(Em italiano:) Egoritmo velleitario s’avessi potuto scegliere, a suo tempo sarei nato a Livorno, chissà poi perchè, nemmen provo a spiegarlo comunque sia, segnalo …
Original em: Egoritmo velleitario (oldies!!)

(Em italiano:) Egoritmo velleitario s’avessi potuto scegliere, a suo tempo sarei nato a Livorno, chissà poi perchè, nemmen provo a spiegarlo comunque sia, segnalo …
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Amazon amplia demissões e expõe a transformação silenciosa do trabalho no setor de tecnologia. #Linkezine 💻 O post Amazon corta mais 16 mil postos e…
Continua em: Amazon corta mais 16 mil postos e expõe a nova anatomia do trabalho na era tech

Na era da IA, quem se destaca não é quem corre mais rápido, mas quem se prepara melhor para evoluir com consistência. #Linkezine 🚀 O post …
Continua em: Transformação digital sem atalhos: por que preparo vale mais que velocidade

E a tecnologia mostra coisas impressionantes! Uma delas: a transformação de personagens de desenhos animados em pessoas com feições reais!
Veja que curioso, extraído de: https://www.hardware.com.br/noticias/2022-02/inteligencia-artificial-mostra-como-seriam-personagens-classicos-de-desenho-na-vida-real.html
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL MOSTRA COMO SERIAM PERSONAGENS CLÁSSICOS DE DESENHO NA VIDA REAL

A Inteligência Artificial tem proporcionado uma série de feitos bem notórios, e alguns deles não são exatamente úteis, mas muito interessantes. Como exemplo, a tecnologia está sendo usada para trazer a vida alguns desenhos animados, tanto da Disney quanto de animações com características mais bizarras, como os Simpsons.
Se você sempre teve curiosidade de saber como alguns personagens de desenhos animados seriam na vida real, então certamente vai adorar o trabalho de um artista digital brasileiro que está fazendo bastante sucesso na rede com suas fotos realistas de alguns deles.

O brasileiro Hidreley Diao é um artista digital brasileiro que está conquistando milhares de cliques nas redes sociais por postar imagens de retratos de como seriam vários personagens de desenhos animados em suas versões reais.
Ele se diz apaixonado por qualquer coisa relacionada a arte digital e, depois de descobrir que software de inteligência artificial é capaz de criar uma imagem fotográfica realista de pessoas que não existem, começou seu projeto que fez tanto sucesso.

Segundo ele, tudo começou com um grupo de desafios de Photoshop no Facebook chamado de Desafios Photoshop Brasil. Ele era um dos administradores desse grupo e também participava de vários desafios, e foi a busca por esses desafios que fez com que ele conhecesse o site Bored Panda.
Atualmente ele tem um comércio de salgados mas faz posts colaborativos em inglês para o site. Com isso, acabou ganhando muito destaque e visibilidade e seu trabalho já foi comentado em grandes mídias como Newsweek, Daily Mail, The Sun e outros. Atualmente as imagens apareceram até mesmo no Buzzfeed dos EUA.
Desenhos animados trazidos para a vida real
O artista revelou que desde que descobriu a inteligência artificial, vem desafiando a si mesmo a fazer coisas que nunca se imaginou fazendo antes. Para isso ele conta com muito estudo e muita prática. Foi assim que ele pensou em começar a trazer alguns personagens da Disney para a realidade.
E com isso ele já tem muita familiaridade. Hidreley cresceu assistindo a muitos deles como Simpsons, desenhos da Hanna Barbera e, claro, animações da Disney, que sempre tiveram um grande impacto na sua vida.
“Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço. Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? Tentei trazê-los para o nosso mundo através da inteligência artificial.”
Os softwares que ele mais usa para criar essas fotos são o Photoshop no computador e mais 2 aplicativos mobile de edição de fotos como o FaceApp, Gradient e Remini. Cada foto que ele produz é fruto de uma criação usando imagens encontradas na internet de rostos que combinem com os personagens.

Ele revela que procura em bancos de imagens e começa fazendo uma comparação entre os olhos. A parte mais difícil, de acordo com o artista brasileiros, é encontrar uma imagem que combine com a do personagem que ele está trabalhando no momento.
Para conferir mais do trabalho dele, pode segui-lo no Instagram clicando aqui.
Você também deve ver 😉 (Fonte: petapixel)
Repost de 4 anos, mas atual:
E quando as famílias se reúnem para comer e os celulares dominam a mesa?
E quando os celulares são prioridades nas rodas de conversa?
E quando as orações se dispersam por conta dos telefones?
E quando até o Papa precisa pedir moderação?
Sobre o uso dos celulares ao invés da conversa diária, no sermão do Papa Francisco,
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2019/c/W/gnuWFUTtyAbp5tZNnVIQ/papa.jpg)
Papa Francisco durante sermão, no dia 29 de dezembro de 2019 — Foto: Gregorio Borgia/AP. Extraído de G1 (citação cima).
Uri Levine, juntamente com Ehud Shabtai, ambos israelenses, são os criadores do aplicativo Waze. Em 2013 eles venderam o App ao Google por mais de US$ 1 bi.
Sabe o que Uri faz hoje? Vive de palestras (30 por ano sobre empreendedorismo) e de montar pequenas Startup’s (em especial no Brasil).
Uma curiosidade: ele não tem carro, só anda de bicicleta!
Dá para imaginar que o ex-dono do Waze prefere outro meio de locomoção?
Abaixo, algumas curiosidades que ele disse à Revista Isto É, Edição 2452, pg 08-10:
“Tínhamos uma grande expectativa de que o Waze fosse um sucesso no Brasil, pois o país é o 4o do mundo em número de carros e o trânsito é péssimo (…). Também porque em seu país a divulgação boca-a-boca é um sucesso (…). Israel é um sucesso para startup’s por 3 fatores: cultura do pragmatismo devido ao Exército, o fracasso é tolerado e o segundo empreendimento sempre é visto melhor do que o primeiro, além disso, o Governo dá uma estrutura de apoio fantástica a quem quer investir (…). Em 05 ou 10 anos veremos carros autônomos [sem motoristas] à venda, e a próxima geração não precisará ter carteira de habilitação.”
Está sendo um visionário ou não? Será que em tão pouco tempo não precisaremos de CNH? Não duvide tanto de um bilionário…

