– Sobre a Seleção…

Só pude ouvir pelo rádio o 1º tempo da Seleção, e fico pensando:

– Ancelotti conseguiu encaixar o time, que correspondeu ou…

– Os sul-coreanos respeitam demais o Escrete Canarinho e aceitam ser facilmente dominados em campo?

Acho que as duas situações!

– Tem jogo da Seleção?

Caraca. Amanhã tem jogo da Seleção Brasileira na Ásia. Confesso, parece que o apelo é baixo…

O carisma precisa ser muito bem trabalhado para recuperar a simpatia ao Escrete Canarinho?

– A convocação da Seleção Brasileira.

Nenhuma crítica à convocação de Ancelotti.

Coerente desde a primeira entrevista, está testando alguns nomes junto à “espinha dorsal” que está montando. Quem já foi testado, ok.

Ademais, qual nome “injustiçado” que não foi? Não temos um craque acima da media esquecido nessa safra.

– Qual a dica para Ancelotti?

No próximo dia 1º de Outubro, Carlo Ancelotti convocará a Seleção Brasileira para os amistosos da Data-FIFA.

Se você pudesse dar uma sugestão a ele, qual jogador brasileiro que não foi chamado até agora e que você considera “injustiçado”?

Deixe seu comentário:

– Qual a dica para Ancelotti?

No próximo dia 1º de Outubro, Carlo Ancelotti convocará a Seleção Brasileira para os amistosos da Data-FIFA.

Se você pudesse dar uma sugestão a ele, qual jogador brasileiro que não foi chamado até agora e que você considera “injustiçado”?

Deixe seu comentário:

– Sobre o pênalti inexistente em Bolívia 1×0 Brasil:

Ancelotti conheceu os “problemas do futebol da América do Sul”: altitude, má arbitragem e unfair-play.

Aliás, sobre o pênalti inexistente, em: https://youtu.be/fxlhb34UdCo?si=Orxc__SpBq6MOUQP

– Amistoso da Seleção contra a Bolívia? Nada disso:

Para muitos, Bolívia x Brasil na altitude de El Alto é apenas um amistoso, já que a Seleção Brasileira já está classificada.

Vá dizer isso para os atletas que foram chamados por Carlo Ancelotti para serem testados! O treinador, na convocação, havia dito que trouxe alguns jogadores para ele sentir como eles reagem em campo. E, para esses nomes, é jogo que vale “Copa do Mundo”.

Como estando testado, e não der a vida para ser convocado ao Mundial 2026?

– Amistoso da Seleção contra a Bolívia? Nada disso:

Para muitos, Bolívia x Brasil na altitude de El Alto é apenas um amistoso, já que a Seleção Brasileira já está classificada.

Vá dizer isso para os atletas que foram chamados por Carlo Ancelotti para serem testados! O treinador, na convocação, havia dito que trouxe alguns jogadores para ele sentir como eles reagem em campo. E, para esses nomes, é jogo que vale “Copa do Mundo”.

Como estando testado, e não der a vida para ser convocado ao Mundial 2026?

– Dia de Seleção! E sem Neymar…

A Seleção Brasileira jogará logo mais contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, já classificada e sem Neymar.

Houve a polêmica de Carlo Ancelotti não o ter convocado por lesão ou por questão técnica, sendo confirmado que ele realmente não foi chamado por opção do treinador.

Eu não sei se vale a pena levar Neymar para a Copa do Mundo. Que ele é craque, óbvio. Mas o custo-benefício (polêmicas extra-campo, lesões, individualismo, entre outras coisas que temos visto) vale a pena?

IN ENGLISH –

The Brazilian national team will play against Chile soon in the World Cup Qualifiers; they have already qualified and will be without Neymar.

There was a controversy about Carlo Ancelotti not calling him up due to injury or a technical decision, and it was confirmed that he really wasn’t called up by the coach’s choice.

I don’t know if it’s worth taking Neymar to the World Cup. That he’s a star player is obvious. But is the cost-benefit (off-the-field controversies, injuries, individualism, among other things we’ve been seeing) worth it?

– Dia de Seleção! E sem Neymar…

A Seleção Brasileira jogará logo mais contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, já classificada e sem Neymar.

