– A briga entre os pastores Valdomiro Santiago e Edir Macedo: O que Jesus Cristo diria sobre isso?

Claro que homens que pregam a fé são portadores da Palavra de Deus, não donos. Portanto, são pessoas falíveis, pois têm limitações humanas apesar da força do Divino.

Digo isso pois lembro-me que ainda criança aprendi no Catecismo, com a saudosa vó Ana e a dona Joaninha, de que existem no meio dos cristãos “lobos em pele de cordeiro”.

E não é que eles parecem estar se identificando? Veja a que ponto chegou a briga entre a Igreja Mundial do Poder de Deus (do Valdomiro Santiago) e a Igreja Universal do Reino de Deus (do Edir Macedo): um acusa o outro de golpes e desfalques mais diversos!

Esses são os bispos e apóstolos de Deus, que se enfrentam em busca do mercado da fé?

Parece que cristão virou cliente, e que a crença em Deus é uma mercadoria. Triste.

Veja o link com os vídeos: http://is.gd/macedoxsantiago

– Discriminação Social sobre Jesus Cristo

No Evangelho deste sábado, muitos judeus se dividiam na crença em Jesus. Ele viveu algo comum nos dias de hoje: a desconfiança de sua origem! Cristo era galileu, e a região da Galiléia, que fica ao norte de Jerusalém, era malvista pela sociedade local. Puro preconceito, daquele mesmo mal que observamos ainda hoje sobre nordestinos!

Talvez a maior perseguição contra Jesus tenha vindo do fruto de suas ações: a da pregação do amor, que incomodava os poderosos e maldosos da época.

Cristo é atual, não?

– CNBB Lança a 5ª Semana Social Brasileira no Estado de São Paulo

por Reinaldo Oliveira

A 5ª Semana Social Brasileira foi lançada oficialmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em seminário realizado nos dias 16, 17 e 18 de março, na Casa de Retiro São Paulo Apóstolo em Embu das Artes/SP. Esta edição da SSB, traz como reflexão no seu texto base: “Um novo Estado, caminho para uma nova sociedade do bem viver” e “Estado para que e para quem?”.  Ele está dividido em quatro capítulos: I. As origens do estado. II. O Estado que temos. III O Estado que queremos e, IV Teoria e pastoral em busca dos sinais dos tempos nos processos de democratização do Estado.

O seminário teve a participação de mais de 80 agentes de pastorais, movimentos sociais e eclesiais, que tiveram a assessoria do articulador da 5ª SSB e assessor das Pastorais Sociais da CNBB, padre Nelito Dornelas. Dentre os trabalhos, destaque para a “Motivação sobre a sociedade do Bem Viver”, onde colocou que a idéia do Estado que queremos passa pela valorização dos povos de culturas tradicionais como os indígenas, quilombolas e povos ribeirinhos, que viviam de modo sadio, feliz e harmonioso entre eles, com outros humanos e todos os seres vivos. Destacou a importância da divulgação em todo o Brasil da 5ª SSB, através da promoção de eventos comuns nas dioceses, paróquias e comunidades, através de debates, seminários, celebrações em comum, com envolvimento dos movimentos eclesiais, pastorais sociais, formadores de opinião, CEBs, lideranças comunitárias e políticas, numa grande mobilização para discussão sobre o Estado.

Também destacou a importância de levar a mobilização para alguns acontecimentos nacionais como a realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que acontece no mês de junho, o Grito dos Excluídos no mês de setembro, o seminário da 5ª SSB de 23 a 25 de novembro em Jundiaí, e outros eventos. O resultado destas discussões durante todo o ano de 2012 serão conhecidas num grande encontro nacional que será nos dias 20, 21, 22 e 23 de maio de 2013, do qual sairão as propostas de um novo Estado que esteja a serviço do bem comum. A 5ª SSB será este espaço de reconstrução de um novo Estado onde sejam destruídos os sete pecados capitais dos tempos modernos, segundo Mahatma Gandhi:

1- Riqueza sem trabalho;

2- Prazer sem escrúpulo;

3- Comércio sem ética;

5- Conhecimentos sem harmonia;

6- Política sem idealismo, e;

7- Religião sem sacrifício.

A construção de uma sociedade justa e solidária passa por este momento forte e significativo, e conclama a sua participação neste processo de democratização do Estado; “Estado para que e para quem?”

– Estado Laico ou Intolerante?

A Justiça determinou que órgãos do Judiciário devem mostrar que o  Estado é laico, e sendo assim,  retirar crucifixos ou qualquer outra manifestação religiosa em seus ambientes. Uma imagem de santo sobre a mesa, uma cruz na parede ou qualquer outro símbolo religioso têm que ser evitados.

Aí vem a questão do exagero: isso é mostrar a laicidade do Estado, ou extrapola para a intolerância?

Uma Estrela de Davi na parede ou uma Bíblia aberta feririam alguém, comprometeria o Estado, ou apenas seriam manifestações de conforto de quem trabalha naquele local, sem fazer proselitismo?

Aqui, nitidamente acho excesso em ser politicamente correto. E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Virtudes de um Cristão na Oração do Tempo Quaresmal!

Pra quem está vivendo o Tempo da Quaresma profundamente, percebeu que a primeira oração da Celebração Eucarística de hoje fala sobre três dos pilares do Cristianismo: o jejum, a esmola e a oração como remédio contra o pecado!

O JEJUMabster-se de coisas que lhe dão prazer, em prol do próximo (deixar de comprar um agrado e/ou não praticar algo que lhe dá comodidade e reverter essa renda em auxílio solidário) é estar em Comunhão com si próprio.

A ESMOLApraticar a caridade e a ajuda desinteressada é estar em Comunhão com o próximo.

A ORAÇÃOmeditar, rezar ou conversar com o Altíssimo é estar em Comunhão com Deus.

E como você está vivendo a Quaresma? Vale uma reflexão?

– A Bela Mensagem do Filho Pródigo

O Evangelho de hoje mostra o quanto Deus é INJUSTO.

Sim, Deus não é justo. Explico:

Na Boa Nova deste sábado, Jesus conta a história do pai que tinha dois filhos: um quís a herança antecipada, gastou tudo o que tinha, e voltou mendigando. O pai o acolheu e fez uma festança por ele. O outro filho, dedicado, se revoltou pois nunca tinha ganhado nada!

A resposta do pai, que na parábola se faz analogia a Deus:

Filho, tudo o que tenho é seu, pois você sempre está comigo. Esse outro filho estava morto e voltou a viver!”.

Bonito, não?

Se Deus fosse justo, todos nós seríamos condenados por nossos erros. Deus é MISERICORDIOSO, é Amor Puro!

É a bondosa injustiça daquele que nos criou…

Uma das mais belas canções que retrata esse Evangelho está abaixo:

ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS

Muito alegre eu te pedi o que era meu, Parti
Um sonho tão normal
Dissipei meus bens o coração também
No fim, meu mundo era irreal

Confiei no teu amor e voltei.
Sim, aqui é o meu lugar
Eu gastei meus bens, ó Pai
e te dou este pranto em minhas mãos

– O 1º. Templo para Ateus está próximo de ser construído

Com interior oco, sem janelas, centímetros simbólicos com anos da Terra, código binário e pinturas representativas de DNA, vem aí um templo ateu.

