– Eita…

Puxa, todo dia um BO…

Se por um lado minha recuperação pós-cirúrgica vai bem, a plenitude tem sido uma utopia.

Meu corpo reage negativamente a vários remédios, e estou descobrindo do pior jeito.

Nada grave, apenas mais uma reação alérgica.

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Como é chata a Incontinência Urinária…

Um dos meus grandes problemas no pós-operatório da retirada da próstata, tem sido a incontinência urinária.

Tenho feito a fisioterapia peniana e tomado esse medicamento da imagem, mas… é desagradável demais. Paciência. Deve levar 6 meses, e até lá, fralda / absorvente diários.

– Dia Mundial sem Tabaco.

Diga algum benefício trazido pelo cigarro?

Achou algum?

Então, aproveite que hoje é dia mundial de luta contra o tabaco e pare de fumar.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem tiver conhecimento, informar para os créditos.

– Adolescente morre após usar vape e caso alerta para riscos invisíveis

Adolescente de 15 anos morre por uso de vape em Brasília 🫁🚫 #VapeFazMal #SaudePublica #linkezine O post Adolescente morre após usar vape e caso …

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– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Mentalidade Positiva.

E muitas vezes vemos a cabeça não ajudar e a nossa vida travar. Por isso, cuidemos da saúde mental!

Uma ilustração inocente e verdadeira:

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Corra que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Correr faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– Compulsão Digital: um novo mal da Tecnologia.

Leio numa edição de dias atrás da Revista Isto É (ed 2289, por Monique Oliveira) a respeito daqueles que são reféns de smartphones e tablets. E um número que assusta: 10% dos brasileiros são viciados digitais e não percebem. Já existe até clínica de reabilitação para viciados digitais.

Mas, repare: o que são aquelas pessoas que ficam nas mesas de restaurantes, ao invés de baterem papo, digitando? Ou aqueles jovens / adolescentes teclando suas mensagens completamente alienados do que está acontecendo ao seu redor?

E nós mesmos, acessando email ou redes sociais muitas vezes desnecessariamente?

Caramba… precisamos nos cuidar desta compulsão ou desse transtorno, chame-o do que quiser.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL

VÍTIMAS DA DEPENDÊNCIA DIGITAL

Com a explosão dos smartphones, cerca de 10% dos brasileiros já são viciados digitais. A medicina aprofunda o estudo do transtorno e anuncia o surgimento de novas opções de tratamento, como a primeira clínica de reabilitação especializada

“Eu literalmente não sabia o que fazer comigo”, disse um estudante do Reino Unido. “Fiquei me coçando como um viciado porque não podia usar o celular”, contou um americano. “Me senti morto”, desabafou um jovem da Argentina. Esses são alguns dos relatos entre os mil que foram colhidos por pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Eles queriam saber o que sentiam jovens espalhados por dez países, nos cinco continentes, depois de passarem 24 horas longe do computador, dos smartphones e tablets. As descrições, como se viu, são assombrosas. E representam exatamente como sofrem os portadores de um transtorno preocupante que tem avançado pelo mundo: o IAD (Internet Addiction Disorder), sigla em inglês para distúrbio da dependência em internet. Na verdade, o que os entrevistados manifestaram são sintomas de abstinência, no mesmo grau dos apresentados por quem é dependente de drogas ou de jogo, por exemplo, quando privado do objeto de sua compulsão.

Estima-se que 10% dos brasileiros enfrentem o problema. Esse número pode ser ainda maior dada a velocidade com que a internet chega aos lares nacionais. Segundo pesquisa da Navegg, empresa de análises de audiências online, o Brasil registrou o número recorde de 105 milhões de pessoas conectadas no primeiro trimestre deste ano. Dados da Serasa Experian mostram que o brasileiro passa mais tempo no YouTube, no Twitter e no Facebook do que os internautas do Reino Unido e dos EUA. A atividade na rede é impulsionada pela explosão dos smartphones. De acordo com a consultoria Internet Data Corporation, esses aparelhos correspondiam a 41% (5,5 milhões) dos celulares vendidos em março. Em abril, o índice pulou para 49% (5,8 milhões).