Imagem extraída de: http://mxtube.net/videos/search/waze-publicit
Mesmo após restrições, o Grok segue no centro do debate sobre abusos e limites da IA. #Linkezine 🤖 O post Grok recua após protestos, mas polêmica …
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Pedi para a IA criar uma foto romântica minha e da minha namorada.
Eu rejuvenesci. Já a Viviane… continuou tão linda como é!
Deixá-la ainda mais bela, não dá.
Acordo com o Cadê muda regras do iOS e amplia concorrência no mercado de apps no Brasil. #Linkezine 🍎 O post 🎯📢🍎 Apple abre o iOS no Brasil após …
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Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja de dias atrás foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.
Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?
Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/
VICIADOS POR TELA
Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção
Por André Lopes
Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.
No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.
Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.
Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obras-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.
O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.
Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.
Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.
Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em deixá-lo longe do smartphone.
No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.
Rembrandt? – Estudantes parecem preferir a tecnologia à clássica pintura Gijsbert van der Wal/Reprodução, extraída de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/
Falam muito da Geração Z ser a mais nativa com a tecnologia. De fato, isso é uma obviedade.
Porém, se perguntar qual mais se reinventou, foi a Geração X!
Quer uma prova?
Aqui, na imagem:
Não somos robôs feitos com perfeição e precisão indiscutíveis e/ou infalíveis. Somos seres humanos que precisamos aprender a viver com as adversidades inevitáveis na vida pessoal e profissional.
Compartilho esse ótimo artigo a respeito deste assunto:
AS COMPETÊNCIAS QUE OS ROBÔS NÃO TÊM
Por Milton Beck
O avanço da tecnologia não dispensa as habilidades unicamente humanas – e nada melhor do que a vida real para nos preparar para um mundo mais integrado.
Há conversas que, mesmo informais, levam a reflexões sobre temas profundos, urgentes e complexos. Lembro-me de um diálogo descontraído em um almoço com dois amigos alguns anos atrás. Todos tínhamos trabalhado em empresas de tecnologia juntos e comentávamos episódios profissionais, quando um deles falou, orgulhoso:
“Nunca deixei de cumprir um orçamento na vida! Sempre atingi minhas metas.”
O outro amigo, que ocupava um cargo mais alto do que nós dois, nos surpreendeu com sua resposta.
“Que pena. Se tivesse passado pela experiência de não atingir suas metas teria aprendido com isso e, certamente, seria um profissional ainda melhor.”
Na hora, aquilo me fez pensar. Aquele almoço voltou à minha mente, enquanto assistia ao episódio Kintsugi, da série The Man in the High Castle. Eu não conhecia essa palavra japonesa, tampouco seu significado. Trata-se de uma técnica de reparação de peças de cerâmica quebradas, a partir da junção dos pedaços usando um verniz polvilhado com ouro, deixando à mostra as “cicatrizes” do objeto. Depois da reconstituição, muitas peças se tornam mais valiosas do que eram originalmente.
O Kintsugi é também uma filosofia de vida que parte do princípio de que erros e adversidades são inevitáveis. Diante delas, o que podemos fazer é recuperar a ordem interna e aprender a viver com suas marcas. Como diz uma das personagens no episódio: “Imperfeições podem ser belas”.
O que capturou a minha atenção naquelas cenas foi a reflexão sobre a valoração de algo a partir do erro. Da experiência. Em vez de tentarmos apagar os tombos de nosso currículo, o Kintsugi sugere que incorporemos os aprendizados e sigamos em frente melhores do que éramos antes da quebra.
A verdade é que, no ambiente corporativo, não costumamos lidar bem com erros. O orgulho do meu amigo sobre seu bom desempenho é compreensível. Nutrimos a crença de que quanto menos erramos, melhor somos. Mas isso não é a realidade. Cair e levantar pode nos ensinar, na prática, sobre resiliência e nos ajudar a desenvolver empatia pela situação de outras pessoas.
BIG DATA E OLHO NO OLHO
O tema voltou à minha mente pela terceira vez recentemente, quando vi os resultados de uma pesquisa conduzida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) em parceria com o LinkedIn. O estudo se baseou em pessoas que usam a nossa plataforma em dez países, incluindo o Brasil. O objetivo era identificar as mudanças no universo do trabalho – e como elas estão afetando as competências que se esperam dos profissionais de diferentes áreas. O estudo, que abrangeu 50 mil habilidades, trouxe algumas revelações que corroboram a tese do meu amigo sobre a importância do erro.
As profissões ligadas à tecnologia, como desenvolvedor de software, analista de segurança da informação e webdesign, aparecem como uma forte tendência de crescimento na pesquisa. Isso não significa que os robôs e softwares de inteligência artificial tomarão conta de todos os postos de trabalho – como teme uma parcela significativa dos trabalhadores brasileiros. Falado isso, os empregos serão sim transformados, mas o que deve direcionar essa transformação são as habilidades que só a experiência humana pode desenvolver.
As funções na área de TI que mais devem crescer são aquelas que demandam qualidades tipicamente humanas – entre elas, estão as habilidades transferíveis, isto é, que podem ser adaptadas de um setor para outro. Por exemplo, a capacidade de analisar um cenário complexo, de se adaptar, planejar e gerir uma estratégia de negócio, ainda que não se conheça profundamente a parte técnica do trabalho. As habilidades transferíveis ajudam os profissionais a encontrar soluções criativas para os desafios da empresa, e a identificar oportunidades de carreira fora de seu escopo tradicional.
Cruzar informações de diferentes fontes, fazer associações entre dados de diferentes mercados, ter a sensibilidade para reconhecer talentos e saber gerir grupos multidisciplinares são habilidades chamadas de soft skills (ou habilidades comportamentais). Elas são tão urgentes quanto as de automação de atividades. Não podemos subestimá-las por serem menos objetivas. É justamente sua natureza “fora da caixa” que as torna valiosas.
Isso não significa que as hard skills – habilidades técnicas – deixarão de ser importantes. Elas são (e continuarão sendo) básicas para a maior parte das profissões. Sem entender do negócio é difícil ser um bom profissional. O efeito colateral da supervalorização das soft skills é dar a impressão de que basta saber se relacionar para tomar as melhores decisões. Não é isso.
A tecnologia continuará a avançar pela maior parte das áreas corporativas, substituindo o ser humano em tarefas como pesquisa de dados e identificações de padrões. Mas, com mais informações na mesa, se torna ainda mais necessário ter uma cabeça pensante e um olhar sensível para tomar decisões. E para lapidar essas capacidades unicamente humanas, meu amigo tem razão: poucas coisas ensinam mais do que um tombo no mundo real.
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Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/noticias/2012/12/universidade-de-toquio-desenvolve-robo-que-se-mexe-como-humano.ghtml (Kenshiro é o robô mais próximo de um ser humano atualmente (Foto: Reprodução/IEEE Spectrum) — Foto: TechTudo)
Não sei se Barack Obama realmente disse isso, mas vale a postagem pois a observação é muito boa:
“Todos os dispositivos sofisticados e wi-fi do mundo não vão fazer diferença se não tivermos grandes professores em sala de aula”.
Perfeito. A tecnologia visa a ajudar, nunca a substituir o bom docente. Os professores sempre serão fundamentais para fazer o elo entre o espírito crítico e o aluno!
E você, o que pensa sobre essa afirmação? Deixe seu comentário:

