– Ops…

Aí não…

Pressão Alta?

E o pior é que medi 3X…

A melhor coisa: médico e relax!

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– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Viagra, sem orientação médica, faz mal? E se for Made in Paraguay?

Vale a chamada de atenção: remédios para impotência sexual vindos de contrabando possuem grande capacidade de impurezas no meio! 

E se faz mal? 

Experimente para ver… ou melhor, sentir!

Abaixo, extraído de VejaSP, ed 21/12, pg 51

“VIAGRA” PARAGUAIO É VENDIDO NA RUA 25 DE MARÇO

Cartelas com versão contrabandeada de remédio para impotência sexual, entre outros medicamentos controlados, são encontrados facilmente na região

Por Mariana Zylberkan

Não é segredo que camisetas e tênis falsificados são vendidos há anos nas ruas 25 de Março e Santa Ifigênia. Mas basta uma conversa rápida com ambulantes para descobrir outros artigos ilegais. Entre eles, o Pramil, remédio para impotência sexual fabricado no Paraguai. A cartela com vinte pílulas azuis custa 30 reais e, se o freguês pechinchar, é possível levar duas por 50 reais. O medicamento mais famoso do gênero, o Viagra, produzido pela americana Pfizer, é vendido nas farmácias por 97 reais (a caixa de 50 mg com quatro unidades).

Alguns vendedores clandestinos chegam a oferecer o concorrente “made in Asunción” a plenos pulmões em frente à Galeria Pagé. O interessado espera na calçada enquanto a pessoa busca a mercadoria em um boxe na Rua da Cantareira. Alguns chegam a acompanhar o cliente até um caixa eletrônico para não perder o negócio. O emagrecedor Sibutramina, o abortivo Cytotec e anabolizantes também estão disponíveis.

O Pramil teve a comercialização suspensa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em 2002, por não passar em testes para comprovar a concentração do princípio ativo, o citrato de sildenafila, o mesmo presente na fórmula do Viagra. Uma análise realizada pelo pesquisador Luan Felipe Oliveira, do Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas da Unicamp, a pedido de VEJA SÃO PAULO, mostrou que os dois remédios têm a mesma quantidade da sildenafila, mas o contrabandeado tem uma proporção maior de impurezas. Isso pode gerar riscos para o organismo.

Em muitos casos, no entanto, o efeito esperado é atingido, independentemente da qualidade da pílula. “Ela funciona como placebo nos casos de disfunção erétil de causa emocional, que representam 30% do universo dos pacientes”, diz o urologista João Luiz Amaro. Investigações das polícias Civil e Federal mostram que o Pramil e outras drogas ilegais entram no país por meio de sacoleiros, pela fronteira com o Mato Grosso do Sul.

Em 2015, em São José do Rio Preto, no interior do estado, a PF desbaratou uma quadrilha que trazia anabolizantes produzidos com matéria-prima da China. Mas o trabalho de repressão é insuficiente. No momento, as duas polícias não mantêm operações para coibir vendas no centro.

O volume de remédios apreendidos neste ano pela Receita Federal no estado caiu 85% em comparação com o ano passado. Entre janeiro e novembro, foram interceptadas 16 638 unidades, contra 112 783 em 2015. O crime contra a saúde pública prevê pena de até quinze anos de detenção.

A farra do viagra

Imagem extraída de: https://istoe.com.br/26478_A+FARRA+DO+VIAGRA/

– Sue que faz bem!

Esse foi meu 2º tempo de treino!

Preciso emagrecer…

Corra que faz bem!

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– 8 types of supplements and their application.

8 types of supplements and their applicationWhen our lifestyle and daily responsibilities make it impossible for us to have a proper and varied diet,…

Continua em: 8 types of supplements and their application

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– Sabemos filtrar o que é necessário e correto nas coisas que ouvimos (em quantidade e qualidade)? Cuidado com a SPA.

Quem disse que “estar por dentro das notícias” faz, necessariamente, o indivíduo ser mais culto?

O excesso de informação não faz a pessoa ser mais inteligente. Ao contrário, pode confundir alguém que seja despreparado, pois o sujeito não consegue assimilar todo o conhecimento. Sem falar do cansaço mental…

Nos dias atuais, temos muito acesso a notícias / informações / descobertas e opiniões. “Entopem” nossa mente de muita coisa! E como administrar tudo isso?

Precisamos de uma boa gestão emocional para não poluir nossa mente. Sim: evitar POLUIÇÃO MENTAL, que é um dos grandes problemas dos dias atuais!

Pensa-se (ou se tenta pensar) sobre tantas coisas, com má formação de ideias pela impossibilidade de interpretar corretamente textos, filtrar dados ou confiar na qualidade daquilo que se oferece, que tudo fica misturado e obscuro. Há narrativas diversas sobre o mesmo assunto e, quem não tiver equilíbrio mental / intelectual, “vira o fio”.

Como é isso nas empresas? Sabemos filtrar o que é necessário e correto no nosso trabalho?

E no nosso dia-a-dia?

Há aqueles que tem uma carência muito grande de saber de tudo, provocando um stress muito grande na mente ao passar a raciocinar de maneira mais pressionada, rápida e saturada. Isso se chama SPA – Síndrome do Pensamento Acelerado. Cuidado com isso!

Sobre SPA, saiba mais em: https://blog.psicologiaviva.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/

Ou em: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

Imagem extraída de: http://administracaonoblog.blogspot.com/2016/04/sindrome-do-pensamento-acelerado-spa.html

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– Força, Prof Gustavo!