Tantas pessoas usando esses aparelhos está levando ao surgimento de um fenômeno que começa a chamar a atenção dos estudiosos. Trata-se do vício específico em celular e da nomofobia, nome dado ao mal-estar ou ansiedade apresentados por indivíduos quando não estão com seus celulares. No livro “Vivendo Esse Mundo Digital”, do psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas, do Hospital das Clínicas de São Paulo, há uma das primeiras referências ao tema. Nele, estão descritas as consequências dessa dependência. “Os usuários estão se distraindo com facilidade e têm dificuldade de controlar o tempo gasto com o aparelho”, escreveu o especialista. A obra também pontua os sintomas da dependência. O que assusta é que eles são muito parecidos com os manifestados por dependentes de drogas. Um exemplo: quando não está com seu smartphone na mão, o usuário fica irritado, ansioso (leia mais no quadro na pág.67).

No futuro, a adesão aos óculos inteligentes, à venda a partir de 2014, poderá elevar ainda mais o número de dependentes. Esses aparelhos são, na verdade, um computador colocado no campo de visão. Empresas como o Google, por meio de seu Google Glass, apostam alto nessa tecnologia.

Como todas as dependências descritas pela psiquiatria, a digital não é facilmente reconhecida. Mas, da mesma forma que as outras, pode ser diagnosticada a partir de um critério claro. Ela está instalada quando o indivíduo começa a sofrer prejuízos na sua vida pessoal, social ou profissional por causa do uso excessivo do meio digital. Na vida real, isso significa, por exemplo, brigar com o parceiro/a porque quer ficar online mesmo com a insatisfação do companheiro/a ou cair de produção no trabalho porque não se concentra na tarefa que lhe foi delegada.

A gravidade do problema está levando a uma mobilização mundial em busca de soluções. Uma das frentes – a do reconhecimento médico do transtorno – está em franca discussão. Recentemente, a dependência foi um dos temas que envolveram a publicação da nova versão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como guia para o diagnóstico das doenças mentais. Na edição final, o vício, não citado em edições anteriores, foi mencionado como um transtorno em ascensão que exige a realização de mais estudos. Muitos especialistas criticaram o manual porque acreditam já ser o distúrbio uma doença com critérios diagnósticos definidos.

Uma das vozes a defender essa posição é a psiquiatra americana Kimberley Young, reconhecida autoridade na área e responsável, agora, por dirigir uma experiência mundial inédita: a primeira rehab digital, aberta no mês passado. O centro de reabilitação fica na Pensilvânia, como um anexo do Centro Médico Regional de Bradford. O modelo é igual ao de programas de reabilitação de drogas. No local, o indivíduo passará por uma internação de dez dias. O tratamento terá como base a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é substituir hábitos nocivos por outros saudáveis, além de sessões em grupo, individuais e intervenção medicamentosa consensual, se necessária, em situações extremas. “Há uma crescente demanda para esse tipo de serviço”, disse Kimberley à ISTOÉ.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, a dependência já é tratada como questão de saúde pública. Programas desses governos foram criados na tentativa de mitigar o problema. O Ministério da Educação japonês lançou um projeto que atenderá 500 mil adolescentes. Além de psicoterapia, a iniciativa definirá áreas ao ar livre nas quais os jovens serão exortados ao convívio social por meio da prática de esportes, com uso restrito às mídias digitais. Na China, o programa é militarizado, o que desperta críticas no Ocidente. “É um tratamento militar, com total restrição à mídia”, diz Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Psicologia em Informática da PUC-SP, serviço que atende os dependentes por meio de orientações transmitidas por e-mail. Na Coreia do Sul, onde cerca de 30% dos adolescentes são viciados, os jovens passam 12 dias internados.

(CONT…)

Vício digital: você sofre desse mal? - Blog ProDoctor

Imagem extraída de: https://prodoctor.net/blog/vicio-digital-voce-sofre-desse-mal/

– Caminhe que faz bem!

