– A Enfermeira, o Animal e a Rede Social

Ontem, uma verdadeira febre nas Redes Sociais, principalmente no Facebook: uma enfermeira que agrediu um cachorro e toda a repercussão (para quem não viu, em: http://is.gd/NpaDPq)

Protestos de todas as partes, fotos com dados pessoais da moça, montagem de cães sobre uma possível vingança, e tudo mais ocorreram no mundo virtual. Não estarei defendendo a agressora, mas…

Há coisas curiosas no Brasil. Se rouba descaradamente no Congresso Nacional, se faz lobby de tanta empreiteira para ganhar dinheiro em leis escusas, permite-se tanto abono de crianças nas ruas, faz-se tanta vista grossa para a mendicância e outras particularidades, e não se tem o mesmo auê!

Repito: não estou defendendo a agressora, mas…

Quer coisa mais indigna do que uma mulher se sujeitar à prostituição para sobreviver? Ou do que um pai de família ter que roubar pão para sustento de sua casa?

Terceira repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que dizer dos doentes que morrem em hospitais públicos, aguardando no canto ou nos corredores, sem assistência médica? Ou de cidadãos trancafiados em suas casas, vítima da violência social?

Nada, nada disso é levado em conta.

Última repetição: não estou defendendo a agressora, mas…

O que quero dizer é o seguinte: há tanta coisa mais importante para se mobilizar… Fóruns, grupos e manifestações foram montados para protestar contra a covarde agressão ao animalzinho. Concordo com tudo o que tem se dito, realmente foi uma covardia, um ato violento e condenável. Mas, amigos, cá entre nós: alguém faz ou tem feito a mesma movimentação por causas mais nobres?

Infelizmente, não.

É evidente que os defensores dos direitos dos animais reclamarão. Claro, estão corretos. As pessoas escolhem bandeiras para defender. Alguém tem que fazer isso! Mas fico indignado que enquanto somos assaltados pelos altos impostos, ou pessoas morrem por desatenção das autoridades médicas, ou ainda quando a dignidade humana é ferida descaradamente, pensamos num cachorro com a volúpia que pensamos…

Não irei repetir a frase dita e repetida acima por mais uma vez, entretanto… não estou defendendo a agressora, mas… lutar pelos direitos e dignidade humana é mais importante do que dos animais.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Encontro Regional sobre Juventude, Ecologia e Saúde da Diocese de Jundiaí

Por Reinaldo Oliveira

No dia 17 de dezembro acontece, das 9h às 17h, um Encontro Regional de Juventude,  Ecologia e Saúde na cidade de Pirapora do Bom Jesus. Será uma jornada de reflexão para a Pastoral da Ecologia, que teve a primeira reunião na diocese de Jundiaí com os ambientalistas e entidades voltadas para a defesa do meio ambiente no dia 22 de junho. Após esta reunião, outras aconteceram nas cidades de Cabreuva, Jundiaí, Campo Limpo Paulista e Louveira, chegando ao momento atual e que serve como conclusão das ações desenvolvidas pela Pastoral em 2011. Tem o apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, prefeitura municipal de Pirapora do Bom Jesus, da diretoria de Meio Ambiente de Cajamar, Santuário Diocesano, ONG Novas Trilhas, CNBB Sul 1, Campanha da Fraternidade e Diocese de Jundiaí. Aberto a participação de todos, de modo especial participam jovens de Cajamar, Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cabreuva, Salto e Itu, cidades que sofrem impactos com a poluição do rio Tietê. Igualmente outros problemas como a especulação imobiliária no entorno da Serra do Japi – em Jundiaí, dos distritos industriais de Itupeva e Louveira – que geram impactos ambientais na região, alteração de leis municipais sobre meio ambiente, serão apreciados durante o evento. Por conta de reflexos ambientais na região, no dia 26 de novembro a Pastoral Fé e Política realizou um encontro voltado para a organização de uma Assembléia Popular da Serra do Japi, que será desenvolvida durante o ano de 2012. A animação do encontro será feita pelas Pastorais Fé e Política, da Juventude, da Ecologia da cidade de Salto e da Campanha da Fraternidade 2011/2012 cujos temas são Vida no Planeta e Saúde Pública. Durante todo o dia haverá uma programação intensa com reflexões sobre ações da Pastoral da Ecologia, seguido de palestra sobre Ecocidadania – ministrada pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, apresentações culturais, participação no Comitê Rio + 20, comissão do Encontro Paulista de Juventude e Meio Ambiente. Também consta da programação a produção de material para uma caminhada pelas ruas da cidade chamando a atenção para as questões ambientais e também algumas ações sociais em benefício das comunidades locais. O evento acontece no Seminário, prédio histórico situado acima do Santuário de Pirapora do Bom Jesus.  (Outras informações com Paulo Dutra através do 7105.1713)  

– Eco-empreendedor de Sucesso

No último final de ano, a Revista Veja publicou um suplemento especial sobre SUSTENTABILIDADE. E me chamou a atenção à história de sucesso de um “empreendedor-verde” de sucesso, o vietnamita foragido de guerra e radicado numa favela brasileira, Thái Quang Nghiã.

Sabem quem é ele? Fundador da fabricante de sandálias Goóc!

Olha que história bacana (pg 40, 22/12/2010)

DE NÁUFRAGO A MILIONÁRIO DA RECICLAGEM

Quando o vietnamita Thái Quang Nghiã chegou ao Brasil, em fevereiro de 1979, não entendia nem falava uma única palavra em português. Meses antes, ele fora resgatado em alto-mar no Sudeste Asiático por um navio da Petrobras. Thái decidiu fugir de sua terra natal para escapar da perseguição do governo comunista. “Falei mal do regime e fui parar no campo de concentração”, diz. Com o exílio concedido pelo Brasil, o vietnamita abrigou-se em uma favela no Rio de Janeiro. Ele partiu logo depois para São Paulo, onde viveu de pequenos bicos em várias empresas. Sua vida mudou quando recebeu algumas máquinas de costura como garantia de um empréstimo que não fora pago por uma colega de trabalho. Thái passou a fabricar bolsas. O negócio cresceu de tal forma que ele teve a ideia de produzir calçados a partir de pneus, semelhantes aos que eram usados pelos combatentes na Guerra do Vietnã. Thái fundou a Goóc, que produz 300 milhões de pares de sandália por ano usando 800000 quilos de pneus velhos, principalmente de caminhões. Em 2009, o faturamento da companhia foi de 30 milhões de reais.

– Cuidados de um Posto de Combustíveis: evento CEREST / VISAT

Estive nesta manhã num evento promovido pelo Centro Regional em Saúde do Trabalhador (CEREST – Jundiaí, uma subdivisão do SUS para os municípios de Jundiaí, Várzea Paulista, Itatiba, Campo Limpo Paulista, Cabreúva, Louveira, Itupeva, Jarinú e Morungaba), em parceria com a Vigilância Sanitária do Trabalhador, sobre “Boas Práticas de Revenda de Combustíveis a Varejo”

Muito se falou no encontro sobre cuidados com a saúde do trabalhador, além de práticas ideais dos consumidores e proprietários dos Postos de Combustíveis. A grande preocupação se fez quanto a contaminação do Benzeno por parte dos frentistas e clientes, já que a gasolina contém 1% de sua formulação com tal elemento químico (1,5% para gasolina premium) e o mesmo é cancerígeno.

Segundo a pesquisadora Maria de Fátima Barrozo da Costa, da FIOCRUZ, as emissões de Benzeno correspondem, no Brasil, em 1% originadas pelo cigarro, contra 83% de motores a gasolina!

A grande preocupação se deve ao seguinte dado: a exposição a 1 ppm de benzeno durante 40 anos (uma porção por milhão), 13 pessoas a cada 1.000 desenvolveriam leucemia.

Outras preocupações debatidas: os clientes que praticam a poluição sonora, onde o excesso de ruído prejudica a saúde do frentista. Ou ainda, o uso de celular próximo aos locais que contém combustíveis.