Gustavo Caetano Rogério foi meu professor na Escola de Arbitragem Flavio Iazzetti, da FPF. Um mestre!

Não há outro como ele na ativa. E ele está se recuperando, devido às complicações de saúde.

Força, Professor!

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– Frutas!

 

No capricho!

Essa foi a hora da Salada de Frutas: hoje com pêssego, dois tipos de uva, goiaba, banana, mamão e morango.

Coma “vitaminas”! Faz bem e não engordam.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– A Depressão dos Estudantes de Medicina

Estudar demais pode ser bom, mas dependendo da expectativa do estudante sobre a realidade da sua carreira, dá um reverso muito grande. Lembro-me de que há uns 10 anos, um trabalho da PUC apontava que os maiores dependentes de drogas no meio universitário eram os estudantes de Medicina, devido a facilidade de drogas e cobrança no desempenho acadêmico.

Agora, novo estudo confirma isso com um agravante: 80% dos estudantes sofrem de depressão!

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2070/artigo143897-1.htm

A DEPRESSÃO DOS JOVENS MÉDICOS

O jovem que faz vestibular para medicina sabe que enfrentará muitos anos de estudo. Primeiro, os seis da faculdade; depois de formado, pelo menos mais dois de residência para se tornar especialista. Nesse início do curso, a emoção que prevalece é o orgulho de ter passado na seleção para algumas das vagas mais disputadas do País. Mas o que estudos recentes começam a mostrar é que boa parte dos futuros médicos corre o sério risco de ter depressão e até mesmo de pensar em largar o curso antes de pegar o diploma. Um desses trabalhos, realizado na Universidade de Uberlândia, em Minas Gerais, descobriu que 79% dos 400 alunos do curso de medicina apresentavam sintomas depressivos. Cerca de 20% deles tinham um quadro considerado grave.

A tendência à doença está sendo identificada em mais universidades. Na Faculdade de Medicina do ABC, na cidade paulista de Santo André, pesquisa coordenada pelo Serviço de Orientação Psicológica ao Aluno revelou que 38% dos acadêmicos exibiam queixas características desse tipo de distúrbio psiquiátrico, como tristeza, falta de concentração, desânimo e um profundo cansaço. A pesquisa, divulgada no portal internacional de publicações médicas Biomed Central, serviu para evidenciar ainda mais a necessidade de entender o que leva os jovens médicos a cair em depressão e o que as escolas precisam fazer para ajudá-los a se recuperar

No estudo de Santo André, por exemplo, viu-se que o maior número de casos estava concentrado nos dois últimos anos de faculdade, período conhecido como internato, em que os alunos vivenciam na prática o que aprenderam na teoria. Foi exatamente nessa fase que o estudante Álvaro Faria, 26 anos, sofreu com a doença. “Eu me sentia muito mal. Achei que medicina não era para mim, que não suportaria mais aquele sofrimento”, lembra. Em rodas de amigos, não tinha assunto que não fossem os problemas do hospital. Seu limite de saturação foi a morte de um paciente diabético que precisava fazer uma cirurgia de urgência. O doente morreu antes que a equipe médica conseguisse estabilizar seus níveis de glicose – medida que precisava ser tomada antes da operação. Por muito pouco poderia ter sido salvo. “Não consegui tirar a cena da mente naquela semana. Entrava no hospital me questionando se seria capaz de salvar alguém naquele dia”, lembra. Diagnosticado por um serviço de apoio criado na escola, ele foi tratado com antidepressivos e psicoterapia por cerca de um ano.

Além do choque com a dura realidade do sistema de saúde brasileiro – repleto de deficiências e limitações que vão da falta de leitos à ausência de materiais básicos para o trabalho –, esses jovens ainda enfrentam as exigências do curso. Para Heloísa Calazans, 22 anos, aluna do quinto período de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a pressão pelo bom desempenho acadêmico incomoda mais do que o cotidiano do hospital. E foi o que a levou a procurar ajuda médica. “É um ambiente muito competitivo. Cheguei a faltar às aulas e a deixar de es tudar matérias que sempre gostei por conta do stress com as notas”, diz. Os anos de estudo intenso também fizeram com que momentos de lazer e de convivência familiar de Heloísa se tornassem mais raros. A cura veio por meio de antidepressivos, usados por três meses. “Estou recuperada”, diz.

Na opinião do psiquiatra Sérgio Baldassin, professor da Faculdade do ABC e coordenador da pesquisa sobre a depressão entre os estudantes, a expectativa que recai sobre os novos médicos agrava seu mal-estar. “Espera-se hoje que o médico seja um workhaholic, que conheça todos os artigos científicos recentes, tenha disponibilidade 24 horas por dia e que, se possível, não cobre muito caro”, afirma. “É uma situação de stress extremo vivenciada todos os dias.” Características comuns de personalidade de quem escolhe a profissão de médico também pesam no desencadeamento da doença. “São pessoas exigentes, que passaram por um processo de seleção rigoroso e têm de responder a expectativas próprias e sociais”, afirma Carlos Henrique Alves de Rezende, orientador do curso de Uberlândia.

Em um contexto rígido como esse, é mais difícil para os estudantes admitir que têm alguma dificuldade e procurar ajuda. “Pelo menos uma vez por dia recebo um aluno com sintomas depressivos. Muitos têm medo de ser alvo de preconceito”, conta Regina Granato, coordenadora do curso de medicina da Universidade Federal Fluminense. É um temor justificável. Até hoje, a depressão ainda é vista, muitas vezes, como sinônimo de fraqueza emocional – embora esteja mais do que provado que se trata de uma doença. Em um ambiente competitivo como o da medicina, o equívoco de julgamento pode se tornar um grande problema na vida do profissional. Por isso, é importante que o jovem médico esteja atento a esse aspecto e não caia na armadilha de negligenciar os próprios sintomas.