E mais um treino finalizado hoje, controlando os batimentos cardíacos.

Caminhar faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– O que acontece se mulher tomar tadalafila? Alta nas buscas no Brasil expõe hype perigoso nas redes.

🚨 O que acontece se mulher tomar tadalafila? Essa foi a pergunta que disparou as buscas no Brasil. Mas médicos alertam: o hype do remédio nas redes …

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– Caminhe que faz bem!

E voltando a um treino hoje, controlando os batimentos cardíacos (mas bem leve, ainda não tenho liberação médica).

Exercitar-se faz muito bem, traz equilíbrio para o corpo, para a alma e para a mente! E meus outros motivos para correr eu explicito aqui: https://professorrafaelporcari.com/2020/06/13/bom-dia-sabado-explicando-uma-historia-sobre-animo-e-mobgrafia-em-cores-e-cliques/

– 5 dicas para treinar no frio com segurança e manter o ritmo!

Com a chegada do frio, manter a rotina de treinos pode ser desafiador, mas com os cuidados certos, é possível treinar com conforto e segurança. O …

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– Estou voltando…

Ufa! Quarenta dias depois, e enfim a minha primeira caminhada “mais forte”!

Demorou, mas ela voltou. Ainda não posso correr, mas já anima fazer exercícios físicos.

🏃🏼 #saúde

– Vitamina B12: o combustível essencial para mente ativa e corpo forte.

💊 Falta de B12 causa fadiga, lapsos de memória e formigamentos 🧠 Descubra os sintomas e previna-se! #VitaminaB12 #linkezine O post Vitamina B12: o …

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– Depressão e Pânico? Contra eles, é melhor… Medicina e Fé!

tratamento psiquiátrico (sem preconceitos bobos, né amigos?);

…convívio com os amigos;

nunca ficar sozinho;

…evitar dias chuvosos, ambientes escuros e cansaço demasiado;

…disciplinar-se com os necessários remédios;

…distrair-se, ocupando / relaxando a mente;

…conversar com Deus! Se você tem fé, vale essas duas leituras:

Filipenses 4: 4-9

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.
Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.

Eclesiástico 30: 22

Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos

O importante é: nunca deixar o desânimo tomar conta de você – ânimo é vida; desânimo é ausência dela!

Vendo o Invisível - Blog Cristão do PCamaral

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para o crédito.

– Crianças, Adultos e Ansiedade:

Texto do Jornal de Jundiaí em 07/05/2025, escrito por Márcia Pires: estamos preparados para lidar com a geração de pais e filhos ansiosos?

Um ótimo artigo, abaixo:

– Posso dizer: venci o câncer!

Passando aqui somente para AGRADECER a todos que rezaram por mim.

Trinta e cinco dias após minha cirurgia… estou melhor do que o esperado!

Em: https://youtu.be/uM1DJ6lElao?si=fBXmugKUHjz84-gB

– A importância da alimentação saudável e da atividade física.

Descubra como a alimentação saudável e os exercícios físicos podem influenciar positivamente na sua saúde e bem-estar Em um mundo cada vez mais …

Continua em: A importância da alimentação saudável e da atividade física

– Pensamento de Gladstone.

Gostei de tal pensamento e compartilho:

“O esporte é fundamental para dar vigor ao corpo, fibra ao espírito e rapidez ao raciocínio.”

William Gladstone, 4 vezes primeiro ministro inglês.

Resultado de imagem para william gladstone

 

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/

– Pré-treino com energético: impulso de energia ou armadilha para o coração?

Pré-treino com energético: impulso de energia ou armadilha para o coração? Num cenário onde desempenho é quase sinônimo de produtividade, a tentação …

Continua em: Pré-treino com energético: impulso de energia ou armadilha para o coração?

– Aos pouquinhos…

A esteira estava guardada, em stand by. Hoje fiz uma levíssima caminhada, ainda com dores (mas limitando os passos conforme as orientações médicas).