Falou-se também sobre o “Projeto Posto de Revenda de Combustível e Revenda a Varejo (PRCV)”, sobre práticas e metas para a redução de emissores poluentes químicos.

Ainda, tivemos a palestra com o Dr Raimundo Simão de Melo, procurador regional do trabalho, sobre Responsabilidade Civil e Criminal na promoção e prevenção à saúde dos trabalhadores.

Por fim, houve a apresentação do “Projeto de Saúde do Trabalhador de PRCV de Jundiaí”, por parte do engenheiro Celso Augusto de Souza.

Ótima iniciativa. Espera-se, evidentemente, que todos cumpram as recomendações de prevenção à saúde discutidas nessa manhã.

Abaixo, dicas de Cuidados para Consumidores, Frentistas, e Donos de Postos de Combustível.

CUIDADOS DOS CONSUMIDORES

– Não fume, nem use celular na área do posto;

– cuidado ao acessar a área do posto, diminua a velocidade de seu veículo;

– não permaneça na área do posto sem necessidade, pois a área oferece risco de explosão e contaminação;

– evite participar de aglomerações na área do posto.

CUIDADOS DOS FRENTISTAS

– Evite sujar suas mãos de gasolina, óleo diesel e outros derivados de petróleo;

– mude de roupa imediatamente se sujá-la com qualquer tipo de combustível ou inflamável e outros derivados de petróleo.

– não cheire gasolina, álcool ou outro produto do petróleo;

– não aproxime o rosto do tanque do veículo ao abastecê-lo para evitar respirar os vapores do combustível;

– não use flanela, estopas ou paninho para se limpar;

– se tiver que lavar a roupa de trabalho em casa, não as misture com as demais roupas, lave-as separadamente;

– jamais retire combustível de um tanque ou outro recipiente aspirando o líquido com a boca. Use bomba de sucção adequada.

CUIDADOS DOS PROPRIETÁRIOS

– Crie barreiras para reduzir a velocidade dos veículos ao adentrar na área do posto, para evitar atropelamentos;

– faça manutenção nos tanques, mangueiras e bicos, corrigindo possíveis vazamentos;

– evite aglomeração de pessoas na área de abastecimento de veículos, principalmente se possuir loja de conveniência;

– não permita que terceiros liguem o som alto em seu estabelecimento, pois isto prejudica o seu funcionário.

– Pão-De-Açúcar: Ótimo Exemplo Social; Péssimo Atendimento

O que acha disso: bolsas de estudo desde os cursos técnicos até a pós-graduação. Idem aos filhos de funcionários!

Fantástico, né?

O Pão-de-Açúcar afirma que fará isso reduzindo os custos da empresa. Tomara.

Confesso uma grande admiração pela empresa por suas ações empreendedoras e inovadoras. Mas detesto ir às suas lojas. Extra, Comprebem, Pão-de-Açúcar… sempre sofro (sofria, pois não vou mais) nesses super/hipermercados!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270121-16363,00-O+BOLSA+FAMILIA+DO+PAO+DE+ACUCAR.html

O BOLSA FAMÍLIA DO PÃO DE AÇÚCAR

Por Roberto Viturino

Contratar e reter mão de obra para as funções mais básicas têm sido um problema para os varejistas. No Pão de Açúcar, a rotatividade em funções como caixa de supermercado e empacotador chegou a ultrapassar 40% nos últimos anos – fruto, principalmente, do aquecimento econômico, que gerou mais postos de trabalho no país. Para reduzir o alto turnover (sobretudo de mulheres), o presidente da empresa, Enéas Pestana, bolou um plano que prevê a distribuição de um pacote de benefícios. “Nosso objetivo é diminuir a rotatividade para 20% em 2012”, diz. O programa começou com a distribuição de um cartão contendo R$ 100 de crédito mensal para as funcionárias que têm filhos de até 5 anos. Elas podem usá-lo para comprar alimentos, produtos de higiene ou vestuário infantil nas lojas do grupo varejista. “Livramos parte do salário, que as mães podem empregar em outras coisas, como o pagamento de uma creche”, diz o executivo. Em seis meses, quase 15 mil mulheres receberam o benefício.

Em novembro, a empresa passará a dar bolsas de estudo aos funcionários (homens e mulheres). A escolha será livre – serão cobertos desde cursos de idiomas e técnicos até graduação e pós-graduação. “O principal alvo são as pessoas da base da pirâmide”, diz Pestana. O próximo afago, ele diz, serão bolsas aos filhos dos funcionários. Os benefícios irão custar R$ 30 milhões no próximo ano. Como não havia recursos previstos para isso, Pestana teve de usar a criatividade. “Convenci os acionistas a liberarem parte das economias oriundas da redução de desperdícios nas lojas.”

– Os Dois Lados de um Recall…

Uma velha mas atual discussão: Recall de Veículos.

Cada vez mais, temos empresas convocando seus proprietários a fim de corrigir problemas nos seus carros.

Existem duas correntes/hipóteses:

1- A indústria automobilística estaria produzindo com mais erros, fruto da necessidade se vender mais a custos menores?

Talvez. Mas leve em conta a quantidade de novas marcas e de carros fabricados.

2 – A indústria está cada vez mais preocupada em manter a boa qualidade, que ao mínino defeito, se prontifica a fazer os reparos?

Talvez também. Provavelmente, antes, inúmeros defeitos eram deixados de lado. Com a tecnologia de hoje, provavelmente em outros tempos inúmero chamados para recalls aconteceriam, já que erros não eram perceptíveis.

E você, o que pensa sobre os recalls de veículos? Deixe seu comentário:

– ONGs Sérias Sofrem devido a Corrupção de Outras Tantas

As Organizações Não-Governamentais sérias, formadas por gente de bem e que querem mudar (e mudam) o país para melhor, sofrem com as demais que são somente criadas a fim de golpes no dinheiro público. E, infelizmente, se com todo o esforço a verba é curta, imagine sem o apoio de voluntários e verbas governamentais.

Observamos o escândalo do Ministério dos Esportes, onde diversas ONGs de fachada recebiam grana para lavar dinheiro. Como precaução, o novo Ministro Aldo Rebelo cortou a verba de todas. E as de bem sofreram com isso.

Não bastasse, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou que;

Hoje se cria ONG com o fim de se obter dinheiro para a corrupção”.

Também é uma verdade, mas não a regra. Fico imaginando como algumas entidades sérias estão sofrendo pelo termo pejorativo que a sigla ONG ganhou.

É necessário separar o joio do trigo. O problema não são as ONGs, mas as pessoas que estão por trás dos golpistas que criam instituições para se passarem por ONGs.

– Gastar com o Dinheiro Alheio não tem Problema?

Nesta semana, a Revista Veja, na Coluna Radar (Lauro Jardim) publicou que José Sarney contratou uma consultoria para melhorar sua imagem. Até aí tudo bem. O problema é que ela foi paga pelo Senado!

E fica assim? O dinheiro público gasto por interesses pessoais, sem nenhuma cerimônia?

Ninguém se manifesta?

– Chevron e o Vazamento, o Governo e a Multa

Quer dizer que a Chevron, petroleira que bobeou e causou vazamento de óleo no mar em limites brasileiros, foi multada em R$ 50 milhões? Lá nos EUA, a multa começa com BILHÕES.

Segundo informação da Rádio Bandeirantes, R$ 50 mi correspondem a 55 segundos de faturamento mundial da Chevron.

Eles devem estar preocupados com a multa, não?

– Marcas São Extremamente Comerciais e sem Humanidade?

No Brasil, os clientes estão cada vez mais exigentes e reclamam da falta de humanização na lembrança das marcas.

Pesquisa revela que 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Caixa Econômica Federal, Havaianas e Apple em destaque pelos consumidores brasileiros!

Extraído de Portal Exame (citação em: http://is.gd/fsfYpt)

MARCAS PRECISAM SER MAIS HUMANAS, MAS NÃO SABEM COMO

Por Silvia de Sá com Reportagem de Bruno Mello

Pesquisa indica que 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes. O que está faltando?

