$2.603,64
Austrália R$2.638,35
Polônia R$2.666,06
Nova Zelândia R$2.739,36
República Tcheca R$2.742,34
México R$2.753,64
Reino Unido R$2.766,84
China R$2.774,68
Filipinas R$2.794,26
Luxemburgo R$2.835,70
Hungria R$2.856,80
Alemanha R$2.877,22
Áustria R$2.877,22
Índia R$2.878,52
Bélgica R$2.932,66
Itália R$2.932,66
Finlândia R$2.932,66
Irlanda R$2.932,66
Espanha R$2.932,66
França R$2.932,66
Portugal R$2.932,66
Holanda R$2.932,66
Suécia R$2.945,90
Noruega R$2.968,86
Dinamarca R$2.978,77
Peru R$3.755,43
Brasil R$4.199,00

Vale destacar que países como Argentina e Turquia, que também possuem preços mais altos, ainda não divulgaram seus preços. Na Rússia, as vendas da Apple estão suspensas, então não entra na lista.

Imagem extraída do link acima

– A mudança do WhatsApp Web (não desejada) chegou pra valer…

Detestei a mudança do WhatsApp Web. Ela já tinha sido oferecida anteriormente (conectar vários telefones / computador), mas você poderia utilizar a anterior, que sincronizava o computador e o celular perfeitamente.

Agora, quem usa o computador, percebe que quando você apaga a mensagem do celular, ela permanece em sua máquina. Para você ter somente as mensagens do seu celular no seu computador, ou você apaga manualmente ou escaneia o QR Code novamente.

Se era bom e funcionava antes, por quê mudar? Não deveria permitir aos usuários que utilizassem a versão “mais inteligente”?

Ok, a praticidade é que você não precisa ter mais o celular por perto. Mas ainda assim… entendeu, Dona Meta?

Desde julho / 2021 isso era trabalhado, veja só: https://www.otempo.com.br/economia/whatsapp-web-independente-do-celular-entenda-mudancas-no-aplicativo-1.2520264

WhatsApp Web funcionará mesmo sem o smartphone estiver ligado; entenda a  mudança - PortalNamira.com

Foto: Getty Images, na matéria de: https://imirante.com/namira/mundo/noticias/2021/07/16/whatsapp-web-funcionara-mesmo-sem-o-smartphone-estiver-ligado-entenda-a-mudanca.shtml

– O Excesso de Aparelhos no Trabalho.

Compartilho um interessante material sobre o uso desmedido de aparelhos eletrônicos no ambiente de trabalho, ocasionando desconfortos e gafes que poderiam ser evitados através do uso mais coerente e racional.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/616/nao-diga-aloquando-o-uso-dos-aparelhos-eletronicos-e-desmedido-144923-1.htm

NÃO DIGA ALÔ

Carlos Alberto Julio, presidente da construtora Tecnisa, empresa com faturamento de R$ 514 milhões, já havia subido no palco do auditório da Associação Comercial Industrial de Joinville, Santa Catarina, para dar uma palestra a 300 pessoas, quando foi interrompido por uma forte batida de rock-n’-roll que vinha da plateia. Ele parou de falar e percebeu que a música era do celular de uma moça, que tentava desesperadamente desligar o aparelho. “Ela não sabia o que fazer, simplesmente não conseguia desligar o telefone. Resolvi ajudá-la e comecei a dançar em cima do palco ao ritmo do toque do celular”, brinca. Situações como esta se tornaram cada vez mais comuns graças ao aumento do uso de tecnologias Ranking móveis como notebooks, netbooks e smartphones.

De acordo com a Anatel, o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia a dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. O que dizer, então, de gafes cometidas no mundo corporativo?

O presidente da construtora Tecnisa, Carlos Alberto Julio, é frequentemente interrompido pelos toques de celulares, mas consegue levar com bom humor

David Szpiro, diretor comercial da tradicional fabricante de relógios suíços Breitling, presenciou uma cena constrangedora. “Eu estava na matriz da empresa na Suíça, em uma reunião com o presidente da marca, Theodore Schneider, e a equipe de publicidade, quando um celular começou a gritar ‘Mamãe, me atende'”, diz ele. “Na mesma hora, o presidente bateu na mesa e mandou que todos saíssem da sala e só voltassem quando tivessem deixado seus telefones do lado de fora”, conta Szpiro.

A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo diz que algumas atitudes são inaceitáveis. “Uma das piores coisas que podem acontecer em um encontro profissional é o celular começar a tocar a música do picapau ou qualquer coisa semelhante”, brinca. Apesar de achar esse tipo de comportamento extremamente grosseiro, Szpiro também depende dos smartphones e diz que a única solução é mantê-los longe em determinadas ocasiões. “Quando o aparelho está perto, você se sente compelido a atender, é quase uma obrigação, você se torna escravo dele”, completa.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo site de empregos Yahoo HotJobs fez a seguinte pergunta: “Você checa seus e-mails frequentemente durante reuniões de trabalho?”. Trinta e quatro por cento dos entrevistados responderam que sim e outros 18% admitiram já ter sido repreendidos pelo mau comportamento em relação ao uso dos itens tecnológicos. “Quando isso ocorre, os interlocutores sentem-se excluídos e dignos de pouca atenção” afirma Lígia Marques, consultora de Etiqueta e Marketing Pessoal. Em outras palavras: sentem-se desrespeitados.

Márcia Palmeira, diretora comercial da Right Management, empresa de consultoria e treinamento profissional, passou por isso quando atendeu um executivo que precisava melhorar a comunicação com sua equipe. “Durante a sessão de uma hora, ele atendeu o celular três vezes. Em um momento, eu peguei o meu BlackBerry e fingi que estava mandando um e-mail. Aí ele ficou muito incomodado, pois foi deixado de lado.”

O uso de aparelhos tecnológicos é indicado para facilitar a vida das pessoas e não complicá-la. Mas acontece o oposto com quem não tem limites. “O uso desordenado dessas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande”, diz Claudia Matarazzo. O sucesso do Twitter, diz Claudia referindo-se à rede social que funciona pela internet e pelo celular, é prova desse fenômeno.

“As pessoas que estão no Twitter dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”. Aliás, é a família que, em muitas ocasiões, mais sofre com esse comportamento. “Um dia desses levei uma bronca do meu filho, que perguntou se eu não podia desligar o celular”, lembra Raquel Nascimento, gerente de marketing da montadora francesa Citroën. “Não resisti ao pedido e acabei desligando o aparelho.”