O processo de recuperação da cirurgia prostática é lento (dirigir um carro automático é mais fácil do que ficar em pé ou caminhar). Faz parte…

– Dia da Enfermagem:

Fora dos filmes e desenhos, os verdadeiros super-heróis são aqueles que salvam vidas, como fazem nossos ídolos da ficção e das fábulas. E foi nesse …

Continua no original em: DIA DA ENFERMAGEM

– 6 ervas poderosas para fortalecer sua saúde.

O uso de plantas medicinais cresce como alternativa natural para cuidar da saúde. Seis ervas se destacam por fortalecer o organismo e prevenir …

Continua em: 6 ervas poderosas para fortalecer sua saúde

– A preocupação com o suicídio dos jovens.

Para muitos, tal importante tema ainda é uma bobagem. Nada disso, que se leve muito a sério: cresce demais os casos casos de suicídios entre jovens e adolescentes.

Por quê acontece, como detectar e o que fazer para evitar?

Abaixo, extraído de: Isto é, ed 2523, pg 44-46

UMA PRESSÃO MAIOR QUE A VIDA

Casos de suicídios em escolas de São Paulo disparam um alerta na sociedade quanto à opressão em que vivem os adolescentes hoje, mostram a vulnerabilidade em relação ao sofrimento psicológico e impulsionam ações de conscientização para a prevenção desse mal que aflige o mundo todo

A infelicidade extrema, a falta de esperança e a frustração com as vicissitudes inerentes à vida têm produzido um quadro alarmante na última década no Brasil: em média, 11 mil pessoas se matam por ano, um a cada 48 minutos, 30 por dia. Jovens com imensurável potencial para se destacar em inúmeras atividades estão decidindo por fim à própria vida bruscamente por não saber lidar com as opressões do mundo atual. Em vez de acalentar projetos, muitos interrompem seus sonhos com frequência inaceitável. Na semana passada, o tema ganhou visibilidade novamente no tradicional Colégio Bandeirantes, na zona Sul de São Paulo. A escola, cuja qualidade do ensino a coloca entre as mais conceituadas da Capital, comunicou a ocorrência de dois suicídios entre seus alunos, um de 16 e outro de 17 anos, em um intervalo de dez dias. No mesmo período houve um terceiro caso no Colégio Agostiniano São José, na zona Leste da cidade. A notícia causou comoção nas redes sociais e, ao mesmo tempo, abriu um debate franco – e oportuno – sobre o assunto.

De forma quase silenciosa, o suicídio é, hoje, a quarta maior causa de mortes entre pessoas de 15 a 29 anos no País. É a terceira entre homens. Embora com uma ligeira queda em 2016, as ocorrências vêm apresentando uma incômoda tendência de alta nesta década. Mundialmente, o suicídio é a segunda maior causa de morte na mesma faixa etária. Uma das principais causas dessa onda nefasta é a epidemia de depressão e de outras doenças psiquiátricas que assola a sociedade e afeta uma grande população jovem. Os que se matam sofrem, em geral, com alguma dessas doenças e enfrentam grande solidão e tristeza. “É bastante difícil para todos nós lidar com essa situação. É como um tsunami”, afirma a coordenadora do Bandeirantes, Estela Zanini. “Essas duas tragédias afetaram muito a escola, geraram grande ansiedade entre professores, pais e alunos e nos levaram a intensificar várias ações preventivas e de apoio”.