Imagem extraída do Facebook de “Viver de Amor”, em: https://www.facebook.com/vivendodeamorsempre/posts/1824529234311556/
Conhece Nolan Bushnell? Ele é o fundador da Atari e ex-chefe de Steve Jobs – que sempre o admirou por ser genial e, segundo Nolan, excêntrico! Tanto que escreveu um livro chamado: “Encontre o próximo Steve Jobs”.
A idéia da publicação é incentivar que executivos contratem pessoas acima da média, e essas são, na maioria “diferentes e doidas”.
Textualmente, Nolan Bushnell escreve que:
“Os chefes, em 90% dos casos, jamais contrariam um cara como Jobs. Mas a sugestão é que se contratem loucos mesmo. Quando eu tive a idéia de criar a Atari, me disseram que era loucura alguém jogar games em uma tela de TV. Fui chamado de ridículo!”.
Claro que a loucura aqui é genialidade incompreendida. Mas cá entre nós: talvez seja um misto de excesso de inteligência somado ao comportamento difícil.
O que você pensa sobre isso?
Deixe seu comentário:
Imagem extraída de: http://negociosbuscandoexito.com/category/emprendimiento/
IN ENGLISH –
Do you know Nolan Bushnell? He is the founder of Atari and Steve Jobs’ former boss—who always admired him for being brilliant and, according to Nolan, eccentric! So much so that he wrote a book called: “Finding the Next Steve Jobs.”
The idea of the publication is to encourage executives to hire people who are above average, and these people are, for the most part, “different and crazy.”
Textually, Nolan Bushnell writes that:
“In 90% of cases, bosses would never hire a guy like Jobs. But the suggestion is to hire crazy people anyway. When I had the idea to create Atari, I was told that it was crazy for anyone to play games on a TV screen. I was called ridiculous!”
Of course, the “crazy” here is misunderstood genius. But between you and me: perhaps it’s a mix of excessive intelligence combined with difficult behavior.
What do you think about this? Leave your comment:
Normalmente, os estudos mostram que de geração em geração os filhos têm QI maior que seus pais (em média). Porém, um novo estudo mostra que a “geração digital” está contrariando a lógica. Ou seja: as crianças estão se tornando menos inteligentes!
Abaixo extraído de: https://g1.globo.com/bemestar/viva-voce/noticia/2020/10/30/geracao-digital-por-que-pela-1a-vez-filhos-tem-qi-inferior-ao-dos-pais.ghtml
POR QUE PELA 1ª VEZ OS FILHOS PODEM TER QI INFERIOR AO DOS PAIS
Especialista analisa como as ferramentas tecnológicas têm influenciado negativamente no QI das crianças.
A Fábrica de Cretinos Digitais. Este é o título do último livro do neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França, em que apresenta, com dados concretos e de forma conclusiva, como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens.
“Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”, alerta o especialista em entrevista à BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC.
As evidências são palpáveis: já há um tempo que os testes de QI apontam que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.
Desmurget acumula vasta publicação científica e já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.
Seu livro se tornou um best-seller gigantesco na França. Veja abaixo trechos da entrevista com ele.
BBC News Mundo: Os jovens de hoje são a primeira geração da história com um QI (Quociente de Inteligência) mais baixo do que a última?
Michel Desmurget: Sim. O QI é medido por um teste padrão. No entanto, não é um teste “estático”, sendo frequentemente revisado. Meus pais não fizeram o mesmo teste que eu, por exemplo, mas um grupo de pessoas pode ser submetido a uma versão antiga do teste.
E, ao fazer isso, os pesquisadores observaram em muitas partes do mundo que o QI aumentou de geração em geração. Isso foi chamado de ‘efeito Flynn’, em referência ao psicólogo americano que descreveu esse fenômeno. Mas recentemente, essa tendência começou a se reverter em vários países.
É verdade que o QI é fortemente afetado por fatores como o sistema de saúde, o sistema escolar, a nutrição, etc. Mas se considerarmos os países onde os fatores socioeconômicos têm sido bastante estáveis por décadas, o ‘efeito Flynn’ começa a diminuir.
Nesses países, os “nativos digitais” são os primeiros filhos a ter QI inferior ao dos pais. É uma tendência que foi documentada na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc.
BBC News Mundo: E o que está causando essa diminuição no QI?
Desmurget: Infelizmente, ainda não é possível determinar o papel específico de cada fator, incluindo por exemplo a poluição (especialmente a exposição precoce a pesticidas) ou a exposição a telas. O que sabemos com certeza é que, mesmo que o tempo de tela de uma criança não seja o único culpado, isso tem um efeito significativo em seu QI. Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem.
Os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura (definida como um corpo de conhecimento que nos ajuda a organizar e compreender o mundo). Em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico.
BBC News Mundo: E por que o uso de dispositivos digitais causa tudo isso?
Desmurget: As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura, etc.); perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção, levando a distúrbios de concentração, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual, que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial; e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral.
BBC News Mundo: Que dano exatamente as telas causam ao sistema neurológico?