Houve a polêmica de Carlo Ancelotti não o ter convocado por lesão ou por questão técnica, sendo confirmado que ele realmente não foi chamado por opção do treinador.

Eu não sei se vale a pena levar Neymar para a Copa do Mundo. Que ele é craque, óbvio. Mas o custo-benefício (polêmicas extra-campo, lesões, individualismo, entre outras coisas que temos visto) vale a pena?

IN ENGLISH –

The Brazilian national team will play against Chile soon in the World Cup Qualifiers; they have already qualified and will be without Neymar.

There was a controversy about Carlo Ancelotti not calling him up due to injury or a technical decision, and it was confirmed that he really wasn’t called up by the coach’s choice.

I don’t know if it’s worth taking Neymar to the World Cup. That he’s a star player is obvious. But is the cost-benefit (off-the-field controversies, injuries, individualism, among other things we’ve been seeing) worth it?

– Rumo ao Hexa?

Mesmo sem ter um futebol brilhante, a Seleção Brasileira carimbou o passaporte para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte.

Continuamos a ser o país que disputou todos os Mundiais, desde 1930. Pudera, com tantas vagas hoje, isso perdurará.

Boa sorte, Brasil. Mas precisamos melhorar!

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– Boa sorte, Ancelotti!

E começou uma nova era na Seleção Brasileira!

Sucesso, Carleto:

Imagem

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– Leia minha coluna no Jornal de Jundiaí:

Minha coluna no JJ de hoje, acessível no link em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2907297/opinioes/2025/06/o-bonus-e-o-onus-em-treinar-a-selecao-brasileira
.

Falamos do Ônus e do Bônus em dirigir a Seleção Brasileira!

 

– De catador de latinhas a jogador da Seleção Brasileira.

Eu não conhecia Alexsandro. Nem sei se é tão bom zagueiro… Mas a sua história de vida, é de craque.

Conheça-o:

Extraído de: https://noataque.com.br/futebol/time/brasil/noticia/2025/05/27/jogador-convocado-por-ancelotti-a-selecao-estava-sem-clube-em-2018-e-foi-catador-de-latinhas/#google_vignette

JOGADOR CONVOCADO POR ANCELOTTI À SELEÇÃO ESTAVA SEM CLUBE EM 2018 E FOI CATADOR DE LATINHAS

Zagueiro foi convocado pela Seleção Brasileira pela primeira vez nessa segunda-feira (26/5), meses após enfrentar Ancelotti na Champions

por Pedro Bueno

Em 2018, estava sem clube. Após menos de sete anos, disputou a Champions League e enfrentou o Real Madrid de Carlo Ancelotti. Meses depois, foi convocado para a Seleção Brasileira pelo histórico técnico italiano. Esse é um curto resumo da trajetória de Alexsandro, zagueiro de 25 anos que atua no Lille, foi chamado, na segunda-feira (26/5), para defender o Brasil pela primeira vez e foi catador de latinhas antes de se profissionalizar.

O zagueiro destro de 25 anos, que joga pela esquerda, está no Lille desde 2022 e foi um dos destaques do time francês que chegou às oitavas de final da Liga dos Campeões.

Só que o início de carreira de Alexsandro teve contornos bem diferentes do atual momento.

A carreira de Alexsandro

Nascido no Rio de Janeiro, Alexsandro rodou as categorias de base dos principais times cariocas – no Flamengo, foi companheiro de Vinicius Júnior, craque do Real Madrid e Seleção Brasileira. Porém, a trajetória do zagueiro foi bem diferente da do melhor jogador do mundo em 2024 em eleição promovida pela Fifa.

Sem chance para ingressar no futebol profissional, Alexsandro se viu sem clube aos 18 anos e trabalhou de diversas formas para ajudar a família. Foi catador de latinhas, feirante, cortador de grama e outras funções distantes dos estádios, mas necessárias para que sobrevivesse.

Logo após essas batalhas, ele transformou a própria história. A convite de um amigo, Alexsandro foi para Portugal em 2018 e iniciou a trajetória como jogador no país. O defensor passou por Amora e Praiense, na quarta divisão (primeiro escalão do futebol semiprofissional lusitano).