SENTIMENTOS OCULTOS

Nenhum dos dois estudantes era alvo de bullying, um dos fatores que costumam desencadear processos suicidas. Os dois tinham amigos, seus pais eram presentes e ambos tiravam notas altas, acima da média. Não foram influenciados por jogos ou séries de TV ou um pelo outro, segundo a escola. Os dois não se conheciam. Eram de turmas diferentes: um do segundo ano do ensino médio e outro do terceiro. O colégio tem 2750 alunos. De acordo com Estela, os dois conseguiam enfrentar o altíssimo nível de exigência e de competitividade do Bandeirantes com relativa facilidade. Estavam, porém, enfrentando dificuldades pessoais e pressões sociais que mesmo as pessoas mais próximas desconheciam. O primeiro, S.C.R. que cometeu um ato mais planejado, sofria com sintomas de uma depressão e recebia acompanhamento médico. Suicidou-se um dia antes da semana de provas. Não deixou nenhum bilhete nem qualquer pistas sobre o que foi o estopim da decisão de se matar. Desolado, seu pai o descreveu com ternura no Facebook: “Amado, doce, sensível, inteligente, aplicado, exigente, articulado, carinhoso, protetor, amigo, fiel, engajado, questionador e com um olhar para as questões do nosso mundo que não tenho palavras para explicar.” O segundo, que tinha um irmão gêmeo, foi mais impulsivo e não dava sinais preocupantes de que poderia se matar. Tudo aconteceu de repente, depois de uma festa, na madrugada de sábado para domingo, 22. O deflagrador do suicídio foi uma desilusão amorosa, depois de ter visto a namorada com outro garoto. Ele chegou em casa e, sem dar nenhuma pista do que faria a seguir, saltou do oitavo andar. Diferentemente do primeiro caso, os pais não se manifestaram publicamente.

A direção da escola tomou a decisão sensata de abordar o assunto de forma direta e está acolhendo seus alunos mais vulneráveis psicologicamente, além de ter planejado diversas ações preventivas depois que os casos aconteceram. Professores e funcionários receberam treinamento e foram estabelecidos espaços de diálogo para todas as turmas. Para as classes de terceiro ano do ensino médio, as aulas foram suspensas no dia 23 e no dia 24 foram organizados encontros para conversa e reflexão, além de ações de acolhimento. A escola diz que está preparada para ajudar os alunos no enfrentamento do luto. Com 74 anos de existência, o Bandeirantes tinha registrado, até então, dois casos de suicídio, um há 15 anos e outro há 30 anos.

“A gente está recolhendo os escombros, a escola está realmente afetada e nosso trabalho de acolhimento agora é como um atendimento de emergência”, explica a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, responsável pelo programa de prevenção pós-suicídio no Bandeirantes. A escola tinha chamado Karina para lidar com o luto do primeiro aluno, morto no dia 10 de abril, e quando ia implantar seu programa aconteceu o segundo caso. Houve um grande número de pais pedindo mais informações. “O suicídio é um ato de comunicação. O mais importante é não negar o fato, a negação do sofrimento é a causa maior de perturbação”, diz Karina. “O que provoca mais problemas são as elucubrações e as coisas que são faladas.

A dura realidade é que as pessoas ficam sem chão. Como a escola vai lidar com a ausência desses alunos que de uma hora para outra se tornaram muito presentes? Toda a escola, a direção, os professores, os alunos têm tentado digerir o que é muito indigesto.” Segundo ela, muitas escolas enfrentam o problema com seus alunos, mas evitam qualquer divulgação. Desde que começou a trabalhar com o Bandeirantes, ela já foi procurada por oito escolas interessadas em seus serviços – em palestras de esclarecimento para pais e em treinamento de grupos de apoio. Uma das recomendações da OMS é não divulgar detalhes sobre os métodos de realização do suicídio para não influenciar pessoas mais vulneráveis.

Quem teve a dolorosa experiência de perder uma filha dessa forma foi a dona de casa Terezinha Máximo, de 45 anos. Sua caçula Marina se suicidou em março do ano passado, aos 19 anos. A jovem, que estudava filosofia na Universidade Federal do ABC, estava em tratamento contra depressão, mas mesmo com esse apoio psicológico e com a ajuda da família e dos amigos sucumbiu ao sofrimento. “A gente fica com uma série de perguntas, uma série de porquês e fica pensando no que pode ter feito de errado”, afirma Terezinha. Marina era uma menina alegre que passou por uma intensa mudança de humor a partir dos 17 anos. “No começo achávamos que fosse TPM, problemas de adolescente que ficariam para trás, mas a situação se agravou”, lembra Terezinha. A garota passou a fazer tratamento psiquiátrico e a tomar medicação, mas isso não impediu que ela passasse a se automutilar, um sinal de alerta em muitos processos suicidas (leia quadro). Em certo momento, começou a dizer que não queria continuar daquela forma. “A pior parte de tudo isso é reaprender a viver sem a pessoa”, afirma Terezinha. Ela e o marido Joseval, que têm outro filho de 27 anos, montaram um blog e coordenam hoje um grupo de apoio para ajudar pessoas a se recuperar do luto do suicídio. “Se eu tivesse a chance de voltar no tempo para valorizar mais os sinais que ela estava dando — não era só o problema da idade, mas um sofrimento real, eu voltaria”.