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– Internacional 3×5 Palmeiras, de 2005: a invenção da FPF que não deu certo…

Em 2005, saímos de uma semana de pré-temporada da FPF direto para a rodada de abertura do Paulistão daquele ano. O jogo festivo seria Internacional de Limeira (que havia subido da A2 para a A1) e o Palmeiras (que no ano anterior havia sido rebaixado no Brasileirão).

A arbitragem na ocasião era composta ainda por quartetos: apitou Wilson Luís Seneme (FIFA), bandeiraram Ana Paula Oliveira e Maria Elisa Barbosa (ambas FIFAs) e o quarto-árbitro foi Rafael Porcari (eu).

Vejam só as escalações há 17 anos para essa partida:

INTER DE LIMEIRA
Marcelo Cruz; Cláudio, Emerson, Laerte e Júlio César; Fábio Recife (Fabiano Negreiros), Marciel, Gil Baiano (Canela) e Alexandre Salles; Izaías e Rafael Marques
Técnico: Alexandre Gama

PALMEIRAS
Sérgio; Bruno, Gabriel, Gláuber e Lúcio; Alceu, Claudecir, Correa e Diego Souza (Léo); Marcel (Nen) e Ricardinho (Osmar)
Técnico: Estevam Soares

O detalhe desse jogo foi que a Federação Paulista tinha uma parceria com uma empresa de telecomunicações, na qual iria estrear naquela ocasião “o Palmtop da arbitragem”, testando um embrião de súmula eletrônica e ao mesmo tempo, um projeto de “plano de informação ao torcedor”. Eu seria o encarregado de, além das funções habituais do 4o árbitro, anotar todos os dados do jogo no aparelho eletrônico. A ideia era: quando saísse um gol, eu anotasse no PalmTop quem fez o tento e o minuto de jogo – sendo que imediatamente o assinante da operadora deveria receber a informação do gol do seu time.

Na ocasião, Reinaldo Carneiro Bastos estava no estádio acompanhado dos executivos da operadora e do fornecedor do equipamento eletrônico. Ele era o vice-presidente da FPF (Del Nero era o presidente), e me abordou antes da partida, dizendo: “Porcari, o Mauro Naves, da Globo vai ficar grudado em você, e é importante que, saindo um gol, você faça os procedimentos e o pessoal da TV possa registar nossa inovação”.

Tudo funcionou muito bem: anotei as faltas, lances importantes e… quando saiu o 1o gol (o placar foi Internacional 3×5 Palmeiras), o câmera e o repórter correram junto a mim! Fiz pose, me preparei, fui lançar e… PUFF! Deu pau!

Alguém configurou corretamente o Palm, exceto na função gol, que virava RESET quando lançado e apagava todos os dados (essa foi a justificativa que recebemos depois da empresa)

Lógico que não foi ao ar a imagem, mas ficou a curiosidade: muita pompa, muito gasto, e o plano da operadora de celular em enviar dados em tempo real ao torcedor-assinante não vingou.

Hoje, certamente, a tecnologia não permitira bobeadas como essa. Ou permitiria?

Atual campeão, Palmeiras recebe a Inter de Limeira para se manter com chances no Paulistão

Imagem extraída de: https://www.ouniversodatv.com/2021/04/atual-campeao-palmeiras-recebe-inter-de.html

– 6 Hábitos Curiosos de Steve Jobs.

Steve Jobs foi uma das mentes mais produtivas e inovadoras atuantes no século XX. Junto com Henry Ford, Peter Drucker, Bill Gates ou outros caras geniais, revolucionaram o mundo da administração de empresas, da tecnologia e o cotidiano mundial.

Mas… todos têm os seus defeitos, ok?

Portanto, compartilho ótima matéria sobre 6 ações CURIOSAS deste gênio:

Extraído de: http://is.gd/Wsb56r

6 HÁBITOS DE STEVE JOBS

Mas isso não quer dizer que você deva segui-los…

Por DAVID Cohen e Carlos Rydlewski

Steve Jobs era um CEO fantástico, e a Apple é uma empresa extraordinária. Mas o culto a ele está passando um pouco dos limites. Por isso tentamos desmistificar seis de suas mais famosas características:

  1. Assédio moral:

Achincalhar funcionários com palavrões era uma marca registrada da gestão de Jobs. Talvez os produtos extraordinários sejam obtidos apesar da pressão, não por causa dela. Outros chefes que tentaram o mesmo método só conseguiram processos trabalhistas.

  1. Apostas ousadas no novo :

Jobs dizia que olhava adiante, para o ponto em que a bola iria estar. Como bem sabe a Sony, que em 2004 lançou o Librié, um precursor do Kindle, os desbravadores não costumam ser os vencedores da corrida.

  1. Perfeccionismo:

Jobs era tão perfeccionista que nem conseguia escolher móveis para sua casa. Pode levar à paralisia da empresa.

  1. Menosprezo pela opinião do cliente:

Para Jobs, o cliente não tinha de opinar. O risco é seu produto ficar restrito a uns poucos fãs. Como, aliás, foi o caso da Apple durante anos.

  1. Criar um campo de distorção:

É uma referência ao carisma de Jobs, capaz de convencer o interlocutor mesmo quando estava errado. Grandes ditadores populistas – como Hitler e Mussolini – tinham o mesmo poder.

  1. Abrir a mente:

Jobs dizia que o LSD teve papel fundamental em sua visão de mundo. Mas a droga pode levar à paranoia, ou suspender inibições a ponto de provocar acidentes fatais.

– O futuro é hoje!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

– O que é NFT e as empresas que estão entrando no Metaverso.

Dois assuntos próximos, mas que trazem muita curiosidade às pessoas: o metaverso (ambiente criado pelo Facebook no mundo virtual, onde empresas estão se instalando por lá) e o NFT.

E você, na prática, sabe o que são esses temas?

Abaixo, extraído de: https://forbes-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/forbes.com.br/forbes-tech/2022/02/mcdonalds-da-o-primeiro-passo-na-formacao-de-seu-metaverso/?amp

MC’DONALDS DÁ O PRIMEIRO PASSO NA FORMAÇÃO DE SEU METAVERSO

Por Luiz Gustavo Pacete

O McDonald´s está dando o primeiro passo em sua atuação no metaverso. A rede de fast-food homologou um pedido de registro de patente para ativos virtuais. Um dos itens é “um restaurante virtual que inclui produtos reais e virtuais” conforme a descrição. Ao todo, dez itens estão listados para terem suas patentes na versão virtual.

