– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– Já são 4 mortos pela Febre Maculosa do carrapato estrela. A Fazenda do evento foi fechada.

A Fazenda Santa Margarida, no Distrito de Joaquim Eugênio, em Campinas, promoveu evento onde muitas pessoas participaram. Até agora, 4 pessoas que estiveram lá faleceram após serem picadas por carrapato estrela, que transmite a febre maculosa.

As autoridades interditaram a fazenda e estão investigando. Informações em: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/sa%C3%BAde/fazenda-em-campinas-onde-3-estiveram-antes-de-morrer-de-febre-maculosa-%C3%A9-fechada-1.1047289

A questão é: como evitar tudo isso? 

carrapato-estrela

Foto extraída de: https://seres.vet/blog/carrapato-estrela-prevencao/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– Universitários e Drogas: um número alarmante!

Do ano passado, mas atual:

Leio que a Secretaria Nacional de Política sobre Drogas divulgou um número arrepiante! Em sua última pesquisa, anunciou que 48,7% dos estudantes de ensino superior já usaram drogas ilícitas (pesquisa que envolveu 18.000 universitários em 27 capitais). Destes, 20% correm risco de dependência.

Sou Professor Universitário na Área de Administração. E é inimaginável entrar na sala de aula e crer que metade dos meus alunos já experimentou drogas ilícitas… Talvez os números da pesquisa, se feitos no Interior, tenham outro resultado. Não creio que cidades como Jundiaí, Itu, Salto e outras da nossa região tenham esse indicador.

O problema é a facilidade de acesso às drogas. No meu tempo de estudante, nunca víamos drogas com frequência. Felizmente, nunca tive o desprazer nem a vontade de experimentá-las.

A banalização do problema faz com que os jovens vejam as drogas com mais naturalidade, o que é ruim. Os universitários são o futuro da nação, pois eles têm o privilégio de frequentar os bancos acadêmicos e pertencerem a uma minoria populacional de padrão intelectual mais elevado. É uma pena que isso ocorra entre eles.

E você, universitário? Acredita que esse número seja alto na sua faculdade?

Imagem extraída de: https://www.change.org/p/assembléia-legislativa-do-estado-de-santa-catarina-lei-para-prevenção-ao-uso-de-drogas-il%C3%ADcitas-por-estudantes-de-universidades-públicas-1e664e6e-c838-4c96-b846-d7bdd188450b

– Corra que faz bem!

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– Um teste genético para portadores da Síndrome do Pânico e Depressão em geral

Publicado há 2 anos, mas vale o repost:

Conheço muitas pessoas que sofrem com agorafobia, depressão e outros “parentes” da Síndrome dos Pânico. A falta de serotonina é um desses problemas.

Escrevo isso pois o jornalista da Rede Globo Jorge Pontual descobriu que após 40 anos tomando uma determinada medicação para depressão, não conseguia otimizar o resultado pois era a droga errada! O remédio era para o seu problema, mas as substâncias não conseguiam se metabolizar potencialmente. Após realizar um teste genético, verificou que outra medicação, para o mesmo problema mas com outros princípios ativos, metabolizaria em seu organismo muito melhor do que o remédio anterior.

Está aí a discussão: será que os remédios que tomamos, mesmo sendo os indicados para nossos males, respondem a contento em nosso corpo?

Em tempo: Jorge Pontual declarou estar “ótimo, estabilizado e contente como nunca” com a mudança de medicação após a realização deste teste que descobre quais as drogas que melhor reagem em seu corpo (chama-se “teste farmacogenético”).

Mais sobre isso, extraído de Vivabem.uol.com.br, abaixo:

TESTE GENÉTICO É SAÍDA PARA DEPRESSÃO QUE NÃO MELHORA

O correspondente da Globo em Nova York (EUA), Jorge Pontual revelou ter depressão e se tratar há 40 anos com o remédio errado. Ele fez um teste genético que revelou que metaboliza os remédios tão depressa a ponto de não surtirem efeitos. “O resultado do teste veio com a lista de antidepressivos que não funcionavam para mim, e eram justamente aqueles que tomei durante décadas. A boa notícia é que veio também a lista dos antidepressivos que funcionam”, afirmou.

