– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Vamos correr (de novo)?

Vamos suar?

Indo para o segundo treino do dia, a fim de ter saúde!

Quem vem junto?

🏃‍♂️ #running

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– 2º tempo.

Suei legal agora há pouco. Como é bom exercitar-se!

No ritmo frenético da 5ª feira atarefada, bem disposto.

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Álcool e Sono: A Bebida Alcoólica Pode Estar Atrapalhando o Seu Descanso?

Muitas vezes associamos o consumo de álcool à vida noturna. Do happy hour hora a uma taça de vinho no jantar, tomar um ou dois drinques é geralmente …

Continua em: Álcool e Sono: A Bebida Alcoólica Pode Estar Atrapalhando o Seu Descanso?

– Indicadores do Esgotamento Profissional (Síndrome de Burnout)

Cansaço ou estresse, indisposição e desmotivação no ambiente de trabalho. Se estiver percebendo os sintomas descritos nessa matéria, atenção: repense seus hábitos profissionais!

Extraído de: http://vilamulher.terra.com.br/dinheiro/materia/carreira/276-sindrome-do-esgotamento-profissional.html

 O ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Por Juliana Lopes

Estafa profissional, muita gente já passou por isso no ambiente de trabalho. Geralmente tudo indica que a pessoa está com estresse ou depressão ocupacional por não dar conta de tantas tarefas.

Mas não confunda. Muitas vezes, a falta de vontade de ir ao trabalho, o cansaço ou até o mau humor podem ser indícios de outro mal, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional. Como o próprio nome diz, a palavra inglesa é a união de burn (queima) e out (exterior), identificada principalmente pelo comportamento agressivo.

“Estresse pode acometer um indivíduo em qualquer lugar, no seu meio familiar, social e profissional, mas o burnout é um estresse que advém do próprio trabalho. É uma doença tipicamente laboral. A pessoa não consegue mais suportar trabalhar num determinado lugar, com determinadas pessoas, ou porque teve uma discussão com um chefe ou colega de trabalho ou por ter que cumprir metas muito altas em curto espaço de tempo ou por trabalhar em lugares perigosos ou insalubres”, explica a psicóloga Maria Fernanda Marcondes, que ministra palestras sobre o assunto em empresas.

O Isma-Br (International Stress Management Association) calcula que no Brasil 30% dos trabalhadores são portadores da síndrome. No consultório de Maria Fernanda há vários colaboradores de empresas que muitas vezes chegam por lá bastante estressados e muito próximos de estarem com a doença. “Quando o indivíduo não consegue mais ir ao trabalho, quando está exausto emocionalmente e se sente um fracassado profissionalmente, é sim necessária a terapia e a medicação”, alerta.

Para se ter uma idéia, em países como os Estados Unidos, a síndrome já é considerada como caso de saúde pública. Mas como muitos brasileiros a desconhecem, o afastamento do trabalho geralmente é justificado por outros motivos, como depressão, ansiedade e, principalmente, Síndrome do Pânico. “Esta muito comum vir o Burnout”, acrescenta.

Conforme a psicóloga, em muitos casos o próprio funcionário acaba pedindo demissão por não aguentar as pressões da rotina de trabalho. Para evitar situações como essa, ela afirma que o mais correto seria ter um psicólogo que monitorasse os colaboradores dentro das empresas.

“Como isso ainda não acontece, o jeito é se prevenir. Quando possível evitar o excesso de trabalho e sempre ter hábitos saudáveis. E também controlá-la, caso a doença se instale”, completa.

Resultado de imagem para cansaço

Imagem extraída da Internet. Que conhecer a autoria, favor informar para o crédito.

– Sue!

Suei legal agora há pouco. Como é bom exercitar-se!

Já no ritmo frenético da 4ª feira atarefada, bem disposto.

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– Delícias saudáveis…

Rapaz… e essas acerolas da casa do Vovô Lili?

Além de suculentas, são ricas em vitamina C!

A melhor coisa para aproveitarmos suas propriedades: consumi-las in natura.

– 2o tempo de Running.

