– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Equilíbrio Emocional de Robert Wong.

Recentemente, ouvi no quadro Mundo Corporativo da Rádio CBN, entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o autor do livro “O sucesso está no equilíbrio”, Robert Wong.

Resumo-a em um adjetivo: Sensacional.

Primeiramente, o autor não pede para ser apresentado como professor, autor, escritor, consultor… Simplesmente, quer ser apresentado como “Ser Humano”. E ao longo, descreve a relação dos profissionais com sua vida pessoal. Especialmente àqueles que sacrificam a saúde pela carreira. Mais: retrata como os excessos prejudicam o dia-a-dia de todos, mesmo dos mais consagrados administradores.

Uma frase batida, mas verdadeira, é ressaltada a todo instante:

“O administrador deve trabalhar para viver, nunca viver para trabalhar.”

Talvez até pelo momento em que me encontrava emocionalmente, ao ouvir a matéria, identifiquei-me com essa necessidade e lembrei-me de muitos que provavelmente pensassem da mesma forma. Talvez queiramos nos tornar excepcionais profissionais, e em alguma seara consigamos, mas a que custo? Se não nos sentimos prejudicados, a quem prejudicamos? Aos nossos familiares? A nós próprios, inconscientemente? Sou eu um workaholic (viciados em trabalho)? Seremos todos nós workaholics, devido as necessidades do trabalho? Lembramo-nos de que somos “Seres Humanos” e também cansamos, nos estressamos, “surtamos” como gostam de dizer alguns?

De fato, o equilíbrio emocional, a sensibilidade, a necessidade de estar não só em dia com os valores profissionais, mas principalmente os emocionais, espirituais e demais, sejam quaisquer esses valores, é fundamental para o bem estar pessoal. E, por tabela, também o será na vida profissional.

Para quem não teve a oportunidade de ouvir, abaixo o link da ótima entrevista da Rádio CBN:
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/editorias/mundocorporativo.asp

Equilíbrio Emocional e o que isso representa no mundo

Imagem extraída de: http://neusastorti.com.br/equilibrio-emocional-e-o-que-isso-implica-no-mundo/

– Deliciosas Gelatinas.

Deliciosas gelatinas!

Quem vai querer?

Ops: prontas somente para amanhã…

😋  #jelly

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– A depressão no mundo corporativo: verdadeira ou mito?

De fato, existe depressão dentro das grandes corporações, ou seja, um ambiente que se transforma de tal forma a deprimir a própria instituição?

Um ótimo artigo que compartilho extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

QUANDO SURGE A DEPRESSÃO NO MUNDO CORPORATIVO

por José Renato Sátiro Santiago

Tecnicamente falando, definitivamente, não é depressão.

No entanto, difícil encontrar um profissional que não tenho vivido momentos de aborrecimentos que o tenha levado a situações de, pretensa, depressão.

No meio do mundo corporativo é comum nos confrontarmos com ocasiões de baixa estima, falta de motivação e até mesmo de certa miopia no alcance de nossas metas.

Algumas vezes estes momentos pontuais se tornam frequentes e realmente têm o poder de levar muitas pessoas a encarar o trabalho como um sofrimento, uma necessidade que está longe de ser um meio para alcançarmos alguns dos nossos sonhos.

Sim, certamente, que necessitamos do trabalho, mas não simplesmente como meio para ganhar dinheiro, embora ele também tenha esta função, e sim, principalmente, como uma maneira de evoluirmos, mantermos ativos e, também, como eficiente forma de socialização.

A questão é que ao passarmos algumas temporadas fazendo atividades rotineiras sem que haja o devido reconhecimento e, antes disso, entendimento sobre como elas irão contribuir para o nosso crescimento, tendemos a nos aborrecer, a sentirmos desestimulados, desamparados, enfim, um todo conjunto de sentimentos e impressões que nos levam mais para baixo.

Infelizmente quando estamos nestas condições, tudo, e é realmente tudo, tende a conspirar para que a nossa impressão de “depressão” se potencialize cada vez mais, e vai nos afundando mais e mais, como se não houvesse coisa alguma que possa nos ajudar.