 Rio de Janeiro – Sair do racional e entrar na direção emocional para ter envolvimento. É isso o que os consumidores esperam das marcas.

Pode parecer que ideias como essa não são mais tendência e sim um lugar comum na estratégia de marketing das empresas. Conceitos que falam de transparência no relacionamento entre marcas e consumitores já estão tão batidos no discurso do mercado, que podem parecer notícia velha.

Mas a verdade é que poucas companhias brasileiras entenderam a importância de observar o consumidor com novos olhos, diante de todas as mudanças que vêm sendo desenhadas nos últimos anos.

Por isso, se algo ainda não foi bem absorvido e executado por grande parte das empresas, podemos, sim, chamar de tendência. É o que diz Paulo Roberto Al Assal, diretor-geral da Voltage, empresa especializada em human insights.

Em entrevista, Assal cita o que ainda precisa ser bem executado no Brasil em termos de branding e marketing e traz o foco para as transformações no comportamento das pessoas.

Muito mais do que entender o consumidor, a Voltage busca compreender os indivíduos enquanto seres humanos. A partir deste conhecimento, a empresa contribui para projetos de novos produtos e conceitos, embalagens, comunicação e planejamento. Entre os clientes da agência estão macas como Unilever, Nivea, Leroy Merlin, Carrefour e Philips.

As transformações na era da informação

O acesso a muitas informações fez do consumidor mais exigente e deu a ele um poder que não é apenas um discurso, mas algo real.

As empresas precisam entender a importância do investimento em branding para humanizar as marcas e torná-las autênticas.

Casos recentes como o da Brastemp mostram que as companhias reconhecem as mudanças no mercado e no comportamento do consumidor, mas ainda não sabem agir de acordo com elas.

“Falamos de internet, mas não sabemos lidar com ela. Acho que houve um barulho excessivo no caso da Brastemp, que é uma marca de ótima reputação. Antes de se desesperar, a empresa deve ver se isso realmente chegou à massa e aos influenciadores e se manchou a reputação. Hoje as pessoas realmente acham que a Brastemp é uma marca ruim por causa da reclamação de um cliente, sendo que ela tem uma reputação de anos e anos? Obviamente, se fosse outra marca com uma imagem negativa, eu não estaria falando a mesma coisa”, ressalta Assal.

As transformações na dinâmica do mercado acabam forçando as marcas a irem além do que estavam acostumadas a fazer.

De acordo com a pesquisa Brand ID, conduzida pela Voltage, em parceria com a Bridge Research, e inspirada no estudo britânico Brand Personality, do The Future Laboratory, 45% dos entrevistados esperam que as marcas sejam amigas. Já 62% acreditam que falta honestidade por parte delas e 53% dos brasileiros não vêem nas marcas valores humanos que consideram importantes.

Transparência e presença

Essa percepção é resultado do desinteresse da maioria das empresas em manter um relacionamento próximo e sincero com os consumidores.

No mercado internacional, há dois cases que mostram o que pode ser feito neste sentido. Um é o da Domino’s Pizza, que assumiu publicamente, por meio de uma campanha, que reconhecia a falta de qualidade de seu produto. Apesar de arriscada, a iniciativa era uma tentativa da empresa de mostrar-se transparente.

Também nos Estados Unidos, a marca de cereal Trix aproveitou um post de uma internauta para se aproximar e gerar boca a boca virtual.

Depois de ler o tweet da garota que dizia que “morreria porque não tinha Trix em casa”, a empresa mandou um caminhão carregado de caixas do produto para a casa da consumidora.

No Brasil, a Coca-Cola fez uma ação semelhante, quando enviou bebidas para Marcus Lemos, que reclamava do calor no trabalho e deseja a bebida.

“O caso de Trix, por exemplo, é um exagero, mas mostra que a marca está monitorando e percebendo essa relação que é pautada por outros fatores que não apenas a parte comercial. As pessoas querem marcas engajadas, que tenham um propósito, e 90% das marcas brasileiras não têm isso na essência. Mesmo no mundo são poucas as que têm um propósito definido, como a Unilever, que é vitalidade, ou a Apple, que é usabilidade”, acredita o executivo.

Neutralidade sobre as marcas

Para atender as necessidades e os desejos deste novo consumidor, as empresas precisam ir além e fazer algo pela vida das pessoas. Por isso a necessidade de humanizar as marcas, o que só é possível quando o olhar é desviado do consumidor para o indivíduo.

Muito antes de pensar em produtos, todos estão preocupados com assuntos como qualidade de vida, saúde e família.

A pesquisa Brand ID indicou que 52% dos brasileiros disseram “sou neutro em relação às marcas. Elas não ajudam nem prejudicam minhas decisões no dia a dia”.

Pode parecer simples, mas uma afirmação como essa é capaz de destruir uma estratégia de marketing que coloque no centro do planejamento um produto ou serviço, antes de focar nos anseios e desejos destes consumidores.

“O que é mais importante, a saúde do seu filho, a sua casa própria ou uma marca? As pessoas têm outras prioridades. A Caixa Econômica Federal é uma marca tão bem vista pelo brasileiro porque o maior sonho dele é a casa própria. E é ela quem fala ‘vem comigo que eu vou te dar a casa própria’. As pessoas esperam das marcas as mesmas coisas que esperam de um amigo. Não ache que a sua marca está regendo as pessoas”, diz Assal.

Geração Y e o consumo

Este cenário torna-se ainda mais complexo com o aumento do potencial de consumo da geração Y.

Ansioso por natureza, este grupo é insaciável. Por isso, mais do que pensar em um produto, as companhias devem prestar atenção nestes consumidores.

Se eles são capazes de trocar de emprego com frequência, imagina o impacto que isso tem na escolha de produtos e serviços?

“A geração Y espera autenticidade das marcas, o que não é fácil. Ou se é autêntico ou não é. Também desejam cumplicidade, mas são muito móveis. Esperam que a marca esteja com eles ao longo do dia, que os acompanhe. Este é um desafio para as empresas nunca antes visto. Mas também é uma grande oportunidade”, declara o diretor-geral da Voltage.

Ao perguntar sobre a marca mais amada, o levantamento Brand ID teve apenas uma citação: Apple.

“A maioria, no entanto, disse que não ama marca nenhuma. Que ama o pai, a mãe, e que quem ama marca é o consumista desenfreado. Já Havaianas e Osklen foram as únicas marcas destacadas pela autenticidade e pelo life style. Se apenas duas foram mencionadas e somente uma é amada, estamos com um problema”, ressalta, mostrando que as empresas que souberem preencher este vazio conquistarão algo tão – ou mais – importante quanto o market share ou o share of mind: o share of heart. Ou seja, o espaço que você conquistou no coração do consumidor.

– Parapan: um Brasil que dá certo?

O Brasil está fazendo bonito nos jogos Panamericanos para atletas com deficiência. Ótimo.

Mas… tirando os atletas da natação, que ganharam quase tudo sem concorrência, o que sobrou?

Vale pensar em intensificar os investimentos em outras modalidades. Nada de se acomodar!

– De volta para o Futuro: Nike, McFly e a ação de Responsabilidade Social

A Nike resolveu vender 1500 pares de tênis iguais ao modelo que ela própria fez para o filme “De Volta para o Futuro 2”. E sabem quanto arrecadou? Quase 10 milhões de dólares.

O bacana é que toda a receita foi doada à Fundação de Michael J. Fox (o ator principal da triologia) que hoje sofre de Mal de Parkinson. O dinheiro servirá para financiar novas pesquisas da doença e assistencialismo aos pobres que sofrem desse mal.

Olha o tênis, com 11 imagens, em: http://is.gd/dd6QGT

– Benetton apela para Beijos Gays entre Personalidades Mundiais, incluindo o Papa e Obama!

Beijo gay do presidente dos EUA Obama com o líder chinês e com Hugo Chávez; beijo gay entre lider judeu e líder muçulmano; e beijo gay entre o Papa Bento 16 e o imã de Al-Azhar….