Ué, se não acreditam em nada, por que um templo? Para juntos desacreditarem?

Templo para ateus é algo inusitado…

Extraído de Época, Ed 05/03/2012, pg 66-67.

EM LOUVOR À DESCRENÇA

O filósofo suíço Alain de Botton quer construir o primeiro templo para ateus do mundo – mas nem eles mesmos gostam da ideia.

Por Nathalia Ziemkiewcz

O que a fé nem sempre consegue os arquitetos frequentemente obtêm: unem fiéis de todas as crenças ou gente de crença nenhuma em torno da beleza dos espaços de oração. As gárgulas típicas da arquitetura gótica da Catedral de Notre Dame, na França, e os 20 mil ladrilhos decorados com flores e formas abstratas da Mesquita Azul, na Turquia, atraem milhares de pessoas anualmente, sem distinção de credo. Agora, um ateu confesso, o filósofo suíço Alain de Botton está decidido a aplicar os princípios arquitetônicos que tornam esses lugares especiais em favor daqueles que não têm fé. Botton quer construir locais de contemplação para quem não crê em divindade alguma – templos ateus, para celebração da existência e da vida humana.

“Será um lugar para fugir da loucura do dia a dia, refletir sobre a própria vida com tranquilidade”, disse Botton em entrevista a ÉPOCA. Esses espaços não terão sacerdotes ou mesmo púlpitos. Não abrigarão palestras, cultos ou reuniões de qualquer espécie. Não venerarão a ciência ou a racionalidade, diz Botton, muito menos a transcendência. Sua marca será a beleza de suas formas. Seu objetivo, causar prazer estético e celebrar valores intrinsecamente humanos, como a amizade, o amor e a esperança.

O projeto do templo ateu já existe. Foi desenhado por dois jovens arquitetos britânicos, Thomas Greenal e Jordan Hodgson, sob o lema “Templo da perspectiva” e apresentado no mais recente livro de Botton,Religião para ateus. É uma torre negra de concreto de 46 metros de altura, o equivalente a 15 andares, oca e aberta no topo. Cada centímetro representa um dos 4,6 bilhões de anos da existência geológica da Terra. Dentro dela, os visitantes se encontrarão no interior de um espaço vazio. Na parede, uma linha de ouro com 1 milímetro de espessura mostrará o tempo de existência da humanidade em relação à idade do Universo. Não haverá janelas ou paredes, apenas a luz entrando pela abertura no topo do edifício. No revestimento externo estará inscrito um código binário, que faz referência ao formato da dupla hélice da molécula de DNA, base de toda vida. “O objetivo é criar um sentimento contemplativo e de admiração”, afirma Greenal, um dos arquitetos. Botton diz que a ideia é fazer as pessoas se sentirem pequenas e frágeis, como já almejavam os arquitetos das catedrais medievais. “Os problemas parecerão menores e insignificantes”, afirma. O princípio que norteou o desenho do templo ateu é semelhante ao que baseia a construção dos mais tradicionais centros religiosos. “Nesse tipo de arquitetura, privilegia-se uma estética que ajude na reflexão e proporcione um sentimento de otimismo”, diz o arquiteto Ruy Ohtake. Ele foi responsável pelo projeto do Santuário Mãe de Deus, em São Paulo, conhecido como igreja do padre Marcelo Rossi. 

Para o templo ateu sair do papel, falta muita coisa – localização, recursos financeiros e disposição do autor da ideia. Em janeiro, Botton, que mora em Londres, deu várias entrevistas discutindo a estrutura, a localização e a maneira como pretendia financiar o projeto, a ser erguido no centro financeiro da cidade. A região, conhecida como City of London, abriga o prédio da Bolsa de Valores e a sede de grandes bancos e seguradoras – um local onde muitas pessoas, segundo Botton, perdem a perspectiva do que é importante na vida. Os jornais londrinos The Guardian eThe Daily Telegraph informaram que Botton já teria metade do milhão de libras (R$ 2,7 milhões) necessário para a obra, que começaria no final de 2013. Na conversa com ÉPOCA, na semana passada, Botton garantiu que o templo de Londres ainda é apenas “uma ideia”. Entre uma postura e outra, ocorreu a reação pública ao seu projeto.

A ideia do templo provocou a ira de ateus como o cientista britânico Richard Dawkins e o filósofo americano Daniel Dennet. “Não precisamos de templos”, disse Dawkins. “Se é para gastar dinheiro, seria melhor aprimorar a educação laica e construir escolas que ensinem pensamento crítico.” Outros críticos se manifestaram, e a polêmica cresceu, opondo Botton a um grupo de ateus organizado e atuante. Para eles, unir-se em comunidades é uma atitude tipicamente religiosa. Grupos como o de Dawkins afirmam que as religiões são daninhas e prejudiciais, por incitar o fanatismo que causa violência e mortes, e que deveriam ser extintas. Essa linha agressiva do ateísmo ganhou força com os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos. Botton é muito menos radical. Ele critica esse ateísmo “destrutivo” por ignorar aspectos positivos da religião: o senso de comunidade, a ideia de que os laços que nos unem devem ser duradouros, a arquitetura, a música e, em última instância, a capacidade de aplacar as angústias humanas. Sem abrir mão do ateísmo, Botton defende o que considera positivo na religião – e tenta incorporar a “parte boa” em sua forma de humanismo. Depois da proposta do templo, porém, ele foi obrigado a se defender inclusive da acusação de que tentava criar uma nova forma de religião, desta vez sem Deus.

Botton é conhecido por tratar com um ponto de vista original os temas da vida moderna – o trabalho, a educação, a ansiedade do dia a dia – e mostrar aspectos positivos que nos passam despercebidos. Foi isso que fez em 2008, ao fundar a Escola da Vida, instituição que ministra cursos sobre assuntos cotidianos. Ali se fala de relacionamentos, família, viagens e carreira. O objetivo era cutucar o ensino formal e sugerir que os estudantes devem ser formados para a vida. A ideia do templo tem a mesma natureza: estimular os ateus a perceber o que há de bom naquilo que abominam. E acolhê-los. “Há preconceito contra os ateus”, diz o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, da Universidade de São Paulo. “É difícil sair do armário.”

– Conselhos do Bispo em Tempo Quaresmal

Por minha vida, diz o Senhor: ‘não quero a morte do pecador, mas que se converta e viva’!

Que, durante a Quaresma, possamos crescer em boas obras. Qual será a “boa obra” deste dia? Em tudo, amar e servir a Deus e ao próximo.Dom Odilo Scherer, via Twitter.

– Jornada Mundial da Juventude 2013 divulga logomarca

Dias atrás foi lançada a logomarca da Jornada Mundial da Juventude a ser realizada aqui no Brasil, em 2013 (Rio de Janeiro). Cheia de simbolismo (como explicado abaixo), é mais uma das iniciativas em se promover tal importante evento de fé.

Extraído de: http://www.rio2013.com/pt/noticias/detalhes/203/logomarca-da-jmj-rio2013-e-fruto-da-fe-e-da-oracao-de-um-jovem

LOGOMARCA DA JMJ RIO2013 É FRUTO DA FÉ E DA ORAÇÃO DE UM JOVEM

“Foi uma atitude de fé participar desse concurso”, afirmou o jovem Gustavo Huguenin, 25 anos, criador da logomarca vencedora da Jornada Mundial da Juventude Rio2013. A partir de hoje, seu trabalho estará espalhado nos quatro cantos do mundo.

