Um gráfico de reflexologia podal pode servir em ambos os sentidos. Embora os gráficos coloridos sejam frequentemente referenciados para aliviar …
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Brasil soma 48 casos de Mpox em 2026, concentrados em São Paulo. Informação e prevenção são essenciais para conter o avanço. #Linkezine 🩺 O post …
Original em: Mpox acende alerta em 2026 e concentra casos em São Paulo

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Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/
Público 60+ cresce nas academias e fortalece o mercado fitness com foco em longevidade e regularidade. #Linkezine 🏋️♂️ O post Geração 60+ redefine …
Geração 60+ redefine o fitness e transforma academias em espaços de longevidade

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Um problema de saúde emocional dos dias atuais: o Languishing, uma forma de apatia, falta de perspectiva na vida e vazio interior.
Saiba um pouco mais sobre isso, extraído de: https://www.em.com.br/app/noticia/bem-viver/2022/01/30/interna_bem_viver,1340561/amp.html
ENTENDA O LANGUISHING: ENTORPECIMENTO DA VIDA E SENSAÇÃO DE VAZIO
Da pandemia emergiu o languishing, termo para denominar um sentimento persistente de apatia, desânimo e falta de motivação
Por Lilian Monteiro
Não é tristeza, não é cansaço, não é depressão… É mais um desânimo, uma desmotivação, a sensação de carregar um peso invisível e constante, um coração apertado, respiração difícil e uma alma vazia em um corpo que luta para se reencontrar, que há muito tempo não se vê, não se sente… É doído.
Esses sentimentos e sensações definem o languishing, definhando, o mais novo transtorno da saúde mental aflorado com a instalação da pandemia, em 2020.
Em alguns momentos da vida, todos lutamos contra a desmotivação, mas o que preocupa é quando ela se instala, quando a apatia toma conta do dia a dia e perde-se força e energia para se mobilizar por algo e por si mesmo, muitas vezes nem sequer tendo noção do que está vivendo, já que, aparentemente, tudo está bem com a saúde física/clínica, há trabalho, alimentação correta, casa, segurança, boletos em dia. É um adoecimento novo e, por isso, ainda há dificuldade para identificar esse fenômeno psicológico.
Uma parcela da população mundial já lida com as consequências da apatia persistente, marcada, substancialmente, pela sensação de vazio que determina o languishing. Sensação que não passa, perdura dia após dia. É como se a pessoa estivesse no limbo, num estado de indecisão, incerteza, indefinição e nada a movesse para sair desse lugar. É viver o desalento e o desamparo.
O termo foi cunhado pelo psicólogo e sociólogo americano Corey Keyes, que ficou impressionado com o fato de que muitas pessoas que não estavam deprimidas também não estavam prosperando.
Na pesquisa que conduziu, ele constatou que as pessoas com maior probabilidade de sofrer grandes transtornos de depressão e ansiedade na próxima década não são as que apresentam esses sintomas hoje, mas aquelas que estão definhando agora.
Adam Grant, psicólogo organizacional da Wharton, escreveu a respeito na versão digital do The New York Times e afirmou: “Na psicologia, pensamos em saúde mental em um espectro que vai da depressão ao florescimento. O florescimento é o pico do bem-estar: você tem um forte senso de significado, domínio e importância para os outros. A depressão é o vale do mal-estar: você se sente desanimado, esgotado e sem valor. O definhamento é o filho do meio negligenciado da saúde mental. É o vazio entre a depressão e o florescimento – a ausência de bem-estar. Você não tem sintomas de doença mental, mas também não é a imagem da saúde mental. Você não está funcionando em plena capacidade. O definhamento entorpece sua motivação, interrompe sua capacidade de se concentrar e triplica as chances de você reduzir o trabalho. Parece ser mais comum do que a depressão maior – e, de certa forma, pode ser um fator de risco maior para doenças mentais.”
O languishing é como se entorpecesse a pessoa de qualquer motivação, propósito, foco. E não o confunda com esgotamento ou falta de esperança, as pessoas ainda têm energia, mas se sentem sem alegria, sem objetivo, estagnadas e essas emoções as dominam.
Como tratar, curar, reverter e lutar diante das consequências emocionais e mentais que a pandemia desencadeou, que tendem a perdurar e não podem ser negligenciadas, postas debaixo do tapete, menosprezadas ou apontadas como mimimi?
Respostas buscadas de especialistas ao longo desta reportagem. Para Adam Grant, o definhamento não está apenas em nossas cabeças – está em nossas circunstâncias. Você não pode curar uma cultura doente com bandagens pessoais.