Fim de segundo tempo de treino!

Valeu o suador…

Exercite-se, pois faz bem!

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

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– Corra que faz bem!

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– O que a reflexologia diz sobre seus pés? Mapa de Reflexologia podal.

Um gráfico de reflexologia podal pode servir em ambos os sentidos. Embora os gráficos coloridos sejam frequentemente referenciados para aliviar …

Continua no link em: O que a reflexologia diz sobre seus pés? Mapa de Reflexologia podal

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– 6 recipes against parasites in contact with pets.

6 recipes against parasites in contact with petsParasites (Greek “parasitos” – one who lives at someone else’s expense, ready) are organisms that …

Continua em: 6 recipes against parasites in contact with pets

– Corra que faz bem!

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– Cachorro pode pegar gripe?

Olha só que bacana: a revista Recreio publicou uma reportagem bem didática sobre gripe canina.

Para você (como eu) que gosta especialmente das raças tipo “Toy”, vale a leitura:

Extraído de: http://recreio.uol.com.br/noticias/curiosidades/cachorro-pode-ficar-gripado.phtml#.WMm9mhjOqb8

CACHORRO PODE FICAR GRIPADO?

Pode, sim. Os sintomas mais comuns são secreções no nariz e nos olhos (meleca mesmo!), tosse, espirros e até febre e falta de apetite. Se o seu cãozinho tiver sintomas assim, leve-o ao veterinário. E lembre-se de isolá-lo do contato com outros animais e não deixá-lo dormir em locais descobertos. Também é legal conversar com o veterinário sobre vacinas que podem evitar a doença. E sabia que humanos não pegam gripe de cães, nem cachorros pegam gripe de pessoas? Mesmo assim, é importante lavar as mãos depois de cuidar do bicho.

Smile. | DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES

Foto: Arquivo Pessoal.

– Corra que faz bem!

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– Sue que faz bem.

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem.

🏃‍♂️ #corrida

– Corra que faz bem!

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– A epidermodisplasia verruciforme, ou Doença do Homem Árvore.

Uma pessoa entre 1 bilhão pode ter essa enfermidade. Só existem 4 pessoas vivas com essa doença, a Síndrome de Abdul, conhecida como “Doença do Homem Árvore”.

Já viram isso?

Impressionante, são verrugas em forma de “casca de árvores”:

Extraído do Uol.com:

DRAMA DE HOMEM ÁRVORE MOBILIZA MÉDICOS NA ÁSIA

Um pai de família de 26 anos de Bangladesh, conhecido como “homem-árvore” pelas enormes verrugas em forma de casca que cobrem suas mãos e pés, finalmente deverá passar por cirurgia para remover as deformidades que começaram a aparecer há 10 anos.

Abul Bajandar, da região bengali de Khulna, está passando por testes e preparativos para retirar as deformidades que pesam ao menos 5 kg e inutilizaram suas mãos e pés.

As verrugas pareciam inofensivas no começo, mas cresceram a ponto de transformar suas extremidades em malformações que lembram os galhos de uma árvore.

Bajandar teve que abandonar o trabalho como motorista e hoje vive sob os cuidados da mãe e da mulher, que o ajudam a comer e tomar banho.

O homem disse ao jornal local The Daily Star que as verrugas começaram a aparecer quando ele tinha 15 anos, mas “cresceram muito rápido” nos últimos anos. Ele diz sentir dor intensa ao mover pés e mãos.

A família de Bajandar procurou diversas maneiras de resolver o problema, de homeopatia até viagens a Calcutá, na Índia, em busca de um diagnóstico.

Médicos não encontravam uma explicação, e Bajandar diz que remédios só pioravam a situação.

Foi apenas após a intervenção de um jornalista local, comovido pela situação do rapaz, que o caso passou a ter alguma chance de solução. O chefe de uma rede de TV local contatou amigos e médicos em Bangladesh e no exterior, e acabou chegando à unidade de queimados do Hospital Universitário de Dhaka, o maior hospital público do país.

