– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora sacolejar o esqueleto? Chove bastante nesta manhã/ madrugada…

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics 

– Motoristas e Narcóticos.

Repost de 2 anos:

Ouvi e me assustei: o jornalista Junior Barranqueiros entrevistou em seu programa na Rádio Cidade, nesta última sexta-feira, o famoso toxicologista Dr Anthony Wong, a respeito do uso de narcóticos por motoristas. E a coisa é muito pior do que se pode imaginar.

Sem querer comparar com o álcool, mas se prendendo pelas populares maconha, cocaína e crack, o especialista falou sobre os riscos altíssimos para a segurança do trânsito por uso das drogas. Citou por exemplo um experimento com pilotos de avião: em simuladores de voo, após fumar um cigarro de maconha, somente depois de 6 horas os comandantes conseguiram aterrisar com segurança!

E tem gente que ainda quer amenizar o uso dos entorpecentes… vida saudável deve ser sempre defendida, sem qualquer uso de drogas, sejam elas quais forem.

Resultado de imagem para drogas no volante

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dicas contra o desânimo!

Atitudes simples e que funcionam para quando ficar baqueado:

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor indicar para crédito.

– Corra!

Correr é comigo mesmo!

Controlando o BPM, monitorando o ritmo de corrida e permitindo que o suor leve as impurezas do corpo.

Pratique qualquer esporte! A saúde agradece.

 

– Caqui!

E no café da manhã, vou comer um delicioso caqui!

Esse veio de Itatiba, e eu amo essa saborosa fruta.

Sabe o quão saudável ela é?

Abaixo, extraído de: e-Cycle

SEIS BENEFÍCIOS DO CAQUI

1- Apesar de pequeno, um caqui possui uma quantidade impressionante de nutrientes,

2- Excelente fonte de antioxidantes,

3- Faz bem para o coração,

4- Reduz a inflamação,

5- É rico em Fibra,

6- Faz bem para os olhos.

– Bom dia, 6a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Ainda com sono, mas bem disposto na madrugada fresca lá fora.

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #Adidas #Kalenji #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Mizuno

– Faça alguma atividade física!

Treino prazeroso da manhã / madrugada.

Corrida monitorada, batimentos cardíacos controlados e ritmo cadenciado (um ou outro bug no App).

Faça alguma atividade física. O corpo precisa e a mente relaxa!

#saúde

– Bom dia, 5a feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo já de pé?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Faz bem para o corpo, à alma e para a mente. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas  #Nike

– 8o dia da Quaresma: sempre que tiver oportunidade… reze!

Na esteira, corri para aliviar a mente. Me hidratei para o corpo ter energia, e rezei para a alma estar em paz.

Sempre que puder: reze! Mantenha corpo, alma e mente em Comunhão com o Alto!

Aproveite esse tempo favorável de conversão, a Quaresma, para o seu crescimento espiritual.

– Mexa-se.

Hoje, rendeu bem o treino. Embora com um pouco de preguiça, ainda assim valeu!

O importante é: mexer-se, fazer qualquer atividade física.

Pratique esportes, o corpo agradece (e não se esqueça: monitore o BPM).

– Bom dia, 4a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Mantendo a disciplina, vamos levantar bem cedo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Arre! Bolsonaro corrige o erro e assina decreto para verba destinada à Saúde Menstrual.

Demorou, mas se desfez a cáca (talvez pela repercussão negativa e com a provavelmente queda do veto no Congresso): as mulheres carentes terão absorventes fornecidos pelo Governo, em um programa de Saúde Menstrual (Bolsonaro havia vetado meses atrás, por conta de custos).

Nós, homens, não temos ideia do quão desagradável é a questão do ciclo menstrual e a vergonha das meninas que não tem dinheiro para comprar absorventes. Da falta às aulas na escola ao constrangimento pela situação, tal problema não poderia ser ignorado.

Tardou, mas o erro foi corrigido.

– Faça alguma atividade física!

Treino prazeroso da manhã / madrugada.