“Ainda vivemos em um mundo que normaliza os desafios da saúde física, mas estigmatiza os desafios da saúde mental. À medida que nos aproximamos de uma nova realidade pós-pandemia, é hora de repensar nossa compreensão de saúde mental e bem-estar. ‘Não deprimido’ não significa que você não está lutando. ‘Não triste’ não significa que você está empolgado. Ao reconhecer que muitos de nós estão definhando, podemos começar a dar voz ao desespero silencioso e iluminar um caminho para sair do vazio.”
PRAZERES DA VIDA
Para Christiane Ribeiro, médica psiquiatra, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)
Segundo ela, é importante tentar recomeçar as tarefas que foram paralisadas nesse contexto de definhamento aos poucos, e fazer um exercício de tentar se lembrar dos prazeres e do que o movia no passado. Exercitar-se, mesmo com uma frequência menor do que a realizada anteriormente.
Manter contato com as pessoas queridas e próximas, mesmo que no on-line e, se possível e em segurança, caso não seja grupo de risco, permitir-se alguns encontros com os mais próximos, em local aberto, tomando todos os cuidados diante da COVID-19. “A pandemia já vem se arrastando e, infelizmente, é impossível manter a sanidade mental isolados, sem nenhum contato social, o que seria viável caso ela durasse apenas alguns dias.”
A psiquiatra destaca que fatores como resiliência, traços de personalidade e tendência genética influenciam o impacto que a pessoa sofrerá com as mudanças na rotina e o maior estresse. Um bom suporte social e familiar também é importante.
A pessoa que já teve um histórico de transtorno de ansiedade e depressão seria considerada mais predisposta. “Percebo na prática que as pessoas mais sociais e extrovertidas apresentam mais os sintomas de languishing, uma vez necessário o isolamento e a diminuição dos encontros sociais.”
Christiane Ribeiro lembra que mais importante do que ter que provar que sente dor é buscar conversar com algum especialista, pois infelizmente as pessoas são limitadas e, nem sempre, por mais bem-intencionadas, se abrir com amigos ou familiares vai ajudar.
“Comentários do tipo ‘mas você tem saúde física, tem emprego, tem tudo’ podem fazer efeito contrário e a pessoa se sentir mal e ingrata. O languishing ainda não é classificado pelos manuais diagnósticos de psiquiatria como um transtorno. Ele é caracterizado por sintomas pontuais de vários transtornos, como o burnout, depressão, estresse agudo, como a desmotivação, a falta de foco e concentração, a sensação de apatia. Embora a depressão e o languishing possam se apresentar de maneira semelhante, existem diferenças distintas (continua não link acima).
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Pesquisa com 131 mil pessoas indica que café e chá podem reduzir o risco de demência em até 22%. #Linkezine ☕ O post Café e chá podem reduzir risco …
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Especialista explica como hidratação, alimentação equilibrada e sono regulado ajudam no detox pós-Carnaval. #Linkezine 🎭 O post Detox pós-Carnaval: …
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Hoje se recorda o dia dedicado à causa do câncer infantojuvenil, e corroboro um artigo de Francisco Neves, um dos homens mais engajados na divulgação de ações voltadas para esse mote, que viveu na pele essa situação.
Importantíssimo e que deve ser compartilhado, extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/o-que-falta-para-vencermos-a-batalha-contra-o-cancer-na-infancia/
A CONSCIENTIZAÇÃO DA PREVENÇÃO E LUTA CONTRA O CÂNCER INFANTIL
No Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, especialista revive sua história para abordar os desafios do câncer em crianças e adolescentes
Por Francisco Neves
O câncer mata cerca de 9,6 milhões de pessoas por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a enfermidade é a principal causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos.
Todos os anos, o dia 15 de fevereiro marca o Dia Internacional da Luta Contra o Câncer na Infância, data destinada a incentivar a reflexão e a conscientização sobre a doença em crianças e adolescentes. Um dos dados estimados pela Organização Mundial da Saúde revela que, em 2030, o número de casos de câncer infantojuvenil chegará a 600 mil em todo o planeta.
Somente Brasil, a cada ano surgem 12 500 novos acometidos pela doença, segundo publicação do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Desse total, 6 200 crianças são tratadas em hospitais públicos e cerca de 4 mil morrem sem ao menos receber o diagnóstico ou ter o tratamento para a doença.
Este ano, um dos números que a OMS destaca é o despreparo de países em desenvolvimento para combater a patologia: 70% das mortes por câncer no mundo ocorrem nestes locais, considerados mal equipados para lidar com os desafios que a doença impõe. O Brasil é um desses exemplos: em média, as chances de cura do câncer infantojuvenil são de 64%, muito aquém de Estados Unidos e Europa, por exemplo, onde chegam a 85%.