Ledo engano, achar que surgirá alguém, do lado de fora deste “buraco”, que nos dará uma mão, com força suficiente, para nos colocar de volta a ativa.

Certamente muitas mãos aparecerão, mas somente a nossa força interna terá condições de nos por no caminho que tanto sonhamos. O problema, talvez, esteja aí, muitos profissionais creditam seus aborrecimentos totalmente na organização onde estão desenvolvendo suas atividades, sua chefia, colegas, fornecedores, enfim, como se todos eles estivessem em ação conjunta, conspirando contra nós.

É cabível pensar, nem que seja por poucos segundos, que isso seja factível?

O fato é que infelizmente algumas pessoas se colocam, efetivamente, como escravas de seus empregos, enquanto que na verdade somos dependentes de nosso trabalho, pois é através dele que podemos agregar valor e sermos efetivamente dignos de qualquer tipo de reconhecimento.

Sim, é verdade, o reconhecimento é um importante combustível para nos manter ativos, mas ele deve vir de dentro de cada um de nós, pois este só depende de nós. O reconhecimento de outras pessoas, depende…de outras pessoas, obviamente, será que vale a pena estimular esta dependência?

Novamente parafraseando Humphrey Bogart nos momentos finais de abrir mão de seu maior amor, Ingrid Bergman no indispensável Casablanca: “Sempre teremos Paris”.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/quando-surge-a-depressão-no-dia-a-dia-do-mundo-corporativo-a7f471b0ed51

– Indo suar.

Vamos dar uma relaxada e fazer um bom cooper?

S’imbora suar!

🏃🏼 #corrida

– Sue!

Hora de suar!

Vamos correr?

Exercite-se, pois faz bem.

🏃🏼 #running

– Sue!

Um dia particularmente atípico para mim, mas ainda assim fiz minha atividade física rotineira.

Corra. Sue! Faz bem se exercitar.

#Saúde

– Nasi depõe sobre as drogas.

Há 10 anos… vale relembrar:

Para quem é da geração que curtiu os anos 80, ficou feliz por ver a volta da Banda Ira se concretizar nos últimos dias. Mas mais importante do que isso é o depoimento de seu vocalista Nasi, que abandonou de vez o mundo das drogas e recomendou às pessoas que evitem contato com que usa, a fim de se preservar desse mal e não cair em tentação.

O músico declarou que:

Muitos em alguma fase da vida têm experiências com drogas. Passei por limites em que as pessoas ou morrem ou são presas. Dei sorte de escapar! Hoje, evito contato com pessoas que estejam em atividade de uso, por saber a loucura que isso é.

Parabéns por explicitar o quão nocivo as drogas são para as pessoas. E um ex-usuário realmente é isso: um sobrevivente!

Drogas_Não!.PNG.png

Imagem extraída de: http://usosindebidosdedrogas.blogspot.com/p/blog-page_15.html

– Viciados Digitais?

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Viciados em tecnologia buscam ajuda em clínica de detox no Rio de Janeiro | Federação de Amor-Exigente – FEAE

Imagem extraída de: https://amorexigente.org.br/viciados-em-tecnologia-buscam-ajuda-em-clinica-de-detox-no-rio-de-janeiro/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Languishing.

Um problema de saúde emocional dos dias atuais: o Languishing, uma forma de apatia, falta de perspectiva na vida e vazio interior.

Saiba um pouco mais sobre isso, extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html

ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO

Da pandemia emergiu o languishing, termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação

Por Lilian Monteiro

Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão… É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente… É doído.

Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.

Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.

Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.

O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando.

Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.

Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”

O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam.

Como tratar, curar, reverter e lutar diante das consequências emocionais e mentais que a pandemia desencadeou, que tendem a perdurar e não podem ser negligenciadas, postas debaixo do tapete, menosprezadas ou apontadas como mimimi?

Respostas buscadas de especialistas ao longo desta reportagem. Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.