Várias outras marcas já começaram a homologar registro de patente para itens virtuais. No caso do McDonald´s, porém, existe a intenção de integrar de forma mais clara o virtual com o real como a entrega em domicílio, por exemplo. Dentre outras possibilidades estão a criação de arquivos virtuais de arte, áudio e vídeo além de NFTs. A rede também incluiu a marca McCafé no pedido e a intenção de oferecer shows online e experiências virtuais para seus consumidores.

Nike também forma sua atuação no metaverso

No início de novembro, a Nike também solicitou um registro de patente para uso da marca em ativos virtuais. Na prática, a empresa está protegendo sua marca na categoria que, segundo o Escritório de Marcas e Patentes dos EUA, se enquadra em “bens virtuais para download”. Dentre os objetos solicitados estão bolsas, mochilas, óculos e bonés das marcas Nike, Jordan e também do slogan Just do It. O movimento da gigante da moda é natural e vem sendo cada vez mais frequente na medida em que começam a se formar oportunidades da inserção de itens virtuais dentro de ambientes virtuais, entre eles os NFTs. Várias outras marcas de moda vêm utilizando o conceito de metaverso para explorar essas possibilidades.

O que é NFT?

É um item único. Na terminologia correta – um item não fungível. No mundo digital, este item não fungível é representado por um token – token não fungível, ou non-fungible token no inglês. Em outras palavras, NFTs são uma forma de demonstrar propriedade sobre um ativo digital ou um ativo do mundo real representado por um token. NFTs não são reduzidos à arte, apesar de o grande boom ter ocorrido por conta da atratividade pelas artes digitais. Qualquer coisa pode ser um NFT: uma imagem, áudio, vídeo, um nome de domínio, ingressos para shows, álbuns de música, ativos digitais no jogo (por exemplo, uma skin).

Aqui no Brasil, o McDonald´s já experimentou ativações dentro de universos virtuais, como foi o caso do jogo The Sims e Minecraft (Crédito: Reprodução)

– Restaurante que dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições?

Criativo, mas que nos leva a refletir: um restaurante na Austrália dá desconto para quem não usar o celular durante as refeições (vide na imagem onde eles são guardados).

Precisamos usá-los quando comemos em família?

Mais do que isso: temos necessidade de sairmos de casa, ao invés de alimentação mais saudável no lar?

Em: https://pt.aleteia.org/2022/02/09/imagem-viral-de-familia-em-restaurante-e-mistura-de-criatividade-e-tragedia/

IMAGEM VIRAL DE FAMÍLIA EM RESTAURANTE É MISTURA DE CRIATIVIDADE E TRAGÉDIA

Um restaurante australiano criou uma solução para manter as crianças e adolescentes longe de seus telefones; mas o fato revela um problema maior.

Uma imagem viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A foto retrata a triste realidade para muitas famílias hoje.

Parece inocente à primeira vista. É um casal com suas filhas adolescentes. O pai parece vitorioso, enquanto faz um sinal positivo. As filhas, no entanto, parecem bastante tristes enquanto olham ansiosamente para seus telefones que são armazenados em uma gaiola improvisada na mesa. O motivo? O restaurante oferece um desconto de 10% para clientes que não usam seus celulares durante a refeição.

Na verdade, a cena representa uma mistura de sentimentos.

Embora o restaurante esteja generosamente oferecendo aos seus clientes a oportunidade de se conectarem uns com os outros, é triste que isso tenha que acontecer dessa maneira.

Em minha infância, a ideia de sair para uma refeição em família era um luxo e uma imensa alegria. Mamãe e papai não precisariam ir pra cozinha, e então se concentrariam inteiramente nas crianças. Em troca, as crianças estariam conversando umas com as outras e com seus pais. Era um momento de conversa e diversão.

Mas comer fora tornou-se algo comum para muitas crianças de famílias com mais recursos hoje. E elas não sentem o mesmo nível de apreciação ou emoção.

Na verdade, muitas vezes, as crianças e adolescentes também estão tão ocupados postando fotos de suas refeições, ou eles mesmos comendo essas refeições, que o passeio se torna mais uma oportunidade de atrair seguidores do que desfrutar da comida, muito menos de tempo com sua família.

Mas não desanime. Se isso está acontecendo em sua própria família — especialmente com adolescentes — aqui estão algumas dicas úteis.

1. RESTRINJA A ALIMENTAÇÃO FORA

Muitos adolescentes não querem ser vistos com mamãe e papai, mas a ideia de um hambúrguer tentador de um restaurante favorito pode levá-los a mudar de ideia. No entanto, você não quer ter que chantagear seu filho para ter uma boa refeição em família. Então, uma ideia: reduzir o número de passeios para que uma ida ao restaurante se torne um privilégio.

Mesmo que você tenha que cozinhar mais, você poderia usar o dinheiro economizado por não ir a um restaurante para comprar uma refeição saudável pronta que pode ser aquecida em pouco tempo. Isso ajuda se você sentir o cansaço depois de uma longa semana de trabalho, e incentiva as crianças a apreciarem essas refeições com mamãe e papai.

2. DEFINA UMA DATA DE RESTAURANTE

Se você está acostumado a sair regularmente e reduz suas refeições no restaurante, pode colocar uma data no calendário para sua próxima refeição em família para todos esperarem por ela

3. DEFINA SUAS EXPECTATIVAS

Muitas crianças prosperam quando sabem o que se espera delas. Se você explicar aos seus filhos que vai sair e quiser que todos tragam um tópico para a mesa, isso fará com que suas mentes pensem e lhes dêem algo para contribuir com a família. O bônus é que isso pode ajudar a construir confiança e manter a mente longe do celular. Pode ser algo relacionado a notícias, algo acontecendo na escola, planos futuros ou até mesmo aborrecimentos familiares — se seus filhos conseguirem manter a calma!

A importância deste exercício é fortalecer seu vínculo familiar em um mundo que pode ser tão isolador.

4. DEFINA REGRAS

Não importa a idade de seus filhos, eles precisam respeitar os pais. Você tem que deixar claro antes de sair para um restaurante, ou até mesmo sentar para uma refeição em casa, que a mesa de jantar é uma área sem celular.

O problema é que especialmente os adolescentes podem ficar ansiosos com o que poderiam estar perdendo. Em casos de ansiedade mais exacerbada, incentive seus filhos a informarem aos amigos quando farão uma pausa mais prolongada no uso do celular.