Corrida monitorada, batimentos cardíacos controlados e ritmo cadenciado (um ou outro bug no App).

Faça alguma atividade física. O corpo precisa e a mente relaxa!

#saúde

– Bom dia, 3a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Verticalizando o esqueleto para mais uma jornada? Lá fora, ainda escuro e chove calmamente… nada que impeça um bom treino.

Por aqui, tudo pronto para suar em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #mizuno #nike 

– Treine que faz bem!

Finished!

Valeu o treino da manhã/ madrugada. Já estou bem animado para a labuta diária.

Faça qualquer atividade física, o corpo agradece (sempre monitorando o BPM).

Meu ritmo de hoje:

– Pratique alguma atividade física.

Correr vale a pena!

Pratique qualquer atividade física – e monitore seu bpm, para que o seu esporte realmente seja saudável.

Meu ritmo da manhã / madrugada (hoje, mais leve):

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Sem preguiça para levantar?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (sempre controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Cocaína e Remédios, misturados! A Imprudência e a Idiotice de Jovens desloucados

Abomino qualquer defesa sobre o uso de drogas. Nem comentarei nada neste post. Convido apenas aos amigos a lerem tais absurdos:

Extraído de: http://veja.abril.com.br/211009/musica-sexo-loucura-p-134.shtml

MÚSICA, SEXO E LOUCURA

Para potencializarem o efeito de drogas como o ecstasy e a cocaína, jovens as misturam a anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids

por Kalleo Coura

Fazem parte da natureza dos jovens a imprudência e o desejo de experimentar novas sensações. Resultado frequente da combinação desses fatores, o uso de drogas, sobretudo nas baladas ou “nights”, tornou-se prática tão comum que a maioria das casas noturnas faz vista grossa para elas. Só que agora a imprudência e a vontade de experimentar sensações desconhecidas vêm conduzindo os frequentadores de clubes e raves a um comportamento de duplo risco: além de usarem nas pistas substâncias ilegais de todo tipo, muitos passaram a misturá-las com um coquetel de drogas farmacêuticas de acesso fácil e efeitos, algumas vezes, devastadores. Anestésicos de uso veterinário, remédios para impotência e até medicamentos para tratamento de aids ingressam facilmente nos clubes para ser consumidos com cocaína e comprimidos de ecstasy. “Muitos usuários acreditam que, por se tratar de substâncias legais e manipuladas em laboratórios farmacêuticos, elas são mais seguras”, diz o americano Thomas McLellan, diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. Nada mais falso – em especial, quando combinadas a outras.

Nos Estados Unidos, o uso “recreativo” de analgésicos – ingeridos sozinhos ou misturados a outras drogas – já é a causa de 40% das 22 400 mortes anuais provocadas por overdose. “Alguns desses analgésicos têm toxicidade superior à da heroína vendida nas ruas”, diz McLellan. No Brasil, vem se popularizando nos clubes noturnos o coquetel conhecido por “bomba”. Vendido a 200 reais, ele inclui uma cápsula de ecstasy, uma pílula para impotência e dois comprimidos de antirretrovirais. A lógica distorcida por trás do uso da combinação é que o remédio contra a impotência evita o efeito vasoconstritor do ecstasy e possibilita a ereção, enquanto o antirretroviral “protege” contra o vírus HIV em uma eventual relação sexual sem camisinha. “O uso conjunto dessas drogas é um desvario”, diz o infectologista Juvencio Furtado, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. No Brasil, médicos de fato prescrevem antirretrovirais para quem não tem o vírus HIV e foi, ou pensa ter sido, exposto a ele – caso de mulheres que sofreram abuso sexual ou de profissionais de saúde que foram vítimas de acidentes durante uma cirurgia, por exemplo. Para evitarem o contágio, eles usam um coquetel de três antirretrovirais – mas ao longo de um mês, e não por uma noite. “Não há nenhuma comprovação de que uma única dose de antirretroviral antes de uma noite de sexo sem proteção produza efeito”, diz o infectologista Artur Timerman.