“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. ‘Não deprimido’ não significa que você não está lutando. ‘Não triste’ não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”

PRAZERES DA VIDA

Para Christiane Ribeiro, médica psiquiatra, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Segundo ela, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado. Exercitar-se, mesmo com uma frequência menor do que a realizada anteriormente.

Manter contato com as pessoas queridas e próximas, mesmo que no on-line e, se possível e em segurança, caso não seja grupo de risco, permitir-se alguns encontros com os mais próximos, em local aberto, tomando todos os cuidados diante da COVID-19. “A pandemia já vem se arrastando e, infelizmente, é impossível manter a sanidade mental isolados, sem nenhum contato social, o que seria viável caso ela durasse apenas alguns dias.”
A psiquiatra destaca que fatores como resiliência, traços de personalidade e tendência genética influenciam o impacto que a pessoa sofrerá com as mudanças na rotina e o maior estresse. Um bom suporte social e familiar também é importante.

A pessoa que já teve um histórico de transtorno de ansiedade e depressão seria considerada mais predisposta. “Percebo na prática que as pessoas mais sociais e extrovertidas apresentam mais os sintomas de languishing, uma vez necessário o isolamento e a diminuição dos encontros sociais.”

Christiane Ribeiro lembra que mais importante do que ter que provar que sente dor é buscar conversar com algum especialista, pois infelizmente as pessoas são limitadas e, nem sempre, por mais bem-intencionadas, se abrir com amigos ou familiares vai ajudar.

“Comentários do tipo ‘mas você tem saúde física, tem emprego, tem tudo’ podem fazer efeito contrário e a pessoa se sentir mal e ingrata. O languishing ainda não é classificado pelos manuais diagnósticos de psiquiatria como um transtorno. Ele é caracterizado por sintomas pontuais de vários transtornos, como o burnout, depressão, estresse agudo, como a desmotivação, a falta de foco e concentração, a sensação de apatia. Embora a depressão e o languishing possam se apresentar de maneira semelhante, existem diferenças distintas (continua não link acima).

Arte extraída de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html?gaa_at=la&gaa_n=AYc4ysuWPZH10NTjVCkmId41FdgbLhGjb-fQskrN80jw8tIV7ss6pXDhDkW1zg0vVCo%3D&gaa_ts=61fe5a14&utm_source=newsshowcase&utm_medium=discover&utm_campaign=nonpanel&gaa_sig=hO6CV8oZ4vamDXhbLlnYGZXA-AZ7mejo5ABBHN5Z1VP47VNAJGAsddYnph_stqinJQtxmnwUa66Jcv_0YvVVbQ%3D%3D

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Hora das frutas!

🇺🇸 Tasty afternoon fruits: pitaya, strawberry, peach, plum, grape, mango, lychee and apple.
Eat fruits, they are healthy!

🇧🇷 Frutas saborosas da tarde: pitaya, morango, pêssego, ameixa, uva, manga, lichia e maçã.
Coma frutas, pois elas são saudáveis!

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– A história da Cocaína mostra: Todo uso Indevido é Prejudicial…

Usar uma coisa destinada a um fim benéfico, mas que se desvirtua para outro propósito, sempre é prejudicial à sociedade.

Quer um exemplo dos dias de hoje?

A cocaína era usada em laboratórios científicos desde o século XIX. Foi introduzida no tratamento da dor de dente, flatulência e stress. Porém, em 1898, o vencedor do Prêmio Nobel de Química, Richard Willstätter, descobriu sua ação devastadora na saúde (no uso como narcótico dopante em doses até mesmo diminutas e seus efeitos colaterais).

Mais de 100 anos depois, há ainda quem use e defenda a sua liberação, assim como o de outras drogas… Foi assim também com o LSD, usado contra a esquizofrenia e que mais tarde se descobriu os trágicos sintomas de dependência.

Complicado. Só quem tem parentes viciados sabem o quão maléfico é o processo.

Droga é sempre uma droga. E ponto final!

Resultado de imagem para cocaína

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– Além do Inchaço: Entendendo o Lipedema.