“Talvez não consigamos oferecer uma cura absoluta, mas talvez possamos ao menos tentar deixar suas mãos funcionais”, disse o médico Samanta Lal Sen ao jornal local The Daily Star. A equipe de Sen resolveu tratar o caso sem custo nenhum para Bajandar.

DOENÇA RARA

Existem apenas quatro pessoas no mundo identificadas com a doença de Abdul.

O nome técnico da enfermidade é epidermodisplasia verruciforme, mais conhecida como “doença do homem-árvore”. É causada por uma falha do sistema imunológico que aumenta a vulnerabilidade ao papilomavírus humano (HPV).

É uma doença não contagiosa, relacionada com o câncer de pele e ainda pouco conhecida.

O médico Sen, que dirige a unidade de queimados e cirurgia plástica no Hospital Universitário de Dhaka, disse ser o primeiro caso em Bangladesh.

Até o momento, houve registro de outros três casos: na Romênia (em 2007) e dois na Indonésia (diagnosticados em 2007 e 2009).

SEM CURA

“Nunca vi nada igual”, afirmou Anthony Gaspari, da Universidade de Maryland (EUA), que tratou um dos afetados na Indonésia, Dedé Koswara.

Dedé, que tinha 35 anos quando detectaram a enfermidade, trabalhava em um circo, ganhando a vida e exibindo suas verrugas como “homem árvore”.

Graças a um documentário do Discovery Channel, o caso de Dedé se tornou público, e em 2008 ele passou por uma série de cirurgias nos EUA, que o livraram de 2 kg de verrugas.

Pela primeira vez em décadas, Dedé, que tem dois filhos adolescentes, recuperou parte da mobilidade das extremidades.

Mas o tratamento não foi suficiente e ele teve que passar por novas cirurgias em 2011 – suas verrugas continuam a crescer ano a ano.

No caso de Adul, uma equipe de cinco cirurgiões, dermatologistas e outros especialistas analisarão o caso nas próximas semanas para definir a melhor maneira de eliminar as verrugas.

Adul tem uma filha de 3 anos, e até agora não há cura conhecida para sua enfermidade.

bomba.jpg

Imagem extraída de: https://www.cdt.ch/curiosita/prima-operazione-per-luomo-albero-CVCDT149308

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Alodoxafobia: o medo da opinião dos outros.

Há diversos tipos de fobia. Uma deles é a alodoxafobia, que se refere à preocupação do que os outros pensam da pessoa.

Nestes tempos de bullying, onde as pessoas se preocupam com a imagem e com as Redes Sociais, onde temos lugares no Mundo Virtual onde se critica tudo, tal transtorno é cada vez mais frequente (e inevitável para muitos).

Um pouco sobre isso, extraído de: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

TRANSTORNO DE QUEM TEM MEDO DA OPINIÃO ALHEIA

Por Ana Elizabeth Diniz

Não são raros os casos de pessoas que declinam convites para se apresentar em público devido ao medo da opinião dos outros.

Pesquisas não oficiais sugerem que esse transtorno, conhecido como alodoxafobia, afeta cerca de 8% da população entre 16 e 24 anos de idade.

“Isso não significa que somente pessoas nessa faixa etária desenvolvam o transtorno, que poderá se manifestar em qualquer momento da vida. Porém o maior índice é em torno dessa fase, na qual os jovens têm que fazer escolhas profissionais e assumir relacionamentos e responsabilidades”, analisa Patrícia Renaldo da Silva Amaral, 34, psicóloga clínica, psicopedagoga e analista transacional em formação.

Segundo ela, a palavra alodoxafobia vem das palavras gregas “állis” que significa “outro” ou “diferente”, “dóxis” que significa “crença” e de “fobia” que significa “medo patológico”, “o que explica o conceito da patologia: medo dos pensamentos dos outros sobre si, sempre com a sensação de julgamento. É o medo de se expressar acompanhado da sensação de exposição e, ao mesmo tempo, de ser julgado pelos outros de forma crítica e negativa. Medo da opinião ou respostas das outras pessoas sobre si”, explica a psicóloga.