Há tempos, a grife italiana Benetton  procura escandalizar com propagandas polêmicas. E, aproveitando-se do Dia Internacional da Tolerância (religiosa, sexual, racial, entre outras formas), lançou uma campanha publicitária com fotomontagens polêmicas. Em especial, a do líder cristão beijando na boca o líder islâmico foi retirada do ar pela empresa, após grande alvoroço.

A empresa declarou estar “desolada, pois as pessoas não entenderam o sentido daquilo…”

E você, o que pensa sobre isso? Abaixo, algumas fotos:

 

Eu, particularmente, acho extremamente apelativo tal expediente…

Outras fotos no “Jornal de Negócios”, em: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=519875

– 20 de Novembro. Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito

por Reinaldo Oliveira

A Assembléia Geral das Nações Unidas, em outubro de 2005 aprovou resolução determinando que o terceiro domingo do mês de novembro, em todo o mundo, seja dedicado à memória das vítimas da violência no trânsito. É importante lembrar que através de pesquisas recentes foi informado que o trânsito mata todos os anos 1,3 milhão de pessoas. Fere e incapacita mais de 50 milhões e é a causa principal de mortes de jovens na faixa etária dos 10 aos 24 anos. Por estes motivos, a data foi determinada pelo ONU para garantir que haja mobilização da população mundial contra essa violência previsível, bem como para confortar milhões de parentes e amigos das vítimas que sofrem a perda de alguém, as conseqüências materiais, sociais e emocionais destes eventos trágicos. As perdas econômicas estimadas no Brasil, pelo IPEA, causadas pelo trânsito são calculadas em R$ 30 milhões/ano. A OMS e demais instituições mundiais ligadas à segurança na circulação viária aproveitam a data para ações de mobilização e necessária provocação para a adoção de práticas efetivas de segurança. A ONG Trânsito e Cidadania, solicita que neste domingo – dia 20, em todas as Igrejas, independente do credo religioso e de forma ecumênica sejam feitas orações, para conforto dos parentes da vítimas de trânsito e também como de proteção contra a violência.  

– As Empresas mais Éticas do Mundo são de…

A ONG Transparência Internacional manda avisar: em pesquisa que envolveu 28 nações sobre HONESTIDADE EMPRESARIAL, medalhas de Ouro, Prata e Bronze para: Holanda, Suíça e Bélgica. Lá, as empresas se preocupam acima da média em serem éticas e honestas.

O Brasil? Ficou no meio da tabela: posição número 14, e o péssimo exemplo para ser evitado ficou com a Rússia (última posição).

– O Péssimo Desrespeito do Ronaldinho Gaúcho

Gênio e ao mesmo tempo cabeça de bagre…

Lembram quando Ronaldinho Gaúcho atendeu a um telefone celular, durante a premiação da Olimpíada, onde ele estava no Pódio? Ontem, para mim, fez pior.

Ronaldinho Gaúcho inegavelmente foi craque. Hoje, joga pela fama conquistada. Sexta-feira, o Flamengo assinou um belo acordo com a Unicef, onde mensagens em defesa da criança foram feitas; personalidades olímpicas e autoridades estavam por lá, além de pessoas de boa vontade em ajudar na luta por causas sociais.

Quem faltou?

R10.
Curioso: convidado, não compareceu. Mas foi flagrado num baile funk as 6:00 da manhã, horas antes do evento.

Para a farra, há tempo…

A diferença de um cara engajado verdadeiramente e alguém sem responsabilidade mas forçado por outros interesses? O comprometimento.

– Uma Proposta para Deixar o Carro em Casa

Múrcia, na Espanha, vai dar vale-transporte VITALÍCIO para quem entregar o carro à Prefeitura local. Deixe de andar de carro e ande de ônibus, metrô, VLT, trem para o resto da vida!

Vale a pena?

Extraído de: Revista Galileu, edição Outubro/2011, página 17

TROQUE SEU CARRO PARA SEMPRE

Cidade espanhola oferece vale-transporte vitalício  troco de um automóvel

Por Rafael Tonon

Um bilhete de transporte público gratuito pela vida toda. Essa é a recompensa de um programa de trânsito da prefeitura da cidade de Múrcia, no sul da Espanha, que propõe aos moradores trocar seu carro por um passe de transporte público que nunca vai expirar. Trocar mesmo. O morador entrega seu veículo à prefeitura e recebe o vale-transporte.

O intuito é acabar com os engarrafamentos e a falta de estacionamentos na cidade, que já estavam em um nível crítico.

Assim que o morador entrega o carro, um grupo de mecânicos desmonta todas as peças, que vão para o mercado para serem vendidas por preços acessíveis – e aumentar a oferta de reposição, o que evita que as pessoas (as que decidirem manter o veículo próprio) tenham que trocar o carro todo ano. Para mostrar o desmanche, a prefeitura instalou webcams na oficina do projeto. Assim, qualquer um pode acompanhar o trabalho em tempo real via web. Também criou uma campanha na internet (com perfil no facebook e twitter) e fez instalações nas ruas para incentivar as pessoas a aderirem ao projeto. Em uma delas, chamada “Aparcamiento Imposible” (estacionamento impossível), parou um carro em cima de dois outros, para lembrar da falta de espaço nas ruas. Se as grandes cidades brasileiras não lançarem uma ideia tão genial quanto, daqui a pouco tempo estaremos vendo a pitoresca cena por aqui. Com a diferença de que será verdadeira.

– Péssimo Cartão Postal

Ontem tivemos mais uma prova da Fórmula 1, o Grand Prix de Nova Délhi, na Índia. E aí veio a horrenda apresentação: as 15h do horário local, uma névoa cinzenta cobria o autódromo.

Chuva?

Neca. POLUIÇÃO.

É… desenvolver-se com responsabilidade social é difícil.

– Instituto Jundiaiense Luiz Braille completa 70 anos e lança a Campanha Vivendo com os Olhos da Alma

Por Reinaldo Oliveira

O Instituto Jundiaiense Luiz Braille completa em dezembro próximo, 70 anos de atividade. A entidade, fundada em 20 de dezembro de 1941, nasceu com objetivo de educar e profissionalizar deficientes visuais da época. Atualmente, a entidade, atende mais de 5.000 pacientes por mês, e realiza mais de 200 cirurgias oftalmológicas, tornando-se referência no atendimento de alta complexidade na região de Jundiaí.

Para marcar essa importante data, o Instituto está lançando uma campanha de conscientização e valorização do deficiente visual, denominada “Vivendo com os Olhos da Alma”, que marca os 70 anos do Braille Jundiaí. A campanha terá várias ações de valorização e promoção da causa social como cartões de natal, assinado pelo artista plástico jundiaiense, Pedro Sabiá. São cinco modelos que custam R$2,00 a unidade, ou o pacote com todos os modelos, no valor de R$10,00. As empresas e pessoas que tiverem interesse em adquirir os cartões podem entrar em contato com a entidade através do telefone (11) 4521-7942.
Também será realizada uma caminhada beneficente, no Parque da Cidade, no dia 04 de dezembro, a partir das 9h da manhã. A inscrição é de R$15,00 e o participante ganha uma camiseta.  Haverá também um almoço, beneficente, no restaurante Vesúvio, no dia 18 de dezembro. No dia 25 de novembro às 10h no Maxi Shopping Jundiaí será feito o lançamento de Selos Filatélicos alusivos aos 70 anos. Os selos serão vendidos a R$2,00 a unidade e postam como carta comercial. O porta-voz da campanha será o ator jundiaiense Max Fercondini, que através de um vídeo de trinta segundos será veiculado nos principais canais de TV da região anunciando os valores de doações via telefone.

