– Festa da Ascensão do Senhor

Neste domingo, a Liturgia celebra a festa do retorno de Jesus ao Céu. Após sua crucificação, Ele permaneceu ressuscitado por 40 dias entre nós e subiu ao Pai, conforme os Evangelhos.
E aí fica a reflexão para esse domingo: confiamos que um dia nós seremos levados ao Céu (não materialmente, mas no sentido da fé cristã de Ressurreição)? O que fazemos para esse merecimento? Como tem sido nossas ações?
Vale meditar sobre nossa conduta.

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– O 1o Prefeito Muçulmano de Importante Capital Européia do Ocidente

Sadiq Khan, do Partido Trabalhista Inglês, foi eleito prefeito de Londres, com 44,2% dos votos. O curioso é: em meio a discussão sobre o aceite de imigrantes e refugiados (e a Inglaterra resiste em aceitar sírios necessitados), Khan é descendente de paquistaneses e professa o Islamismo.

Detalhe: nada de radicalismo ou xenofobia! Estudioso e batalhador, o novo prefeito comunga de pessoas de todas as crenças na sua administração, tendo como exemplo de vida (declarado publicamente) o pai, motorista de ônibus e a mãe, costureira.

Questionado sobre a religião, ele disse que não seria “chefe religioso de Londres, mas prefeito de todos os londrinos.”

Ótimo! Que as coisas sejam sempre bem separadas. Mas uma coisa é inegável: disparadamente o povo muçulmano cresce em todos os cantos do mundo (vide o número de filhos nas famílias árabes versus o de famílias de europeus).

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– Segundo Retiro das Missões Populares da Diocese de Jundiaí

por Reinaldo Oliveira

2º RETIRO DAS SANTAS MISSÕES POPULARES DA DIOCESE DE JUNDIAÍ SERÁ EM VÁRZEA PAULISTA

Entre os dias 29 de abril e 1º de maio, a Diocese de Jundiaí realiza o 2º Retiro das Santas Missões Populares, no Centro de Evangelização Arca da Aliança Mãe da Divina Providência, da Paróquia Cristo Redentor, em Várzea Paulista. O primeiro encontro aconteceu na Comunidade Santo Antônio, pertencente a Paróquia São Sebastião, em Itupeva, em junho de 2015. As Santas Missões Populares na Diocese de Jundiaí acontecem em 2017, em comemoração pelos 50 anos de Criação da Diocese de Jundiaí. A programação terá início às 19h30 da sexta-feira, 29 de abril. O formato do evento será o mesmo do anterior, com uma intensa programação que inclui momentos de formação, espiritualidade, partilha e conscientização da importância do trabalho missionário. Da mesma forma que no 1º Retiro, a formação será ministrada pelo padre Luís Mosconi, sacerdote que trabalha com missões no Brasil há 25 anos. O 2º Retiro das Santas Missões Populares deverá reunir mais de duas mil pessoas vindas das 66 paróquias da Diocese de Jundiaí. Além dos paroquianos, todos os padres, diáconos, religiosos (as) e seminaristas foram convocados para esse Retiro. Para padre Leandro Megeto, “o 2º Retiro Diocesano das SMP tem o objetivo de avaliar a caminhada missionária da nossa diocese desde a realização do último Retiro. De lá para cá as paróquias e seus missionários trabalharam bastante para realizarem os blocos de atividades propostos que visam resgatar a memória histórica das nossas comunidades e aprofundar a importância da fidelidade e da convicção no Projeto das Santas Missões Populares. Também este Retiro tem o objetivo planejar e articular os trabalhos na Diocese e nas paróquias até o 3º Retiro Missionário Diocesano, já agendado para os dias 26 e 27 de novembro”, destacou o coordenador diocesano da Ação evangelizadora. O Centro de Evangelização Arca da Aliança Mãe da Divina Providência, da Paróquia Cristo Redentor, está localizado na Rua da Várzea, 1920, Vila Santa Terezinha, Várzea Paulista.

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– O Ano da Misericórdia, a fé que oscila e o amadurecimento da crença!

Estamos em um Ano Santo da Misericórdia, determinado pelo Papa Francisco. Nele, se pede que os fiéis pratiquem obras corporais e espirituais. Vejam quais são no quadro abaixo:

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O problema é: temos uma fé ainda imatura muitas vezes. São católicos que recebem o Batismo e abandonam a prática que deveriam realizar. Até rezam a Deus, mas não amam o próximo como deveríamos. Esse tuíte do Padre Zezinho diz tudo:

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Talvez o grande problema é que muitos queremos uma fé de conveniência, uma religião ao gosto do cliente/fiel. Padre João Jefferson Chagas fala sobre isso:

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– A “Alegria do Amor”, um documento preciso e precioso sobre as famílias!

A Exortação Apostólica “A Alegria do Amor”, ou, no original “Amoris Laetitia”, divulgada nesta semana pelo Papa Francisco é um espetacular documento sobre as famílias. Nela, o Pontífice aborda tradicionais e modernas formas de famílias, e o faz de maneira sábia e santa.

Me chamou a atenção um trecho em especial:

As famílias não são um problema, são principalmente uma oportunidade”.

Perfeito!

Leia outros trechos, extraídos de: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2016/04/veja-os-trechos-do-documento-do-papa-francisco-sobre-a-familia-5757254.html

VEJA OS TRECHOS DO DOCUMENTO DO PAPA FRANCISCO SOBRE A FAMÍLIA

Trechos da segunda exortação apostólica do papa Francisco, “Amoris Laetitia” (A alegria do amor), divulgada nesta sexta-feira pelo Vaticano.

– “Quero reafirmar que nem todas as discussões doutrinais, morais ou pastorais devem ser resolvidas com intervenções magisteriais”.

– “Na Igreja, é necessária uma unidade de doutrina e de praxe, mas isso não impede que subsistam diferentes maneiras de interpretar alguns aspectos da doutrina ou algumas consequências que derivem dela”.

– “Em cada país ou região, é preciso buscar soluções mais culturalistas, atentas às tradições e aos desafios locais”.

– “Considerarei a situação atual das famílias em ordem de manter os pés na terra”.

– “As famílias não são um problema, são principalmente uma oportunidade’.

– “Não tem sentido ficarmos em uma denúncia retórica dos males atuais, como se com isso pudéssemos mudar algo. Tampouco serve pretender impor normas por força da autoridade”.

– “Às vezes nosso modo de apresentar as convicções cristãs, a forma de tratar as pessoas, ajudou a provocar o que hoje lamentamos, pelo que nos corresponde uma saudável reação de autocrítica”

– “Durante muito tempo acreditamos que apenas insistindo em questões doutrinais, bioéticas e morais (…) sustentaríamos suficientemente as famílias, consolidaríamos o vínculo dos esposos e encheríamos o sentido de suas vidas compartilhadas”.

– “A escolha do matrimônio civil ou, em outros casos, da simples convivência, frequentemente não está motivada pelos preconceitos ou resistências à união sacramental, e sim por situações culturais ou contingentes. Nestas situações, poderão ser valorizados aqueles sinais de amor de que, de algum modo, refletem o amor de Deus”.

No capítulo sobre o amor no matrimônio, Francisco fala do “erotismo saudável que, se bem está unido a uma busca do prazer, supõe a admiração e, por isso, pode humanizar os impulsos“. Outras frases:

– Quando há violência, ‘a separação é inevitável’. Às vezes, pode chegar inclusive a ser moralmente necessária, quando precisamente se trata de subtrair do cônjuge mais fraco, ou dos filhos pequenos, as feridas mais graves causadas pela prepotência e violência, o desalento e a exploração, a distância e a indiferença”.

– “Às pessoas divorciadas que vivem em nova união, é importante fazê-las sentir que são parte da Igreja, que não estão excomungadas, e não são tratadas como tal, porque sempre integram a comunhão eclesial”.

– “Estas situações exigem um atento discernimento e um acompanhamento com grande respeito, evitando qualquer linguagem e atitude que as faça se sentir discriminadas, e promovam sua participação na vida da comunidade”.

– “Não existem receitas simples”.

– “Não existe uma normativa geral de tipo canônica aplicável a todos os casos”.

– “Desejamos antes de tudo reiterar que qualquer pessoa, independente de sua tendência sexual, deve ser respeitada em sua dignidade e acolhida com respeito, procurando evitar ‘qualquer sinal de discriminação injusta’ e, particularmente, qualquer forma de agressão e violência”.

– “Não existe nenhum fundamento para assimilar ou estabelecer analogias, nem mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimônio e a família”.