À primeira vista uma pessoa tímida e aparentando um misto de ansiedade e expectativa. Assim chegou Gustavo ao Comitê Organizador Local da JMJ Rio2013. Quando recebera o telefonema, ele foi informado apenas de que deveria ir ao Rio em função do concurso, mas sem saber que era o vencedor.

“Vinha carregando uma certa esperança de ficar entre os finalistas.  Quase não consegui participar. Enviei meu trabalho no último dia, mas pra mim havia sido tão forte aquela criação que fiz de tudo, parei, corri o que foi possível para não perder essa oportunidade e acabei surpreendido com a notícia de que havia vencido. Fui escolhido com a graça de Deus”, afirmou Gustavo.

Natural do município de Cantagalo, região serrana do estado do Rio de Janeiro, o jovem frequenta a paróquia Santíssimo Sacramento, da diocese de Nova Friburgo. Formado em Design Gráfico pelo Instituto Federal Fluminense (IFF), ele trabalha como designer gráfico e webdesigner em um escritório próprio.

“Para mim é alegria imensa saber que o meu trabalho vai ser usado no maior evento católico do mundo, ainda mais com Santo Padre, e que essa imagem estará associada ao encontro pessoal que os jovens do mundo inteiro terão com Jesus Cristo na JMJ Rio2013”, destacou o designer.

De formação católica desde a infância, ele participa de grupo de oração da Renovação Carismática Católica (RCC) desde os 19 anos. É Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão e faz parte do setor de Comunicação da RCC nacional. “Fui conhecendo e podendo amar mais a Igreja através da Renovação. Posso servir ao Senhor através deste movimento e das equipes pastorais da Igreja”, ressaltou.

A logomarca

Gustavo, que nunca participou de uma Jornada, disse que acompanhou a JMJ em Madrid, ao vivo através da internet. “Tinha um desejo muito grande de estar envolvido nisso como jovem católico. Quando foi anunciado que a Jornada seria no Rio, comecei a pensar que poderia haver um concurso que pudesse participar, e poucos dias depois ele abriu. Já estava com essa esperança. Acompanhei os meios oficiais, através do site da JMJ, e trouxe em meu coração esse desejo do que eu poderia fazer algo”, lembrou.

Para Gustavo, era como um sonho: “Da forma como costumo fazer o trabalho com o uso de imagem para a Igreja, foi a maneira como construí o desenho. Na Igreja temos que colocar espiritualidade nas imagens que apresentamos. O modo como o mundo mostra alguma coisa, aquilo tem que ser apenas belo, mas na nossa maneira tem que ter conteúdo, carregar o significado da nossa fé”.

Gustavo recordou que, antes de começar a desenhar, leu o capítulo todo do Evangelho de Mateus, de onde foi tirado o lema da JMJ Rio2013 “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19) e meditou para, a partir daquela palavra, buscar inspirações para a imagem.

“Nessa passagem vemos que Jesus foi se encontrar com os discípulos numa montanha. Então, já de início, não saía da minha cabeça a ideia do Cristo Redentor – Jesus que está numa montanha. Além de ser o símbolo universal do Rio de Janeiro, tem tudo haver com o tema. Primeiro, no processo de criação, coloco o conceito que deve ser transmitido. Deveria ter a figura de Jesus, a figura do discípulo e talvez alguma referência às nações. Essas três palavras, se pudessem ser transmitidas graficamente, seriam essenciais. O Cristo consegui passar através do cristo redentor, o discípulo está representado através do coração, pois o discípulo é aquele que carrega Jesus no coração, e as nações representadas através das formas que lembram o Rio de Janeiro, que naquele momento será o coração do mundo para os jovens,  acolhendo-os  na referência da montanha e do mar”, concluiu.

– 8 Tópicos para uma Feliz Evangelização

O jornal “O Verbo” da Diocese de Jundiaí, em editorial, na sua última edição, trouxe uma interessante matéria chamada: “Receita Prática para Evangelizar

Baseados na vida de Madre Teresa de Calcutá, a empreendedora hindu Ruma Bose e o executivo americano Lou Faust sintetizaram 8 tópicos para uma evangelização bem sucedida. Veja:

1) Sonhe simples, fale com força

2) Para chegar aos anjos, lide com o demônio

3) Espere! E então eleja seu momento

4) Acolha o poder da dúvida

5) Descubra a alegria da disciplina

6) Comunique-se em uma língua que as pessoas entendam

7) Preste atenção no faxineiro

8) Use o poder do silêncio

Alguém duvida que tal caminho ajuda a fazer o mundo um lugar melhor?

– De Ateu a Cristão

O filósofo Luiz Felipe Pondé falou sobre como se convertou de ateu a cristão. Interessante um filósofo tão cético entender Deus através do cetismo, e relatar tão belamente:

Comecei achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese do Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecera. Percebo uma beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzi-la dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres.

(Extraído de Revista Veja, Páginas Amarelas, 13 de julho de 2011, pg 18-21)

– Significado da Quarta Feira de Cinzas

Hoje começa a Quaresma, tempo forte, de conversão, destinado a práticas de jejum, caridade e oração. E esse novo tempo litúrgico temos como início a Celebração das Cinzas.

Veja que interessante sentido tem tal costume (extraído de: http://is.gd/BdBBKX )

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Na Bíblia, encontramos relatos no Antigo Testamento, e também na época de Jesus,  de pecadores públicos se que vestiam com panos de saco e colocavam cinzas na cabeça e no corpo como sinal de arrependimento. Era um sinal visível de mudança de vida. O pecador reconhecia suas ofensas a Deus e passava a fazer jejum e penitência.

Lá pelo século X, tornou-se costume na Igreja, que todos os fiéis recebessem cinzas em suas frontes. Isso acontecia no primeiro dia da Quaresma. Surgia ai a Quarta-feira de Cinzas. Desde aquela época até os dias atuais, esse costume é mantido. Abre-se o tempo da Quaresma com a recepção das cinzas, sinal exterior de que a Igreja, Povo de Deus, manifesta claramente a disposição em submeter-se à penitencia. Como Povo de Deus, todos nós damos sinal ao mundo de que somos pecadores e a penitência é o remédio eficaz no combate ao pecado em busca da conversão.

Somos peregrinos neste mundo em busca da Casa do Pai. Somos caminheiros rumo ao Reino definitivo. Nesta caminhada tropeçamos, erramos, pecamos e, a Igreja, Mãe e Mestra, nos indica a Quaresma como tempo apropriado para a penitência. Mas o que é penitência? Temos consciência do que essa palavra significa?  A tendência comum é de nivelarmos a penitência às práticas do jejum e abstinência. Sem dúvida essas duas práticas são realmente manifestações de penitência. São salutares e devem ser exercidas não apenas nos quarenta dias que antecedem a Páscoa, mas no decorrer de nossa vida. Procuremos então, aprofundar um pouco mais no significado cristão de penitência.