Os números são:

0500.070.0707-para-doar-R$7,00
0500.070.1515-para-doar-R$15,00
0500.070.3030-para-doar-R$30,00
Outras informações com Katiê Fernanda Tedesco – Setor de Comunicação e Marketing, pelo fone (11) 4521.7942

– Caminhada Ecológica da Pastoral da Infância e Adolescência Missionária atrai grande público no Parque da Cidade

Por Reinaldo Oliveira

Em comemoração ao Dia Mundial das Missões, a Caminhada Ecológica promovida pela Pastoral da Infância e Adolescência Missionária (IAM), na manhã de domingo passado, dia 23, no Parque da Cidade, além dos mais de 120 participantes da IAM, também atraiu a atenção de grande público que se fez presente naquele logradouro público. O tema deste ano para o Dia Mundial das Missões foi “Missão e Ecologia” e o local escolhido para a comemoração – o Parque da Cidade é um local cercado de muito verde e que abriga uma grande quantidade de insetos, animais silvestres e outros componentes do bioma, bem como o grande lago de água doce que abastece a cidade de Jundiaí. O evento teve início às 9h com a recepção às crianças, jovens e adultos, com lanches e sucos. Depois todos foram para o auditório, onde foi feito um momento de oração, seguido de palestra e vídeo sobre uso e preservação dos recursos naturais. Depois destes momentos, teve início a Caminhada Ecológica, com 1,8 mil metros, até uma área já determinada para o plantio de 30 mudas de árvores. Neste trajeto houve um momento de exercícios físicos e orientação de como eles colaboram para o bem-estar físico e mental. Já na área destinada ao plantio, foram plantadas 30 mudas de árvores de espécies nativas e, foi assumido o compromisso de retorno àquele local, em data a ser definida, para acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das árvores. Depois os participantes se reuniram no palquinho, onde foram feitas outras colocações sobre o Dia Mundial das Missões, preservação do meio ambiente e outros. O coordenador diocesano da IAM, Pedro Abel Luiz da Silva falou da importância deste evento para os participantes da IAM: “É muito gratificante este tipo de evento, onde os participantes saem do ambiente interno e vêm interagir com o público externo. Numa manhã bonita e ensolarada, estes jovens dão testemunho em meio a um local bonito e privilegiado pela natureza, com a presença de grande público, de que é possível numa atitude simples como esta, sair do ambiente interno e trazer este exemplo de cidadania – o plantio de árvores em observação ao tema “Missão e Ecologia”, e os valores da mensagem do Evangelho”. Estiveram presente no evento, crianças, jovens e adultos de paróquias das cidades de Santana do Parnaíba, Itu, Campo Limpo Paulista, Paróquia Nova Jerusalém, Jd Tulipas, São Camilo, Vila Aparecida e Ponte São João. Algumas das paróquias participantes e que ainda não têm formada a Pastoral da Infância e Adolescência Missionária fizeram um convite para que o coordenador diocesano faça uma visita a elas para orientação para a formação da Pastoral. Pedro fez especiais agradecimentos à direção do Parque da Cidade, à Diocese de Jundiaí, bem como às contribuições recebidas de algumas empresas, que possibilitou no final do evento o sorteio de diversos brindes aos participantes.

– Um País em que a Lei não Vale nada…

O que dá para falar sobre a Justiça Brasileira?

O coordenador do programa da “lei seca no trânsito”, que visa coibir pessoas embriagadas ao volante, Alexandre Vicente, dias atrás bateu sua Pajero e fugiu (estando ele alcoolizado), lesionando 4 pessoas e 1 indo a óbito. Além de não prestar socorro, usou um guincho do Governo para escapar e não deixou que autoridades policiais fizessem o teste do bafômetro, ao ser detido horas depois.

Preso, ficou poucos dias no xilindró. Já foi solto ontem…

É ou não o país da impunidade? Matou um inocente, estava bêbado ao volante (ao invés de dar o exemplo) e não dá nada…

Extraído de: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/ex-coordenador-da-lei-seca-ganha-direito-de-responder-em-liberdade-20111018.html

EX-COORDENADOR DA LEI SECA ESTÁ EM LIBERDADE

A Justiça do Rio concedeu pedido de liberdade (habeas corpus) para o ex-subsecretário Estadual de Governo do Rio e ex- coordenador da Lei Seca Alexandre Felipe Vieira Mendes, que, em agosto, atropelou quatro pessoas, matando uma delas, em Itaipu, na região oceânica de Niterói.

Alexandre Felipe foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio doloso, três lesões corporais e omissão de socorro.

O pedido de prisão preventiva havia sido decretado na última sexta-feira, mas a defesa do ex-chefe da Lei Seca entrou com um pedido de habeas corpus um dia depois, no plantão judiciário, que concedeu a Alexandre o direito de responder em liberdade.

O juiz da 3ª Vara Criminal de Niterói, Peterson Barroso Simão, havia aceitado a denúncia do MP, segundo a qual Alexandre Felipe dirigia uma “Pajero em zigue-zague e assumiu o risco de causar o resultado, pois previamente ingeriu bebida alcoólica”. 

A prisão foi justificada pela suspeita de que Alexandre Felipe tenha intimidado policiais militares que atenderam à ocorrência, o que poderia comprometer a isenção dos depoimentos que serão colhidos posteriormente.

– Em liberdade, o denunciado poderia fazer o que já fez: solicitar recursos da máquina pública tal como ocorreu ao chamar o caminhão-reboque, bem como influenciar a colheita de provas por conta própria ou de terceiros.

Após o crime, servidores da Operação Lei Seca retiraram o veículo de Alexandre do local do crime, com o reboque destinado à Operação, antes da realização da perícia. Ele ainda foi embora sem prestar socorro às vítimas.

No dia 29 de agosto, o Governo do Estado informou que Mendes foi exonerado do cargo de subsecretário de Estado de Governo.

Durante depoimento, o subsecretário de Estado confirmou que havia tomado meia taça de vinho. No entanto, o exame de sangue para verificar a quantidade de álcool ingerida realizado pelo Posto Regional de Policia Técnico-Científica deu negativo para qualquer bebida alcoólica, já que ele se apresentou à polícia 12 horas após o acidente.

Segundo a versão do advogado de defesa, José Maurício Ignácio, o acidente foi causado por um ciclista.

– Uma bicicleta apareceu no meio da pista. Ele colidiu e acabou perdendo a direção do carro e bateu em um poste.

– Juventude Ativa acampa no Centro de Jundiaí

Por Reinaldo Oliveira

No dia 15 de outubro, mesmo com o tempo chuvoso na região, porém; quando em mais de 45 países dos cinco continentes, jovens ocuparam as praças, num gesto de indignação com as crises que assolam cada país, também em Jundiaí o coletivo Juventude Ativa, composto por militantes do Voto Consciente, Bicicletada Jundiaí, Fé e Política, Movimento Palmarino, Frente de Defesa da APA Jundiaí, DCE Anchieta, UMES-J, JuSOL, JuPT e outros movimentos sociais, fizeram manifestação de indignação pelas ruas centrais. A concentração inicial foi na praça da matriz e, após breve reunião, munidos de faixas, cartazes e megafone para mobilização, eles seguiram pelo calçadão da Rua Barão, onde montaram o acampamento em frente a Casa da Cultura. Ali por mais de duas horas enquanto os manifestantes interagiam com o público, falando da importância da manifestação e entregando panfletos explicativos, e falas indignadas  sobre melhorias em vários setores do município, rolava um sarau lítero-musical, que chamou a atenção do grande número de pessoas que passaram pelo local. Por volta da 11h30, mesmo com chuva forte, levando a barraca do acampamento montada o coletivo seguiu pelas ruas centrais, até a Praça Rui Barbosa, local de concentração de usuários do transporte coletivo. Dali retornaram para a frente da Casa da Cultura, onde aconteceram novas falas sobre melhorias para a cultura, educação, moradia, mobilidade urbana, continuação do sarau e, no encerramento foi assumido o compromisso de, em breve,  novas manifestações em datas a ser programadas.