Se como salvo-conduto para o sexo sem camisinha o coquetel é uma fraude, como estimulador do sexo ele atende às expectativas dos usuários – ainda que à custa de efeitos colaterais diversos. O fato de antirretrovirais como o Norvir inibirem o metabolismo de algumas das substâncias presentes no Viagra e no ecstasy faz com que os efeitos das duas substâncias perdurem no organismo – no caso do Viagra, a ponto de possibilitar ereções por até 48 horas. O infectologista Juvencio Furtado afirma que, entre os jovens que frequentam o seu consultório mensalmente, de dois a três relatam ter feito uso da “bomba”.

Comprar drogas nunca foi tão fácil. Sintéticas ou ditas “naturais”, elas estão disponíveis na internet à velocidade de um clique. Numa busca rápida, a reportagem de VEJA localizou dez traficantes que ofereciam ecstasy e LSD em comunidades ligadas a raves. De acordo com o delegado do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil de São Paulo, Reinaldo Corrêa, quase 80% dos traficantes de drogas sintéticas presos pela polícia do estado nos últimos meses têm curso superior ou estão fazendo faculdade. Isso quer dizer que, ao contrário do que ocorria até há pouco tempo, não é preciso subir morros ou aventurar-se em favelas para comprar drogas – o traficante está logo ali, ao alcance do usuário: é seu colega de classe ou de balada.

Imprudência, curiosidade e, agora, fartura: diante da facilidade com que adquirem drogas, jovens transformam a si próprios em cobaias. O ecstasy, por exemplo, a mais popular das drogas sintéticas nos clubes noturnos, raramente é ingerido sozinho. Uma pesquisa feita em 2005, com 1 140 usuários brasileiros da substância, mostrou que – antes, durante ou depois de consumi-la – 97% dos entrevistados usaram uma outra substância, legal ou ilegal, com o objetivo de potencializar o efeito do comprimido ou anular sensações indesejadas causadas por ele. É o caso do empresário paulistano Rodrigo (os nomes nesta reportagem são fictícios), de 30 anos. Depois de ingerir ecstasy, ele costuma aspirar ketamina, um anestésico de uso veterinário indicado principalmente no tratamento de cavalos. “O efeito da bala (gíria que designa o ecstasy) vem mais rápido e dura mais tempo”, diz ele. A alquimia não para por aí. Quando a festa chega perto do fim, Rodrigo toma uma dose de GHB (ácido gama-hidroxibutírico, usado no tratamento de narcolepsia e consumido como anabolizante nas academias). “É para dar um último fôlego e me ajudar a aguentar até as 7 da manhã”, diz.

A ketamina, também disponível na internet, é um líquido, mas pode ser aquecida num forno elétrico até virar pó, de maneira a ser aspirada pelos usuários como se fosse cocaína. Nos clubes noturnos, cada saquinho da substância, igualmente chamada de K (com a pronúncia inglesa da letra: “quei”), é vendido a 30 reais. Seu consumo pode provocar delírios, amnésia e a sensação de deixar o próprio corpo. “Alguns dos relatos de quem usa essa droga são similares às experiências de pacientes que quase morreram”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo. Para driblarem a segurança da entrada das casas noturnas (quando há segurança de fato), usuários do GHB levam a substância, líquida, disfarçada em recipientes de colírio ou perfume. Ecstasy e LSD passam facilmente despercebidos dentro das carteiras, quase nunca checadas pelos seguranças.

Muitas vezes, os jovens optam por consumir as drogas antes de chegar à balada, nos chamados encontros de “esquenta” ou “chill-in”, na casa de amigos. Foi numa dessas reuniões pré-balada que a vendedora Letícia, de 20 anos, chegou a misturar quatro tipos de droga, além do álcool: “Cheirei cocaína, fumei maconha, tomei ácido e ecstasy, tudo de uma vez”. O resultado foi uma “bad trip” da qual ela não gosta nem de se lembrar. “Agora, só misturo cocaína com álcool – e para poder cheirar mais”, diz.