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, penitência é sinônimo de conversão, de mudança do coração, de mudança de mentalidade, de correção de rumo, de volta para Deus por meio de Cristo, nosso Salvador. Fazer penitência implica mudança interior, exige oposição ao pecado, abandono de tudo o que era empecilho em nossas vidas e que nos afastava de Deus. Exercer a penitência é mergulhar  no mais profundo de cada um de nós, é atingir a essência do nosso ser e reorientar nossa vida para Cristo, nosso Senhor.

Na Quarta-feira de Cinzas, no momento em que recebemos as cinzas em nossas frontes, ouviremos o seguinte apelo da Igreja: “Convertei-vos e crede no Evangelho!” Esse apelo deve atingir o âmago de cada cristão para que ocorra a mudança do coração. É Deus quem nos chama à conversão. Abstinência, jejum e oração pela graça da conversão são instrumentos para esse fim.

Na maioria das vezes, a conversão é lenta e vai acontecendo aos poucos em nossa vida. O Senhor está sempre nos chamando, não cessa de nos convidar a mudar de vida. Por isso, a conversão é um processo gradativo, desde que nosso sim a esse chamado seja uma constante em nosso peregrinar.

Porque somos pecadores, necessitamos da graça de Deus para que a penitência ou conversão seja eficaz. Necessitamos dela o tempo todo, não apenas na Quaresma. A conversão nunca é total, sempre fica em nós uma resistência ao Evangelho e à graça: a dificuldade de oferecer o perdão a quem nos ofendeu profundamente, colocar em prática o amar ao próximo como a nós mesmos, as vezes o indiferentismo diante do sofrimento de tantos marginalizados. Enfim, resistências à graça de Deus que nos afastam do Senhor e nos tornamos necessitados de sua misericórdia. Por Cristo, o Pai está sempre disposto a nos conceder misericórdia e a graça da conversão. Mas é preciso responder à essa graça sem demora. O convite de Deus ao arrependimento é constante e insistente. Por isso a partir da Quarta-feira de Cinzas e em toda a época da Quaresma, o Povo de Deus é chamado à penitência e conversão.

Ouçamos a voz de Deus e façamos o nosso mergulho no mais íntimo do nosso ser para a conversão do coração, pois: “No tempo favorável, eu te ouvi; e no dia da salvação, vim em teu auxílio. Eis agora o tempo favorável, o dia da salvação.” (2 Cor 6, 2).

– Candidatos Brasileiros ao Papado!

No último sábado, o papa Bento XVI concedeu o título de Cardeal a 22 bispos do mundo inteiro. E havia um brasileiro nessa relação: Dom João Braz de Aviz, bispo de Brasília por 7 anos. Assim, agora temos 3 nomes elegíveis ao papado, caso Bento XVI renuncie ou venha a falecer: o próprio Dom João, Dom Cláudio Hummes e Dom Raymundo Damasceno.

Será que nossa geração verá um Papa Brasileiro? Ou tal realidade ainda está longe?

– Campanha da Fraternidade 2012: “Fraternidade e Saúde Pública” – Que a saúde se difunda sobre a terra!

E depois de amanhã começa a Campanha da Fraternidade 2012 (CF-12), evento realizado pela Igreja Católica, organizado pela CNBB e promovido durante o Tempo Quaresmal.

Nesta 4ª feira de Cinzas, a sociedade é convidada a refletir sobre o tema: “Fraternidade e Saúde Pública”, onde a discussão sobre as formas de melhorar as condições de assistência médica e promoção da saúde oferecidas à população (médicos, hospitais, campanhas preventivas) deverão ser abordadas.

O lema da CF-12, que deve ser o mote dos cristãos, é: “Que a saúde se difunda sobre a terra (Eclo 38,8)”

Fica o convite para o debate: nosso país gasta menos com saúde pública, proporcionalmente falando, do que com despesas com Copa do Mundo, politicagem, despesas burocráticas e com a perda de recursos com corrupção?

Extraído da CNBB: www.cnbb.org.br

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012

O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, abre, na Quarta-feira de Cinzas, 22, às 14h, na sede da Conferência, em Brasília (DF), a Campanha da Fraternidade-2012. O tema proposto para a Campanha deste ano é  “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”, tirado do livro do Eclesiástico.

O ministro da saúde, Alexandre Rocha Santos Padilha, confirmou sua presença. Além dele, participarão do ato de abertura da CF o sanitarista Nelson Rodrigues dos Santos; o Gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança e membro do Conselho Nacional de Saúde, Clovis Boufleur, e o cirurgião e membro da equipe de assessoria da Pastoral da Saúde do Conselho Episcopal Latino-americano, André Luiz de Oliveira. O ato é aberto à imprensa.

A CF-2012 tem como objetivo geral “refletir sobre a realdiade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção aos enfermos e mobiliza por melhoria no sistema público de saúde”.

Realizada desde 1964, a Campanha da Fraternidade mobiliza todas as comunidades catóilcas do país e procura envolver outros segmentos da sociedade no debate do tema escolhido. São produzidos vários materiais para uso das comunidades com destaque para o texto-base, produzido por uma equipe de especialistas.

A Campanha acontece durante todo o período da Quaresma que, segundo o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, “é o caminho que nos leva ao encontro do Crucificado-ressuscitado”.

Na apresentação do texto-base, dom Leonardo, eplica que, com esta Campanha da Fraternidade, a Igreja quer sensibilizar as pessoas sobre a “dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de saúde pública condizente com suas necessidades e dignidade”.

CartazCF2012

– Uma árvore que cai faz mais barulho que uma floresta que cresce!

Compartilho um belíssimo texto do amigo e jornalista Reinaldo Oliveira, enviado há algum tempo, que vale como reflexão. Para quem gosta de boa leitura, aqui vale a pena:

UMA ÁRVORE QUE CAI FAZ MAIS BARULHO QUE UMA FLORESTA QUE CRESCE

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.

Eis a carta:

Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Sinto-me orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta. Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo. Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes… Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio. É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo! Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no Moxico com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças… Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino. Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como o padre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio. Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados. Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos… ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.
Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região… Nenhum passa dos 40 anos. Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve. A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce. Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos. Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…
Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido. Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.  

Em Cristo.

Padre Martin Lasarte, SDB

– Liturgia de quem quer Recomeçar!

A Liturgia de hoje traz belíssimas mensagens cristãs, que falam sobre reinserção das pessoas!

Na Primeira Leitura, se mostra a dificuldade daqueles que estão à margem, usando da imagem dos hansenianos. Os portadores de lepra eram considerados pessoas amaldiçoadas, até pela dificuldade de tratar de tal doença há mais de 2000 anos. E se afastavam do convívio social. No livro do Levítico, mostra-se a figura do leproso procurando o sacerdote em busca da sua volta, como um pecador que procura o sacramento da confissão para estar de volta à Igreja.

Na sequência, o Salmo mostra como é bom a volta, a reconciliação / reinserção. Canta o salmista: “Sois, Senhor, para mim: alegria e refúgio! Eu confessei meu pecado e minha falta conheceis, e me perdoaste. Regozijai-vos, ó justos, em Deus!”