O bom desempenho levou Alexsandro ao Desportivo Chaves, em 2021/22, e o destaque na Segunda Divisão de Portugal abriu portas no Lille. No clube francês, ele é titular absoluto e fez 47 jogos e um gol em 2024/25 – só três companheiros dele disputaram mais partidas na temporada.

Convocação para a Seleção Brasileira

Sete anos após o período distante do futebol, Alexsandro defenderá a Seleção Brasileira. O zagueiro de 25 anos estará com o time verde e amarelo nos duelos diante do Equador, em 5 de junho, e do Paraguai, cinco dias depois.

No início do ano, na Data Fifa de março, o defensor já havia sido mencionado na pré-lista de Dorival Júnior. Desta vez, Alexsandro foi incluído na relação final de Ancelotti e estará junto de Vini Jr., ex-companheiro de categoria de base em solo carioca do zagueiro.

Na Champions League de 2024/25, Alexsandro até encontrou o craque brasileiro, Carlo Ancelotti e outros destaques do Real Madrid. E venceu. Em 2 de outubro, o Lille recebeu o gigante da Espanha no Stade Pierre-Mauroy e triunfou por 1 a 0, em jogo de fase da competição europeia.

Alexsandro Ribeiro, zagueiro do Lille (foto: Divulgação Instagram)

– De catador de latinhas a jogador da Seleção Brasileira.

Eu não conhecia Alexsandro. Nem sei se é tão bom zagueiro… Mas a sua história de vida, é de craque.

Conheça-o:

Extraído de: https://noataque.com.br/futebol/time/brasil/noticia/2025/05/27/jogador-convocado-por-ancelotti-a-selecao-estava-sem-clube-em-2018-e-foi-catador-de-latinhas/#google_vignette

JOGADOR CONVOCADO POR ANCELOTTI À SELEÇÃO ESTAVA SEM CLUBE EM 2018 E FOI CATADOR DE LATINHAS

Zagueiro foi convocado pela Seleção Brasileira pela primeira vez nessa segunda-feira (26/5), meses após enfrentar Ancelotti na Champions

por Pedro Bueno

Em 2018, estava sem clube. Após menos de sete anos, disputou a Champions League e enfrentou o Real Madrid de Carlo Ancelotti. Meses depois, foi convocado para a Seleção Brasileira pelo histórico técnico italiano. Esse é um curto resumo da trajetória de Alexsandro, zagueiro de 25 anos que atua no Lille, foi chamado, na segunda-feira (26/5), para defender o Brasil pela primeira vez e foi catador de latinhas antes de se profissionalizar.

O zagueiro destro de 25 anos, que joga pela esquerda, está no Lille desde 2022 e foi um dos destaques do time francês que chegou às oitavas de final da Liga dos Campeões.

Só que o início de carreira de Alexsandro teve contornos bem diferentes do atual momento.

A carreira de Alexsandro

Nascido no Rio de Janeiro, Alexsandro rodou as categorias de base dos principais times cariocas – no Flamengo, foi companheiro de Vinicius Júnior, craque do Real Madrid e Seleção Brasileira. Porém, a trajetória do zagueiro foi bem diferente da do melhor jogador do mundo em 2024 em eleição promovida pela Fifa.

Sem chance para ingressar no futebol profissional, Alexsandro se viu sem clube aos 18 anos e trabalhou de diversas formas para ajudar a família. Foi catador de latinhas, feirante, cortador de grama e outras funções distantes dos estádios, mas necessárias para que sobrevivesse.

Logo após essas batalhas, ele transformou a própria história. A convite de um amigo, Alexsandro foi para Portugal em 2018 e iniciou a trajetória como jogador no país. O defensor passou por Amora e Praiense, na quarta divisão (primeiro escalão do futebol semiprofissional lusitano).

O bom desempenho levou Alexsandro ao Desportivo Chaves, em 2021/22, e o destaque na Segunda Divisão de Portugal abriu portas no Lille. No clube francês, ele é titular absoluto e fez 47 jogos e um gol em 2024/25 – só três companheiros dele disputaram mais partidas na temporada.