5. PAIS: GUARDAM SEUS TELEFONES TAMBÉM!

Quando se trata de telas, os pais precisam se afastar do ditado popular: “Faça o que eu digo, não o que faço”. As crianças imitam o comportamento o tempo todo, então dê a elas algo positivo para copiar.

Imagem extraída de: Top 10s | Facebook | Fair Use (link acima)

– Tecnologia a favor da fé.

Em momentos de angústia, pare o que está fazendo e reze. Deus nos escuta!

Hoje, até o Santo Terço é possível de se rezar no carro, em viagem, na academia, usando Apps para estar com as mãos livres.

Use os benefícios da tecnologia a seu favor.

 

– Quando será o “teste de fogo” do Impedimento Automático?

Neste Mundial de Clubes, bem como foi na Copa Árabe, vemos um sistema moderníssimo de sensores detectando impedimentos de maneira automática. E nenhum erro foi observado até agora.

É verdade também que nenhum lance polêmico ocorreu. E a grande preocupação: nos lances interpretativos, em que o árbitro assistente avalia participação ativa ou passiva, como se comportará o sistema?

Não tivemos uma “prova de fogo” ou um teste pra valer. E fico feliz que a ideia de chip na camisa, tão especulada, não aconteceu – justamente pelo fato do impedimento ser observado pelas partes jogáveis dos atletas, e não do tronco ou uniforme.

Se depender dos poucos jogos do Mundial de Clubes, tudo deu certo por enquanto. Mas para usá-lo no Mundial de Seleções, como deseja a FIFA, é bom testar mais.

Sobre o que foi falado anteriormente aos testes de IA do VAR, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/10/21/a-ideia-de-impedimento-automatico-do-var-com-o-chip-na-camisa-funcionara/

– Arbitragem brasileira: o que está dando errado? Os 5 fatores:

Muita confusão com a arbitragem nos estaduais neste final de semana. No jogo do Santos, árbitro vacilante em frente ao monitor (que demora para verificar uma invasão ou não, falamos em: https://wp.me/p4RTuC-AHF). Aliás, Douglas Marques é o mesmo daquele jogo em Brasília no qual ficou “meia-hora” em frente ao VAR, num CSA x Flamengo (aqui: https://wp.me/p4RTuC-nnK).

No Fla-Flu, vimos um árbitro totalmente inseguro, “verde demais” e que sucumbiu aos experientes jogadores. Uma péssima escolha da Comissão de Arbitragem da FERJ…

Mas o que está acontecendo com a arbitragem brasileira?

Alguns fatores pontuais:

1. Há a perpetuação dos mesmos nomes nas Comissões de Árbitros: uma hora o sujeito é “Presidente da CA”, depois vira “Diretor de Desenvolvimento de Novos Talentos”, outrora “Responsável por Otimização de Desempenho dos Árbitros”, e por aí vai. Os incompetentes nunca são demitidos, mas remanejados para cargos criados. Por quê são tão “preservados” dentro da CBF e Federações (e os clubes aceitam isso)?

2. O processo de renovação, às vezes, é acelerado demais, sem garantias de que, mesmo errando, o trabalho terá sequência. Juízes novos são escalados em partidas nas quais não deveriam, com risco de serem queimados precocemente (é como lançar um jovem jogador: há o momento e o jogo oportunos).

3. A “catequese tupiniquim” do movimento antinatural da mão na bola, na qual já dissertamos várias vezes sobre o que se orientou equivocadamente no Brasil e como é o correto praticado no restante do planeta. E aqui, uma confidência: em 2014, fui comentar um jogo da A1 do Paulistão no Jayme Cintra, e um importante árbitro aspirante à FIFA apitaria a partida. Conversando informalmente, eu disse a ele que me preocupava com a uniformização de critérios para tais lances, e ele me disse: “fique tranquilo, agora vai ser mais fácil, diferente do que você pensa, pois se existir dúvida quando bater na mão, é só marcar a infração pois em todo lance podemos interpretar como movimento antinatural.”. Discordei de pronto, e meu receio virou realidade. E essa cultura equivocada já nasce com os novos árbitros, que não viveram o tempo da “intenção ou não”, e foram formados pelos senhores que orientam “à moda brasileira”.

4. Desde o surgimento do VAR, por 3 anos vimos a CBF prometendo a introdução do árbitro de vídeo e não cumprindo, por diversos motivos (dos financeiros aos estruturais). E o fez de maneira atabalhoada: usando imagens de emissoras de TV (ao invés de uma geração própria independente) e com permuta de equipamentos (a troco de aparecer os patrocinadores). Não fica uma questão em dúvida: se você fornece os monitores em devolução pela exposição, quanto mais tempo na frente da tela sendo filmado… o parceiro agradece!

5. A orientação de Leonardo Gaciba, que persiste até hoje: “não importa o tempo de decisão na discussão com o VAR, pois leve o tempo que for, o que importa é acertar”. Isso criou decisões demoradas e nem sempre corretas.

Diante de tudo isso, a combinação explosiva (orientações equivocadas, mau uso dos equipamentos eletrônicos, estratégia de lançamento de talentos discutíveis) resultou em: árbitros medrosos, jogando a decisão para uma cabine, onde existe um tribunal enorme com muitas pessoas discutindo e repassando para ele uma opinião (vide quantos caras tem no VAR, há até “garantidor de replay”). Se em alguns casos o VAR tem até 8 elementos (vide as escalas), por que o solitário juiz acreditará na sua convicção pessoal? 

Criamos uma cultura errada, falha, que não existe no resto do planeta. Estamos pagando o preço dos anos de mesmas pessoas administrando a arbitragem, que foram colocadas por Ricardo Teixeira, permanecendo com José Maria Marin, Marco Polo Del Nero, Cel Nunes, Rogério Caboclo e agora com o Ednaldo Rodrigues. E a questão é: o que sabem, o que fizeram, ou por quê são “não-demissíveis”, e sim remanejados?

São cargos de confiança muito delicados…

Imagem: VAR atento assistindo “Chaves”, extraído da Internet.

– Viciados Digitais?

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro |  Federação de Amor-Exigente – FEAE

Imagem extraída de: https://amorexigente.org.br/viciados-em-tecnologia-buscam-ajuda-em-clinica-de-detox-no-rio-de-janeiro/

– Nativos e Imigrantes digitais, mais os mal-educados que se apropriam da Web.

O fenômeno da Internet, quando nasceu, era algo surpreendente para nós, mais velhos. Mas já há uma geração que não se surpreende com as maravilhas e possibilidades da Web: as crianças e os adolescentes, que nasceram com os computadores, tablets e smartphones no seu dia-a-dia. E isso fez com que todas as gerações, etnias, faixas de renda e níveis de comunicação pudessem comunicar entre si, indistintamente.