– Caminhada Ecológica no Dia Mundial das Missões

Por Reinaldo Oliveira

No dia 23 de outubro é comemorado o Dia Mundial das Missões, que neste ano tem como tema: “Missão e Ecologia”. Por conta disso, a Pastoral da Infância e Adolescência Missionária (IAM), da Paróquia Nova Jerusalém, programou uma Caminhada Ecológica no Parque da Cidade em Jundiaí. O evento tem início às 10h, é aberto à participação do público e de acordo com informações do coordenador – Pedro Abel Luiz da Silva, a caminhada faz parte do projeto de educação ambiental voltado para as crianças e jovens da IAM e da catequese. Neste ano os participantes da IAM e da catequese já realizaram atividades educacionais de plantio de 150 mudas de árvores em uma área de reflorestamento e receberam a visita do ECOBUS – projeto educacional sobre meio ambiente da prefeitura de Jundiaí. Pedro informou que a IAM foi criada em 1843 por um bispo francês – dom Carlos Augusto de Forbin Janson. Atualmente está presente em 110 países, e tem como fundamento a oração, o sacrifício e gestos de solidariedade concreta: assim os participantes tornam-se evangelizadores dos seus irmãos.

– A Polêmica do Óleo de Palma

Muito se fala de sustentabilidade. Mas veja que interessante: o óleo extraído da Palmeira, ecologicamente correto e um potencial insumo da natureza, tem sido defendido no Brasil; entretanto, tem sido condenado na Ásia.

Entenda a polêmica, extraída de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0977/sustentabilidade/oleo-palma-vilao-la-fora-mocinho-aqui-602555.html?page=2

ÓLEO DE PALMA: VILÃO LÁ FORA, MOCINHO AQUI?

Por Ana Luiza Herzog

A ONG ambientalista WWF afirma que ele é encontrado em metade de todos os produtos industrializados disponíveis em um supermercado. Creme de barbear, xampu, batom, chocolate, sorvete, macarrão instantâneo, repelente… É provável que todos eles tenham na fórmula o quase onipresente óleo de palma. E qual a explicação para essa popularidade? O óleo torna os sabonetes mais cremosos e os biscoitos mais crocantes. No caso de alimentos, oferece a vantagem de não possuir a famigerada gordura trans. Mas não é só por esses benefícios que ele é hoje o óleo vegetal mais consumido no mundo. A palmeira de dendê, que dá origem ao insumo, é produtiva como quase nenhuma outra. Um hectare produz, em média, 5 toneladas de óleo – no caso da soja, esse número é de meia tonelada. Isso explica por que o dendê tem sido também cada vez mais utilizado na produção de biodiesel. Mas todas essas qualidades são ofuscadas por um fato: a palmeira, que gosta de calor e umidade, é hoje uma das grandes vilãs do desmatamento das florestas tropicais da Indonésia e da Malásia, países asiáticos que hoje respondem por quase 90% da produção mundial de óleo de palma. O insumo barato e usado por várias indústrias é hoje também sinônimo de devastação, de ameaça de extinção de inúmeras espécies de animais e de toneladas e toneladas de emissões de gases causadores do efeito estufa.

O Brasil nunca foi um grande produtor de palma, embora a Região Norte, sobretudo o Pará, ofereça condições favoráveis ao plantio. Durante quase três décadas, apenas uma grande empresa, a Agropalma, que tem palmeirais no nordeste do Pará, se dedicou a plantar e a extrair o óleo. Com faturamento de 650 milhões de reais em 2009, a Agropalma respondeu por 70% da produção nacional, de 235 000 toneladas. Seduzidos pelos atributos do óleo, outras companhias, investidores e o próprio governo brasileiro estão se mexendo para mudar esse cenário. A Vale, associada a outra empresa brasileira, a Biopalma, investirá 500 milhões de dólares para participar desse mercado. A mineradora irá plantar 130 000 hectares de palmeiras no nordeste do Pará até 2014. Essa área, quase do tamanho da cidade do Rio de Janeiro, produzirá 160 000 toneladas de biodiesel – o suficiente para abastecer 200 locomotivas e outras máquinas que a Vale usa em sua operação na Região Norte. A Petrobras também começará a plantar palma no Pará em dezembro. O plano da estatal é ter na região 74 000 hectares. Em mais da metade dessa área, a Petrobras terá como sócia a empresa portuguesa de energia Galp, que pretende vender na Europa o diesel de fonte renovável produzido aqui. Grandes empresas do agronegócio têm planos semelhantes. “Investir em palma faz todo o sentido e estudamos essa possibilidade”, diz o presidente de uma das maiores multinacionais do agronegócio, que ainda não quer revelar o interesse da empresa no mercado.

Movimentos como esses começam a ser observados atentamente por ONGs ambientalistas, receosas de que a palma acarrete por aqui o estrago que fez na Ásia. “É importante definir as regras que vão nortear o crescimento desse mercado”, diz Marcello Brito, diretor da Agropalma e vice-presidente da Mesa Redonda do Óleo de Palma Sustentável, organização internacional criada para promover boas práticas no setor. Algumas das regras a que Brito se refere já foram definidas. Segundo o programa de produção sustentável da palma, lançado pelo governo em março, só poderão ser usadas para o plantio áreas desmatadas antes de 2007. Especialistas também acreditam que um projeto de lei que proíbe o corte de vegetação nativa para o plantio de dendê, já encaminhado à Câmara dos Deputados, seja aprovado em breve.

Além disso, há uma percepção de que as empresas que pretendem lucrar com a palma não vão querer atrair a atenção de ONGs como o Greenpeace. Uma das defensoras das florestas tropicais da Ásia, a entidade vem travando embates com empresas produtoras de óleo de palma na região. Uma delas, a Smart, da Indonésia – uma das maiores do mundo -, é talvez a mais odiada pelos ambientalistas. Nessa briga, não sobra apenas para quem comete o crime, mas para quem é conivente. Por isso, grandes consumidores de óleo de palma, como Unilever e Nestlé, já tiveram escritórios cercados por manifestantes da ONG fantasiados de macacos – uma alusão à ameaça de extinção que o fim das florestas representa para os orangotangos na Ásia. “Se for bem conduzida, a produção do óleo de palma poderá gerar benefícios econômicos e ambientais para a Amazônia”, diz Walmir Ortega, diretor da ONG Conservation International. “Algo que a atividade pecuária da região, com sua baixa produtividade, não é capaz de fazer.” A experiência da Agropalma mostra isso. As 186 famílias que plantam dendê para a empresa em lotes de 10 hectares ganharam, em média, 1 910 reais por mês em 2009. A empresa também mantém, com a ajuda de 40 fiscais, uma área de mata nativa maior que a destinada ao cultivo – são 62 000 hectares, ante 40 000 de palmeirais. Há, porém, um risco: o de que a expansão da palma empurre para a floresta atividades menos rentáveis, como a própria pecuária. “Mas vamos montar um time de profissionais para monitorar isso de perto”, diz. Certamente, não será o único.

– Casal Gay do Clube Jundiaiense: Lei, Moral ou Aceitação?

Um dilema no Clube mais famoso aqui de nossa Jundiaí, segundo o colunista Val no Bom Dia de sábado: o Clube Jundiaiense analisa a venda do equivalente a um título familiar de casal à um casal gay.

Cá entre nós? Gostem ou não gostem, são os novos tempos da Sociedade. Quem garante que se o casal reclamar na Justiça não terá o direito assegurado? Claro, a recusa será pela justificativa de que o casal tradicional é Marido e Esposa.

Situação complicada e assunto delicadíssimo… O que fazer? Deixe seu comentário:

Sinceramente, acho que o aceite do casal seria uma obrigação legal do Clube. Agora, fique bem claro que isso não deve virar apologia… respeitar a condição sexual não quer dizer concordar. Afinal, vivemos num país democrático.

– Gastos da Câmara dos Vereadores: a Ação Positiva da turma da ONG Voto Consciente

Há gente com grande senso de responsabilidade. E que atrai mais gente. E assim formam um grupo de pessoas engajadas que lutam por uma sociedade melhor.

É assim que o pessoal da ONG Voto Consciente age. E agora estão numa boa empreitada: a da transparência nos gastos da Câmara dos Vereadores de Jundiaí.