São 3h15 da manhã num dos mais conhecidos clubes de música eletrônica em São Paulo. Para a maioria dos presentes, a noite mal começou. Para outros – como as duas garotas na faixa dos 20 anos que cambaleiam pela pista, despejando vodca em quem quer que passe à sua frente –, ela já está prestes a acabar. “Usamos bala (ecstasy) e tomamos três copos de vodca”, diz Júlia, uma das meninas. “O problema é que não jantamos antes de sair de casa por causa da dieta”, justifica-se. Depois de ver a amiga tateando o ar e cair mais de sete vezes no chão, ela decide pagar a comanda e partir num táxi, a salvo – pelo menos até a próxima festa.

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O perigo é ser disponível

O psicólogo americano Thomas McLellan, um dos mais respeitados pesquisadores do mundo no tratamento de dependentes químicos, assumiu neste ano o cargo de diretor adjunto do Escritório Nacional de Políticas de Controle de Drogas do governo americano. De Washington, ele falou a VEJA sobre os riscos do uso “recreativo” de remédios misturado ao de drogas ilegais. Para McLellan, não há uma droga que seja uma “porta de entrada” para o vício. “Os adolescentes usam o que está mais disponível.”

As drogas sintéticas podem viciar?
Todas as drogas sintéticas podem viciar, mas nem todas têm o mesmo potencial nesse sentido. Embora as razões não estejam claras, a maior parte das pessoas não se vicia em alucinógenos como ecstasy e LSD, por exemplo.

O número de mortes por overdose nos Estados Unidos é cinco vezes maior hoje do que na década de 70. Por quê?
Os opiáceos usados como analgésicos são hoje a droga mais prescrita no país. Se você for ao médico e disser que sofre de uma dor crônica, ele será quase obrigado a lhe prescrever um. A disponibilidade fez crescer o uso dessa droga, que é extremamente perigosa, sobretudo se misturada com álcool ou ansiolíticos. Outro fator é que os jovens, o grupo que mais morre de overdose, têm a falsa percepção de que essas drogas são mais seguras porque são feitas por empresas. Isso é mentira. O (analgésico) Vicodin é muito mais tóxico que a heroína vendida nas ruas. Em dezesseis estados americanos, o número de mortes por overdose já supera o de acidentes de trânsito. É uma situação alarmante.

Por que os Estados Unidos são o maior mercado consumidor de anfetaminas no mundo?
Nossa secretária de Estado, Hillary Clinton, disse que temos uma demanda insaciável por drogas. O que se sabe é que, nos países mais desenvolvidos, há um consumo maior de drogas. Aparentemente, ser viciado é um luxo. Quanto mais desenvolvido o país, mais problemas relacionados a vícios ele terá.

Por que o consumo de ecstasy tem crescido entre os adolescentes americanos, enquanto o de maconha diminuiu desde os anos 90?
Costumava-se pensar que a maconha fosse a porta de entrada para todas as outras drogas. Então, por muito tempo, buscou-se reprimir o uso da maconha para que o consumo de ecstasy e heroína fosse afetado. Não foi bem isso que aconteceu. Os adolescentes usam o que estiver disponível. Muitos garotos roubam drogas prescritas de suas avós para misturar com álcool. Isso nos leva a crer que não há algo como “droga de entrada”. Tudo depende da disponibilidade. Combinadas com álcool, essas drogas podem ser letais. Meu filho morreu assim.

Como isso ocorreu?
Há dezesseis meses, meu filho, de 30 anos, saiu para comemorar a formatura na universidade. Misturou álcool com ansiolíticos e remédios para dormir e teve uma overdose. Perder um filho é uma sensação devastadora. Fiquei terrivelmente perturbado. Trabalhei por 35 anos em pesquisas relacionadas a tratamento de dependentes e meu filho morreu dessa maneira. Pensava: o que é que estive fazendo nesses anos todos? Quando fui convidado para trabalhar no governo, pensei que pudesse ajudar outras famílias a evitar a tragédia que se abateu sobre a minha.