Uma condição médica frequentemente subdiagnosticada e suas implicações O lipedema é uma condição médica crônica que permanece amplamente …

Continua em: Além do Inchaço: Entendendo o Lipedema

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques

– Bichos-preguiça, germes e TOC: uma lição de convivência.

Muitas vezes, tomamos tanto cuidado para não nos contaminarmos com as coisas que nos rodeiam… o excesso em lavar as mãos a cada minuto, os transtornos compulsivos de higiene e outras coisas do gênero nos escravizam.

Veja que interessante o comportamento do bicho-preguiça e o exemplo que podemos ter.

Extraído de: https://tatipressuti.wordpress.com/2021/06/11/inspire-se-nos-bichos-preguica-mantenha-as-bacterias-beneficas/

INSPIRE-SE NOS BICHOS-PREGUIÇA: MANTENHA AS BACTÉRIAS BENÉFICAS.

Por AnimaAcao.blog

Os bichos-preguiça são animais de movimentos lentos encontrados em países das Américas. Eles dormem em torno de 15 horas por dia e são vulneráveis a predadores, assim raramente descem das árvores. Preguiça é um animal solitário que aparece somente durante a época de reprodução, e a fêmea tem um único filhote por vez.

Estes animais raramente bebem água, pois obtêm o que necessitam da própria comida. Os bichos-preguiça são nadadores rápidos, e eles fazem o nado de peito facilmente, o que os ajuda a sobreviver durante as enchentes sazonais. A pelagem da preguiça tem coloração marrom-esverdeada devido à presença de micro-organismos que vivem nos pelos. A pelagem da preguiça é o lar de uma grande variedade de insetos.

Segundo os pesquisadores, a existência de algas na pele da preguiça serve como fonte de nutrição para elas. Além disso, as algas fornecem proteção adicional de camuflagem contra predadores. Estudos têm mostrado que algumas espécies de fungos na pele da preguiça podem proteger contra parasitas, cânceres e bactérias, sendo uma grande fonte de antibióticos.

Muitas pessoas têm sido diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo TOC, o qual é caracterizado pelo medo da contaminação por germes e bactérias, desejo em ter coisas simétricas ou em perfeita ordem, tem sensação de nojo etc. Estes pacientes têm pensamentos angustiantes e comportamentos repetitivos que perturbam a rotina diária. Os rituais de lavar as mãos, tomar banho e checar são mais excessivos e persistentes do que o normal.

O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno mental comum que leva a pessoa a ter pensamentos recorrentes que causam ansiedade, e na maior parte dos casos, pode ser curado com o uso de medicamentos ou terapia. Uma pessoa com TOC tem maior probabilidade de ficar desempregada e ter problemas nos relacionamentos.

Esse transtorno não afeta apenas a pessoa que tem os sintomas, mas impactada na vida dos familiares que se sentem forçados a participar dos rituais. Os sintomas atrapalham a convivência normal porque a pessoa é incapaz de lidar com a sujeira e a desorganização. A pessoa acaba restringindo o acesso a certos locais da casa, ao uso de camas/sofás e utensílios domésticos. E geralmente, enfrentam barreiras para sair de casa e se envolver em atividades de lazer com a família.

Manter uma boa higiene é fundamental para prevenir infecções, porém o excesso de limpeza pode causar reações alérgicas e doenças inflamatórias. Os micro-organismos ajudam o corpo a criar resistência, sendo assim a exposição a um pouco de sujeira é importante para o sistema imunológico. Certos parasitas e bactérias podem ser bons para a saúde mental trazendo alívio para sintomas de depressão.

Concluindo, o bicho-preguiça nos ensina que a convivência com micro-organismos traz benefícios. E uma boa ajuda para nossa saúde mental é ter um cãozinho de estimação, os animais são tudo de maravilhoso. A convivência com os cães, também, pode ajudar a fortalecer o nosso sistema imunológico!

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/bichopreguica.htm

Get inspired by sloths: Keep good bacteria.

The sloths are slow-moving animals found in American countries. They sleep around 15 hours per day and are vulnerable to predators, so they rarely come down from the trees. Sloth is a solitary animal that appears only during the breeding season, and the female has only one baby at a time.