Sensação parecida é a do oficial de Justiça aposentado Ivo Oliveira Faria, de 59 anos. Sua filha Ariele, de 18 anos, se suicidou em março de 2014. “Naquele dia, a gente almoçou normalmente num restaurante e a única coisa que ela fez de diferente foi pedir um suco de manga em vez de laranja”, lembra. “Ela não dava nenhum sinal de que pretendia tirar a própria vida, estava normal, tinha terminado o ensino médio e estava prestando vestibular para Direito”. Ariele era uma menina calada, mas muito afetuosa e maternal. Demonstrava grande voracidade de leitura e na escola tinha desempenho mediano.

Três meses antes de se suicidar ela comunicou o pai de que pararia de frequentar a Igreja Gnóstica Cristã, o que fazia desde a infância com a família. “Disse para ela que não haveria problema, que eu lhe daria todo o apoio”, afirma Faria. Antes do último ato, Ariele deixou um bilhete em que dizia que não aguentava mais, que sua decisão não tinha culpas e que gente morta não decepciona ninguém. “Entrei em parafuso depois da sua morte. Me falaram de um grupo de apoio aos sobreviventes do suicídio, o Vita Alere, e fui numa primeira reunião ainda em 2014”, diz. “Frequento o grupo desde então para lidar com meu luto.” Criar um grupo para lidar com o luto foi o que fez o geógrafo cearense Tadeu Dote Sá, que perdeu a filha Bia, de 13 anos, em 2008. Tadeu criou o Instituto Bia Dote de Amor e Paz, onde são promovidas reuniões, palestras, rodas de conversas e muitas outras ações que ajudam na prevenção do suicídio. “Investimos no instituto como se fosse uma faculdade ou um carro que a gente daria para a Bia”, diz Tadeu.

A decisão de se matar sofre influências biológicas, psicológicas, sociais e culturais. A adolescência é um período de especial vulnerabilidade porque envolve mudanças hormonais, definições de personalidade, cobranças de desempenho, obrigando meninos e meninas a enfrentar um mundo em transformação. “O jovem está mais doente psiquicamente de um modo geral”, diz a psicóloga Karin Scavacini, que está à frente do Instituto Vita Alere de prevenção e reação pós-suicídio. “Há uma dificuldade de aceitar a experiência da solidão e do sofrimento, baixa tolerância à frustração e uma obrigação de parecer de bem com a vida.” A ansiedade em relação ao desenvolvimento escolar e profissional tem afetado mais as novas gerações, sobretudo a partir do ensino médio e durante a universidade. No ano passado, houve pelo menos seis tentativas de suicídio entre alunos do quarto ano da Faculdade de Medicina da USP. “Em 90% dos casos de suicídio, a pessoa tinha uma doença psiquiátrica que pode ou não ter sido diagnosticada antes da morte”, afirma o psiquiatra Celso Lopes de Souza. “A coisa é mais complexa do que achar culpados únicos, causas únicas.” Para o psiquiatra, na maioria dos casos, a pessoa que se mata não quer morrer. Ela apenas quer renascer de uma situação difícil que está vivendo e que acha que nunca vai acabar. O psicólogo americano Edwin Shneidman, considerado o pai da suicidologia moderna, diz que o suicídio é um ato definitivo para um problema que tende a ser temporário.