Convocação para a Seleção Brasileira

Sete anos após o período distante do futebol, Alexsandro defenderá a Seleção Brasileira. O zagueiro de 25 anos estará com o time verde e amarelo nos duelos diante do Equador, em 5 de junho, e do Paraguai, cinco dias depois.

No início do ano, na Data Fifa de março, o defensor já havia sido mencionado na pré-lista de Dorival Júnior. Desta vez, Alexsandro foi incluído na relação final de Ancelotti e estará junto de Vini Jr., ex-companheiro de categoria de base em solo carioca do zagueiro.

Na Champions League de 2024/25, Alexsandro até encontrou o craque brasileiro, Carlo Ancelotti e outros destaques do Real Madrid. E venceu. Em 2 de outubro, o Lille recebeu o gigante da Espanha no Stade Pierre-Mauroy e triunfou por 1 a 0, em jogo de fase da competição europeia.

Alexsandro Ribeiro, zagueiro do Lille (foto: Divulgação Instagram)

– A FIFA e o contrato de Ancelotti.

Xi… a polpuda comissão da contratação de Ancelotti pela CBF agora será investigada pela FIFA, segundo o noticiário.

Pudera, com valores tão altos!

Para quem não viu, em: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/29/a-comissao-de-r-77-milhoes-para-contratar-ancelotti-nao-e-cara-2/

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

Eu sei que a CBF tem muito dinheiro, mas… no mundo dos negócios, há comissões para tudo: para “apresentar” jogador a clube, para iniciar conversa (ou para terminar conversa), e por aí vai.

Não é muito pagar 7,7 mi de reais para de comissão para a contratação de Ancelotti?

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15239120/comissao-contrato-por-que-advogado-brasileiro-nao-sai-do-lado-ancelotti

CONTRATO DE 7,7 MI: POR QUE ADVOGADO BRASILEIRO NÃO SAI DO LADO DE ANCELOTTI?

Por Pedro Ivo Almeida

Desde que o técnico Carlo Ancelotti embarcou da Europa rumo ao Brasil, no último domingo (25), uma pessoa não para de aparecer ao seu lado em fotos e vídeos: o empresário Diego Fernandes.

Vestindo uma camisa retrô da Seleção Brasileira, o agente viu sua imagem circular por todo o mundo, já que ele não saiu do lado do treinador nos últimos dias.

Segundo apurou a ESPN, Fernandes tem trânsito nos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2022, quando iniciou relacionamento com o então presidente Ednaldo Rodrigues.

Em 2025, quando Ednaldo optou por retomar as negociações iniciadas com Ancelotti em 2023, o dirigente precisava de um representante na Europa e selecionou o empresário para intermediar as conversas.

Ao longo dos meses, Fernandes foi decisivo para a CBF fechar a contratação de Carletto, o que rendeu ao agente uma comissão de 1,2 milhão de euros (R$ 7,683 milhões) em contrato.

A ESPN ainda apurou que não é por acaso também que o agente vem aparecendo seguidamente em várias fotos ao lado do novo comandante da seleção.

De acordo com fontes, Diego Fernandes contratou agências de comunicação na Europa e no Brasil para explorar sua imagem a partir da negociação com Carlo Ancelotti.

As empresas trabalharam na divulgação de fotos nos momentos de anúncio, embarque para o Brasil e desembarque no Rio de Janeiro, com tudo combinado no contrato de intermediação.

O empresário, aliás, fez constar nos documentos que a CBF sempre o citaria como intermediário e representante oficial nas conversas, e também que ele teria autorização para explorar o caso e tornar pública cada imagem ao lado de Ancelotti nos momentos chaves da negociação.

Uma curiosidade é que a Confederação, em sua nota oficial do anúncio de Ancelotti como novo treinador da seleção, não colocou o nome de Fernandes. Horas depois, a matéria foi atualizada, desta vez com uma mensagem de agradecimento ao agente.

Outro fato curioso é que o próprio Diego bancou o aluguel do avião que transportou Carletto ao Brasil, ao custo de mais de R$ 1 milhão. Por contrato, a CBF reembolsará o montante.

A ESPN apurou que o excesso de exposição do empresário causou desconforto na atual gestão da CBF, agora presidida por Samir Xaud.