These animals drink water very rarely as they get all they need from their food. Sloths are speedy swimmers, and they can do the breaststroke easily which helps them to survive during the seasonal flooding. Sloth fur has greenish brown colour due to the presence of microorganisms living in the hairs. The sloth’s fur is home to a wide range of insects.

According to researchers, the existence of algae in sloth fur serve as a source of nutrition to them. Besides that, the algae gives them additional camouflage protection from predators. Studies have shown that some species of fungi in sloth fur can protect against parasites, cancers, and bacteria, being a great source of antibiotics.

Many people have been diagnosed with obsessive-compulsive disorder OCD – TOC which is characterized by the presence of fear of contamination caused by germs and bacteria, desire to have things symmetrical or in perfect order, have feelings of disgust etc. These patients have distressing thoughts and repetitive behaviours that disrupt daily routine. The rituals of handwashing, showering and checking are more excessive or persistent than usual.

Obsessive-compulsive disorder is a common mental disorder in which a person can have recurring thoughts that cause anxiety, and in most cases, it can be cured with medication or therapy. A person with OCD is more likely to be unemployed and to have relationship problems.

This disorder does not just affect the person with the condition but impacts on family life as everyone is forced to participate in the rituals. Symptoms cause failure of normal interaction because the person is unable to deal with dirt and disorganization. The person restricts access to places in the home, the use of beds/sofas and household items. And generally, experience barriers to engage in family leisure activities.

Maintain good hygiene is important to prevent infections, however, excessive cleaning can cause an allergic reaction and inflammatory diseases. Microorganisms help the body to increase resistance, therefore, exposure to dirty is important to the immune system. Certain parasites and bacteria can be good for mental health alleviating depressive symptoms.

In conclusion, the sloth teaches us that coexistence with microorganisms brings benefits. Having a dog is good for our mental health, the animals are more than wonderful. Living with dogs can even help strengthen our immune system!

https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

Bicho-preguiça: características, reprodução e curiosidades

Imagem extraída de: https://animalfactguide.com/animal-facts/brown-throated-three-toed-sloth/

– Você está precisando de Vitamina D?

Gostei dessa matéria sobre Vitamina D, tão importante para o nosso dia-a-dia, e desprezada por muito.

Você consegue perceber a falta dela? 

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2021/01/18/10-sinais-de-que-seu-corpo-esta-com-falta-de-vitamina-d/

10 SINAIS DE QUE SEU CORPO ESTÁ COM FALTA DE VITAMINA D

Vitamina D é uma vitamina extremamente importante, que tem efeitos poderosos sobre diversos sistemas em todo o corpo. Uma deficiência neste nutriente foi vinculada a muitas condições graves, como doenças cardíacas, doença autoimune, hipertensão, diabetes, e enfermidades ósseas e articulares.

É fácil ignorar a deficiência de vitamina D, pois alguns dos sintomas podem ser atribuídos a outras condições. Mas, quais são as chances de que você seja deficiente de vitamina D? Seguem alguns possíveis sinais.

1. Você sofre regularmente de dores musculares e articulares

Os sintomas de deficiência de vitamina D são sutis no início. Alguns dos primeiros sinais são dores musculares e fraqueza articular, que você pode facilmente achar que são devido à sua rotina diária árdua ou devido aos efeitos do envelhecimento.

Você pode ser capaz de tolerar os desconfortos das dores musculares e fraqueza articular simplesmente diminuindo suas atividades físicas. Contudo, se você está com deficiência de vitamina D, este problema vai continuar aparecendo. Além disso, pode piorar ao longo do tempo.

2. Você sofre de dores crônicas

Dor crônica abrange uma condição ampla. Além de dor muscular e articular, você também pode sofrer regularmente de enxaqueca, dor na coluna, ou outros desconfortos no corpo.

É tecnicamente considerada uma dor crônica se você tem a condição por mais de três meses.

3. Você sente-se cansado o tempo todo

Você já teve um daqueles dias em que se sente muito cansado mesmo quando teve uma boa noite de sono? É possível que você tenha baixos níveis sanguíneos de vitamina D, e seu corpo ainda se sinta fatigado.