Porém, há aqueles que fazem o mau uso de tal possibilidade: pessoas mal educadas, trolls, ignorantes sociais e outros atores sociais que perturbam e nada agregam. Conheço gente que se viu obrigada a abandonar Facebook, Twitter, Instagram e outros meios de socialização por trollagem de gente que não aceita opinião de outrem. E nessa linha, Umberto Eco, pensador italiano, disse recentemente:

Redes Sociais deram voz à legião de imbecis

Hum… é pra refletir. Já encontrou gente assim na Internet? Infelizmente, há aqueles que, ao não concordarem com algo, atacam simplesmente por atacar!
bomba.jpg

Imagem recebida pela Web, de autoria desconhecida. Quem puder ajudar a descobrir a autoria, informar para os créditos.

– O TSE censurará o Telegram?

Eu tenho (mas não uso) o aplicativo de mensagens Telegram. E leio que o TSE manifestou preocupação com o App por disseminação de Fake News durante as Eleições Presidenciais desse ano (ao contrário do que o WhatsApp, o Telegram ainda permite envio de mensagens em massa).

Ora, as Fake News, infelizmente, proliferam nas Redes Sociais. O problema não é o aplicativo, mas quem posta as mensagens (de Esquerda ou de Direita, não importa). Proibir o uso é censura contra quem age corretamente.

Parece a história do marido traído que vê a esposa com o amante na sala, e que quando descobre a traição, tira o sofá para evitar outros transtornos…

Telegram Logo - Significado, História e PNG

Imagem extraída de: https://logosmarcas.net/telegram-logo/

– E quando não tínhamos a Internet no nosso dia-a-dia?

WEB – E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=O18gL9kMITo

– A técnica de Espectrometria de Massas que acabaria com as filas para a testagem de Covid-19.

Já abordamos o quão está difícil realizar testes para detectar Covid. Acabaram os kits de testagem e tanto as redes particular e pública estão sobrecarregadas. 

Falamos, inclusive, de uma técnica revolucionária que em menos de 1 minuto poderia dar o diagnóstico, ao custo de aproximadamente R$ 5,00. Ela ajudaria a acabar com essa demora. Aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/13/como-diminuir-a-fila-para-diagnostico-de-covid-um-teste-novo-revolucionario-e-barato/

Abaixo, o link da entrevista da Profa Dra Andréia Porcari à TV Alesp explicando como isso funcionaria. Em: https://youtu.be/W7PAPeZ7YLc

– Como diminuir a fila para diagnóstico de Covid? Um teste novo, revolucionário e barato.

Nesta semana, falamos sobre um bem sucedido novo teste para detecção de Covid que pode revolucionar o combate contra a doença na pandemia. O método, através da espectrometria de massas, custaria aproximadamente US$ 1.00 e permitira a precisão do resultado em até 45 segundos. Tudo produzido por cientistas da USF (Universidade São Francisco, em Bragança Paulista), UPM (Universidade Presbiteriana Mackenzie) e UT (Universidade do Texas, em Austin – EUA).

Caso não tenha lido, compartilho sobre a história e as pesquisas dele no link em: https://professorrafaelporcari.com/2022/01/11/pesquisa-brasileira-ajudando-a-sociedade-um-novo-teste-barato-e-rapido-para-diagnosticar-covid/

Pois bem: a publicação dessa matéria em uma importante revista internacional alavancou a curiosidade sobre ele. No Brasil, a FAPESP (que foi uma das financiadoras desse trabalho) deu enorme destaque à descoberta. Tudo isso levou a importantes órgãos de imprensa a fazerem matérias sobre ele (Veja.com, CNN Brasil, Revista Saúde, G1.com, Portal R7, TV Cultura e TV Alesp, entre outros). A Rede Globo, inclusive, levará aos seus telejornais na próxima 6a feira uma reportagem exclusiva com os envolvidos (e orgulhosamente incluo aqui a Profa Dra Andréia de Melo Porcari, minha esposa, que coordena os trabalhos na USF).

A questão é: algo tão moderno e importante, necessário e urgente, levará quanto tempo para chegar a população?

Eis o problema… faltam testes para Covid no Brasil, devido ao alto contágio da variante Ômicron. Alguns hospitais e pronto-socorros pedem para que o teste seja feito somente em caso de emergência, devido a alta demanda. E tal método ajudaria muito a diminuir as filas e a espera nas instituições de saúde. Porém:

  • Grandes laboratórios e farmacêuticas precisam ter interesse na utilização de tal metodologia, a fim da ANVISA aprová-la o mais breve possível. Claro, cairemos na questão dos interesses: vender testes a R$ 170,00 / cada ou promover uma testagem em massa que custaria R$ 5,60 em média para o indivíduo será interessante para as empresas?
  • Universidades geram conhecimento, elas não colocam produtos para vender. Assim, elas precisam de parceiros para que seu fruto se torne usual. Cientistas não ganham dinheiro com isso, mas sim reconhecimento na comunidade científica. Assim, é necessário que alguém banque a produção.
  • O Governo Federal, através do Ministério da Saúde, poderia comprar os equipamentos e instalar nas instituições de saúde. Aliás com as verbas bilionárias ao Fundão Eleitoral, se remanejadas para a Saúde, seria um dinheiro melhor investido…

Que apareça alguém que possa ajudar a pesquisa brasileira neste momento tão delicado que voltamos a viver na pandemia. Por ora, é necessário que usemos máscaras, álcool gel, mantenhamos distanciamento e nos vacinemos (sempre lembrando: as vacinas não nos tornam “super-homens”, mas aumentam a nossa imunização para que não sintamos os efeitos graves da Covid, dificultando – mas não impedindo – a transmissibilidade.

Baixar Vetor De Desenhos Animados Do Planet Earth Coronavirus

Imagem extraída de: https://br.vexels.com/vetores/previsualizar/192973/desenhos-animados-do-planet-earth-coronavirus

– Você olha por onde anda, quando está com o celular na mão?

Sinal dos tempos: o que acha se algumas calçadas fossem exclusivas para “viciados em celular”?

Veja sobre os acidentes de quem anda grudado na tela,

extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/

TOMBOS, INDIFERENÇAS E DESIMPORTÂNCIA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Brasileiros passam mais tempo olhando seus smartphones do que assistindo à televisão ou usando o computador. O resultado prático disso é que as pessoas olham seus aparelhos o tempo todo, no sofá de casa, no banheiro ou, o que pode ser ainda mais estranho e perigoso, caminhando no meio da rua. Faça o teste e repare, ao longo do dia, quantos minutos (ou segundos) você consegue andar sem olhar o celular.