Oferecer opções de tratamento a esses jovens é essencial. “As faculdades devem prestar apoio psicológico aos profissionais da saúde. Cerca de 80% das que estão sediadas no Sul e no Sudeste já fazem isso”, diz o psiquiatra Baldassin. Além disso, o atendimento precisa ser individualizado. “O que funciona para um caso não se aplicará necessariamente a outro”, explica.

No trabalho feito com os profissionais, um dos objetivos é ajudá-los a enfrentar frustrações como a morte de um doente. “Escolher a medicina é ter poder sobre a morte e a vida, é querer ser onipotente”, afirma Rezende. Mas não é fácil para os jovens ver essa ideia desmistificada. “Também é preciso criar mecanismos para não sofrer junto com o doente”, diz a médica Regina Granato, do Rio de Janeiro. “Continuamos nos compadecendo, mas é necessário criar uma defesa para não absorver a tristeza.” O jovem Álvaro Faria parece ter entendido a lição. “Por melhor que você seja, não conseguirá salvar todos. Mas hoje, depois do que passei, no fim do dia tenho a convicção de que fui bem-sucedido quando dei o meu melhor”. 

Depressão: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento | Veja Saúde Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Corra que faz bem!

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– Labirintite e a perigosa combinação: Doces & Sal

Sofredores de Labirintite como eu! Eis que a culpa do nosso grande mal é o… cardápio!

A Revista Saúde traz uma ótima reportagem sobre coisas que devemos evitar: estimulantes, doces, chocolates, café, energéticos e sal (item que é novidade para mim).

Extraído de: http://saude.abril.com.br/edicoes/0339/nutricao/seu-cardapio-labirintite-633505.shtml

SEU CARDÁPIO E A LABIRINTITE

Por Thaís Manarini

Com ajustes na alimentação, é possível driblar as crises típicas desse problema que interfere no equilíbrio e na qualidade de vida de uma porção de gente

De repente parece que os pés perdem o apoio e o mundo gira, deixando o corpo desorientado no espaço. Não raro a tontura é acompanhada de um zumbido chato, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações. Para quem tem labirintite, como chamamos os distúrbios que acometem o labirinto, uma estrutura dentro da orelha, esses sintomas são familiares. E não é difícil entender por quê. Afinal, é nesse órgão que estão localizados os responsáveis por reger nossos centros de equilíbrio e audição. Logo, quando seu funcionamento é prejudicado, essas funções entram em pane, resultando nos infortúnios descritos acima.

A história complica um pouco na hora de apontar suas causas. Afinal, a lista é extensa: de doenças vasculares a disfunções hormonais, mais de 300 encrencas podem afetar o labirinto. “Na maioria das vezes os problemas ali são a campainha de alerta, e não o incêndio”, avisa Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo. Sendo assim, além de investigar o motivo do fogaréu, faz-se necessário controlá-lo para livrar o órgão de enrascadas. E, para isso, é bom ficar de olho em um fator pouco comentado: a alimentação.

Nesse quesito, um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada. “Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro”, conta o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera. “Quem quiser um prato mais elaborado pode levá-las ao forno com um pouco de canela”, sugere a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, na capital paulista. E, no momento de se entregar às massas, o ideal é optar pelas integrais, já que suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose.

O sal não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. “Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha”, explica Guilherme. O primeiro passo para brecar esse engarrafamento é trocar o condimento por temperos naturais, como alecrim, cebolinha, sálvia e salsinha. Depois, é preciso aprender a dizer não aos alimentos ricos no ingrediente, entre os quais estão os salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food, e dar preferência a opções mais saudáveis, como biscoitos com pouco sal e sanduíches cheios de vegetais.

A lista de itens que merecem atenção no cardápio de quem tem episódios de vertigem não para na dupla sal e açúcar. Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, é fundamental evitar o consumo de alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes, especialmente naqueles à base de cola, e a teína encontrada nos chás de plantas e ervas, sem contar o chimarrão.

Abdicar do cafezinho de uma hora para a outra não é tarefa fácil. Com isso, sua versão descafeinada até pode ser uma alternativa, ainda assim apenas nos períodos em que as crises estiverem controladas. Isso porque mesmo ela tem doses menores de cafeína. “Durante o tratamento, é melhor cortar de vez a substância”, frisa Medeiros. Nesses momentos, a recomendação é investir em chás de frutas. Já para ocupar o lugar dos refrigerantes, não tem conversa: a água de coco e os sucos naturais são os melhores candidatos.

Na turma dos excitantes labirínticos, é impossível deixar de mencionar as bebidas alcoólicas. “Elas podem causar uma intoxicação aguda e, assim, favorecer o aumento na densidade dos líquidos labirínticos. O resultado disso são vertigens agudas e intensas, vômitos e problemas na coordenação motora e nos reflexos”, explica Rita. Portanto, caro leitor que vez ou outra vê tudo rodopiar, na próxima happy hour com o pessoal do escritório, uma ótima pedida para driblar a zonzeira é tomar coquetéis e cerveja sem álcool em vez de um chope ou uma caipirinha — o gosto não é o mesmo, mas pelo menos o copo não fica vazio.