Ecstasy e anestésico para cavalos

Fernando Cavalcanti

“Comecei a consumir drogas neste ano. Já na primeira vez, usei bala (ecstasy) e GHB. Gosto de misturá-los com a ketamina, um anestésico de cavalos, para explorar as sensações dessas drogas em conjunto. Uma vez passei muito mal e tive de ficar na enfermaria. Via figuras geométricas e meu corpo não me obedecia mais – meus braços se mexiam sozinhos. Diminuí a dose de ketamina.”
César, 28 anos, produtor de documentários

Vale tudo

“Hoje, não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros de haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. Mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto.”
Antônio, 23 anos, economista

“O mais ‘louca’ possível”

“Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há um amigo de um amigo na balada que tem.
Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociável. Uso ecstasy faz sete anos e sempre o misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais ‘louca’ possível.”
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas

Alucinógeno.co

No Brasil, drogas alucinógenas não só são legalmente adquiríveis pela internet como ainda podem ser pagas em suaves prestações. Sites como Natureza Divina, Jardim Mágico e Divinorum oferecem ervas como a Salvia divinorum e a Argyreia nervosa – ambas com propriedades alucinógenas – em seis pagamentos parcelados no cartão de crédito. Anunciadas como “ferramentas para praticantes de meditação e ioga, místicos, esotéricos, filósofos e artistas”, elas são, na verdade, versões legais de drogas ilegais como o LSD – e tão ou mais potentes do que ele, como provam os diversos filmes no YouTube que mostram os efeitos das plantas sobre os usuários. “Compro em sites quase todos os meses”, diz um deles, João, um corretor de imóveis de 23 anos, de Londrina (PR). “Mas, como moro com meus pais, as encomendas chegam à república de uns amigos”, afirma. A Salvia divinorum, originária do México, costuma ser desidratada e fumada. O fato de ser legal no Brasil não significa que seja inofensiva. Em 2006, após consumi-la, o estudante americano Brett Chidester, de 17 anos, suicidou-se e deixou o seguinte bilhete: “Como posso continuar vivendo depois de ter descoberto os segredos da vida? Não posso escrevê-los aqui porque esse tipo de informação pode causar o caos”. Liberada no Brasil, a erva já foi proibida em vários estados dos EUA e em pelo menos outros doze países, incluindo Alemanha, Itália e Japão.

– Bom dia, 6a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Ainda com sono, mas bem disposto na madrugada fresca lá fora.

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #Adidas #Kalenji #corrida #sport #esporte #running #Nike #Mizuno

– Bom dia, 5a feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo já de pé?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Faz bem para o corpo, à alma e para a mente. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas  #Nike #Mizuno

– Bom dia, 4a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Mantendo a disciplina, vamos levantar bem cedo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Mexa-se.

Hoje, um ótimo treino. Valeu!

O importante, independente do ritmo, é: mexer-se, fazer qualquer atividade física (monitorando sempre o BPM).

Pratique esportes, o corpo agradece.

– Bom dia, 3a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Verticalizando o esqueleto para mais uma jornada? Lá fora, ainda escuro.

Por aqui, tudo pronto para suar em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Dominando seus Pesadelos!

Você já tentou criar um roteiro para seus sonhos? Já percebeu, no meio de uma aventura ruim, que aquilo não era real mas sim um pesadelo?

Olha que legal: dicas de “como controlar seus sonhos”, manipulando-os para seu interesse!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/224849_COMO+CONTROLAR+OS+PESADELOS