O impacto disso na vida urbana é enorme. Como ninguém mais olha por onde anda, ninguém mais observa a cidade. A percepção dos espaços é cada vez menor o que, ao longo do tempo, faz minguarem as exigências sobre a qualidade desses locais. Tudo o que está fora da telinha passa a ser indiferente. A experiência de caminhar livremente e praticar o mais antigo esporte humano, olhar as pessoas que passam, parece algo datado. Além disso, uma série de acidentes causados pela falta de atenção entraram para a rotina de pedestres e hospitais.

Nos Estados Unidos, tombos causados porque a pessoa estava absorta vendo o celular em vez de olhar por onde andava já correspondem a 10% dos atendimentos a fraturas em prontos socorros, de acordo com a Universidade Buffalo de Nova York. Em Ohio, foram 1.506 quedas causadas por celular em 2010, o dobro do registrado em 2005. A maior parte das vítimas tinha entre 16 e 25 anos.

bomba.jpg

– Pesquisa brasileira ajudando a sociedade: um novo teste (barato e rápido) para diagnosticar Covid.

Já imaginou um teste para detecção de Covid-19 com excelente confiança no diagnóstico, a baixíssimo custo, com apenas 45 segundos para sua realização, desenvolvido por pesquisadores brasileiros?

Pois bem: é isso que a equipe das Professoras Dras Lívia Eberlin (Universidade do Texas, Austin – EUA) e Andréia de Melo Porcari (Universidade São Francisco, Bragança Paulista – Brasil) conseguiram através da técnica de Espectrometria de Massas, adaptando um projeto inovador bem sucedido para diagnosticar câncer com a “Caneta” MasSpec Pen, visando outro mal: o Sars-Cov-2.

A FAPESP reportou essa iniciativa em: https://agencia.fapesp.br/novo-metodo-detecta-sars-cov-2-diretamente-em-cotonetes-nasais/37663/

NOVO MÉTODO DETECTA SARS-COV-2 DIRETAMENTE DE SWABS

Por Elton Alisson | Agência FAPESP

Pesquisadores da Universidade São Francisco (USF), em colaboração com colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desenvolveram uma tecnologia que permite detectar em menos de um minuto o SARS-CoV-2 diretamente de swabs (cotonetes) nasais, empregados para coletar amostras de secreções nasofaríngeas para a realização de teste para diagnóstico de COVID-19.

O sistema, desenvolvido por meio de projeto apoiado pela FAPESP, foi descrito em um artigo publicado na revista Analytical Chemistry.

“O novo método permite a análise direta de swabs e a obtenção do resultado em 45 segundos. Dessa forma, possibilita a triagem rápida de pacientes com COVID-19”, diz  Andréia de Melo Porcari, professora da USF e uma das coordenadoras do projeto.

Coleta de moléculas biológicas

A tecnologia é derivada de um sistema de detecção e diagnóstico de câncer desenvolvido pela pesquisadora brasileira Lívia Eberlin na Universidade do Texas em Austin, baseado em espectrometria de massa – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.

Batizado de MasSpec Pen, o método utiliza um dispositivo feito de plástico, na forma de uma caneta e esterilizável, para coletar moléculas biológicas da superfície de uma amostra de tecido.

A “tinta” da caneta é composta por água, utilizada como solvente para extrair moléculas de uma superfície de amostra de tecido, que são transportadas para um espectrômetro de massa para serem analisadas. Com base em algoritmos de aprendizado de máquina e modelos estatísticos o sistema é capaz de indicar se a amostra de tecido analisada contém células cancerosas.

“Basta a caneta só tocar o tecido para a água contida na ponta do dispositivo extrair as moléculas para análise”, afirma Eberlin.

Resultados de estudos clínicos iniciais indicaram que o sistema foi capaz de distinguir vários tecidos cancerígenos, incluindo tecidos tumorais de tireoide, mama, pulmão e ovário, de seus equivalentes normais com uma precisão geral de 96,3%.

“A ideia é que o sistema ajude os patologistas e cirurgiões a identificar mais rapidamente tecidos cancerígenos e tomar decisões mais precisas de tratamento”, diz Eberlin.

Detecção do SARS-CoV-2

Com o surgimento da pandemia de COVID-19, os pesquisadores tiveram a ideia de adaptar a tecnologia para detectar o SARS-CoV-2 diretamente nos esfregaços nasofaríngeos coletados por meio de swabs. Para isso, foram necessárias adaptações no design e nos solventes da caneta.

Como o dispositivo só toca uma superfície pequena de uma amostra de  tecido e o material coletado por meio de swabs fica disperso, os pesquisadores decidiram inverter a caneta para que o cotonete nasal pudesse ser introduzido inteiramente em uma câmara – como o invólucro de uma caneta.

No interior da câmara, o swab entra em contato com uma pequena concentração de clorofórmio-metanol, usado como solvente para extrair as moléculas das secreções nasofaríngeas. As moléculas são sugadas por um orifício na câmara para um espectrômetro de massas para análise e identificação da presença de lipídeos que servem como marcadores para indicar se há ou não o vírus na amostra.

“Todo esse processo dura menos de um minuto, incluindo a análise. É um ciclo muito rápido, com etapas operacionais mínimas e sem a necessidade de uso de nenhum reagente especializado”, avalia Porcari.

Validação da tecnologia

Para validar o método, foram analisados inicialmente swabs nasofaríngeos de 244 pacientes atendidos no Hospital Bragantino e no Complexo Hospitalar Santa Casa Bragança Paulista, no interior paulista, no início da pandemia de COVID-19.

Com base nas análises, foi possível identificar os perfis lipídicos desses pacientes e gerar classificadores estatísticos para distinguir indivíduos sintomáticos positivos, sintomáticos negativos e assintomáticos negativos.

Os resultados do estudo indicaram que os perfis lipídicos detectados diretamente de esfregaços nasofaríngeos usando o novo método permitem a triagem rápida de pacientes com COVID-19.

“Esse novo método de análise de swabs pode ser adaptado para detecção de muitas outras infecções virais e bacterianas e para realização de exames como o papanicolau [para prevenção de câncer de colo de útero]”, afirma Eberlin.