Na Segunda Leitura, São Paulo lembra que tudo o que fazemos, temos que fazê-lo de maneira cristã, para a glória de Deus: “Quer comais, quer bebais, quer qualquer coisa façais, fazei tudo para a glória do Senhor” (Lembra o pedido de São José Maria Escrivá: sermos operários de Deus, e tudo no que trabalharmos, que seja à luz do Evangelho. Se advogado, que sejamos advogados de Cristo; se comerciante, idem. E por aí vai).

Por fim, no Evangelho é o próprio Cristo que atende o apelo do leproso: Se queres, cura-me Senhor”, que prontamente diz: “Eu quero”, e cura o enfermo, que se alegra e segue a sua vida.

Assim, vemos que toda a liturgia está centrada em: procurarmos a cura do corpo e da alma, voltarmos à uma vida correta, em Cristo, e que tudo seja pelos princípios do Evangelho?

Fica a reflexão: como o leproso, devemos pedir sempre a Deus. Mas o que temos pedido? Paz, saúde, disposição, ardor missionário; ou futilidades e bens materiais?

Obs: ao falarmos do leproso do Antigo Testamento, em contextos maiores nas demais leituras, vemos que o doente era condenado e excluído. Cristo, com o Novo Testamento, traz de volta à vida. Assim, devemos tomar cuidado numa leitura bíblica fundamentalista, ou seja, ao pé da letra, sem entendermos costumes sociais da comunidade judaica. A Bíblia é referência ao Cristo, que aperfeiçoa e atualiza a lei de Moisés com sua Mensagem Evangelística.

– A Reforma da Mesquita de Jamkaram: Fanatismo ou Demagogia?

O presidente iraniano Ahmadinejad é corajoso, não há dúvida. Dizem que a coragem dele é movida à loucura, e isso justificaria a briga contra os EUA no campo diplomático, o desejo manifesto de extermínio ao estado de Israel e o frenético desejo de construir bombas atômicas.

Uma de suas novas ações é a reforma de uma importante mesquita do Irã, o templo de Jamkaram, na cidade de Qom. Ele diz que tem o poder de conversar com o sumido 12º Imã (imã é uma entidade religiosa; o 12º desapareceu no século 9, mas Ahmadinejad diz que dialoga sempre com ele…). O presidente dá crédito à uma vertente xiita, braço muçulmano que crê na volta desse imã, acompanhado de Jesus Cristo por ordem de Maomé, em desejo de Alá!

Para tanto, a reforma se deu para a ampliação do espaço, a fim da volta de Cristo mais o imã, governando com conforto dentro da Mesquita. Tudo isso após uma guerra mundial e caos cósmico.

Estaria ensaiando uma desculpa para provocar uma guerra?

E você, o que pensa sobre esse fanatismo? ou demagogia para justificar algo? Deixe seu comentário:

Importante: a comunidade árabe jundiaiense, tenho certeza, desaprova esse espírtio de guerrilha desencadeado por Ahmadinejad. Felizmente vivemos numa cidade onde as crenças se respeitam e convivem ecumênica e harmoniosamente.

– A verdadeira Medida do Amor

A medida do amor é amar sem medida”.

Essa bela constatação é a principal frase do “Tratado do Amor de Deus”, escrito por São Francisco de Sales, que celebramos no último dia 24. Para corações conturbados e de desejo ardente de paz, vale a pena conhecer esse magnífico santo!

Olha que belíssima história (extraída de: http://br.geocities.com/montealverne/sfsales.html)

HISTÓRIA DE SÃO FRANCISCO DE SALES

Nasceu no castelo de Sales na Sabóia, em 21 de agosto de 1567. Aos 14 anos foi mandado para a grande Universidade de Paris que, na época, com 54 faculdades, era um dos grandes centros de estudos. Alí destacou-se em retórica, filosofia e teologia. Jovem ainda fez voto perpétuo de castidade e colocou-se debaixo da proteção da Virgem Santíssima. Aos 18 anos foi tentado terrivelmente por uma sensação de desespero e condenação ao inferno, o que só venceu com fervorosa oração aos pés de Nossa Senhora.

Aos 24 anos doutorou-se em Direito, em Pádua, Itália. Foi ordenado padre a 18 de dezembro de 1593. Em 1602 tornou-se bispo de Genebra, aos 32 anos. Escreveu várias obras. No famoso “Tratado do Amor de Deus”, escreveu: “A medida do amor é amar sem medida”.

Foi diretor espiritual de Santa Joana Francisca de Chantal, desde 1604 em Dijon, com quem fundou a Ordem da Visitação em 1610.

Sua obra mais famosa é a “Introdução à Vida Devota”.

Faleceu aos 56 anos, em 28/12/1622, em Lião. Sua beatificação foi em 1662, a primeira realizada na basílica de S. Pedro em Roma, onde foi canonizado três anos mais tarde. Sua festa é celebrada no dia 24 de janeiro.

Foi declarado Doutor da Igreja em 1877, e o Papa Pio XI o instituiu padroeiro dos jornalistas.

S. Francisco de Sales foi grande amigo de S. Vicente de Paulo, que vivia em Paris. S. Vicente dizia de S. Francisco : “Este servo de Deus conformou-se tão bem com o modelo divino que muitas vezes me pergunto com admiração como uma criatura – dada a fragilidade da natureza humana – pôde alcançar tão elevado grau de perfeição … Sou levado a ver nele o homem que, dentre todos, mais fielmente reproduziu o amor do Filho de Deus sobre a terra”.

Gostava o santo de dizer: “Se erro, prefiro que seja por excesso de bondade que por demasiado rigor “. A extraordinária mansidão que possuía foi fruto de muitos esforços e trabalhos.

São Francisco de Sales foi inspirador de D. Bosco quando da fundação da sua Congregação, que recebeu o nome do santo padroeiro, Salesianos.

O ESPÍRITO DE SÃO FRANCISCO DE SALES (extraído dos seus escritos)

Não espere as mudanças e eventualidades desta vida com medo; antes, encare-as com a firme esperança de que, ao surgirem, Deus, de quem você é filho, o livrará delas.

Só confia nEle e Ele continuará conduzindo você seguramente através de tudo. Onde não puder caminhar, Ele o carregará nos braços.

Não se preocupe com o que pode acontecer amanhã; o mesmo Pai eterno que cuida de você hoje, se encarrega de você amanhã e todos os dias. Ou Ele protegerá você do sofrimento, ou lhe dará a força infalível para suportá-lo.

Esteja em paz, pois, e afaste todos os pensamentos de angústia.

Anime-se e transforme os problemas em matéria para seu progresso e maturidade.

Pense muitas vezes em Nosso Senhor, pois Ele ajudará a suportar os problemas. Todos eles serão incapazes de abalar você, só lembrando-se de que você tem um tal amigo.

Faça tudo com calma e em paz. Realize quanto puder, tão bem quanto for capaz.

Procure ver Deus em todas as coisas sem exceção, e disponha-se a fazer a vontade dEle com alegria. Faça tudo para Deus, unindo-se com Ele por palavras e obras.

Avance muito simplesmente com a Cruz de Nosso e tenha paz consigo mesmo. Passará por cada tempestade com seguridade, enquanto a sua confiança se fixar em Deus.

Não perca a sua paz interior por nada, nem se todo o seu mundo parece vir abaixo. Se se dá conta que se afastou da proteção de Deus, conduza o seu coração de volta para Ele tranqüila e simplesmente.