Seu corpo precisa de vitamina D para criar energia. Se você não tem uma quantidade suficiente deste nutriente, irá facilmente sentir esta exaustão.

4. Você frequentemente fica resfriado e com tosse

Crianças com falta de vitamina D correm o risco de infecções respiratórias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mas, o mesmo risco também se aplica a adultos com deficiência de vitamina D, especialmente se eles já sofreram de asma antes.

5. Sua cabeça transpira

Transpiração excessiva na cabeça ainda está intimamente ligada a uma falta de vitamina D. Embora seja comumente inofensivo e essencialmente apenas um incômodo, pois você precisará enxugar a cabeça com frequência, esta condição também pode indicar condições médicas como diabetes, problemas na tireoide e infecção. Contudo, o que estas doenças têm em comum é que elas também estão ligadas à uma falta desta vitamina.

6. Você sente-se deprimido

O sol é frequentemente representado como algo positivo nas caricaturas, e a ciência pode responder o porquê. De acordo com o Conselho de Vitamina D, a falta de luz solar pode realmente arruinar o humor. Quando você é deficiente deste nutriente, seu cérebro processa menos serotonina, e isto pode afetar seus pensamentos positivos, emoções e estado de espírito.

7. Você tem hipertensão

Se você é hipertensivo, corre o risco de doenças cardiovasculares, ataque cardíaco e derrame. Portanto, não menospreze a falta de vitamina D no seu sistema.

Especialistas ainda estão tentando estudar os efeitos e a patologia da vitamina D e pressão arterial. Uma possível explicação aponta para o teor de cálcio desta vitamina específica, o qual é um nutriente importante para os processos metabólicos e celulares do corpo.

8. Você está sofrendo de queda de cabelo

Queda de cabelo é bastante comum em pessoas que sofrem de estresse. Mas, se a queda do seu cabelo parece anormalmente excessiva, você pode ser deficiente de vitamina D.

A vitamina D alimenta e estimula os folículos capilares. Se você não tem uma quantidade suficiente desta vitamina, isto poderia impedir o crescimento do seu cabelo.

9. Ossos fracos

Você sabia que seus ossos param de crescer quando você tem trinta e poucos anos? Você alcançará o pico da saúde de seus ossos neste estágio, mas a reconstituição de seus tecidos ósseos ainda continua conforme você envelhece.

Porém, se você não tem vitamina D o suficiente, os tecidos ósseos também não obterão uma nutrição apropriada.

É assim que você desenvolve ossos mais macios, que aumenta seu risco de fratura e de outros problemas ósseas como osteoporose.

10. Suas feridas não cicatrizam rapidamente

Você tem uma ferida que parece cicatrizar mais devagar do que o normal? Este pode ser outro sinal de baixos níveis de vitamina D. Especialistas do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba estudaram os efeitos da deficiência de vitamina D em pacientes com úlceras nas pernas.

Pitacos: Ser deficiente de vitamina D é bastante comum. Mesmo assim, é melhor prestar atenção aos sinais, pois sua saúde geral e bem-estar estão ligados a ela. É muito fácil tratar esta condição, mas também é importante conversar com seu médico para obter mais informação, orientação e conselho.

Para muitas pessoas, aumentar a dose dos suplementos de vitamina D, mudar a dieta incorporando mais alimentos ricos nesta vitamina, e passar mais tempo ao ar livre pode ser um divisor de águas, especialmente se sofrem de doenças autoimunes.

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito na publicação.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Dia Mundial de Luta contra o Câncer.

Seja qual for o medo ou a dúvida, consulte um médico em caso de suspeita de câncer.

Faça algo melhor: previna-se, mesmo sem suspeita!

Hoje é um dia de conscientização de tudo isso:

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– A Guerra contra as Drogas na PUC

Que infelizmente as drogas estão entrando cada vez mais livremente nas faculdades, isso é sabido.  Mas, logo após a PUC iniciar o combate contra a Maconha no campus da capital, assustadoramente os alunos (alguns) se revoltaram e desafiaram a reitoria, exigindo o seu “direito” de fumar maconha na Universidade (como se fosse território livre!)