Vale deixar claro que os cuidados para se safar dos surtos de labirintite não ficam restritos à avaliação cautelosa daquilo que vai à mesa. Cultivar outros hábitos saudáveis é igualmente importante no combate às tonturas. Entre eles, os especialistas destacam aquele que é quase um mantra: comer a cada três horas. “O labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxigênio para exercer suas funções. Ficar de jejum, portanto, não é uma boa ideia”, comenta a nutricionista Roseli Rossi. Outra indicação clássica que não deve ser ignorada por quem tem o problema é hidratar- se com aproximadamente 2 litros de água por dia. “Ela é essencial para todas as reações biológicas que ocorrem no corpo”, diz a nutricionista funcional e personal diet Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro.

Para completar, procure ficar longe do tabaco. O vício, como você já deve estar cansado de ouvir, só tende a lesionar o organismo. E para quem sempre vê o mundo girar a história é ainda pior: “Por causa da nicotina e de uma série de outras substâncias, o cigarro mostra-se tóxico para o labirinto”, conta a otoneurologista Rita Guimarães. Enfim, zelar por esse órgão não só torna os episódios de vertigem menos frequentes como também garante uma saúde de ferro.

Estrutura delicada…

Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, o labirinto possui uma irrigação sanguínea peculiar, proveniente de um único ramo arterial. Dessa forma, a nutrição inadequada das células presentes na região podem facilitar o desenvolvimento de doenças labirintíticas.

Se o problema é sintoma…

Na maioria das vezes o labirinto só entra em parafuso por causa de doenças já instaladas no organismo. Conheça as principais e não dê bobeira

Hipertensão…

O aperto nas artérias dificulta a chegada de sangue e nutrientes à orelha interna. A consequência, em longo prazo, pode ser a labirintite.

Hipotireoidismo…

Quando o ritmo de trabalho da glândula tireoide diminui, o organismo todo sofre com a falta de energia. Inclusive o labirinto.

Colesterol e triglicérides elevados…

Eles deixam o sangue mais espesso e, como os vasos próximos ao ouvido são fininhos, a circulação na área fica congestionada.

Diabete…

O sobe e desce de açúcar no sangue é capaz de atrapalhar as tarefas desempenhadas pelo labirinto. Aí o sinal de alerta é a tontura.

Resultado de imagem para labirintite

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Corra que faz bem!

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– Sobre Planos de Saúde…

Por que a gente paga tão caro os planos de saúde?

Por que a fila para qualquer profissional médico é demorada?

Por que tem especialidade que leva meses (e se fizer no particular, é na mesma semana)?

Ah, Brasil…

– Corra que faz bem!

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– A coragem de mulheres que tiram as Mamas por prevenção!

Conheço algumas poucas mulheres que corajosamente, sabendo da possibilidade genética de ter um câncer de mama, as retiram por prevenção. E as aplaudo!

Compartilho uma interessante matéria sobre isso, em: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/06/28/aos-30-anos-e-saudavel-tirei-as-mamas-e-reduzi-70-o-risco-de-ter-cancer.htm

AOS 30 ANOS E SAUDÁVEL, RETIREI AS MAMAS E REDUZI EM 70% O RISCO DE CÂNCER.

“Dentro de mim, sempre existiu a certeza de que eu iria enfrentar um câncer. Parecia ser algo inevitável: uma das minhas primeiras memórias é a de estar no estacionamento do hospital, com 5 anos, olhando para cima e dando tchau para minha mãe, que estava na janela do quarto, internada para tratar do primeiro câncer que descobriu, o de mama. Ela se curou deste, mas com o passar dos anos teve a doença nos ovários, rins, sangue e na coluna cervical. Ajudei nos seus cuidados até meus 26 anos, quando ela faleceu.

Na nossa família, esse assunto era muito comum. Minha mãe tinha seis tias: cinco delas morreram por câncer de mama e uma teve a doença, mas sobreviveu. Meu pai também teve um câncer de pele, mas fez o tratamento e hoje está bem. Por causa disso, sei melhor do que ninguém os impactos da radio e da quimioterapia. Claro que não gostaria de passar por isso, mas a sensação que eu tinha era de que a genética já havia determinado meu destino — e que, mais cedo ou mais tarde, isso iria acontecer.

A primeira vez que ouvi falar em BRCA, uma mutação genética que aumenta o risco de desenvolvimento da doença (nas mulheres, eleva as chances de câncer nos ovários e nas mamas), foi em 2013, quando a Angelina Jolie descobriu ser portadora desse gene.

Depois de perder a mãe, a avó e a tia por causa de tumores nos seios, ela realizou uma mastectomia preventiva: ou seja, retirou as mamas e colocou próteses de silicone no lugar, para reduzir as chances de sofrer com o mesmo problema. Dois anos depois, retirou também os ovários.

O assunto tomou conta da internet e dos programas de TV. Muitos até criticaram a atriz pela sua decisão. Eu, é claro, fiquei bastante interessada, mas não pude dar atenção ao tema na época. Estava sobrecarregada, ajudando minha mãe a encarar uma das fases mais delicadas para a sua saúde.

Pouco tempo depois, aos 57 anos, minha mãe faleceu. A vida seguiu, eu me casei e mudei de São Paulo para Curitiba (PR). Fazia os exames preventivos, conversava com médicos, mas o risco de ter um câncer continuava nos meus ombros. Até que um dia, no ano passado, me lembrei da possibilidade do teste genético. Marquei uma consulta com uma ginecologista, que me encaminhou para um geneticista.