– “É inaceitável que as Igrejas sofram pressões nessa matéria e que os organismos internacionais condicionem a ajuda financeira aos países pobres à introdução de leis que instituam o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo”.

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– O Apocalipse de São João Evangelista

Continuando nossos encontros semanais da Catequese do Crisma, discutiremos hoje o Apocalipse. Compartilho:

O APOCALIPSE DE SÃO JOÃO

Com a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição, os judeus convertidos (cristãos) receberam a missão de continuar a pregação do amor, e anunciar a boa nova (Evangelho). Os discípulos se reuniam para cultuar a Deus nas reuniões cristãs (missas); porém, os romanos, que dominavam a região da Palestina, acreditavam que essa ’seita’ era um movimento de fanáticos e de políticos revolucionários contra o poder do imperador.

As idéias de amar, perdoar, viver em comunhão, eram vista com maus olhos pelas autoridades de Roma. Por isso, a ordem era de perseguir essas pessoas chamadas de cristãos.

São João Evangelhista, apóstolo de Jesus, durante essas perseguições, tentava escrever para as comunidades cristãs, dando-lhes explicações do que estava acontecendo e do que poderia acontecer futuramente com aquelas comunidades. Mas, por estar impossibilitado de lhes falar às claras (ou seja, objetivamente) devido ao seu exílio (estava preso na ilha de Patmos), ele achou por bem escrever em metáforas e em comparações para que os romanos não entendessem.

Reflexão 1: Quando você ouve falar de “Apocalipse”, do que você lembra?

Portanto, diante da missão de continuar a evangelização, de levar o testemunho do amor de Cristo e de encorajar os cristãos a lutar e perseverar na fé, João escreve através de uma linguagem simbólica suas orientações sobre a fé. Temos que nos lembrar sempre que o livro do Apocalipse não é o anúncio do fim do mundo, mas um retrato do desfecho das perseguições cristãs naquela época.

Diante desse simbolismo que São João utiliza para escrever, é importante entender alguns trechos principais do Apocalipse para que não haja erros de interpretação devido a desconhecimentos do panorama da época. A leitura ao pé da letra do Apocalipse, sem o cuidado de entender os sinais e costumes judaicos, nem ao menos entender a situação de como esse livro foi escrito, nos possibilita umainterpretação errada, o que acaba fazendo com que muitos irmãos vejam no Apocalipse um anúncio de tragédias futuras e devastação, o que não é verdade.

Reflexão 2: quantas vezes você já leu trechos soltos de textos e interpretou errado, sem levar o contexto?

Algumas considerações sobre passagens apocalípticas:

Em Ap 1, 4-6 = Nós vemos a utilização do número sete, e a citação de Sete Espíritos diante do trono de Deus.

Temos que entender que 7 é o número judaico que representa a plenitude, a perfeição, a imensidão. Lembremo-nos que Cristo nos mandou perdoar setenta vezes sete (ou seja, infinitamente). Sete Espíritos de Deus quer dizer o Espírito perfeito, ou seja, o Espírito Santo ao lado do Pai e do Filho na Trindade, como a própria leitura nos mostra.

Na verdade, João saúda todas as comunidades cristãs da Ásia, e se refere com uma benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Em Ap 1, 12-20, vemos João dizendo que vê um homem com sete estrelas e sete candelabros que pede para escrever para as comunidades asiáticas.

Na verdade, João mostra a cobrança dele mesmo em levar em nome de Deus orientações e pregações de fé às sete comunidades gregas que estão sendo ameaçadas pelos imperadores romanos. (Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia). A cada comunidade ele dá uma orientação para coibir a decadência da fé.

Em Ap 4, 1-11, nós vemos o relato do Reino dos Céus e do poder de Deus. É claro que João está escrevendo por símbolos, pois ao lerem essas cartas, os romanos não entendiam o que queriam dizer e achavam que era loucura de João. (por exemplo, João fala dos relâmpagos e trovões constantes do trono em que alguém em um trono coberto pelo arco-íris sentava, rodeado por 24 anciãos).

Na verdade, João fala da providência e ação de Deus imediata aos homens (trovões e raios). A expressão ‘alguém sentado no trono’ é a própria majestade de Deus. O arco-íris representa a misericórdia e o amor citado em Gênese 9,13, e os 24 anciãos representam as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo; porém, o povo terrestre é reunido com os anjos no Céu, e lá louvam sem cessar a Deus (2X12=24).

Reflexão 3: será que os romanos entendiam todas essas coisas? É claro que não. Mas os cristãos entendiam porque eram simbologias da religião.

Em Ap 5, 6-8 , vemos o relato da visão de um cordeiro (carneiro) com sete chifres e sete olhos recebendo o livro da mão direita de quem está no trono.

Na verdade, Cristo é o Cordeiro de Deus (o cordeiro era o animal utilizado em sacrifícios) que se sacrificou por nós, e cheio do Espírito Santo, Onipotente e Onipresente ( 7 ch e 7 olh) está, com toda a sua autoridade,  na glória do Céu à direita do Pai.

Em Ap, 12, vemos a analogia da mulher revestida de Sol com uma coroa de 12 estrelas frente ao Dragão.

Na verdade, a mulher/ ora é Maria e as 12 tribos de Israel, ou seja, o povo/ ora é a Igreja formada pelos 12 apóstolos. O Dragão é o mal. Não é uma profecia do final dos tempos, mas um alerta para o povo perseverar diante das perseguições do imperador Nero. É muito interessante ler todo o cap 12 e as notas de rodapé da Bíblia edição Pastoral, pois temos muita simbologia explicada.

Em Ap 13 – a besta sobre o número 666; quem sucumbir à besta verá que também adorará a segunda besta que virá, e os homens se marcarão pelo pecado. Na verdade, a besta é a representação do imperador romano Nero. Vespersiano, que iria assumir o lugar de Nero como imperador, é a representação da segunda besta.

Nero era maldoso e cruel, e queria ser adorado como Deus; quando morre, Vespersiano institui como religião o culto a imperador mortos, sendo que eles deveriam ser idolatrados desde sua vida.

O número 666 representa 3 X a trilogia da matéria. Mas o que é isso?

Para os judeus:

2 = matéria

3 = perfeição do relacionamento ou Trindade.         2X3=6

6= perfeição da matéria, o puro materialismo, o egoísmo, o mal.

666 = 6-6-6 (três seis seguidos) = perfeição da maldade.

O Apocalipse, nada mais é, do que o livro do grande exemplo de perseverar na fé e enfrentar as perseguições que os nossos antepassados mostraram em nome de Cristo Jesus.

Reflexão 4: Quantas pessoas você conhece que enxergam no Apocalipse um livro de esperança, ao invés de um livro de “fim trágico”? Que tal mudar a compreensão das pessoas que assim entendem?

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– O que pensa o Comandante Militar do Estado Islâmico!

A moça merece um prêmio de jornalismo! Patrícia Campos Mello, repórter da Folha de São Paulo, esteve na prisão de Rimelan (interior da Síria) e conseguiu entrevistar o terrorista Ahmad Derwish. Ele é o chefe das operações de guerra do ISIS (OU EI, Estado Islâmico).

Derwish esteve em Sinjar, no norte do Iraque, onde se tornou emir após conquistar o lugarejo e fazer com que 2000 mulheres se tornassem escravas sexuais! Foi detido há 1 mês após bombardeios americanos.

Questionado pela jornalista o que ele faria se a encontrasse num campo de refugiados, disse que ela:

Levaria muitas chibatadas pelas roupas que usa, seria escravizada sexualmente e teria que se converter ao islamismo”.

Quando Patrícia disse que era cristã, Derwish avisou:

Se você fosse presa e não pagasse o jizya (imposto cobrado pelo EI para permitir que cristãos não sejam mortos), seria decapitada”.

Sobre venda de escravos, o preço varia. Segundo ele:

Uma mulher de 18 anos custa US$ 3,000.00, mas se for bonita vale mais”.

A respeito de tolerância religiosa, o radicalismo assusta. Tentando justificar a morte de inocentes na Bélgica no atentado recente, declarou que:

É preferível que infiéis morram no campo de batalha, mas sempre é legítimo matar quem não segue a sharia (lei islâmica) onde quer que esteja“.

Fico pensando como os muçulmanos que vivem verdadeiramente sua religião devem estar tristes com esses malucos radicais. Principalmente quando Derwish alega que:

Está escrito no Alcorão que todos nós vamos morrer, mas Alá nos prometeu o paraíso porque matamos infiéis”.

Ora, desde quando alguém que tem uma fé diferente do que a sua deve ser morto para que Deus lhe reserve o Céu?