Desmurget: O cérebro não é um órgão “estável”. Suas características ‘finais’ dependem da nossa experiência. O mundo em que vivemos, os desafios que enfrentamos, modificam tanto a estrutura quanto o seu funcionamento, e algumas regiões do cérebro se especializam, algumas redes são criadas e fortalecidas, outras se perdem, algumas se tornam mais densas e outras mais finas.
Observou-se que o tempo gasto em frente a uma tela para fins recreativos atrasa a maturação anatômica e funcional do cérebro em várias redes cognitivas relacionadas à linguagem e à atenção.
Deve-se ressaltar que nem todas as atividades alimentam a construção do cérebro com a mesma eficiência.
BBC News Mundo: O que isso quer dizer?
Desmurget: Atividades relacionadas à escola, trabalho intelectual, leitura, música, arte, esportes… todas têm um poder de estruturação e nutrição muito maior para o cérebro do que as telas.
Mas nada dura para sempre. O potencial para a plasticidade cerebral é extremo durante a infância e adolescência. Depois, ele começa a desaparecer. Ele não vai embora, mas se torna muito menos eficiente.
O cérebro pode ser comparado a uma massa de modelar. No início, é úmida e fácil de esculpir. Mas, com o tempo, fica mais seca e muito mais difícil de modelar. O problema com as telas é que elas alteram o desenvolvimento do cérebro de nossos filhos e o empobrecem.
BBC News Mundo: Todas as telas são igualmente prejudiciais?
Desmurget: Ninguém diz que a “revolução digital” é ruim e deve ser interrompida. Eu próprio passo boa parte do meu dia de trabalho com ferramentas digitais. E quando minha filha entrou na escola primária, comecei a ensiná-la a usar alguns softwares de escritório e a pesquisar informações na internet.
Os alunos devem aprender habilidades e ferramentas básicas de informática? Claro. Da mesma forma, pode a tecnologia digital ser uma ferramenta relevante no arsenal pedagógico dos professores? Claro, se faz parte de um projeto educacional estruturado e se o uso de um determinado software promove efetivamente a transmissão do conhecimento.
Porém, quando uma tela é colocada nas mãos de uma criança ou adolescente, quase sempre prevalecem os usos recreativos mais empobrecedores. Isso inclui, em ordem de importância: televisão, que continua sendo a tela número um de todas as idades (filmes, séries, clipes, etc.); depois os videogames (principalmente de ação e violentos) e, finalmente, na adolescência, um frenesi de autoexposição inútil nas redes sociais.
BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças e os jovens costumam passar em frente às telas?
Desmurget: Em média, quase três horas por dia para crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para crianças de 8 anos e mais de sete horas para adolescentes.
Isso significa que antes de completar 18 anos, nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos em frente às telas ou, se preferir, 16 anos trabalhando em tempo integral!
É simplesmente insano e irresponsável.
BBC News Mundo: Quanto tempo as crianças devem passar em frente a telas?
Desmurget: Envolver as crianças é importante. Eles precisam ser informados de que as telas danificam o cérebro, prejudicam o sono, interferem na aquisição da linguagem, enfraquecem o desempenho acadêmico, prejudicam a concentração, aumentam o risco de obesidade, etc.
Alguns estudos mostram que é mais fácil para crianças e adolescentes seguirem as regras sobre telas quando sua razão de ser é explicada e discutida com eles. A partir daí, a ideia geral é simples: em qualquer idade, o mínimo é o melhor.
Além dessa regra geral, diretrizes mais específicas podem ser fornecidas com base na idade da criança. Antes dos seis anos, o ideal é não ter telas (o que não significa que de vez em quando você não possa assistir a desenhos com seus filhos).
Quanto mais cedo forem expostos, maiores serão os impactos negativos e o risco de consumo excessivo subsequente.
A partir dos seis anos, se os conteúdos forem adaptados e o sono preservado, o tempo em frente a tela pode chegar até meia hora ou até uma hora por dia, sem uma influência negativa apreciável.
Outras regras relevantes: sem telas pela manhã antes de ir para a escola, nada à noite antes de ir para a cama ou quando estiver com outras pessoas. E, acima de tudo, sem telas no quarto.
Mas é difícil dizer aos nossos filhos que as telas são um problema quando nós, como pais, estamos constantemente conectados aos nossos smartphones ou consoles de jogos.
BBC News Mundo: Por que muitos pais desconhecem os perigos das telas?
Desmurget: Porque a informação dada aos pais é parcial e tendenciosa. A grande mídia está repleta de afirmações infundadas, propaganda enganosa e informações imprecisas. A discrepância entre o conteúdo da mídia e a realidade científica costuma ser perturbadora, se não enfurecedora. Não quero dizer que a mídia seja desonesta: separar o joio do trigo não é fácil, mesmo para jornalistas honestos e conscienciosos.
Mas não é surpreendente. A indústria digital gera bilhões de dólares em lucros a cada ano. E, obviamente, crianças e adolescentes são um recurso muito lucrativo. E para empresas que valem bilhões de dólares, é fácil encontrar cientistas complacentes e lobistas dedicados.
Recentemente, uma psicóloga, supostamente especialista em videogames, explicou em vários meios de comunicação que esses jogos têm efeitos positivos, que não devem ser demonizados, que não jogá-los pode ser até uma desvantagem para o futuro de uma criança, que os jogos mais violentos podem ter ações terapêuticas e ser capaz de aplacar a raiva dos jogadores, etc.