Os pesquisadores pretendem realizar agora uma validação interlaboratorial em parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A ideia é demonstrar com amostras independentes que esse novo método de análise é válido, independentemente dos laboratórios, equipamentos e dos analistas que realizam o teste”, explica Porcari.

O artigo “Rapid screening of COVID-19 directly from clinical nasopharyngeal swabs using the MasSpec Pen” (DOI: 10.1021/acs.analchem.1c01937), de Kyana Y. Garza, Alex Ap. Rosini Silva, Jonas R. Rosa, Michael F. Keating, Sydney C. Povilaitis, Meredith Spradlin, Pedro H. Godoy Sanches, Alexandre Varão Moura, Junier Marrero Gutierrez, John Q. Lin, Jialing Zhang, Rachel J. DeHoog, Alena Bensussan, Sunil Badal, Danilo Cardoso de Oliveira, Pedro Henrique Dias Garcia, Lisamara Dias de Oliveira Negrini, Marcia Ap. Antonio, Thiago C. Canevari, Marcos N. Eberlin, Robert Tibshirani, Livia S. Eberlin e Andreia M. Porcari, pode ser lido na revista Analytical Chemistry em https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acs.analchem.1c01937?ref=pdf&

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

– 15 anos da criação do iPhone!

Há 15 anos, um invento mudava o mundo. Era apresentado o Iphone!

Na oportunidade, Steve Jobs, CEO da Apple, disse:

Hoje a Apple está reinventando o telefone.” (09/01/2007)

Para mim, reinventou mesmo. Os aparelhinhos inspiraram os concorrentes e transformaram até mesmo o comportamento das pessoas. Desde então, o conceito de aparelho telefônico mudou bem!

iphone-3gs-fra-siden.jpg

Imagem extraída de: https://www.siliconrepublic.com/business/france-to-auction-4g-networks-this-summer

– Novo método de Diagnóstico Rápido para Covid-19 em 45 segundos – com precisão e através de técnica brasileira.

Já imaginou um teste para detecção de Covid-19 com excelente confiança no diagnóstico, a baixíssimo custo, com apenas 45 segundos para sua realização, desenvolvido por pesquisadores brasileiros?

Pois bem: é isso que a equipe das Professoras Dras Lívia Eberlin (Universidade do Texas, Austin – EUA) e Andréia de Melo Porcari (Universidade São Francisco, Bragança Paulista – Brasil) conseguiram através da técnica de Espectrometria de Massas, adaptando um projeto inovador bem sucedido para diagnosticar câncer com a “Caneta” MasSpec Pen, visando outro mal: o Sars-Cov-2.

A FAPESP reportou essa iniciativa em: https://agencia.fapesp.br/novo-metodo-detecta-sars-cov-2-diretamente-em-cotonetes-nasais/37663/

NOVO MÉTODO DETECTA SARS-COV-2 DIRETAMENTE DE SWABS

Por Elton Alisson | Agência FAPESP

Pesquisadores da Universidade São Francisco (USF), em colaboração com colegas da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, desenvolveram uma tecnologia que permite detectar em menos de um minuto o SARS-CoV-2 diretamente de swabs (cotonetes) nasais, empregados para coletar amostras de secreções nasofaríngeas para a realização de teste para diagnóstico de COVID-19.

O sistema, desenvolvido por meio de projeto apoiado pela FAPESP, foi descrito em um artigo publicado na revista Analytical Chemistry.

“O novo método permite a análise direta de swabs e a obtenção do resultado em 45 segundos. Dessa forma, possibilita a triagem rápida de pacientes com COVID-19”, diz  Andréia de Melo Porcari, professora da USF e uma das coordenadoras do projeto.

Coleta de moléculas biológicas

A tecnologia é derivada de um sistema de detecção e diagnóstico de câncer desenvolvido pela pesquisadora brasileira Lívia Eberlin na Universidade do Texas em Austin, baseado em espectrometria de massa – técnica que permite discriminar substâncias em amostras biológicas de acordo com a massa molecular.

Batizado de MasSpec Pen, o método utiliza um dispositivo feito de plástico, na forma de uma caneta e esterilizável, para coletar moléculas biológicas da superfície de uma amostra de tecido.

A “tinta” da caneta é composta por água, utilizada como solvente para extrair moléculas de uma superfície de amostra de tecido, que são transportadas para um espectrômetro de massa para serem analisadas. Com base em algoritmos de aprendizado de máquina e modelos estatísticos o sistema é capaz de indicar se a amostra de tecido analisada contém células cancerosas.

“Basta a caneta só tocar o tecido para a água contida na ponta do dispositivo extrair as moléculas para análise”, afirma Eberlin.

Resultados de estudos clínicos iniciais indicaram que o sistema foi capaz de distinguir vários tecidos cancerígenos, incluindo tecidos tumorais de tireoide, mama, pulmão e ovário, de seus equivalentes normais com uma precisão geral de 96,3%.

“A ideia é que o sistema ajude os patologistas e cirurgiões a identificar mais rapidamente tecidos cancerígenos e tomar decisões mais precisas de tratamento”, diz Eberlin.

Detecção do SARS-CoV-2

Com o surgimento da pandemia de COVID-19, os pesquisadores tiveram a ideia de adaptar a tecnologia para detectar o SARS-CoV-2 diretamente nos esfregaços nasofaríngeos coletados por meio de swabs. Para isso, foram necessárias adaptações no design e nos solventes da caneta.

Como o dispositivo só toca uma superfície pequena de uma amostra de  tecido e o material coletado por meio de swabs fica disperso, os pesquisadores decidiram inverter a caneta para que o cotonete nasal pudesse ser introduzido inteiramente em uma câmara – como o invólucro de uma caneta.

No interior da câmara, o swab entra em contato com uma pequena concentração de clorofórmio-metanol, usado como solvente para extrair as moléculas das secreções nasofaríngeas. As moléculas são sugadas por um orifício na câmara para um espectrômetro de massas para análise e identificação da presença de lipídeos que servem como marcadores para indicar se há ou não o vírus na amostra.

“Todo esse processo dura menos de um minuto, incluindo a análise. É um ciclo muito rápido, com etapas operacionais mínimas e sem a necessidade de uso de nenhum reagente especializado”, avalia Porcari.

Validação da tecnologia

Para validar o método, foram analisados inicialmente swabs nasofaríngeos de 244 pacientes atendidos no Hospital Bragantino e no Complexo Hospitalar Santa Casa Bragança Paulista, no interior paulista, no início da pandemia de COVID-19.