Parece incrível acreditar, mas é verdade: as contas não são individualizadas! O total de combustível ou de papelaria é divulgado no montante dos vereadores, nunca o gasto de cada um!

O triste é perceber que algo que claramente deveria ser uma ação rotineira (a transparência), só acontece após a manifestação dessas pessoas de boa vontade…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Os Novos Parceiros dos Universitários: Igrejas e ONGs

Entrar para a Faculdade é um sonho para muitos brasileiros. E para concretizá-lo, às vezes precisa-se de uma ajuda.

A Folha de São Paulo traz uma matéria interessante: estar ligado a uma ONG ou a alguma Igreja pode ser um bom passo para o ingressante. Abaixo:

Em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/980890-faculdades-pagam-ongs-e-igrejas-para-captar-novos-alunos.shtml

FACULDADES USAM ONGS E IGREJAS PARA CAPTAR NOVOS ALUNOS

Surgiu uma nova figura no meio universitário. Associações de moradores, líderes comunitários, ONGs e igrejas agora estão sendo intermediários entre as faculdades privadas e os jovens trabalhadores de menor renda que se tornaram o principal público-alvo de algumas instituições.

De acordo com o texto, as entidades intermediárias são remuneradas de duas formas: pelos alunos –que pagam uma taxa semestral ou anual para ter o nome incluído no cadastro para bolsas de estudo– e pelas faculdades, que chegam a pagar R$ 100 por matriculado.

As faculdades justificam a contratação da rede de intermediários dizendo que isso é mais eficiente e barato do que gastar com publicidade nas mídias convencionais.

Instituições de São Paulo como Uniban –recentemente adquirida pelo grupo Anhanguera–, Universidade de Guarulhos, UniRadial –ligada ao grupo Estácio de Sá–, Faculdade Sumaré e UniSant’Anna são algumas das que aderiram à prática.

– Pastoral Fé e Política + Cáritas Diocesana promovem Fórum em Jundiaí

Mobilização Social e trabalho pelos excluídos. Ação social. Coragem e esperança.

São esses os predicados de gente que luta por um mundo melhor. Vale a pena prestigiar!

DIREITOS HUMANOS, CIDADANIA E MOBILIZAÇÃO SOCIAL SERÃO TEMAS DO 7º FÓRUM DA CÁRITAS

Por Reinaldo Oliveira

O 7º Encontro do Fórum da Cáritas para o Terceiro Setor, em parceria com a Pastoral Fé e Política, que será realizado no anfiteatro da Cúria Diocesana no dia 29 de setembro, com início às 19h, terá como temas os Direitos Humanos, Cidadania e Mobilização. Neste encontro que será de relevada importância para entidades que atuam no Terceiro Setor como as pastorais sociais, instituições de assistência social, de garantia dos direitos humanos, de educação, de saúde e entidades públicas que vivenciam as questões de violação dos Direitos Humanos, também dará continuidade aos debates iniciados na Diocese de Jundiaí, com a primeira edição do Grito dos Excluídos – realizado no dia 7 de setembro e que reflete a importância da mobilização social na conquista da cidadania. Para falar sobre estes importantes temas estará presente a Dra. Michael Mary Nolan, que é advogada e sócia  do Escritório de Advocacia Luiz Eduardo Greenhalg, com doutorado honorário pelo Sain Mary’s College Notre Dame – Indiana, é vice-prsidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, diretora do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania, membro do Conselho Estadual de Políticas Criminais e Penais. É religiosa consagrada e pertence à Congregação das Irmãs da Santa Cruz. Não há necessidade de inscrição prévia e a população da região da Diocese de Jundiaí, em especial as que desenvolvem trabalhos em entidades sociais, estão  convidadas a participar.

– Cássia Kis poderia ter ficado quieta…

Personalidades na mídia devem ter a sensibilidade de que influenciam as massas. Por exemplo: a atriz Cássia Kis declarou ontem ao jornal carioca “O Dia”:

Quando jovem eu experimentei chá de cogumelos e fumei maconha. Acho que todo mundo deveria pelo menos uma vez na vida fumar um baseado”.

Pra quê tal incentivo? Enquanto vivemos a degradação social por culpa das drogas lícitas e ilícitas, tal defesa da apologia do uso não colabora em nada por um mundo melhor… lamentável.

– Arriscar a Vida pelo Próximo: A ameaça dos Bispos Paraenses!

Anote esses nomes: Dom Ewin Krauter (bispo de Altamira), Dom José Luiz Ascona (bispo de Marajó) e Dom Flávio Giovenale (bispo de Abaetetuba).

Sabem o que esses 3 septuagenários religiosos do interior paraense têm em comum? Lutam contra o crime organizado de exploração da prostituição infantil em suas Dioceses. E, por isso, são jurados de morte pelos bandidos e cafetões.

Embora corram riscos por parte dos criminosos, o grande problema a se somar é outro: “a conivência dos pais”, que encaram a prostituição de suas filhas como um trabalho e uma fonte de renda a mais em suas casas.

Triste mundo…

Extraído de: Revista IstoÉ, Ed 2182, por Francisco Alves Filho (pg 62-64)

BISPOS AMEAÇADOS

Por lutarem contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, religiosos do interior do Pará viram alvo de quadrilhas que aliciam as meninas.

Nos últimos anos, as denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil têm se multiplicado. Como resposta, o poder público, as organizações não governamentais e os religiosos se uniram em campanhas contra as quadrilhas. Esse embate, no entanto, não é fácil e em pelo menos um recanto do País enfrentar o problema representa sério risco de vida: o interior do Pará. Ali, em pequenas cidades onde a pobreza torna mais fácil o trabalho dos aliciadores de menores e os matadores de aluguel cedem sua mão de obra por poucos reais, os principais porta-vozes da luta contra as quadrilhas são bispos católicos. Instalados há décadas na região, os religiosos sabem muito bem que quem atravessa no caminho dos criminosos vira alvo. No episódio mais recente, há quatro meses, o bispo de Marajó, dom José Luiz Ascona, 71 anos, foi avisado pela Polícia Federal que bandidos articulavam uma ação contra ele. Apesar disso, dispensa a segurança que os agentes lhe oferecem. “Que direito eu tenho de colocar em risco um pai de família?”, questiona o bispo. “Diante da morte, que pode chegar a qualquer momento, Deus me dá coragem.” Além de Ascona, também os bispos de Abaetetuba, dom Flávio Giovenale, e Altamira, dom Erwin Krautler, lutam contra a exploração sexual e sofrem ameaças por isso.

Como se não bastasse o crime, a faixa etária das crianças que sofrem abusos ou se prostituem tem baixado cada vez mais. Em um dos últimos episódios, descobriu-se uma menina de 8 anos que sofria violência sexual. Algumas vezes, as crianças e adolescentes trocam dinheiro por sexo com a aprovação das próprias famílias, que geralmente sofrem com a pobreza. “Há pais que sabem e outros que fingem não saber, pois se beneficiam da renda que as adolescentes levam para casa”, conta dom Flávio Giovenale, 57 anos, bispo de Abaetetuba, que fica a 60 quilômetros de Belém. Na cidade, formada por várias ilhas fluviais, o tráfego descontrolado de barcos favorece o tráfico de pessoas. Muitas jovens são levadas para o Amapá e depois cruzam a fronteira para o Suriname e para a Guiana, onde são submetidas à prostituição e ao trabalho escravo. Dom Giovenale não tem dúvida quanto à periculosidade das quadrilhas. “Aqueles que promovem a exploração sexual e o tráfico de pessoas são os mesmos que traficam drogas e armas”, diz. Apesar disso, segue o padrão de seu colega de Marajó e, mesmo denunciando constantemente a ação desses criminosos, não lança mão de segurança. “Não gostaria de morrer, mas não acho que seja o caso de andar cercado de agentes”, argumenta. A última ameaça clara contra ele aconteceu no ano passado.