A alta cúpula da Confederação, porém, entende que não há o que fazer, já que tudo está amarrado no contrato redigido ainda quando Ednaldo Rodrigues estava no comando.

Fontes da reportagem ainda salientam que, apesar do sucesso na “operação Ancelotti”, a CBF não tem intenção de seguir trabalhando com Diego Fernandes no futuro.

Perguntado sobre a exposição excessiva no caso, Diego Fernandes disse, durante a apresentação de Ancelotti na última segunda (26), que quer aproveitar sua imagem pública agora para ajudar causas sociais, ambientais e “na filantropia”.

– Cadê o 10 do Ancelotti?

Eu sei que não existe mais os termos e sistemas de jogo de outrora no futebol moderno. Nem todo mundo joga com centroavante, pode ter um “falso 9”. Não se fala mais ponta-esquerda ou direita, nem “beque”. Tampouco outros termos que ficaram esquecidos.

Mas a camisa 10 é simbólica! Era o meia-armador/atacante, o craque do time. Todo time tinha no seu 10 a referência (e ela surgiu com o maior 10 de todos, o Rei Pelé).

O 1o (ou: a “função de 10”) no time de Ancelotti quem será? Não estou falando em jogar com a camisa 10, mas estar na posição de 10.

Seria Raphinha? Ou Vini Jr? Mas eles exercem esse papel nos times deles?

Para pensar…

– A Comissão de R$ 7,7 milhões para contratar Ancelotti não é cara?

Eu sei que a CBF tem muito dinheiro, mas… no mundo dos negócios, há comissões para tudo: para “apresentar” jogador a clube, para iniciar conversa (ou para terminar conversa), e por aí vai.

Não é muito pagar 7,7 mi de reais para de comissão para a contratação de Ancelotti?

Abaixo, extraído de: https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15239120/comissao-contrato-por-que-advogado-brasileiro-nao-sai-do-lado-ancelotti

CONTRATO DE 7,7 MI: POR QUE ADVOGADO BRASILEIRO NÃO SAI DO LADO DE ANCELOTTI?

Por Pedro Ivo Almeida

Desde que o técnico Carlo Ancelotti embarcou da Europa rumo ao Brasil, no último domingo (25), uma pessoa não para de aparecer ao seu lado em fotos e vídeos: o empresário Diego Fernandes.

Vestindo uma camisa retrô da Seleção Brasileira, o agente viu sua imagem circular por todo o mundo, já que ele não saiu do lado do treinador nos últimos dias.

Segundo apurou a ESPN, Fernandes tem trânsito nos bastidores da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desde 2022, quando iniciou relacionamento com o então presidente Ednaldo Rodrigues.

Em 2025, quando Ednaldo optou por retomar as negociações iniciadas com Ancelotti em 2023, o dirigente precisava de um representante na Europa e selecionou o empresário para intermediar as conversas.

Ao longo dos meses, Fernandes foi decisivo para a CBF fechar a contratação de Carletto, o que rendeu ao agente uma comissão de 1,2 milhão de euros (R$ 7,683 milhões) em contrato.

A ESPN ainda apurou que não é por acaso também que o agente vem aparecendo seguidamente em várias fotos ao lado do novo comandante da seleção.

De acordo com fontes, Diego Fernandes contratou agências de comunicação na Europa e no Brasil para explorar sua imagem a partir da negociação com Carlo Ancelotti.

As empresas trabalharam na divulgação de fotos nos momentos de anúncio, embarque para o Brasil e desembarque no Rio de Janeiro, com tudo combinado no contrato de intermediação.

O empresário, aliás, fez constar nos documentos que a CBF sempre o citaria como intermediário e representante oficial nas conversas, e também que ele teria autorização para explorar o caso e tornar pública cada imagem ao lado de Ancelotti nos momentos chaves da negociação.

Uma curiosidade é que a Confederação, em sua nota oficial do anúncio de Ancelotti como novo treinador da seleção, não colocou o nome de Fernandes. Horas depois, a matéria foi atualizada, desta vez com uma mensagem de agradecimento ao agente.

Outro fato curioso é que o próprio Diego bancou o aluguel do avião que transportou Carletto ao Brasil, ao custo de mais de R$ 1 milhão. Por contrato, a CBF reembolsará o montante.