Triste imaginar que idiotas como esse existam aos montes e que assassinam pobres inocentes por um fanatismo que assusta…

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– Viva e Pratique o Domingo da Misericórdia

Se é grande a nossa culpa, bem maior é a Misericórdia Divina.

Os domingos posteriores à Festa da Páscoa são conhecidos como “Domingo da Misericórdia”; dia de perdão, caridade e serviço. A data foi instituída há tempos pelo já saudoso Papa João Paulo II, hoje santo da Igreja Católica.

Cá com meus botões: o mundo não seria diferente se todos os dias tivéssemos esse propósito? 

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– Igreja Católica muda ritos devido ao H1N1

O vírus Influenza A, da gripe suína (H1N1), está assustando os religiosos. Não é que a Diocese de Taubaté, preocupada com a doença, recomendou que não se reze o Pai Nosso de mãos dadas, não se dê o abraço da Paz nem a Eucaristia na boca, a fim de evitar o contágio?

Todo cuidado é pouco…

Abaixo, extraído do Estadão: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,com-medo-de-h1n1–igreja-vai-cortar-ate-procissao,10000023982

COM MEDO DE H1N1, IGREJA CORTA PROCISSÃO E ATÉ ORAÇÃO DE MÃO DADA

O surto de H1N1 vai provocar mudança no ritual litúrgico das celebrações católicas de 11 cidades do Vale do Paraíba. A Diocese de Taubaté decidiu nesta quarta-feira, 30, ordenar a suspensão da saudação (abraço) da paz, da entrega de hóstia na boca do fiéis, da oração de mãos dadas e da procissão do ofertório em todas as missas. A meta é reduzir o contato entre as pessoas.

Na mesma linha, outra mudança na tradição sugerida é que visitas de leigos e religiosos aos enfermos tenham cuidados especiais. Além disso, todos os ambientes onde ocorram celebrações e reuniões deverão apresentar a maior ventilação possível.

No documento, assinado pelo bispo diocesano d. Wilson Luís Angotti Filho, a Igreja afirma que as mudanças colaboram com a sociedade e visam à diminuição do contágio pelo vírus da gripe. A circular foi endereçada aos párocos de Taubaté, Pindamonhangaba, Caçapava, São Bento do Sapucaí, Santo Antônio do Pinhal, Campos do Jordão, São Luiz do Paraitinga, Natividade da Serra, Jambeiro, Redenção da Serra e Tremembé.

Em 2009, na pandemia mundial, outras dioceses paulistas já haviam proposto as mesmas restrições. Em Taubaté, há 13 casos suspeitos de H1N1.

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– Convite à Missa, por garotinhas bondosas!

Vigília Pascal no sábado.

Dá para recusar o convite dessas 3 menininhas?

Olha só: 

– Estamos praticando ou só falando?

Frase do Papa Francisco na última semana:

O Amor não se resume a palavras, mas sim em atos”.

Indiscutível, não?

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– Valei-me, São José!

Hoje é dia de São José, esposo da Virgem Maria e grande patriarca da Sagrada Família; portanto, padastro  do Menino Jesus.

“Valei-me São José” olhe por mim para que eu seja um chefe da minha família tão santo quanto tu fostes! Amém”

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“Contra toda a #humana esperança, ele firmou-se na #esperança e na #fé”.
(da Carta de São Paulo ao Romanos, na liturgia da Missa deste sábado).
🙏🏻
Dá-nos ESPERANÇA, FÉ E PACIÊNCIA, SENHOR.

Fazemos planos e projetos de vida. Aí #Deus manda um anjo… E muda tudo o que planejamos. Nem sempre nossos desejos são a vontade do #Pai Celestial, muito mais sábio do que nós. Acolhamos os desígnios divinos, como #SãoJosé fez.

19/03 – #José, castíssimo esposo da #VirgemMaria, patrono maior da #IgrejaCatólica e padroeiro dos pais de #família.

– Missões Populares para as crianças!

Ótima iniciativa da Diocese de Jundiaí: as Paróquias Católicas estão realizando eventos para incentivar as Missões Populares. Na Paróquia São João Bosco, nesse final de semana, 80 crianças se reuniram para falar de Evangelização, família e solidariedade!

Ah se todas pudessem ter essa oportunidade… O mundo, certamente, seria melhor.

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– Diocese de Jundiaí Excomunga Padre Wilson oficialmente por abandono da fé católica

O documento oficial do Bispo Dom Vicente oficializando a ex-comunhão do Padre Wilson e os motivos declarados. Abaixo:

DECRETO DE DECLARAÇÃO DE PENA CANÔNICA

Notificação sobre o abandono público da fé católica e da comunhão da Igreja por parte do Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva e sua atual situação canônica

Exorto os fiéis para que sejam “solícitos em guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz” (Ef 4,3).

Queridos diocesanos e diocesanas, há um pouco mais de um mês, nossa amada Igreja Particular de Jundiaí vive um dos momentos mais tristes de sua história: o abandono público da fé católica e da comunhão da Igreja por parte de um de seus presbíteros, o Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva. Vendo-me obrigado a declarar a pena canônica na qual o sacerdote livremente incorreu e desejando dissipar toda confusão e inverdades, acho por bem explicar-lhes, resumidamente, todo o desenrolar desse triste acontecimento.

Desde minha chegada à Diocese de Jundiaí, pude perceber e valorizar o particular carisma de grande comunicador do referido presbítero. Aliás, inúmeras vezes solicitei-lhe que colocasse a serviço da ação evangelizadora na Diocese os dons que de Deus recebeu. É inegável que, no decorrer do exercício legítimo de seu ministério, foi instrumento do Senhor na vida de tantas pessoas. Por isso mesmo, não escondo minha grande tristeza diante de suas últimas obstinadas decisões. Sofro como um pai que vê seu filho partir.

Nos últimos anos, sem deixar de reconhecer o valor de seu trabalho, solicitei ao Padre Wilson, sempre num clima fraterno e amistoso, que estivesse atento às orientações pastorais, litúrgicas e administrativas da Igreja, sem nunca esconder-lhe alguns pontos que exigiam de sua parte maior atenção e verdadeira mudança. As minhas advertências, contudo, nunca tiveram um caráter coercitivo, isto é, de repressão. Sempre foi meu desejo que o referido presbítero estivesse realizado no exercício de seu ministério. Dessa forma, não poucas vezes, encorajei-o a dirigir com entusiasmo a “Associação Jesus Leão de Judá Senhor Salvador”, por ele fundada.

No dia 02 de fevereiro de 2014, transferi o Padre Wilson para a cidade de Salto, como Pároco da Paróquia Cristo Rei, cuja igreja paroquial é um dos maiores templos de toda a Diocese. Pensei, portanto, que o sacerdote poderia desenvolver comodamente os seus trabalhos de evangelização. Quando percebi, porém, que os cuidados para com a referida Associação exigiam tempo considerável, comprometendo inclusive as obrigações e os deveres do Padre Wilson como Pároco, longe de o reprimir, uma vez mais manifestei-lhe minha intenção de ajudá-lo a se dedicar ao seu apostolado. Provisionei-o, com sua total aprovação, como Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na cidade de Campo Limpo Paulista – SP, no dia 15 fevereiro de 2015, nas proximidades da cidade de Jundiaí, onde se encontra o maior número de seus associados.

Para atender às necessidades dos associados, o Clube Nacional, na Vila Arens, foi alugado pela Associação fundada pelo Padre Wilson para sediar os encontros às segundas e sextas-feiras, quando se realizavam eventos celebrativos e temáticos. Alguns aspectos desses eventos começaram a preocupar-me: o esvaziamento do sentido do domingo, o Dia do Senhor; o apelo emocional demasiado nas pregações; e a acentuação de uma interpretação bíblica estranha à sã doutrina. Diversas vezes, tive a oportunidade de manifestar minha preocupação ao Padre Wilson, que, então, demonstrava acolher minhas inquietações.