“Paguei quase R$ 4 mil para fazer o exame”

Tenho plano de saúde, mas para realizar o exame de sangue que detecta mutações genéticas, era necessário o encaminhamento de um geneticista e a comprovação de que minha mãe havia tido câncer de mama ou ovário antes dos 50 anos. Como ela fez o tratamento todo pelo SUS, liguei no hospital pedindo um laudo médico do seu caso, mas eles não tinham mais a documentação. Por causa disso, realizei o exame particular e paguei R$ 3800.

Quando recebi o resultado, descobri que tenho a mutação BRCA 2. Segundo o geneticista que acompanhou meu caso, eu tinha 87% de chances de ter um câncer de mama ou de ovário antes dos 50 anos. Por isso, a indicação era de que, mesmo estando saudável, eu fizesse a retirada desses órgãos, para que não tivesse problemas no futuro.

Receber essa notícia tem um impacto psicológico muito profundo. Chorei e cheguei a me arrepender de ter mexido com esse assunto. Mas logo em seguida comecei a fazer os exames preparatórios para a minha primeira cirurgia: uma mastectomia preventiva bilateral. Ou seja, a retirada de ambos os seios saudáveis. Por causa da pandemia, o procedimento precisou ser adiado e a espera foi bastante angustiante. Redobrei o número de exames preventivos e qualquer pequeno sinal no meu corpo já era motivo para uma grande preocupação.

“Fiz a cirurgia há 31 dias e a sensação é de que nasci de novo”

Depois de muita espera, consegui fazer a retirada dos seios há 31 dias. Durante a operação, tudo o que pertence a essa região é retirado: desde a gordura, até os dutos mamários. A médica manteve apenas uma parte do músculo, para ajudar na aderência dos 750 ml de prótese de silicone que coloquei. A cirurgiã responsável pelo procedimento conseguiu manter os meus mamilos, mas sei que, em alguns casos, isso não é possível.

Quem acha que a mastectomia preventiva é parecida com o processo de colocar um implante de silicone por motivos estéticos está muito enganado: a diferença começa no psicológico. Eu jamais pensei em fazer esse tipo de intervenção, porque adorava essa parte do meu corpo e ainda tenho dificuldade em aceitar a imagem que vejo atualmente no espelho.

Além disso, como não se trata apenas de implantar os silicones, mas sim de substituir os seios todos por eles, a cirurgia é mais invasiva e a recuperação mais dolorida.

No pós-operatório, os movimentos ficam muito comprometidos. Faz pouco tempo que consegui pegar pela primeira vez um objeto do chão. Meu marido é quem me ajuda nas tarefas mais básicas do dia a dia, como lavar e pentear o cabelo.

Apesar destas dificuldades, assim que saí da mesa de cirurgia, soube que passar por tudo isso valeu a pena e que, se fosse necessário, faria tudo de novo. Sei que não estou livre de ter câncer, mas hoje tenho 70% menos chances de a doença nas mamas aparecer.

Eu e meu marido nunca tivemos o desejo de ter filhos — e, sinceramente, não tenho o desejo trazer uma criança ao mundo sabendo que ela corre o risco de ter a mesma mutação que eu. Por isso, pretendo fazer uma histerectomia total (retirada de ovários, útero e trompas) quando completar 35 anos. Tenho receio da menopausa precoce, mas sei que os procedimentos me ajudarão na prevenção da doença, assim como manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos.

Não me considero uma pessoa muito espiritualizada, mas ainda assim, me sinto totalmente em paz com a minha decisão. A sensação é como se tivesse nascido de novo — só que, desta vez, sem o medo de morrer que me atormentou durante tanto tempo.” Rafaela Metrovine tem 30 anos, é advogada e mora em Curitiba (PR).

Rafaela tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama ou ovário antes dos 50 anos. Imagem: Acervo pessoal

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– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Segundo turno de treino.

2º turno de treino. Vamos suar?

Corra que faz bem.

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Divirta-se comendo.

Hora saborosa, nutritiva e divertida das frutas!

– Temos:

Sobrancelhas de pêssego, olhos de ameixa com pupilas de morango, nariz de pêra, bochechas de kiwi e sorriso de uva.

Quem quer um pedaço?

Troque o chocolate por uma fruta. Faz bem!

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Os Viciados por Telefone Celular: a dependência pode ser a mesma de Narcóticos?

Uma das matérias que mais chamou a atenção na Revista Veja dessa última semana foi a respeito das consequências dos dependentes de Celular.

Sabia que os sintomas da nomofobia são gravíssimos?

Compartilho, extraído de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

VICIADOS POR TELA

Cientistas atestam que a dependência de smartphones afeta a química do cérebro, levando ao desenvolvimento de transtornos como déficit de atenção

Por André Lopes

Se você não estiver lendo esta reportagem no celular, uma pergunta: onde está ele agora? A questão fez com que o procurasse? Se respondeu “sim”, é provável que, nos próximos minutos, você não consiga se concentrar neste texto. Quando o aparelho fica fora de alcance, um sentimento de ansiedade costuma tomar conta do usuário, bastando porém tê-­lo em mãos para o alívio ressurgir. Se isso é comum no seu dia a dia, deve-se acender o sinal amarelo. De acordo com um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de Seul, na Coreia do Sul, divulgado no último dia 30, a dependência de smartphones já pode ser, sim, chamada de vício. Isso porque seu uso excessivo produz alterações químicas no cérebro, com reações e síndrome de abstinência em moldes semelhantes ao que acontece com dependentes de drogas.