O problema é que nenhum dos jornalistas que entrevistaram esse “especialista” mencionou que ela trabalhava para a indústria de videogames. E este é apenas um exemplo entre muitos descritos em meu livro.
Isso não é algo novo: já aconteceu no passado com o tabaco, aquecimento global, pesticidas, açúcar, etc.
Mas acho que há espaço para esperança. Com o tempo, a realidade se torna cada vez mais difícil de negar.
BBC News Mundo:Há estudos que afirmam, por exemplo, que os videogames ajudam a obter melhores resultados acadêmicos…
Desmurget: Digo com franqueza: isso é um absurdo.
Essa ideia é uma verdadeira obra-prima de propaganda. Baseia-se principalmente em alguns estudos isolados com dados imprecisos, que são publicados em periódicos secundários, pois muitas vezes se contradizem.
Em uma interessante pesquisa experimental, consoles de jogos foram dados a crianças que iam bem na escola. Depois de quatro meses, elas passaram mais tempo jogando e menos fazendo o dever de casa. Suas notas caíram cerca de 5% (o que é muito em apenas quatro meses!).
Em outro estudo, as crianças tiveram que aprender uma lista de palavras. Uma hora depois, algumas puderam jogar um jogo de corrida de carros. Duas horas depois, foram para a cama.
Na manhã seguinte, as crianças que não jogaram lembravam cerca de 80% da aula em comparação com 50% das que jogaram.
Os autores descobriram que brincar interferia no sono e na memorização.
BBC News Mundo: Como o Sr. acha que os membros dessa geração digital serão quando se tornarem adultos?
Desmurget: Costumo ouvir que os nativos digitais sabem “de maneira diferente”. A ideia é que embora apresentem déficits linguísticos, de atenção e de conhecimento, são muito bons em “outras coisas”. A questão está na definição dessas “outras coisas”.
Vários estudos indicam que, ao contrário das crenças comuns, eles não são muito bons com computadores. Um relatório da União Europeia explica que a baixa competência digital impede a adoção de tecnologias educacionais nas escolas.
Outros estudos também indicam que eles não são muito eficientes no processamento e entendimento da vasta quantidade de informações disponíveis na internet.
Então, o que resta? Eles são obviamente bons para usar aplicativos digitais básicos, comprar produtos online, baixar músicas e filmes, etc.
Para mim, essas crianças se assemelham às descritas por Aldous Huxley em seu famoso romance distópico Admirável Mundo Novo: atordoadas por entretenimento bobo, privadas de linguagem, incapazes de refletir sobre o mundo, mas felizes com sua sina.
BBC News Mundo: Alguns países estão começando a legislar contra o uso de telas?
Desmurget: Sim, especialmente na Ásia. Taiwan, por exemplo, considera o uso excessivo de telas uma forma de abuso infantil e aprovou uma lei que estabelece multas pesadas para pais que expõem crianças menores de 24 meses a qualquer aplicativo digital e que não limita o tempo de tela de meninos entre 2 e 18 anos.
Na China, as autoridades tomaram medidas drásticas para regulamentar o consumo de videogames por menores: crianças e adolescentes não podem mais brincar à noite (entre 22h e 8h) ou ultrapassar 90 minutos de exposição diária durante a semana (180 minutos nos finais de semana e férias escolares).
BBC News Mundo: O Sr. acredita que é bom que existam leis que protegem as crianças das telas?
Desmurget: Não gosto de proibições e não quero que ninguém me diga como criar minha filha. No entanto, é claro que as escolhas educacionais só podem ser exercidas livremente quando as informações fornecidas aos pais são honestas e abrangentes.
Acho que uma campanha de informação justa sobre o impacto das telas no desenvolvimento com diretrizes claras seria um bom começo: nada de telas para crianças de até seis anos de idade e não mais do que 30-60 minutos por dia.
BBC News Mundo: Se essa orgia digital, como você a define, não para, o que podemos esperar?
Desmurget: Um aumento das desigualdades sociais e uma divisão progressiva da nossa sociedade entre uma minoria de crianças preservadas desta “orgia digital” — os chamados alfas do livro de Huxley —, que possuirão, através da cultura e da linguagem, todas as ferramentas necessárias pensar e refletir sobre o mundo, e uma maioria de crianças com ferramentas cognitivas e culturais limitadas — os chamados gamas na mesma obra —, incapazes de compreender o mundo e agir como cidadãos cultos.
Os alfas frequentarão escolas particulares caras com professores humanos “reais”. Já os gamas irão para escolas públicas virtuais com suporte humano limitado, onde serão alimentados com uma pseudo-linguagem semelhante à “novilíngua” de (George) Orwell (em 1984) e aprenderão as habilidades básicas de técnicos de médio ou baixo nível (projeções econômicas dizem que este tipo de empregos serão super-representados na força de trabalho de amanhã).
Um mundo triste em que, como disse o sociólogo Neil Postman, eles vão se divertir até a morte. Um mundo no qual, através do acesso constante e debilitante ao entretenimento, eles aprenderão a amar sua servidão. Desculpe por não ser mais otimista.
Talvez (e espero que sim) eu esteja errado. Mas simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento.
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Vários estudos têm mostrado que, quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI diminui, afirma o neurocientista Michel Desmurget — Foto: Getty Images
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Continua em: 🌍📱 Inovação que respeita o planeta: o futuro sustentável da Motorola ♻️