A ESPN apurou que o excesso de exposição do empresário causou desconforto na atual gestão da CBF, agora presidida por Samir Xaud.

A alta cúpula da Confederação, porém, entende que não há o que fazer, já que tudo está amarrado no contrato redigido ainda quando Ednaldo Rodrigues estava no comando.

Fontes da reportagem ainda salientam que, apesar do sucesso na “operação Ancelotti”, a CBF não tem intenção de seguir trabalhando com Diego Fernandes no futuro.

Perguntado sobre a exposição excessiva no caso, Diego Fernandes disse, durante a apresentação de Ancelotti na última segunda (26), que quer aproveitar sua imagem pública agora para ajudar causas sociais, ambientais e “na filantropia”.

– Cadê o 10 do Ancelotti?

Eu sei que não existe mais os termos e sistemas de jogo de outrora no futebol moderno. Nem todo mundo joga com centroavante, pode ter um “falso 9”. Não se fala mais ponta-esquerda ou direita, nem “beque”. Tampouco outros termos que ficaram esquecidos.

Mas a camisa 10 é simbólica! Era o meia-armador/atacante, o craque do time. Todo time tinha no seu 10 a referência (e ela surgiu com o maior 10 de todos, o Rei Pelé).

O 1o (ou: a “função de 10”) no time de Ancelotti quem será? Não estou falando em jogar com a camisa 10, mas estar na posição de 10.

Seria Raphinha? Ou Vini Jr? Mas eles exercem esse papel nos times deles?

Para pensar…

– O sortudo Xaud. É assim que funciona nas empresas?

Ao ver o novo presidente da CBF, Samir Xaud, penso: “caiu no colo” dele, tudo isso!

Analise:

O pai dele, Zeca Xaud, por mais de 40 anos, é o presidente da Federação Roraimense de Futebol. Samir nunca foi dirigente esportivo, e estava eleito para ser presidente da FRF a partir de 2027. Hoje ele comanda a CBF. Será que há 1 mês ele pensava nisso?

No domingo ele foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Futebol à tarde. À noite, ele já recebia nada mais do que Carlo Ancelotti no aeroporto. Sujeito de sorte…

A questão é: nas grandes e sérias empresas, é assim que funciona? Claro que não… e a CBF é uma empresa de entretenimento extremamente lucrativa. Imagine com gestão responsável, como seria!

 

– Yuri Alberto já não faz por merecer uma convocação para a Seleção?

Qual ou quais atacantes são melhores do que Yuri Alberto no Brasil hoje?

Pedro, do Flamengo, está no mesmo nível. E fora do Brasil, Raphinha está jogando muitíssimo bem.

Fora esses 3, quem merece estar na Seleção Brasileira?

Se sou Ancelotti, começo bem: convoco os centroavantes dos dois times mais populares do país eo melhor atacante no estrangeiro.

E você, o que acha disso?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/yuri-alberto-deve-ser-desfalque-do-corinthians-contra-o-palmeiras-entenda/

 

– Yuri Alberto já não faz por merecer uma convocação para a Seleção?

Qual ou quais atacantes são melhores do que Yuri Alberto no Brasil hoje?

Pedro, do Flamengo, está no mesmo nível. E fora do Brasil, Raphinha está jogando muitíssimo bem.

Fora esses 3, quem merece estar na Seleção Brasileira?

Se sou Ancelotti, começo bem: convoco os centroavantes dos dois times mais populares do país eo melhor atacante no estrangeiro.

E você, o que acha disso?

Imagem extraída de: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/corinthians/yuri-alberto-deve-ser-desfalque-do-corinthians-contra-o-palmeiras-entenda/

 

– Ancelotti se irritou?

E Ancelotti não gostou da CBF divulgar antes do combinado a sua contratação

A entidade o fez para abafar o caso da suposta assinatura falsa do Cel Nunes?

– Minhas perguntas sobre Carlo Ancelotti na Seleção e o oportunismo:

A CBF foi oportunista quanto à contratação de Ancelotti?

Justo no dia em que se teria audiência (cancelada) sobre a falsificação da assinatura de Cel Nunes, que analisava a permanência de Ednaldo Rodrigues na entidade?