Com base nas análises, foi possível identificar os perfis lipídicos desses pacientes e gerar classificadores estatísticos para distinguir indivíduos sintomáticos positivos, sintomáticos negativos e assintomáticos negativos.

Os resultados do estudo indicaram que os perfis lipídicos detectados diretamente de esfregaços nasofaríngeos usando o novo método permitem a triagem rápida de pacientes com COVID-19.

“Esse novo método de análise de swabs pode ser adaptado para detecção de muitas outras infecções virais e bacterianas e para realização de exames como o papanicolau [para prevenção de câncer de colo de útero]”, afirma Eberlin.

Os pesquisadores pretendem realizar agora uma validação interlaboratorial em parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A ideia é demonstrar com amostras independentes que esse novo método de análise é válido, independentemente dos laboratórios, equipamentos e dos analistas que realizam o teste”, explica Porcari.

O artigo “Rapid screening of COVID-19 directly from clinical nasopharyngeal swabs using the MasSpec Pen” (DOI: 10.1021/acs.analchem.1c01937), de Kyana Y. Garza, Alex Ap. Rosini Silva, Jonas R. Rosa, Michael F. Keating, Sydney C. Povilaitis, Meredith Spradlin, Pedro H. Godoy Sanches, Alexandre Varão Moura, Junier Marrero Gutierrez, John Q. Lin, Jialing Zhang, Rachel J. DeHoog, Alena Bensussan, Sunil Badal, Danilo Cardoso de Oliveira, Pedro Henrique Dias Garcia, Lisamara Dias de Oliveira Negrini, Marcia Ap. Antonio, Thiago C. Canevari, Marcos N. Eberlin, Robert Tibshirani, Livia S. Eberlin e Andreia M. Porcari, pode ser lido na revista Analytical Chemistry em https://pubs.acs.org/doi/10.1021/acs.analchem.1c01937?ref=pdf&

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

– Saia do Mundo Virtual de vez em quando. Fuja do vício!

WEB – Você se sente refém das Redes Sociais?

Não consegue desconectar sua vida virtual da real?

Cuidado… fique atento ao vício!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=BhPSdLymaSw

– Até terreno se vende no Metaverso!

Que loucura é essa ideia de Metaverso criada pelo Facebook. E há loucos que entraram nessa onda…

Dá para acreditar que existe especulação imobiliária nele e até terrenos são vendidos?

Quanto tempo vai durar isso, não sei. Mas há quem ganhará e perderá muito dinheiro...

Extraído de: https://www.tecmundo.com.br/mercado/229320-terreno-virtual-vendido-r-13-milhoes-metaverso.htm

TERRENO VIRTUAL É VENDIDO POR R$ 13 MILHÕES NO METAVERSO.

por Lucas Vinicius Santos

O metaverso é planejado por dezenas de empresas há alguns anos, mas a sua popularidade aumentou consideravelmente após o anúncio da entrada da Meta nesse mercado — inclusive, as criptomoedas relacionadas ao tema também subiram. Na última terça-feira (23), um terreno virtual situado em um mundo digital foi vendido por US$ 2,4 milhões, cerca de R$ 13,4 milhões na cotação atual.

De acordo com informações reveladas pelo comprador do terreno, Tokens.com, o espaço foi adquirido no metaverso da Decentraland — lá, os usuários podem comprar lugares virtuais, passear pelo mundo e até conhecer avatares de outras pessoas.

Dinheiro real no mundo virtual

Assim como outros espaços virtuais, a Decentraland é um metaverso que usa a tecnologia de blockchain para realizar transações. Inclusive, a compra foi considerada a mais valiosa já realizada na plataforma.

Conforme revelado pela Tokens.com, o terreno tem um tamanho total de 566 metros quadrados e é dividido em 116 sublotes, cada um medindo cerca de 5 metros quadrados. A companhia quer usar a área para eventos digitais de moda e venda de roupas de avatares, por isso o espaço foi comprado na Fashion Street.

Conforme revelado pelo CEO da Tokens.com, Andrew Kiguel, a aquisição faz parte de um conjunto de investimentos realizado pelo Metaverse Group, empresa subsidiária do site. Há alguns meses, outro terreno foi vendido por mais de US$ 900 mil (R$ 5 milhões) no mesmo universo.

Todas as transações da Decentraland são realizadas via MANA, criptomoeda baseada em ethereum. O ativo aumentou 400% após a revelação do novo nome da empresa responsável pelo Facebook, Meta, e pelo anúncio do novo metaverso.

Foto: Shutterstock. Extraída de: https://www.tecmundo.com.br/mercado/229320-terreno-virtual-vendido-r-13-milhoes-metaverso.htm

– Como a sonda da Nasa tocou o sol?

Por pura ignorância minha: leio que a Nasa confirmou que a sonda Parker Solar Probe tocou o sol e está cumprindo com êxito sua missão de coletar partículas.

Eu sempre aprendi que o sol não é sólido, mas uma atmosfera superaquecida. Então… como a sonda conseguiu tal fato? Ela é “inderretível”?

Viva a tecnologia de ponta!

Foto: Nasa/Johns Hopkins APL/Steve Gribben

– Drones substituindo árbitros de futebol?

Há 7 anos… o futuro estará próximo?

Visualize em sua mente: Domingo, 16h00, e acontece um clássico no Cícero Pompeu de Toledo! O São Paulo FC está jogando contra um dos seus arquirrivais e… já pensou se em determinado momento da partida um DRONE da CBF que sobrevoa o Morumbi flagra um pênalti a favor do Corinthians ou do Palmeiras?

Maluquice, certo? Daria uma confusão muito grande! Para alguns, talvez não.

Franz Beckenbauer, ícone do futebol alemão, à Rede Sky90, declarou que:

Estamos vivendo em um século em que tudo é tecnologia. Nós sabemos que a tecnologia de linha de gol é só um começo. Em algum momento, não precisaremos mais de um árbitro. Drones filmariam tudo o que acontecesse dentro de campo. Não estarei vivo quando isso acontecer, mas é o futuro“.

Particularmente, eu gostaria de ver a tecnologia servindo ao árbitro, não o substituindo. Mas em um exercício de futurologia, como você vê a figura do juiz de futebol?

Não o vejo sozinho, mas acompanhado de outros árbitros dentro de campo, consultando monitores de TV para tirar suas dúvidas e, se precisar, com auxílio de imagens até de drones. Que tal?

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Nossos Robôs: Drones: o desafio é voar!

Imagem de Quadrotor Phantom, extraída do link em: http://nossosrobos.blogspot.com/2015/05/drones-o-desafio-e-voar.html