No trabalho sul-coreano, os cientistas usaram um tipo particular de ressonância magnética que analisa a composição química do cérebro para observar hábitos de dezenove adolescentes clinicamente diagnosticados como viciados em celular. Depois, compararam os resultados com os de grupos de jovens que usam o dispositivo mas não eram tidos como dependentes. No estudo também se levou em conta quanto o convívio com a tecnologia afetava o contato com familiares, a produtividade e a forma de lidar com emoções. Num resultado previsível, os adictos apresentaram maiores níveis de depressão, ansiedade, insônia e impulsividade. Mas novidade maior, mesmo, foi a descoberta de como a nomofobia — eis o termo que descreve a dependência de smartphones — afeta a química cerebral.

Os jovens dependentes apresentaram oscilações na presença dos ácidos gama-aminobutírico, glutamato e glutamina, todos ligados a dois neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento da atividade cerebral. Quanto maior o nível de alteração deles, mais grave era o quadro de dependência. Pode-se ter uma sólida dimensão do problema quando se considera que, em países desenvolvidos, 92% dos adolescentes acessam a internet todos os dias, em geral por meio de telefones móveis. Um típico usuário costuma tocar mais de 2 600 vezes na tela do celular por dia.

Esse dispositivo pode dominar a atenção de jovens e crianças mesmo diante das maiores maravilhas do mundo real — a exemplo de obr­as-primas como A Ronda Noturna, que o holandês Rembrandt (1606-1669) pintou em homenagem aos civis que fiscalizavam as ruas de Amsterdã. Entre 2015 e 2016, viralizou na internet um meme no qual um grupo de estudantes virou as costas para o quadro clássico e ficou fascinado com outra tela — a do próprio celular. Depois que a imagem se espalhou, descobriu-se que o grupo, na verdade, realizava pesquisas ligadas a um trabalho escolar. Mas a cena acabou ficando como o emblema de uma realidade: a capacidade quase infinita dos smartphones de atrair a atenção juvenil mesmo quando os adolescentes estão diante de outras maravilhas do engenho humano.

O uso constante do aparelho prejudica especialmente os jovens, membros de uma geração que nasceu conectada, cuja mente e hábitos ainda estão em formação — podendo influir nos processos de aprendizagem. Adolescentes que usam o aparelho em excesso apresentam tendências maiores a desenvolver déficit de atenção, fobia social, depressão e compulsão para acessar redes sociais. No ano passado, pesquisadores da Universidade de Kaohsiung, em Taiwan, publicaram um trabalho no qual relacionaram a dependência com transtornos mentais. Pela análise do comportamento de 2 300 adolescentes, concluiu-se que 10% deles possuíam algum tipo de alteração cognitiva ligada à nomofobia.

Estudos como esse procuram confirmar uma suspeita deste século: será que a ascensão das redes sociais e dos smartphones tem relação direta com o aumento dos casos de depressão e ansiedade entre jovens? Ao longo da última década, o número de crianças e adolescentes americanos internados em hospitais por suspeita de quadros depressivos mais do que dobrou. Em paralelo, a taxa de suicídio entre os indivíduos da mesma geração também cresceu com igual intensidade. Suspeita-se que o isolamento proporcionado pelas novas tecnologias tenha influência no aumento dos índices. Nos Estados Unidos, o tempo médio que os jovens dedicam diariamente ao celular passou de uma hora e meia, em 2012, para duas horas e meia, no ano passado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão ligado à ONU, considera que a Inglaterra apresenta o cenário mais grave: um em cada três adolescentes já pode ser considerado viciado por ficar on-line mais de seis horas diariamente.

Como saber se um filho ultrapassou os limites? Uma das diferenças entre o uso saudável e a dependência está no nível de inquietação quando o dispositivo não está por perto. “Para os viciados, as manifestações emocionais decorrentes de não poder acessar o aparelho, como quando acaba a bateria, são semelhantes às apresentadas durante casos de abstinência de drogas como álcool. O indivíduo costuma exibir alterações como sudorese, ansiedade, irritabilidade e comportamento agressivo”, explica a psicóloga Sylvia van Enck, pesquisadora do Grupo de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo.

Um caso extremo, e hoje referência para estudos, ocorreu em 2012. O inglês Danny Bowman, então com 16 anos, tentou se matar, segundo ele próprio, por não ter conseguido tirar uma “selfie perfeita”. O rapaz dedicava, à época, dez horas de seu dia em busca das melhores fotos de seu rosto. Durante esse período, ele abandonou a escola, perdeu peso e desfez amizades. A cura só veio com a abstinência forçada: Bowman passou por um duro tratamento que consistia em de­ixá-lo longe do smartphone.

No Brasil, existem clínicas, como o Instituto Delete, no Rio de Janeiro, que promovem esse tipo de tratamento. A iniciativa segue os passos de países como Estados Unidos, Inglaterra, Japão e China, as principais referências nesse campo de trabalho e onde a nomofobia é tratada como um problema de saúde pública. Na Califórnia, as clínicas especializadas no tratamento contra a nomofobia são cada vez mais populares. No Japão, o Ministério da Educação lançou um projeto nas escolas para oferecer psicoterapia a jovens que se sentem dependentes do celular. Um aviso, contudo, deve ser feito para todas as idades: é difícil ter noção, sozinho, de quando se está dependente dessas novas tecnologias. Os especialistas indicam uma forma de acender o alerta: note se o uso demasiado do smartphone está interferindo em sua produtividade no trabalho ou no tempo dedicado à família e aos amigos. Se isso estiver acontecendo, é um sinal de que, talvez, as coisas não estejam indo de modo satisfatório. Como em tudo na vida, também para o celular vale o conselho de ouro: use com moderação.