Mas por que será que o ser humano se preocupa tanto com a opinião alheia? “Desde nossa infância somos submetidos a aprovações dos pais, de professores, de amigos e de todos que nos rodeiam e que esperam algo de nós. Muitas vezes somos rotulados e acreditamos no que escutamos. Se sua mãe diz que você é inteligente ou uma criança impossível de segurar, você acredita. Se seu pai diz que você não sabe fazer nada direito e seus amigos dizem que você é muito tímido, você acredita. Levamos todas essas crenças infantis para nossa vida adulta de forma subconsciente e as projetamos o tempo todo em qualquer relação que possamos construir, seja profissional, familiar, social ou sentimental”, diz Patrícia.

O problema é que o que se projeta “são pensamentos distorcidos sobre o que se imagina que o outro pensa sobre nós, ou ainda críticas ao outro que na verdade são sobre si mesmo (de forma subconsciente). Pessoas que funcionam dessa forma tendem a potencializar medos fantasiosos de possíveis julgamentos sobre si mesmas por meio de pensamentos distorcidos”, comenta a psicóloga.

Segundo ela, indivíduos assim sempre se consideram o centro das atenções, porém de forma negativa, como se todos os estivessem olhando e criticando. “Muitas vezes, para os outros, essa pessoa pode simplesmente parecer ser tímida e, por isso, não gosta de se expressar ou colocar sua opinião numa roda de conversa. Mas nem imaginam que dezenas de pensamentos distorcidos estão passando pela sua cabeça naquele momento, impedindo-a de se comunicar de forma livre e espontânea”, observa Patrícia.

Esse transtorno psicológico impede a pessoa de realizar suas atividades de rotina, de se comunicar ou de conviver em sociedade. Pode estar associado a crises de ansiedade e de pânico e a sintomas somáticos como sudorese, taquicardia, tontura, dores de cabeça, enjoos, tremores e sensação de fraqueza.

Julgamento do outro é ameaça constante

Alguém diagnosticado com alodoxafobia sofre com o medo de se expor, até mesmo para apresentar um trabalho profissional, mesmo que seja muito importante. “Aqui podemos exemplificar a distorção de pensamentos que potencializam a sensação de julgamento alheio. Ao apresentar uma palestra ou um trabalho relevante, considera-se que o candidato tenha se preparado para explanar sobre o assunto escolhido. Sendo assim, as pessoas ali estão esperando para escutá-lo e estão interessadas em agregar conhecimentos. Portanto, essa pessoa que vai falar estará se mostrando ou se expondo? A resposta correta é se mostrando (centro das atenções de forma positiva), pois se preparou para isso. Se você pensou que a resposta seria se expor (centro das atenções de forma negativa), provavelmente teve uma distorção de pensamentos devido uma projeção crítica sobre si mesmo, pois imagina o risco de ser julgado pelos outros, quando na verdade você mesmo está se autojulgando”, pondera a psicóloga Patrícia Renaldo da Silva Amaral.

O tratamento indispensável é uma boa psicoterapia, seja individual ou em grupo, com acompanhamento semanal. “A opção pela psicoterapia grupal é ótima para trabalhar os medos, as fantasias e as distorções de pensamentos sociais sobre si mesmo. Também pode haver a necessidade de acompanhamento psiquiátrico, caso os sintomas fisiológicos estejam muito latentes. Há casos que requerem tratamentos paliativos, e outros, medicações adequadas, como nos casos de transtornos associados a crises de ansiedade ou pânico”, finaliza a psicóloga.

Dicas para se livrar desse mal

Lembre-se de que você não vai agradar sempre a todos.

Observe quais pensamentos são reais e quais são fantasias.

Tenha em mente que você não tem controle sobre o que os outros pensam.

Não deixe que o outro te desestabilize.

Gostaria de receber notícias como essa e o melhor de O TEMPO no conforto do seu e-mail?

Imagem: citação em: https://www.otempo.com.br/interessa/transtorno-de-quem-tem-medo-da-opiniao-alheia-1.1606140

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– Dicas para o combate da ansiedade.