Dos três, o bispo de Altamira é o único que recorre a policiais para manter longe os bandidos. Isso acontece porque dom Erwin Krautler, 72 anos, sempre fez questão de marcar sua posição em várias questões candentes. Ele denunciou conflitos agrários ao lado de Dorothy Stang, foi um dos primeiros a se posicionar contra a construção da usina de Belo Monte e fez, há alguns anos, a acusação de que crianças e adolescentes eram vítimas de exploração sexual por parte de políticos importantes da região. Isso lhe rendeu ameaças de todos os tipos que continuam até hoje e o obrigam a lançar mão de quatro policiais para garantir sua integridade. “Meus inimigos têm desejo de enriquecimento rápido e não duvido que não hesitariam em passar por cima do meu cadáver”, diz ele.

A luta dos bispos tem rendido frutos. Nos últimos anos, a ação da polícia se tornou mais frequente e vários setores da sociedade paraense estão se engajando no combate. Na última semana, os empresários do ramo hoteleiro do Estado criaram um código de conduta para evitar o chamado turismo sexual, prática que pode aumentar bastante durante a realização da Copa de 2014. Outra iniciativa importante vem do governo federal. A Secretaria de Direitos Humanos prepara um pacote de ações para prevenir a exploração sexual em áreas como Belo Monte, já que normalmente a migração intensa de operários em obras de grande porte resulta no aumento da prostituição. “Nossa atitude é totalmente preventiva, estamos planejando ações de fortalecimento dos conselhos tutelares e há uma operação já organizada para a região”, adiantou a ministra Maria do Rosário. A SDH é responsável pelo Disque 100, número que recebe reclamações de violações de direitos humanos e principalmente de exploração sexual. A ideia é boa, mas no Pará ainda não pegou. “É difícil fazer divulgação desse tipo de serviço aqui. Em muitos lugares do interior o telefone simplesmente não funciona”, explica dom Flávio Giovenale.

Como solução para o problema, os religiosos sugerem duas providências: prevenção e repressão. A primeira parte ficaria por conta das políticas de educação e criação de emprego e renda. A segunda, por conta da polícia. “De qualquer forma, notamos que as pessoas estão mais atentas ao problema. Antes muitos fingiam que não viam”, afirma dom Ascona. Para ele, esse é o primeiro estágio para a solução: “Sem conhecer a verdadeira dimensão do problema, não há como remediá-lo.”

– Em Busca de Um Mundo Melhor

Às vezes fraquejamos na vida e nem nos preocupamos em exercer a Cidadania, lutando por um mundo melhor, defendendo o oprimido e solidarizando com o pobre. Omitimo-nos.

Mas, àqueles que tem uma vida confortável e vários talentos, são convidados a irem à luta. Se cada um fizer a sua parte, a corrupção política diminuirá; não teremos violência social; o rancor perderá lugar para a misericórdia, e, por fim, a Paz reinará.

Escrevo essas palavras e acabo de ouvir que 2 torcedores são baleados minutos antes de começar Palmeiras X Corinthians. Violência gratuita e idiotice de fanáticos. E ninguém continua fazendo nada para melhorar a situação.

Uma mensagem:

Não vos conformeis com o mundo, mas transformai-vos, renovando vossa maneira de pensar e de julgar, para que possais distinguir o que é da vontade de Deus, isto é, o que é bom, o que lhe agrada, o que é perfeito.

Romanos 12,2

Um mundo mais humano depende de nós, sem acomodação.

– PM salva um bebê engasgado a cada 2 dias na Capital, através da Manobra de Heimlich!

 

Para mim, algo surpreendente! A Polícia Militar do Estado de São Paulo salva, apenas na capital paulista, 1 bebê a cada dois dias, vítima de… engasgamento!

 

Parabéns à instituição. Uma dica da PM é o suso da Manobra de Heimlich, mais rápida e necessária do que socorro ao hospital.

 

Extraído de: OESP, 15/08/2011, pg A15, caderno Vida, por Gio Mendes

 

PM SALVA UM BEBÊ ENGASGADO A CADA 2 DIAS

 

A Polícia Militar de São Paulo salva um bebê engasgado a cada dois dias, somente na capital, segundo dados da corporação.

‘Desde 2010, a PM atende 15 casos desse tipo por mês’, afirma o capitão Cleodato Moisés do Nascimento, porta-voz do Comando de Policiamento da Capital. Segundo ele, a PM começou a divulgar as ocorrências de salvamento de bebês engasgados em 2009, quando eram atendidos, em média, 10 casos por mês.

Os atendentes instruem o solicitante a fazer um procedimento conhecido como manobra de Heimlich. ‘O socorro por telefone é mais eficaz para garantir a vida da criança do que os pais dela entrarem num carro para ir ao hospital. Cada minuto vale ouro’, observa Moisés.

– Combustível de Caju

 

A lista de materiais alternativos para geração de energia ganhou mais um componente. Trata-se, acredite, da casca de castanha de caju. O insumo, que antes seguia para aterros, é utilizado como combustível nas caldeiras das unidades cearenses da Vicunha Têxtil, comandada por Ricardo Steinbruch. O uso do produto está reduzindo em 30% as emissões de gases da empresa. Apesar de não diminuir os custos, essa iniciativa tem um viés estratégico e de marketing, capaz de lustra a imagem da Vicunha especialmente no mercado externo.

 

(Extraído de Revista Istoé Dinheiro, 14/07/2010, Coluna Sustentabilidade, pg 21)

– HIAE no RJ

 

Sou “cliente” dos serviços do Hospital Israelita Albert Einstein há muitos anos. Na verdade, “nossa parceria” começou com minha mãe, e por motivos pessoais que ficarão para uma outra oportunidade, tenho convívio regular com a entidade.

 

Em SP, Einstein e Sírio-Libanês são os melhores, sem qualquer contestação. São caros, mas são ótimos.

 

No RJ, a sociedade carioca quer levar o HIAE para lá. E para viabilizar, algumas personalidades estão fazendo doações. Os primeiros 40 doadores já arrecadaram 220 milhões de reais! Mais de R$ 5 mi por pessoa.

 

Uau! Com essa boa vontade, o hospital vai sair rápido, rápido…

– Puma + Greenpeace X Adidas e Nike

 

Numa jogada de marketing sensacional, somando-se responsabilidade social e visão estratégica, a grife esportiva Puma assinou acordo para eliminar substâncias tóxicas de seus produtos (para tristeza da Nike e Adidas, que não serão pioneiras nessa argumentação sócio-comercial).

 

Extraído de: http://is.gd/aZcHnx

 

PUMA SE COMPROMETE A ABANDONAR SUBSTÃNCIAS TÓXICAS

 

A Puma, terceira maior marca de roupas esportivas do mundo, se comprometeu a eliminar de seu processo de fabricação materiais tóxicos denunciados em uma campanha do Greenpeace, um passo que os responsáveis da ONG esperam que seja dado também por Nike e Adidas o mais rápido possível.

“Apreciamos a reação da Puma e seu compromisso de eliminar os químicos tóxicos tanto de seu processo de fabricação como de seus produtos até 2020. A Puma mostrou sua liderança neste área”, assegurou a porta-voz da campanha contra os materiais tóxicos da Greenpeace China, Li Yifang.

Desta forma, a Puma se tornou a primeira marca a anunciar um compromisso sério após o lançamento da campanha “Dirty Laundry” (“Roupa Suja”), que denunciou o vazamento de substâncias tóxicas aos rios chineses Yang Tsé e Pérola procedentes de fábricas que trabalham para muitas das grandes marcas de roupa.

Mais de dois mil voluntários tiraram suas roupas no último fim de semana em cidades como Pequim, Madri e Amsterdã para mostrar rejeição ao uso de poluentes em sua fabricação. Segundo o compromisso alcançado pela multinacional alemã, a Puma eliminará processos de fabricação que incluam componentes como o nonilfenol e os PFC, substâncias proibidas na União Europeia que podem produzir mudanças hormonais nos seres vivos.

“O Greenpeace vigiará de perto o desenvolvimento destes atos e em oito semanas nos darão um plano detalhado de realização, o qual seguiremos como guia”, declarou Li.