Rembrandt? – Estudantes parecem preferir a tecnologia à clássica pintura Gijsbert van der Wal/Reprodução, extraída de: https://veja.abril.com.br/revista-veja/viciados-em-telas/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Como explicar a depressão para… idiotas!

Li no Blog “Reset a Vida” e concordo com o que ele testemunha: muitas pessoas só entenderão o que é a depressão após tê-la sofrido!

Veja que artigo precioso, abaixo, extraído de: https://reseteavida.wordpress.com/2020/11/23/como-explicar-a-depressao-para-os-idiotas/

COMO EXPLICAR A DEPRESSÃO PARA OS IDIOTAS

por Rodrigo Rosa

Por toda a vida eu fui um completo idiota quando o assunto era depressão. Nunca questionei as mensagens que recebia sobre a doença, de modo que por um lado eu era ignorante, por outro, perpetuava conceitos que não correspondem à verdade. Em plena era digital da informação, eu me prestava ao papel de disseminador de desconhecimento.

Escrevo este artigo para que você, que já passou pela depressão, explique a doença para pessoas semelhantes ao meu eu antigo.

Pra começo de conversa, é preciso perdoar incondicionalmente o idiota. É difícil, mas é necessário. Você sabe o quanto é humilhante que os idiotas o julguem uma pessoa fraca. Sabe como irrita quando os idiotas menosprezam sua dor. Sabe como irrita ver idiotas na rua usando camisetas com frases do tipo “Não tenho depressão porque tenho Jesus no coração”. Sabe a besteira que os idiotas estão falando quando afirmam que são imunes à depressão porque levantam da cama todo dia irradiando felicidade.

Como se o sentimento de felicidade fosse o bastante para estar imune a doenças.

Perdoe os idiotas que insistem na ideia de que depressão é falta de vontade, preguiça, desvio de caráter, doença de rico. Seja melhor que eles. Recorra à empatia para perdoá-los. Eles não conhecem a sua realidade e são incapazes de sentir empatia por uma pessoa deprimida. A fraqueza não é sua. É deles. Perdoe.

Para explicar a depressão para idiotas é preciso ser direto e dizer que ela é uma doença, não uma escolha. Assim como ninguém escolhe ter gripe, sarampo ou diabetes, ninguém escolhe ter depressão. Por mais apática e indiferente à vida uma pessoa seja, ela jamais vai fazer a escolha de ficar doente. Ninguém escolhe isso. Ninguém escolhe ter depressão e se isolar, ficar de cama ou se matar. Esses acontecimentos são consequências, não escolhas.

Explique aos idiotas que nós, depressivos, temos um pequeno defeito cerebral. Esse defeito é um provável fator genético. Assim como não escolhemos nossa altura ou cor dos olhos, não escolhemos esse defeito. Mas é possível também que a gente tenha nascido com o cérebro perfeitinho, e o meio em que vivemos tenha gerado esse defeito. Não se sabe. O que sabemos é que não é culpa nossa.

Esclareça esse defeitinho aos idiotas. Diga que o cérebro humano tem bilhões de neurônios, e entre um neurônio e outro há um espaço ocupado por substâncias químicas, os neurotransmissores. Explique que a baixa quantidade de neurotransmissores é, em termos gerais, a depressão. Ou seja. Se nascemos com predisposição a ter menos neurotransmissores que o normal, poderemos desenvolver depressão. Ou, se nosso organismo reage ao meio em que vivemos produzindo menos neurotransmissores, poderemos desenvolver depressão.

Quando os idiotas querem dizer que alguém não bate bem das ideias, diz que “o fulano é tarja preta”. Medicamentos tarja preta são prescritos aos doentes mentais, entre esses, os deprimidos. Diga aos idiotas que está tudo bem usar remédio tarja preta. O que não cai bem é se referir a doentes mentais e seus tratamentos de forma tão pejorativa.

Para completar, a respeito do medicamento tarja preta, ensine o mecanismo de ação dos antidepressivos: eles impedem que os neurônios reabsorvam os neurotransmissores que já estão ali em seu espacinho fazendo seu vigoroso trabalho de proporcionar sinapses – que é a comunicação entre neurônios. Dessa forma, o nível de neurotransmissores não cai.

Resumidamente, isso é tudo o que os idiotas precisam saber sobre a metade bioquímica da depressão. A outra metade é a psicológica.

Faça com que o idiota entenda isto: depressão não é tristeza, melancolia, desmotivação, baixa autoestima e amargura, embora tudo isso e mais um pouco seja consequência da depressão. Quando não causada apenas pelo fator bioquímico, a depressão é causada por traumas psicológicos ou emocionais, ou pela combinação de tudo isso. Depressão é uma doença complexa e sem respostas prontas. Alterações hormonais, pressões psicológicas, frustrações emocionais, traumas na infância, perdas, ataques, meio ambiente, condições de vida degradantes: tudo isso pode ocasionar a depressão. É por isso que nós, os deprimidos, precisamos de remédios e psicoterapia quando a doença ataca. E tempo. Muito tempo. Nosso tratamento é demorado, custoso e cheio de indas e vindas. Ao contrário do que eles, idiotas, pensam, nosso tratamento exige dedicação, disciplina e uma força de vontade acima da média, em um nível que talvez eles mesmos não tenham. É cansativo pra caramba, mas a gente persiste. Por isso, não precisamos de reprimendas e julgamentos. Precisamos de aplausos.