De acordo com a psicanalista Débora Damasceno, diretora da Escola de Psicanálise de São Paulo, os suicidas têm algo em comum: falta de perspectiva para o futuro. “O que os adultos precisam fazer é responsabilizar o jovem pela própria saúde mental. Isso acaba com a pressão de que ele não pode falar. Mas o adulto tem que estar disposto a ouvir”, afirma. Segundo ela, os adultos têm uma conduta protecionista com os jovens, o que faz com que a autonomia deles seja tirada. “A pergunta que o jovem tem que fazer é: ‘Eu estou conseguindo lidar com os meus sentimentos’? O impulso do suicídio não é do nada, é algo que vem acontecendo gradativamente”, explica. Débora também afirma que quando o adolescente não quer falar sobre suas questões é preciso observar sinais. “Se eles são bem comportados demais, não têm um comportamento de questionar a própria realidade e não pensam no futuro, essa não é uma conduta comum de um adolescente”, diz.

Uma das consequências mais dramáticas dos suicídios é o desconsolo e a desolação daqueles que ficam, principalmente os mais próximos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que um suicídio afeta diretamente entre seis e dez pessoas. Algumas são contagiadas a ponto de também cometerem um ato final. Os sentimentos de quem conviveu intimamente com o suicida envolve culpa (“eu poderia ter feito alguma coisa”), vergonha (a ideia de que suicídio é um fracasso, uma covardia, e não se deve falar do assunto), impotência (por não ter conseguido fazer nada para evitá-lo) e falta de conhecimento (as profundas razões que levam alguém a se matar são um mistério). Acima de tudo, há uma grande dificuldade de respeitar o sentido da vida do outro e aceitar sua decisão.

A IMPORTÂNCIA EM FALAR

Um dos trabalhos mais consistentes de prevenção ao suicídio no Brasil é realizado pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962, que, nos últimos anos, tem aberto novos canais gratuitos de comunicação e ampliado sua capacidade de atendimento para todas as classes sociais, o que tem causado um grande aumento da demanda por seus serviços. Em 2017, o número de chamadas para o CVV duplicou, saltando de um milhão, em 2016, para dois milhões. Dois eventos no ano passado — a série do Netflix “13 Reasons Why” e o jogo Baleia Azul —, justificam parte desse aumento, diz o porta-voz do CVV, Carlos Correia. Durante a exibição da série, as escolas entraram em pânico e se falou muito em bullying e suicídio. Mais adolescentes e jovens entraram em contato. “Os relatos que recebemos demonstram uma solidão muito grande e muita dificuldade da pessoa compartilhar o que está sentindo”, afirma Correia. “Além de não julgarmos as pessoas pelo sofrimento, damos a oportunidade para ela fazer uma reflexão sobre a própria vida em um ambiente receptivo e amistoso”. Citando projeções da OMS, Correia diz que 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados com um esforço de prevenção adequado. A meta do Ministério da Saúde é diminuir em 10% os casos de suicídio no Brasil até 2020 — objetivo alinhado com o da Organização Mundial de Saúde. Ainda que a redução seja alcançada, o número permanecerá alto. Mudar esse quadro definitivamente depende de uma atenção maior às situações que fragilizam os jovens e tornam o sentimento de opressão maior que a vontade de viver.

Servidores UFSC – Blumenau

Imagem extraída de: https://servidores.blumenau.ufsc.br/2019/09/20/setembro-amarelo-prevencao-ao-suicidio/

– O que acontece se mulher tomar tadalafila? Alta nas buscas no Brasil expõe hype perigoso nas redes.

🚨 O que acontece se mulher tomar tadalafila? Essa foi a pergunta que disparou as buscas no Brasil. Mas médicos alertam: o hype do remédio nas redes …

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– Meu primeiro exercício, depois de tanto tempo.

Minha primeira caminhada pós-cirúrgica! Leve (muiiiito leve), mas possível.

Aos poucos vou melhorando (sem forçar).

– Ultraprocessados e mortes evitáveis: estudo internacional acende alerta global.

Estudo internacional com dados do Brasil revela que o consumo de ultraprocessados está ligado ao aumento de mortes prematuras. A cada 10% a mais …

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– Obrigado pela torcida!