COMO CONTROLAR SEUS PESADELOS

Novos tratamentos conseguem impedir que os sonhos ruins aconteçam ou até mudar seu conteúdo

por Rachel Costa

Por quase toda a vida, a promotora de Justiça Ana Marta Orlando, 66 anos, teve suas noites assombradas por um inimigo silencioso e assustador: os pesadelos. O mais recorrente a transportava, em um momento da noite, para um imenso deserto. Solitária, ela começava a caminhar sem rumo e, a cada passo, sentia os pés afundar na areia fofa. Não bastando o desespero de se sentir engolida pelo chão, em determinado momento, ao olhar para trás, percebia a presença de um beduíno montado sobre um imenso camelo a cortar o ar com espadas. Desesperada, tentava apressar a caminhada, mas as pernas se afundavam cada vez mais na areia até que o perseguidor a alcançava e ela acordava sobressaltada. “Suando frio e com o coração aos pulos”, relembra Ana Marta, que, assim como outros milhões de brasileiros, tinha pesadelos crônicos, problema que dificilmente rompe as paredes do quarto de dormir para chegar ao consultório médico. “Ter pesadelo esporadicamente é normal. Quando isso começa a se tornar repetitivo, porém, se torna doença”, alerta a neurologista Márcia Pradella-Hallinan, da unidade de medicina do sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. A prevalência gira em torno de 2% e 6% da população mundial, com maior incidência sobre as crianças. Mesmo assim, é comum quem tem pesadelo manter sigilo sobre o problema. Os próprios cientistas relegaram, por muito tempo, os sonhos ruins a um segundo plano. Para o bem de quem sofre com o problema, isso mudou nos últimos anos com a injeção de recursos para pesquisa após a constatação de que pesadelos eram recorrentes em veteranos de guerra americanos.

Durante décadas, os sonhos ruins estiveram sob a égide da psicanálise. Os últimos estudos científicos, porém, mostram que não apenas fatores psicológicos explicam sua existência. Freud não morreu para a medicina do sono, mas agora divide espaço com conhecimentos sobre o funcionamento do cérebro e do aparelho respiratório. Com isso, o divã ganhou aliados como pílulas, eletrodos e máscaras de ar. “Vários pacientes veem seus pesadelos desaparecer após o tratamento para apneia”, disse à ISTOÉ o cientista Barry Krakow, referência mundial em medicina do sono, hoje à frente de um centro particular para o tratamento de pesadelos nos Estados Unidos. A razão, acredita-se, é que nesses casos as imagens aterradoras não passam de uma estratégia do organismo para nos despertar, cessando a interrupção no envio de oxigênio para o cérebro – principal característica da apneia. Quando o problema respiratório é tratado, junto com ele se vão os pesadelos.

A guinada que deu condições para essas mudanças foi dada pelo psiquiatra Allan Hobson, na década de 70, que mostrou que o cérebro está ativo e consciente enquanto dormimos. Hobson inspirou a busca de outros métodos para entender os pesadelos. Uma consequência da mudança foi a criação de técnicas focadas no controle direto desses sonhos. A principal foi a terapia de ensaio da imagem, descrita em 2001 por Krakow e uma equipe de outros 15 cientistas. Durante seis meses, eles acompanharam 114 voluntários que haviam desenvolvido estresse pós-traumático em decorrência de violência sexual e, consequentemente, pesadelos. Foi proposto à metade dos participantes que, antes de dormir ou durante o dia, imaginassem o que gostariam de sonhar à noite. O conteúdo não deveria ser necessariamente feliz, mas obrigatoriamente distinto das imagens aterrorizantes de seus pesadelos. Quem fez o exercício reduziu os sonhos ruins no período em mais da metade. “Dez anos depois, esse ainda é o principal tratamento para pesadelos”, opina o criador do método. A pesquisadora Anne Germain, da Universidade de Pittsburgh e integrante da equipe de Krakow em 2001, concorda com o antigo tutor, mas acrescenta uma opção à lista. “Existe um fármaco, a prazosina, que não pode ser descartado”, disse à ISTOÉ.

O remédio foi parar na lista de terapias para o sono por acaso. Quando começaram as pesquisas, o objetivo era buscar uma nova droga contra hipertensão. Durante os testes, viu-se que as pessoas medicadas dormiam melhor e seus sonhos negativos se tornaram raros. Daí os cientistas tiveram a ideia de testar a droga em pacientes com transtorno do estresse pós-traumático. “O pesadelo é um dos sintomas do transtorno e é raro um paciente não sofrer com ele”, diz a psiquiatra Adriana Moz­zambane, do Programa de Atendimento a Vítimas de Violência da Unifesp.