Percebendo, contudo, que a situação passava a um âmbito insustentável, no dia 20 de novembro de 2015, confiando em sua filial obediência, fiz, por escrito, nove precisos pedidos: 1) integrar-se ao Plano da Ação Evangelizadora da Diocese; 2) exercer, de fato, o ofício para o qual tinha sido nomeado, isto é, Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora do Rosário; 3) ter residência na Paróquia de Provisão; 4) participar integralmente das atividades do presbitério; 5) não mais celebrar, de maneira habitual, em clubes e outros espaços menos aptos a realização dos divinos mistérios; 6) respeitar as normas litúrgicas da Igreja, realizando fora da Santa Missa “as orações para alcançar cura”; 7) atentar para o excesso de alguns eventos, como, por exemplo, o “Cerco de Jericó”, na programação da Associação; 8) não pedir “dízimo” aos fiéis, mas, sim, “contribuição”, “ajuda”; 9) administrar o patrimônio, bens e donativos recebidos em nome da Associação, de acordo com a legislação universal da Igreja (Código de Direito Canônico) e com o Regimento do Conselho de Economia e Administração (cf. minha carta datada de 20 novembro de 2015). Vê-se, muito claramente, que meus pedidos tinham em vista o bem do próprio Padre Wilson, assim como o da Associação, que eu pretendia reconhecer canonicamente, isto é, de acordo com as leis da Igreja, sempre respeitando a devida autonomia (cf. Cânones 299, 321-323 do Código de Direito Canônico).

No mês de dezembro (dias 09 e 29), tive duas conversas com o Padre Wilson, explicando-lhe que minhas orientações eram verdadeiras ajudas ao seu trabalho, e não empecilhos. Quando pensava que as maiores dificuldades estavam dirimidas, no dia 29 de janeiro, recebi a visita do sacerdote, acompanhado de alguns membros da Associação. Na ocasião, Padre Wilson me entregou a carta com a qual declarou estar “consciente e livremente se desligando da Igreja Católica Apostólica Romana” para fazer parte de uma “outra família de fé”. Foi com dor extrema que li sua carta. Apesar de todos os meus esforços, apesar de toda minha solicitude e paciência, um Padre do meu presbitério não só quebrava a promessa que fez no dia da sua ordenação, de respeitar e obedecer ao seu Bispo, mas rompia a comunhão com o próprio Sucessor de Pedro, “perpétuo e visível princípio da unidade da Igreja Católica” (Constituição Dogmática Lumen Gentium, n.23a) e com os membros da Igreja que lhe são sujeitos. Trata-se de um evidente ato cismático (cf. Cânon 751, do Código de Direito Canônico).

Como se não bastasse, nos dias que se seguiram, Padre Wilson, em suas pregações, em redes sociais e em entrevistas concedidas aos diversos meios de comunicação, negou pertinazmente verdades que se devem crer com fé divina e católica, cometendo verdadeiro ato herético (cf. Cânon 751, do Código de Direito Canônico):

Negou a doutrina da Igreja que afirma “que não é apenas através da Escritura que a Igreja deriva sua certeza a respeito de tudo o que foi revelado”, e negou também que “Escritura e Tradição devem ser aceitas e veneradas com igual sentimento de piedade e reverência” (Constituição Dogmática Dei Verbum, n. 9). Negou, de igual modo, “que, segundo o sapientíssimo plano divino, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal maneira entrelaçados e unidos, que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas” (Constituição Dogmática Dei Verbum, n.10c);

Negou, insistentemente, que “a única Igreja de Cristo, que no Símbolo confessamos una, santa, católica e apostólica, (…) constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele” (Constituição Dogmática Lumen gentium, n. 8b). Reiteradas vezes apresentou a Igreja governada visivelmente pelo Papa e pelos Bispos em comunhão com ele como sendo uma em meio a tantas outras.

O Padre Wilson, portanto, sem que em nada dependesse de algum decreto meu, se colocou fora da comunhão eclesial. Ele incorreu no delito de que fala o Cânon 1364 do Código de Direito Canônico, isto é, seus atos de cisma e heresia comportam a excomunhão automática (cf. Cânon 1331, § 1º). Apesar da notoriedade do ocorrido, cumprindo quanto disposto pelo Cânon 1341 – que previne que uma pena não seja declarada a não ser depois de esgotados razoáveis esforços –, enviei-lhe, através de três sacerdotes, no dia 13 de fevereiro, uma nova carta. Exortei ao Padre Wilson, claramente, que, caso ele persistisse obstinadamente no erro, eu deveria declarar a excomunhão na qual certamente incorreu no dia 29 de janeiro. Dei-lhe um prazo de quinze dias para repensar sua decisão. Não obstante todos os eventos que se seguiram nas últimas semanas no Clube Nacional, quis acreditar que o Padre Wilson pudesse reconsiderar sua atitude. Intensifiquei minhas orações por ele e por todos os que, cientes ou não, o acompanham.

Agora, tendo expirado o prazo estabelecido, cumpro o dever de declarar a excomunhão (cf. cópia do Decreto que esta Notificação acompanha) na qual Padre Wilson incorreu. Desde o dia 29 de janeiro, conforme Cânon 1331, § 1º, o referido sacerdote está proibido de: “ter qualquer participação ministerial na celebração do sacrifício da Eucaristia ou em quaisquer outras cerimônias de culto; celebrar sacramentos ou sacramentais e receber os sacramentos; exercer quaisquer ofícios, ministérios ou encargos eclesiásticos ou praticar atos de regime”. A partir de hoje, com a declaração de sua pena, somam-se as seguintes disposições canônicas: o Padre Wilson, em nosso meio ou em nossos templos, se pretender ter qualquer participação ministerial na celebração da Santa Missa ou noutra celebração, deverá ser afastado ou, então, deverá ser suspensa a ação litúrgica; praticará invalidamente todos os atos de regime, isto é, não poderá exercer a missão de “reger”, “governar” os fiéis; não poderá receber validamente nenhum ofício ou encargo na Igreja; não terá direito à remuneração eclesiástica (cf. Cânon 1331, § 2º).

A excomunhão é prática presente nas primeiras comunidades cristãs, atestada inclusive pelo Novo Testamento (Mt 18,17; Gl 1,8). Trata-se da última etapa da “correção fraterna”. As portas da Igreja não se fecham para o Padre Wilson. Antes, estão abertas para que ele possa ouvir a Palavra de Deus, meditá-la com gravidade e decidir-se por um caminho de arrependimento e conversão. A excomunhão é uma pena medicinal, ou seja, um remédio forte para que a pessoa tome consciência de seu erro e, arrependida, recobre a saúde espiritual.

Dessa forma, queridos diocesanos e diocesanas, peço-lhes que intensifiquem suas orações pelo Padre Wilson. Desejo que, em cada Paróquia da Diocese, num dos próximos dias, antes da Semana Santa, seja rezada a Santa Missa pela Igreja local (cf. Missal Romano, pág. 880). Suplico, ainda, em nome do Senhor, que não haja nenhum tipo de ofensa à pessoa do Padre Wilson. Que ele possa perceber que, apesar de tudo, a Igreja Católica, constituída por Cristo sobre a terra como comunidade visível e espiritual (cf. Constituição Dogmática Lumen Gentium, n.8a), o espera de braços abertos.

Dirijo-me também, com especial afeto, aos membros da “Associação Leão de Judá Senhor Salvador”: não abandonem o seio da Igreja Católica! Não se esqueçam de que “os católicos devem professar que pertencem, por dom misericordioso de Deus, à Igreja fundada por Cristo e guiada pelos sucessores de Pedro e dos outros Apóstolos, depositários da tradição apostólica originária, intacta e viva” (Declaração Mysterium Ecclesiae, 1b). Dessa forma, quem quer permanecer católico deve ter ciência de que participar das atividades e celebrações presididas pelo Padre Wilson ofende a unidade da Igreja. É grande pecado celebrar o Sacramento da Comunhão sem viver na comunhão eclesial. Com as palavras do Apóstolo Paulo, lanço um apelo do coração: “Rogo-vos, irmãos, acautelai-vos dos que provocam dissensões e escândalos, contrariando o ensinamento que aprendestes; afastai-vos deles. Esses tais não servem a Cristo, nosso Senhor, mas ao próprio ventre. Com um palavreado bonito e lisonjeiro, enganam os simples” (Rm 16,17-18).

No tocante aos sacramentos, é bom ter claro quanto segue: Padre Wilson, por ora, celebra ilicitamente o Batismo, a Eucaristia e a Unção dos Enfermos, isto é, esses sacramentos não são realizados de acordo com as normas da Igreja Católica. Se, porém, a sua concepção a respeito dos mesmos sacramentos se distanciar da concepção da doutrina católica, comprometendo a intenção interna de fazer o que a Igreja faz quando os celebra (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 1128), serão certamente inválidos. No que diz respeito ao Sacramento da Reconciliação, Padre Wilson não tem mais a faculdade de ouvir confissões. Isso significa que não pode mais absolver validamente, a não ser quem se encontra em perigo de morte. Além disso, Padre Wilson não pode mais assistir em nome da Igreja aos matrimônios. Quando pelo menos um dos cônjuges tiver sido batizado na Igreja Católica, será inválido o matrimônio realizado perante sua assistência, pois não será obedecida a forma canônica.