Para os mais novos, saibam que o celular, quando surgiu, era artigo para resolver os anseios aqui registrado na sua 1a ligação,
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Num momento em que podemos interagir com uma IA que ouve, fala e vê como se fosse uma pessoa (ex. da Apple, da Google e da OpenAI), podendo em muitos…
Continua em: Como parar a IA?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.
O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!
Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):
THOMAS EDISON
Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.
Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.
Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11
Mesmo anônimo, você é rastreado online 👀💻🔍 #PrivacidadeDigital #SegurancaOnline #BrowserFingerprinting #linkezine 🔒 O post 🕵️♂️💻 Abas anônimas…
Continua em: 🕵️♂️💻 Abas anônimas? Nem tanto: entenda como seus dados são capturados 🔍

Geração Z revive CDs e câmeras em busca de vida offline 📷 #GeraçãoZ #Tecnologia #Comportamento #linkezine 💿 O post 📼 Jovens redescobrem o passado:…
Continua em: 📼 Jovens redescobrem o passado: a febre das velhas tecnologias 🎧

Acordar cedo para aproveitar um mundo sem tanta tecnologia tem sido uma tendência. Mas e quando você não é “produtivo” ou “relaxante” o suficiente neste período do dia?
Benefícios e malefícios de levantar às madrugadas, extraído de: https://www.linkedin.com/feed/news/o-clube-das-5h-pode-não-ser-para-você-4980964/
O CLUBE DAS 5 HORAS PODE NÃO SER PRA VOCÊ
por Paulo Tobias
O hábito de levantar às 5h para aproveitar melhor o dia vem ganhando cada vez mais adeptos no mundo corporativo. Para essas pessoas, acordar antes de o sol nascer facilita criar um “estado de fluxo” por permitir um tempo sem interrupções de ruídos do ambiente ou da tecnologia.
Mas especialistas em sono alertam que o hábito não é para todo mundo: cada pessoa tem seu próprio relógio biológico e não respeitá-lo pode provocar problemas como cansaço, ansiedade, depressão, doenças gastrointestinais, perda de concentração e lapsos de memória. Assim, se você é uma pessoa vespertina se esforçando para madrugar, está sabotando seu horário mais frutífero.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.
Já reparou como tem gente que escreve de maneira violenta, arrogante ou odiosa nas redes sociais? Ou que publica uma vida inexistente de beleza e felicidade?
Pra quê?
Muitos ofendem o próximo com palavrões via Twitter, coisa que pessoalmente não fariam. Outros usam do Facebook para destilar veneno por X ou Y (na política isso acontece demais). No Instagram, um mundo de belas paisagens, sorrisos e outras coisas que encantam – quando, vez ou outra, surge um idiota ameaçando você de qualquer coisa que nunca se imaginou!
Novamente: pra quê?
Parece que nesse âmbito, as Redes Sociais tornaram-se a arquibancada do século XXI, onde se permite e se pode tudo! Pensa-se que é terra de ninguém, maltrata-se por qualquer coisa, se difama por bobagem e desrespeita-se a opinião alheia.
Uma derradeira vez: pra quê?
Por muitas vezes, as Redes Sociais se tornam Antissociais, nos levando a pensar: por quê estamos inseridos nelas?
E você: por quê está? Precisa mesmo delas?
Conheço muita gente que está fora e não sente necessidade de estar. Muitas vezes, penso: vale a pena abandoná-las… mas aí você repensa sobre os contatos que tem, as atividades profissionais que possam ser exercidas através delas e pela comodidade / diversão de estar nesse mundo virtual. E desiste de sair!
Enfim: use com moderação, sem deixar que se torne um vício. Não as faça como algo obrigatório, desconfie das publicações que ali existam e cuidado com suas postagens, pois, afinal, dependendo do teor, haters podem surgir. E aí você se cansará delas.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
O novo iPhone custa R$ 10.500,00! E, acredite, mais de R$ 6.500,00 são de impostos.
Pode?
Abaixo, extraído do Blog do iPhone, em: https://blogdoiphone.com/financas/iphone-air-brasil-impostos/
IPHONE AIR NO BRASIL CUSTA MAIS DE R$ 6.520,00 DE IMPOSTOS.
Você não leu errado. Do preço que você paga em um iPhone novo, mais de 60% do valor não vai para a Apple. Isso a gente já sabe há anos, mas quando vemos o valor numérico, assusta.
Não é a toa que o Brasil sempre figura como um dos países com o preço mais alto de iPhone.
Neste artigo, vamos mostrar um exemplo real da compra de um iPhone Air de 256 GB, detalhando os tributos pagos, e também explicar como funciona a cobrança de impostos no Brasil — que varia de estado para estado.
Fizemos o teste e encomendamos um iPhone Air de 256 GB no Brasil, com entrega em Brasília. Por ser parcelado, pagamos o preço cheio: R$ 10.499.
E aqui vem o choque: na nota fiscal, é possível ver que, desse valor, R$ 6.520,33 são só de impostos. Isso significa que quase dois terços do que você desembolsa vão direto para os cofres públicos.
Olha só como ficou a divisão:
No fim das contas, a carga tributária chega a 62,1% do preço do iPhone. É de cair o queixo.
Pra entender melhor:
No exemplo de Brasília, a alíquota interna é de 18%.
Como o iPhone saiu de São Paulo (onde a alíquota interestadual é de 12%), o DF cobrou a diferença de 6%. Esse cálculo deu os R$ 1.679,84 extras no boleto de impostos.
Aí que está: não existe um valor único de imposto para todo o Brasil. Cada estado tem sua própria regra de ICMS, e isso impacta diretamente no preço final.
Ou seja, o imposto varia de acordo com o CEP de quem compra.
Pior que não. Entra governo, sai governo e o preço do iPhone sempre sofreu pesados impostos de importação.
Usuários de iPhone já conhecem há décadas o conceito de “tarifaço“, pois sempre pagaram mais por comprar o aparelho no Brasil.
Até mesmo Steve Jobs já reclamava dos impostos brasileiros na importação de eletrônicos, chamando de “política maluca de taxação super alta“.
Bom, se fizermos a matemática dessa história toda, concluímos que a Apple Brasil acaba ficando apenas com R$ 3.979 por este iPhone Air, que é bem menos do preço do mesmo modelo nos Estados Unidos.
É insano.
Tudo isso deixa claro aquilo que muitos já sabem: o grande vilão do preço do iPhone no Brasil é a carga tributária altíssima.
No caso do nosso iPhone Air de 256 GB, R$ 6.520 de um total de R$ 10.499 foram parar em impostos. E dependendo de onde você mora, esse número pode ser ainda maior ou menor, mas sempre alto.
Enquanto isso não muda, o brasileiro segue pagando um dos preços mais altos do mundo para ter um iPhone novo no bolso.