Recentemente, em Praga, na República Tcheca, foi divulgada uma revisão das pesquisas sobre o assunto confirmando os resultados positivos. “Há evidência da eficácia da prazosina para tratar o pesadelo nos casos de estresse pós-traumático”, disse à ISTOÉ Simon Kung, da Clínica Mayo e líder do estudo. “Supomos que o remédio aja sobre os receptores de noradrenalina, superestimulados durante os pesadelos.” Mas há critérios para sua indicação. “O remédio só é receitado quando o sonho ruim é recorrente e a pessoa vivencia situações muito desagradáveis durante ele”, afirma o neurologista Shigueo Yonekura.

Outro desejo antigo de quem sofre de pesadelos é mudar seus enredos apavorantes. “Na última semana, sonhei várias vezes na mesma noite com a mesma coisa”, diz o compositor Cauê Procópio, 39 anos. “Quando começava de novo, já sabia o que aconteceria, mas não conseguia sair do sonho.” Foi o mesmo problema que fez o fotógrafo Lilo Faria, 30 anos, descobrir os estudos do cientista Stephen LaBerge, criador da teoria dos sonhos lúcidos. LaBerge gastou os últimos anos pesquisando técnicas para tornar possível mudar o enredo onírico. O resultado foram três livros – o último, “Sonhos Lúcidos: Um Guia para Acordar em seus Sonhos e em sua Vida” (2004) – e uma engenhoca formada por uma máscara para dormir e um sistema de luzes, chamado NovaDream.

O aparelho detecta a fase REM do sono – a mais profunda e quando ocorrem os sonhos – e começa a emitir sinais luminosos. Esses impulsos são incorporados às imagens oníricas. O sonhador pode, por exemplo, transformar a luz em uma ambulância ou em um semáforo. O importante é reconhecer a fase REM e tentar interferir em seu conteúdo. É o mesmo que Faria faz, só que sem a máscara. Quando se percebe em um pesadelo, ele faz uma espécie de teste para saber se está dormindo. “Um dos exercícios é olhar para as minhas mãos e tentar contar os dedos. Quando dormimos, não conseguimos fazer isso”, explica. Se percebe que está adormecido, ele começa a brincar com a realidade onírica. “Não tem problema se machucar, por exemplo, se é sonho.”

Mas nem só de teorias mirabolantes e novos tratamentos vive a medicina do sono. Os velhos conselhos das avós – dormir cedo e não comer muito à noite – seguem válidos para evitar a desagradável surpresa de ser surpreendido na madrugada. “Hábitos de sono e alimentares não são a causa dos pesadelos, mas ajudam a perpetuá-los”, fala o neurologista Leonardo Goulart, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O gerente de contas Rogério Barbacena, 33 anos, sabe disso. Vítima dos pesadelos, ele costumava perder duas ou três noites por semana. Exausto, buscou ajuda. Primeiro, foi a uma nutricionista, que montou um cardápio noturno mais leve e o proibiu de exagerar na dose de comida antes de ir para a cama. “Só com isso melhorou em 80%”, afirma. O segundo passo, em andamento, é marcar o exame de polissonografia para descobrir se existe alguma doença causando os pesadelos. Outro hábito incorreto, ele já sabe que tem: dorme tarde e pouco.

Hábitos noturnos, de acordo com estudo realizado com 3.978 pessoas no Canadá, são combustível para os sonhos ruins. “Notívagos geralmente são mais ansiosos, depressivos, fumam mais e possuem uma espécie de ‘jetlag’ social quando dormem em horários não usuais do ciclo circadiano”, disse à ISTOÉ o líder do estudo, o psiquiatra Tore Nielsen, da Universidade de Montreal. O ciclo circadiano corresponde aos horários biológicos do corpo. Quando há uma discrepância entre o horário em que se deveria dormir e o momento em que ocorre o sono REM, acredita Nielsen, fica-se mais suscetível ao pesadelo.