Com exceção do Batismo, os sacramentos administrados, celebrados ou conferidos pelos ministros anglicanos – como é o caso da Crisma e da Ordem –, tendo em consideração o que foi estabelecido pela Carta Apostólica Apostolicae curae (1896), do Papa Leão XIII, e a prática recente decorrente da Constituição Apostólica Anglicanorum coetibus (2009), do Papa Bento XVI, são certamente inválidos. O Matrimônio – que não é conferido por ministros, pois os celebrantes são sempre os nubentes – pode ser válido caso nenhum dos contraentes tenha sido batizado na Igreja Católica.

Enfim, espero que todos nós saibamos tirar lições desse evento tão doloroso. Unamo-nos, ainda mais intensamente, à oração do Senhor Jesus: “Que todos sejam um!” (Jo 17,21a). No coração do Ano Santo da Misericórdia, não nos furtemos à experiência do Pai Misericordioso, sempre disposto a perdoar o filho que volta arrependido (cf. Lc 15,11-24). Confio à Santíssima Virgem Maria, entre nós invocada sob o título de Nossa Senhora do Desterro, os rumos de nossa Igreja Particular de Jundiaí.

Dom Vicente Costa

Bispo Diocesano de Jundiaí

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– Domingo da Alegria!

Neste Tempo Quaresmal, no domingo próximo da Semana Santa, se celebra o Domingo da Alegria.

Com a liturgia celebrada hoje falando sobre o Pai Misericordioso / Filho Pródigo (a importante parábola sobre o quão bondoso é o Criador), fica a reflexão de que sempre temos uma 2a, 3a, 4a oportunidade de recomeçar…

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– A repercussão desnecessária das Cartas do Papa João Paulo II à sua amiga

Dias atrás a BBC revelou o teor de mais de 300 cartas que o então cardeal Karol Woitila, que depois se tornaria Papa e posteriormente São João Paulo II, houvera escrito à sua melhor amiga por 30 anos, a filósofa Anna Teresa.

Os escritos mostram uma amizade profunda, mas que não extrapola a um romance; fala do bem-querer, mas limitado ao amor despretensioso. Nenhuma declaração de namorados, embora beirem a tal.

Porém, leio alguns críticos que estão preocupados em achar alguma frase, uma vírgula ou um trecho subliminar que fale de “algo mais”, até mesmo de sexo!

Pra quê? Muda o quê? Um homem não pode ser amigo de uma mulher? João Paulo II seria menos santo pela amizade fraternal pela filósofa?

Uma tremenda bobagem…

Abaixo, extraído de: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/02/cartas-revelam-amizade-intensa-do-papa-joao-paulo-ii-com-filosofa.html

CARTAS REVELAM AMIZADE INTENSA DO PAPA JOÃO PAULO II COM FILÓSOFA

A rede britânica de televisão BBC revelou que o Papa João Paulo II manteve, por décadas, uma amizade intensa com uma mulher e casada.

Mais do que amigos e menos do que amantes. Esta foi a definição do repórter da BBC para a relação do Papa João Paulo II com a filósofa americana Anna Teresa Timinieska, de origem polonesa.

Uma amizade que durou 30 anos e que produziu 350 cartas arquivadas numa biblioteca da Polônia. Segundo a reportagem, não foi encontrado nenhum sinal de que o Papa tenha violado o voto de castidade.

A correspondência revela uma grande admiração reciproca e afinidades como os estudos de filosofia. Os dois também viveram sob ocupação nazista.

Se conheceram em 1973, quando ele estava escrevendo um livro de filosofia. Ela deixou os Estados Unidos e foi a Polônia para ajudá-lo na revisão e na tradução.

No início eram cartas formais, que foram se tornando mais intimas. Casada Ana Teresa, chegou a declarar sentimentos mais profundos por Karol Woitila, que ele tentou desviar para a amizade.

Fotos foram encontradas na casa de Ana Teresa, depois da morte dela, em 2014. Esquiando, fazendo acampamentos, e nos corredores do Vaticano.

O documentário da TV britânica mostra hoje que Woitila mandava cartas muito sensíveis, Num certo sentido até religiosas, como uma de 1976, dois anos antes de ser eleito papa.

“No ano passado procurei uma resposta a essas palavras: ‘eu te pertenço’. E finalmente, antes de deixar a Polônia, encontrei um modo, um escapulário, um paramento sacro.” E Woitila deu o seu escapulário a amiga.

A última carta foi trocada pouco antes da morte de João Paulo II, em 2005. E é provável que a filósofa Anna Teresa estivesse presente, no seu leito de morte. O Vaticano ainda não fez comentários sobre o assunto. Como as cartas são públicas, supõe-se que o conteúdo delas seja plenamente aceito pela igreja, senão o Papa talvez não tivesse se tornado santo.

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– Festa de Nossa Senhora de Lourdes

Para os que veneram Maria sob o poderosíssimo título de Nossa Senhora de Lourdes, hoje é dia de festa: comemora-se o dia da sua memória (além disso, é o ‘Dia dos Enfermos”).

Já pediu a Mãe de Deus por saúde, pela família e por paz, junto ao Cristo Jesus?

ORAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES

Nossa Senhora de Lourdes, quando aparecestes à menina Bernardette, disseste-lhe: “Eu sou a imaculada Conceição”. Fostes concebida no ventre de Vossa Mãe, a Senhora de Sant’Ana, isenta da mancha do pecado original.

Rogo-vos, pois, sede a minha advogada perante o Vosso Amado Filho. Protegei-me com o vosso manto puríssimo, mais alvo do que neve. Dá-nos que possamos viver em paz e que a concórdia reine entre todos os povos.

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós nós que recorremos a Vós. Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós.

Nossa senhora de Lurdes 05.03.2011.jpg

– Campanha da Fraternidade 2016: Saneamento Básico

Sobre o tema: “Casa comum, nossa responsabilidade” e lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”, começará na 4a feira de Cinzas a Campanha da Fraternidade 2016 – que será realizada de maneira ecumênica (envolvendo outras religiões além do Catolicismo).

A ideia e promover o debate sobre Saneamento Básico no Brasil, a fim de que, nossa casa (o país) permita condições dignas aos viventes.

Um tema propício e delicado, já que as políticas públicas pouco abordam tal assunto atualmente.

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– Sobre a entrevista do Padre Wilson à Rádio Cidade

Claro que o assunto já se esgotou e o interesse é restrito aos envolvidos que com ele se relacionaram: a saída do Padre Wilson da Igreja Católica (escrevemos sobre isso em: http://wp.me/p4RTuC-e2V)

Entretanto, me chamou a atenção a entrevista que o agora sacerdote anglicano concedeu à Rádio Cidade, explicando sua mudança de religião.

São 44 minutos no áudio (abaixo), onde, na 1a parte, nega qualquer conflito com o Catolicismo; na 2a parte começa a criticar a Diocese e fala das proibições sofridas (ora deixando a entender em outras palavras que “seu problema foi Dom Vicente”, ora sendo o clero e a pressão de fiéis); na 3a parte, a mais triste: diz que agora que é do Anglicanismo, seu Credo é católico-evangélico, e que os Santos e Nossa Senhora, na Igreja Anglicana, são diferentes: eles são modelo de fé pois só Jesus é o Senhor e só ele faz milagres.

Ué, o que isso difere do Catolicismo que ele tanto exerceu?

Puxa, só faltou ele próprio dizer que Católico é idolatra (aquela falsa acusação de quem não conhece a fé católica)… Padre Wilson, a quem respeito, foi infeliz nessa parte!

O curioso: ele disse ainda que foi convidado com boas propostas por evangélicos e que frequentou cultos da Bola de Neve.

De coração, espero que a vaidade humana não esteja sendo sua tentação, e que não mude de crença como um deputado que muda de partido a bel-prazer. Que se encontre e seja feliz.

Admiro muito o Padre Wilson e seu trabalho de Evangelização. Mas o servo não pode ser maior que o seu Senhor.

O áudio está disponível no link em (clique a seguir): https://m.soundcloud.com/radio-cidade-jundiai/padre-wilson-vitoriano-revela-os-motivos-que-o-levou-a-deixar-a-igreja-catolica-romana?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook

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– A Mensagem Papal visando a Quaresma

Quaresma é tempo de sacrifícios?

Se depender do Papa Francisco, não. Será TEMPO DE MISERICÓRDIA!