Agradeço de coração a todos aqueles que torceram (e estão torcendo) pela minha plena recuperação pós-cirurgia de retirada de um Câncer de Próstata.

Hoje faz 10 dias, estou ótimo, apesar das limitações. E vamos melhorando!

Em: https://youtu.be/G45PXaTdV5M?si=GnmUjyYRxxmPW2U5

– Ansiedade ou Infarto? Aprenda a reconhecer os sintomas e causas e proteja sua saúde!

Aceleramento do coração pode gerar dúvida entre ansiedade e infarto, mas conhecer suas diferenças é essencial para agir com segurança em momentos …

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– A vida é feita de pequenas vitórias.

Na minha atual luta pós-retirada de um câncer na próstata, algumas pequenas e significativas conquistas estão fazendo a diferença e impulsionando para que eu seja mais batalhador!

Hoje, tirarei a sonda. Em breve, voltarei a andar um pouquinho mais.

Conto aqui: https://youtu.be/FF9mEKrOWGw?si=O6NrsVu2nfuRXcUm

– Suplementos de Farmácia? Troque-os pelas frutas!

Troque os suplementos por frutas! Entenda:

Eu sei que em muitos lugares, as boas frutas custam caro (o que é contraditório em um país de dimensão continental como o nosso, com vasta extensão para o plantio). Mas me assusto também ao ver os valores de algumas vitaminas nas farmácias. Como o preço é alto!

Muitas vezes, as pessoas compram remédios / vitaminas / suplementos, ao invés de consumi-los direto da natureza. Por exemplo: troque a Vitamina C da drogaria por maçã ou laranja. Fibras? Coma melancia. Potássio? Eleja a banana nanica. E por aí vai…

Particularmente, gosto demais de frutas: pelo sabor e pela energia (se bem que até eu preciso abandonar algumas coisas laboratoriais).

Enfim: coma frutas, pois elas sempre fazem bem e não têm contraindicação.

– Homens com Depressão Pós-Parto? Sim, existem!

Uma pesquisa da Universidade de Auckland mostra: muitos homens sofrem de depressão pós-parto e podem transmitir isso para as suas crianças.

Vale a leitura,

Extraído: http://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2017/02/15/certos-homens-tambem-sofrem-de-depressao-pre-natal-ou-pos-parto/

CERTOS HOMENS TAMBÉM SOFREM DE DEPRESSÃO PRÉ-NATAL OU PÓS-PARTO

Homens estressados ou com a saúde debilitada podem ficar deprimidos quando as parceiras ficam grávidas, e os sintomas também podem surgir depois do nascimento do filho. É o que mostra um estudo feito na Nova Zelândia, e publicado no periódico Jama Psychiatry.

Hoje, sabe-se que alguns homens também podem ser vítimas da depressão pré-natal ou pós-parto, condições já bem estudadas nas mulheres. O objetivo do trabalho atual foi identificar os principais fatores de risco para a depressão paterna.

Pesquisadores da Universidade de Auckland analisaram os sintomas de 3.523 homens na faixa dos 33 anos, que foram entrevistados quando suas parceiras estavam no terceiro trimestre de gravidez e nove meses após a chegada do filho.

Os resultados mostraram que 2,3% dos participantes, ou seja, 82 homens, apresentaram sintomas fortes de depressão durante a gravidez das parceiras, e 4,3% (153) relataram os sintomas depois do nascimento da criança.

Os pesquisadores notaram que o problema foi mais frequente nos homens mais estressados e com saúde mais frágil, de um modo geral. No caso da depressão após o nascimento, os sintomas também foram mais presentes nos pais que estavam desempregados, separados da mãe da criança e que já tinham histórico do transtorno.

Os autores observam que o pai exerce uma influência vital para o desenvolvimento da criança, por isso a depressão também pode ter efeitos diretos ou indiretos nos filhos. Reconhecer os sintomas e buscar ajuda o quanto antes pode evitar que isso aconteça.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.