Além da causa, alterações no sono podem ser consequência do sonho ruim. “Teve um período em que comecei a trocar o dia pela noite para tentar fugir dos pesadelos. Passava a noite vendo televisão ou no computador, com receio de dormir”, conta a diretora de marketing Daniela Junqueira, 23 anos. Receosa, ela só cochilava tranquila quando ia dormir ao lado da mãe, a psicoterapeuta Eliete Matielo. O que tanto assustava a jovem: sentimentos de ansiedade e angústia que a faziam acordar durante a noite. Os pesadelos se prolongaram por quase todo o último ano. Na terapia, descobriu serem resultado de um relacionamento atribulado.

Por ser tão incômodo, é difícil crer na utilidade dos sonhos negativos, mas, para muitos cientistas, quando ocasionais, eles podem fazer bem. Um dos nomes mais conhecidos é o psicólogo finlandês Antti Revonsuo, autor da teoria dos sonhos simulatórios, segundo a qual, do mesmo modo como os jogos de realidade virtual, sonhos e pesadelos serviriam para nos preparar para situações que podem acontecer no mundo real. O temor à morte de alguém querido, por exemplo, quando vivido com muita intensidade, é um sentimento paralisador. Sonhar com isso não deixa de ser desagradável, mas é útil. “Funcionaria como um elemento de simulação das consequências de algo que a princípio é impensável, mas que pode ocorrer”, defende o neurocientista Sidarta Ribeiro, um dos expoentes nos estudos dos sonhos no Brasil. Não ter mais pesadelos, compara Sidarta, seria como perder o radar para coisas perigosas.

PESSOAS QUE FALAM DORMINDO (CASOS REAIS) [+10] - YouTube

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para o crédito.

– Sue!

Yeah!

Comecei bem a semana, suando legal.

Pratiques esportes, monitore o BPM e tenha uma ótima qualidade de vida.

Meu treino da manhã / madrugada, abaixo:

– Esteja em dia com seu corpo!

Hoje: 8,20 k, com caminhada, corrida e tiros.

A barriga está grande, mas o fôlego está em dia…

Faça qualquer atividade física, e monitore seu BPM. Você só tem a ganhar com essa disciplina!

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Sem preguiça para levantar?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (sempre controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Efeitos do consumo de morango na saúde do coração.

Morango é saudável! Veja só (post de MágicaMistura.com, citado abaixo):

A comida é um aspecto fundamental para a saúde do coração. Nesse sentido, as frutas são um dos alimentos mais adequados para oferecer benefícios à …

Continua no link em: Efeitos do consumo de morango na saúde do coração

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora sacolejar o esqueleto?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Delícia!

Êba! Hoje temos como sobremesa nossas frutas bem fresquinhas: à mesa, ameixas importada e nacional, maçã e caqui.

Coma frutas, a saúde agradece.

Ops: estão super-doces…

#Fruits

– Corra que faz bem.

Yeah!

Valeu o esforço da manhã / madrugada. Corra que faz bem!

Ops: monitore o seu BPM, pois ele é fundamental para o controle da sua saúde.

– Bom dia, 6a feira (post 1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Ainda com sono, mas bem disposto na madrugada fresca lá fora.

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #Adidas #Kalenji #corrida #sport #esporte #running #Nike #Adidas

– Mexendo o esqueleto.

Ufa, valeu o esforço!

Hoje, 6 kms alternando corrida, trote e caminhada. Muito bom, variando os ritmos e curtindo o suor.

Faça qualquer atividade física, o corpo agradece!

– Bom dia, 5a feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Todo mundo já de pé?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina, controlando sempre o cortisol?

Pratique esportes. Faz bem para o corpo, à alma e para a mente. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas  #Puma

– Ôba! Frutas.

Ameixa, maçã, pêssego, uva e pitaya! São as delícias que temos aqui em casa para alegrar as crianças.

Coma frutas! São saudáveis e saborosas.