(matéria de Ale Salvatori).
Google Cloud traz Gemini 2.5 e TPUs v6 ao Brasil, expande Summit e lança novas soluções de IA. #GoogleCloud #Inovação #linkezine 🚀 O post 🚀 Google …
Continua em: 🚀 Google Cloud acelera no Brasil com IA, novas TPUs e expansão nacional 🌎

O novo iPhone custa R$ 10.500,00! E, acredite, mais de R$ 6.500,00 são de impostos.
Pode?
Abaixo, extraído do Blog do iPhone, em: https://blogdoiphone.com/financas/iphone-air-brasil-impostos/
IPHONE AIR NO BRASIL CUSTA MAIS DE R$ 6.520,00 DE IMPOSTOS.
Você não leu errado. Do preço que você paga em um iPhone novo, mais de 60% do valor não vai para a Apple. Isso a gente já sabe há anos, mas quando vemos o valor numérico, assusta.
Não é a toa que o Brasil sempre figura como um dos países com o preço mais alto de iPhone.
Neste artigo, vamos mostrar um exemplo real da compra de um iPhone Air de 256 GB, detalhando os tributos pagos, e também explicar como funciona a cobrança de impostos no Brasil — que varia de estado para estado.
Fizemos o teste e encomendamos um iPhone Air de 256 GB no Brasil, com entrega em Brasília. Por ser parcelado, pagamos o preço cheio: R$ 10.499.
E aqui vem o choque: na nota fiscal, é possível ver que, desse valor, R$ 6.520,33 são só de impostos. Isso significa que quase dois terços do que você desembolsa vão direto para os cofres públicos.
Olha só como ficou a divisão:
No fim das contas, a carga tributária chega a 62,1% do preço do iPhone. É de cair o queixo.
Pra entender melhor:
No exemplo de Brasília, a alíquota interna é de 18%.
Como o iPhone saiu de São Paulo (onde a alíquota interestadual é de 12%), o DF cobrou a diferença de 6%. Esse cálculo deu os R$ 1.679,84 extras no boleto de impostos.
Aí que está: não existe um valor único de imposto para todo o Brasil. Cada estado tem sua própria regra de ICMS, e isso impacta diretamente no preço final.
Ou seja, o imposto varia de acordo com o CEP de quem compra.
Pior que não. Entra governo, sai governo e o preço do iPhone sempre sofreu pesados impostos de importação.
Usuários de iPhone já conhecem há décadas o conceito de “tarifaço“, pois sempre pagaram mais por comprar o aparelho no Brasil.
Até mesmo Steve Jobs já reclamava dos impostos brasileiros na importação de eletrônicos, chamando de “política maluca de taxação super alta“.
Bom, se fizermos a matemática dessa história toda, concluímos que a Apple Brasil acaba ficando apenas com R$ 3.979 por este iPhone Air, que é bem menos do preço do mesmo modelo nos Estados Unidos.
É insano.
Tudo isso deixa claro aquilo que muitos já sabem: o grande vilão do preço do iPhone no Brasil é a carga tributária altíssima.
No caso do nosso iPhone Air de 256 GB, R$ 6.520 de um total de R$ 10.499 foram parar em impostos. E dependendo de onde você mora, esse número pode ser ainda maior ou menor, mas sempre alto.
Enquanto isso não muda, o brasileiro segue pagando um dos preços mais altos do mundo para ter um iPhone novo no bolso.