Na mensagem que pronunciou na semana passada visando o Tempo Quaremal, ele relembrou um trecho do Evangelho de São Mateus que diz:

Prefiro a misericórdia ao sacrifício”.

A idéia é essa: intensificar o período da Quaresma em realizações de obras de caridade / misericórdia no caminho jubilar! Disse ainda:

“- A misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente a experiência de tal anúncio”.

E aí? Estamos prontos para esse período?

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– A saída do Padre Wilson Vitoriano do clero jundiaiense. O que pensar?

No comunicado oficial da Diocese de Jundiaí, o Bispo Dom Vicente Costa anunciou que o Padre Wilson, conhecido sacerdote da cidade e um dos ícones do Movimento da Renovação Carismática Católica de Jundiaí, pediu o seu desligamento da Igreja Católica pois militará em outra irmandade de fé.

O arquivo está disponível no link: http://www.dj.org.br/comunicado-ao-povo-de-deus-da-diocese-de-jundiai/

O Bispo Diocesano disse ter se reunido algumas vezes com o Padre para demovê-lo da ideia, sem sucesso. Nesta última segunda-feira, segundo matéria da Rádio Difusora, Padre Wilson disse que não houve nenhum conflito e que irá para a Igreja Anglicana para ter maior liberdade de evangelizar.

Respeito demais o Padre Wilson, e me recordo dele ainda no início da sua ordenação, como Vigário na Catedral. Seu trabalho de evangelização é grandioso!

Entretanto… sem querer arranjar nenhum mal estar com fiéis e amigos do Padre, é justo dizer que parecia há tempos existir alguma uma discórdia, um ressentimento ou algo assim com a Diocese (não estou procurando culpados).

Teria existido um excesso de rigor do Bispo sobre a forma de atuação do Padre e da Associação que ele montou? Teria ocorrido quebra de hierarquia? Uma dose de vaidade por algumas das partes?

Não sei. Mas sei que a Unidade da Igreja é importante. Os discípulos e seguidores de Jesus não criavam normas próprias (e não estou dizendo que o Padre e o Bispo criaram). Mas se deve existir organização, respeito, ordem e, principalmente, COMUNHÃO. Comum-união com a Igreja, com o clero, com o povo e com Cristo, cabeça dessa mesma Igreja.

Que o Espírito Santo ilumine o Padre Wilson para que desprovido de tentações possa seguir seu trabalho. Mesmo Santo Espírito que ilumina o Bispo Dom Vicente e a todos nós.

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Foto recebida por WhatsApp, pelo link: https://www.instagram.com/p/CfrJ3R8uWrJ/?igsh=Yno2cGE3ZDB0cHl3. Reprodução do Instagram, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito do autor nesta postagem.

– Dia de São João Bosco

Salesianos em festa! Hoje é dia de Dom Bosco, que também é padroeiro da nossa paróquia aqui em Jundiaí.

Um dos Santos mais queridos da nossa Igreja; veja a bela e rica história dele:

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/liturgia/santo/index.php?mes=1&dia=31

DIA DE SÃO JOÃO BOSCO

Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”.

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco difundiu amplamente os chamados “Oratórios”. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens a partir de então. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Para a Canção Nova, para a Igreja e para todos nós, é um grande intercessor, porque viveu a intimidade com Nosso Senhor. Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!

– Dia São Tomás de Aquino

Hoje é dia de um grande santo e filósofo: São Tomás de Aquino.

É dele a idéia de que: 

O homem é corpo e alma inteligente, incorpórea (ou imaterial), e se encontra, no universo, entre os anjos e os animais. Princípio vital, a alma é o ato do corpo organizado que tem a vida em potência.

Extraído do Uol Biografias, abaixo:

ORAÇÃO DE SÃO TOMÁS DE AQUINO

Criador inefável,
Tu que és a fonte verdadeira da luz e da ciência,
derrama sobre as trevas da minha inteligência um raio da tua claridade.

Dá-me inteligência para compreender,
memória para reter,
facilidade para aprender,
subtileza para interpretar,
e graça abundante para falar.

Meu Deus,
semeia em mim a semente da tua bondade.
Faz-me pobre sem ser miserável,
humilde sem fingimento,
alegre sem superficialidade,
sincero sem hipocrisia;
que faça o bem sem presunção,
que corrija o próximo sem arrogância,
que admita a sua correção sem soberba,
que a minha palavra e a minha vida sejam coerentes.

Concede-me, Verdade das verdades,
inteligência para conhecer-te,
diligência para te procurar,
sabedoria para te encontrar,
uma boa conduta para te agradar,
confiança para esperar em ti,
constância para fazer a tua vontade.

Orienta, meu Deus, a minha vida,
concede-me saber o que tu pedes
e ajuda-me a realizá-lo,
para o meu próprio bem
e de todos os meus irmãos.
Amém.

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– Hoje é dia de Santa Ângela de Mérici, protetora das crianças e adolescentes desregrados!

Pensa que “aborrecentes” – os adolescentes rebeldes – não tem uma santa protetora?

Conheça essa bela história (extraido da CancaoNova.com), abaixo:

SANTA ÂNGELA MÉRICI

Ângela Mérici nasceu no ano de 1474 no norte da Itália. De uma família muito honesta, materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima, amava muito Cristo e sua Igreja. Os filhos foram crescendo assim, com o testemunho dos pais, inclusive Santa Ângela que, desde pequenina, já tinha vida de oração e penitência, buscava amar, cada vez mais, Deus. Ela teve uma irmã e, com o tempo, seus pais vieram a falecer. Os filhos tiveram que sair de sua terra e morar com um tio. Ali, a irmã faleceu e, mais tarde, o tio. Quantas perdas! Mas Santa Ângela, mulher de oração, nunca acusou Deus, nunca se revoltou. Isso não quer dizer que não sentiu, não sofreu. Até Nosso Senhor, verdadeiro Deus, verdadeiro homem sofreu. Inspirada pelo Espírito Santo, retornou para a sua terra natal e ali começou a fazer um trabalho muito providencial, confirmado pelo céu, porque teve um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais. O grupo daquele que se dedicavam a Deus foi crescendo, servindo no resgate à evangelização dos jovens e também na restauração das famílias. Ela foi com o coração aberto, cheio de amor para auxiliar, com as outras jovens, as famílias. Promoveu a restauração das jovens, das famílias, também foi ao encontro dos pobres e enfermos. O Papa aprovou esta nova congregação que foi consagrada a Santa Úrsula, por isso, eram chamadas ursulinas, pois a própria Santa Úrsula apareceu para Santa Ângela. Ela que, aos 66 anos, partiu para o céu, hoje intercede não só pelas ursulinas, mas por todos que são Igreja.

– Santa Ângela Mérici, rogai por nós!

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– Dia da Conversão de Saulo para São Paulo

Hoje se festeja o feriado de São Paulo, e a cidade comemora com boa parte dos paulistanos indo passear, outros celebrando na própria capital dos paulistas.

Mas leve em conta: hoje também é um dia religioso – o dia da Conversão de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, que se torna Apóstolo de Jesus sendo batizado como Paulo.

Abaixo, a bela história de São Paulo:

Extraído de: http://www.e-biografias.net/sao_paulo/

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.

São Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Perseguidor das primeiras comunidades cristãs, foi conivente com o assassinato do protomártir Estêvão. Quando perseguia os cristãos, a caminho de Damasco, teve uma visão de Jesus envolto em uma luz incandescente que o cegou, durante três dias. Desde então converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição.

A conversão de São Paulo é uma das mais importantes da história da Igreja. Mostra o poder da graça divina, capaz de transformar Saulo, perseguidor da Igreja, no “Apóstolo Paulo” por excelência, que tem a iniciativa da evangelização dos pagãos. Ele próprio confessa, por diversas vezes, que foi perseguidor implacável das primeiras comunidades cristãs. Por causa disso atribui a si mesmo o título de “o menor entre os Apóstolos” e ainda, de “indigno de ser chamado Apóstolo”. Mas Deus, que conhecia a sua retidão, tornou-o testemunha da morte de Santo Estevão, cena descrita nos Atos dos Apóstolos. A visão de Estevão apontando para os céus abertos e Cristo, aí reinando, domina a vida toda de Paulo, o grande missionário do Cristianismo.

Percorreu a Ásia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou uma teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Além das grandes e contínuas viagens apostólicas e das prisões e sofrimentos por que passou, deve-se a ele que se auto denomina “servo de Cristo”, a revelação da mensagem do Salvador, ou seja, as 13 Epístolas ou Cartas. Elas formam como que a Teologia do Novo Testamento, exposta por um Apóstolo. São Paulo, Apóstolo, sofreu o martírio em Roma. O ano é incerto, mas deve ter ocorrido entre 64 e 67.