Vivemos num país desigual e a cura do câncer também é afetada por isto.
Como superintendente do Instituto Ronald McDonald, organização sem fins lucrativos que tem por missão promover a saúde e a qualidade de vida de crianças e adolescentes com câncer e seus familiares, ando muito pelo Brasil. Seja em reuniões com gestores públicos e tomadores de decisões, seja em contato com a sociedade civil que nos auxilia a mobilizar as comunidades por mudanças, liderando projetos aos quais oferecemos suporte tecnológico, planejamento para busca de soluções e aporte financeiro.
A conclusão a que chego é que existem muitos Brasis no nosso Brasil: verdade que a doença não escolhe credo, cor ou classe social para se manifestar. Mas o desfecho dela depende diretamente de cada uma dessas características.
Há cerca de 30 anos me dedico à causa do câncer infantojuvenil. Quando comecei, lá na década de 1980, lutava com meu filho contra a doença. As chances de cura giravam em torno de 35% no Brasil. Marquinhos havia sido diagnosticado com leucemia, o tipo mais comum de câncer em crianças e adolescentes. No entanto, esgotamos as possibilidades de tratamento.
Meu filho estava desenganado e, como pai, fui buscar outras alternativas de tratamento fora do Brasil depois de realizar uma campanha para conseguir os recursos. Infelizmente meu filho não resistiu, mas decidi me dedicar com o apoio de família e amigos para que outras crianças pudessem ser salvas.
Naquela época, o câncer era uma sentença de morte. Ainda hoje, mesmo com todos os avanços da medicina, ele segue como um tabu, principalmente para aqueles que são alijados do acesso à saúde e do acesso a informações. O conhecimento também ajuda a curar! Devemos enfrentar o câncer com consciência: seja dos profissionais de saúde, seja de pais e responsáveis, que podem estar atentos a sinais e sintomas para buscar rapidamente ajuda especializada.
Há muitos desafios para que o câncer em crianças e adolescentes deixe ser a principal causa de morte de jovens no país: é preciso identificar a doença, encaminhar adequadamente e nos estágios iniciais, fazer um diagnóstico preciso e garantir um tratamento adequado.
Estamos caminhando para que cada um desses passos seja alcançado nos quatro cantos do Brasil. É importante dizer que, sim, há cura. E principalmente, que cada um de nós pode ser um agente no combate à doença.
*Francisco Neves é engenheiro civil por formação. Engajou-se na causa do combate ao câncer infantojuvenil após vivenciar, em 1990, junto com sua mulher, Sônia Neves, e seu filho mais velho, Carlos Neves, a perda de Marcus, o filho caçula. Desde então, se converteu em uma das principais lideranças no Brasil no que diz respeito à causa do câncer em crianças e adolescentes. É um dos fundadores do Instituto Ronald McDonald e assumiu profissionalmente a gestão estratégica da organização, da qual é o atual Superintendente.

Obesidade e tabagismo na adolescência podem indicar risco cardiovascular no futuro CapCut_TTS_Julia_D20250216_T221000 A presença de fatores como …
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Suar faz muito bem! Hoje fui correr mais tarde, mas ainda assim, fiz meus exercícios.
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Já percebeu que muitas vezes ficamos “viciados” por alguns alimentos? E é vício mesmo, como o de uma dependência.
Uma pesquisa com 35 ítens alimentícios mostrou que os mais viciantes pela ordem são: chocolate, sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo.
E os menos?
Feijão sem molho, brócolis e pepino!
Extraído de: https://oglobo.globo.com/saude/chocolate-pizza-batata-frita-viciam-como-alcool-nicotina-15535092
CHOCOLATE, PIZZA E BATATA FRITA VICIAM COMO ÁLCOOL E NICOTINA
por Carol Knoploch
Gosta de pizza, chocolate ou batata frita? E nunca percebeu por que é tão difícil resistir a eles? Então não se sinta culpado. O consumo exagerado pode estar ligado à dependência. Isso porque pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, defendem que este tipo de alimento, altamente processado e rico em gordura e açúcar, causa efeito semelhante às drogas.
O estudo, publicado recentemente pela revista “PlosOne”, sugere que itens com doses concentradas de substâncias potencialmente aditivas, e que são rapidamente absorvidas pelo corpo, viciam mesmo. E quanto mais concentradas essas doses, mais viciante.