Faça todas as coisas em nome de Deus e fará tudo bem. Se comer ou beber, trabalhar ou descansar, ganhará muito aos olhos de Deus, ao fazer todas essas coisas como Deus quer que se faça.

Aconteça o que acontecer, não desanime; segure-se firmemente em Deus, mantenha-se em paz, com confiança no seu amor eterno por você. 

– À Beira da Praia…

Ontem, devido as fortes chuvas, a energia elétrica faltou em diversos pontos da cidade de Jundiaí. E justamente na hora da Missa, as luzes se apagaram. Mas para a sorte dos fiéis da Paróquia de São João Bosco, onde eu estava, a celebração ocorreu a luz de velas; e com falta de recursos eletrônicos, os músicos cantaram “à Capela” a belíssima canção: “Tu, te abeirastes na praia”.

Às escuras, pós-comunhão, no silêncio, ótimo momento para se refletir essa melodia que nada mais é do que uma inspirada oração:

TU, TE ABEIRASTES NA PRAIA

1.Tu, te abeiraste da praia
Não buscaste nem sábios nem ricos,
somente queres que eu te siga!

Senhor, tu me olhaste nos olhos,
a sorrir, pronunciastes meu Nome,
lá na praia, eu larguei o meu barco,
junto a Ti buscarei outro mar…
2.Tu sabes bem que em meu barco
Eu não tenho nem ouro nem espadas
somente redes e o meu trabalho
3.Tu, minhas mãos solicitas,
meu cansaço que a outros descanse,
amor que almeja seguir amando.
4.Tu, pescador de outros lagos,
ânsia eterna de almas que esperam,
bondoso amigo que assim me chamas.

1.Tu, te abeiraste da praia
Não buscaste nem sábios nem ricos,
somente queres que eu te siga!

Senhor, tu me olhaste nos o–lhos,
a sorrir, pronunciastes meu Nome,
lá na praia, eu larguei o meu bar—co,
junto a Ti buscarei outro mar…
2.Tu sabes bem que em meu barco
Eu não tenho nem ouro nem espadas
somente redes e o meu trabalho
3.Tu, minhas mãos solicitas,
meu cansaço que a outros descanse,
amor que almeja seguir amando.
4.Tu, pescador de outros lagos,
ânsia eterna de almas que esperam,
bondoso amigo que assim me chamas

E você, já conversou com Deus hoje? Santo Agostinho dizia: quem canta à Deus reza duas vezes!

– Salmo 56 (57), 2a

A liturgia católica de hoje nos convida a salmodiar:

Ó Deus, tende piedade de mim

Não deveríamos falar ou clamar essa necessidade a todo instante. Deus é tão bom conosco, e nós pisamos tanto na bola…

– Como você cuida do seu Corpo e dos seus Atos?

Você se preocupa com a dignidade do seu Corpo e da sua Alma?

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:  “Irmãos, o corpo não é para a imoralidade, mas para o Senhor, e o Senhor é para o corpo; e Deus, que ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará também a nós, pelo seu poder. Porventura ignorais que vossos corpos são membros de Cristo? Quem adere ao Senhor torna-se com ele um só espírito. Fugi da imoralidade. Em geral, qualquer pecado que uma pessoa venha a cometer fica fora do seu corpo. Mas o fornicador peca contra seu próprio corpo. Ou ignorais que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que mora em vós e que vos é dado por Deus? E, portanto, ignorais também que vós não pertenceis a vós mesmos? De fato, fostes comprados, e por preço muito alto. Então, glorificai a Deus com o vosso corpo.

Você tem consciência da importância em distinguir o que é errado e correto no âmbito físico, mental e espiritual?

– Mágicos e Médiuns: um Povo Que Gosta de Acreditar

As pessoas gostam de ser enganadas

Michael Shermer, renomado escritor e psicólogo americano, criou polêmica em seu último livro: “Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas.

Para ele, as pessoas assistem a um mágico e sabem que é um truque. Mas quando um médium fala das coisas do além, acreditam sem questionar.  Uma frase de efeito dita:

Crer é mais fácil do que pensar”.

E aí, a profunda afirmação do psicólogo, dita convictamente por ele, ofende as religiões, independente de qual seja, ou não?

Deixe seu comentário:

– Fé e Razão

Não me canso de refletir tal mensagem do saudoso Papa João Paulo II, de uma de suas encíclicas:

 “Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu”

Sábias e santas palavras!

– Um Padre Calado no Interior do Brasil

Um caso curioso de revolta entre fiéis e diocese em Goiás: revoltados com o afastamento sem explicação de um sacerdote, os católicos de Goiânia criam comunidades e manifestos a favor do padre Luiz Augusto, religioso que mantinha muitas obras sociais na Arquidiocese local através da grande receita do dízimo de seus paroquianos.

Extraído de: http://is.gd/LacwQd

O SILÊNCIO DO PADRE DAS MULTIDÕES

O que levou a Arquidiocese de Goiânia a punir com o isolamento o padre Luiz Augusto, responsável por celebrar missas que reuniam milhares de pessoas e arrecadavam o maior dízimo do Estado

Por Rodrigo Cardoso

Durante 15 anos, a comunidade católica de Goiânia (GO) conviveu com um fenômeno de comunicação religiosa. Adepto do movimento Renovação Carismática, que tem no padre Marcelo Rossi seu expoente mais estrelado, o sacerdote Luiz Augusto Ferreira da Silva, 51 anos, transformou a paróquia Sagrada Família em referência de devoção no Estado. Todo domingo, o local era frequentado por cerca de 20 mil pessoas ávidas por presenciar o dom da oratória, os cânticos e os conselhos daquele que é chamado de evangelizador das multidões. Mensalmente, eram recolhidos ali R$ 450 mil em dízimo (a maior arrecadação de Goiás, segundo atestam religiosos do Estado). Projetos sociais que ofereciam distribuição de cestas básicas, acolhida a moradores de rua e ajuda a dependentes químicos, só para citar três deles, conseguiam recursos na esteira do sucesso de público da Sagrada Família. 

Faz três meses, porém, que o padre Luiz Augusto, que administrou a Sagrada Família por 15 anos até o ano passado, teve restringido o seu contato com os fiéis por imposição da Arquidiocese de Goiânia. Transferido em maio de 2011 para a Atos, uma comunidade evangelizadora para leigos localizada em uma chácara de difícil acesso, a cerca de 30 quilômetros do centro da cidade, ele construiu no local um galpão com capacidade para três mil pessoas para seguir celebrando. E assim o fez por cinco meses até que, obedecendo a uma ordem do arcebispo de Goiânia dom Washington Cruz, assinou um documento que o proibia de celebrar missas para o público – estando autorizado, apenas, a rezar para as pessoas que morassem na comunidade – e suspendia as suas participações em um programa de rádio e outro de tevê. Des­de então, católicos e a Arquidiocese de Goiânia estão em rota de colisão.