Que jogada… agenda positiva na “hora certa”. Um assunto positivo sobre um negativo.

Já falamos disso em: https://youtu.be/8KGXO7b_hxg?si=WAYQwDNgwg3OAXRQ

– Carlo Ancelotti é o novo treinador da Seleção Brasileira: e as perguntas pertinentes?

Que Carlo Ancelotti é um baita treinador, não se questione. É um nome indiscutível. Mas eu tenho as seguintes curiosidades: 

1- Depois de dois “nãos” à CBF, o que foi determinante para o “sim”?

2- Havia a concorrência dos árabes (supostamente do Al Hilal ou até do Al Nassr). A CBF venceu os petrodólares (se confirmado o interesse árabe) com qual argumento?

3- Quem serão os seus assistentes técnicos?

4- Ancelotti morará no Brasil, ou ficará na Europa?

5- O italiano estará rodada-a-rodada em algum estádio acompanhando os jogadores domésticos, como fazia Tite, Diniz e Dorival, ou não?

6- Como se adaptará o treinador à nova realidade, já que, diferente da rotina de um clube, poderá treinar uma ou duas vezes a Seleção e mandá-la a campo, pela falta de tempo?

– 40 dias sem treinador…

E continuamos sem treinador na Seleção Brasileira…

Não é uma várzea tal situação? Lamentável…

– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.

– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.

– Seleção vai na contramão do mundo… amistoso contra a Rússia?

Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.

Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.

Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.

Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.

O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso? 

Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear(contém ironia).

Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:

“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.

Barbaridade… dispensa comentários.

Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/ 

 

– Tudo para depois do dia 11? A questão da Governança Corporativa da CBF:

Ensino aos meus alunos da Faculdade de Administração, na disciplina de “Governança Corporativa”, que em hipótese alguma os interesses pessoais de um gestor podem sobrepujar os interesses da corporação. E é exatamente o que “não se pode”, que acontece na CBF.

Vejamos:

  • Ednaldo Rodrigues já tomou dois “nãos” de Ancelotti. A CBF aceita tomar o 3º, ou é uma questão pessoal do gestor para que seja o italiano?
  • Jorge Jesus, que está livre no mercado, foi procurado? Se a corporação precisa de um colaborador, o gestor não foi atrás por qual motivo? Seria o de… não ser do agrado de Neymar? Mas aí não é um interesse pessoal de terceiro se sobrepondo ao da CBF?
  • O outro nome da lista seria mesmo o de Abel Ferreira? Mas… é condição de quem escolhe que seja um estrangeiro? É desejo da CBF ou de Ednaldo? Por que não um treinador brasileiro? Aqui, não estamos falando xenofobicamente, mas sim da questão meritocrática: se “gringo”, que seja melhor do que os locais. Ser estrangeiro por si só não pode ser condição para dirigir a Seleção.

Enfim: até dia 11, quando o Real Madrid decidirá o seu futuro ou não (e o de Ancelotti), parece que não teremos novidades… E os interesses (ou vaidade) do gestor ficam acima dos da Confederação Brasileira de Futebol.

 

– Scaloni como treinador da Seleção Brasileira?

Privilégio em ser amigo do Flávio Prado.

Que “bullying aos hermanos” fantástico:

– O Palmeiras não quer. Mas se a CBF insistir com o Abel…

A entrevista de Abel Ferreira após a vitória contra o Ceará, foi bem emblemática.

Apesar do Palmeiras dizer que não há nenhum contato da CBF com seu treinador, na coletiva Abel só faltou falar: “se me convidar, damos um jeito”.

Elogiou o “Ordem e Progresso” da bandeira brasileira, falou que gosta da terra (uma das poucas vezes que vejo ele falando com sorriso no rosto), mas que tem contrato com o Verdão.

E se o Ednaldo Rodrigues oferecer um contrato como o de Diniz, atuando no Fluminense e na Seleção?

SAO PAULO, BRAZIL – APRIL 09: Abel Ferreira, Head Coach of Palmeiras reacts during the Copa CONMEBOL Libertadores 2025 Group G match between Palmeiras and Cerro Porteño at Allianz Parque on April 09, 2025 in Sao Paulo, Brazil. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)