Segundo Ashley Gearhardt, professora-assistente de Psicologia do Food and Addiction Science and Treatment (FAST), da Universidade de Michigan, a pesquisa indica que esses alimentos podem ter efeitos no cérebro que são semelhantes aos do álcool e da nicotina. Isso porque o “sistema de recompensa no cérebro”, ativado por essas drogas, pode ser desencadeado com o consumo desse tipo de alimento.
A opinião é compartilhada por Amélio Godoy, do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione, da Universidade Federal do Rio de Janeiro:
— Tanto o cigarro como a junk food ou o chocolate ativam áreas específicas do cérebro, e o prazer é imediato. Por isso o consumidor quer mais — explicou o endocrinologista, que defende campanhas de conscientização em relação aos alimentos altamente processados em âmbito mundial. — Como já aconteceu com o tabaco, igualmente viciante.
O chocolate lidera esse ranking, seguido por sorvete, batata frita, pizza, biscoito, salgadinhos e bolo. Da lista total, com 35 itens, os 15 mais viciantes são processados.
Feijão sem molho ficou em último, atrás de brócolis, pepino, água, arroz integral, cenoura, banana e salmão, nessa ordem.
Da lista total, 18 alimentos eram altamente processados, gordurosos, com farinha branca e açúcar refinado. E os outros 17, itens naturais como banana, cenoura e nozes.
O grupo recrutou 120 estudantes universitários e pediu para que preenchessem uma versão da Yale Food Addiction Scale, uma escala que mede os “comportamentos alimentares viciantes”. Eles tiveram de escolher aquelas comidas que estavam mais associadas a comportamentos aditivos. Numa segunda etapa, on-line, os cientistas decidiram confrontar voluntários, cerca de 400 participantes. E novamente os processados venceram.
— Como a absorção é rápida, o corpo precisa jogar muita insulina no sangue para dar conta do açúcar. Depois desse pico do hormônio, quando o sangue registra a queda brusca do açúcar, a pessoa fica com vontade de comer de novo e criar aquela mesma situação — explicou Thaianna Velasco, nutricionista funcional e membro do Conselho Regional de Nutricionistas RJ/ES.
Thaianna comentou que até pessoas saudáveis, que não costumam exagerar nas frituras, podem ter momentos viciantes. E, muitas delas, desconhecem o efeito dessa “bomba”.
— A nutrição é assunto recente. A população precisa de mais informação sobre os processados. E acho fundamental que se comece uma ofensiva a indústrias e grandes marcas para que comecem a produzir alimentos mais saudáveis — declarou, ao lembrar que há vários alimentos com açúcar oculto.
Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou novas diretrizes em relação ao consumo de açúcar pela população (até 10% da ração diária, o equivalente a um quarto de xícara). E alertou justamente para a ingestão de açúcares ocultos, em pães, molhos e bebidas com gás, por exemplo.
CHOCOLATE É O QUE MAIS VICIA
O psiquiatra Arthur Kaufman, docente no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, responsável por uma pesquisa com um grupo de voluntários com compulsão por chocolate, afirmou que o vício no doce — líder da lista de Michigan — vai além do açúcar e do carboidrato refinado.
— O chocolate tem tiamina, uma das vitaminas do complexo B que é importante na produção de energia, e feniletilamina, um neuromodulador de sinapses do cérebro similar à anfetamina. Além disso, suas características sensoriais, como textura, aroma, cor, sabor e o fato de derreter na boca, além da sua composição de nutrientes (gordura e açúcar), leva ao craving (desejo) — detalhou Kaufman.
Erica Schulte, doutoranda em Psicologia Química da Universidade de Michigan, uma das coautoras da pesquisa, lembrou que o chocolate, apesar que conter várias outras substâncias que dão prazer, se encaixa no grupo dos processados que, segundo ela, “são feitos exatamente para causar essa compulsão”.
— Não temos certeza como a cafeína ou outras substâncias podem ter contribuído para o chocolate estar associado a um comportamento alimentar viciante. Mas é altamente processado, assim como outros itens que causam dependência — explicou Erica, por e-mail, ao GLOBO. — Ao mesmo tempo, os participantes desse estudo não informaram consumo viciante de itens não transformados. Na natureza, não há alimentos com níveis elevados de açúcar e gordura. Ou são ricos em gordura (o pistache, por exemplo) ou açúcar (caso das bananas). Nunca juntos. Isso ressalta que o chocolate, a batata frita e seus semelhantes podem ser transformados exatamente com esse objetivo.

Foto: Pexel, extraída de: https://revistamarieclaire.globo.com/Lifestyle/Comida/noticia/2022/07/dia-mundial-do-chocolate-5-receitas-deliciosas-de-chefs-para-comemorar.html
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