“Trata-se de um caso de nítida perseguição a esse sacerdote, um líder nato que arrebanha multidões, mas causa inveja e ciúme”, diz a odontopediatra Soraya Sebba Chater, que criou uma comunidade virtual de apoio ao padre. Ela foi uma das cinco mil pessoas que participaram de um abaixo-assinado em prol da permanência do pároco na Sagrada Família e tem uma irmã que saiu em passeata pelas ruas da capital goiana, com outros seis mil fiéis, defendendo a mesma causa. “O público se manifesta, canta, há uma grande euforia nas pregações do padre Luiz Augusto. E os superiores dele veem nisso um excesso”, afirma a administradora Maria Dulce Loyola Teixeira, 60 anos, que também relata a indignação dos fiéis em um blog. A Diocese de Goiânia, por meio do padre Arthur da Silva Freitas, membro do conselho de presbíteros, nega que a liturgia empregada pelo sacerdote – ele usa a “Bíblia” e não os tradicionais folhetos em suas cerimônias – tenha motivado o seu afastamento das celebrações. Também nega a existência de desvios de conduta moral do padre ou de recursos financeiros em sua gestão. De acordo com Freitas, o motivo da correção se deu porque seu colega de sacerdócio não poderia celebrar na comunidade Atos, uma vez que ela não é uma paróquia, mas sim uma capelania. “Criar paróquia é tarefa do bispo. As pessoas estavam seguindo o padre e não a Igreja”, diz o representante da arquidiocese. Um sacerdote paulista, que é funcionário do Tribunal Eclesiástico de São Paulo, porém, discorda da argumentação dos que puniram o padre Luiz Augusto. “Se eu fosse capelão de um mosteiro, por exemplo, eu poderia celebrar para o público de fora. Bastaria eu seguir a regra do local e não fazer da missa um show”, afirma, preferindo não se identificar. “Eu acredito que o afastamento dele deve ter partido de uma regra disciplinar do próprio bispo local.”

No meio desse imbróglio, o evangelizador das multidões, desde outubro, só celebra para menos de cem moradores da comunidade. Segundo a arquidiocese, Luiz Augusto não perdeu as funções de pároco, mas se encontra em um processo de “correção da postura pastoral”. Encontros quinzenais entre ele e o bispo auxiliar de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello, fazem parte dessa fase. “Sinceramente, não vejo motivo para eu seguir afastado”, disse o sacerdote à ISTOÉ. “Passei pela Canção Nova (comunidade), onde padres celebram normalmente. Vejo o mesmo na Shalom. Eu não escolheria vir para cá, quando fui transferido da Sagrada Família, se soubesse que aqui eu não poderia celebrar. Faltou orientação.” O religioso não esconde a tristeza com a atual situação. “Se a arquidiocese tem a intenção de me corrigir, me ajudar, tudo bem. Mas seria falso se dissesse que estou contente”, afirma. “Sei dos meus defeitos, mas tenho carisma e saudade de estar com o povo, de celebrar pelo menos aos domingos para as pessoas.” No fim do ano passado, o sacerdote chegou a escrever uma carta à arquidiocese solicitando uma liberação para rezar uma missa para o público no Natal e no Réveillon. O pedido foi negado. Pelo visto, a crise de vocações que assola a Igreja Católica não atinge a Arquidiocese de Goiânia.

– Intolerância Religiosa na Nigéria que Assusta de Forma Calada

No dia 25 de dezembro passado, mais de 40 cristãos foram mortos durante uma Missa de Natal por extremistas árabes na Nigéria. Na virada de ano, mais 8. Ontem, 20!

Simplesmente se mata por crer em Deus de maneira diferente? E quem mata, mata em nome de Alá, que nada mais é do que o mesmo Jeová, Pai, Iavéh, ou qualquer outro nome que você prefira, e que chamamos por comodidade e costume de Deus!

Somos filhos de um mesmo Deus, mas nos matamos em nome dele próprio. Absurdo! E maior absurdo ainda a comunidade internacional fazer vistas grossas. E se fosse em um país desenvolvido não-africano, a repercussão seria maior?

– Mundo Igual e Respeitoso

Perante Deus, todos somos iguais. E, cansamos de escrever tal verdade aqui, qualquer forma de preconceito é burra, seja racial, sexual ou econômica.

Tal foto diz tudo:

Precisa acrescentar algo?

– Quer Mudança? Seja a Mudança!

Reflexão de final de ano:

“Devemos ser a mudança que queremos ser”

Pe. Fábio de Melo

– Monsenhor Joaquim Wladimir Lopes Dias é nomeado bispo auxiliar para a Arquidiocese de Vitória/ES

Por Reinaldo Oliveira

No dia 21 de dezembro, em reunião extraordinária com o Conselho de Presbíteros, às 9h, na Cúria Diocesana, o bispo dom Vicente Costa informou sobre a nomeação do vigário geral da diocese de Jundiaí, monsenhor Joaquim Wladimir Lopes Dias, como bispo auxiliar, por Sua Santidade o Papa Bento XVI, para a arquidiocese de Vitória/ES. Num segundo momento, às 10h30, dom Vicente iniciou entrevista coletiva com a Imprensa, falando de como foi o ano de 2011, agradecendo o trabalho da Imprensa, falando do setor de Comunicação da diocese e da sua mensagem de Natal aos fiéis. A seguir já com a presença do monsenhor Joaquim Wladimir e demais padres do Conselho de Presbíteros, ele comunicou a nomeação aos meios de comunicação de Jundiaí e Região. Falou da sua alegria por mais um padre da diocese ser nomeado bispo, agradeceu ao monsenhor Joaquim Wladimir por tudo que ele fez pela diocese, desejando a ele sorte, perseverança e muita fé. Em seguida o setor de Comunicação da diocese fez uma apresentação do currículo do monsenhor Joaquim Wladimir, ilustrado com inúmeras fotos em eventos presididos por ele. Após ele atendeu aos jornalistas. A ordenação episcopal está marcada para o dia 4 de março no ginásio de esportes Dr. Nicolino de Lucca (Bolão der Jundiaí), às 15h, presidida pelo bispo diocesano dom Vicente Costa e pelos bispos sagrantes; dom Luiz Mancilha Vilela – arcebispo de Vitória/ES e dom Gil Antonio Moreira – arcebispo de Juiz de Fora/MG. O novo bispo toma posse na arquidiocese de Vitória/ES, no dia 18 de março de 2012.

TRÊS BISPOS DA DIOCESE.  A primeira ordenação episcopal da diocese foi a de dom Osvaldo Giuntini, em 1982. A segunda foi do monsenhor Joaquim Justino Carrera, em 2011, e agora a do monsenhor Joaquim Wladimir Lopes Dias.

– Rezar em Grandes, Pequenos ou em Nenhum Templo?

A Revista Época desta semana traz como matéria de capa os “Os Novos Templos da Fé”, por Humberto Maia Júnior (pg 84, Ed 709). Nela, se fala sobre a preocupação das Grandes Religiões em construir templos gigantescos, sejam cristãos, islâmicos ou de qualquer profissão de fé.

Há duas citações religiosas na matéria; a primeira, do Alcorão:

Maomé diz que a oração em conjunto é 27 vezes maior que a oração individual

E a segunda, da Bíblia:

Quando dois ou mais estiverem reunidos, ali estarei também

O mote é falar sobre a importância em orar em grupo; daí a construção de obras vultosas. Mas lembro de uma outra passagem, quando Jesus se retirou ao deserto para rezar e ficar a sós.