Extraído de: http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2117/guerra-fumace-puc-476986.html

A GUERRA AO FUMACÊ

Durante muito tempo, a reitoria da Pontifícia Universidade Católica (PUC) foi conhecida por fazer vista grossa às rodinhas de estudantes que compartilhavam cigarros de maconha no câmpus de Perdizes. Espaços como o Pátio da Cruz e a “prainha”, como é conhecida a área de acesso ao prédio principal, ficavam muitas vezes envoltos em um fumacê e um cheiro de mato queimado que denunciavam o uso da droga. “A maconha faz parte da cultura universitária e não me incomoda”, diz Aline Vianna, de 21 anos, aluna do curso de letras. “Percebo que aqui não vale a lei nacional, que eu considero hipócrita”, acrescenta sua colega Raysa Pereira, de 19 anos. Embora boa parte dos alunos declare não usar drogas (caso das três moças fotografadas para esta reportagem), a maioria evita discriminar quem o faz. “Incomoda-me levar fama de maconheira”, afirma Juliana de Andrade, de 26 anos. “Mas creio que aceitar quem fuma é uma questão de tolerância.”

Não é. A Lei Federal nº 11 343 considera o porte de maconha crime. O consumidor flagrado com a erva pode ser obrigado a prestar serviço comunitário e a participar de programas de desintoxicação. Dependendo da circunstância e da quantidade de droga apreendida, corre o risco de ser considerado traficante. Pesquisas indicam que 9% dos usuários de maconha se tornam dependentes severos. Está cientificamente comprovado que ela leva à busca de drogas mais pesadas. Causa espanto, portanto, que seu uso tenha sido até então ignorado numa das mais prestigiadas universidades de São Paulo. “Assim como em qualquer família, fingia-se que o problema não existia para não enfrentá-lo”, declara o pró-reitor Hélio Roberto Deliberador.

Quando assumiu o cargo de reitor, no fim de 2008, o professor Dirceu de Mello decidiu mudar essa postura. Em abril, enviou aos mais de 16 000 alunos e aos 1 500 professores um e-mail no qual reportava a decisão de iniciar um “enfrentamento franco do uso de drogas no câmpus Monte Alegre”, em Perdizes. A primeira ação foi treinar 120 seguranças da empresa Graber para abordar quem acendesse cigarros de maconha. Agora eles devem exigir que sejam apagados e também tomar nota do nome, da classe e do curso ao qual o aluno pertence. Assim, a reitoria tem como chamá-lo para uma conversa. Não se prevê envolver a polícia ou ameaçar o estudante com expulsão. No máximo, ele será aconselhado a participar de um grupo socioeducativo. Outro detalhe: os centros acadêmicos estão dispensados da vigilância dos bedéis. À porta da agremiação de ciências sociais, um cartaz provoca: “Aqui pode! Fume à vontade”.

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– Second time!

Uma corridinha (2º tempo) não faz mal a ninguém. Certo?

S’imbora suar!

🏃🏼  #running

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– Amor, I love you. E coma frutas!

De outro dia…

Hoje eu caprichei nas frutinhas aqui de casa. De sobremesa para as minhas garotas, temos: melancia, pêra, ameixa, uva, morango, kiwi, figo, banana e… “AMOR I LOVE YOU“.

Não é bom agradar quem se ama?

Coma frutas, a saúde agradece.

#fruits

– 4 quick ways to calm a rapid heart rate (at home).

4 quick ways to calm a rapid heart rate (at home) Fear is the first reaction to a sudden increase in heart rate. However, fear is a feeling that can …

Continua em: 4 quick ways to calm a rapid heart rate (at home)

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Suco Detox.

Os sucos detox também entregam benefícios para a saúde por eliminarem as toxinas. Ingredientes 1/2 maçãSuco de 2 laranjas150ml de água de coco (2/3 …

Continua em: Suco detox – Suco Detox