Duas festas litúrgicas foram criadas em homenagem a São Paulo. A primeira em 25 de janeiro, foi instituída na Gália, no século VIII, para lembrar a conversão do Apóstolo e entrou no calendário romano no final do século X. A segunda, lembrando o seu martírio a 29 de junho, juntamente com o do Apóstolo São Pedro, foi inserida no santoral (livro dos santos da Igreja Católica) muito antes da festa do Natal e havia desde o século IV o costume de celebrar neste dia três Missas. A primeira na basílica de São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos dois Apóstolos tiveram de ser escondidas por algum tempo para subtraí-las à profanação. Há um eco deste costume no fato de que além da Missa do dia é previsto um formulário para a Missa vespertina da vigília.

Depois da Virgem Maria, são precisamente os Apóstolos Pedro e Paulo, juntamente com São João Batista, os santos comemorados mais frequentemente e com maior solenidade no ano litúrgico. Por muito tempo se pensou que 29 de junho fosse o dia em que, no ano 67, Pedro na Colina Vaticana e Paulo na localidade agora denominada Três Fontes testemunharam sua fidelidade a Cristo com o derramamento do sangue. Na realidade, embora o fato do martírio seja um dado histórico incontestável, e está além disso provado que aconteceu em Roma durante a perseguição de Nero, é incerto não só o dia, mas até o ano da morte dos dois apóstolos. Enquanto para São Paulo existe uma certa concordância entre testemunhas antigas indicando o ano de 67, para São Pedro há muitas discordâncias, e os estudiosos parecem preferir agora o ano de 64, ano em que, como atesta também o historiador pagão Tácito, “uma enorme multidão” de cristãos pereceu na perseguição que se seguiu ao incêndio de Roma.

Parece também que a festa do dia 29 de junho tenha sido a cristianização de uma celebração pagã que exaltava as figuras de Rômulo e Reno, os dois mitos fundadores da Cidade Eterna. São Pedro e São Paulo de fato, embora não tenham sido os primeiros a trazer a fé a Roma, foram realmente os fundadores da Roma cristã, um antigo hino litúrgico definia-os como pais de Roma.

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– Acreditar e Lutar

Fé e Razão: duas asas que nos elevam para o Céu Papa João Paulo II

Acreditar e lutar por um mundo melhor com obras práticas é o melhor caminho para nos aproximar de Deus. Vale a pena pensar e agir com esse princípio!

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– Somos sadios ou doentes cristãos? Uma breve reflexão.

Eu não vim para os justos, mas para os pecadores“, disse Jesus no Evangelho deste sábado.

Reflita…

A frase anterior no episódio em que Ele se alimenta junto à pessoas de má reputação era:

Os sadios não precisam de médico, e sim os doentes“.

Entendeu?

Diante disso, lembre-se: a Igreja (portanto, nós) deve ir às periferias, aos marginalizados, aos confins, SEMPRE BUSCANDO OS QUE PRECISAM OU NUNCA OUVIRAM a Boa Nova da Salvação. Anunciar a que se fez de surdo, evangelizar a quem nunca conheceu.

A maravilha da ação salvífica é essa: Deus nos usa, mesmo sendo pecadores, para anunciá-lo a todos!

Se conhecemos o Evangelho, somos conscientes de que temos obrigação em fazer um mundo melhor.

Para Jesus Cristo, somos sadios pois já ouvimos a mensagem de bem. Os doentes não a conhecem. Ele é o médico das almas. Porém, ao não praticarmos a Palavra que aprendemos, adoecemos. Sendo assim, contagiemos os nossos irmãos de saúde e alegria cristã!

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– Ecumenismo: A Mensagem de Paz e Tolerância Religiosa do Papa Francisco

Muito bacana e necessário: vejam o vídeo do Papa Francisco sobre respeitar as diversas crenças religiosas e rezar por um mundo melhor, independente da fé.

Em síntese: todos são filhos do mesmo Deus!

– Argentina Protagonista nos Assuntos Polêmicos

Alguém disse que “Futebol, Religião e Política” não se discute. Mas se analisarmos bem… é justamente nesses temas que a Argentina vem protagonizando e sendo destaque positivo.

Vejamos no Futebol: Messi se consolida como o melhor jogador do século XXI (talvez isso não se conteste), Edgardo Bauza é o novo técnico do São Paulo, Jorge Sampaoli é o melhor treinador da América do Sul, os 2 últimos campeões da Libertadores da América são argentinos, sem contar a invasão de jogadores hermanos que chegam aos clubes brazucas.

Se falarmos em Religião, não há como citar o cardeal Bergoglio, que como Papa Francisco tem feito um incontestável papado, revolucionando positivamente a Igreja Católica.

Por fim, na Política, Mauricio Macri tem tomado a liderança no Mercosul, criticando duramente os desmandos da Venezuela, reduzindo impostos e barreiras comerciais para otimizar a Economia, revogando mais de 2000 decretos de Cristina Kirchner (dos que censuravam a imprensa aos que privilegiava determinados setores).

Será que nós, brasileiros, ficaremos como meros coadjuvantes no cenário global?

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– Um Dia de Fé no Santuário Nacional de Aparecida

Fizemos um passeio até a Basílica de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, importante santuário católico.
Para nós, Maria Santíssima é uma grande intercessora nossa junto a Jesus Cristo, pedindo por nós como fez na bíblica passagem das bodas de Caná da Galiléia.
Em particular, a invocação bem brasileira de Aparecida (um dos seus inúmeros títulos) nos remete à lembrança da ternura, proteção e benção materna.
Já fui diversas vezes para lá, mas queria compartilhar algumas (15) fotos:

 1- Família reunida para agradecer e pedir à Virgem Maria, nossa querida mãe que intercede por nós junto a Jesus, nosso único Deus e Senhor.

2- Porta principal da Basílica, com inscrições do Evangelho da Parábola do Filho Pródigo.

3- Essas velas em formato de flores foram acessas pela Marininha, para “que cheguem ao Céu nossas orações”.

4- Vitrais e cruz do altar como cenário de fundo.

5-Serão colocados sinos em comemoração de 2017 – em cada um, a lembrança de um discípulo de Jesus e de um bispo de Aparecida.

6- De fato, a Igreja é muito bela!

7- Linda Capela do Santíssimo Sacramento: “A Palavra se fez carne e habitou entre nós!”. Ops: Gostei da filhota rezando!

8- A minha foto preferida:
À esquerda, 13 profetas que acreditaram no Pai, acolheram a Revelação e aguardaram Jesus: Abraão, Isaac, Jacó, Moisés, Josué, Davi, Elias, Isaías, Jeremias, Ezequiel, Esdras, Daniel e João Batista.
No meio: Cristo, o Cordeiro de Deus.
À direita, os 13 discípulos: Pedro, André, Tiago Menor, João Evangelista, Felipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago Maior,Judas Tadeu, Simão Zelota, Matias e Paulo.
Ao centro, embaixo, uma menininha de joelhos num ato de fé!
 

9- O sol refletindo sobre os vitrais – amplie a imagem e veja a beleza da cruz.

10- Fé e Razão / Ciência e Religião: afresco dos espermatozóides alcançando o óvulo, de frente ao altar, mostrando que Deus é o autor da vida e que criou todas as coisas com perfeição.

11- A cruz da Capela da Ressurreição atingindo a serpente, que representa o mal.

12- Que o Evangelho voe para o alto como a águia!

13-Fim do dia!

14- Não perca a hora.

15- Aqui estivemos, aqui voltaremos.

– Epifania do Senhor, a Luz em meio as Trevas!

Neste domingo, a Igreja Católica celebra a festa da Epifania de Jesus, ou seja, a manifestação da divindade de Cristo como Senhor do Universo.

Compartilho, abaixo, o Evangelho desta bela solenidade dominical, extraída de: http://liturgia.cancaonova.com/liturgia/epifania-do-senhor-domingo-03012016/

EPIFANIA DO SENHOR – Domingo 03/01/2016

Anúncio do Evangelho (Mt 2,1-12)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

1Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, 2perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”.

3Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém.

4Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer. 5Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta: 6E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo”.

7Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido. 8Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”.

9Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. 10Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.

11Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra.

12Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.

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– Mensagem Encorajadora do Padre Zezinho, SCJ

O precursor dos padres cantores brasileiros, Padre Zezinho, de tantas canções gravadas, é uma pessoa iluminada por suas mensagens. No Twitter, faz algumas pregações interessantes – reflexivas e encorajadoras.