De acordo com os especialistas ouvidos pelo VivaBem, os testes farmacogenéticos (nome do teste feito por Pontual) servem para determinar como os medicamentos se comportam em cada indivíduo a partir da análise do DNA. E servem para várias doenças como o câncer.

Wagner Gattaz, diretor do Laboratório de Neurociências do IPq-USP (Instituto de Psiquiatria da USP), explica que cerca de 20 a 30% dos pacientes com depressão não reagem adequadamente ao remédio e esse tipo de teste permite ao psiquiatra compreender o porquê disso acontecer.

O progresso da genômica permitiu que descobríssemos os genes das enzimas das células hepáticas responsáveis por metabolizar os medicamentos. Cerca de 75% das pessoas faz esse processo em uma velocidade normal, enquanto o restante ou metaboliza ultrarrápido ou lentamente”, fala Gattaz.

O paciente que metaboliza rapidamente tem uma enzima que faz com que o fígado trabalhe muito rápido aquela substância e o medicamento nem tem tempo para fazer efeito no corpo. Já os que metabolizam devagar, por sua vez, provocam acúmulo do medicamento no corpo, o que pode gerar efeitos colaterais sérios, como intoxicação.

Por isso, se o paciente tem a característica de destruir rapidamente um determinado antidepressivo, como era o caso de Pontual, a eficácia da droga será afetada. O teste, então, indica a característica de cada um e mostra quais são os remédios que o paciente tem chance de responder melhor e quais são os que ele terá uma intolerância.

Teste ou tentativa e erro?

Tanto Gattaz quanto o psiquiatra Fernando Portela, membro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), afirmam que o antidepressivo começa a fazer efeito a partir da segunda semana, sendo que, após quatro semanas, o paciente precisa já sentir melhora em alguns dos sintomas da depressão, como ansiedade, apatia, culpa, descontentamento, desesperança, irritabilidade, perda de apetite, fome excessiva e insônia.

Se o paciente não teve remissão dos sintomas nesse primeiro mês, cabe ao médico fazer uma avaliação para identificar se precisa trocar o medicamento”, fala Portela.

O membro da ABP explica que só indica o teste para pacientes que já tenham trocado de medicamentos pelo menos três vezes. “Normalmente um bom psiquiatra consegue avaliar e diagnosticar bem seu paciente. Mas há casos em que é preciso recorrer aos testes para entender por que ele não está respondendo a nenhuma droga”.

Já Gattaz é a favor de recorrer ao teste sempre que possível, já que o interesse do médico e do paciente é descobrir o quanto antes qual é o medicamento capaz de colocar “um fim no sofrimento gerado pela depressão”.

O entrave, no entanto, é o preço dos testes que variam de R$ 1.300 a R$ 3.990. Além de não estar incluso no SUS (Sistema Único de Saúde) também não consta no rol da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ou seja, os planos de saúde não cobrem o exame. No entanto, segundo os psiquiatras ouvidos pelo VivaBem, alguns planos reembolsam parte do procedimento.

medicamento para depressão

Foto: Ricardo Davino, de Saúde Vital, extraído de: https://saude.abril.com.br/medicina/teste-genetico-ja-e-usado-para-individualizar-a-escolha-de-remedios/

– Recomeçar a carreira: nada é mais difícil para os profissionais no mercado de trabalho.

Vez ou outra vejo e leio reportagens sobre pessoas que largaram tudo para recomeçar a carreira. Sonho, ilusão ou necessidade?

As dificuldades de um recomeço são sempre impactantes (positiva ou negativamente), não tenhamos dúvida. Abandonar velhos hábitos, por mais que eles sejam maçantes, é algo complicado. E se torna traumático dependendo do sucesso ou não do propósito da própria mudança. Entenda:

– Se a pessoa até então era um profissional vitorioso, com boa remuneração mas cansado da rotina, os novos desafios levarão em conta a importância (ou irrelevância) da questão financeira: valeu ou não a pena mudar? Se o dinheiro não for um problema, ótimo! Caso contrário…

– Muitos procuram qualidade de vida profissional e pessoal. E quem consegue tão fácil esse propósito?

– Sem dinheiro e com crise econômica, nada é mais difícil do que portas abertas em organizações e/ou incentivo ao empreendedorismo. Há de se pensar antes de mudar…

– Acima de todas as questões, a principal torna-se: a SAÚDE! É uma tecla que insisto: a saúde do corpo, da alma e da mente. Vale a pena estar no mesmo emprego com as condições atuais, levando em conta esse aspecto? Até onde a saúde aguenta, todos suportam. Mas quando você percebe disfunções… é hora de reinventar-se!

Deve-se pensar nisso. Os novos desafios surgem pelas oportunidades ou, muitas vezes, pelas carências.

Imagem extraída de: https://blog.pi.senac.br/cinco-dicas-para-turbinar-a-sua-carreira-profissional/

– A Genética da Mulher do Circo.

Não costumo postar tal assunto, mas esse é muito curioso. Lembra daquelas propagandas de circo: “Hoje a mulher barbada é a atração!”?

Pois bem: cientistas chineses conseguiram descobrir porque existem mulheres barbadas.

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gArSJzUFTYn738Rhw6pczB4OfQ2g

WASHINGTON, EUA (AFP) CIENTISTAS DESVENDAM O MISTÉRIO DA MULHER BARBUDA

Cientistas chineses identificaram o problema genético que está na origem da síndrome da “mulher barbuda”, cujas vítimas foram consideradas monstros e chegaram, um dia, a ser expostas em feiras.

O caso mais famoso da história da medicina remonta ao século XIX: Julia Pastrana tinha esta doença e foi explorada por um produtor de espetáculos que a levou para o mundo inteiro, lembrou um estudo publicado nesta quinta-feira na revista American Journal of Human Genetics, por uma equipe da Academia de Ciências Médicas de Pequim.

Pastrana sofria de “hipertricosis universal congênita terminal” (CGHT), um desequilíbrio hormonal caracterizado por um grande desenvolvimento do cabelo e do pelo do corpo, acompanhado por uma deformação do rosto e das gengivas.

“A mutação genética na origem da CGHT (…) ainda não havia sido descoberta”, disse um dos autores do estudo, o doutor Zhang Xue.

Os pesquisadores conseguiram determinar as anomalias genéticas do cromossomo 17q24.2-q24.3 responsável por esta doença.

Para realizar o estudo, difícil de concretizar pela raridade de casos, Zhang e sua equipe efetuaram análises em membros de três famílias chinesas que sofrem da doença.

Alguns apresentavam diferentes tipos de alterações de cromossomos gerando má-formações, outros tinham problemas de duplicação de genes, também fator de má-formações.

“Nosso trabalho determina claramente que a CGHT é uma desordem genética”, explicou Zhang, dizendo que “são necessários outros estudos para compreender os mecanismos moleculares exatos” desta doença.

Resultado de imagem para Júlia Pastrana

Acima, foto de Júlia Pastrana (1934-1960), durante apresentação em Londres. Um dos casos mais comuns de “mulher Barbada”, ou melhor, portadora da hiperticose generalizada congênita.

 

– Corra que faz bem!

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– Praticar atividade física ajuda contra a depressão e a ansiedade.

A gente “meio que sempre sabe” (afinal, esportistas sempre defenderam causa). Mas veja que bacana essa publicação do BJSM (British Journal Sports Medicine): o quanto uma atividade física nos ajuda emocionalmente!

Está em: https://bjsm.bmj.com/content/early/2023/03/02/bjsports-2022-106195

British Journal of Sports Medicine: 57 (10)

 

– Corra que faz bem!

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– Planos dentais para MEIs: por que contratar?

Metade das empresas ativas no Brasil são MEIs: Quais são os benefícios de contratar um plano dental?

Continua no link em: Planos dentais para MEIs: por que contratar?

– Corra que faz bem!

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– Frutas bem gostosas para a tarde.

Hora saborosa: hoje temos morango, mexerica, uva, ameixa, caqui e goiaba – tudo bem fresquinho.

Quem vai querer?

Coma frutas, pois faz bem.

Caprichei com carinho na travessa:

  

– Corra que faz bem!

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– Funções executivas e crianças com TDAH: sugestão de atividades.

As funções executivas são um conjunto de habilidades cognitivas de alto nível que nos permitem controlar e regular nosso próprio pensamento, …

Continua no link em: Funções executivas e crianças com TDAH: sugestão de atividades

– Corra que faz bem!

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– Esgotamento parental: Exaustão física e emocional, a Síndrome de Burnout sai das empresas e vai para os lares.

Já abordamos em algumas oportunidades como a Síndrome de Burnout afeta os profissionais e a necessidade das empresas em identificar esse problema (aqui, em: https://wp.me/p4RTuC-U5).

Agora, leio que especialistas apontam que esse mal está afetando pais e mães, devido às exigências da educação com os filhos! É o chamado Burnout parental.

Muito importante, extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/burnout-parental-entenda-o-quadro-de-exaustao-que-afeta-maes-e-pais/

BURNOUT PARENTAL: ENTENDA O QADRO DE EXAUSTÃO QUE AFETA MÃES E PAIS

Estado de exaustão física e emocional pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos.

Por Lucas Rocha

Exaustão emocional, falta de energia e pouca realização profissional são alguns dos sintomas que caracterizam a síndrome de Burnout. A condição é associada principalmente ao contexto do ambiente de trabalho, tendo sido reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno ocupacional.

O estado de exaustão física e emocional também pode afetar mães e pais devido à sobrecarga de responsabilidades relacionadas ao cuidado e à educação dos filhos. O chamado “Burnout parental” é uma condição psicológica com consequências para as saúdes mental e física.

“Um dos principais sinais é a exaustão emocional constante. Pais que estão sofrendo de Burnout podem sentir-se sobrecarregados emocionalmente, sem energia para lidar com as demandas diárias da criação dos filhos. Além disso, a despersonalização é um aspecto importante do Burnout parental. Nesse caso, os pais podem desenvolver sentimentos de distanciamento emocional em relação aos filhos, manifestando indiferença, insensibilidade ou mesmo sentimentos negativos em relação a eles”, afirma a médica psiquiatra Jéssica Martani.

O burnout parental precisa ser investigado e tratado porque gera diversos sintomas emocionais e físicos que prejudicam a vida dos pais, afirma a pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). “É essencial que os pais procurem ajuda se acharem que estão sofrendo de Burnout parental, uma vez que essa condição piora a qualidade de vida”, orienta Ana.

Assim como no Burnout causado pela relação nociva com o trabalho, a diminuição da realização pessoal também é um sinal do problema relacionado à criação dos filhos.

“Pais com Burnout parental podem sentir-se inadequados, incapazes de cumprir as expectativas como pai ou mãe, o que resulta em uma perda de satisfação pessoal e realização na parentalidade. Além disso, o Burnout parental pode se manifestar através de sintomas físicos, como fadiga persistente, distúrbios do sono, dores de cabeça e musculares frequentes”, afirma Jéssica.

O estresse é algo natural, mas reconhecer que ele se tornou patológico é um desafio, afirma a psicóloga especialista em emoções Luana Ganzert. Ela recomenda atenção à intensidade dos sintomas, como falta de paciência e baixa tolerância.

“Crianças exigem cuidados e muita atenção, e quando o adulto está com baixa tolerância a coisas simples como, por exemplo: uma pergunta no momento de concentração, uma recusa ao ouvir o que a criança tem a falar, justificando a falta de tempo, ou alegando outra prioridade no trabalho, tudo isso, serve de alerta ao desenvolvimento da síndrome de Burnout parental”, afirma Luana.

Fardo desigual para as mães

O peso da criação dos filhos tende a cair com mais intensidade sobre as mulheres em relação aos homens, afirmam os especialistas.

“Recai sobre elas a dupla função de uma cultura que responsabiliza muito mais as mães pelos cuidados com os filhos do que os pais. Mas, há uma tendência para que isso se transforme uma sociedade inteira discute a função da paternidade. No entanto, ainda é muito comum que as mães fiquem com a carga maior dos cuidados com os filhos”, afirma o psicólogo Ronaldo Coelho.

O especialista afirma que as discussões sobre masculinidade devem envolver a ampliação da função do homem nesse contexto. “A licença paternidade também é uma discussão importante para que os homens possam estar mais presentes nos cuidados, principalmente com os recém-nascidos”, pontua.