(matéria de Ale Salvatori).
Quem é o consumidor que realmente vai gastar as riquezas da Economia Global? Os Boomers, a Geração X ou os Millenials?
Muito bacana o artigo que compartilho abaixo, extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/consumidor-conectado-exigente-e-ansioso/
CONSUMIDOR CONECTADO, EXIGENTE E ANSIOSO
por Cecília Andreucci
Altamente digitalizado, pressionado por uma montanha de informações, consumidor desconfia das organizações e da propaganda
Não há mais como falar de consumo sem falar de tecnologia – aliás poucas coisas hoje escapam desta proposição. Nós, brasileiros, somos os mais ávidos por novas tecnologias, inovação e por consumir toneladas de informação disponibilizadas na rede (mesmo ficando ansiosos com tudo isso). O uso de smartphones disparou e nos colocou como uma das nações mais digitalizadas. Somos prodígios nas redes sociais, mas nos preocupamos muito com a possibilidade de nossos dados serem hackeados. E há razões concretas para essa preocupação. Especialistas concordam que não é uma questão de “se” os sistemas de informação serão atacados, mas “quando” e em “qual” proporção. Ninguém está protegido.
Essas informações foram reforçadas pelo presidente global para consumo e varejo de uma grande consultoria internacional em evento recente. Ele apresentou o resultado de uma ampla pesquisa sobre as profundas mudanças nas motivações, atitudes e expectativas do consumidor nesse século, realizada em oito países, dentre eles o Brasil.
O resultado de cada país retrata, naturalmente, seu momento social, econômico e político, mas seguem muitas tendências globais, dentre elas o protagonismo da internet como fonte de informação, a preocupação crescente com a segurança de dados pessoais, a expectativa por qualidade e conveniência, e experiências mais intuitivas e personalizadas.
Outro aspecto pesquisado foi a confiança nas instituições, que atinge 47%. As menos confiáveis são organizações governamentais e as de propaganda – 37% e 26%, respectivamente. Essa última poderia também ser explicada por uma sociedade cada vez mais letrada na disciplina, que nunca desconfiou tanto da comunicação publicitária. Bancos e empresas de saúde gozam o mais alto nível de confiança, ainda que não seja tão alto assim (aproximadamente 60%). No Brasil, saímos fora da curva, abaixo da média, em instituições governamentais, energia e serviços de utilidade pública. Fácil de entender. E confiamos mais nas empresas de tecnologia que os demais países, talvez porque façamos muito uso delas.
E, resultado dos nossos últimos anos complicados, desenvolvemos uma cultura de barganha, passamos por um down trade, procurando produtos com melhor custo-benefício. Com isso, baixamos nosso padrão de consumo. Também reportamos o mais alto nível de preocupação com a aposentadoria (em termos financeiros). E vemos como principal indulgência na vida, a boa comida, o que é bastante frugal.
Outra perspectiva interessante da apresentação tratou da nova demografia etária do planeta e suas peculiaridades em termos de motivação, atenção, conexão, uso do tempo e gastos. Apesar de os Boomers (pessoas nascidas entre anos 40 e meados dos anos 60) terem acumulado muita riqueza, é a geração seguinte, a X, que deve herdá-la e gastá-la. Estima-se que um trilhão de dólares. Geralmente negligenciada pelas estratégias de marketing, é apelidada de geração-sanduíche ou geração-esquecida. A primeira a cuidar de seus pais e de seus filhos simultaneamente, sofre mais pressões por recursos e tempo. Apesar de terem nascidos antes da internet, são bastante digitalizados. Produtos e serviços devem refletir essa realidade.
Dentro da mesma casa que vive um “X”, há uma grande chance de viver um Millennial (nascido entre 1980 e 1999) e um “Z” (nascido depois de 2000). As nativas digitais cresceram na era da explosão das tecnologias de computação e de comunicação. Para a “Z” tudo ocorre, porém, numa dimensão e velocidade mais acentuadas. Se os Millennials queriam conhecer todas as possibilidades digitais, a geração “Z” chegou para fazer a curadoria, criar, projetar e mixar todas as mídias, conteúdos e experiências. Com baixíssima concentração, demandam que sejam seduzidos em segundos, ou outro estímulo vai atraí-los rapidamente.
Nessa casa hipotética, todos seguem se influenciando mutuamente, diariamente.
Não é fácil para a liderança das organizações capturar as necessidades destes grupos. Especialmente porque, como eu, muitos são da geração X, os imigrantes digitais. Para além das pesquisas e consultorias, que contribuem muito, aqueles que convivem de perto com as três outras gerações que habitam o planeta devem ter maior chance de sucesso.
(*) Cecília Andreucci é conselheira de administração, mercadologista e doutora em comunicação.

Imagem extraída do link acima:
Crescem cada vez mais os golpes pela Internet. Alguns nacionais outros estrangeiros. Chegam a ser ridículos! Sempre os recebo, mas alguns, traduzidos por máquinas, são risíveis!
Abaixo alguns exemplos:
Caro amado
Com todo o respeito,
Eu sou a senhora, Jessie Daniel que sofreu envelhecimento. Sou viúva que sofre de doença de longa duração (câncer). Atualmente, estou internada em um hospital privado. Eu tenho algumas informações que eu herdei de meu falecido marido Daniel Wright, que morreu mais tarde em um acidente de trânsito.
Quando meu marido estava vivo, ele depositou a quantia de US $ 3.500.000.00 (três milhões e quinhentos mil dólares) em um banco. Atualmente, esse dinheiro ainda está no banco.
Meu médico me disse que eu não iria durar os próximos três meses, devido ao problema do câncer. Eu preciso de uma pessoa temente a Deus e muito honesto e organização que pode usar estes fundos para a obra de Deus. Meu falecido marido deu instruções de que este fundo deve ser utilizado para fins de caridade, como a construção de escolas, orfanatos, lares, hospitais, etc.
Tomei esta decisão porque não têm qualquer filho que herdará esse dinheiro e eu w formiga Go estaria misericordioso comigo e aceite minha alma. Com Deus todas as coisas são possíveis. Por favor, se você seria capaz de utilizar esses fundos para a obra de Deus gentilmente me responda.
Eu quero que você me enviar a seguinte informação é como abaixo.
O seu nome completo ————————-
Seu endereço ——————————–
Seu País ————————————
Your Age ————————————
Profissão ———————————–
Seu sexo ————————————
Assim que eu receber a sua resposta vou dar-lhe o contacto do Banco. Eu também irá emitir uma carta de autoridade que vai provar que o presente beneficiário deste fundo.
Na esperança de receber a sua resposta. Permanecer abençoado no Senhor.
Obrigado,
Sra Jessie Daniel
Outros são menos nocivos, mas tanto quanto idiotas pela tradução das máquinas/programas usados pelos aproveitadores:
Olá,
Bom dia, eu sou Larissa e a minha empresa é Qingdao Zhengshengyuan industry Co.Ltd, que é uma empresa profissional de plástico.
Forneço materiais de plástico, o preço é barato, mas tem boa qualidade.
Por favor comunica comigo.
Obrigada
Larissa
Qingdao Zhengshengyuan industry Co.,Ltd.
Telefone: +86-0532-66828111
Fax: +86-0532-66828111
skype: zsyindustry
Endereço: No.27 Estrada deFulong de Cidade de Qingdao de Província de Shandong da China.
Pior são aqueles que tem aviso de “chave de segurança do banco”, anexos e outros truques para instalar cavalos de tróia.
Uma grande curiosidade: os inventores disso são descobertos? Presos? Punidos?

Se você tem notado um aumento de publicações estranhas e aleatórias no seu feed do Facebook, saiba que não está sozinho. Cada vez mais usuários …
Continuo em: Spam no Facebook: Por Que o Seu Feed Está Poluído com Conteúdo Aleatório?

The freelance life is often painted as a dream of independence: working from anywhere, choosing your clients, and enjoying flexible hours. But anyone…
Continua em: How ChatGPT Can Make Freelance Life Easier