Compartilho algumas:

Cicatrizes na maioria dos casos são sinais de vitória. A ferida não sangra mais e uma crosta se firmou onde havia chaga viva!

Sem grandes ilusões, mas também sem pessimismo exagerado e sem desespero, enfrentemos 2016 como quem crê nos bons e quem não tem medo dos maus.

Aos que evangelizaram comigo em 2015, a gratidão! Aos que de mim discordaram: meu respeito! Aos que pensaram diferente,  feliz 2016.”

JESUS RECLAMOU, mas não castigou nem puniu os nove leprosos curados por ele que não voltaram para agradecer. A conclusão é sua.

ESPERO A LUZ COMO QUEM TEM FOME DE LUZ. ESPERO A PAZ COMO QUEM TEM SEDE DE PAZ. Sou feliz, mas não estou satisfeito com este mundo!

DEMOCRACIA é como o AMOR, palavras que todos usam, mas muitos cobram caro ou se vendem caro para praticá-los!

Por fim, sobre CRER:

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– Feliz Natal

Simplesmente…

BOAS FESTAS. Que a Luz do Cristo nos ilumine e aqueça nossos corações. Que todo dia seja Natal, para que o espírito de solidariedade seja cotidianamente vivido!

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FELIZ NATAL!!!

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– Véspera!

“Hoje a noite é bela, vamos à capela…”

Que a festa do nascimento de Jesus possa trazer paz e alegria em todas as casas. Cristo vive entre nós!

Feliz Natal

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– A Canonização de Madre Teresa

O papa Francisco canonizará a virtuosa beata Madre Teresa de Calcutá, a incrível freirinha que fundou uma congregação voltada à caridade que mudou a vida de milhares (ou milhões) de pessoas.

Sábia, suas frases de efeito foram marcantes. Mais do que isso: seu exemplo de  vida!

No processo de reconhecimento de santidade que o Vaticano promove, houve como derradeira prova a cura de um homem brasileiro em 2008, que estando em fase terminal por hidrocefalia, socorreu-se à sua intercessão junto a Jesus.

Madre Teresa é daquelas que em vida já se mostrou santa! Abaixo, sua história, extraída do G1.com:

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O MILAGRE AO BRASILEIRO

Três médicos que participaram do processo de investigação do milagre atribuído a Madre Teresa de Calcutá revelaram, em entrevista ao G1 na manhã desta sexta-feira (18), que realmente não há explicações científicas para a cura do homem que tinha hidrocefalia e foi atendido em Santos, no litoral de São Paulo, em 2008. O Vaticanoconfirmou nesta sexta-feira (18) que irá canonizar Madre Teresa. A cerimônia será realizada em setembro de 2016, segundo a Igreja Católica. Para os médicos, o milagre pode realmente ter acontecido.

O médico Dr. João Luis Cabral Jr. foi o primeiro a atender o paciente, em setembro de 2008, no hospital São Lucas, em Santos. Ele conta que o homem apresentava oito abscessos no cérebro e um quadro de hidrocefalia, acúmulo de água no cérebro. O médico diz que o paciente estava em coma e marcou uma cirurgia. Na hora da operação, como faltava um equipamento, a cirurgia não foi realizada e foi remarcada para o dia seguinte.

Enquanto o homem estava internado, a mulher dele foi até a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em São Vicente, e conversou com o padre Elmiran Ferreira, bastante abalada e pediu auxílio. O padre deu para ela a medalhinha de Madre Teresa de Calcutá e pediu para ela rezar em nome da Madre Teresa. A mulher fez orações e colocou a medalhinha no travesseiro do marido, no hospital.

Bispo, Padre Caetano e Monsenhor do Vaticano (Foto: Monica Mazzurana/Arquivo Pessoal)
Bispo, Padre Caetano e Monsenhor do Vaticano (Foto: Monica Mazzurana/Arquivo)
“No dia seguinte, ele saiu do coma. A hidrocefalia reverteu, sumiu completamente e, normalmente, só some com cirurgia. Era um estado gravíssimo. Não tem nenhum caso na história da literatura. Ele teve alta e, hoje em dia, ele faz acompanhamento regularmente comigo no consultório. A parte cerebral dele está 100%. Ele continua no trabalho, teve filhos saudáveis”, comenta ele.

Com o início da investigação do caso pela Igreja Católica, o médico neurocirurgião Marcus Vinicius Serra foi convocado para ser o  perito do caso. “Ficamos em um mosteiro durante três dias, ouvindo o paciente, familiares e todos as pessoas envolvidas no processo”, conta ele.

Serra ficou responsável por analisar os exames feitos pelo paciente em 2008, na época da cura. Ele diz que antes da cirurgia foram feitos várias tomografias que mostravam os oito tumores no cérebro. Já no dia seguinte, quando acordou do coma, foram feitos novos testes.

“Desceram para a tomografia e os abscessos continuavam lá, mas não tinha mais a hidrocefalia, o acúmulo de água. Isso tudo tem documentação. Eu realmente não tenho como explicar isso de modo científico, pela ciência. Na época, ninguém entendeu o que aconteceu”, diz.

Medica Monica e as irmãs de caridade em Santos (Foto: Monica Mazzurana/Arquivo Pessoal)
Monica e as irmãs de caridade  (Foto: Monica Mazzurana/Arquivo Pessoal)

A médica Monica Mazzurana Benetti foi a responsável por fazer os exames físicos e neurológicos com o paciente neste ano para verificar se existia alguma sequela. Ela também ficou três dias no mosteiro para realizar o trabalho, junto com os outros médicos, equipes do Vaticano e as testemunhas do caso.

“Foi muito interessante. Se inicia o processo com uma oração para que tudo que acontece aqui seja verdadeiro, fazemos um juramento com a mão na bíblia. Depois de tudo, eu examinei ele (paciente) e o que podemos observar do ponto de vista atual é que ele tem apenas uma pequena alteração de marcha e no olhar”, diz.

Além de realizar os exames clínicos e neurológicos, ela também teve a oportunidade de olhar os exames de tomografia. “Ele tinha tumores cerebrais. A taxa de mortalidade é muito alta nesses casos, principalmente, quando o paciente entra em coma. É inacreditável que, depois de dois dias, as imagens neurológicos regridem quase que totalmente. Quando eu vi a diferença eu ajoelhei e agradeci a Deus. É extraordinário”, falou.

Reconhecimento
Vaticano confirmou nesta sexta-feira (18) que irá canonizar Madre Teresa de Calcutá. A cerimônia será realizada em setembro de 2016, segundo a Igreja Católica.

“O Santo Padre autorizou a Congregação das Causas dos Santos a proclamar o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão da beata madre Teresa”, afirma o Vaticano em um comunicado.

De acordo com o Vaticano, o Papa Francisco abriu caminho para a canonização após aprovar um decreto reconhecendo um milagre atribuído à religiosa.

Segundo o jornal dos bispos italianos “Avvenire”, que já havia adiantado nesta quinta a canonização, o homem curado por Madre Teresa é um brasileiro que estava em fase terminal e se recuperou em 2008. O milagre aconteceu na diocese de Santos, no litoral de São Paulo.

De acordo com a vaticanista do jornal, Stefania Falasca, que conhece pessoalmente o Papa, Madre Teresa deverá ser canonizada no dia 4 de setembro de 2016, em Roma, por ocasião do Jubileu da Misericórdia, iniciado no dia 8 de dezembro. A data deverá ser confirmada durante um consistório. Ainda não se sabe se a cerimônia será realizada em Roma ou na Índia.

O Avvenire afirma que a cura milagrosa atribuída à intervenção de Madre Teresa foi reconhecida durante uma reunião de especialistas da Congregação para as Causas dos Santos, há três dias.

Madre Teresa
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997), que nasceu em uma família albanesa na Macedônia, fundou sua própria congregação em 1950, as Missionárias da Caridade, e se dedicou durante mais de 40 anos aos pobres e aos doentes, especialmente na cidade indiana de Calcutá. Ela foi agraciada com o Prêmio Nobel da Paz em 1979.

Seu enterro em Calcutá no dia 5 de setembro de 1997 foi um acontecimento nacional na Índia e milhões de pobres acompanharam seu corpo pelas ruas da cidade. O funeral contou com a presença de chefes de Estado e governantes de todo o mundo.

Esta religiosa, uma das mais famosas e populares do mundo cristão, foi beatificada por João Paulo II no dia 19 de outubro de 2003, em Roma, durante uma cerimônia que teve a presença de 300 mil fiéis.