A Ansiedade, um dos grandes problemas dos nossos dias atuais, causa males físicos e emocionais.

Sobre ela, algumas dicas importantes para combater essa chaga da nossa sociedade, extraídas de: https://vogue.globo.com/amp/Wellness/noticia/2021/05/ansiedade-8-dicas-para-ajudar-uma-pessoa-no-meio-da-crise.html

8 DICAS PARA AJUDAR UMA PESSOA NO MEIO DE UMA CRISE DE ANSIEDADE

A ansiedade não é assunto novo para o brasileiro, apesar de ainda ser tabu. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), agora em 2021, como uma das consequências do isolamento social, por exemplo, o Brasil figura o primeiro lugar como País mais ansioso do mundo e o quinto mais depressivo. “Neste momento de crise e indefinições, cada vez mais podemos constatar pessoas numa luta incessante para tentar controlar os efeitos da ansiedade, haja vista que, a ansiedade não causa apenas descontrole emocional, ela também causa dores e sintomas físicos, tornando-se um problema crônico nas vidas das pessoas”, explica a psicóloga Dra. Sirlene Ferreira.

A especialista fala de algumas táticas que as pessoas que sofrem com crise de ansiedade podem adotar, como “procurar a ajuda de um terapeuta; praticar meditação ou ioga, que são exercícios que ajudam a controlar a respiração; identificar situações que o levem ao estresse e procurar evitá-las; esquecer o passado e procurar ter pensamentos positivos em relação ao futuro; viver o presente”, diz.

Além disso, Sirlene Ferreira também indica 8 dicas de como amigos e familiares podem ajudar nos momentos que as sensações estão à flor da pele.

Confira:

1. ACOLHIMENTO

“É primordial que todos entendam que a ansiedade não é vinculada à razão, portanto frases de otimismo e ou o chamado “choque de realidade”, não funcionam. A ansiedade por si só já é uma demonstração do descontrole das emoções que pode ser causado por diversos motivos, nesse caso o que o indivíduo mais precisa é de acolhimento, carinho e compreensão.”

2. SAIBA OUVIR

“Ofereça seu tempo para ouvir e acolher uma pessoa ansiosa. Dizer coisas como “vai passar” só vai aumentar a angústia da pessoa. Portanto, procure ouvir mais e falar menos.”

3. BEBIDAS CALMANTES

“Oferte uma xícara de chá, um suco ou até mesmo coloque uma música, que possa acalmar e alegrar a pessoa. É muito bom ser presenteado e lembrado com carinho. Em um momento de crise o que mais vale é o querer bem, sentir-se querido é aliviador.”

4. A VIDA EM MOVIMENTO

“Convide a pessoa para uma caminhada. Movimentar-se pode controlar a respiração, o que ajuda a aliviar a tensão.”

5. BOAS LEMBRANÇAS

“Traga para a conversa com essa pessoa boas lembranças, momentos de alegria e até mesmo as situações mais engraçados já vivida por vocês. A alegria é um remédio para alma e conseguir se ver em cenas de conquistas e de contentamento do passado reforça a ideia de que nem tudo e nem todo tempo é de dor.”

6. PRATIQUE A EMPATIA

“Use sua empatia para ajudar um ansioso. Se coloque no lugar dele e entenda que nesse momento ele pode ser comparado como um passageiro de trem vendo sua vida pela janela do vagão e o trem na sua máxima velocidade.”

7. EVITE PERGUNTAS

“Não exija respostas do ansioso. Entenda que ele não sabe o porquê está vivenciando essa crise de ansiedade.”

8. AJA COM RESPEITO

“Respeite esse momento. A ansiedade por si só já desrespeita demais o ansioso. Ele não precisa de outras pessoas para piorar essa sensação.”

(FOTO: GETTY IMAGES)

– Corra que faz bem!

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– Cuidados que você deve estar atento.

Muitas vezes não nos cuidamos e nos esquecemos de dar atenção às “diversas saúdes” que temos.

Eu concordo com esse lembrete. Veja: