– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Dormir mal pode ser mais perigoso do que pensamos!

Novos estudos mostram que dormir bem é uma questão fundamental para ter boa saúde. Veja o que pode ocorrer ou não de acordo com as quantidade de horas de sono que nos permitimos,

Extraído de: Folha de São Paulo, 23/04/19, Caderno Equilíbro, Pg 1.

DORMIR POUCO VIRA EPIDEMIA SILENCIOSA; SONO NÃO PODE SER UM LUXO, DIZ CIENTISTA

Por Fernanda Ezabella

Vai deixar para dormir quando morrer? Para Matthew Walker, tal conselho pode ser mortal. O pesquisador britânico e professor de neurociência e psicologia apresentou na quinta (18) uma série de pesquisas que ligam a privação do sono a inúmeros problemas de saúde, incluindo tumores, mal de Alzheimer e ataques do coração.
O pesquisador diz que é hora de reivindicar nosso direito de dormir direito sem sentir vergonha ou ser chamado de preguiçoso. “É uma epidemia silenciosa que está se tornando rapidamente um dos maiores problemas de saúde pública do século 21.”
“Vou começar falando de testículos”, provocou Walker em sua palestra no TED em Vancouver. “Homens que dormem apenas cinco horas por noite têm testículos significantemente menores de quem dorme sete horas ou mais. E aqueles que dormem com frequência apenas quatro ou cinco horas têm um nível de testosterona de alguém dez anos mais velho.”
Fundador e criador do Centro de Ciência do Sono Humano em Berkeley, Walker disse que problemas também são vistos no sistema reprodutivo feminino. Além disso, dormir seis horas ou menos por noite afeta o cérebro e suas funções de memória e aprendizado e diminui em 70% células do sistema imunológico.
“Nos últimos dez anos, aprendemos que você precisa dormir depois de aprender para apertar aquele botão de salvar e não esquecer suas memórias”, disse. “E recentemente aprendemos que você também precisa dormir antes de aprender para preparar seu cérebro. Ele é como uma esponja seca prestes a ficar molhada de conhecimento. Sem dormir, o circuito da memória no seu cérebro fica molhado o tempo todo e não consegue absorver nada novo.”
O pesquisador explicou que ondas cerebrais “grandes e poderosas” acontecem durante os estágios de sono mais profundo. “Funcionam como uma transferência de arquivos, de um reservatório vulnerável de memória curta para um armazenamento mais permanente no cérebro para protegê-la”, explicou.
A descoberta trouxe evidências em 2018 de que a piora no sono que experimentamos quando envelhecemos pode estar contribuindo para nossa falta de memória e até mesmo para o surgimento do alzheimer.
Seu centro de pesquisa está desenvolvendo técnicas para melhorar o sono profundo e, infelizmente, a solução não estão nas pílulas de dormir. “São instrumentos que não produzem sono natural”, avisa.
Um dos métodos é baseado na aplicação de uma pequena voltagem de estimulação no cérebro. Quando feito durante o sono de jovens adultos saudáveis, é possível ver a ampliação das ondas cerebrais, dobrando os benefícios na retenção de memória e aprendizado.
“Agora estamos estudando como aplicar essa tecnologia a adultos mais velhos ou com demência para ajudá-los em suas funções de aprendizado e memória”, disse Walker.
O pesquisador também mostrou como dormir mal afeta até mesmo seus genes. Num estudo com adultos saudáveis, as atividades dos genes foram comparadas em dois cenários: uma semana de sono limitado a seis horas e uma semana de sono de oito horas.
Cerca de 700 genes tiveram suas atividades “distorcidas” diante de pouco sono. Metade deles teve suas atividades aumentadas, e a outra, diminuída. Os genes que foram desligados eram associados ao sistema imunológico, enquanto os que foram “aumentados” eram ligados a inflamações, tumores e estresse.
Além do conselho de não beber álcool e cafeína ou pelo menos reduzir seu consumo, Walker deu duas dicas para uma boa noite de sono: regularidade e temperatura ambiente entre 16 e 18 graus.
Para Walker, dormir não pode ser um item de luxo porque é uma necessidade biológica não negociável. 
“Dizimar o ato de dormir nas nações industrializadas está tendo um impacto catastrófico na nossa saúde e na educação e segurança de nossas crianças.”
OS PROBLEMAS DA FALTA DE SONO
Memória
Dormir seis horas ou menos por dia afeta o aprendizado. Pode também contribuir para o mal de Alzheimer

Reprodução e hormônios
Homens que dormem apenas cinco horas têm testículos e níveis de testosterona menores 

Imunidade
Dormir seis horas ou menos reduz em 70% as células do sistema imunológico. Inflamações, tumores e estresse parecem estar ligados também à falta de sono

Dicas para dormir bem
Matthew Walker dá o conselho clássico de evitar álcool e cafeína, especialmente à noite, mas indica duas coisas importantes: regularidade e temperatura baixa no quarto, entre 16 e 18 graus

O pesquisador também diz que é importante dormir em um quarto totalmente escuro, evitar celular e tablets na cama e levantar e ir para outro cômodo se você não conseguir dormir depois de 15 a 20 minutos.

Resultado de imagem para dormir sono

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, informar para crédito na postagem.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– A Autolesão / Automutilação: um drama silencioso entre os jovens.

Algo que pouco se discute, mas que está se tornando um fenômeno mundial (inclua os casos brasileiros): jovens que se ferem propositalmente por conta de depressão.

Assustador! E vale a atenção. Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/o-drama-da-automutilacao/

O DRAMA DA AUTOMUTILAÇÃO

Cresce o número de jovens e adultos que machucam a si próprios como forma de tentar aliviar a dor emocional. O problema é um dos sinais mais agudos da depressão e do risco de suicídio. No entanto, pouco se fala dele. É preciso quebrar mais este tabu

Fernando Lavieri e Luisa Purchio

Jovens e adultos brasileiros, principalmente entre 12 e 30 anos, estão encontrando na automutilação uma forma de tornar física a dor emocional. De 2011 a 2016, cresceu 204% a quantidade de pessoas que automutilam, de acordo com o Ministério da Saúde. A incidência é maior entre mulheres: dos 45.468 casos registrados em 2016, 30.013 eram da população feminina. Do total das automutilações, 27,4% foram tentativas de suicídio. Machucar-se de propósito, na verdade, é um dos sinais mais agudos do agravamento de crises que podem levar à morte.

A autolesão é um fenômeno mundial. Porém, integra a lista dos assuntos sobre os quais pouco se fala, embora esteja cada vez mais presente. Por isto, trazer o debate para a sociedade, tirá-lo do escuro e levá-lo para a mesa do café da manhã é fundamental para dar às pessoas a atenção necessária. Foi com este objetivo que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou uma campanha sobre o assunto. Ela será feita por meio de vídeos com orientações compartilhados nas redes sociais e na elaboração de uma cartilha digital, com alguns exemplares impressos que serão entregues em escolas. “Temos que conscientizar as famílias e os professores para acompanhar o problema”, diz Ângela Gandra Martins, Secretária Nacional da Família. O primeiro vídeo foi estrelado pela modelo Luiza Brunet, que virou um símbolo na defesa da mulher: “Pouca gente pode perceber que, atrás de uma rotina aparentemente normal, pode haver um profundo sofrimento. Ele é capaz de levar a pessoa a cometer violência contra o seu próprio corpo. E até mesmo pôr fim a sua própria vida”, diz.

Apesar da repercussão baixa – em uma semana foram apenas 5,2 mil visualizações do vídeo no canal do ministério no Youtube e 18 mil no Instagram de Luiza Brunet – é boa a notícia de que o assunto está vindo à tona. Afinal, é muito difícil para os pais perceberem que o filho passa por esse problema. Quem pratica automutilação prefere escondê-la com pulseiras ou roupas de manga comprida, por exemplo.

Algumas dicas, porém, ajudam os responsáveis a perceberem que algo de errado está acontecendo, indicando a necessidade de auxílio médico com urgência. Sinais como perguntas sobre morte e perda da vontade de viver, alteração do sono e do peso, queda no desempenho escolar e em outras atividades estão entre os alertas. “O tratamento deve ser multidisciplinar, incluindo medicações, psicoterapia familiar e individual e terapias complementares como meditação e ioga”, diz a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, coordenadora da Pós-Graduação em estudo do suicídio na Universidade São Caetano do Sul. Há atendimento público nos Centros de Atenção Psicossocial, responsáveis pelo encaminhamento aos tratamentos necessários.

APOIO NAS REDES SOCIAIS

Mitos sobre a automutilação também são um entrave para o tratamento. Frases como “ela só quer chamar a atenção” prejudicam a compreensão de que a pessoa que faz isso está pedindo socorro. “Na impossibilidade de lidar com o problema ou com a pessoa que o feriu, o indivíduo redireciona a agressividade contra seu próprio corpo. É comum ouvir que preferem sentir a dor física à emocional”, explica.

A autoagressão, no entanto, proporciona apenas um alívio momentâneo. O machucado até provoca uma descarga maior de endorfina, hormônio que alivia a dor e dá sensação de bem-estar, mas a tensão ou a depressão que estão por trás permanecem. Até que, em muitos casos, não são mais aliviados por nada. “Chega um momento em que os cortes não são mais suficientes e as pessoas recorrem ao suicídio. Não querem matar a si próprias, mas, sim, a dor interior”, diz Matheus Lima, 19 anos. O jovem se automutilava quando estava em depressão, mas superou a doença há cerca de três anos. Hoje, administra o grupo de apoio no Facebook “Automutilação #se apresente”. “Todos os dias recebemos diversos relatos e imagens”, conta. Neste caso, partilhar a dor na rede pode ajudar.

Entendendo a automutilação

Imagem extraída de: https://www.cvv.org.br/blog/entendendo-a-automutilacao/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

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– 2o tempo de Running.

Vamos ao Segundo Tempo de treino?

Vale a pena relaxar com uma boa corrida…

Exercite-se, pois faz bem!

🏃🏼 #running

– Corra que faz bem!

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– Os alimentos na prevenção da Próstata.

I CIBBI SALVA PRÓSTATA – alla ricerca del licopene Il ruolo degli antiossidanti è sempre più importante nella prevenzione di malattie, anche importanti. Quelli contenuti in …

Continua em: I CIBI SALVAPROSTATA

– Corra que faz bem!

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– Pais também podem ter TDAH.

Quem fala? É uma psicóloga que no último período de estágio de psicologia escolar, um belo dia, eu estava fazendo uma cartilha na faculdade  sobre os…

Continua em: Motivando pais que tem filho com TDAH.

– Corra que faz bem

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– 2o tempo de Running.

Vamos ao Segundo Tempo de treino?

Vale a pena relaxar com uma boa corrida…

Exercite-se, pois faz bem!

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– A Eutanásia não deveria ser uma solução… E a saída deveria ser a resolução dos problemas!

Os problemas mundanos e a mente humana são assustadores. Essa holandesa optou por eutanásia devido aos males da mente…

A Depressão, sem dúvida, é a grande doença da humanidade!

– Segundo turno de treino.

2º turno de treino. Vamos suar?

Corra que faz bem.

🏃🏼 #running

– Dever de Casa: Arrumação!

Um dia repetido hoje… repost:

Detesto fazer isso, mas é necessário: revirando e reorganizando exames médicos em casa.

Todos preventivos, cansativos mas necessários para impedir que a mutação genética TP 53 atrapalhe nosso dia-a-dia.

Às vezes, “gritar isso” pra fora é bom para aliviar a tensão que me é cara.

Imagem

– Corra que faz bem!

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– Fortaleça os joelhos.

Hora de fortalecer os joelhos. Vamos lá?

Cuidemos do corpo, da alma e da mente.

#Saúde

– 10 dicas para recuperar a boa forma depois dos exageros da Páscoa.

Depois dos exageros alimentares, é comum sentir inchaço, cansaço extra, dores de cabeça, dificuldade de digestão e alterações no funcionamento do …

Continua em: 10 dicas para recuperar a boa forma depois dos exageros da Páscoa

– Corra que faz bem!

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– Hambúrguer Assassino?

Eu não sou chegado em hambúrguer. Mas esse aqui… me deu mais medo ainda!

Veja que a gordura tem “cara de mau”. Tô fora. Ou a culpa é do bacon?

🍔 🥓 #saúde

Extraído do Facebook de “Memes aqui”, em: https://m.facebook.com/OKEDISINHO/photos/perdi-at%C3%A9-a-fome-/160601845303165/

– Vale a pena se prevenir!

Sobre infarto… fica o lembrete:

– Ser mais produtivo é angustiante?

Concorda ou não com a afirmação abaixo? Leia:

“As pessoas produtivas aprendem a distinguir o que é ou não relevante. Em ambientes caóticos, nem sempre é fácil preservar o foco nas metas. Ser produtivo, na vida pessoal ou profissional, requer tentativa e erro. Mas podem ser um equívoco perseguir metas irrealistas.”

Tal trecho vem de uma matéria muito boa intitulada “A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS”, publicada na Veja (04/05/16, pg 85-86), mostrando um estudo sobre o choque das realizações pessoais desejadas (os sonhos) e o que foi conseguido na realidade. Nele, se crê que o pico de infelicidade se dá aos 46 anos!

Abaixo, a publicação:

A ANGÚSTIA DE FAZER MAIS E MAIS

Um novo livro apresenta estratégias para apaziguar uma das principais fontes de stress da modernidade: a necessidade de ser mais produtivo sem sacrificar a vida pessoal.

Por Bianca Alvarenga

O adulto de meia idade é um angustiado. Ele está no auge de sua vida profissional, mas enfrenta longas jornadas de trabalho e vive sob a ansiedade constante de ser superado pelos colegas. Coloca-se na obrigação de cumprir as expectativas de seus familiares, enquanto se ressente de passar pouco tempo com os filhos e os amigos. Lamenta o adiamento sistemático dos sonhos de juventude, cada vez mais distantes. Pesquisas em diferentes países revelam que a fase mais infeliz da vida de mulheres e homens coincide com essa idade.

Um estudo feito por pesquisadores britânicos analisou a curva da felicidade e chegou à seguinte conclusão: se colocássemos nossa satisfação pessoal em uma linha do tempo, ela teria o formato de U. O tempo varia um pouco entre os países, mas, em média, o pico da infelicidade acontece aos 46 anos. No Brasil, o fosso da insatisfação chega antes, aos 36 anos.

Para os autores, as pessoas, quando se aproximam dos 40 anos, passam a reprimir ambições e sonhos acumulados no início da vida. Com o tempo, vem o alívio: as aspirações são calibradas à realidade, e as angústias se esvanecem. O ápice da felicidade adulta, surpreendentemente, ocorre entre os 60 e os 70 anos de vida.

Uma frustração típica da meia-idade, para quem é pai ou mãe, é chegar em casa quando os filhos já estão na cama e muitas vezes sair para o trabalho antes de vê-los acordar. Pior: mesmo obrigados a privar-se do convívio familiar, esses profissionais não se consideram plenamente produtivos na vida profissional. Foi esse sentimento que levou o jornalista americano Charles Duhigg a investigar o próprio descontentamento. Certo dia, viu-se premido pelo nascimento do seu segundo filho e pelos arranjos finais para o lançamento do seu primeiro livro (que viria a ser o best-seller internacional O Poderão Hábito), enquanto trabalhava com afinco em uma série de reportagens para o jornal The New York Times (que acabou lhe rendendo um Prêmio Pulitzer). “Havia muitas coisas boas acontecendo na minha vida profissional, e eu me sentia realizado. Porém, eu tinha a sensação de estar correndo cada vez mais rápido, e ainda assim estar dando passos para trás“, conta ele, em entrevista a VEJA.

Como bom jornalista, Duhigg fez da própria experiência uma bela reportagem ensaística, transformada em livro, que chega na próxima semana às livrarias brasileiras: “Mais Rápido e Melhor – Os Segredos da Produtividade na Vida e nos Negócios” é o resultado de dois anos de entrevistas e investigações para saber como pessoas de campos profissionais variados conseguem ser produtivas, equilibrando-se entre as obrigações pessoais e as profissionais. No fim, o autor organizou a sua apuração em oito ideias centrais, como a capacidade de manter o foco nos objetivos, cumprir as metas estabelecidas, saber inovar e também tomar decisões, além de navegar com segurança no oceano de informações e distrações do mundo moderno.

Ao falar sobre foco, Duhigg conta o caso do voo 32 da companhia aérea australiana Cantas Airways. Após um incêndio em uma das turbinas do Airbus A380, fragmentos resultantes da explosão perfuraram uma das asas e romperam partes dos sistemas elétrico e hidráulico da aeronave. Com 21

dos 22 principais sistemas de voo danificados ou inoperantes, o piloto precisou confiar mais na própria experiência do que nos avisos que piscavam no painel do avião. Ele concentrou-se no que era importante: controles de navegação, freios, tanques de combustível e trem de pouso. Em seu modelo mental, o piloto recorreu ao artifício de fingir estar pilotando um Cessna, uma aeronave infinitamente menos complexa do que o A380. Focando o essencial, pousou com segurança e salvou 469 vidas. Nas simulações que recriaram o acidente, nenhum outro piloto conseguiu evitar uma tragédia.

Como essa história serve às pessoas que desejam ser mais produtivas?

O jornalista ressalta, aí, a importância de criar modelos mentais. É sempre possível preparar-se para os problemas que eventualmente surjam em nossa vida.

bomba.jpg

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar.

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– Alzheimer…

Para esta doença… O apagar das belíssimas memórias da minha adorável mãezinha. Não lembrar mais de seus amores. Mas, tenho certeza que ela ainda …

Continua em: Alzheimer