Particularmente, não gosto de grandes celebrações, tumultuadas, cheias de gente. Acaba, muitas vezes, ocorrendo dispersão espiritual. Você pode até não prestar atenção no pregador, por culpa do excesso de pessoas e barulho.

Claro, orar em comunidade tem seu valor. Mas confesso preferir as celebrações mais simples, quando o padre ou o pastor pode falar olhando para você, onde o silêncio de alguns momentos pode dizer muita coisa.

Independente se na Igreja ou não, conversar com Deus é importante. E ouvi-lo, mais ainda!

A matéria pode ser acessada no site da Época: Os Novos Templos que Renovam a Fé, em: http://is.gd/j8fiza

– A Morte de Christopher Hitchens

O polêmico Christopher Hitchens faleceu nesta semana. Inteligentíssimo escritor, mas polêmico na mesma proporção, escrevia principalmente sobre uma de suas bandeiras: a apologia ao ateísmo. Dele é o livro “Deus Não é Grande” (2007), onde defende que:

Deus não existe, assim como a idéia de ter um Deus é idiota, infeliz e faz mal à saúde física e mental”.

Sua marca era se autodenominar “antiteísta”, ou seja, combater os que crêem. Uma pena, pois de tão inteligente que sempre foi, cegou-se para a fé.

Mas, enfim, deve-se respeitar todas as crenças. E as não-crenças também.

Compartilho o que escreveu Luiz Felipe Pondé, na Folha de São Paulo do último sábado:

Existe vida após a morte? Existe um Deus do outro lado? Valeu a pena ser honesto, fiel e generoso? Para um ateu, nada disso é importante. A morte é apenas a parada final do corpo. A máquina faliu.

Profundo, não?

– Agradecendo a Deus através de sua Mãe

Estivemos em Aparecida-SP, no Santuário Nacional, na última 5ª feira.

Agradecer à Mãe de Deus é necessário. Afinal, costumamos pedir, pedir, pedir… falar obrigado também é importante!

 

PEREGRINAR É CAMINHAR PARA CRISTO

– O Inteligentíssimo Hawking e o seu Ceticismo Burro

Há pessoas que têm inteligência acima da média. O famoso físico britânico Hawking é um deles. Mas às vezes tanto conhecimento científico cega algumas pessoas à Luz da Fé.

Infelizmente, para muitos, há uma dificuldade de se conciliar Fé e Razão.

Leiam esse artigo sobre a criação do universo, recentemente publicado sobre o pesquisador tão renomado:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,nao-e-preciso-um-deus-para-criar-o-universo-diz-hawking,639475,0.htm

“NÃO É PRECISO UM DEUS PARA CRIAR O UNIVERSO”, DIZ HAWKING

Cientista britânico polemiza papel da religião na criação do universo em seu novo livro

Em seu mais recente livro, “The Grand Design” (O Grande Projeto, em tradução livre), o cientista britânico Stephen Hawking, afirma que “não é preciso um Deus para criar o Universo”, pois o Big Bang seria “uma consequência” de leis da Física.

“O fato de que nosso Universo pareça milagrosamente ajustado em suas leis físicas, para que possa haver vida, não seria uma demonstração conclusiva de que foi criado por Deus com a intenção de que a vida exista, mas um resultado do acaso”, explicou um dos tradutores da obra, o professor de Física da Matéria Condensada David Jou, da Universidade Autônoma de Barcelona.

Há 22 anos, em seu livro “Uma Nova História do Tempo”, Hawking via na racionalidade das leis cósmicas uma “mente de Deus”. O cientista inglês acredita agora que as próprias leis físicas produzem universos sem necessidade de que um Deus exterior a elas “ateie fogo” às equações e faça com que suas soluções matemáticas adquiram existência material.

Assim, aquela “mente que regia nosso mundo” se perde na distância dessa multiplicidade cósmica, segundo o tradutor.

Hawking admite a existência das equações como fundamento da realidade, mas despreza se perguntar se tais equações poderiam ser obras de um Deus que as superasse e que transcendesse todos os universos.

– Não gosto do Natal Comercial, mas do Natal Verdadeiro

Dezembro é o mês da síndrome natalina, aquela obrigação de exalar felicidade. Dá para se libertar dela?

Walcyr Carrasco

Você que gosta do Natal, me desculpe, mas concordo com o Walcyr. Celebrar e ser feliz deve ser todo dia; reunir os amigos e a família, sempre. E, muitas vezes, escolhemos uma data para nos juntarmos com pessoas que às vezes nem mais convivem conosco ou que não temos afinidade. E surgem os sorrisos amarelos e a necessidade de se gastar com presentes.

Ora, temos que presentear o ano inteiro? Aniversário, Dia das Crianças, Natal, Páscoa, dia disso e daquilo…

Sem ser hipócrita: clima natalino é diferente de clima comercial. DETESTO ESSA ÉPOCA DO ANO, com as ruas lotadas e pessoas histéricas comprando e se estressando.

Natal, pra mim, é tempo de relembrar o nascimento de Cristo, seus motivos de vir ao mundo (para nos salvar) e a necessidade de buscarmos a conversão pessoal (que deve ser diária, não só no final de ano). Papai Noel é só um personagem bem pequeno, e que os mais estudiosos sabem, foi criado pela Coca-Cola para campanhas de marketing no final do ano nos EUA há muito tempo atrás.

O tempo do Natal deve ser festa religiosa, não desespero comercial. Nossos bolsos que o digam em janeiro…

– Dispersão Espiritual

Hoje ouvi uma homilia que me tocou bastante: o sacerdote disse que uma das grandes dificuldades dos dias de hoje é a concentração para a oração. Conversamos com Deus pensando nos compromissos do dia-a-dia, rezando sem atenção, meditando desconcentrados. São tempos de Dispersão Espiritual. E é verdade! Se deitamos na cama para fazermos nossas orações, muitas vezes dormimos pelo cansaço. Ah… que bom seria se conseguíssemos desligarmos verdadeiramente para entrarmos em comunhão com Aquele que nos salvou.

Que sábias, santas e inspiradas palavras!

– Governo Espanhol versus Vaticano: Excessos de Apelo?

O que dizer da Campanha contra a AIDS promovida pela Espanha? No cartaz, um padre que ao invés de levantar a Eucaristia acaba por levantar uma camisinha, como se estivesse no momento litúrgico da Consagração!

Poderiam utilizar outro exemplo, tranquilamente…

Olha a matéria e a foto abaixo, publicada na IstoÉ, Ed 2144, pg 33, Seção Semana:

GOVERNO ESPANHOL BATE DURO CONTRA O VATICANO

Por Antonio Carlos Prado e Juliana Dal Piva

Em sua nova campanha de prevenção da Aids, o governo espanhol bateu forte na Igreja Católica, que se coloca contrária ao uso da camisinha porque defende o sexo somente com a finalidade de procriação. A campanha publicitária mostra um sacerdote segurando uma hóstia e, a seguir, esse mesmo padre segurando uma camisinha – as duas imagens sugerem um dos pontos altos da missa, justamente o momento da consagração. O áudio da campanha diz, referindo-se ao Vaticano: “São eles que realmente te amam? Não se deixe enganar”