Priorizar o autocuidado e cultivar uma rede de apoio são algumas das estratégias recomendadas para aliviar o cansaço excessivo do cuidado com os filhos.

“As mães muitas vezes colocam as necessidades dos outros antes das suas. É essencial reservar um tempo para si mesma todos os dias. Priorize o autocuidado, reserve um tempo para descansar, relaxar, fazer atividades que você goste e que lhe tragam prazer”, afirma Jéssica.

A especialista recomenda o estabelecimento de limites saudáveis nas relações, como aprender a dizer “não” diante de um momento de sobrecarga. Simplificar as tarefas diárias, como organizar um cronograma familiar, delegar tarefas apropriadas às crianças e estabelecer rotinas definidas podem tornar a administração da casa mais simples e a reduzir o estresse.

“Não tenha medo de pedir ajuda quando precisar. Conte com o apoio de seu parceiro, familiares, amigos ou outros membros da comunidade. Divida as responsabilidades parentais e as tarefas domésticas com os outros membros da família, sempre que possível”, diz a psiquiatra.

Os especialistas enfatizam a importância de contar com uma rede de apoio, incluindo familiares e amigos, além de grupos de mães, que compartilham experiências e dificuldades. “Um caminho são as redes de apoio, sempre pensando com quem que se pode contar são avós, tios, padrinhos, amigos ou mesmo outros profissionais que podem ajudar no cuidado com o bebê ou com a criança pequena. Isso vai ser importante para evitar o desgaste emocional e o possível Burnout”, diz Coelho.

“Participar de grupos de mães ou comunidades de apoio pode ser muito benéfico. Esses espaços oferecem uma oportunidade para compartilhar experiências, desafios e buscar conselhos de outras mães que estão passando por situações semelhantes. Você pode encontrar apoio emocional, trocar ideias e aprender estratégias de outras mães”, acrescenta Jéssica.

Pesquisa do Burnout parental no Brasil

Com o objetivo de mensurar a incidência do Burnout parental no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram um questionário.

A aplicação integra a pesquisa de mestrado da pesquisadora Ana Letícia Senobio dos Santos, no âmbito do Programa de Pós-graduação em Psicologia: cognição e comportamento da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich).

O levantamento busca identificar as condições que podem desencadear o Burnout parental, com o objetivo de fornecer dados para a proposição de políticas públicas, especialmente para pais de crianças com condições clínicas como o transtorno do espectro do autista.

Quando descobrimos os fatores de risco, conseguimos saber onde intervir e como ajudar esses pais na clínica psicológica. Além disso, mapear esses pais nos ajudará a implementar novas posturas clínicas e políticas públicas que atendam a eles”, diz Ana.

O estudo desenvolvido por Ana Letícia faz parte de pesquisa mais ampla desenvolvida pelo Laboratório de Avaliação e Intervenção na Saúde (Lavis) do Departamento de Psicologia da UFMG. O questionário está disponível online e pode ser respondido, até o fim de junho, por pais e mães brasileiros.

“Já sabemos que o perfeccionismo é um dos fatores de risco associados ao burnout parental. Muitas vezes, os pais sentem a necessidade de ser perfeitos e de corresponder àquilo que a sociedade espera deles. Outro fator que pode interferir é a idade dos filhos. Investigar esses padrões nos dará ferramentas para lidar com o problema”, avalia.

O questionário pode ser acessado aqui: https://burnoutparental.formr.org/

Imagem extraída de: Getty Images/skaman306

– Suando (de novo).

Segundo tempo de cooper vencido! Que tal ir correr também?

Suar alivia a mente. Viva a endorfina.

🏃‍♂️#running

– Corra que faz bem!

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– Saúde nas frutas.

Saúde à mesa: hoje temos morango, kiwi, caqui, ameixa, mexerica e pitaia.

Frutas sempre nos fazem bem. Quem vai querer?

😋 #gula

– Suando, parte 2.

Hora de suar, parte 2: vamos para um “balanga-bunda” na folga na hora do almoço?

Correr nos ajuda com a endorfina.

🏃‍♂️ #running

– Corra que faz bem!

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