Não deixe de mencionar aos idiotas que depressão não tem cura, apenas tratamento e controle. Uma vez que uma pessoa tenha passado por ela, a chance de que retorne é de cinquenta por cento. Quando alguém passa por dois episódios de depressão, as chances de vivenciar o terceiro aumenta para setenta por cento. Algumas pessoas têm depressão severa e podem precisar de tratamento contínuo pelo resto da vida. Definitivamente, isso não é fraqueza pessoal ou acomodação.

Avise aos idiotas que, durante um episódio de depressão ou durante o tratamento, é provável que nós, os deprimidos, fiquemos introspectivos. Deixaremos de comparecer a aniversários, não conversaremos muito, talvez a gente evite manter contato por um tempo. Peça aos idiotas que, ao perceberem esses sinais, em vez de pensarem que não estamos nos importando com eles, tomem a iniciativa de nos visitarem, de nos procurarem. Será uma ajuda e tanto. Faça-os pensarem o seguinte: quando estão com dengue, conjuntivite, gripe ou qualquer uma dessas doenças de grande ocorrência, tudo o que menos querem é ir a um churrasco com bebedeira. Pois é assim que nos sentimos quando estamos com depressão. No entanto, a depender do estado do doente, talvez seja legal receber uma visita, bater um papo, se distrair um pouco, tirar o foco da doença.

Falando em ocorrência, informe aos idiotas que mais de 300 milhões de pessoas em todo o mundo estão com depressão. No Brasil, quase 12 milhões. Fora as pessoas que não têm acesso a tratamentos e não entram nas estatísticas ou que, apesar de doentes, optam por não se tratarem.

É muito comum que nós, os deprimidos, mudemos nossa visão do mundo após passar pela depressão. Comigo foi assim e, se é seu caso, compartilhe suas novas ideias, práticas e perspectivas. Conte para os idiotas que, após a depressão, passamos a nos interessar mais por saúde e bem-estar. Começamos novas atividades esportivas, mudamos nossos hábitos, deixamos de consumir drogas – inclusive a mais consumida, o álcool –, alteramos nossa cultura alimentar e nos conectamos melhor conosco e com o mundo. Às vezes os idiotas criticam, dizem que mudamos muito, que não queremos saber mais disso ou daquilo. Peça a eles que sejam só um pouquinho menos idiotas e guardem suas críticas para si.

Agora, se depois de todas as explicações acerca da depressão, os idiotas continuarem corroendo o mundo com suas idiotices, exclua-os da sua vida. Ninguém precisa ter esse tipo de gente intoxicando a nova realidade de quem passou por um episódio de depressão e venceu o desafio. Nossa vida está cheia de idiotas, inclusive entre amigos e familiares bem próximos. Se você está deprimido, em tratamento ou passou por uma crise de depressão e se recuperou, não se sinta culpado por manter a distância segura e necessária dessas pessoas, a fim de valorizar e promover o seu bem-estar. Continue em seu caminho de aprendizado, criação e amadurecimento, ciente de que fez o seu melhor para livrar o mundo de, ao menos, uma porção da idiotice.

Foto: Bigstock (https://www.thetruthaboutguns.com/city-officials-can-only-preach-more-gun-control-to-do-something-about-soaring-violent-crime/)

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Wings for life em Bragança Paulista 2024.

Que legal: a famosa corrida de rua Wings for life, promovida pela Red Bull, ocorrerá no Brasil – e em Bragança Paulista!

Ela é um pouco diferente das demais provas habituais. Veja só:

(Extraído de https://esportividade.com.br/braganca-paulista-cidade-da-red-bull-recebe-corrida-wings-for-life-em-2024/)

BRAGANÇA PAULISTA RECEBE CORRIDA WINGS FOR LIFE

A cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, vai sediar uma edição presencial brasileira da Wings for Life World Run, corrida de rua global com proposta singular. No dia 5 de maio de 2024, domingo, ao redor do lago do Taboão, que fica a 82 km da praça da Sé, os participantes correrão sem ter uma linha de chegada definida, mas com um objetivo claro: dar o melhor de si ajudando a financiar pesquisas que buscam a cura da lesão na medula espinhal.

As inscrições (clique aqui) custam R$ 79, valor integralmente revertido às pesquisas. Pela primeira vez, a adidas será uma das parceiras globais do evento e todos que participarem dele ganharão uma camiseta da marca. A Wings For Life World Run também terá como parceiras globais a Philips e a Allwyn.

O desafio funcionará assim: às 8h, já com o aplicativo Wings for Life World Run instalado e ligado, o participante começará a ter registrada a distância percorrida. Ao longo do trajeto, o app “conversará” com o atleta, dizendo-lhe como está sua performance e fornecendo informações sobre o projeto.

Depois de meia hora, o “carro capturador” – que, na cidade do Red Bull Bragantino, será virtual – começará a “se movimentar” a 14 km/h. A “velocidade” dele aumentará progressivamente; assim que um corredor for alcançado, ele será “eliminado”, ou seja, terá sua participação concluída. O objetivo será percorrer a maior distância possível antes de ser “pego” pelo “carro virtual”.

Estando inscrito, quem não for a Bragança Paulista às 8h de 5 de maio de 2024 poderá participar da Wings for Life em qualquer lugar em que haja sinal de internet móvel.

Trio participante da Wings for Life de 2022 (Francisco Duran/Kiko)